IPECON/ PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
MBA EM GESTÃO E ANÁLISE ORGANIZACIONAL
LORRAINE ARAÚJO CARVALHO
ANDRAGOGIA
GOIÂNIA
2013
LORRAINE ARAÚJO CARVALHO
ANDRAGOGIA
Artigo de conclusão de curso de MBA em Gestão e
Análise Organizacional do IPECON/ Pontifícia
Universidade Católica de Goiás, como requisito à
obtenção do título de Especialista.
Orientadora: Profª. Msc. Ivone Félix de Sousa.
GOIÂNIA
2013
LORRAINE ARAÚJO CARVALHO
ANDRAGOGIA
Artigo de conclusão de curso de MBA em Gestão e Análise Organizacional do IPECON/
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE DE GOIÁS, como requisito à obtenção do título de
Especialista.
COMISSÃO EXAMINADORA
_____________________________________________
Profa. Msc. Ivone Félix de Sousa
IPECON/ PUC-GO
Jussara, 01 de Junho de 2013.
Andragogia
Andragogy
Lorraine Araújo Carvalho1
Resumo:
O artigo propõe a discussão da importância da andragogia dentro das empresas de qualquer
ramo ou atividade, pública ou privada, das mais diferentes características. O artigo apresenta
três vertentes: uma em que a andragogia se apresenta como modelo da educação de adultos,
relacionando assim com o que leva os colaboradores a aprender; outra que levanta as
características e o modo como enxergam os cursos e palestras oferecidos pelas empresas e
outra que propõe um diagnóstico geral que investiga uma série de variáveis como, educar e
aprender, o conhecimento de cada um em relação ao termo andragogia. A partir daí a
andragogia envolvida em nosso cotidiano.
Palavras-chave: andragogia, ensino, aprendizagem, organização.
Abstract:
The paper presents a discussion of the importance of andragogy within companies of any
industry or activity, public or private, of many different characteristics. The article has three
parts: one in which andragogy is presented as a model of adult education, linking well with
what leads employees to learn, one that raises the features and how they see the courses and
lectures offered by other companies and that proposes a general diagnosis that investigates a
number of variables such as education and learning, the knowledge of each in relation to the
term andragogy. Thereafter andragogy involved in our daily lives.
Keywords: andragogy, teaching, learning, organization.
1
Acadêmica do MBA em Gestão e Análise Organizacional, IPECON/ PUC-GO; Graduada em Administração
pela FAJ – Faculdade de Jussara. E-mail: [email protected]
1. Introdução
Quando crianças temos uma disposição diferente em aprender, alguns podem até dizer
que está disposição se nomeia “curiosidade”, sem esquecer que é quando somos crianças que
passamos pela a fase dos “pôr ques”, mas nesta fase somos inexperientes, somos conduzidos
por meio da experiência de nossos professores e pais, o aprendizado então passa a ser através
de temas os quais denominamos “matérias” e é neste momento que tudo se segue através de
uma lógica e o ensino as crianças toma sua face se denominando Pedagogia.
Ouve-se falar em Pedagogia, na educação das crianças e adolescentes, na melhor
forma de ensinar os jovens, mas como ensinar adultos? Qual a forma ideal de ensinar pessoas
com uma certa experiência (vivência)? Como mostrar a eles a importancia da teoria? Como
fazer com que entendam? Como tudo se aplica na prática nas empresas?
É comum colaboradores de diversas empresas passarem por cursos, palestras, entre
outros, mas qual a visão de cada colaborador em relação a isso? Como fazer com que queiram
sempre participar das mesmas?
São inúmeras as perguntas quando se trata de aprendizagem e do modo como o ensino
se aplica a vida de cada um, mas tudo é por etapas.
O adulto aprende se ver que isso é útil ou mesmo aplicável a vida dele, ele quer
experimentar, vivenciar o que foi aprendido e o que o estimula é ver este paralelo entre
satisfação, auto-estima e qualidade de vida, ver a resolução de seus problemas rotineiros, o
indivíduo passa a aprender com seus próprios erros, analisa criticamente cada informação
recebida.
È preciso trazer as empresas e ao nosso sistema acadêmico a andragogia, pois lidar
com seres pensantes, capazes de criticar e analisar, não são mais aquelas “esponjas” que
absorvem a tudo, é necessário quebrar esse paradigma do ensino tradicional, onde “manda
quem pode e obedece quem tem juízo”, o processo de ensino nas organizações é um caminho
de mão dupla onde líder e liderados poderão aprender uns com os outros de forma
andragógica, dividindo experiências e assumindo-se, construindo assim sua estrada rumo ao
inacabado.
