1
PUBLICAÇÃO MENSAL DA COOPERATIVA CASTROLANDA – MARÇO 2015
N
O
N° 105
ANO 11
T
Í
C
I
A
S
Usina de Beneficiamento
de Leite recebe habilitação
para exportar
2
Geral
ENQUETE
Editorial
// Você acha
importante a presença
da cultura folclórica
na formação das
crianças e jovens da
comunidade?
88% Sim
,o
folclore une as pessoas,
mantém a história e os
valores passados através
de gerações e isso reflete
no futuro.
12
% Não, folclore
é coisa do passado, nos
tempos de hoje não há
espaço para essa prática.
Confira o número
de colaboradores
da Castrolanda.
Mulheres
(fevereiro 2015)
323
Homens
(fevereiro 2015)
1.152
Total Efetivo
1.475
(fevereiro 2015)
Habilitação
para exportar
Depois de alguns anos de preços bastante competitivos, devido um desequilíbrio
entre demanda e oferta, principalmente por fatores climáticos e aumento de consumo, estamos vivendo um momento onde a oferta é maior do que a demanda, o que é
normal nos meses de verão, porém este ano mais acentuado.
Toda cadeia de produção passa em alguns momentos por estes desequilíbrios, o que
exige de nós ajustes na cadeia produtiva, buscando adequações no processo produtivo, buscando mais eficiência e baixando custos.
Com a visão de cadeia de produção, isto deverá acontecer em todos os elos, desde a
produção até o mercado final, porém estes ajustes poderão levar algum tempo para
trazer o efeito esperado.
Em busca de novos mercados, a nossa Indústria conseguiu receber a habilitação do
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, para exportar os produtos lácteos UHT, lácteos parcialmente desidratados e os produtos lácteos crus (leite
cru pré-beneficiado integral, semidesnatado e ou desnatado), com isto podemos agregar valor à nossa produção.
Esta conquista poderá nos propiciar o desenvolvimento de novos produtos que atendem a este fim e viabilizará a entrada dos novos clientes para a prestação de serviços,
onde teremos grande demanda, pois na área de lácteos temos poucas empresas no
Brasil habilitadas a exportação.
Parabéns a toda equipe da Usina de Beneficiamento de Leite por esta conquista, que
poderá trazer excelentes resultados para toda a cadeia.
Veja a opinião dos visitantes do site:
www.castrolanda.coop.br
Indicadores
de Gestão
de Pessoas
FRANS BORG
NOVOS
COOPERADOS
MATR.
NOME DO COOPERADO
2062
MARGARETA JOHANNA VAN NOUHUYS GROENWOLD PECUÁRIA LEITEIRA
ATIVIDADE PRINCIPAL CASTRO-PR
CIDADE
2063
VALDEREZ MARIA MANOSSO
PECUÁRIA LEITEIRA
IPIRANGA-PR
2064
COOP AGROIN. MISTA DE ANGATUBA
PECUÁRIA LEITEIRA
ANGATUBA-SP
2065
HELIO ROBERTO DE OLIVEIRA
PECUÁRIA LEITEIRA
CASTRO-PR
2066
LEOCADIA ONIVA DE MEIRA JAROSZ
PECUÁRIA LEITEIRA
CASTRO-PR
Expediente
Diretor Presidente
Frans Borg
Diretor Vice-Presidente
Willem Berend Bouwman
Diretor Secretário
Mario de Araújo Barbosa
Diretores Vogais:
Richard Hendrik Borg
Elizete Telles Petter
Peter Greidanus
Jan Ate de Jager
Diretor Industrial
Popke Ferdinand van der Vinne
Diretor de Operações
Marco Antonio Prado
Conselho Fiscal
Paulo Roberto Trentin
Claudio Henrique Kugler
Guilherme Kugler Filho
Julio Cesar Martins Galache
Eduardo Medeiros Gomes
Roberto Sleutjes
Comitê de Crédito
Elizete Telles Petter
Claudio Henrique Kugler
Gerrit Van Arragon
Popke Ferdinand v. d. Vinne
Marco A. Prado
Paulo A. Machinski
Comitê de Agricultores
Jean Leonard Bouwman
João Cristiano Kiers
Alexander Augustus Mittlestedt
Jose Carlos de Moura Camargo
Frederik Jacobus Wolters
Emerson Luis da Cruz
Edson Roberto Freire
Comitê de Bovinocultores
Roberto Meindert Borg
Nelci J.P. Mainardes
Sandro Aurelio Hey
Lucas Rabbers
Charles Hendrik Salomons
Alexandre Jean Boer
Willem van de Riet
Marcio Souza Vilela
Comitê de Bataticultores
Bert Loman
Osmar Tadashi Okubo
Jan Ate de Jager
Batata Frita
Jean Leonard Bouwman
Albert Strijker Rabbers
Eltje Jan Hendrik Engel Groenwold
Comitê de Feijão
Alexander A. Mittelstedt
Albert Reinder Barkema
Eduardo Medeiros Gomes
Guilherme Kugler Filho
João Galvão Prestes
Comitê de suinocultores
Marcelo de Jager
Mateus Simão
Jan Ate de Jager
Peter Greidanus
Armando Rabbers
Elizete Telles Petter
Comitê Unidade Industrial de Carnes - UIC
Richard Hendrik Borg
Popke Ferdinand v. d. Vinne
Paulo Marquezini
Johannes va der Meer
Erik Bosch
Adilson Roberto Fuga
Ivonei Durigon
Comitê de Ovinocultores
Marcelo de Jager
Roelof Rabbers
Comitê Unidade Lácteas UBL/Frísia
Teunis J. Groenwold
Popke Ferdinand van der Vinne
Impressão: Gráfica Midiograf / Jornalista Responsável: Leila Gomes - MTB 6584
Diagramação: Amauri Castro / Tiragem: 1200 exemplares / Periodicidade: Mensal
*É permitida a reprodução desde que citada a fonte.
Antonio Carlos Campos
Sergio Spinardi
Jan Noordegraaf Filho
Adilson Fuga
Edmilton A. Lemos
Pool de Leite
Mario de Araújo Barbosa
Lucas Rabbers
Diego Dijkstra
Mauro Sergio Souza
Lourenço Teixeira
Jan Gerrit Berendsen
Henrique Costalles Junqueira
Superintendente Industrial UIC
Ivonei Durigon
Superintendente de Operações Lácteas
Edmilton Aguiar Lemos
Gerentes
Jose Carlos Rodrigues – Corporativo
Marcio Copacheski – Agrícola
Mauro Cezar de Faria – Carnes
Cleudiney Iank – Batata
Henrique Costalles Junqueira – Leite
Everson Orlando Lugarezi – Feijão
Eduardo Gomes – Comercial UIC
Prentice Balthazar Junior – Novos Negócios
Enio Borges de Andrade – Suprimentos Itapetinga
Douglas Coleraus – Industrial Itapetininga
Escreva para a Redação
Envie seus comentários e opiniões sobre as reportagens publicadas para [email protected]
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Visita Técnica
Giselle Barth.
