FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO BAIXO SÃO FRANCISCO DR° RAIMUNDO
MARINHO
FACULDADE RAIMUNDO MARINHO
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
PPC
Maceió - AL
2014
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ............................................................................................ 3
1
HISTÓRICO DO CURSO.................................................................................. 3
2
CONTEXTUALIZAÇÃO DA REALIDADE SOCIAL ......................................... 7
3
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO .................................................. 10
4
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ........................ 11
5
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE EXTENSÃO ............................................ 12
6
CONCEPÇÃO DO CURSO ............................................................................ 13
6.1
Objetivos (gerais e específicos) .................................................................. 13
6.2
Perfil do egresso ........................................................................................... 14
7
ESTRUTURA E CONTEÚDO CURRICULAR ................................................ 16
7.1
Currículo, ementa das disciplinas e bibliografia ....................................... 19
7.2
Coerência do currículo com os objetivos do curso................................... 57
7.3
Coerência do currículo com o perfil desejado do egresso ....................... 58
7.4
Coerência do currículo face às diretrizes curriculares nacionais ............ 59
7.5
Adequação da metodologia de ensino ....................................................... 60
7.6
Dimensionamento da carga horária das unidades de estudo .................. 63
7.7
Adequação e atualização das ementas e programas das unidades de
estudo.............................................................................................................65
7.8
Adequação e atualização da bibliografia .................................................... 66
7.9
Coerência dos recursos materiais específicos (laboratórios e instalações
específicas, equipamentos e materiais) do curso com a proposta
curricular ....................................................................................................... 66
7.10 Estratégias de flexibilização curricular....................................................... 67
7.11 Apoio ao discente ......................................................................................... 67
7.11.1 Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais.......68
8
AVALIAÇÃO .................................................................................................. 71
8.1
Coerência dos procedimentos de avaliação dos processos de ensino e
de aprendizagem com a concepção do curso ........................................... 71
8.2
Articulação da auto-avaliação do curso com a auto-avaliação
institucional................................................................................................... 71
9
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – POLÍTICAS, DIRETRIZES, NORMAS ...... 73
10
TRABALHO DE GRADUAÇÃO – POLÍTICAS, DIRETRIZES E NORMAS ... 76
11
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – POLÍTICAS, DIRETRIZES, NORMAS
.........................................................................................................................79
12
DOCENTES (PERFIL) .................................................................................... 83
13
SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS ................................................................... 83
14
RECURSOS MATERIAIS ............................................................................... 82
14.1 Infra-estrutura física ..................................................................................... 82
14.2 Infra-estrutura acadêmica ............................................................................ 90
ANEXOS....................................................................................................... 104
3
APRESENTAÇÃO
O PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) é a referência das ações e decisões
curso do curso de Serviço Social da Faculdade Raimundo Marinho (Maceió) em
articulação com a especificidade da área de conhecimento no contexto da respectiva
evolução histórica do campo de saber; define a identidade formativa nos âmbitos
humano, científico e profissional, as concepções pedagógicas e as orientações
metodológicas e estratégicas para o ensino e a aprendizagem e sua avaliação, o
currículo e a estrutura acadêmica do seu funcionamento. O Currículo do curso, um
dos elementos constitutivos do PPC, contempla, dentre outros elementos,
conhecimentos e saberes necessários à formação das competências estabelecidas
no perfil do egresso; estrutura curricular; ementário, bibliografias básica e
complementar; estratégias de ensino; docentes; recursos materiais, serviços
administrativos, serviços de laboratórios e infra-estrutura de apoio ao pleno
funcionamento do curso.
1
HISTÓRICO DO CURSO
O curso de Serviço Social da Faculdade Raimundo Marinho está devidamente
autorizado pelo Conselho Estadual de Educação, na Resolução N° 63/2009 e
homologado na Portaria N°64/2009 – GS, publicado no Diário Oficial do Estado em
10 de Setembro de 2009. O curso funciona em regime semestral, com oferta de 100
vagas – matutino (50 vagas) e noturno (50 vagas).
O Projeto Pedagógico do Curso, embora tendo sido elaborado por profissionais
de competência reconhecida, não incorporou questões pertinentes que vieram a
surgir no decorrer da implementação do curso. Temos a clareza que a realidade é
dinâmica e, portanto, foi a partir desse processo de implementação do curso que
mostrou-se a necessidade de revisão e remodelação do PPC, de modo a garantir
uma formação acadêmica em Serviço Social permanentemente atualizada e
adequada à realidade local, com vistas ao cumprimento da Lei de Diretrizes e Bases
da Educação e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de Bacharel em
Serviço Social vigentes.
4
Neste sentido, foram efetuadas modificações no Projeto Pedagógico do Curso,
referente à matriz curricular, carga horária das disciplinas, supressão de disciplinas,
inclusão de disciplinas, atualização de bibliografia, revisão de planos de aulas para a
inclusão de conteúdos curriculares atendendo ao disposto na legislação do MEC
para os conteúdos transversais. Essas alterações foram realizadas a partir de
análises no âmbito do Colegiado do Curso e do Núcleo Docente Estruturante, tendo
em vista possibilitar o desenvolvimento de habilidades e competência desejadas
para os egressos do curso.
De imediato, foram feitas mudanças emergências, como por exemplo, a
antecipação da disciplina Oficina de Leitura e Produção de Textos, do 2º para o 1º
período, dada as dificuldades apresentadas pelas primeiras turmas recebidas. No
entanto, outras modificações foram feitas no semestre inicial do curso, como
supressão e inclusão de novas disciplinas na matriz curricular inadequada ao
propósito inicial do PPC, e que a nosso ver, trariam mais prejuízos do que
adequações para o curso. Mas, uma vez que o funcionamento do Colegiado de
Curso, composto por todos os docentes das disciplinas e a representação discente,
foi oficialmente constituído em abril de 2011, foram analisadas e sugeridas
propostas de alteração estruturais no âmbito da organização curricular do Curso.
Tais propostas foram estudadas no âmbito do NDE, que por sua vez propôs uma
nova organização curricular - ora vigente - aprovado pelo conjunto do Colegiado do
Curso.
Tendo em vista que nenhuma turma havia se formado, tais alterações não
trouxeram prejuízos à nenhuma das turmas em curso, posto que todas elas puderam
usufruir das alterações em tempo hábil. Salientamos que temos ciência de que a não
realização de tais modificações comprometeriam a qualidade do curso frente à
realidade alagoana e à formação profissional em Serviço Social.
Assim sendo, foram feitas as principais modificações conforme segue:
1) Reorganização da matriz curricular em sua distribuição de disciplinas nos
períodos letivos, tendo em vista adequar a oferta das disciplinas de conteúdo
teórico-metodológico em relação à oferta das disciplinas de Prática de Estágio
Curricular Obrigatório e à elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso;
2) A maioria das disciplinas tiveram suas cargas horárias ajustadas de 80h para
60h, para proporcionar que outras disciplinas pudessem ser acrescentadas à
5
matriz, possibilitando uma formação profissional mais diversificada, embora
ancorada nos 03 núcleos fundamentais das diretrizes curriculares.
3) Desta forma, foram realizadas mudanças como: a) aumento na carga horária
de disciplinas fundamentais como Sociologia (desmembrada para Sociologia I
e II, ambas com 60 horas), Teoria Política (desmembrada para Teoria Política
I e II, ambas com 60 horas); b) Foram inseridas as disciplinas que não
constavam na matriz: Desenvolvimento Sócio-Histórico da Família - para
atender uma necessidade de conhecimento gerado pela atuação profissional
na atualidade, especialmente no que se refere aos programas sociais; Ética e
Sociedade – a fim de contemplar especialmente os conteúdos transversais
obrigatórios como Educação Ambiental, Cidadania, Direitos Humanos,
Relações Étnico-raciais a partir da matriz afro-brasileira, Oficina de TCC I e II
– para dar suporte aos(as) estudantes no processo de elaboração do projeto
de pesquisa e da monografia para o TCC, Oficina de Estágio Supervisionado
– com vistas a dar suporte teórico-metodológico ao processo de inserção
dos(as) estudantes nos campos de estágio;
4) Alteração do período ofertado das disciplinas Oficina de Leitura e Produção
de Textos, Antropologia, Economia Política, Sociologia, Fundamentos do
Serviço Social, Introdução à Psicologia, Psicologia Social, Serviço Social e
Processo de Trabalho, Pesquisa em Serviço Social, Política Social I e II,
Trabalho e Sociabilidade, Relações de Gênero e Serviço Social, Estágio
Supervisionado I e II, Optativas. Tais alterações foram necessárias para que o
curso mantivesse uma distribuição dos conteúdos curriculares coerentes com
o período de práticas de estágio e o exercício da investigação científica para
o TCC;
5) Redução para dois semestres letivos da disciplina Prática de Estágio
Curricular Obrigatório em Serviço Social I e II. A redução dos semestres teve
o objetivo de adequar-nos à realidade atual devido à multiplicação de escolas
de Serviço Social no município de Maceió, que tem dificultado o
conveniamento de novos campos de estágio. No entanto, tal redução para
dois semestres não implicou na redução de carga horária das referidas
disciplinas; pelo contrário, houve aumento da carga horária para 450h total,
6
tendo em vista adequar o curso de Serviço Social da FRM à Política Nacional
de Estágio em Serviço Social (Resolução 533/2008).
6) Foram
inseridas
as
disciplinas
Saúde
Mental
e
Serviço
Social,
Estudos e Pesquisas em Seguridade Social, Métodos e Técnicas em
Pesquisa Social, Cultura, Religião e Diversidade Étnica no Brasil, Linguagem
Brasileira de Sinais, Questão Ambiental e Serviço Social, Educação e Serviço
Social, Direitos Humanos no Brasil, Questão Social e Violência, Introdução à
Estatística aplicada ao Serviço Social, no leque de disciplinas optativas,
conforme interesse e proximidade aos temas de relatórios de Estágio e temas
de TCC, sendo ofertadas a partir do 6º período, num total de 4 disciplinas
optativas à serem escolhidas por afinidade e/ou interesse dos(as) estudantes
na ocasião da oferta;
7) Revisão de todos os Planos de Aulas, desde as ementas até a readequação
dos conteúdos programáticos para que as disciplinas pudessem ser
atualizadas em relação às tendências teórico-metodológicas recentes,
conforme cada área de estudo, tendo em vista otimizar a qualidade da
formação em Serviço Social, observando os objetivos do PPC para a
composição do perfil do egresso e com vistas acompanhar as discussões e
temas das áreas do saber pertinentes a profissão na contemporaneidade, em
suas demandas e requisições atuais;
8) Revisão e atualização das bibliografias das disciplinas, tendo em vista
acompanhar as publicações recentes sempre que necessário, sem invalidar
as produções anteriores e que ainda constam como fundamentais a formação
profissional em Serviço Social;
Todas essas alterações apresentadas foram resultado de um processo coletivo
e contínuo de avaliação do curso na relação cotidiana de ensino-aprendizagem, fruto
de discussões coletivas entre docentes das disciplinas do curso, garantindo os
conhecimentos específicos de cada área do saber, mas também enriquecidos pela
interdisciplinaridade nas discussões no decorrer do curso, e todas as propostas
sendo discutidas entre os docentes do NDE e deliberadas e aprovadas no Colegiado
do Curso. Acreditamos assim viabilizar continuamente uma formação de qualidade,
um processo de gestão do curso que aprende no processo, que incorpora mudanças
conforme as demandas globais e locais, que possibilita um ambiente acadêmico
7
propício ao trabalho profissional docente compartilhado e co-participativo, e
principalmente, tendo em vista formar profissionais qualificados, capacitados para
responder às demandas atuais do mercado de trabalho e do enfrentamento as
expressões da questão social em que os(as) assistentes sociais são convocados a
atuar profissionalmente.
2
CONTEXTUALIZAÇÃO DA REALIDADE SOCIAL
A FACULDADE RAIMUNDO MARINHO localiza-se no município de Maceió,
capital do estado de Alagoas, um dos nove estados que compõem a Região
Nordeste. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística o
estado de Alagoas possui taxa de analfabetismo das pessoas de 10 a 14 anos de
idade igual a 5,0% e de 15 anos ou mais igual a 21,8%. Alagoas ocupa uma área de
27.778,506 Km2 do território nacional, limitando-se ao norte e noroeste com o
Estado de Pernambuco, ao sul com o Estado de Sergipe, a sudoeste com o Estado
da Bahia e a leste com o Oceano Atlântico.
As principais atividades econômicas desenvolvidas no Estado relacionam-se
à indústria, à agricultura, à pecuária, à extração de petróleo e ao turismo. Entre os
principais produtos agrícolas cultivados encontram-se o abacaxi, o côco, a cana-deaçúcar, o feijão, o fumo, a mandioca, o arroz e o milho. Na pecuária, destacam-se as
criações de equinos, bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos. Alagoas possui,
ainda, reservas minerais de sal-gema, gás natural, além do petróleo já mencionado.
A atividade industrial tem como subsetores predominantes o químico, a produção de
açúcar e álcool, de cimento e o processamento de alimentos. Alagoas é um dos
maiores produtores de Gás Natural do Brasil.
Constituem o Estado de Alagoas 102 municípios e sua população de acordo
com o IBGE no Censo de 2010 esta estimada em 3.120.494 habitantes, sendo deste
total 932.748 (29,9%) residentes na capital
Maceió limita-se: ao norte com os municípios de Paripueira, Barra de Santo
Antônio, São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de
Marechal Deodoro e Oceano Atlântico; a leste, com o Oceano Atlântico; e a oeste
faz fronteira com Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco. Em
8
2010, o PIB da capital girava em torno de 8.084.010 bilhões de reais, o quinto maior
entre as capitais da Região Nordeste, número significativo que mereceu destaque
por ter vindo antes do "boom" do comércio e do turismo em Maceió, que ocorreu
com a abertura de diversos hipermercados, hotéis, de um centro de convenções e
do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. Sua população pode ser
classificada como jovem; pois 60,5% pertencem à faixa etária de 0 a 29 anos de
idade. Destes, a Faculdade Raimundo Marinho, tem alunos oriundos de
aproximadamente 35 municípios.
Assim a Faculdade Raimundo Marinho vem atender à demanda proveniente
da cidade de Maceió e principalmente nos bairros do Tabuleiro do Martins, Clima
Bom, Cidade Universitária, Benedito Bentes e municípios Rio Largo, Satuba, Santa
Luzia do Norte e Coqueiro Seco, em virtude de sua localização à Avenida Durval de
Góes Monteiro, 8.501, Tabuleiro do Martins. Tais informações devem estar refletidas
no Projeto Pedagógico Institucional da FRM, como projeto que fundamente uma
produção de conhecimentos, necessários ao crescimento e desenvolvimento
científico, intelectual, social e cultural de Maceió, de Alagoas, da Região Nordeste e
do País.
O cenário alagoano, no que se refere ao contexto educacional, Alagoas
dispõe de estabelecimentos de ensino básico, fundamental, médio e superior,
divididos pela rede pública e privada. Dentre estas instituições de ensino na rede
privada temos a Faculdade Raimundo Marinho, mantida pela Fundação Educacional
do Baixo São Francisco. A FACULDADE RAIMUNDO MARINHO (FRM) surge em
Maceió como mais uma opção de oferta de curso superior na capital, a partir da
experiência da mantenedora que oferece cursos de qualidade no município de
Penedo. Os cursos de graduação da FRM visam contribuir com o processo de
qualificação profissional da população alagoana, historicamente marcada por baixos
índices de escolaridade, o que impede avanços na renda desta população e no
crescimento socioeconômico da sociedade alagoana.
O Estado de Alagoas é marcado pela predominância de uma população
considerada pobre. De acordo com o pesquisador e economista Cícero Péricles de
Carvalho1, em seu livro intitulado Economia Popular: uma via de mobilização para
Alagoas (2007), “não podemos discutir Alagoas atual sem analisar seus problemas
1
CARVALHO, Cícero P. de – Economia Popular: uma via de mobilização para Alagoas. 2ª edição. Maceió: EDUFAL, 2007.
9
estruturais. A razão primeira das dificuldades da economia alagoana é a combinação
da sua pobreza com os frágeis indicadores sociais”. A pobreza combinada com a má
distribuição de renda são os elementos determinantes para a compreensão de
outros fenômenos regionais.
A cidade de Maceió, capital Alagoana, onde está situada a Faculdade
Raimundo Marinho, possui um contingente elevado de escolas de educação básica,
tanto da rede pública de ensino quanto da rede particular de ensino, o que justifica a
necessidade de implantação de uma nova instituição de ensino superior na região
norte da cidade, espaço onde existe uma significativa densidade demográfica, e que
ainda não foi objeto de investimentos no campo do ensino superior.
Diante do contexto sócio-econômico alagoano apresentado acima e no sentido
de concorrer para a materialização da missão institucional da FACULDADE
RAIMUNDO MARINHO que tem como missão produzir e disseminar o conhecimento
nos diversos campos do saber, contribuindo para o exercício pleno da cidadania,
mediante formação humanista, crítica e reflexiva, consequentemente preparando
profissionais competentes e atualizados para o mundo do trabalho presente e futuro,
foi proposta a oferta do curso de Serviço Social a sociedade alagoana, visando
formar assistentes sociais competentes para atuar no enfrentamento das diversas
expressões
da
“questão
social”
-
pobreza,
fome,
violência,
abandono,
vulnerabilidade social, exploração infantil, entre outras.
Diante do exposto, o curso de Serviço Social irá fomentar no discente as
habilidades e competências para formular, implementar e monitorar políticas
públicas, bem como assessorar o setor público e privado e movimentos sociais na
elaboração e execução de programas e projetos sociais com vistas a garantia da
igualdade e direitos sociais.
Trata-se de um curso cuja formação está voltada para o compromisso com o
exercício da cidadania e defesa dos direitos, face ao quadro de exploração e
pauperização que atinge grande parte da população alagoana, com capacidade
crítica para compreender a realidade social e numa postura propositiva, atuar na
perspectiva da emancipação humana.
O curso de Serviço Social da Faculdade Raimundo Marinho, devidamente
autorizado pelo Conselho Estadual de Educação, na Resolução N° 63/2009 e
homologado na Portaria N°64/2009 – GS, publicado no Diário Oficial do Estado em
10/09/2009, funciona em regime semestral, com oferta de 100 vagas – matutino (50
10
vagas) e noturno (50 vagas). Sua matriz curricular tem como base a atual Lei de
Diretrizes e Bases da Educação e as Diretrizes Curriculares para a formação de
Bacharel em Serviço Social, constando disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas,
além das atividades complementares de caráter obrigatório como seminários,
palestras, cursos e oficinas.
3
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO
O Curso de Serviço Social está configurado a partir de uma abordagem que
articula ensino, investigação e extensão, buscando atender as diretrizes próprias do
Curso que são asseguradas pelo Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da
Faculdade Raimundo Marinho.
I – Formação Curricular Obrigatória: incluem disciplinas presenciais, estágio
curricular obrigatório, elaboração e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso,
atividades complementares;
II – Formação Extra-curricular Complementar: no decorrer do ano letivo são
organizadas atividades de formação complementar, como cursos, mini-cursos,
seminários, palestras, entre outros de forma a proporcionar a participação dos
estudantes em debates atualizados no campo profissional e de interesse da
sociedade em geral. A certificação da participação dos estudantes em tais atividades
pode ser considerada no âmbito das “Atividades Complementares”, de caráter
obrigatório, a exemplo de:
a) Semana de Serviço Social – atividade anual, realizada no mês de maio em
alusão ao Dia do\a Assistente Social (15 de Maio)
Encontro de Supervisores\as de Estágio da FRM - realizados no mínimo um
encontro por semestre letivo, tendo em vista garantir a avaliação conjunta do
processo de estágio curricular obrigatório do curso de Serviço Social da FRM,
proporcionando ainda a formação continuada para os\as assistentes sociais que
atuam como supervisores\as de campo, nos campos de estágio firmados a partir dos
convênios entre a FRM e instituições parceiras.
11
4
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A FACULDADE RAIMUNDO MARINHO apoia a iniciação científica e
incentiva as práticas investigativas, como função associada ao ensino e à extensão,
com o fim de fortalecer o processo de aprendizagem e de ampliar e renovar o acervo
de conhecimentos ministrados em seus cursos.
As práticas investigativas e a iniciação científica são desenvolvidas no
âmbito de cada curso ou programa, ao qual estejam vinculados os professores,
ficando sob a responsabilidade do Coordenador do Curso e sob a supervisão do
Diretor Acadêmico, de acordo com as seguintes diretrizes gerais:
estimular e apoiar grupos de iniciação científica, formados por
professores e alunos;
priorizar projetos com qualidade acadêmica e mérito científico;
estimular os diversos cursos e estabelecer núcleos temáticos
multidisciplinares como mecanismos para centrarem suas ações em
temas estratégicos;
estimular a produção científica decorrente das atividades dos grupos
de iniciação científica;
fortalecer a parceria interna e institucional com organizações dos
setores público e privado.
As linhas de iniciação científica devem levar em conta os seguintes pontos:
a estratégia e o planejamento global da Faculdade, considerando o
ambiente competitivo do ensino superior de Alagoas;
a ênfase curricular de cada curso, a partir do seu planejamento
estratégico, dada a alguns conteúdos ou metodologias; e
a disponibilidade de recursos humanos, dentro do curso, para
implementar os projetos aprovados pela Direção Geral da Faculdade.
O conteúdo das linhas de iniciação científica pode ser definido, segundo a
conveniência do curso, a partir de três critérios:
um conteúdo mais amplo, de forma a englobar em uma mesma linha
um ou mais grupos;
a partir de uma metodologia em particular, que pode ser aplicada por
um ou mais grupos;
12
a partir de um conteúdo mais específico, de forma que um grupo pode
atuar em uma ou mais linhas.
5
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE EXTENSÃO
Quanto à Extensão, propõe a Faculdade ser uma instituição comprometida
com a comunidade regional, com o desenvolvimento da consciência da expressão
cultural local e regional e com a reelaboração de seus projetos e programas, em
nível científico, visando minimizar os problemas sociais. É nesse sentido que a
instituição de ensino superior deve ir até a comunidade e esta vir para a instituição, a
fim de usufruir da oferta de serviços e instalações, e manter o processo da educação
contínua. Nesse sentido a FACULDADE RAIMUNDO MARINHO propõe-se a:
Manter instância própria para a extensão, que seja a executora de uma
política extensionista; sendo certo que sua existência, contudo, não
exime os Colegiados de curso de se preocuparem com a dimensão
social do ensino e da iniciação científica;
Por meio da extensão, estimular a consciência social da comunidade
acadêmica (docente, discente e do corpo técnico-administrativo), a
partir da efetiva interação com a consciência das comunidades na
região, criando em espaço próprio para a resolução harmoniosa dos
conflitos;
Promover o trabalho interdisciplinar, que é o fundamento da
universalidade, próprio de instituição de ensino superior. Nesse sentido
é que a extensão deve atuar junto aos Colegiados de Cursos com as
devidas informações das atividades docentes de ensino e iniciação
científica para que todo profissional se atualize no seu trabalho. É
nesse nível maior que surgirão novas possibilidades em termos de
progresso nas ciências e, sobretudo, de aplicações tecnológicas;
Mesmo sendo costumeiramente uma atividade externa, a extensão deve
constituir-se em “feedback” para a melhoria do ensino e da iniciação científica; por
isso mesmo os colegiados devem, no exercício de suas atribuições, avaliar
13
periodicamente estágios, convênios, pesquisas de campo, a fim de incorporar as
experiências da extensão à rotina do ensaio e da iniciação científica.
6
CONCEPÇÃO DO CURSO
6.1
Objetivos (gerais e específicos)
Objetivo Geral
O
Curso
de
Serviço
Social
objetiva
preparar
Assistentes
Sociais
qualificados(as) para atuarem nos diferentes espaços sócio-ocupacionais que se
compatibilizam com as exigências da legislação profissional - Código de Ética/93 e
Lei 8662/93. A proposta formativa fundamentada nas Diretrizes Curriculares
Nacionais
contempla
o
desenvolvimento
das
habilidades
e
competências
necessárias ao exercício da criatividade e da crítica como condições indispensáveis
para a inserção no mundo do trabalho e para o enfrentamento das expressões da
“questão social”.
Objetivos Específicos
Formar profissionais politicamente comprometidos com as lutas sociais pela
defesa da democracia, da garantia dos direitos sociais e da ampliação da
cidadania, que por isso não devem silenciar-se ante as situações de exclusão
e das desigualdades sociais;
Formar profissionais com consistente fundamentação histórica, teóricometodológica, ético-política e técnico-operativa que estejam capacitados(as)
para elaborar respostas adequadas aos desafios cotidianos subscritos no
universo das diferentes formas de manifestação da "questão social", que se
exprime sob as formas da miséria, da carência, da expropriação, ou mesmo
em qualquer modo de exclusão;
Incentivar a produção e difusão de conhecimentos na área de Serviço Social,
visando subsidiar os sujeitos sociais nos processos de desvendamento das
relações sociais historicamente construídas na sociedade brasileira;
14
Estimular o desenvolvimento de ações junto aos diferentes segmentos sociais
que integram a comunidade micro-regional.
6.2
Perfil do egresso
BACHAREL EM SERVIÇO SOCIAL é o título concedido ao/à concluinte do
presente curso, que tem como bases legais a legislação educacional brasileira em
vigor e a legislação específica sobre a profissão de Serviço Social, bem como as
Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação, materializadas na
Resolução de Nº 15, de 13 de março de 2002, Pareceres CNE/CES.
Além de exercer tarefas de gerenciamento, execução, avaliação e
monitoramento de programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência,
previdência social e habitação, o/a assistente social atua em consultorias,
assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos, possibilitando o
acesso da população aos direitos sociais. Seu trabalho consiste:

No desenvolvimento de pesquisas, planejamento, organização e gestão dos
serviços sociais;

Na assessoria e execução de programas e projetos de caráter sócio-educativo;

Na produção de conhecimentos acerca da realidade social nos vários campos
nos quais atua;

Na gestão de políticas, programas e projetos em sindicatos, instituições ou
organizações públicas e privadas e nos movimentos sociais.
O Curso de Serviço Social da FRM, tendo como referencia o Código de Ética
Profissional dos/as Assistentes Sociais (1993), promove aos seus estudantes uma
formação generalista e crítica a partir da adequada e rigorosa fundamentação
teórico-metodológica, tendo em vista configurar um perfil profissional de seus
egressos capacitados a pensar/projetar/intervir nas manifestações da "questão
social" que se colocam como demandas cotidianas e que representam importantes
desafios a serem superados pelas respostas profissionais. O processo de
elaboração dessas respostas deve estar balizado pelos princípios fundamentais
expressos pelo Código de Ética Profissional, reafirmando o compromisso do
profissional com a sua condição de sujeito histórico que no curso do exercício
15
profissional compartilha da construção de outras formas de sociabilidade e de
relações sociais. E, para isso deve ser capaz de:
Apreender criticamente a natureza dos processos sociais, assentado na
perspectiva da totalidade;
Analisar o movimento histórico da sociedade brasileira, apreendendo as
particularidades do desenvolvimento do modo de produção capitalista no
País;
Apreender e redimensionar o significado sócio-político da profissão,
evidenciando formas potenciais de ação nele contidas;
Desenvolver, de modo sistemático, atividades investigativas que possibilitem
ampliar a compreensão dos aspectos particulares da realidade profissional
em que se insere;
Desenvolver postura autônoma na produção e divulgação de conhecimentos
e na explicitação de resultados da investigação e da atuação profissional,
sem infringir seus referenciais legais e éticos.
