G e re n te
JOAQUIM DE AZEVEDO
ORLAKPO
(D ire to r F u n d a d o r - 1927 - 1945)
DE
AZEVEDO
REDAÇÃO E ADM.
D ir e t o *
R. Paraná, M3 - TelefeniZM
REINALDO DE AZEVEDO
SEMANARIO INDEPENDENTE FUNDADO NO ANO DE 1927 — ElJitoredertt íiHPSBl — OFICINAS PRÓPRIAS — PROPRIEDADE DE M. GONÇALVES
(F U jT A D O
à ASSOCIAÇÃO
PA U L IS T A
DK
R E G IS T A D O NO D. B. I.
IM PRENSAI
SO B N. 11.742
Rum» 751
O U r ü D T H O S , Estado de São Paulo —- Sabadc, 6 de Julho de 1946
AflO XX
islã
Casas
em
Sansão F E R R E IR A
(P e r ito d e Legislação Socia1)
O co nt eú do social dos novos
r umos politicos, emergent es da
s egun da guerra mundial, marca,,
no m u n d o inteiro, o roteiro se­
guro para u ma sincera c o m p r e ­
ensão entre gover nant es e g o ­
vernados. E* que as dificuldades
gerais, oriundas de muitos anos
de sofrimento coletivo, a c o n s e ­
lham, como medida cautelosa, o
fortalecimento do po der publi­
co, para que este, i m u n e do g e r ­
me da de magogi a, possa res ta­
belecer o equilíbrio no plano
das relações individuais
O s t rabalhadores de S. Paulo,
meus velhos amigos de m e m o ­
ráveis pelejas civicas, sabem que
eu nunca lhes menti. Em todas
as fases de minha longa e agita­
da vida profissional, s emp re ti­
ve em mira servir os interesses
da c o m u n h ã o obreira, po rqu e
t ambetn sou muito nobre, tenho
familia e sei que os operários
são exatamente os seres h u m a ­
nos mais necessitados de a m p a ­
ro e orientação social segura. Ho
mem humilde e simples, jamais as­
pirei as posições de relevo e m a ­
is de urna v t z hei recu sad o c a r ­
gos públicos de destaque, por
que antes de t udo desejei c o n ­
servar a minha liberdade de o •
pinião, na imprensa e na tribu­
na. Faio, pois, de catedra. Não
estou preso a ag rup am en t os p ol i ­
ticos e nem su bj ug ad o por favores
pessoais a quem quer que seja.
Sinto-me entretanto, c o m o h o ­
mem realmente livre, no dever
de sugerir, aos trabalhadores, mi­
lhares dos quais me honram
co m a' sua estima e confiança,
que se unam em torno do emi
nente Presidente Eurico Gaspar
Dutra, nesta hora incerta de tran
sições sociais. Uma coalisão sindical-trabalhista, em torno do
snr. Presidente da Republica, re.
presentará um sincero esforço
das massas obreiras no sentido
de ficar o regime mais forte e
propiciar, ás autoridades do tra
balho. o nescessário clima de
confiança para o imenso t raba­
lho de r econver sã o para os cias
de pas- O con*picuo chefe do
g over no é um h om em de bem.
Essa qualidade lhe não é n e g a ­
da nem mes mo por seus a dv er ­
sários politicos, tanto que se es­
boçam, nos horizontes partidá­
rios, os sinais d e n u n c :adores de
que um g ov er no de c o n c e n t r a ­
ção democrática do qual deve-
rão participar elementos das di­
versas corrent es poliíícas tradicio
nais Cessada, assim, á i-ita inter
partidaria, p o d e r á o g o ve r no c e n ­
tral, fortalecido pelo apoio das
correntes políticas mais exp res ­
sivas, realizar o seu vasto p r o ­
grama de união e concordi a dos
brasileiros.
Os trabal hadores, que são a
mais p o d er o sa corrente de o p i ­
nião, não p o d e m , desta maneira,
ficar indiferentes a esse g r a n d i o ­
so mov ime nt o de pacificação da
familia, s e n do seu dever levar,
ao snr. presidente da Republica,
o tributo de sua solidariedade
no s atos acertados d o g over no,
visando melhorar as condi ções
de vida do pov o q ue atravessa,
na hora presente, o periodo m a ­
is crucial da Historia do Brasil.
Se, na politica partidaria, o n ­
de os liames da
agr emi açã o
são mais rígidos, t ornou-s e p o s ­
sível a uni dade de ação em r e ­
forço do p o d er publico, l ambem
nus meios sindicais-trabalhistas
urge que se p r o mo v a urn movi ­
mento intensivo de es cla rec ime n­
to das massas, de forma que o
insigne Presidente Eurico Dutra,
depositário da irrestrita confian­
ça das classes ar ma das , possa
gover nar calmamente, sem p e­
rigosas p reocupações , no desem
pe nh o de sua alta missão.
C o n h eç o bem os t r ab a lh ad o­
res de S. Paulo - Sei qu e s e m­
pre foram bo ns e leais. An i mo me, assim, a lhes pedir que c e r ­
rem fileiras em torno do snr. P r e­
sidente Eurico Dutra, unica m a ­
neira de se contribuir para que
o Brasil, uni do e forte, coe so e
disciplinado, so b a l uminosa pro
teção de Deus, realize os seus
g ra nd es destinos de nação lider
de t odo um vasto continente.
A hora é de paz, união, o r ­
dem, renuncia e comprt-ensão.
Deixemos para t empo s futuros
os no ss o s anceios de liberalis
mo individual, para qu e impere
o sentido da unidade nacional
em torno do chefe da nação. E
,o Brasil, fortalecido pela dedi
cação de seus filhos, readquiri­
rá a sua fisionomia tradicional,
livre de caudilhismos e e g oi s mo s
pessoais, r e m e m o r a n d o a p r e g a ­
ção civica de Ruy Barbosa, N i ­
lo Peçanha, J. J. Seabra, Afonso
Pena, Prudente de Morais, C a m ­
pos Sales e outros Santos da
Nacionalidade.