Andragogia (Pedagogia)
Em seu livro “Pedagogia do Oprimido”, Paulo Freire diz que: “Ninguém educa
ninguém, nem ninguém aprende sozinho, nós homens (mulheres) aprendemos através do
mundo”. Partindo deste pressuposto, como tratar as crianças? Como educar os adolescentes?
Como reagem ao que aprendem?
Quando crianças (1º fase), indefesos, os pais protegem, impõe autoridade, seres
dependentes (precisamos ser alimentados, vestidos, auxiliados nos primeiros passos), na
escola passa-se a ser dependente dos professores, fazendo parte do “efeito esponja”, onde
absorve-se todas as informações que são passadas, aceitando sua autoridade, sendo
inquestionáveis.
Na adolescência (2º fase) rompe-se o cordão umbilical, questiona-se, querem a
independência, são rebeldes sem causa, e os pais e professores passam a ser questionados e já
não obtem a verdade absoluta (somos detentores do por quê).
Já na fase adulta (3º fase “maturidade”), independentes, seres capazes de criticar,
analisar situações e o que chega até nós, se aceitamos ou não, compara-se situações vividas,
aprende-se com o próprio erro, queremos experimentar, viver, aprende-se fazendo,
transformamos o saber e aplicamos.
A melhor maneira para educar adultos é de forma andragógica apesar que muitas
universidades e empresas insistem em usar a pedagogia (do grego paidós = criança, a origem
da palavra se refere a educação e ensino das crianças), a palavra Andragogia deriva das
palavras gregas andros (homem) + agein (conduzir) + logos (tratado, ciência), ou seja, ciência
que ensina os adultos.
“Nós aprendemos aquilo que nós fazemos. A experiência é o livro-texto vivo do adulto
aprendiz”.
(LINDERMAN, 1926, apud CAVALCANTI, 1999, p.01) Segundo Knowles
(1976, p. 17), andragogia é a “arte e a ciência destinada a auxiliar os adultos a aprender e a
compreender o processo de aprendizagem de adultos”.
A andragogia está no cotidiano, lidamos diariamente com pessoas mais experientes,
que nos ensinam diversas lições através das situações vividas ou até mesmo presenciadas.
Andragogia é basicamente isso, ensinar adultos através das situações e aplicar essas situações
a pratica, para que assim possa haver melhor compreensão.
Em seu livro “Pedagogia da Autonomia”, Freire diz: “Ensinar não é transferir
conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção”, Eduard
Lindeman, em The Meaning of Adult Education (1926), identificou, pelo menos, cinco
pressupostos-chave para a educação de adultos e que mais tarde transformaram-se em suporte
de pesquisas. Hoje fazem parte dos fundamentos da moderna teoria de aprendizagem de
adultos (andragogia):
1. Adultos são motivados a aprender na medida em que experimentam que suas
necessidades e interesses serão satisfeitos. Por isto estes são os pontos mais
apropriados para se iniciar a organização das atividades de aprendizagem do adulto.
2. A orientação de aprendizagem do adulto está centrada na vida; por isto as unidades
apropriadas para se organizar seu programa de aprendizagem são as situações de vida
e não disciplinas.
3. A experiência é a mais rica fonte para o adulto aprender; por isto, o centro da
metodologia da educação do adulto é a análise das experiências.
4. Adultos têm uma profunda necessidade de serem auto dirigidos; por isto, o papel do
professor é engajar-se no processo de mútua investigação com os alunos e não apenas
transmitir-lhes seu conhecimento e depois avaliá-los.
5. As diferenças individuais entre pessoas crescem com a idade; por isto, a educação de
adultos deve considerar as diferenças de estilo, tempo, lugar e ritmo de aprendizagem.
Comparações
Papel da Experiência
Modelo Pedagógico
Modelo Andragógico
A experiência daquele que
Os adultos são portadores de
aprende é considerada de
uma experiência que os
pouca utilidade. O que é
distingue das crianças e dos
importante, pelo contrário, é
jovens. Em numerosas
a experiência do professor.
situações de formação, são os
próprios adultos com a sua
experiência que constituem o
recurso mais rico para as
suas próprias aprendizagens.
