PROFISCO II
Newton Guaraná – Sefaz-RS
SUGESTÕES
Sumário
1.
INTRODUÇÃO....................................................................................................................... 4
2.
JUSTIFICATIVAS .................................................................................................................. 5
3.
ÁREAS VINCULADAS E PRODUTOS SUGERIDOS PARA O PROFISCO II .......................... 8
3.1
COMPONENTE: Gestão Fazendária – Diretrizes e insumos para o PROFISCO II ........ 8
3.2
COMPONENTE: ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA E CONTENCIOSO FISCAL ............. 14
3.2.1
GESTÃO DO USO DA INFORMAÇÃO - BI e DW (DF-e / SPED).............................. 14
3.2.2
AMPLIAÇÃO DO SPED (NFC-E)............................................................................. 15
3.2.3
MODERNIZAÇÃO DA FISCALIZAÇÃO DO TRÂNSITO DE MERCADORIAS .............. 16
3.2.3.1
PROJETO BRASIL ID NA SEFAZ/RS........................................................................ 18
3.2.4
AMBIENTE COMPUTACIONAL DE ALTO DESEMPENHO DE GESTÃO DE GRANDE
MASSA DE DADOS ESTRUTURADOS E NÃO-ESTRUTURADOS ............................................. 27
3.2.4.1
Introdução ........................................................................................................... 27
3.2.4.2
Objetivos ............................................................................................................. 27
3.2.4.3
Justificativas ........................................................................................................ 28
3.2.4.4
Detalhamento ..................................................................................................... 31
3.2.5
PESQUISA E INVESTIGAÇÃO DE FRAUDE ESTRUTURADA .................................... 35
3.2.6
PROCESSO ELETRÔNICO – CONTENCIOSO FISCAL .............................................. 35
3.2.7
GASTO TRIBUTÁRIO............................................................................................. 36
3.2.8
MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO FISCAL DO COMÉRCIO EXTERIOR ... 36
3.2.9
SEFAZ NACIONAL ................................................................................................. 37
1. INTRODUÇÃO
O Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais –
ENCAT, com o objetivo de colaborar para o desenvolvimento e disseminação das
modernas técnicas de gestão tributária, mediante o intercâmbio de experiências,
soluções e sistemas, nas áreas de arrecadação, fiscalização, tributação,
informações econômico-fiscais e outras de interesse da Administração Tributária,
detalha, a seguir, suas sugestões para a elaboração de nova Linha de Crédito para a
Modernização da Gestão Fiscal – PROFISCO II, junto ao Banco Interamericano de
Desenvolvimento - BID.
Considerando que o objetivo geral do BID é o de contribuir para a integração dos
fiscos e a modernização da gestão fiscal, financeira e patrimonial, tornando mais
efetivo o sistema fiscal vigente e que um novo Programa de Modernização do Fisco
aumentará a capacidade de geração de receitas próprias dos estados, as sugestões
do ENCAT colaboram para esses fins, assegurando um nível de receita própria
adequada aos gastos e investimentos públicos, a fim de atender à crescente
demanda social e estimular o crescimento econômico.
A razão principal de um novo programa de modernização do fisco, no nosso
entendimento, reside na continuidade de melhorias na gestão de pessoas, do
conhecimento, da informação e das estruturas física e tecnológica das
Administrações Tributárias estaduais, a fim de aumentar a eficiência aos processos
dos fiscos estaduais. O novo aporte de recursos permitirá maior prioridade à
prevenção do fato, em maior sintonia com a perspectiva dos agentes econômicos.
A prática de uma gestão competente dos tributos traz reflexos importantes na
justiça fiscal e na compreensão da dinâmica econômica. Nesse sentido, a utilização
de novas ferramentas contribui tanto para a coibição de práticas ilegais quanto
para a interpretação de dados produzidos pelas interações setoriais.