« -atue T rvp-r.T vrrM *'
■«*■*»-<
8 Códigos
Foi distribuído pelo Pôsto
de A ssistência Médico S a n itá ­
rio de Ourinhos uma circ u lar
aos con struto res de Ourinhos,
pela qual não mais s e rá to le­
ra d a a con stru ção de casas
té rre a s destinadas a resid en
cia feitas em p a re d e s de meio
tijolos, baseando se em códi­
gos etc. A m edida em si c a r e ­
c e ria de outros com entários.
Porém, levando em c o n s id e r a ­
ção o estado de p en ú ria em
que se d ebate o povo, esp ecial
m ente a g ra n d e massa, ju lg a­
mos a medida inoportuna si
ap licasse-m os a reg id e z dos
códigos.
C asas p a ra m o rar não há.
A c a rê n c ia e falta de mate
riais de con strução é so b e ja ­
m ente con hecid a po r todos e
seu s p re ç o s tornam se de dia
em dia, cad a vez mais e x o r
bitantes.
Além do exposto, que dife­
r e n ç a h á e n tre um a c a s a tér
r e a feita em p a re d e s de um
tijolos e meio tijolos ?
Por v en tu ra a p a re d e de um
tijolos s u p o rta rá a pressão de
um terrem oto ou de uma b o m ­
ba atôm ica ?
D evem os le v ar em co nside­
r a ç ã o que a açã o m eteoroló
g ica e to pográfica de O u ri­
nhos é ótima e os m a teria is
aqui produzidos e aplicados
em suas co n stru çõ es são de
ex c e le n te s qualidade
Melhor s e r á a ío leran cia e
estím ulo p a ra co nstru ção de
c asas de meio tijolos que se
tornam estéticas, confortáveis
e higiênicas, antes de c o n c e ­
d e r licen ça p r e c á r ia p a r a a
co nstrução de casas de taboas, as quais reputam os de v e r ­
dad eiras pocilgas, ante e s té ti­
cas h anti-higiênicas.
E por fim r e s ta ainda consi
d e r a r , que o povo não tem
pão, açú car, óleo, etc. e os
g ê n e ro s de consumo forçado
são de péssim a qualidade, o n­
de im p éra a falsificação, p r e ­
ços inacessíveis e cad a vez
se tornam mais escassos. S e ­
jam os sin cero s e façam os a l ­
go pelo povo que eqüivale fa­
z e r a g ra n d e z a do Brasil.
V IR T U S
M iliira lioicipal de Ourinhos
EDITAL
J á consultou seu m édico de confiança ? T am bém con- j
fie su a r e c e ita num a farm a cia de confiança, onde depen- j
d e r á sua saud e e o bem e s ta r de su a familia.
Drogas, P erfu m arias e Produtos V eterinários pelos p r e ­
ç o s d e s ã o pflULiO, s ó n a
Farm ácia Santa Terezinha
A SUA FARMACIA DE CONFIANÇA
to Sá, e P a d a ria Moderna, si­
ta á r u a P araná.
As 5.as feiras — P adaria
Santo Antonio sita á ru a An
tonio Prado, P ad aria Brisola,
sita á ru a Dr. Arlindo Luz.
Aos Sábados — P adaria Ori ente, sita á ru a P araná, e
P adaria Vila Odilon, sita no
B airro da Vila Odilon.
Dentro de alguns dias a
P refeitu ra f o r n e c e rá aos in te­
ressad os na aquisição de pão,
o cartão de racionam ento,
que d a rá direito a com pra de
100 g ram a sd e pão por pessoa.
Esse cartão só s e r á e n tre ­
gue aos interessado s após o
registro de suas familias na
S ecre ta ria da Prefeitura Mu­
nicipal.
E p a ra que c h eg u e ao co ­
nhecim ento dos interessad os
foi lavrado o p resente Edital.
Eu, Milton O liveira Rosa,
Secretario, o escrevi.
Publicado na S ecretaria da
P refeitura em 2 7-1946.
Visto
Alberto Br az
Prefeito Municipal
E E l SUA PRÓPRIA CASAL
JY as suas horas de fod<ga você p v d e r á e s t u ­
d a r por cerrespondêrçc i a , q<y
CURSO
PRATICO DE
COMERCIO
?Ls liç õ e s
lo ccppeio
s ã o e n v ic u d a s p e­
G a c J ^ a e p p e sso a
a s rn a te ria s :
1) P o r tu g u ê s
poderei. co m p re en d e -Z a s , d e s ­
d e cjue
2) M atem ática Comer­
c ia l
s a i b a le p e escpeVep.
3) Noções de Contabi­
lid ad e e Escritura­
ç ã o M ercantil
♦
J^enJ&UclcuieJ £ u a v iiJ Ím a J .
♦
V u r a ç o . o do curso: seig -m eses.
Dafunzte oi ietib eiLuioi do-ce \e , ú ite J io jn e n te
< JI? á C tis
UM A C O L E Ç Ã O
DE
LIV R O S
UM
M CTOOO
oe
T A C U IG R A F IA
UM
C E R T IF IC A D O
OE
0€
C O N TA BILID A D E
4) Noções de Direito
Com ercial
5) O rganização e Téc­
nica Comercial
H A B IL IT A Ç Ã O
Inform ações nesta cidade com
:D "aT :L ü :0
Rua Paraná N. 328
S A JS n D A -T S íO
—
Telefone, 100
Hacianamento do Pão
A P refeitu ra Municipal de
Ourinhos, avisa ao povo em
geral, que, em aten ção á c ir­
cu lar n. 1008, do D e p a rta m e n ­
to das Municipalidades, está
proced end o o S erviço do R a ­
cionam ento do Pão.
