FACULDADES INTEGRADAS TERESA D’ÁVILA
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO TERESA D’ÁVILA
Mantenedor: Instituto Santa Teresa
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
Lorena – SP
2011
FACULDADES INTEGRADAS TERESA D’ÁVILA
AVENIDA PEIXOTO DE CASTRO, 539 – VILA CELESTE
CEP 12.606 580 – LORENA / SP
www.fatea.br
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
CORPO ADMINISTRATIVO
Diretora Geral
Profª Drª Ir. Olga de Sá – [email protected]
Vice-Diretora e Diretora Administrativa
Profª Me. Ir. Raquel de Godoy Retz – [email protected]
Secretária Geral
Profª Especialista Maria Aparecida de Souza Boncristiano –
[email protected]
Coordenador Pedagógico
Prof. Me. José Luiz de Miranda Alves – [email protected]
Diretor da Fundação Olga de Sá
Prof. Gentil Vian – [email protected]
Coordenadora do Curso de Pedagogia
Prof ª Me.Olga Aparecida Arantes Pereira – pedagogí[email protected]
COORDENADORES (AS) DE CURSOS
Curso
Coordenador (a)
e-mail
Administração
Prof. Me. Henrique Martins
administraçã[email protected]
Galvão
Biblioteconomia
Profª Cristina Lino Paiva
[email protected]
Biologia
Prof. Dr. Paulo Sergio Sena
[email protected]
Computação
Prof. Dr. Glauco José
computaçã[email protected]
Rodrigues de Azevedo
Comunicação
Prof. Me.. Jefferson José
Social
Ribeiro de Moura
Desenho
Prof. Dr. Nelson Tavares
Industrial
Matias
Educação
Profª Deise A. Reis Carelli
Artística
Oliveira
Enfermagem
Profª. Me. Ana Beatriz Pinto
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
da Silva Morita
Fonoaudiologia
Profª Dra. Izabel Cristina
[email protected]
Viola
Letras
Profª Me. Stela Maris Leite
[email protected]
Carrinho Araujo
Pedagogia
Profª Me. Olga Aparecida
[email protected]
Arantes Pereira
Arquitetura e
Profº Me. José Ricardo
Urbanismo
Flores Faria
[email protected]
COORDENADORES (AS) DE NÚCLEOS
Núcleo
Coordenador (a)
e-mail
Núcleo de Estágio
Profª Me. Stela Maris
[email protected]
supervisionado – Nest
Leite Carrinho Araujo
Núcleo de Pós -
Profª Me. Rosana
Graduação - Npos
Tupinambá V. Frazili
Núcleo de Extensão
Profª Rosana do Carmo
Universitária - Next
Montemor
Núcleo de Educação a
Distância - NEaD
[email protected]
[email protected]
Prof. Me. Pe. Pedro de
[email protected]
Almeida Cunha
COORDENADORES (AS) DE INSTITUTOS
Instituto
Instituto Superior de
Educação – ISE
Instituto Superior de
Pesquisa – ISPIC
Coordenador (a)
e-mail
Profª Me. Olga A. Arantes
[email protected]
Pereira
Prof. Dr. Rosinei Baptista
[email protected]
Ribeiro
DEMAIS COORDENADORES (AS)
Assistente Social
Profª Zeila Pozzatti – [email protected]
Comissão Permanente de Avaliação - CPA
Prof. Me. Marcus Vinicius Monteiro Gonçalves – [email protected]
Pastoral Universitária
Profª Me. Maria Luzia Dantas – [email protected]
Prof. Gentil Vian
Prof. Me. Pe. Pedro de Almeida Cunha - [email protected]
Centro Cultural
Profª Me. Polyana Zappa – [email protected]
Biblioteca
Profª Cristina Lino Paiva – [email protected]
“A finalidade de nossa escola é ensinar a repensar o pensamento, a ‘des-saber’
o sabido e a duvidar de sua própria dúvida; esta é a única maneira de começar
a acreditar em alguma coisa.”
Juan de Mairena
SUMÁRIO
I
APRESENTAÇÃO .......................................................................
12
II
CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ................................................
13
2.1
Nome da Mantenedora ................................................................. 13
2.2
Base Legal da Mantenedora ........................................................
13
2.3
Nome da IES ................................................................................
13
2.4
Base Legal da IES ........................................................................ 13
2.5
Perfil e Missão da IES ..................................................................
14
2.5.1
Perfil .............................................................................................
14
2.5.2
Missão ..........................................................................................
14
2.6
Dados Sócio-econômicos da Região ...........................................
15
2.6.1
Setor primário - Agricultura e Pecuária .......................................
17
2.6.2
Setor Secundário - Indústria ........................................................
17
2.6.3
Setor Terciário - Comércio e Serviços .........................................
18
2.6.4
Educação ...................................................................................... 18
2.6.5
Cultura e Lazer .............................................................................
2.6.6
Comunicação ................................................................................ 21
19
2.7
Breve Histórico da IES .................................................................
22
III
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ..........................................
31
IV
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA ............................
34
4.1
Administração Acadêmica ............................................................
35
4.2
Coordenação do Curso ................................................................
35
4.2.1
Atuação do Coordenador do Curso .............................................. 35
4.2.2
Participação da Coordenação do Curso em Órgãos Colegiados
Acadêmicos da IES ......................................................................
37
4.2.3
Titulação do Coordenador do Curso ............................................
37
4.2.4
Regime de Trabalho do Coordenador do Curso ..........................
38
4.2.5
Experiência Profissional Acadêmica do Coordenador do Curso .. 38
4.2.6
Experiência Profissional Não Acadêmica e Administrativa do
Coordenador do Curso .................................................................
4.2.7
39
Efetiva dedicação do Coordenador à administração e à
condução do curso .......................................................................
39
4.3
Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso para
Deliberação
e
Discussão
de
Questões
Inerentes
ao
desenvolvimento e Qualificação do Curso ...................................
4.3.1
4.4
39
Participação do Coordenador e dos Docentes no Colegiado do
Curso ............................................................................................
40
Organização Acadêmico-administrativa .......................................
40
4.4.1
Organização do Controle Acadêmico ........................................... 42
4.4.2
Pessoal Técnico e Administrativo .........................................
44
4.4.3
Plano de Carreira dos Funcionários .............................................
44
4.5
Atenção aos Discentes ................................................................. 44
4.5.1
Apoio à Participação em Eventos ................................................. 45
4.5.2
Apoio Pedagógico ao Discente ....................................................
45
4.5.3
Acompanhamento Psicopedagógico ............................................
47
4.5.4
Mecanismos de Nivelamento .......................................................
47
4.5.5
Acompanhamento de Egressos ...................................................
49
4.5.6
Meios de Divulgação de Trabalhos e Produções dos Alunos ......
50
4.5.7
Bolsas de Estudo .......................................................................... 51
V
PROJETO DO CURSO ................................................................
53
5.1
Concepção do curso ..................................................................... 53
5.2
Objetivos do Curso .......................................................................
55
5.3
Perfil do Egresso ..........................................................................
56
5.4
Currículo .......................................................................................
56
5.4.1
Coerência do PPC e do Currículo Com as Diretrizes
Curriculares Nacionais .................................................................
60
5.4.2
Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso ....................
62
5.4.3
Coerência do Currículo com o Perfil Desejado do Egresso .........
62
5.4.4
Coerência e Adequação dos Procedimentos de Ensinoaprendizagem Com a Concepção do Curso ................................
5.4.5
67
Inter-relação das Disciplinas na Concepção e Execução do
Currículo .......................................................................................
69
5.4.6
Dimensionamento da Carga Horária das Disciplinas ...................
70
5.4.7
Conteúdos Curriculares ................................................................ 71
5.4.8
Adequação e Atualização das Ementas e Programas das 105
Disciplinas ....................................................................................
5.4.9
Adequação, Atualização e Relevância das Bibliografias dos
componentes Curriculares Considerando o Perfil do Egresso ..... 106
5.4.10
Alterações Efetuadas no Currículo ............................................... 106
Alterações Realizadas para Vigorar em 2010 ..............................
106
5.5
Sistema de Avaliação ...................................................................
108
5.5.1
Coerência do Sistema de Avaliação do Processo EnsinoAprendizagem com a Concepção do Curso ................................. 108
5.5.2
Procedimentos de Avaliação do Processo Ensino-aprendizagem
109
Recuperação ................................................................................
111
5.6
Atividades Acadêmicas Articuladas ao Ensino de Graduação ..... 111
5.7
Estímulo
à
Participação
dos
Discentes
nas
Atividades
Acadêmicas ..................................................................................
5.7.1
113
Programas, Projetos, Atividades de Iniciação Científica ou em
Práticas de Investigação ..............................................................
113
Formas de Financiamento ............................................................ 115
5.7.2
5.7.3
Atividades de Extensão ................................................................
117
Perfil Fatea ..................................................................................
119
Participação em Atividades de Rotina em Produção Laboratorial
– Monitoria .................................................................................... 119
5.8
Atividades Acadêmicas Articuladas à Prática Profissional e/ou 120
Estágio ..........................................................................................
5.9
Atividades Acadêmicas Articuladas ao Trabalho de Conclusão 121
de Curso .......................................................................................
5.10
Atividades
Acadêmicas
Articuladas
às
Atividades 122
Complementares e Estratégias de Flexibilização Curricular ........
5.11
Estágio Supervisionado ................................................................ 124
5.12
Sistema de Auto-avaliação do Curso ...........................................
125
VI
CORPO ACADÊMICO .................................................................
127
6.1
Corpo Docente .............................................................................
127
6.2
Administração Acadêmica ........................................................... 128
6.3
Formação Acadêmica e Regime de Trabalho ..............................
129
6.4
Experiência Profissional do Corpo Docente .................................
130
6.5
Dedicação ao Curso e Desempenho Acadêmico-profissional .....
130
6.6
Plano de Carreira Docente ...........................................................
132
6.7
Sistema Permanente de Avaliação dos Docentes .......................
132
6.8
Incentivos Profissionais ................................................................
132
6.9
Apoio Didático-pedagógico aos Docentes .................................... 133
6.10
Núcleo de Docentes Estruturante ...............................................
134
VII
INFRA-ESTRUTURA ...................................................................
135
7.1
Instalações Gerais ........................................................................ 135
7.2
Ambientes Especiais ....................................................................
7.2.1
141
Laboratórios .................................................................................. 142
Laboratório de Biologia ................................................................. 142
Laboratório de Química e Bioquímica ..........................................
142
Laboratório de Anatomia e Fisiologia ...........................................
142
Biotério .........................................................................................
143
Laboratório de Procedimentos de Enfermagem .......................... 143
Laboratório de Informática ............................................................ 144
Laboratório de Idiomas ................................................................. 145
7.3
Outros Ambientes Especiais ........................................................
145
Salas de Projeção ........................................................................
145
Auditório ...............................................................................
145
Anfiteatro ......................................................................................
146
Sala de Dança ..............................................................................
146
Agência de Comunicação ............................................................. 146
Gráfica e Editora Santa Teresa ....................................................
146
Espaços para Exposições ............................................................
147
Central de Cópia ........................................................................... 147
Clínica-Escola Fonoaudiológica ...................................................
148
Estúdio de Rádio e TV .................................................................. 148
Rádio Educativa
148
Estúdio e Laboratório de Fotografia .............................................
149
Centro Tecnológico “Maria Gussen” ............................................
151
Sala de Vídeo Conferência............................................................ 152
Sala de Conferência .....................................................................
152
Espaço para Exposições ..............................................................
152
7.4
Salas de Aula ...............................................................................
153
7.5
Instalações Administrativas ..........................................................
154
7.6
Instalações para Docentes ...........................................................
154
7.7
Instalações para Coordenação de Curso .....................................
154
7.8
Instalações Sanitárias ..................................................................
154
7.9
Condições de Acesso Para Portadores de Deficiência Física .....
155
7.10
Infra-Estrutura de Segurança .......................................................
155
7.11
Plano de Expansão Física ....................................................
156
7.12
Equipamentos de Informática ....................................................... 157
Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Docentes .........
157
Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Alunos .............. 157
7.13
Recursos Audiovisuais e Multimídia .....................................
157
7.14
Rede de Comunicação .................................................................
158
7.15
Manutenção e Conservação das Instalações Físicas ..................
158
7.16
Projeto de Paisagismo .................................................................. 159
7.17
Manutenção e Conservação dos Equipamentos .......................... 159
7.18
BIBLIOTECA
160
7.18.1
Espaço Físico ...............................................................................
160
7.18.2
Instalações Para o Acervo ............................................................ 160
7.18.3
Acervo ..........................................................................................
160
7.18.4
Informatização ..............................................................................
162
7.18.5
Base de Dados .............................................................................
163
7.18.6
Setor de Multimeios ...................................................................... 164
7.18.7
Política de Aquisição, Expansão e Atualização ............................ 165
7.18.8
Horário de Funcionamento ...........................................................
165
7.18.9
Produtos e Serviços .....................................................................
165
7.18.10
Formas de Consulta e Empréstimo ..............................................166
7.18.11
Facilidade de Reservas ................................................................166
7.18.12
Apoio na Elaboração de Trabalhos Acadêmicos ....................... 166
7.19
Adequação da Rede de Informática, Internet, Telefonia e Central de
Links ..............................................................................................166
7.20
Restruturação no Serviço da Cantina e da Livraria ......................166
7.21
Fundação Olga de Sá ...................................................................168
I. APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o Projeto Pedagógico para o Curso de
Licenciatura em Pedagogia das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila –
FATEA, mantidas pelo Instituto Santa Teresa. A proposta curricular do Curso
de Licenciatura em Pedagogia, baseada em princípios científicos, tecnológicos
e filosóficos, busca formar um profissional que atenda às exigências próprias
de um processo de formação para atuação no magistério.
O presente projeto atende às necessidades de formação e qualificação
profissional dos futuros professores de educação básica, satisfazendo também
às recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de
professores da Educação Básica em Nível Superior.
O Curso de Licenciatura em Pedagogia da FATEA vem suprir demanda
causada por exigência do MEC da habilitação em licenciatura para professores
do ensino fundamental.
Cada vez mais as Instituições de Ensino Superior têm manifestado
preocupações relacionadas à sua legitimação enquanto instituições sociais. O
estabelecimento de um Projeto Político Pedagógico é uma das ações que
exemplificam isto, pois permite refletir sobre a correta adequação entre o
conceito de educação que a IES advoga e a competência que a sociedade lhe
confere.
Este Projeto Pedagógico pretende construir a identidade do Curso de
Licenciatura em Pedagogia das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila –
FATEA, baseando-se em princípios e ações que conduzam à sólida formação
do estudante, norteadores de valores da realidade cultural, social, política,
econômica e profissional; reconhecendo as particularidades da estrutura
curricular, e estimulando o aluno nas atividades didáticas, teóricas e práticas.
Neste documento, apresentam-se os objetivos, as justificativas e as
características do Curso de Licenciatura em Pedagogia. Estão detalhados
ainda a organização pedagógica, as disciplinas, as ementas, a bibliografia, a
infraestrutura, os recursos humanos e o pessoal de apoio operacional.
II. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES
2.1 Nome da Mantenedora
Instituto Santa Teresa.
2.2 Base Legal da Mantenedora
Endereço: Avenida Dr. Peixoto de Castro, 539, Vila Celeste,
Município de Lorena, Estado de São Paulo - CEP: 12.606-580;
Pessoa jurídica de direito privado, confessional e filantrópica;
Inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes (CGC) do Ministério da
Fazenda sob o Nº 51.778.645/0001-90;
Registro no Cartório de Registro de Imóveis e Anexos de Lorena, no
Livro A, às fls. 33 verso, sob o Nº 63, em 23/3/1956;
Declaração de Utilidade Pública Federal pelo Decreto Nº 72.631 de
agosto 1973;
Reconhecido como de fins filantrópicos pelo Ministério da Educação
pelo Processo Nº 107.812/56 (CNSS);
Criação: Decreto Federal Nº 76.132, de 14 de agosto de 1975,
publicado em 15 de agosto de 1975.
2.3 Nome da IES Mantida
Faculdades Integradas Teresa D’Ávila - FATEA
2.4 Base Legal da IES
Endereço: Avenida Dr. Peixoto de Castro, 539, Vila Celeste,
Município de Lorena, Estado de São Paulo - CEP: 12.606-580; fone: (12)
21.24.28.70
e
21.24.28.30;
fax:
(12)31.53.26.88;
site
institucional:
www.fatea.br;
Instituição de educação superior do sistema federal, privada,
confessional e filantrópica;
Criação: Decreto Federal Nº 76.132, de 14 de agosto de 1975,
publicado em 15 de agosto de 1975;
Última alteração do Regimento aprovada pelo MEC: Portaria MEC Nº
2.995, de 23 de outubro de 2002, publicada em 24 de outubro de 2002;
Ultima alteração do Regimento aprovada pelo Conselho Geral da
FATEA, órgão superior de deliberação colegiada, em reunião de 25 de
novembro de 2008.
2.5 Perfil e Missão da IES
2.5.1 Perfil
O perfil institucional das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila – FATEA
construído por sua comunidade acadêmica, no percurso de mais de cinco
décadas de história, outorga à FATEA o direito de ser reconhecida no Estado
e, principalmente, na região do Vale do Paraíba, pela qualidade e eficácia do
ensino, pela efetiva e sistemática ação na extensão e pela relevância da
pesquisa. Realiza-se na inserção local e regional, pela missão e pela
responsabilidade social assumidas, pelas finalidades, objetivos e metas eleitos,
pelas áreas acadêmicas em que atua, e pelas políticas de ensino, extensão e
pesquisa que pratica.
2.5.2 Missão
Sendo Instituição confessional católica, a FATEA fundamenta sua
missão no Evangelho e nos ensinamentos da Igreja Católica, em diálogo aberto
com as outras Religiões, com a ciência e a tecnologia;
Sendo Instituição Salesiana, fundamenta-se, educacionalmente, no
Sistema Preventivo de Dom Bosco, sustentado pelos pilares da Razão,
Religião e Afeto. A Razão busca o saber como construção, privilegiando o
protagonismo juvenil e a cidadania. O Afeto torna o educando convicto de que
é amado e respeitado como pessoa humana, com suas diferenças e sem
discriminação, e promove a educação inclusiva. A Religião orienta o educando
para o Transcendente, como valor e sentido da vida;
Sendo Instituição de Ensino Superior, assume as finalidades da
Educação Superior no Brasil: promover o ensino, a pesquisa e a extensão com
qualidade;
Sendo situada no Vale do Paraíba, busca se integrar à Cidade de
Lorena e à Região, promovendo ações de extensão aderentes à realidade,
tendo presentes os tipos de pesquisa necessários às empresas, à comunidade
e à população e ao alunado, direcionando seus cursos às áreas demandadas
pela sociedade, e assumindo a difusão das ciências humanas e das artes,
como pólo de cultura;
Sendo Instituição filantrópica, prioriza atender às necessidades
sociais da juventude, especialmente a empobrecida.
2.6 Dados Sócio-econômicos da Região
Trilhando para Minas Gerais, os bandeirantes atravessaram o rio
Paraíba no local que denominaram de Porto Guaypacaré, “lugar das
goiabeiras”, na língua tupi. Ali, graças às roças do português Bento Rodrigues,
surgiu, em 1705, o primeiro núcleo populacional, com a construção da capela
de Nossa Senhora da Piedade.
O povoado, parte do município de Guaratinguetá, foi elevado à
Freguesia, em 1718, com a denominação de Nossa Senhora da Piedade. Em 6
de setembro de 1788, por decreto do Governador de São Paulo, Capitão
General Bernardo José Lorena, tornou-se Vila, com o nome Lorena.
Passou a fazer parte da Província do Rio de Janeiro, em 18 de junho de
1842, como conseqüência da revolução liberal de São Paulo e Minas Gerais.
No mesmo ano, a 29 de agosto, tornou a integrar a Província de São Paulo,
recebendo os foros de cidade, em 24 de abril de 1856.
Em meados do século XIX, com a cultura cafeeira, Lorena, a “Cidade
das Palmeiras Imperiais”, destacou-se política e economicamente, atingindo
período de prosperidade. A produção das fazendas de café escoava atada às
cangalhas das tropas de burros, cujas reminiscências marcaram culturalmente
a região. Em sua história sobressaem figuras ilustres como o Conde de Moreira
Lima, o Barão da Bocaina e o Dr. Arnolfo Azevedo.
Com a decadência do café, iniciou-se a fase de policultura em que a
cana-de-açúcar e o arroz tiveram destaque.
Em 1877, a inauguração da estrada de ferro, ligando o Rio de Janeiro a
São Paulo, incrementou a vida econômica do Vale do Rio Paraíba e,
conseqüentemente, de Lorena. Depois, foi a Rodovia Presidente Dutra que
dinamizou o desenvolvimento regional.
O grande êxodo da população para o oeste paulista repercutiu em seu
desenvolvimento, como no de outras cidades do Vale do Paraíba. No entanto,
a partir de 1925, com a chegada de famílias mineiras e a transformação das
velhas propriedades rurais em fazendas de gado, iniciou-se a fase pastoril do
município. As culturas foram praticamente abandonadas, substituídas por
pastagens, e a pecuária constituiu-se na atividade econômica principal.
Na década de 1970, o arroz foi a base da agricultura das cidades que
integram a Região Administrativa de Guaratinguetá. Hoje, a agricultura divide
espaço com a indústria, o comércio e os serviços, como meios de produção.
Lorena oferece bons serviços de abastecimento de água, distribuição de
energia elétrica, habitação, coleta e tratamento de esgoto, transporte coletivo
urbano e interurbano, rede bancária e telecomunicações, que a tornam
atraente aos negócios e à moradia.
Há disponibilidade de um sistema de saúde, com dois bons hospitais: a
Santa Casa de Misericórdia, fundada em 1867, administrada pelas Irmãs
Salesianas (de 1902 a 2008) e o Hospital Nossa Senhora da Piedade ( atualmente
pertencente a UNIMED); e
diversificadas clínicas médicas, psicológicas,
fonoaudiológicas e odontológicas. A oferta de áreas industriais e comerciais, rede
de restaurantes, hotéis, supermercados, áreas de lazer, denotam o
desenvolvimento social e econômico do município e o favorecem.
Situada entre São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores áreas
metropolitanas do país, e próxima do Sul de Minas, Lorena é privilegiada pelas
facilidades de acesso e de circulação populacional, econômica, educacional,
cultural e de transportes, tendo o naturalista francês Saint-Hilaire, já na terceira
década do século XIX, reconhecido sua “posição risonha”.
Cidades importantes do Vale do Paraíba, como São José dos Campos,
Taubaté, Jacareí, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, e outras de menor porte,
como Cruzeiro, Caçapava, Aparecida, Cachoeira Paulista, Tremembé, Cunha,
Piquete e Queluz, formam um contingente de municípios, que movimenta a
região de grandes perspectivas e potencialidades, sobretudo no campo
educacional. Lorena ocupa uma área de 413,78 km2 e tem uma população de
83.595 habitantes (Fonte: Seade/2008), sendo mais de 96% na zona urbana.
O município de Lorena revela perfil propício à pluralidade de negócios,
pois privilegia a interdependência dos três setores da produção humana e a
vinculação direta e indireta com a economia dos municípios vizinhos, sejam da
Serra do Mar, da Mantiqueira, ou do Litoral Norte.
2.6.1 Setor primário - Agricultura e Pecuária
A agricultura de Lorena, fomentada pela Casa da Agricultura, está
associada aos municípios da região. Sobressai o cultivo do arroz, da cana-deaçúcar e do milho, reforçando a vocação agrícola da região, que gravita em
torno da cidade de Guaratinguetá.
O antigo Horto Florestal de Lorena, criado em 1934, hoje Estação
Florestal de Experimentação Dr. Epitácio Santiago, escritório regional do
IBAMA, desenvolve estudos e pesquisas sobre a fauna e flora da região, e
fiscaliza os municípios da região.
A agropecuária distingue-se pela produção leiteira, setor dinamizado
pelas cooperativas da região em expansão.
2.6.2 Setor Secundário – Indústria
A industrialização de Lorena apresentou dois momentos. O primeiro, na
década de 1970, no contexto do desenvolvimento instaurado no Vale do
Paraíba, por grandes empresas multinacionais. O segundo momento foi
marcado pela iniciativa de empresários locais, que, na década seguinte,
começaram a explorar o mercado industrial.
Lorena tem em torno de 80 empresas de grande e médio porte nos
ramos de produtos alimentícios, químicos, abrasivos, explosivos, elétricos e de
usinagem. Nos últimos anos, a indústria de plásticos expandiu-se.
Integra-se à região do Vale do Paraíba, onde se destaca o
desenvolvimento da pesquisa tecnológica e da indústria aeroespacial.
2.6.3 Setor Terciário - Comércio e Serviços
A diversificação da estrutura comercial e de prestação de serviços de
Lorena pode ser constatada pela existência de cerca de 900 estabelecimentos
comerciais, que cobrem os ramos de confecções, calçados, eletrodomésticos,
alimentação, imobiliárias, locadoras, consultorias e escritórios, compreendendo
filiais de grandes lojas até pequenas e microempresas, que estão se
expandindo.
Transporte e integração geográfica
Por força da localização, o município de Lorena é favorecido por uma
malha de rodovias federais e estaduais estratégicas: a Dutra (São Paulo/Rio de
Janeiro), a BR-116 (Rio Grande do Norte/Rio Grande do Sul), a Fernão Dias
(São Paulo/Belo Horizonte), a Ayrton Senna (São Paulo/Jacareí), a Carvalho
Pinto (Jacareí/Taubaté), a Dom Pedro I (Jacareí/Campinas) e a BR-459
(Lorena/Itajubá/Poços de Caldas).
Lorena tem acesso, por rodovia, a vários aeroportos: Guaratinguetá, 18
km; São José dos Campos, 100 km; São Paulo, 182 km; Rio de Janeiro, 225
km; e Belo Horizonte, 240 km.
Para o transporte de cargas, conta com a ferrovia que a liga a São Paulo
e ao Rio de Janeiro, que deve receber, em futuro próximo, o trem bala para
passageiros.
Acha-se, também, próxima a 4 dos 9 principais portos do Brasil: Santos,
Sepetiba, Rio de Janeiro e São Sebastião, que, recentemente, diversificou o
modelo de exportação devendo, até 2010 (Dersa), movimentar volume superior
a 3 milhões de toneladas anuais de carga.
2.6.4 Educação
(Fonte: Diretoria de Ensino da Região de Guaratinguetá/2009)
O município de Lorena é dotado de rede educacional pública e privada
bem estruturada e reconhecida socialmente, para a qual convergem alunos de
municípios do Vale do Paraíba paulista e fluminense e do sul de Minas Gerais,
seja na busca da educação básica ou superior.
As escolas urbanas públicas estaduais e municipais do ensino
fundamental e ensino médio são em número de 31. A rede pública conta,
ainda, com Escola Técnica Estadual e o Colégio Técnico de Lorena, mantido
pela USP.
A rede privada de ensino conta com 15 escolas, dentre as quais o
Colégio São Joaquim dos Padres Salesianos; o Instituto Santa Teresa das
Irmãs Salesianas; o Colégio Patrocínio de São José; o Colégio Drummond
(Sistema Anglo); o Instituto Educacional Colégio Da Vinci (Sistema Objetivo); o
Colégio Delta; o Colégio Gênesis; a Escola Adventista; a Escola do Serviço
Social da Indústria; o Conservatório Musical Maestro João Evangelista; e a
Escola Municipal Profissionalizante Milton Ballerini, conveniada com o SENAI.
Dessas sete oferecem educação profissional de nível médio.
No ensino superior, há a Escola de Engenharia de Lorena/USP; as
Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, das Irmãs Salesianas Filhas de Maria
Auxiliadora e o Centro Universitário Salesiano, dos Padres Salesianos.
Anualmente, estas instituições recebem perto de cinco mil alunos de
graduação, além dos que cursam pós-graduação.
Registramos a seguir (Quadro I) dados relativos ao tipo de mantença,
níveis e modalidades de ensino e número de alunos matriculados na rede de
ensino jurisdicionada à Diretoria de Ensino da Região de Guaratinguetá.
Quadro I - Escolas de educação básica
Tipo de Mantença
Pública Estadual Urbana
Pública Estadual Rural
Pública Municipal Urbana
Pública Municipal Rural
Privada
Total
Número
68
52
116
87
81
404
O conjunto de escolas acima atende perto de 35.000 alunos de Ensino
Fundamental e 19.963 de Ensino Médio.
Das escolas públicas estaduais urbanas da Região, 67 mantêm o Ensino
Médio, e, das privadas, 43 mantêm este nível de ensino, e dessas, 22 escolas
oferecerem cursos de educação profissional de nível médio.
Tomando-se o Município de Lorena, há 9 escolas públicas estaduais
urbanas com 2.604 alunos matriculados no Ensino Médio, e 4.982 alunos no
Ensino Fundamental; 22 escolas municipais urbanas e 7 rurais.
2.6.5 Cultura e Lazer
São inúmeros os eventos culturais que ocorrem em Lorena e região:
peças teatrais, palestras, conferências, congressos, fóruns, concertos,
exposições,
feiras
industriais
e
agropecuárias.
Algumas
tradições
e
manifestações culturais e artísticas são celebradas, como festas religiosas, os
moçambiques, a cavalaria de São Benedito, festas juninas, que cultuam e
mantêm viva a memória popular.
As instituições confessionais lideram as promoções culturais. O Instituto
Santa Teresa e as Faculdades Integradas Teresa D’Ávila mantêm importantes
espaços culturais: a Cantina D’Arte; o Centro Cultural Teresa D’Ávila; as
Revistas Ângulo e Janus; o Cine Clube; o Espaço Arte Teresa D’Ávila; a
Biblioteca Conde de Moreira Lima; a Biblioteca Infantil Pequeno Príncipe;
auditórios; vídeo conferência; o Ginásio Poliesportivo e alojamentos para
hospedagem. Promovem cursos, shows, eventos culturais, feiras de livros,
peças teatrais, sessões semanais de cine clube, seminários, palestras e
oficinas, e cedem seu teatro à comunidade para formaturas, festivais de teatro,
espetáculos de dança e outros.
O Centro Universitário Salesiano e o Colégio São Joaquim também
promovem palestras, cursos, seminários e atividades culturais, educacionais e
profissionais. Abrigam teatro e duas bibliotecas, uma especializada em temas
do Direito. Do mesmo modo fazem outras instituições como o Colégio Delta, o
Colégio Patrocínio de São José e a Escola de Engenharia de Lorena/USP.
A Biblioteca Municipal Sérvulo Gonçalves, fundada em 1876, e alguns
casarões da época colonial são espaços que documentam a cultura
valeparaibana, destacando-se o Solar Baptista D’Azevedo, o Solar dos
Azevedo ou dos Barões de Santa Eulália e o Solar do Conde de Moreira Lima.
O Solar Baptista D’Azevedo é mobiliado e decorado com peças
autênticas. O Solar dos Azevedo (1850), adquirido pelo bispado de Lorena, é
sede da Casa de Evangelização.
O Solar do Conde de Moreira Lima, em estilo neoclássico, sede da
Secretaria Municipal da Cultura, abriga, desde 1978, a Casa da Cultura
Péricles Eugênio da Silva Ramos, responsável por fomentar atividades artístico
culturais e incentivar artistas, intelectuais e artesãos a divulgarem suas obras,
possui museu e espaços para exposições, palestras e eventos diversos.
Mantém, ainda, a Sala Euclides da Cunha, que conserva pertences do escritor,
que residiu em Lorena entre 1901 e 1903, estando a casa onde residiu
preservada a exigir tombamento.
Merecem destaque como monumentos de arte e da fé católica a Catedral
de Nossa Senhora da Piedade, projetada e construída pelo arquiteto Dr. Ramos
de Azevedo, a Igreja do Rosário e a Basílica Menor de São Benedito, em estilo
gótico-romano, construída entre 1875 e 1884 e agregada à Basílica do Vaticano,
em 1917.
A cidade conta com o Horto Florestal/IBAMA, que oferece lazer esportivo
e ecológico, viveiro de mudas e o Centro de Educação Ambiental.
No Recinto de Exposições do Sindicato Rural de Lorena e Piquete, são
promovidas feiras agroindustriais e pecuárias. Os clubes da cidade são em
bom número, podendo-se citar o Clube Comercial de Lorena, o Esporte Clube
Hepacaré, o Círculo Militar de Lorena, o Clube dos Subtenentes e Sargentos e
a Associação Desportiva da Polícia Militar. Há, ainda, o Centro Social Urbano e
o parque ecológico Águas do Barão, mantidos pela administração municipal.
Pode-se contar com os ambientes da antiga estação ferroviária,
transformada em espaço cultural, com teatro e áreas livres e cobertas para
sediar eventos diversos.
2.6.6 Comunicação
Lorena é muito bem servida no que se refere à mídia impressa e
eletrônica da região, destacando-se a Rádio e a TV Aparecida, na cidade
vizinha de Aparecida, e o jornal Valeparaibano, em São José dos Campos. Dos
jornais impressos, dois têm mais de cem anos: o Correio Paulista, de
Guaratinguetá, e a Tribuna do Norte, de Pindamonhangaba. Lorena possui
vários jornais locais, sendo que o Jornal Guaypacaré circula há 35 anos
(circulação semanal).
Dentre as principais emissoras de rádio e de televisão da região, cita-se:
em Cachoeira Paulista, a Rádio e TV Canção Nova; em Guaratinguetá, a Rádio
Metropolitana; em Jacareí, a Rádio 8 A FM e a Rádio Clube; em Lorena, a
Rádio e Televisão Colúmbia e a Rádio Cultura, da Rede Bandeirantes, que, foi,
de 2003 a 2009, gerenciada pela FATEA; em Pindamonhangaba, a Fundação
Setorial de Radiofusão Educacional; em São José dos Campos, o Canal
Brasileiro de Informação e a Rádio e Televisão Metropolitana; em Taubaté, a
Rádio e Televisão Taubaté, a Rádio Difusora, a Rede Vale-paraibana e a
Vanguarda TV.
Outra atividade produtiva que se expande pela região do médio Paraíba
é a Comunicação e a Propaganda, que chega a mais de uma centena de
empresas distribuídas por todos os municípios.
Do mesmo modo, cresce o número de agências de turismo, que atingem
centena e meia, dentre as quais: Agência de Viagens CVC Tur, Intercities
Agência de Viagens e Turismo, Lorentur como resposta à vocação da região,
privilegiada por inúmeras atrações turísticas, sejam históricas, religiosas, rurais,
nas cidades de grande e médio porte, bem como nas pequenas, de tradição
rural, próximas às margens do rio Paraíba e nas encostas das serras do Mar e
da Mantiqueira. Na região existem mais de 300 hotéis, hotéis-fazenda e
pousadas, aos quais, considerando a proximidade com o litoral norte do Estado
de São Paulo, pode-se somar mais 145 hotéis e pousadas.
2.7 Breve Histórico da IES
O Instituto Santa Teresa, Mantenedor das Faculdades Integradas Teresa
D’Ávila (FATEA), foi fundado em 19 de dezembro de 1954. Seu estatuto foi
registrado no Cartório de Registro de Imóveis e Anexos de Lorena, em 23 de
março de 1956, sendo, no mesmo ano, reconhecido pelo Ministério da
Educação como entidade filantrópica, e declarado de utilidade pública pelo
Decreto nº 72.631/1973.
Vincula-se ao Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, que nasceu em
Mornese, Itália, em 5 de agosto de 1872. As Filhas de Maria Auxiliadora - FMA
constituem as Instituições Salesianas fundadas por Dom Bosco e Santa Maria
Domingas Mazzarello, em 1854, sendo reconhecidas como pessoa jurídica
autônoma, em 1 de março de 1869, com a missão de dedicar-se à educação.
Em 1892, as FMA iniciaram suas atividades educacionais no Brasil, com
o Colégio Nossa Senhora do Carmo, em Guaratinguetá, São Paulo.
Atualmente, formam uma “rede mundial de educação e solidariedade”,
inserida em múltiplos contextos culturais, nos cinco continentes, com mais de
mil e seiscentas comunidades educacionais e cerca de um milhão de alunos da
educação infantil à universidade.
No Brasil, as Salesianas congregam-se em Inspetorias regionais – Belo
Horizonte, Campo Grande, Cuiabá, duas em Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio
de Janeiro e São Paulo –, atuando em todo o país. A Inspetoria de São Paulo é
responsável pela direção do Instituto Santa Teresa.
O Instituto recebe, há mais de 50 anos, a comunidade lorenense e valeparaibana, para educar para a transcendência.
O Instituto Santa Teresa iniciou suas atividades em 1957 com o curso
primário, seguindo-se o ginásio (1958), o curso colegial, clássico e científico, e
o curso normal, na década de 60, estendendo-se à educação profissional.
Na educação superior, nos anos 1950, como sub-sede da Faculdade
Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena (hoje UNISAL), respondeu
pelos cursos de Filosofia, Teologia, Letras, História, Pedagogia, Economia
Doméstica e Psicologia.
Em 1964, foi criado o Cine-Clube de Lorena, como suporte para as aulas
teóricas de cinema dos cursos de graduação da Faculdade.
Em 1968, foi autorizada a instalação da Escola Superior de Ciências
Domésticas e Educação Rural, que, em 1974, integrou-se às Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila, que ofereceria os cursos de Economia Doméstica,
Biblioteconomia (autorização: Decreto nº 76.132/75; reconhecimento: Decreto
nº 82.705/78), e Educação Artística (habilitações: Artes Plásticas e Desenho),
autorizado pelo Decreto nº 76.201/75 e reconhecido pelo Decreto nº 82.875/78.
Em 1988, a FATEA assumiu o Curso de Letras, autorizado pelo Decreto
nº 30.552, de 14 de fevereiro de 1952, e reconhecido pelo Decreto nº 35.740,
de 29 de junho de 1954, que funcionava na Faculdade Salesiana de Filosofia,
Ciências e Letras de Lorena, e que, antes, de 1957 a 1975, estivera sob sua
orientação. Em 1998, foi autorizada (Portaria nº 1.451) a Licenciatura em
Língua Portuguesa e Espanhola e respectivas Literaturas, reconhecida pela
Portaria nº 1855, de 16 de julho de 2003.
Em 1989, foram autorizados os Cursos de Fonoaudiologia (Parecer nº
506/88 e Decreto nº 97.904/89, reconhecido pela Portaria MEC nº 1.291/95);
Decoração (Parecer nº 833/87 e Decreto nº 99.021/90, reconhecido pela
Portaria MEC nº 1.843/94); e Desenho Industrial com habilitação em Projeto de
Produto e Programação Visual (Autorização: Parecer nº 1.242/88 e Decreto nº
98.465/89, e Reconhecimento: Portaria MEC nº 518/95).
De 1991 a 1995, a FATEA esteve sob a mantença da União Social
Camiliana, São Paulo, voltando à orientação das Salesianas e do Instituto
Santa Teresa, em janeiro de 1996, pela Portaria MEC nº 2.277/97.
O Programa de Incentivo à Qualificação Docente – PIQD que financia
programas de mestrado e doutorado aos professores da FATEA foi instituído
em 27 de agosto de 1999, conforme consta de Portaria da Diretora Geral. O
Programa foi atualizado algumas vezes, para se ajustar ao perfil da Instituição,
considerando o número de docentes titulados e as condições econômicas.