Vontade de Aprender
A disposição para aprender
Os adultos estão dispostos a
aquilo que o professor ensina
iniciar um processo de
tem como fundamento
aprendizagem desde que
critérios e objetivos internos
compreendam a sua utilidade
à lógica escolar, ou seja, a
para melhor afrontar
finalidade de obter êxito e
problemas reais da sua vida
progredir em termos
pessoal e profissional.
escolares.
Orientação da
A aprendizagem é encarada
Nos adultos a aprendizagem
Aprendizagem
como um processo de
é orientada para a resolução
conhecimento sobre um
de problemas e tarefas com
determinado tema. Isto
que se confrontam na sua
significa que é dominante a
vida cotidiana (o que
lógica centrada nos
desaconselha uma lógica
conteúdos, e não nos
centrada nos conteúdos)
problemas.
Motivação
A motivação para a
Os adultos são sensíveis a
aprendizagem é
estímulos da natureza externa
fundamentalmente resultado
(notas, etc), mas são os
de estímulos externos ao
fatores de ordem interna que
sujeito, como é o caso das
motivam o adulto para a
classificações escolares e das
aprendizagem (satisfação,
apreciações do professor.
auto-estima, qualidade de
vida, etc)
“Algumas pesquisas afirmam que estudantes adultos aprendem apenas 10% do que
ouvem, após 72 horas.
Entretanto são capazes de lembrar 85% do que ouvem, vêem e fazem, após as mesmas 72
horas, portanto, o envolvimento do ser humano na esfera do “pensar” (através de estímulos
lógicos e racionais), na esfera do “sentir” (proporcionando estímulos interiores e emocionais),
desta forma, o sentir estimula o “querer”, transformando em vontade e ação.”
2. Método
A pesquisa se constitui em um estudo de caráter descritivo e exploratório, que visa
saber o quanto se conhece sobre andragogia.
A pesquisa foi realizada em empresa da cidade de Jussara - GO, privada e de pequeno
porte. Trata-se de um posto de combustível com 20 funcionários organizados em atividades
diversas (gerente geral, gerente financeiro/ departamento de pessoal, operadores de caixa e
frentista), a venda de combustível.
Participantes
Participaram desta pesquisa 20 trabalhadores, sendo quatro mulheres e 16 homens,
entre 20 e 40 anos. A escolaridade dos participantes variou de semianalfabetos até ensino
superior completo. Grande parte dos participantes está a menos de um ano na empresa, todos
da empresa participaram da pesquisa, mesmo alguns não vendo a importância da mesma.
Instrumento
O instrumento para coleta e levantamento de dados foi composto de um questionário
com perguntas de investigação sócio-demográfico e outro questionário em formato de uma
escala Likert, com questões que investigam o comprometimento dos funcionários,
envolvimento com o trabalho, identificação, sentimento de retaliação, motivação, satisfação,
QVT (Qualidade de Vida no Trabalho) e o conhecimento de cada um com o termo
andragogia; já o questionário de diagnóstico geral foi elaborado a partir de escalas já
validadas.
Procedimentos
Inicialmente foi realizada uma reunião da pesquisadora com o proprietário do posto
para explicar o propósito do trabalho para que em seguida fosse repassada aos colaboradores
da empresa, em uma de suas reuniões mensais.
O questionário é autoexplicativo, mas mesmo assim foram feitas orientações quanto ao
preenchimento, dúvidas foram sanadas e o questionário foi entregue a cada colaborador, sob
orientação de preencherem em casa e depositarem em uma urna lacrada no dia seguinte.
3.
Resultados
Os resultados dos questionários aplicados são apresentados por meio de gráficos que
indicaram o nível satisfação dos colaboradores para cada variável avaliada. A partir da leitura
dos gráficos foi possível realizar um diagnóstico e discuti-lo posteriormente.