1. JUSTIFICATIVAS
Considerando que os produtos financiados no PROFISCO I não atenderam, no
alcance desejado, todas as estratégias de modernização da gestão fiscal dos
Estados Brasileiros, a aprovação de uma segunda etapa do financiamento –
PROFISCO II – reveste-se de extrema importância.
Considerando que as Diretrizes e as Recomendações Técnicas presentes no Marco
de Referência do primeiro programa de financiamento permanecem válidas.
Considerando que os produtos financiados deveriam contribuir para diminuir as
distorções causadas pela evasão fiscal, pela redução da informalidade, pela
simplificação das obrigações acessórias, enfim, pela ações com impacto positivo na
promoção da justiça fiscal, enfatizando o crescimento do País nos termos
preconizados pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), aprovado pelo
Governo Federal, que contempla medidas de aperfeiçoamento do sistema
tributário, bem como medidas de desoneração do investimento como estimulo ao
incremento dos níveis de investimento.
Considerando a intenção de promover a integração dos fiscos nas três esferas de
governo, tornando mais efetivo o sistema fiscal vigente, por meio de:
(i)
Uso das informações recebidas pelo SPED – Sistema Público de
Escrituração Digital, que abrange a Escrituração Contábil Digital (ECD), a
Escrituração Fiscal Digital (EFD) e os Documentos Fiscais Eletrônicos;
(ii)
Racionalização e uniformização das obrigações acessórias para os
contribuintes, no âmbito nacional;
(iii)
Implementação de mecanismos de intercâmbio de informações fiscais e de
compartilhamento de bancos de dados entre as administrações fazendárias
dos três níveis de governo;
(iv)
Incentivo ao compartilhamento de soluções técnicas e à cooperação
interinstitucional na área fiscal, formando redes de conhecimento que
disseminem informações, ideias e boas práticas.
Considerando a permanente vontade de fortalecer o equilíbrio e a sustentabilidade
fiscal e que implementar medidas de desoneração e aperfeiçoamento do sistema
tributário vigente é condição para acelerar o crescimento econômico, por meio de:
(i)
Ampliação da base de contribuintes e elevação dos níveis da
arrecadação potencial, inclusive, por meio da redução da informalidade;
(ii)
Desoneração e aperfeiçoamento do sistema tributário vigente.
Considerando que a implementação de mecanismos de transparência e de
prestação de contas na área fiscal objetiva a ampliação e a interlocução com o
contribuinte-cidadão, além de viabilizar o exercício do controle social e a
cooperação da sociedade com a administração fazendária no combate à fraude e à
sonegação, por meio de:
(i)
Implementação de mecanismos que viabilizem a cooperação da sociedade
com a administração tributária, no combate à fraude e à sonegação;
(ii)
Implementação de programas de educação fiscal para o exercício da
cidadania.
AVALIAÇÃO DO PROFISCO I E PREPARAÇÃO DO PROFISCO II
OBJETIVO DOS EVENTOS: Identificar os principais avanços, resultados, desafios e
lições aprendidas com o PROFISCO I e apresentar propostas para a ampliação do
processo de modernização da gestão fiscal, a partir dos gaps e produtos não
desenvolvidos e das novas tendências nacionais e internacionais.
Áreas temáticas acordadas na Missão CONFAZ-SE/MF ao BID em Washington:
1. Gestão Fazendária
2. Gestão da Dívida Pública e dos Passivos Contingentes
3. Administração Financeira e Contábil dos Gastos Públicos
4. Administração Tributária e Contencioso Fiscal
Estrutura da Reunião Preparatória e Caderno de Tarefas
Objetivo da Reunião preparatória: Gerar informações para apresentação nos
Workshops Temáticos de Avaliação do PROFISCO I e Preparação do PROFISCO II.