Em fevereiro de 2000, foi autorizado o Curso de Comunicação Social
(habilitações: Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Radialismo e Relações
Públicas), autorizado pela Portaria MEC nº 220/2000 e reconhecido pela
Portaria nº 4.570, de 28 de dezembro de 2005.
A Comissão Própria de Avaliação - CPA da FATEA instalou-se no ano
2000, com designação de comissão de trabalhos. Suas atividades ganham
sistematização e solidez em 2004, com a elaboração do projeto de avaliação
institucional, atendendo às exigências do Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior, instituído pela Lei nº 10.861/2004. Em 2009, é alterada a
Portaria da Diretora Geral, de 15 de janeiro de 2004, estabelecendo-se a nova
forma para a constituição da CPA/FATEA.
Em julho de 2001, os Cursos de Enfermagem (Autorização: Parecer
CNE/CES nº 970/2001, e Reconhecimento: Portaria nº 577/2006), e
Administração (Autorização: Portaria MEC nº 1.616/2001), com as habilitações
em Finanças, Gestão Empresarial e Estratégica, Gestão de Sistemas de
Informação e Recursos Humanos. Em 2005, pela Portaria nº 4.571, o curso de
Administração foi reconhecido e, com base na Resolução nº 4, de 13 de julho
de 2005, teve o currículo remodelado, deixando de existir habilitações.
De novembro de 2001 a fevereiro de 2002, a FATEA financiou para 36
docentes e funcionários curso na modalidade EAD sobre tecnologia de
informação, ministrado pela Universidade Federal de Santa Catarina, com
encontros presenciais em Lorena. A experiência resultou na criação, em 8 de
fevereiro de 2002, do Núcleo de Educação a Distância e Núcleo de
Desenvolvimento de Hipermídia – NUDEH, (Portarias da Diretora Geral nº 1 e
nº 2) sendo este último extinto, a 2 de dezembro de 2008, para dar lugar à
Plataforma de Apoio Presencial, que permite a comunicação entre alunos,
professores, coordenadores, Administração, Secretaria e Diretoria, e o suporte
às aulas presenciais e atividades online.
Em 28 de fevereiro de 2002, o Instituto Santa Teresa, Mantenedor das
Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, cria a Fundação Olga de Sá.
Pela Portaria MEC nº 2.995, de 23 de outubro de 2002, foi aprovado o
atual Regimento da Instituição, alterado pelo Conselho Geral, em 31 de outubro
de 2008, conforme documenta Portaria da Diretora Geral. Por meio da Portaria
MEC, citada foi criado o Instituto Superior de Educação - ISE, que incorporou
as licenciaturas, conforme Portaria da Diretora Geral de 25 de março de 2003.
Agora, para este ato de solicitação de recredenciamento, segue postado o
novo Regimento Geral, aprovado pelo Conselho Geral das Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila para homologação, quando, então, passará a viger.
No mesmo ano, foi autorizado (Portaria MEC nº 518) o Curso de Biologia
reconhecido pela Portaria nº 1.094, de 14 de dezembro de 2006. Em outubro,
pela Portaria 2.971/2002, autorizou-se o Normal Superior (Reconhecimento:
Portaria nº 4.569/2005), transformado em Curso de Pedagogia pela Portaria nº
943/2006, em vista da publicação da Resolução nº 1/2006, que instituiu as
novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia.
Em 4 de fevereiro de 2003, por Portaria da Diretora Geral, foi criado o
Núcleo de Pós-graduação e Extensão - NUPEX, que passou a idealizar,
projetar e acompanhar a realização de cursos de pós-graduação lato sensu e
de extensão. Designou-se, em decorrência, um professor responsável por
cursos livres, a partir de 2009.
A 17 de fevereiro de 2004, por meio de Portaria da Diretora Geral, foi
criado o Comitê de Ética em Pesquisa da FATEA, cuja constituição foi alterada
pela Portaria da Diretora Geral, em 18 de abril de 2006. O CEP teve
confirmada sua inscrição no Ministério da Saúde, em 2006, consolidando sua
assessoria a instituições de pesquisa da região, que envolvam seres vivos. Em
27 de maio de 2009, nova Portaria foi aprovada pelo Conselho Geral, com a
designação dos membros para o triênio 2009/2012, atendendo à legislação da
Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP, que emitiu a renovação do
registro em 24 de junho de 2009.
Pela Portaria da Diretora Geral de 19 de fevereiro de 2004, foi criado o
Instituto Superior de Pesquisa e Iniciação Científica - ISPIC, que publica a
revista científica “Janus” e que definiu a Sistemática para a Apresentação de
Projetos de Pesquisa, aprovada pela Portaria da Diretora Geral, de 19 de
março de 2009.
Em 28 de maio de 2004, por meio da Portaria da Diretora Geral, o
funcionamento das Atividades Complementares foi disciplinado para os cursos
de graduação da FATEA, com as adaptações necessárias ao bacharelado e à
licenciatura.
Foi criado, a 5 de outubro de 2004, como resultado das atividades
iniciadas a partir de 4 de agosto de 2003, o Ambulatório de Enfermagem das
Faculdades Integradas Teresa D’Ávila - FATEA. Com a ampliação das
modalidades e do aumento do número de atendimentos, o Ambulatório foi
transformado no Espaço Saúde Irene Augusto, em 9 de junho de 2006,
encampando as atividades da Clínica-Escola Fonoaudiológica e do Complexo
Laboratorial.
A partir do mês de março de 2005, conforme atas de registro, foram
formalizadas as reuniões que aconteciam com os Coordenadores de Curso e o
Coordenador Pedagógico, visando a incluir o foco pedagógico nas questões
relativas a organização dos cursos.
A 30 de janeiro de 2005, o Oratório Santa Teresa, entidade social com
mais de 15 (quinze) anos de serviços prestados, foi transformado no Centro
Social-educacional Maria Rita Périllier – CEMARI.
Houve a dissolução do Núcleo Integrado de Extensão e Estágio - NIEES
e foram criados, por Portaria da Direção Geral, os Núcleos específicos de
Estágio – NEST (28 de julho de 2005) e de Extensão – NEXT (25 de agosto de
2005). Este último, por Portaria de 19 de março de 2010, passou a ser
denominado Núcleo de Extensão e Relações Comunitárias, para melhor
explicitar o objetivo de suas atividades: estreitar as relações com a sociedade
do entorno. Com isso foram ampliados os projetos comunitários, sob orientação
do Núcleo de Extensão com apoio da Pastoral.
Nesse ano, foi criado o Núcleo de Design e Ergonomia – NDE; a Gráfica
foi transformada em Gráfica e Editora; e passou a ser realizado, desde então, o
Cine FEST Troféu Gato Preto, que premia os melhores filmes nas categorias
de animação, mini-curta, curta metragem e documentário.
Entre 2005 e 2006, na modalidade de EAD, a FATEA ministrou o curso de
Especialização em Indexação e capacitações em tecnologia de informação
para os docentes.
Em 2006, foi solicitado ao Ministério das Comunicações o direito de
explorar a Radiodifusão educativa, conforme Plano de Distribuição de Canais.
Publicada
a autorização, aguarda-se
a liberação
do
Ministério
para
implantação.
Foi instituído o Programa de Acompanhamento de Egressos - PAE, em 5
de outubro de 2006, e ainda o Programa de Nivelamento de Ensino - PRONEN,
que, passando por modificações, adequou-se à modalidade EAD, em 2008.
Em 2006, também, a FATEA iniciou o processo de seu credenciamento
como Centro Universitário, junto ao Sistema Federal de Educação Superior, o
que está a se concretizar, conforme pode-se acompanhar no sistema E.MEC.
Durante dois anos (2006/2007), docentes e discentes dos cursos de
Comunicação Social assumiram programa semanal, na TV Aparecida.
Entre 2003 e 2008, foi incrementada a infra-estrutura tecnológica e
arquitetônica da FATEA, sendo construídos e remodelados ambientes como
Biotério, Vídeo-Conferência, Laboratório de Bioquímica, Laboratórios de
Informática, Espaço-Saúde, Centro Tecnológico, Laboratório e Estúdio de
Fotografia, Estúdio de Rádio e TV, e Teatro; renovados e otimizados seus
equipamentos e materiais didáticos. Foi feita a reforma das redes elétrica,
telefônica e de informática, otimizando o acesso à Internet nos ambientes
administrativos e pedagógicos. Em 2005 e 2007, foram entregues à
comunidade acadêmica e à sociedade dois novos prédios, somando 24 salas
de aula, auditórios, sanitários, biblioteca geral e biblioteca infantil, sala de
periódicos, salas de coordenações, sala de professores, galeria para
exposições, central de provedores e laboratório de informática.
Em 19 de outubro de 2007, foi instituído o Programa de Formação
Permanente - Educação para Educadores da FATEA, que estimula a
capacitação docente, por meio de encontros e reuniões, quando são tratados
temas pedagógicos e assuntos relacionados com a vida escolar, e
apresentadas experiências relativas ao processo ensino-aprendizagem.
Em 2007, pela Portaria MEC nº 137, de 9 de fevereiro, foi autorizado o
Curso de Licenciatura em Computação, conforme previsto no Plano de
Desenvolvimento Institucional, que aguarda reconhecimento. Foi, ainda, o ano
da instituição do Código de Ética, Valores e Princípios da FATEA, e da criação
do Núcleo de Estudos Literários e Linguísticos - NELL.
O Plano de carreira, cargos e salários do Corpo Docente da FATEA é
refeito e instituído pela Portaria da Diretora Geral, em 28 de junho de 2007. Em
18 de dezembro de 2009, foi estabelecido novo Plano, abrangendo o pessoal
técnico e administrativo, protocolado no Ministério do Trabalho e Emprego, em
21 de dezembro de 2009.
Em 2008, o Setor de Publicações, foi criado, por Portaria da Diretora
Geral, e foram definidas e organizadas a constituição e a forma de
funcionamento da Ouvidoria da FATEA, por meio da Portaria da Diretora Geral,
de 6 de fevereiro.
Foi dado, também, passo importantíssimo para evidenciar e realizar a
identidade cristã da FATEA, que criou a Rede das Salesianas de Ensino
Superior (ISS – Instituições Salesianas de Ensino Superior / FMA – Filhas de
Maria Auxiliadora), que já realizou um Encontro Internacional em Roma e dois
encontros oficiais no Brasil, estando programado o 2º Encontro Internacional na
Colômbia, em 2010.
Os membros dos Núcleos Docentes Estruturante de todos os cursos de
graduação da FATEA foram designados em 29 de junho de 2009, devendo,
agora, em 2010, se adequarem à Resolução da Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior - CONAES nº 1, de 17 de junho de 2010.
Foram instituídas, a partir do ano letivo de 2010, as chamadas
Disciplinas Institucionais, que afirmam o carisma de FATEA e devem constar
dos quadros curriculares dos cursos de bacharelado e de licenciatura, com o
objetivo de ampliar a visão que o estudante tem do ser humano, da cultura e do
contexto mundial.
Pela Portaria SESU/MEC nº 814, de 1º de julho de 2010, publicada no
Diário Oficial da União no dia 2 de julho de 2010, foi autorizado o Curso de
Arquitetura e Urbanismo.
Cabe comentar, não indicando a data, a ampliação da oferta de bolsas
de estudo diretas e por meio de convênios, como o Projeto Escola da Família
da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, o PROUNI, o FIES e
contratos com Prefeituras, e os cursos de aperfeiçoamento oferecidos a
educadores das redes de ensino municipais e estadual.
Destaque-se a Faculdade Aberta à Terceira Idade que, por dois anos,
atendeu a centenas de pessoas, esteve paralisada, por um pequeno lapso de
tempo, retomando, plenamente, suas atividades em 2011.
A ação educativa da FATEA na sociedade valeparaibana, desde então,
representa a profissionalização de 4.800 pessoas (Quadro III) nas diversas
áreas de saber e da atuação humana, descontados os graduados do tempo em
que atendeu alunos da Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de
Lorena.
Quadro III - Número de formandos por curso – 1966/2009
Curso
Economia Doméstica
Educação Artística
Biblioteconomia
Letras
Desenho Industrial
Fonoaudiologia
Decoração
Jornalismo
Radialismo
Publicidade e Propaganda
Relações Públicas
Normal Superior/Pedagogia
Administração
Enfermagem
Biologia
Computação
Total Geral
Graduados
324
887
410
821
329
491
86
170
77
126
48
97
363
324
224
23
4.800
Atualmente, a FATEA oferece, à comunidade, os seguintes cursos de
graduação e pós-graduação (Quadro IV e V):
Quadro IV - Cursos de graduação oferecidos atualmente pela FATEA
Curso
Grau
Vagas
Administração
Biblioteconomia
Biologia
Computação
Decoração
Desenho Industrial
Educação Artística
Enfermagem
Fonoaudiologia
Jornalismo
Letras
Pedagogia
Publicidade e Propaganda
Radio e TV
Relações Públicas
Arquitetura e Urbanismo
Bacharelado
Bacharelado
Licenciatura
Licenciatura
Bacharelado
Bacharelado
Licenciatura
Bacharelado
Bacharelado
Bacharelado
Licenciatura
Licenciatura
Bacharelado
Bacharelado
Bacharelado
Bacharelado
200
80
100
100
40
40
80
80
60
50
120
150
150
50
50
50
Quadro V - Cursos de pós-graduação oferecidos atualmente pela FATEA
Área
Administração
Biologia
Educação
Curso
Especialização em Gestão
Pública
Gestão Avançada de
Recursos Humanos
Finanças Empresariais e
Banking
Análise e Gestão Ambiental
Grau
Vagas
Especialização
25
Especialização
25
Especialização
Especialização
25
Análises Clínicas
Práticas Pedagógicas
em Ensino Fundamental I
Especialização
25
25
Especialização
25
Gestão Escolar
Educação Infantil: Saberes
e Olhares Necessários
Especialização
Especialização
25
25
Saúde
Enfermagem em Urgência e
Emergência
Saúde Coletiva
Ênfase na Estratégia Saúde
de Família
Gerontologia Interdisciplinar
Especialização
Especialização
Especialização
25
25
25
A FATEA pode desenvolver cursos sequenciais de complementação de
estudos e de formação específica, de acordo com o disposto em seu
Regimento. Os cursos sequenciais têm seus planos de organização aprovados
pelo Conselho Geral, devendo conformar-se às exigências mínimas quanto à
duração e qualificação, conforme disposto pelo Sistema Federal de Ensino.
Programa Especial de Formação Pedagógica
As Faculdades Integradas Teresa D’Ávila propõe criar, no âmbito do
Instituto Superior de Educação, o Programa Especial de Formação Pedagógica
para portadores de diploma de nível superior, destinado a habilitar para o
magistério de disciplinas da educação profissional e da educação básica.
Promover a capacitação de bacharéis visa a suprir o déficit da rede
escolar, dos municípios da região circunvizinha a Lorena, cuja carência se
constata pelo elevado número de autorizações para lecionar que a Diretoria de
Ensino da Região de Guaratinguetá, anualmente, defere.
Para isso, derivando da matriz dos conteúdos das disciplinas cursadas
pelo diplomado do ensino superior no bacharelado, constitui-se um currículo
formativo integrado por teorias pedagógicas e estratégias e práticas didáticas,
que alcance o perfil desejado, ao possibilitar que o egresso busque e construa
conhecimentos, competências e habilidades específicos, abrangentes e úteis à
área de atuação na qual se iniciará. Serão ações para promover a formação e
o desenvolvimento de atitudes, habilidades e hábitos requeridos para a ação
coerente, humana e efetiva na função docente, tendo em vista a autorealização pessoal e profissional e a melhoria qualitativa da educação básica e
técnica do país.
A partir de 2003, a FATEA decide consolidar a graduação e o
ordenamento institucional. Redimensiona funções administrativo-pedagógicas,
coordenações e núcleos, criando, entre eles, o Instituto Superior de Pesquisa e
Iniciação Científica, com a publicação de revista própria (Janus); o Ambulatório
de Enfermagem, a Clínica Escola Fonoaudiológica, os Núcleos específicos de
Extensão e de Estágios, o Núcleo de Pós-graduação e Extensão.
Nesta esteira, implementa o atendimento ao estudante estabelecendo o
programa de nivelamento de ensino e a política de egressos.
Elabora a nova política de recursos humanos, cujas disposições
resultam na Estrutura de Cargos e Salários do Instituto Santa Teresa, aplicada
aos empregados em atividade e que vierem a ser admitidos.
Em 2001, a FATEA decidira incursionar pela educação a distância. Para
tanto, criou o Núcleo de Educação a Distância - NEAD, responsável por criar,
implementar, acompanhar e avaliar as ações nessa modalidade. O Núcleo foi
dotado com pessoal e capacitou professores e funcionários administrativos.
Como experiência, organizou e realizou cursos de extensão para o pessoal que
atua em bibliotecas públicas e privadas.
Atualmente, o NEAD, mantendo as atribuições anteriores, instalou a
Plataforma de Apoio Presencial, extensão virtual da Instituição, na qual
coordenadores, professores e alunos encontram o suporte necessário para as
aulas presenciais e atividades on line. Podem, ainda, interagir com a Direção
Geral, Coordenação Pedagógica, Administração e Secretaria, bem como
comunicar-se entre si.
Para dar sentido e objetividade à sua atuação na comunidade, a
Mantenedora da FATEA criou, em 28 de fevereiro de 2002, a Fundação Olga
de Sá, para apoiar projetos e atividades de ensino, pesquisa, extensão
universitária, e o desenvolvimento institucional, científico-tecnológico, cultural,
social e econômico.
O Processo de Avaliação Interna foi dinamizado pela Diretoria e pela
Comissão Própria de Avaliação, recebendo nova formatação, com a
sistematização do plano de trabalho, estruturado em cronograma, distribuição
de tarefas e disponibilização de recursos humanos, materiais e operacionais,
garantindo-se a participação de toda a comunidade acadêmica.
A Diretoria vem incrementando a infraestrutura tecnológica e predial.
Construiu e reformou laboratórios, oficinas e ambientes especiais, como a
Vídeo-Conferência, o Biotério, Laboratório de Bioquímica e o Estúdio de
Fotografia; renovou e otimizou equipamentos e materiais didáticos dos
laboratórios, das oficinas e outros espaços, como Estúdio de Rádio e TV e
Teatro; atualizou os laboratórios de informática e manteve o programa de
aquisição de livros e periódicos para a Biblioteca.
Foram abertos cursos de extensão e especialização, docentes e
funcionários tem sido capacitados, e foi mantido o Programa de Incentivo a
Qualificação Docente, para professores que cursam programas de mestrado e
doutorado, o que tem resultado em notável impulso à titulação docente,
próxima aos quadros das melhores instituições do país, como se vê abaixo
(Quadro VI).
Quadro VI - Progressão da titulação do corpo docente da Fatea
Doutores
Mestres
Total
2000
2003
2006
2009
30,8 %
3,7 %
34,5 %
37,6 %
6,0 %
43,6 %
46,0 %
6,1 %
52,1 %
55,5%
16,2%
71,7%
Para os alunos foram ampliadas as bolsas de estudo, diretas e por meio
de convênios (Programa Escola da Família da Secretaria de Estado da
Educação, PROUNI e Projetos de Prefeituras).
A FATEA oferta, por meio de parcerias, cursos de aperfeiçoamento para
gestores e professores municipais e estaduais, como o Programa Teia do
Saber.
Em 2003, a FATEA após licitação ganha, ministrou a Capacitação de
Professores de Biologia, Língua Portuguesa Ensino Médio, Língua Portuguesa
Ciclo II do Ensino Fundamental das Unidades Escolares jurisdicionadas à
Diretoria de Ensino da Região de Guaratinguetá para aproximadamente cento
e cinquenta professores. Em 2004, após pregão ganho, a instituição foi
contratada para capacitar Professores de Biologia e Professores para o curso
de Leitura (Ler para Aprender) das Unidades Escolares jurisdicionadas à
Diretoria
de
Ensino
da
Região
de
Guaratinguetá,
num
total
de
aproximadamente oitenta professores. Em 2005, após pregão ganho, a
instituição foi contratada para capacitar professores para os cursos de
formação continuada: Metodologias de Ensino da Língua Portuguesa no ciclo II
do Ensino Fundamental (Curso Inicial); Metodologias de Ensino da Língua
Portuguesa no ciclo II do Ensino Fundamental III (Curso em Aprofundamento);
Metodologias de Ensino de Arte no ciclo II do Ensino Fundamental (Curso
Inicial), num total de aproximadamente duzentos professores. Também em
2005, após pregão ganho, a Instituição foi contratada para ministrar curso de
Metodologias de Ensino de Arte no ciclo II do Ensino Fundamental (Curso
Inicial), para trinta e cinco professores da Diretoria de Ensino de Taubaté. Em
2006 a FATEA ganhou o pregão sendo então contratada para ministrar curso
de Arte para duas turmas de professores da Diretoria de Ensino de Taubaté;
para a Diretoria de Guaratinguetá foi contratada para ministrar Curso Inicial de
Língua Portuguesa e Leitura I, Leitura em Continuidade de “Ler para Aprender”
e também Arte em continuidade.
Destaque merece a Faculdade Aberta à Terceira Idade, que funcionou
por dois anos dentro da Instituição ( 2007 e 2008) e o curso reestruturado se
encontra em fase de novamente ser oferecido ainda em 2010.
Quanto à estrutura física da FATEA, em 2005 e 2007, foram entregues à
comunidade acadêmica e à sociedade dois novos prédios, que somam 24
salas de aula, salas de conferências, auditórios, sanitários, biblioteca geral e
biblioteca infantil, sala de periódicos, salas das coordenações, sala dos
professores, galeria e hall para exposições, central de provedores e laboratório
de informática.
O crescimento requereu a reforma total das redes elétrica, telefônica e
de computadores, para otimizar o acesso à Rede de Internet pelos ambientes
administrativos e pedagógicos: Biblioteca, laboratórios de informática, Rádio
AM e estúdios de fotografia, rádio e televisão. A Gráfica Santa Teresa foi
transformada em Gráfica e Editora.
As ações extensionistas foram ampliadas, sob orientação da Pastoral e
do Núcleo de Extensão, possibilitando que o saber construído transforme-se e
se direcione as realidades local, regional e brasileira e que o aluno participe da
ação comunitária como cidadão e como pessoa.
Algumas vertentes da Extensão são a Clínica Escola Fonoaudiológica e
o Ambulatório de Enfermagem, que integram o Espaço-Saúde Ir. Irene
Augusto, aberto à comunidade, em especial à de baixa renda, que objetiva a
prevenção de doenças e propicia a alunos e docentes vivências profissionais
solidárias e atividades de ensino, pesquisa e extensão, por meio da
intervenção acadêmica multiprofissional e integrada.
Outras experiências acontecem no Lar São José de Lorena, no Centro
Social Educacional Maria Rita Périllier – CEMARI. O centro Social Educacional
Maria Rita Périllier, tem por finalidade atender as demandas vivenciadas pela
população em situação de vulnerabilidade social, por meio de um elenco de
projetos. O Curso de Pedagogia tem junto ao CEMARI um espaço para
extensão e estágio para os alunos.
A oferta diversificada dos cursos pela FATEA tem merecido resposta
significativa dos jovens da região, o que se constata, ao observar o aumento do
número de estudantes matriculados, no espaço de oito anos (Quadro VII).
Quadro VII - Progressão da matrícula dos alunos da graduação
Nº de Alunos
2001
2005
2009
644
1.688
1.733
Em junho de 2006, a FATEA solicitou, ao Ministério das Comunicações, a
autorização do Serviço de Radiodifusão FM educativa previsto no Plano Básico
de Distribuição de Canais. A autorização foi outorgada e publicada no Diário
Oficial da União, aguardando-se a liberação do Ministério para implantação.
Em 2006, o Comitê de Ética em Pesquisa, criado em 2004, teve
confirmada sua inscrição no Ministério da Saúde, o que contribui para a
assessoria em projetos de pesquisa que envolve seres vivos, na FATEA e em
outras instituições de pesquisa regionais.
Nesse mesmo ano, os docentes e discentes dos cursos de Comunicação
Social a Instituição assumiram, por período de um ano, programa semanal, na
TV Aparecida, intitulado Tela Cultural.
A FATEA, em 2006, deu passo importantíssimo para evidenciar e realizar
sua identidade cristã uniu-se, em Rede, às Instituições Salesianas de
Educação Superior - IUS, que abrangem todas as Instituições Superiores da
América Latina e do mundo inteiro.
É
realizado,
desde
2005,
o
Festival
de
Cinema
Amador
CINEFEST/Lorena, com a inscrição de centenas de filmes, sendo premiados
com o Troféu Gato Preto os melhores filmes nas categorias: animação, mini
curta, curta metragem e documentário. O Festival ao lado do Cinema Criança
são projetos de extensão do Cine Clube e conta com alunos de vários cursos.
III. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
INTRODUÇÃO
DA TRANSFORMAÇÃO DE CURSO NORMAL SUPERIOR PARA
PEDAGOGIA
O Curso Normal Superior do Instituto Superior da FATEA foi reconhecido
pela Portaria nº 4.569 de 28/12/2005, para atender a duas habilitações:
Educação Infantil e anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Atendendo a Resolução nº 1, de 15 de maio de 2006 (DOU nº92, Seção
1, 16/5/2006, p.11), que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura, a Instituição passou a
oferecer a licenciatura em Pedagogia de acordo com o §2º da referida
Resolução - “alcançará todos os alunos que iniciarem seu curso a partir do
processo seletivo seguinte ao período letivo em que for implantado”.
Respeitando o número total de vagas anuais originalmente autorizadas
para o curso, turnos de funcionamento e turmas alcançadas pelas alterações,
preservando o direito dos estudantes que ingressaram antes da Resolução o
curso possui 3.200 horas, integralização do curso em, no mínimo, 3 anos e no
máximo 5 anos com 50 vagas no turno diurno e 100 vagas no turno noturno, e
regime de matrícula anual.
Os princípios norteadores do Curso de Licenciatura em Pedagogia,
fundamentados na filosofia da FATEA, que evidenciam a sua concepção são:
a) valores cristãos, humanísticos e éticos;
b) realidade sócio-econômica;
c) excelência acadêmica;
d) atualidade econômica, científica e tecnológica.
O Curso assim concebido, com os valores mencionados presentes nas
ações de ensino e aprendizado para o dimensionamento de um profissional
crítico, participativo e criativo, valoriza efetivamente o homem como pessoa e
seu meio ambiente como meta máxima. A excelência acadêmica, em termos
de estrutura do Curso e do processo de ensino e aprendizagem, é o
compromisso básico de todas as atividades de pesquisa, de ensino e de
extensão vinculadas a este projeto.
Procura-se obedecer aos princípios gerais que conduzem à formação
baseada no estudo da realidade brasileira, sem descuidar da sólida formação
teórica. Quer-se desenvolver o senso ético de responsabilidade social do
estudante, norteador de sua atuação na futura profissão. A preocupação com a
atualidade econômica, científica e tecnológica está contemplada na elaboração
da estrutura curricular e nas atividades teóricas e práticas vinculadas ao
mesmo.
Cabe lembrar que não só como questão de princípio, mas também
prática, a atualidade científico-tecnológica impõe-se pelo movimento da
realidade dinâmica que cada vez mais lança na obsolescência as técnicas
recém adquiridas. Somente o domínio dos fundamentos científicos aliado à
maleabilidade e crítica na adoção de novos saberes e tecnologias permitirão a
permanência de um Curso em Licenciatura em Pedagogia no mundo moderno.
Do ponto de vista formal, a concepção do Curso atende proposta do
Conselho Nacional de Educação e dá cumprimento às Resoluções CNE/CP nº
1/2002 e CNE/CP nº 2/2002.
A carga horária necessária para a integralização do Curso de
Licenciatura em Pedagogia da FATEA está distribuída entre componentes
curriculares obrigatórios (1.800 horas), atividades práticas (400 horas),
estágios supervisionados (400 horas), atividades complementares (200
horas), além das 72 horas do trabalho de conclusão de curso - TCC. O Curso
contempla as 2.800 horas de curriculares que sustentam a formação do
Licenciado em Pedagogia, previstas na Resolução citada.
Dentre estes componentes, as horas de Atividades Práticas (100
horas) que se iniciam a partir do 1º ano do Curso, garantem relação teoriaprática ao longo da formação. Compõem o processo as atividades
complementares que enriquecem a experiência dos professores e estudantes,
à medida em que se envolvem com atividades extra-acadêmicas relativas à
área de formação, que estimulam a iniciativa do aluno.
Os componentes curriculares são distribuídos por três períodos letivos
regulares, de acordo com a matriz curricular do curso. A partir do 2º semestre
do 1º ano, o aluno pode realizar, em conjunto com as demais disciplinas, os
Estágios Curriculares Supervisionados. Já o trabalho de conclusão do curso –
TCC ( anteprojeto no 2º ano) deve ser desenvolvido orientado integralmente
durante o 3º ano.
O Quadro VIII representa, em resumo, a estrutura do curso.
Quadro VIII – Estrutura do curso
Nome do Curso
Endereço de Funcionamento do
Curso
Ato Legal de Autorização
Modalidade do Curso
Número de Vagas Previstas no
Ato da Criação e Número Atual
Turno(s) de Funcionamento
Dimensão das Turmas Teóricas
e Práticas
Tempo para Integralização do
Curso
Número de alunos por turma
Horário de funcionamento
Regime de matrícula
Curso de Licenciatura em Pedagogia
Avenida Dr. Peixoto de Castro, 539
Vila Celeste - Lorena, SP
CEP: 12.606-580;
Secretaria de Educação Superior
Portaria Nº 137, de 9/2/2007. Processo nº
23000.006677/2006-51, Registro SAPIEnS
nº 20060001094, do Ministério da Educação
Presencial
100
Matutino - 50 vagas (sem procura)
Noturno - 50 vagas
50
3 anos, no mínimo, e 5 anos, no máximo
50
Diurno: 2ª à 6ª feira, 7h 30 às 12 h 50.
Noturno: 2ª à 6ª feira, 19 h às 22 h 40.
Seriado Anual
Disciplinas de Formação
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Atividades Práticas
Trabalho de Conclusão de
Curso - TCC
Carga Horária Total do Curso
1800 horas*
400 horas*
200 horas*
100 horas*
72horas*
2860 horas*
O Curso de Licenciatura (Curso Normal Superior) em Pedagogia da
FATEA iniciou suas atividades no primeiro semestre 2002, com seu primeiro
vestibular. Neste ano, foi aberta uma turma noturna com 12 alunos
matriculados.
Em 2004, formou a primeira turma. Nesse mesmo ano, visando à
melhoria na qualidade do ensino, foi atualizada a estrutura curricular do Curso,
que passou a ser oferecido como Pedagogia, com uma readequação das
disciplinas e conteúdos.
Atualmente contamos com aproximadamente 150 alunos matriculados.
IV. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
A organização didático-pedagógica do Curso de Licenciatura em
Pedagogia é realizada pela Diretoria e pelos órgãos gerenciais colegiados da
FATEA que são: o Conselho Geral e as Coordenações de Cursos, formados
por representantes dos vários segmentos da comunidade acadêmica, conforme
determina o Regimento. O Diretor Geral é o canal direto de relacionamento da
Mantenedora com a Instituição.
O Conselho Geral é o órgão superior de deliberação coletiva em matéria
administrativa, didático-científica e disciplinar; constituído pelo Diretor Geral,
seu presidente, Vice-Diretor, Coordenador Pedagógico, Coordenadores de
Cursos, Coordenadores de Núcleos e de Serviços, representantes do corpo
docente, discente e técnico-pedagógico-administrativo, um representante da
Mantenedora e um da comunidade, convidado pelo Diretor Geral.
4.1 Administração Acadêmica
A estrutura organizacional das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila –
FATEA está fundamentada no princípio da flexibilidade, base para a efetivação
dos ajustes necessários ao caminhar na realização de seus programas e
projetos e de sua proposta pedagógica. Fundamenta-se na divisão equânime
do trabalho; na delegação efetiva das competências e das coordenações de
núcleos, de serviços e de cursos, visando à aproximação entre os vários níveis
estratégicos, decisórios e operacionais, capazes de sistematizar os esforços na
consecução dos objetivos educacionais.
Conforme estabelece o Estatuto da Mantenedora e o Regimento Geral
(artigo 6º ao 25º), a estrutura organizacional básica da FATEA conta com os
seguintes órgãos:
Órgão Colegiado de Deliberação Superior;
Órgãos de Deliberação e Administração;
Órgãos de Administração Acadêmica Básica;
Órgãos Suplementares e de Apoio.
4.2 Coordenação do Curso
O ISE tem coordenação formalmente constituída, responsável por
superintender as atividades no âmbito do Instituto e articular a elaboração,
execução e avaliação do projeto institucional de formação de professores, base
para os projetos pedagógicos específicos dos cursos e programas que ministra.
(art.170 do Regimento Interno)
4.2.1 Atuação do Coordenador do Curso
O Coordenador do Curso dedica-se a organização dos projetos e dos
programas relativos ao Curso, prestando apoio ao corpo docente e atuando
como integrador das áreas administrativas e da organização didáticopedagógica.
A Coordenação do Curso também atua junto aos alunos, avaliando suas
expectativas e sugestões e estreitando o relacionamento com professores e
alunos, seja por meio de reuniões ou contatos diretos.
Cabe à Coordenação de Curso, na organização de seus projetos e
programas, distribuir os trabalhos de ensino e pesquisa de forma a harmonizar
os interesses com as preocupações científico-culturais dominantes do seu
pessoal docente, tendo sempre presente o calendário escolar anual e os
objetivos das Faculdades.
A Coordenação de Curso também é responsável por:
Executar as tarefas de ensino e extensão e promover a pesquisa;
Cuidar da organização dos planos gerais de ensino;
Organizar, rever e aprovar, periodicamente, os ementários e
programas de ensino, submetendo-os ao Colegiado do Curso;
Tomar ciência dos recursos de alunos contra atos de professores,
assim como de outros recursos que lhe sejam concernentes, manifestando-se
quando for o caso;
Participar da elaboração do Projeto Pedagógico das Faculdades, do
Curso e do Calendário Anual das atividades próprias do Curso e da FATEA;
Superintender todos os serviços de ordem pedagógica do Curso;
Participar, com direito a voto, das reuniões do Conselho Geral da
FATEA;
Representar o Curso junto aos órgãos colegiados;
Executar e fazer executar as decisões do Conselho Geral e da
Diretoria;
Orientar, coordenar e fiscalizar todas as atividades de ensino,
pesquisa e extensão no âmbito do Curso e a elaboração do Projeto
Pedagógico;
Cooperar com os demais Cursos na organização, orientação e
fiscalização das atividades de ensino, extensão e pesquisa de interesse
comum;
Coordenar, no âmbito do Curso, a publicação de trabalhos didáticos
e científicos, autorizada pelo Diretor Geral, nos termos do Inciso X do art.12 do
Regimento Interno da FATEA;
Exercer, no âmbito do curso que coordena, a ação disciplinar;
Pronunciar-se sobre questões suscitadas pelo Corpo Docente e
Discente do Curso, encaminhando as informações e pareceres à Diretoria
Geral;
Apresentar, na última reunião anual do Conselho Geral, relatório das
atividades do Curso, com as considerações que julgar necessárias e
procedentes, à Diretoria Geral;
Zelar pela frequência de seus professores às aulas, às atividades
acadêmicas pertinentes, e às reuniões gerais e do Curso; e
Examinar os processos de transferência e de dispensa de disciplina
dos alunos.
Conforme prevê o Regimento das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila
– FATEA, o Coordenador do Curso de Licenciatura em Pedagogia dedica
especial atenção à organização dos projetos e dos programas, procurando
sempre prestar o apoio ao corpo docente e atuando como integrador das áreas
administrativas e da organização didático-pedagógica.
Por outro lado, a Coordenação atua em estreita relação com os alunos,
no sentido de avaliar suas expectativas e sugestões. Sobretudo, a
Coordenadora do Curso busca agir em reciprocidade com professores e
alunos, por meio de reuniões ou contatos diretos.
Mensalmente, reúne-se o colegiado do Curso, com a presença dos
membros
do
representantes
Núcleo
dos
Docente
alunos
e
Estruturante,
o
os
Coordenador
demais
do
professores,
Curso,
para
o
acompanhamento e a avaliação da progressão das atividades previstas no
Projeto Pedagógico do Curso e dos Planos de Ensino disciplinares.
Considera-se que a relação direta da Coordenação Pedagógica com o
Corpo Docente e Discente contribui para o aprimoramento do processo de
ensino-aprendizagem.
4.2.2 Participação da Coordenação do Curso em Órgãos Colegiados
Acadêmicos da IES
Na FATEA, convém esclarecer, o colegiado de curso é denominado de
Coordenação de Curso.
A Coordenação do Curso participa formalmente das reuniões dos órgãos
colegiados, seja do Conselho Geral, da Coordenação do Instituto Superior de
Educação - ISE e, obviamente, da Coordenação Curso.
Compete ao Coordenador do Curso, segundo o Regimento da FATEA:
Participar, com direito a voto, das reuniões do Conselho Geral e da
Coordenação do ISE;
Representar o Curso junto aos órgãos colegiados;
Executar e fazer executar as decisões do Conselho Geral e da Diretoria.
4.2.3 Titulação da Coordenadora do Curso
Quadro IX- Formação acadêmica da coordenadora do curso
Formação
Área
Instituição
Graduação Filosofia, Pedagogia e Faculdade Salesiana de
Filosofia,Ciências e Letras
Letras
de Lorena , hoje UNISAL
Mestrado
Educação
UNISAL /Americana
Conclusão
1970,1971 e
1972
2006
4.2.4 Regime de Trabalho do Coordenador do Curso
O regime de trabalho do Coordenador do Curso, regido pela CLT, é o
regime integral (40 horas semanais).
A Coordenadora do Curso desenvolve, além das atividades relacionadas
com
o
Curso
de
Pedagogia,
as
seguintes
atividades
acadêmico-
administrativas: coordenadora do ISE e Diretora do Cine Clube de Lorena,
entidade de utilidade pública que funciona há 46 anos ligada á Instituição.
O ISE tem coordenação formalmente constituída, responsável por
superintender as atividades no âmbito do Instituto e articular a elaboração,
execução e avaliação do projeto institucional de formação de professores, base
para os projetos pedagógicos específicos dos cursos e programas que ministra.
(art.170 do Regimento Interno)
A Coordenação atual do Curso está a cargo da Profª Me. Olga
Aparecida Arantes Pereira, conforme Portaria da FATEA de 4 de fevereiro de
2003 sendo que a Coordenação de Curso se dá no âmbito de cada Faculdade,
menor unidade da estrutura geral da FATEA, para os efeitos de organização
administrativa, didática, científica e de distribuição do pessoal docente. O
Coordenador é designado, na forma do artigo 14 do Regimento.
