RELATORIO DE AUTO AVALIAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA ENFERMAGEM Comissão técnico-científica e pedagógica do curso de licenciatura em enfermagem Beja 2014 Índice • Nota introdutória .............................................................................................................7 1 Identificação/Caracterização do Ciclo de Estudos...............................................8 2 Memória histórica do ciclo de estudos ....................................................................9 2.1 Criação/início de funcionamento do ciclo de estudos ............................................. 9 2.2 Reestruturação do ciclo de estudos (ciclo de estudos/planos de estudos que estiveram na origem do ciclo de estudos atual) ................................................................... 9 3 Estrutura curricular .................................................................................................... 11 4 Plano de estudos ........................................................................................................... 12 5 Estágios/Oficinas/Ensinos clínicos/Projetos ..................................................... 20 5.1 LOCAIS DE ENSINO CLÍNICO .............................................................................................20 5.2 Plano de distribuição dos estudantes..........................................................................24 5.3 Orientadores da instituição receptora ........................................................................24 5.4 Seleção dos elementos das instituições responsáveis por acompanhar os estudantes ........................................................................................................................................29 6 Organização interna e mecanismos de garantia de qualidade..................... 30 6.1 Descrição da estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudos, incluindo a sua aprovação e atualização dos conteúdos programáticos ...................30 6.2 Mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos..........................30 6.3 Procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do ciclo de estudos ....................................................................................................31 6.4 Discussão e utilização dos resultados das avaliações do ciclo de estudos na definição de ações de melhoria.................................................................................................31 7 Recursos Materiais....................................................................................................... 33 7.1 Áreas disponíveis ................................................................................................................33 7.2 Equipamentos ......................................................................................................................34 8 Pessoal docente ............................................................................................................. 37 8.1 Equipa docente do ciclo de estudos ..............................................................................37 9 Estudantes....................................................................................................................... 44 9.1 Caracterização dos estudantes.......................................................................................44 9.1.1 Caracterização: género e idade por ano curricular...................................................... 44 9.1.2 Distrito de proveniência ......................................................................................................... 44 2 9.1.3 Escolaridade dos pais ............................................................................................................... 45 9.1.4 Procura do ciclo de estudos ................................................................................................... 46 9.2 Regime de ingresso no ano letivo de 2012/2013 ....................................................47 9.3 Estudantes com estatuto de trabalhador estudante ..............................................47 9.4 Estudantes com apoio social ...........................................................................................48 10 Resultados académicos .............................................................................................. 