Assim sendo com unica a
todos que, dêsde o d i a 4 do
co rrente, a distribuição do
pão vem sendo feita três v e ­
zes por sem ana, da seguinte
forma:
l OO g r a m a s
por
p e s s o a
As 3 a feiras —- P a d a ria Luzitana, sita á Avenida J a e io -
A P om ada M an Zmn lhe d a rá o aliv io desejado,
c o m b a ten d o as dóres e oe p ru rid o s, descongcstio n a n d o as d ila taç õ es. G raças ás su b sta n c ia s
de real efeito a n tisé p tic o -b a c te ric id a que e n tra m
cm sua fórm ula, a P o m ad a M a n Z an prev in e as
infecções e o ap are cim en to de o u tro s m ales aln
d a m ais graves, d «correntes d as hem orroides.
A venda em to d as as Farm acia»
e ste p ro ­
d u to D e W itt.
C oad ju van te p a r a H e m e r r o l d e s
tf§Í
A provado p e le C e n su re D. N. S. so b e M.» 7 7 em 12/Z/4Í
UJ
A .
6-7-1946
V O Z
C o o p e ra tiv a d o s L a v ra d o re s
de O urinh os
C A S A D A S T IN T A S
Tintas, verniz, agua raz, estampas, vidros para vidra­
ças simples e duplos. Grande estóque de vidros fantasias.
R U A
5 3 4
A lfr e d o
Q e v ie n n e
— combate cientificamente
toda e qualquer afecção
cutânea, como: Feridas em
geral, Úlceras, Chagas an­
tigas, Eczemas, Erisipelas,
Frieiras, Rachas nos pés e
nos seios, Espinhas, Hemorroidcs, Queimaduras, E r u p ­
ções, Picadas de mosqui­
tos e Insetos Venenosos.
P IL H A S S Ê C A S
P A R A R Á D IO S
4ê
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que fa z esse tip o de
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FOTO COSTA, q u e e x e c u ta com a m aior p e r fe i­
ção, to d o e q u a lq u er s e r v iç o c o n c e r n e n te á a r ­
te fotográfica. - V en d a s d e film es e k o d a k s. C op ias, r e v e la ç õ e s , am p lia= = = = =
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As seguintes p ro p ried a d es
sitas a ru a Souza Soutelo n a
b e ira da linha da R. V. P. S. C.:
2 c asas de tijolos assoalhadas
e forradas, 1 grupo com 10 comodos de m a d e ira e m ais um a
ca s a de m a d e ira com 6 comodos, cujas p ro p ried a d es r e n ­
dem m ensal CrS 1.350,00.
Os im óveis acim a referido s
estão situados num te rre n o de
1.525 m2 com fren te p a r a as
ru a s Souza Soutelo e Paulo Sá.
V e r e tr a ta r c o m o p r o p rie ­
tário Sr. Carmino Donato, P ro ­
je tista e Construtor re sid en te
n e s ta cidade. Não se aten d e
interm ediários.
ATENDE CHAMADO A DOMICILIO
PASTILHAS
LAB. WOASAM SIDA.
D o o zk ç ím d o s O lt^ o s
DR. C YR O D E R E Z E N D E
Docente da clinica de olhos da F acu ld ad e
de Medicina da U niversidede de S . Paulo
Rua Marconi, 48 — 3.0 a n d a r
n
— F one 4-2819 — São Paulo
REUMATISMO, CIÂTICA OU DÔRES NEVRÁLGICAS?
ííl
# r n n S m fÍM ^ D í.
* LOÇÀO
★ BRILHANTINA
* FIXADOR
II!
> CINTA V E R M E L H A
DE G A R A N T I A
f
2
D O P O V O
N ã o obstante ter sido r e c e n ­ cou á disposição da Cooperati ­
temente fund ada, já a C o o p e ­ va, p romet en do prestar toda a s ­
rativa dos Lavradores de O u r i ­ sistência possivel, inclusive for­
n h o s está d e m on s t ra nd o g ra n de s necimento de sementes selecio­
atividades n o seu desenvolvi­ nadas, etc. Opo rt u na me n te esse
mento. Lavr adores de todas as g r a nd e amigo dos lavradores fa
classes estão se filiando á m e s ­ rá distribuição gratuita a todos
ma, p r o c u ra nd o , desde lógo, g o ­ os interessados, de sementes de
hortaliças.
zar das vant age ns que ela oferece
At ende ndo a um elevado n u ­
aos seus c o op e ra do s , confiando
a venda de suas colheitas da s a­ mero de lavradores residentes
no visinho municipio de São
fra atual á Cooperativa, que co
P edro do Truvo, a Cooperati va
locará dirétamente n o s mercados
c ons umi do res de São Paulo e fará instaiar aií um a agencia p a ­
outros, a preços bastantes remu- ra at ender aos mesmos, estando
ner ado re s • desapare cend o, assim adi ant ado os estudos á r e s p e ito .
Estão, pois, de parabéns cs
a i ntervenção dos intermediários.
Para tanto a sua diretoria já esforçados diretores da C o o p e ­
tem requisitado vagõe s da Estra­ rativa do s Lavradores de Ouri ­
da de Ferro S oroca bana e vai nho s, pela maneira que vão con
entrar em ent endi ment os com o d uzi ndo cs destinos da mesma.
Dr. Luiz Orsini de Castro, seu
di gno e es forçado Chéí e do Trá­
fego, no sentido de obter maior
rapidêz nos transportes.
A seção de v end as aos c o ­
o p e r a d os funcionará, tambem,
dent ro de breves dias. O Sr. Si­
las Ferreira de Sá, Diretor -Ger ente, que vem d i s pe nd en do o m á ­
ximo de seus esforços em pról
S O L IP A N n ã o te m c o n tr a - tn d tc a da cooperativa, já iniciou a açã o , q u a lq u e r q u e s e ja a Id a d e o u o
quisição dos principais generos,
e s ta d o d e f r a q u e z a d o d o e n te .