Dá pra ver tudo de pertinho, desde que com os cuidados necessários e
respeito às normas sanitárias, como mostra na foto o Diretor Industrial
Popke Ferdinand van der Vinne em visita na Unidade Industrial de
Carnes.
Alemanha
Cooperado (a) Castrolanda tem sempre mais vantagens.
Anuncie aqui a sua empresa. Não paga nada pelo seu anúncio.
Faça contato com a área de Comunicação da sua Cooperativa.
Constantemente recebemos grupos estrangeiros interessados em
nossas áreas de atuação. Nossos cooperados dão sempre suporte
para visitas técnicas e desta vez a Família Ervino Benke recebeu 20
agricultores da Alemanha em sua propriedade.
A máquina pode substituir 100 pessoas comuns.
Nenhuma máquina pode substituir uma pessoa criativa.”
Elbert Hubbard
Divulgação
4
Corporativo
Divulgação
RECEITA DO MÊS
5
Sorvete de Limão
INGREDIENTES:
1 lata de leite condensado
½ xícara (chá) de suco de limão (120ml)
3 claras
3 colheres (sopa) de açúcar (60g)
1 caixinha de creme de leite
2 colheres (sopa) de raspas da casca de limão
MODO DE PREPARO:
1 - Numa tigela coloque 1 lata de leite condensado, ½ xícara
(chá) de suco de limão e misture bem até engrossar. Reserve.
2 - Coloque numa batedeira 3 claras e bata bem até ficar em
ponto de neve. Com a batedeira ainda ligada, adicione, aos
poucos, 3 colheres (sopa) de açúcar até formar um merengue.
Desligue a batedeira, acrescente 1 caixinha de creme de leite
e misture.
3 - Transfira esta mistura para a tigela com a mistura de leite
condensado e limão (reservado acima), acrescente 2 colheres
(sopa) de raspas de limão e misture delicadamente.
4 - Transfira este creme para um recipiente e leve ao freezer
por +/- 4 horas. Retire do freezer e sirva em seguida.
Rende 6 porções
Fonte: anamariabraga.globo.com/receitas/sorvete-de-limao
AGRADECIMENTO
A Associação de Moradores agradece a
colaboração no investimento ao Centro
Cultural de Castrolanda que tem como
objetivo preservar a história desta
importante região produtiva e a presença
da colonização holandesa, bem como, o
desenvolvimento do agronegócio da região,
que foram as bases para a cultura, a
educação e o desenvolvimento social. Com
certeza a sua participação demonstra a
valorização que tem pela nossa história.
Com muita honra agradecemos.
66
Indústria
Divulgação
PRODUTO
Usina de Beneficiame
recebe habilitação pa
Foi uma grande
conquista de nossa
Cooperativa e de toda a
equipe, pois na área de
lácteos temos poucas
empresas no Brasil
habilitadas a exportação.
Essa conquista também
irá nos propiciar o
desenvolvimento de novos
produtos que atendam
a este fim e viabilizará a
entrada de novos clientes
para a prestação de
serviços, onde temos grande
demanda."
EDMILTON AGUIAR LEMOS
SUPERINTENDENTE DE OPERAÇÕES LÁCTEAS
A
Usina de Beneficiamento
de Leite (UBL) de Castro, no
Paraná, recebeu no último mês a
habilitação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA) para exportar os produtos
lácteos UHT (bebidas lácteas UHT
nos sabores chocolate e morango),
lácteos parcialmente desidratados
(leite concentrado padronizado e
desnatado) e os produtos lácteos
crus (leite cru pré-beneficiado integral, semidesnatado e/ou desnatado).
PAÍSES - Sob a chancela do SIF-3145,
a UBL pode exportar para os seguin-
Estados Unidos,
Uruguai, Paraguai, Argentina e para os países da lista geral.
tes mercados:
Segundo Diego Couto de Lima, Coordenador do Controle de Qualidade, nesta lista geral estão os países que não
possuem exigências específicas para
exportar. “Esta lista pode ser atualizada
sempre que o Ministério da Agricultura
firmar parcerias como novos mercados”,
disse.
VALOR - Para o Superintendente de
Operações Lácteas Edmilton Aguiar
Lemos a obtenção da habilitação para
exportação dos produtos da UBL em
Castro, soma aos esforços da Cooperativa em agregar valor à produção dos co-
operados através do alcance de novos
mercados, sempre com foco na qualidade e excelência. “Foi uma grande conquista de nossa Cooperativa e de toda
a equipe, pois na área de lácteos temos
poucas empresas no Brasil habilitadas
a exportação. Essa conquista também
irá nos propiciar o desenvolvimento de
novos produtos que atendam a este fim
e viabilizará a entrada de novos clientes para a prestação de serviços, onde
temos grande demanda”.
REGISTRO - De acordo com o Coordenador do Controle de Qualidade da UBL,
para a indústria conseguir a habilitação
para exportação o primeiro passo é obter o Título de Registro. “Este documento é o comprovante que a indústria está
registrada no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal
– DIPOA, órgão este do Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento
- MAPA, que é responsável pela inspeção nos estabelecimentos que processam alimentos de origem animal. Este
Título é concedido após verificação
de que está se cumprindo com todas
as exigências dos dispositivos regulamentares em vigor e também atesta a
regularidade sanitária, técnica e legal
das instalações e etapas do processo
de produção. O Título de Registro foi
obtido pela UBL em 28 de novembro
de 2013”, explica.
Diego afirma que após esta etapa concluída, parte-se então para a solicitação de Habilitação para exportação.
Indústria
ento de Leite
ara exportar
SERVIÇOS – A Usina de Beneficiamento
de Leite além de industrializar produtos
da marca própria, Castrolanda e Colônia Holandesa também presta serviços
para grandes marcas multinacionais
do segmento. O Coordenador de Comercialização de Leite, Rogério Marcus
Wolf afirma que a habilitação da UBL
para exportar amplia os serviços e abre
mercado. “A habilitação para exportar
nos capacita ainda mais como prestadores de serviços, uma vez que nossos
clientes são exportadores. Sendo assim
A habilitação
para exportar nos
capacita ainda mais
como prestadores
de serviços, uma vez
que nossos clientes
são exportadores.
Sendo assim todo
o processo de
produção tem que
ter com a Habilitação
de Exportação.
Sem contar que
futuramente, teremos
nós a possibilidade
de alcançar o
mercado externo."
ROGÉRIO WOLF
COORDENADOR DE COMERCIALIZAÇÃO LEITE
todo o processo de produção tem que
ter com a Habilitação de Exportação.
Sem contar que futuramente, teremos
nós a possibilidade de alcançar o mercado externo”, reforça Wolf.