Calendário:
1. Administração Financeira e Contábil dos Gastos Públicos - 20 de Maio/2014 Coordenação GEFIN
2. Gestão da Dívida Pública e dos Passivos Contingentes - 21 de Maio/2014 Coordenação GEFIN
3. Gestão Fazendária - 23 de Maio/2014 – Coordenação COGEF (GDFAZ e
FFEB – Convidados)
4. Administração Tributária e Contencioso Fiscal – 02 (tarde) e 03 de Junho/2014
- Coordenação ENCAT (GT / Procuradores e GT / Contencioso –
Convidados)
PARTE 1: AVALIAÇÃO DO PROFISCO I
Quadro 1: Levantamento dos resultados, produtos e indicadores que deverão ser
enfatizados na Avaliação no PROFISCO I
Quadro 2: Identificação das fontes de informações e levantamento de dados para
descrição da linha de base e valor atual dos indicadores identificados.
Quadro 3: Levantamento dos produtos relevantes (emblemáticos e inovadores) e casos
de insucesso da 1ª fase do PROFISCO, (recursos do financiamento ou de contrapartida)
Quadro 4: Levantamento dos produtos relevantes (emblemáticos e inovadores) para a
modernização dos fiscos que foram financiados por outras fontes de recursos (recursos
próprios e outros financiamentos).
Quadro
5:
Levantamento
das
iniciativas
de
cooperação
técnica
implantadas/desenvolvidas no âmbito do PROFISCO
Quadro 6: Descrição dos fatores críticos (positivos e negativos) no desenho e execução
dos projetos, identificando as ações de mitigação implementadas e/ou recomendações
para sua mitigação.
PARTE 2: PREPARAÇÀO DO PROFISCO II
Quadro 7: Proposição de diretrizes e insumos para o desenho do PROFISCO II Contexto do país e tendências.
Quadro 8: Proposição de diretrizes e insumos para o desenho do PROFISCO II –
Resultados e indicadores.
WORKSHOPS TEMÁTICOS: Duração de 1 dia e meio
Calendário:
1. Gestão Fazendária - 04-05/Jun/2014
2. Gestão da Dívida Pública e dos Passivos Contingentes - 15-16/Jul/2014
3. Administração Financeira e Contábil dos Gastos Públicos - 04-05/Ago/2014
4. Administração Tributária e Contencioso Fiscal - 05-06/Ago/2014
Grupo Técnico / Área Temática: GESTÃO FAZENDÁRIA
Assunto
Gestão de Pessoas –
Matriz e Trilhas de
Capacitação e de
Competências na
Administração Fazendária
Gestão do Conhecimento –
Gestão de conhecimentos e
Processos da
Administração Fazendária
Legislação
Deliberações
governamentais /
Política integradora
/ Contexto
Ação recomendada
Resultados esperados
(Por assunto ou conjunto
de temas)
Sugestão de produtos que
contribuem para os resultados
 Gestão de competências
das áreas de atuação da
administração fazendária;
 Excelência e
 Matriz e trilhas de capacitação
especialização na
dos servidores e terceirizados
execução das atividades
que vierem a atuar na
administração fazendária.
 Identificar e mapear os
ativos de conhecimento e
informações ligados à
instituição, permitir o
acesso às informações e
geração de novos
conhecimentos.
 Melhoria do desempenho  Revisão de processos, criação
por meio da elaboração
de Banco de Idéias e outras
de processos de
ferramentas e sistemas de
localização, extração e
guarda e geração de
compartilhamento de
conhecimento na organização.
informações e geração de
conhecimento.
.
 Tornar acessíveis grandes
quantidades de informação
organizacional,
compartilhando as
melhores práticas e
tecnologias.
.
Gestão do Conhecimento –
Gestão do Fluxo de
Comunicação de
Informação na
Administração Fazendária
 Revisar e sistematizar o
fluxo de informações
internas e externas das
Sefaz.
 Gestão de mudança e
stackholders.
 Maior nível de
integração e
compreensão das
informações relevantes
da a gestão da
instituição.