Competências e Habilidades:
O que distingue, qualifica, respalda e legitima a existência e a intervenção
profissional do(a) Assistente Social é a aprendizagem e o desenvolvimento
de
competências e habilidades específicas tal como estabelecidas no Art. 4º da Lei nº
8662/93. Sendo algumas delas as seguintes:
Elaborar, implementar, executar e avaliar políticas sociais junto a órgãos da
administração pública, direta ou indireta, empresas, entidades e organizações
populares;
Elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos que
sejam de âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade
civil;
Encaminhar providências e prestar orientação social a indivíduos, grupos e à
população;
16
Orientar indivíduos e grupos de diferentes segmentos sociais no sentido de
identificar recursos e de fazer uso dos mesmos no atendimento e na defesa
de seus direitos;
Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais;
Exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são
prescritas através da legislação específica, revelando domínios adequados
dos diferentes modelos organizacionais.
7
ESTRUTURA E CONTEÚDO CURRICULAR
A estrutura e o Conteúdo curricular são baseados no debate atualizado a
respeito da formação profissional do(a) Assistente Social e na atual Lei de Diretrizes
e Bases da Educação e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação em Serviço Social, a FACULDADE RAIMUNDO MARINHO estruturou o
Curso de Bacharelado em Serviço Social em 08 períodos (semestres), cujas
unidades curriculares estão ancoradas em três núcleos interdependentes. São eles:
I.
NÚCLEO
DE
FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS
DA
VIDA SOCIAL –
compreende um conjunto de fundamentos teórico-metodológicos e ético-políticos
para conhecer o ser social enquanto totalidade histórica, fornecendo os
componentes fundamentais para a compreensão da sociedade burguesa, em seu
movimento contraditório. Voltadas para esta composição estão disciplinas como:
Introdução à Metodologia Científica
Oficina de Leitura e Produção de Textos
Questão Social e Capitalismo
Filosofia
Ciência Política I e II
Sociologia I e II
Antropologia Social
Introdução a Psicologia
Psicologia Social
17
Economia Política
Trabalho e Sociabilidade
Desenvolvimento Sócio-Histórico da Família
Ética e Sociedade
optativas: Métodos e Técnicas em Pesquisa Social, Linguagem Brasileira de Sinais,
Questão Social e Violência
II.
NÚCLEO
DE
FUNDAMENTOS
BRASILEIRA – remete
características
à
históricas
DA
FORMAÇÃO SÓCIO - HISTÓRICA
compreensão
particulares
dessa
que
sociedade,
presidem
a
DA
SOCIEDADE
resguardando
sua
formação
as
e
desenvolvimento urbano e rural, em suas diversidades regionais e locais.
Compreende ainda a análise do significado do Serviço Social em seu caráter
contraditório, no bojo das relações entre classes e destas com o Estado,
abrangendo as dinâmicas institucionais, nas esferas estatal e privada. Este núcleo é
constituído por disciplinas como:
Direito e Legislação Social I e II
Formação Sócio-Histórica do Brasil
Política Social I e II
Classes Sociais e Movimentos Sociais
Optativas: Cultura, Religião e Diversidade Étnica no Brasil, Estudos e Pesquisas em
Seguridade Social, Direitos Humanos no Brasil
III.
NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL – que compreende todos
os elementos constitutivos do Serviço Social como uma especialização do trabalho:
sua trajetória histórica, teórica, metodológica e técnica; os componentes éticos que
envolvem o exercício profissional; a pesquisa; o planejamento e a administração em
Serviço Social e o estágio supervisionado. Tais elementos encontram-se articulados
por meio da análise dos fundamentos do Serviço Social e dos processos de trabalho
em que se inserem, desdobrando-se em conteúdos necessários para capacitar os
18
profissionais ao exercício de suas funções, resguardando as suas competências
específicas normatizadas por lei. Compõem este núcleo disciplinas como:
Fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social I, II, III, IV, V e VI
Serviço Social e processo de trabalho
Pesquisa em Serviço Social
Administração e Planejamento em Serviço Social
Estágio Curricular Supervisionado I e II
Ética profissional em Serviço Social
Relações de Gênero e Serviço Social
Seminários Temáticos em Serviço Social
Oficina de instrumentalidade profissional I e II
Oficina de Trabalho de Conclusão de Curso I e II
Trabalho de Conclusão de Curso
Tópicos Especiais em Serviço Social
Optativas: Saúde Mental e Serviço Social, Questão Ambiental e Serviço Social,
Educação e Serviço Social, Introdução à Estatística.
No decorrer do curso, os estudantes terão contato com essas disciplinas
ligadas à formação geral e à conscientização sobre os problemas nacionais e seu
aprendizado não se restringe ao ambiente das salas de aula.
O currículo prevê ainda o cumprimento de
DISCIPLINAS OPTATIVAS,
a partir do
6º período até o 8º período. Nos 6º e 7º períodos devem ser realizados
respectivamente os ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS I e II, como parte das
disciplinas obrigatórias, conforme Regulamento de Estágio do Curso de Serviço
Social.
A supervisão do estágio será feita, conjuntamente, por professor orientador e
supervisor de campo, com base em planos de estágio elaborados em conjunto pela
unidade de ensino e as organizações que oferecem estágio.
No último semestre está prevista a elaboração e apresentação perante banca
examinadora de um TRABALHO
DE
CONCLUSÃO
DE
CURSO (TCC), constituindo-se de
uma monografia resultado de pesquisa realizada individualmente ou no máximo em
19
dupla (conforme PPC do Curso e Regulamento de TCC da Faculdade Raimundo
Marinho e).
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO e o Trabalho de Conclusão de Curso serão
desenvolvidos durante o processo de formação, a partir do desdobramento dos
componentes curriculares, concomitantemente ao período letivo.
Além disso, o aluno desenvolverá ATIVIDADES COMPLEMENTARES, com carga
horária de 150 horas/aula que deverão ser integralizadas ao longo do curso. Essas
atividades compreendem: monitoria, visitas monitoradas, iniciação científica, projetos
e cursos de extensão, publicação de produção científica, participação em seminários
e outras definidas no plano acadêmico do curso.
Flexibilizando o currículo quanto aos aspectos teóricos, históricos e
metodológicos da realidade social do País e do Serviço Social, este curso de Serviço
Social da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO prevê uma carga horária total de
3.070 horas, integrando o ensino das disciplinas com outros componentes
curriculares, possibilitando, assim, a compreensão dos problemas e desafios com os
quais os profissionais se defrontam. Ficam também estabelecidas as dimensões
investigativas e interpretativas como princípios formativos e condição central da
formação profissional e da relação teoria e realidade.
7.1
Currículo, ementa das disciplinas e bibliografia
Matriz curricular
1º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO 60
SERVIÇO SOCIAL I
SOCIOLOGIA I
60
FILOSOFIA
60
INTRODUÇÃO À METODOLOGIA CIENTÍFICA
60
OFICINA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
60
QUESTÃO SOCIAL E CAPITALISMO
30
TOTAL
330
2º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
20
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO 60
SERVIÇO SOCIAL II
SOCIOLOGIA II
60
CIÊNCIA POLÍTICA I
60
ANTROPOLOGIA SOCIAL
60
ECONOMIA POLÍTICA
60
DESENVOLVIMENTO SÓCIO-HISTÓRICO DA FAMÍLIA
30
TOTAL
330
3º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO 60
SERVIÇO SOCIAL III
CIÊNCIA POLÍTICA II
60
FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DO BRASIL
60
INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA
60
ÉTICA E SOCIEDADE
60
RELAÇÕES DE GÊNERO E SERVIÇO SOCIAL
30
TOTAL
330
4º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO 60
SERVIÇO SOCIAL IV
POLÍTICA SOCIAL I
60
ÉTICA PROFISSIONAL EM SERVIÇO SOCIAL
60
CLASSES SOCIAIS E MOVIMENTOS SOCIAIS
60
PSICOLOGIA SOCIAL
60
DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL I
30
TOTAL
330
5º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO 60
SERVIÇO SOCIAL V
SERVIÇO SOCIAL E PROCESSO DE TRABALHO
60
POLÍTICA SOCIAL II
60
ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO SOCIAL
60
OFICINA DE INSTRUMENTALIDADE PROFISSIONAL I
60
21
DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL II
30
TOTAL
330
6º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO 60
SERVIÇO SOCIAL VI
OFICINA DE INSTRUMENTALIDADE PROFISSIONAL II
40
PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL
60
OFICINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL
30
OPTATIVAS 1
60
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL I
225
TOTAL
475
7º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
SEMINÁRIO TEMÁTICO EM SERVIÇO SOCIAL
60
TRABALHO E SOCIABILIDADE
60
OFICINA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
60
OPTATIVA 2
60
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL II
225
TOTAL
465
8º PERÍODO
DISCIPLINAS
CH
TÓPICOS ESPECIAIS EM SERVIÇO SOCIAL
60
OFICINA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
60
OPTATIVA 3
60
OPTATIVA 4
30
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
120
TOTAL
330
DISCIPLINAS OPTATIVAS
CARGA
HORÁRIA
Saúde Mental e Serviço Social
60h
Estudos e Pesquisas em Seguridade Social
60h
Métodos e Técnicas em Pesquisa Social
60h
Cultura, Religião e Diversidade Étnica no Brasil
60h
Linguagem Brasileira de Sinais
60h
22
Direitos Humanos no Brasil
60h
Questão Ambiental e Serviço Social
30h
Educação e Serviço Social
30h
Questão Social e Violência
30h
Introdução à Estatística aplicada ao Serviço Social
30h
CARGA HORÁRIA TOTAL
DISCIPLINAS
2470
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
450
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
150
TOTAL GERAL
3.070
Ementário e Bibliografia
1º PERÍODO
DISCIPLINA: Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social I
EMENTA:
Expansão do capitalismo monopolista, a questão social e a intervenção do Estado através
das políticas sociais; surgimento e profissionalização do Serviço Social na sociedade
capitalista. As bases sócio-históricas da construção do Serviço Social europeu e norteamericano e seus aportes teórico-filosóficos e metodológicos e filosóficos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTRO, M. M. História do serviço social na América Latina. São Paulo: Cortez, 1987.
NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez. 1996.
IAMAMOTO, M. V. & CARVALHO, R. de. Relações Sociais e Serviço Social no Brasil:
Esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 15ª ed., São Paulo: Cortez, 1998.
AGUIAR, Antonio G. Serviço Social e Filosofia: das origens a Araxá. São Paulo: Cortez,
2011
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
VIEIRA, Balbina Ottoni. História do Serviço Social: contribuição para a construção de sua
teoria. 5.ed. Rio de Janeiro: Agir,1989.
MARTINELI, Maria Lucia. Serviço Social: identidade e alienação. 6ªed. São Paulo: Cortez,
2000.
ESTEVÃO, A. M. R. O que é Serviço Social? Coleção Primeiros Passos. São Paulo:
Brasiliense.
MONTAÑO, Carlos. A Natureza do Serviço Social: um ensaio sobre sua gênese, a
“especificidade” e sua reprodução, São Paulo: Cortez, 2007.
ORTIZ, Fátima Grave. O Serviço Social no Brasil: os fundamentos de sua imagem social e
23
da autoimagem de seus agentes. Rio de Janeiro: E-papers, 2010.
DISCIPLINA: Sociologia I
EMENTA:
Decadência do sistema feudal. Gênese da sociedade moderna. Condições históricas que
fizeram emergir a Sociologia enquanto ciência. Principais correntes da matriz sociológica
clássica e suas principais categorias conceituais. Divergências e convergências entre as
correntes de pensamento marxista, positivista e compreensiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo: Martin Claret, 2008.
_______________. Da divisão do trabalho social. 4ª Ed - São Paulo: Martins Fontes,
2010.
MARX, Karl. O Capital: critica da economia política: Livro I – Tradução: R. Sant’Anna, 29ª
Ed. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2011.
WEBER, Max. A Ética protestante e o espírito do capitalismo. 2ª ed. – São Paulo:
Pioneira Thompson Leaming, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARON, R. Etapas do pensamento sociológico. 7ª Ed. São Paulo, Martins Fontes, 2008.
COSTA, C. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 2.ed. São Paulo: Moderna,
2005.
DIAS, R. Introdução à Sociologia. 2ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
GIDDENS, A. Sociologia. 6 ed. Porto Alegre: Penso, 2012.
MARTINS, C. B. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2006.
QUINTANEIRO, Tânia. (org.) Um Toque de Clássicos: Marx, Durkheim e Weber. 2ª ed.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.
DISCIPLINA: Filosofia
Reflexão filosófica como possibilidade de apreensão da totalidade social. Relação entre
ciência, verdade e método. Racionalismo e suas correntes filosóficas: materialismo e
idealismo. Filosofia, ética e moral. Importância da Filosofia para o exercício profissional na
sociedade contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALBBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
BRITO, Emílio Fontelle de & CHANG, Luiz H. Filosofia e Método. Col. CES. SP: Loyola,
2002.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: moderna.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
24
CHALITA, Gabriel. Vivendo a Filosofia. 2.ed. São Paulo: Paz e Terra, 1992.
ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a ciência. Rio de Janeiro: Garamond,
2007.
LESSA, Sergio e TONET, Ivo. Introdução à Filosofia de Marx. Expressão Popular: São
Paulo, 2010.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2003.
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio
de Janeiro: Zahar, 2008.
DISCIPLINA: Introdução à Metodologia Científica
EMENTA:
Conhecimento e Ciência. Tipos de Conhecimento. Introdução à questão do “método” na
investigação científica e as particularidades das ciências sociais. As principais correntes
epistemológicas das ciências sociais. Introdução à pesquisa social. A elaboração e a
normalização de trabalhos acadêmicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a ciência. Rio de Janeiro: Espaço e
Tempo; São Paulo: EDUC, 2007.
FACHIN, Odília. Fundamentos de Metodologia. 5.ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva,
2006.
TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 7ªed.
Petrópolis: Vozes, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2008.
MARCONI, Maria de Andrade. Técnicas de Pesquisa: Planejamento e execução de
pesquisa, amostragens e técnicas de pesquisa, analise e interpretação de dados, 7ª ed.
3.reimpr. São Paulo: Atlas, 2010.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e criatividade.
Petrópolis, Ed. Vozes, 2011.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho cientifico. 23ª ed. rev. São Paulo:
Cortez, 2007.
BARBOSA, Derly. Manual de Pesquisa: metodologia de estudos e elaboração de
monografia. São Paulo: Expressão e Arte, 2012.
DISCIPLINA: Oficina de Leitura e Produção de Textos
EMENTA:
Concepção da linguagem além de objeto de análise e reflexão, como ferramenta
indispensável de comunicação. Estudo (leitura e produção) de textos dissertativos
centrados em temas pertinentes às Ciências Humanas. Desenvolvimento do instrumento
centrado sobre as dimensões comunicacional e formal implicadas na dissertação.
25
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARRACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de Texto: para estudantes universitários.
Petropólis:Vozes, 2002.
FAULSTICH, Enilde L.de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petropólis: Vozes,
1996.
VAL, Maria das Graças Costa. Redação e Textualidade. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FÁVERO, Leonor. Coesão e Coerência Textuais. São Paulo: Ática, 2003.
CUNHA, C. Cintra, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira 1985.
MESQUISA, Roberto Melo. Gramática da Língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 1994.
KLEIMAN, Ângela. Oficina de Leitura: teoria e prática. Campinas: Pontes, 1993.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a
pensar. 26ªed. São Paulo: Editora FGV, 2006.
DISCIPLINA: Questão Social e Capitalismo
EMENTA:
O processo de produção e reprodução da questão social na sociedade capitalista. O
significado contemporâneo da questão social e da pobreza. As principais formas de
expressão da questão social no Brasil, priorizando o desemprego, a precarização das
relações de trabalho, o pauperismo, a violência e a luta pela terra. A questão social e o
Serviço Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PIMENTEL, Edlene. Uma “Nova Questão Social”? Raízes materiais e humanosociais do pauperismo de ontem e de hoje. São Paulo: Instituto Lukács, 2012.
ENGELS, F. A Situação da Classe Trabalhadora na Inglaterra. Editora Boitempo,
ESGOTADO? Trocar por HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: 1789-1848. São
Paulo: Paz e Terra, 2009.
SANTOS, Josiane Soares. Questão Social: particularidades no Brasil. Vol.6. São Paulo:
Cortez, 2012. (Coleção Biblioteca Básica do Serviço Social).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARX, Karl. O Capital. Livro I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998
MARTINELI, Maria Lucia. Serviço Social: identidade e alienação. 6ªed. São Paulo: Cortez,
2000.
PASTORINI, Alejandra. A categoria "questão social" em debate. 3.ed. São Paulo: Cortez,
2010.
HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: 1789-1848. São Paulo: Paz e Terra, 2009
CASTEL, R.; WANDERLEY, L.E. e WANDERLEY-BELFIORE, M. Desigualdade e a
26
Questão Social. 3.ed. ver. e Ampliada. São Paulo: EDUC, 2008.
2º PERÍODO
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO
SERVIÇO SOCIAL II
EMENTA:
Bases sócio-históricas do surgimento do Serviço Social na América Latina e no Brasil.
Institucionalização do Serviço Social no contexto do capitalismo tardio até a Segunda
Guerra. Análise da produção teórico-metodológica e das formas de intervenção da profissão
dos anos 30 aos anos 50.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTRO, Manuel Manrique. História do Serviço Social na América Latina. São Paulo:
Cortez, 1993.
IAMAMOTO, Marilda Villela & CARVALHO, Raul. Relações Sociais e Serviço Social no
Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 3ª Ed. São Paulo: Cortez,
1985.
MARTINELLI. Maria Lucia. Serviço Social: Identidade e Alienação. São Paulo: Cortez, 5ª
ed. 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IAMAMOTO, Marilda Villela. Renovação e conservadorismo no Serviço Social: ensaios
críticos. São Paulo: Cortez, 1992.
NETTO, José Paulo. Capitalismo monopolista e Serviço Social. 7ª Ed. São Paulo: Cortez,
2009.
YASBEK. Maria Carmelita. O significado sócio-histórico da profissão. In: Serviço
Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.
760 p.
SILVA. Maria Ozanira Silva e, O serviço Social e o Popular: resgate teórico
metodológico do Projeto profissional de ruptura. 4ª Ed. São Paulo: Cortez, 2008.
NASCIMENTO, Flávia Brito. Lar e Família: o discurso assistencialista sobre habitação
popular nos anos 40 e 50. http://www.revistasusp.sibi.usp.br/pdf/risco/n3/04.pdf.
Acessado em 13/12/2012.
ANDRADE, Maria Ângela Rodrigues Alves. O Metodologismo e o Desenvolvimentismo
no
Serviço
Social
Brasileiro
–
1947
a
1961.
http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/viewFile/13/78.
Acessado
em
13/12/2012.
DISCIPLINA: Ciência Política I
27
EMENTA:
Introdução ao conceito de política. Clássicos da Política: Platão, Aristóteles, Hobbes
Maquiavel. Locke, Rousseau e Marx. Política e modernidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MINOGUE, K. R. Política: uma brevíssima introdução. Rio de Janeiro: Zahar ed. 1998,
QUIRINO, C. G. SADEK. M.T. O pensamento político clássico. 3ª ed.São Paulo: Martins
Fontes, 2003. (Biblioteca Universal).
Chauí, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1996.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HOBBES, T. O Leviatã. 1ª ed. São Paulo: Rideel, 2005. (Biblioteca Clássica))
MAQUIAVEL. N., O Príncipe. 7ª ed. São Paulo: Martin Claret, 2010.
PLATÃO. A República. São Paulo: Martin Claret, 2006.
ROUSSEAU, J. J. O contrato social. São Paulo: Martins Claret, 2006.
BONAVIDES, Paulo. Ciência política. 19.ed. São Paulo: Malheiros, 2012.
DISCIPLINA: Sociologia II
EMENTA:
Matrizes clássicas do pensamento sociológico contemporâneo. Processos sociais
fundamentais:
Exclusão Social,
Desregulamentação,
Consumo,
Modernização,
Urbanização. Pós-modernidade e seus constitutivos: ruptura, fragmentação; Individualismo,
flexibilidade, crise global. Tópicos Especiais: do Estado Previdência ao Estado-penitência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GIDDENS, Anthony, As Consequências da Modernidade. UNESP: São Paulo,1991.
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir: Nascimento da Prisão. 38ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes. 2010.
HARVEY, David. Condição pós-moderna. 17º.ed. São Paulo: Loyola, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo:
Moderna, 2005. 307p.
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir: Nascimento da Prisão. 38ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes. 2010.
BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2003.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice: o social e o político na pósmodernidade. 13ª. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
WACQUANT, Loic. As prisões da miséria. Rio de janeiro. J. Zahar, 2001..
28
DISCIPLINA: Antropologia Social
EMENTA:
A relação entre o material e o simbólico na construção das identidades sociais e a
subjetividade. Imaginário, representações sociais e expressões culturais dos diferentes
segmentos sociais com ênfase na realidade brasileira e suas particularidades regionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GEERTZ, C. A interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
KUPER, A. Cultura: a visão dos antropólogos. Bauru/SP: EDUSC, 2002.
LAPLANTINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1988.
LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 24ªed. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2009.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FREDERICO, C. Sociologia da cultura: Lucien Goldmann e os debates do século XX.
São Paulo: CoRtez, 2006.
FREIRE, Gilberto. Casa grande & Senzala: formação da família brasileira sob o regime
da economia patriarcal. 51 ed. São Paulo: Global, 2006.
GEERTZ, C. O saber local: ensaios em antropologia interpretativa. 10ªed. Petrópolis/
Rio de Janeiro: Vozes, 2008.
HALL, Stuart. A identidade Cultural na pós-modernidade. 10 ed. Rio de Janeiro: DP&A,
2005.
MARCONI, M. Antropologia: uma introdução. 7 ª Ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MELO, L. G. de. Antropologia Cultural: iniciação, teoria e temas. 12ed. Petrópolis:
Vozes, 2005.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia
das Letras, 2006.
DISCIPLINA: Economia Política
EMENTA:
Economia: conceitos básicos. A constituição da economia política como campo científico. O
modelo de produção capitalista segundo as principais vertentes da economia: liberalismo,
keynesianismo, neoliberalismo e crítica da economia política. As mudanças
contemporâneas nos padrões de acumulação e regulação social do pós-Segunda Guerra
aos dias atuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARX, Karl. O Capital. Livro I , Vol. I e II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
NETTO, José P. & BRAZ, Marcelo. Economia política: uma introdução crítica. São Paulo
Cortez, 2008 e 2011.
MÉSZÁROS, I. Para além do capital. São Paulo: Boitempo Editorial, 2011.
29
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HUBERMAN, Leo. A História da Riqueza do Homem. Rio de Janeiro:LTC, 2010.
ANTUNES, Ricardo. Os Sentidos do Trabalho. São Paulo: Boitempo Editorial, 1999.
ANDERY, Maria Amália P.A. et al. Para compreender a ciência: uma perspectiva
histórica. Rio de Janeiro: Garamond, 2007.
LESSA, S. e TONET, Ivo. Introdução à Filosofia de Marx. São Paulo: Expressão Popular,
2011.
MARX, Karl. Manuscritos Econômico-filosóficos. São Paulo: Martin Claret, 2004.
DISCIPLINA: Desenvolvimento Sócio-Histórico da Família
EMENTA:
Evolução sócio-histórica da família. Diversidade de conceitos de “família. A família na
constituição da sociedade brasileira. A família na contemporaneidade. Família e direitos
sociais. A centralidade da família nas políticas sociais brasileiras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CRISTINA, Silvia e BORGES, Jane. Repensando a Família como Espelho para a Sociedade
através
de
seus
Valores.
Revista
Libertas,
vol.
11,
Nº1,
2011.
Disponívelhttp://www.editoraufjf.com.br/revista/index.php/libertas/article/viewFile/1531/1072.
Acesso em 16 de Outubro de 2012.
VITALE, Maria Amalia Faller; ACOSTA, Ana Rojas (Org) Família: Redes, Laços e Políticas
Públicas. 5ª ed.
CARVALHO, Maria do C. B. de (org.). A Família contemporânea em debate. 7. ed. São
Paulo: EDUC/Cortez, 2003.
KALOUSTIAN, Silvio Manoug (org.). Família brasileira, a base de tudo. 7ª ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MACHADO, Frederico Viana, PRADO, Marcos Aurélio Máximo, Preconceito contra
homossexualidade: a hierarquia da invisibilidade. São Paulo: cortez. 2008.
SALES, Mione A; MATOS, Maurílio C. de ; LEAL, Maria C. (orgs.). Política social, família e
juventude: uma questão de direitos. São Paulo: Cortez, 2004.
GUERRA, Viviane N. de A. Violência de pais contra filhos: a trajetória revisitada. 5. ed.
São Paulo: Cortez, 2005.
SARTI, Cynthia A. A família como espelho: um estudo sobre a moral dos pobres. 7. ed.
São Paulo: Cortez, 2011.
ENGELS, F. A Família. In: ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade
privada e do estado. São Paulo: Expressão Popular, 2011.
3º PERÍODO
30
DISCIPLINA: Fundamentos Históricos, Teórico e Metodológicos do Serviço Social III
EMENTA:
A expansão do capitalismo sob o padrão fordista-keynesiano de acumulação e regulação: as
bases de organização do trabalho e das relações Estado/sociedade até os anos 80.
Autocracia burguesa e o Serviço Social. O movimento de reconceituação na América Latina
e as tendências de renovação do Serviço Social brasileiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade
do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez, 1995.
NETTO, José Paulo. Ditadura Militar e Serviço Social: uma análise do Serviço Social no
Brasil pós-64. 3° ed. São Paulo: Cortez, 1996.
PEREIRA, Potyara A.P. Necessidades Humanas: subsídios à crítica dos mínimos sociais.
São Paulo: Cortez, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IAMAMOTO, Marilda Vilela. Renovação e Conservadorismo no Serviço Social: ensaios
críticos. São Paulo: Cortez. 1997.
BEHRING, Elaine, BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e história. Cortez,
São Paulo, 2007.
NETTO, José Paulo. O Movimento de Reconceituação 40 anos depois. Serviço Social e
Sociedade, nº 84. São Paulo: Cortez, 2005.
HARVEY, David. A Condição Pós-Moderna. São Paulo: Ed. Loyola, 1992
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2000.
DISCIPLINA: Ciência Política II
EMENTA:
Fundamentos da ciência política. Conceitos essenciais para constituição do Estado
Moderno. Estado e sociedade na visão contemporânea. Liberalismo e social-democracia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. 20ª ed. Rio de Janeiro: Graal, 2004.