S O L IP A N é f e ito à b a s e d e v e g e ­
tais como: açucar refinado, sal,
ta is e c o n té m e x tr a to d e p e v id e s
farinha de trigo, sabão, latarias
d e a b ó b o ra c ie n tific a m e n te p re p a ­
ra d o , n ã o c o n te n d o , p o rta n to , n e ­
em conservas, diversas e i núme­
n h u m e le m e n to tó x ic o . S O L IP A N é
ros ou tros de c o n s u m o d o m é s ­
100% e f i c a z , n ã o s ó n o c o m b a t e a
to d o s o s v e rm e s , c o m o p rin c ip a l­
ticos. Já entrou em en te nd i me n­
m e n te , c o n t r a a s o litá r ia . E x p e ri­
tos com a Secretaria da Agri­
m e n te S O L IP A N e n ã o r e c e ie n e ­
cultura do Estado para obter,
n h u m p e rig o , c a s o a s d o s e s m in is ­
tr a d a s e x c e d a m
a reco m en d aç ão
p or seu intermedio, enxadas, foi­
p r e s c r ita . S O L IP A N é u m v e r in íf u ç o
ces, ma ch ado s e outras ferramen­
p e r f e i ta m e n te to le r a d o p e lo s o r g a ­
, —
mo
n iissm
o m a i s se
s e n s ív e i s .
tas agrícolas indispensáveis, de
bôa qualidade e por pre ços p r e ­
fixados pelo Go ve rno. T a m be m
ar âme fa rpado será fornecido
no s me sm os moldes.
De igual m o d o , já e n c o m e n ­
dou, atravéz da Carteira de e x ­
port ação e i mport ação do B a n­
co do Brasil S. A, um cami nhão,
u m cami nhonete, tres ar ados de
aivéca, déz semeadei ias para mi­
O aturdim ento, provocado
lho, ervilhas, feijão e algodão,
pelo catarro, é muito in cô m o ­
dois tratores Caterpillar Diesel,
do e aborrecido. As pessoas
vinte cultivadores de 5 enxadique não ouvem bem, que so­
dinhas e duas plantadeiras de 2 frem de zumbidos nos ouvidos
linhas, a fim de atender a p ed i­ e p ad ecem de aturdimento
do s de diversos coo pe rado s.
c atarral, encontram pronto alí­
Dispõe, no m omen to , para a- vio tomando PARMINT — o
t ender a qual quer de seus as so ­ rem édio realm en te eficaz no
ciados, de um tratôr «Lanz-Buld- tratam ento da afecção catarral.
dog» a oleo crú, um arado de
P ela sua açã o tonificante, Par5 discos e uma gra de de 33 dis mint red u z a inflamação do
cos, p o d e n d o fazer de 2 a 3 al­ ouvido médio, cau sad o ra do
catarro. E um a vez eliminada
queires de aração p or dia, a um
preço minimo, isto é, q ue c o r ­ a inflamação, cessam os zum ­
bidos nos ouvidos e a dor de
res ponda ape nas ás despezas
dessas máquinas. C o m o se vê.
cabeça, e d e s a p a re c e m g ra d u ­
com esse g r a n de e eficiente a u ­ alm ente o aturdim ento e a
xilio aos c o o p e r a d o s , é de se
dificuldade de ouvir. Parmint
prever que as próxi mas safras
é obtido em qu alq u er f a r m á ­
cia ou drogaria.
sejam ainda mais abun da nte s
q ue a atual, com men o re s sacrifí­
Todos os que sofrem de c a ­
cios dos lavradores, pci s estes tarro, aturdim ento c a ta rra l e
receberão assistência da C o o p e ­ zumbidos nos ouvidos, farão
rativa em t odo setor necessário.
bem experim en tan do Parmint,
O Dr. Rubens Ferraz Pinto da
Silva, A g r ô n o m o Regional da
Secretaria da Agricultura, sedia­
do em Chavant es, já se c o lo ­
0 veriiiifsEp
realmente
inofensivo
te o lip a n
Seira de catarro e não ou­
ve bem?
a «S foz do
EXTINGUE A CASPA E EVITA A QUEDA
DO CABELO
6KUNO - CAIXA POSTA L 1806 - S. PAULO
Dentes Abalados? Mau Halito? Bengivas Sangrando?
U se Formodon
E m pregados
SafoSin
TOSSE, BRONQUITE
ASMA, C A T A R R O
ose na GRI PE, FRAQUEZA
PULMONAR.
M
M
n m
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■ ■■ i m ia — > ■ ■ ■ ii h i i i —
■ n i
P recisam se p a r a tra b a lh a r
no B ar da Estação. Bom o r­
denado. T r a ta r no mesmo.
¥ _ E H j E j m j j l M S a M I L C H Ü Z E iS O S
Impressos ? só nesía tipografia
2 CASAS DE TIJOLOS em um te rre n o de 20 m etros de
frente por 44 de fundos, localisadas á Rua P a ra n á no. 369 e
277. T r a ta r com Ivo Faccio, á R ua Dr. Arlindo Luz no. 234.
6-7-1Q46
A
V C Z
ID O P O V O
C . A . O u r ln tx e u s e
4 8IZ 89 P9Ü0»
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Propriedade de H. GONÇALV.S
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Ano . . .
Cr.$ 25,00
Sem estre . . .
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T rim estre . . .
8,00
N úmero do dia . . 0,60
N úmero atra zad o
1,00
«A Vanguarda»
R N W C IO S
P A G IN A S
EXTEJHNAS
Cent. de coluna
R epetição
P A G IN A S
ED1TÁL
4,00
3,50
O Prefeito Municipal de O u­
rinhos, usando das atribuições
que lhe são conferidas por
lei. avisa os s en h o res in te r e s ­
sados, que, d orav an te todos
os proprietários que c o n s e r ­
v arem lixo ou a g u a esta g n a ­
da em frente suas resid ên cias,
serão multados de acôrdo com
a lei.