Processo de Ensinagem nas Organizações
95%
Nunca ouviram falar em
Andragogia
Ouviram falar em
Andragogia
5%
Comprometimento
Indiferente
1%
7%
Descomprometido
14%
Comprometido
Muito
Descomprometido
19%
59%
Totalmente
Comprometido
Envolvimento com o Trabalho
8% 6%
Sem Envolvimento
7%
Envolvido
Indiferente
21%
Totalmente sem
Envolvimento
58%
Totalmente Envolvido
Identificação com a Empresa
3%
10%
Indiferente
Identifica-se
35%
52%
Totalmente sem
Identificação
Identifica-se Totalmente
Motivação
1%
3%
10%
Motivado
Totalmente
Motivado
Desmotivado
29%
57%
Totalmente
Desmotivado
Neutro
Satisfação
21%
Satisfeito
2%
10%
10%
57%
Totalmente
Satisfeito
Insatisfeito
Totalmente
Insatisfeito
Neutro
Relacionamento com a Liderança
2%
8%
Bom
12%
Ótimo
Regular
Ruim
15%
63%
Péssimo
Relacionamento com a Gerência
2%
10%
6%
Bom
16%
Ótimo
Regular
Ruim
Péssimo
66%
Relacionamento com os Colegas de Trabalho
3%
5%
11%
Regular
Bom
Ótimo
55%
26%
Ruim
Péssimo
Sabe os critérios de Promoção da sua
Empresa?
9%
Não
Sim
91%
Sente-se valorizado como Profissional?
33%
Não
Sim
67%
Gosta de trabalhar nessa Empresa?
32%
Sim
Não
68%
4.
Discussão
Através da leitura primária dos resultados apresentados pelo diagnóstico, é possível
entender que de modo geral, os funcionários apresentaram uma boa avaliação a respeito da
empresa e de todas as variáveis que a compõem, pois 53% dos respondentes se sentem
comprometidos com a empresa, outros 67% percebem-se envolvidos com o trabalho. O que
chama atenção é o nível de insatisfação com a gerência, pois a grande maioria sentisse muito
pressionada em relação à gerência e em relação à liderança (ao dono) o quadro muda, e por
fim, 73% dos funcionários que responderam o questionário, estão satisfeitos com a empresa e
com o trabalho.
Leitão (1996), diz que é necessário visualizar o indivíduo em sua integralidade, para
melhor compreender como ele pensa, sente e age nas organizações. Portanto, é necessário
além de discorrer sobre as evidências positivas, analisar os pontos de atenção.
Neste diagnóstico todos os funcionários foram convidados a responder o questionário,
nenhum se manifestou contrário ao convite, mas apenas alguns funcionários devolveram o
questionário totalmente respondido, muitas vezes isso acontece, pois ficam com medo de
retaliação.
Estes indícios levam a refletir sobre o que pode ter influenciado esse comportamento e
que só podem ser mais bem entendidas, se investigados através de outras ferramentas de
análise.
Outros pontos de atenção foram evidenciados, como o fato de 71% dos respondentes
não conhece os critérios para promoção na empresa e 73% não se sentirem valorizados como
profissional. Estes índices representam uma zona de risco para o dono da empresa, pois a
motivação e a satisfação estão muito afetadas.
O diagnóstico organizacional nesta empresa, não serviu apenas para dar respostas a
determinadas variáveis investigadas, mas nos levantou á ver o quanto é importante que se
implante métodos andragógicos no cotidiano desta empresa, pois o adulto é mais motivado a
aprender por valores intrínsecos como: autoestima, qualidade de vida, desenvolvimento,
fatores estes que apresentaram níveis baixissemos comparado ao todo.
A percepção dos adultos sobre a aprendizagem como resolução de problemas é
incrível, sem falar da motivação para aprender que é maior se for interna (necessidade
individual), e se o conteúdo a ser aprendido ser de aplicação imediata os resultados serão
ainda melhores (como a expectativa que temos no período de experiência dentro das
empresas).
Os adultos trazem uma bagagem de experiências que podem contribuir para sua própria
aprendizagem e de quem está ao seu redor.
5.
Considerações Finais
A geração agora, à busca desmedida pelo conhecimento e aprimoramento (qualificação),
são características deste novo mundo que está ao nosso redor. E quanto mais mudanças, maior
o seu impacto sobre os acadêmicos, porque eles têm que se adaptar rapidamente à nova
situação, a essa nova era a “Era do Conhecimento”.
E o impacto maior, vem sobre os acadêmicos e as universidades que estão inseridos, pois
as empresas buscam cada vez mais colaboradores qualificados.
Está pressão sobre os acadêmicos e aos novos colaboradores (colaboradores da Era do
Conhecimento) deve-se a sua capacidade de decidir, de mudar, de aprender e de reaprender a
aprender.
A convivência com o excesso de informações impostas pelo mundo atual não lhes deixa
alternativa que não seja a adaptação, e uma busca constante no aprendizado (contínua).
