PROJETOS, PROGRAMAS
MOVIMENTOS
Programa
Colaboração do Gabinete do
Vice-Prefeito
Juarez Vasconcelos Torronteguy
programaalianca@riogrande.rs.gov.br
Objetivo Geral
Desenvolvimento de
Comunidades Sustentáveis
Através:
A) inclusão social de
famílias e,
B) conscientização da
sociedade em geral
Objetivo Imediato
Implementar uma prática
Conscientizando
a população em
geral
do compromisso social
das famílias
quanto ao futuro de
todos
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Com conjunto de ações
Por parte
Instituições/ entidades
governamentais e nãogovernamentais e
a sociedade em geral
Que tornem visíveis esforços
isolados, integrando-os, e que
apliquem diretrizes
Nacionais e
Internacionais
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Melhorando
de forma
significativa e
duradoura
A qualidade de vida
de tal forma que:
Incentive
A cooperação
Adesão de novos parceiros
A elaboração de programas e projetos afins
Sustentando e ampliando a prática
e
permitindo sua replicação em outros locais
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Objetivos Específicos
Priorizando 5 Eixos:
1- Saúde
2- Educação
3- Cidadania
4- Segurança
5- Meio Ambiente
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Educação
Objetivo Específico
Eixo Educação
A) Educação Integral
em conteúdos – ampliação e transversalidade
em períodos de aprendizado (na escola e em casa)
em construção conjunta (alunos, professores e
familiares), refletindo-se potencialidades latentes
B) Aumento da dedicação ao estudo e da participação dos pais
no processo educativo
C) Planejamento Familiar (compromisso social)
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ENCAMINHAMENTOS PROPOSTOS
EDUCAÇÃO
1.Implementação do “Vivendo Valores” em 2 momentos distintos
-palestra motivadora realizada em 17.08.2006
-capacitação dos interessados das redes municipal, estadual e particular de
ensino a ser realizada a partir de março de 2007
2.“Resgatando a Ética Social”
- ampliação da prática em 2007 com a realização de pelo menos dois
Seminários a semelhança daqueles três anteriores acontecidos na E.E
Roberto Telechea
3. Enfrentamento da violência nas escolas através de seminários que
ressaltem a cultura da paz
- experiências exitosas da Escola Técnica Getúlio Vargas e do CIEP
-organizadores: Conselhos Tutelares, Defensoria Pública e 18ªCRE
CIDADANIA
•
Objetivo Específico
•
Eixo Cidadania
- Erradicação da pobreza material, de valores, espiritual e filosófica
Focos:
A) Pobreza Material:.
Propiciar a nutrição adequada (plano municipal de segurança alimentar)
Acesso a moradias a custos acessíveis, ao saneamento básico e demais recursos ligados à
qualidade de vida
B) Pobreza Material/Valores:
Propiciar a inclusão social através da geração de trabalho e renda, da capacitação e do
comprometimento por parte dos beneficiários
Propiciar a inclusão dos idosos
C) Pobreza Espiritual/Filosófica
Desenvolvimento espiritual sem distinção de religião, buscando uma integração afetiva
na unidade do despertar do sentido da vida
Planejamento e Gestão Sistêmicos (PGS)
EFETIVIDADE
SUSTENTABILIDADE
PAZ
Externa e Interna
Necessidades:
Atender
•
Fisiológicas;
Necessidades
Psicológicas e
Autorrealização.
FAMÍLIA Foco(s)
Prioritário(s) Ex
Acolhimento
institucional
Efeitos Públicos
Redes de Cooperação
Nos 3 eixos de
Nos
3 eixos de :
sustentabilidade
sustentabilidade
• Econômico; Social e
Mapear e
Integrar
Ambiental.
Integração dos
3 setores:dos
Integração
Público;
3 setores
Privado e Sociedade
e da
Civil Organizada
e da
Comunidade
Comunidade
em geral
em geral
DHS
Valores
Em Rio Grande
Projeto-Programa Aliança
Projeto-Movimento Rede Família
Foco: crianças e adolescentes institucionalizados e suas famílias
Mapear (exemplos)
. Via processos judiciais - Rede de Abrigagem
. A rede local e ampliada - mapa do capital social
Integrar (exemplos)
. Acompanhamento, orientação, educação e apoio sócio-familiar no
contexto local das famílias;
. Formação dos agentes comunitários por parte do Rede Família e o
CEP-RUA - estabelecidas parcerias com os Conselheiros Tutelares;
. Rede de Acolhimento Institucional;
. Site
Resultados (exemplos)
. Eficácia = diminuição do tempo de permanência de crianças e
adolescentes em acolhimento institucional (apesar da expansão portuária)
. Eficiência = otimização dos recursos (menos papel - mais relação)
. Efetividade = cultura de atuar em redes de cooperação
Execução: Rede de Cooperação Rede Família
Proponente do Projeto: ONG Casa do Menor
Entidades Parceiras: SMCAS, SMS, FURG / CEP-Rua / FURG, Poder
Judiciário e Ministério Público, ARCA
Financiamento: Petrobrás, FMCA/COMDICA
PROJETO REDE FAMÍLIA: GARANTINDO O
DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À
CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA
Rio Grande /RS
Esta experiência acontece na Cidade
do Rio Grande /RS
Objetivos:
• Garantir a provisoriedade da medida de
acolhimento institucional e o direito à
convivência familiar e comunitária de crianças
e adolescentes;
• Avançar na implantação das ações do Plano
Nacional de Promoção, Proteção e Defesa ao
Direito de Crianças e Adolescentes à
Convivência Familiar e Comunitária;
• Criar uma cultura de atuação em rede.
Metodologia:
• As famílias chegam a Rede Família pelo Poder Judiciário;
• Metodologia de Planejamento e de Gestão Sistêmicos
(mapear necessidades, possibilidades, atividades, integrar,
compartilhar a atenção);
• Núcleo de Planejamento e Gestão: com atribuição de
planejar e fazer a gestão da rede de cooperação Rede
Família, para atender as necessidades mapeadas; Principal
atributo mobilidade, trânsito pela rede, micro, meso,
exossistemas;
• Criação de espaços de encontro, diálogo e construção de
conhecimento;
• Formação continuada de todos os setores envolvidos;
• Importância da participação do Sistema de Justiça e de
forma especial do Ministério Público.