49 10.1 Distribuição das classificações finais por unidade curricular............................49 10.2 Taxa de sucesso por unidade curricular ....................................................................55 10.3 Distribuição do número de créditos ECTS aprovados por estudante ..............56 10.4 Taxa de sucesso/ tempo de conclusão do ciclo de estudos..................................56 10.5 Taxa de abandono...............................................................................................................57 11 Grau de satisfação dos estudantes e docentes relativamente às unidades curriculares ........................................................................................................................... 58 12 – Ambiente de ensino/aprendizagem ................................................................... 64 12.1 Medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso académico dos estudantes. .........................................................................................................64 12.2 Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade académica. ........................................................................................................................................64 12.3 -- Medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de financiamento e emprego.............................................................................................................................................65 12.4 - Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes na melhoria do processo ensino/aprendizagem. ....................................................................66 12.5 Medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento mútuo dos créditos. .....................................................................................................................................66 13 Empregabilidade .......................................................................................................... 67 14 Resultados das atividades científicas / tecnológicas e artísticas ................ 68 14.1 Publicações do corpo docente do ciclo de estudos em revistas nacionais/internacionais nos últimos 3 anos e na área do ciclo de estudos............68 14.2 Comunicações do corpo docente ...................................................................................72 14.3 Atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, prestação de serviços à comunidade, nos últimos 3 anos e na área do ciclo de estudos .................................76 14.4 Seminários, congressos, encontros realizados no âmbito do ciclo de estudos 77 15 Internacionalização ..................................................................................................... 81 3 16 Protocolos de cooperação e parcerias no âmbito do ciclo de estudos ...... 82 17 Análise SWOT do ciclo de estudos .......................................................................... 83 17.1 Pontos identificados pelos docentes e discentes.....................................................84 17.2 Sugestões para ultrapassar as limitações e constrangimentos considerados 86 18 Proposta de ações de melhoria................................................................................ 87 4 Índice de Quadros Quadro 1 – Aprovação do ciclo de estudos ................................................................................................ 9 Quadro 2 – Evolução cronológica dos ciclos de estudos..................................................................... 10 Quadro 3 - Áreas científicas e créditos necessários para a obtenção do grau ou diploma .. 11 Quadro 4 - Estrutura curricular do 1º semestre ................................................................................... 13 Quadro 5 - Estrutura curricular do 2º semestre .................................................................................... 14 Quadro 6 - Estrutura curricular do 3º semestre .................................................................................... 15 Quadro 7 - Estrutura curricular do 4º semestre .................................................................................... 15 Quadro 8 - – Estrutura curricular do 5º semestre ................................................................................ 16 Quadro 9 - Estrutura curricular do 6º semestre .................................................................................... 17 Quadro 10 - Estrutura curricular do 7º semestre ................................................................................. 18 Quadro 11 - Estrutura curricular do 8º semestre ................................................................................. 19 Quadro 12 – Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 2º semestre ............ 24 Quadro 13 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 5º semestre ............ 