PROJETO PEDAGÓGICO
ADMINISTRAÇÃO
Varginha – 2012
FACECA
(revisão
2015)
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Varginha - 2012
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1. INTRODUÇÃO
O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) constitui um importante instrumento referencia l
que compõe o Projeto Pedagógico Institucional (PPI). Esse, por sua vez, é responsável
pelo histórico da Instituição, parte integrante do Plano de Desenvolvimento Institucio na l
(PDI), representante máximo da identidade da Instituição de Educação Superior – IES.
O PPC estrutura-se como peça fundamental para mostrar ações e decisões de um
determinado curso em articulação e a sua especificidade da área de conhecimento.
Apresenta-se, a seguir, a versão mais atual do Projeto Pedagógico do Curso de
Administração da FACECA - Faculdade Cenecista de Varginha. Tal versão é fruto de um
processo de constante reflexão e construção da Comunidade Acadêmica, da Direção da
Instituição, da Coordenação de Curso, do Núcleo Docente Estruturante e do Colegiado
de Curso e está de acordo com as mais recentes Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Administração.
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2. A INSTITUIÇÃO
2.1. A MANTENEDORA: CNEC
A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC é uma sociedade civil, sem
fins lucrativos, de caráter filantrópico, com sede em João Pessoa – PE, na Avenida Dom
Pedro I, n° 426, Centro e Representação em Brasília - DF, na Avenida L-2 Norte, Quadra
608, Módulo D, onde funciona a Superintendência Nacional.
A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC – possui longa tradição de
ensino e prestação de serviços educacionais à comunidade; foi criada em 29 de julho de
1943, por Felipe Tiago Gomes, na cidade de Recife – Pernambuco, com o objetivo de
oferecer um ginásio gratuito para estudantes pobres.
A força do idealismo e da vontade de ensinar pode ser observada nas palavras de seu
fundador1 :
Naquela época, constatando ser a escola privilégio dos ricos, esse grupo
universitário resolveu oferecer ensino gratuito aos pobres, n ascendo assim a
primeira unidade do sistema, o Ginásio Castro Alves. Os alunos de pés
descalços, roupas rasgadas, mas sedentos de saber, recebiam os
ensinamentos de seus primeiros mestres que, voluntariamente, sem nada
receber, dividiam o que sabiam com quem tinha vontade de aprender.
Em pouco tempo Felipe Tiago Gomes criou uma sociedade educacional, sem fins
lucrativos, para abrigar os muitos pedidos de ajuda e orientação, para a criação de outras
unidades, nos moldes do Ginásio Castro Alves. Os brasileiros idealistas foram
despertados e, em torno de Felipe, puderam oferecer às suas comunidades uma casa de
ensino.
A Entidade foi originalmente denominada de Campanha do Ginasiano Pobre – CGC.
Posteriormente, passou a ser Campanha dos Educandários Gratuitos (CEG), depois,
Campanha Nacional de Educandários Gratuitos (CNEG) e, atualmente, Campanha
Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC.
1
Disponível em: http://www.lemoscunha.com.br/cnec.htm. Acesso em 04.set.08
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O sonho desse grupo de jovens transformou-se em uma pregação cívica, com bandeira de
luta pela democratização do ensino no País e, Felipe Tiago Gomes, encorajado com o
sucesso da criação da primeira escola, partiu para uma verdadeira cruzada nacional, em
favor do ensino gratuito, mostrando que as comunidades pobres também poderiam ter
acesso ao saber, desde que nelas alguém assumisse a causa da educação dos humildes,
como dever de cidadania e de fraternidade cristã.
Nessa empreitada os estudantes universitários foram seus maiores aliados, pois, ouvindo
nos congressos as narrativas de Felipe, voltavam inflamados para seus Estados, desejosos
de repetir a vitoriosa experiência de Recife.
A ideia ganhou corpo e teve aceitação das comunidades e dos poderes públicos e, hoje, a
CNEC representa a maior organização de ensino do País, com unidade de direção.
A CNEC, há quase 70 anos, vem prestando relevantes serviços à comunidade,
especialmente, na área educacional, atendendo, prioritariamente, aos alunos carentes de
recursos financeiros.
A CNEC, nos dias atuais, marca presença no cenário da educação nacional, pelos efetivos
serviços prestados à Nação. Ela faz parte e tem desempenhado um papel fundamental na
História da Educação Brasileira. As atividades e experiências da CNEC têm enriquecido
o patrimônio educacional comunitário do País.
Pode-se afirmar que sua mística e filosofia de bem-servir estão preservadas, sobretudo,
nas mentes e corações dos milhões de alunos, professores, diretores, colaboradores e
benfeitores, que adentraram as portas da instituição nesses 66 anos, sempre abertas aos
que buscam o ideal da plena cidadania, exercida pela educação, que forma para a
liberdade, para o cultivo do respeito ao outro e preservação dos valores morais
fundamentais, que propulsionam a sociedade.
A CNEC não é escola particular, nem pública. Procura reunir o que há de positivo nos dois
modelos, resultando um terceiro gênero – a Escola Comunitária.
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Formalmente, a CNEC é uma sociedade civil filantrópica de fins educacionais, que visa
promover o desenvolvimento comunitário, tendo sido declarada de utilidade pública pelo
Decreto Federal n° 36.505/54.
2.2. A MANTIDA: FACECA
A CNEC mantém, em Varginha, instituições que se destacam na região pela sua
qualidade, como o Colégio Cenecista Catanduvas, com, aproximadamente, 900 alunos
(do Berçário ao Ensino Médio) e a Faculdade Cenecista de Varginha, com 1800 alunos,
distribuídos em cinco cursos de graduação, e dois de pós-graduação lato sensu.
O Colégio Catanduvas foi fundado em outubro de 1959, por iniciativa do Prof. Hans
Dieter Hergeman, do Dr. Naylor Salles Gontijo, do Prof. Wilson de Magalhães Terra, do
Prof. Fábio Ferreira Salles e, do então Prefeito Municipal, José de Rezende Paiva, tudo
funcionando, inicialmente, em prédios cedidos pelo Governo do Estado.
O Colégio Cenecista Catanduvas e a Faculdade Cenecista de Varginha nasceram da boa
vontade e disposição de um grupo de professores preocupados em oferecer ensino
gratuito a jovens carentes da cidade.
A autorização para funcionamento dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da
Faculdade Cenecista de Varginha, originalmente denominada “Faculdade de Ciências
Contábeis e Administração”, foi publicada no Diário Oficial da União de 31 de dezembro
de 1970 – decreto nº 68001.
As aulas iniciais da Faceca foram ministradas em duas salas alugadas do Colégio Marista,
nos anos de 1971 e 1972.
Após o reconhecimento dos cursos, pelo Decreto Federal nº 76.177/75, novos horizontes
se abriram e foi iniciado o curso de Economia.
Esse obteve autorização para
funcionamento, no dia 30 de agosto de 1984, pelo decreto nº 90.131, sendo reconhecido
em 18 de fevereiro de 1991, pela Portaria Ministerial nº242/91. A Instituição passou a
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denominar-se, então, Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e de Administração
e, hoje, Faculdade Cenecista de Varginha.
Visando o aprimoramento, na área educacional, a IES iniciou em 12/07/93, os cursos de
pós-graduação “Lato Sensu”, com inscrição na CAPES, sob o nº 0306, oferecendo várias
opções na área de Gestão de Negócios.
Em 1999, a CNEC–Nacional implantou o consórcio, envolvendo cinco Faculdades
Cenecistas: de Brasília, Unaí, Sete Lagoas, Capivari e Varginha, para a realização do
Mestrado em Administração, recomendado pela CAPES, com sede em Varginha, Minas
Gerais. Formaram-se 198 mestres e, em 2006, por ter-se cumprido a proposta desse
projeto, encerraram-se as suas atividades.
Em 22 de agosto de 2001, pela portaria MEC 1891, foi autorizado a funcionar o curso de
Sistemas de Informação, oferecendo 40 vagas semestrais.
Surgem, então, duas novas propostas: o Curso de Administração com Habilitação em
Marketing, oferecendo 50 vagas por semestre, totalizando 100 anuais; e o curso de
Direito, autorizado pela Portaria Ministerial n° 122/04, publicada no Diário Oficial da
União, em 14 de janeiro de 2004, com 200 vagas, sendo 100 por semestre.
O Curso de Sistemas de Informação teve seu reconhecimento pela Portaria Minister ia l
n° 4.562, publicada no Diário Oficial da União, em 29/12/2005.
Com a edificação do prédio onde funcionaram os primeiros cursos da Faculdade
Cenecista de Varginha e as ampliações subsequentes, exigidas pelos novos Cursos
instalados, manteve-se a concepção arquitetônica apropriada para um Complexo
Educacional, que é o orgulho da CNEC e da cidade. A Faculdade conta, hoje, com 1.800
alunos e, por isso, visa sempre às melhorias na infraestrutura, em benefício de sua
comunidade acadêmica.
A primeira doação, feita pela Lei Municipal n° 2.279 de 18/10/2001, de um terreno de
2.921,14m², oportunizou, no segundo semestre de 2004, o início das atividades no
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Campus II da Faceca. Em 2008, foi construída uma passarela que liga o Campus I ao
Campus II, proporcionando maior conforto e segurança para os alunos, funcionários e
comunidade.
Com a segunda doação, pela Lei Municipal n° 4.600, de 10/04/2007, de um terreno de
1.869,46m², o Colégio Catanduvas trouxe para a cidade de Varginha, no segundo
semestre de 2008, o Centro Cenecista de Educação Infantil, em formato de castelo, que
atende crianças de três meses até seis anos de idade, nos períodos matutino e vespertino.
Em 19/11/2008, o Curso de Direito teve seu reconhecimento pela Portaria Nº 895,
publicada no Diário oficial da União em 20/11/2008. E, praticamente um ano depois, em
25/11/2009, por meio da portaria n° 1.687, foi autorizado o funcionamento do curso de
Engenharia de Produção, o mais recente curso de graduação oferecido pela Faceca.
Graças ao envolvimento dos seus discentes, docentes e colaboradores com o Projeto
Acadêmico,
de forma a facilitar
o processo-aprendizagem e a construção do
conhecimento, a CNEC é reconhecida por seu referencial de excelência educacional, em
Varginha e região.
2.2.1. A MISSÃO DA FACECA
“Formar empreendedores para o presente, com capacidade para a autogestão, conscientes
das exigências mercadológicas e responsabilidades sociais”.
Essa missão será alcançada com plenitude se todos os seus discentes, docentes e
colaboradores, se envolverem com o Projeto Acadêmico, de forma a facilitar o processo
de aprendizagem e construção do conhecimento.
2.2.2. DADOS GERAIS DA IES
INSTITUIÇÃO
Faculdade Cenecista de Varginha (FACECA)
Endereço: Rua Professor Felipe Tiago Gomes, nº 173 – Bairro Vila Bueno
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Varginha/MG - CEP: 37006-020
Telefone: (035) 3690-8900 - Fax: (35) 3690-8958
Sítio: www.faceca.br - E-mail: [email protected]
MANTENEDORA (Representação no Distrito Federal)
Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC)
Endereço: Av. L2 Norte – Quadra 608/D Cidade: Brasília / DF.CEP: 70850-080
Telefone/Fax: (61) 274-4160 - Fax: (61) 274-4556 - Sítio: www.cnec.br
DIRETOR PEDAGÓGICO
Prof. Antônio Carlos Luminatto
E-mail: [email protected]
COORDENADOR DO CURSO
Prof. Adm. Flávio Marcelo de Carvalho Silva
E-mail: [email protected]
2.2.3. PARTICIPAÇÃO DO DOCENTE NAS ATIVIDADES DE GESTÃO
A participação do docente nas atividades de gestão da Instituição e dos cursos, está
prevista no seu Regimento Interno e no PDI. Assim, ela se dá através dos seguintes órgãos
representativos:
1. Conselho superior
2. Colegiado acadêmico
3. Núcleo docente estruturante
4. Coordenações de cursos
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2.2.4. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA FACECA
A seguinte estrutura organizacional apresenta as instâncias de gestão da Faceca, onde os
docentes podem atuar.
Figura 1: Estrutura Organizacional da Faceca.
Fonte: Faceca
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2.3.INSERÇÃO REGIONAL
Economicamente, Varginha teve de inicio, como atividade importante, a cultura da canade-açúcar. Foi o café, no entanto, a maior riqueza do Município, que desde 1885 teve boa
acolhida e fator determinante da ocupação em arquiteturas locais. Já no início da década
de 20, a cidade contava com 113 estabelecimentos de beneficiamento de café, e
posteriormente a este período de crescimento da atividade cafeeira, foram somadas as
atividades urbanas, comerciais e industriais e de serviços.
No setor industrial, desde o final do século XIX, Varginha distinguia-se por sua vocação
manufatureira, sediando pequenas fábricas de licores, cervejas, velas, beneficiamento de
milho e café. Atualmente abriga diversas empresas multinacionais, fabricantes de
autopeças, que são os principais fornecedores das grandes montadoras de automóveis do
país, além de fabricantes de eletrodomésticos, eletrônicos e computadores.
A oferta variada de serviços tem crescido enormemente na cidade e Varginha tem se
transformado em uma referência regional, principalmente no tocante a saúde, com quatro
hospitais e a maior concentração de especialistas, clínicas e laboratórios da região.
O café continua a ter sua importância, porém Varginha tornou-se mais um corredor do
café do que produtor. Devido à implantação do Porto Seco, atualmente toda a produção
da região, que é destinada a exportação, passa pelo município. Esse fator desencadeou na
abertura de diversas empresas de prestação de serviços aduaneiros e de logística.
Situando-se na área educacional, em destaque, mesmo antes de sua transformação em
cidade, registra-se a existência de uma escola pública. Em 1875, funcionou, por breve
tempo, a Casa de Instrução. Depois vieram o Colégio Varginhense (1896), os Irmãos
Maristas (1918) e as Irmãs dos Santos Anjos (1924).
Atualmente estão em funcionamento cinco estabelecimentos de Educação Superior, a
saber:
 FACECA - Faculdade Cenecista de Varginha.
 Centro Universitário do Sul de Minas – UNIS-MG.
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 FADIVA - Faculdade de Direito de Varginha.
 UNIFENAS - Universidade de Alfenas.
 UNIFAL - Universidade Federal de Alfenas.
 CEFET – Centro Federal de Ensino Tecnológico.
Onde são oferecidos cursos de graduação e pós-graduação nas de áreas de Humanas,
Sociais, Sociais Aplicadas, Exatas e Médicas.
Aponta-se, também, a existência de 10 escolas particulares e 58 públicas de nível
fundamental e médio.
A cidade possui, também, quatro bibliotecas e as seguintes Instituições de Aprendiza ge m
e Treinamento:
•
Serviço Social da Indústria – SESI;
•
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC;
•
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI;
•
Serviço Social do Transporte – SEST;
•
Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte –
SENAT;
•
Escola Politécnica do Sul de Minas;
•
Escola Estadual Industrial;
•
Escola Técnica de Formação Gerencial – SEBRAE.
Não há dúvidas de que é um município privilegiado, pois tem uma estrutura educacional
e de saúde notáveis, em comparação aos municípios de seu porte.
2.3.1. INSERÇÃO INSTITUCIONAL
A cidade de Varginha, com 421km2 de área territorial, cerca de 134.000 habitantes e
atividades econômicas e culturais significativas, exerce, sem dúvida alguma, liderança e
influência sobre o sul do Estado de Minas Gerais, na região, tradicionalmente conhecida,
como Vale do Sapucaí, que engloba 28 municípios.
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A grande expansão e diversificação industrial que Minas Gerais atravessa, atualme nte,
aliada à posição estratégica de Varginha e ao incremento notável de negócios, em face da
duplicação da Rodovia Fernão Dias – BR 381 e da implantação do Porto Seco Sul de
Minas, colocam o Município em condições de liderança na implantação de programas
desenvolvimentistas, em todos os setores da economia.
Varginha apresentou, em 2009, segundo o IBGE, o maior PIB do Sul de Minas Gerais,
com mais de 3 bilhões de Reais. Foram quase 5.000 matrículas, nos cursos superiores.
Apenas no ensino fundamental, em 2008, foram matriculados 19.200 alunos. Em ensino
médio, em 2008, foram feitas 5.590 matrículas.
Varginha possuía, em 2008, uma frota total de 40.000 veículos, além de 8.000 pessoas
trabalhando na indústria, 10.300 no comércio, 2.600 na administração pública e mais de
15.000 em empresas de prestação de serviços.
Varginha está entre as 10 cidades de maior poder econômico do Estado e também
encontra-se localizada
entre os principais centros produtores e consumidores do País,
sediando praticamente todas as regionais dos governos estadual e federal. Pode ser
considerada como a terceira cidade mais promissora do Estado e com a melhor qualidade
de vida, segundo a Fundação João Pinheiro.
Um número considerável de estudantes da região conhece a FACECA por sua influê nc ia
regional, inclusive através de seus projetos sociais. Esses alunos deslocam-se todos os
dias em busca do saber. Esse fator relevante pode ser observado na Tabela 1, que
apresenta o número de alunos matriculados em 2010 na Faceca, que moravam em cidades
vizinhas.
MICRO REGIÃO DO SUL DE MINAS
(Com alunos matriculados na FACECA em 2010)
Cidade
População
Alunos
Cidade
População
Alunos
Varginha
125.000
1.097
Cambuquira
12.520
010
Elói Mendes
24.160
103
Guapé
13.150
009
FACECA
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Paraguaçu
19.600
040
Lavras
87.420
006
Três Corações
71.740
039
Coqueiral
19.470
005
Três Pontas
52.120
039
Baependi
18.020
004
Boa Esperança
37.800
037
Alfenas
71.630
003
Campanha
15.170
024
Machado
37.570
003
Ilicínea
11.270
020
6.620
003
Nepomuceno
24.430
017
26.950
002
22.750
013
14.660
002
Carmo da Cachoeira
11.660
013
12.710
002
Santana da Vargem
7.090
013
13.180
001
Lambari
18.550
011
11.480
001
Monsenhor Paulo
7.390
011
6.030
001
795.140
1.529
São
Gonçalo
do
Sapucaí
São Tomé das
Letras
Campos
Gerais
Cruzília
Conc. do Rio
Verde
Areado
Campo
Meio
Careaçu
TOTAL
do
Tabela 1: Número de alunos (graduação) da FACECA, provenientes de cidades vizinhas – distância de
Varginha
Fonte: Faceca – Planilha de 04/09/2010 referente ao mês de agosto/2010
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Figura 2: Localização Estratégica de Varginha X Número de alunos da Faceca de cidades vizinhas
(adaptado)
Fonte: Faceca
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2.3.1.1. INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS EM VARGINHA
Varginha possui volume expressivo de atividades industriais, comerciais e de serviço, que
justificam o seu extraordinário prestígio regional, estadual e nacional. São 1.675
estabelecimentos comerciais, 240 de serviços, 10 de construção civil, 05 de assessoria
aduaneira e 40 transportadoras de cargas, em geral e fracionadas.
A cidade conta com 320 Advogados, 20 Médicos Veterinários e 338 Contabilistas.
A rede bancária é composta por agências dos seguintes Bancos:
•
Banco Bradesco S/A
•
Banco do Brasil S/A
•
Banco Mercantil do Brasil S/A
•
Banco Itaú S/A
•
Banco Santander
•
Caixa Econômica Federal
•
SICOOB Credivar
A rede hoteleira da cidade é formada por diversos hotéis que fornecem centenas de leitos,
nos mais variados níveis de conforto e para orçamentos diversificados. Tem uma boa
infraestrutura de provimento de alimentação e diversão e uma ampla gama de opções em
restaurantes, pizzarias, churrascarias e diversão noturna, para todas as idades.
2.3.1.2. QUALIDADE DE VIDA EM VARGINHA
Varginha, no ano de 2000, foi apontada por pesquisa, divulgada pela Fundação João
Pinheiro, como a terceira cidade mais promissora do Estado de Minas. O item principa l
deste ranking foi a qualidade de vida, com melhores perspectivas econômicas para os
próximos anos. Varginha surge, nessa classificação, devido à excelente qualidade de vida,
além de ser polo econômico-industrial, e sediar praticamente todos os escritórios
regionais dos governos estadual e federal. Possui, também, o primeiro Porto Seco
instalado no país.
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2.3.1.3. PORTO SECO SUL DE MINAS
O Porto Seco do Sul de Minas é um terminal alfandegário privado, de uso público,
localizado em zona secundária que oferece serviços de desembaraço, entrepostagem,
movimentação de containeres e mercadorias em geral, importadas ou destinadas à
exportação.
Suas instalações compreendem uma área de 37.000m2 , composta por 14 armazéns, que
somam 8.000m2 de área coberta, escritório administrativo, escritório da Receita Federal
e mais 29.000m2 de área livre, destinada a pátio de manobras de containers,
estacionamento e armazenamento de unidades de cargas. Possui balança rodoviária, com
capacidade para 60 toneladas, empilhadeira, com capacidade de movimentação de 30
toneladas, além de toda a estrutura para movimentação de cargas diversas.
Varginha obtém os benefícios de se localizar quase que equidistante dos três principa is
polos econômicos do Brasil. Está a 300km de São Paulo, 380km do Rio de Janeiro, 300km
de Belo Horizonte, 380km do Porto de Santos, e 325km do aeroporto internacional de
Viracopos, em Campinas. O Porto Seco traz, para o município, o interesse de diversas
indústrias exportadoras e importadoras, que procuram alternativas ao Porto de Santos, já
sobrecarregado. Empresas de logística, transporte, estocagem, seguradoras, agentes
aduaneiros, dentre outras, se instalaram na cidade aumentando
a demanda por
profissionais.
2.1.3.4. CONDOMÍNIO E AEROPORTO
Nas vizinhanças do aeroporto de Varginha, há projetos em implantação: o Condomínio
Industrial e, também o Centro Industrial de Tecnologia (Cit).
No complexo, já em obras, haverá suporte para instalações de terminais aéreos a serem
utilizados na montagem e manutenção de aeronaves, tanto de pequeno porte, como de
grande porte, com todas as facilidades e benefícios que a proximidade de Varginha pode
proporcionar. Serão instaladas, também, indústrias de alta tecnologia, em diversas áreas,
FACECA
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que ocuparão o empreendimento imobiliário e que farão uso das facilidades de
importação/exportação, uma vez que, para a viabilização do projeto, o aeroporto local foi
transformado
em aeroporto internacional de cargas. O projeto visa, também, a
possibilidade de instalar empresas prestadoras de serviços, tais como, aluguel de
equipamentos pesados, serviços financeiros, despachantes, mão-de-obra especializada,
centro de treinamentos, praça de alimentação e centro de convenção. De acordo com a
empresa responsável pelo projeto, esse empreendimento deve gerar 5.000 novos
empregos diretos, apenas nas novas empresas que habitarão o Cit – Centro Industrial de
Tecnologia.
O conceito de um Aeroporto Industrial Internacional considera que empresas lá instaladas
trabalham
em
uma
Entreposto Aduaneiro
zona
de
neutralidade
fiscal,
sob
regime
de
Especial, sem ter que pagar impostos na importação de
componentes. Os insumos importados, após passar pela alfândega, são diretamente
transferidos às instalações e encaminhados para a linha de montagem. Os produtos finais
são, da mesma forma, exportados sem o pagamento de impostos. Similarmente, os
componentes locais são livres de impostos no momento da compra, para serem,
posteriormente, incorporados ao produto e então exportados. Somente no caso de
produtos acabados serem vendidos no mercado doméstico, é que tarifas de importação e
impostos locais serão aplicadas, deferidos para a operação de venda.
Estima-se que tais facilidades atrairão dezenas de novas indústrias para o condomínio, a
transferência de algumas das já implantadas na região e a ampliação da produção de todo
o parque industrial regional; tudo devido às facilidades fiscais, tributárias e de logísticas
que essa transformação vultuosa pode causar na economia regional.
2.3.1.5.EMPRESAS VISITADAS PELA FACECA
Nos meses de agosto e setembro de 2009, membros do grupo gestor da FACECA,
constituído pelo Diretor, Coordenadores de Curso e o Coordenador da Faceca Jr., fizera m
17 visitas a empresas da região, com o objetivo de obter informações que subsidiasse m
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Página 17
os projetos institucionais
e pedagógicos da instituição.
Através das entrevistas
qualitativas realizadas com os gestores dessas organizações, das visitas técnicas feitas às
plantas de operações e dos resultados dos questionários distribuídos durante as visitas, foi
possível inferir hipóteses que fomentaram diversas decisões importantes, em relação aos
objetivos dos cursos oferecidos pela Faceca.
Segue abaixo um resumo de cada visita realizada e dos dados de contato em cada uma
das empresas.
1- Empresa: WALITA – PHILIPS DO BRASIL LTDA
Executivo Entrevistado: Jorge Luiz Zagatto – Gerente de Logística
Principais Produtos:
Walita: Eletrodomésticos, liquidificador, batedeira, forno elétrico, espremedor de frutas,
multiprocessador de alimentos.
Philips: Reatores para lâmpadas
N° de funcionários 2009: 1.100
Previsão (2013): 1.350
2- Empresa: CRW PLÁSTICOS VARGINHA SA.
Executivo Entrevistado: Hamilton Petrin
Principais Produtos: Transformação de Termoplásticos em geral
N° de funcionários 2009:187
Previsão (2013):320
3 - Empresa: NOVA PÁGINA - GRÁFICA E EDITORA LTDA
Executivo Entrevistado: Fernando Francisco Barbosa
Principais Produtos: Embalagens, Panfletos, Folhetos e Livros
N° de funcionários 2009: 60
Previsão (2013):180
4 - Empresa: INBRASMEC - INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA
Executivo Entrevistado: Ernesto Sbar de Line
Principais Produtos: Transformação de Termoplásticos, em geral
N° de funcionários 2009:120
Previsão (2013): 300
5 - Empresa: COOPER STANDARD AUTOMOTIVE BRASIL LTDA
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Executivos Entrevistados: Gustavo Moreno Brasil - Gerente de RH
Alexandre Soriano – Gerente de Logística
Principais Produtos: Peças para as Indústrias Automobilísticas (vedações de portas)
N° de funcionários 2009: 1.200
Previsão (2013): 1.450
6 - Empresa: TORMEP - TORNEARIA MECÂNICA DE PRECISÃO LTDA
Executivo Entrevistado: Braz José Duarte Borges
Principais Produtos: Peças usinadas, em geral
N° de funcionários 2009: 45
Previsão (2013):100
7 - Empresa: PLASCAR IND. DE COMPONENTES PLÁSTICOS LTDA
Executivos Entrevistados: Ronaldo Prado Serenini Gerente Indutrial
Ivan Lemes – Gerente de Logística
Principais Produtos: Painéis, laterais de portas e acionadores de vidros, difusores de ar,
consoles para as indústrias automobilísticas.
N° de funcionários 2009: 1060
Previsão (2013): 2120
8 - Empresa: MOINHO SUL MINEIRO S.A.
Executivos Entrevistados: Antonio Augusto Silva e Alberto Sebastião Reis
Principais Produtos: Farinha de Trigo e Derivados
N° de funcionários 2009:200
Previsão (2013):280
9 - Empresa: MANGELS
Executivo Entrevistado: Patrícia Alvarenga – Supervisora de Gestão de Pessoas
Principais Produtos: Rodas de alumínio para a indústria automobilística
N° de funcionários 2009: 1.300
Previsão (2013): 1.560
10 - EMPRESA: CAFÉ BOM DIA LTDA
Executivos Entrevistados: Elizabete Antunes Braga e Ricardo Alexandre Luiz
Principais Produtos: Café torrado e moído
N° de funcionários 2009:317
Previsão (2013):400
11 - Empresa: COLETEK – Coleção Ind. Informática Ltda.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 19
Executivos Entrevistados: Vitor José de Paula - Recursos Humanos; Marcos Oliveira –
Gerente Administrativo; Sérgio Galdino - Gerente de Produção;
Principais
Produtos:
Teclados,
Mouses,
Gabinetes
e outros
periféricos
para
computadores.
N° de funcionários 2009:300
Previsão (2013):400
12 - Empresa: STEAM MASTER EQUIPAMENTOS TÉRMICOS LTDA
Executivos Entrevistados: Veridiana Pimenta - Diretora Financeira/Administrativa
Principais Produtos: Fabricação de Caldeiras
N° de funcionários 2009:230
Previsão (2013):300
13 - Empresa: HERINGER FERTILIZANTES
Executivos Entrevistados: Rinaldo Pereira – Gerente da Planta de Três Corações
Principais Produtos: Fertilizantes
N° de funcionários 2009: 330
Previsão (2013): 410
14 - Empresa: IMF – INDÚSTRIA MINEIRA DE FORJADOS
Executivos Entrevistados: Marcela Oliveira – Administração e Rosilene Rabelo –
Recursos Humanos
Principais Produtos: Peças Forjadas para indústria automobilística
N° de funcionários 2009: 40
Previsão (2013):60
15 - Empresa: SPACE BR
Executivo Entrevistado: João José Kalil – Diretor Administrativo
Principais Produtos:Memória de Computadores - Indústria
N° de funcionários 2009:70
Previsão (2013):90
16 - Empresa: HOSPITAL HUMANITAS
Executivos Entrevistados: Lucilia Barbosa de Oliveira Silva – Supervisora Cont/Finanças
e Vanderléa Aparecida Rosa Ferreira – Assessora da Diretoria
Principais Produtos: Hospital
N° de funcionários 2009:266
Previsão (2013):300
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 20
17 - Empresa: PROLUMINAS LUBRIFICANTES LTDA.
Executivo Entrevistado: Adriana Rodrigues - Supervisora de Recursos Humanos
Principais Produtos: Óleo Lubrificante
N° de funcionários 2009:120
Previsão (2013):150
2.3.1.6. RESULTADOS DA PESQUISA
1) Performance Acadêmica da Faceca
Tendo por base a pesquisa realizada através de questionário entregue aos gestores das
empresas visitadas, conclui-se que há forte confiança na excelência de ensino prestado
pela FACECA ao longo dos anos. Há unânime reconhecimento sobre o desempenho
positivo dos alunos graduados na FACECA.
2) Procura por profissionais capacitados com formação superior nos próximos cinco anos
Também foi unânime e consensual a previsão de aumento na demanda por profissio na is
qualificados na região, tendo em vista os diversos fatores locais, regionais e nacionais,
que impulsionam a indústria na direção de um rápido crescimento e de célere absorção
de praticamente toda a mão-de-obra especializada que for posta no mercado, nos
próximos anos. Todas as empresas consultadas têm planos imediatos de expansão de
negócios e, em muitos casos, tais planos incluem o aumento da produção, lançamento de
novos produtos, ampliação
de escopo de atuação, tanto verticalmente
quanto
horizontalmente, o que invariavelmente, leva a contratação de especialistas para planejar
e executar tais projetos.
3) Perfil do bacharel que a Faceca deve desenvolver
Quando consultados sobre o perfil do profissional que a FACECA deve formar, os
empresários e gestores afirmaram que esses precisam trazer, para a empresa, não apenas
os conhecimentos técnicos e de ferramentas adquiridos nos bancos universitários, mas
um potencial de empreender e inovar, com uma visão mais ampla de Economia e
mercado, que permita, ao egresso, uma inserção integral na cadeia de conhecimento, que
leva à gestão eficaz da organização e de seus processos.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 21
4) Parceria entre a Empresa e a FACECA
Todas as empresas visitadas, sem exceção, já possuem ou possuíram em seus quadros de
funcionários ou estagiários, ex-alunos da FACECA e pretendem continuar esta frutífera
parceria.
Algumas inclusive já desenvolvem projetos em conjunto com a FACECA e solicita m
regularmente, aos coordenadores de curso, currículos de alunos matriculados.
5) Competências e Habilidades do Profissional formado pela FACECA
As competências e habilidades que estão presentes na maioria das respostas aos
questionários e que são aplicáveis ao Curso de Administração são:

Visão sistêmica.

Raciocínio lógico desenvolvido.

Facilidade de comunicação oral e escrita.

Capacidade de gestão de projetos.

Capacidade de rápida adaptação a mudanças.

Rapidez na absorção de novos conhecimentos.

Habilidade em trabalhar em equipe.

Flexibilidade.

Capacidade de abstração.

Atuar em equipes multidisciplinares.
2.4. CONDIÇÕES OBJETIVAS DE OFERTA E VOCAÇÃO DO CURSO
2.4.1 CONDIÇÕES OBJETIVAS DE OFERTA

Curso: Administração

Nível: Graduação

Titulação: Bacharelado
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 22

Fundamentação Legal: Reconhecimento pelo Decreto Federal Nº 76.177/75 D.O. 02/09/75

Regime Escolar: Seriado semestral

Turnos de Funcionamento: Noturno

Vagas: 220 totais

Duração do curso: 08 períodos

Valor da Mensalidade: R$ 7352,00

Número de alunos em 2015: 450
2.4.2. BIBIOTECA
Moderna, ampla e com acervo bibliográfico
atualizado
para todos os cursos,
contemplando, em quantidade adequada, os livros da bibliografia básica e complementar
previstos neste Projeto Pedagógico.
2.4.3. CORPO DOCENTE (2º semestre de 2015)
Doutores...............06
Mestres.................14
Especialistas.........03
Total ....................23
2.4.4. VOCAÇÃO DO CURSO
O Curso é concebido levando em consideração, além das exigências legais, as mudanças
que caracterizam uma nova sociedade, cujos reflexos já chegaram às empresas e ao
mercado de trabalho.
Com relação à essa nova realidade, as peculiaridades notadas entre o passado e o presente,
no ambiente das empresas, são bem evidenciadas, sendo que no passado as mudanças
eram graduais, havia previsibilidade, os negócios eram locais, havia menor concorrência ,
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 23
além de fidelidade. Atualmente as mudanças são aceleradas, existe imprevisibilidade,
globalização, maior concorrência, maior exigência, busca pela satisfação total. Na
estrutura atual das organizações o cliente é o foco principal.
Analisando esses cenários é que a FACECA – Faculdade Cenecista Varginha elaborou
um Projeto Pedagógico que privilegiasse a formação de um profissional empreendedor,
polivalente, com aprofundamento nos estudos em Administração.
A vocação do Curso, desde a sua autorização, tem sido o empreendedorismo e a busca
pela formação de profissionais polivalentes, com habilidades e competências para atuar
em atividades relacionadas à área de Administração. Seja como profissional liberal ou
não, sendo o gestor de sua própria empresa, ou atuando em organizações públicas e
privadas, com ou sem fins lucrativos, deve ser capaz de manter e melhorar os processos
de gestão nas mais diversas áreas de uma empresa.
Para tanto é necessário que a FACECA proporcione oportunidades para que esse
profissional desenvolva um raciocínio crítico e uma visão sistêmica, para pensar e
repensar o contexto geral dos negócios, para renovar continuamente suas competências
em um processo de aprendizado contínuo, e que seja comprometido com a sociedade e
com o ambiente, valorizando princípios morais, éticos e de cidadania.
O curso de Administração da FACECA foi criado e segue em sintonia a Missão da
Instituição, que prevê “Formar empreendedores para o presente, com capacidade para
autogestão, conscientes das exigências mercadológicas e responsabilidades sociais”. Os
conceitos
de
empreendedorismo,
autogestão,
exigências
mercadológicas
e
responsabilidade social estão presentes no curso de Administração, através da Estrutura
Curricular, da metodologia de ensino, das práticas e projetos desenvolvidos em todos os
períodos do curso.
2.4.5. OBJETIVOS DO CURSO
Dada a sua responsabilidade na formação dos profissionais desejados pelo mercado de
trabalho, o Curso de Administração da FACECA tem, por objetivos:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 24

Formar administradores que possam atuar com ética e competência, para a
melhoria do desempenho das organizações, visando contribuir para a melhor ia
da qualidade de vida e bem-estar da comunidade.

Formar profissionais dotados de uma visão sistêmica dos principais enfoques
necessários para a gestão das organizações.

Formar empreendedores capazes de gerir, inclusive, seus próprios negócios,
contribuindo para o crescimento econômico.