PROJETO:
REDE FAMÍLIA: GARANTINDO O DIREITO DE
CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA
FAMILIAR
Alguns resultados:
• reordenamento nas entidades de acolhimento institucional,
garantindo que os irmãos, independente da idade e do sexo,
não sejam separados quando do acolhimento; as instituições
de acolhimento não mais são por sexo, com isto duas
entidades mudaram de nome a Casa dos Meninos, passou a
se denominar Abrigo Residencial Reintegração e a Casa das
Meninas, Abrigo Residencial Laço de Amor; estamos fazendo a
formação de todos os cuidadores e a proposta é que cada
casa tenha uma proposta pedagógica;
• Todas as crianças tem plano individual de atendimento, que
prevê estratégias de reintegração familiar e comunitária,
autonomia e desenvolvimento saudável – cuidado
longitudinal e compartilhado;
• Todas as reintegrações são acompanhadas por uma das
equipes do Núcleo de Planejamento e Gestão;
Alguns resultados:
• Implantação e implementação do Programa de Apoio e
Orientação as famílias de crianças e adolescentes acolhidas
institucionalmente, com grupo semanal para construção
conjunta de estratégias para superação das situações de risco
que levaram a institucionalização de crianças e adolescentes,
com resultados positivos desabrigamento de crianças
institucionalizadas a muitos anos;
• Diminuição da população em acolhimento institucional em
25% desde agosto de 2010.
• Quanto à adoção, ampliou o perfil das crianças, agora crianças
com sete anos de idade são adotadas, foram realizados em
parceria com o Ministério Público e o Poder Judiciário quatro
edições do Curso Preparatório a Adoção, foi criado um grupo
de apoio a pessoas que já adotaram, além da implementação
da campanha “Adoção: para que toda criança tenha uma
família” com distribuição de material sobre adoção, palestras
e disponibilização de serviço de orientação sobre adoção e
busca ativa de famílias;
Alguns resultados:
• Foram distribuídas as 500 guias da Rede de Atendimento, entre as
entidades arroladas na própria guia, escolas, postos, entidades da
área da saúde, assistência social e sistema de garantia de direitos,
visando dar uma maior visibilidade ao potencial de atendimento à
criança e ao adolescente no município do Rio Grande, melhorar a
integração e a comunicação de toda a rede de atendimento de
nossa cidade num consórcio de colaboração e aprendizado;
• Foi criado o site da rede de atendimento, capacitada as entidades
para utilizar o site e feita ampla divulgação deste, totalizando na
presente data mais de 20.000 acessos.
• Implantado e implementado um grupo de educação familiar na
comunidade São Miguel e Bairro Getúlio Vargas, para fortalecer a
rede de apoio afetivo comunitária das famílias atendidas pelo
Projeto do Rede Família e também atender as famílias atendidas
pelos demais atores sociais envolvidos no grupo (agentes
comunitários, escola, pastoral da criança, ONG, conselho tutelar).
Alguns resultados:
• Formação continuada da rede de atendimento;
• Realizada a 8ª edição do Programa Apadrinhamento
Afetivo, o grupo de apoio dos padrinhos afetivos com
periodicidade mensal e o Seminário Estadual sobre o
Programa Apadrinhamento Afetivo, que reuniu sete
cidades do Estado com o objetivo de avaliar e fortalecer
o programa;
• Realizada a 1ª edição do Programa Família de Apoio
• Lançamento do
livro “Multiplicando Saberes:
trabalhando em rede para garantia dos direitos de
crianças e adolescentes” com artigos contendo o
conteúdo das capacitações, entregue aos participantes e
a rede ampliada.
Equipe técnica do Núcleo de Planejamento e Gestão
Planejamento e Gestão Sistêmicos (PGS)
EFETIVIDADE
SUSTENTABILIDADE
PAZ
Externa e Interna
Atender
Necessidades:
•
Fisiológicas;
Necessidades
Psicológicas e
Autorrealização.
FAMÍLIA Foco(s)
Prioritário(s) Ex
medicamentos;
---crack, etc.
Efeitos Públicos
Redes de Cooperação
Nos 3 eixos de
Nos
3 eixos de :
sustentabilidade
sustentabilidade
• Econômico; Social e
Mapear e
Integrar
Ambiental.
Integração dos
3 setores:dos
Integração
Público;
3 setores
Privado e Sociedade
e da
Civil Organizada
e da
Comunidade
Comunidade
em geral
em geral
DHS
VALORES
-
Em Rio Grande: prevenção, reinserção social e redução da
oferta/repressão às
Drogas
crack
(o crack destrói a convivência familiar e comunitária)
Mapear
. Informações colhidas em reuniões e dados fornecidos
pelos parceiros;
. Elaboração do cenário com foco nos Bairros Castelo
Branco I e II;
. Análise do Relatório do Sistema de Informação da
Atenção Básica (SIAB);
Em Rio Grande: prevenção, reinserção social e redução da
oferta/repressão às Drogas
crack
Integrar (exemplos)
. Internet - Grupo Virtual Fazendo Frente ao Crack;
. PPV - Programa de Prevenção à Violência
. Grupo de Trabalho Drogadição - Comitê de Gestão Social (CGS)
. Sistema de referência e contrarreferência
Resultados (exemplos)
. Seminário - Política Municipal sobre Drogas do Rio Grande
. Aumento do atendimento a usuários de crack através do
ambulatório de saúde mental, CAPS AD, do CAPS I, do CENPRE e
das comunidades terapêuticas;
. Aumento das prisões por tráfico;
. Elaboração de projetos
Edital da Secretaria de Justiça e Desenvolvimento Social
VI - METODOLOGIA
ATIVIDADE
Atividade 1
Mapear a situação
econômica e sócio –
ambiental das
comunidades Castelo
Branco I e II, Santa Rita
de Cássia e São Miguel
e dos usuários de álcool
e outras drogas
COMO SERÁ DESENVOLVIDA
ONDE
Nas comunidades
Castelo Branco I e II,
1.1. Analisando o Relatório do Sistema de Informação da Santa Rita de Cássia
Atenção Básica (SIAB);
e São Miguel
1.2.Mapeando as necessidades, possibilidades e
atividades;
1.3. Debatendo com os profissionais das equipes de
Saúde da Família;
1.4. Mapeando o capital social da rede comunitária ;
1.5. Debatendo com os atores sociais da Rede
Comunitária;
Atividade 2
Integrar a rede de
atendimento ampliada e
local, agindo de forma
sistêmica para a
superação desta
vulnerabilidade.