Estrutura Física –
Adequação das Unidades
Físicas, Parque de
 Construção ou reforma de
espaço físico adequado às
necessidades da Sefaz.
 Melhor disposição de
espaços físicos e
leiautes, possibilitando
 Elaboração e implantação de
plano de comunicação interna
e externa
 Criação de Revistas
Eletrônicas, Contratação de
Assessoria de Comunicação
etc.
 Imóveis próprios e
reorganização de leiautes.
Estrutura Física –
Identidade Visual
alinhada à modernização
dos processos de trabalho
e Gestão Organizacional
 Desenvolvimento de
identidade visual
vinculada à papeis de
trabalho, sistemas, leiautes
de ambientes físicos,
veículos e demais bens
tangíveis e intangíveis
associados à instituição.
 Gestão Organizacional –
clima, motivação,
competências.
Infraestrutura de TI
alinhada à modernização
dos processos de trabalho
 DATACENTER
 INFOVIA
 Sistemas
Transacionais
 Sistemas
Gerenciais
 Implantação de Datacenter
para proteger a informação
recebida, gerada e
armazenada.
 Sistemas Transacionais –
implantação de
infraestrutura mínima para
garantir a prestação de
serviços e transações
correntes da Sefa.
 Sistemas Gerenciais –
implantação de
infraestrutura adequada ao
melhor uso das
informações recebidas.
Gestão Institucional
 Análise de melhores
praticas em Strategy
Management Officce.
 Análise de melhores
praticas de governança em
 Melhoria no
atendimento do
contribuinte.
 Aumento da
produtividade.
 Identificação nacional
das Administrações
Tributárias.
 Aumento da percepção
de risco.
 Melhor uso dos
recursos humanos.
 Datacenter – garantia de
continuidade das
prestações de serviço (do
negócio).
 Sistemas Transacionais Manter bons níveis de
serviço ao contribuinte e
viabilizar as atividades
vinculadas aos
macroprocessos da
Administração
Tributária.
 Sistemas Gerenciais –
otimizar a gestão das
Sefaz, a partir de
ferramentas de BI e DW,
com o objetivo de
aumentar a eficácia das
ações do fisco.
 Gestão mais eficiente.
 Catálogo de papéis de
trabalho.
 Portais e sistemas
identificados.
 Unidades físicas
(repartições) com leiaute pré
definidos,
 Modelos de gestão de
competências.
 Implantação de Datacenter.
 Sistemas Transacionais –
estrutura mínima para todas
UFs (HW e SW).
 Sistemas Gerenciais – uso
intensivo de ferramentas de
BI e DW.
 EPO – Escritorio de Projetos.
 Banco Nacional de Projetos.
UF
SP
SC
RO
RN
SP
SC
PI
CE
RN
SP
CE
PI
MA
PI
CE
SP
ES
CE
CE
PA
PA
PA
PI
SC
RO
SP
SP
SP
SP
SP
SP
PRODUTO
03.01. Sistema autenticador e transmissor de documentos fiscais digitais implantado
03.01. Modelo de Fiscalização redefinido e implantado, apoiado pelo Sistema de Administração Tributária – SAT
03.01. Modelo de Gestão Fiscal de Combate à Fraude e à Sonegação fiscal (diagnóstico da gestão fiscal, metodologia,
processo de trabalhos, sistemas integrados e informatizados, treinamento e indicadores)
03.01.Consolidação e ampliação da base de conhecimentos do sistema de informações gerenciais (super-simples, dívida
ativa, shoppings, cartões de crédito, tribunal de contas do estado, portal fiscal, SIAF)
03.02. Sistema de Controle de Vazão de Combustíveis implantado.
03.02. SIV - Modelo de Gestão da informação do comércio varejista apoiado por ferramentas informáticas implantado
03.03. Módulo de acompanhamento do crédito acumulado implantado (SIAT)
03.03. Sistemática de monitoramento das operações de emissão de cupons fiscais implantada
03.03. Sistematização dos protocolos de fiscalização, integrando e cruzando as bases de dados de informações de
contribuintes.