4.2.5 Experiência Profissional Acadêmica do Coordenador do Curso
A Coordenadora do Curso atua na prática do magistério superior há
mais de 30 anos. A Coordenadora já ministrou aulas nos Cursos de Letras,
Fonoaudiologia e Jornalismo. Atualmente é professor titular na FATEA, nas
seguintes disciplinas :
Quadro – Disciplinas ministradas pela coordenadora do curso
Disciplina
Curso
Literatura Infanto-Juvenil
Pedagogia
Didática
Pedagogia
Didática da Alfabetização
Pedagogia
Didática
Educação Artística
Linguagem Cinematográfica
Desenho Industrial
Códigos Midiológicos
Pedagogia
4.2.6 Experiência Profissional Não Acadêmica e Administrativa do
Coordenador do Curso
A Coordenadora trabalhou como Diretora de Educação e Cultura da
Prefeitura Municipal de Lorena (1970-1976).Foi Orientadora Pedagógica do
Colégio São Joaquim e Instituto Santa Teresa. Foi Professora Efetiva do
Governo do Estado de São Paulo (1976-2003).Especialista em Alfabetização
junto ás Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino de Lorena e
Guaratinguetá.
4.2.7 Efetiva dedicação do Coordenador à administração e à condução do
curso
A dedicação das atividades desenvolvidas pela Coordenadora do Curso
está distribuída segundo o quadro abaixo:
Quadro – Dedicação das atividades desenvolvidas pelo coordenador
Atividade
Carga-horária semanal
Coordenação
16 horas
Ensino
10 horas
Pesquisa
04 horas
Extensão
06horas
Pós graduação
04 horas
Total
40 horas
4.3 Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso para
Deliberação e Discussão de Questões Inerentes ao Desenvolvimento e
Qualificação do Curso
4.3.1 Participação do Coordenador e dos Docentes no Colegiado do
Curso
O colegiado, chamado na FATEA de Coordenação de Curso, reúne-se,
ordinariamente, pelo menos uma vez por mês, em data pré-estabelecida, e,
extraordinariamente, quando convocado pelo Coordenador do Curso e/ou pelo
Diretor Geral ou a requerimento fundamentado de 2/3 de seus membros.
A Coordenação pode reunir-se com os membros do colegiado do curso
por áreas afins. Após cada reunião, o Coordenador do Curso lavra, em livro
próprio, mantido na Secretaria Geral, ata que deve ser aprovada regularmente
pelos membros presentes, divulgando as decisões pertinentes.
São membros da Coordenação de Curso: o Coordenador do Curso e
todos Professores do Curso, sejam Titulares, Assistentes e Auxiliares, além de
dois representantes do Corpo Discente do Curso, regularmente matriculados,
indicados pelo Diretório Acadêmico ou pelos pares. Os membros do Núcleo
Docente Estruturante, como professores do Curso, também participam das
reuniões.
Conforme previsto no Regimento, entre outros, são deveres e direitos do
Corpo Docente:
Participar, diretamente ou por representação, com direito à voz e
voto, na forma do regimento, dos órgãos colegiados da FATEA;
Votar e ser votado nas eleições para as representações docentes
referidas no inciso I, ressalvados os impedimentos previstos no
Regimento;
Estar presente, quando convocado, às reuniões de professores, dos
colegiados e outros eventos acadêmicos da FATEA.
4.4 Organização Acadêmico-administrativa
As Faculdades Integradas Teresa D’Ávila são constituídas por 12 Cursos
e 19 Habilitações e um Instituto Superior de Educação, todos mantidos pelo
Instituto Santa Teresa, pessoa jurídica de direito privado, confessional,
filantrópica, sem fins lucrativos, com sede em Lorena, Estado de São Paulo.
Conforme estabelece o Regimento das Faculdades Integradas Teresa
D’Ávila – FATEA, a organização didático-pedagógica compreende o Conselho
Geral, a Diretoria, as Coordenações de Cursos, as Coordenações de Núcleos e
de Serviços e os órgãos de apoio-técnico-pedagógico-administrativo.
O Conselho Geral é o órgão superior de deliberação coletiva em matéria
administrativa, didático-científica e disciplinar da FATEA, sendo constituído
pelo:
Diretor Geral;
Vice-Diretor;
Coordenador Pedagógico;
Coordenadores de Curso;
Coordenadores de Áreas e Serviços;
Um representante do corpo docente titular;
Um representante do corpo técnico-pedagógico-administrativo;
Um representante do corpo discente, indicado pelo diretório
acadêmico;
Um representante da comunidade da área da educação.
A Diretoria é composta pelo Diretor Geral e pelo Vice-Diretor, sendo o
órgão executivo que superintende, integra, coordena e fiscaliza as atividades
da instituição. As Coordenações de Cursos são formadas pelos Coordenador,
todos os Professores do Curso, dois representantes discentes e os membros
do Núcleo Docente Estruturante. O Coordenador de Curso é designado pelo
Diretor Geral, a partir de lista tríplice indicada pelos pares, para mandato de
três anos.
À Coordenação compete organizar os projetos e programas e distribuir
os trabalhos de ensino, pesquisa e extensão, no âmbito do Curso.
As Coordenações de Núcleos e de Serviços são órgãos que assessoram
a Diretoria na consecução dos objetivos educacionais da Instituição, podendo
ser citados, entre outros, a Pastoral Universitária, o Núcleo de Estágios, o de
Extensão, o Setor de Publicações, o Serviço de Manutenção.
O Corpo Técnico-pedagógico-administrativo é constituído por todos os
funcionários que desenvolvem atividades de apoio ao trabalho educativo da
Instituição. Com atribuições específicas, expressas em regulamentos próprios
aprovados pela Diretoria ou definidos em Portarias da Diretora Geral, devem
zelar pelo patrimônio da FATEA e desenvolver trabalho profícuo pelo
engrandecimento da obra educacional.
Integram
os
órgãos
técnico-administrativos
e
suplementares
os
funcionários dos seguintes setores: Secretaria Geral, Departamento Pessoal e
Tesouraria, Setor de Apoio Pedagógico e demais serviços como a Biblioteca, o
Centro
Cultural,
a
Clínica-Escola
Fonoaudiológica,
o
Ambulatório
de
Enfermagem, o Instituto Superior de Educação - ISE, o Setor de Assistência
Social, o Instituto Superior de Pesquisa e Iniciação Científica - ISPIC, o Núcleo
de Extensão – NEXT, Núcleo de Estágio – NEST, o Departamento de
Tecnologia da Informação - TI, o Núcleo de Educação a Distância - NEAD, o
Núcleo Integrado de Comunicação – NIC, o Núcleo de Design e Ergonomia, os
Centros de Estudos, o Ginásio Poliesportivo, a Agência Experimenta, a Gráfica
e outros.
Os membros do corpo técnico-administrativo e suplementar participam
das reuniões de Diretoria ou do Conselho Geral, quando convocados pelo
Diretor Geral, ou quando os assuntos a serem tratados lhes dizem respeito.
4.4.1 Organização do Controle Acadêmico
Todo controle acadêmico é organizado pela Secretaria Geral, de forma a
atender às necessidades de documentação e registros administrativos e de
ensino que contemplem a estrutura institucional, com sua ordenação, suas
atividades pedagógicas, seu fluxo hierárquico e suas rotinas burocráticas.
Como os registros e o arquivamento de documentos sob controle da
Secretaria constituem atividades complexas e peculiares, exigem práticas
administrativas e regime operativo que satisfaçam às necessidades próprias da
Instituição.
No decorrer dos anos, o regime operativo estabeleceu-se em função da
demanda, adequada ao número de alunos usuários do sistema, da quantidade
de cursos e da complexidade da Instituição.
Hoje, a Secretaria Geral funciona no prédio principal do campus, à
Avenida Dr. Peixoto de Castro, 539, em Lorena, e conta com Secretário Geral e
seis Auxiliares, que desempenham as tarefas relacionadas às rotinas
administrativas, prestando serviços aos alunos, desde a inscrição para o
Processo Seletivo à Expedição do Diploma de Graduação, passando pela
Matrícula, Estudos de Currículo, Estágio, Históricos Escolares, Regime
Especial, Transferência Ex officio, etc. O horário de atendimento é das 8 às 22
horas, ininterruptamente.
A Secretaria, provida de sistema de informação, expede documentos,
protocola requerimentos, arquiva expedientes e processos, mantém registros, e
cuida, ainda, do início ao final do período letivo, das ações rotineiras que
seguem:
Arquivo ativo e arquivo morto;
Registro de Diplomas;
Prontuários de alunos e professores;
Controle de papéis e impressos;
Manual de docentes e discentes;
Registro de frequências de alunos e professores;
Registro do cumprimento dos dias letivos;
Transferência de prontuários ativos para arquivo morto;
Atas de Colação de Grau e reuniões dos órgãos colegiados;
Quadros curriculares;
Quadros de horário docente e dos alunos;
Quadro de avisos e publicações;
Calendário letivo;
Planos de Ensino e Projetos Pedagógicos dos Cursos;
Indicações de compra de livros solicitadas pelo corpo docente à
biblioteca;
Quadro de Distribuição de turmas nas salas e laboratórios;
Controle de cargas horárias dos alunos e cursos, relativas a
estágio,
quadro
curricular,
realização
de
atividades
complementares;
Controle de carga horária de cursos de extensão, especialização e
aperfeiçoamento;
Arquivamento de resultados do desempenho acadêmico dos
alunos;
Alimentação de informações acadêmicas do site da FATEA
relativas à vida escolar dos alunos; etc.
4.4.2 Pessoal Técnico e Administrativo
O Corpo Técnico-pedagógico-administrativo é constituído por todos os
funcionários que desenvolvem atividades de apoio ao trabalho educativo da
Instituição. Esse pessoal é contratado com base na Consolidação das Leis do
Trabalho.
Com
atribuições
específicas,
expressas
no
Regimento
e
em
regulamentos próprios aprovados pela Diretoria ou definidos em Portarias da
Diretora Geral, têm o dever de zelar pelas coisas das Faculdades e de
desenvolver trabalho profícuo pelo engrandecimento da obra educacional (art.
120/123 do Regimento).
Os membros do Corpo Técnico-administrativo e Suplementar participam
das reuniões de Diretoria ou do Conselho Geral, se convocados pelo Diretor
Geral ou quando os assuntos a serem tratados dizem respeito aos setores
onde trabalham.
4.4.3 Plano de Carreira dos Funcionários
Conforme consta do Regimento, artigo 108, § 2º, “Estendem-se aos
funcionários do Corpo Técnico-pedagógico-administrativo os efeitos deste
artigo”, isto é, a definição de Plano de Carreira para os Funcionários, nos
moldes do plano do Corpo Docente. Assim foi aprovada pelo Conselho Geral,
em 2009, nova Portaria de instituição do Plano de Carreira, comum a
professores e funcionários, definido pela Diretora Geral [Anexo 01].
4.5 Atenção aos Discentes
De acordo com as possibilidades técnicas e financeiras, a critério do
Diretor Geral da FATEA, “ad referendum” da Mantenedora, e observada a
finalidade e programação específica, presta-se ao alunado a assistência
necessária a sua realização como pessoa e encaminhamento como
profissional. A assistência ao estudante abrange a orientação psicológica,
pedagógica, apoio material e financeiro, na forma de bolsa de estudos, parcial
ou integral, reembolsável ou não. A assistência ao estudante, diretamente
vinculada ao Diretor Geral, assessorado por Assistente Social, obedece a
orientação própria.
4.5.1 Apoio à Participação em Eventos
A participação dos universitários em eventos é estimulada pelos
responsáveis pelo ensino e pela educação da Instituição.
Por meio de portarias, a Diretoria regulamenta os procedimentos que
incentivem a participação dos alunos em congressos, seminários, cursos e
outros. Há apoio institucional regulamentado, entre os quais se inclui a
compensação de faltas para estudante que participa de eventos científicos e
culturais relacionados a seu campo de formação, ainda que o aluno não seja
dispensado de cumprir as demais obrigações acadêmicas, conforme deliberado
pelo Conselho Geral e informado no Manual do Universitário.
Para o apoio financeiro à participação discente, a Instituição atende o
aluno que requer por escrito, à Coordenação de Curso a destinação de
recursos para tomar parte em determinado evento, informando se o fará em
nome da Instituição, se será comunicador, apresentará projeto, etc. O
Coordenador manifesta-se sobre a relevância da atividade, envia o pedido
informado à Diretoria, que libera o auxílio, na proporção da disponibilidade
orçamentária.
O Conselho Geral disciplinou o uso de materiais e equipamentos
necessários às atividades dos alunos (Portaria nº 1/2000), inclusive para
eventos como os referidos, e a cessão da “Sprinter” (Portaria nº 1/2001),
gratuita ou passível de reembolso por alunos e/ou professores, para o
deslocamento a esses eventos, conforme a relevância do evento e sua
disponibilidade.
4.5.2 Apoio Pedagógico ao Discente
O apoio pedagógico ao estudante se dá pelo incentivo a sua relação
direta com professores, Coordenador de Curso, Coordenador Pedagógico e
com a Diretoria, como previsto no Regimento, Título II, e no Manual do
Universitário. Para isto a Diretora Geral, atendendo às deliberações do
Conselho Geral e buscando a melhoria da qualidade do ensino, expede normas
funcionais para o convívio do estudante com a produção do saber, com a área
de formação profissional e com a Instituição, a fim de facilitar o processo da
aprendizagem objetivada.
A par dessas medidas, as normas regimentais relativas à avaliação do
desempenho dos alunos estimulam a que o progresso de formação científica e
cultural do aluno ocorra sem rupturas, pois aludem à avaliação conceitual,
qualitativa, flexível e abrangente, e preveem a atribuição de um 3º conceito
anual que valoriza a postura acadêmica do aluno, e o instituto da recuperação
contínua (Regimento art. 78 e 83). Do mesmo modo, Portarias normatizam
medidas que maximizam a progressão do ensino e incrementam a
aprendizagem, cientificando os alunos da sistemática escolar, tais como:
1997 – Dispõe sobre a função de monitor ;
2008 – Regulamento do estágio curricular obrigatório e não
obrigatório ;
2003 – Dispõe sobre atendimento a alunos que fizerem jus aos
benefícios do Decreto-Lei Federal nº 1.044/69 – Exercícios
Domiciliares;
2005 – Dispõe sobre a organização curricular na modalidade semi
presencial nos Cursos da FATEA;
2006 – Institui o Programa de Acompanhamento de Egressos da
FATEA;
2006 - Dispõe sobre a designação de Professor para desenvolver o
Programa de Nivelamento de Ensino;
2009 – Dispõe sobre a sistemática para a apresentação de projetos
de pesquisa na FATEA;
2007 – Dispõe sobre avaliação de alunos com extraordinário
aproveitamento, para abreviar a duração do curso;
2007 - Dispõe sobre a Instituição do Código de Ética, Valores e
Princípios da FATEA;
2008 – Cria e estabelece os critérios para a organização da Ouvidoria
da FATEA;
2008 – Dispõe sobre a criação do Setor de Publicações;
2008 – Dispõe sobre Trabalho de Conclusão dos Cursos de
Graduação da FATEA;
2008 – Dispõe sobre a remuneração de Professor-orientador dos
Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação da FATEA;
2008 - Institui o Ato Formal da Designação dos Coordenadores de
Curso e de Núcleo ;
4.5.3 Acompanhamento Psicopedagógico
A FATEA, preocupada em oferecer aos alunos a adaptação ao ambiente
acadêmico e a educação integral, mantém orientação pedagógica e sobre a
vida universitária, a cargo da Coordenadora do Curso, da Coordenação
Pedagógica, do Diretor Geral e de todos os professores.
Associando-se ao acompanhamento pedagógico, existe o Serviço de
Orientação Educacional e Psicológica, a cargo de psicóloga com larga
experiência na área educacional, que oferece ao aluno, sem qualquer custo
adicional, oportunidade de ser ouvido e orientado, em face de questões de
aprendizado e relacionamento acadêmico.
Também é oferecido ao alunado o serviço de Ouvidoria, setor preparado
para ouvir os universitários quanto a seu atendimento como aluno, diante do
ordenamento acadêmico e administrativo da Instituição.
4.5.4 Mecanismos de Nivelamento
Cientes da variedade de níveis culturais que apresentam os alunos
egressos do ensino médio, que chegam ao ensino superior, provindo das
classes média e média-baixa grande parte já inserida no mercado de trabalho,
na maioria das vezes, atuando em campos diversos da formação que
procuram, frequentando curso em período noturno, professores e dirigentes da
FATEA buscam minimizar a heterogeneidade com o instituto da recuperação
contínua, que objetiva a levar os alunos a superar dificuldades e garantir a
progressão da aprendizagem. Por meio de diagnóstico e avaliação, realizados
por professores, pelo Núcleo Docente Estruturante e pelo Coordenador do
Curso, nas reuniões do colegiado do Curso, com apoio do Coordenador
Pedagógico, são levantados dados sobre as dificuldades de aprendizagem dos
alunos diante de certas disciplinas e saberes, para informá-los sobre suas
condições e orientá-los nos estudos e sobre os procedimentos didáticos
adequados a cada componente curricular e ao nível da dificuldade do aluno.
A prática tem trazido bons resultados, pois os alunos ficam mais
motivados, envolvem-se mais com as atividades acadêmicas e, na maioria das
vezes, melhoram suas performances e, conseqüentemente, o aproveitamento.
Na busca de atingir a educação integral dos alunos, as Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila desenvolveram programas de apoio ao discente que
não se restringem à qualidade da estrutura física e dos materiais e
equipamentos e ao incentivo à vivência acadêmica. Assim foi idealizado e
instituído o PRONEN - Programa de Nivelamento de Ensino, voltado para
atender os ingressantes dos cursos de graduação. Vale comentar que o
PRONEN não extinguiu a recuperação contínua (artigo 83 do Regimento), que
visa a sanar as dificuldades recuperáveis e garantir a continuidade do processo
ensino-aprendizagem.
O Nivelamento resultou de pesquisa com as primeiras séries dos cursos,
a fim de conhecer os anseios dos interessados em participar do nivelamento.
Em agosto de 2006, iniciaram as aulas, aos sábados, atendendo as
seguintes áreas do saber:
Raciocínio Lógico - Matemática;
Língua Portuguesa;
Informática Básica e
Área de Atuação.
Em 2010, o PRONEN foi reformulado, ampliando a participação dos
discentes, além da inclusão de processo avaliativo dos resultados apreendidos
pelos estudantes. A reformulação contou com a presença da Coordenação de
Cursos, Coordenação Pedagógica e Coordenação do PRONEN e, dentre as
alterações, justifica-se comentar os seguintes pontos:
Todos os alunos aprovados no vestibular passam por avaliação que
aborda as disciplinas: Matemática, Língua Portuguesa e Informática.
Os alunos que obtém conceito A, B ou C na avaliação estão
dispensados de participar do programa. Aqueles que tiram conceitos
D ou E são obrigados a frequentar o PRONEN.
São empregados recursos de EAD para desenvolver as disciplinas
do programa (Matemática, Língua Portuguesa e Informática);
O PRONEN tem duração de seis meses.
4.5.5 Acompanhamento de Egressos
Os procedimentos para acompanhar a entrada dos graduados no mundo
profissional, dado o estreito convívio que os ex-alunos formados mantêm com a
FATEA, têm mantido o caráter da informalidade e da familiaridade, pois os
egressos permanecem em contato com a Instituição, quando de eventos
acadêmicos, como participantes, palestrantes, comunicadores, membros de
mesas redondas e mesmo retornam como docentes.
Para fortalecer este vínculo espontâneo, criou-se página no site da
FATEA, para formalizar, por meio de respostas a questionário, o perfil do nosso
egresso e sua atuação no mercado de trabalho. Este espaço de comunicação
estimula o egresso ao contato com o processo de educação continuada da
Instituição, pela frequência a projetos pertinentes a sua formação original.
O ambiente virtual possibilita à Instituição acompanhar o desempenho
profissional dos ex alunos, passo importante no sentido de incorporar ao
processo ensino aprendizagem elementos da realidade externa do mercado
que só o diplomado está em condições de oferecer, já que é ele quem
experimenta pessoalmente as conseqüências dos aspectos positivos e
negativos vivenciados durante sua graduação.
São objetivos específicos desses procedimentos:
avaliar o desempenho da Instituição, mediante o acompanhamento
do desenvolvimento profissional dos ex-alunos;
manter registros atualizados sobre alunos egressos;
promover intercâmbio entre ex-alunos;
promover atividades extracurriculares (projetos de pesquisa ou
extensão) e palestras de cunho técnico científico profissional
direcionadas a egressos, como complemento à formação prática;
condecorar egressos que se destacam nas atividades profissionais;
divulgar permanentemente a inserção dos alunos formados no
mercado de trabalho;
identificar os critérios de seleção e contratação das empresas
ressaltando as capacitações que são exigidas dos profissionais por
elas buscados;
incentivos à leitura de periódicos especializados, disponíveis na
biblioteca de apoio ao Curso.
Toda a política de egressos do Mantenedor está calcada na
possibilidade de potencializar competências e habilidades em prol do
desenvolvimento qualitativo de sua oferta educacional.
A Instituição pretende lidar com as dificuldades de seus egressos e
colher informações de mercado, visando a formar profissionais cada vez mais
qualificados para o exercício de suas atribuições.
4.5.6 Meios de Divulgação de Trabalhos e Produções dos Alunos
A Gráfica e Editora Santa Teresa divulga os trabalhos e produções dos
alunos por meio de suas coleções editorias:
Coleção Tese/Dissertação;
Coleção Literatura;
Revista Ângulo, para a publicação das produções acadêmicoculturais;
Revistas on line, DI Factum que aborda temas sobre design e a
revista RAF (Revista de Administração da FATEA) que trata de
assuntos sobre conhecimento técnico-científico em Administração de
Empresas.
Jornal Reporteresa, jornal mensal do Instituto Santa Teresa, Colégio
de Aplicação da FATEA, que objetiva divulgar as atividades
desenvolvidas, impresso e on-line, hospedado no site da FATEA;
Jornal In-Formação do Curso de Jornalismo.
Por intermédio do Instituto Superior de Pesquisa e Iniciação Científica ISPIC torna-se possível selecionar artigos científicos para publicação na Janus
(Revista indexada que veicula a produção científica de docentes, discentes e
pesquisadores), bem como publicações completas ou resumos em Anais. O
ISPIC realiza anualmente o Encontro de Iniciação Científica com o objetivo de
divulgar a produção científica dos alunos, que têm a oportunidade de
apresentar oralmente ou por meio de painéis seus trabalhos de pesquisa, além
de promover o intercâmbio entre pesquisadores das diferentes áreas do
conhecimento.
4.5.7 Bolsas de Estudo
Os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação das
Faculdades Integradas Teresa D’Ávila são beneficiados com bolsas que variam
entre 10% e 100%. Para tanto, a FATEA identifica os alunos com necessidade
de recursos, por meio de criterioso processo seletivo do qual participam alunos
(eleitos pelos pares), professores e membros do corpo administrativo. A FATEA
se mantém vinculada ao Financiamento Estudantil – FIES, da Caixa Econômica
Federal, a fim de possibilitar o crédito educativo a alunos com necessidade de
recursos para custear os estudos, identificados por meio do mesmo processo
seletivo acima. Do mesmo modo, aderiu ao sistema de bolsas federal do
PROUNI.
Além disso, a Instituição oferece sistema próprio de gratuidade,
concedendo isenção parcial ou total do pagamento das mensalidades,
conforme o grau de carência do aluno contemplado. Para isso conta com
Assistente Social e Comissão especialmente criada, anualmente.
Além dessas formas de financiar o estudo de centenas de alunos
carentes, a FATEA filiou-se ao Programa Escola da Família da Secretaria da
Educação do Estado de São Paulo, oferecendo bolsas de 50%, a estudantes
selecionados por critérios que consideram a carência econômica do aluno e
sua proveniência da rede pública de ensino. Esses alunos desenvolvem, em
Escolas Estaduais, projetos educativos, de participação cidadã e de integração
comunidade/escola.
O aluno ainda pode contar com os seguintes programas:
PIBIC-FATEA: programa voltado para o desenvolvimento do
pensamento científico e iniciação à pesquisa de estudantes de graduação. Este
programa concede uma quota determinada de bolsas anuais a instituições de
ensino avaliadas, distribuídas ao corpo docente e discente altamente
qualificado, para o desenvolvimento e a ampliação de investigações científicas
na instituição.
Bolsa Convênio Empresa: são convênios de colaboração e parceria
entre empresas (públicas ou privadas) e a FATEA. Como benefício as
empresas conveniadas têm descontos para seus empregados em cursos de
graduação.
O aluno pode também atuar como monitor, selecionado por concurso,
em horários diversos aos das aulas regulares, recebendo bolsa de incentivo ou
não. A monitoria visa a aparelhar melhor os cursos de graduação e aproveitar a
capacidade de estudantes, com atributos de inteligência, cultura e aptidão para
atividades teórico-práticas, técnico-didáticas ou de pesquisa, como auxiliares
de professores pesquisadores.
A quantidade de alunos atendidos pelas bolsas oferecidas pela FATEA,
em 2009, está representada no quadro abaixo.
Quadro – Quantidade de alunos atendidos por bolsas, em 2009
Bolsa de Estudo
Escola da Família
PROUNI
FIES
Convênios
Estágio – Quero ser FATEA
Total
Alunos
244
198
47
62
51
602
V. PROJETO DO CURSO
5.1 - Concepção do curso
A formação de professores é uma vocação no contexto de atuação
das FACULDADES INTEGRADAS TERESA D’ÁVILA - FATEA – de Lorena –
SP.
A inclusão de um Instituto Superior de Educação, direcionado para a
formação de educadores de um modo geral e do Curso de PEDAGOGIA, aqui
proposto nos termos da legislação vigente, pretende atender às exigências em
dois sentidos:
-
atender à comunidade, no que concerne à demanda do mercado de trabalho
em instituições públicas e privadas, em contextos escolares e não-escolares;
- dar início a um processo de trabalho de formação profissional, atendendo
aos encaminhamentos que suprem as orientações estabelecidas pelo
Ministério da Educação, a partir da LDBEN nº. 9394/96 e demais legislações
específicas.
Os princípios norteadores do Curso de Licenciatura em Pedagogia,
fundamentados na filosofia da FATEA, que evidenciam a sua concepção são:
-
a) valores cristãos, humanísticos e éticos;
-
b) realidade sócio econômica;
-
c) excelência acadêmica;
-
d) atualidade econômica, científica e tecnológica.
O Curso foi concebido segundo os valores mencionados presentes no
ensino e no aprendizado crítico, participativo e criativo, tendo a efetiva
valorização do homem e seu meio ambiente como meta máxima. A dinâmica
da realidade tecnológica pautou toda a conformação do curso, na medida em
que contempla a realidade do mercado de trabalho num contexto globalizado, e
as necessidades do desenvolvimento local, regional e nacional.
A excelência acadêmica, em termos de estrutura do Curso e do
processo de ensino e aprendizagem, é o compromisso básico das atividades
de pesquisa, de ensino e de extensão vinculadas a este projeto.
Procura-se obedecer aos princípios gerais que conduzem à formação
baseada no estudo da realidade brasileira, sem descuidar da sólida formação
teórica, histórica e instrumental; o pluralismo será a abordagem adotada em
cada disciplina, procurando dar conta da realidade inegável de pensamento e
de paradigmas diversos; ao estudante procurar-se-á transmitir o senso ético de
responsabilidade social, norteador do exercício futuro de sua profissão.
A presente proposta busca instituir um espaço diferenciado na
formação de professores, gestores e em outras áreas nas quais sejam
previstos conhecimentos pedagógicos vinculando os estudos relativos às
discussões sobre o domínio e disseminação do conhecimento específico.
Acrescente-se que, as novas propostas educacionais sensibilizam para o
social, para o familiar, para o aprimoramento ético, para as relações do
trabalho, para a consciência da diversidade, o respeito às diferenças de
natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais,
classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais; tudo de
modo contextualizado, não prevendo para os processos educacionais um fim
em si mesmos, mas sim o seu permanente desdobramento, no que se refere à
produção e às relações sociais de um modo em geral.
O curso de licenciatura em PEDAGOGIA (art.4º) tem por objetivo a
“formação de professores para exercer funções de magistério na Educação
Infantil e nos anos Iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino
Médio, na modalidade Normal, de Educação profissional na área de serviços e
apoio escolar e em outras áreas”.
Dentro dessa finalidade, a formação do aluno deve ter como alvo
principal a aquisição de conhecimentos básicos, gerais, humanísticos e
instrumentais, de modo a alcançar a educação por meio das lógicas do
processo e das linguagens, ao invés de mero acúmulo de informações e
conhecimentos.
À escola, cumpre caracterizar-se pela capacidade de desenvolver
currículos e programas articulados e dispostos de maneira a formar um perfil
profissiográfico, que permita ao egresso acompanhar as mudanças que vêm
ocorrendo na sociedade.
Entre as finalidades do Curso de PEDAGOGIA do Instituto Superior de
Educação das FACULDADES INTEGRADAS TERESA D’ÁVILA - FATEA - de
Lorena – SP , estão :
-
alcançar os processos internos de educação, para os novos
paradigmas de profissionais desejáveis;
-
produzir profissionais capacitados, para alavancar o
desenvolvimento nacional e facilitar a realização pessoal
desses profissionais, egressos do curso que ora se propõe.
5.2. OBJETIVOS DO CURSO
O Curso de PEDAGOGIA, por meio deste projeto pedagógico e por
meio de estratégias de ação a serem desenvolvidas pela direção e corpo
docente, tem por objetivo contribuir para a formação de profissionais
conscientes da realidade brasileira, com base teórica aliada à competência
técnica e política, com vistas ao desenvolvimento de uma ação eficiente em
suas áreas de atuação, e que sejam capazes de:
•
dominar o conhecimento científico, os métodos e as técnicas
específicas, com vistas a sua habilitação legal;
•
exercer, com competência técnica, política, científica e ética, as funções
que vierem desempenhar, em qualquer campo, seja privado ou público,
em contextos escolares e não escolares;
•
evidenciar, no seu desempenho profissional, o raciocínio lógico, o
equilíbrio emocional, a criatividade, a ordenação de pensamento, a
clareza de ideias e o conhecimento da metodologia científica adequada
à ação a ser executada;
•
possuir uma visão crítica, despida de senso comum, desenvolvendo
estratégias de intervenção e de mudança, sabendo intervir quando
necessário;
•
construir um referencial teórico prático, que os possibilite acompanhar o
conhecimento gerado continuamente e gerar conhecimentos novos.
•
planejar, executar e avaliar atividades educativas aplicando ao campo
da educação contribuições como o conhecimento filosófico, histórico,
antropológico, ambiental-ecológico, psicológico, lingüístico,sociológico,
político, econômico e cultural entre outros.
5.3.PERFIL DO EGRESSO
Considerando as diferentes e complexas atribuições e os papéis que a
sociedade atual exige do profissional de educação, são indicadas abaixo
algumas características pertinentes aos egressos do Curso de PEDAGOGIA:
•
atuar com ética e compromisso com vistas na construção de uma
sociedade justa, equânime e igualitária;
•
compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a
contribuir para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras,
física,psicológica,intelectual, social.
•
fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino
Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de
escolarização na idade própria;
•
trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da
aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento
humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo;
•
reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas,
cognitivas, emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações
individuais e coletivas;
•
aplicar modos de ensinar diferentes linguagens: Língua Portuguesa,
Matemática, Ciências, Historia, Geografia, Arte, Educação Física, de
forma
interdisciplinar
e
adequada
às
diferentes
fases
do
desenvolvimento humano;
•
relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos
processos didático pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias
de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de
aprendizagens significativas;
•
promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa,
a família e a comunidade;
•
identificar problemas socioculturais e educacionais com postura
investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas,
com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais, étnicoraciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas, de comunidades
indígenas, quilombolas e outras;
•
demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de
natureza
ambiental
ecológica,
étnico-racial,
de
gêneros,
faixas
geracionais, classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas
sexuais, entre outras;
•
desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área
educacional e as demais áreas do conhecimento;
•
participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração,
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto
pedagógico;
•
participar
da
gestão
das
instituições
planejando,
executando,
acompanhando, e avaliando projetos e programas educacionais, em
ambientes escolares e não-escolares;
•
realizar pesquisas que proporcione conhecimentos, entre outros: sobre
alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem
suas experiências não-escolares; sobre processos de ensinar e de
aprender, em diferentes meios ambiental-ecológicos; sobre propostas
curriculares; e sobre organização do trabalho educativo e práticas
pedagógicas;
•
utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de
conhecimentos pedagógicos e científicos;
•
estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras
determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e
encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes.
Esse
profissional,
portanto,
necessita
de
um
alto
nível
de
conscientização sócio político econômico ético e cultural, de formação científica
profunda e adequada, que lhe permita uma percepção clara da função
pedagógica no interior da escola como uma organização complexa com a
função de promover a educação para e na cidadania assim como em espaços
e/ou instituições não escolares. Ou seja, que perceba o seu papel como agente
de transformações, nas suas relações com o mundo, no tempo, no espaço e
nacomplexidade das rápidas mudanças do mundo contemporâneo.
É necessário, para a formação do licenciado em Pedagogia:
•
o conhecimento da escola como organização complexa que tem a
função de promover a educação para e na cidadania;
•
a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de
interesse da área educacional;
•
a participação na gestão de processos educativos e na organização e
funcionamento de sistemas e instituições de ensino.
Este profissional deverá ter:
Habilidades científicas:
•
o domínio do saber nas diversas áreas do conhecimento do campo
pedagógico;
•
a visão global das estruturas sócio-político-econômicos-ético e culturais
vigentes, que lhe possibilite o tratamento das questões educacionais de
maneira
integrada,
como
parte
de
um
sistema
universal
de
conhecimentos;
•
a percepção de que não basta a reprodução do conhecimento científico
existente, mas que é preciso repensá-lo de maneira crítica e criativa, no
exercício de suas funções;
•
o domínio da tecnologia de pesquisa;
•
o acompanhamento do avanço científico e tecnológico, por meio da
Educação Permanente e Continuada.
Habilidades técnicas:
•
o domínio do “saber fazer” e a capacidade de comunicar de maneira
clara e atualizada o conhecimento científico, utilizando-se da tecnologia
apropriada;
•
a utilização de métodos e técnicas modernas e apropriadas ao
desenvolvimento do processo educacional;
•
a aplicação do conhecimento teórico na prática educacional.
Habilidades políticas:
•
a posição crítica frente às situações reais, assumindo o compromisso
com o momento histórico contemporâneo .
•
a utilização da atitude democrática, como um dos princípios básicos da
educação.
•
o estabelecimento de um princípio ético com a educação e com o
respeito ao ser humano , em suas possibilidades e limitações.
Habilidades pessoais:
•
a liderança, a sociabilidade, a iniciativa, o dinamismo, o raciocínio verbal, o
raciocínio abstrato, a criatividade e a coerência.
• Na Fatea a avaliação é feita por disciplinas, numa perspectiva do curso
todo e incide sobre frequência e aproveitamento. No tocante ao primeiro
aspecto, é vedado o abono de faltas ao aluno, exceto nos afastamentos
autorizados por lei e, além disso, é obrigatória a presença do aluno em,
no mínimo, 75% das aulas, podendo se maior o percentual de
frequência, nos casos de aulas práticas, se o Conselho Geral assim
determinar.
• A avaliação é parte do processo ensino-aprendizagem e decorre do
acompanhamento contínuo do aluno e a ela se integram os resultados
de verificações escolares; em conjunto estes elementos visam detectar
eventuais desvios que interfiram no processo, cabendo ao professor
promover as avaliações e julgar-lhes os resultados.
• Na FATEA é adotada a avaliação conceitual, representada pelas letras
A,B,C, D e E em sentido decrescente; tais conceitos correspondem ao
desempenho do aluno, à sua produção intelectual, à sua participação na
vida acadêmica e à comprovação do domínio de conhecimentos e do
desenvolvimento de habilidades, tendo em conta os fundamentos da
disciplina e o atingimento dos objetivos essenciais propostos pelo
professor no Plano de Ensino.
• Particularmente, o Curso de PEDAGOGIA trabalha o tema avaliação
com seus professores e alunos uma vez que estamos trabalhando com
alunos que farão uso de avaliações em sua profissão.Várias outras
formas de avaliação estão presente no curso como Auto-Avaliação e
Avaliação por Portfólios e Registros Individuais.
• É mister ressaltar que as competências profissionais a serem
constituídas pelos professores em formação, de acordo com as
Diretrizes Curriculares para os cursos de licenciatura da Educação
Básica, são referência para todas as formas de avaliação do curso.
Assim a avaliação no Curso de PEDAGOGIA são periódicas e
sistemáticas, com procedimentos e processos diversificados, incluindo
conteúdos trabalhados, modelo de organização, desempenho do quadro
de formadores e qualidade da vinculação com segmentos institucionais
com os quais nosso curso estabelece convênio para estágio e práticas
profissionais no ensino fundamental e ensino médio. As avaliações são
feitas por procedimentos internos e externos, permitindo a identificação
das diferentes dimensões avaliadas.
5. 4 CURRÍCULO
5.4.1 Coerência do PPC e do Currículo com as Diretrizes Curriculares
Nacionais
A elaboração da estrutura curricular do Curso de Licenciatura em
Pedagogia, proposta neste documento, tomou como diretrizes os seguintes
documentos:
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996.
Resolução CNE/CP nº 1/2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002. Institui a Duração e a
Carga Horária dos Cursos de Licenciatura, de graduação plena, de
formação de professores da educação básica em nível superior.
Conforme a legislação em vigor, assegura-se às Instituições de Ensino
Superior autonomia na organização curricular. Dessa forma, a organização do
currículo abrange o conjunto de disciplinas curriculares de formação acadêmica
e profissional, as atividades práticas supervisionadas além de atividades
acadêmicas técnico-científico-culturais e trabalho de conclusão de curso, bem
como a sistemática de acompanhamento e de avaliação, de modo a dotar o
futuro profissional de visão crítica e sistêmica e que seja capaz de enfrentar os
crescentes desafios das rápidas transformações do mundo contemporâneo,
além de contribuir para o desenvolvimento, local, regional e nacional. Assim,
pretende-se promover sólida formação geral do discente, de modo a garantir
que o egresso tenha condições de superar os desafios que se apresentem no
exercício
da
profissão.
Sobretudo,
reconhece-se
a
importância
de
conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora da Instituição, que
sejam pertinentes à experiência profissional, bem como relevantes para a área
de formação. Além disso, a articulação da teoria com a prática possibilita o
desenvolvimento no campo acadêmico e profissional, mediante o envolvimento
de alunos e professores em atividades de pesquisa e de extensão.
Com esse entendimento, o c u r s o observa o que dispõem as
Diretrizes Curriculares Nacionais, em torno dos seguintes eixos:
Eixo
articulador
dos
diferentes
âmbitos
da
interação,
da
de
conhecimento
profissional;
Eixo
articulador
comunicação,
e
desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional;
Eixo articulador entre disciplinaridade e interdisciplinaridade;
Eixo articulador da formação comum com a formação especifica;
do
Eixo articulador dos conhecimentos a serem ensinados e dos
conhecimentos filosóficos, educacionais
e
pedagógicos
que
fundamentam a ação educativa;
Eixo articulador das dimensões teóricas e práticas.