25 Quadro 14 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino Clínico em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria) .................................................................. 26 Quadro 15 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino Clínico em Enfermagem Pediátrica) ........................................................................................................... 26 Quadro 16 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 7º semestre ............ 27 Quadro 17- Enfermeiros tutores dos estudantes no Estágio (8º Semestre) ............................. 28 Quadro 18 - Distribuição das instalações segundo as áreas ............................................................. 34 Quadro 19- Distribuição do equipamento do laboratório e salas de aulas................................. 35 Quadro20 - Corpo docente do Curso de Licenciatura em Enfermagem ....................................... 38 Quadro 21 - Distribuição dos estudantes por Distrito de origem................................................... 45 Quadro 22 - Procura do ciclo de estudos .................................................................................................. 46 Quadro 23 – Regime de Ingresso no curso no ano letivo de 2012/2013 .................................... 47 Quadro 24 - Distribuição dos estudantes com estatuto trabalhador estudante por ano lectivo ...................................................................................................................................................................... 47 Quadro 25 - Distribuição dos estudantes com apoio social nos últimos três anos lectivos. 48 Quadro 26 – Taxa de sucesso por Unidade Curricular ........................................................................ 55 Quadro 27 –Taxa de sucesso no curso ....................................................................................................... 56 Quadro 28 –Taxa de abandono ..................................................................................................................... 57 Quadro 29 – média da satisfação dos estudantes por Iten e por Unidade Curricular ............ 60 Quadro 30- Seminários realizados no âmbito dos semestres letivos em 2012/2013 ........... 78 Quadro 31 –Visitas de estudo realizadas no âmbito dos semestres letivos ............................... 80 Quadro 32- Mobilidade Erasmus de estudantes .................................................................................... 81 Quadro 33- - Mobilidade Erasmus de docentes ..................................................................................... 81 5 Índice de gráficos Gráfico 1 – Caracterização dos estudantes por género e idade por ano curricular................. 44 Gráfico 2 - Distribuição da escolaridade dos pais dos estudantes ................................................. 46 Gráfico 3 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 1º semestre ............. 49 Gráfico 4 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 1º semestre .................................. 50 Gráfico 5 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 2º semestre ............. 50 Gráfico 6 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 2º semestre .................................. 51 Gráfico 7 - Média das classificações por Unidade Curricular no 2º ano ....................................... 51 Gráfico 8 - Distribuição das classificações por UC no 2º ano ............................................................ 52 Gráfico 9 - Média das classificações por Unidade Curricular no 3º ano ....................................... 52 Gráfico 10 - Distribuição das classificações por UC no 3º ano ......................................................... 53 Gráfico 11 - Média das classificações por Unidade Curricular no 4º ano .................................... 54 Gráfico 12 - Distribuição das classificações por UC no 4º ano ......................................................... 54 Gráfico 13 – Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 1 semestre ....................... 61 Gráfico 14 - Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 2 semestre ........................ 61 Gráfico 15 - Média das avaliações por item em cada UC do 2º ano ................................................ 62 Gráfico 16 - Média das avaliações por item em cada UC do 3º ano ................................................ 62 Gráfico 17 - Média das avaliações por item em cada UC do 4º ano ................................................ 