Assim as universidades e as empresas encontram-se trabalhando com o meio termo, onde
devemos preservar características pedagógicas e introduzir a andragogia, estimulando a
capacidade de autoavaliação e autocrítica, dando ênfase na responsabilidade pelo próprio
aprendizado e ao aprendizado ao longo da vida.
Temos necessidade de saber e percebemos isso no processo e no que ganhamos nele,
adultos são responsáveis por suas decisões (por sua vida), portanto querem ser vistos e
reconhecidos por suas experiências, para o adulto suas experiências são à base de seu
aprendizado.
O adulto sempre está de prontidão para aprender, é disposto a aprender ainda mais se o
aprendizado for relacionado a situações reais de seu cotidiano, pois se contextualizados para
alguma aplicação e utilidade ele se empenha em aprender.
O essencial da vida não é saber a resposta certa, pois as mesmas amanhã poderão ser
inválidas, mas sim saber a pergunta correta, ter sempre a sede do algo mais, do inesperado, a
curiosidade no crescimento e nos mistérios da vida, o conhecimento para está nova geração
nunca será demais.
6.
Referências Bibliográficas
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CAVALCANTI, Roberto de Albuquerque (1999) – Andragogia: A aprendizagem nos adultos.
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CHIAVENATTO, Idalberto. Gestão de Pessoas, 2ª ed., Rio de Janeiro, Editora Campus, 2000.
DESSLER, Gary. Administração de Recursos Humanos, 2º Ed., Pearson Prentice Hall, 2003.
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MARQUES, Francisca Maria Mendes. Andragogia: sonho e realidade. UNAR, Araras (SP),
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MARQUEZ, Adriana (1998) – Andragogía: Propuesta Política para una Cultura Democrática
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NOGUEIRA, Sônia Mairos. A andragogia: que contributos para a prática educativa? Linhas:
Revista do Programa de Mestrado em Educação e Cultura. Florianópolis. V. 5, n. 2, p. 333356, dez., 2004
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STEINER, Rudolf (1988) – A Arte da Educação I e II – Antroposófica. São Paulo
UNESCO (1997), La Declaración de Hamburgo. Memórias de la Conferencia Mundial de
Educacion de Adultos. Bogotá
ANEXO
Questionário
Prezado Colaborador,
Este é um questionário elaborado pela administradora Lorraine Araújo Carvalho, pós
graduando em Gestão e Análise Organizacional pelo IPECON/ PUC em Goiânia. O objetivo
deste trabalho é colher informações das empresas da cidade de Jussara, analisando a qualidade
de vida dos funcionários e seu conhecimento em relação ao processo de ensinagem dentro das
organizações, para compor o trabalho de conclusão do curso de pós graduação.
O resultado desse questionário poderá auxiliar as empresas Jussarenses na gestão de
seus processos e das pessoas que compõe as mesmas.
É muito simples responder ao questionário, basta seguir as orientações. Peço que
responda o mais sincero e espontaneamente possível, pois sua opinião é muito importante
para nós.
Não há resposta certa ou errada, o que nos interessa é sua opinião, reforço que todas as
respostas serão tratadas de forma confidencial, preservando a identidade de cada um.
Obrigada por participar.
Lorraine Araújo Carvalho
Esse questionário fala sobre um conjunto de temas que representa o modo como
você se vê dentro da empresa.
NOME:______________________________________________________________
IDADE:___________
CARGO:___________________________________________
EMPRESA:__________________________________________________________
SEXO:
( ) Masculino ( ) Feminino
ESCOLARIDADE:
( ) Ensino Fundamental Incompleto ( ) Ensino Fundamental Completo
( ) Ensino Médio Incompleto
( ) Ensino Médio Completo
( ) Ensino Superior Incompleto
( ) Ensino Superior Completo
( ) Pós Graduação
ESTADO CIVIL:
( ) Solteiro(a)
( ) Casado(a)
( ) Divorciado(a)
( ) Viúvo(a)
( ) União Estável
HÁ QUANTO TEMPO TRABALHA NA EMPRESA:
( ) Menos de um ano
( ) De um a três anos
( ) Mais de três anos
QUAL MEIO VOCÊ USA PARA CHEGAR AO TRABALHO:
( ) A pé
( ) Bicicleta
( ) Moto
( ) Carro
QUANTO TEMPO VOCÊ GASTA PARA CHEGAR AO TRABALHO?
( ) Menos que 15 minutos
( ) De 16 a 30 minutos
( ) Mais de 30 minutos
VOCÊ TEM UMA RELIGIÃO?