Nas comunidades
Castelo Branco I e II,
para Santa Rita de Cássia
e São Miguel
2.2.Realizando um encontro com a rede ampliada para
apresentação da proposta e diagnóstico realizado nos
bairros;
2.1. Realizando um encontro inicial na comunidade
apresentação do projeto;
2.3. Realizando encontros de integração, sensibilização e
comprometimento da rede específica que atua na
assistência às pessoas usuárias de álcool e outras
drogas com os objetivos deste projeto;
2.4. Realizando encontros de integração com a rede
comunitária para construção de ações sistêmicas;
2.5. Realizando encontros para elaboração
integrado de ações;
2.6.
Realizando
permanente.
reuniões
mensais
do plano
de
2.7. Acompanhando e avaliando as ações
destinatários da rede comunitária e ampliada;
educação
junto
aos
2.8. Dando visibilidade à rede ampliada e criando fluxos
para facilitar o acesso ao atendimento;
2.9. Fortalecendo o sistema de referência e contrareferência com os serviços de atendimento de prevenção
e tratamento de usuários de álcool e outras drogas
2.10. Utilizando o boletim de referencia e contra referencia
já existente na rede SUS;
2.11. Publicizando o fluxo de encaminhamento
2.12. Capacitando os serviços de atendimento para o uso
dos protocolos e do boletim;
2.13. Integrando e potencializando as ações do Programa
Rede Família, Estratégia de Saúde da Família e Programa
Gaivota Redução de Danos neste projeto;
2.14. Organizando o processo de agenciamento da rede
sócio-comunitária com vistas a facilitar a constituição de
espaços culturais
Edital da Secretaria de Justiça e Desenvolvimento Social
Atividade
Atividade 1
Mapear a
situação
econômica e
sócio –
ambiental das
comunidades
Castelo Branco
I e II, Santa
Rita de Cássia
e São Miguel e
dos usuários
de álcool e
outras drogas
Mês
Como será
01
realizado o
acompanhamento
1.1. Levantando os X
dados contidos no
Relatório de
Informação da
Atenção Básica
(SIAB);
1.2. Aferindo a
população dos
bairros (número de X
pessoas e de
famílias)
1.3. Aferindo os
número de
ocorrências de
casos de Violência X
nos bairros;
Mês
02
Mês 03 Mês 04 Mês
05
X
X
X
X
Mês
06
Mês
07
Mês
08
Mês
09
Mês
10
Mês
11
Mês
12
Intrumentos de Envolvidos
registro
processo
no
Banco
de Da 1.1. a 1.8.
dados;
Equipe
deste
relatórios, atas projeto,
da
das
reuniões, Estratégia de Saúde
registros
da
Família
e
do
fotográficos,
Programa
Rede
lista
de Família,
presença
X
x
X
X
X
X
x
X
X
X
X
x
X
X
1.4. Aferindo o nº
de usuários de
álcool e outras
drogas;
1.5. Aferindo o nº
DST/AIDS e as
outras
contaminações
1.6. Aferindo o nº
de entidades e
serviços do
primeiro, segundo x
e terceiro setor
que atuam no
bairro e os seus
objetivos
1.7. Aferindo o nº
de atividades
focadas no
objetivo do projeto
e desenvolvidas
x
na comunidade
x
X
x
X
1.8. Aferindo o nº
de reuniões com
os profissionais
das equipes de
saúde da família
1.9. Aferindo o nº
de reuniões com
os atores sociais
da Rede
x
X
x
X
X
1.9.
Equipe
projeto
e
Programa
Família,
deste
do
Rede
PROJETO
A CIDADE DO PÓLO NAVAL:
IMPLEMENTANDO AÇÕES DA POLÍTICA SOBRE DROGAS NO
MUNICÍPIO DO RIO GRANDE E GERANDO O
DESENVOLVIMENTO HARMÔNICO E SUSTENTÁVEL
Comitê de Gestão Social (CGS)
Resultados:
Aplicação da Política Municipal sobre Drogas
•Grupo de Trabalho 1 - Prevenção e Pesquisa
•Grupo de Trabalho 2 - Redução de Danos e
Reinserção Social
•Grupo de Trabalho 3 - Redução da Oferta
Comitê de Gestão Social (CGS):
Aplicação da Política Municipal sobre Drogas
Principais ações executadas/resultados
GT-1 Prevenção e Pesquisa
• Mapeamento e integração de ações e serviços do município adesão de 27 entidades e serviços até o momento;
• Construção de um instrumento de mapeamento e
disponibilização dos dados em grupo virtual;
• Início da distribuição de 65.000 panfletos contra o consumo de
álcool e outras drogas por crianças e adolescentes;
• Criação e ativação de cursos de capacitação para multiplicadores;
• Planejamento do ciclo de palestras em escolas e outros centros de
concentração de jovens - a serem efetivadas a partir do início do
ano letivo;
Comitê de Gestão Social (CGS):
Aplicação da Política Municipal sobre Drogas
Principais ações executadas/resultados
GT-2 RD e Reinserção Social
• Inauguração de um Centro de Atenção Psicossocial Infantil
(CAPS-I);
• Inauguração de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e
Drogas (CAPS-AD);
• Regulação das vagas das comunidades terapêuticas pelo CAPS
AD;
• Conveniamento de cinco comunidades terapêuticas;
• Conveniamento com o Estado de 20 vagas em leitos
hospitalares;
• Integração total dos órgãos intervenientes;
Comitê de Gestão Social (CGS):
Aplicação da Política Municipal sobre Drogas
Principais ações executadas/resultados
GT-2 Redução da Oferta
• Três operações integradas - com participação dos órgãos de
Segurança Pública (Polícia Civil, Brigada Militar e Polícia Federal),
Ministério Público, Conselheiros Tutelares, Secretaria Municipal
da Fazenda, Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito;
• Após as operações - avaliações conjuntas e ampla divulgação na
imprensa;
• Motivação extraordinária de entidades e cidadãos - aumento da
cooperação;
• Aumento das prisões por tráfico;
Fonte: Zero Hora, 20 de dezembro de 2009
Em Rio Grande - PGS com foco na Saúde – EM RIO GRANDE Otimização da Rede de Fornecimento de Medicamentos
1-Mapear (exemplos)
1.1 Instituições Participantes:
-Coordenador do Comitê de Gestão Social (CGS)
- Ministério Público Estadual (Promotor de Justiça com atribuições na saúde e na infância e
juventude)
-Secretaria Municipal da Saúde (Secretária de Saúde, farmacêutica e corpo técnico)
-Defensoria Pública do Estado (Defensor Público com atribuição na infância e juventude,
ajuizamento e matéria cível)
- Poder Judiciário (Juizes com competência cível e da infância e juventude)
-Ministério Público Federal (procurador com atribuição na saúde)
-etc.