WEBER, M.. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Cultrix, (s/a)
WEFFORT, F. (Org.). Os clássicos da Política. 11ª ed. São Paulo: Ed. Ática, 2006, v. 2, p.
280 (Coleção Fundamentos).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOBBIO, N.. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. Rio de
Janeiro: Paz e Terra.2010.
CARNOY, M.. Estado e Teoria Política. 16ª ed. Campinas: Ed. Papirus, 2011..
COVRE, M. L.M. O que é Cidadania. São Paulo: Brasiliense, 2003.
31
MARX. K. O 18 Brumário de Luiz Bonaparte. Ed. Cultura. 2005.
SKKINER, Q.. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia
das letras, 2006.
MEDEIROS, M. A Trajetória do Welfare State no Brasil: Papel Redistributivo das Políticas
Sociais dos Anos 1930 aos Anos 1990. In: IPEA. Textos para Discussão:
http://www.povertycentre.org/medeiros/2001_welfare_state_brasil_ipea_td852.pdf. Acessado
em19 de junho de 2010.
DISCIPLINA: Formação Sócio-Histórica do Brasil
EMENTA:
Conceito de formação econômico-social e suas categorias fundamentais: modo e relações
de produção e forças produtivas. Modos de produção pré-capitalistas. Estruturação do
capitalismo no Brasil do período colonial a 1970 e sua inserção na dinâmica internacional. A
constituição dos sujeitos políticos e da luta de classes ao longo do referido período
histórico. A crise capitalista em nível mundial a partir da década de 1970 e seus impactos
no Brasil. Emergência do paradigma de acumulação flexível e as particularidades do caso
brasileiro. A transição democrática e o neoliberalismo. O processo de globalização e as
formas de inserção do Brasil no cenário mundial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil: ensaios de interpretação
sociológica. São Paulo: Globo, 2006.
HOLLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. 23.ed. Rio de Janeiro: Companhia das
Letras, 2008.
PRADO JÚNIOR, Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DAGNINO, Evelina (org.). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo:
Brasiliense, 2004.
FREIRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. São Paulo: Global, 2005 e 2006.
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia Editora
Nacional,2005/ Companhia das Letras, 2007.
WEFFORT, Francisco. O populismo na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra ,
2003.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.
DISCIPLINA: Introdução à Psicologia
EMENTA:
A constituição da Psicologia como campo científico. As principais matrizes teóricas do
debate contemporâneo das relações entre indivíduo e sociedade. A fundamentação das
questões relativas ao desenvolvimento da personalidade e dos grupos sociais. A
constituição da subjetividade no processo de produção e reprodução da vida social.
32
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARPIGIANI, Berenice.Psicologia: das Raízes aos Movimentos Contemporâneos.3.ed.
São Paulo: Cengage Learning, 2010.
DAVIDOFF, Linda. Introdução à Psicologia. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001.
VYGOTSKY, Lev S. A Formação Social da Mente: O desenvolvimento dos processos
psicológicos superiores. 6.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
TELES, Maria Luiza Silveira. O que é Psicologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. (Coleção
Primeiros Passos)
BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. T.Psicologias: uma introdução ao
estudo de psicologias. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARRARA, Kester (Org.). Introdução à psicologia da educação: seis abordagens. São
Paulo: Avercamp, 2004.
CARPIGIANI,
Berenice.
Psicologia:
das
Raízes
contemporâneos.3ªed.revista e ampliada. São Paulo: Pioneira, 2004.
aos
Movimentos
BRUNER, Jerome. Realidade Mental, Mundos Possíveis. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médica, 2002.
SCHULTZ, D.P. & SHULTZ, S.E. História da Psicologia Moderna. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2005.
FIGUEIREDO, Luis Cláudio M. Psicologia uma (nova) introdução: uma visão histórica da
psicologia como ciência. 2. ed. São Paulo: EDUC, 2002.
DISCIPLINA: Ética e Sociedade
EMENTA:
Debate teórico-filosófico sobre as questões éticas na sociedade moderna. Construção do
ethos social. Ética, moral e cidadania. Dimensão normativa, diversidade e valores na
sociedade contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BACH, José Marcos. Uma nova moral? Consciência e identidade moral. Petrópolis: Vozes,
1995.
GALLO, Silvio. Ética e Cidadania: Caminhos da Filosofia. 15ª ed., São Paulo: Papirus, 2007.
VAZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 22ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARENDT, Hannah. A Condição Humana. 10 Ed. São Paulo: Forense Universitária, 2005.
BONETTI, Dilséa Adeodato et al. Serviço Social e Ética: um convite a uma nova práxis.
São Paulo: Cortez, 1996.
PINSKY, Jaime & PINSKY, Carla Bassanezi. (org.) Historia da Cidadania. São Paulo:
Editora Contexto, 2003.
VALLS, Álvaro L. M. O que é ética? São Paulo: Brasiliense, 2003. (Coleção Primeiros
33
Passos)
LOUREIRO, C. F. B.; LAYRARGUES, P. P.; CASTRO, R. S. (Orgs.). Repensar a educação
ambiental: um olhar crítico. São Paulo: Cortez, 2009.
BRASIL.Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. Plano Nacional de
Educação em Direitos Humanos. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos;
Ministério da Educação, 2003. Disponível em http://portal.mj.gov.br/sedh/edh/pnedhpor.pdf
Acesso em 15 de Dezembro de 2012.
BRASIL.
Lei
12.288/10.
Estatuto
da
Igualdade
Racial.
Disponível
em
http://www.seppir.gov.br/Lei%2012.288%20-%20Estatuto%20da%20Igualdade%20Racial.pdf Acesso em
05 de Maio de 2012.
DISCIPLINA: Relações de Gênero e Serviço Social
EMENTA:
Aspectos teóricos sobre o conceito de gênero e a sua relação com o Serviço Social. Papéis
sociais, campo e construção da masculinidade e feminilidade no capitalismo.
Instrumentalidade no trabalho social com mulheres. Gênero e direitos humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SAFFIOTTI, H. I. Gênero, patriarcado, violência. São Paulo: Perseu Abramo, 2004. 05
exemplares
LOURO, Guacira Lopes. O corpo educado: pedagogias da sexualidade. 3.ed. Belo
Horizonte: Autêntica 2010.
CISNE, M. Gênero, divisão sexual do trabalho e Serviço Social. Editora: Outras
Expressões, São Paulo: 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TORRES, Iraildes Caldas. As Primeiras-damas e a Assistência Social: relações de
gênero e poder. São Paulo: Cortez, 2002.
SOUZA-LOBO, Elisabeth. A Classe operária tem dois sexos: trabalho, dominação e
resistência. São Paulo: Perseu Abramo, 2011.
FARIA, Nalu; Silveira, Maria L. e NOBRE, Miriam (orgs.). Gênero nas políticas públicas.
São Paulo: SOF, 2000.
FARIA, N., e NOBRE, M.(orgs) . Economia Feminista. São Paulo: SOF, 2002. Já temos 05
exemplares
GROSSI, P., VICENSI, J., ALMEIDA, S., PEDERSEN, J. Desenvolvimento e igualdade de
gênero: avanços e desafios no enfrentamento da violência contra a mulher. Temporalis, v.1,
ago. 2012.
SCOTT, J. W. El género: una categoría útil para el análisis histórico. In LAMAS, Marta
(comp.). El género: la construcción cultural de la diferencia sexual . México: UNAM,
1990.
p.
265-302.
Disponível
em
http://www.mujeresdelsur.org/sitio/images/descargas/gtps_conway-y-otros_unidad_1.pdf.
Acesso em 16 de Dezembro de 2012.
34
4º PERÍODO
DISCIPLINA: Fundamentos Históricos e Teórico-Metodológicos do Serviço Social IV
EMENTA:
O Movimento de Reconceituação do Serviço Social na América Latina e no Brasil. Contexto
político e o balanço crítico das sistematizações teórico-metodológicas na profissão.
Modernização conservadora, aproximação à tradição marxista e ao pensamento
fenomenológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABRAMIDES, M. B. C.; CABRAL, M. S. R. O significado do papel político do III Congresso
Brasileiro de Assistentes Sociais – CBAS – 1979. Revista Serviço social e sociedade, nº
100. São Paulo: Cortez, 2009.
AGUIAR, Antônio Geraldo de. Serviço Social e Filosofia: das origens a Araxá. São Paulo:
Cortez, 2012.
NETTO, J. P. Ditadura e Serviço Social: as condições histórico-sociais da emergência do
Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2009.
___________. O Movimento de Reconceituação - 40 anos depois. Revista Serviço social e
sociedade, nº 84. São Paulo: Cortez, 2005.
PAVÃO, Ana M. B. O princípio da auto-determinação no Serviço Social: uma visão
fenomenológica. São Paulo: Cortez, 1988.
SANTOS, J. S. Apropriações da tradição marxista no Serviço Social. In Cadernos
Especiais, n. 42, edição: 22 de janeiro a 19 de fevereiro de 2007. Disponível em
www.assistentesocial.com.br Acesso em 03 de Janeiro de 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALMEIDA, A. A. Possibilidades e limites da teoria do Serviço Social. Rio de Janeiro:
Francisco Alves, 1978.
FALEIROS,Vicente de Paula. Metodologia e Ideologia do Trabalho Social. 12ª ed. São
Paulo: Cortez, 2011.
QUIROGA, C. A invasão positivista no marxismo: manifestações no ensino da
metodologia no Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1991.
SANTOS, Leila Lima. Textos de Serviço Social. 6. ed. São Paulo: Cortez, 1999.
TONET, Ivo. Marxismo para o século XXI. Disponível em http://www.ivotonet.xpg.com.br/.
DISCIPLINA: Política Social I
EMENTA:
As políticas sociais nas sociedades capitalistas e a questão da cidadania. As interpretações
sobre concepção, natureza e desenvolvimento das políticas sociais conforme os seguintes
paradigmas: marxismo, liberalismo clássico, neoliberalismo e social-democracia. O
capitalismo monopolista. Emergência e desenvolvimento do welfare state europeu e das
políticas sociais brasileiras.
35
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEHRING, Elaine; BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e história. São
Paulo: Cortez, 2006. (Biblioteca Básica de Serviço Social, v. 2).
BOSCHETTI, Ivanete, BEHRING, Elaine, et.al Orgs. Capitalismo em Crise: Política Social
e Direitos. São Paulo: Cortez. 2008.
LAURELL, Ana C. Estados e políticas sociais no neoliberalismo. São Paulo: Cortez.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NETTO, José P. Capitalismo monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1992.
FALEIROS, Vicente de P. A Política Social no Estado Capitalista. 8.ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
IAMAMOTO, Marilda. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro,
trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2007
VIEIRA, Evaldo. Os direitos e política social. São Paulo: Cortez, 2007.
SALVADOR, Evilasio. Fundo público e Seguridade Social no Brasil. São Paulo: Cortez,
2010.
DISCIPLINA: Ética Profissional em Serviço Social
EMENTA:
A construção do ethos profissional, o significado dos seus valores e da dimensão normativa
através dos códigos de ética profissional até a década de 1993. O debate teórico-filosófico
sobre as questões éticas da atualidade. Os códigos de ética profissional na história do
Serviço Social brasileiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROCO, Maria L. S. Ética e Serviço Social: fundamentos ontológicos. São Paulo:
Cortez, 2000.
BONETTI, Dilséa Adeodato et al. Serviço Social e Ética: um convite a uma nova práxis.
São Paulo: Cortez, 1996.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e competência. 10. Ed. São Paulo: Cortez, 2001.
(Coleção
Questões
da
Nossa
Época;
v.16)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROCO, Maria Lucia. Ética: Fundamentos Sócio-Históricos. Vol.4. São Paulo: Cortez,
2000. (Coleção Biblioteca Básica do Serviço Social).
__________. Fundamentos éticos do Serviço Social. In: Serviço Social: Direitos Sociais e
Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.
TEIXEIRA, Barata Joaquina & BRAZ, Marcelo. O Projeto Ético-Político do Serviço Social. In:
Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS,
2009. 760 p.
VÁZQUÉZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
BRAZ,
Marcelo.
Notas
sobre
o
Projeto
ético-político
do
Serviço
Social.
36
https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:rQsh0Z16r0IJ:locuss.org/joomlalocuss/index.p
hp%3Foption%3Dcom_docman%26task%3. Acessado em 13/12/2012
Código de ética do/a assistente social. Lei 8.662/93 de regulamentação da profissão. 10ª. Ed. rev. e atual. - [Brasília]: Conselho Federal de Serviço Social, [2012]. 60 páginas
“Atualizado em 13.3.1993, com alterações introduzidas pelas Resoluções CFESS n.290/94,
293/94, 333/96 e 594/11. http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_CFESS-SITE.pdf. Acessado
em 13/12/2012
NETTO, José Paulo. A Construção do Projeto Ético-Político do Serviço Social.
Disponível em: http://www.fnepas.org.br/pdf/servico_social_saude/texto2-1.pdf. Acessado
em 13/12//2012.
DISCIPLINA: Classes Sociais e Movimentos Sociais
EMENTA:
As teorias sobre classes sociais e sujeitos coletivos. Teorias clássicas e o debate
contemporâneo sobre os movimentos sociais. Movimentos sociais, o Estado e a sociedade
civil. A estrutura de classes na sociedade brasileira. Direitos sociais e direitos humanos no
Brasil. Movimentos sociais, suas lutas nos espaços rural e urbano e a formulação de
políticas sociais. Identidade e subjetividade na construção dos movimentos societários. A
relação entre o Serviço Social e os movimentos sociais no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Montaño,Carlos e DURIGUETO, Maria Lucia . Estado, Classes Sociais e Movimentos
Sociais. Vol.5. são Paulo: Cortez,2010. (Coleção Biblioteca Básica do Serviço Social).
GOHN, M.G. Teorias dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos.
São Paulo: Edições Loyola, 1997.
CFFSS/ABEPSS. Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. V.1.
Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade
do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez, 1995.
SANTOS, Theotonio dos. Conceito de Classes Sociais. Petrópolis: Vozes, 1987.
MARX, K.ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. 2 ed. São Paulo: Martin
Claret. 2011.
ROSSI, Waldemar e GERAB, William Jorge. Para entender os sindicatos no Brasil: uma
visão classista. São Paulo: Expressão Popular, 2009.
NETTO, José Paulo. Para ler o Manifesto do Partido Comunista. In: NETTO, José Paulo.
Marxismo Impenitente: contribuição à história das ideias marxistas. São Paulo: Cortez,
2004.
DAL MORO, M., MARQUES, M.. A relação do Serviço Social com os movimentos sociais na
Contemporaneidade.
Temporalis,
vol.
1,
fev.
2012.
Disponível
em:
<http://periodicos.ufes.br/temporalis/article/view/2185>. Acesso em: 26 Dez. 2012.
SILVA, S., MUSTAFÁ, M.. Projeto ético-político, consciência de classe e projeto societário:
uma
relação
dialética.
Temporalis,
vol.
1, fev.
2012.
Disponível
em:
<http://periodicos.ufes.br/temporalis/article/view/2190/1641>. Acesso em: 26 Dez. 2012.
37
DISCIPLINA: Psicologia Social
EMENTA:
A construção histórica da Psicologia Social como campo de estudo e suas matrizes
teóricas. A relação indivíduo – sociedade à luz da psicologia social. As bases teóricometodológicas da psicologia social na atualidade. Temas da psicologia social – articulação
entre aspectos psicológicos, sociais e culturais. A interseção entre os campos de saber
Psicologia Social e Ciências Sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FÁVERO, Eunice Teresinha e et al. Serviço Social e a Psicologia no Judiciário:
construindo saberes, conquistando direitos. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
STREY, Marlene N. et al. Psicologia social contemporânea: livro texto. Petrópolis: Vozes,
2010.
CARPIGIANI, Berenice. Psicologia: das Raízes aos Movimentos Contemporâneos. 3.ed.
São Paulo: Cengage Learning, 2010.
EIDELWEIN, Karen. Psicologia Social e Serviço Social: uma relação interdisciplinar na
direção da produção de conhecimento. Revista Textos & Contextos. Porto Alegre, v. 6, n.
2,
p.
298-313.
Jul./Dez.
2007.
Disponível
em
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass/article/viewFile/2320/3249. Acesso em
05 de Dezembro de 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GONÇALVES, M. G. M. (orgs.). Psicologia Sócio-histórica: uma perspectiva crítica em
psicologia. São Paulo: Cortez, 2001.
LANE, S.T.M. O Que é Psicologia Social. São Paulo: Brasiliense, 2004.
FREITAS, M. de F.Q. de; SAWAIA,B.B. Psicologia social comunitária: da solidariedade à
autonomia. 9ª ed. Petrópolis, Rio de janeiro: Vozes, 2003.
MOSCOVICI, S. Representações sociais: investigações em psicologia social. Petrópolis,
Rio de janeiro: Vozes, 2003.
Álvaro, J. L., & Garrido, A. Psicologia social: perspectivas psicológicas e sociológicas. São
Paulo: McGraw-Hill, 2007.
DISCIPLINA: Direito e Legislação Social I
EMENTA:
Os sistemas internacionais de proteção aos Direitos Humanos. Estudo das instituições de
Direito no Brasil. A organização dos poderes e o aparato jurídico do Estado brasileiro. A
Constituição de 1988 e a legislação social no Brasil: LOAS, ECA, SUS, Previdência Social.
Direito do Trabalho. Direito de Família. Direito Internacional e os blocos econômicos
mundiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. 13.
38
ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
SIMÕES, Carlos. Curso de Direito do Serviço Social. 4ª ed. V. 3. São Paulo: Cortez,
2011. Coleção: Biblioteca Básica de Serviço Social.
PINTO, Antônio L. de T.; WINDT, Márcia C. V. dos S.; CÉSPEDES, Lívia. Constituição da
República Federativa do Brasil. 29.ed. São Paulo: Saraiva, 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROSO, Luís Roberto. O Direito Constitucional e a Efetividade de Suas Normas. 8.
ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2006.
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
BRASIL. Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990. Código de Defesa do Consumidor.
BRASIL. Lei nº 8.142 de 28 de Dezembro de 1990 – Legislação do SUS.
CARRION, Valentin. Comentário à consolidação das leis do Trabalho. 29ªed. São Paulo:
Saraiva, 2004
KERTZMAN, Ivan. Curso Prático de Direito Previdenciário.
2011.
8ª ed. Salvador, Podivm,
KRELL, Andreas Joachim. Direitos sociais e controle judicial no Brasil e na Alemanha:
os (des) caminhos de um direito constitucional “comparado.” Porto Alegre: Sergio Antonio
Fabris Editor, 2002.
MAZZUOLI, Valério de Oliveira. Os sistemas regionais de proteção dos direitos
humanos: uma análise comparativa dos sistemas interamericano, europeu e africano. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 2011.
KAUFMANN, Rodrigo de Oliveira. Direitos
neopragmatismo. São Paulo: Almedina, 2011.
humanos,
direito
constitucional
e
SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais. 10ª ed. rev. atual.,Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2011.
TRINDADE, José Damião de Lima. História Social dos Direitos Humanos.3ª ed. São
Paulo, Peirópolis, 2011.
5º PERÍODO
DISCIPLINA: Fundamentos Históricos e Teórico-metodológicos do Serviço Social V
EMENTA:
Crise e internacionalização do capital, neoliberalismo e Estado a partir da década de
70.Reestruturação produtiva, acumulação flexível, hegemonia do projeto neoliberale lutas de
classe. O Brasil no contexto neoliberal nas décadas de 80 e 90. Novas expressões da
questão social e implicações para o Serviço Social.O projeto ético-político do Serviço Social
numa perspectiva crítica ao capital.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MANDEL, E. A Crise do Capital: os fatos e sua interpretação marxista. São Paulo: Ensaio,
1990.
ANTUNES, Ricardo.Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade
do mundo do trabalho. 15 ed. São Paulo: Cortez, 2011.
PANIAGO, Maria Cristina Soares. Neoliberalismo e os antecedentes da “crise” do Estado.
39
In: ABEPSS. Temporalis. Ano VIII. N.15, Jan/Jun, 2008.
BEHRING, Elaine R. Brasil em Contra-reforma. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2008.
SANTOS, Josiane Soares. Questão Social: particularidades no Brasil. Vol.6. São Paulo:
Cortez, 2012. (Coleção Biblioteca Básica do Serviço Social).
SILVA, Ozanira Silva &. O Serviço Social e o popular: Resgate teórico-metodológico do
projeto profissional de ruptura. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
Bibliografia Complementar
IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
NETTO, J. P. Ditadura e Serviço Social: uma análise do Serviço Social no Brasil pós-64.
São Paulo: Cortez, 1991.
PAULO NETTO, José. Crise do socialismo e ofensiva neoliberal. 5. ed. São Paulo:
Cortez 2012. (Coleção Questões da Nossa Época, Vol. 44)
MARX, Karl. O Capital. Livro II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
MARX, Karl. O Capital. Livro III. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
DISCIPLINA: Serviço Social e Processo de Trabalho
EMENTA:
O Serviço Social em processos de trabalho. Os assistentes sociais como trabalhadores/as.
A inserção do assistente social em diferentes espaços ocupacionais e as implicações no
trabalho profissional ante as diversas expressões da questão social. Supervisão do trabalho
profissional e supervisão de estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Ricardo (org.). A dialética do trabalho: escritos de Marx e Engels. São Paulo:
Expressão Popular, 2004.
IAMAMOTO, Marilda V. Renovação e conservadorismo no Serviço Social: ensaios
críticos. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2007.
CFFSS/ABEPSS. Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. V.1.
Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABREU, M. Serviço Social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática
profissional. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
ANTUNES, Ricardo. O caracol e sua concha: ensaios sobre a nova morfologia do trabalho.
São Paulo: Biotempo, 2005.
Netto, J.P. Capitalismo Monopolista e o Serviço Social. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2009.
SERRA, Rose (org.). Espaços ocupacionais e Serviço Social: ensaios críticos. Jundiaí:
Paco Editorial, 2012.
CFESS. Parâmetros para a atuação de assistentes sociais na política de assistência
social.
Brasília:
CFESS,
2009.
Disponível
em:
<
40
www.cfess.org.br/arquivos/Cartilha_CFESS_Final_Grafica.pdf>. Acesso em 20 de Julho de
2012.
CFESS. Parâmetros para a atuação de assistentes sociais na saúde. Brasília: CFESS,
2010.
Disponívelem<http://www.cfess.org.br/arquivos/Parametros_para_a_Atuacao_de_Assistente
s_Sociais_na_Saude.pdf> Acesso em 20 de Julho de 2012.
DISCIPLINA: Política Social II
EMENTA:
O padrão de proteção social brasileiro e suas particularidades. Formulação e gestão das
políticas sociais do Brasil na atual conjuntura. Os princípios da descentralização políticoadministrativa e a constituição do fundo público. Os processos de municipalização e a
questão da focalização. O Terceiro Setor. As políticas setoriais e suas respectivas
legislações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEHRING, Elaine R. Política social no capitalismo tardio. 5ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
CORREIA, Maria Valéria Costa. Que Controle Social? Os conselhos de saúde como
instrumento. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2000. Esgotado?
LAURELL, Asas Cristina (org.). Estado e políticas sociais no neoliberalismo. 3ª ed. São
Paulo: Cortez, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALENCAR, Mônica Maria T. de; ALMEIDA, Ney Luiz Teixeira de. Serviço Social: trabalho e
políticas públicas. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
FALEIROS, Vicente de P. A política social no Estado capitalista. 8ª ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política Social no Capitalismo:
tendências contemporâneas. 1ª Ed, São Paulo: Cortez, 2008.
MONTAÑO, Carlos. A natureza do Serviço Social. 1ª ed. São Paulo: Cortez, 2007.
__________. Terceiro Setor e Questão Social: crítica ao padrão emergente de
intervenção social. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2003.
CFESS. O controle social e a consolidação do Estado Democrático de Direito. Brasília,
2008.
Disponível
em:
http://www.cfess.org.br/arquivos/livrosite_seminariocontrolesocialCFESS-CRESS.pdf
Acesso em 02 de Dezembro de 2012.
DISCIPLINA: Administração e Planejamento Social
EMENTA:
O processo de gestão nas esferas públicas e privada: principais formulações teóricas suas
críticas. As novas modalidades de gestão: gestão democrática, co-gestão e auto- gestão. O
planejamento como instrumento de trabalho dos assistentes sociais e sua operacionalidade:
planos, programas e projetos. Avaliação de programas e projetos sociais.
41
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARNANI, D. Como elaborar projetos? guia prático para elaboração e gestão de projetos
sociais. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001.
BATISTA, Myrian Veras. Planejamento social: intencionalidade e instrumentalização. 2. ed.
São Paulo: Veras, 2002.
RAICHELIS, R. Democratizar a gestão das políticas sociais: um desafio a ser enfrentado
pela sociedade civil. In: In MOTA, A. E. Serviço Social e Saúde: formação e trabalho
profissional. 4ª Ed. São Paulo: Cortez, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAVO, M. I. S. O trabalho do assistente social nas instâncias públicas de controle
democrático . In: Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS, 2009.
BRAVO, M. I. S.; CORREIA, M. V. C. Desafios do controle social na atualidade. In: Serviço
Social & Sociedade, v. 109. São Paulo: Cortez, 2012.
SILVA, A. A. A Gestão da Seguridade Social no Brasil: entre a política pública e o
mercado. São Paulo: Cortez, 2004.
TEIXEIRA, J. B. Formulação, administração e execução de políticas públicas. In:
Capacitação em Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS, 2009.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento Estratégico: Conceito, metodologia
e práticas. São Paulo: Atlas, 2008.
DISCIPLINA: Oficina de Instrumentalidade Profissional I
EMENTA:
Conhecimento e aplicação de instrumental técnico-operativo e novas tecnologias utilizadas
pelo Serviço Social, que se efetivem nas intervenções com indivíduos, famílias, redes,
grupos e populações relacionados a programas específicos dentro do contexto da prática
profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MIOTO, Regina Célia. Orientação e acompanhamento de indivíduos, grupos e famílias. In:
CFESS/ABEPSS. Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais.
Brasília: CFESS/ABEPS, 2010.
______. Estudos Socioeconômicos. In: CFESS/ABEPSS. Serviço Social: direitos sociais
e competências profissionais. Brasília: CFESS/ABEPS, 2010.
SANTOS, C. M. dos. Na prática a teoria é outra? Mitos e dilemas na relação entre teoria,
prática, instrumentos e técnicas no Serviço Social. 3 ed. Rio de Janeiro: Lumen Jurís, 2012.
SANTOS, C.M.; BACKX, Sheila; GUERRA, Yolanda (orgs). A dimensão técnico-operativa
do Serviço Social: desafios contemporâneos. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2012.
GERBER, Luiza M. L. Oficina de Serviço Social: elaboração de relatórios e laudos.s.d.
Disponível
em
<http://www.amavi.org.br/sistemas/pagina/setores/associal/arquivos/2011/Texto-Oficina-de-
42
Servico-Social-Elaboracao-de-Estudos-e-Parecer-Social.pdf> Acesso em 22 de Dezembro
de 2012.