5.4.2 COERÊNCIA DO CURRÍCULO COM OS OBJETIVOS DO CURSO
Os objetivos do Curso de PEDAGOGIA do Instituto Superior de
Educação das FACULDADES INTEGRADAS TERESA D’ÁVILA – FATEA , de
Lorena – SP , giram em torno das demandas sociais, familiares e das novas
exigências do mundo do trabalho e do exercício profissional, embasados na
ética e na fraternidade. Alterado o modo de organização do trabalho e das
relações sociais, para alcançar os objetivos pretendidos elaborou-se um
conjunto de procedimentos e atitudes novas, currículos, programas e atividades
que podem ser explicitados com base em três núcleos:
• Núcleo de estudos básicos;
• Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos;
• Núcleo de estudos integradores.
O núcleo de estudos básicos ao contemplar a diversidade e a
multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo de literatura
pertinente e de realidades educacionais, assim como por meio de reflexão e
ações críticas, articulará:
•
aplicação de princípios , concepções e critérios oriundos de diferentes áreas
do conhecimento, com pertinência ao campo da Pedagogia que contribuam
para o desenvolvimento das pessoas, das organizações e da sociedade;
•
aplicação de princípios da gestão democrática em espaços escolares e nãoescolares;
•
observação,
análise,
planejamento,
implementação
e
avaliação
de
processos educativos e de experiências educacionais, em ambientes
escolares e não-escolares;
•
utilização de conhecimentos multidimensional sobre o ser humano, em
situações de aprendizagem;
•
aplicação em práticas educativas, de conhecimentos dos processos de
desenvolvimento das crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas
dimensões física, cognitiva, afetiva, estética, cultural, lúdica, artística, ética
e bio social;
•
realização de diagnóstico sobre necessidades e aspirações dos diferentes
segmentos da sociedade, relativamente à
educação, sendo capaz de
identificar diferentes forças e interesses, de captar contradições e de
considerá-lo nos planos pedagógicos e de ensino aprendizagem, no
planejamento e na realização de atividades educativas;
•
planejamento, execução e avaliação de experiências que considerem o
contexto histórico e sócio cultural do sistema educacional brasileiro,
particularmente, no que diz respeito à Educação Infantil, aos anos Iniciais
do Ensino Fundamental e à formação de professores e de profissionais na
área de serviço e apoio escolar;
•
estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos
de organização do trabalho docente;
•
decodificação e utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por
crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos
primeiros
anos
de
escolarização,
relativos
à
Língua
Portuguesa,
Matemática, Ciências, História e Geografia, Arte, Educação Física;
•
estudo das relações entre educação e trabalho, diversidade cultural,
cidadania, sustentabilidade, entre outras problemáticas
centrais
da
sociedade contemporânea;
•
atenção às questões atinentes
à ética, à estética e a ludicidade, no
contexto do exercício profissional, em âmbitos escolares e não-escolares,
articulando o saber acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática
educativa;
•
estudo, aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da
educação nacional.
Com este intuito o currículo contemplará um conjunto de disciplinas que
coordenam questões de natureza ampla (Antropologia Teológica e Filosófica,
Psicologia, Sociologia , Filosofia e História da Educação,) com questões de
natureza intermediária (Língua e Comunicação,
Matemática e Estatística,
Novas Tecnologias em Educação) e com questões de natureza restrita
(Metodologia
da Pesquisa, Pesquisa em Educação, Didática, Códigos
Midiológicos no cotidiano escolar, Arte e Educação e Literatura Infanto juvenil ).
Esse conjunto de disciplinas deve fornecer ao aluno o quadro geral de um
modelo pedagógico de reflexão com o qual será possível transitar das
propostas doutrinárias e teóricas, para as propostas tecnológicas, técnicas e
práticas.
O núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos, voltados às
áreas de atuação profissional priorizadas pelo projeto pedagógico das
instituições e em atendimento a diferentes demandas sociais, oportunizará,
entre outras possibilidades:
•
investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes
situações
institucionais:
escolares,
comunitárias,
assistenciais,
empresariais e outras;
•
avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e
processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e
cultural da sociedade brasileira;
•
estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar
propostas educacionais consistentes e inovadora.
As disciplinas correspondentes ao núcleo de aprofundamento e
diversificação de estudos são: Formação Profissional, Leitura e Produção de
Textos, Bases Teóricas da Alfabetização, Fundamentos da Educação Inclusiva
e a Diversidade, Teorias da Aprendizagem, Fundamentos da Educação Infantil:
aquisição de linguagem e letramento., Fundamentos Teóricos e Metodológicos
para Ensino de Arte, Fundamentos Teóricos e Metodológicos para Ensino de
História e de Geografia, Fundamentos Teóricos e Metodológicos para o Ensino
de Ciências Naturais, Fundamentos Teóricos e Metodológicos para o Ensino
de Língua Portuguesa, Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Linguagem
Matemática, Fundamentos Teóricos e Metodológicos de Jogos e Recreação,
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Física , Fundamentos
Biológicos da Educação, Nutrição e Saúde na Educação Infantil, Ecopedagogia
e LIBRAS.
As bases profissionais têm sua composição curricular adequada à
formação especializada. As áreas específicas iniciam-se com um temário
amplo,
proposto
pelas
disciplinas
específicas,
passando
por
temas
intermediários, fornecidos pelos programas, com vistas a alcançar a formação
do educando, futuro educador e gestor, para lidar com desenvoltura na
Administração, Gestão e Supervisão Escolar e tratar com os diversos níveis de
recursos humanos atuantes nas escolas. Para isso contemplam-se as
disciplinas: Prática da Organização e Gestão Escolar, Educação de Jovens e
Adultos, Direito e Legislação Escolar, Avaliação da Aprendizagem e Avaliação
Institucional, Pedagogia nas Instituições não escolares, Coordenação,
Orientação e Supervisão Pedagógica e Educação e Responsabilidade Social.
Tanto no núcleo de estudos básicos quanto no núcleo de aprofundamento
e diversificação de estudos, o currículo promove momentos de formação para a
cidadania, pelas práticas da inserção social, comunitária e familiar, tal como
prevê a lei específica dos Institutos Superiores de Educação ( IES ).
Entre as habilidades adquiridas pelo aluno, deverá constar como
resultado
da
reflexão
pedagógica,
a
consciência
do
seu
papel
no
desenvolvimento das relações sociais e familiares, tratando a educação de
modo integrado. Assim, o conjunto de matérias repõe o princípio de um temário
que articula temas gerais, intermediários e restritos. Na Formação Profissional
I,II e III serão abordado os temas transversais, tão indispensáveis à
contemporaneidade, tais como: trânsito, sexualidade, saúde, ecologia, drogas,
violência, direitos humanos, movimentos sociais, religiosos, políticos e outros.
Afinal, as FACULDADES INTEGRADAS TERESA D’ÁVILA – FATEA – de
Lorena – SP têm um compromisso ético com o estimulo ao correto exercício
da cidadania por parte de seus educandos, futuros profissionais, futuros
dirigentes sociais.
O núcleo de estudos integradores proporcionará enriquecimento curricular
e compreende participação em:
•
seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação
científica, monitoria e extensão, diretamente orientados pelo
corpo docente da instituição de educação superior;
•
atividades práticas de modo a propiciar vivências, nas mais
diferentes
áreas
do
campo
educacional,
assegurando
aprofundamentos e diversificação de estudos, experiências e
utilização de recursos pedagógicos;
•
atividades de comunicação e expressão cultural.
A Prática de Ensino está presente no curso nas disciplinas: Prática de
Formação I voltada para a creche e pré-escola, a Prática de Formação e II
refere-se aos anos Iniciais do Ensino Fundamental e Prática de Formação III às
instituições não escolares e administração escolar.
Nos termos do projeto pedagógico da instituição, a integralização de
estudos será efetivada por meio de:
•
disciplinas, seminários e atividades de natureza predominantemente
teórica que farão a introdução e o aprofundamento de estudos, entre
outros, sobre teorias educacionais situando processos de aprender e
ensinar
historicamente
e
diferentes
realidades
socioculturais
e
institucionais que proporcionem fundamentos para a prática pedagógica,
à orientação e apoio a estudantes, gestão e avaliação de projetos
educacionais, de instituições de políticas públicas de Educação;
•
práticas de docência e gestão educacional que ensejem aos
licenciandos a observação e acompanhamento, a participação no
planejamento, na execução e avaliação de aprendizagens, do ensino o
de projetos pedagógicos, tanto em escolas como em outros ambiente
educativos;
•
atividades
complementares
envolvendo
o
planejamento
desenvolvimento progressivo do Trabalho de Conclusão de
e
o
Curso
(TCC), atividades de monitoria, de iniciação científica e de extensão,
diretamente orientadas por membro do corpo docente da instituição de
educação superior decorrentes ou articuladas às disciplinas, áreas de
conhecimento,
seminários,
eventos
científico-culturais,
estudos
curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e
experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas
com necessidades especiais, a educação do campo, a educação
indígena, a educação e remanescentes de quilombos, em organizações
não-governamentais, escolares e não-escolares, públicas e privadas;
•
estágio curricular a ser realizado, ao longo do curso, de modo a
assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, em
ambientes escolares e não-escolares que ampliem e fortaleçam atitudes
éticas, conhecimentos e competências:
- na Educação Infantil e nos anos Iniciais do Ensino
Fundamental, prioritariamente;
- nas disciplinas pedagógicas dos cursos de Ensino Médio, na
modalidade Normal;
- na Educação profissional, na área de serviços e apoio escolar;
- na Educação de Jovens e Adultos;
- na participação em atividades da gestão de processos
educativos,
no
planejamento,
implementação,
coordenação,
acompanhamento e avaliação de atividades e projetos educativos;
- em reuniões de formação pedagógica.
Os Estágios Supervisionados serão cumpridos ao longo do curso,
podendo ser utilizado como campo e material de pesquisa subsidiário ao
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Perpassando todos os anos do curso, são adotadas como atividades
complementares e válidas para a integralização da carga horária total, as
seguintes atividades: Fórum de Debates; Jornada Pedagógica, com palestras e
apresentação de trabalhos significativos realizados pelo corpo docente e
discente; Fórum Ambiental; Semana Multidisciplinar; Semana de filmes de
reflexão sobre a Educação; Semana de cinema para crianças (Cinema
Criança).
O currículo é visto como uma prática de expressão, em função do
atendimento sociocultural, de forma que o conjunto de atividades possa
assegurar ao grupo a aquisição de experiência social, historicamente
acumulada e culturalmente organizada.
Portanto, conjuntamente ao núcleo de estudos básicos, que constitui a
fonte ou a matriz dos conteúdos das matérias e disciplinas que cobrem a
formação do aluno, acrescentaram-se procedimentos pedagógicos e atividades
programáticas complementares, para alcançar o modelo de formação
desejável.
A preocupação com a atualidade econômica, científica e tecnológica
está contemplada na elaboração da estrutura curricular do Curso, e nas
atividades teóricas e práticas vinculadas ao mesmo.
Cabe lembrar que não só como questão de princípio, mas também
prática, a atualidade científico-tecnológica impõe-se pelo movimento da
realidade dinâmica que cada vez mais lança na obsolescência as técnicas
recém adquiridas. Somente o domínio dos fundamentos científicos aliados à
maleabilidade e crítica na adoção de novos saberes e tecnologias permitirão a
permanência de um Curso de Pedagogia no mundo moderno.
As disciplinas são oferecidas progressivamente, em cada ano,
preservando o equilíbrio entre o desenvolvimento teórico e as atividades
práticas nos laboratórios de computação, bem como a interação com
instituições de ensino na Educação Básica e Profissional, do município e da
região jurisdicionada, principalmente, à Diretoria de Ensino da Região de
Guaratinguetá, órgão público estadual de educação com o qual há convênio
estabelecido com a FATEA.
5.4.4
Coerência
e
Adequação
dos
Procedimentos
de
Ensino-
aprendizagem com a Concepção do Curso
As Faculdades Integradas Teresa D’Ávila - FATEA privilegiam a
formação
continuada
dos
professores,
enquanto
proporcione
práticas
renovadas ou estimule modos de perceber e realizar a ação educativa, ou
ofereça organizações teóricas sustentadoras de práticas diversas. Um saber e
um saber fazer nos níveis e nas áreas curriculares, para serem desenvolvidos
no processo de organização e realização do curso.
Não se trata de provê-los de modelos de conduta metodológica para
reprodução, mas de promover o acesso crítico a práticas flexíveis e adequadas
às situações reais de aprendizagem, conforme se apresentem, sem abandonar
os fundamentos que lhes servem de apoio. Os esquemas teóricos devem
ajudar o educador formador a estabelecer a fundamentação teórica dos
saberes práticos, para justificar e analisar sua própria prática, em função da
coerência das tarefas que realiza com determinado modelo educativo e com o
conhecimento aceito como válido, num certo momento. Outro caminho é o
próprio currículo que seleciona o conteúdo e pressupõe os objetivos, partindo
de determinadas opções e idéias sobre o ensinar, o aprender, sem nunca
perder o alicerce das demandas sociais.
Cabe ressaltar que as disciplinas do Curso possuem planos de conteúdo
mínimo que orientam a atividade docente. Desse modo, os docentes de uma
mesma disciplina devem seguir um roteiro unificado que guia suas atividades
ao longo do período letivo. Por sua vez, os conteúdos programáticos, inseridos
nos Planos de Ensino das disciplinas, a serem tratados ao longo do período
letivo, são revisados e discutidos, antes do início das aulas. Do mesmo modo,
os objetivos específicos, os procedimentos de ensino e de avaliação. Esses
aspectos são de fundamental importância, pois servem de parâmetro para a
mensuração da capacidade do aluno de instrumentalizar o conhecimento.
O Plano de Ensino representa o documento oficial para a execução do
Currículo do Curso e do planejamento da disciplina pelo Professor. Portanto, o
Plano de Ensino deve estar em conformidade com a Ementa. Nesse sentido, o
plano de ensino elaborado e acompanhado adequadamente deve:
Tornar o ensino mais eficiente e sistematizado;
Proporcionar sequência e progressividade nos trabalhos;
Dedicar atenção aos aspectos essenciais da disciplina;
Evitar improvisações, que confundem os alunos;
Desenvolver atividades adequadas ao tempo disponível e de acordo
com as possibilidades do aluno;
Permitir a ordenação e a integração entre as disciplinas;
Programar adequadamente o uso dos recursos didáticos em tempo
hábil;
Possibilitar correções no próprio planejamento, tornando-o mais
ajustado às condições do ambiente de sala;
O Planejamento demonstra que o Professor pensou no conteúdo e nas
atividades a serem desenvolvidas, em sala de aula. Por outro lado, considerase essencial que o aluno tenha conhecimento do seu planejamento. Desse
modo, é muito importante seguir o plano de ensino, e qualquer mudança de
conteúdo deve ser comunicada ao aluno com antecedência e formalizada junto
à coordenação e, se for o caso, com a anuência dos outros professores da
disciplina.
5.4.5 Interrelação das Disciplinas na Concepção e Execução do Currículo
De forma integrada, as disciplinas mantêm elos de conteúdos que
perpassam o currículo, favorecendo a concepção curricular como prática,
expressão socializadora e cultural, as quais nossa instituição concretiza nas
atividades educacionais, ou seja, na práxis, na qual o currículo adquire
significado definitivo para alunos e docentes. Assim a prática e a vivência têm o
currículo como ponte entre teoria e ação, entre intenções ou projetos e
realidade.
É na prática que se manifestam os espaços de decisão autônoma dos
seus mais diretos destinatários: professores e alunos. Acreditamos que a interrelação das disciplinas ocorre na superposição de múltiplos contextos: o
contexto dos fatos pedagógicos, o contexto profissional e o contexto sóciocultural. Por isto a Instituição, consciente da relevância e pertinência das
atividades acadêmico-científico-culturais, privilegia estas ações que favorecem,
exemplarmente, a integração disciplinar. A Coordenação incentiva os
professores do curso a desenvolverem ações de modo sistemático, que
proporcionem a inter-relação das disciplinas como, por exemplo, professores
de outras disciplinas do curso que são convidados por professor de disciplina
específica para debaterem temas em sala de aula.
5.4.6 Dimensionamento da Carga Horária das Disciplinas
A estrutura curricular possui carga horária de 2.800 horas. Para a
integralização dos créditos exigidos e a obtenção do título, o aluno cumpre a
carga horária distribuída da seguinte forma
Os conteúdos curriculares do Curso de Pedagogia da FATEA
apresentam a carga horária total de 1.800 horas-aula, sendo o tempo mínimo
fixado para a integralização do curso correspondente de mínimo de 3 (três)
anos letivos.
Segundo a Resolução CNE/CP Nº 2 de 19/2/2002, em seu artigo 1º,
parágrafo II e IV, os estágios e atividades complementares devem apresentar a
carga horária mínima de 400 horas. Assim, na organização curricular do Curso
de Licenciatura foi obedecida esta determinação. O estágio visa à inserção do
profissional no mercado de trabalho e a consolidação do conteúdo teórico-
prático das disciplinas e atividades do curso, sendo regulamentadas as
diretrizes para a sua execução.
As 100 horas de Atividades Práticas, previstas para a integralização da
carga horária dos cursos de licenciatura pela Resolução citada, indicadas no
quadro acima, ocorrem fora do horário regular de aulas, durante as três séries
do curso.
As Atividades Práticas do curso visam à formação do futuro profissional,
proporcionando oportunidades de pesquisar, vivenciar e exercer, em situações
reais de trabalho, todo o conhecimento teórico-prático obtido ao longo do curso.
As Atividades Práticas são desenvolvidas no decorrer da formação do
licenciando, por meio de atividades curriculares, tais como: planejamento e
execução de cursos de inclusão digital pela internet e de capacitação
profissional em informática, em escolas particulares e em escolas públicas
associadas ou não ao Programa Escola da Família; atividades de pesquisa, de
iniciação científica e de extensão; atividades desempenhadas como bolsistas
(monitoria, iniciação científica, extensão) e visitas técnico-pedagógicas a
escolas da rede pública e privada. São realizadas, também, no Laboratório
Pedagógico da Instituição, por meio de reuniões para estudos de casos,
simulação de aulas, elaboração de materiais didáticos e pedagógicos,
elaboração
de
documentos
de
registros
escolares,
aplicação
dos
conhecimentos de computação em desenvolvimento de programas educativos,
etc. As Atividades Complementares destinam-se a estimular os alunos à prática
de estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de
atualização permanente e contextualizada, sobretudo nas relações com o
mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso, integrando-as às
peculiaridades regionais e culturais. Incluem projetos de pesquisa, monitoria,
iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários,
simpósios, congressos, conferências, além de disciplinas não previstas no
currículo pleno do aluno oferecidas por outras instituições de ensino ou de
supervisão do exercício profissional, aproveitadas de forma interdisciplinar, por
se integrarem aos demais conteúdos cursados pelo aluno. O funcionamento
das Atividades Complementares está definido em Portaria e são registradas
em fichas próprias do curso.
O TCC, Trabalho de Conclusão de Curso, é supervisionado por um docente, de
modo que envolva todos os procedimentos de uma investigação técnicocientífica, a serem desenvolvidas pelo acadêmico ao longo do último ano do
curso, tendo sido planejado com 72 horas. As diretrizes para a elaboração do
TCC estão devidamente regulamentadas
5.4.7 Conteúdos Curriculares
Disciplina: DIDÁTICA
Objetivos: Desenvolver a capacidade de questionamento e de experimentação
com relação às informações e técnicas sobre o processo ensino-aprendizagem;
Instrumentalizar o futuro professor para que possa avaliar o domínio complexo
das formas fundamentais de ensino e decidir-se por sistemas gerais de valores,
deduzir objetivos concretos de ensino, explicar e prever fenômenos surgidos
durante a aula e determinar métodos adequados às desejadas realizações de
aprendizagem; Aproximar o aluno da vivência e reflexão do processo de ensino
(princípios, condições e meios, objetivos, conteúdos e métodos) no sentido de
se unir teoria e prática importantes à formação do professor e seus fatores
(materiais e sociais) reais condicionantes das relações entre docência e
aprendizagem.
Ementa: Aspectos históricos, filosóficos e políticos da Didática no contexto do
sistema escolar brasileiro; O papel da Didática na formação do educador;
Teorias do conhecimento; Tendências Pedagógicas; Teorias da atualidade em
Educação; Ação docente: planejamento, execução, acompanhamento e
avaliação da aprendizagem.
Bibliografia Básica:
CANDAU, V. M., org. A Didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1986.
CAPPELLETTI, Isabel Franchi (org) Avaliação Educacional: fundamentos e
práticas. São Paulo: Articulação Universidade/ Escola, 1999.
ESTRELA, Maria Teresa. Relação Pedagógica, disciplina e indisciplina.
Coleção Ciência da Natureza. Porto: Porto Editora, 1992.
Bibliografia Complementar:
GADOTTI, Moacir (org.) (2000). Perspectivas Atuais da Educação. Porto
Alegre: Artes Médicas Editora.
IMBERNÓN, Francisco. Formação Docente e Profissional: formar-se para
mudança e para incerteza. São Paulo: Cortez, 2001.
MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente. Papirus, 1997.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2000.
RODRIGUES, Neidson. Educação: da formação humana à construção do
sujeito ético. In Educação e Sociedade. Revista Quadrimestral de Ciência da
Educação. Cedes. Campinas. N° 76, 2001.
Disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA
Objetivos: Apresentar e discutir o conceito de ciência. Compreender a
especificidade do conhecimento científico e do método científico. Oferecer
procedimentos metodológicos para a elaboração de projeto de pesquisa.
Apresentar as normas relativas aos aspectos formais da pesquisa. Orientar
sobre os aspectos de redação e de apresentação de textos científicos.
Ementa: Introdução aos métodos e técnicas de pesquisa, buscando os
aspectos operacionais do delineamento de trabalhos científicos. Abordagem
dos tópicos referentes a técnicas de pesquisa, amostragem, pesquisa
experimental e documental, construção de instrumentos, medidas, opinião e
atitudes. Apresentação de dados, análise de dados da pesquisa. Estruturação
e escrita de trabalhos técnico-científicos em Ciência da Computação. Normas
ABNT. Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos.
Bibliografia Básica: CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino.
Metodologia científica: para uso de estudantes universitários. São Paulo:
Pearson, 2002.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas,
2006.
LAVILLE, Christian, DIONNE, Jean.
A construção do saber: manual de
metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.
PERROTTA, Claudia. Um texto pra chamar de seu: preliminares sobre a
produção do texto acadêmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo:
Atlas, 2003.
Bibliografia Complementar: CINTRA, José Carlos A. Técnica para
apresentações com recursos visuais. São Carlos: Rima, 2002.
MOREIRA, Walter; SÁ, Olga de. Manual para elaboração de trabalho de
conclusão de curso. Lorena: Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, 2010.
REA, Louis M., PARKER, Richard A. Metodologia da pesquisa: do
planejamento à execução. São Paulo: Pioneira, 2002.
SANTAELLA, Lucia. Comunicação e pesquisa: projetos para mestrado e
doutorado. São Paulo: Hacker, 2001.
Disciplina: LIBRAS
Objetivos: O Sistema Educacional Brasileiro prevê, por meio da Lei nº 10.436
de 24 de abril de 2002, a inclusão do Ensino da Língua Brasileira de Sinais –
LIBRAS nos cursos de formação de professores.
Ementa: Exercícios de estratégias comunicacionais. Avaliação em prova
prática de reprodução de sinais. Gramáticas de línguas de sinais e diversidade
lingüística. Narrativas em português e em LIBRAS para crianças. Literatura e
discurso escolar em LIBRAS.
Bibliografia Básica:
Dicionário de LIBRAS Ilustrado (CD-ROM).Governo do Estado de São Paulo.
Língua Brasileira de Sinais.AJA.Associação do Jovem Aprendiz
Bibliografia Complementar:
www.saopaulo.sp.gov.br/hotsite/libras/index.htm.
www.libras.org.br
Legislação referente à Língua Brasileira de Sinais.
Residência Pedagógica I
Ementa
O curso inicia-se propondo aos graduandos a conscientização da necessidade
da avaliação crítica da prática docente como expõe Freire(1996). Por meio de
dinâmicas de grupo faz florar às duvidas e desafios vividos na sala de aula,
escola e/ou espaço não escolar, para o diálogo e reflexão de outros
indicadores
de
atuação.
Conclui
refletindo
sobre
a
necessidade
continuidade da autoavaliação crítica contínua da prática docente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
da
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à pratica
educativa.31ª edição. São Paulo:Paz e Terra,2005.
Terrazzan, Eduardo A. Condicionantes para a formação continuada de
professores em escolas de educação básica.Educação e Linguagem.SBC,
ano10, nº15, p.161-185, jan-jun.2007.
Organização das Políticas Publicas na Educação Básica
EMENTA
O estudo das Políticas Públicas na Educação Básica contempla:as formas
organizacionais de ensino, previstas nos textos legais e seusrespectivos
contextos histórico-político-sociais, o exercício de um olharcrítico sobre a
realidade educacional brasileira, buscando estratégiastransformadoras dessa
realidade, a abordagem das novas demandas da Sociedade doConhecimento e
da Informação, a discussão sobre questões que permeiam,transversalmente, a
Educação (a diversidade - raça/etnia, gênero - e ainclusão), bem como as
possíveis relações entre formação profissional e gestãoeducacional; busca
tratar os temas numa perspectiva pós-crítica que pretende“[...] questionar quem
está autorizado aconhecer o mundo, a narrá-lo, a falar pelo outro em termos de
identidade,cidadania e diferença” (Andrade, 2005); pretende a ampliação e
oaprofundamento dos conhecimentos do alunado por meio de reflexões,
debates,leituras complementares (vídeos, imagens, periódicos, experiências
práticas),para além da bibliografia específica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZANHA, José M. P.Educação: Temas Polêmicos. São Paulo:Martins Fontes,
1995.
CARNEIRO, Moaci A.Breve história das Leis Básicas da Educação Nacional.
In: CARNEIRO, Moaci A. LDB fácil – Leitura Crítico-CompreensivaArtigo a
Artigo. Editora Vozes, 4ª edição, 2004.
DOURADO, Luiz F.Plano Nacional de Educação: Avaliações e Retomada do
Protagonismo da Sociedade Civil Organizadana Luta pela Educação. GARCIA,
Walter E. Demandas Retardatárias em Tempos Difíceis. SILVA,Reinaldo da.
Gestão da Educação nos anos 90: Equidade e Conservadorismo.AGUIAR,
Márcia A. da S. Desenvolvimento com Igualdade Social, Educação e
Gestãoescolar: Notas para um Debate. In: FERREIRA, Naura S. C. (org.),
SEVERINO,Antonio J., CURY, Carlos R. J. et al. PolíticasPúblicas e Gestão da
Educação. Brasília: Líber Livro Editora, 2006.
FERREIRA, Naura S.C. e AGUIAR, Márcia Ângela da S. (orgs.) et al. O Estado,
A PolíticaEducacional e A Regulação do Setor Educação no Brasil: Uma
Abordagem Histórica.In: FERREIRA, Naura S. C. e AGUIAR, Márcia Ângela da
S. (orgs.) et al. Gestão da educação Impasses, perspectivas ecompromissos.
São Paulo: Cortez, 2008. 6ª ed.
BIBLIOGRAFIACOMPLEMENTAR:
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Educação Nacional.
CARVALHO,Marie J. S. Políticas públicas emeducação e dinâmicas de gênero,
raça/etnia e classe social. /Apresentado aEncontro Regional de Educação,
Porto Alegre: 38º Núcleo - CPERGS/SIN, 25 out.1996.
GADOTTI,M. Universalização da Educação Básica e Novas Matrizes Teóricas.
Sociedade dainformação e Educação. In: GADOTTI, M. Pers pectivas atuais da
educação .Porto Alegre, Ed. Artes Médicas, 2000.
PERRENOUD,Philippe. Escola e cidadania: o papel da escola na formação
para a democracia;tradução: Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Arte e Educação
Ementa
O ensino de Arte terá significado para a Educação desde que tratado como
modo privilegiado de conhecimento (PCN), da mesma forma que, mediante o
conceito de arte enquanto linguagem humana seja visto como instrumento de
aproximação entre indivíduos das diferentes culturas. Assim, é mediante esse
raciocínio que, os conteúdos de Arte devem ser desenvolvidos em sala de aula
de modo que o aprendiz adquira e mobilize um conjunto de recursos cognitivos,
afetivos e psicomotores ao viver e conhecer arte. Além disso, desenvolvendo
competências e habilidades ao produzir, apreciar e interpretar arte com uma
postura crítica e responsável, situando arte como produção sócio-histórica
contextualizada no tempo e no espaço.
É nessa perspectiva que o ensino de Arte contribuirá na construção de valores
essenciais à cidadania, isto é, na medida em que é partilhado um modo único
de interação no meio sócio-cultural.
Portanto, a Arte no curso de Pedagogia deverá exercer papel singular e de
suma importância para a formação dos futuros professores pelo fato de estar
integrada ao contexto e sistema educacional.
BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS
1. FERREIRA, S. O ensino das Artes: construindo caminhos. Campinas:
Papirus, 7 ed. – 2009
2. ARSLAN, L.M. e IAVELBERG, R. Ensino de Arte – S.Paulo: Cengage
Learning, 2009.
3. MARTINS, M. C. et al – Didática do Ensino de Arte: A língua do mundo – SP:
FTD, 1998.
BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES
1. SHAFER, R.M. O ouvido pensante. SP: Fund.Ed.UNESP, 1991.
2. RENGEL, L. – Cadernos de Corpo e Dança – SP: ANNABLUME, 2006.
3. NOVELLY, M.C. Jogos Teatrais: Exercícios para grupos e sala de aula.
Campinas.SP: Papirus. 6 ed. 2001.
4. PILLAR, A.D. (Org.) A educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre:
Mediação, 5 ed. – 2009.
OUTROS 1. RENGEL, L. Dicionário Laban. SP:ANNABLUME. 2 ed. 2003.
2. BRITO, T.A. Música na Educação Infantil – propostas para a formação
integral
da
criança.
SP:
Peirópolis.
2
ed.
2003.
3. BARBOSA, A. M.(org.) Inquietações e Mudanças no ensino da Arte.
SP:CORTEZ, 2002.
4. BARBOSA, A.M. (ORG.) Ensino da arte: memória e história. SP:
Perspectiva,
2008.
5. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO – PCN Arte – 1º e 2º
CICLOS
–
3º
e
4º
CICLOS
–
E.M
–
Brasília:MEC,
1998.
6. SÃO PAULO. Proposta Curricular do Estado de S.Paulo: ARTE. SP: SEE.
2008.
7. CARPEAUX, O.M. História da Música: da Idade Média ao séc.XX. RJ:
EDIOURO, 2001.
8. BRASIL. Conhecimentos de Arte - Orientações Curriculares para o E.M.
Brasília: MEC, 2004.
Literatura Infanto-Juvenil
EMENTA
Este curso pretende, a partir de pressupostos teórico-metodológicos relativos a
Literatura infanto-juvenil, estabelecer uma articulação entre arte e literatura nos
ambientes
em
que
ocorrem
atividades
de
oralidade-leitura-escrita,
principalmente em salas de aula do ensino fundamental. Para tanto, é
necessário que se reflita sobre a especificidade do texto literário, o papel da
literatura infantil na escola, evidenciando o significativo percurso da criança de
leitor iniciante a leitor eficiente e, finalmente, como tornar o contato com o texto
literário um caminho para desenvolver a fruição pela leitura. Além disso, o
curso possibilita o desenvolvimento de postura crítica em relação à produção
literária para crianças, a partir de uma visão histórica do surgimento dela no
mundo ocidental e no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil: teoria, análise, didática. SP:
Moderna, 2000.
ZILBERMAN, Regina. Como e por que ler a literatura Infantil Brasileira. RJ:
Objetiva, 2005.
_________________. A literatura Infantil na escola. São Paulo: Global, 2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo,
2000.
AGUIAR, Vera Teixeira & BORDINI, Mª da Glória. Literatura: a formação do
leitor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2004.
BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 2005.
CUNHA, Maria Antonieta A. Literatura Infantil – teoria e prática. São Paulo:
Ática, 2004.
LAJOLO, Marisa & ZILBERMAN, Regina. Literatura Infantil Brasileira – História
e histórias. São Paulo: Ática, 2007.
Analise e Expressão do Som e da Forma
Ementa
O processo de alfabetização estética em arte exige que se compreenda, dentre
outras, as relações Forma-Conteúdo em sua inseparabilidade, considerando-se
que o conteúdo revela-se pelos elementos que compõem e estruturam as
diferentes linguagens artísticas e suas gramáticas, ou seja, da visualidade, da
musicalidade e da teatralidade. Portanto, é fundamental que, se promova o
exercício do olhar sobre a forma conjugada com a matéria na busca dos
significados imprimidos pelo artista no tempo e no espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, S. R. V. (Org.) – Cor, Som e Movimento. Porto Alegre: MEDIAÇÃO. 3ª
ed. 2002.
BARBOSA, A. M. – Som, gesto, forma e cor. 2ª ed. BH: Ed.com Arte, 1996.
PILLAR, A.D. (Org.) A Educação do Olhar no ensino das artes. Porto Alegre:
Mediação, 1999.
SHAFFER, R.M. – O ouvido pensante. SP: UNESP. 1991
RENGEL, L. Dicionário Laban. 2 ed.SP: Annablume. 2005.
SPOLIN, V. – Improvisação para o Teatro. S.Paulo: Perspectiva, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, S. O ensino das Artes: construindo caminhos. 7 ed. Campinas, SP:
Papirus, 2009.
ARSLAN, L.M. e IAVELBERG, R. Ensino de Arte. S.P.: CENGAGE LEARNING,
2009.
MARTINS, M.C. et al – Didática do Ensino de Arte – A língua do mundo. SP:
FTD, 1998.
OUTROS –
OLIVEIRA, M.R.D. et al (Orgs.) Território das Artes. SP: EDUC/PUC, 2006.
BUORO, A.B. – O Olhar em Construção. 3 ed. 1998.
DERDYK, E. – Formas de pensar o Desenho. SP: SCIPIONE, 2003.
CUMMING, R. – Para entender a Arte. SP: ÁTICA, 1996.
NEWBERY, E. – Os segredos da Arte. 1 ed. – 2ª reimpressão. SP:ÁTICA,
2004.
COSTELLA, A.F. Para apreciar a Arte. SP: SENAC, 1997.
WISNIK, J.M. O som e o sentido – uma outra história das músicas. SP: Cia das
Letras, 1989.
CARPEAUX, O.M. História da Música – Da Idade Média ao séc. XX. RJ:
EDIOURO, 5.ed. 2001.
JAPIASSÚ, R. Metodologia do ensino de teatro. SP: Papirus, 2001.
RENGEL, L. Cadernos de Corpo e Dança. SP: ANNABLUME, 2006.
SESC – SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO – Bienal Naifs do Brasil.
PIRACICABA: SESC, 2000.
SANTOS, S.M.P. – Educação, Arte e Jogo. Petrópolis: VOZES, 2006.
PROENÇA, G. – Descobrindo a História da Arte. 1 ed. – 3ª reimpressão. SP:
ÁTICA, 2006.
SP: SEE - PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE S. PAULO: ARTE/ EF
e ENSINO MÉDIO. 2008.
BRASIL: SEF. PCN: ARTE. Brasília: MEC/SEF, v.6. 1997.
BRASIL: SEF.PCN: ARTE – 5ª A 8ª SÉRIES.. Brasília: MEC/SEF. 1998.
BRASIL: MEC. PCN: ARTE- ENSINO MÉDIO. Brasília: MEC. 1998.
BRASIL: MEC. Orientações Curriculares para o Ensino Médio. Brasília: MEC.
2002.
Leitura e Produção de Texto
EMENTA
Vivência dos processos de leitura e produção textual atinentes ao espaço
acadêmico na contemporaneidade. Estudo da linguagem e das necessárias
posturas críticas para a construção e registro do conhecimento por meio de
reflexões sobre os processos de produção, circulação e recepção dos textos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSCARELLI, Carla Viana. Entre Textos e Hipertextos. In: COSCARELLI,
Carla Viana, org. Novas Tecnologias, Novos Textos, Novas Formas de Pensar.
Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
DI NIZO, Renata – Escrita Criativa – O Prazer da Linguagem – Summus
Editorial, 2008
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. São Paulo: Ática,
2003.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão.Lições de texto : leituras
redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. 432p.
GRANATIC, Branca. Técnicas básicas de redação. 4 ed., São Paulo: Scipione,
2008.
KOCH, Ingedore Villaça. Desvendando os Segredos do Texto. 2 ed. São Paulo:
Cortez, 2002.
POSSENTI, Sírio . Aprender a escrever (reescrevendo) . Campinas:
Unicamp/Cefiel/MEC, 2005
TERRA, Ernani. Percursos – Linguagem, Língua e Fala. São Paulo: Editora
Scipione, 2ª Ed 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARRIGUCI, Davi. Leitura: entre o fascínio e o pensamento. Site do Centro de
Referência
Mario
Covas.
Disponível
em
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/leia.php?t=0014 .
GERALDI, João Wanderley. Leitura: as muitas faces de um leitor. Site do
Centro
de
Referência
Mario
Covas.
Disponível
em
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/leia .php?t=00149 .
LOUZADA, Maria Silvia, GOLDSTEIN, Norma Seltzer e IVAMOTO, Regina O
texto sem mistério - Leitura e escrita na universidade. São Paulo: Ática
Universidade, 2009
PERROTTI, Edna Barion. Superdicas para Escrever Bem. São Paulo: Saraiva,
2006
SILVA, Ezequiel Teodoro. Resenha do livro A leitura nos oceanos da Internet.
Site
do
Educarede.
Disponível
em
http://www.educarede.org.br/educa/internet_e_cia/informatica.cfm?pagina=infor
matica_principal&id_inf_escola=58
SILVA, Ezequiel Teodoro. Leitura e formação humana. 2006.
EDITORA SEGMENTO .SP. Revista Língua.
Didática
EMENTA
O contexto educacional/educação e sociedade emergente. Conceitos do
ensinar e do aprender.Ensino e tendências pedagógicas.Compreensão e
análise do processo de ensino.Didática da Alfabetização.Planejamento como
instrumento de criação e manutenção da ação docente. Avaliação no processo
ensino-aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROUSSEAU,Guy.Introdução ao Estudo das Situações Didáticas.Editora Ática,
São Paulo, 2008.
LIBÂNEO,J.C.Didática.Editora Contexto,São Paulo,2006
________________.Tendências pedagógicas na prática
escolar.Democratização da escola pública; a pedagogia crítico-social dos
conteúdos.6ªed.,,São PauloLoyola,1984..
MASETTO,Marcos Tarciso.Didática - Aula como centro,São Paulo:FTD, 1996 (Coleção aprender e ensinar).
SEVERINO,A.J.Educação Ideologia e Contra Ideologia.São Paulo:E.P.U.,1986
BRASIL.Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais,Brasília,1997.
________________________________________. Parâmetros Curriculares
Nacionais : Adaptações Curriculares/Secretaria de Educação
Fundamental.Secretaria de Educação
Especial,Brasília:MEC/SEF/SSESP,1999.