Incentivar a prática da responsabilidade social, como um meio para se atingir
um desenvolvimento sustentável, com mais qualidade de vida.

Incentivar a formação contínua do aluno e a sua constante busca por
qualificação

Ser um elo entre o aluno e o mercado de trabalho
2.4.6. PERFIL DO EGRESSO
Diante da exigência desse novo profissional, conforme apontado pelo mercado de
trabalho, a FACECA tomou como referência o seguinte perfil, que define as competências
necessárias ao futuro Administrador:

Formação humanística e visão global que o habilite a compreender o meio social,
político, econômico e cultural onde está inserido, e a tomar decisões em um
mundo diversificado e interdependente.

Capacidade de identificar problemas, equacionar soluções e exercer o processo de
tomada de decisões, em diferentes graus de complexidade.

Capacidade de implementar,
em diferentes ambientes
organizacionais,
os
conhecimentos acadêmicos e experiências vivenciais adquiridas.

Capacidade de adaptação às constantes mudanças organizacionais, na sociedade
e no mercado de trabalho.

Competência
para empreender,
analisando
criticamente
as organizações,
identificando tanto dificuldades como oportunidades, antecipando e promovendo
suas transformações.

Capacidade de coordenar, liderar e atuar em equipes interdisciplinares.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 25

Capacidade para gerir projetos organizacionais,
criando,
implementa ndo,
acompanhando e consolidando projetos em organizações, alocando de maneira
eficaz os recursos disponíveis (humanos, materiais e econômico-financeiro).

Capacidade para gerir o processo administrativo e produtivo das organizações,
enfocando a empresa e/ou área de atuação, dentro de uma visão sistêmica.

Capacidade para gerir organizações
em sintonia
com o meio ambiente,
contribuindo para a qualidade de vida.

Capacidade de desenvolver um aperfeiçoamento
profissional contínuo, do
desenvolvimento da autoconfiança, da consciência moral e ética nas relações
profissionais / pessoais.

Capacidade de desenvolver um raciocínio lógico, crítico e analítico
para
solucionar problemas organizacionais que envolvam o tratamento de valores e/ou
equações matemáticas.

Capacidade para gerir um negócio próprio, atuando como empreendedor de sua
própria empresa, ou como consultor em gestão e administração, ou ainda, capaz
de atuar nas várias áreas de uma organização,
tais como: Financeira e
Orçamentária, Administração Estratégica, Administração de Materiais, Produção
e Logística, Administração Mercadológica, Administração de Recursos Humanos
e Administração de Sistemas de Informação.

Capacidade de contribuir para o desenvolvimento da comunidade local e regional,
através de atitudes que empreendam a Responsabilidade Social.
Além do perfil profissional, conforme estabelecido no PDI da Instituição, o egresso
deverá:
 Ser um profissional empreendedor com sólida formação científica e técnica, na
área específica de sua graduação, ciente das exigências mercadológicas;
 Ser capaz de perceber, identificar e acompanhar as mudanças contextuais da
realidade na qual está inserido, e realizar auto avaliação sobre seu desempenho;
 Fazer intervenções necessárias, baseadas em princípios éticos e de cidadania,
como resultado de uma sólida visão humanística e responsabilidade social;
 Inserir-se de forma dinâmica e capaz, porém, flexível, ante as mudanças que
possam ocorrer no mundo do trabalho;
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 26
 Buscar o constante desenvolvimento de atitudes e habilidades compatíveis com
as demandas da sua área de formação e do mercado.
 Orientar suas atitudes nos princípios éticos inerentes à profissão.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 27
3. PLANEJAMENTO DIDÁTICO – PEDAGÓGICO DO CURSO
A organização curricular do curso de graduação em Administração da FACECA
contempla,
em sua organização
curricular,
conteúdos previstos pelas Diretrizes
Curriculares Nacionais, que atendem aos seguintes eixos interligados de formação:
Conteúdos
de Formação
Básica: relacionados
com estudos
antropológicos,
sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamenta is,
econômicos e contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da comunicação
e da informação e das ciências jurídicas. Neste Projeto Pedagógico, tais conteúdos estão
representados pelas seguintes disciplinas:

Contabilidade Geral

Contabilidade de Custos

Economia

Metodologia e Pesquisa Científica

Sociologia

Filosofia

Comunicação e Expressão

Direito

Psicologia

Tecnologia da Informação

Administração de Sistemas de Informação

Legislação Empresarial

Legislação Fiscal e Tributária

Legislação Social
Conteúdos de Formação Profissional: relacionados
com as áreas específicas,
envolvendo teorias da administração e das organizações e a administração de recursos
humanos,
mercado e marketing,
materiais,
produção e logística,
financeira
e
orçamentária, sistemas de informações, planejamento estratégico e serviços, aqui
representados pelas seguintes disciplinas:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 28

Teorias da Administração

Teoria das Organizações

Administração de Marketing

Gestão Ambiental e Responsabilidade Social I

Gestão de Pessoas

Administração de Operações

Gestão de Serviços

Modelagem Organizacional

Planejamento Estratégico

Logística Empresarial

Finanças Corporativas

Análise de Custos e Formação de Preços

Empreendedorismo

Elaboração, Avaliação e Gerência de Projetos

Análise Financeira e do Capital de Giro

Comércio Exterior

Comportamento do Consumidor

Gestão de Vendas de Bens e Serviços

Gestão da Qualidade

Ética e Legislação Empresarial
Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias: abrangendo pesquisa
operacional, teoria dos jogos, modelos matemáticos e estatísticos e aplicação de
tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos
inerentes à administração, aqui representados pelas disciplinas abaixo listadas:

Matemática

Estatística

Matemática Financeira

Pesquisa Operacional
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 29

Estratégias e Jogos Empresariais
Conteúdos de Formação Complementar: estudos opcionais de caráter transversal e
interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando. Para tanto, as seguintes
atividades são propostas:

Atividades
Complementares:
presentes ao longo
do curso propiciam o
enriquecimento do aluno através de atividades, inclusive adquiridas fora do
ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes,
transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com
o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e o Estágio Supervisionado (que serão
abordados ao longo deste projeto).
3.2. ESTRUTURA CURRICULAR
No Curso de Administração da FACECA, Faculdade Cenecista de Varginha, as
disciplinas que compõem a Estrutura Curricular são resultado das discussões no âmbito
do Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante, e objetivam formar um
administrador
com capacidade para gerir
organizações
e o próprio processo
administrativo e produtivo. Leva em consideração as Diretrizes Curriculares Nacionais,
as características da região, bem como o perfil esperado pela comunidade.
As disciplinas são organizadas em 40 ou 80 horas, totalizando 3.180 horas de trabalho
efetivo discente. Sua organização objetiva alcançar o perfil do egresso almejado, além do
desenvolvimento de competências que possibilitem a efetiva participação dos alunos nas
organizações que atuam.
Nessa carga horária total estão contemplados as Atividades Complementares e o Trabalho
de Curso. O Curso de Administração da FACECA opta pelo Trabalho de Curso, TC, por
acreditar ser esse de grande valia na formação do seu aluno. Também é contemplada a
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 30
disciplina de Libras, em caráter optativo. A carga horária total está em consonância com
as Diretrizes Curriculares do Curso de Administração.
Apresentam-se, abaixo, as disciplinas de cada período.
1o PERÍODO
Disciplina
Comunicação e Expressão I
Matemática Básica I
Teorias da Administração
Contabilidade Geral
Metodologia e Pesquisa Científica
Economia I
Sociologia
Estatística I
Sigla
CEX I
MAT I
TEA
CGE
MPC
ECO I
SOC
EST I
Carga horária
40
40
80
80
40
40
40
40
400
Sigla
CEX II
EST II
TEO
FIL
CCT
TIN
ECO II
MAT II
Carga horária
40
40
80
40
80
40
40
40
400
Sigla
MAF I
LOG
ADO I
ASI
PSI
GEA
Carga horária
40
80
40
80
40
40
320
40
360
TOTAL
2o PERÍODO
Disciplina
Comunicação e Expressão II
Estatística II
Teoria das Organizações
Filosofia
Contabilidade de Custos
Tecnologia da Informação
Economia II
Matemática Básica II
TOTAL
3o PERÍODO
Disciplina
Matemática Financeira I
Logística Empresarial
Administração de Operações I
Administração de Sistemas de Informação
Psicologia
Gestão Ambiental e Responsabilidade Social I
SUB-TOTAL
Atividades Complementares
TOTAL
ATC
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 31
4o PERÍODO
Disciplina
Matemática Financeira II
Gestão de Serviços
Administração de Operações II
Gestão de Pessoas
Gestão da Qualidade
Ética e Legislação Profissional
Sigla
MAF II
GSE
ADO II
GES
GQU
ETI
SUB-TOTAL
Atividades Complementares
TOTAL
ATC
Carga horária
40
80
40
80
40
40
320
40
360
5o PERÍODO
Disciplina
Finanças Corporativas
Modelagem Organizacional
Pesquisa Operacional
Direito
Legislação Social
SUB-TOTAL
Atividades Complementares
Estágio Supervisionado I
TOTAL
Sigla
FIC
MOR
PEO
DIR
LSO
ATC
ESU
Carga horária
80
40
80
80
40
320
40
80
440
6o PERÍODO
Disciplina
Sigla
Análise Financeira e do Capital de Giro
ACG
Administração de Marketing
MKT
Legislação Empresarial
LEM
Estratégias e Jogos Empresariais
EJE
Legislação Fiscal e Tributária
LFT
SUB-TOTAL
ATC
Atividades Complementares
Estágio Supervisionado II
ESU
TOTAL
Carga horária
80
80
80
40
40
320
40
80
440
7o PERÍODO
Disciplina
Sigla
Elaboração, Avaliação e Gerência de Projetos I
EAP I
Comércio Exterior
COE
Análise de Custo e Formação de Preços
ACF
Carga horária
40
80
80
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 32
Empreendedorismo
Optativa I
Comportamento do Consumidor
EMP
OPT I
GPU
SUB-TOTAL
Atividades Complementares
Estágio Supervisionado III
TOTAL
40
40
40
320
40
80
440
ATC
SEU
8o PERÍODO
Disciplina
Sigla
Elaboração, Avaliação e Gerência de Projetos II
EAP II
Planejamento Estratégico
PLE
Optativa II
OPT II
Gestão de Vendas de Bens e Serviços
PDE
Plano de Negócios
PDE
SUB-TOTAL
SEU
Estágio Supervisionado IV
TOTAL
Carga horária
40
80
40
80
40
240
60
340
TOTAL GERAL
3180
3.3 EMENTÁRIO
1º PERÍODO
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO I – 40 h/a
Ementa:
Língua e Linguagem. Variedades Linguísticas. Teoria da Comunicação. As Funções da
Linguagem. A Estrutura do Parágrafo Dissertativo. As Qualidades e os Vícios de
Linguagem. Os Gêneros Textuais. Persuasão e Estilística. A Interpretação de Texto. A
Semântica. Gramática aplicada ao texto: A Nova Ortografia. Fonética. Acentuação.
Ortografia. Pontuação.
Bibliografia Básica:
ABREU, Antônio Suárez. Curso de Redação. 11ª ed., São Paulo: Ática, 2008.
KOCH, I.V. A Integração Pela Linguagem. São Paulo: Contexto, 2009.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 33
MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. 19 ed. Porto
Alegre: Sagra-Luzzato, 1997
Bibliografia Complementar:
CUNHA, Celso; CINTRA, Luis S. Lindley. A nova gramática do portuguê s
comtemporâneo. RJ: Nova Fronteira, 2001.
FIORIN, José Luiz, SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto – leitura e redação.
São Paulo: Ática, 1995
MEDEIROS, João Bosco. Redação empresarial. São Paulo: Atlas, 2001.
SACCONI, Luiz Antônio. Nossa Gramática – teoria e prática. São Paulo: Atlas,
2001
TERRA, Ernani. Curso prático de gramática. São Paulo: Scipione, 2000
MATEMÁTICA BÁSICA I – 40 h/a
Ementa:
Noções de conjuntos numéricos; estudo e operações; potências e equações. Estudo das
funções de 1o e 2o graus; apresentações e construções gráficas. Aplicabilidade das
funções de 1o e 2o graus ao cotidiano.
Bibliografia Básica:
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Matemática para Administração. 1ª edição. Rio de
Janeiro : LTC,2010.
SILVA, Ermes Medeiros da, SILVA, Elio Medeiros da. SILVA, Sebastião Medeiros
da. Matemática para os Cursos de Economia, Administração
e Ciências
Contábeis. São Paulo: Atlas, 2008.
SILVA, Ermes Medeiros da, SILVA, Élio Medeiros da, SILVA, Sebastião Medeiros
da, Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
GUIDORIZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, vol. 1, 2, 3 e 4. 5ª Ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2002.
HOFFMANN, L. D. Cálculo. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
LARSON, Roland E. HOSTETLER, Robert P. EDWARDS, Bruce H. Cálculo com
Aplicações. 4ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 34
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática Aplicada à Economia. 3a Edição. São Paulo:
Atlas S.A, 1999.
WEBER, J.E. Matemática para economia e administração Ed. Harbra: São Paulo,
1999.
TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO – 80 h/a
Ementa:
Antecedentes
históricos
da administração.
As funções administrativas.
Áreas
funcionais. Abordagem Clássica da Administração. Abordagem Humanística da
Administração.
Abordagem Neoclássica da Administração.
Administração
por
Objetivos. Abordagem Estruturalista da Administração. Abordagem Comportamenta l
da Administração.
Bibliografia Básica:
ARAUJO, Marco Antônio. Gestores, gurus e gênios: suas estratégias administrativas.
São Paulo: Qualitymark, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração. 6ª ed. Rio
de Janeiro, Campus, 2004.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru; Teoria Geral da Administração – da
revolução urbana à revolução digital, 3ª ed, São Paulo, Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
CERTO, Samuel C.; Administração moderna - tradução Maria Lúcia G. L. Rosa,
Ludmila Teixeira Lima; revisão técnica José Antonio Dermengi Rios; --10ª ed.—São
Paulo: Prentice Hall, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Campus,
2002.
KENNEDY, Caroll. O guia dos gurus do gerenciamento. São Paulo, Record, 2000.
KWASNICKA, Eunice: Introdução à Administração. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
MONTANA, Patrick J. Administração./Patrick J. Montana e Bruce H. Charnov.
Tradução Robert Brian Taylor; revisão técnica Reinaldo O . da Silva – São Paulo:
Saraiva, 2005
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 35
CONTABILIDADE GERAL – 80 h/a
Ementa:
A contabilidade. Objetivos. A profissão contábil e o mercado de trabalho. Princíp ios
Contábeis e suas aplicações (introdução). Introdução as Normas Contábeis para
Pequenas e Médias Empresas. Demonstrações Contábeis:A Estática Patrimonial: O
Balanço. Ativo. Passivo, Patrimônio Líquido. Equação Fundamental do Patrimônio.
Configurações do estado patrimonial; Situação Líquida. Conceituação: as várias
configurações do capital. Método das Partidas Dobradas (Double-Entry Sistem).
Contas. Razão. Razonetes. Débito e Crédito. Diário. O Balanço Patrimonia l.
Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.).Fórmulas de Lançamento. Atos e
Fatos Administrativos. Erros nos lançamentos – Retificação (Correção). Fiscalização
do CRC/MG - Obrigatoriedade da Escrituração Contábil.
Bibliografia Básica:
IUDÍCIBUS, Sérgio et all. Contabilidade Introdutória, 10ª. Ed. SP, Atlas, 2008
IUDÍCIBUS, Sérgio
& MARION, José Carlos. Introdução
à Teoria da
Contabilidade, 3ª. Ed, SP, Atlas, 2009.
MARION. José Carlos. Contabilidade Empresarial, 14ª. Ed, SP, Atlas, 2.009.
Bibliografia Complementar:
CREPALDI, Silvio A. Curso básico de contabilidade. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
FRANCO, Hilário. Contabilidade gerencial. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1997.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 1998.
MIYAMA, Jorge K.; SILVA, César A. T. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas,
2008.
NAGATSUKA, Divane A. Silva; TELES, Egberto C. Manual de contabilidade
introdutória. São Paulo: Thomson, 2002.
METODOLOGIA E PESQUISA CIENTÍFICA – 40 h/a
Ementa:
Epistemologia do conhecimento. Produção do conhecimento científico. Introdução à
pesquisa científica.
Técnicas da pesquisa. Princípios,
métodos e técnicas da
investigação e análise de dados. Estrutura, organização, redação e apresentação de
trabalhos científicos.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 36
Bibliografia Básica:
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização
de publicações técno-
científicas. 6. ed. ver. e ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2009.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2009.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho Científico. 22.ed. São
Paulo: Cortez, 2009.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do trabalho científico.
6. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
BASTOS, Cleverson; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: Introdução a
metodologia Científica. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
DIMITRUK,
Hilda
Beatriz
(org).
Cadernos
Metodológicos: Diretrizes de
Metodologia Científica. 5.ed. Chapecó: Argos, 2001.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2002.
OLIVEIRA, Sílvio Luiz de. Tratado de Metodologia Científica. São Paulo: Pioneira,
2002.
ECONOMIA I – 40 h/a
Ementa:
Definição e objetivos. Princípios da economia. A teoria das vantagens absolutas e
comparativas. Microeconomia. Mercados Competitivos. Ponto de Equilíbrio. Teoria do
Consumidor.
Bibliografia Básica:
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2001.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antônio (org.) Manual de
Economia - equipe dos professores da USP. São Paulo: Saraiva, 2004.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia, 18º Edição, São Paulo: Atlas,
2009.
Bibliografia Complementar:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 37
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia – fundamentos e aplicações. São Paulo:
Pearson-Prentice Hall, 2005.
TROSTER, Roberto Luis; MOCHON, Francisco. Introdução à Economia, 1ª Edição,
São Paulo: Pearson Education, 2002.
VASCONCELOS, Marco Antônio S. GARCIA, Manuel E. Fundamentos de
economia. 2ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2006
WESSELS, Walter J. Economia. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
McCONNELL, C. R.; BRUE, S. L. Microeconomia: princípios, problemas e
políticas. 14 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 469 p.
SOCIOLOGIA – 40 h/a
Ementa:
Introdução e contextualização histórica dos discursos sociológicos clássicos das
ciências sociais. As principais teorias da sociologia. Desenvolvimento da sociedade
mediante a ação de determinados campos: organização social, expressão simbólica,
poder, estado, ideologia, dentre outros. A relação sociedade-indivíduo. Sociologia das
organizações.
Bibliografia Básica:
ARON, R. Etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 6ª edição. São Paulo, Atlas. 2009.
COSTA, Cristina. Sociologia – Introdução a ciência da sociedade. 2ª Ed. São
Paulo: Moderna. 2009.
Bibliografia Complementar:
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia da administração. São Paulo. Atlas, 1997.
MARX, Karl. O capital - Capítulo VI. São Paulo: Moraes, 1985
MARTINS, C.B. O que é sociologia? São Paulo: Brasiliense, 1992
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução a sociologia. 24ª. São Paulo: Ática, 2000.
WEBER, Max. Metodologia das ciências sociais. 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2001.
ESTATÍSTICA I – 40 h/a
Ementa:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 38
Introdução à estatística (variáveis, população e amostras) e o método
estatístico. Séries estatísticas. Gráficos estatísticos. Distribuição de
frequência. Medidas de tendência central, de ordenamento e de posição.
Bibliografia Básica:
DOWING, D. e CLARK, J. ; Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2009.
BRUNI, Adriano Leal. Estatística Aplicada à Gestão Empresarial. São Paulo:
Editora Atlas, 2008.
TRIOLA, Mário F. Introdução à Estatística. 8ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
Bibliografia Complementar:
FONSECA, Jairo Simon da. MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística.
6 ed. São Paulo: Atlas, 1996
HOFFMANN, Rodolfo. Estatística para economistas. 3a ed. São Paulo: Editora
Pioneira, 1998.
SPIGEL, M.R.; Estatística. Editora McGraw Hill,, 1984
STEVENSON, W. J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra,1981
SMAILES, Joanne e MCGRANE, Ângela. Estatística aplicada à administração com
Excel. São Paulo: Atlas, 2008
2º PERÍODO
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO II – 40 h/a
Ementa:
Técnicas e prática de Redação Oficial e Correspondência Oficial. Gramática aplicada
ao texto: Concordância Verbal/Nominal, Regência Verbal/Nominal, Crase. Currículo :
conceito, elaboração, apresentação. Comportamento
empresarial:
entrevista
de
emprego, dinâmicas de grupo, marketing pessoal, exposição de trabalhos acadêmicos,
seminários, como falar em público.
Bibliografia Básica:
ABREU, Antônio Suárez. Curso de Redação. 11ª ed., São Paulo: Ática, 2008.
KOCH, I.V. A Integração Pela Linguagem. São Paulo: Contexto, 2009.
MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. 19 ed. Porto
Alegre: Sagra-Luzzato, 1997
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 39
Bibliografia Complementar:
CUNHA, Celso; CINTRA, Luis S. Lindley. A nova gramática do portuguê s
comtemporâneo. RJ: Nova Fronteira, 2001.
FIORIN, José Luiz, SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto – leitura e redação.
São Paulo: Ática, 1995
MEDEIROS, João Bosco. Redação empresarial. São Paulo: Atlas, 2001.
SACCONI, Luiz Antônio. Nossa Gramática – teoria e prática. São Paulo: Atlas,
2001
TERRA, Ernani. Curso prático de gramática. São Paulo: Scipione, 2000
ESTATÍSTICA II – 40 h/a
Ementa:
Medidas de dispersão ou de variabilidade, de assimetria e curtose. Probabilidades.
Distribuições de Probabilidade. Análise de Correlação e Regressão. Testes de hipóteses
Bibliografia Básica:
DOWING, D. e CLARK, J. ; Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2009.
BRUNI, Adriano Leal. Estatística Aplicada à Gestão Empresarial. São Paulo:
Editora Atlas, 2008.
TRIOLA, Mário F. Introdução à Estatística. 8ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
Bibliografia Complementar:
FONSECA, Jairo Simon da. MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística.
6 ed. São Paulo: Atlas, 1996
HOFFMANN, Rodolfo. Estatística para economistas. 3a ed. São Paulo: Editora
Pioneira, 1998.
SPIGEL, M.R.; Estatística. Editora McGraw Hill,, 1984
STEVENSON, W. J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra,1981
SMAILES, Joanne e MCGRANE, Ângela. Estatística aplicada à administração com
Excel. São Paulo: Atlas, 2008
TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES – 80 h/a
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 40
Ementa: Fundamentos
da Administração.
Abordagem Sistêmica.
Abordagem
Contingencial. Principais Teorias das Organizações. A Teoria Organizacional. O
Processo Administrativo. Administração da Qualidade. Enfoque Comportamenta l
(Motivação,
Diferenças
Individuais,
Liderança).
Estratégias
Organizaciona is.
Organizações no Terceiro Milênio
Bibliografia Básica:
ARAUJO,
Marco
Antônio.
Gestores, gurus
e gênios: suas estratégias
administrativas. São Paulo: Qualitymark, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração. 6ª ed. Rio
de Janeiro, Campus, 2004.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru; Teoria Geral da Administração – da
revolução urbana à revolução digital, 3ª ed, São Paulo, Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
SCHERMERHORN JR., J.R.Administração .5ª ed. Rio de Janeiro:LTC,1999.
ROBBINS,S.P.;DECENZO,D.
Fundamentos
da
Administração:
conceitos
essenciais e aplicações. 4 ed. São Paulo: Pearson, 2004.
UHLMANN G.W. Administração: das teorias administrativas à administração
aplicada e contemporânea. São Paulo : LTD, 1997.
STONER, J.A.F.;FREEMAN,R.E Administração. 5.ed. Rio de Janeiro:LTC, 1999.
FARIA,J.C. Administração: introdução ao estudo. 5 ed. São Paulo: Pioneira, 2000.
FILOSOFIA – 40 h/a
Ementa:
A filosofia como indagação essencial e fundamental à historia humana. As principa is
correntes filosóficas. A realidade em forma conceitual. A razão, o conhecimento e a
verdade. Ética, cidadania e moral. Filosofia, Política, Estado, poder e soberania.
Bibliografia Básica:
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008.
CHAUI, Marilena. Introdução à história da filosofia – dos pré-socráticos a
Aristóteles. 2ª Ed. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
FEIJÓ, Ricardo Luiz Chaves. Metodologia e filosofia da ciência. São Paulo: Atlas,
2003.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 41
Bibliografia Complementar:
ARANHA, Maria. L.A. MARTINS, Maria H.P. Filosofando – introdução à filosofia.
2ª. Ed. São Paulo: Moderna, 1999.
MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. São Paulo: Saraiva, 2006.
OLIVEIRA, Edmardo Serafim de. Et al. Introdução ao pensamento filosófico. São
Paulo: Loyola, 1993.
TELES, Antônio Xavier. Introdução ao Estudo da Filosofia. 34ª. Ed. São Paulo:
Ática, 2003.
VASQUEZ, A. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1990.
CONTABILIDADE DE CUSTOS – 80 h/a
Ementa:
A contabilidade de custos, a contabilidade financeira e a contabilidade gerencia l.
Terminologia contábil básica. Princípios contábeis aplicados a custos. Critério de rateio
dos custos indiretos. Aplicação de custos indiretos de produção. Materiais diretos.
Mão-de-obra direta. Problemas especiais da produção por ordem e da produção
contínua. Produção conjunta e problemas fiscais na avaliação de estoques industriais.
Bibliografia Básica:
LEONE, George Sebastião Guerra. Curso de Contabilidade de Custos. 3 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTOS, Joel J. Contabilidade e análise de custos: modelo contábil, método de
depreciação, ABC – Custeio Baseado em atividades. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, Hugo Rocha. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Mudanças contábeis na lei
societária – lei 11.638 de 28.12.2007. São Paulo: Atlas, 2008.
BRASIL. Lei 6.404/76 – Lei das S.A. com as alterações posteriores, principalme nte
a
Lei
11.638/07
e
MP
449/2008.
Disponível
http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/LEIS/L6404consol.htm>
em
Acesso
<
em
20.abril.2009
BRASIL. Decreto 3.000/99 – Regulamento do Imposto de Renda. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto/D3000.htm
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 42
CFC – CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios fundamentais e
normas brasileiras de contabilidade. 3ed. CFC: Brasília, 2008. Disponível em
www.cfc.org.br/uparq/Livro_Principios%20e%20NBCs.pdf Acesso em 31.jan.2009.
COGAN, Samuel. Custos e preços – formação e análise São Paulo: Pioneira
Thompson Learrning, 2002.
CRC/SP, Curso sobre Contabilidade de Custos. S.Paulo: Atlas, 1999.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu e GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual
de Contabilidade das Sociedades por Ações (aplicável às demais sociedades ). 7ª
Ed. São Paulo: Atlas, 2007.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – 40 h/a
Ementa:
Introdução aos sistemas de informação: definição, apresentação e qualidade da
informação. Tecnologia da Informação, seus componentes, estrutura, objetivos,
comportamento e ciclo de vida. Conceito de Sistema. Classificação e Modelagem de
Sistemas. Conceitos de Informação e Dados. Humanos como processadores de
Informação. Informação e Tomada de Decisão. Fundamentos e Classificação de
Sistemas de Informação. Sistemas de Informação e a Tecnologia da Informação. O
Sistema de Informação na empresa. Sistema de Informação Automatizado. Sistemas de
Apoio à Decisão. Características e Carreiras do Profissional de Sistemas de
Informação. Técnicas de levantamento de dados, planejamento e controle de sistemas.
Estudos de caso.
Bibliografia Básica:
LAUDON, J. P.; LAUDON, K. C. Sistemas de Informação Gerenciais. 4 ed. São
Paulo: Pearson, 2007.
LAURINDO, F. J. B. Tecnologia da Informação: planejamento e gestão de
estratégias. São Paulo: Atlas, 2008.
O`BRIEN, J. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet.
São Paulo: Saraiva, 2004.
Bibliografia Complementar:
BUNNELL, D. A. Conexão Cisco: a verdadeira historia da superpotência da
Internet. Campus, 2000.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 43
GANE, C.; SARSON, T. Análise Estruturada de Sistemas. Editora LTC, 1983.
GATES, B. A empresa na velocidade do pensamento: com um sistema nervoso
digital. Cia das Letras, 1999.
SPECTOR, R. Amazon.com: como crescer da noite para o dia, os bastidores da
máquina que mudou o mundo. Campus, 2000.
TORVALDS, L. Só por prazer: Linux os bastidores da sua criação. Campus,
2001.
ECONOMIA II – 40 h/a
Ementa:
Macroeconomia, PIB e PNB, Política Fiscal, Monetária, Cambial e Salarial. Noções de
Economia Internacional.
Bibliografia Básica:
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2001.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antônio (org.) Manual de
Economia - equipe dos professores da USP. São Paulo: Saraiva, 2004.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia, 18º Edição, São Paulo: Atlas,
2009.
Bibliografia Complementar:
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia – fundamentos e aplicações. São Paulo:
Pearson-Prentice Hall, 2005.
TROSTER, Roberto Luis; MOCHON, Francisco. Introdução à Economia, 1ª Edição,
São Paulo: Pearson Education, 2002.
VASCONCELOS, Marco Antônio S. GARCIA, Manuel E. Fundamentos de
economia. 2ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2006
WESSELS, Walter J. Economia. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