A fim de ev itar ab u sos e
que os sen h o res interessad os
aleguem ignorancia, p a r a que
chegue ao "conhecim ento de
todos, foi lavrado o p re s e n te
Edital.
Eu, Milton Oliveira Rosa,
S ecretário o escrev i.
P refeitura Municipal de Ou­
rinhos, 2 de Julho de 1945.
Alberto Br az
Prefeito Municipal
IN T E R N A S
Cent. de coluna
R epetição
3,00
2,50
E D IT A IS
Cent. de coluna
R epetição
3,00
2,50
Seção Livre e A Pedido,
Cent. de col.
5,00
N ão s e d e v o lv e oi g in a is em b o a n ão p u b licad os. A ,e d a ç ã o n ão a ss u m e e s p o n s a b ilid a d es p e lo s c o n c e ito s em iti­
d o s em a t i g o a ss in a d o , m e s
m o com p seu d o n im o .
M
Paraná, 432 - Tel. 204
OURINHOS
No dia 23 de Junho .p p ,
veio a lume mais um jornal.
E ’ a «A V anguarda», p ro m is ­
sor periódico editado na cida­
de de R ibeirão Claro, no es.
tado do P aran á, e de p r o p r ie ­
dade dos Irmãos Carvalho.
Nossa folha a g ra d e c e á r e ­
dação da «A V anguarda» o
e x e m p la r que nos mandou, e
form ula ao periódico de R i­
beirão Claro, a rd e n te s votos
de prosperidade.?
Perm u tarem os.
FraqumAnemia
Cansaço Cerebral-
FOPÇ6.
Semana da Ação Social do
— Brasil —
m
FoimvreikTE
&»tfauíiiNTM£íirTy
A VI Semana de Ação
d’«8 Pensggíienío
So­
cial do Brasil a se re a liz a r
este ano na cidade de S alva­
dor, na Baía, tra ta rá de um
modo especial dos problem as
do homem do campo. P ro m o­
ve estas sem anas que se r e a ­
lizam de dois em dois anos
o Grupo de Ação Social do
Rio de J a n e ir o de que é
presid en te o sr. H anibal Pos­
to e diretor ex ecu tivo o Pe.
Roberto Saboia de M edeiros
S. J .
VIGO"
SA U D E
C < a > i3 r< e & s
Vendem-se duas leiteiras e
um cabrito. Informações nes­
ta redação.
[oui o oyiJíl© ap osuq v
Para o corrente ano
Encontra-se a v en da n esta ti­
pografia ao preço de Crf> 4,00
cada exem plar.
1i_
Saquinhos de
la iM iu a v
papel
íM
oievxassei
De 1 a 7 1/2 quilos, ven
de-se nesta tipografia.
/^%X*^MORAoVERME^
in /
do AMÃRELâO/
fgw:*, *•
«O M u n icíp io»
T r a n s c o r r e u no dia 17 de
Ju n h o último, mais um a n iv e r ­
sário do valoroso orgão de
P resid en te B ern ardes, — «O
Município».
Sonelizando o
tran scu rso de sua d ata natalícia, vantilou o mui lido J o r ­
nal de P resid en te B ern ard e s
boas 3 fecundas colabo rações
alem de escolhido naticiário.
Ao an iv e rsa ria n te de 17 de
Junh o p. p., ás nossas felici­
tações.
a 4 Voz tía Por
É no intestino que o anquilóstomo vi­
ve e prolifera. Agarrado às paredes in­
testinais, suga o sangue do indivíduo,
que se vai abatendo aos poucos, até
ficar incapacitado para o trabalho. Às
pes?Oas atacadas desse mal, o Labora­
tório Camargo Mendes recomenda o
^ET.ODIOL, remédio que extermina
as verminoses. O P E R O D IO L faz
voltar as boas cores e dá novas forcas.
I
CAIXA
POSTAL
só tem quem quer
1
CHM SRGG
3413
—
mas os noivos Botinasso Bicanca e Epifania Martinussa Botin uda, se apresentaram perante o
Juiz de Paz Salomé Salomão e
Escrivão Pafuncio Pinicorino de
Souza. A celebração ao ato foi
intercalada de gar gal hadas a v a ­
ler. Um o rador t ambem do Dis
trito de Paz do Gameião, de o n ­
de eram os noivos, pronunciou
um discurso «Bestialogico» que
en ch eu de gar gal hadas o salão
por l o ngo espaço de tempo. A
orchestra executou u m a valsa
especial que os noivos dansaram r o de a d o s pelo co r dã o a l e ­
gre que fizeram os demais p a ­
res, e o baile continuou co m
gr a nd e animação.
Mais tarde uma Comissão j ul ­
g ad or a, proclamou «Rainha da
Noite» a senhorinha Prof. Adail Braz, cuja escolha foi b a s t a n ­
te aplaudida. O senhor Celestino
Borio Junior, Secretario do C o n ­
selho Deliberativo do Cl ube, d i s ­
cursou de improviso s a ud a nd o
a Rainha e ofertando lhe o p r ê ­
mio que lhe conferira a Direto­
ria do Ouri nhense. O o rador foi
muito apl audi do e mereceu da
distinta «Rainha» preferencia pa
ra com ela dansar a Valsa Es­
pecial.
Este baile pelo sucesso alcan
çado constituiu uma verdadeira
con sagração do Depart ament o,
Social e Recreativo do Clube
Atlético Ourinhense, mere cendo
destaque e a gratidão de todos
os associados do clube, a at ua­
ção dos jovens Diretores Miguel
Vieira da Silva, Alvise Del Car
Io, Renato Luiz Ferreira, José
Bassi e seus colaboradores, bem
c o m o as irmãs Braz que foram
incançaveis nos preparativos des­
sa festa.
Oxalá, po ss amos assistir sem
pre festas tão boas c om o for
esta.