EXPORTAÇÃO
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior (MDIC), em dezembro o Bra-
sil exportou US$34,3 milhões em
produtos lácteos. No ano passado o
Brasil aumentou seu faturamento
com as exportações de lácteos em
254,3% e o volume em 118,0%, na
comparação com 2013. Os principais
destinos dos produtos lácteos brasileiros foram Venezuela, Angola e Arábia
Saudita, respectivamente.
Giselle Barth
A indústria formaliza junto ao MAPA
a intenção de habilitar-se, indicando
quais os mercados internacionais deseja manter comércio e também indica
quais os produtos pretende comercializar. Na sequência o MAPA realiza um
rigoroso processo de Auditoria, onde os
Fiscais Federais Agropecuários visitam
a unidade e verificam diversos pontos
da indústria, incluindo todos os Programas de Autocontrole, implantação de
normas como Boas Práticas de Fabricação – BPF, Análise de Perigos e Pontos
Críticos de Controle – APPCC, também
são verificadas as condições das linhas
de processo, layout da planta, etc.
“Por fim, obtendo-se o parecer favorável
na Auditoria, o processo segue todos os
trâmites até o órgão responsável pela
emissão das Circulares que formalizam
a Habilitação para exportação. Nossa
unidade do Paraná conseguiu a Habilitação para Exportação em 30 de dezembro de 2014”, conclui Diego.
7
88
Diretoria
Corporativo
DIVULGAÇÃO
A organização dos
produtores é feita de tal
forma que nos dá uma
base sólida para a busca
de resultados”
FRANS BORG
DIRETOR PRESIDENTE
CONHECIMENTO
Castrolanda sedia
evento internacional
sobre cooperativismo
É muito interessante
essa parceria que
tivemos com a Alltech
pois já participamos da
1ª edição fora, e sem
dúvida é enriquecedor
a troca de experiências,
principalmente porque
envolve líderes de
diversas regiões do
mundo como tivemos
a honra de recebêlos aqui num diálogo
totalmente aberto sobre
as nossas experiências."
MARCO ANTONIO PRADO
DIRETOR DE OPERAÇÕES
A Cooperativa Castrolanda realizou em
março (03) em parceria com a Alltech o
2º Encontro Mundial de Líderes Cooperativistas. O evento reuniu 35 pessoas
no Memorial da Imigração Holandesa
para troca de experiências sobre a realidade do cooperativismo brasileiro e
do agronegócio.
Frans Borg, Diretor Presidente da Castrolanda que já participou do 1º Encontro realizado na Irlanda no último ano,
junto do Diretor de Operações Marco
Antonio Prado, apresentaram a história
da Castrolanda e o processo de intercooperação das Cooperativas Castrolanda, Batavo e Capal.
INTERESSE - A intercooperação das Cooperativas Castrolanda, Batavo e Capal
e área de negócios Leite da Castrolanda foi o ponto central de discussão e
interesse do grupo. Winston Giardini, da
Alltech apontou o trabalho das cooperativas nos anos 90. “As três cooperativas formavam a Central e a partir de 95
abriram capital da indústria e depois
disso cada uma seguiu seu caminho
com commodities. A Castrolanda acredito eu, fomentou o processo de retomada desta união com a intercooperação, via agroindustrialização e é hoje a
cooperativa líder nos projetos lácteos e
carnes enquanto a Cooperativa Batavo
lidera as operações de trigo”, destacou.
HISTÓRIA - Frans relatou as dificuldades que o grupo enfrentou na época.
“Na realidade nós tivemos por 45 anos
uma central em leite, suínos, aves e
esmagamento de soja. Com a chegada
dos anos 90, nós tivemos dificuldades
econômicas com o plano real, disputa
de mercado com multinacionais e outros fatores que fizeram com que as cooperativas abrissem mão da indústria,
o momento não era apropriado para
investir. A experiência foi válida. Após
isso cada cooperativa seguiu no mercado de commodities, ou seja, mercado
spot, o que trazia muita insegurança,
tanto para a Cooperativa como para
nós cooperados. Percebemos que os
produtores também sentiram essa insegurança para investimentos nas suas
propriedades, o que fez com que nos
reuníssemos novamente neste modelo
de intercooperação, em que agora com
o conhecimento que temos da cadeia
produtiva, nos dá o aprendizado necessário para buscar alianças estratégicas
dentro das cadeias de produção”.
CULTURA DA CASTROLANDA - Ao ouvir a experiência das Cooperativas, o
perfil da Castrolanda e dos seus cooperados, Delfín González da Costa Rica
questionou o processo de fidelidade,
apontado no início como um dos pontos fortes na Castrolanda. O Presidente
Diretoria
:: MARCO ANTONIO PRADO
:: FRANS BORG
Diretor de Operações da Castrolanda
Frans respondeu a pergunta valorizando a emigração em grupo nos anos 50.
“Há uma integração bastante
forte dos cooperados e nós imaginamos que isso vem desde a
formação da cooperativa, de
que tivemos uma emigração de
aproximadamente 50 famílias,
que vieram da Holanda em busca de uma nova Pátria e isso se
mantém desde a formação de
que juntos somos mais fortes,
e isso tem grande influência
em nossa cultura. Sempre que sou
questionado sobre o sucesso da Castrolanda eu cito de que a organização dos
produtores é feita de tal forma que nos
dá uma base sólida para a busca de resultados”, disse.
FIDELIDADE – Sobre a fidelidade dos
cooperados o Presidente respondeu.
“Quanto à fidelidade de nossos produtores nós trabalhamos durante anos
com 100% de fidelização. Com o passar
do tempo se buscou uma alternativa de
que o produtor pode escolher se trabalha de forma integrada ou não integrada. É ele quem escolhe o processo de
participação na cooperativa”, reforçou
Frans.
INDÚSTRIA – Do Moinho da Castrolanda, sede da apresentação institucional
o grupo visitou também a Unidade
Industrial de Carnes para conhecer de
perto as últimas tecnologias aplicadas no mais recente investimento das
Cooperativas ABC e também visitou a
Usina de Beneficiamento de Leite para
acompanhar os processos industriais
completando todo o ciclo da discussão
e interesse na Castrolanda: o negócio
Leite.
AVALIAÇÃO – Para Marco Antonio Prado
esse evento fomenta o conhecimento.
“É muito interessante essa parceria que
tivemos com a Alltech pois já participamos da 1ª edição fora, e sem dúvida
é enriquecedor a troca de experiências,
principalmente porque envolve líderes
de diversas regiões do mundo como tivemos a honra de recebê-los aqui num
diálogo totalmente aberto sobre as
nossas experiências”, avalia.
O 2º Encontro de Líderes Cooperativistas teve início em Curitiba e percorreu
outras cidades do Estado, exemplo do
cooperativismo brasileiro e um dos
principais produtores de grãos, leite
e carne do Brasil. O debate do grupo
também envolveu varejo e a Lar, cooperativa do Oeste do Estado também
recebeu os líderes que encerraram a
visita em São Pedro do Ivaí, onde tem
a planta da Alltech no Brasil.