03.04. Metodologia de fiscalização utilizando as informações da NF-e implantada.
03.04. Novas unidades de apoio a fiscalização instaladas: (a) Central de gerenciamento eletrônico de documentos e
imagens; (b) Centro Integrado de Operações Fiscais; (c) Centro de Comando e Controle de ações de fiscalização; (d)
Centro de Inteligência Fiscal.
03.05. Modelo de fiscalização de estabelecimento aperfeiçoado
03.05. Modelo de gestão da ação fiscal revisado e atualizado
03.06. Modelo de planejamento da ação fiscal implantado (Data warehouse)
03.06. Nota fiscal eletrônica e escrituração fiscal digital implantados
03.06. Sistema de Controle das operações de DRAWBACK, exportações e remessas para áreas de livre comércio
03.07. Aperfeiçoamento dos mecanismos de homologação, transação e compensação de créditos acumulados
03.07. Sistema Público de Escrituração digital – SPED Fiscal implantado
03.08. Sistema Público de Escrituração digital – SPED Contábil implantado
03.16. Modelo de Nota fiscal eletrônica implantada.
03.17. Sistema público de escrituração digital - SPED implantado.
0311. Modelo de fiscalização de estabelecimentos implantado.
04.02. Sistema público de escrituração digital - SPED nas áreas fiscal, contábil e de nota fiscal eletrônica implantado
04.01. Integração do Sistema SAT às Soluções de NF-e, SPED Contábil e SPED Fiscal
04.02. Fortalecimento e ampliação do Sistema Público de Escrituração Digital
04.02. ITCMD – Sistema de cruzamento de informações das declarações on-line implantado.
04.03. TAXAS - Sistema de controle de prestação de serviços nas unidades prestadoras de serviços de outros órgãos
estaduais, incluído o poder judiciário, implantado.
04.05. Emissão de NF-e ampliada e massificada para contribuintes de diversos setores.
04.06. Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e implantado.
04.07. Escrituração Fiscal Digital (EFD), implantada.
FISCALIZAÇÃO
04.08. Sistema para captura e tratamento das informações da Escrituração Contábil Digital (ECD) implantado.
FISCALIZAÇÃO TRANSITO
UF
CE
RN
MA
CE
SP
PRODUTO
03.01. Modelo de Gestão dos Postos Fiscais de Grande Porte com leitura
de imagens de carga de veículos implantado
03.02. Aperfeiçoamento da fiscalização de trânsito e fronteiras.
Aperfeiçoamento da fiscalização de trânsito de mercadoria e itinerante
03.02. Modelo de fiscalização eletrônica de mercadorias em trânsito
implantado
03.02. Modelo de Gestão dos Postos Fiscais de Médio e Pequeno Porte,
dos Especiais e da Região Metropolitana com novo modelo de gestão
e/ou leitura de imagens de carga de veículos implantado
03.03. Metodologia e infraestrutura de rastreamento de veículos e de
cargas implantadas.
SC
03.03. Modelo de fiscalização de mercadorias em trânsito implantado
RO
03.03. Modernização da infraestrutura dos Postos Fiscais
ES
PA
03.09. Desenvolvimento, integração e implantação de nova sistemática
de fiscalização de trânsito e estabelecimento consignado em novo
Manual de Fiscalização
03.10. Modelo de fiscalização de trânsito implantado.
UF
RO
MA
PI
SC
PA
UF
MA
PI
RN
PI
RO
SC
PRODUTO
03.02. Grupo de Inteligência Fiscal para o combate ao crime
tributário estruturado e implementado.
03.04. Modelo de inteligência fiscal implantado
03.04. Modelo de inteligência fiscal implantado
03.08. Área de inteligência fiscal instrumentalizada
03.14. Modelo de pesquisas, investigações e análises de
ilícitos fiscais.