McCONNELL, C. R.; BRUE, S. L. Microeconomia: princípios, problemas e
políticas. 14 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 469 p.
MATEMÁTICA BÁSICA II – 40 h/a
Ementa:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 44
Estudo das funções Exponenciais e Logarítmica; construção e interpretação de gráficos
aplicados ao cotidiano. Estudo das Taxas de variação. Noções elementares de
matemática financeira.
Bibliografia Básica:
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Matemática para Administração. 1ª edição. Rio de
Janeiro : LTC,2010.
SILVA, Ermes Medeiros da, SILVA, Elio Medeiros da. SILVA, Sebastião Medeiros
da. Matemática para os Cursos de Economia, Administração
e Ciências
Contábeis. São Paulo: Atlas, 2008.
SILVA, Ermes Medeiros da, SILVA, Élio Medeiros da, SILVA, Sebastião Medeiros
da, Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
GUIDORIZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, vol. 1, 2, 3 e 4. 5ª Ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2002.
HOFFMANN, L. D. Cálculo. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
LARSON, Roland E. HOSTETLER, Robert P. EDWARDS, Bruce H. Cálculo com
Aplicações. 4ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática Aplicada à Economia. 3a Edição. São Paulo:
Atlas S.A, 1999.
WEBER, J.E. Matemática para economia e administração Ed. Harbra: São Paulo,
1999.
3º PERÍODO
MATEMÁTICA FINANCEIRA I – 40 h/a
Ementa:
Conceito de juros. Capitalização Simples e Composta. Montante. Capital. Prazo. Taxas.
Operações de curto prazo. Juros Simples. Desconto Comercial. Desconto Bancário.
Operações com Borderô. Taxa Efetiva. Desconto Racional. Prazos Médios
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 4 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 45
PUCCINI, Aberaldo de Lima. Matemática financeira – objetiva e aplicada. 6 ed.
São Paulo: Saraiva, 2009.
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática financeira. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar:
BRUNI,Adriano Leal & FAMÁ,Rubens.Matemática Financeira com HP 12C e
Excel. 2a ed. São Paulo: Editora Atlas ,2003.
DE FRANCISCO. Walter. Matemática Financeira. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 1991
MATHIAS,Washington Franco. Matemática Financeira. 3a ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2002.
MOITA,Cecília Menon. Matemática Financeira. 1a ed. São Paulo:Editora Atlas,
2002.
SILVA, André Luiz Carvalhal. Matemática Financeira Aplicada. 2ª Ed. São Paulo:
Atlas, 2007
LOGÍSTICA EMPRESARIAL – 80 h/a
Ementa:
Conceitos e fundamentos da administração de materiais e logística. Estoques.
Armazenamento e movimentação de materiais. Logística Integrada e Suply Chain
Management. Logística de Distribuição.
Bibliografia Básica:
DIAS, M. A. P. Administração de Materiais: uma abordagem logística. 4 ed. São
Paulo : Atlas, 2007. 399 p.
BERTAGLIA, P. R. Logísica e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. São
Paulo : Saraiva, 2009. 509 p.
BALLOU, R. H. Logística Empresarial : transportes, administração de materiais ,
distribuição física. São Paulo : Atlas, 2009 . 387 p.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, Marco Antonio de. Administração de Produção e Operações – uma
abordagem prática.Rio de Janeiro: Brasport. 2008. ed 1.391p.
DIAS, M. A. P. Administração de Materiais: princípios, conceitos e gestão. 5 ed.
São Paulo : Atlas, 2006. 336 p.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 46
CHIAVENATO,
Idalberto;
Administração
de materiais:
uma
abordage m
introdutória. Rio de Janeiro : Campus, 2005. 174 p.
ARNOLD, J.R. TONY. Administração de Materiais. São Paulo : Atlas, 2008.521 p.
FRANCISCHINI, P. G.; GURGEL, F. A. Administração de Materiais e do
Patrimônio. São Paulo : Thompson, 2002. 310 p.
ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES I – 40 h/a
Ementa:
Conceitos e estrutura da Administração da Produção e Operações. Estratégias de
Produção e Operações. Adição de valor através das operações. Sistemas Produtivos :
Artesanal, Repetitivo, Enxuto. Balanceamento da produção. Introdução de novos
produtos e serviços.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, Marco Antonio de. Administração de Produção e Operações – uma
abordagem prática.Rio de Janeiro: Brasport. 2009. ed 1.424p.
SLACK,N.; et al. Administração da Produção. 2 ed. São Paulo: Atlas,2009.747 p.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2008.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, M.A.Gestores, Gurus e Gênios : suas estratégias administrativas.Rio de
Janeiro: Qualitymark.2004.
MARTINS,P.G.; ALT,P.R.C. Administração de Materiais e Recursos Patrimonia is .
São Paulo: Saraiva, 2001.
BERTAGLIA,P. R. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. São
Paulo: Saraiva,206.509 p.
BALLOU, R. H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais ,
distribuição física. São Paulo:Atlas, 2007.387 p.
MARTINS, Petrônio G. Administração da Produção. São Paulo : Saraiva, 1999.
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO – 80 h/a
Ementa:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 47
Classificação dos Sistemas de Informações nas empresas; Sistema de processamento
de transações; Sistema de informações Gerenciais (SIG); Sistema de apoio à decisão
(SAD); Sistema de Informação Executiva (EIS); Sistemas de Gerenciamento do
Conhecimento (KMS); Desenvolvimento e implantação de sistemas; Ferramentas de
gestão da tecnologia e dos sistemas de informação nas empresas; Gestão de Projetos
em Tecnologia da Informação; Desafios da tecnologia: questões legais, segurança, ética
e utilização de dados privados; Comércio eletrônico e redes sociais.
Bibliografia Básica:
LAURINDO, F. J. B. Tecnologia da Informação: planejamento e gestão de
estratégias. São Paulo: Atlas, 2008. 381 p.
O’BRIEN, J. A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da
Internet. São Paulo: Saraiva, 2004. 436 p.
LAUDON, J. P.; LAUDON, K. C. Sistemas de Informação. 4 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2007. 389 p.
Bibliografia Complementar:
GIL, A. L. Fraudes Informatizadas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. 206 p.
GIL, A. L. Como Evitar Fraudes, Piratarias e Conivência. 2 ed. São Paulo: Atlas,
1999. 242 p.
BEUREN, I. M. Gerenciamento da Informação: um recurso estratégico no
processo de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 1998. 104 p.
CAUTELA, A. L.; POLLONI, E. G. F. Sistemas de Informação na Administração
de Empresas. São Paulo: Atlas, 1996. 241 p.
STAIR, R. M. Princípios de Sistemas de Informação: uma abordagem gerencial.
2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. 451 p.
PSICOLOGIA – 40 h/a
Ementa:
Conceitos básicos da psicologia e suas aplicabilidades na administração. O estudo
sistêmico do indivíduo na empresa: motivação, frustrações, personalidade e adaptação
ao trabalho. O desempenho e a participação do indivíduo. Técnicas de seleção de
pessoal e análise das atitudes e exigências das empresas. O ajustamento do indivíd uo
ao trabalho. Análise dos conflitos interpessoais.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 48
Bibliografia Básica:
BANOV, Márcia Regina. Psicologia no gerenciamento de pessoas. São Paulo: Atlas,
2009.
BERGAMINI, C W – Psicologia Aplicada à Administração de Empresa: psicologia
do comportamento organizacional. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BOCK, A.M.B; FURTADO, O; TEIXEIRA, M.L. Psicologias: uma introdução ao
estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008.
Bibliografia Complementar:
CHANLAT, J. F – O indivíduo na Organização – São Paulo, Atlas, 1996.
DEJOURS, Chirstophe: ABDOUCHELI, Elisabeth; Jayet, Christian. Psicodinâmica
do Trabalho – Contribuição da Escola Dejouriana à Análise da Relação Praze r,
Sofrimento e Trabalho. São Paulo, SP, Ed. Atlas, 1993.
MINICUCCI, Agostinho. Dinâmica de grupo: teoria e sistemas. 5ª Ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
RODRIGUES, Avelino Luiz. FRANÇA, Ana Cristina Lomongi. Stress e Trabalho:
uma abordagem psicossomática. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2005
TELES, M. L. S. O que é psicologia. São Paulo: Brasiliense, 1996. (Coleção Primeiros
Passos. No. 222).
GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL I – 40 h/a
Ementa:
A definição do Tema “Meio Ambiente”. Evolução e Perspectivas - O Gerenciame nto
Ambiental e o SGA – Sistema de Gestão Ambiental e as normas ISO 14000 - Os três
R`s: Redução, Reutilização e Reciclagem. Licenciamento Ambiental: Governo, Meio
Ambiente e a Lei de Crimes Ambientais – Lei Nº 9605 de fevereiro de 1998.
Bibliografia Básica:
DIAS, R. Gestão Ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade . São Paul:
Atlas, 2009. 196 p.
DONAIRE, D. Gestão Ambiental na Empresa. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 169 p.
MAZZINI, Ana Luiza Dolabela de Amorim.
Nosso Lixo de cada dia: desafios e
oportunidades. Belo Horizonte : Ed. Do autor, 2008.
Bibliografia Complementar:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 49
MOREIRA, M. S. Estratégia e Implantação do Sistema de Gestão Ambiental:
modelo ISSO 14000. Nova Lima: INDG, 2006. 320 p.
MOURA, L. A. A. Qualidade & Gestão Ambiental. 4 ed. São Paulo: Juarez de
Oliveira, 2004. 387 p.
BARBIERI,
J. C. Gestão Ambiental
Empresarial:
conceitos, modelos e
instrumentos. 2 ed. São Paulo: Saraiva.
ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas: NBR ISSO série 14000). Rio de
Janeiro,1996.
SIRVINSKAS, Luis Paulo. Manual de Direito Ambiental. 3ª Ed São Paulo:
Saraiva,2005.
4º PERÍODO
MATEMÁTICA FINANCEIRA II – 40 h/a
Ementa:
Capitalização Composta. Valor Futuro de um Montante único. Valor Presente. Taxas.
Prazos. Taxas: Proporcionais, Efetivas, Equivalentes, Unificadas, Real. Série Unifor me
de Pagamentos Postecipadas e Antecipadas. Planos de Amortização e Empréstimos.
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 4 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
PUCCINI, Aberaldo de Lima. Matemática financeira – objetiva e aplicada. 6 ed.
São Paulo: Saraiva, 2009.
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática financeira. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar:
BRUNI,Adriano Leal & FAMÁ,Rubens.Matemática Financeira com HP 12C e
Excel. 2a ed. São Paulo: Editora Atlas ,2003.
DE FRANCISCO. Walter. Matemática Financeira. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 1991
MATHIAS,Washington Franco. Matemática Financeira. 3a ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2002.
MOITA,Cecília Menon. Matemática Financeira. 1a ed. São Paulo:Editora Atlas,
2002.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 50
SILVA, André Luiz Carvalhal. Matemática Financeira Aplicada. 2ª Ed. São Paulo:
Atlas, 2007
GESTÃO DE SERVIÇOS – 80 h/a
Ementa:
Conceito de serviço. Natureza e tipos de serviços. Gestão de serviços. Terceirização,
quarteirização e gestão do nível de serviço. O cliente como consumidor e como
participante do processo de prestação do serviço. Estratégias de crescimento :
reprodução das operações, diversificação, expansão, internacionalização, franquias.
Administrando a operação de serviços. Diferenciando a administração de operações em
serviços de operações industriais. Fluxos, gargalos, layouts, filas e equilíbrio. Obtendo
qualidade na operação. Planejamento e controle da operação de serviços.
Bibliografia Básica:
GIANESI, I. G. N.; CORRÊA, H. L. Administração Estratégica de Serviços Operações para a Satisfação do Cliente. São Paulo: Atlas, 2010.
FITZSIMMONS, J. A.; FITZSIMMONS, M. J. Administração
de Serviços:
operações, estratégia e tecnologia de informação. Porto Alegre: Bookman.
SCHMENNER, R. W. Administração de Operações em Serviços. São Paulo: Futura.
Bibliografia Complementar:
CORRÊA, H. L.; CAON, M. Gestão de Serviços - Lucratividade Por Meio de
Operações e de Satisfação dos Clientes. São Paulo: Atlas, 2010.
CLARK, G.; JOHNSTON, R. Administração de Operações de Serviço. São Paulo:
Atlas, 2011.
GRONROOS, C. Marketing: gerenciamento e serviços. Rio de Janeiro: Campus.
CASAS, A. L. L. Marketing de Serviços. São Paulo: Atlas.
KOTLER, P. Marketing de Serviços Profissionais. Barueri: Manole.
ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES II – 40 h/a
Ementa:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 51
Técnicas de Administração da Produção: MRP, MRP II, Kanban, CAD/CAM,
PERT/CPM. Manutenção Industrial. Planejamento de Processos e Gerenciamento da
Qualidade. Manufatura Just in Time. Cadeia de Suprimentos.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, Marco Antonio de. Administração de Produção e Operações – uma
abordagem prática.Rio de Janeiro: Brasport. 2009. ed 1.424p.
SLACK,N.; et al. Administração da Produção. 2 ed. São Paulo: Atlas,2009.747 p.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2008.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, M.A.Gestores, Gurus e Gênios : suas estratégias administrativas.Rio de
Janeiro: Qualitymark.2004.
MARTINS,P.G.; ALT,P.R.C. Administração de Materiais e Recursos Patrimonia is .
São Paulo: Saraiva, 2001.
BERTAGLIA,P. R. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. São
Paulo: Saraiva,206.509 p.
BALLOU, R. H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais ,
distribuição física. São Paulo:Atlas, 2007.387 p.
MARTINS, Petrônio G. Administração da Produção. São Paulo : Saraiva, 1999.
GESTÃO DE PESSOAS – 80 h/a
Ementa:
Interação entre pessoas e empresas; Pessoas X Pessoas; Ciclo Motivacional; Clima
Organizacional; Estruturas
Organizacionais; A postura do Gestor de Pessoas;
Recrutamento de Pessoas; Seleção de Pessoas; Desenho de Cargos; Treiname nto;
Avaliação do Desempenho Humano; Cargos e Salários; Benefícios; Higiene e
Segurança do Trabalho; Gerenciamento de Mudanças.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas. 8 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008.
MARRAS, J. P. Administração
de Recursos Humanos: do operacional ao
estratégico. 4 ed. São Paulo: Futura, 2009. 332 p.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 52
TACHIZAWA, T.; FERREIRA, V. C. P. FORTUNA, A. A. M. Gestão com Pessoas:
uma abordagem aplicada às estratégias de negócios. Rio de Janeiro: FGV, 2009.
260 p.
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. p. 457 p.
RESENDE, E.; TAKESHIMA, M. L. RH em Tempo Real. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2000. 62 p.
CHIAVENATO, I. Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 1998.
CHIAVENATO, I. Administração de Recursos Humanos: fundamentos básicos. 4
ed. São Paulo: Atlas, 1999. 194 p.
BERGAMINI, C. W. Motivação nas Organizações. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1997. 214
p.
GESTÃO DA QUALIDADE – 40 h/a
Ementa:
Conceitos Básicos de Qualidade e Gestão da Qualidade. Enfoques para Gestão da
Qualidade. Sistemas de Gestão da Qualidade. Custos da Qualidade. Histórico da
Qualidade no Brasil. Ferramentas e técnicas para a Qualidade total e ambiental.
Bibliografia Básica:
DEMING, W. E. Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro:
Saraiva
GIL, A. L. Auditoria da Qualidade. São Paulo: Atlas.
CERQUEIRA NETO, E. P. Gestão da Qualidade: princípios e métodos. São Paulo:
Pioneira.
Bibliografia Complementar:
CARPINETTI, L. C. R. Gestão da Qualidade: conceitos e técnicas. São Paulo:
Atlas.
CARVALHO, M. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: Campus.
PALADINI, E. P. Gestão da Qualidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas.
MIGUEL, P. A. C.; GEROLAMO, M. C.; CARPINETTI, L. C. R. Gestão da
Qualidade ISSO 9001 : 2008. Princípios e Requisitos. 4ª ed. São Paulo: Atlas.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 53
ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL – 40 h/a
Ementa:
Ética Geral, Empresarial e Profissional. Direitos e Deveres. Conselho Federal e
Regional de Administração.
Código de Ética Profissional
do Administrador.
Processos, Infrações e Penalidades; Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social.
Bibliografia Básica:
CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO. Código de Ética dos Profissionais
em Administração. Disponível em http://www2.cfa.org.br/codigo-de-etica.
COUTO, M. F. V. R. Ética nos Negócios: leis e práticas que orientam as
organizações no relacionamento com os seus parceiros. São Paulo: Textonovo,
2003.
PASSOS, E. Ética nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2001
Bibliografia Complementar:
ALENCASTRO, M. S. C. Ética Empresarial na Prática: liderança, gestão e
responsabilidade corporativa. Curitiba: Ibpex, 2010.
ALONSO, F. R.; LÓPEZ, F. G. CASTRUCCI, P. L. Curso de Ética em
Administração. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BENETT, C. Ética Profissional, São Paulo: Cengage, 2008.
PONCHIROLLI, O. Ética e Responsabilidade Social Empresarial. Juruá, 2007.
WARBURTON, N. O Básico da Filosofia. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008.
5º PERÍODO
FINANÇAS CORPORATIVAS – 80 h/a
Ementa:
Conceito de Finanças. Funções Básicas da Administração Financeira. Relacioname nto
da Administração Financeira com a Economia e com a Contabilidade. Relação Custo
Volume Lucro. Resultado Econômico e Resultado Financeiro. Engenharia Econômica.
Financiamento das Atividades Empresariais. Planejamento Financeiro. Avaliação de
Obrigações e Ações.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 54
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Coorporativas e Valor. São Paulo : Atlas, 2009.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo:
Pearson, 2004.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD,
Randolph W.; BRADFORD, Jordan D.
Princípios de administração financeira. São Paulo : Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas Aplicações. 4 ed. São
Paulo : Atlas, 1998.
BRUNI, Adriano Leal & FAMÁ, Rubens. Matemática Financeira com HP 12C e
Excel. 2ª ed. São Paulo : Editora Atlas, 2003.
GITMAN, Lawrence J. & JOEHNK, Michael D. Princípios de Investimentos. São
Paulo: Atlas, 2005.
HAZZAN, Samuel. Matemática Financeira. São Paulo: Saraiva, 2001.
HIRSCHFELD, Henrique. Engenharia Econômica. São Paulo: Atlas, 1998.
MODELAGEM ORGANIZACIONAL – 40 h/a
Ementa:
Fundamentos da organização. Funções Operacionais. Estruturas Organizaciona is.
Novas formas de Organização. Layout. Organização e Reorganização. Arquitetura
Organizacional. Sistemas administrativos. Distribuição do Trabalho. Processamento do
Trabalho. Aproveitamento racional do espaço físico. Gráficos de organização. Manuais
administrativos.
Formulários.
Fluxograma.
Organograma.
Metodologias
para
levantamento.
Bibliografia Básica:
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, Organização e Métodos: Uma
abordagem gerencial. São Paulo: Editora Atlas, 14ª edição, 2009.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização & Métodos. 3ed. São Paulo:Atlas, 2009.
ARAÚJO, Luiz César G. de. Organização, Sistemas e Métodos: e as tecnologias de
gestão organizacional – Vol. I. e Vol. II São Paulo: Editora Atlas. 2009.
Bibliografia Complementar:
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 55
ALVARES, Maria Esmeralda Ballestero. Organização, Sistemas e Métodos. São
Paulo : McgrawHill, 1ª edição, 1991.
ARAÚJO, Luiz César G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as Modernas
Técnicas de Gestão Organizacional. São Paulo: Editora Atlas. 2000. 1ª edição.
SIMCSIK, Tibor. O.M.I.S. – Organização e Métodos. São Paulo: Makron Books,
1993.
CARREIRA, Dorival. Organização, Sistemas e Métodos. São Paulo: Saraiva, 2008.
BALLESTERO-ALVAREZ,M.E. Manual de Organização Sistemas & Métodos. 3
ed. São Paulo: Atlas, 2006.
PESQUISA OPERACIONAL – 80 h/a
Ementa:
Modelagem e resolução de problemas de programação linear: métodos gráfico e
Simplex, resolução de problemas de programação linear com o Solver Excel, análise
de sensibilidade pós-otimização, o problema de transporte e problemas de designação.
Bibliografia Básica:
CORRAR, Luiz J. THEÓPHILO, Carlos Renato. Pesquisa Operacional para decisão
em Contabilidade e Administração. São Paulo: Atlas, 2009.
NEUFELD, John L. Estatística Aplicada à Administração Usando o Excel. São
Paulo: Prentice Hall, 2003.
PASSOS, Eduardo José Pedreira Franco. Programação Linear como instrumento da
Pesquisa Operacional. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística Geral e Aplicada. São Paulo: Atlas,
2006.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões. 3 ed. São
Paulo: Campus, 2008
TAHA, H. A. Pesquisa Operacional. 8 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007.
ANDRADE, E.L. Introdução à Pesquisa Operacional. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2005
ASSAF, Alexandre. SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de
Giro. São Paulo Atlas,2002.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 56
DIREITO – 80 h/a
Ementa:
Noções básicas do Direito público e privado. A lei e o direito. Direito Civil: pessoa
física e pessoa jurídica; capacidade civil; Direito das Obrigações. Contratos –
espécies; Direito das coisas – garantia real. Direitos fundamentais do consumidor;
Noções de direito do Trabalho. Direito Processual Civil: processo de conhecimento e
o processo de execução, competência, citação e intimação, a resposta do réu, a
sentença e recursos. O Juizado Especial Civil.
Bibliografia Básica:
GUSMÃO, Paulo Dourado de, Introdução ao Estudo do Direito. 33ª Ed. RJ: Forense,
2009.
MARTINS, Sérgio Pinto, Instituições de Direito Público e Privado, 6ª edição, São
Paulo: Atlas, 2009.
NADER, Paulo. Introdução ao estudo do direito. 23 ed. rev.e atualizada. RJ: Forense,
2009.
Bibliografia Complementar:
BASTOS, Introdução à teoria do direito. 3ª Ed. RJ: Lumen Juris, 2000.
CRETELLA NETO, José; Cretella Jr., José. 1.000 Perguntas e respostas de Direito
Internacional Público e Privado. 6.ed. Rio de Janeiro: Forense. 2004.
FERRAS JR. Tercio Sampaio. Introdução ao estudo do direito. 3ª Ed. São Paulo:
Atlas, 2001
VILHENA, Paulo Emílio Ribeiro de, Princípios de direito e outros assuntos. Belo
Horizonte: RTM, 1997.
WARAT, Luiz Alberto. Introdução Geral ao Direito, vol. I, II e III. Porto Alegre:
Sérgio Antônio Fabris Jr. Editor. 1994
LEGISLAÇÃO SOCIAL – 40 h/a
Ementa:
Conceitos e fontes do Direito do Trabalho – princípios trabalhistas. Contrato de
trabalho – espécies. Empregado e empregador – características; salário e remuneração.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 57
Direitos fundamentais do trabalhador. Tipos de trabalhador. Prática trabalhista – folha
de pagamento e rescisão contratual.
Bibliografia Básica:
CARRION, V. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo:
Saraiva, 2009.
DELGADO, M. G. Curso de Direito do Trabalho. 6 ed. São Paulo: LTR, 2009.
CASSAR, V. B. Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Impetus, 2009.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, S. P. Direito do Trabalho. 23 ed. São Paulo: Atlas, 2007
BRASIL, Consolidação das Leis do Trabalho, divs.
NASCIMENTO, A. M. Iniciação ao Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2007
FIGUEIREDO, C. M., et. al. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho.
São Paulo: Saraiva, 2002.
FUHRER, M. C. Resumo de Direito do Trabalho. São Paulo: Malheiros, 2003.
6º PERÍODO
ANÁLISE FINANCEIRA E DO CAPITAL DE GIRO – 80 h/a
Ementa:
Conceito de Capital de Giro. Prazos Médios. Ciclo Econômico. Ciclo Operacional.
Ciclo Financeiro. Análise do Capital de Giro. Fluxo de Caixa. As Variáveis do Capital
de Giro: NCG, CDG e ST. Os tipos de Estruturas. Duration.
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, A.; SILVA, C. A. T. Administração do Capital de Giro. 3 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
GUITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. 7 ed. São Paulo: Harbra,
2004.
VIEIRA, M. V. Administração Estratégica do Capital de Giro. São Paulo: Atlas,
2008.
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, A. Finanças Corporativas e Valor. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2008
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 58
GUITMAN, L. J.; MADURA, J. Administração Financeira: uma abordage m
gerencial. São Paulo: Pearson, 2003.
MARION, J. C. Análise das Demonstrações Contábeis: contabilidade empresarial.
2 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
IUDICIBUS, S. Análise de Balanços: análise da liquidez e do endividame nto;
análise do giro, rentabilidade e alavancagem financeira. São Paulo: Atlas, 2008
HOJI, M. Administração Financeira: uma abordagem prática. 3 ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING – 80 h/a
Ementa:
O Papel e o Conceito de Marketing; Visão geral da Administração de Marketing; O
Sistema de Marketing e o Ambiente de Marketing; Planejamento Estratégico de
Marketing: elaboração, implementação e controle; Novas Ferramentas do Marketing,
Pesquisa de Marketing; Segmentação, Posicionamento
e Análise de mercado;
implementação e controle; Marketing de Serviços; Marketing de Relacioname nto.
Marketing Direto; Webmarketing; Gestão Estratégica de Marcas
Bibliografia Básica:
KOTLER, P. Marketing Essencial: conceitos, estratégias e casos. 2 ed. São Paulo:
Pearson, 2007
KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 9 ed. São Paulo: Pearson,
2007
KOTLER, P.; KELLER, K. L. Administração de Marketing: a bíblia do marketing.
12 ed. São Paulo: Pearson, 2007
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, I. Administração de Vendas: uma abordagem introdutória. Rio
de Janeiro: Campus, 2008.
JAY, R. Como Elaborar um Bom Plano de Marketing. São Paulo: Planeta, 2005.
CASAS, A. L. L. Administração de Marketing: conceitos, planejamento e
aplicações à realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2006
AAKER, D. A.; KUMAR, V.; DAY, G. S. Pesquisa de Marketing. 2 ed. São Paulo:
Atlas, 2007
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 59
MALHOTRA, N. K. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. 3 ed. Porto
Alegre: Bookman, 2004
LEGISLAÇÃO EMPRESARIAL – 80 h/a
Ementa:
Noções gerais de Direito Empresarial. O empresário. Estabelecimento empresaria l.
Nome empresarial. Os livros comerciais. As sociedades empresárias e as Sociedades
Simples. Sociedade limitada e sociedade anônima – estudo. Noções gerais de falênc ias
e recuperação de empresas. Títulos de créditos. Contratos empresariais: nacional e
internacional.
Bibliografia Básica:
CAMPINHO, S. O Direito de Empresa à Luz do Novo Código Civil. Rio de Janeiro:
Renovar, 2009.
COELHO, F. U. Manual de Direito Comercial. 15 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 504
p.
FAZZIO, JR. W. Manual de Direito Comercial. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 827 p.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, F. Curso de Direito Comercial. 30 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. 494
p.
REQUIÃO, R. Curso de Direito Comercial. 26 ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 538 p.
BURGARELLI, W. Direito Comercial. 16 ed. São Paulo: Atlas, 2001. 277 p.
MARTINS, F. Curso de Direito Comercial. 23 ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999. 384
p.
FUHRER, M. C. A. Resumo de Direito Comercial. 28 ed. São Paulo: Malheiros
Editores, 2002. 144 p.
ESTRATÉGIAS E JOGOS EMPRESARIAIS – 40 h/a
Ementa:
Jogos não cooperativos com ênfase na modelagem formal e no estudo de exemplos
clássicos com especial atenção para as aplicações em economia industrial, tópicos que
abrangem a definição e o estudo de noções de equilíbrio para jogos estáticos e
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 60
dinâmicos, finitos e infinitos, com informação perfeita, imperfeita, completa e
incompleta, assim como jogos repetidos e estacionários (equilíbrio de Nash, equilíb r io
perfeito em subjogos, equilíbrio de Nash bayesiano, equilíbrio bayesiano perfeito,
equilíbrio estacionário).
Bibliografia Básica:
PORTER, M. Estratégia Competitiva: técnicas para análise da indústria e da
concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 1999
VICENTE, P. Jogos de empresas: a fronteira do conhecimento em administração
de negócios. São Paulo: Makron Books, 2001.
BERNI, D. Teoria dos Jogos – Jogos de estratégia. São Paulo: Reichmann e
Autores, 2004.
Bibliografia Complementar:
GRAMIGNA, M. R. Jogos de empresas e técnicas vivenciais. 2ª Ed. São Paulo:
Pearson, 2007.
KELLER, Kevin Lane; KOTLER, Philip. Administração de Marketing. São Paulo:
Pearson, 2005.
PORTER, M.F. Competição: estratégias competitivas essenciais. 14 ed. Rio de
Janeiro: Campus. 1999, 515 p.
OLIVEIRA, D.P.R. Estratégia Empresarial & Vantagem Competitiva: como
estabelecer, implementar e avaliar. 3 ed. São Paulo : Atlas, 2008. 455 p.
GHEMAWAT, P.A. Estratégia e o Cenário dos Negócios : textos e casos. Porto
Alegre: Bookman, 2008,374 p.
LEGISLAÇÃO FISCAL E TRIBUTÁRIA – 40 h/a
Ementa:
Legislação tributária – conceitos fundamentais: o poder de tributar e competências: os
princípios jurídicos da tributação. Direito Tributário – Normas gerais. Legislação
Tributária.
Vigência
e aplicação. Interpretação.
Obrigação Tributária.
Crédito
Tributário. Administração Tributária. STN – competência tributária – tributos. Forma
de tributação das empresas: Lucro real, presumido, arbitrado e simples nacional.
Bibliografia Básica:
DENARI, Z. Curso de Direito Tributário. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2008
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 61
FABRETI, L.C. Código Tributário Nacional Comentado. 8 ed. São Paulo: Atlas,
2009.
POHLMANN, M. C.; IUDICIBUS, S. Tributação e Política Tributária. São Paulo:
Atlas, 2006
Bibliografia Complementar:
ABREU, A. Gestão Fiscal nas Empresas: principais conceitos tributários e sua
aplicação. São Paulo: Atlas, 2008
FABRETTI, L. C. Direito Tributário para os Cursos de Administração e Ciências
Contábeis. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2009
MACHADO, H. B. Crimes Contra a Ordem Tributária.
2 ed. São Paulo: Atlas,
2009.
MARTINS, S. P. Manual de Direito Tributário. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2006
VELLOSO, A. P. Constituição Tributária Interpretada. São Paulo: Atlas, 2007
7º PERÍODO
ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO E GERÊNCIA DE PROJETOS I – 40 h/a
Ementa:
Planos, programas e projetos. Mercado: tamanho, localização. Engenharia do Projeto.
Inversões, custos e receitas. Financiamento. Modalidades de Financiamentos.
Bibliografia Básica:
SALIM, C. S.; et. al. Construindo Planos de Negócios: todos os passos necessários
para planejar e desenvolver negócios de sucesso. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus,
2003.2 ed. São Paulo: Savaiva, 2005.
XAVIER, C. M. S. Gerenciamento de Projetos: como definir e controlar o escopo
do projeto. 2 ed. São Paulo: Savaiva, 2009.
MATHIAS, W. F.; WOILER, S. Projetos – Planejamento, Elaboração e Análise. 2
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
MAITLAND, I. Como Elaborar um Plano de Negócios. São Paulo: Planeta, 2005.
JAY, R. Como Elaborar um Bom Plano de Marketing. São Paulo: Planeta, 2005.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 62
LUCK, H. Metodologia de Projetos – Uma ferramenta de Planejamento e Gestão.
Rio de Janeiro: Vozes, 2008.
PRADO, D. Planejamento e Controle de Projetos. 6 ed. Nova Lima: INDG, 2004
GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. 7 ed. São Paulo: Harbra,
2002.
COMÉRCIO EXTERIOR – 80 h/a
Ementa: Globalização; GATT e OMC; Modelos de Integração Econômica; Blocos
Econômicos; Barreiras ao Comércio Exterior. Marketing Internacional e Negociações
Internacionais;
Procedimentos
de
Exportação
e
Importação.
Pagamentos
Internacionais; Logística Internacional; Regimes Aduaneiros Especiais.
Bibliografia Básica:
LOPEZ, J. M. C.; GAMA, M. Comércio Exterior Competitivo. 3 ed. São Paulo:
Aduaneiras, 2008.
LARRANAGA,
F. A. Introdução
às Relações Internacionais.
São Paulo:
Aduaneiras, 2008.
VASQUEZ,
J. L. Comércio
Exterior Brasileiro: siscomex importação
e
exportação. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, P. S. Competindo no Comércio Internacional: uma visão geral do
processo de exportação. São Paulo: Aduaneiras, 2008.
KEEDI, S. Transportes, Unitização e Seguros Internacionais de Carga: prática e
exercícios. São Paulo: Aduaneiras, 2007.
NEVES, M. F.; SCARE, R. F.; et. al. Marketing & Exportação. São Paulo: Atlas,
2001.
KEEDI, S. ABC do Comércio Exterior: abrindo as primeiras páginas. São Paulo:
Aduaneiras, 2002.
MALUF, S. N. Administrando o Comércio Exterior do Brasil. São Paulo:
Aduaneiras, 2000.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 63
ANÁLISE DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS – 80 h/a
Ementa:
Custo fixo, lucro e margem de contribuição. Custeio variável. Margem de contribuição,
custos fixos identificados e retorno sobre o investimento. Fixação do preço de venda e
decisão sobre compra ou produção. Relação custo, volume e lucro. Custeio baseado em
atividades (ABC). Custo padrão. Implantação de sistemas e custos.
Bibliografia Básica:
BORNIA, Antônio Cezar. Análise gerencial de custos : aplicação em empresas
modernas. 2ª ed.São Paulo : Atlas, 2009.
DUBOIS, Alexy; KULPA, Luciana; SOUZA, Luiz Érico. Gestão de Custos e
formação de preços :conceitos, modelos e instrumentos. Abordagem do capital de
giro e margem de competitividade. 2ª ed.São Paulo : Atlas, 2009.
SANTOS, Joel J. Contabilidade e análise de custos : modelo contábil, métodos de
depreciação, ABC – Custeio Baseado em Atividades. Análise atualizada de
Encargos Sociais sobre os salários. 5ª Ed. São Paulo : Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
ATKINSON, Anthony A.; BANKER, Rajiv D.,KAPLAN, Robert S.; YOUNG, S.
Mark. Contabilidade Gerencial. 2a Ed. São Paulo : Atlas, 2008.
BRUNI, Adriano Leal & FAMÁ, Rubens. Administração de custos, preços e lucros
: com aplicações na HP 12C e Excel – v-5 ( série desvendando finanças). 3ª ed. São
Paulo : Editora Atlas, 2008
COGAN, Samuel. Custos e Preços : Formação e análise. São Paulo : Thomson,2002.
HANSEN, Don R., MOWEN, Maryanne M. Gestão de custos : contabilidade e
controle. 3 ed.S.P. : Pioneira, 2001.
KAPLAN, Robert S., COOPER, Robin. Custo & Desempenho. São Paulo : Futura,
1998.
WARREM Carl S., REEVE James M., FESS, Philip E., Contabilidade Gerencial. São
Paulo : Pioneira, 2001.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 64
EMPREENDEDORISMO – 40 h/a
Ementa:
Empreendedorismo;
Desenvolvimento
Cultura
de
Empreendedora;
Atitudes
Características
Empreendedoras;
Inovação
e Oportunidades;
e
Criativid ade;
Administração do Crescimento da Empresa; Importância do Plano de Negócios;
Agentes incentivadores do Empreendedorismo.
Bibliografia Básica:
SALIM, C. S.; et. al. Construindo Planos de Negócios: todos os passos necessários
para planejar e desenvolver negócios de sucesso. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus,
2005. 252 p.
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3
ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
DEGEN, R. O Empreendedor: empreender como opção de carreira. 1 ed. São
Paulo: Pearson. 2009. 464 p.
Bibliografia Complementar:
DORNELAS, José Carlos de Assis Empreendedoris mo: Transformando idéias em
negócios. 2ª Ed. São Paulo: Campus, 2005.
MAITLAND, I. Como Elaborar um Plano de Negócios. São Paulo: Planeta, 2005.
99 p.
JAY, R. Como Elaborar um Bom Plano de Marketing. São Paulo: Planeta, 2005.
103 p.
ZACCARELLI, S. B. Estratégia e Sucesso nas Empresas. São Paulo: Saraiva, 2000.
244 p.
DRUCKER, P. Inovação e Espírito Empreendedor: entrepreneurship. 5 ed. São
Paulo: Pioneira, 1998. 378 p.
COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR – 40 h/a
Ementa:
Comportamento do Consumidor e Pesquisa do Consumidor; Como a análise do
consumidor afeta a estratégia de negócios; Processo de Decisão de compra do
consumidor; Determinantes individuais do comportamento do consumidor; Influênc ias
ambientais no comportamento do consumidor (culturais e sociais); Influências do
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 65
marketing no comportamento do consumidor. Ética, responsabilidade social e o outro
lado do comportamento do consumidor e do marketing.
Bibliografia Básica:
BENNETT, P. D. O comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2014..
BLACKWELL, R. D.; MINIARD P.W., ENGEL, J. F. Comportamento
do
Consumidor. Rio de Janeiro: Thomson Learning, 2013
PETER, J. P.; OLSON, J. C. Comportamento do Consumidor e Estratégia de
Marketing. São Paulo: McGraw-Hill, 2014
Bibliografia Complementar:
KARSAKLIAN, E. Comportamento do Consumidor. São Paulo: Atlas, 2008.
KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação
e controle. São Paulo: Atlas, 2014.
LAS CASAS, A. Administração
de Marketing: conceitos, planejamento, e
aplicações à realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2006.
MALHOTRA, N. K. et al. Introdução à Pesquisa de Marketing. São Paulo: Prentice
Hall, 2014.
MYERS, J. H. Gerência de marketing e comportamento
do consumidor.
Petrópolis: Vozes, 2014.
8º PERÍODO
ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO E GERÊNCIA DE PROJETOS II – 40 h/a
Ementa:
Taxa interna de retorno e análise de sensibilidade. Projetos do setor privado e público.
Aspectos administrativos. Estudos de casos. Introdução à análise de projetos.
Bibliografia Básica:
SALIM, C. S.; et. al. Construindo Planos de Negócios: todos os passos necessários
para planejar e desenvolver negócios de sucesso. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus,
2003.2 ed. São Paulo: Savaiva, 2005.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 66
XAVIER, C. M. S. Gerenciamento de Projetos: como definir e controlar o escopo
do projeto. 2 ed. São Paulo: Savaiva, 2009.
MATHIAS, W. F.; WOILER, S. Projetos – Planejamento, Elaboração e Análise. 2
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
MAITLAND, I. Como Elaborar um Plano de Negócios. São Paulo: Planeta, 2005.
JAY, R. Como Elaborar um Bom Plano de Marketing. São Paulo: Planeta, 2005.
LUCK, H. Metodologia de Projetos – Uma ferramenta de Planejamento e Gestão.
Rio de Janeiro: Vozes, 2008.
PRADO, D. Planejamento e Controle de Projetos. 6 ed. Nova Lima: INDG, 2004
GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. 7 ed. São Paulo: Harbra,
2002.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – 80 h/a
Ementa:
O Ambiente Empresarial. Definições e importância do Planejamento Estratégico, tático
e operacional; Análise das mudanças de mercado; Análise Ambiental; Conceito de
Estratégia; Construção do Planejamento Estratégico: negócio, visão, missão, objetivos,
estratégias e planos de negociação. Matriz GUT, SWOT e Balanced Scorecard.
Bibliografia Básica:
GHEMAWAT,P.A. Estratégia e o Cenário dos Negócios : textos e casos. Porto
Alegre : Bookman, 2008,374 p.
OLIVEIRA,D.P.R. Estratégia Empresarial & Vantagem Competitiva : como
estabelecer, implementar e avaliar. 3 ed. São Paulo : Atlas, 2008. 455 p.
MINTZBERG, Henry., QUINN, James Brian. O Processo da Estratégia. 3 ed. Porto
Alegre : Bookman, 2001.
Bibliografia Complementar:
THOMPSON JR., A.A.; STRICKLAND III,A. J. Planejamento Estratégico :
elaboração, implementação e execução. São Paulo: Pioneira, 2000. 431 p.
ZACCARELLI, S. B. Estratégia e Sucesso nas Empresas. São Paulo:Saraiva, 2000.
244 p.
TAVARES, M.C. Gestão Estratégica. São Paulo:Atlas, 2000, 398 p.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 67
PORTER,M.F. Competição: estratégias competitivas essenciais. 14 ed. Rio de
Janeiro : Campus. 1999, 515 p.
WRIGHT, P .; KROLL,M. J.; PARNELL, J. Administração Estratégica : conceitos.
São Paulo : Atlas, 2000.433p.
GESTÃO DE VENDAS DE BENS E SERVIÇOS – 80 h/a
Introdução a Administração de Vendas; Pontos de paridades e diferenças entre MKT e
Vendas; Comportamento do Consumidor; Estudo dos Clientes; Mercadologia; Mix
Mercadológico na área de vendas; Código de Defesa do Consumidor; Visual
Merchandising; Vitrinismo; Técnicas de Vendas e Negociação.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I. Administração de Vendas: uma abordagem introdutória. Rio de
Janeiro: Campus. 4º edição – São Paulo: Saraiva, 2005.
CASAS, A. L. L. Administração de Vendas. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2005.
Bibliografia Complementar:
MEGIDO, J. L. T.; SZULCSEWSKI, C. J. Administração Estratégica de Vendas e
Canais de Distribuição. São Paulo: Atlas, 2007.
GUERRA, P. Administração de vendas: o passo para a gerência. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2007.
COBRA, M. Administração de vendas. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2007
PLANO DE NEGÓCIOS – 80 h/a
Plano de Negócios. Definição e Estruturação. Taxinomia dos itens do plano finance iro;
Estrutura do plano financeiro; Indicadores de Viabilidade Econômico- financeira.
Bibliografia Básica:
DEGEN, Ronald - O EMPREENDEDOR – Como diferencial de Carreira ROSA, Cláudio Afrânio. Como elaborar um Plano de negócio. Belo Horizonte :
Sebrae/MG, 2005.
DORNELAS, José Carlos de Assis Empreendedorismo: Transformando idéias em
negócios. 2ª Ed. São Paulo: Campus, 2005.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 68
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do
capital de giro. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
GITMAN, Lawrence J; MADURA, Jeff. Administração Financeira: Uma abordagem
Gerencial. 10ºed. São Paulo: Pearson, 2003.
HOJI, Masakasu. Administração Financeira: Uma abordagem Prática. 4.ed.São Paulo:
Atlas, 2003.
3.3.1. DISCIPLINAS OPTATIVAS
Estão contempladas neste Projeto Pedagógico duas disciplinas optativas, devidame nte
denominadas de I e II, com 40 horas/aula cada uma. Visto o perfil do alunato da
FACECA, Faculdade Cenecista de Varginha, a legislação vigente e o perfil esperado pelo
mercado, a seguinte divisão é proposta:
Disciplina Optativa I – 40 h/a
Inglês Instrumental I
Libras
Gestão Pública
Disciplina Optativa II – 40 h/a
Inglês Instrumental II
Agronegócio
Processo Decisório
3.4 COLEGIADO DE CURSO
O Colegiado de Curso é formado pelo seu Coordenador e pelos professores das
disciplinas, sendo que todos têm grande experiência profissional e no magistério. Quanto
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 69
à sua formação acadêmica, todos têm formação nas áreas de atuação e, a grande maioria,
pós-graduação stricto sensu.
No quadro abaixo apresenta-se a identificação
destes profissionais,
estando a
documentação probatória da experiência e formação, nas pastas de cada um:
Professores do Curso de Administração
Professores
Acácio Ponciano Rodrigues
Carlos Manoel Frade
Cássio Paulo de Castro
Claudio Vilela Rodrigues
Daniel Prado Júnior
Dellany Petrin Pinho Faustino
Diego Henrique Pereira
Fábio Luiz de Carvalho
Flávio Marcelo de Carvalho Silva
Francisco Fabiano Diniz Junior
Guilherme Marques Pereira
Joaquim Donizeti Crepaldi
José Christiano Villas Boas
Juliano Cornélio
Lilian Maria Ribeiro Conde
Marcos Fuzatto Ferreira
Matusalém Vieira Martins
Mayra Reis Jordão David Silva
Reginaldo da Silva Souza
Rosa Maria Mendonça Costa Araújo
Tarcísio Cabral Domingues
Terezinha Richartz Santana
Titulação
Mestre
Regime
Exper.
Exper.
de
Profiss.
Magist.
Trabalho
(+2anos)
(+2anos)
Integral
Sim
Sim
Mestre
Horista
Sim
Sim
Especial.
Parcial
Sim
Sim
Doutor
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Horista
Sim
Sim
Especial.
Parcial
Sim
Sim
Especial.
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Integral
Sim
Sim
Mestre
Integral
Sim
Sim
Especial.
Horista
Sim
Sim
Mestre
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Horista
Sim
Sim
Mestre
Parcial
Sim
Sim
Especial.
Horista
Sim
Sim
Doutora
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Horista
Sim
Sim
Mestre
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Horista
Sim
Sim
Doutor
Parcial
Sim
Sim
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 70
Valéria Sarto Silva Lacerda
Especial.
Parcial
Sim
Sim
Mestre
Integral
Sim
Sim
Especial.
Horista
Sim
Sim
Doutor
Integral
Sim
Sim
Valessa Mesquita Oliveira Valeriano
Wadson Silva Camargo
Zionel Santana
Quanto às disciplinas, apresenta-se o quadro abaixo:
Relação Professor x Disciplina
Professores
Disciplina x período
1º
2º
Acácio Ponciano Rodrigues
ECO-I
Carlos Manoel Frade
CGE
Cássio Paulo de Castro
3º
4º
GEA
QUA
5º
6º
7º
8º
ECOII
CCT
ADO-I
ADOII
Claudio Vilela Rodrigues
EST-I
EST-II
TEA
TEO
MAF-I
Daniel Prado Júnior
Dellany Petrin Pinho Faustino
MAF-
EAP -I
II
GES
EAP II
MOR
EJO
Diego Henrique Pereira
EMP
GVB
ACF
Fábio Luiz de Carvalho
LOG
Flávio Marcelo de Carvalho Silva
Francisco Fabiano Diniz Junior
MAT-
MAT-
I
II
EJO
FIC
P LE
OP T-
ACG
II
Guilherme Marques Pereira
LSO
Joaquim Donizeti Crepaldi
GEP
José Christiano Villas Boas
P SI
Lilian Maria Ribeiro Conde
Marcos Fuzatto Ferreira
LFT
EST-I
Matusalém Vieira Martins
MAT-
P EO
II
MKT
Mayra Reis Jordão David Silva
Reginaldo da Silva Souza
Rosa Maria Mendonça Costa Araújo
CCO
CEX
P NE
MP C
DIR
Tarcísio Cabral Domingues
LEM
MP C
SOC
Terezinha Richartz Santana
CEX-I
Valéria Sarto Silva Lacerda
II
TEC
Valessa Mesquita Oliveira Valeriano
Wadson Silva Camargo
Zionel Santana
CEX-
ASI
OP T-I
SOC
FIL
ETL
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 71
3.5. CURRÍCULO DO CORPO DOCENTE
Apresenta-se, abaixo, o código do Currículo Lattes do corpo docente
PROFESSOR
Acácio Ponciano Rodrigues
Carlos Manoel Frade
Cássio Paulo de Castro
Claudio Vilela Rodrigues
http://lattes.cnpq.br/2694298048419596
http://lattes.cnpq.br/9671456981982463
http://lattes.cnpq.br/9104050816558149
http://lattes.cnpq.br/1344094440098169
http://lattes.cnpq.br/1269978099154189
Daniel Prado Júnior
Dellany Petrin Pinho Faustino
Diego Henrique Pereira
Fábio Luiz de Carvalho
Flávio Marcelo de Carvalho Silva
Francisco Fabiano Diniz Junior
Guilherme Marques Pereira
Joaquim Donizeti Crepaldi
José Christiano Villas Boas
http://lattes.cnpq.br/3715575273622571
http://lattes.cnpq.br/6203332755709479
http://lattes.cnpq.br/7473678307504043
http://lattes.cnpq.br/0262536191630453
http://lattes.cnpq.br/5878771142947819
http://lattes.cnpq.br/0065608000255894
http://lattes.cnpq.br/0784173203916265
http://lattes.cnpq.br/2963310959269255
http://lattes.cnpq.br/2767617568284050
Juliano Cornélio
Lilian Maria Ribeiro Conde
Marcos Fuzatto Ferreira
Matusalém Vieira Martins
Mayra Reis Jordão David Silva
Reginaldo da Silva Souza
Rosa Maria Mendonça Costa Araújo
Tarcísio Cabral Domingues
Terezinha Richartz Santana
Valéria Sarto Silva Lacerda
Valessa Mesquita Oliveira Valeriano
Wadson Silva Camargo
Zionel Santana
LATTES
http://lattes.cnpq.br/0795971688414612
http://lattes.cnpq.br/3593621453850040
http://lattes.cnpq.br/4486106592674118
http://lattes.cnpq.br/7930131079963536
http://lattes.cnpq.br/8417396482700180
http://lattes.cnpq.br/2937109645441403
http://lattes.cnpq.br/7719466373978115
http://lattes.cnpq.br/9610707436484070
http://lattes.cnpq.br/7237851971628639
http://lattes.cnpq.br/4452224489141895
http://lattes.cnpq.br/5492416183780882
http://lattes.cnpq.br/0835846087696280
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 72
3.6 FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE
O curso de Administração prevê projetos e atividades interdisciplinares que são
desenvolvidas no intuito de desenvolver a completa formação do discente. Propiciam ao
discente aplicar, na prática, os conceitos teóricos assimilados durante o curso. Tais
atividades têm como objetivos:

a assimilação de conhecimentos;

a apropriação desses conhecimentos, por meio de ações práticas;

a transferência do conhecimento para situações-problema;

a criação de novas visões e interpretações para problemas reais.
Apresentam-se, abaixo, os projetos que permitem a realização da interdisciplinaridade:
3.6.1 - CONGRESSO DE INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA – CONIC
O CONIC é um projeto desenvolvido na Faceca desde 2000, também pelos alunos dos
primeiros períodos do Cursos de Administração. Nessa atividade, os alunos devem
elaborar e apresentar um artigo científico, sendo que cada grupo de alunos é coordenado
por um professor orientador, e os trabalhos incorporam conceitos das disciplinas da 1ª
série, tais como: Teoria da Administração, Contabilidade Geral, Economia, Sociologia,
Filosofia, entre outras.
Haja visto a implantação da semestralidade, o aluno deve, no primeiro período, elaborar
seu projeto de pesquisa, para que, no segundo período, confeccione o artigo científico
final.
Tal Congresso não se justifica apenas pela interdisciplinaridade, mas pela importânc ia
que a IES atribui à pesquisa científica.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 73
3.6.2 - PROJETO DE INTEGRAÇÃO COMUNITÁRIA - (3º e 4º PERÍODOS)
Os Projetos de Integração
Comunitária
realizados
pelos alunos do Curso de
Administração da FACECA objetivam, por meio da interdisciplinaridade, proporcionar
aos alunos a vivência de um trabalho em equipe, para o qual será necessário criar, liderar,
tomar decisões, estabelecer prioridades, distribuir tarefas, administrar o tempo, cooperar,
agir de forma integrada, usar mecanismos de comunicação, administrar custos, estudar as
viabilidades econômicas, elaborar estratégias organizacionais e utilizar ferramentas de
gestão.
Também, devido à execução desses projetos ficar a cargo dos alunos dos 3º e 4º períodos,
os discentes precisam se basear nas teorias ministradas nesses períodos, para o sucesso
das seguintes atividades: Casamento Comunitário, Projeto Felicidade, Semeando o
Futuro nas cidades de Varginha, Três Corações, Três Pontas e Elói Mendes. Dessa forma,
além da interdisciplinaridade, os alunos trabalham a questão da Responsabilidade Social
e sua importância.
Salienta-se, ainda, que essa não é uma atividade apenas teórica. Todos os projetos acima
listados (bem como os demais) têm, em sua culminância, o envolvimento da comunidade
de Varginha e região. Por exemplo: com relação ao Casamento Comunitário, há a escolha
de casais, as parcerias visando ao preparo dos noivos e decoração da Igreja, bem como o
casamento em si. Tal atividade requer o planejamento e a execução do evento, no qual os
alunos colocam em prática o gerenciamento de custos, de equipes, a divulgação do
evento, o uso das diversas teorias da Administração, entre outras.
3.6.3 - PROJETO EMPREENDEDORISMO - (7º E 8º PERÍODOS)
Para todo empreendedor e para todo o profissional que deseja ser bem sucedido no
contexto empresarial, tornou-se uma necessidade estudar e compreender o que é um Plano
de Negócios, seus objetivos, sua estrutura, suas aplicações e como deve ser elaborado ,
seguindo-se uma metodologia estudada e aplicada por diversos especialistas.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 74
Desenvolver essa capacidade tem-se tornado ainda mais importante à medida que o
processo de globalização resulta em um mercado altamente competitivo, no qual as
oportunidades e os riscos crescem em ritmo exponencial, potencializando
também as
ameaças.
Nos dias atuais e com esse cenário, o mercado convida à ousadia, mas requer muita
cautela. No mundo dos negócios, o gerenciamento exige planejamento, capacidade de
gestão, análise estratégica, persistência, comprometimento e fontes de financiame nto,
elementos estes que ajudam a integrar um Plano de Negócio.
Devendo ser um Plano de Negócios a “primeira criação” do empreendedor, a elaboração
de um desses é a atividade interdisciplinar prevista para os últimos períodos do Curso de
Administração. É importante salientar que o desenvolvimento dessa atividade permitirá
ao aluno tomar decisões estratégicas e analisar a viabilidade de uma nova empresa, seja
esta econômica, financeira, técnico ou mercadológica.
Constitui-se, portanto, uma
excelente ferramenta, que permite ao aluno aliar a teoria à prática.
Após a elaboração do Plano de Negócios, sua viabilidade é apresentada na Feira do
Empreendedor, momento em que a comunidade acadêmica e empresarial é convidada
para assistir à apresentação dos trabalhos dos alunos do Curso de Administração da
FACECA.
3.7 MODELOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA
A Faceca prioriza as atividades que integram a teoria à prática. Portanto, as seguintes
atividades, além de trabalharem a interdisciplinaridade, propiciam a vivência dos
conteúdos propostos em sala de aula:

Projeto de Integração Comunitária

Projeto Empreendedorismo

Projetos Integradores
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 75
Por fim, a maior integração entre a Teoria e a Prática realizada pelo aluno do Curso de
Administração reside no Estágio Supervisionado. Durante 300 horas, o discente está em
contato com a prática de determinada empresa, podendo presenciar, dia após dia, a
aplicação da teoria. Ao final desse Estágio Supervisionado, o aluno deve ser capaz de
realizar sugestões, tanto à FACECA, quanto à empresa estagiada, finalizando essa etapa
da sua formação profissional.
3.8 INCENTIVO À PESQUISA E À INICIAÇÃO CIENTÍFICA
3.8.1 – CONGRESSO REGIONAL DE INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA –
CONIC
Essa atividade tem por objetivo desenvolver, nos alunos, a capacidade de pesquisar. Tem
como público-alvo alunos e professores de graduação e pós-graduação, bem como a
comunidade. Esse projeto, comum a todos os cursos da FACECA, visa desenvolver,
principalmente, nos alunos das primeiras séries, a complementação de sua formação
acadêmica, por meio do desenvolvimento de sua capacidade de pesquisa.
Os projetos são apresentados para a comunidade no Congresso de Iniciação Científica da
FACECA (CONIC) ou no Congresso Regional (CCR) e os melhores artigos são
publicados na Revista de Iniciação Científica da FACECA.
Registra-se, assim, que a Iniciação Científica também é incentivada em todos os demais
anos do Curso de Administração, sendo que tal incentivo, no 8º período, dá-se pelo
Trabalho de Curso – TC.
3.8. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DOS ESTUDANTES E DO CURSO
3.8.1 - AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM
3.8.1.1 - CRITÉRIO DE PONTUAÇÃO
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 76
O critério de pontuação para o curso de Administração é o seguinte:
ETAPAS
MESES
AVALIAÇÃO TRABALHOS,
TOTAL DE PONTOS
ATIVIDADES
1º
FEV /
POR ETAPA
100
100
100
100
MAR/ABR
2º
MAI / JUN
/JUL
3º
TODOS
100
100
3.8.1.2 CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO
O Critério para Aprovação do Curso de Administração é o seguinte:
 Mínimo de 70 pontos para aprovação direta;
 com 50 a 69 pontos, o aluno tem direito a uma prova especial, cuja soma dos
pontos anteriores mais a prova especial deverá dar uma média aritmética de, no
mínimo, 50 pontos;
 com menos de 50 pontos, o aluno está reprovado na disciplina;
 as reprovações poderão ocorrer por notas ou infrequência (faltas).
Obs.: Considerando-se a média aritmética das três etapas:
EXEMPLO:
a) Aluno aprovado sem a Prova Especial
Bimestres
Pontos:
1ª
2ª
3ª
ETAPA
ETAPA
ETAPA
80
70
90
TOTAL
MÉDIA
ARITM.
240
80
*** Aluno aprovado sem Prova Especial ***
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 77
b) Aluno em prova final
Bimestres
1ª
2ª
3ª
ETAPA
ETAPA
ETAPA
70
50
60
Pontos:
TOTAL
MÉDIA
ARITM.
180
60
*** Para a sua aprovação com prova final, o aluno deverá tirar
nessa, no mínimo, 40 pontos, pois (60 + 40)/2 = 50***
Se a média aritmética acima tiver como resultado uma nota inferior a 50 pontos,
o aluno está reprovado.
c) Aluno com reprovação direta
Bimestres
1ª ETAPA 2ª ETAPA 3ª ETAPA
TOTAL
MÉDIA
ARITM.
Pontos:
30
30
60
120
40
**Aluno reprovado na disciplina – não tem direito à Prova Especial**
3.8.1.3 APROVAÇÃO, REPROVAÇÃO E DEPENDÊNCIA
O critério para aprovação, reprovação e dependência está definido da seguinte forma:

É promovido ao período seguinte o aluno aprovado em todas as disciplinas do
período cursado, admitindo-se ainda a promoção com dependência em até 2(duas)
disciplinas, independentemente do período. A promoção de alunos, com 03 ou 04
dependências, fica a critério da análise da Coordenação, considerando a
importância daquelas disciplinas para o aproveitamento nas séries posteriores.

O aluno promovido
obrigatoriamente,
e em regime de dependência deverá matricular- se,
no período seguinte e nas disciplinas de que depende,
observando-se, no novo período a compatibilidade dos horários, bem como
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 78
aplicando-se as mesmas exigências de frequência, aproveitamento e outros
aspectos, conforme itens constantes neste projeto.

Na impossibilidade de atendimento ao item anterior, quanto à compatibilidade de
horário, cabe ao aluno solicitar à Direção da FACECA, matrícula em regime
especial, para o cumprimento das disciplinas envolvidas, cabendo à IES definir os
critérios e as condições de oferta de cada disciplina.

O aluno reprovado em mais de 4(duas) disciplinas deverá repetir a série que
cursava, sendo todavia, dispensado das disciplinas nas quais tenha obtido
aprovação.

O aluno estará impedido de se matricular no período seguinte, quando as
disciplinas em dependências forem superiores a 4(duas), independente do período
cursado, devendo nesse caso, matricular-se somente em regime de dependência
em horário normal de aulas, conforme calendário acadêmico ou aos sábados,
mediante aprovação da Direção da Instituição.