Diretor Presidente da Castrolanda
Saiba mais
sobre a Pecuária de
Leite no Brasil.
• Brasil 6° maior produtor de leite
• 22 milhões de vacas
• 33 bilhões de litros de leite
• Fazendas com média de 16 animais e produção
de 4 l/vaca/dia
• Fazendas com investimento em tecnologia representam 4 milhões de animais com produção
média de 17 l/vaca/dia Produção na Castrolanda.
• Produção média de 29 litros/vaca/dia
• 2.050 litros/dia/produtor em média
• 166 milhões de litros de leite a.a.
9
10
Meio Ambiente
REGULARIZAÇÃO
Cadastro Ambiental R
A Castrolanda em parceria com a Ocepar e Fundação ABC promoveu em
março (04) no Memorial da Imigração
Holandesa um debate sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Em pauta as
obrigatoriedades legais e o novo código
Florestal Brasileiro com Patrícia Caron
(Castrolanda), Silvio Krinski (Ocepar) e
Juliana Prandel (Fundação ABC). O mesmo encontro aconteceu também com os
cooperados de Itaberá em São Paulo no
fim do último mês.
A equipe do jornal Castrolanda Notícias
conversou com Patrícia Caron sobre as
principais informações do registro público eletrônico de âmbito nacional, o
CAR, obrigatório para todos as propriedades e posses rurais do país. No Paraná,
os cadastros serão homologados pelo
Instituto Ambiental do Paraná (IAP). As
inscrições são feitas por meio eletrônico.
O cadastramento no CAR é uma das exigências estabelecidas pelo novo Código
Florestal Brasileiro mas ainda apresenta poucas propriedades regularizadas.
No Estado do Paraná, o índice atingiu
12% no final de março. Foram registrados apenas 1,8 milhões de hectares dos
15,3 milhões de hectares passíveis de
serem cadastrados.
De acordo com dados da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos
Hídricos (Sema), o Paraná é o 2º Estado
brasileiro em número de propriedades
rurais, com 93% de pequenos produtores, e os trabalhos de assistência técnica
serão realizados em conjunto com o IAP
e o Instituto Paranaense de Assistência
Técnica e Extensão Rural (Emater).
> O que é o CAR?
Trata-se de um registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para
todos os imóveis rurais, com a finalidade
de integrar as informações ambientais
das propriedades e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e
econômico e combate ao desmatamento.
> O produtor é obrigado a fazer o
CAR? Qual o prazo?
Sim. A inscrição no Cadastro Ambiental
Rural é obrigatória para todos os imóveis rurais (propriedade ou posse) sejam
eles públicos ou privados. (Art.29, da
Lei n° 12.651/2012), o prazo dado até o
momento é de 05/ 05/2015. Mas o próprio presidente do Instituto Ambiental
do Paraná e Sistema Ocepar já solicitaram ao Ministério do Meio Ambiente e
Ministério da Agricultura a prorrogação
por mais um ano, conforme preconiza a
legislação.
> O que o produtor ganha com
isso? Há objetivos definidos para o
produtor e para o governo?
Para o proprietário de imóvel rural não
poderá ser imputada sanção administrativa , inclusive restrição a direitos, por
qualquer órgão ambiental competente
integrante do SISNAMA em razão da não
formalização da área da reserva legal.
(Art.14, § 2°, da Lei n° 12.651/2012). Já
Para o governo com a implantação do
CAR fica mais fácil a identificação e o
monitoramento das propriedades e posses rurais.
> Onde fazer o CAR?
Temos como parceira a Fundação ABC
para inclusão dos mapas no sistema,
mas nada impede que o produtor faça
sozinho, ou com apoio da Emater ou Sindicato Rural. A área de Gestão Ambiental da Cooperativa dará todo suporte
necessário para qualquer dúvida que o
nosso cooperado tenha durante todo o
processo de regularização.
> Que documentos são necessários? E se o produtor tiver mais
áreas, como proceder?
• Dados pessoais do declarante: se pessoa física ou jurídica, espólio; endereço
para correspondência; número do CPF
ou CNPJ, identidade, nacionalidade, pais
de origem; se proprietário, posseiro,
condômino ou enfiteuta. E, ainda, informações complementares, como moradia
no imóvel ou não, se fora do município
ou do Pais; quem dirige as atividades de
exploração do imóvel.
• Informações sobre o imóvel rural: denominação do mesmo, acesso, referência para sua localização mapa de uso
¹ , município, distrito, unidade da fede-
Corporativo
Ocepar solicita prorrogação
do cadastramento no CAR
Rural
Divulgação
O Sistema Ocepar está solicitando ao governo federal a prorrogação da inscrição no Cadastro
Ambiental Rural (CAR), prevista
para encerrar no dia 5 de maio.
Um ofício foi encaminhado às
ministras do Meio Ambiente,
Izabella Teixeira, e da Agricultura, Kátia Abreu, pedindo que
o prazo seja estendido por mais
um ano, como possibilita a lei.
:: PATRÍCIA CARON
Gestão Ambiental
ração, se na zona rural ou parte dela;
incidência em unidade de conservação,
terra indígena, ou na faixa de fronteira;
nomes dos confrontantes; se o imóvel já
foi cadastrado no INCRA ou na Receita
Federal.
• Situação jurídica do imóvel rural: relacionar o titulo de propriedade caracterização do título, como comarca, cartório,
ofício, origem do título, matrícula, folha,
área em hectare, se existe área sob posse
e se de justo título, ou ocupação, início
da posse, se há litígio e a área da posse
ou ocupação . Informações, ainda, sobre
a existência de outros imóveis do de-
Mapa IBGE com os Biomas da região Campos Gerais e São Paulo.
clarante. (Parágrafo 1°, I, II, art. 29 da Lei
n°12.651/2012).
1: Delimitação do perímetro do imóvel;
Delimitação das Área de Preservação
Permanentes (APP) (como por exemplo
rios e nascentes); Cobertura florestal
(vegetação nativa);Delimitação da Reserva Legal (RL) Delimitação das áreas
de uso restrito; Delimitação de áreas
consolidadas ( se houver);
> Haverá fiscalização e qual a
penalidade para quem não se
cadastrar?
Sim, no entanto informo que o Ministério do Meio Ambiente estará a partir da
segunda quinzena de abril analisando a
solicitação de prorrogação do prazo. Portanto acredito que fiscalização quanto à
inscrição deverá ocorrer somente após
06/05/2016.
> Em caso de arrendamento de
área, este arrendatário também
deve fazer o cadastro da área?