LUCHESI,Cipriano.Avaliação Educacional escolar para além do
autoritarismo.Revista ANDE,V.5,n° 10 (vídeo e texto)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CANDAU,Vera M.F.(org.)A didática em questão.Petrópolis, Vozes, 1984.
_______________. Rumo a uma Nova Didática.Editora Petrópolis, Vozes,
1993.
CASTRO, Amélia Domingues de. A memória do ensino de didática e prática de
ensino no Brasil.Revista da Faculdade de Educação.São
Paulo,vol.18,nº2,jul./dez.1992.
ALVES, Rubem.Estórias de quem gosta de ensinar.Ed.São Paulo, Cortez,
1993.
MIZUKAMI, Maria da G. N.Ensino, as abordagens do Processo.São
Paulo:EPU, 1986.
FUSARI, José Carlos.O planejamento do trabalho pedagógico: algumas
indagações e tentativas de respostas,Idéias,São Paulo:FDE,(8), 1990.
FREIRE, Paulo e SHOR, Ira.Medo e ousadia:o cotidiano do professor ,2ªed.Rio
de Janeiro:Paz e terra,1987.
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críticas da educação brasileira.In:Pedagogia histórico-crítica; primeiras
aproximações.2ªed.,São Paulo, Cortez/Autores Associados, 1991.
VARELA, Julia; ALVAREZ-URIA, Fernando. A maquinaria escolar. Teoria &
Educação, 1992, nº 6, pg. 68-96.
VEIGA-NETO, Alfredo José da. A didática e as experiências de sala de aula :
uma visão pós-estruturalista. Educação & Realidade. Porto Alegre Vol. 21, n. 2
(jul./dez. 1996), p. 161-175.
CASTORIADIS, Cornelius. A criação histórica – o projeto da autonomia. Porto
Alegre, Palmarinca, 1991.
ENGUITA, Mariano F. A face oculta da escola. Porto Alegre, Artes Médicas,
1989.
GASPARIN, João Luiz. A didática de Comênio em seu momento histórico.
Cadernos ANPED, Porto Alegre, nº 5, 1993. pg. 65-100.
GIROUX, Henry A.. Os professores como intelectuais : rumo a uma pedagogia
crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
________. Teoria crítica e resistência em educação : para além das teorias de
produção. Petrópolis: Vozes, 1986.
Cultura e Contemporaneidade (EAD)
EMENTA
Conceitos
essenciais
contemporaneidade;
da
cultura
subjetividade,
contemporânea;
cotidiano
cultura
e
e
arte
na
pós-modernidade;
sociodiversidade: multiculturalismo, tolerância e inclusão; exclusão e minorias:
índios, negros e outros “excluídos” na cultura atual; tecnociência na
contemporaneidade: inclusão/exclusão digital;
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai. Rio de Janeiro: Contraponto,
1997.
ARCHER, Michael. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
BAUMAN. Zygmunt. O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Ed.
Jorge Zahar, 1998.
_______. A sociedade individualizada: vidas contadas e histórias vividas. Rio
de Janeiro: Ed. Zahar, 2008.
BRIGGS, Asa; BURKE, Peter.
Uma história social da mídia: de Gutemberg à
Internet. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 2006.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano. 15ed. Petrópolis: Vozes,
2008.
DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. São Paulo: Ed. Contraponto,
1997.
DEL PRIORE, Mary & VENÂNCIO, Renato. Ancestrais. Uma introdução à
história da África Atlântica. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2004.
FATORELLI, Antonio; BRUNO, Fernanda org. Limiares da imagem: tecnologia
e estética na cultura contemporânea. Rio de Janeiro: Ed. Mauad X, 2006.
GILROY, Paul. O atlântico negro. Rio de Janeiro: UCAM; Ed 34, 2001.
GONTIJO, Silvana.
O livro de ouro da comunicação.
Rio de Janeiro:
EDIOURO, 2004.
HARVEY, David. A condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da
mudança cultural. São Paulo: Ed. Loyola, 1993.
LIMA FILHO, Domingos.
Dimensões e limites da globalização.
Petrópolis:
Vozes, 2004.
MORAES, Dênis de (org.).
Globalização, mídia e cultura contemporânea.
Campo Grande: Letra Livre, 1997.
NOVAES, Adaulto. Org. Muito além do espetáculo. São Paulo: Ed. Senac,
2004.
OLIVA,
Anderson Ribeiro
A história da África nos bancos escolares.
Representações e imprecisões na literatura didática. Estudos Afro-Asiáticos,
Ano 25, no 3, 2003, pp. 421-46
http://www.scielo.br/pdf/eaa/v25n3/a03v25n3.pdf
RASSI, Sarah Taleb. Negro na sociedade e na cultura brasileira. São Paulo:
CEAB, 2005.
villaça. Nízia. A edição do corpo: tecnociência, artes e moda. Barueri: Estação
das Letras, 2007.
Psicologia da Educação
EMENTA
Esta disciplina aborda os conhecimentos produzidos pela Psicologia científica
para a compreensão do processo de desenvolvimento desde a concepção até
a morte, a fim de de auxiliar o professor, em sua prática docente, a lidar com as
mudanças de comportamento e habilidades relacionadas à idade de seus
alunos e de si mesmo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Biaggio, A. M. B. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1994.
Bock, A. M. et. al. Psicologias. São Paulo: Saraiva, 2007.
Rappaport, C. R. e colaboradores. Psicologia do Desenvolvimento: a idade préescolar. São Paulo: EPU, 2002.
Rappaport, C. R. e colaboradores. Psicologia do Desenvolvimento: a idade
escolar e as adolescência. São Paulo: EPU, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Antunes, C. A alfabetização moral em sala de aula e em casa, do nascimento
aos doze anos. Petrópolis: Vozes, 2002.
Antunes, C. Vygotsky, quem diria?! Em minha sala de aula. Petrópolis: Vozes,
2002.
Baeta, A. M. Psicologia e educação. Rio de Janeiro: Forma & Ação, 2006.
Campos, D. M. S. Psicologia e Desenvolvimento Humano. Petrópolis: Vozes,
1997.
Papalia, D. e Olds, S. Desenvolvimento Humano. Porto alegre: Artes Médicas,
2000.
Weiten, W. Psicologia: Temas e variações. São Paulo: Pioneira Thomson,
2002.
Formação Profissional I
Ementa
O curso inicia-se partido da premissa que a relação pedagógica compreende o
encontro de seres humanos complexos, inteiros e inacabados. Estuda o RCNEI
com o foco em: concepção de criança, educação e papel do professor da EI.
Pesquisa e analisa a situação das creches no Brasil. Estuda e repensa a
organização das atividades que auxiliam no desenvolvimento: das relações de
linguagem, lógicas, espaço – temporais, psicomotricidade e sócio-afetiva para
as crianças de 0 a 5 anos. Conclui refletindo sobre os desafios e possibilidade
de educar a infância no contexto local, regional e nacional
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Programa de desenvolvimento
profissional continuado. Educação Infantil parâmetros em ação. Brasília.
_______________. Referencial Curricular da Educação Infantil. Brasília.
DAMIANOVIC, M.C. (org.). Material Didático: elaboração e avaliação. São
Paulo. Cabral, 2007
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia - saberes necessários a prática
docente.
São Paulo:Paz e Terra, 1986.
ZÓBOLI, Graziella. Práticas de Ensino: subsídios para a atividade docente. São
Paulo: Ática, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Revistas:educação, educar em revista, ensino superior fragmentos de cultura,
galileu, isto é, nossa história, nova escola, presença pedagógica, profissão
mestre, revista do professor, veja, mundo estranho.
2º Ano
Residência Pedagógica II
Ementa
O curso inicia-se propondo aos graduandos a conscientização da necessidade
da avaliação crítica da prática docente como expõe Freire(1996). Por meio de
dinâmicas de grupo faz florar às duvidas e desafios vividos na sala de aula,
escola e/ou espaço não escolar, para o diálogo e reflexão de outros
indicadores
de
atuação.
Conclui
refletindo
sobre
a
necessidade
da
continuidade da autoavaliação crítica contínua da prática docente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à pratica
educativa.31ª edição. São Paulo:Paz e Terra,2005.
Terrazzan, Eduardo A. Condicionantes para a formação continuada de
professores em escolas de educação básica.Educação e Linguagem.SBC,
ano10, nº15, p.161-185, jan-jun.2007.
Fundamentos da Educação Infantil I: Aquisição de Linguagem e
Letramento
EMENTA
Propostas
teórico-metodológicas
construtivistas,
sócio-interacionistas,
de
consciência fonológica relacionadas à aquisição de linguagem e ao letramento.
Senso comum x conhecimento pedagógico. Inclusão sócio-educacional.
Terminologias na era da inclusão. Noções educacionais sobre os Distúrbios da
Linguagem e da Leitura e Escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ADAMS, M.J.; FOORMAN,B.R.; LUNDBERG,I.; BEELER,T. Consciência Fonológica em
Crianças Pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
FRANCO, M. E. W. Compreendendo a infância como condição de criança. 2ª edição. Porto
Alegre: Editora Mediação, 2006. 140 p.
LUCK, Heloísa. Pedagogia Interdisciplinar: Fundamentos Teórico-metodológicos. 15ª ed.
Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2007, 92p.
MALUF, A. C. M. Atividades lúdicas para educação infantil. Petrópolis: Vozes, 2008. 66p.
PAROLIN, Isabel. Professores formadores: a relação entre a família, a escola e a
aprendizagem. Curitiba: Positivo. 2005. 160 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a
educação. 7ª edição. São Paulo: Cortez., 2003.183 p.
MALUF, Ângela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. Petrópolis, RJ:
Editora Vozes, 2003, 112p.
MORAES,
Maria
Cândida;
TORRE,
Saturnino
de
La.
Sentipensar:
Fundamentos e estratégias para reencantar a educação. Petrópolis: Vozes,
2004. 175p.
NOLTE, Dorothy Law. As crianças aprendem o que vivenciam. Rio de janeiro,
RJ: Sextante, 2003.
OLIVEIRA, Vera Barros. O brincar e a criança do nascimento aos seis anos.
Petrópolis, RJ: EditoraVozes, 2002, 184p.
OLIVEIRA, Zilma. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo:
Cortez, 2002.126 p.
PAULA, J. Inclusão: mais que um desafio escolar, um desafio social. São
Paulo:
Jairo
de
Paula
Editora,
RIBEIRO, V. M. (org.) Letramento no Brasil. São Paulo: Global, 2003.
2004.
SANCHES, E. C. Creche: realidade e ambigüidades. Petrópolis: Vozes, 2003.
207 p.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2ªed. Belo Horizonte:
Autêntica,
2003.
TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e alfabetização. 6ª ed. São Paulo: Cortez,
2004.
Fundamentos Teóricos e Metodológicos dos Jogos e Recreação
EMENTA
A disciplina trabalha com o histórico de utilização de jogos, exercícios naturais,
recreação supervisionada , os jogos e brincadeiras infantis já incorporadas na
prática social e reconstruídas frente à realidade de hoje, explicitando algumas
manifestações possíveis e adequadas à escola e às ações extra-classe , como
a recreação ocupacional, bem como a importância da recreação para a
formação bio–psico-social da criança. Como elaborar e executar um
planejamento, desde a organização e a realização de atividades em
instalações recreativas da escola e da comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAZ,GreicyRose de Carvalho. Brincando e aprendendo com jogos sensoriais.
ED.Sprint,São Paulo,1988
SLADE,Peter. O jogo dramático Infantil. São Paulo,Summus,1979
STOCKOE,Patrícia & Harf, Ruth. Expressâo corporal napré-escola. SãoPaulo,
Summus,1987.
MACGREGOR, Cynthia.150 Jogos Não Competitivos ParaCrianças. Todo
Mundo Ganha. Edit. Madras, São Paulo, 1999
SILVA, E.- Recreação e Jogos. Edit. Sprint, São Paulo, 1997.
SILVA, Elizabeth Nascimento. Recreação na Sala de Aula de 1ª a 4ªSérie. Edit.
Sprint, São Paulo, 1996
Fundamentos Teóricos e Metodológicos para o Ensino da Arte
EMENTA
A Arte deve ser tratada enquanto área de conhecimento e linguagem, capaz de
favorecer a manifestação de individualidades e de facilitar a aproximação entre
culturas
diversas,
portanto,
a
análise
dos
fundamentos
teóricos
e
metodológicos para o seu ensino deverá ter como meta o desempenho
competente de profissionais da Educação no trato com a área no ambiente
escolar, de modo a favorecer a apropriação de referenciais para as inúmeras
possibilidades de articulação de conceitos e conteúdos específicos na sala de
aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARSLAN, L.M. e IAVELBERG, R. – Ensino de Arte. SP: CENGAGE
LEARNING, 2009.
FERREIRA, S. – O ensino das Artes: construindo caminhos. CAMPINAS:
PAPIRUS, 2009. 7ª Ed.
IAVELBERG, R. – Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de
professores. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2003.
BARBOSA, A.M. –Inquietações e Mudanças no ensino da Arte. S.PAULO:
CORTEZ, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARTINS, M.C. et al – Didática do Ensino de Arte: A lingua do Mundo.
S.PAULO: FTD, 1998.
FERRAZ, M.H.C.T. et al – Metodologia do ensino de Arte. SP: CORTEZ, 1993.
FUSARI, M.F.R. et al – Arte na Educação Escolar. SP: CORTEZ, 1993.
S.PAULO (Estado) Secretaria da Educação. CENP – O ensino das Artes nas
séries iniciais: Ciclo I. SP:FDE, 2006.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental - PCN: Arte. BRASÍLIA:
MEC/SEF, 1997. v.6.
BRASIL. Secretaria de Educação. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil. BRASÍLIA: MEC/SEF, 1998.v.3.
OUTROS
· BARBOSA, A.M. (Org.) – Ensino da Arte: Memória e História. SP:
PERSPECTIVA, 2008.
· S.PAULO (Estado) SEE/CENP – Proposta Curricular Estado de S.Paulo:
ARTE. SP: FDE, 2008.
· OLIVEIRA, M.R.D. et al (Org.) – Território das Artes. SP: EDUC, 2006.
· PILLAR, A.D. (Org.) – A Educação do olhar no ensino das artes. PORTO
ALEGRE: MEDIAÇÃO, 2009. 5ª Ed.
· PEREIRA, O.A.A. – A imagem na sala de aula: um olhar. TAUBATÉ.SP:
CABRAL ED. E LIVRARIA UNIVERSITÁRIA, 2009.
· BEYER, E. e KEBACH, P. (Org.) – Pedagogia da Música: experiências de
apreciação musical. PORTO ALEGRE: ED.MEDIAÇÃO, 2009.
· JAPIASSU, R. Metodologia do ensino de Teatro. SP: PAPIRUS, 2001.
· RENGEL, L. – Cadernos de Corpo e Dança: Os temas do movimento de
Rudolf Laban. SP: ANNABLUME, 2006.
· DUARTE JR. , J.F. – Por que Arte-Educação? CAMPINAS: PAPIRUS, 1986.
3ª Ed.
Bases Teóricas da Alfabetização
EMENTA
Bases Teóricas da Alfabetização é uma disciplina que procura abordar as
questões centrais relacionadas ao ler e ao escrever de forma que o aluno
mestre se aproxime nesse processo de aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- BARBOSA, José Juvêncio, Alfabetização e Leitura. Editora Cortez, São
Paulo, 2006.
- CAGLIARI, Luiz Carlos, Alfabetizando sem o BA-BE-BI-BO-BU. Editora
Scipione, São Paulo, 2008.
- KRAMER, Sonia, Alfabetização: Leitura e Escrita. Editora Ática, 2008.
- PCN-ALFABETIZAÇÃO. Módulo: Alfabetização com Textos. Ministério da
Educação. Secretaria da Educação Fundamental, 1999, Brasília
- ONATÍVIA, Ana Cecília, Alfabetização em Três Propostas. Editora Ática,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- BAGNO, M, Preconceito lingüístico: O Que É, Como Se Faz. Edições Loyola,
São Paulo, 2000.
- CAPOVILLA, A. e CAPOVILLA, F. Alfabetização: Método Fônico. Memnom
Edições Científicas, São Paulo, 2002.
- CAPOVILLA, Fernando(ORG). Alfabetização Infantil. Editora Mennon, São
Paulo, 2005.
- -----------------------------------. Problemas de Leitura e Escrita. Editora Memnon,
São Paulo, 2004.
- CARDOSO, Beatriz e EDNIR, Madza, Ler e Escrever Muito Prazer. Editora
Ática, São Paulo, 2006
- CHARMEUX, Eveline, Aprendendo a Ler Vencendo o Fracasso. Editora
Cortez, São Paulo, 2004.
- CONTIJO, Cláudia Maria Mendes. Alfabetização. Editora Autores Associados,
São Paulo, 2003.
- COOL, César. O Construtivismo na Sala de Aula. Editora Ática, São Paulo,
2006
- FARIA, Maria Alice. Como Usar o Jornal em Sala de Aula. Editora Contexto,
São Paulo, 1996.
- FERREIRO, Emília, Com Todas as Letras, Editora Cortez, São Paulo, 1997.
- FRANCO, Carlos Alberto. Escrita e Alfabetização. Editora Contexto, São
Paulo, 2004.
- JUNIOR, Lourival da Cruz Galvão (ORG). Ações Teóricas e Práticas de
Lingüística Aplicada e de Comunicação Social. Editora Papel Brasil, TaubatéSP, 2003.
- KATO, Mary (ORG). A Concepção da Escrita pela Criança. Editora Pontes,
Campinas-SP, 1994.
- ------------------------. No Mundo da Escrita. Editora Ática, São Paulo, 1997.
- KAUFMAN, Ana e RODRIGUES, Maria Helena. Escola, Leitura e Produção
de Textos. Editora Artes Médicas, São Paulo, 1999.
- KLEIN, Lígia Regina. Alfabetização: Quem Tem Medo de Ensinar? Editora
Cortez, São Paulo, 2004.
- MEDINA, Abjandra. Oficina de Linguagem. Editora Moderna, São Paulo,
1997.
- SANTOS, Maria Lúcia. A Expressão Livre na Aprendizagem da Língua
Portuguesa. Editora Scipione, São Paulo, 2001.
- SOARES, Magda. Letramento, Editora Autêntica, Belo Horizonte-MG, 2001.
- --------------------. Linguagem e Escola, Editora Ática, São Paulo, 1994.
- SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura. Editora Artes Médicas, São Paulo, 1999.
- TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a Escrever. Editora Ática, São Paulo, 2000.
----------------------. Pedagogia da Linguagem Escrita. Editora Trajetória Cultural,
UNICAMP, 2006.
- TEBEROSKY, Ana e FERREIRO, Emília, A Psicogênese da Língua Escrita.
Editora Artes Médicas, São Paulo, 1990.
- TEBEROSKY, Ana e TOLCHINSKY, Liliana. Além da Alfabetização. Editora
Ática, São Paulo, 1999.
- WEISZ, Telma. O diálogo Entre o Ensino e a Aprendizagem. Editora Ática,
São Paulo, 2006.
- WINNICOTT, D.W. Transições: o Modelo Terapêutico. Casa do Psicólogo,
São Paulo, 1998.
- ZABALA, Antonio. A Prática Educativa – Como Ensinar. Editora Artes
Médicas, São Paulo, 1999.
- ZILBERMAN, Regina. Literatura Infantil: Livro, Leitura e Leitor. Editora
Mercado Aberto, São Paulo, 2006.
Psicologia da Educação
EMENTA
Esta disciplina aborda os conhecimentos produzidos pela Psicologia científica
para a compreensão do processo de desenvolvimento desde a concepção até
a morte, a fim de de auxiliar o professor, em sua prática docente, a lidar com as
mudanças de comportamento e habilidades relacionadas à idade de seus
alunos e de si mesmo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Biaggio, A. M. B. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1994.
Bock, A. M. et. al. Psicologias. São Paulo: Saraiva, 2007.
Rappaport, C. R. e colaboradores. Psicologia do Desenvolvimento: a idade préescolar. São Paulo: EPU, 2002.
Rappaport, C. R. e colaboradores. Psicologia do Desenvolvimento: a idade
escolar e as adolescência. São Paulo: EPU, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Antunes, C. A alfabetização moral em sala de aula e em casa, do nascimento
aos doze anos. Petrópolis: Vozes, 2002.
Antunes, C. Vygotsky, quem diria?! Em minha sala de aula. Petrópolis: Vozes,
2002.
Baeta, A. M. Psicologia e educação. Rio de Janeiro: Forma & Ação, 2006.
Campos, D. M. S. Psicologia e Desenvolvimento Humano. Petrópolis: Vozes,
1997.
Papalia, D. e Olds, S. Desenvolvimento Humano. Porto alegre: Artes Médicas,
2000.
Weiten, W. Psicologia: Temas e variações. São Paulo: Pioneira Thomson,
2002.
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Ciências Naturais
EMENTA
A disciplina trata das diferentes concepções do ensino de Ciências Naturais: o
que representa viver na Terra, o bem estar social, a formação de uma atitude
científica, o desenvolvimento da curiosidade, da capacidade de investigar, de
elaborar e resolver problemas. A observação de fenômenos naturais ou
experimentos controlados, com ou sem uso de instrumentos de observação,
medida e localização. Os temas transversais, transversalidade e suas relações
com os conteúdos de Ciências Naturais. O estudo desta disciplina pode
contribuir para reflexão e atuação consciente na preservação de valores e
atitudes para a melhoria da qualidade de vida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, A. M. P. Formação de professores de ciências: tendências e
inovações. São Paulo: Cortez, 2003.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Ciências Naturais/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília:
MEC/SEF, 1997.
CASCINO, F. Educação Ambiental: Princípios, história e formação de
professores. Edit. SENAC, São Paulo, 2003.
DELIZOICOV, D. Metodologia do ensino de ciências. Edit. Cortez, São Paulo,
1995.
LUCKESI, C. C. Prática docente e avaliação. Rio de Janeiro: ABNT, 2000.
NARDI, R. et al. Questões atuais no ensino de Ciências. São Paulo: Escrituras
Editora, 1998.
REIGOTA, M. O que é Educação Ambiental São Paulo: Brasiliense, 1995.
ZABALA, A. A prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Filosofia e História da Educação
Ementa
O curso inicia-se com a proposta de examinar os problemas e desafios da
educação brasileira no contexto atual. Para tanto propõe que a filosofia é uma
reflexão radical, rigorosa e de conjunto e discute o lugar da filosofia na prática
docente. A seguir estuda criticamente a história da educação brasileira com o
foco em: fatores atuantes no sistema educacional, a formação docente,
tendências pedagógicas e os princípios, fundamentos e organização dos
PCNs. Trata da influência dos fundamentos filosóficos na educação. Conclui
refletindo sobre os desafios de educar no contexto local e nacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUIRALDELLI, Paulo. Filosofia e História da Educação Brasileira. São Paulo:
Manole, 2009.
MARCILIO, Maria Luiza. A História da Escola em São Paulo e no Brasil. São
Paulo: Imprensa Oficial., 2005. (livro esgotado e não republicado)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna.
_________________________ . História da Educação. São Paulo: Moderna.
. Cadernos da Pedagogia Cidadã. Filosofia da Educação e História da
Educação
Revistas:, educação, educar em revista, ensino superior fragmentos de cultura,
galileu, isto é, nossa história, nova escola, presença pedagógica, profissão
mestre, revista do professor, veja, mundo estranho.
Formação Profissional II
Ementa
Partido da premissa que a relação pedagógica compreende o encontro de
seres humanos complexos, inteiros e inacabados analisa as orientações
didáticas sob o enfoque dos PCNs e o conceito de aprender e ensinar no EF.
Reflete sobre o preparo das atividades do cotidiano escolar, formas de registro
e análise da prática pedagógica. Conclui refletindo sobre os desafios e
possibilidades de educar durante o EF no contexto local, regional e nacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Programa de desenvolvimento
profissional continuado. Parâmetro Curricular Nacional. Volume 1. Brasília.
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia - saberes necessários a prática
docente.
São Paulo:Paz e Terra, 1986.
DAMIANOVIC, M.C. (org.). Material Didático: elaboração e avaliação. São
Paulo: Cabral, 2007.
ZÓBOLI, Graziella. Práticas de Ensino: subsídios para a atividade docente.
São Paulo: Ática, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Revistas: educação, educar em revista, ensino superior fragmentos de cultura,
galileu, isto é, nossa história, nova escola, presença pedagógica, profissão
mestre, revista do professor, veja, mundo estranho..
Sociologia da Educação
EMENTA
Educação como prática social. O processo de socialização e educação como
componente da cultura. Agências socializadoras e reprodução social. O
processo socializador na sociedade contemporânea: mídia e indústria cultural.
Educação, instituições políticas e Estado. Democratização da educação e da
escola no Brasil. Educação e inovação social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALTHUSSER, L. Aparelhos ideológicos do Estado. Rio de Janeiro: Graal, 2001.
DURKHEIM, E. Educação e Sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 2001.
NOSELA, P. A escola de Gramsci. São Paulo: Cortez, 2004.
SNYDERS, G. Escola, classes e luta de classes. São Paulo: Centauro, 2005.
BAUMAN, Zigmunt. A Modernidade Líquida. Rio de Janeiro; Zahar, 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TOSI, Maria Raineldes. Planejamento, programas e projetos: orientações
mínimas para a organização de planos didáticos – sociologia educacional,
avaliação. Campinas: Alínea, 2001.
FERREIA, M. V.; GUGLIANO, A. Fragmentos da globalização na educação:
uma perspectiva comparada. Porto Alegre: Artmed, 2000.
FRIGOTTO, G. Educação e a crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez,
2003.
GENTILI, P. (Org.). Pedagogia da exclusão. Petrópolis: Vozes, 2001.
SANTOS, B. de S. Pela mão de Alice: o social e o política na Pósmodernidade. São Paulo: Cortez, 2003.
APPLE, M. Educação e Poder. Edit. Artes Médicas, Porto Alegre, 1996.
Fundamentos da Educação Inclusiva e Diversidade
EMENTA
Percurso crítico-reflexivo da história da educação quanto às posturas
educacionais, sociais e éticas diante de indivíduos que apresentam
necessidades básicas especiais auditivas e outras e suas diferentes formas de
inserção social, pontuando a comparação e a verificação das metodologias de
trabalho e as formas mais adequadas para o desenvolvimento da
comunicação, interação, inclusão e aprendizado do aluno com necessidades
básicas especiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Stainback, S. & Stainback, W. Inclusão: Um guiapara todos. Porto Alegre:
Artmed Editora,1999.
Fávero, E., Pantoja, L., Mantoan, M. T.. O acesso dealunos com deficiência às
escolas e classes comuns da rede regular. MinistérioPúblico Federal, 2004.
O que é uma classe social? Em Journalof Legal and Political Sociology, 1947.
pp. 21- 28, de Pitrim A. Sorokin.
Ferreira, J. R. A nova LDB e as necessidadeseducativas especiais. Cad. Cedes
v. 19 nº 46 Campinas Sset. 1998.
Mrech, L. M. O que é educação inclusiva? Faculdade deEducação da
Universidade de São Paulo.
Declaração de Salamanca e Linha de Ação: sobre asnecessidades educativas
especiais. Unesco & Ministério da Educação eCiência, Espanha. Brasília, 1994.
3º Ano
Residência Pedagógica III
Ementa
O curso inicia-se propondo aos graduandos a conscientização da necessidade
da avaliação crítica da prática docente como expõe Freire(1996). Por meio de
dinâmicas de grupo faz florar às duvidas e desafios vividos na sala de aula,
escola e/ou espaço não escolar, para o diálogo e reflexão de outros
indicadores
de
atuação.
Conclui
refletindo
sobre
a
necessidade
da
continuidade da autoavaliação crítica contínua da prática docente.
BIBLIOGRAFIABÁSICA
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à pratica
educativa.31ª edição. São Paulo:Paz e Terra,2005.
Terrazzan, Eduardo A. Condicionantes para a formação continuada de
professores em escolas de educação básica.Educação e Linguagem.SBC,
ano10, nº15, p.161-185, jan-jun.2007.
Fundamentos Teóricos e Metodológicos do Ensino de Língua Portuguesa
EMENTA
A disciplina prevê o início do tratamento e convivência dos alunos com os
conteúdos essenciais na área. Ela visa principalmente a prática de como
ensinar e vivenciar a escrita como produção, a leitura como avanço no uso
das tecnologias, as habilidades e competências necessárias para a leitura e a
escrita, as análises de propostas e programações de ensino de língua materna,
a redação e interpretação de textos. O Ensino de gramática complementa o
fazer com qualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAKLING & OUTROS, Parâmetros curriculares nacionais, primeiro e segundo
ciclos do ensinofundamental. MEC, 1997.
CAMPS, Anna. Propostasdidáticas para aprender a escrever. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação. SãoPaulo: Cortez, 2005.
BIBLIOGRAFIACOMPLEMENTAR
CAVALCANTE, Maria Auxiliadora da Silva. O ensino da Língua Portuguesa nos
anosiniciais. São Paulo: Edufal, 2008.
CHIAPPINI, Ligia. Gênerosdo discurso na escola. São Paulo: Cortez, 2005.
GOMES, Maria de Lúcia Castro. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa.
São Paulo: IBPEX, 2007
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ,Joaquim. Gêneros orais e escritos naescola .
São Paulo: Mercado de Letras; 2004.
ZOZZOLI, Rita Maria Diniz.Leitura, escrita e ensino.SãoPaulo:Edufal,2008.
Metodologia da Pesquisa II: Pesquisa em Educação
EMENTA
Apresentação dos métodos e das técnicas de pesquisa, buscando os aspectos
operacionais de trabalhos científicos. Abordagem dos tópicos referentes às
normas técnicas e aos tipos de pesquisa. Desenvolvimento da estruturação,
fundamentação, apresentação e da publicação do Trabalho de Conclusão de
Curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DE SÁ, Olga; MOREIRA, Walter. Recomendações para apresentação de trabalhos
acadêmicos nas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila. 2ª edição. Lorena/SP: Gráfica &
Editora Santa Teresa, 2009.
FACHIN, Odília. Fundamentos da Metodologia. 5ª edição. São Paulo: Editora Saraiva,
2006.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
REA, Louis M., PARKER, Richard A. Metodologia da pesquisa: do planejamento à
execução. São Paulo: Pioneira, 2000.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21.ed. rev. ampl. São
Paulo: Cortez, 2000.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-Ação. 14ª Edição. São Paulo: Cortez,
2005. 132p.
BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação
e documentação – Apresentação de citações de documentos. Rio de Janeiro, 2002.
__________. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos Apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
__________. NBR 6023: Informação e documentação – Referências - Elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Linguagem Matemática
EMENTA
Abordagem dos conteúdos matemáticos. A contextualização histórica do desenvolvimento
do pensamento matemático. A prática do ensino da Matemática. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Didática da resolução de problemas da Matemática. Planejamento e
desenvolvimento para o ensino da Matemática. Analise de material didático.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Matemática/Ministério da Educação.
Secretaria da Educação Fundamental. 3 ed. Brasília: a Secretaria, 2001.
COLL, C. E TEBEROSKY, A. Aprendendo Matemática – conteúdos essenciais para o
Ensino Fundamental. São Paulo: Ática, 2002.
LORENZATO, Sérgio. Educação Infantil e percepção matemática. Campinas: Autores
Associados,2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DANTE, R.L. Didática da resolução de problemas de Matemática. 11 ed. São Paulo: Ática,
1998.
Gestão do Projeto Político Pedagógico
EMENTA
O processo de construção do Projeto Político Pedagógico escolar favorece o
comprometimento social e ético do educador e garante o desenvolvimento dele como
cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Planejamento
Funcional. Planejamento Estratégico. Planejamento Participativo. Articulação entre Plano
de Gestão e o Projeto Pedagógico. Planejamento e implementação de ações voltadas ao
desenvolvimento humano pleno na escola, espaço coletivo e significativo de
aprendizagem. O enriquecimento profissional de professores e especialistas na
construção integrada e vivenciada dos projetos escolares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VASCONCELOS, Ilma. Projeto Político Pedagógico da Escola. São Paulo: Papirus, 2007;
GANDIN, Danilo & GANDIN, Luís Armando. Temas para um Projeto Político-pedagógico.
10. ed. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2008;
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LUCK, Heloísa ... [et al.]. A Escola Participativa: o Trabalho do Gestor Escolar. 5.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
Seminários: Coordenação, Orientação e Supervisão Pedagógica
Ementa
A disciplina Seminários: Coordenação, Orientação e Supervisão Pedagógica contempla a
reflexão sobre as relações entre escola, cultura e currículo, inserindo, neste contexto, as
lógicas de ação (rotinas e práticas) dos gestores escolares (Diretor, Coordenador
Pedagógico e Supervisor de Ensino), bem como aborda as novas concepções sobre
qualidade de ensino, formação de lideranças participativas e autonomia, face à
construção do Projeto Político-Pedagógico da escola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, Naura Sirya Carapeto. Gestão Democrática na Formação do profissional da
Educação e a Imprescindibilidade de uma Concepção. In: Políticas Públicas e Gestão da
Educação – polêmicas, fundamentos e análises. Brasília, 2007.
PARO, Vitor Henrique. Gestão escolar, Democracia e Qualidade de Ensino. São Paulo:
Ática, 2007.
PERRENOUD, Philippe. Escola e cidadania: o papel da escola na formação para a
democracia; tradução: Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org). Projeto-político-pedagógico da escola: uma
construção possível. Papirus, 2002. 14ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AGUIAR, Márcia Ângela. Gestão da Educação e a formação do profissional da educação
no Brasil. In: FERREIRA, Naura S. C. e AGUIAR, Márcia Ângela
da S. (orgs.) et al. Gestão da educação Impasses, perspectivas e compromissos. São
Paulo: Cortez, 2008. 6ª ed.
MELLO, Guiomar N. de. Políticas Públicas de Educação. Documento apresentado no
Seminário “Políticas Públicas de Educação”, realizado no dia 19 de dezembro de 1991, no
IEA. Revisão de Sérgio Costa Ribeiro.
SÃO PAULO, SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Caderno do Gestor: gestão
do currículo na escola/volumes 1, 2,3 Secretaria da educação; coordenação geral, FINI,
Maria Inês; autoria, MURRIE, Zuleika de Felice – São Paulo: SEE, 2009.
Prática da Organização e Gestão Escolar
EMENTA
Conhecer as formas organizacionais de Planejamento e Gestão escolar, seus respectivos
fundamentos teórico-pedagógicos, metodológicos e técnicos, assim como a aplicabilidade
de normas e regulamentos aos diferentes núcleos de gestão escolar (Núcleo de Direção,
Núcleo Técnico-Pedagógico, Núcleo Administrativo, Núcleo Operacional), para que, a
partir do conhecimento e exercício da reflexão crítica e autônoma sobre tais práticas,
garanta-se a eficiência do futuro profissional em educação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, Naura Syria Carapetto; AGUIAR, Márcia Angela da S. (Org.). Gestão
Democrática da Educação: ressignificando conceitos e possibilidades. In: FERREIRA,
Naura Syria Carapetto; AGUIAR, Márcia Angela da S. (Org.). Gestão da educação:
impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2008.
GATTI, Bernadete (Coord.). O Cenário da Profissão Docente. In: GATTI, Bernadete
(Coord.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009.
PARO, Vitor Henrique. Administração Escolar: Introdução Crítica. Editora Cortez, São
Paulo, 2003 (13ª Ed).
PERRENOUD, Philippe. A Escola Frente à Complexidade. In: PERRENOUD, Philippe.
Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
cap. 1, p. 29-57.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAKUR, Cilene Ribeiro de Sá Leite. (Des)Profissionalização Docente e Formação
Continuada: Situação e perspectivas atuais. In: LEITE, César Donizetti; OLIVEIRA, Maria
Beatriz Loureiro de; SALLES, Leila Maria Ferreira (orgs.). Educação, Psicologia e
Contemporaneidade – Novas formas de olhar a escola. Taubaté/SP: Cabral Editora
Universitária, 2000.
GANZELI, Pedro. O Processo de Planejamento Participativo da Unidade Escolar. In:
Jornal do Projeto Pedagógico da UDEMO – Sindicato dos Especialistas de Educação do
Magistério Oficial do Estado de São Paulo, São Paulo, janeiro, 2000.
PARO, Vitor Henrique. Gestão escolar, Democracia e Qualidade de Ensino. Editora Ática:
2007.
Fundamentos Biológicos da Educação
EMENTA
O educador que atua com crianças desempenha importante papel de formador e,
consciente ou inconscientemente, interferira nos diferentes aspectos do comportamento
infantil, dentro e fora da sala de aula. É necessário um conhecimento pedagógico
profilático da Biologia Básica, como: Ecossistemas, Funções e Disfunções dos sistemas
do corpo humano, Controles de natalidade, medicamentos, Fármacos e Drogas. Biologia
aplicada, sistemas biológicos de coordenação, Reprodução e desenvolvimento; Genética
humana.
BIBLIOGRAFICA BASICA
STEFANI, Adria. Biologia Humana. Edt. Sagra, São Paulo, 1998.
SOAREAS, José Luis. Biologia – Genética, Evolução, Ecologia. Edit. Scipione, São Paulo,
1999.
MOURA, Ênio. Biologia Educacional. Edit. Moderna, São Paulo, 1997.
SONTOS, Maria Ângela dos. Biologia Educacional. Editora Ática. 17 Ed, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROSO, C. e BRUSCHINI, C. Sexo e juventude. Como liscutir a sexualidade em casa
e na escola. Edit.Cortez, São Paulo, 1994.
CARVALHO, A. M .P. e GIL-PEREZ, D. Formação de professores de Ciências: tendências
e inovações. (coleção questões de nossa escola) V.16. Edit. Cortez, São Paulo, 1997.
REIGOTA, M. O que é Educação Ambiental São Paulo: Brasiliense, 1995.
Fundamentos Teóricos e Metodológicos para o Ensino de Ciências
Sociais
EMENTA
A Geografia e a História constituem conhecimentos necessários para a
formação de um homem integral e global. O homem através dos tempos. O
homem e o meio ambiente. A construção de noções espaciais. A leitura de
mapas e a alfabetização cartográfica. A Geografia do cotidiano do aluno. A
espacialidade e a temporalidade nas Ciências Sociais. Análise de programas e
projetos em Geografia e História. As permanências e mudanças no modo de
vida do homem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SANTOS, M. A natureza do espaço. São Paulo: Edusp, 2002.
SBERGA, A. A. Voluntariado Jovem: construção da Identidade e Educação
Sociopolítica. São Paulo: Editora Salesiana, 2001.
PINSKY,J.O ensino de História e a criação do fato. São Paulo: Editora
Contexto,2001.
PENTEADO, H. D. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo:
Cortez, 1994.
DEMO. P. Educar pela pesquisa. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.
CARRETERO, M. Construir e Ensinar as Ciências Sociais e a História.São
Paulo: Artes Médicas, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMETAR
BITTENCOURT, A. B.; JUNIOR, W. M. DE O. (ORG.). Estudo, Pensamento e
Criação, Livro 1.Campinas, FE/UNICAMP, 2005.
LEINZ, V; AMARAL, S. E. do. Geologia Geral. São Paulo: Nacional, 2001.
GALEANO, E.; As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Editora
Paz e Terra,1987.