GUERRA, Y. Instrumentalidade no trabalho do Assistente Social. Curso de Capacitação
em Serviço Social e Política Social. Módulo 4. Brasília: CFESS/ABEPESS/CEAD/UnB, 2000.
p. 145-158. Disponível em http://www.cedeps.com.br/wp-content/uploads/2009/06/YolandaGuerra.pdf
LIMA, T. C. S. de; MIOTO, R. C. T.; DAL PRÁ, K. R. A documentação no cotidiano da
intervenção dos assistentes sociais: algumas considerações acerca do diário de campo.
Revista Virtual Textos & Contextos, nº 7, jul. Porto Alegre, 2007. Disponível em:
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass/article/viewFile/1048/3234
SARMENTO, Helder. Serviço Social: das tradicionais formas de regulação sócio-política ao
redimensionamento de suas funções sociais. In: Curso de capacitação em Serviço Social
e Política Social. Módulo 4, Brasília, CFESS/ABEPSS/CEAD/UNB, 2000, p, 95-100.
Disponível em dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/2928074.pdf
LEWGOY, Alzira Maria Baptista; SILVEIRA, Esalba Maria Carvalho. A entrevista nos
processos de trabalho do assistente social. In: Revista Virtual Textos & Contextos. Porto
Alegre,
v.
6,
n.
2,
p.
233-251.
jul./dez.
2007.
Disponível
em:
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass/article/viewFile/2315/3245
TRINDADE, Rosa L. P. Desvendando as determinações sócio-históricas do instrumental
técnico-operativo do Serviço Social na articulação entre demandas e projetos profissionais.
In: Revista Temporalis, n. 4. Rio de Janeiro, ABEPSS, 2000. p. 21-42. Disponível em
http://cress-mg.org.br/arquivos/rosa%20predes%20instrumental.pdf
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CFESS (org). O estudo social em perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuições
ao debate no Judiciário, Penitenciário e na Previdência Social. 2 ed. São Paulo: Cortez,
2004.
CARDOSO, Maria de Fátima Matos. Reflexões sobre instrumentais em Serviço Social.
São Paulo: LCTE, 2008.
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do Serviço Social. 4ª ed. Revista. São Paulo:
Cortez, 2005.
PONTES, Reinaldo. Mediação e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2006.
MIOTO, R. Perícia social: proposta de um percurso operativo. In: Revista Serviço Social e
Sociedade, nº 67. São Paulo: Cortez, 200, p. 145-158.
SOUSA, Charles Toniolo de. A prática do assistente social: conhecimento, instrumentalidade
e intervenção profissional. Emancipação. Ponta Grossa, Vol.8, N.1. 2008, p.119-132.
Disponível em <http://www.uepg.br/emancipacao> Acesso em 10 de Julho de 2010.
DISCIPLINA: Direito e Legislação Social II
EMENTA:
Estudo das instituições de Direito no Brasil. A organização dos poderes e o aparato jurídico
do Estado brasileiro. A Constituição de 1988 e a legislação social no Brasil: LOAS, ECA,
SUS, Previdência Social. Direito do Trabalho. Direito de Família. Direito Internacional e os
blocos econômicos mundiais.
43
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. 13.
ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
SIMÕES, Carlos. Curso de Direito do Serviço Social. 4ª ed. V. 3. São Paulo: Cortez,
2011. Coleção: Biblioteca Básica de Serviço Social.
PINTO, Antônio L. de T.; WINDT, Márcia C. V. dos S.; CÉSPEDES, Lívia. Constituição da
República Federativa do Brasil. 29.ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Silva, José Afonso da. Curso de Direito constitucional Positivo. 37ª Ed. MALHEIROS:
2014.
BRASIL. Constituição Federal de 1988.
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
BRASIL. Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990. – Estatuto da Criança e Adolescente.
BRASIL. Lei nº 11.340 de 7 de agosto de 2006 – Lei Maria da Penha.
BRASIL. Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003 – Estatuto do Idoso.
KRELL, Andreas Joachim. Direitos sociais e controle judicial no Brasil e na Alemanha:
os (des) caminhos de um direito constitucional “comparado.” Porto Alegre: Sergio Antonio
Fabris Editor, 2002.
SAAD, Eduardo Gabriel. Consolidação das leis do trabalho comentada 44ed. São Paulo:
LTR, 2011.
TRINDADE, José Damião de Lima. História Social dos Direitos Humanos. 3ª ed. São
Paulo, Peirópolis, 2011.
6º PERÍODO
DISCIPLINA: Fundamentos Históricos e Teórico-Metodológicos do Serviço Social Vi
EMENTA:
O redimensionamento da profissão na contemporaneidade: campos sócio-ocupacionais,
condições e relações de trabalho, competências e atribuições profissionais. Polêmicas
teórico-metodológicas no Serviço Social. Tensões entre o Projeto ético-político do Serviço
Social e o neo-conservadorismo na profissão. O Serviço Social em Alagoas na atualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IAMAMOTO, Marilda V. O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação
profissional. São Paulo: Cortez, 1998.
SANTOS, Josiane Soares. Neoconservadorismo pós-moderno e Serviço Social
brasileiro. São Paulo: Cortez, 2007.
CISNE, M.. Resistência de classe no Brasil contemporâneo: mediações políticas para o
enraizamento do Projeto Ético-Político do Serviço Social. Temporalis. vol. único, Brasília,
2008, p. 67-96.
TRINDADE, Rosa Lúcia Prédes [org.].
Mercado de Trabalho do Serviço Social:
44
Fiscalização e exercício profissional. Maceió: EDUFAL, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMIDES, M. B. C. Desafios do projeto profissional de ruptura com o conservadorismo.
Serviço Social e Sociedade, São Paulo: Cortez, ano 23, n. 91, 2007.
GUERRA, Yolanda. O projeto profissional crítico: estratégia de enfrentamento das condições
contemporâneas da prática profissional. Serviço Social e Sociedade, São Paulo: Cortez,
ano 23, n. 91, 2007.
MOTA, A. E. da. A nova fábrica de consensos: ensaios sobre a reestruturação
empresarial, o trabalho e as demandas ao Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1995.
PONTES, R. P. Mediação e Serviço Social. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2008.
VV.AA. Revista Serviço Social e Sociedade. Nº.111, São Paulo jul./set. 2012.
DISCIPLINA: Oficina de Instrumentalidade Profissional II
EMENTA:
Discussão e utilização de instrumental técnico-operativo no cotidiano profissional que
efetivem nas intervenções com indivíduos, famílias, redes, grupos e populações, com ênfase
na dimensão investigativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDOSO, Maria de Fátima Matos. Reflexões sobre instrumentais em Serviço Social.
São Paulo: LCTE, 2008.
CFESS (org). O estudo social em perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuições
ao debate no Judiciário, Penitenciário e na Previdência Social. 2 ed. São Paulo: Cortez,
2004.
GRACIANO, Maria Inês Gândara. Estudo socioecônomico: um instrumento técnicooperativo. São Paulo: Ed. Veras, Vol 2, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do Serviço Social. 6 ed. São Paulo: Cortez,
2007. Pg. 160 a 206.
ALAPANIAN. Silvia. Serviço Social e Poder Judiciário: reflexões sobre o direito e poder judiciário: São
Paulo: Ed. Veras, Vol 1, (série temas;7), 2008.
AMARO, Sarita. Visita Domiciliar: Guia para uma abordagem complexa. Porto Alegre:
AGE, 2003.
MIOTO, Regina Célia Tamaso. Perícia social: proposta de um percurso operativo. In:
Revista Serviço Social e Sociedade, n.67, São Paulo, Editora Cortez, 2001.
GERBER, Luiza Maria. Oficina de serviço social: elaboração de relatórios e laudos.
Disponível
em:
<
http://www.amavi.org.br/sistemas/pagina/setores/associal/arquivos/2011/Texto-Oficina-deServico-Social-Elaboracao-de-Estudos-e-Parecer-Social.pdf> Acesso em: 10 de Outubro de
2011.
DISCIPLINA: Pesquisa em Serviço Social
45
EMENTA:
A pesquisa como procedimento científico. Principais orientações teórico-filosóficas
presentes na pesquisa social: positivismo, fenomenologia e materialismo histórico-dialético.
O debate pós-moderno na pesquisa social. A pesquisa como dimensão constitutiva do
trabalho do assistente social. A especificidade de pesquisa em Serviço Social; técnicas
qualitativas e quantitativas de coleta e interpretação de dados; Os elementos constitutivos
de um projeto de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2006.
___. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. - São Paulo : Atlas, 2002
VERAS, Baptista Myrian. Investigação em serviço social. 2ed. São Paulo: Veras, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez
editora. 2005.
LEFEBVRE, Henri. Lógica formal, lógica dialética. 5ed. Rio de Janeiro: Civilização
brasileira, 1995.
MARTINELI, Maria Lúcia. (Org.) Pesquisa qualitativa: um instigante desafio. São Paulo:
Veras,
SETUBAL, Aglair Alencar. Pesquisa em Serviço Social: utopia e realidade. 4.ed. São
Paulo: Cortez, 2009.
TONET, I. O Pluralismo metodológico: um falso caminho. In: Serviço Social e Sociedade
n.48.
São
Paulo:
Cortez,
1995.
Disponível
em
http://www.ivotonet.xpg.com.br/arquivos/pluralismo_metodologico.pdf Acesso em 02 de
Julho de 2010.
DISCIPLINA: Oficina de Estágio Supervisionado em Serviço Social
EMENTA:
Estágio e formação profissional em Serviço Social. Compreensão da totalidade social:
desmistificação da dicotomia entre teoria e prática. Legislação, regulamentações e diretrizes
para o estágio curricular obrigatório e não obrigatório em Serviço Social no âmbito do
CFESS, da ABEPSS e da FRM. A importância do processo de supervisão acadêmica,
enfatizando o papel do/a supervisor/a de campo, supervisor/a acadêmico e do/a
estagiário/a.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO E PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL. Política
Nacional de Estágio da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço
Social.
Disponível
em:
http://abepss.hospedagemdesites.ws/wpcontent/uploads/2012/07/politica_nacional_estagio.pdf Acessado em 30/12/2012
FALEIROS. Vicente de Paula. Saber Profissional e Poder Institucional.
Cortez Editora. 6ª edição.
São Paulo:
BOSCHETTI, Ivanete. Avaliação de políticas, programas e projetos sociais. In:
46
CFESS/ABEPSS. Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
SOUZA, Herbert José. Como Se Faz Análise de Conjuntura. 3.ed. Editora: Vozes, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COUTO, Berenice Rojas. Formulação de projeto de trabalho profissional In:
CFESS/ABEPSS (orgs.). Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais.
Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.
BURIOLLA, Marta Alice Feiten. O estágio em Serviço Social. 5.ed. ampl. São Paulo:
Cortez, 2003.
SANTOS, Claúdia Mónica. Na prática a teoria é outra? Mitos e dilemas na relação entre
teoria, prática, instrumentos e técnicas no Serviço Social. Ed Lunem, Juri.
ABEPSS. Estágio, ética e pesquisa: desafios para a formação profissional. Revista
Temporalis, n° 17, 2009.
NETTO, J.P.; CARVALHO, M.C.B de. Cotidiano: conhecimento e crítica. 6.ed. São Paulo:
Cortez, 2005.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Superior.
Coordenação das Comissões de Especialistas de Ensino Superior. Comissão de
Especialistas de Ensino em Serviço Social. http://abepss.hospedagemdesites.ws/wpcontent/uploads/2012/07/legislacao_diretrizes.pdf Acessado em 30/12/2012.
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Resolução Nº 533/2008. Regulamenta a
Supervisão
Direta
de
Estágio
no
Serviço
Social.
http://www.cfess.org.br/arquivos/Resolucao533.pdf. Acessado em 30/12/2012.
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Resolução nº 493/2006. Dispõe sobre as
condições éticas e técnicas do exercício profissional do assistente social.
http://www.cfess.org.br/arquivos/Resolucao_493-06.pdf. Acessado em 01/12/2012
DISCIPLINA: Optativa 1
EMENTA:
A Faculdade Raimundo Marinho oferecerá no semestre letivo um mínimo de duas disciplinas
Optativas, dentre as quais o aluno elegerá aquele que melhor responder aos interesses de
sua formação (conferir anexos – ementário de disciplinas Optativas).
DISCIPLINA: Estágio Supervisionado em Serviço Social I
EMENTA:
Desenvolvimento de atividade teórica-prática de aproximação dos alunos à realidade
profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais.
Processo de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores, usuários e alunos.
Elaboração de plano de estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas
dimensões teórico-política e técnico-operativa, com relação à análise institucional.
Compreensão das formas de organização da política setorial ante as expressões da questão
social. Caracterização da população usuária, formas de organização e gerência dos
processos de trabalho onde se inserem os assistentes sociais. Elaboração de registros
técnicos. Identificação de demandas e elaboração de projeto de intervenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
47
ABEPSS. Estágio, ética e pesquisa: desafios para a formação profissional. Revista
Temporalis, n° 17, 2009.
BURIOLLA, Marta Alice Feiten. O estágio em Serviço Social. 5.ed. ampl. São Paulo:
Cortez, 2003.
SANTOS, Claúdia Mónica. Na prática a teoria é outra? Mitos e dilemas na relação entre
teoria, prática, instrumentos e técnicas no Serviço Social. Ed Lunem, Juri.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
ABREU, Mariana Maciel. Serviço Social e a organização da cultura: perfis pedagógicos
da prática profissional. São Paulo: Cortez, 2001.
MENEZES, Maria Thereza C. G. de. Em busca da teoria: políticas de assistência pública.
2.ed.São Paulo: Cortez, 1998.
MOTA, Ana Elizabete da. O Feitiço da Ajuda: as determinações do serviço social na
empresa. 5.ed. ampl. São Paulo: Cortez, 2008.
VASCONCELOS, Ana Maria. A prática do Serviço Social: cotidiano, formação e
alternativas na área da saúde. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2009.
BISNETO, José Augusto. Serviço Social e Saúde Mental. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2009.
7º PERÍODO
DISCIPLINA: Seminário Temático em Serviço Social
EMENTA:
Discussão de temas de interesse do Serviço Social que contribuam para o processo de
definição do projeto de TCC e para a finalização do processo de estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Obs.: Essa bibliografia poderá variar, conforme temas de TCC e áreas de estágio em cada
semestre letivo.
POCHMANN, Marcio. Estrutura social no Brasil: mudanças recentes. Serviço Social e
Sociedade. São Paulo, n.104 [edição especial], out./dez., 2010.
MONTANO, Carlos. Pobreza, “questão social” e seu enfrentamento. Serviço Social e
Sociedade. São Paulo, n.110, p.270-287, abr./jun., 2012.
YASBEK, Maria Carmelita. Pobreza no Brasil Contemporâneo e formas de seu
enfrentamento. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.110, p.288-322, abr./jun., 2012.
RAMALHO, Nélson Alves. Processos de globalização e problemas emergentes: implicações
para o Serviço Social. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.110, p.245-368, abr./jun.,
2012.
BAPTISTA, Myrian Veras. Algumas reflexões sobre o sistema de garantia de direitos.
Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.109, p.179-199, 2012.
SÁ, J.L. Serviço Social e Interdisciplinaridade: dos fundamentos filosóficos à
prática interdisciplinar no ensino, pesquisa e extensão. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Obs.: Essa bibliografia poderá variar, conforme temas de TCC e áreas de estágio em cada
semestre letivo.
48
VV.AA. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.107, jul./set., 2011.
VV.AA. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.108, out./dez., 2011.
VV.AA. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.109, jan./mar., 2012.
BRAZ, Marcelo. Notas sobre o Projeto ético-político do Serviço Social. Disponível em:
<https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:rQsh0Z16r0IJ:locuss.org/joomlalocuss/index.
php%3Foption%3Dcom_docman%26task%3>. Acessado em 05 de Julho de 2012
MUNIZ, L.R. et all. Pobreza e Exclusão Social: notas sobre um debate em curso e suas
implicações na definição de políticas públicas. Anais da I Jornada Internacional de Políticas
Públicas,
2011,
São
Luis/MA.
Disponível
em:
<
http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2011/cdvjornada/jornada_eixo_2011/impasses_e_
desafios_das_politicas_da_seguridade_social/pobreza_e_exclusao_social.pdf> acesso em
05 de julho de 2012.
DISCIPLINA: Trabalho e Sociabilidade
EMENTA:
O significado ontológico-social do trabalho na constituição do ser social. O trabalho
enquanto atividade humano-genérica. Práxis, objetivações humanas e a construção da
subjetividade. Trabalho alienado e sociabilidade no capitalismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Ricardo. Os Sentidos do Trabalho. São Paulo: Boitempo Editorial, 2009.
MARX, Karl. O Capital. Vol. 1, Vol. 2, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
__________ & ENGELS, F. A Ideologia Alemã. São Paulo: Expressão Popular, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Alves, Giovanni. Trabalho e Subjetividade. São Paulo: Boitempo, 2010.
NETTO, José P. & BRAZ, Marcelo. Economia política: uma introdução crítica. São Paulo
Cortez, 2007.
VÁZQUEZ, Adolfo S. Filosofia da Práxis. São Paulo: Expressão Popular, Brasil, 2007.
ANTUNES, Ricardo (org.). Riqueza e miséria do trabalho no Brasil. São Paulo: Boitempo,
2006.
LESSA, Sergio. História e Ontologia: a questão
www.sergiolessa.com Acesso em: 04 de Junho de 2012.
do
trabalho.
Disponível
em:
DISCIPLINA: Oficina de Trabalho de Conclusão de Curso I
EMENTA:
Elaboração de projeto de pesquisa empírica ou teórica e seu respectivo relatório, cuja
temática esteja vinculada preferencialmente às experiências de estágio. Principais
elementos do projeto de pesquisa: do planejamento à redação final do projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CFESS/ABEPSS. Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
VERAS, Baptista Myrian. Investigação em serviço social. 2ed. São Paulo: Veras, 2012.
49
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANDÃO, Carlos Rodrigues (org.). Pesquisa Participante. São Paulo: Brasiliense,
1999.
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez
editora. 2005.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2006.
YIN, Roberto K. Estudo de Caso: planejamento e métodos. 4.ed. São Paulo: Bookman,
2010.
TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 6.ed.
Petrópolis: Vozes, 2009.
DISCIPLINA: Optativa 2
EMENTA:
A Faculdade Raimundo Marinho oferecerá no semestre letivo um mínimo de duas disciplinas
Optativas, dentre as quais o aluno elegerá aquele que melhor responder aos interesses de
sua formação (conferir anexos – ementário de disciplinas Optativas).
DISCIPLINA: Estágio Supervisionado em Serviço Social II
EMENTA:
Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica, éticopolítica e técnico operativa com relação à análise do objeto de intervenção, inserido-se nas
relações institucionais. Condução de atividades investigativas, formulação de estratégias de
ação, definição de instrumentos de trabalho, avaliação de serviços e projetos, avaliação do
impacto das ações, elaboração de registros técnicos e sistematização das atividades
desenvolvidas. Finalização do estágio de Serviço Social. Supervisão do\a estudante
estagiário/a, visando a consolidação da prática interventiva orientada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABEPSS. Estágio, ética e pesquisa: desafios para a formação profissional. Revista
Temporalis, n° 17, 2009.
BURIOLLA, Marta Alice Feiten. O estágio em Serviço Social. 5.ed. ampl. São Paulo:
Cortez, 2003.
FALEIROS, V. P. Estratégias em serviço social. São Paulo: Cortez, 2001.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, Yolanda. A Instrumentalidade do Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1995.
PONTES, Reinaldo. Mediação e serviço social. 7. ed. São Paulo, Cortez, 2010.
VASCONCELOS, Ana Maria. A prática do Serviço Social: cotidiano, formação e
alternativas na área da saúde. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2009.
KARCH, Ursula M.S. O Serviço Social na Era dos Serviços. 4.ed. São Paulo: Cortez,
2008.
50
IAMAMOTO, M.V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho
e questão social. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
8º PERÍODO
DISCIPLINA: Tópicos Especiais em Serviço Social
EMENTA:
Estudo de temas específicos do Serviço Social, visando a atualização das discussões sbre
a profissão. Não tendo conteúdo fixo, esta disciplina contemplará demandas que se
manifestem no campo profissional por ocasião da oferta.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Obs.: Essa bibliografia poderá variar, conforme os debates no âmbito da profissão. Daremos
preferência às publicações das Revistas Serviço Social e Sociedade e Temporalis, tendo em
vista seus temas relevantes e atuais no campo de discussão do Serviço Social. (A
bibliografia abaixo corresponde ao período letivo 2013.1).
CASTELO, Rodrigo. O novo desenvolvimentismo e a decadência ideológica do pensamento
econômico brasileiro. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.112, 2012. pp. 613-636.
ORTIZ, Fátima Grave. O serviço social no Brasil: os fundamentos de sua imagem social e
da autoimagem de seus agentes. Rio de Janeiro, FAPERJ, 2011.
PASTORINI, Alejandra. A categoria "questão social" em debate. 3.ed. São Paulo: Cortez,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PIMENTEL, Edlene. Uma “Nova Questão Social”? Raízes materiais e humano-sociais
do pauperismo de ontem e de hoje. São Paulo: Instituto Lukács, 2012.
VV.AA. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.111, 2012. (Questão social: expressões
contemporâneas)
VV.AA. Serviço Social e Sociedade. São Paulo, n.112, 2012. ((Neo)desenvolvimentismo e
Serviço Social)
VV.AA. Temporalis. v.2, n.20, 2010. (Temas contemporâneos e Serviço Social: crise do
capital, trabalho, assistência social e formação profissional)
VV.AA. Temporalis. v.1, n.23, 2012. (Serviço Social e Desenvolvimento)
DISCIPLINA: Oficina de Trabalho de Conclusão de Curso II
EMENTA:
O processo de execução do projeto de pesquisa. Realização de debates e apresentação de
trabalhos relacionados aos TCCs em andamento. Aspectos acadêmico-científicos e técnicos
da elaboração do relatório final da pesquisa - o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
DISCIPLINA: Optativa 3
EMENTA:
A Faculdade Raimundo Marinho oferecerá no semestre letivo um mínimo de duas disciplinas
Optativas, dentre as quais o aluno elegerá aquele que melhor responder aos interesses de
51
sua formação (conferir anexos – ementário de disciplinas Optativas).
DISCIPLINA: Optativa 4
EMENTA:
A Faculdade Raimundo Marinho oferecerá no semestre letivo um mínimo de duas disciplinas
Optativas, dentre as quais o aluno elegerá aquele que melhor responder aos interesses de
sua formação (conferir anexos – ementário de disciplinas Optativas).
DISCIPLINA: Trabalho de Conclusão de Curso
EMENTA:
Desenvolvimento do projeto de pesquisa empírica ou teórica e elaboração do trabalho de
conclusão de curso - sobre tema relevante na área do Serviço Social, cuja temática esteja
vinculada preferencialmente às experiências de estágio. Apresentação do Trabalho de
Conclusão de Curso perante Banca de Defesa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A serem indicadas pelos/as docentes orientadores/as de TCC, no decorrer do processo de
orientação, conforme as temáticas pesquisadas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A serem indicadas pelos/as docentes orientadores/as de TCC, no decorrer do processo de
orientação, conforme as temáticas pesquisadas.
DISCIPLINA: Atividades Complementares
EMENTA:
Aproveitamento de estudos, adquiridos pelo estudante, em atividades extraclasse, intra ou
extramuro, acordados entre o aluno e o órgão responsável pelo curso, previamente. Esses
estudos podem ser realizados na área do curso ou em qualquer área do conhecimento
humano correlato ao curso, na Faculdade Raimundo Marinho ou em outra instituição de
ensino ou em qualquer organização não-educacional, presenciais ou a distância. Obs.: As
atividades complementares serão desenvolvidas no decorrer do curso, sendo distribuídas
entre os semestres ou em todos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A critério do professor responsável pela atividade
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A critério do professor responsável pela atividade.
EMENTÁRIO DISCIPLINAS OPTATIVAS
DISCIPLINA: Saúde Mental e Serviço Social
EMENTA:
Histórica da assistência à saúde mental no mundo. Trabalho e subjetividade: impactos do
trabalho na saúde mental do trabalhador. Política de saúde mental no Brasil. Reforma
52
psiquiátrica e movimentos sociais na área da saúde. Os desafios da política de saúde
mental na contemporaneidade. O trabalho de assistentes sociais na área de saúde
mental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOUCAULT, M. História da Loucura na Idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, 2003.
ALVES, Giovanni. Trabalho e Subjetividade: o espírito do toyotismo na era do capitalismo
manipulatório. São Paulo: Boitempo, 2011.
VASCONCELOS, Eduardo Mourão. Saúde Mental e Serviço Social. Cortez, São Paulo, 2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMARANTE, P. Saúde mental, formação e crítica. Rio de Janeiro: Laps, 2008.
BISNETO, José Augusto. Serviço Social e Saúde Mental: uma análise institucional da
prática. Cotez, São Paulo, 2011.
ROBAÍNA, C. M. V. O trabalho do serviço social nos serviços substitutivos de saúde mental.
Serviço Social e Sociedade, São Paulo, Cortez, n. 102, abr./jun. 2010.
SELIGMANN-SILVA. Desgaste mental no trabalho dominado, 2. ed. rev. e amp. São
Paulo: Cortez, 2011.
BRASIL (2005) Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. DAPE. Coordenação
Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil.
Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde
Mental:
15
anos
depois
de
Caracas.
OPAS.
Disponível
em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Relatorio15_anos_Caracas.pdf>.Acesso em 07
de Janeiro de 2013.
DISCIPLINA: Estudos e Pesquisas em Seguridade Social
EMENTA:
Desenvolvimento histórico, funcionamento e financiamento da Seguridade Social. O Estado
brasileiro e as políticas de saúde, da assistência social e da previdência social. Atuação
do(a) assistente social no âmbito das políticas de seguridade social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FALEIROS, Vicente de Paula. A política social do Estado capitalista: as funções da
previdência e assistência social. 12ª Ed. São Paulo, Cortez, 2009.
MOTA, Ana Elizabete, et al. (orgs.) Serviço Social e Saúde: formação e trabalho
profissional. São Paulo. Cortez,2006.
SALVADOR, Evilásio. Fundo Público: seguridade social no Brasil. Cortez. São Paulo,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUARTE, Adriana. O processo de reforma da previdência social pública brasileira: um novo
padrão de regulação social do Estado. In: Serviço Social e Sociedade. nº 73. Cortez. São
Paulo, 2003.
53
MOTA, Ana E. Cultura da crise e seguridade social: um estudo sobre as tendências da
previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90. 2ed. São Paulo: Cortez,
SPOSATI, Aldaíza. A menina LOAS: um processo de construção da assistência social. 4ª
Ed. São Paulo. Cortez, 2008.
SIMÕES, Carlos. Curso de Direito do Serviço Social. Biblioteca Básica do Serviço Social.
Vol.03. 3ª Ed. São Paulo. Cortez, 2009.
MARTINELLO, Dirce Maria. Fundo público e seguridade social no Brasil. Serviço Social e
Sociedade. 2012, n.110, pp. 399-404.
