»,
Anno I
\
Rio Orando do Norte—Natal— Sabbítdo, 14 de Julho de 1888.
ym\»:'5....""--.^-.-.- ¦~-r«^fVl >;^
^iiftl.ii|.^,i,.^,^^.^tw*4~:>.-Ti-.
,
¦~^.-rr.^T,.<wr^ 'r^*,'*-'---
,r
N. 57
Base ^r jiB^Ty^** ^" ^jl* '"
rüá*
li/lliE^ I i SIM ilIlli
j,.-
ThK»
ÓRGÃO CONSERVADOR
Redactores—Drs. M, P. de Oliveira Santos e A. de Amorim Garcia
d¦/¦ fiscriptorio e rodacçao
MAÇA IVALEGiUA
-AuSaia-isrA.TXJiiA.
Capital ., 6$ooo | Interior
6JJ000,
PUBLICA-SE ÁS QUARTAS E SABBADOS—NUMERO AVULSO 100 RÉIS
tUM.
iu±ú }gts
íscriptorio e redaccâo
PKACA
•v I)'ALEG1UA
!5K?í-
BAaNQUIDTlí
para o commercio, que n% pôde ridadepelo amor que votam á pareceber mercadorias por esses pa^ iria que elles querem grande, prós.(Gazeta de Noticia 0
limitandoassim
suas
e
feliz.
tran\
quetes,
pera
' «c Itealiaou-se ante-hontem, 24 do
junho, no esdo
arra
FSTatal
35
sacções
'¦'¦
nos
ás
trás
a
companhia
':
salfio do honra do Cassino Fluminense
que
¦
plendklo
¦
. :\y'\„:A/\^
o grande banquete ollereciilo ao sr. conselheiro
costeira que não satisfaz inteiraJoão Alfredo Correia de Oliveira, por grande nuComo complemento dos melhora- mente ás exigências mercantis. Mas,.
mero de deputado^ e soaadores conservadores.
v>s
A. mesa, em forma de ferradura e com cerca de
ínentos materiaes de que nos occu- nao é somente ao^ommercio
a
que
talheres, estava brilhantemente preparada
200
pámos no n. 54 desta Gazeta, trata- —cabeça do negro—vexo. e faz deficom grande quantidade de cafidelabros. peças de
ornamentação o flores em muita profusão.
remos de um problema cuja sojução nhar, muitas vezes instigadas
pela
O aspecto da sala, com a sua iiluminação opuM.
o
Imperador
S.
hade abrir uma nova éra ap.jmovi- urgência embarcam famílias nos
lenta e forte, produzia-um efteito grandioso..
No alrio do Cassino tocava a banda de musica
mento commercial da província.
brasileiros' fora da barra,
do 10° batalhão de infantaria, e na sala contígua
paquetes
Acha-se definitivamente marcada a do banquete a banda dos menores do Arsenal
Alludimosá desobstrucçao da barra, onde o mar é caVaçlo, levantando as
Guerra.
;
que de dia a dia mais.se;difficülta, vagas que ameaçam.tragar o frágil para o dia 5 de Agosto próximo ftt- de Pouco
antes das 6 horas da'tarde chegou o Sr.
apertada pelos comoros de areia escaler, em
presidente do conselho, que fòi recebido pela"
senhoras nervosas, turo a volta de SS MM. o Impera- eommissâo,
que
composta dos srs. senadores M. F.
que para alli afflue arrastada pelos e tímidas creanças augmentam o dor e Imperatriz do Brazil e comi- Correia e Visconde de Cavalcanti e dos srs. de«
' .
ventos.
pulados Duarte de'Azevedo, Silva Tavares, Barão
;.a"a;..'.horror da perigosa situação, em que tiva.
de
Canindò, Leitão da Cunha e Açaújo Góes.
«Escrev;em de Roma, em data de Um
Emquanto permanecer esse ob--- se acham.
quarto de hora foi oecupado pelo sr. pre•staculpao livre transito de navios
-4 de Junho :
sidonte do conselho, tendo á direita o sr. VisNem carregamos aqui a côr ao
conde de Serro Frio, corpo diplomático, mom«A's
5
horas
e
30
minutos
de qualquer calado, em vão alentada
mabros dos tribunaes superiores o representantes
invoquem suas reminisquadro.;
armada, da imprensa da corte e do com-,
da
hoje
nhã
um
de
nossa
esperanças
cordão
riqueza céncias os
de
remos
de agentes meiv.io.
embarcaram
fora
já
commercial. Não é entretanto ina- da barra, e que
A'esquerda do sr. presidente do conselho esverão que o quadro que de policia collocado em volta ,do ho- tavam
os ministros, com oxcepção do da marinha,
tel Milan protegia o espaço que o
movivel ò obstáculo, nem exige traçamos está muito a
não compareceu, senadores, altos funecioda
que
quem
narioB, representantes do exercito e deputados;
grandes sacrifícios sua desobstruo- realidade, Ha proposições que uma publico queria tomar de assalto.
Alem, dos membros do parlamento oG depuI) Pedro 11 ia partir para Aix-les- tados
o 8 senadores, notamos os srs.: intornuncio,
Vez emittidas arrastam corollarios,
do Portugal, argentino, oriental, chi~
ministros
Bains.
na
enorme
va;|p|(va;.pedfa
que
todos
convencem
a
sua
e francez, generaes Clarinclo o
lono,
boliviano
pela
Ao
hotel
tinham
saHle das marós crise a cabeça, vul- que
corrido
o
de Corumbá, Visconde do MiBarão
Deotloro,
quês- randa Reis, Visconde
evidencia, assim não nos osforçaredo Beauropaire, presidente
tor SanfAgostino, o maestro Carlos da
gainnehte, conhecida por cabeça do mos para\nostrar
outra
Uo iüovclo Janeiro, prosidonto da
seria
província
que
negro e;p preamar,occulta-se debai-, nossa vida commercial,
província do, Paraná, Barão de Paranapiacaba,
e qne, por Gomes, César Cantú e alguns lidai- conselheiro
Coelho, Dr. Souza Bandeira,
xo das vagas para desgraça doS que tanto maior receita ao estado daria gospãracomprimentarenl o impera- Dr. CupértirioBalduino
do Amaral, Barão do Noarueira da
Gama, DüJFerreira Nobre, Dr. Oardos.» Fontes,,
demandam este porto sem pratico a
se desbravado o campo dor.
Dr! Son/za Cima, Visconde de Sabarà, Dr. Ewprovíncia
enfermeiros
y
amestrado nassinuosidades da barra,
do
hospital
Quatro
bank„da Gainara, desembargador chefe do posua actividade, podesse pôr
para
corto, conselheiro Josò Júlio, commonlioia
Magglore
com
muito
ameaçador
afugenta
vulto
é ,0
cuidado e pa- dãdordaFernandes
que
em movimento os vastos recursos
Pinheiro, commondador
ciência levaiUaram D. Pedro e le- malho Ortigão, consolhuiro Zaina, Barão do Radó nosso porto a vida commercial, com (jue a dotou a
Japrovidencia. varam n'o ató á
coguay, Dr. Ladislào Neto, Dr. Campos, Dr. Al•ecom ella a messe dourada dos que
do
hotel,
Ahi borto Fialho, desembargador Sortorio, Dr. Cürloa
porta
Por desventura da província está na
soberano
o
Augusto
vida,
alentando
fò nbs entrada cia barra a avalanche imfoi collocado do Vasconcelos, conselheiro Lisboa, Dr. Regis
.lutam pela
doOlivoira, Barão do Catotte, Dr. Fábio Ramos,
•seusi esforços»
, \* ,¦
mensa em cujas sinuosiclades sepul- em uma liteira toda fechada com Dr. Oliveira Fausto, commondador lístovão José
da Silva, commondador Mayrink, commondador
Quebrada a pedra, que 6 o ponto lam-se a fò
temos no futuro e a cortinas verdes guarnecidas de frau- Jorge Naylor,
o muitos outros cavalheiros repreque
amarellas.
de resistência em que despedaçam- coníiança
sóutanboB'
do
alto funccionalismo e do outras
a liberdade do solo jas
que
classos
sociaes.