LACOSTE,Y. A Geografia-Isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra.
Campinas, SP: Papirus, 2002.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: História e Geografia/ Ministério
da Educação Fundamental. V.5. Brasília: A Secretaria, 2001.
Formação Profissional III
EMENTA
O curso começa refletindo o conceito de educação. Estuda sobre a educação
não formal e a pedagogia; refletindo sobre a atuação do pedagogo na
atualidade. A partir deste arcabouço teórico juntamente com os quaro pilares
da educação para o século XXI estuda, prepara e desenvolve projetos
educacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIMENO, S.J. A educação que ainda é possível. Rio Grande do Sul: Artmed,
2007.
LIBANEO. J.C. Pedagogia e pedagogos para quê? São Paulo: Cortez, 2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COUTO, G.N. Para ler o lixo: alfabetização de catadores de materiais
recicláveis no município de São Paulo. Anais do IX Encontro de Pesquisa em
educação da Região Sudeste, 2009.
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia - saberes necessários a prática
docente.
São Paulo:Paz e Terra, 1986.
MACHADO, E. M. Pedagogia e Pedagogia Social: educação não formal.
Universidade Tuiuti Paraná/RS, 2008.
Revistas:, educação, educar em revista, ensino superior fragmentos de cultura,
galileu, isto é, nossa história, nova escola, presença pedagógica, profissão
mestre, revista do professor, veja, mundo estranho..
2º semestre
Teorias e Distúrbios de Aprendizagem
EMENTA
O curso inicia-se partindo da premissa que a relação pedagógica compreende
o encontro de seres humanos complexos, inteiros, inacabados e únicos, onde
cada um aprende de um jeito e em ritmos diferentes. Estuda algumas
concepções de aprendizagem e a biografia de seus autores. Analisa o que
pode ser chamado de distúrbio de aprendizagem e seus direcionamentos,
tendo a preocupação de propor um perfil detalhado de atenção exigida em
cada caso, mediante o trabalho do pedagogo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JOSÉ, E. da A. e Coelho, M.T.Problemas de Aprendizagem. SP. Ática.
PAROLIN,I
E
FERREIRA,V.A.
Aprendendo
Sempre!em
casa
e
na
escola:contribuições da psicopedagogia e da neurologia para uma práxis
educativa mais competente. Pulso:São José dos Campos, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OLIVER, L. Distúrbios de aprendizagem e de Comportamento. Walk: Rio de
Janeiro,2007.
Tiba,Içami.
Ensinar
Integrare:SP,2006.
aprendendo.
Novos
paradigmas
em
educação.
WWW.psicopedagogia.com.br/artigo.asp?
Avaliação: Aprendizagem, Institucional e Responsabilidade Social
EMENTA
O curso inicia-se visitando o enfoque dado a avaliação pelo RCNEI e pelo PCN
dos anos iniciais do EF. Estuda a avaliação da aprendizagem segundo Luchesi.
Analisa os sistemas de avaliação impostos pelo governo (SARESP,SAEB,
Prova Brasil) e conhece as críticas aos mesmos elaboradas por diferentes
autores. Estuda e analisa a avaliação por portifólio nos diferentes níveis de
ensino.Estuda as avaliações da aprendizagem e institucional como ponto de
responsabilidade social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LUCHESI, Carlos Cipriano. A avaliação da Aprendizagem Escolar .
PERRENOUD,
Philippe.
Avaliação-
da
excelência
à
regulação
das
aprendizagens. reimpressão. Porto Alegre:Artmed, 2007
Parâmetro Curricular Nacional. Introdução.Volume I. MEC.SEF. Brasília, 1997.
Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil. Volume I. MEC. SEI.
Brasília, 1998.
Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Avaliação e progressão
continuada. In: A construção da proposta pedagógica da escola.
Planejamento /2000
VASCONCELLOS. Celso dos S. Avaliação: concepção dialética-libertadora do
processo de avaliação escolar. São Paulo: Libertad, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Relatório Saresp/2004.
Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Avaliação e progressão
continuada. In:
A construção da proposta pedagógica da escola.
Planejamento /2000.
www.educador.brasilescola.com/trabalho-docente/o-mito-avaliacaoaprendizagem.htm
WWW.pedagogiaemfoco.com.br
WWW.inep.gov.br
5.4.8 Adequação e Atualização das Ementas e Programas das Disciplinas
Os planos de ensino abrangem os dados do Curso, da carga horária, do
professor, bem como a justificativa da inclusão da disciplina na construção do
currículo, a ementa da disciplina, os objetivos gerais e específicos, o conteúdo
programático, as estratégias das aulas, os critérios de avaliação, as
bibliografias básicas e complementares.
Os planos de ensino de cada disciplina são organizados pelo professor
titular da disciplina e devem ser aprovados pela Coordenação de Curso. Os
planos são revistos anualmente.
O alinhamento das ementas e dos conteúdos programáticos das
disciplinas do Curso consiste num trabalho permanente da Coordenação e do
Núcleo Docente Estruturante em conjunto com os professores, cuidando para
que os conteúdos ministrados sejam relevantes para o perfil desejado do
egresso.
5.4.9 Adequação, Atualização e Relevância das Bibliografias dos
Componentes Curriculares Considerando o Perfil do Egresso.
A adequação, atualização e verificação da relevância da bibliografia é
realizada anualmente em reuniões pedagógicas de Planejamento (duas por
ano, no mínimo) e nas reuniões bimestrais do colegiado do curso.
As solicitações de livros feitas pelos professores são encaminhadas à
Biblioteca para aquisição.
5.4.10 Alterações Efetuadas no Currículo
Houve adequação e atualização do currículo em 2008 e em 2010. Foram
alteradas algumas disciplinas do currículo com o objetivo de aprimorá-lo.
Alterações realizadas para vigorar em 2010/2011:
Atualização do nome da disciplina Análise e Expressão da
Forma para Laboratório Multidisciplinar: Análises e Expressão
do Som e Forma (introdução de música);
As disciplinas Antropologia Teológica, Filosofia e Ética
passaram a integrar o conjunto de Disciplinas Institucionais
com o nome de Antropologia Filosófica e Teológica; assim
como Cultura e Contemporaneidade;
A disciplina de Didática foi dividida em dois módulos: Didática
Geral e Didática da Alfabetização;
Educação Inclusiva e Diversidade e Libras passaram a fazer
parte das disciplinas do 1º ano;
A disciplina História da Arte foi incluída no 1º ano (36h);
Língua Portuguesa e Redação passou a integrar o conjunto de
Disciplinas Institucionais com o nome de Leitura e Produção
de Textos;
Mudança para o 2º ano s disciplinas Matemática e Estatística
e Nutrição e Saude na Educação Infantil;
Introduziu-se no 1º ano a disciplina Organização e Políticas da
Educação Básica (36h );
A disciplina Psicologia: Social e da Aprendizagem foi
substituída por Psicologia da Educação;
Sociologia passou para 2º ano com o nome de Sociologia da
Educação;
A FATEA considera a questão da educação a distância estratégica para
o futuro e, em vista disso, implantou em 2010 em todos os seus cursos de
graduação, novo currículo contando com cinco disciplinas chamadas
Disciplinas Institucionais. As Disciplinas Institucionais, oferecidas parte na
modalidade semipresencial, envolvem as áreas de formação Tecnológica e
Humanística, conforme mostra o quadro abaixo.
Quadro – Grupo de Disciplinas Institucionais
Modalidade
Disciplinas
C/H *
EAD
C/H*
Presencial
Semipresencial
Presencial
Antropologia Filosófica e
Teológica
36
36
Cultura e
Contemporaneidade
Novas Tecnologias
36
36
36
Metodologia de
Pesquisa
36
Leitura de Produção de
Textos
72
( * ) hora aula: aula de 50 minutos
O Ministério da Educação – MEC, por meio do disposto na portaria MEC
nº 4.059, de 10/12/2004 dispõe sobre a oferta de disciplinas com metodologia
de ensino semipresencial no currículo dos cursos superiores reconhecidos.
Segunda essa portaria, cursos de graduação devidamente reconhecidos
podem adotar os procedimentos de EAD em até 20% do total previsto da carga
horária do curso.
5.5 Sistema de Avaliação
Na avaliação do processo ensino-aprendizagem, do desempenho
escolar, procede-se de acordo com as normas regimentais das Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila - FATEA.
5.5.1
Coerência
do
Sistema
de
Avaliação
do
Processo
Ensino-
Aprendizagem com a Concepção do Curso
Os professores do Curso de Licenciatura em Pedagogia têm a liberdade,
dentro dos parâmetros acadêmicos e regimentais, para o desenvolvimento dos
procedimentos de ensino e formas de aplicação da avaliação, que são partes
integrantes dos planos de ensino das disciplinas. As estratégias de aula
adotadas variam conforme a sistemática de cada professor e as peculiaridades
e os objetivos da disciplina, como por exemplo: aulas expositivas teóricopráticas, discussão de textos e estudo de casos, dinâmicas, análise e debates
de filmes, seminários, dentre outras. As formas de avaliação, do mesmo modo,
de acordo com o planejamento de cada professor, atendem às características e
objetivos da disciplina, como por exemplo: avaliações escritas individual ou em
grupo, execução de projetos, trabalhos de pesquisa, apresentação de
seminários, exercícios, entre outras.
Pode-se inserir no processo de avaliação do ensino e de aprendizagem
a participação ativa dos alunos em eventos de extensão universitária,
tradicionalmente realizados pela Instituição, para promover a integração da
comunidade carente com a FATEA, divulgando assim a produção, teóricoprática, do ano letivo.
Vale ressaltar que fazem parte do sistema de avaliação do processo de
ensino e aprendizagem a realização das atividades práticas, com a elaboração
e entrega do relatório dessas atividades, que estão regulamentadas no
currículo do Curso, conforme determina a legislação em vigor.
No contexto do sistema de avaliação, consideramos esses aspectos
como sendo instrumentos de fundamental importância para o ensino e a
aprendizagem, que repercutem, com resultados bastante satisfatórios, no
aproveitamento do corpo discente, bem em sua formação. A intenção da
Coordenação e do Corpo Docente é contribuir para o desenvolvimento de
diversas atividades teórico-práticas que possibilitem avaliar continuamente a
progressão do aluno, conforme a concepção e os objetivos propostos para o
Curso.
5.5.2 Procedimentos de Avaliação do Processo Ensino-aprendizagem
A avaliação do aluno é parte integrante do processo ensinoaprendizagem, realizada para cada disciplina, na perspectiva do Curso todo, e
incide sobre a frequência e o aproveitamento nos estudos, sendo ambos
eliminatórios por si mesmos. A avaliação decorre do acompanhamento
contínuo do aluno, ao qual se integram os resultados de verificações escolares,
e visa a detectar possíveis desvios que interfiram no processo ensinoaprendizagem. Cabe ao professor da disciplina promover as avaliações e
julgar-lhes os resultados. São no mínimo quatro por semestre, de modalidades
diferentes, e delas o professor extrai o conceito que reflete o desempenho do
aluno.
O sistema de avaliação adotado é conceitual, representado por letras A,
B, C, D e E, correspondentes ao desempenho do aluno, a sua produção
intelectual, à participação na vida acadêmica, à comprovação do domínio de
conhecimentos e do desenvolvimento de habilidades, tendo em conta os
fundamentos da disciplina e o alcance dos objetivos essenciais propostos pelo
professor no plano de ensino .
Quadro – Sistema de Avaliação
CONCEITOS
MENÇÕES
Excelente
A
Bom
B
Satisfatório
C
Fraco
D
Insuficiente
E
O aproveitamento reflete o desempenho do aluno em diferentes
experiências de aprendizagem, tendo em vista os objetivos da disciplina. Na
avaliação por conceito prevalecem os aspectos qualitativos sobre os
quantitativos. A aprendizagem qualitativa é aquela que leva o aluno a apropriarse de fundamentos, de saberes, de competências que lhe possibilitam
aprendizagens futuras – aprender a aprender.
Conforme previsto no Regimento Interno das Faculdades Integradas
Teresa D’Ávila - FATEA, é permitido ao aluno que deixar de comparecer às
verificações
escolares
semestrais,
na
data
fixada
pelo
professor,
a
oportunidade de segunda chamada, conforme data marcada em calendário
para a realização da mesma.
O professor pode atribuir conceito nulo (N) ao aluno, quando este não
comparecer a nenhuma verificação da disciplina e não se beneficiar da
segunda chamada, ou ainda, quando se utilizar de meios fraudulentos ou não
autorizados na realização de quaisquer trabalhos escolares.
Nas situações em que os conceitos semestrais não são suficientes para
a promoção do aluno adota-se o terceiro conceito. Nesse caso, o professor
atribui o terceiro conceito integrando-o aos dois conceitos semestrais. O
terceiro conceito representa o aproveitamento do aluno ao longo do ano letivo,
considerando assiduidade, atitudes, participação nas aulas, em eventos e em
atividades acadêmicas. Esse conceito não substitui os conceitos semestrais,
integra com eles a avaliação global do aluno.
Para a promoção é preciso lograr conceito anual igual ou superior a C,
caso contrário, o aluno obriga-se à avaliação compensatória, sempre
considerando a frequência mínima.
O aluno, a quem for atribuído conceito anual D ou um conceito semestral
nulo (N) na disciplina, deve realizar avaliação compensatória (AC). Essa
avaliação consiste em prova, trabalho, projeto, banca ou outra forma de
avaliação, inclusive oral. O aluno com conceito anual E não faz jus à avaliação
compensatória.
O aluno fica retido nas seguintes situações:
•
Frequência inferior a 75%; independente do aproveitamento;
•
Conceito anual E, com qualquer frequência;
•
Conceito inferior a C na avaliação compensatória (AC);
•
Conceito final inferior a C, com qualquer frequência;
•
Dois conceitos semestrais nulos (N).
É vedado o abono de faltas ao aluno, exceto nos casos previstos no
Decreto-Lei nº 1.044/69, afecções congênitas ou adquiridas, infecções,
traumatismos ou outras condições mórbidas, e na Lei nº 6.202/75, gestantes,
sendo permitido ao aluno requerer regime especial de compensação de
ausências por meio de exercícios domiciliares.
Se ficar retido em cinco ou mais disciplinas, o aluno fica impedido de
cursar disciplinas da série seguinte. Caso o aluno fique retido em menos de
cinco disciplinas, pode requerer horário especial e cursar simultaneamente
disciplinas da série subseqüente, ou solicitar a criação de turma especial, para
receber aulas, em horários alternativos, período de férias ou de recesso
escolar, pelo professor da disciplina ou monitor orientado pelo professor.
O aluno pode abreviar a duração do curso, se demonstrar extraordinário
desempenho nos estudos e submeter-se a instrumentos específicos de
avaliação aplicados por uma banca examinadora especial. Um dos princípios
avaliativos eleitos pela escola é a recuperação contínua de alunos com
aproveitamento insuficiente, que objetiva sanar dificuldades recuperáveis e
garantir a continuidade do processo ensino-aprendizagem.
Recuperação
O Curso de Licenciatura em Pedagogia, consoante com o Regimento
Interno na FATEA, adota como um dos princípios de ensino, a recuperação
contínua semestral, dos alunos que apresentem aproveitamento fraco ou
insuficiente,
visando
a
sanar
dificuldades
recuperáveis
e
garantir
a
continuidade do processo ensino aprendizagem.
5.6 Atividades Acadêmicas Articuladas ao Ensino de Graduação
Muito do esforço da Instituição, por intermédio de seus vários agentes
educacionais, é empregado para incentivar os alunos a participarem de
atividades artísticas, científicas e culturais, programadas pelo Centro Cultural
Teresa D’Ávila - FATEA ou pelas Coordenações de Cursos ou de Núcleos,
objetivando ampliar horizontes do universitário e sua visão crítico-cultural do
mundo, para que logremos formar profissionais cidadãos.
De acordo com o Regimento das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila FATEA, conforme expressos nos artigos 2º, 3º, 4º e 5º, deve-se promover
atividades de pesquisa, extensão e estágio supervisionado. Nesse sentido, a
Diretoria da FATEA propôs a criação do Núcleo de Extensão – NEXT [Anexo
19], do Núcleo de Estágio – NEST [Anexo 20] e do Instituto Superior de
Pesquisa e Iniciação Científica – ISPIC [Anexo 21], que foram aprovados pelo
Conselho Geral.
Os alunos do Curso de Licenciatura em Computação participam
ativamente das atividades acadêmicas de bastante relevância, por meio de
projetos multidisciplinares e de pesquisas de iniciação científica, contando com
o apoio dos professores pesquisadores, da Coordenação do Curso, de acordo
com as linhas de pesquisa determinadas pelo Instituto Superior de Pesquisa e
Iniciação Científica - ISPIC.
Através do ISPIC, por intermédio dos grupos de pesquisa, os alunos
desenvolvem projetos que podem ser financiados por órgãos de fomento, como
FAPESP, CNPq, ou receber a Bolsa Institucional.
De acordo com a filosofia e as políticas adotadas pelas Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila – FATEA, bem como com a concepção e os
objetivos do Curso de Licenciatura em Pedagogia, a Coordenação e os
professores atuam no sentido de desenvolver atividades que contribuam para a
formação do futuro profissional. Dessa forma, dedicando esforços para
promover a realização de visitas técnicas junto às escolas e entidades
relacionadas com a profissão, a colaboração com os órgãos de planejamento e
obras das prefeituras da região, as feiras e os eventos da área, as visitas
guiadas a cidades históricas, bem como convidando professores e profissionais
para proferir palestras sobre temas atuais.
Consideramos como essencial a participação do aluno nas atividades
acadêmicas e, principalmente, a atuação e a dedicação dos professores do
Curso. Por outro lado, o papel desempenhado pelo grupo de professores na
articulação das atividades é fundamentalmente importante, para envolver e
fomentar o interesse dos alunos e incrementar o processo de ensinoaprendizado. As atividades acadêmicas são necessárias para despertar nos
alunos a necessidade da busca constante da informação para a formação do
conhecimento e, principalmente, para a formação profissional. Por sua vez,
também contribuem para a atualização dos professores, por meio de debate
proporcionado, assim como pelo contínuo conhecimento do estado da arte.
5.7 Estímulo à Participação dos Discentes nas Atividades Acadêmicas
Os propósitos do modelo de educação superior no Brasil são: ensino,
pesquisa e extensão. Coerente com esses princípios, a FATEA busca praticar
uma política que, consoante à sua missão, incentive o aluno a valorizar a
região onde vive e estuda, desenvolvendo trabalhos, pesquisas e atividades
voltadas a aplicações práticas, que possam ser úteis à comunidade. Assim,
ensino, estágio, investigações científicas e projetos de extensão dirigem-se às
demandas regionais, procurando não só desenvolvimento profissional do
estudante, mas também a inserção da prática acadêmica em prol da
comunidade.
O incentivo à participação é empenho de todos os setores acadêmicos
da FATEA. Das coordenações de curso, de núcleos, do Centro Cultural Teresa
D’Ávila e da Diretoria. Para isso, são disponibilizados meios materiais, como
cessão de ambientes e equipamentos, meios de locomoção (Topic), e mesmo
recursos financeiros.
5.7.1 Programas, Projetos, Atividades de Iniciação Científica ou em
Práticas de Investigação.
A política de pesquisa da Instituição tem como pressuposto a concepção
de pesquisa acadêmica como princípio educativo e científico, que deve partir
da realidade e estar em permanente diálogo com ela, para assegurar a
qualidade educativa do Projeto Pedagógico da Instituição.
Pesquisar é realizar um processo de investigação metódica e
sistemática sobre aspectos específicos da realidade, que se inter-relacionam e
se relacionam com outros campos, possibilitando a construção de uma síntese
provisória. Neste sentido, o conhecimento se constrói tanto pela via dedutiva
quanto pela via indutiva.
A pesquisa e a produção científica buscam a ampliação da produção do
saber e a veiculação do conhecimento para a comunidade. Esse processo
deve assegurar a análise e a compreensão da realidade e a intervenção da
Instituição nela, enquanto suporte básico para a formação profissional,
conectada com os problemas que emergem da realidade e com as demandas
do progresso científico, tecnológico e cultural. Essas atividades estão
comprometidas com a melhoria qualitativa do ensino de graduação, nas
diferentes áreas do saber, sendo adotada a linha de pesquisa:
Como atividade de iniciação científica para o aluno de graduação;
Com vistas à elaboração de teses, dissertações e monografias,
inclusive o trabalho de conclusão de curso (TCC), para
capacitação docente;
Vinculada à ação pedagógica institucional (pesquisa meio);
Voltada ao atendimento de problemas da comunidade;
Com vistas ao desenvolvimento de novas tecnologias, a partir dos
programas de Mestrado e Doutorado.
Em 2003, criou-se o Instituto Superior de Pesquisa e Iniciação Científica
- ISPIC das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, com os seguintes objetivos:
Criar
os
procedimentos
e
sistemas
normativos
para
o
desenvolvimento de um programa e diretrizes vinculadas à
iniciação científica;
Incrementar a pesquisa nos cursos de graduação;
Intensificar o contato entre os professores pesquisadores para a
orientação de iniciantes aos projetos de pesquisa;
Disseminar entre os alunos maior interação entre os graduandos e
os pós-graduados;
Ampliar o intercâmbio entre os professores da FATEA com as
atividades multidisciplinares do Colégio de Aplicação.
O Curso de Pedagogia tem como linha de pesquisa: Fundamentos
Teóricos e Metodológicos da Educação; Aquisição da Linguagem e
Desenvolvimento Infantil; Assessoria Escolar; Letramento e Alfabetização;
Filosofia e História da Educação.
Claro está que a iniciação científica deve se dar, em princípio, nas
atividades acadêmicas regulares, em sala de aula, pelo estímulo à pesquisa
nos diversos campos do saber, como forma privilegiada e fundamental de
ensino.
Assim, em sua proposta pedagógica, a FATEA incentiva os alunos à
participação em congressos, seminários, cursos, concursos e workshops
(oficinas), quer por meio da orientação dos professores e coordenadores, quer
pela destinação de recursos para custeio de viagem, hospedagem, inscrição,
confecção de produtos e materiais de divulgação, cessão de condução, etc.
Os trabalhos têm espaço de divulgação nas Revistas Ângulo e Janus, em
publicações do Instituto Santa Teresa, como Reporteresa, por meio da
Coordenação de Comunicação e Centro Cultural Teresa D’Ávila.
Em 2009, realizou-se o VI Encontro de Iniciação Científica e IV Mostra de
Pós-Graduação. O evento foi caracterizado pela participação e apresentação
dos trabalhos do Colégio de Aplicação, Iniciação Científica e de PósGraduação desta e de outras Instituições de Ensino Superior. Foram
submetidos centenas artigos multidisciplinares e apresentados trabalhos em
diferentes áreas do conhecimento. Os resultados revelam sólido crescimento,
em relação ao Encontro de Iniciação Científica, realizado em 2008.
Formas de Financiamento
Além da aplicação de recursos próprios da Instituição, dimensionados
conforme as condições da Entidade Mantenedora, são captados recursos para
a
pesquisa
em
agências
de
financiamento
governamentais
e
não-
governamentais, nacionais ou estrangeiras, que atuam oficialmente no amparo
à pesquisa.
Em 2005, a Instituição e o Instituto Superior de Pesquisa e Iniciação
Científica cadastraram-se na FAPESP, por meio do Serviço de Apoio Gestão
de Projetos – SAGe, possibilitando aos docentes da instituição pleitear a
destinação de bolsas para a Iniciação Cientifica e o apoio a eventos.
Em decorrência dessas iniciativas, em 2007, a FATEA foi contemplada
com cinco bolsas do programa institucional de bolsas de iniciação científica
(PIBIC-CNPQ). Tal fato estimulou muito os pesquisadores da Instituição, que
iniciava seus primeiros projetos de pesquisa.
Em 2007/2008, foram selecionados cinco alunos para desenvolver cinco
projetos distintos. Em 2008, as bolsas concedidas foram renovadas, e os
projetos aprovados continuaram a ser desenvolvidos, no biênio de 2008/2009.
Em 2009, as bolsas concedidas para o PIBIC foram novamente renovadas, e
os projetos aprovados que estão sendo desenvolvidos, no biênio de 2009/2010,
são:
Aluno bolsista: Ludmilla Aline França Araujo
Orientador: Profa. Dra. Mary Mitsue Yokosawa
Título: Bioetanol: a partir de materais lignocelulósicos de bambu.
Aluno bolsista: Aline Batista Carvalho
Orientador: Prof. Dr. Silvio Silvério da Silva
Título: Estudo epidemiológico do consumo de álcool e outras drogas por
alunos do Ensino Fundamental de Escolas Públicas dos municípios de
Aparecida e Guaratinguetá, SP, Brasil.
Aluno bolsista: Thabata Fonseca Neves
Orientador: Profa. Dra. Marlene Silva Sardinha Gurpilhares
Título: A argumentação no texto descritivo
Aluno bolsista: Iucif Karin Chaaban
Orientador: Prof. Dr. Paulo Sergio de Sena
Título: Relações etnobiológicas, etnoecológicas e etnoarqueológicas entre
o grupo social artesão de canas, SP e o povo indígena do sítio arqueológico de
caninhas, CANAS, SP
Aluno bolsista: Thayná Monteiro Bastos
Orientador: Prof. Dr. Rosinei Batista Ribeiro
Título: Avaliação do comportamento mecânico em resinas a base PU com
adição de nanocompósitos de celulose e celulolignina aplicado em solados de
calçados
Em 2008, foi aprovado, de um projeto de auxilio à pesquisa no Edital
Universal – MCT/CNPq - 2008, Faixa A, o montante de R$ 20.000,00,
vinculado ao projeto de Iniciação Científica intitulado: “Aplicabilidade da
Engenharia de materiais e design em amostragem do acervo arqueológico
proveniente do Sítio Arqueológico de Caninhas para divulgação da ciência e
tecnologia a comunidade por meio de métodos de Educação Patrimonial”,
desenvolvido pela aluna Sara Jeiéle Leone Rosa do curso de graduação em
Desenho Industrial – Projeto de Produto, sob orientação do Prof. Dr. Rosinei
Batista Ribeiro.
Neste mesmo ano, foi aprovado um projeto de auxilio à pesquisa na linha
de fomento de Programas Regulares – FAPESP, no valor de R$ 31.935,50,
com duração de 24 meses. Intitula-se “Avaliação da ativida antimicrobiana de
produtos naturais para obtenção de novos biofármacos, Fase 1: Estudo dos
Extratos Brutos e suas Associações.” Este projeto é desenvolvido pelo
Coordenador Prof. Dr. Silvio Silvério da Silva e com apoio técnico do Prof.
George Jackson de Moraes Rocha, Prof.
Anderson Iuras, Profª Cristiane
Karina Malvezzi e Prof. José Eduardo de Freitas.
No ano de 2010, as bolsas concedidas para o PIBIC foram novamente
renovadas, e os projetos aprovados serão desenvolvidos, no biênio de
2010/2011. Entre os projetos aprovados está o da aluna do 2º ano do curso de
Pedagogia Ana Claudia Martins Caseiro, orientadora Profª doutoranda
Me.Carolina Arantes Pereira, título: Trabalho com Projetos Interdisciplinares
para educadores do Ensino superior das Faculdades Integradas Teresa
D’Ávila.
mmmmmmm
5.7.2 Atividades de Extensão
A FATEA entende como política de extensão o estímulo à participação
do aluno em seminários, palestras, congressos, conferências, encontros,
cursos de atualização, ação social, etc., nos quais apresente trabalhos, painéis
e congêneres. Entende, também, como atividades de extensão os estágios
profissionais conveniados não obrigatórios.
A Instituição reconhece a importância do seu papel na sociedade
criando, empreendendo e difundindo atividades que possam contribuir para a
melhoria da qualidade de vida e da cultura de Lorena e região. A realização de
eventos culturais, artísticos, esportivos, de educação, educação ambiental,
educação para a saúde, entre outros, é preocupação constante no atendimento
da comunidade.
A FATEA tem se dedicado há muito tempo à prestação de serviços, em
caráter de voluntariado, à comunidade, e entende que a formação no ensino
superior não pode restringir-se a seu espaço, mas deve buscar envolver-se
com todos os segmentos comunitários onde se insere. Nesse sentido, a
formação de futuros profissionais deve acontecer de forma aberta e viva.
Convém que o aluno vivencie experiências em muitos ambientes, que o
coloquem diante de situações-problema, para, coletivamente, por meio de
projetos práticos, buscar soluções. Assim, contribui para a formação de
profissionais e cidadãos conscientes da necessidade de construir o próprio
conhecimento, com autonomia. Para que isto ocorra, sistematicamente, é
necessário capacitar melhor o Corpo Docente, adequar o ambiente da
aprendizagem e promover dinamizações curriculares.
Assim, o ensino superior integra-se à sociedade, mantendo diálogo
permanente e oferecendo à comunidade o que ela espera. É notório que hoje a
sociedade quer um profissional capacitado a trabalhar em equipe, que saiba
atuar em grupo, e este tipo de competência os projetos de extensão propiciam,
por serem essencialmente interdisciplinares.
A sociedade deseja, também, um profissional que, continuamente, se
aprimore em face das constantes transformações pelas quais ela passa. O
aluno deve saber que não há problemas estanques, passíveis de uma única
solução, como não há verdades absolutas. Experienciando projetos que
apresentem a sociedade como microcosmo, com problemas peculiares,
colocando em prática seus conhecimentos, o aluno compreende a necessidade
de apreender a realidade para transformá-la, buscando, por meio da pesquisa
e da extensão, estruturar, com seus professores e colegas, formas de
experimentação e interferências eficientes, que logrem a eficácia de sua
formação.
A FATEA possui o Núcleo de Extensão – NEXT que fomenta e disciplina
as atividades de extensão de forma a proporcionar ao universitário
oportunidades reais de desenvolver sua vivência social e cidadã.
O Curso de Pedagogia realiza um projeto permanente de extensão que
realiza inclusão digital por meio de cursos de treinamento em informática pela
Internet. São cursos criados pelos alunos e com tutoria dos próprios alunos sob
supervisão dos professores.
Perfil Fatea
Atividade multidisciplinar de integração da comunidade acadêmica da
Instituição com a sociedade regional, que consiste da abertura dos ambientes
pedagógicos aos estudantes da Educação Básica das escolas públicas e
privadas, e da proposta de oficinas, minicursos, palestras, etc. Tal evento é
realizado com a participação de alunos orientados por professores.
O Centro Social-Educacional Maria Rita Périllier - CEMARI do Instituto
Santa Teresa oferece cursos de formação e de capacitação profissional à
comunidade em caráter assistencial.
O CEMARI dispõe de laboratórios de informática apropriados para as
práticas e atividades relativas à área que, além de proporcionar a prática de
ensino ao discente, assistidos por professor orientador, proporciona o
atendimento à população de baixo poder aquisitivo.
Atualmente o CEMARI promove inclusão digital de 120 jovens e adultos.
5.7.3 Participação em Atividades de Rotina em Produção Laboratorial Monitoria
A monitoria objetiva o melhor aparelhamento dos cursos de graduação
da FATEA e o aproveitamento dos alunos que apresentem atributos de
inteligência, cultura e aptidão para a função.
Como monitor só pode ser admitido aluno regularmente matriculado no
penúltimo ou último ano do curso de graduação, desde que não incurso em
sanção disciplinar.
Para ser admitido, o aluno deve demonstrar capacidade para o
desempenho de atividades técnico-didáticas em determinada disciplina ou área
do conhecimento, aferida por meio de processo seletivo organizado pela
Coordenação do Curso sob supervisão da Diretora Geral.
Na seleção de candidatos à monitoria, são levados em conta a
assiduidade, o aproveitamento, a conduta, predicados de inteligência,
capacidade e vocação do aluno, bem como os resultados obtidos nas provas
seletivas, se houver.
Ao monitor, sob supervisão de docente responsável pela disciplina,
cabe:
Orientar estudantes na realização de trabalhos teórico-práticos e na
pesquisa;
Auxiliar o professor da disciplina no atendimento às Turmas
Especiais;
Cumprir o horário para o qual for designado;
Elaborar os relatórios semestrais das atividades realizadas, sob
orientação do docente responsável; e
Atender às orientações do docente responsável e àquelas que
constem do ato de sua designação.
É vedado o uso do horário de aulas regulares para o cumprimento da
monitoria.
A função de monitoria pode ser voluntária ou por concessão de bolsa,
contudo não estabelece vínculo empregatício entre o aluno beneficiado e a
Mantenedora.
As atividades da monitoria, supervisionadas pelo Professor Titular da
disciplina e pelo Coordenador do Curso ou por professor responsável
designado, podem ser computadas como estágio, se realizadas em áreas afins
à formação profissional exigida no curso.
O número de monitores é estabelecido, no início de cada ano letivo, pelo
Diretor Geral, ouvida a Coordenação do curso, levadas em conta a
necessidade e a especificidade da disciplina e as dotações orçamentárias.
Pelas atividades de monitoria, o estudante faz jus a Certificado de
Monitor, condicionado ao cumprimento de suas incumbências, a ser
considerado para ingresso na carreira docente.
5.8 Atividades Acadêmicas Articuladas à Prática Profissional e/ou
Estágio.
A Prática Profissional visa à vivência do aluno em uma organização, na
área acadêmica, como também na pesquisa; resultando no desenvolvimento
de trabalhos de caráter acadêmico ou prático. Através de uma experiência real
de vida e de trabalho, pretende-se que o aluno possa integralizar os
conhecimentos aprendidos em sala de aula. Espera-se que o conjunto das
atividades necessárias para a produção e a apresentação dos relatórios possa,
efetivamente, contribuir para estimular no aluno novas habilidades e
capacidades como profissional, levando-o a refletir sobre seu futuro
profissional.
A Prática Profissional possibilita conduzir o aluno na elaboração do
Relatório Final do Estágio Supervisionado, e na realização do Trabalho de
Conclusão de Curso – TCC. Durante a elaboração do Relatório Final e do TCC
o aluno é acompanhado por professor orientador, devendo este último alicerçar
o aluno nos procedimentos e orientações metodológicas essenciais à
conclusão dos trabalhos.
5.9 Atividades Acadêmicas Articuladas ao Trabalho de Conclusão de
Curso
O TCC constitui-se em trabalho relevante para a formação acadêmica e
profissional do aluno, permitindo que pesquise sobre assunto de seu interesse
e o apresente em audiência pública. O aluno, individualmente, deve
desenvolver o TCC, observando qualquer aspecto teórico-prático da atividade
do licenciado em Computação, sustentando-se em embasamento teóricocientífico, auxiliado pela disciplina Metodologia de Pesquisa.
O Trabalho de Conclusão de Curso é desenvolvido com conteúdo
fixado e regulamentado, contendo critérios, procedimentos e mecanismos
de avaliação e diretrizes técnicas relacionadas à sua elaboração.
É importante ressaltar que o TCC valoriza o estudo e a oportunidade do
aluno aplicar os conhecimentos práticos adquiridos ao longo do curso.
As áreas temáticas em que podem ser realizados os Trabalhos de
Conclusão Curso do curso de Licenciatura em Computação são: ensino de
informática, o uso de informática para ensino de outras áreas, aplicação da
informática na administração escolar ou de bibliotecas. Também são permitidos
outros temas, se estiver em consonância com os eixos-temáticos do curso.
Ao avaliar o trabalho a Banca Examinadora leva em conta:
A produção intelectual e pessoal do aluno;
Ocorrência de “plágio”;
Domínio do tema abordado pelo autor;
Capacidade do aluno de formulação e sistematização das idéias;
Aplicação
adequada
recomendações
para
da
metodologia
trabalhos
científica,
acadêmicos
das
seguindo
as
Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila.
Discussão e a racionalidade dos resultados apresentados;
Habilidade de redigir e de se expressar corretamente.
5.10 Atividades Acadêmicas Articuladas às Atividades Complementares e
Estratégias de Flexibilização Curricular
Obedecendo à Portaria da Diretora Geral, datada de 28 de maio de
2004, foram regulamentadas as Atividades Acadêmico-científico-culturais
(AACC) no Âmbito dos Cursos de Licenciatura [Anexo 17], entendidas como
aquelas que possibilitam aos licenciados o reconhecimento, por avaliação, de
suas habilidades e competências, adquiridas inclusive fora do ambiente
escolar, por meio de experimentos e vivências acadêmicos, internos e externos
ao curso. Devendo ser cumpridas para integralização da carga horária total do
curso.
As AACC são atividades complementares e extra-curriculares de livre
escolha
do
aluno,
destinadas
a
estimulá-los
à
prática
de
estudos
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de atualização
permanente e contextualizada, sobretudo nas relações com o mundo do
trabalho, estabelecidas ao longo do curso, integrando-as às peculiaridades
regionais e culturais.
Atividades Acadêmico-científico-culturais (AACC) válidas para o Curso
de Licenciatura em Computação da FATEA, são:
Iniciação à docência;
Atividades de pesquisa orientadas;
Exercício de monitoria em disciplinas do currículo pleno dos cursos
de graduação;
Participação em pesquisas e projetos institucionais;
Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de
professores e/ou alunos de mestrado ou de doutorado;
Palestras assistidas;
Apresentações de monografias assistidas;
Defesas de dissertação de mestrado e tese de doutorado assistidas;
Eventos, mostras, exposições, simpósios, congressos, conferências
assistidos na área específica do curso de graduação;
Artigos publicados em revistas indexadas;
Artigos publicados em revistas não indexadas;
Monografias não curriculares;
Apresentação de trabalhos em eventos científicos;
Participação em concursos, exposições e mostras.
Vivência profissional complementar:
Realização de estágios não curriculares;
Realização
de
estágios
não
curriculares
Júnior/Incubadora;
Participação em projetos sociais e de voluntariado;
Atividades de extensão sob coordenação;
Cursos à distância;
Disciplinas extracurriculares cursadas em áreas afins;
Cursos de língua portuguesa e línguas estrangeiras;
em
Empresa
Cursos de informática;
Encontros de estudantes ou de profissionais da área do curso;
Outras atividades a critério da Coordenação do Curso.
Por não se tratar de disciplina, mas atividade, o aluno não é retido nas
AACC, contudo fica impedido de concluir o curso, se não cumprir a carga
horária prevista para seu curso.
Vale ressaltar que as Atividades Acadêmico-científico-culturais não
devem ser confundidas com as atividades práticas, que possuem regulamento
e carga horária específicos.
No Curso de Licenciatura em Pedagogia, o ensino está fundamentado
no processo do ensinar para aprender. Procura-se desenvolver no aluno a
busca pela obtenção da capacidade em sintetizar as informações primordiais
para a formação do conhecimento. Sobretudo, no processo de ensinoaprendizado, a valorização do pensamento analítico e a resolução de
problemas, por meio de atividades teóricas e práticas realizadas, contribui para
que o aluno não apenas reproduza conceitos, mas aprenda a tomar decisões.