DISCIPLINA: Métodos e Técnicas em Pesquisa Social
EMENTA:
Métodos de pesquisa nas ciências sociais. Técnicas de pesquisa social: conceitos e seus
usos. Técnicas de coleta de dados. A amostragem na pesquisa social. Análise e
interpretação de dados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antônio Carlos . Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas.2010.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2006
MARCONI, Maria de Andrade. Técnicas de Pesquisa: Planejamento e execução de
pesquisa, amostragens e técnicas de pesquisa, analise e interpretação de dados, 7ª ed.
3.reimpr. São Paulo: Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez
editora. 2005.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2008.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. Desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. 10.ed. São Paulo: HUCITEC, 2007.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e criatividade.
Petrópolis, Ed. Vozes, 2011.
DISCIPLINA: Cultura, Religião e Diversidade Étnica no Brasil
EMENTA:
Etnia e Raça: principais abordagens teórico-conceituais. A constituição histórica das
relações étnico-raciais no Brasil: as raízes africanas, indígenas, européias e asiáticas na
sociedade brasileira. As relações étnico-raciais: direitos, polêmicas e desafios atuais no
Brasil. Movimentos sociais, políticos e culturais: da negação à visibilidade da diversidade
étnico-racial brasileira. Diversidade religiosa no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
54
HEYWOOD, Linda M. Diaspóra Negra no Brasil. Rio de Janeiro:Contexto,2008.
IANNI, OCTÁVIO, Raças e classes sociais no Brasil. São Paulo, 2004.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional
versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
D’ADESKY, Jacques. Pluralismo étnico e multiculturalismo. Racismo e anti-racismos no
Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2001.
HASENBALG, Carlos A. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo
horizonte: UFMG, 2005.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. Belo Horizonte: UFMG, 2007.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2006.
SANTOS, Gevanilda Gomes. Relações raciais e desigualdade no Brasil. São Paulo:
Selo Negro, 2009.
DISCIPLINA: Linguagem Brasileira de Sinais
EMENTA:
Aspectos clínicos, educacionais, socioculturais e linguísticos da surdez. Língua de sinais
brasileira: fundamentos básicos da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia, de
sintaxe. Prática em diálogos e compreensão da conversação em LIBRAS. Os direitos
sociais da pessoa surda.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GÓES, Mª Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. Campinas: Autores
Associados, 2002.
SKLIAR, C.. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 2011.
SACKS, Oliver W. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei nº 10.346, de 24 de abril de 2002: dispõe sobre a língua brasileira de sinais –
LIBRAS – e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br
/ccivil_03/Leis/2002/L10436.htm>.
SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM
DEFICIÊNCIA. Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência: protocolo
facultativo e a declaração universal dos direitos humanos. 4.ed. ver. e atual. Brasília:
Secretaria de Direitos Humanos/ Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa
com
Deficiência,
2007.
Disponível
em:
<http://portal.mj.gov.br/sedh/snpd/convencaopessoascomdeficienciapdf.pdf> Acesso em
05.01.13
55
SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos.
Paulinas, 2006.
São Paulo:
HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de Língua Brasileira
de Sinais. Vol. 1. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011.
HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de Língua Brasileira
de Sinais. Vol. 2. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011.
DISCIPLINA: Questão Ambiental e Serviço Social
EMENTA:
O metabolismo orgânico entre o homem e a natureza nos marcos do sistema capitalista:
produção destrutiva. Desenvolvimento capitalista, degradação e crise ambiental. Conflitos
ambientais, movimentos ambientalistas nacionais e internacionais. Serviço Social, meio
ambiental e educação ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOMES, J.A.D., AGUADO, O.V. e PÉREZ, A.G.(orgs.). Serviço Social e Meio Ambiente.
São Paulo: Cortez, 2009.
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os descaminhos do meio ambiente. São Paulo:
Contexto, 1996.
FOSTER, John Bellamy. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro,
Civilização Brasileira, 2005.
PADUA, Elisabete Matallo Marchesini de. & MATALLO Jr., Heitor (Orgs). Ciências
Sociais, complexidade e meio ambiente: interfaces e desafios. Campinas: Papirus, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMÉRICO, Maria Conceição; LIMA, Raquel Franco de S.; LOPES JÚNIOR, Edmilson.
Processos socioambientais em comunidades de crescimento desordenado. Serviço Social
e Sociedade, nº 90. São Paulo: Cortez, 2007.
LEMOS, Amalia Ines Geraiges de. (Org.). América Latina, sociedade e meio ambiente.
São Paulo: Expressão Popular, 2008.
PICOLI, Fioreto. O capital e a devastação da Amazônia. São Paulo: Expressão Popular,
2008.
OLIVEIRA, Ednéia Alves de. O atual estágio de acumulação capitalista: destruição criativa
ou destrutiva? Serviço Social e Sociedade, nº 82. São Paulo: Cortez, 2005.
TRIGUEIRO, André.
Meio Ambiente no século XXI. Campinas: Editora Autores
Associados LTDA, 2005.
DISCIPLINA: Direitos Humanos no Brasil
EMENTA:
Declaração Universal dos Direitos Humanos. Proteção internacional dos direitos humanos.
56
Os direitos humanos na Constituição Federal Brasileira de 1988. Direitos humanos,
violência e segurança pública no Brasil. Organismos de proteção aos direitos humanos.
Polêmicas da atualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMPARATO, Flávio Konder. A afirmação histórica dos direitos humanos. 7ª ed. São
Paulo: Saraiva, 2010.
SIMÕES, Carlos. Curso de Direito do Serviço Social. 5ª Ed. São Paulo: Cortez, 2011.
TRINDADE, José Damião de Lima. História Social dos Direitos Humanos. 3ª ed. São
Paulo, Peirópolis, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOBBIO, Norberto. A era os direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
BARBOSA, Narciso Fernandes. Direitos humanos a eficácia e a efetivação dos direitos
econômicos, sociais e culturais Maceió: EDUFAL, 2003.
LIMA JÚNIOR, Jayme Benvenuto. Direitos Humanos Econômicos, Sociais e Culturais.
Rio de Janeiro: RENOVAR, 2001.
MONTEIRO, Marco Antonio Corrêa. Tratados internacionais de direitos humanos e
direitos internos 1 São Paulo: SARAIVA, 2011.
PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos e o direito constitucional internacional. 4.ª
edição revista, atualizada e ampliada. São Paulo: Max Limonad, 2000.
DISCIPLINA: Questão Social e Violência
EMENTA:
A questão social enquanto produto da sociedade capitalista. Pauperismo, violência e suas
raízes históricas. Cidade, Estado e Mercado: a modernização excludente. A (in) segurança
social na Modernidade. Violência e conflitos sociais nos meios urbano e rural. A violência
nas cidades: dilemas da sociedade brasileira contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IANNI, O. A cultura da violência: capitalismo, violência e terrorismo. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2004.
SILVA, J. F. S. recrudescimento da violência nos espaços urbanos: desafios para o
Serviço Social. Serviço Social & Sociedade, São Paulo: Cortez, n. 89, p. 130-154, mar.
2007.
PERALVA, Angelina. Violência e Democracia: o paradoxo brasileiro. São Paulo: Paz e
Terra, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUMAN, Zygmunt. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
HOBSBAWM, Eric. Bandidos. Paz e Terra. São Paulo: 2010.
____________. Eric. Era dos extremos: O breve século XX. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002.
57
SALES, Mione Apolinário. (In)visibilidade Perversa: adolescentes infratores como
metáfora da violência. São Paulo: Cortez, 2007.
VASCONCELOS, Ruth & PIMENTEL, Elaine. Violência e Criminalidade em Mosaico.
Maceió: EDUFAL, 2009.
DISCIPLINA: Introdução à Estatística aplicada ao Serviço Social
EMENTA:
Definições básicas: variáveis, população, amostra, estatística indutiva, fontes de dados,
proporção, percentagem, razão e taxa. Introdução a Estatística: distribuição de
frequência, apresentação gráfica, medidas de dispersão, medidas de tendência central.
Interpretação de dados estatístico: indicadores socioeconômicos. Fontes de informações.
Pesquisas socioeconômicas de referência nacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBETA, Pedro Alberto. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. 2 ed. Florianópolis:
Editora da UFSC, 006. 315p.
MILONE, Giuseppe. Estatística geral e aplicada. São Paulo: Thomson, 2004.
PACHECO, Carlos Américo & PATARRA, Neide (org). Dinâmica demográfica e as novas
questões populacionais no Brasil. Campinas: UNICAMP-Instituto de Economia, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FARBER, Larson. Estatística aplicada. São Paulo: PEARSON, 2004.
FREUND, John E. & SIMON, Gary A. Estatística aplicada: economia, administração e
contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000.
MARTINS, G. de A. Estatística Geral e Aplicada. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN 85-2242794-1.
IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio. Rio de Janeiro: IBGE, 2009.
____. Censo demográfico. Rio de Janeiro: IBGE, 2010.
____. Pesquisa de orçamento familiar. Rio de Janeiro: IBGE. 2006.
7.2
Coerência do currículo com os objetivos do curso
A coerência dos conteúdos curriculares com os objetivos do curso se realiza
por meio de uma fundamentação teórico-metodológica, ético-política e teóricoprática que se ancora em três núcleos interdependentes, que compreendem:
- Núcleo de fundamentos teórico-metodológicos da vida social;
- Núcleo de fundamentos da formação sócio-histórica da sociedade brasileira;
58
- Núcleo de fundamentos do trabalho profissional.
Tais núcleos que correspondem às Diretrizes Curriculares Nacionais para o
curso de graduação em Serviço Social estão constituídos por um conjunto de
competências e conhecimentos necessários à formação profissional, que visa desse
modo, por meio de atividade acadêmicas (pesquisa, extensão, oficinas, atividades
complementares) capacitar, habilitar crítica e reflexivamente o estudante para à vida
profissional.
A/o futura/o assistente social trabalhará com um conjunto de informações e
habilidades compostas por uma pluralidade de conhecimentos teóricos práticos de
âmbito crítico e criativo, cuja consolidação se dará no exercício da profissão, por
meio de uma estrutura curricular fundamentada na interdisciplinaridade, na
contextualização e na formação política.
7.3
Coerência do currículo com o perfil desejado do egresso
O desafio do Curso de Serviço Social é proporcionar aos seus egressos uma
formação generalista e crítica ancorada numa rigorosa fundamentação teóricometodológica, que os capacite a pensar/projetar/intervir nas manifestações da
"questão social" que se colocam como demandas cotidianas e representam
importantes desafios a serem superados pelas respostas profissionais. E tais
respostas devem está balizadas pelos princípios fundamentais expressos no Código
de Ética Profissional.
Dessa forma, a fim de garantir esse processo, o curso de Serviço Social
oferece em consonância com os conteúdos curriculares, os núcleos temáticos:
I.
NÚCLEO
DE
FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS
DA
VIDA SOCIAL –
compreende um conjunto de fundamentos teórico-metodológicos e ético-políticos
para conhecer o ser social enquanto totalidade histórica, fornecendo os
componentes fundamentais para a compreensão da sociedade burguesa, em seu
movimento contraditório.
II.
NÚCLEO
DE
FUNDAMENTOS
DA
FORMAÇÃO SÓCIO - HISTÓRICA
DA
SOCIEDADE BRASILEIRA – remete à compreensão dessa sociedade, resguardando as
características
históricas
particulares
que
presidem
a
sua
formação
e
desenvolvimento urbano e rural, em suas diversidades regionais e locais.
59
Compreende ainda a análise do significado do Serviço Social em seu caráter
contraditório, no bojo das relações entre classes e destas com o Estado,
abrangendo as dinâmicas institucionais, nas esferas estatal e privada.
III.
NÚCLEO
DE
FUNDAMENTOS
DO
TRABALHO
PROFISSIONAL
–
que
compreende todos os elementos constitutivos do Serviço Social como uma
especialização do trabalho: sua trajetória histórica, teórica, metodológica e técnica;
os componentes éticos que envolvem o exercício profissional; a pesquisa; o
planejamento e a administração em Serviço Social e o estágio supervisionado. Tais
elementos encontram-se articulados por meio da análise dos fundamentos do
Serviço Social e dos processos de trabalho em que se inserem, desdobrando-se em
conteúdos necessários para capacitar os profissionais ao exercício de suas funções,
resguardando as suas competências específicas normatizadas por lei.
Visando dá sustentação aos demais conteúdos, no sentido de permitir o
exercício dos fundamentos teórico-práticos e profissional o currículo prevê ainda o
estágio curricular supervisionado, o trabalho de conclusão de curso e atividades
complementares.
7.4
Coerência do currículo face às diretrizes curriculares nacionais
A estrutura curricular do curso está prevista uma carga horária de 3.070
horas/aula, que deverão ser integralizadas em, no mínimo, (4) quatro anos ou (8)
oito semestres letivos; e, no máximo, (7) sete anos ou (14) quatorze semestres
letivos.
O efetivo cumprimento das DCN’s encontra-se na concepção do curso, nos
objetivos, no perfil do profissional que se deseja formar alicerçado numa
organização curricular estruturada e ancorada em três núcleos interligados de modo
a garantir aspectos teóricos, históricos e metodológicos necessários à formação
profissional do(a) Assistente Social.
Desse modo, os conhecimentos e competências dos núcleos se desdobram
em disciplinas, no estágio curricular, no trabalho de conclusão de curso e nas
atividades complementares a serem definidas pelo colegiado, compreendendo
seminários temáticos, oficinas, extensão e pesquisas de campo.
A disciplina Língua brasileira de Sinais LIBRAS é ministrada como disciplina
Optativa a partir do 7º semestre do curso. A questão étnica racial é abordada na
60
disciplina de Formação sócio-histórica do Brasil que se encontra do 3º semestre do
curso.
O Curso de Bacharelado em Serviço Social ofertado pela FRM procura
garantir em sua grade todas as dimensões propostas pelas Diretrizes Curriculares
Nacionais, organizando as disciplinas que articulam o conhecimento profundo da
área e sua articulação com o ensino, as metodologias de ensino e as novas
tendências educacionais nos seis núcleos descritos acima. Considerando a
organização curricular modular adotada neste curso, os princípios de flexibilidade,
interdisciplinaridade, as competências gerais do curso e de cada núcleo, as
disciplinas elencadas, o perfil do egresso e os objetivos do curso já descritos acima,
fica evidente que o Projeto Pedagógico como um todo é plenamente coerente com
as Diretrizes Curriculares.
7.5
Adequação da metodologia de ensino
Os princípios metodológicos de uma Instituição de Ensino Superior – IES –
devem estar norteados por sua missão e conduzir à obtenção do perfil desejado do
egresso, com o intuito de realizar profissionalmente discentes e diplomados,
fortalecendo as organizações parceiras e contribuindo para uma sociedade mais
justa, mais humana e mais feliz. Em vista disto, adota-se uma proposta
metodológica que privilegia a profissionalização do estudante, sem, no entanto,
deixar de formar cidadãos críticos e capazes de pensar e estabelecer, por si,
soluções inovadoras, não só para a organização em que trabalha como também
para a comunidade em que vive e a sociedade de um modo geral.
Tem-se a noção de que o processo ensino-aprendizagem é composto por
quatro elementos da realidade que devem ser considerados: o aluno, o professor, o
conteúdo e as variáveis ambientais, ligadas às características da Faculdade. Cada
um desses elementos exerce uma rede de influências sobre os demais, ligando-os e
alterando suas características.
Ao se considerar cada elemento, entende-se que o(a) aluno(a) é participante
efetivo(a) do processo de ensino-aprendizagem e não mero(a) coadjuvante; que o(a)
professor(a) é um(a) orientador(a) no processo, e não o(a) detentor(a) do
conhecimento; que o conteúdo adequado é a base da captação e compreensão,
pelo(a) estudante, das informações necessárias ao seu aprendizado e que a
61
percepção das variáveis ambientais, em especial as questões de relacionamento e
clima organizacional da Faculdade, é fundamental para o desempenho adequado de
todos os atores do processo.
No sentido de privilegiar tal noção, a FACULDADE RAIMUNDO MARINHO
adota como prática pedagógica a vivência do(a) aluno(a) conciliada aos conteúdos
abordados em sala. Tal experiência, trazida pelos estudantes, requer do(a)
professor(a) uma constante inovação nas metodologias de ensino.
A prática de ensino desenvolvida em sala de aula e em laboratórios, por mais
diversificada que seja, deve privilegiar o princípio de que a aquisição do
conhecimento é um processo a ser compreendido como decorrência das trocas que
os graduandos estabelecem na interação com o seu meio social, profissional e
cultural, cabendo ao professor ser mediador desse processo, articulando as trocas,
tendo em vista o desenvolvimento do senso crítico dos conteúdos. Dentro dessa
perspectiva, podemos levar em consideração alguns quesitos importantes para
nortear o trabalho docente:
Realizar uma sondagem das experiências dos graduandos, de forma que ele possa
ter um perfil da turma;
Propiciar condições para que sejam desenvolvidas atividades em equipes,
simulações, estágios, seminários, pesquisas, entre outros;
Favorecer a autonomia de aprendizagem, visando não apenas ao aprender a fazer,
mas, sobretudo, ao "aprender a aprender";
Propiciar ao graduando o desenvolvimento das competências e habilidades
necessárias para o seu bom desempenho, para a sua colocação no mercado de
trabalho;
Assegurar ao professor a autonomia no seu trabalho, privilegiando o diálogo.
No que se refere propriamente aos métodos de ensino, vale dizer que estas
são as formas através das quais os professores irão trabalhar os diversos
conteúdos, com a finalidade de atingir os objetivos propostos no projeto pedagógico.
Compreendem, então, as estratégias e procedimentos adotados no ensino por
professores e alunos e caracterizam-se por ações conscientes, planejadas e
62
controladas, visam atingir, além dos objetivos gerais e específicos propostos, algum
nível de generalização.
De modo específico, para a FACULDADE RAIMUNDO MARINHO, são
trabalhadas distintas metodologias e distintos recursos de ensino-aprendizagem, de
acordo com as necessidades e as especificidades de cada disciplina. Como
exemplos podem ser citados o método expositivo-dialogado de aula, o estudo
dirigido, as dinâmicas de grupo, os estudos de caso, jogos e simulações, debates,
entre outros. Busca-se a utilização de métodos de ensino que privilegiem a iniciativa,
a criatividade, o trabalho dos alunos em equipe, na busca da fundamentação teórica
e de soluções práticas para os problemas organizacionais.
Para atender a esta proposta, faz-se necessária a disponibilização dos meios
facilitadores do processo de ensino-aprendizagem. Entendemos que os meios de
ensino são os recursos materiais portadores de informação que, utilizados por
professores e alunos, sob determinadas condições previamente planejadas, facilitam
a comunicação docente e o aprendizado, seja pela apresentação ou representação
de aspectos da realidade concernentes ao currículo, seja pela mediação de sistemas
simbólicos que permitem uma relação crítico-ativa dos alunos com o seu entorno – o
meio físico e o espaço sócio-cultural. Como meios pode-se citar o aparato
tecnológico oferecido pela IES, como laboratório de informática e acesso à Internet,
projetores multimídia, TV e vídeo, biblioteca adequada, entre outros.
Finalmente a FACULDADE RAIMUNDO MARINHO procurará uma constante
melhoria na qualidade do processo de ensino-aprendizagem, mormente nas
disciplinas de conteúdo mais complexo, nas quais o corpo discente encontra
maiores dificuldades. Essas dificuldades são detectadas principalmente nos
períodos iniciais, nos conhecimentos básicos de matemática, língua portuguesa e
conhecimentos gerais. A partir da sondagem realizada através de exercícios que
abrangem o conteúdo das séries dos ensinos fundamental e médio, desenvolver-seá um programa de nivelamento, cujo objetivo principal será sanar as dificuldades,
dando condições de obter sucesso, pois o aluno terá condições de integrar-se e
acompanhar os conteúdos ministrados pelos professores.
do PPC
No presente projeto destaca-se a emergência de uma formação profissional
que articule as dimensões do saber, saber-fazer, saber-conviver e saber-ser no
mundo histórico atual. Revela-se a exigência de um profissional de Serviço Social
63
em constante movimento de reaprender a aprender, visando à competência éticopolítica,
teórico-metodológica
e
técnico-operativa.
As
relações
sociais,
complexificadas no mundo de hoje, impõem o exercício de reconstrução permanente
do processo de autonomia profissional e pressupõem o desenvolvimento de
competências que revelem a compreensão, a proposição e a intervenção na
realidade social.
Nessa dimensão, o curso se norteará pela metodologia educacional que considera o
graduando sujeito do seu próprio conhecimento, o que significa estimular
permanentemente o potencial criativo e intelectual no seu processo formativo.
Entende também que, sendo os alunos responsáveis por sua aprendizagem, o papel
do professor é mediar a realização desse processo. Busca-se o alcance dessa
perspectiva pedagógica através da articulação de atividades de ensino - pesquisa extensão, potencializando a relação teoria-prática na formação profissional. Para
isso os alunos estarão participando de atividades várias, dentre as quais podem-se
destacar: seminários, estudos individuais e em grupos, trabalhos com textos,
oficinas, vivências etc. Portanto, na esteira dessa compreensão poderão ser
construídas e implementadas estratégias e técnicas de intervenção, considerandose três questões básicas:
POR QUE FAZER – dimensão intelectiva;
O QUE E COMO FAZER – dimensão operativa;
PARA QUE FAZER – dimensão ético-filosófica.
7.6
Dimensionamento da carga horária das unidades de estudo
A estrutura curricular do Curso apresenta uma carga horária total de 3.070
horas/aulas sendo assim contempladas: 2.470 horas/aula na forma de disciplinas, às
quais se acrescem 450 horas de Estágio Supervisionado, mais 180 horas de
atividades complementares ao curso, que deverão ser integralizadas em, no mínimo,
(4) quatro anos ou (8) oito semestres letivos; e, no máximo, (7) sete anos ou (14)
quatorze semestres letivos.
Com base na atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação e nas Diretrizes
Curriculares para a formação de Bacharel em Serviço Social, o curso está
estruturado e ancorado em três núcleos interligados, de modo a garantir aspectos
64
teóricos, históricos e metodológicos necessários à formação profissional do(a)
assistente social, são eles:
- FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA VIDA SOCIAL – indica a
necessidade de compreensão da vida social na sociedade burguesa; buscando
apreender o movimento contraditório da sociedade capitalista. Voltadas para esta
composição estão disciplinas como: Introdução à Metodologia Científica; Oficina de
Leitura e Produção de Textos; Questão Social e Capitalismo; Filosofia; Ciência
Política I e II; Sociologia I e II; Antropologia Social; Introdução a Psicologia;
Psicologia Social; Economia Política; Trabalho e Sociabilidade; Desenvolvimento
Sócio-Histórico da Família; Ética e Sociedade; Optativas: Métodos e Técnicas em
Pesquisa Social, Linguagem Brasileira de Sinais, Questão Social e Violência.
-
FUNDAMENTOS
DA
FORMAÇÃO
SÓCIO-HISTÓRICA
DA
SOCIEDADE
BRASILEIRA – tem por objetivo a apreensão da produção e reprodução da questão
social, historicamente situada. Este núcleo é constituído por disciplinas como: Direito
e Legislação Social I e II; Formação Sócio-Histórica do Brasil; Política Social I e II;
Classes Sociais e Movimentos Sociais; Optativas: Cultura, Religião e Diversidade
Étnica no Brasil, Estudos e Pesquisas em Seguridade Social, Direitos Humanos no
Brasil.
- FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL – compreende todos os
elementos constitutivos do Serviço Social como especialização do trabalho coletivo.
Tais elementos encontram-se articulados por meio da análise dos fundamentos do
Serviço Social e dos processos de trabalho em que se inserem, desdobrando-se em
conteúdos necessários para capacitar os profissionais ao exercício de suas funções,
resguardando as suas competências específicas normatizadas por lei. Compõem
este núcleo disciplinas como: Fundamentos históricos e teórico-metodológicos do
Serviço Social I, II, III, IV, V e VI; Serviço Social e processo de trabalho; Pesquisa
em Serviço Social; Administração e Planejamento em Serviço Social; Estágio
Curricular Supervisionado I e II; Ética profissional em Serviço Social; Relações de
Gênero e Serviço Social; Seminários Temáticos em Serviço Social; Oficina de
instrumentalidade profissional I e II; Oficina de Trabalho de Conclusão de Curso I e
II; Trabalho de Conclusão de Curso; Tópicos Especiais em Serviço Social; Optativas:
Saúde Mental e Serviço Social, Questão Ambiental e Serviço Social, Educação e
Serviço Social, Introdução à Estatística.
65
Nesse sentido, o currículo prevê ainda o cumprimento de DISCIPLINAS
OPTATIVAS, a partir do 6º período até o 8º período. Nos 6º e 7º períodos devem ser
realizados respectivamente os ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS I e II, como parte
das disciplinas obrigatórias, conforme Regulamento de Estágio do Curso de Serviço
Social.
No último semestre está prevista a elaboração e apresentação perante banca
examinadora de um TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC), constituindose de uma monografia resultado de pesquisa realizada individualmente ou no
máximo em dupla (conforme PPC do Curso e Regulamento de TCC da Faculdade
Raimundo Marinho e).
No decorrer do curso, os/as estudantes terão contato com essas disciplinas
ligadas à formação geral e à conscientização sobre os problemas nacionais e seu
aprendizado, ultrapassando o ambiente das salas de aula.
Destarte, flexibilizando o currículo quanto aos aspectos teóricos, históricos e
metodológicos da realidade social do País e do Serviço Social, este curso de Serviço
Social prevê uma carga horária total de 3.070 horas, integrando o ensino das
disciplinas
com
outros
componentes
curriculares,
possibilitando,
assim,
a
compreensão dos problemas e desafios com os quais os profissionais se defrontam.
Ficam também estabelecidas as dimensões investigativas e interpretativas como
princípios formativos e condição central da formação profissional e da relação teoria
e realidade.
7.7
Adequação e atualização das ementas e programas das unidades de
estudo
Tendo como premissa proporcionar uma formação teórico-metododológica de
qualidade e contextualizada com os desafios do tempo presente no âmbito de
atuação de assistentes sociais, as ementas e unidades de estudo (disciplinas) estão
passíveis de revisão e avaliação ao final de cada semestre letivo. Em que, a partir
das reuniões do Colegiado do Curso – com participação discente e docente – avaliase o processo de ensino-aprendizagem no Curso, levando em consideração todas
as suas nuances, entre elas a matriz curricular, em suas ementas e unidades de
estudo.
No âmbito do Colegiado do Curso, questões são problematizadas, propostas
de revisão, modificação e atualização são discutidas e encaminhadas para estudo e
66
análise dos docentes que compõem o Núcleo Docente Estruturante. Desde a sua
constituição, o NDE cumpre um importante papel de acompanhar a implementação
do PPC e analisar as propostas de alteração, pautado por um olhar de totalidade da
formação em Serviço Social, e tendo em vista os objetivos e configuração do perfil
do egresso desejado. Por sua vez, as propostas apreciadas e (re)elaboradas no
NDE são remetidas novamente ao Colegiado para deliberação.