Dr. Hermelíno de Leão
MEDICO - O PE RA D O R - PA RTE IRO
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B3
62
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Dois otimos a rm a zén s e um a ca s a resid en cial a n e ­
xa, localisados n e s ta cidade, á Rua Paulo Sá, esquina com a
Av. Altino A rantes. Facilita-se o pagam ento. P a ra mais in ­
form ações os in teressa d o s d ev erã o se dirigir ao Snr. J o a
quim M. Dias, no Café do Joaquim , á P r a ç a Melo Peixoto,,
telefone, 1-7-4
S I T I O
CABELOS BRANCOS
O
P E R O D IO L
IR B O R IlA R IO
xo de estrondosa salva de pal ­
Cirurgia geral - Partos - Doenças de senhoras
T
1
1
N a semana p as sada a Diretoria
do Cl ube Atlético Ouri nhense
distribuiu aos seus associados,
atencioso convite para assistir a
um Gr and ios o BáMe, que se realisaria na noite de São Pedro.
Dizia o convite que durante e s ­
se baile serhxm levadas a efeitos
a lgu mas brincadeiras. O baile
seria d en o m i n a d o <Baile Chita».
As s enhor as e senhoritas vesti­
riam belos vestidos de chita, e n ­
quant o que os h o m en s trajariam
passeio. Realmente, chegou a
bela noite de «São Pedro», 29
de J unho. A fachada da séde
social do Ouri nhe ns e se a pr e se n­
tou feericamente iluminada Do
Alto Falante instalado ao alto da
sacada, des de o escurecer começou-se a ouvir belas musicas. Os
rojões de vara co me ç ar a m a s u­
bir de q u a n d o em q ua n d o , d a n ­
do mais alegria á noite e a n u n ­
ciando com insistência as festi­
vidades que dentro em breve se
iniciariam.
A’s 10 horas da noite o sa lão de festas do Ouri enhens e de
feerica e interessante iluminação
«verde», capri chosament e o r ­
n amen ta do, com serviço de Al­
to Falante em funcionament o, se
encontrava api n ha do de famílias.
Viam-se já belíssimas e n d um e ntarias de chita e no palco a e x­
traordinária orchestra do «Ramiro» ao lado da n ã o m en os ex
traordinaria safona do Chiquin h o Saladini, executada bela m u ­
sica do seu vasto repertorio
d a n d o inicio ao baile.
A’s 11 horas e 30 minutos a
Com is s ão de Festas ofereceu
«um quentão» aos presentes. A
meia noite g r a n de queima de
rojões despertou a atenção dos
que se e nc ontr avam no salão, e
ao microfone foi anunciada a
che gad a, naquele m omen to , de
um n oi vado caipira cujo c as a­
mento seria ali realisado. De b ai ­
ítl
liE S B E S
SÃ O
l> M 'L O
BELEZA
«VIGOR
: aselcs
;ÍI
USA E NA O MUDA,
V ende-se um em Palmital, n a A gua do Nhuma, com 5
a lq u eires de te r r a ro x a de otima qualidade, p róp ria p a ra
cultura, com as seguintes benfeitorias: Uma casa de m ad eira
com 5 comodos, pasto e m angueirão. Boa aguada. T ra ta r
em Ourinhos, n a F a z e n d a Lageadinho com o Snr. Antonio
Castilho.
quem os não
fissioem esta folha — jo rn a l de boa circulação
m.nLfHsoo os âLiasiQü
A S S IN A T U R A S
S 3 B M A .2 S r A .P lZ O
1N0 XX
X I S T O JE D P I^ IS T IO i z r x : ' r K
O U R IN H O S, ( Est. S
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FUNDADO
fin o : Cr.
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NO R N O D E
1927
Nuji.
P aulo) ò de Julho de Í94Ó
Cirurgia em geral com especialidade
Gynecológica - Partos - Eletricidade
medica para tratam ento de senhoras.
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Editais de Proclamas
Cia Luz e P o rc a “ S a n t a Cruz
V IC E N T E DA COSTA MELO, O iiéi-il do R e g istr o C ivil, d istrito , M uni­
cíp io e C om arca de O urin hos, E sta ­
do de São P aulo, etc.
FAÇO SA B E R que p reten d em ca­
sa r-se e ap resen taram o s d o cu m en ­
tos e x ig id o s pelo art. 180, ns. 1, ‘2, o 4
do C jd íg o C ivil,
J o s é P ereira R o d rig u es e d o n a J u lia K olod zici. E le n a scid o em S. C.
do R io P ard o, d e ste esta d o , a o s 2o
d e Ju lh o d e ;923, lavrador, so lte ir o ,
d om iciliado e re sid e n te n e s te d istri
to , filho de M anoel P ereira R od ri­
g u e s e de d ona Maria O livia D ias.
E la n ascid a em B elgrad o a o s 10 d e
m arço d e 1924, d om estica, so lte ir a ,
d om iciliad a e r e sid e n te n e ste d istri­
to , filha d e E stan islau K o lo d zici e
d e d ona S o fia K urda.
Si alguem soub er de algum im p e­
dim ento, oponha-o na form a da le i.
L avro o p resen te para ser a fixad o
em ca rto v io e publicado pela im p ren ­
sa lo ca l.
O u rin h os, 24 de J u n h o de 1946.
O O ficial
Qinasio áe Ourinhos
Curso
de
preparatórios e
A G E R E N C IA
Exame
de Admissão ao
Ginásio
Aulas diarias, a partir de 8 do corrente
O liveira e dona F lo r íz a F erra z de
O d veira. E la n ascid a em A m érico
B ra silien se, com arca de  rnraquara,
aos 7 de Março da V. 24, d om estica,
so lteira , d om iciliad a e resid en te n e s­
te d istr ito , íilba de A n to n io N avarro
e dona T h ereza N avarro.
S i a lg u em so u b er de algu m im p e­
d im en to, op on h a-o na form a da le i.
L avro o p re se n te para ser afix a d o
em c a r to r io e p u b licad o peia im p ren .
aa lo ca l.
O u rin h o s, 25 de J u n h o d e 1946.