I). Pedro ia embrulhado em um A's81/2 horascomoçaram os brindes.. h
se as ondas, seriam' facilmente re- nos inspira. O
imperial,
governo
movidas as areias, que não resisti- cujo advento marca
O primoiro foi do sr. consolheiro Dua-rtá de
uma era fecun- chalé côr de chumbo, e vestia um AzeveJo,.
quo disso o seguinte:
riam ao embate dos vagaíhóes, que da nos annaes cie nossa
«robe de chambre», trazendo na ca- « Sanhores.—-líncarregado
do saudar o egrégio
pátria, beca um
de
cidadão
alli quasi constantemente refervem;
a
a
velludo
conservadora das
escuro.
maioria
quem
gorrp
mais allivíado do poso, que
duuái casas do parlamento olíerece estefestim,
quando
A imperatriz, com amoroso cui- dosvauoço-mo do cumprir çlü.terniinação tão hono trabalho do homem seria com pie- laria envergar hombrosa
não
quem
dado. ia ao lado do pobre enfermo. rosa, porque dirijo-me a um homem a quem mo
tádo pela força dos.elementos, Para tivesse fortalecido o amor á causa
os laços do quasMVatomal amisade o
puMuitas pessoas rodearam a liteira asprondom
emprehondimento tão importante e blica, hade remover esse obstáculo
rocordaijões da grande campanha poiitica, quo
pelejamos juntos nos mesmos postos de vanguarda,
momentoso não ha necessidade de
saudaildo I). Pedro e fazendo votos sob
o eommando em chofo do inclyto Visconde'
nos
segrega
da
seiva
viviquasi
seu
restabelecimento.
do
Rio
Branco. (Applausos).
)
grandes capitães, esse—non possumus que
prompto
íicadora domundocommercial,alem pelo
A
a
senhores,
tom
a
precodomos,
geração
quo
César Cantil trocou algumas pala- gloria do erguer o archiotoeturar o império. Proque muitas vezes. agourenta tenta- de ser um marco que impede o
proa independência nacional, jurou a Constimens promeltedores, inutilisando
e desenvolvimento da rique- vrás, e a liteira pôz se pouco a pou- clamou
tuição .Politica, ampliou-lha as bases para mais
gresso
felizes combinações, qüe trariam za incrustada tia opulencia do solo, co em movimente.
livro movimento das províncias, croou asjusli(;as
D. Pedro, no trajecto do hotel populares, roprimio as demasias do espirito deproveito inauferivel
e magestacle cia vegetação.
sullbcou as agitações, o fundou òsuo
Asseguram-nos pessoas entendia estação, foi recitando vossos mocratico,
largo estádio do paz o prosperidado em que tepara
O marasmo íh} commercio rellec- de Dante. >
mos vivido, eque nos pormitlo procurar as condas que, com despeza inferior a 1.01)
di(,H)esdo nosso futuro ongrandocimento.
te
sobre
a
agricultura
contds,|Afaria o serviço, que loUm trem especial, composto, de Poròm. nosto estado de adiantamento ocivilique doíinlia,
sação, senhores, coinpungio-nos, como um revantari/íj província do entorpeci- como a arvore que cresta-se, esteri- três carros, estava á sua espera.
morço no pãssatío, ou como um assomo de punmento em que se atrophia, rasgan- Usando-a a falta de seiva. A indusOs carros eram illuminados a gaz donor no prosontn,
a existência d'aquolla nefasta
sem
instituição,
tria
ombora aceita em quasi todos
desenvolvimento
em
(5 vida e divididos em compartimento com os
que
do-lhe novos horisonles As vistas
modernos,
rovclava sempre as impupaizes
rezas de sua dupla origem : o abuso do voncodor
agora perplexas e intiirvadas pela commercial permanece como em camas,íp j
nas guerras dos povos liarbaros o do especulações
descrença do futuro, que se torna- embryáo, salvando a província a
O carro cio centro, destinado á li- do mais
sórdido conímorcio.
, Nunca deixamos do protestar contra a iustiria animador, se a íiitelligencia do força de vontade de seus agriculto- teira, tinha três coinpartimentos,
tuição a quo alludo, e jà dosdo o berço da nossa
liomcm, corrigindo os desconcertos res, que luetando contra oselemcnN'esse carro tomaram lugar a im- emancipação
politica a voz patriótica de Josó
Bonifácio a condomnara ; poróm a sua somento
da fatalidade, despedaçasse esse di- tos que conspiram para aniquilla- pera triz e os médicos.
cresóia', alé quo líuzebio do Quoiro;-; lho vedasse
los, com trabalho assombroso, ven- Nos outros canos, o
a importação, o Rio Branco a procurasse extinD.
que, assegurando a nosso porto um
príncipe
os
no germon do sua propagação, no soio da
obstáculos
e
empenham-se
cem
aucoradouro franco e accessjvel a
Pedro muito aborrecido com esta guir
matornidade.
todos os navios do mundo civili- lia creação da riqueza da província) viagem pela Europa e com a pre- ' Dopois, os gàuoroôos esforços dos lutadores potio 1881 o laSSã*; a propaganda do muitos
que procuram fecundar com o seu poiiderancia do visconde de Motta liLicos
tia do.
bemfeilóres da hiuiianidaihí, a agitação eocla.
suor,
da opinião publicai oBsa força irresistível
Assim teríamos a abundância, o
i\í.aia sobre o imperador ; os cama- damorsociedade
actual,
as circumstanmovimento, a industria, o commerTemos entretanto fò no gabinete ristas e as outras pessoas da comiti- cias, dentro as rniaosprepararam
surgiram o vulto, já saliente, do João Alfredo Correia do Oliveira o os
cio, a vida, emfirn, eehtuplicarído prendido pelo eminente conselheiro va.
dos bouh dignos companheiros do ministério 10
João Alfredo, e fundada esperança
A's 7 horas o trem, por entre alfec- do março..
nossa actividade.
S-inhoros.—• Não foi intenção da maioria conNem livre entrada se nos ófferèce de que a aspiração da província se tu.osas saudações da numerosa con- aorv'adijru
do Senado o Giíniaiía dos Deputodos
o
bojo, por convoniencip
applãudir
companhia
vapores
da
os
tornará
de
em realidade esplendida. currencia; parte por l/lorenç;» a Tu- li.l.inas, li fosltojar
para
uni dos mais conspiçuos chef«s parda
opinião política, que professamos. Nosso intuito
pa!|iietes brasileiros, que ancoram ; estando no leme da governança es- rim para Aix-les-Bains >v ' , ,. ciiiais
elevado; nós glbrilicamoé o homem do
fora da barra com grande prejuiso ; tudistasquo já vivem para a postelista l<>. «juo caurponelrando-Bo do inlcrosso d»
GAZETA DO NATAL
REVISTA
%'
&¦:
,n» /'
3tí'
ILEGÍVEL
¦
/--.¦';
>(',:'*;
/.
1
GAZETA DO NATAL
f
wmmmmm
'II
llll IBIIHII «Il
IL.ii n. m
mmmmtmmmm tmmmmvà*\mmmmmmimmilmmmm IIMIM.WII | JIHII Illlill
«amara,com a maior abno^nçando
e muito estimado n'tiquclTrt uo
fini»olii'f»('i'i',
p"la liberdade, o tfíloftlnõ « a in- pnr-no dn lllw»rt,nviio dm oBornvo». eiionontoiio ad- «i QuandoMBom he»HaçõoH, «om. r^oriminav^B. go,
ilmurnrn
do
mlrnvol
na
nnr.lodnd*
hnnMlil.uriodddointftllecluftl.
próprio,
duftifln imoloiiul, o ItiBplrumlo-nfi
proola- marca.