Assim, para garantir uma revisão de todos os componentes curriculares,
especialmente das ementas e conteúdos programáticos das disciplinas, foi realizada
no período 2012.2 e 2013.1 uma completa análise, revisão, adequação e atualização
de todos os planos de ensino. De modo a incorporar todas as sugestões,
considerações, propostas teórico-metodológicas apresentadas em espaços coletivos
de discussão e avaliação do Curso de Serviço Social da FRM.
A atualização do PPC, em especial das ementas e conteúdos programáticos
permite também avaliar e atualizar com coerência as referências bibliográficas das
respectivas unidades de estudo a serem disponibilizadas para a comunidade
estudantil da FRM.
7.8
Adequação e atualização da bibliografia
A bibliografia se mostra plenamente adequada projeto pedagógico do curso e
foi atualizada em 2013.2. Essa adequação resulta e/ou expressa uma diretriz de
ação,
acessível
ao
conhecimento
da
comunidade
interna.
A
bibliografia
recomendada contempla, integralmente, os conteúdos das unidades de estudo, com
textos abrangentes, atualizados e muitos deles disponíveis na biblioteca. Os planos
de disciplinas apresentam as referências, sendo 3 títulos para a bibliografia básica e
5 para a bibliografia complementar.
7.9
Coerência dos recursos materiais específicos (laboratórios e instalações
específicas, equipamentos e materiais) do curso com a proposta curricular
Os
recursos
materiais
específicos
do
curso
(instalações
específicas,
equipamentos e materiais) são plenamente coerentes com a proposta curricular. A
IES dispõe de instalações específicas para a realização das aulas, com recursos
tecnológicos de computadores e datashow. Essa coerência resulta e/ou expressa
uma diretriz de ação acessível ao conhecimento da comunidade interna, no que se
67
refere às necessidades de realização do curso. Existem instalações específicas,
equipamentos e materiais que atendem plenamente às atividades pedagógicas do
curso e possibilitam o desenvolvimento de atividades complementares, tais como
laboratório de informática e biblioteca.
7.10 Estratégias de flexibilização curricular
No âmbito deste projeto, a flexibilização curricular é entendida como um conjunto
de atividades que têm como objetivo incluir espaços acadêmicos que favoreçam a
articulação da teoria com a prática profissional, da pesquisa com a intervenção
social, e ao mesmo tempo estimular o aluno a construir seu próprio percurso
acadêmico, através da escolha de atividades que estejam em consonância com
seus interesses e projeto profissional, sem, contudo comprometer o núcleo básico
de sua formação. Neste sentido, as atividades acadêmicas complementares
consistem em toda e qualquer atividade extra sala de aula que sejam de
aprofundamento e/ou ampliação da formação profissional dos alunos de graduação,
que guardem correlação ou conexão com a área de conhecimento do curso e serão
utilizadas como estimuladoras do desenvolvimento político, cultural e científico dos
discentes. Tais atividades podem ser relacionadas como:
I-
Acadêmico/Ensino: cursos de formação geral: política, sociedade, ética
profissional; de complementação de conteúdos das disciplinas;
IIII- Acadêmico/Pesquisa e produção científica: Iniciação científica;
participação em grupos de estudos; apresentações de trabalhos em
eventos científicos; publicações;
7.11 Apoio ao discente
Na Faculdade Raimundo Marinho o curso de serviço social disponibiliza
atendimento individual ao aluno através da coordenação de curso e coordenação de
estágio, como também pode fazer encaminhamentos para o Núcleo de Apoio
Psicopedagógico, quando for necessário. Através das atividades do Colegiado de
68
Curso, por meio do representante discente, pode-se realizar atendimento às
questões relativas aos estudantes.
Além destes, dispomos de um diferencial, pois em 2014 iniciamos as a
implantação do Núcleo de Serviço Social (NSSO) da Faculdade Raimundo Marinho,
o qual acompanha o processo de ensino aprendizagem através da demanda e o
envolvimento interpessoal professor/aluno, bem como dos Familiares e da
Comunidade, embora seja definido como público alvo principal o corpo discente.
Este tem como objetivo geral Conhecer a realidade social vivenciada pelos alunos e
de como esta interfere na vida acadêmica a ponto de afetar no seu acesso,
desenvolvimento
e
permanência
na
instituição,
bem
como
fortalecer
o
desenvolvimento comunitário/institucional.
7.11.1 Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais
A Faculdade Raimundo Marinho atende à Portaria MEC nº 3.284, de
7/11/2003, que dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de
deficiências que devem ser atendidos pelas IES, bem como ao Decreto nº 5.296, de
2/12/2004, que estabelece as normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
Com relação aos alunos portadores de deficiência física, as instalações da
instituição atendem aos seguintes requisitos:
· Eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante,
permitindo acesso aos espaços de uso coletivo;
· Reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das
unidades de serviço;
· Rampas e/ou elevadores, facilitando a circulação de cadeira de
rodas;
· Adaptação de portas e banheiros com espaço suficiente para
permitir o acesso de cadeira de rodas;
· Colocação de barras de apoio nas paredes dos banheiros;
· Instalação de lavabos, bebedouros em altura acessível aos usuários
de cadeira de rodas.
69
Para os projetos de expansão e melhorias a instituição está atenta às
modificações que são necessárias para o melhor funcionamento e principalmente ao
atendimento de seus usuários. Dessa forma, a instituição viabiliza a permanência e
facilita o acesso desse público, sejam eles acadêmicos, professores, funcionários ou
comunidade.
No que concerne a alunos portadores de deficiência visual, a instituição
assume o compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno
conclua o curso de:
· Manter sala de apoio equipada como máquina de datilografia braile,
impressora braile acoplada ao computador, sistema de síntese de
voz, gravador e fotocopiadora que amplie textos, software de
ampliação de tela, equipamento para ampliação de textos para
atendimento a aluno com visão subnormal, lupas, réguas de leitura,
scanner acoplado a computador;
· Adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em
braile e de fitas sonoras para uso didático;
· Instalação do sistema operacional DOSVOX desenvolvido pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o qual permite que
pessoas cegas utilizem um microcomputador comum (PC) para
desempenhar uma série de tarefas, adquirindo assim um nível alto de
independência no estudo e no trabalho.
Quanto a alunos portadores de deficiência auditiva, a instituição assume o
compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o
curso, de:
· Propiciar,
sempre
que
necessário,
intérprete
de
língua
de
sinais/língua portuguesa, especialmente quando da realização e
revisão de provas, complementando a avaliação expressa em texto
escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do
aluno;
· Adotar flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o
conteúdo semântico;
· Estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na
modalidade escrita, para o uso de vocabulário pertinente às matérias
do curso em que o estudante estiver matriculado;
70
· Proporcionar aos professores acesso a literatura e informações
sobre a especificidade linguística do portador de deficiência auditiva.
A Faculdade Raimundo Marinho no intuito de fortalecer a inclusão social
coloca em seus planos oportunizar cursos de formação em LIBRAS para
funcionários e docentes, assim como a disciplina de LIBRAS para os cursos de
graduação.
A respeito do tratamento diferenciado, a instituição estará comprometida em
disponibilizar, sempre que for necessário, o seguinte:
· Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações
acessíveis;
· Mobiliário de recepção e atendimento obrigatoriamente adaptado à
altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas, conforme
estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT;
· Serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva,
prestado por intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira
de Sinais - LIBRAS e no trato com aquelas que não se comuniquem
em LIBRAS, e para pessoas surdo-cegas, prestado por guiasintérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo de atendimento;
· Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com
deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas;
· Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de
pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;
· Sinalização ambiental para orientação;
· Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida;
· Admissão de entrada e permanência de cão-guia ou cão-guia de
acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de
treinador em locais e edificações de uso coletivo, mediante
apresentação da carteira de vacina atualizada do animal; e
· Existência de local de atendimento específico.
Além
do
atendimento
prioritário
a
Faculdade
Raimundo
Marinho
desenvolverá junto aos seus cursos de graduação e pós-graduação projetos de
extensão para atender o público com necessidades especiais preparando os alunos
71
da Instituição para um mercado de trabalho amplo e promissor, além de cumprir com
o deu papel social.
8
AVALIAÇÃO
8.1 Coerência dos procedimentos de avaliação dos processos de ensino e de
aprendizagem com a concepção do curso
O desafio do Curso de Serviço Social é proporcionar aos seus egressos uma
formação generalista e crítica ancorada numa rigorosa fundamentação teóricometodológica, que os capacite a pensar/projetar/intervir nas manifestações da
"questão social" que se colocam como demandas cotidianas e representam
importantes desafios a serem superados pelas respostas profissionais.
A partir dessa concepção os procedimentos de avaliação dos processos de
ensino e aprendizagem se constituem em espaços democráticos, amplos e críticos
como as reuniões de Colegiado, espaço em que se encontra a maioria do corpo
docente e os representantes dos discentes, realizado bimestralmente. No Núcleo
Estruturante Docente (NDE) constituído por cinco (5) docentes que avaliam esses
processos de acordo com as exigências e formulações teórico-metodológicas
contidas na concepção, nos objetivos do curso e no perfil dos egressos, bem como
no projeto político pedagógico como um todo.
8.2 Articulação da auto-avaliação do curso com a auto-avaliação institucional
A auto-avaliação do curso está articulada à auto-avaliação institucional.
Dessa forma, as dimensões consideradas no processo de avaliação institucional
estão estabelecidas pela Lei nº 10.861/04, art. 3º. O documento Orientações Gerais
para o Roteiro da Auto-Avaliação das Instituições, divulgado pelo INEP, serviu de
base para a elaboração do Programa de Avaliação Institucional da FACULDADE
RAIMUNDO MARINHO (PAI-FRM) e a operacionalização da avaliação das seguintes
dimensões:
a)
A Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional;
72
b)
A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as
respectivas normas de operacionalização;
c)
A responsabilidade social da instituição;
d)
A comunicação com a sociedade;
e)
As políticas de pessoal;
f)
Organização e gestão da instituição;
g)
Infra-estrutura física e acadêmica;
h)
Planejamento e avaliação;
i)
Políticas de atendimento aos estudantes;
j)
Sustentabilidade financeira.
A Comissão Própria de Avaliação (CPA-FRM) é o órgão responsável pela
condução do processo de auto-avaliação - institucional e de cursos e programas de
educação superior.
A CPA-FRM define os indicadores e padrões de qualidade, a metodologia
(incluindo análise e interpretação de dados) e os instrumentos utilizados no processo
de auto-avaliação e a periodicidade de avaliação de cada dimensão, mediante
consultas aos diversos segmentos da comunidade acadêmica, atendida a Lei n°
10.861, de 2004, a Portaria MEC n° 2.051/2004, os documentos Diretrizes para a
auto-avaliação e Orientações gerais para o roteiro da auto-avaliação das
instituições, o Estatuto, o Regimento Geral, o Plano de Desenvolvimento
Institucional e demais documentos internos.
São adequados a realidade da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO os
instrumentos de avaliação adotados pelo INEP nos processos de avaliação
institucional externa e nos de avaliação de cursos.
Anualmente, a CPA-FRM promove a avaliação desses mecanismos e da
metodologia utilizados, com o objetivo de aperfeiçoar o processo de auto-avaliação,
como instrumento de planejamento e gestão acadêmica, administrativa em
atendimento às normas de avaliação da educação superior, aprovadas pelo Poder
Público.
A última avaliação institucional do curso, realizada pela Comissão Própria de
Avaliação (CPA), em 2013.2, identificou que tivemos um índice de satisfação muito
positivo em relação a avaliação institucional, tendo um aumento de 30% de alunos
que responderam a avaliação. Mesmo com um índice de satisfação muito positivo de
73
91%, sempre há uma grande preocupação do curso de serviço social em estar
atento as necessidades e melhorias que podem surgir a partir dessas avaliações.
Buscando sempre atender, no que é possível, aos anseios dos alunos, bem como na
qualidade ensino oferecendo.
Tais melhorias podem ser percebidas, com a atualização do acervo
bibliográfico, aumento da quantidade de convênios e vagas de Estágio para o curso,
melhor adequação e definição de horários para atendimento aos discentes pela
coordenação do curso e de estágio, apoio ao Diretório Acadêmico estudantil,
encaminhamentos de alunos para o Núcleo de apoio Psicopedagógico da Instituição,
quando necessário, criação do auditório da instituição, ampliação da oferta de
atividades complementares, reuniões de colegiado e NDE buscando melhorar a
qualidade do ensino e didática em sala de aula e atendimento individual pela
coordenação de curso. Além disto, está em processo de implantação o Núcleo de
Serviço Social, com o objetivo de realizar orientação social a alunos e comunidade
local.
9
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – POLÍTICAS, DIRETRIZES, NORMAS
Nos termos do Regimento da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO, os
cursos de graduação oferecem aos alunos estágios em instituições públicas e
privadas, com o objetivo de aproximar o aluno de seu futuro campo de atuação
profissional, estabelecendo relações efetivas entre a Faculdade e o mercado de
trabalho.
O programa de estágios é desenvolvido segundo as normas da sua
coordenação, visando assegurar a qualidade e a responsabilidade de todas as
partes envolvidas. Assim, todos os estágios são objeto de Termos de Convênio
intra-institucionais e Termos de Compromissos individualizados. Cabe a Faculdade
Raimundo Marinho o Seguro de Acidentes Pessoais para os estudantes estagiários.
O Estágio deve complementar a formação profissional, social e cultural, sendo
realizado em conformidade com o calendário escolar da Faculdade e sem prejuízo
das atividades acadêmicas do aluno. A instituição conveniada deverá respeitar a
legislação que rege o trabalho de estagiários e poderá conceder aos alunos
remuneração a título de Bolsas de Estudos.
74
Quanto aos objetivos, o Estágio Supervisionado prevê, em termos gerais,
estabelecer um elo entre a Instituição de Ensino Superior, a Comunidade e o aluno
e, de um modo mais específico, buscará:
Proporcionar
aos
estudantes
oportunidades
de
desenvolvimento
de
suas
habilidades, de análise de situações e proposição de soluções;
Complementar o processo ensino-aprendizagem, através da conscientização das
deficiências individuais e do incentivo ao aprimoramento pessoal e profissional;
Atenuar o impacto da passagem da vida de estudante para a vida profissional,
abrindo aos estagiários mais oportunidades de conhecimento da filosofia, diretrizes,
organização e funcionamento das organizações sociais e da comunidade;
Facilitar o processo de atualização de conteúdos das disciplinas, permitindo adequar
aqueles de caráter profissionalizante às constantes inovações tecnológicas,
políticas, sociais e econômicas a que estão sujeitos;
Incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando o
surgimento de novas gerações de profissionais empreendedores na gestão de
serviços internos e externos, capazes de adotar modelos de gestão, métodos e
processos inovadores, novas tecnologias e metodologias alternativas;
Promover a integração Faculdade/Curso/Comunidade;
Apurar a capacidade de decisão dos alunos através do uso de técnicas adequadas
de investigação, análise e avaliação;
Proporcionar aos alunos oportunidade de elaborar e apresentar relatórios técnicos
relativos às atividades desenvolvidas;
Vivenciar a experiência de acompanhar, observar, propor e executar projetos
sociais;
Complementar a formação dos estudantes, dotando-os do instrumental prático
indispensável ao perfeito desempenho de sua futura atividade profissional;
Aperfeiçoar a formação profissional de acordo com as exigências do mercado de
trabalho e das demandas sociais postas à profissão;
Estabelecer um canal retro-alimentador entre a teoria e a prática através do trabalho
interdisciplinar desenvolvido pela Instituição junto à comunidade.
75
Segundo o Currículo Mínimo da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa
em Serviço Social (1996), a formação profissional expressa uma concepção de
ensino e aprendizagem calcada na dinâmica da vida social, o que estabelece os
parâmetros para a inserção profissional na realidade socioinstitucional (ABEPSS,
2006). Neste sentido, durante o Estágio, o/a acadêmico (a) deverá fazer uma ponte
entre a teoria/ reflexão/ prática, construídas por meio dos conhecimentos e
experiências que irão adquirir na observação, identificação de rotinas, expedientes,
procedimentos e problemáticas no universo social de vivências em instituições de
caráter público, privado (com fins lucrativos e/ou sem fins lucrativos e filantrópicos),
em entidades de classe e terceiro setor.
O Estágio está regulamentado em lei, em conformidade com o disposto no
parecer CNE/CES nº 492/2001, homologado pelo Ministério de Estado da Educação
em 09 de julho de 2001 e consubstanciado na Resolução CNE/CES 15/2002,
publicada no Diário Oficial da União em 09 de abril de 2002.
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL busca concretizar
um processo de trabalho que tem como objeto as múltiplas expressões da questão
social, enquanto expressão da totalidade social, supondo uma capacitação teóricometodológica e ético-política que possibilite a construção de seus objetos de ação
em suas particularidades sócio-institucionais, para a elaboração criativa de
estratégias de ação comprometidas com as proposições ético-políticas e teóricometodológicas do projeto profissional.
Em consonância com as diretrizes curriculares, como Projeto Pedagógico do
curso de Serviço Social e o Regulamento de Estágio do Curso de Serviço Social da
Faculdade Raimundo Marinho, o estágio curricular está dividido em Estágio
Supervisionado I, realizado no sexto período e Estágio Supervisionado II,
realizado no sétimo período. Tendo como objetivos:
GERAL:
Capacitar o/a aluno(a) a adquirir as habilidades e competências,
consideradas pressupostos para o exercício profissional, em consonância
com os princípios fundamentais da Lei de Regulamentação da Profissão (Lei
n. 8.662/93) e do Código de Ética Profissional do Assistente Social;
ESPECÍFICOS:
76
Proporcionar ao/à acadêmico(a) do Curso de Serviço Social aprendizagem
teórico - prática, visando o seu processo de formação profissional;
Favorecer a compreensão do/a aluno (a) acerca dos limites e possibilidades
presentes no cotidiano de trabalho do assistente social;
Conhecer os desdobramentos das políticas sociais, na realidade das
instituições públicas, privadas e organizações sociais;
Viabilizar a utilização dos instrumentais técnico-operativos da profissão,
favorecendo o processo de mediação e articulação teoria/prática;
Possibilitar a sistematização de conhecimentos sobre as demandas
profissionais nas áreas de atuação do Serviço Social
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL possui uma
coordenação de estágio responsável pela articulação dos campos de estágio e para
cada estudante estagiário é designado um docente que exercerá a supervisão
acadêmica durante todas as etapas de estágio. O profissional de Serviço Social que
atua no campo de estágio – devidamente inscrito no Conselho Regional de Serviço
Social – exercerá a supervisão de campo.
A supervisão de campo e acadêmica são parte integrante do estágio e tem o
objetivo de organizar com os/as alunos(as) os conhecimentos adquiridos; promover
discussões sobre a teoria veiculada no curso e a prática vivenciada na instituição
campo de estágio, e orientar os trabalhos desenvolvidos.
Por estas características, é atividade imprescindível e sua carga horária
deverá ser cumprida integralmente.
A lista de convênios firmados, encontra-se no Anexo 3.
10
TRABALHO DE GRADUAÇÃO – POLÍTICAS, DIRETRIZES E NORMAS
O Trabalho de Conclusão de Curso é uma determinação das Diretrizes
Curriculares do Curso de Serviço Social, Regulamento da FRM, presente no PPC do
curso de Serviço Social, devendo trazer em seu conteúdo uma reflexão
sistematizada da aprendizagem realizada durante o curso, somada à experiência de
estágio, constituindo-se num momento de síntese do processo de formação
profissional. O TCC será defendido pelos alunos concluintes perante uma banca
examinadora, composta pelo professor-orientador, um professor convidado do
77
quadro docente do curso de Serviço Social e um professor convidado externo ao
curso.
Assim, desde o primeiro período, o aluno deverá ter contato com diversas
atividades relacionadas com a pesquisa de forma a desenvolver, no decorrer do
curso, as habilidades e competências necessárias para este trabalho final.
A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso dar-se-á no decorrer dos 7º
e 8º período como resultado de um processo de pesquisa subsidiada pelo conjunto
de conteúdos curriculares abordados no decorrer do curso, e principalmente será
objeto de abordagem nas seguintes disciplinas que o antecedem: Oficina de TCC I,
para elaboração do projeto de pesquisa; e, concomitantemente com Oficina de TCC
II, para acompanhamento na elaboração da monografia, articulada à orientação de
um
docente
do
quadro
de
Serviço
Social
para
a
subsidiar
teórica
e
metodologicamente na execução do projeto e sistematização dos resultados, a
serem apresentados como uma “monografia” ao final do semestre.
Para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, o estudante deverá
observar o Regulamento de Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso da
FACULDADE RAIMUNDO MARINHO, o Projeto Pedagógico do Curso de Serviço
Social.
O aluno poderá elaborar a monografia de forma individual ou em dupla com
outro aluno da mesma classe.
A particularidade para o curso de Serviço Social da Faculdade Raimundo
Marinho é que a apresentação da monografia para avaliação seguirá mediante duas
etapas: Pré-banca Examinadora e a Banca Examinadora.
A monografia parcial será avaliada por uma pré-banca examinadora
composta por 02 (dois) docentes. S en d o e ssa f o rm ad a pe lo o (a ) p rof e sso r o rie n t ad o r(a ),
e
um(a)
examinador(a)
designado(a)
pelo(a)
professor-
orientador(a) ao seu convite. Para a realização da pré-banca, o discente deve
encaminhar para a coordenação do curso:
Um capítulo do trabalho, com revisão teórica e metodológica.
Deve constar no corpo do trabalho apresentado junto a banca examinadora,
uma introdução, sendo seu formato de texto único, constando no corpo
deste, os objetivos geral e específicos, munido de uma justificativa, e da
apresentação dos métodos propostos, e do universo da pesquisa. Estes
78
critérios apresentados servirão como princípio norteador da pré-banca. Ou
seja, uma forma da pré-banca conhecer o projeto de pesquisa do discente de
forma conciso, direto e claro.
A p r o p o st a d e u m " Sumário comentado", que é o comentário em no
mínimo de cinco linhas a respeito de cada capítulo que será apresentado por
ocasião da banca final. Assim, os membros da pré-banca terão ideia do que
está sendo proposto para o trabalho como um todo.
Não comparecendo o(a) professor(a) designado(a) para a realização da
pré-banca examinadora, o(a) professor-orientador(a) junto a Coordenação
do Curso convocará uma nova data para realização da mesma no prazo de
15 dias úteis.
A p ó s a rea liza çã o da p ré -ba n ca a d isce nt e tem o p ra zo d e
3 0 (t rin t a ) d ia s ú te is p a ra a def e sa de su a m on o graf ia .
Dando seguimento à avaliação da monografia, será realizada uma Banca
Examinadora composta por 03 (três) docentes e um suplente. S en d o o (a)
p rof e sso r -o rie nt a do r(a ), um(a) professor(as) examinador(a) designado(a)
pelo(a) professor-orientador(a) em concordância com (a) o(a) orientado(a) e
outro(a) professor(a) ou profissional da área (assistente social) designado(a)
pelo(a) professor-orientador(a) em concordância com (a) o(a) orientado(a).
Qualquer membro designado pelo(a) orientador(a) e orientando(a) entre
os(as) professores(as) da FRM, com interesse na área de abrangência da
pesquisa, pode fazer parte da banca examinadora.
A banca examinadora somente poderá executar os seus trabalhos com a
presença dos seus três membros.
Caso algum membro da banca examinadora não possa comparecer à
apresentação da monografia, deverá avisar com a antecedência de uma
semana. Caso a ausência deste membro da banca seja por motivo de
doença, o suplente deverá ser avisado no prazo de 24 horas.
Não comparecendo qualquer dos(as) professores(as) designados(as) para
a banca examinadora, o(a) professor-orientador(a) junto a Coordenação do
Curso convocará um novo membro suplente.
79
Se reprovado, o Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser refeito e
submetido a uma nova apresentação à mesma banca (exceto casos em que algum
dos docentes e o respectivo suplente não mais mantenham vínculo com a
instituição), em um prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias contados a partir da
data da primeira apresentação.
11
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – POLÍTICAS, DIRETRIZES, NORMAS
O aluno do curso de Serviço Social da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO,
ao longo de sua vida acadêmica, desenvolve atividades que podem ser
integralizadas no total de 150 horas previstas para o currículo do curso. As
atividades complementares constarão do histórico escolar dos alunos, mas devem
ser realizadas fora dos programas das disciplinas previstas na matriz curricular do
Curso de Bacharelado em Serviço Social. As atividades complementares, de um
modo geral, têm por objetivos:
proporcionar conhecimento relevante e contextualizado no processo de
formação acadêmico-profissional dos alunos;
vitalizar o ensino com a articulação da teoria com a prática, atribuindo ao
aluno um papel ativo na construção das capacidades;
ensejar a flexibilidade e a interdisciplinaridade curricular, desenvolvendo
competências e habilidades, ampliando e enriquecendo o currículo com
experimentos e vivências acadêmicas;
diversificar e enriquecer a formação oferecida na graduação;
ampliar a formação dos alunos, oferecendo espaço para conhecimento,
discussão e aprofundamento de temas relacionados à prática, através da sua
participação em tipos variados de eventos.
A consecução dos objetivos gerais propostos e dos específicos a seguir
apresentados, deve processar-se através de um sentido integrador entre o conteúdo
programático – Saber, Saber Fazer e Saber Ser – e as diversas modalidades de
atividades complementares, visando levar o aluno a:
80
construir diferentes competências e habilidades delineadas no perfil
profissional desejado;
buscar novos conhecimentos teóricos e metodológicos, atitudes, o saber fazer
e as competências mais específicas, objetivando a construção de
capacidades na própria prática, no debruçar-se sobre ela, no movimento
dialético ação-reflexão-ação;
avaliar as competências virtuais em construção e, as efetivas em processo de
desenvolvimento nas experiências vivenciadas, através da auto-avaliação.
As atividades complementares integram o currículo pleno do curso de Serviço
Social, constituindo-se elemento indispensável para a conclusão do curso e a
consequente obtenção do diploma. O cumprimento da carga horária mínima
estabelecida para as atividades complementares é uma obrigatoriedade curricular,
da mesma forma que o aluno deve cursar as disciplinas regulares e realizar o
estágio supervisionado, de acordo com o Projeto Pedagógico do curso.
São consideradas atividades complementares aquelas que possibilitam ao
aluno adquirir conhecimentos de interesse para a sua formação pessoal e
profissional e constituem um meio de ampliação de seu currículo, com experiências
e vivências acadêmicas internas e/ou externas ao curso.
Portanto, ao lado do estágio curricular supervisionado, as atividades
complementares, de caráter extraclasse, mas não extracurriculares, constituem-se
em situações de aprendizagem, organizadas e dirigidas por um professor/orientador,
em que se enseja atender às necessidades de desenvolvimento do(a) acadêmico(a),
principalmente, com relação aos aspectos de expressão, participação e afirmação
da sua personalidade.