Não. As obrigações previstas no Código
Florestal são de natureza real. A relação
jurídica estabelecida pelos contratos de
arrendamento, de comodato ou de parceria é de natureza obrigacional. ( Art.2°,
§ 2°, Lei n° 12.651/2012, portanto é o
proprietário obrigado a fazer a inscrição.
11
12
Corporativo
Com o aumento de preços,
principalmente energia, combustíveis e
taxas de juros, devemos ter uma inflação
mais alta, o que provoca uma adequação
de mercado, pressionando o consumo para
baixo, consequentemente também os preços,
dessa forma refletindo num resultado pior
para quem produz. Certamente após alguns
anos de resultados interessantes, devemos
nos preparar e administrar esta atual
adequação a um novo momento”.
ENTRE
ASPAS
Frans Borg
Diretor Presidente
A Castrolanda não recomenda essa ou
aquela cultura. Nosso formato de trabalho
consiste em desenvolver pesquisas aplicadas
para cada cultura e prover nossos agrônomos
e agricultores com as mais atualizadas
informações para a tomada de decisão sobre os
diferentes cultivos”.
Márcio Copacheski
Gerente da Unidade de Negócios Agrícola
Como diz o presidente
Frans Borg ‘a nossa região
se tornou essa potência na
produção leiteira em função do
quanto os produtores investem
em tecnologia e acreditam
na assistência técnica’. E se
pode dizer, com convicção, que
a Fundação ABC é a maior
expressão dessa cultura”.
“Segurança deve fazer
parte do dia a dia e está
diretamente relacionada
com as atividades a serem
realizadas. Não adianta
produzirmos grandes volumes,
faturarmos muito se tivermos
colaboradores doentes e/
ou debilitados. Isto leva toda
a equipe a se desmotivar e
por consequência baixar a
produtividade, além dos custos
com afastamentos e com a
imagem da Cooperativa”.
Volnei Luis Pereira
Coordenador da Fábrica de Rações de Piraí do Sul
Henrique Costales Junqueira
Gerente da Unidade de Negócios Leite
O processo de
modernização e ampliação
das lojas, capacitação das
pessoas é tudo resultado
do nosso esforço em ter um
negócio alinhado com o
mercado de hoje”.
Jocenei Risden
Coordenador das Lojas Agropecuárias
“É necessário
sermos eficientes
na produção para o
mercado cada vez
mais exigente”.
Mauro Cesar de Faria
Gerente da Unidade de Negócios Carnes
Agroleite
13
EXPOSIÇÃO
Expojovem Castrolanda
A 4ª Expojovem (Exposição de Gado Jovem da Castrolanda) foi realizada entre os dias 04 a 07 de março, no Pavilhão Agroleite, em Castro. Com o objetivo de incentivar novos expositores locais e identificar animais promissores para a pista do Agroleite o evento reuniu 20 expositores e 156 animais entre as raças holandesa
e Jersey. O jurado de pista foi Luiz Luiz Felipe Grecco de Mello, da Semex .
RESERVADA GRANDE CAMPEÃ
FEMÊA JOVEM
Savana Bruno Ana Luisa Arragon 164
Marco E. van der Vinne
GRANDE CAMPEÃ
FEMÊA JOVEM
Jessica Vernon Eloá Arragon 161
Marco E. van der Vinne
TERCEIRA MELHOR
FEMÊA JOVEM
Lauryta Tyler da Waca
Nelci Mainardes
RESERVADA GRANDE CAMPEÃ
FEMÊA JOVEM
A.R.K. Mcchutchen Ana 1739
GRANDE CAMPEÃ
FEMÊA JOVEM
Klaas Reino 1478-1
Charles Hendrik Salomons
Lucas
Rabbers
TERCEIRA MELHOR
FEMÊA JOVEM
Bur Jr. Andrea 2626
Hendrik de Boer e/ou Reinaldo de Boer.
“A ideia é que seja um evento simples que esse evento tenha a participação do maior número de criadores, que tragam seus animais para que possam avaliar o
potencial desses animais para as exposições que teremos no ano de 2015. Essa foi a ideia original dos criadores quando propuseram a Castrolanda para fazer a
Expojovem e é desta forma que estamos caminhando, de uma maneira bastante simples, esperando criar condições aqui para promover esses animais. São os
animais que nos dão a condição de transformar todas as tecnologias que temos aqui nas forragens, na Fábrica de Rações em leite. Estamos num cenário político e econômico
bastante desafiador e é nesse momento que a gente deve ainda mais intensificar os trabalhos para conseguir ganhos de produtividade”.
Henrique Costales Junqueira
Gerente de Negócios Leite.
Leilão de
Gado Leiteiro
O 15º Leilão de Gado Leiteiro, realizado no sábado (07) no Parque de Exposições
Dario Macedo, atingiu o volume de R$ 437.400,00 na venda de 40 lotes, 57 animais. A
média por animal ficou em R$ 7.673,68. O lote mais caro foi com os animais (HARM
PENNY MILLION 2858 – HARM ENGELTJE MILLION 3017) de LUCAS RABBERS vendido para RIVADARIO TURRIM IMBRONIZIO no valor de R$ 21.600,00. O maior comprador foi Armando de Paula Carvalho Filho.
Divulgação
Divulgação
Adriano Renato Kiers
Agradeço
os expositores
de animais,
visitantes e
também a
Cooperativa
Castrolanda
pela realização
deste evento
e também as
Associações
envolvidas na
condução dos
julgamentos
bem como o
Luiz Felipe
responsável
pela pista. É
uma honra
a presença e
apoio de todos
vocês aqui
conosco”.
SGI
GESTÃO
Colaboradores participam do
1º Seminário SGI de Boas Práticas
Masp é implantado na Castrolanda e cases são apresentados
para melhoria contínua do desempenho da Cooperativa.
Divulgação
14
As boas práticas na Castrolanda foram
tema do 1º Seminário SGI realizado
hoje (18) durante a manhã, no Memorial da Imigração Holandesa. Diretoria,
gerentes, coordenadores, encarregados
e colaboradores participaram do encontro que teve como objetivo inspirar
os participantes na busca das melhores
práticas em seus setores seja na redução
de despesas, desperdícios, melhoria da
qualidade de vida no trabalho, melhoria
no atendimento, segurança, entre outras,
para que a cada ano estas boas práticas
também possam ser compartilhadas
para as demais áreas da Cooperativa.
ABERTURA - O Diretor de Operações,
Marco Antonio Prado fez uma breve reflexão do Sistema de Gestão Integrado
na Castrolanda e as novas ações previstas para ainda este ano, entre elas a
realização de um seminário sobre segurança no trabalho. “No ano passado trabalhamos muito os conceitos do Sistema de Gestão Integrado da Castrolanda
(Meio Ambiente, Segurança e Qualidade) e também as políticas e agora 2015
é o ano da segurança. Estamos preparando um seminário sobre os trabalhos
de Segurança na Cooperativa, o qual em
breve será amplamente divulgado e hoje
aqui nós vamos acompanhar seis cases
de diferentes áreas, tanto de Operações
como Industrial para mostrar que o
Masp é uma filosofia de gestão que leva
a empresa como um todo para melhoria
contínua em busca do investimento em
aprendizado”.