,1, NabllOu pOBBlllft fl« altim fnonldndeR do lliUB- h(mh alUraê», n«,m proconnnanH parUdurion,
nom nno i> nriiV.ll w ni«>vla pura oupurgnr do <?imi
(pio proBldia o gabinoln dc 10
\presenlan\os ã sua família, espeliouâo n uttlÒR nmiielin quo Un» .^ràJualüavA nw tro éitadltttà quo (Aro «ou pnl, o olllundo a o«»a num o ndvorBarlo
bonoum
o
do
eervldor
um
do
marco
pai?,
nvonlugrande
fóroídc pnlzolvlllsadu, fogonnfou Ú íiôtiftflfor' Büperlofldado intollootiiata W ardíMtttto
humanidade, Joaquim Nabuco parti- cialmente ao nosso amigo Lnlfc da
çit«,M'i»hiiml(*a« « reivIndicou a nornm ÜlgrtldíUe ro«a do um paladino, afflrmnva ja pnlíl'' nudaoio- nicrllodn
Hiunciiln quo mia era licito hoBÍUr om dar oom- iliou do trlunipho do» vonoodoroB o fez juu inai»
e a seu digno pai, as nosdo Hncrt".
uOi «oun Silva Lins
Acflln o nobrn ptvnid<*nln dO iMiitwnlho dn ml- bivln fi nogra Initllulçâo, Ifillo foi Bompro Uni quo a oBtlma o admiração—'ao rHípíUi)
sas sinceras condolências.
nlilíôíetitft dnmonwlraç"» do» hoiih anilgoe, quo <S alielicioniBta inlraiiBlgento, grnçuH a uma vorda-1 udvorBarioB. «andando om nomo doB boiib ainlgoB
O orador,
tnlvc/'. um ooliu Wntia da palrfa agr/idoolda, e dol doira fatalldadôda buo' ornaniBiição mofai.
Jonuulm Nalmco, brinda ao «ou talonto, a buH
a
novo»
Joaquim
«obro
o
tirocinio
acadomlco,
InóenUvoa1
lindo
espirito
wm
tío
Quiuido,
lltlülilvou
o ao sou patriotismo,
abnegação
lugar a d"paru eweinprnliondiliieiilnMddiiipIninonlaroHdiMlclO Niibuoo penetrou na vida anotai, lovo
Bcguidao nosso collcga Joho do Ca
ou
om
V.
Vnctima de uma febre rdmitÍMlc,
orolação da loi do 28 do Bolomhro do 1871.
legóiidtudo do lado inalo,
nloqucnlis
diBcurso,
)oquono
n'um
irooinio,
d«
a
afllrCorreia
.lofto
Alfredo
continuou
coravào,
ollo
do
quo
Ap|il»udindó-a
Viva O «(in'olheiro
cidade no dia 12 d'esmar a nocosBidndo do prosoguir inceBBiitUotnontn oimo Baudoti ao sr. irosldento do couBfllllo, di/,on' falleceu u'esta
Olivoiral (AppIiinHow.; \
0«r. oonHfHhoiru .loilo AIIrodo QgAldeoeU multo no caminho aborto pelo víbcoiuIo do Rio llran- do quo lovava ãquo Ia festa uma nota original—' te mez o estudante de prepaiMlorioi
oô A ronublioa vencida pola libordado.
pnnlionulo a gnniM-oHldade da mánifVHtacil'- do co, tnoflmo na. occaBião om quo oh oBpiritos
Kol onthiiBiaBtícnmcnto applaudido o brindo do Olympio Bezerra Cavalcante.
ronni
cooseioncia.
dovia
contrario,
ao
ii(UaiitadoH
tínlondiam,
mais
quoBo
(mio ova objecto : mfttt
noBBo colloga.
oonhocer (pioo gramlo fadlo da abolição exprimo dovia doixar acalmar a agitução do pai/..
Era um moço geralmente eslimaO sr. prtiBidouto do conselho orguou o ultimo
lÜftl todos ob bhub trabalhos, quof politicos,
d Bhbòdonà ooa woul<i montou patrióticos du>i Ca*
h faniarau l.ogialalivay, (pio atiBllrt inlerprolaram a quor litterarioB* d'oHBa opooha, vibrava a nota brindo dirigido ã Rogonto, ao Imporador o S. A. do, de condueta irreprehensivel o
a
omroferoncia
lembrando,
milia.
imporial,
ardonnianifoutada
da
Biipplica
enlernooida o Commovodoura
aapirmvto convicta o ardoulomoillo
lettras, que culdos ho- Imperial, .quo nor um voto vordadeíramonto poj muito applicado ás
por toda» ae clasHos da «ociodado braziloira. to, quo à justiça do Dous o á consciência
Ácpiollo foutim, portanto, revertia em honra daa mons dirigia som doBcartçoom prol da faça op- pular è chamada—Rodomptora—o, om roforencia tivava com esmero e vantagem.
(
ao Imperador, qüe ao lho sor dada, quando paroduas CamariiB, a« qiiucB brindava, dirjgliidofôe primida.
,'
ürtia
a
Welle
província
perdeu
líntrotanto mais tardo no parlamento, por oo- cia estar ás portas da morto, a nova do quo no
aoBHoUB dignoH protíidcntofl. ob voIIiob aniig-oado
venerando
o
mais
escravos,
robarão
do
existiam
não
hYio
o
J.
Nabuco
Brazil
sou
asconçâo
do
do
Serro
casião
da
vitcondo
orador—Sra.
das suas futuras esperanças.
partido,
chorou.;commovido o rondou graças a
velou immodiatamonto aa altas faculdades do
Lucona.
Ao9, illustres irmãos do finado^
?eus por tão faustoBo suecesso.
seu espirito, servida, poi' uma admirável oloquen- Êatriot?
Nos estreitos limites de nosda Gaveta não cia e--«so na sua pfopria
diversas
aos
brindes
consenti*
assistiram
Das galerias
phfa8e-4iveBBo
dr. Arthur C. de Albuquerque, Fe•podemos transcrever todos os notáveis eelo- do em fazer alguma CòKsà""monos
do quo feputava senhoras e cavalheiros. A fe«ta terminou pouco
lippe B. Cavalcante, João Cnrisosto^quentes discursos que foram proferidos e por di- sor o seu dever fazer*—teria facilmente attingi- depois das 10 horas.*
versos oradores n'aquella esplendida
pátrio- do ao poder, realisando aom esfofço a suprema
mo B. Cavalcante e mais familia
ambição da maior parte doa politicos. Succedeu.
tica manifestação de regozijo nacional.
o quo inevitavelmente, deveria acontecer.
nossos,pêsames. ; i
O espaço de" que dispomos permitte-nos, ape- porem;
lhe
tribuna
o
transbordar
da
deixou
dia
dia
do
Um
da
corte
que
ielegramma
Üm
nas, dar íi estampa os seguintes. '~-^j ia n'alma, e fallou na libertação das captivoa a
«O dr. Joaquim Nabuco brinda ao sr. prosi- uma câmara que não queria em tal cogitar. Da- 10 d,o corrente publicado no Diário
'Mandos
dente do conselho em nomo daquelleB dos boub. hi a proscripçào. Não conseguindo sjíf reeleito, ile Pernambuco de 11, dá a seguinte 4 No paquetej
que por agui
adversários para quem a data de 13 de maio, a mas importerritona. sua fé, abrio J. Nabuco commaior do bate sem tréguas em defesa da sua idéa, tornando- noticia:
passou a"12> embarcou com destino
que esta ligado o nomo deS. Ex., é a constranabolido
director
nossa historia. Não Comparece alli
imprensa
o
verdadeiro
se na
«Consta que foram nomeados a provincia da Bahia, ó distineto^
¦
desvanedimento cionismo.