Quanto às suas modalidades, as atividades complementares poderão ser
realizadas em caráter interno e/ou externo (em outras instituições públicas ou
privadas, em organizações governamentais e não-governamentais ou em diferentes
associações), em qualquer época do ano, de forma individual ou em grupo. Portanto,
são consideradas atividades complementares: projetos de pesquisa; monitoria;
projetos e atividades de extensão; módulos temáticos; seminários; simpósios;
congressos; conferências; viagens de estudo; estudos de caso; eventos técnicos,
científicos e culturais; produção e publicação de resumos e artigos apresentados
81
e/ou publicados em eventos acadêmico-científicos; disciplinas oferecidas por outros
cursos da Instituição ou outras Instituições de Ensino Superior.
A Resolução do Colegiado de Curso de Serviço Social da Faculdade
Raimundo Marinho, de Julho de 2012, dispõe sobre as atividades complementares
que compõem a carga horária flexível e obrigatória do curso, totalizando 150 horas e
que está organizada em quatro eixos:
I – Iniciação científica; Monitoria; Extensão Acadêmica; Estágio nãoobrigatório; Disciplina extracurricular; Cursos e Mini-cursos; Atividades sociais
como voluntário/a;
II – Realização de palestras, oficinas e afins; Participação em seminários,
congressos, simpósios, palestras, oficinas e afins;
III – Publicação de trabalhos em eventos acadêmico-científicos;
IV – Representação em entidades estudantis, em espaços de controle social
(conselhos, conferências e afins).
A carga horária total deve ser acumulada ao longo do curso e deve
contemplar pelo menos dois eixos.
A Faculdade Raimundo Marinho através de seu regimento geral, em seu
Título III, Capítulo II, em regulamento próprio e nos projetos pedagógicos dos
cursos, disciplina essas atividades.
ARTIGOS DO REGIMENTO QUE TRATAM DAS ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
Art. 58. As atividades complementares são obrigatórias para a conclusão do
curso e têm por finalidade propiciar ao aluno a oportunidade de realizar, ao
longo das atividades curriculares, uma trajetória autônoma e particular, com
conteúdos extraclasse, que lhe permitam enriquecer o conhecimento
propiciado pelo curso.
§ 1°As atividades de que trata o caput, devem observar o limite estabelecido
pelas Diretrizes Curriculares Nacionais de cada curso, na sua relação com a
carga horária total do curso, devendo ser monitoradas e validadas pela
coordenação do curso, a qual tornará públicas as modalidades admitidas,
de sorte a permitir a sua livre escolha, pelo aluno, e seu registro para fins de
integralização curricular.
§ 2°. As Atividades Complementares não se confundem com estágio
curricular obrigatório, constituindo meios disponíveis, dentro e fora da
faculdade, para o alargamento do currículo, estimulando a prática de
estudos independentes, transversais e interdisciplinaridades, sobretudo nas
82
relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso,
notadamente integrando-se às diversas peculiaridades regionais e culturais.
§ 3° As Atividades Complementares podem incluir projetos de pesquisa,
monitoria, iniciação cientifica, projetos de extensão, módulos temáticos,
simpósios, congressos, conferências, além de disciplinas oferecidas por
outras instituições de ensino ou de regulamentação e supervisão do
exercício profissional, ainda que esses conteúdos não estejam previstas no
Currículo Pleno.
§ 4° As atividades de extensão, cuja finalidade básica, dentre outras,
consiste em propiciar à comunidade o estabelecimento de uma relação de
reciprocidade com a instituição, podem ser consideradas como Atividades
Complementares, enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do
aluno, sem que se confunda com o Estágio Curricular Supervisionado.
§ 5º - Essas atividades serão de livre escolha do aluno, sendo ele o único
responsável pelo cumprimento dessa obrigação acadêmica.
§ 6º - As atividades complementares devem ser desenvolvidas
preferencialmente ao longo do curso e distribuídas de maneira proporcional
dentre os diversos períodos.
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS
DA FACULDADE RAIMUNDO MARINHO - FRM
Art. 1º. As atividades complementares previstas nos cursos superiores da
Faculdade Raimundo Marinho são os eixos articuladores de flexibilidade e
interdisciplinaridade no currículo do curso, onde o aluno tem a oportunidade
de realizar uma trajetória autônoma e particular, com conteúdos
extraclasses.
Art. 2º. Essas atividades serão de livre escolha do aluno, sendo o único
responsável pelo cumprimento dessa obrigação acadêmica.
Art. 3º. As Atividades Complementares podem incluir, dentre outros,
projetos de pesquisa ou extensão, monitoria, iniciação cientifica, oficinas
temáticas, simpósios, congressos, conferências, jornadas, disciplinas
extracurriculares ou atuação profissional, ainda que esses conteúdos não
estejam previstas no Currículo Pleno, desde que realizadas a partir do início
do curso.
Art. 4º. As Atividades Complementares terão a supervisão exercida pelo
Coordenador do Curso ou por docente por ele designado.
Art. 5º. Os Projetos Pedagógicos dos Cursos da Faculdade Raimundo
Marinho estabelecem a quantidade de horas de atividades complementares
a serem desenvolvidas, sendo as mesmas obrigatórias para conclusão do
curso.
§1º - As atividades complementares devem ser desenvolvidas
preferencialmente ao longo do curso e distribuídas de maneira proporcional
dentre os diversos períodos.
§2º - O aluno deverá realizar atividades diferentes dentre as previstas no
respectivo Projeto Pedagógico do Curso, não podendo concentrá-las em um
único grupo de atividades.
83
12
DOCENTES (PERFIL)
A trajetória de formação dos docentes demonstra que adquiriram competências
que o tornam aptos a atuar na docência em plena conformidade com o projeto
pedagógico do curso. São profissionais que possuem titulação de especialização e
mestrado. Os critérios para o ingresso de docentes na IES é de seleção através de
análise de currículo e banca de avaliação composta de 3 membros do corpo docente
do curso, na qual o professor candidato apresenta uma aula e se submete a uma
entrevista. A alocação dos docentes nas unidades de estudo, resulta e/ou expressa
uma diretriz de ação acessível ao conhecimento da comunidade interna e
possibilitam o cumprimento de todos os objetivos enunciados no projeto pedagógico
do curso e é direcionado linha de pesquisa a qual o docente tem maior experiência.
A formação dos docentes é compatível com: a modalidade de organização
acadêmica da IES, a natureza das atividades acadêmicas que desenvolvem, as
características do contexto da região em que se insere e a concepção do curso. A
experiência dos docentes (acadêmica e profissional) os habilita para a plena atuação
na docência em conformidade com o projeto pedagógico do curso. As publicações
e/ou produções científicas, técnicas, pedagógicas, culturais e artísticas dos
docentes, são compatíveis, em quantidade e qualidade, com o perfil do corpo
docente e com o projeto pedagógico do curso. As publicações e produções de uma
boa parte dos docentes do curso ocorrem de forma regular, são compatíveis com as
atividades acadêmicas que desenvolvem e se constituem em instrumentos de
aperfeiçoamento do curso, dada a participação dos docentes como autores e da
utilização das produções como referência bibliográfica ou técnica.
13
SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS
A FACULDADE RAIMUNDO MARINHO tem na sua estrutura organizacional
órgãos colegiados e executivos, na forma de seu Regimento Geral, em obediência à
normatização emanada dos órgãos reguladores da Educação, bem como da
legislação e normas vigentes e estatuto da mantenedora.
O regimento tem sido atualizado, acarretando algumas alterações, tais
como:
composição
dos
órgãos
deliberativos
e
normativos,
organização
administrativa e acadêmica, verificação do rendimento escolar, órgãos executivos,
84
unificação da direção geral e administrativa, criação de instâncias a exemplo de:
Comissão Própria de Avaliação, Núcleo docente Estruturante, Núcleo de apoio
Psicopedagógico e ouvidoria, bem como regulamentações desses órgãos.
A estrutura organizacional da instituição dispõe de: Mantenedora; Conselho
Acadêmico e Administrativo; Direção Geral; Assessoria de Comunicação; Ouvidoria;
Tecnologia da Informação; Comissão Própria de Avaliação; Direção Acadêmica;
Biblioteca; Secretaria Geral; Setor de Pessoal; Procurador Educacional Institucional;
Setor Financeiro; Técnicos de Laboratório; Encarregado de Serviços Gerais; Núcleo
de Apoio Psicopedagógico (NAP); Coordenação de Cursos; Professores; e
Coordenação de Estágios.
14
RECURSOS MATERIAIS
14.1
Infra-estrutura física
Infra-Estrutura Física
LOCAL
ESPECIFICIDADES
Qtde
Área (M²)
2012
1 Mesa, 6 Cadeiras, 1 Geladeiras,
1
1 Microondas, 1 gelagua
2,9 x 5,5
Área de Alimentação
1
11,6 x 6,4
Área de Circulação 1
1
12,3 x 26
Área de Circulação 2
1
15,6 x 27,6
Copa
Banheiros
- Masculino com 1 cabine para PNE (BLOCO A)
- Feminino com 1 cabine para PNE (BLOCO A)
1 lixeiro grande, 1 Espelho de
parede, 1 portal papel-toalha, 2
porta detergente,
3 lixeiro
pequeno, 3 porta papel higiênico, 2
3 pias, 2 mictórios, 3 cabines
sanitárias sendo uma 1 para
deficientes,, 1 armário
1 lixeiro grande, 1 Espelho de
parede, 1 portal papel-toalha, 1
porta detergente,
3 lixeiro
2
pequeno, 3 porta papel higiênico,
3 pias, 3 cabines sanitárias, 1
armário
3,4 x 3,4
3,4 x 3,4
2013
2014
2015
2016-17
- Masculino com 1 cabine para PNE (BLOCO B)
- Feminino com 1 cabine para PNE (BLOCO B)
- Masculino com 1 cabine para PNE (BLOCO C)
- Feminino com 1 cabine para PNE (BLOCO C)
1 lixeiro grande, 1 Espelho de
parede, 2 portal papel-toalha, 2
porta detergente,
2 lixeiro
pequeno, 2 porta papel higiênico, 2
3 pias, 3 mictórios, 1 armário, 2
cabines sanitárias sendo uma 1
para deficientes
1 lixeiro grande, 1 Espelho de
parede, 1 portal papel-toalha, 2
porta detergente,
3 lixeiro
2
pequeno, 3 porta papel higiênico,
3 pias, 3 cabines sanitárias sendo
uma 1 para deficientes, 1 armário
1 lixeiro grande, 1 Espelho de
parede, 1 portal papel-toalha, 2
porta detergente, 1 armário, 3
lixeiro pequeno, 3 porta papel 1
higiênico, 4 pias, 3 cabines
sanitárias sendo uma 1 para
deficientes, 7 mictórios.
1 lixeiro grande, 1 Espelho de
parede, 1 armário, 1 portal papeltoalha, 2 porta detergente, 7
lixeiro pequeno, 7 porta papel 1
higiênico, 4 pias, 7 cabines
sanitárias sendo uma 1 para
deficientes
3,4 x 3,4
3,4 x 3,4
4,85 x4,75
4,85 x4,75
Instalações Administrativas
Biblioteca
7 computadores completos, 2
1
ncomputing
completos,
2
7,2 x 13,
7,20 x
27,15
Auditório
- Recepção
- Procurador Institucional
- Secretaria Geral
impressoras com 1 estabilizador,
1 telefone, 1 balcão, 8 mesas de
computadores, 8 mesas, 43
cadeiras, 51 estantes para livros, 1
estante expositora, 1 estante para
dvds, 7 cabines individuais de
estudo, 2 ar-condicionado, 2
lixeiras, 1 pia. 1 escada, 5 salas
de estudos em grupo (mesa,
cadeiras e ar-condicionado), 1
sala de vídeo com TV, DVD e 6
cadeiras
Em planejamento (capacidade
1
para 200 pessoas)
1 computador completo, 1 birô, 2
cadeiras, 6 walktalks, 1 lixeiro, 1
1
central
telefônica,
1
arcondicionado
1 computador completo, 1
impressora com estabilizador, 4
birô, 1 armário, 1 quadro branco,
caixa p/ guardar equipamentos,, 3 1
cadeiras,
1
telefone,
arcondicionado
3 computadores completos, 3
ncomputing
completos,
1
impressora c/ estabilizador,, 27 1
arquivos, 5 birôs, 16 cadeiras, 3
telefones, 1 filtro de água gelada
x
x
4,4 x 2,51
2,5 x 3,61
7,3 x 5
7,25 x 7,35
7,20 x 30,0
Sala de Professores
elétrico, ar- condicionado.
1 computador completo, 3
ncomputing
completos
,
impressora com estabilizador, 3
birôs, 1 mesa, 3 mesas para
computadores, 2 arquivos, 2
1
armários, 13 cadeiras, 1 quadro
de chaves de salas, 1 quadro de
avisos., 1 filtro de água gelada
elétrico, 1 Porta copos,
1
telefones, ar-condicionado.
7,3 x 7,33
- Sala de Coordenação
1 computador completo, 1
impressora, 1 birôs, 1 mesa para
computador, 2 arquivos, 1 1
armário, 1 balcão 4 cadeiras,1
telefones, ar- condicionado
2,9 x 5,5
- Sala de Coordenação
1 computador completo, 1
impressora, 1 birô,1 mesa para
computador, 1mesa, 1 arquivos, 1
4
armário, 1 quadro branco, 1
mural, cadeiras, 1 telefones, arcondicionado.
2,2 x 3,1
- Núcleo de Apoio Psicopedagógico
- Núcleo de Tecnologia da Informação
1
4,75 x 10,7
2 computadores completos, 1
monitore, 1 teclados, 1 mouses, 1
estabilizadores, 2 nobreaks, 8
prateleiras, 2 balcões, 1 birôs, 1 1
armário, 1 telefone, 1 lixeiro, arcondicionado, 3 cx de som, 4
notebooks. 3 datashow.
2,2 x 3,45
Setor de Pessoal
1 computador completo, 1
impressora com estabilizador,2
birôs, 1 arquivo, 1 armário, 1 1
telefone, ar-condicionado
2,2 x 4,63
Laboratórios
- Informática
- Brinquedoteca
24
computadores
(cpus,
monitores, teclados, mouses,
estabilizadores) 38 cadeiras, 1 1
dashow,
ar-condicionado,
1
quadro branco, 2 bancadas
2 armários, 5 mesas, 2 prateleiras,
microsystem, 25 cadeiras, 1
lixeiro
2
quadros,
arcondicionado e material didático
3,86 x
12,66
4,75 x 10,7
Salas de aula
Salas de aula (40 alunos) – Bloco A
Salas de aula (50 alunos) – Bloco A
Salas de aula (50 alunos) – Bloco A
Salas de aula (50 alunos) - Bloco B
1 quadro branco, caixa p/ guardar
equipamentos,, 1 birô, 39
01
cadeiras, 1 datashow, 1 cx som,1
lixeiro, ar-condicionado
1 quadro branco, caixa p/ guardar
equipamentos, 1 birô, 39 cadeiras,
01
1 datashow, 1 notebook, 1 cx
som,1 lixeiro, ar-condicionado
1 quadro branco, caixa p/ guardar
equipamentos, 1 birô, 39 cadeiras,
09
1 datashow, 1 notebook, 1 cx
som,1 lixeiro, ar-condicionado
1 quadro branco, caixa p/ guardar 07
6,5 X 7,3
7,25 X 9,8
7,15 X 7,3
7,15 X 7,2
Salas de aula (40 alunos) - Bloco C
Salas de aula (50 alunos) - Bloco D
Direção de extensão
Presidência da Fundação
Sala Fundação
Financeiro
Direção acadêmica
equipamentos,, 1 birô, 44
cadeiras, 1 datashow, 1 notebook,
1 lixeiro, ar-condicionado
1 quadro branco, caixa p/ guardar
equipamentos,, 1 birô, 43
15
cadeiras, 1 datashow, 1 lixeiro,
ar-condicionado
1 quadro branco, 1 birô, cadeiras, - datashow, 1 lixeiro, ar- 06
condicionado
1 computador completos, 1
impressora, 1birôs, 1 mesa, 1 1
arquivos, 1 telefone
1 computador completos, 1
impressora, 1birôs, 1 mesa de 1
reuniões, 1 arquivos, 1 telefone
3 computador completos, 3
impressora, 3birôs, 10 arquivos, 2 1
telefone, ar-condicionado
3 computadores completos, 3
birôs, 1 impressora, 2 arquivos, 9
1
cadeiras, 1 fax, 1 cafeteiras, 2
telefones, ar-condicionado
3 birôs, 1 mesa, 19 cadeiras, 2
armários,
1
arquivo,
1
computador
completo
,1
1
impressora, 1 estabilizador, 1
telefone, ar-condicionado. 1
mural, 1 lixeira
4,75 X 10,7
x
4,6 X 10,7
x
3,0 X 5,93
x
3,61 X 8,33
x
3,61 X 8,33
x
3,48 X 3,71
3,50 X 7,62
1 computador completos, 1
impressora, 1birôs, 1 mesa, 1 1
arquivos, 1 telefone
Comunicação
x
4,60 X
10,70
2012
2013
2014
2015
17
17
50
60
4
4
TOTAL
14.2 Infra-estrutura acadêmica
Laboratório De Informática
Equipamento
Computador
Computador
Projetor
Especificação
Quantidade
Processador Intel Celeron – 1 GB memória
RAM – HD de 320 GB - monitor V7 de 17
polegadas
17 computadores elcoma
Processador Intel Celeron – 1 GB memória
RAM – HD de 40 GB - monitor V7 de 17
polegadas
4 computadores multilaser
6 monitores sansumg 16
polegadas
Epson s12+
15 monitores
V7 de 17 polegadas
2016-17
80
1
TOTAL
Tabela 5 - Laboratórios Específicos
Equipamento
Especificação
Quantidade
NÚCLEO DE PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS - CIN
2012
2013
2014
2015 2016-17
Computador
Quadro Branco
Mesa Redonda
Armário
Computador para os alunos poderem ter acesso a internet
e gerenciar seus projetos
Para treinamento ,capacitações e reuniões dos grupos em
seus projetos
Utilizada para reuniões de planejamento em equipes
Utilizado para guardar os documentos e equipamentos
utilizados pelo núcleo
TOTAL
Computador
N Computing
Scanner
Biros
Mesa
Cadeiras
x
x
x
1
x
x
x
1
x
x
x
1
x
x
x
--
--
13
4
NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA - NPJ
Pentium dualcore, 1GB, monitor de 15 polegadas
1
Modelo L300
6
Fujitsu S1500
1
Haroldo
2
Haroldo
1
moveflex
20
TOTAL
Ábaco aberto de madeira
com 50 argolas
Blocos lógicos com 48
peças de madeira
Jogo alinhavo com 10 peças
– números
Jogo alinhavo com 5 peças
– vogais
1
13
PEDAGOGIA
BRINQUEDOTECA
Matemática
01
Raciocínio lógico
01
Coordenação motora
01
Coordenação motora
01
--
--
Bonecos de fantoches
(menino e menina)
Fantoches diversos
Escala de cuisinaire com
294 peças
Jogo de memória
Jogo de dominó
Material dourado
Quebra cabeça didático de
bichos
Bolas de futebol simples e
pequena
Tapete de eva colorido 36
peças
Boneca de pano
Bambolê de plástico
resistente
Bandinha rítmica
Barras e medidas
Bichos (miniatura)
Algeplan
Conjunto de familia de
bonecos (negro, branco...)
Caixa tátil
Quadra de madeira p/
futebol de botão
Fantasia, afetividade
Fantasia, afetividade
Matemática
Atenção
Atenção, agilidade
Matemática
Ciências, atenção
Coordenação motora, relacionamento.
02
06
01
01
01
01
01
10
Matemática e português
Fantasia, afetividade
Equilíbrio, formas
Ritmo, sentimentos
Matemática
Ciências, ecologia
Matemática
Fantasia, afetividade, valores, projeção.
Percepção tátil, sentimentos.
Educação física, relacionamento.
01
01
08
01
01
10
03
03
01
01
Círculos fracionais de
madeira
Contador
Cubo ativo
Ditado mudo - brincando e
aprendendo
Material cuisinaire
Esquema corporal completo
Jogo brincando c/ alfabeto
Jogo conhecendo meu
corpo
Jogo os opostos
Jogo compre bem - turma
da Mônica
Jogo de dama
Jogo forma e cores:
desmontando
João bobo
Jogo de xadrez
Jogo encaixe formas
Jogo enfermeira chefe
Jogo escrevendo e lendo
Jogo forma e cores
Jogo de casinha
Jogos de discriminação
auditiva
Matemática.
Matemática.
Matemática.
Criatividade, escrita e leitura.
Construção, matemática.
Ciências.
Português
Ciências
Diferenças, percepção
Matemática
Raciocínio
Matemática
Persistência, relacionamento.
Raciocínio lógico.
Cores, coordenação
Medo, profissões
Português
Matemática
Família, valores.
Atenção, percepção.
01
01
01
01
02
01
02
02
02
03
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Kit Piaget
Linha movimento
Material de trânsito
Kit prismas e pirâmides
Tábua de Seguin
Torre de Hanoi
Fantasias variadas tamanho
6-8 anos
Consultório médico (luvas,
injeção, remédios...) de
brinquedo.
Avião
Trem
Carro
Barco
Carrinho de mão
Caixa de areia
Ônibus
Kit bijuteria
Urso de pelúcia de 50cm ou
maior
Boneca com roupas para
trocar
Boneco com roupas para
Conservação, mudança de critério, inclusão em classes,
interseção de classes, seriação de palitos, combinação de
fichas, predição.
Geografia, disciplina.
Matemática.
Psicomotricidade.
Raciocínio lógico.
Imaginação, emoção.
02
02
02
01
02
02
10
Saúde, higiene pessoal.
01
Geografia, autonomia.
Geografia, autonomia.
Geografia, autonomia.
Geografia, autonomia.
Geografia, autonomia.
Sensações, frustações
Geografia, autonomia.
Sexualidade
Fantasia, afetividade
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Fantasia, afetividade
01
Fantasia, afetividade
01
trocar
Acessórios para bonecas,
roupas, bijuterias,
maquiagem, chapéus.
Louças, panelinhas, fogões,
aparelhos domésticos.
Jogos de mosaico da turma
da Mônica
Jogos de cartas
Jogos de tabuleiro
Jogo cuca maluca
Desenvolvimento afetivo.
01
Desenvolvimento afetivo.
01
Criatividade.
02
Relações sociais.
Relações sociais, atenção.
Conhecimentos gerais
04
04
01
RELAÇÃO DE BRINQUEDOS E JOGOS FEITOS PELOS ALUNOS DE PEDAGOGIA COM SUCATA
Jogo de isopor
Criatividade
01
Caixa mágica com nomes e
Português e matemática
01
números
Cineminha para dedoche
Fantasia
01
Caixa com a história do
Artes
01
renascimento
Dado amarelo
Matemática
01
Quebra cabeça
Raciocínio
07
Jogo das comunicações
Relação interpessoal
01
Avental
Artes
01
Minha tv – grande
Criatividade, sentimentos
01
Avental para contar história
Português, imaginação
01
dos três porquinhos
Cineminha para histórias
diversas
Jogo formando palavras
Fantoche de meia – cobra
Dama de eva pequena
Dama de eva grande
Jogo da velha
Balança de madeira com
copo descartável
Boliche grande
Boliche pequeno
Peteca
Chocalho
Caixas vazias
Vai e vem
Dados com figuras
geométricas
Jogo de encaixe com
figuras geométricas
Pé de lata
Bilboquê
Dado gigante com sinais
matemáticos
Dado gigante com números
Caixa com retalhos de
tecido
Fantasia, disciplinas em geral.