O O ficial
Vicente Costa Mello
F A Ç O S A B E R que p re te n d e m ca­
sar-se e a p rese n ta ra m os d o cu m en to s
e x ig id o s p elo art. 180, ns. 1, 2, e 4
do C odigo C iv il,
A u gu sto P in to D ias e dona Auna
N avarro. E le n ascid o n este d istrito ,
aos 8 de Maio d e 1922, lavrad or, sol
teiro , d om iciliad o e r e sid e n te n este
d istr ito , filh o de J u lío P in to D ius e de
dona E m ilia D ias. Ela n ascid a em
S. L ucia, com arca de A ia ra q u a ra ,
d este E st. aos 5 de J a n e ir o de 1922,
dom estica, so lteira , d om iciliad a e r e ­
sid en te n este d istr ito , filh a de A n to­
n io N avarro e dona T h ereza N a v a r­
ro.
Si algu em sou b er de algum im p e­
d im en to, uponha-o na form a da lei.
L avro o p re se n te para se r a fixad o
em ca rto r io e p u b licad o pela im p r en ­
sa local.
O u rin h o s, 25 J u n h o de de 1946.
FAÇO SA B E R que p re te n d e m se
ca sa r e apresen ta rm os docu m en to s
e x ig id o s pelo art. ISO, ns. 1, 2, e 4
d o C odigo C ivil,
A r lindo E zequiel da Silva o dona
Annr. M ercante. E le nascido n este
d istrito, aos 24 de J a n eiro de 1 922,
lavrador, so lteiro , d om iciliad o e re ­
sid en te n este d istrito , filh o de A uton io E zeq uiel da Silva e de dona Am olia C orrêa L eite. Ela nascida em
Ja ca rezin ho, E st. do P araná, aos 7
d e N ovem bro de 1923, dom estica, so l
teira, dom iciliada e resid en te n este
d istrito, filha de A lbin o M ercante o
dona H enorina B atalini.
Si algu em souber de algu m im p e d i­
m ento, oponha-o na form a da lei. L a ­
v ro o p resen te para se r a fix a d o em
ca rto rio e publicado pela im p re n ­
sa local.
O urinhos, 24 de Junho de 1946.
0 O ficial
O O ficial
Vicente Costa Mello
Vicente Costa Melo
FAÇ O S A B E R p reten d em casar-se
e a p resen ta ria o s d ocu m en tos e x ig i­
do p elo A rt. 180, n s. 1, 2, e 4 do
C ódigo C ivil.
A tilio J a cin th o B asso e dona Maria
da C onceição M aranho. E le n ascid o
em São M anoel d este E stad o, aos 3
de O utubro de 1915, m arcin eiro , so l­
teiro, d om iciliad o e r e sid e n te n esta
cidad*1, filh o de S an tin o B asso e de d.
Ema D en o b ile B asso. Ela n ascid a em
Ipaucú d e ste E st id o, aos 7 de D e­
zem b ro de 1917. d om estica, so lteira ,
dom iciliad a e r e sid e n te n esta cidade,
filha d e V itorio M aranho e dona Lazara de A lm eida V iana.
Si a lgu em sou ber de alg u m im p e d i­
m en to, oponha-o na fo rm a da lei. L a­
v r o o p re se n te p a ra se r a fix a d o em
c a rto rio e p u blicado p ela im p re n sa
local. O u rin h os, 28 de ju n h o de 1946.
O O ficial
Vicente Costa Melo
Vicente Costa Mello
FA Ç O SA B E R que p re te n d e m cara r-se e a p re se n ta ra m os docu m en tos
e x ig id o s p elo a rt. 180, ns. 1, 2, e 4
d o C odigo C ivil
A rgeo G onçalves de A lm eida e dona
T h ereza N avarro. E le nascid o no
d istrito de C açador desto E st. aus 2
d e A b ril de i925, la v ra d o r, so lte ir o ,
d om iciliado e r e sid en te n este d is tr i­
to, filh o de B en ed ito G on çalves de
Estado do São Paulo
í
Avisamos aos nossos p resad o s co nsum idores que, devido
a reform a p o r que está passando, serem o s obrigados, em
algum as ocasiões, a d esligar p a rte d a rê d e de Ourinhos. •
P ro c u ra re m o s red u zir essas in te rru p ç õ e s ao minimo, fa ­
zendo aviso prév io sem p re que possível.
Vicente Costa Melo
F lÇ O SA B E R que p reten d em ca­
sa r-se e aprentaram os d ocu m en to s
e x ig id o s pelo art. 180, n s. 1, 2, 3 3
4 do C ódigo C ivil,
A lfred o P into de Souza e dona Jandira Rosa do N ascim ento. E le n a sc i­
do em Ip auçú , d este E stado, aos 1.7
de N ovem bro de 1919, fe r r o v iá r io ,
so lteiro , dom iciliado e re sid e n te n es
ta cidade, filh o de Joaquim P in to de
Souza e da dona Maria L uiza de J e ­
su s. E la nascida no d istr ito de Santeim o, E st. de Santa C atharina, aos
16 de A gosto de 1924, dom estica, so l­
teira , dom iciliada e r esid en te n este
d istrito, filh a de A n to n io F a u sto do
N ascim ento e dona A na R osa do N as
cim en to.
Si a lgu em souber de algu m im p e d i­
m en to, oponha-o na fo rm a da lei. L a­
v r o o p resen te para se r a fix a d o em
ca rto rio e pu blicado p ela im p re n ­
sa local.
O u rinh os, 25 de Junho d e 1946.