gido, comparece Com o maior
Francisco Fortuna to
como abolicionista, Como liberal, para quem a
A elle, como ao inimigo mais formidável, diri- presidentes de provincia :
pharmaceutico
a
realideve
ser
ob
seu
do
partido
preoccupação
gia.m os defensores da instituição combatida
Da Parahyba, o ür. Pedro Fran- Rodrigues do Lago, que desde 24 do
sação de suas idéas e não a asçençãò dos seus mais profundos golpes. NuiiCa um homem foi
homens ; como pernambucano,, como hrazileiro, mais injuriado, mais discutido o mai8 calUmnia-' cisco Correia de Oliveira ;
passado se achava n'esta cidade. Ao
como americano, epor üm como. membro dessa lo n'e8te paiz. o o orador acredita que ainda uojq
Do Rio Grande do Norte, o da do seu embarque concorreram diversos
humanidade, na qual o sr. presidente do con- sonteriaello o pungir das feridas herVadaB que
solho fez entrar um milhão• do brazriloiros ex- lho abriram na lucta, so a providencia não o ti- Piauhy, Dr. Francisco José Viveiro cavalheiros di&tinctosj seus colle-,
cluidos delia como propriedade. Ainda não voi- vosso dotado (fossa insensibilidade desdenhosa
tou a ei do deslumbramento causado polo facto dos grandes espíritos, quo os pfotogo Contra ob de Castro ;
gas residentes n'esta cidade, que asescravidão
a
esporou
de 13 do maio. Nunca
que
aoeidentes mesquinhos o vis da existência.
Do Piauhy, o do Rio Grande do sim lhe quizeram dar esta^significaacabasse assim, som uni prazj qualquer para
Adiautando-so do inaiBj muitas vozoa vio-se
transforniar-so em servidão, por uma loi quo isolado na lucta.
Norte, Dr. Antonio Francisco Perei- tiva prova.de apreço!
cabe numa palavi'a como um fiat. Acçüsam o
lira natural. As ovelhas tímidas para andar
DesejamosáS, S. próspera viagem.
presidente do conselho de so ¦ ter calado emquanto innovolam-se* apertam-so oín rebanho : o leão ra de Carvalho,
quo se ouvisse vivo disduidosamonto sò.
— o4e»-^—
passava a lei,; elle calouro para
bater o coração da pátria. A sua gloria ó tor
Nào sondo possível doixar do reconhecer o saj
economisado minutos a escravidão, quando antes crilicio quo fazia da sua carreira política, por
A corte de cassação de Paríz susPelo delegado de policia do termo
não contavam soculos. Saúda o autor dessa amor do suas cronças, acusavam-no do abrir amcurta inscripção—Está axtinota a escravidão no blciosamonlo mão do prosonto.a espora das gran- de S. Josò de Mipibú' foi capturado pendeupor uni anno ao sr. Canel,
Brasil—qno figurará no edifício restaurado do dos vantagonsquo no futuro lhe traria a victoria
no dia 9 do corrente, á requisição presidente do tribunal de Draguignossa pátria, dodicaudo-o como um templo ex- do abolicionismo.
o
1'ratorniigualdade
á
Como lima visão clara do porvir, ollo respondia: do respectivo dr. juiz municipal, nan : 1.% por confiar aos advogados
piatorio—á liberdade,
—¦as reformas nunca são roalisadas por aquelloBdado. (Applausos).
á cuja disposição se acha recolhido á a redacçâo das sentenças relativas
O Sr. Miranda Ribeiro disso* quo no momento quo primeiramente agitam as jdòas! collocandoem quo o sr. J. Nabuco. com graiulo isenção de mo na posiçào om que ostou, oil sacr.illco-m9 no cadeia d'aquella cidade, o ciimino- aos seus constituintes: 2.°, por gosanimo e alovantada eloqüência saudava o sr. pro- prosou to o no fulul-o.
Consolo d'isso, acroditando quo para a lei da'o so de nome Perciliano de Souza Ro- tar de prolongadas visitas de certas
. sidonto do conselho, os conservadores promotores
d'aquolla solomiiidade.festiva expoi-imontavam ã abolição nom mesmo poderia concbrror Colii
cha, ali pnnunciado como incurso damas pouco virtuosas no seu gabinocessidado do agradecer ó, sua ox. a lidalguia o simnloa voto. Joaquim Nabuco, om um momento
note de juiz ; 3.d, por adiministrar
do (loyalonlo, escrevia:
no artigo %1 do código criminal.
gentile/.a do ssu procedimento, o do manifestarires*
material
do
«A
cousa
tom
alguma
tinham
os
cm
apreço
gloria
lho igualmente o alto
quo
com muita negligencia os fundos»
seus oniinontoB predicados de espirito o do cora- to pai/, sò' podom tocal-a aquollos quo dotôm o
Ulasphomava, a providoncia roBorvarado tribunal.
ção. Knoarregado poloa sous amigos d'ossa ta- iodei'.
a
no
cadeira
dias
inuma,
ha
o
momento
opportuno
ho
Recebemos
lonpara
porcos
refa. níio declinara da incumbência, por ou
om quo
dor que lho davam alguma competência para o parlamonto, o nas niomoraVoiB jornadasmaio,
fallecimento de
do
noticia
ollo, fausta
desompeiilm a profuiula amisado quo somjiro do- se discutia na câmara, a loi do í3 do
COLLECTA DE GADOS
dicara a ,f." Nabuco dosdo o tompo om quo juntos nm libei'a.1, foi o Icaikt' do facto do uma maioria um dos mais prestimosos membros
so sentavam nos bancos acadêmicos, o a sincora conservadora.
AAXAA^r:
conservador de Nova /'j-h
Ninguoiri pousou om disputar-lho osso posto do do partido
admiração quo em lodoa os toinpos manifestara
honra., no momonto om quo fromonto doonthiisi- Cruz—o nosso amigo Pedro Antônio
Ao collector de rendas provinpela sua personalidado política, tão estranha; tão usino
ollo via«so crystalisar-so o seu sonho dou-'
original n'estos teniposo níosío pai//.
de uma ciaesdo município do Triumpno diriGraçasá intimidado em mie vivoram na.jiiyonj rado, roalisar-ao o ideal do toda a sua oxislon-» da Silva Lins, que, victíma
tudo,.podo o orador í-eeorqar ao sou amigo, quo cia, no momonto om quo como ao osculptor da rebelde aífecção pulmonar, falleceu gio o inspector do thesouro provinn'ess;is discussões em que os mocos debàtoin pro- legenda•inylhologicadho ora dadosontir outro ob
ciai a seguinte portaria em data de
coce mente "S grandes problemas sociaos o politi- braços viva o palpitante essa formosa estatua da a -4 do corrente ft'aqueíla villa,
seu
esculpida
tão
om
liberdade,
polo
grande parlo
cos, jà elle revelava uma preoecupuçao constai»'.