01
Português
Criatividade, sentimentos
Raciocínio, atenção
Raciocínio, atenção
Raciocínio, atenção
Equilíbrio, medidas
01
01
01
01
02
01
Matemática
Matemática
Cooperação, coord. Motora
Ritmo
Criatividade
Cooperação, movimento
Matemática
03
01
01
01
12
03
02
Coordenação motora
01
Equilíbrio
Coordenação motora
Matemática
01
03
01
Matemática
Criatividade, afetividade
01
01
Caixa de ovos vazia
Espelho comum 1,00 x 0,50
cm
Estante para livros
Estante para DVD
Mesa infantil
Cadeira infantil
Prateleiras grandes
completando a parede
Aparelho de CD ROM
Aparelho de DVD
Computador com jogos
educativos
Construção do alfabeto móvel
01
01
01
01
04
16
03
01
01
01
ENFERMAGEM
LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA
Microscópios
Bancos
Bancadas
Porta sabão
Porta Papel
Lixeira
Ar-condicionado
Lâmpada de emergência
Extintor de incêndio
Birô
Bancada em granito para apoio dos microscópios
Birô em granito
26
26
05
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01
26
26
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26
26
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26
26
26
26
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01
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01
01
02
01
01
01
01
CPU
Data-show
Estabilizador
Mouse
Teclado
Quadro
Quadro
Câmera de segurança
Caixa de lâminas
Caixa de lâminas
Caixa de lâminas
Caixa para lâminas
Lâmina
Lamínula
Frasco
Bancada
Banco
Ar-condicionado
Porta papel
Porta sabão
Birô
Cadeira
Quadro
Quadro de aviso
Quadro branco
Caixa de lâminas de histologia com 80 cada
Caixa de lâminas de Parasitologia com 30 cada
Caixa de lâminas de Patologia com 50 cada
Caixa para lâminas com 100
Caixa de lâmina com extremidade lisa
Caixa de lamínula de 24x24
Frasco pequeno conta-gotas
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR
Bancada em granito
Porta sabão portátil
Birô branco em madeira
Cadeira sem apoio de braço
Quadro de aviso
01
01
01
01
01
01
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06
06
06
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06
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01
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03
01
02
01
Quadro
Agitador
Agitador
Phmetro
Phmetro
Espectofotômetro
Espectofotômetro
Centrífuga
Balança
Estufa
Deionizador
Destilador
Exaustor
Mangueira
Porta Placa
Extintor de incêndio
Lâmpada de emergência
Câmera de segurança
Lava-olhos
Lixeira
Bastão
Espátulas
Presilhas
Bico de Büsen
Becker
Quadro branco
Agitador de tubo de ensaio
Agitador magnético com aquecimento
Phmetro de bancada
Phmetro portátil
Espectofotômetro visível
Espectofotômetro ultravioleta
Centrífuga de tubos de ensaio
Balança Mark Serie M
Estufa digital
Destilador de água
Mangueira apropriada para passagem de gás
Porta placa de petri
Lava-olhos e chuveiro de emergência
Bastão em vidro
Becker de 1000ml
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02
02
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01
01
01
01
02
Becker
Becker
Becker
Becker
Funil
Funil
Funil
Funil
Proveta
Proveta
Proveta
Proveta
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Balões
Balões
Balões
Balões
Balões
Balões
Balões
Frasco
Frasco
Becker de 400ml
Becker de 250ml
Becker de 100ml
Becker de 50ml
Funil de decantação de 500ml
Funil de decantação de 250ml
Funil de decantação de 125ml
Funil de decantação de 60ml
Proveta de 250ml
Proveta de 100ml
Proveta de 50ml
Proveta de 25ml
Erlenmeyer de 500ml
Erlenmeyer de 300ml
Erlenmeyer de 250ml
Erlenmeyer de 25ml
Balões volumétricos de 250ml
Balões volumétricos de 125ml
Balões volumétricos de 50ml
Balões volumétricos de precisão de 100ml
Balões volumétricos de precisão de 50ml
Balões volumétricos de precisão de 25ml
Balões volumétricos de precisão de 5ml
Frasco de vidro âmbar com capacidade de 1000ml
Frasco de vidro transparente com capacidade de 100ml
10
10
10
10
05
05
05
05
05
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05
05
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10
10
05
05
05
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05
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05
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05
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10
10
10
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05
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05
05
05
05
05
05
05
05
04
04
04
lamparina
Mesas
Banco
Porta sabão
Porta papel
Lixeira
Birô
Cadeira
Armário
Prancheta
Quadro
Quadro
Lâmpada de emergência
Ar-condicionado
Câmera de segurança
Depósito
Cobertor
Tanque
Balde
Cadáver
Membro superior
Peça
Lamparina em vidro transparente
LABORATÓRIO DE ANATOMIA
Mesa em aço inox
Birô branco em madeira
Cadeira sem apoio de braço
Armário suspenso
Prancheta em madeira
Quadro de aviso
Quadro branco
Guarde-volume em plástico
Plástico para cobrir o cadáver
Tanque em aço inox para armazenamento do cadáver
Recipiente em aço inox de forma cilíndrica cônica
vertical
Membro superior direito
Peça anatômica – hemi-face
00
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05
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08
08
08
08
01
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01
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01
01
01
01
01
Peça
Peça
Peça
Peça
Esqueleto
Esqueleto
Esqueleto
Crânio
Crânio
Articulação
Articulação
Articulação
Articulação
Músculo
Braço
Braço
Perna
Coração
Coração
Cabeça
Laringe
Árvore brônquica
Pulmão
Hérnia de disco
Garganta
Peça anatômica – coração
Peça anatômica – rim
Peça anatômica – pulmão
Peça anatômica – cérebro
Esqueleto com base móvel
Meio esqueleto desarticulado
Esqueleto pélvico feminino
Crânio de encaixe em 22 partes
Crânio 4 peças
Articulação coxo-femural
Articulação umeral
Articulação de joelho
Articulação de cotovelo
Manequim muscular, 45 partes
Braço com músculos
Braço vascular
Perna com músculos
Coração clássico
Coração bypass
Secção lateral de cabeça
Laringe aumentada
Modelo de árvore brônquica e laringe
Pulmão em 7 partes
Estágios de hérnia de disco e degeneração
Garganta ampliada com arcada e língua
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02
03
Estômago
Fígado
Sistema digestório
Rim
Pélvis
Pélvis
Sistema urinário
Sistema nervoso
Cérebro
Cérebro
Olho
Ouvido
Medula espinhal
Estômago com 2 partes
Fígado com vesícula biliar, pâncreas e duodeno
Rim com 2 partes
Pélvis feminina
Pélvis masculina
Sistema urinário clássico
Sistema nervoso
Cérebro com 8 partes
Cérebro com 12 partes
Olho com 8 partes
Ouvido ampliado com 3 partes
Sistema da medula espinhal ampliada
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01
LABORATÓRIO DE HABILIDADES
Banco
Ar-condicionado
Porta papel
Porta sabão
Birô
Cadeira
Quadro
Quadro
Lixeira
Armário
Birô branco em madeira
Cadeira sem apoio de braço
Quadro de aviso
Quadro branco
Armário suspenso
Câmera de segurança
Lâmpada de emergência
Aparelho eletrocardiográfico
Esfigmomanômetro
Esfigmomanômetro
Estetoscópio
Otoscópio
Laringoscópio
Tubos
Cuba redonda
Balde
Balde
Simulador
Suporte
Suporte
Kit simulador
Kit de lesões
Colar cervical
Biombo
Escada
Cama
Maca
Luminária
Berço
Manequim
Esfigmomanômetro com velcro adulto
Esfigmomanômetro com velcro infantil
Laringoscópio com 3 lâminas e 1 lâmpada de reserva
Tubos endotraqueais
Balde pequeno
Balde grande
Simulador de soro
Suporte para soro
Suporte para punção
Kit simulador de punção venosa em membro superior
Escada com 2 degraus
Cama com colchão e posições
Maca simples com colchão
Luminária para raio-x
Berço simples com colchão
Manequim Recém-nascido
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Manequim
Manequim
Fronha
Lençol
Balança
Almontolia
Almontolia
Aparadeira
Aparelho genital feminino
Aspirador cirúrgico
Bacia
Bacia
Bacia
Bacia
Bacia
Bandeja
Bolsa
Cadeira
Cadeira
Cânula
Cânula
Carrinho
Cuba
Cuba
Cuba
Manequim Adulto
Manequim obstétrico
Balança manual adulto
Almontolia branca
Almontolia âmbar
Bacia de alumínio
Bacia inox 24 cm
Bacia para lavagem 30 cm
Bacia para lavagem 30 cm
Bacia para lavagem 30 cm
Bandeja 30x20cm
Bolsa térmica em gel
Cadeira de rodas
Cadeira de banho
Cânula para traqueostomia
Cânula de Guedel
Carrinho de curativo com uma bacia e um balde
Cuba redonda
Cuba rim
Cuba assepsia
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01
02
02
Fluxômetro
Foco
Colchão
Hamper
Jarra
Nebulizador
Lanterna
Martelo
Monitor de glicemia
Monitor de glicemia
Óculos
Oxímetro de pulso
Papagaio
Pinça
Pinça
Antropômetro
Reanimador
Reanimador
Termômetro
Tesoura
Umidificador
Fluxômetro para oxigênio
Foco ginecológico
Colchão casca de ovo
Jarra em inox
Lanterna clínica
Martelo neurológico
Monitor de glicemia Accu-Chek Active
Monitor de glicemia True Read
Óculos de proteção individual
Pinça dissecção
Pinça Kelly curva
Reanimador adulto
Reanimador infantil
Termômetro de mercúrio
Tesoura de ponta romba
TOTAL
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01
02
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15
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20
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04
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01
01
02
02
01
ANEXOS
ANEXO 1
CORPO DOCENTE DE SERVIÇO SOCIAL – FRM (2014.1)
DOCENTE
Titulação
1. Aline Joyce Leal Lima
Mestre
Experiência - Docência
Experiência profissional Experiência - Docência
superior
básica
Bacharel em Serviço 2011 - Atual
2006–2006
Social/
Mestre
em Faculdade
Raimundo Secretaria Municipal de
Serviço Social
Marinho
Assistência Social
2. Bárbara Cristhinny
Gomes Zeferino
Mestre
Graduação
em 2011 - Atual
Comunicação
Social/ Faculdade
Mestre em Serviço Social Marinho
3. Deyvid Braga Ferreira
Mestre
4. Eden Erick Hilario
Tenorio de Lima
Mestre
Formação
Graduação em Ciências
Jurídicas
e
Sociais/Especialista em
Direito
Processual/
Mestre em Educação
Graduação em Ciências
Sociais/
Mestre
em
2005 - 2007
Raimundo Associação
De
Capacitação E Apoio A
Trabalhadores Rurais De
Alagoas
2003 – Atual
2012 – Atual
Polícia Civil do Estado de Secretaria Nacional de
Alagoas
Segurança Pública
2007 – atual:
2004 – 2004
Polícia Militar de Alagoas
Ordem dos Advogados do
2009 – 2009:
Brasil
Parceria Eventos
2009 – 2009:
Fundação Universitária de
Desenvolvimento
de
Extensão e Pesquisa
2011 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
2012 – Atual:
Secretaria Nacional de
Segurança Pública
2013 – Atual:
2008 – Atual:
Faculdades da Seune
Colégio São Lucas
ANEXO 1
Sociologia
5. Franqueline Terto dos
Santos
Mestre
6. Givaldo Santos da
Costa
Especialista
7. Grace Galvão Pinheiro
Especialista
Bacharel em Serviço
Social/
Mestre
em
Ciências Sociais
Graduação em Ciências
Jurídicas
e
Sociais/
Especialista em Ciências
Criminais
Graduação em Letras/
Especialização
em
Língua Portuguesa
2013 – Atual:
Fundação Educacional do
Baixo Saõ Francisco Doutor
Raimundo Marinho
2011 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
2010 – Atual:
2010
–
Atual:
Polícia Militar do Estado de ADVOGADO,
ADV
Alagoas
(profissional liberal)
2005 – Atual:
Caixa Econômica Federal
2009 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
2008 – 2009:
Faculdade de Tecnologia e
Ciencia - educação a
Distancia
2011 – Atual:
Colegio Santa Madalena
Sofia
2008 – 2009:
Colégio
Santíssimo
Senhor
2008 – Atual:
Colégio Santa Úrsula
LTDA.
2002 – 2005:
Colégio
Batista
Alagoano
2000 – 2009:
Colégio
Santíssima
Trindade
1994 – 2000:
Colégio Universitário
1986 – 1999:
Colégio
de
Santa
Teresinha
ANEXO 1
1984 – 1989:
Colégio
Guido
Fontgalant
8. Larissa Thayse Rocha
Santos
Mestre
Bacharel em Serviço 2014 – Atual:
2013 – 2013:
Social/
Mestre
em Centro
de
Estudos Risco Arquitetura Urbana
Serviço Social
Superiores de Maceió
2013 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
9. Thâmara Lima
Brandão Carnaúba
Especialista
Graduação
em 2014 – atual:
Pedagogia/ Especialista Faculdade
em Gestão Escolar
Marinho
10. Maria Amélia de
Lemos Florêncio
Mestre
11. Maria Olívia da Silva
Monteiro
Mestre
1995 – 1997:
Colégio Divino Mestre
1983
–
Atual:
Secretaria Executiva Do
Estado De Alagoas
Raimundo
2013 – Atual:
Faculdade Pitágoras Maceió
2011 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
2009 – 2011:
Universidade Estadual de
Alagoas
2011 – 2013:
Universidade Estadual de
Alagoas
Bacharel em Serviço 2010 – Atual:
Social/
Mestre
em Faculdade
Raimundo
Serviço Social
Marinho
2010 – 2012:
Universidade Estadual de
Ciências da Saúde de
de
Bacharel e Licenciada
em Ciências Sociais/
Especialista em Docência
do Ensino Superior/
Mestre em Sociologia
2009 – Atual:
Prefeitura Municipal de
Maceió
2004 – Atual:
Organização de Mulheres
Maria Mariá
ANEXO 1
Alagoas
2004 – 2005:
Centro de Ensino Superior
de Maceió
2001 – 2002:
Faculdade de Educação
Teológica do Nordeste
2001 – 2001:
Fundação Magnum Bacelar
2003 – 2005:
Fundação Universidade do
Estado de Alagoas
2008 – 2010:
Instituto Superior de Ensino
Santa Cecília
2005 – 2006:
Universidade Federal de
Alagoas
12. Marília Gabrielle dos
Santos
Mestre
Bacharel em Serviço 2013 – Atual:
Social/
Mestre
em Centro
Universitário
Serviço Social
CESMAC
2013 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
13. Marize Tranquelino
dos santos
Especialista
Bacharel em Serviço 2013 – Atual:
Social/ Especialista em Faculdade
Elaboração e Avaliação Marinho
de Políticas Públicas
2001 – 2001:
Prefeitura Municipal de
Banabuíu
2001 – 2002:
Prefeitura Municipal de
Fortaleza
2001 – 2001:
Prefeitura Municipal de
Ipu
2001 – 2001:
Prefeitura Municipal de
Jaguaruana
2004 – 2005:
Projeto
Brejal
Visão
Mundial
2003 – 2004:
Secretaria Municipal de
Saúde
2014 – Atual:
Raimundo Prefeitura Municipal de
Arapiraca
2010 – 2011:
Hospital Ortopédico de
ANEXO 1
Maceió
14. Milena da Silva Santos
Mestre
Bacharel em Serviço 2012 – Atual:
Social/
Mestre
em Faculdade
Raimundo
Serviço Social
Marinho
2013 – Atual:
Universidade Federal de
Alagoas
15. Mirtes Virginia Araújo
dos Santos
Especialista
Bacharel em Serviço
Social/ Especialista em
Violência
Doméstica
contra
criança
e
adolescente
16. Rossane Romy Galvão
Pinheiro
Especialista
Graduação
em 2009 – 2011:
Pedagogia/ Especialista Centro
de
Educação
em Gestão Escolar
Profissional e Superior
Santa Maria Madalena
2002 – 2006:
Universidade Estadual de
Alagoas
2001 – atual:
Faculdade
Raimundo
2013 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
2012 – Atual:
Instituto de Ensino Superior
Santa Cecília
2006 – 2008:
Polícia Militar de Alagoas
2012 – 2012:
Secretaria de Estado de
Promoção a Paz
2010 – 2010:
Centro de Referência de
Assistência Social de
Messias-AL
2003 – Atual:
Secretaria
de
saúde,
SESAU
2001 – 2003:
Fundação Municipal de
Apoio a Criança e ao
Adolescente
1999 – 2000:
Secretaria Municipal De
Assistência Social
1998 – 1998:
Secretaria municipal de
saúde de carneiros
2004 – Atual:
2002 – Atual:
Secretaria Executiva de Secretaria Executiva de
Educação
Educação
2004 – 2010:
Conselho Nacional de
Secretários de Educação
2001 – 2002:
Colégio Santíssimo Senhor
ANEXO 1
Marinho
17. Simone Arestides de
Lima
Mestre
18. Vívian Grecce da Silva
Melo
Especialista
Graduação em Ciências 2013 – Atual:
Sociais/
Mestre
em Faculdade
Sociologia
Marinho
Graduação
em
Psicologia/ Especialista
em Educação Especial e
Violência
Doméstica
contra
crianças
e
adolescentes
Raimundo
2011 – 2012:
2009 – 2009:
Centro
de
Estudos Cruz Vermelha Brasileira
Superiores de Maceió
2008 – Atual:
INSTITUTO DE ENSINO
SUPERIOR
SANTA
CECILIA
2010 – Atual:
Faculdade
Raimundo
Marinho
2005 – 2010:
Colégio São Mateus
2005 – 2007:
Escola Estadual Josefa
Cavalcante Suruagy
ANEXO 2
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO BAIXO SÃO FRANCISCO DR. RAIMUNDO
MARINHO
FACULDADE RAIMUNDO MARINHO
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
PROJETO: NÚCLEO DE SERVIÇO SOCIAL DA FACULDADE RAIMUNDO
MARINHO – NUSSO/FRM
Maceió
2013
SUMÁRIO
1
APRESENTAÇÃO ............................................................................................ 3
2
JUSTIFICATIVA ............................................................................................... 4
3
OBJETIVOS ..................................................................................................... 5
3.1
Geral................................................................................................................. 5
3.2
Específicos ...................................................................................................... 5
4
METODOLOGIA ............................................................................................... 6
4.1
Público Alvo .................................................................................................... 6
4.2
Equipe Técnica ............................................................................................... 6
4.3
Desenvolvimento Estratégico ........................................................................ 6
4.4
Resultados Esperados ................................................................................... 7
4.5
Recursos Materiais ......................................................................................... 7
1
APRESENTAÇÃO
O curso de Serviço Social da Faculdade Raimundo Marinho visa formar
assistentes sociais competentes para atuar no enfrentamento das diversas
expressões da questão social com capacidade crítica para compreender a realidade
social e numa postura propositiva, atuar na perspectiva da emancipação humana.
A proposta de criação do Núcleo de Serviço Social da FRM apresenta-se nesse
contexto como uma possibilidade de fomentar novas oportunidades de experiências
diferenciadas para os acadêmicos, futuros assistentes sociais; incrementando o
processo ensino-aprendizagem a partir de discussões, sistematizações e produção
de conhecimento.
Compete ao Núcleo de Serviço Social, durante o horário de expediente, a
realização de plantões para o atendimento aos discentes e a comunidade, para
orientação social. Além dessa atividade, cabe ao núcleo elaborar e executar
pesquisas socioeconômicas, projetos de iniciação científica e de extensão,
objetivando conhecer a realidade social vivenciada pelos alunos e pela comunidade,
a fim de fortalecer o desenvolvimento dos discentes na instituição bem como
solidificar a relação comunidade-academia.
Desta forma esta experiência possibilitará uma formação de qualidade
objetivando atender o alunado e a comunidade em suas necessidades individuais e
coletivas, sociais e científicas e em qualquer outra forma de aprender, de ser e de se
relacionar com o interdisciplinar e dinâmico mundo do trabalho, bem como com o
que precede a esse relacionamento, o mundo do conhecimento do ensino superior.
2
JUSTIFICATIVA
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Formação Profissional e dos
pressupostos estabelecidos no Documento da Associação Brasileira de Ensino e
Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) para o curso de graduação em Serviço
Social constitui princípios que estabelece um conjunto de competências e
conhecimentos necessários à formação profissional, que visa desse modo, por meio
de atividades acadêmicas (pesquisa, extensão, oficinas, atividades complementares)
capacitar, habilitar crítica e reflexivamente o estudante para a vida profissional.
A/o futura/o assistente social trabalhará com um conjunto de informações e
habilidades compostas por uma pluralidade de conhecimentos teóricos práticos de
âmbito crítico e criativo, cuja consolidação se dará no exercício da profissão, por
meio de uma estrutura curricular fundamentada na interdisciplinaridade, na
contextualização e na formação política.
Desta forma o Núcleo de Serviço Social na Faculdade Raimundo Marinho se
apresenta aliando com as diretrizes e os pressupostos do currículo nacional de
Serviço Social, exposto acima, e consolidado de acordo com o projeto pedagógico
do Curso de Serviço Social desta faculdade que defende a construção de uma
formação generalista e crítica ancorada numa rigorosa fundamentação teóricometodológica, que capacite o alunado a pensar/projetar/intervir nas manifestações
da "questão social" que se colocam como demandas cotidianas e representam
importantes desafios a serem superados pelas respostas profissionais.
O Núcleo também contribui para fortalece o compromisso da faculdade com a
população da região que a sustenta e fornece seus filhos para o estudo. Assim, sua
cultura é assumida e reelaborada na IES, para que possa perpetuar-se no tempo e
dar vida própria às instituições e à própria sociedade. É nesse sentido que a
instituição de ensino superior deve ir até a comunidade e esta vir para dentro da
instituição, a fim de usufruir da oferta de serviços e instalações, e manter o processo
da educação contínua.
3
OBJETIVOS
3.1
Geral
Conhecer a realidade social vivenciada pelos alunos e de como esta interfere na
vida acadêmica a ponto de afetar no seu acesso, desenvolvimento e permanência
na instituição, bem como fortalecer o desenvolvimento comunitário-institucional.
3.2
Específicos
Realizar pesquisas de caráter sócioeconômico com a finalidade de
conhecer o perfil do corpo discente, de modo a subsidiar ações e
projetos;
Elaborar, desenvolver, implementar, executar e avaliar programas e
projetos de iniciação científica e extensão na área social, que objetivem
favorecer o desenvolvimento comunitário-institucional, a fim de fortalecer
o tripé ensino, pesquisa e extensão;
Prestar assistência social aos alunos e seus familiares;
Prestar
atendimento
a
comunidade
para
orientação
social
e
encaminhamentos ao acesso às políticas sociais;
Realizar pesquisas junto à comunidade para identificar demandas
sociais de modo a subsidiar ações e projetos junto à mesma;
Organizar cursos, mini-cursos, seminários e palestras de forma a
proporcionar a participação dos estudantes em debates atualizados no
campo profissional e de interesse da sociedade em geral;
Acompanhar as futuras atividades de Monitoria.
4
METODOLOGIA
4.1
Público Alvo
O processo de ensino aprendizagem demanda o envolvimento interpessoal
professor/aluno, bem como dos Familiares e da Comunidade, embora seja definido
como público alvo principal o corpo discente, não se deixará de envolver os demais
atores do processo da educação superior.
4.2
Equipe Técnica
O NUSSO deverá contar com a participação de estagiários do Serviço Social,
sob a supervisão de um Assistente Social e do coordenador do curso de Serviço
Social, bem como representantes do corpo docente, como forma de colocar em
execução a integração setorial esperada e demandada para a efetividade do
departamento e de suas intervenções.
4.3
Desenvolvimento Estratégico
O NUSSO inicialmente terá como meta a divulgação do próprio serviço
oferecido aos estudantes da Faculdade Raimundo Marinho por meio de panfletos,
portal acadêmico, visitas e exposições em salas de aula, bem como comunicados ao
corpo
docente
e
demais funcionários da
instituição
com
vista
à
plena
conscientização das atividades a serem desenvolvidas pelo setor.
O NUSSO, ainda, iniciará suas atividades buscando compreender as
demandas específicas de seu alunado bem como seu perfil socioeconômico por
meio de pesquisas estruturadas e semi-estruturadas junto ao corpo discente da
Faculdade Raimundo Marinho.
Haverá ainda, reuniões periódicas de atualização e de troca de experiências
tanto entre discente quanto entre docentes, para se estabelecer o canal necessário
para o desenvolvimento de projetos sociais de extensão, de iniciação científica,
monitoria entre outras atividades, junto à comunidade.
Plantão social, objetivando a atendimento dos estudantes e da comunidade a
fim de identificar as demandas sociais individuais ou coletivas para assim propor
formas de intervenção.
Cabe salientar, que a inserção de outras competências e atribuições do Serviço
Social neste espaço de atuação serão implementadas no decorrer do processo de
trabalho na medida em que as necessidades forem diagnosticadas.
4.4
Resultados Esperados
Maior integração entre corpo discente da faculdade Raimundo Marinho e a
comunidade;
Melhor efetividade do processo ensino- aprendizagem;
Maior inclusão sócio-profissional dos estudantes ao mercado de trabalho por
meio de projetos de extensão em parceria com organizações locais e
regionais;
Melhor desenvoltura estudantil por meio de programas de monitoria;
Alunos capazes de posicionamentos e opiniões com ampla capacidade crítica
tanto do conhecimento científico quanto de temas ligados ao senso comum e
ao cotidiano sociocultural alagoano e brasileiro;
Fortalecimento dos laços institucionais, humanos e ideológicos, possibilitando
movimentos de transformação social e comunitários;
Alunado com desenvoltura intelectual, linguística, interpessoal e intrapessoal
além das demais Inteligências múltiplas;
Melhor integração das áreas de conhecimento;
4.5
Recursos Materiais
- 01 Sala
- 01 Computador com impressora
- 01 Mesa de escritório
- 04 Cadeiras
- 01 Armário com chave
- Materiais de consumo (papel, caneta, pastas, etc.)
OBS.: A mesa de escritório, o armário e as cadeiras já foram adquiridas pela FRM
para a sala do Serviço Social no NPJ e podem ser apenas transferidas para a sala
disponibilizada para o novo departamento.
Evelyn Costa do Nascimento
Assistente Social da Faculdade Raimundo Marinho (Maceió)
CRESS - 2962 - 16ºregião/AL
ANEXO 3
LISTA DE CONVÊNIOS DE ESTÁGIO
CONVÊNIOS
1. SECRETARIA DE SAÚDE DO MUNICIPIO DE
PORTO CALVO/AL
VIRGÊNCIA
2014 - 2019
2. SECRETARIA
MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA
SOCIAL DE UNIÃO DOS PALMARES/AL
2014- 2019
3. SECRETARIA DE SAÚDE DO MUNICIPIO DE RIO
LARGO/AL
2014 -2015
4. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PILAR/AL
DE
2013-2015
5. FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NA
AGRICULTURA NO ESTADO DE ALAGOAS FETAG
2012-2014
6. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA/AL
2012-2017
7. LAR SÃO DOMINGOS – MACEIO/AL
2012-2017
8. ASSOCIAÇÃO DE DEFICIENTES FISICOS DE
ALAGOAS –ADEFAL
2014-2019
–
2011-2013
10. ASSOCIAÇÃO ESPERANÇA E VIDA -PROJETO
THALLITHA/ MACEIÓ-AL
2012-2014
11. SERVIÇO DE PROMOÇÃO E BEM ESTAR
COMUNITÁRIO – SOPROBEM/ MACEIÓ/AL
2012-2017
12. PREFEITURA
DEODORO-AL
MARECHAL
2012-2017
13. HOSPITAL DAGOBERTO UCHÔA LOPES DE
OMENA – MURICI/AL
2012-2017
14. ONG
GREEN
SATUBA/AL
2013-2015
9. LAR BATISTA
MACEIO/AL
15. SINDICATO
MARCOLINA
MUNICIPAL
DOS
MAGALHÃES
DE
MULHER-ZONA
RURAL-
TRABALHADORES
NA
2012-2017
INDUSTRIA DE EXTRAÇÃO
VEGETAIS E ANIMAIS NO
ALAGOAS
DE ÓLEOS
ESTADO DE
16. PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DE SÃO
MIGUEL/AL
2012-2017
17. CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSOCIAL
CRISTINA
RIBEIRO
DO
MUNICIPIO
MURICI/AL
2013-2015
DRª
DE
18. PREFEITURA MUNIPAL DE VIÇOSA/AL
2013 -2015
19. SECRETÁRIA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO,
TRABALHO E ASSISTÊNCIA SOCIAL DE SÃO
MIGUEL DOS CAMPOS/AL.
2012-2014
20. SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA DE
ATALAIA/AL
2012-2017
21. SECRETARIA MUNICIPAL DE
MATRIZ DO CAMARAGIBE/AL
DE
2012-2014
MACEIÓ-
2011-2013
23. ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS E PAIS DE DE
PESSOAS ESPECIAIS –AAPPE/MACEIO/AL
2012-2017
24. LAR EVANGÉLICO PASTOR ESPERIDIÃO DE
ALMEIDA –LEAL/MACEIÓ/AL
2012-2017
25. SECRETARIA MUNICIPAL
SOCIAL DE FLEXEIRAS-AL
2012-2017
22. CENTRO DE
CENEFROM
NEFROLOGIA
DE
SAÚDE
DE
ASSISTÊNCIA
26. CAIXA BENEFICENTE DA POLÍCIA MILITAR /AL
2012-2014
27. PREFEITURA MUNICIPAL DE PILAR/AL
2011-2013
28.
2012-2014
29. SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DE
JOAQUIM GOMES/AL
2013-2015
30. CASA PARA VELHICE LUIZA DE MARILLAC
2013-2015
31.
32. LAR FRANCISCO DE ASSIS-MACEIO/AL
33. CENTRO
DE
CAPACITAÇÃO
ZUMBI
2013-2015
DOS
2013-2015
PALMARES-MACEIO/AL
34. ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE MACEIÓ/AL
2013-2018
35. PREFEITURA MUNICIPAL DE SATUBA/AL
2013-2015
36. PREFEITURA MUNIPAL DE MESSIAS/AL
2013-2015
37. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE
ATALAIA/AL
2013-2015
38. LEGIÃO DA BOA VONTADE –LBV/AL
2013-2015
39. FUNCAE-
2014-2019
40. SESI
ATUAL
41. SECRETARIA DA PAZ/AL
ATUAL
42. SERETARIA
ATALAIA/AL
MUNICIPAL
DE
SAÚDE
DE
ATUAL
Download

projeto pedagógico do curso