OFICINA: PRÁTICAS DA DOCÊNCIA NO
ENSINO SUPERIOR
RECURSOS PARA AULA
EXTERNA
Prof. Luiz Mello
Instituto de Educação
2011
AS RAÍZES DA EDUCAÇÃO SÃO AMARGAS,
MAS O FRUTO É DOCE.
ARISTÓTELES

Inspiração: aulas peripatéticas de Aristóteles

"Peripatético" (em grego, περιπατητικός), é a
palavra grega para 'ambulante' ou 'itinerante'.
Peripatéticos (ou 'os que passeiam') eram
discípulos de Aristóteles, em razão do hábito
do filósofo de ensinar ao ar livre, caminhando
enquanto lia e dava preleções, por sob os
portais cobertos do Liceu, conhecidos como
perípatoi, ou sob as árvores que o cercavam.
AULAS

EXTERNAS (LATO SENSO)
Quaisquer atividades, que constem do
planejamento da disciplina ou do curso,
realizadas fora da sala de aula, na instituição
ou fora dela.
MODALIDADES
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O MAPA (CONCEITUAL) DA MINA...
FUNDAMENTAÇÃO
TEÓRICA
O que ouço, esqueço. O que vejo,
entendo. O que faço, aprendo.
Confúcio
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
INTERDISCIPLINARIDADE

Segundo Fazenda (1993), “Tenta, pois, o
diálogo com outras formas de conhecimento,
deixando-se interpenetrar por elas. Assim, por
exemplo, aceita o conhecimento do senso
comum como válido, pois é através do cotidiano
que damos sentido às nossas vidas. Ampliado
através do diálogo com o conhecimento
científico, tende a ser uma dimensão utópica e
libertadora, pois permite enriquecer nossa
relação com o outro e com o mundo”.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
TRANSVERSALIDADE

É um modo de se trabalhar o conhecimento que
busca uma reintegração de aspectos que
ficaram isolados uns dos outros pelo
tratamento disciplinar. Com isso, busca-se
conseguir uma visão mais ampla e adequada
da realidade, que tantas vezes aparece
fragmentada pelos meios de que dispomos
para conhecê-la e não porque o seja em si
mesma.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
CONTEXTUALIZAÇÃO

(Re)enraizar o conhecimento ao “texto” original
do qual foi extraído ou a qualquer outro
contexto que lhe empreste significado.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
CONSTRUTIVISMO
Inspirado nas idéias do suíço Jean Piaget (18961980), o método procura instigar a curiosidade, já
que o aluno é levado a encontrar as respostas a
partir de seus próprios conhecimentos e de sua
interação com a realidade e com os colegas.
 Propõe que o aluno participe ativamente do
próprio aprendizado, mediante a experimentação,
a pesquisa em grupo, o estimulo a dúvida e o
desenvolvimento do raciocínio, entre outros
procedimentos. A partir de sua ação, vai
estabelecendo as propriedades dos objetos e
construindo as características do mundo.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
VAMOS


LER UM POUCO?
Texto fornecido pelo professor.
Como podemos relacioná-lo ao conteúdo visto até
aqui?
SITUAÇÃO

REAL...
O ponto de vista do professor:








Mais trabalho
Abdicar de tempo livre
Buscar recursos
Organizar atividade
Não sou remunerado para isso
Lidar com desinteresse dos alunos
Falta de conhecimento
Etc.
SITUAÇÃO

REAL...
O ponto de vista do aluno:









Mais trabalho
Abdicar de tempo livre
Buscar recursos
Apenas um passeio
Professor está enrolando
Preguiça
Obrigação
Diversão
Etc.
SITUAÇÃO REAL...
PÚBLICO VARIADO
SITUAÇÃO REAL...
MUITAS PEDRAS NO CAMINHO
SITUAÇÃO REAL...
PODE SER UMA MISSÃO IMPOSSÍVEL
SITUAÇÃO REAL...
MAS É A NOSSA MISSÃO!
FAZER OS MICRÓBIOS ENXERGAREM ALÉM
DA GARRAFA...
SITUAÇÃO REAL...
MAS É A NOSSA MISSÃO!
E COMO DIZ O CAPITÃO NASCIMENTO:
MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA.
MODALIDADES

Aula externa: atividade extraclasse realizada em
horário de aula, sem objetivar pesquisa;

Visita técnica: atividade extraclasse realizada fora do
horário de aula, sem objetivar pesquisa;

Estudo do meio: atividade extraclasse realizada fora do
horário de aula, visando a pesquisa;

Laboratório: experimentação (demonstração,
investigação, observação, etc.)

Oficinas: roteiros de estudo e reflexão sobre temas
variados, desenvolvidos com grupos de alunos fora do
horário de aula.
JUSTIFICATIVA
d) Aprende a usar NTICs e tecnologias diversas
PROCEDIMENTOS
O professor é o organizador das condições
externas à aprendizagem. (Robert Gagné)
 Planejamento, execução e avaliação










Conteúdo
Objetivos
Estratégias de ensino
Estímulos
Avaliação
Viagem
Fundamentação teórica
Apoio no PPC
Roteiro
PROCEDIMENTOS
PROCEDIMENTOS
PROCEDIMENTOS

AVALIAÇÃO

aplicada nos procedimentos pré, durante e pós
atividade;

o processo de avaliação precisa ser planejado;

verificar se os objetivos foram alcançados.
EXEMPLO –
COMÉRCIO EXTERIOR
EXEMPLO –
TECNOLÓGICOS
EXEMPLO –
MECÂNICA
EXEMPLO –
ENGENHARIA
EXEMPLO –
ENGENHARIA
luizhenrique@dinosfera.com.br
BIBLIOGRAFIA
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ALENCASTRO, Ilma de Passos de (Org.). Técnicas
de ensino: Por que não? Campinas, SP:Papirus,
1991.
BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Marti
ns. Estratégias de ensinoaprendizagem.
23 ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
CARVALHO, Graça Simões de ; FREITAS, Maria
Luísa Varela de – “Metodologia do Estudo do Meio.”
Luanda : Plural Editores, 2010. ISBN 978-989-611077-2.
FELTRAN, Regina Célia de Santis; FILHO, Antônio
Feltran. Estudo do Meio. In: VEIGA,
GAGNÉ, Robert M. The Conditions of Learning,
Holt, Rinehart and Winston, Inc., New York, 1965.
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Módulo VIII - Oficina Pedagógica 2011