Instituições Participantes:
-Magistratura estadual (juiz com jurisdição na área cível e infância)
-Procuradoria do Estado
-Procuradoria do Município
-Advocacia geral da união
-Coordenadoria Regional de Saúde do Estado
-Conselho Municipal da Saúde
-Conselho Tutelar
-Equipe técnica dos abrigos
-Coordenador do Programa Rede Família
-Associação de caridade Santa Casa do Rio Grande (diretoria e profissionais médicos)
-Hospital Universitário Miguel Riet Correa Júnior (diretoria e profissionais médicos)
-ASSEDISA (Assoc.dos Secretários e Dirigentes da Saúde)
-CACON/UNACON
-ESF (Estratégia de Saúde da Família)
-Agentes comunitários e Presidentes de Bairros
1-Mapear (exemplos)
1.2 Materiais sobre o tema:
-ESMPU – Manuais de Atuação Medicamentos excepcionais
-Nota técnica relativa a responsabilidade dos gestores do SUS em assistência
farmacêutica do Ministério Público Federal
-Sistema de referências e contra-referências do CENPRE
-Orientação da AGU acerca do cumprimento de decisões judiciais em ações de
medicamentos
-Subsídios para auxiliar a União em ações judiciais
-Nota técnica n.º 746 do Ministério da Saúde
-Portarias ministeriais
-Lista Municipal de medicamentos básicos
-Acordo interinstitucional de cooperação técnica para resolução administrativa de
demandas
- etc.
Em Rio Grande - PGS com foco na Saúde - Otimização da
Rede de Fornecimento de Medicamentos
2- Integrar (exemplos)
2.1 – CRITÉRIOS PARA O ATENDIMENTO INICIAL:
2.1.1 formulário unificado de justificativa médica para uso de
medicamento não padronizado, tanto em âmbito administrativo
como judicial;
2.1.2 negativa administrativa para o ingresso de demandas judiciais,
exceto casos urgentes para os quais basta o protocolo administrativo;
2- Integrar (exemplos)
2.1 – CRITÉRIOS PARA O ATENDIMENTO INICIAL:
2.1.3 identificar pessoas que ocupam cargos que são referência para
o funcionamento do sistema da rede;
2.1.4 contatar a pessoa de referência da rede para a solução de
determinada situação para agilizar o atendimento;
2.1.5 com relação a crianças e adolescentes, quando não houver
atendimento do pedido administrativo, o MP ajuíza a ação em favor
do menor que não tem familiares e/ou responsáveis e a Defensoria
Pública assume o encargo em favor dos demais casos;
2- Integrar (exemplos)
2.2 – CRITÉRIOS PARA A JUDICIALIZAÇÃO:
2.2.1 em se ajuizando a demanda em desfavor do município e
estado, preferencialmente efetivar bloqueio judicial, em caso
de descumprimento, em desfavor do ente responsável pelo
fornecimento do fármaco, segundo listas padronizadas de
medicamentos;
2.2.2 intimação da concessão da tutela antecipada via fax;
2- Integrar (exemplos)
2.2 – CRITÉRIOS PARA A JUDICIALIZAÇÃO:
2.2.3 contato com as Farmácias Municipal e Estadual para
certificação da não-disponibilidade do fármaco antes do
bloqueio de valores;
2.2.4 comunicação às Farmácias do fato e do prazo de
abrangência do bloqueio, após a concretização do ato;
2.2.5 inserção de dados na demanda (CPF, CNES, CRM), que
possibilitem ao Estado o ressarcimento dos valores
despendidos junto à União;
Em Rio Grande - PGS com foco na Saúde Otimização da Rede de Fornecimento de
Medicamentos
3 – RESULTADOS OBTIDOS (EXEMPLOS)
3.1 – organização da rede de atenção à saúde, com foco
nos medicamentos;
3.2 - redução das ações que seriam ajuizadas pelo
Ministério Público e pela Defensoria Pública se não fosse
implementada a metodologia;
3.3 redução do tempo de espera do paciente para o
recebimento do remédio;
3 – RESULTADOS OBTIDOS (EXEMPLOS)
3.4 integração dos profissionais afetos à saúde, com a
conseqüente redução da burocracia entre a comunicação
entre os integrantes da rede;
3.5 redução do número de bloqueios judiciais;
3.6 impossibilidade do cidadão receber o remédio na
farmácia pública e obter bloqueio simultâneo,
locupletando-se indevidamente;
3 – RESULTADOS OBTIDOS (EXEMPLOS)
3.7 No Estado do RS - formação de um grupo de trabalho
para replicação da metodologia em outros municípios;
3.8 No Estado do RS – assinatura de termo de cooperação
entre o Ministério Público, o Tribunal de Justiça, a
Defensoria Pública, a Secretaria de Estado da Saúde, a
Procuradoria Regional da União, a Procuradoria-geral do
Estado, a Federação das Associações de Municípios e o
Conselho Regional de Medicina - para replicação da
metodologia de Planejamento e de Gestão Sistêmicos em
outros municípios;
NO RS - PGS com foco na Saúde - Otimização da
Rede de Fornecimento de Medicamentos
1-Mapear (exemplos)
1.1 Instituições Participantes;
1.2 Materiais sobre o tema;
2- Integrar (exemplos)
2.1 – Critérios para o atendimento inicial;
2.2 – Critérios para judicialização;
PGS com foco na Saúde - Otimização da Rede de Fornecimento de
Medicamentos
3 – RESULTADOS (EXEMPLOS)
3.1 – Em Rio Grande e Porto Alegre:
-redução das ações que seriam ajuizadas se não fosse implementada a metodologia;
- contribuição na organização da rede de atenção à saúde ex: sistema AME
3.2 - No Estado do RGS:
-organização e elaboração de artigos para revistas e das CARTILHAS/ kit básico
para subsidiar os envolvidos no tema (formulário unificado de justificativa médica,
portarias, fluxograma de fornecimento de medicamentos, sugestões, critérios para o
atendimento e para o ajuizamento, etc.) disponível em:pgsistemicos.blogspot.com
-assinatura de termo de cooperação - para replicação da metodologia de
Planejamento e de Gestão Sistêmicos nos municípios;
-institucional: encaminhamento das cartilhas para seus membros; participação em
eventos de acolhimento (ex: dos Secretários de Saúde); cursos de aperfeiçoamento
(ex: CAMs- Cursos de Ap. de Magistrados); etc.