Os conteúdos das disciplinas ministrados são desenvolvidos de modo
multidisciplinar, levando o aluno a participar da elaboração de projetos
acadêmicos, de extensão e/ou de iniciação científica
A aprendizagem interativa é uma constante no Curso de Licenciatura em
Pedagogia, uma vez que o tamanho das turmas é limitado a 50 (cinqüenta)
alunos, no máximo. Essa quantidade de alunos em sala aproxima o professor
do educando, privilegiando a aplicação de estratégias e metodologias de
ensino que incentivem o aluno a ser mais comprometido com os objetivos da
disciplina e do curso. Por outro lado, os professores dedicam grande atenção
para o desenvolvimento da atitude científica, despertando no aluno o interesse,
seguido do prazer, em descobrir o saber, e em formular questões para propor
soluções. A facilidade com que o aluno chega aos professores e à
coordenação permite guiá-lo a uma cultura cooperativa e colaborativa focada,
principalmente, no aprendizado.
As grades curriculares em andamento estão dotadas de flexibilidade, na
medida em que a integração dos conteúdos disciplinares converge para o
desenvolvimento de temas tratados nas disciplinas específicas e/ou de
formação complementar.
5.11 Estágio Supervisionado
Segundo o artigo 89 do Capítulo III do Regimento Interno da FATEA, “Os
estágios supervisionados, quando previstos curricularmente, são atividades
obrigatórias para a obtenção do grau respectivo e não criam vínculo
empregatício de qualquer natureza entre o estagiário e a empresa concedente”.
O Curso de Licenciatura em Pedagogia articula diversas atividades,
visitas técnicas, palestras com profissionais ligados à área, projetos de
extensão, etc., levando sempre em consideração a aproximação com
organizações dos diversos setores da profissão. Sobretudo, destacamos os
convênios a serem firmados com estabelecimentos de ensino, instituições,
profissionais e empresas, inclusive com o Centro de Integração Empresa
Escola – CIEE, para maximizar as possibilidades de o aluno realizar atividades
de Estágio. Nesse sentido, o Núcleo de Estágio – NEST articula com as
organizações locais a obtenção de incentivos e o estabelecimento de
convênios, para realização do estágio curricular obrigatório ou não obrigatório e
atividades de vivência prática, mantendo estreita sintonia com a realidade local,
regional e nacional.
O estágio curricular do Curso de Licenciatura em Pedagogia está
regulamentado e visa a demonstrar na prática os conhecimentos teóricos,
práticos e científicos adquiridos ao longo do Curso, em diferentes instâncias. O
estágio supervisionado consta da grade curricular com 400 horas e compete ao
aluno cumpri-la integralmente.
Em observação às normas regimentais, compete à Coordenação de
cada curso a elaborar o regulamento de estágio. Todavia, compete ao Núcleo
de Estágio – NEST a aprovação dos projetos de estágio de cada curso, bem
como estabelecer as políticas, as diretrizes, as normas e regulamentos das
atividades de estágio curricular supervisionado.
Por sua vez, as atividades de estágio devem ser realizadas em
organizações, em especial escolas da educação básica e profissional de nível
médio, que ofereçam condições adequadas, proporcionando ao aluno
experiência prática e aperfeiçoamento, técnico, cultural, científico e de
relacionamento profissional e humano, além de elevar a condição de
empregabilidade do egresso.
5.12 Sistema de Auto-avaliação do Curso
No intuito de melhorar continuamente as condições oferecidas pelas
Faculdades Integradas Teresa D’Ávila no seu todo, o Curso está sujeito à
Comissão Própria de Avaliação – CPA/FATEA, centrada na avaliação do corpo
docente, do Curso, da infra-estrutura e dos serviços oferecidos. Nesse sentido,
a análise dos resultados contribui para compreender aquelas variáveis que
exigem melhoria no desempenho. Os resultados devem ser observados sob o
ponto de vista do aperfeiçoamento das condições de ensino atuais e de novas
oportunidades a serem alcançadas, tanto por parte dos professores, como pela
Coordenação do Curso e da Instituição. A avaliação do desempenho consiste
num instrumento fundamental para o sucesso de qualquer atividade
desenvolvida.
A avaliação submete aos alunos um conjunto de variáveis que permitem
elaborar um diagnóstico do desempenho do Corpo Docente, do Curso de
Licenciatura em Pedagogia e do Nível Institucional.
Na avaliação centrada no Curso, são listados itens que possam exprimir
a relevância das atividades acadêmicas, o relacionamento e qualidade da
Coordenação do Curso, bem como a contribuição do curso para a formação
profissional:
Palestras e visitas técnicas;
Encontros de Computação;
Relacionamento com a Coordenação do Curso;
Qualidade geral da Coordenação do Curso;
Contribuição do Curso para formação do aluno.
Para as avaliações centradas no Corpo Docente e no Curso, é
distribuído questionário (perguntas fechadas) para as quais são atribuídos
conceitos do tipo “ótimo”, “bom”, “regular” e “insatisfatório”.
A avaliação centrada na infra-estrutura e serviços é conduzida por meio
de questionário com perguntas fechadas, de modo que os alunos possam
atribuir conceitos com base na qualidade geral, em termos de “muito grande”,
“grande”, “regular”, “pequeno” e “insatisfatório”. Segue abaixo a relação dos
itens que costumam ser avaliados:
Qualidade geral da Secretaria;
Qualidade geral da Central de Cópias;
Qualidade geral da Tesouraria;
Qualidade geral da Coordenação Pedagógica;
Qualidade geral da Direção;
Qualidade geral da Biblioteca;
Qualidade geral da Cantina;
Qualidade geral da Portaria;
Qualidade geral Infra-estrutura.
Qualidade geral dos Laboratórios de Informática, Atelier, Laboratórios
e outros ambientes especiais.
O processo avaliativo a ser aplicado não tem a pretensão de elaborar
um ranking dos professores, mas oferecer subsídios importantes que possam
auxiliar o Corpo Docente, a Coordenação do Curso, bem como a Diretoria na
criação de ações visando à melhoria do processo de ensino e aprendizagem.
VI. CORPO ACADÊMICO
6.1 Corpo Docente
Para a composição do corpo docente, o curso definiu uma política que
atendesse o perfil desejado para seus professores. Essa política é composta
por indicadores baseados em princípios filosóficos, pedagógicos, morais e
éticos.
O perfil do corpo docente é elemento essencial para o sucesso do
curso e pode ser caracterizado em termos da titulação e experiência
acadêmica. Muitas vezes mesmo não dispondo de formação específica na
área, o professor apresenta larga experiência profissional e/ou produção
científica e tecnológica compatível com matérias pertinentes ao curso.
Os
docentes
estão
apresentados
no
quadro
abaixo,
sendo
responsáveis pelas atividades de ensino, pesquisa e extensão ao nível de
Graduação.
Quadro – Corpo Docente do Curso
Professor
Alacir Gonçalves de Arruda
Disciplina
• Sociologia da Educação
Alessandro
Henrique
das • Antropologia Filosófica e Teológica
Chagas
Ana Célia Peluzo de Azevedo
• Organização e Políticas da Educação Básica
Ribeiro
• Seminários: Coordenação, Orientação e
Supervisão
• Prática de Organização Escolar
André Luiz de Moraes Ramos
• Psicologia da Educação
Carlos André Gonçalves
• Novas Tecnologias
Carolina Arantes Pereira
• Fundamentos Teóricos da Educação Infantil
• Pesquisa educacional
Ciliana Antero Guimarães da • Nutrição e Saude
Silva Oliveira
Henrique Alckmin Prudente
• Fundamentos Teóricos e Metodológicos das
Ciências Sociais
• Ecopedagogia
José Luiz de Miranda Alves
• Projeto Político Pedagógico
José Paulo de Assis Rocha
• Arte e Educação
• Laboratório Multidisciplinar – análise do som
e da forma
• Fundamentos Teóricos e Metodológicos do
Ensino da Arte
•
Luiz Fernando da Silva Martins • Fundamentos teóricos e metodológicos das
Ciências Naturais
• Fundamentos Biológicos da Educação
Marcílio Farias da Silva
• Matemática
• Fundamentos da atemática II
Maria Cristina Marcelino Bento • Formação Profissional I, II e III
• Filosofia e História da Educação
• Teorias e Distúrbios de Aprendizagem
• Residência Pedagógica
Marisa Sasso Papa
• Fundamentos Teóricos da Educação Física
• Fundamentos Teóricos Jogos e Recreação
Marlene
Silva
Sardinha
Gurpilhares
Neide Aparecida Arruda de
Oliveira
Olga
Aparecida
Arantes
•
•
Metodologia Científica
Fundamentos Teóricos da Língua
Portuguesa
• Didática e Didática da Alfabetização
Pereira
Pedro de Almeida Cunha
Regina
Helena
Alckmin
Prudente
Renata Izabel Maricconi Ferro
Silvana Soares
Sônia
Maria
Siqueira
Gonçalves
•
•
•
•
•
•
•
Códigos Midiológicos
Novas Tecnologias
Bases teóricas da Aprendizagem
Educação de Jovens e Adultos
Libras
Educação Inclusiva
Avaliação: Aprendizagem, Institucional e
Responsabilidade Social
• Cultura e Contemporaneidade
6.2 Administração Acadêmica
De acordo com o Regimento da FATEA, o Colegiado do Curso,
denominado Coordenação de Curso, é constituído pelo Coordenador do Curso
respectivo, por todos os docentes em exercício no curso e dois representantes
do corpo discente, regularmente matriculados, indicados pelo Diretório
Acadêmico.
Conforme previsto no artigo 104, incisos I, II e IX, do Regimento da
FATEA, são deveres e direitos do Corpo Docente:
Participar, diretamente ou por representação, com direito à voz e
voto, na forma do regimento, dos órgãos colegiados das Faculdades;
Votar e ser votado nas eleições para as representações docentes,
ressalvados os impedimentos previstos no regimento;
Estar presente, quando convocado, às reuniões de professores, dos
colegiados e outros eventos acadêmicos das Faculdades.
O Colegiado do Curso reúne-se, ordinariamente, pelo menos uma vez por
bimestre, em data pré-estabelecida, e, extraordinariamente, quando convocado
pelo Coordenador do Curso e/ou pelo Diretor Geral ou a requerimento,
devidamente fundamentado, de 2/3 de seus membros. A Coordenação pode
reunir-se com os membros do Colegiado do Curso por áreas afins. Após
cada reunião, o Coordenador do Curso lavra a ata, em livro próprio.
6.3 Formação Acadêmica e Regime de Trabalho
A formação acadêmica e o regime de trabalho do corpo docente do
curso de Pedagogia estão representados no quadro abaixo.
Quadro - Formação Acadêmica e Regime de Trabalho do Corpo Docente
Nome
Área de
Formação
Alacir Gonçalves de Arruda
Ciencias Sociais
Ana Célia Peluzo de Azevedo
Letras-Inglês
Ribeiro
André Luiz de Moraes Ramos
Psicologia
Carolina Arantes Pereira
Fonoaudiologia
Ciliana Antero Guimarães da Silva
Enfermagem
Oliveira
Darci Queluz Martins
Estudos Sociais
Elcio Luis Roefero
Letras
José Luiz de Miranda Alves
Pedagogia
José Paulo de Assis Rocha
Pedagogia
Lucia Rangel de Azevedo
Pedagogia
Luiz Fernando da Silva Martins
Ciências
Biológicas
Marcílio Farias da Silva
Matemática
Maria Cristina Marcelino Bento
Pedagogia
Maria Luzia Dantas
Filosofia
Marisa Sasso Papa
Letras
Marlene
Silva
Sardinha
Língua
Gurpilhares
Portuguesa
Neide Aparecida Arruda de
Linguística
Oliveira
Olga Aparecida Arantes Pereira
Pedagogia
Pedro de Almeida Cunha
Teologia/Filosofia
Regina Helena Alckmin Prudente
Pedagogia
Renata Izabel Maricconi Ferro
Fonoaudiologia
Sônia Maria Gonçalves Siqueira
Biblioteconomia
Walter Moreira
Biblioteconomia
Titulação
Regime
de
Trabalho
Doutor
Especialista
Horista
Horista
Doutor
Mestre
Mestre
Horista
Parcial
Parcial
Especialista
Mestre
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Horista
Integral
Parcial
Horista
Horista
Parcial
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Doutor
Horista
Integral
Parcial
Horista
Integral
Mestre
Parcial
Mestre
Mestre
Especialista
Mestre
Especialista
Doutor
Integral
Parcial
Horista
Horista
Parcial
Parcial
6.4 Experiência Profissional do Corpo Docente
A experiência profissional do corpo docente é representada no quadro
em anexo.
6.5 Dedicação ao Curso e Desempenho Acadêmico-profissional
As Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, considerando a necessidade
do aperfeiçoamento contínuo de seus professores para o exercício do
magistério que se traduza num ensino de alta qualidade, fruto do
estabelecimento de um Corpo Docente estável, experiente, qualificado, que
mantenha vínculos com a Instituição e que, com ela, cresça profissionalmente,
instituiu um programa de capacitação docente, visando à sua qualificação,
capacitação e atualização. Seus objetivos, diretrizes e operacionalização estão
descritos e regulamentados na Portaria que dispõe sobre o Programa de
Incentivo à Qualificação Docente – PIQD [Anexo 21].
O programa vai ao encontro dos objetivos da Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (Lei n. 9394/96) e consiste na concessão de bolsas de
estudos a docentes, inscritos no programa, que ministrem aulas na FATEA,
que cursem efetivamente programa de pós-graduação em nível de mestrado,
stricto sensu, devidamente recomendado pela CAPES.
A concessão de bolsa tem por base critérios definidos pela Entidade
Mantenedora, compatíveis com suas condições financeiras, que levam em
conta os princípios da proporcionalidade, da validade, da efetividade e do
compromisso.
O tempo de exercício de docência no curso e o desempenho acadêmico
e profissional de cada professor do curso de Pedagogia está representado no
quadro abaixo
Quadro - Dedicação ao Curso e Desempenho Acadêmico-profissional dos
Docentes
Marlene
Silva
Sardinha
Gurpilhares
Neide Aparecida Arruda de
Nome
Oliveira
Olga
Aparecida
Arantes
Pereira
Regina
Helena
Alckmin
Alacir
Gonçalves
de
Arruda
Prudente
Ana
Célia
Peluzo
de Azevedo
Renata
Izabel
Maricconi
Ferro
Ribeiro
Sônia
Maria
Gonçalves
André Luiz de Moraes Ramos
Siqueira
Carolina
Arantes Pereira
Walter Moreira
Ciliana Antero Guimarães da
Silva Oliveira
Darci Queluz Martins
José Luiz de Miranda Alves
José Paulo de Assis Rocha
Lucia Rangel de Azevedo
Luiz Fernando da Silva Martins
Maria Cristina Marcelino Bento
Maria Luzia Dantas
Marcílio Farias da Silva
Marisa Sasso Papa
7
Tempo de
Exercício
1/2
de
Docência
8
no Curso
(anos)
5
1/2
2
3
1/2
7
7
8
6
7
Nº de Artigos
Publicados
4
em
Periódicos
2
Científicos
1
12
-36
14
9
18
-
Nº de
Produções
3
Didáticopedagógicos,
12
publicadas ou
não
2
1
2
1
20
46
13
-
4
1/2
7
2
5
5
1
8
8
1
3
9
-
2
3
1
7
12
7
7
6.6 Plano de Carreira Docente
O plano de carreira dos docentes é normatizado pela Portaria de 28 de
junho de 2007 que dispõe sobre a revisão do plano de carreira, cargos e
salários do corpo docente da FATEA.
6.7 Sistema Permanente de Avaliação dos Docentes
O corpo docente está sujeito à avaliação efetivada pela Comissão
Própria de Avaliação – CPA, cujos resultados, individuais e globais, oferecem
ao professor importante retorno para o processo de re-planejamento de suas
aulas. Através da avaliação, o professor pode perceber o que deu certo ou não,
e o que precisa ser reformulado. As variáveis consideradas para a obtenção
dos resultados da avaliação do Corpo Docente estão relacionadas com o seu
desempenho em sala de aula, conforme segue:
Relacionamento com os alunos;
Pontualidade;
Atendimento em sala de aula;
Apresentação e cumprimento do plano do curso;
Clareza na exposição da matéria;
Domínio da matéria;
Qualidade geral do professor.
6.8 Incentivos Profissionais
Além do Programa de Incentivo à Qualificação Docente (PIQD), a FATEA
apóia e estimula seus educadores a participarem de eventos culturais os mais
diversos.
Para
que
seus
professores
participem
de
cursos,
congressos,
seminários, excursões; para que escrevam artigos, resenhas ou ensaios e os
publiquem, são fornecidos subsídios diretos, dispensa das aulas e espaço
gráfico nos meios impressos das Faculdades.
Os professores podem se utilizar das páginas da Revista Ângulo que,
desde 1974, edita ensaios e artigos com os resultados de suas pesquisas e
estudos, assim como veiculá-los no sítio da Instituição.
É prática comum na FATEA convidar especialistas das mais variadas
áreas do conhecimento humano para proferirem palestras, conferências e
comunicações, ou para ministrarem cursos, seminários, oficinas e debates.
Estas sempre visam ao aperfeiçoamento da prática docente e à competência
de seus professores e pessoal de apoio pedagógico.
6.9 Apoio Didático-pedagógico aos Docentes
O apoio didático-pedagógico é dado aos docentes por meio da
Coordenação Pedagógica e da Coordenação do Curso. A Coordenação
Pedagógica é exercida por pedagogo habilitado e visa à supervisão, ao
acompanhamento e à otimização do processo ensino-aprendizagem realizado
pela Instituição. São atribuições da Coordenação Pedagógica:
Participar da elaboração do Projeto Pedagógico dos Cursos e das
Faculdades, bem como supervisionar sua execução;
Acompanhar e supervisionar as reuniões dos órgãos colegiados,
participando das mesmas e observando sua regularidade;
Supervisionar o cumprimento da carga horária de cada disciplina,
série e Curso, garantindo a fiel execução do Currículo Pleno e do Calendário
Escolar;
Organizar, controlar e supervisionar o processo de estágio curricular
supervisionado, previsto no Regimento, assistido pelo Coordenador de
Estágios;
Supervisionar e acompanhar o Planejamento Geral, os Planos de
Ensino, projetos e programas, sejam de pesquisa, de ensino ou de extensão,
visando à regularidade de sua feitura, entrega à Secretaria e cabal
cumprimento;
Supervisionar, acompanhar e orientar o processo de avaliação do
desempenho escolar.
A Coordenação do Curso atua conjuntamente com os professores,
orientando, apoiando e incentivando as atividades de ensino.
Sobretudo,
procura auxiliar os professores na elaboração dos planos de ensino, na análise
e sugestões dos conteúdos das disciplinas, bem como das bibliografias.
A Coordenação do Curso de Computação contempla, no calendário
escolar, dias para reuniões bimestrais que acontecem com o objetivo de
contribuir para o apoio didático-pedagógico aos docentes.
Os Professores do Curso de Computação recebem o apoio da
administração acadêmica para participar de seminários, simpósios, congressos
e conferências, centrados em temáticas da área própria, a fim de obterem
novas aprendizagens, via intercâmbios informativos e técnico-científicos.
Também convida especialistas de variadas áreas para proferirem
palestras, conferências e comunicações, ou para ministrarem cursos,
seminários, oficinas e debates, visando ao aperfeiçoamento da prática docente
e à competência de seus professores e pessoal de apoio pedagógico.
O Corpo Técnico Pedagógico-administrativo constituído pela Secretaria
Geral, Departamento de Pessoal, Tesouraria, Biblioteca, Núcleo de Extensão –
NEXT, Núcleo de Estágio – NEST, o Instituto Superior de Pesquisa e Iniciação
Científica – ISPIC, dentre outros, auxiliam e prestam apoio aos professores.
A Diretoria das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila vem atuando no
sentido de prover os professores de melhor infra-estrutura. Nesse sentido, os
professores do dispõem de novas salas de aula, acesso livre ao acervo da
nova biblioteca e novas salas de professores, equipadas de computadores com
acesso a rede Internet.
Vale ressaltar que as Faculdades Integradas Teresa D’Ávila – FATEA
inspiram-se nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade
humanístico-cristã, de modo a promover a educação, a ciência e a cultura. De
acordo com essa concepção, o ensino ministrado na FATEA é movido pela
liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a
arte e o saber, bem como pelo pluralismo de idéias e concepções pedagógicas.
O profissional da educação é valorizado em todas as áreas de ensino.
6.10 Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos cursos de graduação da
FATEA é composto por um conjunto de professores de elevada formação e
titulação, contratados em tempo integral e parcial, que respondem mais
diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico
do Curso. O NDE é constituído pelo coordenador do curso e por 30% dos
docentes do Curso, tendo a maioria participado plenamente da elaboração do
Projeto Pedagógico do Curso e tem clara responsabilidade por sua
implantação.
Uma Portaria da Diretora Geral
oficializou a constituição do Núcleo
Docente Estruturante (NDE) do Curso de Pedagogia. A composição do NDE
do curso ficou assim definida.
Quadro – Composição Núcleo Docente Estruturante
Professor
André Luiz Moraes Ramos
Carolina Arantes Pereira
José Luiz Miranda Alves
Maria Cristina Marcelino Bento
Olga Aparecida Arantes Pereira
Walter Moreira
(*)doutoranda
Titulação
Doutor
Mestre*
Mestre
Mestre
Mestre
Doutor
VII. INFRA-ESTRUTURA
As instalações prediais, recursos infra-estruturais e tecnológicos
acadêmicos como: salas de aula, biblioteca, laboratórios, ambientes especiais
gerais e por áreas, encontram-se localizados na cidade de Lorena, nos
seguintes endereços:
Unidade
Endereço
I
Avenida Peixoto de Castro, 539
II
III
Rua Joaquim Azevedo Figueira, 60
Avenida Peixoto de Castro, 494
Instalação
Bloco Dom Bosco
Bloco São José
Bloco Teresa de Jesus
Bloco Madre Mazzarello
Bloco Administração
Bloco Imaculada
Espaço Saúde Ir. Irene Augusto
Complexo Laboratorial
IV
Rua Joaquim Azevedo Figueira, 176
Escola de Idiomas
Ginásio Poliesportivo
Centro Educacional-Social
Maria Rita Perillier - CEMARI
7.1 Instalações Gerais
No quadro XVII estão discriminadas as discriminadas as instalações e
suas respectivas quantidades, distribuídas conforme a Unidade:
Unidade I – Av. Peixoto de Castro, 539.
•
Bloco Dom Bosco:
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Sala da Coordenação: Ensino Fundamental
01
Sala dos Professores: Ensino Fundamental e Médio
01
Sala dos Professores: FATEA
01
Salas de Aula
18
Sanitários
06
Laboratório de Química e Bioquímica
01
Sala de Projeção
01
Sala de Aulas de Desenho, com pranchetas - belvedere
01
Sala da Coordenação de Cursos
02
Laboratório de Informática
01
Secretaria do Ensino Fundamental, Médio e Técnico
01
Sala de Multimeios
01
Secretaria da FATEA
01
Central de Cópias e Impressões
01
Sala de Exposição de Obras de Arte - Cantina D’Arte
01
Espaço Arte (anfiteatro)
01
Refeitório
01
Apartamentos de Hóspedes
04
Cantina/ Cozinha
01
Sala de Atendimento Psicológico e Aconselhamento
01
Depósito
03
Gabinete da Coordenação Pedagógica
01
Gabinete de Coordenação de Cursos
15
•
Bloco São José:
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Gráfica
01
Salas de Aula
10
Laboratório de Informática
02
Brinquedoteca
01
Sanitários
04
Sala do Suporte Técnico à Informática
01
Agência de Comunicação - Experimenta
01
Estúdio/ Laboratório de Fotografia
01
Auditório
01
Depósito/ Arquivo Morto
03
Sala de Videoconferência
01
Sala de Aula de Desenho e Plástica
01
Residência
01
•
Bloco Teresa de Jesus
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Biblioteca
01
Biblioteca Infantil
01
Sala de Periódicos
01
Sala de Obras Raras
01
Depósito/ Central de Servidores
01
Sala de Conferência
01
Sala de Estudo em Grupo
01
Sanitários para Professores
05
Sanitários para Alunos
06
Sanitário para Coordenação
01
Auditório Clarice Lispector
01
Sala dos Professores
02
Salas de Aula
16
Depósito
01
Sala da Coordenação de Curso
02
Espaço de Exposições
01
Almoxarifado
01
Sala Central de Links
01
•
Bloco Administração
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Sala da Direção
02
Sala da Coordenação da Pós-Graduação
01
Sanitários para Direção
01
Central de Som
01
Capela
01
Livraria e Papelaria
01
Salas da Tesouraria
03
Sala da Administração
01
Sala do Serviço Social
01
Sala da Ouvidoria
01
Sala da Contabilidade e Departamento Pessoal
01
Sala do Diretório Acadêmico (DA)
01
Laboratório de Idiomas
01
Residência
01
Sala do Instituto Superior Pesquisa e Iniciação Científica ISPIC
01
Sala de Visitas
01
Sala da Manutenção
01
Sanitários
01
Depósito
01
•
Bloco Imaculada
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Sala de Depósito
04
Sala do Departamento de TI
01
Sala de Núcleo de Ensino à Distância - NEAD
01
Salas de Aula
03
Sanitários
02
Sala de Pastoral Universitária
01
Laboratório de Informática
02
Sala de Dança
01
Rádio WEB
01
Oficina de Cerâmica
01
Centro Tecnológico (oficina de madeira e metal)
01
Estúdio de Rádio e TV
01
Sala de Funcionários da Limpeza
01
•
Bloco Madre Mazzarello
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Sala de Aula
08
Sala dos Professores
01
Auditório – José Luiz Pasin
01
Laboratório de Informática
01
Sanitários
02
Unidade II – Rua Joaquim Azevedo Figueira, 60.
•
Ambulatório de Enfermagem e Clínica-Escola Fonoaudiológica:
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Sala da Coordenação
02
Salas de Atendimento
05
Salas de Observação
04
Salas de Aula
02
Sala para Atendimento (Médico/Psicológico/Odontológico)
01
Central de Esterilização e Expurgo
01
Sala de Recepção
01
Sala de Audiometria
03
Brinquedoteca
01
Sala de Vacina
01
Sala de Curativo
03
Secretaria
01
Consultório de Enfermagem
03
Sala de Arquivo
01
Copa
01
Almoxarifado
01
Sanitários
05
Unidade III – Av. Peixoto de Castro, 494.
•
Complexo Laboratorial e Escola de Idiomas:
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Sala da Coordenação
01
Laboratório de Biologia
02
Sala dos Professores
02
Laboratório de Anatomia
01
Alojamentos
02
Cantina
01
Biotério
01
Sanitários
10
Sala de Depósito
01
Copa
01
Laboratório de Procedimentos de Enfermagem
01
Recepção
01
Salas de Aula
12
Sanitários
06
Unidade 4 – Rua Joaquim Azevedo Figueira, 176.
•
Ginásio Poliesportivo e Centro Educacional-Social Maria Rita
Perrillier – CEMARI:
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
Quadra Coberta
01
Arquibancada para três mil pessoas
01
Vestiários
10
Sanitários
02
Bilheterias
02
Depósito
02
Quadra Descoberta e Iluminada
01
Campo Gramado Iluminado - futebol society
01
Sala de Materiais Esportivos
01
Alojamentos
28
Cantina
01
Cozinhas
02
Cozinha Experimental e Panificadora
01
Salas de Aula
05
Sala de Reuniões Recepção
01
Salão-Escola de Cabeleireiro
01
Parque Infantil
01
Sala da Coordenação
01
7.2
Ambientes Especiais
Dentro da política institucional de atualização e adequação dos
ambientes especiais e infra-estruturais que atendem aos cursos das
Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, a Mantenedora tem se pautado em
oferecer aos alunos espaços específicos que concorram para a melhoria da
qualidade do ensino e da aprendizagem, oportunizando, o mais possível, o
contato direto com a prática e a vivência das atividades profissionais futuras.
7.2.1 Laboratórios
•
Laboratório de Biologia
Área
responsável
pelas
práticas
microbiológicas,
culturas
de
microorganismos em meios próprios. Os dois laboratórios utilizados pelo Curso
de Biologia estão localizados na Unidade III – Complexo Laboratorial – e estão
assim disponibilizados:
Laboratório de Biologia I é usado nas aulas de Zoologia,
Citologia, Histologia e outras atividades na área de Ciências Biológicas.
Equipado com amostras e equipamentos para o desenvolvimento de estudos
em animais, tecidos e células.
Laboratório de Biologia II é usado nas atividades de
Botânica, Microbiologia e Parasitologia. Provido com amostras e equipamentos
para o desenvolvimento de estudos em plantas, micróbios e parasitas.
•
Laboratório de Química e Bioquímica
Utilizado para atender necessidades básicas para aulas práticas de
Química, desde o ensino médio até a faculdade. Está dotado com
equipamentos e materiais, utilizados em várias atividades dentro da área de
química. Está localizado no primeiro andar do prédio Dom Bosco (Unidade I),
em sala com 42,69 m² e sala contígua, com 3,50m², que funciona para
pesagem e como almoxarifado.
As atividades são realizadas em 5 bancadas azulejadas com 4 m cada.
De ambos os lados das bancadas, os alunos são acomodados em banquetas
de madeira e fórmica.
•
Laboratório de Anatomia e Fisiologia
O Laboratório de Anatomia localizado na Unidade III – Complexo
Laboratorial e possui uma área de 80,53 m² e é utilizado pelos Cursos de
Enfermagem e Fonoaudiologia. Está dividido em duas salas para as práticas de
Anatomia Humana, conforme descrito abaixo:
Sala de dissecção e estudo;
Sala de preparo e acondicionamento das peças anatômicas;
Sala dos professores.
•
Biotério
Também localizado na Unidade III – Complexo Laboratorial, este
laboratório está destinado à criação e manutenção de animais de laboratório,
em condições sanitárias dentro de padrões estabelecidos, para serem
utilizados na pesquisa científica. Totaliza uma área de 95m² e apresenta os
seguintes espaços:
criadouros, com estantes e controle de umidade;
sala estéril;
sala de higienização primária, com box central;
área de manutenção de animais, com bancada, carrinhos de
transporte de
gaiolas,
câmara
de
sacrifício,
autoclave
horizontal, suportes para ração;
sala de administração;
sala de preparação de alimentos, com bancada e bebedouros;
sala de estoque de animais;
escritório;
• Laboratório de Procedimentos de Enfermagem
A aula prática tem como objetivo introduzir o aluno nas atividades
clínicas de enfermagem, visando a capacitá-lo a realizar técnicas direcionadas
ao cuidado do cliente. Assim sendo, o preparo adequado do aluno nesse
primeiro contato com procedimentos e técnicas de enfermagem é fundamental
e refletirá no seu desempenho futuro em outras disciplinas do curso, bem
como, em sua vida profissional.
A aula prática oferece ao aluno do Curso de Enfermagem a possibilidade
de rever técnicas e procedimentos, assim como de adquirir maior habilidade
em laboratório, antes de aplicá-los no cuidado ao cliente em campo, além de
atenuar o impacto psicológico sofrido pelo aluno, quando obrigado à execução
de técnicas invasivas pela primeira vez, minimizando suas dificuldades iniciais.
•
Laboratório de Informática
Os laboratórios de informática estão localizados na Unidade I, conforme
tabela abaixo:
01
Quantidade
de
Computadores
15
02
18
Bl. São José
03
20
Bl. São José
04
20
Bl. Imaculada
05
20
Bl. Imaculada
06
40
Bl. Dom Bosco
07
30
Bl. M. Mazzarello
Total
163
Laboratório
Os
computadores
dos
laboratórios
Localização
Bl. São José
apresentam
as
seguintes
configurações:
Laboratório I – equipado com 18 computadores CELEROM 2.40 GHZ, 512
MB, HD 40 GB, gravador de CD, monitor de 15’ LG.
Laboratório II – equipado com 20 computadores AMD ATLON (XP) 1.8, 256
MB RAM, monitor de 15’ e leitor de CD.
Laboratório III – equipado com 20 computadores, sendo 20 XP 2.0, AMD
ATLON, 256 MB, HD 20 GB, e 5 computadores CELEROM 2.40 GHZ, 512 MB,
HD 40 GB, gravador de CD, monitor de 15’ LG.
Laboratório IV – equipado com 20 computadores CELEROM 2.40 GHZ, 512
MB, HD 40 GB, gravador de CD, monitor de 15’ LG.
Laboratório V - equipado com 20 computadores CELEROM 2.40 GHZ, 512
MB, HD 40 GB, gravador de CD, monitor de 15’ LG.
Laboratório VI - equipado com 30 computadores CELEROM 2.40 GHZ, 1GB,
HD 40 GB, gravador de CD, monitor de 15’ LG.
Laboratório VII – equipado com 30 computadores ATHLON 2X2 2.80 GHZ, 2
GB, HD 160 GB, gravador de CD e leitor de DVD, monitor LCD de 18’ AOC.
O Curso de Pedagogia utiliza o Laboratório VI para as aulas de Novas
Tecnologias, Códigos Midiológicos, Metodologia da Pesquisa .Também utilizam
este laboratório eventualmente Pesquisa em Educação, Antropologia Filosófica
e Teológica, Cultura e Contemporaneidade;
• Laboratório de Idiomas:
Destinado ao desenvolvimento das habilidades de compreensão auditiva
e produção oral em língua estrangeira. Está equipado com três televisores de
29’, vídeo-cassete, aparelho de DVD, SKY, toca-fitas, um computador
multimídia com gravador de CD e interligado à Internet. Todos estes
equipamentos estão conectados a trinta e uma cabines de uso individual.
7.3
Outros Ambientes Especiais
Os professores e alunos têm acesso ainda a outros ambientes, como:
•
Salas de Projeção
Sala especialmente preparada para apresentações de aulas utilizando
filmes em VHS ou DVD, ou computadores (multimídia). Equipadas com
televisão, vídeo cassete, aparelho de DVD, tela de projeção e cortinas nas
janelas e porta.
•
Auditórios
Os auditórios utilizados para projeções de filmes, palestras e cursos
estão assim distribuídos:
BLOCO
AUDITÓRIO
CAPACIDADE
São José
80 lugares
Madre Mazzarello
José Luiz Pasin
130 lugares
Teresa de Jesus
Clarice Lispector
84 lugares
São José
Estes auditórios estão equipados com tela de projeção, projetor, mesa
de som, aparelho de DVD e caixas acústicas.
O auditório Clarice Lispector tem instalado um sistema de ar
condicionado e é onde acontecem as sessões semanais do Cine Clube da
FATEA.
Anfiteatro
Espaço para 800 pessoas, destinado a eventos culturais como shows
musicais, peças teatrais, concertos, exposições, entre outros. Equipado com
mesa de som com amplificadores, CD player, tape-deck, spots, piano de
armário, piano meia-cauda e cortina automática.
• Sala de Dança
Equipada com jogo de barras e parede espelhada, para a prática de
expressão corporal e jogos teatrais, dispõe de televisor de vinte e seis
polegadas, vídeo-cassete, aparelho de som e piano de armário.
• Agência de Comunicação
A agência tem como objetivo:
Estimular o estudante a experimentar e desenvolver, com senso
crítico, as mais diversas soluções para problemas reais da comunicação social.
Fortalecer o diálogo e a autoria para que o estudante participe
ativamente de todas as etapas do processo de comunicação, integrando áreas
de conhecimento como Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações
Públicas, Rádio e Televisão, Design e Arquitetura, para uma visão ampliada do
saber.
Desenvolver a capacidade de gestão, criatividade na elaboração de
idéias, textos, montagem e a vivência a partir de novas abordagens e
referencias estética.
Orientar o estudante na pesquisa e na execução das tarefas em
cooperação mútua, evitando-se assim o exercício fragmentado e distanciado
da produção coletiva.
Oferecer ao estudante um espaço para exercício da prática
profissional, de forma que ele acompanhe e execute projetos reais para o
mercado regional e trabalhos para clientes reais, provenientes da demanda
interna da FATEA e do mercado regional, orientando-os à prática da ética
profissional e ao profissionalismo, agilidade e integração, que se tornam cada
vez mais exigência do mercado atual.
A estrutura física contém:
Microcomputadores.
impressora HP Deskjet - para formato até o tamanho A3
mesas de escritório e reunião;
mesa com vidro para montagem de “roughts” e “mocaps”;
televisão de 29” para utilização em aulas e treinamentos;
quadro branco para utilização em aulas, treinamentos e reuniões;
•
Gráfica e Editora Santa Teresa
Oferece à comunidade local e regional uma opção a mais para a
realização de trabalhos gráficos. Seu principal objetivo é o de favorecer, com
preços acessíveis e facilidades de pagamento, os escritores que não tenham
acesso às grandes editoras, para publicar suas obras. Atualmente, edita: a
Revista Ângulo, a Revista Janus, Reporteresa, Jornal de Comunicação, a
Coleção Quadrante, a Coleção Tese/Dissertação e a Coleção Literatura.
Desde 2005, os alunos contam com o novo Centro de Reprografia,
modernizado e dinamizado, que pôs à disposição maior número de máquinas
copiadoras e funcionários, atendendo em anexo à Secretaria Geral da
Instituição.
• Espaços para Exposições
Destinado para a realização de exposições, mostra e feiras de artes
organizado pelos alunos ou professores da FATEA.
•
Central de Cópias
A Central tem como atividades fazer xerox e impressões de
documentos. Instalada em espaço próprio e de fácil acesso melhorou
consideravelmente o atendimento às coordenações, núcleos, professores,
alunos e funcionários.
Além da otimização de recursos, atendimento de boa qualidade, um dos
objetivos da criação da Central de Cópias foi oportunizar a contratação de
pessoas portadoras de necessidades especiais, cumprindo o compromisso que
a Instituição tem com a Legislação vigente e a Responsabilidade Social.
• Clínica-Escola Fonoaudiológica
Prédio provido dos seguintes ambientes: sala da coordenação, salas de
atendimento, salas de observação, salas de aula e de supervisão de estágios,
sala de atendimento médico, psicológico e odontológico, sala de materiais,
recepção, sala de audiometria e brinquedoteca. Destinado à prática profissional
do futuro fonoaudiólogo, equipado para realizar avaliação, terapia, audiometria,
atendimento ortodôntico e psicológico, e orientação otorrinolaringológica.
• Estúdio de Rádio e TV
O Estúdio de Rádio e TV foi criado para atender aos cursos de
graduação da FATEA e de educação profissional do Instituto Santa Teresa.
Funciona, atualmente, como produtora independente de vídeos comerciais e
institucionais, com linguagens tecnológicas exigidas pelas redes de TV. Presta
serviços na área de captação, edição e pós-produção de imagens e sons
digitais da melhor qualidade, seja para uso particular ou empresarial.
O Estúdio tem área total de 146 m², assim distribuída:
estúdio de TV equipado com iluminação profissional;
sala de corte;
ilha digital;
estúdio de rádio;
sala de arquivo;
hall de entrada.
• Rádio WEB
Diferente e inovador são as palavras que caracterizam o novo projeto
do Curso de Comunicação Social da FATEA, o portal CliqueCom, uma central
multimídia que reúne informação e entretenimento. São textos, imagens, áudio,
fotografias compondo uma programação semanal, que utilizam a internet na
sua totalidade, não só o rádio, como uma rádio-web.
Todo o material é produzido pelos alunos das habilitações do curso:
Jornalismo, Radialismo, Publicidade e Propaganda, e Relações Públicas, mas
o diferencial do portal é a participação do usuário ou “cliquer”, como são
chamados os internautas que acessam a central multimídia.