63 6 • Nota introdutória O presente relatório refere-se ao primeiro ciclo de estudos do curso de Licenciatura em Enfermagem da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Beja, do ano letivo 2012-2013, cujo código atribuído é 9500. Com a elaboração deste relatório pretende-se dar resposta ao previsto e exigido no artigo 68º dos Estatutos do IPBeja, publicados em Diário da Republica, 2ª série, em 2 de Setembro de 2008. Para a sua organização considerámos as recomendações expressas no guião para autoavaliação do ciclo de estudos, enviado pelo Conselho para Avaliação e Qualidade do IPBeja. A sua elaboração assenta em informação obtida a partir de várias fontes, como os elementos fornecidos pelo GAQ, onde se destacam os dados obtidos através do processo de avaliação proposto por este gabinete, resultantes da aplicação de inquéritos de satisfação e de análise qualitativa das entrevistas em painel com representantes das diferentes turmas. Merece também referência a informação facultada pelos Serviços Académicos, pelo GMC e por vários elementos da equipa docente do ciclo de estudos, bem como os dados obtidos através de questionários aplicados a estudantes e docentes no sentido de identificar os pontos fortes, os pontos fracos, oportunidades e constrangimentos do CLE, bem como sugestões com vista à apresentação de ações de melhoria. Para além disso, os relatórios anteriormente realizados foram também um importante suporte para a elaboração do presente documento. 7 1 Identificação/Caracterização do Ciclo de Estudos Designação do ciclo de estudos: Curso de Licenciatura em Enfermagem Código: 9500 Grau: Licenciatura em Enfermagem O plano de estudos em vigor confere o grau de Licenciatura em Enfermagem, correspondendo ao primeiro ciclo de estudos. Regime de funcionamento: Diurno Área científica predominante do ciclo de estudos: 723 (Enfermagem) Nº de créditos ECTS necessários à obtenção do grau: 240 Duração do ciclo de estudos (art.3º DL 74/2006): 4 Anos, 8 Semestres letivos As condições de acesso e ingresso para o ano letivo a que o relatório diz respeito (20122013) eram: - Pré requisitos tipo seleção do grupo A - Comunicação interpessoal. - E um dos seguintes conjuntos de provas de ingresso: 02 - Biologia e geologia ou 02 - Biologia e geologia 07 - Física e química ou 02 - Biologia e geologia 18 – Português São ainda consideradas: - Média do secundário - 65% - Provas de ingresso - 35% - Relativamente ao ingresso, 50% de vagas têm em conta a preferência regional com área de influência de Beja. - Também podem candidatar-se ao curso os titulares das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, bem como os titulares de cursos superiores, médios ou de um diploma de especialização tecnológica, sendo as vagas previamente estabelecidas. 8 2 Memória histórica do ciclo de estudos 2.1 Criação/início de funcionamento do ciclo de estudos No Quadro 1 podemos observar em conformidade com os respetivos despachos, a aprovação do plano de estudos em funcionamento, bem como a posterior publicitação da alteração do plano de estudos, depois de prévia aprovação pelo Conselho Técnico Científico do IPBeja. Quadro 1 – Aprovação do ciclo de estudos Publicação Despacho nº 13417-BZ/2007, em DR, 2ªserie de 27 /06/2007 Despacho nº 10581/2011 Aprovação do ciclo de Inicio de Estudos Funcionamento Licenciado 2007 Licenciatura 2011 2.2 Reestruturação do ciclo de estudos (ciclo de estudos/planos de estudos que estiveram na origem do ciclo de estudos atual) A Escola Superior de Saúde (ESS) do IPBeja tem origem na Escola de Enfermagem de Beja, criada em 1973 através do Decreto-Lei nº. 569/73, de 30 de Outubro, tendo iniciado o seu funcionamento em Outubro de 1975, com o Curso de Enfermagem Geral. A partir de 15 de Setembro de 1989, a instituição passou a designar-se por Escola Superior de Enfermagem de Beja, com a integração do Curso de Enfermagem Geral na rede nacional do Ensino Superior Politécnico. No dia 1 de Janeiro de 2001, a Escola Superior de Enfermagem de Beja foi integrada no Instituto Politécnico de Beja, através do Decreto-Lei n.º 99/2001 de 28 de Março. Em Abril de 1990 iniciou-se a nível nacional o Curso Superior de Enfermagem (CSE), data em que começou a ser ministrado nesta escola, conferindo o grau de Bacharel, tendo vigorado uma década, com a duração de 3 anos e uma carga horária de 3600 h. 9 A partir de Outubro de 1999, a oferta formativa passou a considerar o Curso de Licenciatura em Enfermagem (CLE), o Ano Complementar de Formação em Enfermagem, que terminou no final do ano letivo 2002/2003 e o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem, este último destinado aos profissionais habilitados com equivalência ao bacharelato e que decorreu entre 2000 e 2007. Todos os cursos aqui referidos se caracterizam por ser conducentes ao grau de licenciado. O atual Curso de Licenciatura em Enfermagem, iniciado em 1999, tem a duração de 4 anos, está organizado em 8 semestres, com