-interinstitucional: encaminhamento das cartilhas para integrantes dos Sistemas de
Saúde e de Justiça; realização de capacitações/ workshop nas macrorregiões de
saúde;
Planejamento e Gestão Sistêmicos (PGS)
EFETIVIDADE
SUSTENTABILIDADE
PAZ
Externa e Interna
Atender
Necessidades:
•
Fisiológicas;
Necessidades
Psicológicas e
Autorrealização.
FAMÍLIA
???
objetivos
estratégicos
Efeitos Públicos
Redes de Cooperação
Nos 3 eixos de
Nos
3 eixos de :
sustentabilidade
sustentabilidade
• Econômico; Social e
Mapear e
Integrar
Ambiental.
Integração dos
3 setores:dos
Integração
Público;
3 setores
Privado e Sociedade
e da
Civil Organizada
e da
Comunidade
Comunidade
em geral
em geral
DHS
VALORES
Fonte: http://www.cnmp.gov.br/portal/images/stories/planejamento_estrategico/MAPA_ESTRATEGICO_PEN_FINAL.pdf (grifo nosso)
Art. 127 da Constituição Federal
O Ministério Público é instituição permanente,
essencial à função jurisdicional do Estado,
incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do
regime democrático
e
dos interesses
indisponíveis.
sociais
e
individuais
ARTIGO 127 CF
PGS
DHS
1) Interesses individuais
Atender integralmente as
Critério Básico Número
indisponíveis
necessidades humanas
Um
= Desenvolvimento
2) Interesses Sociais
Impactos proporcionais nos
Critérios Básicos Números
três eixos da
Dois, Três e Quatro
sustentabilidade
3) Regime Democrático
= Sustentável
Cooperação dos três
Critério Básico Número
setores e dos indivíduos da
Cinco
comunidade em geral
4) Ordem Jurídica
Então:
1+2+3+4 = DHS
Valores
= Harmônico
Mapear e Integrar
Qualifica as relações
(necessidades,
(visualizar, alinhar e
possibilidades e atividades)
regular)
Foco Prioritário
= Efetividade
= Efetividade dos Direitos Humanos e
do Sistema como um todo
(implementação da Agenda Habitat)
= Paz
interna e externa
Fonte: http://www.cnj.jus.br/images/stories/docs_cnj/resolucao/rescnj_70_i.pdf (grifo nosso)
No mesmo sentido, o parágrafo primeiro da Agenda
Habitat para Municípios:
“
...Há
um
senso
de
grande
oportunidade
e
esperança de que pode ser construído um novo
mundo, no qual o
e
social
componentes
e
a
do
desenvolvimento econômico
proteção
ambiental,
desenvolvimento
interdependentes
e
que
como
sustentável
se
reforçam
mutuamente, podem ser realizados por meio da
solidariedade
países
e
através
todos os níveis.”
cooperação
de
dentro
parcerias
e
entre
eficazes
(Fonte: Agenda Habitat para Municípios/Marlene Fernandes. Rio de Janeiro: IBAM, 2003)
em
QUAIS OS REFLEXOS SISTÊMICOS DESSA FORMA DE
ATUAÇÃO?
1- Cumprimento de diretrizes nacionais e internacionais
(“Direito”):
Exemplos:
Conferência Internacional das Nações Unidas sobre População e
Desenvolvimento – Cairo;
-Declaração de Istambul sobre Assentamentos Humanos;
- 8° Objetivo de Desenvolvimento do Milênio –
Criar uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento;
-Fundação Nacional de Qualidade – Fundamentos de Excelência;
etc.
-Em decorrência disso e por gerar diminuição no risco dos
investimentos...
2- Acesso a recursos humanos e monetários (Economia):
Exemplos:
- ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa;
- DJSI – Dow Jones Sustentability Indexes;
-Parágrafo 50 da Agenda Habitat para Municípios
(via financiamentos da CAIXA);
- etc.
Em verdade, o Planejamento e Gestão Sistêmicos/Integrados,
com foco prioritário na família e com a utilização de indicadores
cria, com transparência,
um ciclo de efeitos públicos,
apto desenvolver a consciência dos direitos e das responsabilidades,
propiciando Paz, interna e externa, exteriorizada em efetividade e
sustentabilidade.
mais do que isso...
POSSIBILITA COMPREENDER
• Que todos fizemos parte de uma grande
família e
• que Gestão é INTEGRAÇÃO!
Fonte: Guia Exame Boa Cidadania Corporativa 2006
Source: Regionplane-och trafikkontoret –
61
Martin Ängeby presentation
2008-10-15
Hållbar utveckling
Source: URBACT
SUSTENTABILIDADE
EFETIVIDADE
PLANEJAMENTO E GESTÃO SISTÊMICOS/INTEGRADOS
PAZ
Necessidades
EXTERNA E INTERNA
(Diferente de Desejos)
Atender
+
1) Fisiológicas
2) Psicológicas
2-1) Segurança
2-2) Pertencimento
2-3) Autoestima
3) Autorrealização
Nos 3 Eixos
da Sustentabilidade
PARA MAPEAR
INTEGRAR
1) Metodologia de Planej. e Gestão
ex: BSC ( Balanced Scorecard)
2) Ferramentas de gestão
3) Sistema de avaliação
PARA CONCRETIZAR
Produz
1) Econômico
2) Social
3) Ambiental
EFEITOS PÚBLICOS
(Alterar o Foco)
Pensamento
Atuação
Sistêmico
Sistêmica
(Exige)
FOCO PRIORITÁRIO
NA FAMÍLIA - CRACK
1) Saúde
2) Educação
3) Cidadania
4) Segurança
+
GERA VALOR SUSTENTÁVEL
Agregando valor sustentável às consequências –
aos efeitos Públicos
EXIGE E FAVORECE
A INTEGRAÇÃO DOS
3 SETORES
1º) Público
2º) Privado
3º) Sociedade Civil Organizada (ONGs,
OSCIPs, Clubes de Serviços,...)