I Era o finado um exçellente ami- 9 do corrente:
AAA ¦ :'¦
te, uina verdadeira obsessão do espirito om ocou- cin/.ol. ''' ,
1
—Deixo vôr I deixo yòr I—exclamou o mãos- de que pouco ou nada poderia ensinar—lho ;
tro estendendo o braço o lançando não do vio- mas escutavam com um gozo incffavel. Aquella
1' |
linn.-A.li l—continuou depois de examinar.— torrento de harmonias, tao admiravelmente comOnde demônio arranjou esto instrumouto? E'urn binadas, enterneciam-no, embriagavam-no.
y
Adolpho pela sua parto achava-se inspirado,
Antônio Amati, c<)nstruido om Cremona em
1680, islo ó : nos melhores tempos <l'esto celebre pensando ein que outra pessoa, alem do velho
conslruclor. K'1 Uma preciosidade, uma vorda- professor o estava escutando.
doira preciosidade, e desde ja aposto o mcüvioE elíectivamente, se tivesse fixado os sous
1'üll
tino, que o um Stradivarius verdadeiro, em olhos na branca cortina que cobria a porta do
como nao so encontram em Madrid três como quarto de Maria, teria nisto desnhar-se n'clla
este.
a forma do um corpo encantador, que, com urna
—Ignoro a procedência d'csl,e instrumento. Foi das màos sobro o coração o a cabeça um pouco
herança de,meu pai—respondeu Adolpho-- inclinada para diante, o escutava som atrever-se
CÀ.PÍTÜL0Y1I
mais se oHoctivamonto i) do tanto morocinjouto, a respirar, com os lábios suavemente entreateria um grande prazer em quo o senhor licasse hortos o o peito oífeganto.
O SOHKINHÒ DE 0. UÓSAl.U
com (dle.
Era Maria quo, attrahida pelos melodiosos
—De modo algum. Um Antonio Amatti nunca
sons do violino, acudia íi gosar aquella singela
viodo
d'um
niílos
aceitar-se
das
devo
professor
(Continuação)
servia de exame a üm dissipulo
serenata
lino, porque a sua prodigiosa construcçílo pôde bastante que
avantajado.
—Conheço, sr. Isidoro, quo fui um louco, um influir poderosamente no seu nome, na sua
Dfl repente a sombra do Maria desapparocu
insensato, protendüiulo sor professor do violino fama, na sua' gloria. Ora toque.alguma cousa ;
sem outro mostro que o velho organista da mi- vejamos so oslá em boas rnaos; se brilham todas da cortina.
nhauldôa ; mas não pude oontor-mo o deixai'- as riquezas das suas melodias, todos os tons
Adolpho Continuava tocando, Verdadeirao
rugido
leilo
fornece,
desde
do
admiráveis
que
desvairada
arrastar
do-mò
mente inspirado, Isidoro, immovel, som respaixilo, proía- ate o suspiro da donzella enamorada.
pola
domeslicava
Orplieu
com
noi 0 instrumento
quo
—Pois boni; locarei uma sonata de Cimaro- pirar, apenas com os olhos bumedocidos, pai-eas feras, Tarliniarrelnlava as multidõos, e Pacia a estatua da Attenção.
sa,.
dos
musica
da
as
creacoes
recordar
fazia
gániríi
—Abi Conhece osso celebro compositor?
Se o celebre construetor violinista de Cremodeuses. Nasjninhas mãos o violino serli um insna
tivesse ouvido Tartini executar um estudo
—Tenho
predileeçào pola musica alleniü.
trumenlo desagradável; mas, jíi o disso': amo-o
de
—Ainda
Sóbastiao Hach, n&o teria escutado com mais
assim, como disso um oscriplor cujo
com toda a minha alma, o só petr-possuir os seus
a musica allemíi attenção, com mais deleito, do que o bom dc
segredos um anno, daria o rosto da minha vida. nomo nào me lembra agora,
a harmonia dos homens o a italiana è o canlo Isidoro escutava Adolpho.
¦—Pois, meu caro ; o entliusiasmo o a U\ sao 6dos deuses. Mas nào importa : toque, loque, lá/
E ainda assim Adolpho estava muito longo
do possuir o arco de Ulysscs, nom do admirar
dous poderosos auxílios para chegar a um lugar a sonata.
distiiícto no templo da sublime arte da musica.
Adolpho empunhou o arco o começou a tòtsai* Ponôlopè com a sua execução. Era apenas um
'Mu
folicilo-mo por encontrar ein si lap boas dis- uma d'essas mo|odias quo extasiam a alma.
professor medíocre ; um (fossos rapazes ricos
o
inslniò
violino
repilo-lhe
o
mas,
;
'gostoà music:*,
Isidoro escutava em religioso silencio, fazen- que so dedicam com boas disposições
posições';
e algum
algum
vejamos,
de
ouro
à
so
custa
dillicil
conhece;
monto mais
qííc
do compasso com a cabeça o, a ponta do pò. adquirem
de
successào
essa
, pois, em que altura oslA.
De vez om (|uando as venoraveis o bondosas sentimento para exprimirem
do
conjuneto
melodia, osso
Adolpho or^iiou-so, afinou o violino o, collp^ feieóes do velho oommoviain-so, como que obo- sons (pie se chama harmonia,
o que, despertando
([uo loruiaa
çandp-se om ali ilude oonvenionle, passou i» arco decendo a um impulso do coração. Adolpho notas
alma,
nos
transporia do pó
om
nossa
ocho
um
terminar
do
pelas cordas, produzindo uma d cssiis suaves era um professor completo. Antes
dos
deuses.
mansão
á
terra
da
a sonata, o maestro Isidoro eslava convencido
notas que se aseinolliaiit a ijiií lamonto.
FOLHETIM
0 violino do diabo
<18
.u •
—Oli ! A arte da musica l—dizia oomsigo o
velho maestro elevando os olhos ao céo em áòco
êxtases.—A arte da musical Linguagem universai, que penetra em todos os corações, que '
todos os homens comprohendem, desde o selva-,
gem qUo habita as incultas regiões d'África atô
o homem illustrado dos grandes centros, desde
a criança ató o volho! So„n&o è uma -poética
mentira a mythologia, essa historia dos impôssivois que sorvo de exemplo aos mortaes; se
Orpheu, o maestro universal, domesticavá com
as harmonias do sou violino as feras mais temiveis; so as arvores o seguiam attrahidas pelos
sentidos lamentos que o seu divino arco arrancava ; so erguia cidades somente com o poder
do seu mágico violino... Üitosos aquelles entes,
que poderam ouvil-o o admiral-o.
Chegavam a esto ponto as reflexões do mãestro, quando Adolpho terminou a sonata de Cimarosa e ao mesmo tompo que Maria, correndo
a cortina se apresentava na modesta sala da trapeira.
Adolpho nao podo conter u*ma exclamação de
surpreza e pouco faltou para que o violino lhe
*
cahisse das mãos.
ízidoro voltou a cabeção vio sua filha, pallida,
commovida,com uni sorriso virginal a bailar-lhe ¦M
nos lábios.
—Ah 1 não estávamos sós I — exclamou Adolpho, Ungindo umrubor que não sentia.—Esta senhor-vi..
;
—E minha lillha, também professora, e
que
eslava là por dentro entretida nos trabalhoscazeiros; mas distrahiu-a sem duvida, da sua oceupaçào a sentida sonata que o senhor acaba do
tòcàr.
—E verdade meu
pao—respondeu Maria com
voz conunovida.—Supondo quo este senhor e o
sobrinho do D. Itosalia.
—Exáçtamefite, minha senhora—respondeu*
Adolpho .'—peço-lhe perdão, o igualmente a seu
pai pelo incomniodo que lhes causei.
(Continua.) .