O O ficial
i
OURINHOS —
Bragança,
Jornal
C o mp le to u n o dia 18 de J u ­
nh o findo, o sétimo an o d - exis­
tência. o mui lido e a c a í s d o Jor
nal, «Bragança Jornal», editado
na velha e s empre gloriosa Br a­
gança. C o m e m o r a n d o tão aus-
picosa data o brilhante aniversa­
riante de 18 de Junho, prestou
uma h o m e n a g e m aos bravos ex
pedicivnarios de Bragança, estam
p an do -l he s as fotografias, e te­
cendo-l hes palavras de e n c ô m i ­
os, pelo relevante papél que d e ­
s em pe nh a ra m no recente confli
to mundial. Es tampou, ou tro ssim, varias vistas da cidade de
Bragança, ventilou f e c u n d a c o­
l aborações, e nos trouxe <-í c o­
lhidos noticiários. O «Bragança
Jornal» é dirigido habilmente
por José de Oliveir?, e tem g r a n ­
de difusão não só na zona da
Paulista, c o m o t ambém nesta da
Soro ca ban a. Nos sa folha felicita
o aniversariante de 18 de J un ho
e almeja lhe vida longa.
Hoje, á nc.iie, no sal ãc de fes­
tas do C. A. Ouri nhense, realizarse-á u ma reunião extraordinária
do R ô fari C l u b e desta cidade, e
na qual será e mp o ss ad a a d i re ­
toria que irá reger os destinos
do clube n o per ío do de 19461947. A’ bela e fidalga reunião
jantar de hoje, c o m p ar e ce r ão
del egações de clubes rotários
das circunvisinhanças, be m c o ­
m o virá assistir a esta reunião
rofária, o rctariano Clorivaldo
Menezes Doria, ilustre G o v e r n a ­
dor do Distrito 28. A’ nova di­
retoria qu e hoje será empo ss a
da, ás felicitações sinceras da
«A Vo z d o Povo».
Movimento da Santa Casa de
Ourinhos
MEZ D E J U N H O D E 1946
I N D I G E NT E S
Doe nt es exist. dia ant.
«
ent rados
«
saidos
<
falecidos
PENSIONISTAS
Doe nt es ent rados
«
saidos
«
falecidos
3 de J u n h o de 1946
Seinaldo de Azevedo
Segund:- feira última á tardinha,
submet eu -s e a uma intervenção
cirúrgica, o nosso pre zado Di ­
retor, Sr. Reinaldo de Azevedo.
O pe ro u- o o competentíssimo ci­
rurgião de Ou ri nhos , Dr. He rmelindo A. de Leão. Ao jovem Rei­
naldo de Azevedo, os nos sos vo ­
tos de breve restabelecimento.
26
24
2
a «3 loz È Por
Dia 4, o jovem J oão Abujamra, residente cm S. Paulo e a
senhorita Araci Neder, filha do
sr. J o ã o Neder.
Faz anos:
Hoje, o sr. Francisco Fragão,
comerciante nesta praça.
C asam ento
LUIZ APARECIDA
Terá lugar na próxi ma quarta
feira, dia 10 do corrente, na
Matriz local, o enlace mat ri mo­
nial do distinto m o ço Luiz Borriel, auxiliar do Bar Central, fi­
lho do Snr. Antonio Borriel e
de dona Maria Mateus, com a
p r en dada
senhorifs Aparecida
Tavares Carvalho filha do Snr.
José Clemeniíno Ca rv a lh o e de
d on a Ana Aurea Carvalho.
Ao jovem e future par, as
felicitações desta folha.
Fizeram anos:
Viajantes da Arco-Íris
V iajartm pela A R C O -ÍR IS, de Ou­
rin h o s para S. P aulo, as segu in tes
pessoas: O sw aldo B onom o, João Garbirn, Garbim V alente, M ário Soares,
Joaquim L in o de Camargo, Olavo F.
Sá, J o sé O lim pio de A lm eida, T uffik
M attar, D onato S assi, C arolina Morí
C on tip elli, Vila M ilani Mori, C arlos
T. G uim arães J o r -, A v d in a Alm eida
D evien e, A ntônio L. L uciano, A n to ­
nio Luiz F e r r e ir a , Mauro S algu eiro.
Salim A buham ad, R aul S ilva, Cel.
A u tón io A. L eite, F ra n cisco M arques
F ilh o , Hearaínío Costa e M iguel C ury.
Para o R io de Ja n eiro , N eusa Tocalin o T bom é. Para P res. P ru d en te,
João A n tôn io Mori,
D, Josefa Robles de Souza
Alberto Braz
Festejou n o dia 2 deste mês,
mais um a no de existencia, a
sra. dona Josefa Robles de Sou
zn, esposa do Sr. Antonio José
de Souza, proprietário da Ceramica Santo Antonio desta cidade
Para a capital e a tratar de a ssu n ­
to s de in te r e sse do m unicípio, seg u i­
rá na pórxim a quarta-feira o S nr.
A lb erto B raz, p refeito m unicipal lccal.
Jurandir e Misael Ro­
bles de Souza
F a r m á c ia de P la n t ã o
Dia 3 deste,
12
27
18
3
bem seus natalicios, os garotos
Jurandir e Misael Robles de Sou
za, diletos filhinhos do sr. Anto­
nio José de Souza.
Esta folha, e mb or a t a r d i a m e n ­
te, cumpri ment a os felizes ani­
versariantes, desejando-lhes mui­
tas felicidades.
festejaram
tam­
E stará de plautão am anhã, a F a r ­
macia N. S. A parecida, á R. Paraná
MISSA DE 90 DIAS
t
A familia de
João G oulart L em es
participa aos p a ren tes e am igos que vai ser rezada na M atriz de São
Bom J e su s, na cid ade de S o r o c a b i, no dia 12 d e ste m es, a m issa de 90
d ias de seu falecim en to e ao m esm o tem po, con vid a a tod os para a ss is­
tirem n o -p ro x im o dia 24 do c o rren te, ás 7 h oras, na M atriz local, a m is­
sa que tam bsm p or in ten çã o da alm a do sau d oso ex tin to manda celebrar
n e sse dia.
Por este ato de relig iã o e am izade, d esd e já hipoteca a todos, os
seu s sin cero s a grad ecim en tos.
5$. « V » ,------ , —
Amanh ã
Domingo
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