+ COMUNIDADE EM GERAL
(Exige)
Através da formação de
Mapear / Medir
Integrar
(IDHS)
REDES DE COOPERAÇÃO
GERA DESENVOLVIMENTO
Para Atuação Sistêmica
1) Harmônico
2) Sustentável
Com Foco Prioritário
na Família - CRACK
DHS
Valores
MODELO PLANEJADO
Rodrigo(rsmoraes@mp.rs.gov.br)
Pela BASE da Sociedade
(art. 226, pár. 7º, da CF)
QUE É A FAMÍLIA
Qual é o sentido da vida?
Qual é a nossa missão comum?
Parece que o mais importante na vida é a Qualidade
das Relações que estabelecemos com nossa consciência
e com os seres vivos e objetos com os quais interagimos.
Parece mais!
Parece que para nós atingirmos a sustentabilidade, a
efetividade e a Paz, interna e externa, é necessário que
percebamos isso.
Contato: rsmoraes@mp.rs.gov.br e pgsblog@gmail.com
Arquivos: pgsistemicos.blogspot.com e rodrigoschoeller.blogspot.com
MÓDULO II - A
Aprofundando a reflexão …
OBS: Os próximos gráficos mostrarão a conexão entre a metodologia de Planejamento
e de Gestão Sistêmicos e o Mapa Estratégico do Ministério Público do Estado do
Rio Grande do Sul, usando a Metodologia Balanced Scorecard – BSC. Maiores
explicações e outros arquivos no endereço eletrônico:
rodrigoschoeller.blogspot.com
Educação de
qualidade
Saúde integral e
melhor qualidade
de vida
• Parceira
•Acessível
Racionalizar a
atuação como custos
legis
Intensificar a
comunicação do MP
com a sociedade
Aprimorar o
atendimento ao
público
Valorizar a atividade
extrajudicial
Desenvolvimento
de Pessoas
Desenvolver e gerir
competências
• Independente
•Ética
Aproximação com a
sociedade e Parcerias
Apoiar alternativas
comunitárias de
resolução de
conflitos
Atuar em redes de
cooperação com os
setores público,
privado e terceiro
setor
Pessoas e Tecnologia
Criança,
adolescente e idoso
protegidos
Meio ambiente
preservado
Democracia e ordem
jurídica garantidas
• Efetiva
Foco de atuação
Estimular a garantia da
qualidade no ensino
fundamental
Proteger o Sistema
Único de Saúde
Qualificar o
enfrentamento do
crime organizado e da
criminalidade violenta
Garantir a proteção
dos recursos hídricos
Zelar pela regular
oferta de programas
de proteção da
criança, do
adolescente e de suas
famílias
Zelar pela inclusão
social das comunidades
negras e indígenas e
das pessoas com
deficiência
Fiscalizar a execução
da sanção criminal
com vistas à redução
da reincidência
Atuar na prevenção e
repressão dos danos ao
consumidor
Zelar pela regular
oferta dos programas
para a execução das
medidas
socioeducativas
Fortalecer a rede de
proteção da pessoa
idosa
Qualificar o combate à
corrupção e à
improbidade
administrativa
Zelar pela regularidade
do parcelamento do
solo urbano
Gestão Administrativa
e Tecnologia
Ambiente
Organizacional
Melhorar a
satisfação das
pessoas no
trabalho
• Responsável
•Atuante
Aperfeiçoar a
comunicação
interna
Melhorar a estrutura
orgânica e a gestão
administrativa
Produzir e
disponibilizar
informações para a
tomada de decisões
Recursos
Eficiência Operacional
Processos
Criminalidade e
corrupção reduzidas
Ser reconhecido como instituição efetiva na transformação da
realidade social e protetora dos direitos fundamentais
Sociedade
Impacto Social
Mapa Estratégico do Ministério Público RS
Captar recursos
extraorçamentários
Assegurar os recursos
orçamentários
necessários e
qualificar sua gestão
SUSTENTABILIDADE
EFETIVIDADE
PLANEJAMENTO E GESTÃO SISTÊMICOS/INTEGRADOS
PAZ
Necessidades
EXTERNA E INTERNA
(Diferente de Desejos)
Atender
+
1) Fisiológicas
2) Psicológicas
2-1) Segurança
2-2) Pertencimento
2-3) Autoestima
3) Autorrealização
Nos 3 Eixos
da Sustentabilidade
PARA MAPEAR
INTEGRAR
1) Metodologia de Planej. e Gestão
ex: BSC ( Balanced Scorecard)
2) Ferramentas de gestão
3) Sistema de avaliação
PARA CONCRETIZAR
Produz
1) Econômico
2) Social
3) Ambiental
EFEITOS PÚBLICOS
(Alterar o Foco)
Pensamento
Atuação
Sistêmico
Sistêmica
(Exige)
FOCO PRIORITÁRIO
NA FAMÍLIA - CRACK
1) Saúde
2) Educação
3) Cidadania
4) Segurança
+
GERA VALOR SUSTENTÁVEL
Agregando valor sustentável às consequências –
aos efeitos Públicos
EXIGE E FAVORECE
A INTEGRAÇÃO DOS
3 SETORES
1º) Público
2º) Privado
3º) Sociedade Civil Organizada (ONGs,
OSCIPs, Clubes de Serviços,...)