í
rr
GAZETA DO NATAL
A historia dns eutastrophes, cnuoram os pia
terriveis
mulher
resique
alli
sadas polo H\m, é uma historia de
«O íusppclor do thesouro pro- senhoras denta provincia,
fera que creou o afagava !
da
nos
misérias e ruínas I A
Viucial do HÍ0 Grande do .Norte de dentes.»
noite dc sexta feira da Paixão, lagrimas,
Nn
tem
51 povoaO Club Norte itio-gramkmê
clara ao sr. oolleclor do rondas pro
tudo era silencio, levantou- erupção de 1600 destruiu
quando
Vinciaes da Villa do Triumpho, em por lim : estudar as questões que se o creoulo o, armado do uma mão dos, matando 100,0u(VpO8HAus. Desde
resposta A sua consulta, contida em poderem contribuir oara o progresso de pilão, foi ao quarto do sua velha então não houve catastrophe igual,
ofliciodo 18 de junho ultimo, que do Bio (irande do Norte, ádVOgfttj- avó, que dormia, e dou-lho tão for- porem, de vez em quamfo e em
constituia matou períodos incertos, entra em ^ão,
0 producto do imposto sobro os ga- do-as perante os Poderes
cabeça,
na
te
que
pancada
sonão deixando de causar prejul%.
dos (Passa freguesia, produzidos (Je dos, aíim de que ellas tenham
I
instantaneamente
assim
1887 e do 1. lução satisfacloria ; e bem
Em seguida dirigiu-se ao quarto
julho a dezembro de
os
especiaes,
casos
em
de janeiro a junho últimos, pertence soecorreiy
sua senhora moça, armado,, o a
de
DIZIMO DE MIUNÇAS K LAVOURAS
T®y>
consiem
mesma
da
1888,
filhos
de
provincia,
do
levantasse
ao corrente exercicio
se
O resultado dan arremataçòes deste imposto
I. intimou para que
do Club.
sócios
não
ou
oscnptuderados
ser
deverá
o junho ultimo,
caixa
viagem
livro
cujo
leito e o acompanhasse em
provincial procedidas em ahril
db
dignos
lhe
1888, foi o sese
de
ineontestavelmente
São
as festas. rolativamonto ao exercicio
rado, conforme já uma vez
assistirem
a
o
Turvo
d'aquella para
nem lagrimas guinte:
declarou em circular n. 26 de 16 de louvor os nobres intuitos
rogos,
valeram
Não
Importância
feliciNòs
a
es- generosa associação.
a
freguesias, oAnematantes,
obrimoça,
da
janeiro d*este anno, para qual
e
que,
pobre
gemidos
Capital, Vestremundo A. Coelho ^Ofi
a
camita inspectoria, juntando um exem- tamos.
Papary, Manoel GalvRo de Lima fgE
gada, levantou-se, pondo-so
de novo aatchama
Arez, (omesmo)
JgggOO
nho com o crioulo.
plarimpresso,
—
1
MOÇA
POBRE
de h. Barata 720Ô000
J.
Urhano
collector
José
S.
sr.
mesmo
do
e
tenção
Viajaram durante a noite quan- Touros, Napoleão E. Pcdroza dc Góes 400J00O
. Compra—Joaquim Guilherme de SouNa freguezia da Madre Deus, ter- do o perverso achou dever conceder Ceará-mirim (o mesmo . 1:j3X!SÍ
dos Ferros jo mesmo) 5SK!
za CaldaS.
moda cidade de Turvo, vivia em descanço á infeliz, depois de 3 le- Páo
j 1..
Canguaretama
TV2E
o homem, com que ha guas, a solicitou a saciar seus dam- Macau (o(omesmo
com
sitio
um
mesmo)
110&UW
"
.____ interessante
_....
__, uma
.
nados desejos
Em virtude de ordem da Presiden- pouco _se casara,
Ü327$000
de
Christo
285,
n°.
—Pelo
sob
annos.
18
Paixão
de
da
officio,
em
de
dia
m5ça
contida
cia,
perto í«ma;, «ia
Deixaram de ser arrematados em 1» e 2a praça
pT.^tu.*..*..
1
exclaa
vistade
do
mal
e
além
faças
familia,
a
me
corrente,
não
Constituía
hoje,
Julho
é
jo- que
.de 10 de
e mandaram-se -cobrar administrativamente
Inspector da ven casal, uma preta septuagnaria mou a desamparada, entre lagrimas petos respectivos collectores os dízimos da9 froponderações Mtas pelo
guezias de;
Alfândega em officio de 7 do mesmo e um~seu~ íièto creoulo robusto de e gemidos.
¦
(base de 2* praça) 1.440g000
—Mesmo pelo dia de hoje deves Macahyba
•mez ab do Thesouro Provincial, ÍO aniios mais ou menos.
1:44Ò$000
Goianinha
fea
foi
bradou
1:440$000
interesse
mim,
seu
mefcadorias
de
Em negocio
ter compaixão de
Nova Cruz
decidiu-se que as
que
1:300$000
(«
transitarem pelo porto d'esta capital para a Matta ha dois mezes o dono ra, levando a effeito quanto inten- Acary
1;200J?000
S.Miguel
1:0408000
«)
com destino ao de Muriú do mu- da casa, deixando a mulher em com- tara !
Imperatriz
960jOÔO
na
«)
e
crioulo,
do
e
dia
o
velha
Ao amanhecer
prosegum- Mossoró
(«
nicipío do Ceàrá-mirim; pagarão
panhia da preta
880$000
«)
(«
mesma Alfândega os impostos; pro- que tinha por costume pernoitar do na viagem encontraram-se os Jardim
80OS00O
«V
Príncipe
(«
dirigiam
se
légua,
sujeitas,
meia
distante
800$000
retiro
«I
um
com
em
dois
«
vincias ã que;estiverem^
pessoas que
Patú
720S000
«)
Na ausência do senhor o crioulo para a cidade do Turvo, sendo o cri- S.Rita da Cachoeira («
attenta a falta de uma fiscálisação
560$000
«)
(«
regular iio referido porto de Muriú, deixou de retirar-se e pernoitava no oulo preso e conduzido ás autorida- Angicos
5608000
«)
Sant'Anna de Mattos («
da
negro
520JÍ000
acha
modos'no
se
certos
«)
isto,
e
sitio
des.
.
;
Port'Alegre
pela distancia em que
480^000
«j
Interrogado narrou com admira- Triumpho
sede da repartição fiscal a que per- geraram no animo da moça. desco n400S000
«j
Serra Negra
da
episódios
alguelle
os
todos
de
fiança
cynismo
vel
360SOOO
tence.
y
«1
que premeditava
Apody
360$000
accrescentando
noite,
maldade.
.,.>¦
ma
qui Caradíbas
terrível
320$000
«)
Commuuicou sua apprehenção á desde muito tinha desejos de ter re- Assii
Foi-noa summamente agradável a
com
15:580$000 Tl'
remessa que nos fez de-um exem- velha preta, que a tranquillisava, lações com a senhora moça,
o dizendo que nada tinha a temer; quem fora creado.
A base para a 1" praça destas freguezias/ que
plar impresso de seus estatutos
tal
concebera
indole,
boa
de
teve lugar em abril'-ultimo, fora da quanti? de
Perguntado porque
Club Norte Rio-grandense, inaugu- pois era elle rapaz
o abolitambem 19:4758000, sobre a qual se concedeu
emjunhp
havida
rado na corte, e do qual fazem parte creado em casa e incapaz de offen- idéa, respondeu que por
na
2a
praça
mata- mento de200/o
e
•apreciar
a
bom
sabia
era
Mal
o
a
que
lindo.
respeitáveis!der
e
pobre
cavalheiros
qualquer.
que
distnictos
próximo
-^^w^^
ra a avó por ser obstáculo aos seus
.
Movimento do IPorto planos.
UM POUCO DE TUDO
cadeia.
a
COMMERCIO
recolhido
Acha-se
ENTRADA NO DIA 12
Triste é o estado da infeliz que se
Dos portos do norte, vapor brazi- acha
louca, sendo a idéa que
13ar*bas de Cato
quasi
dos preços correntes sobre gêneros
Pauta
Io.
Tecommandante
Mandos,
lelro
'
¦
o
afflige
e
presenmais a preoccupa
* sujeiios a direito de exportação na seWaddington.
Guilherme
e ter Ao ouvir como miava
nente
concebido
timento de haver
mana d,e 9 a is do corrente:
Passageiros para este porto i
em suas entranhas um filho da fera Do visinho o gato arteiro,
IJNIDADKS VALORES Alferes José Cândido Beserrada Trina accommetteu : pobre moça ! 1 —Disse um péssimo barbeiro
MISHUDOIUAS
que
dade.
ma***
Oue ao freguez martyrisava :
litro
cachaça
Aguardente,
Antônio Domingues de Araújo.