INTELIGENCIA FISCAL
PRODUTO
03.01. Modelo de cobrança administrativa revisado e atualizado
03.07. Sistemática de cobrança do IPVA e do ICMS
COBRANÇA
04.01. Aperfeiçoamento da sistemática de controle da dívida ativa e da cobrança
judicial.
05.01. Sistemática para uma Maior Efetividade no resgate do Crédito Tributário e
otimização das rotinas administrativas implantada
05.02. Processo Virtual de Execução da Dívida Ativa implantado na Procuradoria Fiscal
da Procuradoria Geral do Estado e integrado com a Secretaria de Finanças do Estado e o
Tribunal de Justiça do Estado.
05.02. Sistema PGE.Net aprimorado, ampliado e consolidado
UF
CE
PA
PA
PI
PI
RO
SP
SP
SP
PI
SP
SC
PRODUTO
03.05. Cadastro estadual e cadastros da Receita Federal e da Junta
Comercial do Estado do Ceará sincronizados
03.15. Modelo do Cadastro Sincronizado implementado.
03.28. Modelo de qualidade para o atendimento ao contribuinte
implementado.
04.01. Implantação e manutenção do cadastro sincronizado
08.02. Modelo de agências pólo no interior implantado
04.01. Adequação à metodologia do Cadastro Nacional
Sincronizado/REDESIM e aperfeiçoamento da infra-estrutura da Junta
CADASTRO
Comercial do Estado de Rondônia - JUCER.
ATENDIMENTO
04.01. Cadastro de Contribuintes do IPVA – implantado.
04.04. CADEMP – Cadastro de Empresas Paulistas implantado.
04.05. Emissão de NF-e ampliada e massificada para contribuintes de
diversos setores.
05.01. Sistemática para uma Maior Efetividade no resgate do Crédito
Tributário e otimização das rotinas administrativas implantada
08.02. Novo modelo de relacionamento eletrônico com o contribuinte
implantado.
09.03. Novo Modelo de atendimento ao contribuinte
Educação Fiscal
Programas Cidadania
UF
ES
PA
PA
PI
SP
PRODUTO
03.25. Fortalecimento e ampliação do Programa
de Educação Tributária
03.35. Programa de educação fiscal
03.39. Nota Fiscal Cidadã implantada.
08.01. Programa de Educação Fiscal ampliado
08.01. Programa de Educação Fiscal para a
Cidadania ampliado.
OUTROS
UF
PI
MA
ES
PA
SP
ES
ES
ES
SP
RO
PRODUTO
03.02. Infraestrutura física, tecnológica e de pessoal adequada ao novo modelo de
fiscalização de trânsito implantado
03.03. Processo administrativo fiscal revisado, atualizado e eletrônico
03.05. Revisão da legislação tributária, implantação de ferramenta de busca externa e
interna para legislação tributária.
03.06. Modelo de controle de benefícios fiscais concedidos implementado.
03.07. Sistema eletrônico de Consulta Tributária implantado.
03.10. Desenvolvimento e implantação de um novo sistema de informações fazendárias em
linguagem web
03.11. Implantação de mecanismos para o controle dos benefícios fiscais e avaliação de
riscos fiscais
03.12. Criação e estruturação de área de Gestão de Receitas Não Tributárias
05.01. Processo Administrativo Tributário Eletrônico e-PAT implantado
05.01. Sistemática de análise e julgamento de processos administrativo-tributários visando
à recuperação de crédito
SEFAZ
NACIONAL
BIG DATA
MODERNIZAÇÃO
TRANSITO BRASIL ID
Quadro 6. Fatores críticos no
desenho e execução dos projetos
Temas
Desenho dos projetos
Exemplos:
Falta de flexibilidade na revisão de um
Planos de Aquisição
Grupo Técnico / Área Temática: Administração Tributária e Contencioso
Fatores positivos
Fatores negativos
Ação de mitigação / Recomendação
Rito processual mais controlado
e previsível
Ajuste na contratação incluída
em um PA depende da
elaboração de um novo PA
Processo pouco adaptável.