+ COMUNIDADE EM GERAL
(Exige)
Através da formação de
Mapear / Medir
Integrar
(IDHS)
REDES DE COOPERAÇÃO
GERA DESENVOLVIMENTO
Para Atuação Sistêmica
1) Harmônico
2) Sustentável
Com Foco Prioritário
na Família - CRACK
DHS
Valores
MODELO PLANEJADO
Rodrigo(rsmoraes@mp.rs.gov.br)
Pela BASE da Sociedade
(art. 226, pár. 7º, da CF)
QUE É A FAMÍLIA
A GESTÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NO PLANEJAMENTO E
GESTÃO SISTÊMICOS
INTERCONEXÕES
Impacto
Social
Sociedade
BSC – Primeiro Processo = Tradução da Visão e da Estratégia
- Primeira Perspectiva: Cliente
+ Segunda Perspectiva = Acionista
PGS:
GEMP 2022
BSC - Segunda Perspectiva = Acionista/Financeira X Recursos
BSC - Terceira Perspectiva - Processo Organizacional Interno
PGS
GEMP
BSC - Quarta perspectiva - Aprendizado e Crescimento/Inovação
SUSTENTABILIDADE
EFETIVIDADE
PLANEJAMENTO E GESTÃO SISTÊMICOS/INTEGRADOS
PAZ
Necessidades
EXTERNA E INTERNA
(Diferente de Desejos)
Atender
+
1) Fisiológicas
2) Psicológicas
2-1) Segurança
2-2) Pertencimento
2-3) Autoestima
3) Autorrealização
Nos 3 Eixos
da Sustentabilidade
PARA MAPEAR
INTEGRAR
1) Metodologia de Planej. e Gestão
ex: BSC ( Balanced Scorecard)
2) Ferramentas de gestão
3) Sistema de avaliação
PARA CONCRETIZAR
Produz
1) Econômico
2) Social
3) Ambiental
EFEITOS PÚBLICOS
(Alterar o Foco)
Pensamento
Atuação
Sistêmico
Sistêmica
(Exige)
FOCO PRIORITÁRIO
NA FAMÍLIA - CRACK
1) Saúde
2) Educação
3) Cidadania
4) Segurança
+
GERA VALOR SUSTENTÁVEL
Agregando valor sustentável às consequências –
aos efeitos Públicos
EXIGE E FAVORECE
A INTEGRAÇÃO DOS
3 SETORES
1º) Público
2º) Privado
3º) Sociedade Civil Organizada (ONGs,
OSCIPs, Clubes de Serviços,...)
+ COMUNIDADE EM GERAL
(Exige)
Através da formação de
Mapear / Medir
Integrar
(IDHS)
REDES DE COOPERAÇÃO
GERA DESENVOLVIMENTO
Para Atuação Sistêmica
1) Harmônico
2) Sustentável
Com Foco Prioritário
na Família - CRACK
DHS
Valores
MODELO PLANEJADO
Rodrigo(rsmoraes@mp.rs.gov.br)
Pela BASE da Sociedade
(art. 226, pár. 7º, da CF)
QUE É A FAMÍLIA
SUSTENTABILIDADE
EFETIVIDADE
PLANEJAMENTO E GESTÃO SISTÊMICOS/INTEGRADOS
PAZ
Necessidades
EXTERNA E INTERNA
(Diferente de Desejos)
Atender
+
1) Fisiológicas
2) Psicológicas
2-1) Segurança
2-2) Pertencimento
2-3) Autoestima
3) Autorrealização
Nos 3 Eixos
da Sustentabilidade
PARA MAPEAR
INTEGRAR
1) Metodologia de Planej. e Gestão
ex: BSC ( Balanced Scorecard)
2) Ferramentas de gestão
3) Sistema de avaliação
PARA CONCRETIZAR
1) Econômico
2) Social
3) Ambiental
EFEITOS PÚBLICOS
Produz
(Alterar o Foco)
Pensamento
Atuação
Sistêmico
Sistêmica
(Exige)
FOCO PRIORITÁRIO
NA FAMÍLIA - CRACK
1) Saúde
2) Educação
3) Cidadania
4) Segurança
+
GERA VALOR SUSTENTÁVEL
Agregando valor sustentável às consequências –
aos efeitos Públicos
EXIGE E FAVORECE
A INTEGRAÇÃO DOS
3 SETORES
1º) Público
2º) Privado
3º) Sociedade Civil Organizada (ONGs,
OSCIPs, Clubes de Serviços,...)
(Exige)
Através da formação de
Mapear / Medir
Integrar
(IDHS)
REDES DE COOPERAÇÃO
+ COMUNIDADE EM GERAL
GERA DESENVOLVIMENTO
Para Atuação Sistêmica
1) Harmônico
2) Sustentável
Com Foco Prioritário
na Família - CRACK
DHS
Valores
MODELO PLANEJADO
Rodrigo(rsmoraes@mp.rs.gov.br)
Pela BASE da Sociedade
(art. 226, pár. 7º, da CF)
QUE É A FAMÍLIA
Referimos INDICADORES não como método mecanicista de
controle,
mas sim orientadores de qualidade das relações, como afirmado
na obra “Kaplan e Norton na Prática”:
- “Os indicadores destinam-se a congregar as pessoas em
busca da visão geral”;
- “Ao combinar as perspectivas..., o balanced scorecard ajuda
os gerentes a compreender, pelo menos implicitamente,
muitas interconexões dentro da empresa.”;
- O balanced scorecard induz as empresas a olhar - e a
se movimentar - para frente, ao invés de para trás”.
Fonte: http://www.cnmp.gov.br/portal/images/stories/planejamento_estrategico/MAPA_ESTRATEGICO_PEN_FINAL.pdf (grifo nosso)
Atividades Desenvolvidas no Período 2002 - 2012
A) O q u e
B) Como
C) Qu em
D) On d e (a lg u mas at ivid ad es foram d es crit as
E ) Qu an d o
n o it em B)
Valores
Desen vol vimen t o
Harmôn ico e
Su st ent ável (DHS)
(E fet ivid ad e, Su st en t ab ilid ad e
e P az - In t ern a e E xt ern a)
At u ação Prin cip al:
Red es d e Co op eraçã o
com os 3 set ores
(p úb lico, p rivad o e
socied ad e c ivil
org an izad a) e c om a
comu n id ad e em g eral.
Tod os - Par ág rafo 1 º d a Ag en d a
Hab it at
Mu n icip al
Art .. 1 2 7 d a CF (Min ist ério Pú b lico/PGS)
E st ad u al
1 ) In t eresses In d ividu ais
In d isp on íveis = At en d er
Necessid ad es
2 0 02 - 2 0 12
Nacion al
In t ern acion al
2 ) In t eresses Sociais = Imp act os
Prop orcion ais n os 3 E ixos d a
Su st ent ab ilid ad e (E con ômico, Soci al
e Amb ien t al)
3 ) Reg ime Democr át ic o =
Coop eraçã o d os 3 S et ores e d a
Comu n id ad e em Geral
B1 ) Plan ejam en t o Famili ar
A) Tese ap rov ad a p or u n an imid ad e
n o Con g resso Naci on al d o Min ist ério
Pú b lico, rea lizad o em 2 0 0 3 .