um total de 240 créditos (ECTS). No Quadro 2 podemos observar a evolução cronológica de alguns aspetos dos ciclos de estudos até ao momento atual. Quadro 2 – Evolução cronológica dos ciclos de estudos Publicação Aprovação do ciclo de Estudos Aprovação do Plano de Estudos Início de Funcionamento Despacho da Secretaria de Estado da Saúde Curso de Enfermagem Geral 1968 De 1975/1976 a 1977/1978 Despacho da Secretaria de Estado da Saúde de 9 de Agosto Curso de Enfermagem 1976 De 1978/1979 a 1981/1982 Dec. Lei nº 98/79 de 13 de Agosto Curso de Enfermagem Geral 1979 De 1979/80 a 1991/92 Portaria nº 292/90 de 17 de Abril Curso Superior de Enfermagem 1990 De 1990/1991 a 2001/2002 Portaria nº 799-F/99 de 18 de Setembro Ano Complementar de Formação em Enfermagem - Licenciado - 1999 Portaria nº 799-G/99 de 18 de Setembro Curso de Licenciatura em Enfermagem - Licenciado - 1999 De 1999/2000 a 2006/07 Despacho 10581/2011 23 de Agosto Curso de Licenciatura em Enfermagem - Licenciado - 2011 2011 De 1999/2000 a 2002/2003 10 3 Estrutura curricular No Quadro 3, apresentamos as áreas científicas e créditos necessários para obtenção do grau ou diploma do curso, denotando-se predomínio da área científica CNAEF 723 Enfermagem, com cerca de 80% (190,5 créditos) para a formação global, perfazendo as diversas unidades curriculares UC(s) de áreas científicas complementares, os 49,5 créditos restantes. Para além da referida distribuição das unidades curriculares pelas áreas científicas, contase também com uma distribuição pelos Departamentos existentes no IPBeja. Assim, em termos departamentais, as unidades curriculares distribuem-se maioritariamente pelo Departamento de Saúde, contando-se também com UC(s) distribuídas pelos Departamentos de: Educação e Ciências Sociais e do Comportamento; Matemática e Ciências Físicas; Tecnologias e Ciências Aplicadas e ainda de Engenharia. Quadro 3 - Áreas científicas e créditos necessários para a obtenção do grau ou diploma ÁREA CIENTÍFICA SIGLA CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS Ciências da educação 142 2 Filosofia e ética 226 2 Psicologia 311 6,5 Sociologia e outros estudos 312 2 Gestão e administração 345 2,5 Direito 380 1,5 Biologia e bioquímica 421 11 Estatística 462 4 Informática na ótica do utilizador 482 2,5 Medicina 721 13 Enfermagem 723 190,5 Saúde – programas não classificados noutras áreas de formação TOTAL 729 2,5 240 11 4 Plano de estudos Nos termos dos artigos 63.º e 64.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, através do Despacho n.º 16038/2006, (2.ª série), de cinco de Julho, publicado no Diário da República, n.º 147, de 1 de Agosto de 2006, do Diretor Geral do Ensino Superior, foi registada com o n.º R/B-AD-759/2006, a adequação do Curso de Enfermagem ao ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado, sendo publicado no Diário da República, 2ª serie, Nº 122- 27/Junho/2007, através do Despacho nº13417-BZ/2007, iniciando o seu funcionamento no ano letivo de 2006/07. O Plano Curricular do curso, tem como referência o perfil profissional definido pela Ordem dos Enfermeiros, e está organizado segundo o ECTS - Sistema Europeu de Transferência de Créditos. O total dos 240 ECTS do curso, incluem obrigatoriamente 50% de ensinos clínicos (regulados por Diretiva Europeia), desenvolvidos em contextos reais de prestação de cuidados. O plano de formação é desenvolvido numa perspetiva de alternância entre a teoria e a prática, onde esta última vertente vai assumindo uma dimensão progressivamente maior ao longo do curso, num modelo formativo configurado pela contínua e crescente articulação e integração de saberes de diferentes domínios de conhecimento. Com 4 anos de duração, o CLE está organizado em 8 semestres, cada um com a duração de 20 semanas, sendo duas delas destinadas ao período de avaliação de recurso. Do 1º ao 7º semestre, em cada um deles, desenvolve-se, no conjunto das unidades curriculares que o constituem, uma temática específica, com um período teórico que precede um período prático, designado por Ensino Clínico. O período prático do 8º semestre, visando proporcionar uma transição para a futura profissão, é designado por Estágio. Nos quadros seguintes é apresentada a organização do CLE por semestre, onde estão expressas as unidades curriculares, o número de horas totais, o número de horas de contato, número de horas teóricas, teórico-práticas e praticas laboratoriais associadas a cada unidade curricular, bem como o respeitante aos respetivos ensinos clínicos/estágio. Assim o 1º semestre (Quadro 4) direcionado para a temática “Fundamentos de Enfermagem”, é constituído por diferentes Unidades Curriculares que visam possibilitar 12 ao estudante a compreensão