O ETNA
#aso
Idlog.
Algodão em rama
Bartholomeu B. Tavares.
«Diabo 1 estarão matando
são
erupções
cujas
vulcão,
Este
:.)}¦}:
em caroço
Oliveira.
João Baptista de
A esse mísero animal! ?
o
maior
é
ameaçadoras,
mais
«•
mm
vez
cada
branco
Assucar
Jeronymo Rodrigues Silva.
Diz o freguez—«Ora, qual,
os
vulcões
todos
'
de
mais
«'
*wm
o
e
mascavo
»
Pinto.
perigoso
Simões
Manoel
E' que o estão barbeando.»
.« $600 Joaquim Antônio da Cruz, sua mu- do mundo.
Borracha
moo
A base do Etna mede uma circumCarne sêcca
lher e um filho.
#010
ferencia de 65 léguas approximadaCaroços de algodão
Em transito 51.
Um mestre-MMÍa, que já foi milialtura
sua
á
$660
mente,
perpendicular
Café
Seguiram deste porto:
tar, interroga um alumno 1
do
o
nivel
sob
metros
$200
20,900
é
de
Cera de carnaúba
João Ignacio de Souza Soares.
—Menino- Pedro matou a Antônio—
MW
mediterrâneo.
» emvélas
Rodrigues
do
Lago.
Fr
Francisco
esta oração em que voz está ?
Italia
viajado
tém
não
cento
3tf000
Os
pela
Charutos
Dial3
que
—Na voz activa, responde pronipo
vulcão.
ò
de
idéa
formam
não
milheiro
5$000
que
Cigarros
Dos portos do sul, vapor da commontanha tamente o menino.
uma
se
Imagine
cento
grande
Maramião;
comm.
Chifres dc boi
brazileira
—Pois passo para a reserva. r
panhia
"'
fogo.
ou
sai
fumo
caspide
I
cuja
de
«
Courinhos
Capitão de Fragata P. II Duarte.
• «
Üm vulcão em acção è o que ha de
$320
kilog.
Coiros seccos salg,
Passageiro para este porto :
Uma senhora lendo um jornal:
e
imponente.
' «
mais
Caetano
da
Silva.
André
Cobre em folhas
grandioso
Ex-praça
—Os suecos podem casar-se com
v
dise
Etna
do
conica
superfície
$800
A
«
Fumo em folhas
Em transito 96.
tres ou'quatro mulheres de cada
zoem
distinetamente
$800
vide
quatro
.
em rolo
»
Seguiram deste porto :
nas. A primeira junto á base, tem Vez...!!
Farinha de mandioca litro
José Gonçalves Telles.
O marido.
umas dez léguas de largura, onde se —•Enorme barbaridade! Com esse
#1.00 Francisco de Assis S. Guimarães.
Gomma de «
acha Catania e è mui povoada.
«
Feijão
Alfredo Miller.
não ha meio de se ficar
O terreno e formado por antigas systema
«
Mel
lavas com misturas de cinzas de va- viuvo.
«
Milho
• *
erupções.
rias
irxaritimas
Oleo de mamona
jNoticias
pôõ
A segunda zona tem umas 45 le- Boa mina é o purgatório'.
kigog. *dío
. Ossos,
Para a astuta «carolagem»
VAl»01U5S liSPRIlADOS
«
#'0'40
Páu brasil
guas quadradas, Está mais inclinada O velhaco tem linguagem
1»000
do que a primeira e acha-se coberta
«
Do sul :
Queijos de manteiga
íinorio !
é
meio rioóo
de arvoredos. Subindo-a chega-se á O sonso grande
10
A lagoas
Sollà
no cartório
rt()%)
litro
terceira,pobre árida,a quarta cober- O escrivão
Costeiro
22
Sal
Vende bem seu peixe caro,
kilog,
ta de neves perpétuas.
Pernambuco
28
Talajuba(madeira)
faro
Na vértice da imrnensa mole co- O cão vai atras do
MM
«
Do norte :
Vinho dc caju
macaco,
nica acha-se a grande cratera de Tem aslucias o
Costeiro
16
Toros de mangue ou dc
onde saem sem cessar penachos do Bom vicio é tomar tabaco.
cento (2
Espirito-Santo
|1
madeira
outra
qualquer
O critério hoje ébem raro..
fumo.
Goiiteiro
24
—tt**-*
¦ ""¦¦
-«l **'*
. .' Lm~ *- -X . mmZZ .Z^KM-. *•***>- mmmmrnrmmmlmmm
S
1 •
.•
_
.
. ^ I
Í.L-m'm-'m. mi .... »•. /•.
',
1
t .*.«./<.¦ í*.
-—— -riXíf
*.
I
'
vm
B?
i
rr,f3rf,iiT[íi,iN!í,iii,s
UilLLh J1M111IUÜ11 tUiii
¦:
%
pumianiww»11 11 WWü
QAZETA DO NATAL
ÈÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÉfa
f>o palha se (nt rulciiAo,
De laboas quah|U'M" canoa, /
MoéMÔ & eousa boa,
L«nlvã queimada \S cá» vAo !
D,* osso é feito o bolão.
Monte á força o vendedor
jKegaloia o coáuprador
llV nisto um jogo de empurra»
((Toque leqmis com bandurra»
Oueiu innoceule inda for !...
> jMandào é dono da terra,
/O papa o ò da egreja,
O cobiçoso deseja
Tudo quanto o mundo encerra
Peste, fome, crua guerra
Vão o povo anniquillando,
O poeta lastimando,
Busca o caminho cia gloria,
Mas uma fama Hiusoria
E' que nos mata zombando..!
s^
./
/"
* •
Bella inspiração.
A"
I
Üí<i ..
Em um theatro de província repre^enta-se um melodrama, no ultimo acto cio. qual a heroina deve
morrer envenenada pelo seu amanjte.'
Chega este momento, os dois porsonagens estão em scena, mas o
amante, muito aíílicto, murmura ao
ouvido da mulher .
—Esqueci o frasco !
—Não importa 1 mata-me com uma
punhalada ou com um tiro de pistola...
—Não tenho nenhuma arma comigo.
—Mas mata-me de alguma maneira I
suppliçaa mulher, vendo a impaciencia do-.publico.
Então o. actor, tomado de uma
bella inspiração, passa por detrás da
sua amante e Unge atftar-lhe um
violento pontapé. A. mulher cai e
/
exclama
-—Ah! morro envenenada 1
EDITAES
Tíiosouraria clol^a^
vencia
0 iilm. sr. inspêctpr da fhesonraTia de fazenda desta provincia, mauda fazer publico pelo presente, para
conhecimento do todos, os prineipaes característicos que distinguem as
falsas das verdadeiras notas de 20.0$
e. 50^ da 5„ estampa, conforme
ista da declaração infra :
Gaixa de Amortisação
"'èò§
da p
Notas falsas de 200^ e de
im
A
1
Cnmprindo acaiitollar os interesses do publico fio recebimento das
notas de %Õjbí o do 50$ da 5a estampa, das quaes tem apparecido algumas falsas, faz-se publico os principães caracteriscos que distinguem
as falsas das verdadeira? desses valores o estampas, a saber :
As falsas de %O0, são mais curtas
do que as verdadeiras, impressas
em papel de linho asulado ; os dozenhos são imperfeitos, sem relevo e
as tintas mais grosseiras e mais carregadas a roseaje asul sobre os dizeres clã nota e a irradiação que parte
da elligie de sua Magestade. o imperador, sondo em alguns toga res confusas cem outros falhadas ; a numeração é impressa com tinta cor de
tijolo ca assignatura imitando a de
Antônio Teixeira da .Silva. No verso
ha um espaço em branco por cima e
por baixo da vinheta central em fòr-
nmnn 111 inniiniir um i i iini>nmTi.i «mm m
iiiiiiui^jrj^aM.iiicW^w^wwwwww
s
IMMil
W— XWmMWÊÊÊtÊÊÊÍ
ma de fivela onde t?slfto impressas
Alugou-se casa, convidou se gõií
as palavras- Império do Brazil to. t 0,6 depois de organisado o Club com
a nrmuneiHação inlorior dos seiuí>4 gente, dosorg«nÍKon~so a gente
..;..„,.!....