4 ) Ord em Ju ríd ica = Map ear e
In t egrar
B.1 .1 ) Prog rama Alian ça
B.2 .1 ) Plan ej amen t o e Gest ã o Sist êmic os c om f oco n a c on vivên cia f amiliar e c omu n it ária (Red e d e Acolh imen t o In st it u cion al e Red e Fam íli a)
B.1 .2 ) Ou t ros E xemp los d e At u ação:
B.2 .2 ) Plan ej amen t o e Gest ã o Sist êmic os c om f oco n o map e amen t o d o c ap it al soc ial
B.1 .2 .1 ) Part icip ação n a el ab oraçã o d o
p rojet o e n as jorn ad as d o Min ist ério
Pú b lico, rea lizad os p ara d eb at e e
in t eriorização d o t ema ( est e t em a f oi
p riorizad o p elo M in ist ério Pú b lico)
B.1 .2 .2 ) Part icip ação em reu n iões e
even t os re alizad os p elo Gov ern o d o
E st ad o, Assemb léia Leg islat iv a, set or
p rivad o e s ocied ad e civil org an izad a (o
t ema f oi p riorizad o p or várias
in st itu ições, in clu siv e p elos mei os d e
comu n icação est ad u ais e n acion ais .
B.2 .3 ) Plan ej amen t o e Gest ã o Sist êmic os c om f oco n as d rog as, esp eci almen t e o crack (Ob s..: O t ema f oi p riorizad o p or várias in st it u ições)
B.2 .4 ) Plan ej amen t o e Gest ã o Sist êmic os c om f oco n a ot imiz açã o d a red e d e f orn ecimen t o d e m ed icamen t os
B.2 .5 ) Plan ej amen t o e Gest ã o Sist êmic os c om f oco n o Prog rama d e Prot eç ão a Vit imas e Test emu n h as Ameaç ad as
B.2 .6 ) E xemp los d e ou t ras at ivid ad es:
B.2 .6 .1 ) E xp osições em t od as as r eg iões fu n cion ais d o E st ad o d o Rio Gran d e d o Su l, ju n t o ao Prog rama Socied ad e Con verg en t e d a Assemb léi a
Leg islat iva - E ixo t emát ico Des en volvim en t o Harmôn ico e Su st en t ável
B.2 .6 .2 ) E xp osições em t od as as m acrorreg iões d o E st ad o d o Rio Gran d e d o Su l, ju n t o ao Prog rama d e Qu alific açã o em Ge st ão Pú b lica, re alizad o
E xp an são
p ela F ed eraçã o d as Ass ociaç ões d e Mu n icíp ios d o Ri o Gran d e d o Su l (FAMURS) e Fu n d ação E scola Su p erior d o Min ist ério Pú b lico d o RS (FM P)
B.2 .6 .3 ) E xp osições em t od as as r eg iões d o Brasil a c on vit e d a Presid ên cia d a Rep ú b lica e d a ABMP
B.2 ) Plan ej amen t o e Gest ã o Sist êmic os (PGS)
(at ivid ad es)
B.2 .6 .4 ) Part icip ação d a se leçã o fin al d os 1 0 p rojet os q u e rep resen t am o Brasil n o p rog rama Melh ores Prát ic as d as N açõ es Un id as - Th e Be st
Pract ices an d Local Le ad ersh ip Prog ramme (BLP), p romovid o p el a ONU/UN-HABITAT
B.2 .A) Tes es Ap rovad as p or u n an imid ad e
B.2 .A.1 ) IX Con g resso E st ad u al d o
Min ist ério Pú b lico, 2 0 0 8 .
B.2 .A.2 ) XVIII Cong resso Nacion al
d o Min ist ério Pú b lico
B.2 .A.3 ) XXIII Cong resso d a
Associaçã o Brasil eira d os
Mag ist rad os, Prom ot ores d e
Ju st iça e De fen sores Pú b licos d a
In fân cia e Ju ven t u d e (ABMP)
B.2 .B) Plan ej amen t os E st rat ég icos d o Min ist ério Pú b lico
B.2 .6 .5 ) E xp osições n a Con ferên cia Mu n d ial sob re D esen vo lvimen t o d e Cid ad es
B.2 .6 .6 ) E xp osições em reu n iões e ev en t os realiz ad os n a Su écia e n a E sp an h a, d en t re as q u ais, cab e d est acar, as e fet ivad as p or oc asiã o d os
Diálog os Hisp an o-It alian os e ju n t o a o IDE A - In st it ut e for Dem ocracy an d E lect oral Assist an ce
B.2 .6 .7 ) E xp osições em t od as as Mes as Red on d as re alizad as p or oc asiã o d o Fóru m Urb an o Mu n d ial 5 - Direit o à Cid ad e: Un in d o o Urb an o Di vid id o
B.2 .6 .8 ) E xp osição n o Worksh op Val ores d e Vid a e Pr át icas d e De sen vol vimen t o e el ab oraçã o d e d ocu men t os p ara o R elat ório d e D esen vol vimen t o
Hu man o (RDH), d o Prog rama d as N açõe s Un id as p ara o D esen vol vimen t o ( PNUD)
B.2 .6 .9 ) Fomen t o à ad oç ão d a met od ol og ia d e Plan e jamen t o e G est ão Sist êmicos com foc o n o s eg u in t e t ema: Qu e De sen vol vimen t o Qu eremo s?, em
d ecorrên cia d as p art icip ações n o Comit ê Gaú ch o Ri o +2 0 (q u e est á p rod u zin d o u m d ocu men t o p ara ser art icu lad o ju n t o à Con ferên ci a d as N açõ es
Un id as sob re o Mei o Amb ien t e e D esen v olvimen t o).
B.2 .B.1 ) Gest ão E st rat ég ica d o Min ist ério
Pú b lico (GE MP - 2 0 2 2 )
B.2 .B.2 ) Plan ej amen t o E st rat ég ico Naci on al d o
Min ist ério Pú b lico b rasile iro (PE N 2 0 1 1 - 2 0 1 5)
B.2 .6 .1 0 ) Ou t ras at ivid ad es serão exp ost a s n o c orp o d o p resen t e d ocu men t o
Qual é o sentido da vida?
Qual é a nossa missão comum?
Parece que o mais importante na vida é a Qualidade
das Relações que estabelecemos com nossa consciência
e com os seres vivos e objetos com os quais interagimos.
Parece mais!
Parece que para nós atingirmos a sustentabilidade, a
efetividade e a Paz, interna e externa, é necessário que
percebamos isso.
Contato: rsmoraes@mp.rs.gov.br e pgsblog@gmail.com
Arquivos: pgsistemicos.blogspot.com e rodrigoschoeller.blogspot.com
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