Assim sendo, o aluno que não tenha regularizado sua(s) dependência(s), ou que
tenha sido reprovado em quaisquer das disciplinas do último período, deverá, no
ano subsequente, matricular-se na(s) mesma(s), para conclusão de seu curso e
obtenção de seu diploma.
3.8.1.4 TRABALHO EFETIVO DISCENTE – TED
Registra-se a realização do Trabalho Efetivo Discente – TED. Tal atividade, a ser
realizada pelos alunos, fora do horário escolar, visa à fixação do conteúdo e à melhor
formação de nossos alunos.
Esse Trabalho Efetivo Discente (TED) constitui-se uma questão proposta pelo professor,
normalmente em complemento ao conteúdo ministrado em sala de aula. A mesma, que
pode ser trabalhada de forma interdisciplinar, deve ser proposta pelo Docente em todas
as suas aulas e devidamente registrada no Diário de Classe.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
Página 79
3.9 FORMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO
Atualmente, de acordo com a Lei Nº 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2005, publicada no
Diário Oficial da União, a FACECA instituiu a Comissão Própria de Avaliação – CPA,
visando adequar seus procedimentos de avaliação às exigências do Ministério da
Educação. A CPA não tem como objetivo apenas o cumprimento da Lei acima
mencionada, mas busca também promover a autoavaliação, de modo que essa IES possa
balizar suas ações em busca da melhoria contínua de seus cursos e da formação de seus
alunos. Constitui-se, portanto, uma ferramenta utilizada visando atingir a qualidade total
em um mercado educacional competitivo.
Ocorrem periodicamente reuniões da CPA, sendo a mesma composta por representantes
do Corpo Docente, Discente, Técnico-Administrativo e da Comunidade civil.
As avaliações internas são realizadas sob os seguintes aspectos:

Direção avalia Coordenadores.

Coordenadores avaliam Corpo Docente.

Coordenadores avaliam Direção.

Corpo Docente avalia Corpo Técnico-Administrativo.

Corpo Docente avalia Infraestrutura.

Corpo Docente avalia Coordenadores.

Corpo Docente avalia Corpo Discente de modo geral.

Corpo Docente se autoavalia.

Corpo Discente avalia Coordenadores.

Corpo Discente avalia Corpo Docente.

Corpo Discente avalia Corpo Técnico-Administrativo.

Corpo Discente avalia Infraestrutura.

Corpo Discente se autoavalia.

Corpo Técnico-Administrativo avalia a Direção e se autoavalia.

Comunidade Civil representativa avalia Imagem percebida da Faceca.

Egressos avaliam Curso frequentado e sua posição profissional atual.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
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O papel do Corpo Docente e do Corpo Discente nas avaliações é primordial, sendo que o
Docente deve participar, incentivando e facilitando o acesso do Corpo Discente aos
instrumentos de avaliação. A FACECA acredita que a participação dos acadêmicos é vital
para a identificação de possíveis desvios, bem como de pontos a serem melhorados.
3.10 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A Faculdade Cenecista de Varginha – FACECA é uma Instituição voltada integralme nte
aos anseios de seus acadêmicos e colaboradores.
Dessa forma e por meio de uma administração inovadora, busca, de maneira eficiente e
eficaz, possibilitar o ingresso do acadêmico ao ambiente organizacional pela realização
do Estágio Supervisionado.
Essa atividade,
proposta pela IES, encontra-se em
consonância com a proposta das Diretrizes Curriculares do MEC, estabelecidas por meio
da Resolução N°4, de 13 de Julho de 2005.
Tais Estágios Supervisionados deverão ser realizados mediante convênios, em diferentes
instituições públicas ou privadas, a fim de que o acadêmico possa vivenciar situações
profissionais concretas, que favoreçam sua atuação no contexto social em que estará
inserido como Administrador ou Contador.
Salienta-se, por fim, que o Estágio possui regulamentação própria aprovada pelo
Conselho Superior Acadêmico, que se encontra no anexo 02 deste Projeto.
3.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades Complementares do curso de Administração da FACECA, como parte
integrante do currículo, incluem 200 (duzentas) horas de atividades extraclasse,
relevantes para a formação do aluno de Administração e deverão ser realizadas ao longo
do curso.
FACECA
Projeto Pedagógico do Curso de Administração
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A FACECA considera como Atividade Complementar:

A participação dos alunos em projetos de iniciação científica, com a inscrição de
artigos científicos, tanto nos eventos da FACECA, como CONIC e Congresso de
Iniciação Científica, bem como nos eventos de outras instituições.

A participação em projetos de pesquisa na área de concentração do curso –
envolvendo a publicação e apresentação de artigos científicos.

Atividades de monitoria de ensino, voluntária ou remunerada.

A participação do aluno em eventos e cursos, na área do conhecimento em que se
enquadra o curso ou áreas afins.

A publicação de trabalhos em Anais de eventos científicos e de ensaios ou artigos
em periódicos especializados.

A participação em viagem técnica de estudos e visitas a plantas industriais.

A participação em eventos comunitários,
como o Projeto de Integração
Comunitária.

A organização e elaboração de Projetos de Extensão.
Somente serão computadas as cargas horárias cumpridas em atividades compatíveis com
os objetivos do curso e com o perfil profissional, ambos definidos no Projeto Pedagógico
(vide o Regulamento no anexo 3 deste Projeto).
3.11. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é formado por um corpo de professores que têm
o compromisso de reunir-se com a presença de pelo menos dois terços de seus membros,
para discutirem as atividades que correspondem ao processo ensino-aprendiza ge m
relativas ao Curso. Com esse propósito, o grupo formado por quatro docentes e o
coordenador do curso auxilia na estruturação e no contínuo aprimoramento do Projeto
Pedagógico do Curso de Administração, e compromete-se a se encontrar, mensalme nte,
em espaço destinado para esse fim.
Os professores membros do NDE são:
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Flávio Marcelo de Carvalho Silva – Coordenador
Guilherme Marques Pereira – Docente
Mayra dos Reis Jordão – Docente
Valéria Sarto Silva Lacerda – Docente
Diego Pereira – Docente
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4 INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE O CURSO
4.1 - OUTROS PROJETOS E AÇÕES
4.1.1 MONITORIAS E NIVELAMENTO
As monitorias constituem-se em aulas de reforço, cujo principal objetivo é solucionar
déficits de aprendizado, proporcionando um maior aprofundamento dos conteúdos e,
como consequência, um menor índice de reprovação. As necessidades de monitor ias
podem ser levantadas tanto pelos professores das disciplinas, quanto pela Coordenação
de Curso e são trabalhadas por alunos que se destacaram nas mesmas. Salienta-se que as
mesmas são trabalhadas sem nenhum custo adicional aos alunos.
4.1.2 - ATENDIMENTO EXTRACLASSE
O atendimento extraclasse aos alunos é realizado, na FACECA, pelo Coordenador de
Curso, pelos professores membros do Núcleo Docente Estruturante e pelo Núcleo de
Apoio ao Estudante, NAE.
O NAE oferece, ao aluno, apoio psico-pedagógico, cujo atendimento é feito de modo
personalizado e individual, mediante a prática de “portas abertas”, onde cada aluno pode,
sem prévia marcação, apresentar suas dúvidas.
4.1.3. CURSOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
Para o ano letivo de 2012, os seguintes Cursos de Extensão Universitária serão propostos:

Inglês.

Oratória.

HP12C.

Excel Avançado.

Departamento Pessoal.
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
Libras.
Quanto à oferta do Curso de Extensão em Libras, este visa atender ao Decreto No 5.626,
de 22 de dezembro de 2005, que institui, no Artigo 3º, Parágrafo 2º, Libras enquanto
disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior.
O mesmo será ofertado aos sábados, tanto para os alunos da Faceca quanto para a
comunidade varginhense.
Ementa:
Embasamentos legais que instituem o Ensino da Língua Brasileira de Sinais como
segunda língua no País. Processos cognitivos, linguísticos e metodológicos da Língua
Brasileira de Sinais. Vocabulários e atividades práticas de LIBRAS.
Referências Bibliográficas
 BOTELHO, Paula. Linguagem e Letramento na Educação dos Surdos .
Autêntica, 2005.
 CAPOVILLA, Fernando César e RAPHAEL, Walquíria Duarte. Dicionário
Enciclopédico Ilustrado Trilíngue – LÍNGUA DE SINAIS BRASILEIRA.
Volume I e II. Editora da Universidade de São Paulo. 2008.
 QUADROS, Ronice Muller de. & KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais
Brasileira: Estudos Lingüísticos,. Artmed, 2004.
Ainda, outros cursos de Extensão Universitária poderão ser oferecidos caso seja
observada uma demanda pelos mesmos.
4.1.4 OUTRAS ATIVIDADES:
Durante o ano letivo, várias atividades são previstas, visando à complementação da
formação do aluno de Administração, a saber:
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
FÓRUM DE ADMINISTRAÇÃO, realizado em parceria com o Conselho
Regional de Administração de Minas Gerais.

SEMANA DA ADMINISTRAÇÃO, realizada no mês de setembro, em
homenagem ao Dia do Administrador.

FEIRA DO EMPREENDEDOR: coordenada pelo Professor Titular
da
disciplina de TCC, onde há a apresentação dos Planos de Negócios desenvolvidos
durante o ano letivo.
4.2. INTEGRAÇÃO ENTRE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO
Entende-se que a formação continuada dos profissionais de Administração é de suma
importância para a consolidação das competências necessárias ao exercício da profissão.
Nesse sentido, a Faculdade Cenecista de Varginha, ao criar o MBA em Gestão, traz a seus
alunos e todos os profissionais da área uma oportunidade de maior qualificação.
Para isso, tem-se incentivado os alunos a cursarem a pós-graduação, por meio de um
programa de distribuição de bolsas, que visa contemplar tanto os ex-alunos quanto
aqueles que se destacam durante o curso de graduação. Ainda com o intuito de integrar a
graduação e a pós-graduação, destaca-se a escolha dos núcleos de pesquisa específicos ao
complemento da formação do Gestor.
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5. ANEXOS
Anexo 1
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
1 – O Estágio
Estabelecido pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Administração,
instituídas pela Resolução nº 4, de 13 de julho de 2005, o Estágio Curricular
Supervisionado
é um “componente
curricular
direcionado
à consolidação
dos
desempenhos profissionais desejados inerentes ao perfil do formando”.
A própria resolução nº 4 estabelece que cada IES deve aprovar seu regime nto,
com suas diferentes modalidades de operacionalização. Dessa forma, o Colegiado do
Curso de Administração da FACECA, baseado na legislação específica, estabelece que o
Estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida
cidadã e para o trabalho. Portanto, o Estágio Supervisionado constitui-se um trabalho de
campo, cujas atividades práticas são realizadas a partir de uma fundamentação teórica
adquirida, previamente ou simultaneamente, durante o curso, sendo, portanto, uma
complementação e enriquecimento da formação acadêmica do aluno.
O Colegiado do Curso de Administração da FACECA acredita que, por parte da
empresa, esta pode obter muitas vantagens com a utilização de estagiários, pois esses
chegam com uma bagagem teórica e com muita vontade de aliá-la à prática, para
desenvolver os seus trabalhos. Apesar de não existir vínculo empregatício entre a empresa
e o estagiário, sua relação é regida por legislação especial.
2 – O estagiário
É o aluno devidamente matriculado no Curso de Administração, que:
A) Exerce atividades profissionais relacionadas com o seu curso, como empregado
ou empresário.
B ) Consegue uma oportunidade de estágio nas áreas de especialização de seu curso.
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A) Realiza atividades correlatas na FACECA Jr. .
3 – Carga horária
Mínima de 300h, podendo-se iniciar a partir do 2º semestre da 2º série.
4 – Relatórios de Estágio - parciais e final
O estagiário deverá apresentar o Relatório Final em 3 vias (uma original + duas
cópias xérox), conforme data definida pela FACECA. Esse relatório deverá ser
protocolado na sala da Coordenação do Curso.
Relatórios
parciais
poderão ser solicitados,
conforme
a necessidade do
Coordenador do projeto de Orientação da Pesquisa Científica, criado com a finalidade de
auxiliar o aluno na elaboração do seu Relatório de Estágio.
5 - Orientação de Estágio (professor-orientador)
As orientações de estágio ficarão a cargo dos professores de cada curso. Os alunos
estagiários serão divididos por áreas de competência. Cada área ficará a cargo de um
professor orientador que deverá acompanhar o processo de elaboração dos relatórios de
estágio desses alunos. Esses professores também serão responsáveis pela primeira
avaliação (nota) do relatório final de estágio.
6 - Avaliação do estágio
Todos os alunos estagiários deverão apresentar os seus Relatórios de Estágio para
Bancas Examinadoras, compostas por professores da área e convidados (profissionais de
empresas da cidade e região).
Serão considerados aprovados os alunos que obtiverem, dentro dos 100 pontos
possíveis, no mínimo, 70 (setenta) em cada etapa do estágio, distribuídos da seguinte
forma:

70 (setenta) pontos – avaliação do relatório final de estágio (Pasta de Estágio –
Responsável pela avaliação: Professor-orientador).

70 (setenta) pontos – avaliação da defesa do aluno (Apresentação Oral –
responsável pela avaliação: Banca Examinadora). A nota final será obtida por
meio de uma média das notas individuais dos avaliadores.
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Projeto Pedagógico do Curso de Administração
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Observações:
A. Poderão ser solicitadas correções no relatório de estágio, mesmo que o aluno
obtenha 70 pontos em cada etapa e seja aprovado.
B. O aluno que não atingir o total de 70 pontos, na primeira apresentação, deverá
reapresentar a sua Pasta de Estágio, para uma segunda Banca Avaliadora,
conforme data estipulada pela Coordenação.
C. Não existe a possibilidade de o aluno eliminar a apresentação oral do relatório de
estágio. Os dois itens (Relatório e Apresentação Oral) são obrigatórios.
D. O não-cumprimento desse requisito impede que o aluno cole grau.
7 - Reprovação de Estágio
O aluno será considerado reprovado em qualquer uma das seguintes situações:
A. O estágio não foi realizado dentro de áreas de competência do curso, ou seja, o
aluno concluiu as horas de estágio, mas o mesmo não contemplou temas
pertinentes ao curso de Administração.
B. O aluno não apresentou conhecimento técnico nas atividades desenvolvidas no
estágio, ou seja, cumpriu as horas de estágio em áreas correlatas ao curso, mas
não comprovou, tecnicamente, o seu conhecimento e/ou envolvimento nas
atividades relatadas na pasta de estágio.
C. O aluno não obteve nota mínima de 70 pontos em cada etapa do estágio, isto é, no
Relatório Escrito e na Apresentação Oral.
FACECA
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Anexo 3
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
1 – Caracterização
Os cursos de Administração do Brasil são regidos pelas Diretrizes Curricula res
Nacionais, mais especificamente a Resolução nº 4, de 13 de julho de 2005.
Essas mesmas Diretrizes Curriculares, no seu Artigo 8º, definem que
As Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam
o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências
do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de
estudos
e
atividades
independentes,
transversais,
opcionais,
de
interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e
com as ações de extensão junto à comunidade.
E continua no Parágrafo único
As Atividades Complementares
se constituem componentes curriculares
enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando, sem que se
confundam com estágio curricular supervisionado.
Diante de tais especificações, o Curso de Administração da Faculdade Cenecista
de Varginha – FACECA instituiu, desde o Projeto Pedagógico do ano de 2008, suas
Atividades Complementares, totalizando 280 horas, devidamente divididas em quatro
anos, com 70 horas cada.
Vale ressaltar que no ano de 2012 coexistirão duas Estruturas Curriculares, a
acima mencionada, de 2008 e a nova, instituída em 2012. A nova Estrutura Curricular
não contempla, nos primeiros períodos, Atividades Complementares, não sendo, portanto,
objeto deste regimento.
Visando ao cumprimento de tais 70 horas, o aluno poderá, no ano de 2012, de
acordo com o ano de curso, realizar as atividades descritas a seguir.
2 – As Atividades Complementares
No cumprimento das 70 horas, o aluno poderá:

Realizar atividades de Pesquisa, sendo consideradas:
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I – Participação em projetos de iniciação científica da instituição.
II – Trabalhos desenvolvidos pelos alunos, sob orientação docente, apresentados em
eventos científicos e seminários internos ou externos, ou, ainda, publicados em periódicos
científicos.
III – Publicar livros ou capítulos de livros.

Realizar algumas das atividades de Extensão, a seguir:
I – Participação e/ou organização de eventos promovidos pela instituição.
II – Participação e/ou organização de eventos externos à instituição.
III – Participação em Projetos de Integração Comunitária.
IV – Participação em programas de intercâmbio institucional, nacional e/ou internacio na l.
V – Participação em projetos relacionados à FACECA Jr., Incubadora de empresas,
jornais ou periódicos da instituição.
VI – Visitas técnicas.
VII – Outras atividades de extensão não previstas neste regulamento, que estejam
relacionadas com o Projeto Pedagógico do Curso, e que sejam aprovadas pela
Coordenação de Curso.

Realizar atividades de Monitoria.

Participar de atividades científicas ou culturais, a saber:
I – Congressos.
II – Simpósios.
III – Fest Music Faceca.
3 – Registro e Validação das Atividades Complementares
I – Os cursos, treinamentos e demais eventos deverão ser aprovados pela Coordenação de
Curso antes de seu registro enquanto Atividades Complementares. Tal registro visa
verificar se as mesmas foram realizadas conforme a área do curso. As demais
modalidades, Atividades de pesquisa, Atividades de monitoria, e Eventos científicos ou
culturais, já estão automaticamente aprovadas como Atividades Complementares.
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II – Para os registros acadêmicos de todas as Atividades Complementares, o aluno deverá
entregar, na seção da Coordenação de Curso, os documentos comprobatórios originais ou
cópias autenticadas, nos quais estejam discriminados conteúdos, atividades, períodos,
carga horária e formas de organização ou realização, bem como o nome do professor
orientador e sua respectiva avaliação, se for o caso.
III – As Atividades Complementares receberão registro de horas de acordo com a Tabela
inserida abaixo, observando o limite máximo de 20 horas por modalidade e por evento.
O único evento que poderá ser avaliado em até 35 horas são os Projetos de Integração
Comunitária ou Projetos Sociais, desde que previamente autorizados pela Coordenação.
IV – As Atividades Complementares deverão ser desenvolvidas ao longo do curso,
podendo apenas ser acumuladas de um período para o outro. O aluno não poderá
integralizar todas as 280 horas em apenas um período.
V – O aluno transferido para a Faceca deverá apresentar o registro de Atividades
Complementares da IES sede. Caso não apresente esse registro, deverá integralizar as 280
horas antes da conclusão do seu curso.
ATIVIDADES QUE INTEGRAM AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Modalidade
Horas (máximo)
Atividades de Monitoria
20
Atividades de Pesquisa
20
Atividades de extensão
20
Eventos Científicos
20
Eventos culturais
20
Projetos de Integração Comunitária/Sociais
20
Visitas técnicas
20
FACECA
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