.l..l4l. extremidades
... 1.....,,: l .1 1..
.:
i...i...
das duas
tantos emTantos inconvenientes,
ircUÍos ,},%«
da
dita vinheta é mal desenhada, smuIo baraços criaram os sócios que subiu
a impressão desse lado das notas do ponto o desapontamento do Club,
falsas «un linla mai» carregada 0 snceumbiudo antolioulem á noite
do uma apoplfxia fulminante!
grossa do une nas verdadeiras.
As de 50$ falsas são estampadas Quem o diria I tão novo ainda,
em papei de algodão sobre um cam- tão cheio de vida, mu febre do oupo de mosaicos mal delineados e thusiasmo, qliando o futuro lhe soramarellados1 em quo alguns dose- ria encantador, abrindo-se. diante
nhos parecem feitos a penna, como dos seus olhos um céu marchelado
o peito do retraio do Sua Magestade do setim, o desapparecer da torra
.0 Imperador e a Coroa Imperial, como ao vento a bolha de- sabão!
notando-so a imperfeição das conT Foi destino ou traição ?
decorações que lhe ornam a farda ;
Cousa horrível !
a numeração é defeituosa e feita
Pobre mocidade canguleirensc I Eu
com tinta mais clara que a das ver- lastimo comtigo a perda de teu íilho
(ladeiras ,-ro emblema central é in idolatrado, que acaricíavas no teu
corroclp. principalmente na mão e seio ! Eu misturo as minhas com as
no pé da ügura e nosombreado de luas lagrimas pela irreparável perlodo "pouco
.elle, e a elligie de Sua Magos- da cFaquelíe que foi o portador para
tade
similhante e defeituosa a eternidade da historia triste d'ana bocea e na barba, sendo a assig- quella triste mocidado.
natura lithographada e as costas da A terra lhe seja leveí^
nota de cor desmaiada. %p
Um que era sócio.
Caixa de Amortização, em 28 de
Junho de 1888.—M. A. Gahão.
Secção do expediente da thesoufaria de fazenda, do Rio Grande
do Norte em 13 cie julhode 1888.
O encarregado
INo estabelecimento
Francisco de Sales da S, Barros,
COALHADA
do aoaixo assignado
tom a qualquer frora 40
dia o noite excellente
coalliada|de leite puro
de
vacca vindo
de
" Montanhas "
a í
róis a ligella que contem lima gairraia de
leite,
MEDICO E OPERADOR
Celso dc Santiago Caldas, ex*
interno dc in classe do Hospital
Geral dc< Misericórdia det Corte,
formado pela Faculdade de Mcdicina do Rio dç Janeiro, cujo
diploma acha-se registrado nas
inspecionas dc Hygicne da Corte,
S. Paulo e ciesta capital, da consullas c|as 12 às 3 horas da lardc
e recebe chamados por escripto,
á qualquer hora.
Reside na cidade alta, á R,'
da Conceição n°. 21, onde
pode
ser procurado para todos os mis•teres de sua
profissão.
...... tsasvajl,.
h-i»
O
&^
4
p °Q. 5, CP.
P3
<T5
3-
P e^"^
IÇ-M.^-S
m.
ü
I
H
mé&iwm
S •s.fffismm
O Commendador José Gervasiode
Amorim Garcia, Io juiz de paz cia
fregiiezia de Nossa Senhora d'Ápresentação da cidade do Natal, e
presidente da junta parochial &.
Faz saber aos que o presente eclital lerem, que no dia Io de agosto
do corrente anno, se deve reunir a
)fj.
juntada parochia, para proceder
*AO
P
ao alistamento dos cidadãos da pa<atai,
IN
Xiua Felippe
rochia para o serviço do exercito o
?d
armada, nas condições do art. 9" Camarão.
r™3
cd
§'1°do Regulamento approvado pelo
Decreto n. 5881 de 27 de fevereiro
R. Filgueira e Silva.
do 1875, devendo, essa reunião se
celebrar no consistorio da Matriz
desta cidade em 10 dias consocutivos, desde as 9 horas da manhã as
3 da tarde ; convoca pois, todos os
interessados a comparecerem nesse
lugar, dias e horas, para/ápresentarem todos os esclarecimentos e
reclamações a bem de seus direitos,
;,, POR . í 'tD£E1
afim do que a junta possa bem ficar
ltí?
aa
TOBTAS BARRETTO
da verdade, e habilitada a fazer as
MiESIVEZSES.';¦'.'
declarações e dar as informações
"
Lente
Cathedratico
da
Faculdade
de
Direito
i
do
Recife
precisas a esclarecer o juízo da jun
ta revisora, que tom de apurai esse Esta ohra que é a
primeira tentativa feita entre hòs para dar ao m$
alistamento.
blico um estudo completo de todo o Código criminal, conlòm matéria
E para conhecimento de todos, para 3 grossos volumes.
mandou lavrar o presente edital,' Onomedo autor, tão vantajosamente conhecido no mundo das.let-.
quo será affixado na porta cia Ma- trás pelos seus trabalhos jurídicos, philosophicos e litterarios,, dispensa
taiz, o que vai por mim feito e ru- qualquer elogio com
que, pudéssemos encarecer o mérito da publicação,
bricado pelo juiz de paz. Natal 1" Este nome ó
si só ura
Consubstanciando quanto a
de junho de 1888. E eu João Cli- moderna scienciaporiuridica temprogramma.N
do mais adiantado, encarando de um
maço da Costa Monteiro, servindo ponto de vista elevado todas as
|
questões fftè Sf" prendem ao nosso direide secretario da junta o escrevi.
to criminal, o Commentarip ao Código criminal brasileiro não será uma
O 1° Juiz de Paz, „,, , mora annotação, mais ou menos recheada de avisos, como tantas vemos
José Gervasio de Amorim Garcia. por ahi; será um verdadeiro estudo theoretico, critico e analítico
do
nosso Código.
ronsrccaCTauJMiaaBzgqaró^^
Condição» da Assignatura
O Comrnentario ao Código criminal brasileiro será publicado em fasei-,
calos do 32 paginas; com'capa, formato grande, bom papel e typo novo
Publicar-se-hão rnensalmeiile um ou dous fascicqlos,
que serão eníreem
casa
dos
Srs.
assignantes
gnes
mOm O preço de cada fasciculo é de 1:000, pagos no acto da entrega.
Para fora do Recife a assignatura é por serie de 5 fascicnlos^castando
cuda serie, incluindo o porte o registro do correio 5:500.'
O pagamento pode ser feito em vales postaes'á ordem do editor—
'Uma *
André Santos, rua cio Barão da Victoria 11." íj;—PeriiariiÊuco, a
lagrima I
quem
deve ser dirigida toda a correspondência.
l'Ol um dia o Club Juvenil da Ri
ACENTC NliSTA CAPITAL
beira.
João Lindolplío Câmara.
E' triste, muito triste a historia
deste Club.
' (
TyponTapliia da «Gazeta do Baíj.li '31
^
Art S
o ° o &ê
m 9 0&
COMM
Ao Código Criminal Brasileiro
AMIUIICIIIS
^rr.. .
. •^•''Jr*f|frTTi,-M-JiJ
Club Juvenil
Hr
^J
Download

Redactores—Drs. M, P. de Oliveira Santos e A. de Amorim Garcia