AVALIAÇÃO - O coordenador do SGI,
Jonathan Roque Mendes de Souza falou sobre o Masp na Castrolanda e os
avanços do sistema desde a implantação. “Foram 10 meses de trabalho, 366
horas de consultoria, 42 colaboradores
diretamente envolvidos e trabalhamos
intensamente em projetos que agregam conhecimento para busca da causa
dos problemas, pois de posse do conhecimento das causas reais, são tomadas
medidas par que estes problemas não
voltem a acontecer novamente”, disse.
LEITE - A programação do Seminário
abriu com a apresentação do coordenador das Lojas Agropecuárias da Castrolanda, Jocenei Miguel Risden sobre a
otimização da gestão de estoque da loja
agropecuária. Em seguida o desempenho
econômico da Unidade de Produção de
Novilhas foi apresentado pelo supervisor da UPN, Ivo R. dos Santos. Ambos explicaram cada uma destas práticas, fizeram uma breve apresentação do setor, os
planos de ação aplicados e os resultados
alcançados. Henrique Costales Junqueira,
gerente da Unidade de Negócios Leite
enfatizou a importância da implantação do MASP. “O maior aprendizado é
de que agente precisa analisar os problemas com profundidade para tomada
de decisões. Foi uma oportunidade de
grande aprendizado e sem dúvida o
SGI e o MASP trouxeram a grande integração nas áreas em todo o processo”,
avalia.
CARNES - A otimização do processo produtivo da Unidade da Fábrica de Rações
da Matriz foi apresentada pelo coordenador Tasso Genro, que destacou a ferramenta como oportunidade de aprimorar
o conhecimento da equipe, reduzir custos e melhorar o ambiente de trabalho.
Para o gerente de negócios Carnes, Mauro Cesar de Faria o MASP deve ser multiplicado em várias áreas da Fábrica. “É
uma satisfação muito grande melhorar
o desempenho de nossa área e assim
contribuir com os resultados da Cooperativa. Nosso objetivo é estender para
os demais setores e assim trabalhar em
equipe em busca da excelência”, disse.
BATATA FRITA – O rendimento da Batata
Frita foi explicado pela responsável da
área de Qualidade, Reciane Horne Correia que destacou o aumento considerável na redução de perdas de produto
durante o empacotamento. Cleudiney
Iank agradeceu o comprometimento da
equipe e destacou os investimentos na
Unidade para melhoria nos processos e
padronização dos serviços.
AGRÍCOLA - A programação do Seminário
ainda contou com dois projetos da área
de negócios Agrícola. O Projeto sobre a
Devolução interna de cargas foi apresentado por Diógenes Novakoski, coordenador da área de Recepção e Secagem de
Cereais e João Paulo da área de Fertilizantes explicou o Projeto de boas práticas para o Tempo no processo de trocas
de notas fiscal.
EXEMPLO - Para o gerente da Unidade
de Negócios Agrícola o Seminário promove a disseminação do conhecimento
e integração das áreas. “Achei muito interessante a forma de exposição das boas
práticas para os participantes do Seminário. O evento foi objetivo, prático,
com excelente controle de tempo e a
mensagem foi transmitida pelos exemplos práticos de cada área. Outro fator
importante foi o envolvimento dos gestores os quais devem dar exemplo na
condução dos programas. Hoje foram
dois cases da área Agrícola e já estamos
discutindo internamente a participação
de outras áreas com projetos em futuros
seminários promovidos pelo SGI na Cooperativa”, finaliza Copacheski.
MASP – O MASP é a abreviatura usada
para o método de análise e soluções
de problemas. É um programa utilizado
para resoluções de problemas em empresas e trata-se de uma metodologia
para manter e controlar a qualidade de
produtos, processos ou serviços. A implantação na Castrolanda teve início
há menos de um ano e além dos cases
apresentados durante o seminário vários
setores já estão envolvidos na melhoria
contínua do desempenho das tarefas do
dia a dia na Cooperativa.
SGI – O Sistema de Gestão Integrado da
Castrolanda tem por objetivo prover um
modelo eficaz que possa ser integrado
a outros requisitos da gestão e a manutenção do crescimento. A integração é o
ponto-chave na gestão da organização:
qualidade, meio ambiente e segurança.
As estruturas das normas de cada área
são semelhantes e se fundem num único
modelo de gestão. A necessidade surgiu a partir da busca por metodologias
que possam promover a sustentabilidade dos investimentos. O SGI dentro do
planejamento estratégico da Cooperativa padroniza as atividades, o desenvolvimento dos colaboradores, melhora os
processos operacionais e permite maior
visibilidade para as ações estratégicas
nas tomadas de decisões da Diretoria.
Corporativo
MULHERES EM AÇÃO
JOVEM COOPERATIVISTA
Integrantes do
O futuro de
nossa sociedade
Programa Mulher
Gosta de discutir o futuro? Então fique de olho no Programa Jovem
Cooperativista da Castrolanda.! Além de um encontro com a Diretoria jovens
participaram de uma visita técnica pelas unidades operacionais e saber mais
sobre os processos do trabalho do dia a dia na Cooperativa.
A iniciativa é do Projeto Jovens em Ação do Programa de Líderes Feminino
(Mulher Cooperativista) que tem como objetivo aproximar o jovem da Cooperativa - Jovens em Ação.!
Divulgação
Cooperativista
Castrolanda
visitam
Fundação ABC
15
um trabalho de monitoria de pragas
como lagartas e percevejos coletados
nos campos experimentais. Gostei muito do banco de dados com o histórico
das áreas cultivadas e produtividade
que serve como auxilio nas produções
presentes e futuras. Achei muito importante a divulgação das tecnologias
que a fundação ABC realiza anualmente através de shows tecnológicos e no
Agroleite”, disse Ana Helena.
De acordo com Solange Gomes, a visita técnica ampliou os conhecimentos
sobre os serviços prestados pela Fundação. “O que eu queria mesmo era conhecer mais a fundo a Fundação. Sempre se fala, eu mesma já tinho ido levar
amostras de solo para análise, mas
não sabia exatamente sobre todas as
áreas de atuação. Estava ansiosa para
conhecer. Achei muito interessante a
palestra com o Assessor de Comunicação, principalmente com relação aos
cooperados, pois nem todos utilizam
os serviços prestados e talvez por não
saberem da importância. Tem as taxas
que são cobradas, inclusive a fundação
realiza trabalhos para fora”, finaliza.