( ) Sim ( ) Não
É PRATICANTE?
( ) Sim ( ) Não
QUAL SEU SALÁRIO? ______________________________
Instruções
Analise cada questão proposta abaixo, assinalando com um “X” o número que melhor
se identifica com a empresa que você trabalha. Faça apenas uma marcação por número.
Marque todas as questões apresentadas. Os números da escala significam o seguinte:
1.
2.
3.
4.
5.
Concordo
Concordo
Discordo
Discordo
Nem concordo e
Totalmente
Parcialmente Totalmente
Parcialmente nem discordo
AFIRMAÇÕES
1
A empresa em que trabalho capacita seus funcionário para
melhor executarem suas tarefas.
A empresa em que trabalho busca desenvolver em seus
funcionários competências para que eles se tornem mais
produtivos, criativos e inovadores.
A empresa em que trabalho incentiva e colabora para que os
funcionários participem de curso, palestras, etc.
A empresa oferece benefícios complementares ao salário, como
cestas básicas, vale transporte, plano de saúde, etc.
A empresa oferece os materiais adequados para a execução do
2
3
4
5
meu trabalho.
A empresa oferece uma remuneração adequada, em relação ao
mercado de trabalho.
A empresa na qual trabalho da feedbacks uteis relacionados com
as decisões que dizem respeito ao meu trabalho.
A empresa oferece oportunidades de crescimento dentro dela.
A empresa na qual trabalho capacita os funcionários para a
utilização de novas tecnologias ou de novos equipamentos.
A empresa oferece prêmios pela proporção e qualidade do meu
trabalho.
A empresa trabalha com um sistema fidedigno de avaliação de
seus funcionários.
Existe boa luminosidade no meu ambiente de trabalho.
Existe um odor que me incomoda no meu ambiente de trabalho.
Existe cooperação entre os funcionários.
Existe muito ruído no meu ambiente de trabalho.
Existe ventilação adequada.
Meu chefe se preocupa com os meus direitos.
Meu chefe é coerente em suas decisões.
Meu chefe consegue perceber as necessidades da equipe.
Meu chefe respeita a equipe perante a clientela.
Meus valores são respeitados por meus colegas de trabalho.
Meu ponto de vista é respeitado pela empresa.
Meu salário é coerente com o trabalho que realizo e ao nível de
estresse que estou exposto.
Meu trabalho é meu sustento.
Já notei resultados com os testes e cursos aplicados pela
empresa.
Tenho confiança nas intenções da empresa comigo.
As pessoas se orgulham em fazer parte da empresa.
Sou feliz com o cargo que ocupo dentro da empresa.
Pensando no trabalho no qual você desenvolve dentro da empresa, leia atentamente e
marque um “x” em cada questão identificando o número que mais se aproxima da realidade
do seu trabalho, conforme a escala abaixo:
1
2
3
4
5
PÉSSIMO
RUIM
REGULAR
BOM
ÓTIMO
QUESTÕES
1
Como é seu relacionamento com seus colegas de
trabalho?
Como é seu relacionamento com seu chefe?
Como é seu relacionamento com seu supervisor?
Como é seu horário de trabalho?
2
3
4
5
Pensando no trabalho no qual você desenvolve dentro da empresa, leia
atentamente e marque um “x” em cada questão identificando o número que mais se
aproxima da realidade do seu trabalho, conforme a escala abaixo:
1
2
3
4
5
NUNCA RARAMENTE ÁS
COTIDIANAMENTE SEMPRE
VEZES
QUESTÕES
1
Você tem autonomia para decidir sobre como fazer o
serviço?
Para desenvolver o seu trabalho você precisou aprender
alguma coisa específica?
Recebeu treinamento específico para sua função?
Seu trabalho é supervisionado (Alguém confere o seu
trabalho)?
2
3
4
5
Marque um “x” em “sim” se concordarem, ou em “não” se não concordarem:
QUESTÕES
SIM
Você estuda?
Você já foi promovido?
Você sabe quais os critérios de promoção?
Você se sente valorizado como profissional?
Você acha que seus direitos trabalhistas sem respeitados?
Você conhece alguma atividade desenvolvida na empresa que
é voltada em benefício da comunidade?
Você gosta de trabalhar nesta empresa?
NÃO
CRÍTICAS, SUGESTÕES E COMENTÁRIOS:
___________________________________________________________________________
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Obrigada por sua participação!
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