PRÁTICA DE LEITURA
PRÁTICA DE PRODUÇÃO DE
TEXTOS
PRÁTICA DE LEITURA
O trabalho com leitura tem como finalidade a
formação de leitores competentes e a formação de
escritores;
 A leitura fornece matéria-prima para a escrita (o
que escrever) e contribui para a constituição de
modelos (como escrever);
 Um leitor competente é capaz de selecionar,
dentre os trechos que circulam socialmente,
aqueles que podem atender uma necessidade sua.
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TRATAMENTO DIDÁTICO
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A leitura na escola tem sido um objeto de ensino,
mas deve-se transformar em objeto de
aprendizagem
Não se formam bons leitores solicitando aos
alunos que leiam apenas durante as atividades
na sala de aula.
A mais importante estratégia didática para a
prática de leitura é o trabalho com a diversidade
textual.
APRENDIZADO INICIAL DE LEITURA
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Superação de concepções antigas:
- Ler é simplesmente decodificar, converter letras em sons,
- A compreensão é consequência natural desse processo.
Resultado: Os alunos decodificam textos, mas com
enormes dificuldades de compreendê-los.
Não se deve ensinar a ler através de práticas de
decodificação.
“É preciso aprender a ler, lendo” : Compreender o sistema
alfabético através de uma prática de leitura.
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Criar uma situação de aprendizagem que valorize a
heterogeneidade da turma, para que esta seja um
instrumento de troca.
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Para aprender a ler é preciso interagir com diversidade
de textos escritos.
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Socialização de leitores mais experientes para os
iniciantes: negociação de conhecimento.
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A leitura como prática social é um meio, não um fim,
pois fora da escola não haverá fichas de leitura a serem
completadas.
Cada tipo de texto deve ser trabalho conforme sua
complexidade.
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A interpretação não pode ser única.
O significado constrói-se pelo esforço de interpretação do leitor.
Seu conhecimento prévio deve ser valorizado.
Desenvolver alunos que tenham de fato gosto pela leitura, que
seja uma atividade prazerosa.
Permitir ao aluno a escolha de suas leituras.
LEITURA DIÁRIA
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O trabalho com a leitura deve ser diário, ele pode ser feito
silenciosamente, em voz alta, individualmente ou em
grupo, até mesmo pela escuta de alguém que lê.
Na aplicação da leitura diária em sala de aula, deve –se
tomar alguns cuidados:
Deve-se sempre explicitar os objetivos da atividade de
leitura e preparar os alunos.
É necessário refletir com os alunos sobre as modalidades de
leitura e o que cada tipo exige do leitor.
LEITURA COLABORATIVA
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O professor lê um texto com a classe e durante a leitura
discute com os alunos os sentidos que podem ser atribuídos
a ele.
É uma excelente estratégia para a formação de leitores.
A possibilidade de interrogar o texto, a diferenciação entre
realidade e ficção, a identificação de elementos
discriminatórios e recursos persuasivos, a interpretação de
sentido figurado, a inferência sobre a intencionalidade do
autor, são alguns dos aspectos dos conteúdos relacionados à
compreensão de textos, para os quais a leitura colaborativa
tem muito a contribuir.
PROJETOS DE LEITURA
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Os projetos são situações em que linguagem oral,
linguagem escrita, leitura e produção de textos se
inter-relacionam de forma contextualizada;
São situações linguisticamente significativas, em
que faz sentido, por exemplo, ler para escrever,
escrever para ler, ler para decorar, escrever para
não esquecer, ler em voz alta em tom adequado.
ATIVIDADES SEQUENCIADAS DE
LEITURA
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Situações didáticas para promover o gosto pela leitura.
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Funcionam como projetos.
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Não tem um produto final determinado.
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Objetivo explícito: Leitura em si.
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Nas atividades sequenciadas pode-se eleger um tema, autor
ou gênero específico
ATIVIDADES PERMANENTES DE
LEITURA
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Atividades propostas com regularidade com o objetivo de
formar opiniões favoráveis à leitura.
Exemplo: Os alunos escolhem o material que desejam ler,
levam para casa e na outra semana ou quinzena, se
revezam para fazer a leitura em voz alta e compartilham
com a classe opiniões e impressões que tiveram ao ler o
material.
Pode-se fazer a chamada ‘Roda de Leitores’
LEITURA FEITA PELO PROFESSOR
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A leitura em voz alta feita pelo professor é uma prática
bastante incomum nas escolas
Na escola, a prática de leitura é importante pois pode:
ampliar a visão de mundo e inserir o leitor na cultura
letrada;
estimular o desejo de outras leituras;
aproximar o leitor dos textos e os tornar familiares —
condição para a leitura fluente e para a produção de textos;
ensinar a estudar
favorecer a estabilização de formas ortográficas.
PRÁTICA DE PRODUÇÃO DE TEXTOS
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É preciso formar escritores competentes, capazes de
produzir textos coerentes, coesos e eficazes.
Sabe selecionar o gênero mais apropriado para cada
finalidade.
Planeja o discurso e consequentemente seu texto, seu
objetivo e ao leitor a que se destina.
Olhar para o próprio texto e perceber-se está ambíguo,
redundante, incompleto.
Revisar/Reescrever/Considerar satisfatório.
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Para escrever é necessário o domínio de dois processos:
A natureza do sistema de escrita da língua
O funcionamento da linguagem que se usa para escrever
O domínio da linguagem escrita se adquire muito mais pela
leitura que pela própria escrita. Deparar o aluno com os
variados gêneros textuais e com suas especificidades.
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A escrita de determinado gênero deve responder :
- Para que?
- Para quem?
- Onde?
- Como se escreve?
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Prática continuada de produção de textos na sala de aula.
Aproximar o escritor ao contexto textual que ele estará
produzindo, pois diferentes objetivos exigem diferentes
gêneros.
TRATAMENTO DIDÁTICO
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Alguns procedimentos didáticos são necessários
para implementar uma prática continuada de
produção de textos na escola, tais como:
Oferecer textos impressos de boa qualidade;
Solicitar textos mesmo antes do aluno saber
escrever;
Propor atividades de produção de texto em
grupos para que os alunos possam desenvolver
diferentes atividades;
A conversa entre professor e aluno também é
uma importante estratégia.
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