Contratações menos céleres ou
menos
aderentes
à
real
necessidade
Sugere-se a possibilidade de realização
de pequenos ajustes no Plano de
Aquisições, mesmo quando ele está em
execução.
Curva de aprendizado alta, com
menos fluidez no trâmite de
contratação por parte da
organização como um todo
Embora as áreas finalísticas são aquelas
que precisem definir detalhes dos
produtos a serem contratados, todo o
trâmite processual e a própria elaboração
dos documentos envolvidos no processo
de contratação – e atividades de apoio à
contratação em si – seriam feitas de
maneira mais eficaz se o modelo de
gestão e de execução do contrato fossem
centralizados.
Exemplo: Reenquadrar um determinado
item do PA de serviço técnico para
consultoria, quando isso se mostrar
adequado.
Contratação dos projetos
Exemplos:
LRF/Resolução do Senado
Execução dos projetos
Exemplos:
Descentralização da execução e da gestão de
contratos
Envolvimento
finalísticas da
Fazenda
das
áreas
Secretaria da
Sugere-se a revisão desse modelo.
Quadro 7. Diretrizes e insumos para
o desenho do PROFISCO II
 Disseminar a cultura
de utilização de
business intelligence e
de mineração de dados
nas diversas áreas da
ação fiscal.
Gestão do Uso das
Informações - BI e DW
(DF-e / SPED)
Ampliação do SPED (NFC-e)
 LC 87/96
Diretriz do
CONFAZ/ENCAT
 Controle do ICMS do
comércio varejista
através da NFC-e
Ajuste SINIEF 11/13
Modernização da Fiscalização
do Trânsito de Mercadorias –
Revisão de Processos da
Fiscalização do Transito de
Mercadorias., Brasil-ID,
Gestão de Recursos Humanos
Ambiente computacional de
alto desempenho de gestão de
grande massa de dados
estruturados e nãoestruturados
LC nº 121/2006
Convênio ICMS nº
12/2013
 Desenvolver e
implantar uma
infraestrutura
tecnológica que
garanta a
identificação, o
rastreamento e a
autenticação de
mercadorias em
circulação no país.
 Desenvolver e
implantar ambiente
que permita o uso
de ferramentas de
BI e DW para
tratamento dos
registros contidos
nos documentos
fiscais eletrônicos e
escrita fiscal.
 Ampliação das
 Ferramentas e Sistemas de BI e
informações acerca das
DW para seleção de
operações do varejo;
contribuintes para fiscalização
(preventiva – auto regularização
 Incremento da percepção
e repressiva).
de risco do contribuinte.
Ferramentas e Sistemas de BI e
 Gestão eficiente da
DW para Gestão do Cadastro.
informação recebida e
produzida.
NFC-e implantada
 Ampliação das
informações acerca das
operações do varejo;
 Menor margem para
sonegação no varejo.
 Padronizar, unificar,
 Revisão de atividades da
integrar, simplificar,
Fiscalização do transito.
desburocratizar e acelerar  Brasil-ID ampliado em nível
o processo de produção,
nacional, que possibilite o
logística e de fiscalização
cerceamento e o
de mercadorias.
monitoramento eletrônico das
diversas rodovias brasileiras;
 Disseminar a cultura de
utilização de business
intelligence nas diversas
áreas da ação fiscal.
 Utilizar as ferramentas
de BI e DW para
prospecção de modelos
estatísticos na área da
tributação.
 Mineração de dados.
 Definição de relatórios
gerenciais.
Criação de ambiente de alto
desempenho, capaz de alavancar a
performance e acuidade dos
processos de detecção de
irregularidades, em grandes
volumes.