A idéia é que o usuário defina a sua programação, acessando somente
os conteúdos disponibilizados que lhe interessam, aquilo que chama a atenção.
O CliqueCom funciona como um programa de rádio ou de TV, com a diferença
que os conteúdos estão na tela do computador, divididos por links”.
Os materiais audiovisuais produzidos são deixados à disposição no
portal e direcionados às pessoas que costumam navegar por sites de
comunicação como Orkut, MSN, Blogs, Twitter ou qualquer outro recurso
virtual, em busca de informação ou distração.
Lançado
oficialmente
durante
o
II
Congresso
Integrado
do
Conhecimento da FATEA, em setembro de 2009, o CliqueCom estava em
testes desde junho daquele ano, quando montou-se a equipe, formada por oito
alunos e três professores supervisionados pelo Coordenador do Curso.
O CliqueCom é produzido no espaço que foi ocupado pela antiga rádio
Cultura, na FATEA, e é um projeto sem vínculo com nenhuma empresa.
Patrocinado pela FATEA e IST, trata-se de projeto acadêmico, que não visa a
lucro. Os eventuais pagamentos não serão feitos em dinheiro e, sim, em
equipamentos ou materiais necessários para manter o projeto.
A participação na equipe do CliqueCom como voluntário, conta como
atividade complementar. Acesse: www.cliquecom.blogspot.com
•
Estúdio e Laboratório de Fotografia
O LabFoto - Estúdio e Laboratório de Fotografia da FATEA - funciona
como espaço de aprendizagem destinado, prioritariamente, às disciplinas de
Fotografia Publicitária e Fotojornalismo e atende a demandas específicas de
outras disciplinas como Direção de Arte e Projetos Experimentais, para as
quais oferece o espaço físico e todo o suporte de equipamentos e assessórios
fotográficos.
O LabFoto foi criado levando em consideração as principais atividades
do processo de comunicação: a produção de fotos publicitárias em ambientes
fechados com o controle da iluminação e dos personagens da cena, e a
revelação
de
filmes
fotográficos
para
fotojornalismo,
assim
como
a
ampliação/redução de fotografias.
O estúdio está equipado para o ensino e prática das técnicas
fotográficas, desenvolvidas nas disciplinas dos seguintes cursos: Publicidade e
Propaganda, Jornalismo e Rádio e TV, e Desenho Industrial.
Através dos recursos disponibilizados, o futuro profissional tem a
oportunidade de operar os equipamentos fotográficos (manuais e digitais) e
experimentar cada etapa dos processos de produção fotográfica em estúdio e
dos processos químicos de revelação de imagens fotográficas.
O LabFoto é composto por:
Estúdio Fotografia - instalado em uma sala de 21m2.
Laboratório Fotográfico - instalado em uma sala de 56m2.
O Laboratório Fotográfico está equipado com:
- Quatro ampliadores PB;
- Três marginadores;
- Três timers, sendo 2 digitais;
- Três tanques plásticos para revelação;
- Uma estufa;
- Três tanques para armazenar químicos;
- Uma mesa de luz;
- Garrafas para armazenamento químico;
- Glicerinas, revelador, fixador, jogos de pinça de madeira, papéis para
foto, termômetros, lentes de aumento,
O laboratório conta com bancadas de ardósia lisa, pias azulejadas, e
possui armários de ferro para armazenagem do equipamento.
O Estúdio de Fotografia está equipado com:
- Um fundo infinito de 3m altura x 5m de largura
- Um mesa still de 90x91x94cm
- Um rebatedor
- Um Softbox pequeno
- Um Softbox grande
- Dez refletores (Normal, Standard, WA)
- Um Smoot
- Cinco sombrinhas rebatedoras branca
- Uma Girafa Red Wing - Light Boom
- Quatro tripés com haste telescópica de 3 seções
- Quatro flashs Compact 400
- Quatro tripés com refletores de vários tamanhos
- Uma lousa branca para aulas
- Duas câmeras Fuji S9100 Finepix - Digital
- Três câmeras Pentax IstD - Digital
- Três câmeras Pentax MZ 60
- Duas câmeras Pentax MZ 50
- Duas câmeras Pentax K 1.000
- Três objetivas SMC Pentax DA - 18-55
- Duas objetivas Sigma Aspherical IF - 28-105
- Uma objetiva MC Kalimar - 35-70
- Três objetivas SMC Pentax FA - 35-80
- Duas objetivas SMC Pentax A - 50mm
- Três objetivas SMC Pentax FA - 100-300
- Um Flash Vivitar - 285HV - Zoom THYRISTOR
- Um Flash Vivitar - 285HV - Zoom THYRISTOR
- Um Flash Vivitar - 285HV - Zoom THYRISTOR
- Um Flash Pentax - AF220T
- Um Flash Pentax - AF220T
•
Centro Tecnológico “Maria Gussen”
Criado para atender o Curso de Desenho Industrial e futuramente o Curso
de Arquitetura de Urbanismo, está equipado com diversas máquinas e
ferramentas, para trabalhos em madeira e metais. Os equipamentos que
compõem o Centro Tecnológico da FATEA são:
Uma Furadeira de Coluna diâmetro 5/16”.
Uma Máquina de Solda Elétrica.
Um Conjunto de Solda Oxiacetileno.
Uma Lixadeira de Cinta para metais.
Uma Dobradeira de Chapas.
Uma Tesoura Mecânica.
Uma Máquina de Vaccum Forming.
Uma Máquina de Prototipagem 3D.
Um Scaner de toque.
Um Micro computador.
Uma Serra de Fita para madeira.
Uma Serra Tico-tico para madeira.
Uma Plaina ( desengrosso).
Uma Lixadeira de Cinta para madeira.
Um Torno de madeira.
Uma Tupia.
Uma Serra Circular.
Um Moto-compressor.
Oito Bancadas com Morsa.
Uma Bancada.
Uma Bigorna.
•
Sala de Videoconferência
Utilizada para ensino e treinamento à distância, via redes mundiais de
informação e telecomunicações, equipada com processador Sony Rollabout,
câmera de captação tridimensional de objetos, monitor de 34 polegadas, com
capacidade para trinta pessoas com interação total e saída de imagem e som
para um auditório com capacidade para 80 pessoas, com interação parcial.
•
Sala de Conferência
Destinada a realizações de palestras e reuniões. Tem capacidade para
60 pessoas e está localizada no Bloco Teresa de Jesus.
•
Espaço para Exposições
Ambiente localizado no Bloco Teresa de Jesus, destinado a realizar
exposições artísticas e de trabalhos desenvolvidos por alunos dos cursos da
FATEA.
7.4 Salas de Aula
O conjunto de salas de aulas da FATEA está distribuído conforme a
tabela abaixo:
Unidade I - Avenida Peixoto de Castro, 539
Total:
Quantidade
Capacidade
Capacidade
de Salas
por Sala
Total
13
35
455
10
40
400
06
45
282
14
50
700
04
100
400
46
2237
Unidade II - Rua Joaquim Azevedo Figueira, 60
Total:
Quantidade
Capacidade
Capacidade
de Salas
por Sala
Total
Quantidade
Capacidade
Capacidade
de Salas
por Sala
Total
02
15
30
02
Unidade III - Avenida Peixoto de Castro, 494
30
Quantidade
Capacidade
Capacidade
de Salas
por Sala
Total
03
35
105
01
40
40
02
45
90
01
60
60
07
Total:
295
7.5 Instalações Administrativas
As
instalações
administrativas
compõem
tanto
aos
serviços
administrativos da Entidade Mantenedora quanto o serviço administrativo de
apoio à atividade acadêmica. Essas instalações estão concentradas na
Unidade I, nos blocos Dom Bosco e Administração, conforme segue: sala de
direção (1), salas de coordenações de cursos e núcleos (02), secretaria (02),
sala de administração (01), sala de serviço social (01), sala de ouvidoria (01),
sala de tesouraria (03), sala de departamento pessoal e contabilidade (01), sala
da coordenação pedagógica (01) e sala da manutenção (01).
7.6 Instalações para Docentes
O bloco Teresa de Jesus, na Unidade I, conta com duas salas para os
professores equipadas com computador com acesso à Internet, escaninhos,
mesa para reunião, sofás, e banheiros masculino e feminino.
O bloco Dom Bosco, também na Unidade I, conta com uma sala para os
professores equipada com dois computadores com conexão para internet,
escaninhos, sofás e duas mesas para reuniões.
7.7 Instalações para Coordenação de Cursos
As coordenações dos cursos estão situadas em duas salas distintas no
bloco Dom Bosco. As duas salas totalizam 15 gabinetes. Cada gabinete está
equipado com telefone, armário de arquivo, mesa e computador com acesso a
internet.
7.8 Instalações Sanitárias
Os blocos Dom Bosco e São José totalizam 10 sanitários. O bloco
Teresa de Jesus possui 11 sanitários distribuídos da seguinte forma: 06
sanitários públicos, 01 sanitário para a Diretoria e 04 sanitários para
professores.
O serviço de limpeza é realizado por funcionários da própria Instituição,
em especial, antes do início de cada período de aula e, também, quando
verificada a necessidade, visando a garantir excelentes condições de uso dos
mesmos.
7.9 Condições de Acesso Para Portadores de Deficiência Física
O Instituto Santa Teresa, Entidade Mantenedora das Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila de Lorena, mantém tanto nas novas construções
quanto nas construções existentes a política de adequação ao deslocamento
de portadores de necessidades especiais (Portaria Ministerial nº 1.679/99).
Tanto o Bloco Teresa de Jesus, quanto o bloco Madre Mazzarello, foram
projetados e construídos dentro das normas arquitetônicas que facilitam a
locomoção de pessoas com necessidades especiais, como exemplo podemos
citar: rampas de acesso aos andares superiores, sanitários apropriados e a
inclusão de um elevador.
Os blocos Dom Bosco e São José passaram por modificações no projeto
visando a facilitar a locomoção das pessoas com necessidades especiais,
principalmente os cadeirantes. Entre elas podemos citar: a construção de uma
rampa facilitando o acesso à cantina, instalação de duas plataformas
elevatórias no bloco Dom Bosco e duas no bloco São José, instalação de
corrimão no acesso ao bloco Imaculada e adaptação dos sanitários.
7.10 Infra-Estrutura de Segurança
As novas construções, Bloco Teresa de Jesus (2005) e Madre
Mazzarello (2008), estão em conformidade com as normas de segurança,
visando a garantir segurança para os que freqüentam esses ambientes. O
prédio conta com extintores e mangueiras para o combate a incêndio, além de
saídas de emergência.
A segurança física da FATEA é realizada por funcionários próprios e
terceirizados, e o número de vigilantes varia de acordo com a conveniência e a
necessidade. O serviço tem como objetivo proteger a Instituição de assaltos e
furtos. Para isso a Instituição conta com vigias fixos nas portarias, além de um
funcionário da FATEA como porteiro. Para o serviço, a equipe dispõe de rádios
de comunicação.
Vale ressaltar que o Estúdio de Rádio e TV é monitorado por sistema de
alarme.
7.11 Plano de Expansão Física
A organização salesiana, comprometida com o fomento educacional da
Região do Vale do Paraíba, vem, desde 1954, ampliando a oferta de cursos,
objetivando a oportunizar aos jovens novas possibilidades de inserção no
crescente e diversificado mercado de trabalho. Tendo perfil inovador e vocação
para investimento no homem, visando à melhoria da qualidade de vida na
região, a FATEA organiza-se para receber novos cursos e bem atender aos
que mantém, oferecendo excelentes instalações, equipamentos atualizados e
biblioteca com moderno acervo, adequando espaço físico e infra-estrutura,
investindo em recursos humanos, objetivando melhorar a qualidade dos
serviços pedagógicos. Para isso, o Instituto Santa Teresa, mesmo com
instalações suficientes para o imediato atendimento à demanda de todos os
cursos, investe, continuamente, na expansão da estrutura física, concretizando
o Plano de Atualização e Expansão.
Em 2005, inaugurou o prédio Teresa de Jesus, e, em 2008, o prédio
Madre Mazzarello, ambos na Unidade I que conta com mais de dez mil metros
quadrados,
considerando
unicamente
o
espaço
que
abriga
a
sede
administrativa, sem contar os terrenos onde se localizam a Clínica-Escola
Fonoaudiológica, o Ambulatório de Enfermagem, o Complexo Laboratorial e o
Ginásio Poliesportivo, cujas áreas livres são passíveis de utilização. Junto ao
prédio onde se encontra o Complexo Laboratorial, podem ainda ser instalados
laboratórios para os cursos autorizados ou que vierem a ser requeridos ao
MEC, seja por meio da reforma e adequação de ambientes disponíveis ou da
construção de novos espaços arquitetônicos.
No final de 2005 e início de 2006, a FATEA construiu e mobiliou na
Unidade III – Complexo Laboratorial – uma nova sala de aula para 60 alunos.
As salas de professores e os gabinetes para as coordenações
resultaram da reforma, adequação e redimensionamento dos ambientes
liberados no bloco Dom Bosco, após a transferência de alguns setores para o
bloco Teresa de Jesus. Destinou-se uma sala para a representação estudantil
(DA). As salas ambientes das Coordenações de Curso, equipadas com microcomputadores conectados a internet, permite o trabalho individualizado de
cada coordenador, para atendimento adequado a alunos e professores. As
áreas de lazer e de convivência dos alunos, assim como os espaços de
valorização cultural e ambientes pedagógicos foram mantidos. O projeto para
construção, reforma e adequação obedeceu a fases previamente definidas,
paralelamente à gradativa instalação dos cursos autorizados e das respectivas
séries e turmas.
7.12 Equipamentos de Informática
Um total de 170 computadores está distribuído em sete laboratórios,
utilizados para prática de tecnologias modernas nas diversas áreas, todos com
acesso às redes universais de informação.
•
Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Docentes
Os docentes dos cursos da FATEA têm à sua disposição um
computador na sala dos professores, 4 computadores na sala do Instituto de
Pesquisa e Iniciação Científica – ISPIC, além dos computadores utilizados
pelos coordenadores de curso. Os professores têm ainda à disposição os 15
computadores do Laboratório I de informática.
•
Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Alunos
Os discentes dos Cursos da FATEA dispõem de 07 laboratórios de
informática, distribuídos nos Blocos Dom Bosco, São José e Madre Mazzarello,
bem como 14 computadores associados às atividades de pesquisa da
Biblioteca Conde Moreira Lima. Para o uso dos equipamentos de informática
fora do horário regular das aulas, encontra-se disponível o Laboratório I com 15
computadores para desenvolvimento de pesquisas, utilizando a rede mundial
de computadores.
7.13 Recursos Audiovisuais e Multimídia
No Setor de Multimeios, estão concentrados materiais como: slides,
cartões postais, selos, transparências, discos (LPs), fitas cassete, CDs de
áudio e CD-ROMs, além dos seguintes equipamentos: televisores equipados
com videocassete, retroprojetores, projetores de slides, gravadores, e
projetores multimídia.
A Videoteca/Locadora possui vários títulos em VHS e DVD nos diversos
gêneros de filmes incluindo os didáticos, com atenção especial para os filmes
de arte, no intuito de não vir a ser simplesmente mais uma locadora. A
condição para ser sócio da Locadora de Vídeos é a de estar cadastrado como
sócio da Biblioteca. A locação pressupõe pequena taxa, com prazo para
devolução do vídeo de 24 horas.
7.14 Rede de Comunicação
As Faculdades Integradas Teresa D’Ávila – FATEA, mantidas pelo
Instituto Santa Teresa, integrantes da Rede Salesianas, dispõem de infraestrutura de computadores, ligados a internet, de modo a atender às
necessidades dos processos administrativos e de ensino e aprendizagem. A
conexão com a rede mundial de computadores está baseada via rádio e utiliza
dois provedores de acesso (Hexato e Embratel) e o seu uso é exclusivo para
funcionários, estagiários, professores e alunos regularmente matriculados nos
cursos das Faculdades.
A rede comunicação interna está baseada em servidores Linux e
Windows 2003 com conexão a computadores clientes baseados em Windows
XP. A rede conecta os Blocos Dom Bosco, São José, Teresa de Jesus,
Administração, Imaculada e a Escola de Idiomas Wizard. A rede externa está
baseada em tecnologia Wi-Fi, utilizada para interconectar as seguintes
Unidades:
Unidade
II:
Ambulatório
de
Enfermagem
e
Clínica-escola
Fonoaudiológica.
7.15 Manutenção e Conservação das Instalações Físicas
A manutenção e conservação das instalações físicas ficam a cargo dos
Serviços Gerais que contam com equipe composta de: eletricista, jardineiro,
vigias e agentes de limpeza. Para serviços extras de manutenção são
contratadas firmas especializadas que atendam à necessidade do momento,
como: firmas de construção, dedetização, etc. A responsabilidade pelo setor
está a cargo de funcionária habilitada.
7.16 Projeto de Paisagismo
Com a construção do novo prédio, foi necessária a reformulação dos
canteiros e caminhos de comunicação entre os prédios. Estes caminhos (ou
calçadas) transpassam a área verde do espaço acadêmico.
As mudanças ocorridas foram concentradas ao redor do prédio novo,
integrando-o à área verde. Estas são acréscimo de gramado e delimitação de
canteiro com forrações, em sua maioria espécies ornamentais cultivadas no
viveiro da Instituição.
O viveiro foi reformulado para otimizar as atividades executadas no
espaço, sendo elas: propagação de mudas por sementes, propagação de
mudas pós-multiplicação de estaquia e cuidados com vegetações plantadas em
vasos e floreiras.
O projeto recebeu ajustes para sua implantação e algumas espécies
frutíferas foram mantidas e outras espécies ornamentais foram acrescentadas.
Foram construídos caminhos (ou calçadas) para os acessos às áreas do
Estúdio de Rádio e TV.
Uma pequena praça foi criada, com a projeção do logotipo da Instituição
no contra-piso. Os outros elementos arquitetônicos foram construídos como:
cinco bancos de cimento, um gazebo de formato octogonal, iluminação
direcionada para as árvores e três postes de luz.
O espaço também recebeu canteiros de forração e gramado. Uma
cerca-viva de palmeiras e uma cerca aramada foram implantadas, para
bloquear a visão da parte de oficinas e canil, localizado na parte do fundo do
prédio.
7.17 Manutenção e Conservação dos Equipamentos
Os equipamentos ficam a cargo dos funcionários responsáveis pelos
setores. A conservação dos equipamentos é feita diariamente nos laboratórios
de informática, multimeios e estúdio de rádio e TV e demais ambientes
especiais. Havendo necessidade, os equipamentos são enviados para
manutenção especializada, em firmas autorizadas. Toda a manutenção dos
equipamentos de informática esta a cargo do suporte técnico de TI, sob a
responsabilidade de um técnico que conta com equipe de 4 colaboradores.
7.18 BIBLIOTECA
A BCML – Biblioteca Conde Moreira Lima é hierarquicamente
subordinada à Diretoria, e tem o papel de realizar a articulação e o diálogo da
Faculdade com a sociedade, por meio da prestação de serviços. Nesse
contexto, a Biblioteca está inserida na prestação de atendimento e demais
serviços bibliográficos à comunidade acadêmica, sejam alunos da educação
básica e técnica, graduação, pós-graduação, pesquisadores, professores e
funcionários da FATEA, bem como à comunidade externa de Lorena e região.
Além disso, a Biblioteca faz continuamente doações de livros que tenha em
duplicata a bibliotecas públicas e a bibliotecas de universidades de Lorena e
região. A BCML encontra-se localizada no piso térreo do Bloco Teresa de
Jesus.
7.18.1
Espaço Físico
Área física total da Biblioteca é de 674,13 m², com a seguinte
disposição: acervo de livros, salão para estudo em grupo, cabines para estudo
individual, processamento técnico, sala de periódicos, sala de obras raras,
Biblioteca Infantil Pequeno Príncipe e sala de estudo em grupo.
A sala de periódicos mede 32,57 m², a Biblioteca Infantil Pequeno
Príncipe conta com 23,77 m² e um acervo com aproximadamente 5.000 livros.
O anexo mede 90 m² e abriga 20.000 livros e a sala de multimeios mede 23 m.
7.18.2 Instalações Para o Acervo
A instalação para o acervo possuem sinalização e iluminação adequada,
extintores de incêndio e sistemas antifurto equipados com contadores de
usuários para fins de estatística. Os portadores de necessidades especiais
podem acessar o acervo. O catálogo encontra-se informatizado, permitindo
consulta por autor, título e assunto.
7.18.3 Acervo
Com acervo composto de mais de 74.000 livros, cobrindo todas as áreas
do conhecimento, mantendo inclusive obras raras, a Biblioteca Conde Moreira
Lima funciona como centro de estudos, pesquisas e leituras para alunos, pais,
professores e funcionários do Instituto Santa Teresa e das Faculdades
Integradas Teresa D’Ávila, além de atender à comunidade valeparaibana em
geral.
As sugestões de professores e alunos e o acompanhamento sistemático
de catálogos de editoras são fatores que concorrem para a atualização do
acervo. Mensalmente são catalogados por volta de 40 a 70 novos livros,
resultado de doações, permutas e, principalmente, compras.
•
Livros
O acervo da BCML está organizado nas estantes em ordem numérica de
tombo. Desde fevereiro/2005 oferece a seus usuários o sistema Livre Acesso,
possibilitando a eles o contato direto com os livros. Além dos livros, compõem o
acervo vídeos, cd´s, dvd´s, periódicos, jornais e revistas. A atualização do
acervo é desenvolvida com base no conteúdo programático das disciplinas de
cada curso, por indicação de obras por parte do corpo docente, coordenadores
e sugestões dos alunos, bibliotecários e usuários.
Área
Generalidades. Ciência e Conhecimento.
Quantidade de Livros
Organização. Informação. Documentação.
1.080
Biblioteconomia. Instituições. Publicações
Filosofia. Psicologia
9.858
Religião. Teologia
7.377
Ciências Sociais. Estatística. Política. Economia.
Comércio. Direito. Administração Pública. Forças
Armadas. Assistência Social. Seguro. Educação.
Folclore
12.140
Matemática e Ciências Naturais
6.607
Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia
9.336
Arte. Belas-Artes. Recreação. Diversões. Esportes
7.368
Linguagem. Lingüística. Literatura
17.365
História. Geografia
3.199
atualizado em 27/04/2010
•
Periódicos
A Biblioteca tem quatro assinaturas de jornais: O Estado de SP, Folha
de SP, Guaypacaré (jornal local) e Vale Paraibano.
Revistas (atualizado em 03/04/2008): ABC Design, ACTA Paulista de
Enfermagem, Arquitetura e Construção, Banas Qualidade, Bravo, Brazilian
Journal of Biology, Ciência da informação, Ciência Hoje, Comunicação
Empresarial – Associação ABERJE, Crescer, Cult, Design Gráfico, Diálogo:
Rev. De Ensino Religioso, Distúrbios da Comunicação, Documenta, Família
Cristã, Filosofia: Ciência e Vida, Galileu, Gestão Educacional, Horizonte
Geográfico, HSM Management, Imprensa, Info-Exame, Isto é, Língua
Português, Linux Magazine, Melhor Gestão de Pessoas, Mundo Java, Mundo
Jovem, National Geographic Brasi, Nursing, Nutrição em Pauta, PC Word,
Problemas Brasileiros, Projeto Design, Publish, Rae, Recreio, Revista Brasileira
de Botânica – RBB, Revista de Ciência Médica, Revista de Nutrição, Revista de
Saúde Pública – Journal of Public Health, Revista do Professor, Revista LatinoAmericana de Enfermagem, Scientific American, Sem Fronteiras, SET, Super
Interessante, Veja, Você S.A.
7.18.4 Informatização
Todo o acervo da biblioteca está informatizado e disponibilizado através
do site da FATEA (www.fatea.br/biblioteca).
Equipamentos (hardware) Conjunto de 14 computadores para consulta e
1 servidor dedicado do programa VISUALBIB. O sistema da Biblioteca possui 5
módulos interligados em rede para controle de acervo, controle de empréstimo
de livros, sistema de consulta do usuário e controle de acervo de Multimeios. O
sistema, desenvolvido em linguagem Clipper 5.2.
Atualmente em processo de adaptação há um novo software, o PHL,
que atende os relatórios do MEC. O sistema oferece todos os serviços
administrativos de organização do acervo, circulação, relatórios e o serviço de
renovação online.
Ressaltando que até o mês de julho do presente ano (2010) o sistema
estará disponível para os usuários.
7.18.5 Base de Dados
O sistema da Biblioteca possui seis módulos interligados em rede
Windows: controle de acervo; controle de empréstimo de livros; sistema de
consulta do usuário; controle de acervo de multimeios; controle de acervo de
periódicos e controle de acervo de TCC. O sistema foi desenvolvido em
linguagem Clipper 5.2.
Título
Especificação
Catálogo coletivo de livros, teses e publicações seriadas da
Unibibli
USP, Unicamp e Unesp. 6ª ed. 1999
Biblioinfo
Base de dados sobre automação em bibliotecas e
informática documentária: 1986-1994
Produção intelectual dos profissionais da informação em
BIDAC
Santa Catarina.
BIREME
MEDLINE
Informação e conhecimento em ciências da saúde.
www.bireme.br
Pesquisa científica criada e mantida pela Biblioteca
Nacional de Medicina dos EUA.
Literatura em Ciências da Saúde.
LILACS
Scientific Electronic Library Online (www.scielo.br) é um
SCIELO
portal de revistas brasileiras.
Coordenado pelo IBICT.
TESES
BRASILEIRAS
PROSSIGA
DEDALUS –
Informação e comunicação para Ciência e Tecnologia.
Banco de dados bibliográficos da USP.
USP/SIBi
7.18.6 Setor de Multimeios
No Setor de Multimeios, estão concentrados materiais como: slides
(3.000, aproximadamente), cartões postais, selos, CDs de áudio (mais de 400
unidades) e CD-Rom (cerca de 180). A Videoteca contabiliza cerca de 2.500
fitas nos diversos gêneros de filmes — incluindo os didáticos — com atenção
especial aos filmes de arte. A locação das fitas é feita somente ao corpo
docente da Instituição.
Recursos audiovisuais: 6 televisores equipados com videocassete, 12
retroprojetores, 03 projetores de slides, 04 gravadores, 01 câmera de vídeo, 10
projetores multimídia, 02 aparelhos de DVD, 01 teclado, 01 bateria, 20 violões,
01 violão elétrico, 01 violão baixo, 20 flautas, 03 caixas amplificadoras, 05
microfones e 150 filmes em DVD.
7.18.7 Política de Aquisição, Expansão e Atualização
No tocante à atualização do acervo, é política da FATEA a aquisição de
títulos novos com freqüência mensal, bem como a assinatura dos títulos de
periódicos. No intuito de manter os usuários a par de suas constantes
atualizações (média de 55 livros/mês e 2 fitas de vídeo/mês), a Biblioteca
Conde de Moreira Lima dispõe seu acervo para pesquisa por meio do site:
http://www.fatea.br/biblioteca.
7.18.8 Horário de Funcionamento
A Biblioteca Conde Moreira Lima atende alunos, professores e visitantes
no período de segunda a sexta-feira das 8 h às 22 h e sábados das 8 h às 12 h
7.18.9 Produtos e Serviços
Consulta local;
Atendimento telefônico, via correio e e-mail;
Acesso a bases de dados on-line;
Treinamento de utilização dos serviços – Como utilizar sua biblioteca;
Normalização de trabalhos científicos;
Levantamentos bibliográficos;
Terminais de consulta ao acervo;
Alerta bibliográfico: divulgação dos novos livros e revistas adquiridos;
Catálogo de fitas de vídeo;
Pesquisa bibliográfica via e-mail;
Visitas monitoradas;
Empréstimo entre bibliotecas;
Comutação bibliográfica – COMUT: serviços oferecidos para
intercâmbio
de
artigos
de
revistas
científicas
nacionais
e
internacionais, teses e material bibliográfico com outras instituições,
no Brasil e no exterior, por correio on-line.
7.18.10 Formas de Consulta e Empréstimo
O acervo da BCML está organizado nas estantes em ordem numérica de
tombo; e desde fevereiro/2005 oferece aos seus usuários o sistema Livre
Acesso, possibilitando a eles o contato direto com os livros. Os alunos
regularmente matriculados, professores e funcionários são automaticamente
sócios da Biblioteca. Para a inscrição dos usuários externos, é necessária a
apresentação da cédula de identidade (RG), comprovante de residência e foto
3X4. Existem duas modalidades de empréstimo: o empréstimo para consulta
no recinto da Biblioteca e o empréstimo domiciliar. Nesta modalidade cedemos,
para alunos e usuários externos, dois livros pelo prazo renovável de sete dias;
para professores e funcionários, até cinco livros pelo prazo de quinze dias.
Obras de referência (enciclopédias, dicionários, almanaques etc.) estão
excluídos dessa forma de empréstimo.
7.18.11 Facilidade de Reservas
Professores e alunos têm prioridade nas reservas e podem retirar duas
publicações de cada vez. O usuário tem direito de fazer reserva de publicação
que esteja emprestada, bastando preencher a Lista de Reserva, no balcão de
empréstimo.
7.18.12
Apoio na Elaboração de Trabalhos Acadêmicos
A Instituição dispõe em sua biblioteca, para utilização dos docentes e
discentes, livros de normalização para elaboração dos trabalhos acadêmicos,
segundo as normas da ABNT. As disciplinas de Metodologia, Metodologia de
Pesquisa Científica e Projetos tratam especificamente da formulação,
estruturação e formatação dos trabalhos acadêmicos. Além disso, os discentes
dispõem de acompanhamento nos trabalhos acadêmicos, por parte dos
docentes. A BCML oferece apoio aos professores e alunos para elaboração
dos trabalhos acadêmicos.
7.19 Adequação da Rede de Informática, Internet, Telefonia e Central de
Links
A Rede de Informática do FATEA é uma rede de comunicação de dados,
que interliga todos os blocos e serviços integrados, dentro destes, todos os
laboratórios. A Instituição possui contrato de prestação de serviços com a
Embratel, que fornece acesso à internet com banda de 4Mb/s.
Além da partilha de dados e de recursos, disponibiliza vários serviços a
todos os alunos, docentes e funcionários, sendo importante salientar o acesso
à informação externa (via INTERNET), o serviço de informação interno
(INTRANET), em apoio aos projetos tecnológicos em Informática, abrangendo
as seguintes áreas: servidores e plataforma computacional, redes de dados,
conectividade e interoperabilidade de sistemas, hospedagem de domínios e
bases de dados, de forma a viabilizar o acesso de toda a comunidade a esse
recurso fundamental.
Toda a rede assenta em fibra óptica que permite a transmissão de
grande quantidade de informações, incluindo imagens em movimento, em
tempo real. Toda essa inovação em tecnologia foi desenvolvida juntamente
com a instalação de uma nova rede elétrica.
O Bloco Santa Teresa recebeu a tecnologia de Rede Wireless. As redes
locais sem fio constituem-se como alternativa às redes convencionais com fio,
fornecendo as mesmas funcionalidades, de forma flexível, de fácil configuração
e com boa conectividade em áreas prediais ou de campus.
Optamos pela utilização de Softwares Livres, especialmente o Red Hat
Enterprise, pois essa opção agrega viabilidade técnica e econômica.
•
Controle de Links
O controle de links possui função primordial em todo o sistema, pois é
ele que recebe o link da Embratel e distribui para as capacidades físicas da
FATEA, proporcionando o acesso ao mesmo. Os servidores encontram-se
posicionados em um hack, juntamente com os conversores de fibra óptica.
Também possui a central telefônica, recebendo e distribuindo todo o acesso.
No controle de links, são realizados todo o controle e distribuição de
bandas para os blocos da Instituição, rotinas de backup e toda a filtragem de
sites proibidos e vírus. É realizada, no Controle de links, a política de
Segurança contra possíveis invasores do sistema.
•
Telefonia
Dentre a enormidade de serviços que uma rede de computadores pode
oferecer, na condição atual, a FATEA pode também prestar outro serviço bem
interessante, que é a Telefonia IP.
Com este sistema é possível direcionar todas as chamadas telefônicas,
através da rede de computadores, evitando o pagamento de tarifas
interurbanas, pois a rede passa a funcionar como um sistema de PABX, que
abrange todas as unidades.
Ainda que este recurso já possa ser utilizado na condição atual da rede,
faz-se necessária uma política de implantação do sistema, com investimentos
em equipamentos de interface entre os sistemas telefônicos existentes nas
unidades.
7.20
Restruturação no Serviço da Cantina e da Livraria
A FATEA visando a oferecer a seus alunos, professores e funcionários
melhor estrutura nos serviços oferecidos pela cantina, papelaria e livraria,
terceirizou os serviços prestados por estes setores.
Empresa com sólida estruturação, com mais de 15 anos de experiência
na vendas de livros e revistas, a Letras & CIA passou a gerenciar a livraria da
FATEA, oferecendo à venda livros, revistas, uniformes e materiais de papelaria.
A cantina passou a ser administrada pelo restaurante Battagini que, há
mais de 10 anos, oferece ao povo lorenense refeições com alto padrão de
qualidade.
7.21
Fundação Olga de Sá
Em 28 de fevereiro de 2002, foi criada pelo Instituto Santa Teresa,
Entidade Mantenedora das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, a Fundação
Olga de Sá, com sede e foro na cidade de Lorena, São Paulo, que, em seus
estatutos, declara objetivar o apoio a projetos e atividades de ensino, pesquisa,
extensão universitária, e o desenvolvimento institucional, científico-tecnológico,
cultural, social e econômico. Visa também à formação cívica, moral, cultural,
religiosa, artística, literária e científica não apenas do corpo acadêmico,
docentes e discentes, como da comunidade local, regional e nacional, pela
difusão de manifestações que se fundamentem nos valores morais, cívicos,
religiosos, artísticos, culturais, literários e científicos que a Instituição elegeu, por
meio de diversos canais de comunicação midiáticos, garantindo a educação
continuada, a orientação e o aperfeiçoamento profissional, a educação para o
trabalho e a irradiação dos resultados da pesquisa institucional. Visa ainda a
auxiliar estudantes em condições socioeconômicas insuficientes, a desenvolver
ações de caráter beneficente, assistencial, educativo-cultural, técnico-científico e
conscientização pública para a preservação do meio ambiente.
A Fundação Olga de Sá intenta ser um órgão estimulador da criação e
irradiação cultural e educacional no sentido mais largo, que, em sua ação,
excede o ambiente acadêmico restrito e vai se realizar, como Instituição
consciente de sua inserção na comunidade a que serve, no meio social
ampliado.
Colégio de Aplicação
O Instituto Santa Teresa, mantenedor das Faculdades Integradas Teresa
D’Ávila e do Instituto Santa Teresa, escola de educação básica e de educação
profissional de nível médio, incluiu na organização administrativa de suas
mantidas a possibilidade de integrar e de desenvolver atividades educacionais,
extensionistas e de pesquisa, por meio de projetos e programas. Desse modo,
tornou o estabelecimento de educação básica Colégio de Aplicação da FATEA,
estreitando o intercâmbio entre as duas mantidas, por meio de projetos de
pesquisa e de extensão envolvendo alunos, professores e coordenadores das
entidades co-irmãs.
Atualmente o Colégio é um campo para estágios dos alunos do Curso de
Pedagogia que desenvolvem projetos na biblioteca infantil, brinquedoteca e
como auxiliar de ensino e coordenação favorecendo a inclusão de crianças
com necessidades especiais.
Faculdade Aberta à 3ª idade - FATI
A Faculdade Aberta à Terceira Idade - FATI busca, por meio do debate
aberto, conscientizar os participantes sobre os aspectos psicológicos, sociais e
biológicos do envelhecimento, visando a elevar sua auto-estima, a proporcionar
o estímulo intelectual, a inclusão sócio-cultural e a cidadania, e a propiciar
novos relacionamentos pessoais.
Dirigida a pessoas acima de 50 anos que tenham concluído o Ensino
Médio ou tenham concluído um curso superior, tem como objetivos:
-
proporcionar atualização cultural para pessoas da Terceira Idade;
-
propiciar a essas pessoas a perspectiva da educação permanente, por meio
de atividades comunitárias, educativas, sócio-culturais e organizativas;
-
possibilitar auto-identificação de potencialidades e habilidades culturais e ou
ocupacionais;
-
instituir um fórum permanente de debates sobre a Terceira Idade.
Relações com a Comunidade
A FATEA preconiza manter com a sociedade programas de parceria,
com o intuito de propiciar aos discentes a complementação dos estudos e a
oportunidade de utilizar suas capacidades técnico-científicas e culturais em prol
da comunidade. Acredita, do mesmo modo, que a cooperação entre instituições
é forma privilegiada de desenvolver o conhecimento.
As principais relações de parceria vêm ocorrendo em atividades de
extensão, de estágio, de práticas pedagógicas e atividades complementares
relativas ao projeto pedagógico de cada curso.
Algumas entidades parceiras do Curso de Pedagogia:
-
Prefeitura Municipal de Lorena;
-
Secretaria Municipal de Educação de Lorena;
-
Escolas Municipais de Lorena;
-
Diretoria de Ensino Estadual da Região de Guaratinguetá;
-
Casa Laura Vicuña – Piquete;
-
Entidade Escolar Casa do Puríssimo Coração de Maria – Guaratinguetá;
-
Secretaria da Infância, Juventude e Cidadania;
-
Prefeitura Municipal de Piquete;
-
Projeto Guri de Lorena;
-
Secretaria da Cultura do Município de Lorena;
-
Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças.
Políticas de Educação a Distância
O Curso de Pedagogia da FATEA tem por objetivo formar profissionais
em nível superior voltados para a atuação na sociedade brasileira, com uma
estratégia de ampliação planejada.
Por isso têm possibilitado ampliar
oportunidades educacionais com a mediação de recursos das modernas
tecnologias da informação e da comunicação, de acordo com os perfis
almejados para os egressos.
Em 2001/2002, a FATEA financiou a preparação de professores e
funcionários administrativos, em curso a distância ministrado pela Universidade
Federal de Santa Catarina, com encontros presenciais em Lorena.
Em 2002, considerando a excelência da modalidade educacional a
distância, capaz de ampliar as possibilidades do ensino, a Instituição criou o
Núcleo de Educação a Distância, que realizou cursos de extensão para pessoal
de nível médio que atua em bibliotecas, tendo formado duas turmas.
Têm sido realizados cursos, para capacitar os professores da FATEA na
modalidade EAD. A perspectiva do NEAD é capacitar todos os professores.
Entre 2005 e 2006, foi realizado o curso de Especialização em
Indexação.
O Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia contempla
a
possibilidade de que, até 20 % da carga horária de integralização, seja
ministrada na modalidade semipresencial, conforme faculta Portaria do MEC,
bastando o docente incluir no Plano de Ensino.
Assim, também, três das disciplinas classificadas pelo Conselho Geral
como institucionais (Novas Tecnologias, Antropologia Filosófica e Teológica e
Cultura e Contemporaneidade), ministradas na série inicial do curso, são, em
parte (50%), desenvolvidas na modalidade semipresencial.
“Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas
para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de
mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha
utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.”
Paulo Freire
Lorena, janeiro 2011
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PPC de PEDAGOGIA 2011