A Fundação ABC é uma das pioneiras no desenvolvimento do sistema
de plantio direto no país e tem como
missão desenvolver soluções no segmento agropecuário com o objetivo de
fornecer diferenciais competitivos aos
associados das Cooperativas Batavo,
Castrolanda e Capal
Rosélia Gomes
A
o comemorar 30 anos a Fundação ABC abre as portas para os
cooperados participarem do programa de visitas e desta vez foram as
integrantes do Programa Mulher Cooperativista que tiveram a oportunidade
de conhecer a estrutura e os serviços
prestados aos cooperados da Batavo,
Castrolanda e Capal.
Recebidas pelo Assessor de Comunicação, Silvio Bonawitz percorreram os
diversos setores e também acompanharam a história através da linha do
tempo com os fatos marcantes da Fundação.
Para Ana Helena Pereira da Silva o
laboratório era a grande expectativa
da visita. “Minha expectativa era de
conhecer o funcionamento do laboratório da Fundação a ABC e o sistema
de pesquisa e desenvolvimento nos
campos experimentais”, disse. Ela relata que ainda não conhecia a instituição
de pesquisa e conhecia o trabalho por
meios dos materiais de comunicação.
“Conheci de perto o laboratório muito
bem equipado onde fazem análises de
solo, potabilidade de água, micotoxinas
nos grãos, bromatologia de grãos, rações, silagem de milho e pré secado de
azevém e outras. Fomos recebidas pelo
Silvio onde nos falou sobre a história
e como esta organizada a fundação
ABC. Vimos que em todos os setores
que passamos os profissionais são altamente capacitados para atender os
trabalhos executados. Acompanhamos
Corporativo
16
POLÍTICA AGRÍCOLA
Cooperativas do PR debatem
seguro rural com representantes
do governo e seguradores
Ocepar
“Os produtores rurais sabem da importância e da necessidade de se possuir
um seguro rural de qualidade, amparados com os programas de subvenção
ao prêmio do seguro rural nos âmbitos federais e estaduais. Este trabalho
que esta sendo desenvolvido pelo grupo técnico de estudos sobre o seguro
rural, formado pela Ocepar, juntamente com as cooperativas do Paraná, na
qual represento a Castrolanda, é de suma importância, visto pelo fato de que
o seguro rural é um dos mais importantes instrumentos de política agrícola
para o produtor rural, pois visa proteger o produtor contra as intempéries
climáticas, sejam elas, granizo, seca, geada, excesso de chuva, todas contempladas pelo seguro rural. Todos estes fatores podem desencadear uma série
de problemas na produção de grãos dos produtores rurais, impactando no
resultado final de sua safra, por isso mais do que proteger nossos produtores
rurais, o seguro rural evita também prejuízos na agricultura”.
Jefferson Luiz das Neves
Analista Financeiro da
Castrolanda
Pavilhão
Agroleite
de Estado da Agricultura do Estado do
Paraná, Francisco Simioni. Também participaram o professor da Escola Superior de
Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq), Vítor
Ozaki, que é especialista no assunto, o
gerente técnico e econômico do Sistema
Ocepar, Flávio Turra, e o assessor Gilson
Martins, que coordenou as atividades.
DEBATE - O encontro teve como objetivo
discutir a realidade atual do seguro rural
e as medidas previstas para a próxima
safra em relação a recursos, cobertura
e indenizações pendentes, entre outros
aspectos. Bracale expôs a situação no
âmbito nacional. Ele explicou que os R$
300 milhões destinados pelo governo
federal ao seguro rural no ano passado não foram empenhados e que os R$
700 milhões aprovados pelo Congresso
Nacional para a safra 2015/16 só serão
liberados após a sanção da presidente
Dilma Rousseff. Já Simioni falou sobre o
que está sendo realizado no Paraná para
amparar os produtores em caso de perdas de safra causadas por intempéries
climáticas.
SEGURADORAS – Na terça-feira (24), o
grupo de trabalho esteve reunido com representantes de várias seguradoras para
debater modelos de seguros existentes e
desenhar um produto que seja adequado
ao agricultor paranaense em termos de
custos e cobertura.
Quando você precisa de um herbicida com amplo
espectro para trigo, qual a sua escolha?
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) O mesmo
(
) O mesmo
®
( √ ) Tricea®. A nova opção para controlar
o azevém e outras plantas daninhas no trigo
Marcas registradas de The Dow Chemical Company ou companhias afiliadas.
O grupo de trabalho formado por cooperativas paranaenses do ramo agropecuário para discutir seguro rural está promovendo reuniões sobre o tema na sede do
Sistema Ocepar, em Curitiba. Na segunda-feira (23) à tarde, o encontro contou com
a presença do coordenador geral de seguro rural do Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa), Gustavo Bracale, e do diretor do Departamento
de Economia Rural (Deral) da Secretaria
Chegou Tricea®, o herbicida da Dow AgroSciences que trouxe uma
alternativa para a cultura de trigo. Com amplo espectro, Tricea® controla o
azevém e outras plantas daninhas, resistentes ou não ao glifosato, e ainda
apresenta maior residual, atuando no solo por muito mais tempo.
Tricea®. A escolha certa.
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Negócios Leite
17
Negócios Leite
18
INFORME TÉCNICO
Colostragem eficiente: Tempo,
Quantidade e Qualidade
Dra. Jackeline Thaís da Silva
Analista Técnico Sprayfo
O
colostro é uma fonte importante
e indispensável de nutrientes e
fatores imunológicos; responsáveis pela proteção da bezerra recém-nascida contra doenças infecciosas
nas primeiras semanas de vida (Davis
e Drackley, 1998). A imunoglobulina G,
conhecida por IgG, é o principal componente do colostro responsável em
transferir imunidade da vaca para a bezerra. A absorção desta imunidade está
relacionada a diversos fatores, sendo
os mais importantes o Tempo decorrido
entre o nascimento e a primeira mamada; a Quantidade ofertada à bezerra e a
Qualidade do colostro.
Após o nascimento da bezerra inicia-se uma corrida contra o relógio para
capacidade de absorção de imunidade.
O recém-nascido apresenta alta capacidade de absorção dos anticorpos, mas
esta é reduzida a cada hora que passa.
Aproximadamente 8 horas após o nascimento esta habilidade é muito baixa.
No final da década de 70 foi realizado
um estudo onde pode ser observado o
comportamento da absorção de IgG ao
longo do tempo (Figura 1). Outro ponto que também pode ser ressaltado é
a relação da quantidade de colostro
ingerido pela bezerra e a eficiência na
colostragem. Figura 1.