Quadro 7. Diretrizes e insumos para
o desenho do PROFISCO II
Pesquisa e investigação de
fraude estruturada
Lei nº 8.137/90
Processo Eletrônico –
Contencioso Fiscal
Lei nº
14.381/2013
Gasto tributário
 LDO / CF
Dotar a AT de núcleo
especifico para analise
e investigação de
crimes estruturados
contra a ordem
tributária.
Desenvolver e
implantar ambiente de
análise multivariada
de dados para
pesquisa e
investigação.
Discussão da Lei
Geral de processo
administrativo
tributário (LC222)
 Divulgação de pautas
e decisões
 Portal do contencioso
 e-PAT
 Informatização dos
processos de trabalho.
 Metodologias para
avaliação de impacto
dos benefícios e
renúncias fiscais.
Ações mais eficazes contra
a fraude tributária.
Diminuição da concorrência
desleal.
 Aumento do controle de
cada fase do contencioso
fiscal;
 Otimização processual;
 Identificação célere de
gargalos;
 Informações disponíveis
em nível estratégico,
tático e operacional em
toda a organização.
 Melhor qualidade das
renuncias fiscais, sob o
aspecto tributário,
econômico e social.
Desenvolvimento de ambiente
especifico para análise
multivariada de dados, com o
objetivo de subsidiar ações de
combate à fraude estruturada nos
crimes contra a ordem tributária.
 Implantação do e-PAT;
 Mapeamento de processos com
posterior sistematização;
 Integração entre Planejamento
Estratégico, projetos, processos
e TI.
 Desenvolvimento de sistemas
para simulação de interações
micro e macro econômicas nas
cadeias produtivas de uma UF.
Quadro 7. Diretrizes e insumos para
o desenho do PROFISCO II
Modernização do sistema de
Gestão Fiscal do Comércio
Exterior (Controle de
Pagamentos – GNRE vs. NFe)
 CF/88
Art.155 §2º
inciso IX
alínea ‘a’;
 Protocolo de
Cooperação nº
04/2010 –
SISCOMEX.
 LC 87/96;
 Lei Estadual
nº 8.820/89.
 Sefaz Nacional
 CF, art. 37,
XXII.
 Protocolo de
intenção;
 Leis autorizativas;
 Contrato de
rateio;
 Contrato
programa.
 Sistema de controle
de pagamentos que
averigue, a partir do
NCM e de
informações
complementares, se o
ICMS devido na
importação foi
efetivamente pago –
e, em caso negativo,
obstar a liberação da
mercadoria.
 Atuar como agente
integrador das ATs,
possibilitando
atuação uniforme,
cooperativa e
harmônica e
objetivando a
melhoria de suas
atividades.
 Viabilizará a
integração entre os
entes estaduais das
soluções, inovações
tecnológicas. Atuará
como uma ponte
entre os entes
federativos estaduais
e tem função
essencialmente
executiva.
 Diminuição da
sonegação de ICMS na
importação;
 Fiscalização eletrônica
da Receita Estadual em
todos os pontos de
ingresso de mercadorias;
 Criação de canal de
interlocução entre
Receita Estadual e
recintos alfandegados.
 Implementação de fiscalização
eletrônica da regularidade fiscal
das operações de importação –
pagamentos e exonerações.
 Atuar como apoio para a
integração de sistemas
computacionais;
 Apoiar a implantação,
administração e
manutenção de
ambientes tecnológicos
de natureza
computacional comum a
todos os associados;
 Cooperar para a melhoria
dos sistemas de
informações de suporte à
atividade tributária;
 Apoiar o
compartilhamento de
soluções de informática e
computacionais para a
melhoria da atuação das
atividades tributárias.
 Sefaz Virtual.
 Outros Sistemas com âmbito
nacional e vinculado às
demandas das ATs.
Próximos Passos:
 Avaliação minutas;
 Sugestões;
 Participação.
Obrigado!!
Newton Guaraná
Receita Estadual RS
[email protected]