Neste estudo, a primeira mamada de
colostro foi ofertada na hora 0, 4, 8, 12,
16, 18 ou 24 após o nascimento, e na
sequência aferido a quantidade de IgG
presente na corrente sanguínea. Para
garantir que a absorção foi eficiente,
são necessários valores ≥ 10 mg/mL de
IgG no soro da bezerra. Como pode ser
observado, os animais que receberam
a primeira mamada depois de 8 horas
não foram capazes de absorver IgG
suficiente para garantir a saúde (Figura 1). Podemos observar também que
além do tempo a quantidade de colostro ofertada possui forte influencia na
adequação da colostragem. As bezerras
que receberam quantidade inferior a
2 L de colostro, independente da hora,
não apresentaram valores suficientes
de IgG no sangue. Portanto, houve falha
na colostragem, e as consequências são
maior probabilidade de diarreia e taxa
de mortalidade.
O terceiro fator para colostragem eficiente é tão importante quanto os outros dois. A qualidade do colostro é um
dos pontos mais negligenciado na criação de bezerras, e as consequências são
medidas em altas taxas de mortalidade
e morbidade. Muitos criadores relatam serem eficientes no fornecimento
Mais informações no email:
[email protected]
quanto ao horário e a quantidade, mas
não aferem a qualidade. Verificar o colostro apenas visualmente, não permite
identificar as características deste alimento tão importante para a bezerra.
O ideal é realizar esta verificação com
auxílio de refratômetro Brix (manual
ou digital) ou colostrômetro antes de
ofertar para a bezerra ou congelar. Estas ferramentas são de fácil utilização
e podem reduzir significativamente a
falha na colostragem.
A qualidade do colostro também sofre influência do número de ordenhas.
O colostro, primeira secreção láctea
após o parto, possui composição diferente da segunda ou terceira ordenha.
Na segunda ordenha a composição em
sólidos é menor que na primeira, e a
principal diferença é a quantidade de
IgG, o colostro possui quase o dobro de
anticorpos que a segunda ordenha (Tabela 1). Além do IgG existe a diferença
na porcentagem de gordura (principal
fonte de energia para o neonato) e na
lactose. Portanto, para o recém-nascido
é imprescindível fornecer colostro de
primeira ordenha.
Além da redução na taxa de mortalidade e morbidade, o colostro tem alta
correlação com a produção futura de
leite da bezerra (Faber et al., 2005). A
eficiência na criação deve ser medida
não apenas pela idade ao primeiro parto, mas também pela produção durante
toda a vida da vaca.
Colostro (Ordenha pós-parto)
Parâmetro
1
2
3
Leite
Gravidade específica
1,056
1,040
1,035
1,032
Sólidos, %
23,9
17,9
14,1
12,9
Gordura, %
6,7
5,4
3,9
3,7
Proteína total, %
14,0
8,4
5,1
3,1
Caseína, %
4,8
4,3
3,8
2,5
Albumina, %
0,9
1,1
0,9
0,5
Imunoglobulinas, %
6,0
4,2
2,4
0,09
IgG, mg/mL
48,0
25,0
15,0
0,6
Lactose, %
2,7
3,9
4,4
5,0
Figura 1. Concentração sérica de IgG em bezerras que receberam a primeira mamada
de colostro na hora 0, 4, 8, 12, 16, 18 ou 24 após o nascimento, sendo fornecido 0,5; 1
ou 2L de colostro com qualidade semelhante (Adaptado de Stott et al., 1979).
Portanto, a colostragem continua
sendo a chave para
o sucesso da criação
de bezerras e sua
eficiência depende
do Tempo, Quantidade e Qualidade.
DAVIS, C.L.; DRACKLEY,J.K. The development, nutrition, and management of the young calf. Ames: Iowa
State University Press, p.339, 1998.
FABER, S.N.; FABER, N.E.; McCAULEY,
T.C.; AX, R.L. Case study: effects of
colostrum ingestion on lactational
performance. The Profissional Animal Scientist, v.21, p.420-425, 2005.
Tabela 1. Composição do colostro e do leite de transição em cada ordenha após
o parto. Adaptado de Davis e Drackley (1998)
Corporativo
V I T R I N E
N A
BATATA PALHA EXTRA FINA
Olha a embalagem que
estamos desenvolvendo
para em nossa linha de
batatas. São as embalagens
"stand up pouch". O produto
ganha visibilidade nas
gôndolas e mais praticidade
para os consumidores. Vai
ficar linda na sua mesa e o
meio ambiente agradece,
afinal para produzir estas
embalagens são utilizadas
cada vez menos plásticos.
19
E S T R A D A
Diretoria das Cooperativas da Intercooperação Frísia, Castrolanda e Capal e
também o Comitê Misto da ALEGRA foram recepcionados pelos sócios proprietários e Diretoria da Ceratti, num jantar em Vinhedo. No dia seguinte,
foram recebidos com um café muito especial a base dos produtos Ceratti e
produtos importados da Europa e comercializados no Brasil pela Empresa
para então seguirem com a visita as instalações na Planta, onde foi possível ver a produção dos industrializados e a famosa e melhor mortadela
do Brasil.
O Sócio Proprietário Mario Ceratti Benedetti deu as boas vindas e contou um pouco
da História de mais de 80 anos de fundação da empresa. A Diretoria apresentou o
plano estratégico do ano de 2015, com perspectiva de crescimento especialmente
com entrada dos produtos que serão industrializados pelas Cooperativas com Marca Ceratti.
Da mesma forma foi apresentada toda campanha de marketing para entrada dos
novos produtos e aumento do volume projetado para o ano.
O Diretor Presidente da Castrolanda, Frans Borg agradeceu a recepção e falou da
importância desta aliança entre Ceratti e as Cooperativas.
Para encerrar a visita o grupo visitou o mercado público de São Paulo onde das 35
lojas que fazem e comercializam os famosos lanches de mortadela, 33 destas lojas
usam e comercializam mortadela Ceratti.
NOVA COLEÇÃO na
linha de botinas da
Grife Castrolanda,
inclusive a embalagem
é personalizada. Tem
infantil também, confira!
FEIJÃO VERMELHO
O feijão é uma das grandes
riquezas do prato do brasileiro
e agora a linha Tropeiro tem
também o feijão vermelho, rico
de cálcio, ferro, com benefícios
para saúde como, doenças
da pele, colesterol, prisão de
ventre, afecções do cólon,
hipertensão arterial, anemias e
convalescenças, ação favorável
sobre os folículos capilares.
Experimente!!!
Coordenadores dos Comitês da Castrolanda, secretários e também relatores de
atas da Cooperativa participaram no dia 25/03, do 1º Seminário de Atuação Estratégica na Castrolanda. Promovido pela Assessoria de Cooperativismo o Seminário é uma reflexão sobre o papel dos líderes de comitês sobre o futuro da
Castrolanda e a postura estratégica no contexto da Cooperativa.
Divulgação
C O N H E C I M E N T O
20
ESSA É A CHAVE
PARA SUA PRODUÇÃO
ESTAR SEMPRE BEM.
Para sua produção não parar faça assistência periódica nos
seus equipamentos com a marca que mais valoriza o leite.
E conte sempre com as peças originais Sulinox, é garantia
de qualidade, satisfação e resultado para o seu negócio.
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