de conceitos essenciais em Enfermagem, tendo em conta o seu desenvolvimento como disciplina ao longo dos tempos. Situada a Pessoa na perspetiva de saúde nas diferentes etapas do ciclo de vida, propõe-se também a aquisição de conhecimentos para a compreensão dos princípios orientadores dos cuidados na resolução de problemas de saúde, assim como a utilização de instrumentos e procedimentos básicos necessários à prestação de cuidados gerais de enfermagem. O ensino clínico decorreu em contexto hospitalar e em unidades de cuidados continuados, com a orientação direta da prática clínica, tendo os estudantes acompanhamento a tempo inteiro de professores da ESS. Quadro 4 - Estrutura curricular do 1º semestre Tempo de trabalho (horas) Área científica Tipo História de Enfermagem 723 Semestral 62,5 Métodos e Técnicas de Enfermagem 723 Semestral 137,5 Fundamentos de Saúde 729 Semestral 62,5 Relação de Ajuda 723 Semestral 62,5 Microbiologia e Parasitologia 421 Semestral 62,5 Pedagogia 142 Semestral 50 Anatomia e Fisiologia 421 Semestral 150 Ensino clínico: Fundamentos de Enfermagem 723 Semestral 162,5 Unidades curriculares Total Contacto 28 = T: 20 + TP: 8 84 = T: 44 + TP: 6 + PL:34 28 = : 20 + TP: 8 28 = : 14 + TP: 6 + PL:8 28 = : 20 + TP: 8 28 = T: 16 + TP: 12 84 = T: 72 + TP: 12 O*: 128 Créditos Observa ções 2,5 5,5 2,5 2,5 2,5 2 6 6,5 O 2º semestre do curso (Quadro 5) versa a temática de Enfermagem em Saúde Materna e Infanto-juvenil. Nesta fase o estudante deverá compreender o ciclo materno/infantil assim como do adolescente integrado nos diferentes grupos sociais. Pretende-se que o estudante aprenda a utilizar dados epidemiológicos, para planear cuidados de enfermagem tendo em conta o atendimento das prioridades e identificar fatores de risco que podem desencadear situações de crise/doença na mulher, criança e adolescente. Deverá ainda desenvolver 13 competências nos procedimentos de enfermagem nas áreas de saúde materna e saúde infanto-juvenil. No final deste semestre realiza-se o período de ensino clínico, em Centros de Saúde, bem como em contexto hospitalar em serviços de obstetrícia, tendo como finalidade permitir que o estudante planeie, execute e avalie cuidados de enfermagem à grávida/puérpera e à criança/adolescente saudáveis, inseridos na família. No caso do serviço de obstetrícia, os estudantes, por grupo, têm o acompanhamento permanente de um enfermeiro contratado a tempo parcial como assistente convidado, sob a supervisão pedagógica de professores da ESS e nos Centros de Saúde o estudante é tutorado por um enfermeiro, sendo o docente responsável pela supervisão e avaliação da aprendizagem do estudante. Quadro 5 - Estrutura curricular do 2º semestre Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Psicologia do desenvolvimento 311 Semestral 112,5 Enfermagem em Saúde Materna 723 Semestral 100 723 Semestral 125 312 Semestral 50 Moral e ética 226 Semestral 50 Ensino clínico: Enfermagem em Saúde Materna e Saúde Infantojuvenil 723 Semestral 312,5 Enfermagem em Saúde Infantojuvenil Sociologia da família Total Contacto 50 = TP: 50 60 = T: 38 + TP: 12 + PL:10 70 = T: 50 + TP:12 + PL:8 20 = T:10 + TP: 10 20 = T: 10 + TP: 10 O*: 256 Créditos Observa ções 4,5 4 5 2 2 12,5 O 3º semestre (Quadro 6), privilegia a temática da Enfermagem Médica, com uma abordagem que visa o desenvolvimento de competências humanas, técnicas e científicas, com especial incidência nos processos de saúde/doença da pessoa adulta e/ou idosa, com problemas relevantes para a prática de enfermagem médica. O período de Ensino Clínico, realizado em meio hospitalar, em serviços de medicina e especialidades médicas, decorre com orientação direta da prática clínica, tendo os estudantes, por grupo, acompanhamento a tempo inteiro de um enfermeiro contratado a tempo parcial como assistente convidado, sob a supervisão pedagógica de um professor da ESS. 14 Quadro 6 - Estrutura curricular do 3º semestre Área científica Tipo Enfermagem Médica 723 Medicina Unidades curriculares Tempo de trabalho (horas) Créditos Total Contacto Semestral 225 108 = T:80 + TP:6 + PL:22 9 721 Semestral 112,5 T:54 4,5 Farmacologia 421 Semestral 62,5 36 = T:36 2,5 Ensino Clínico: Enfermagem Médica 723 Semestral 378 O*:288 14 Observa ções No 4º semestre (Quadro 7), pretende-se proporcionar ao estudante, o desenvolvimento de competências humanas, técnicas e científicas para a prestação de cuidados de enfermagem à pessoa adulta e/ou idosa, com problemas de saúde do foro cirúrgico, numa perspetiva de intervenção abrangente e holística. O ensino clínico é realizado em contexto hospitalar, em serviços de prática cirúrgica. Centra-se na articulação e na integração de conteúdos das diferentes unidades curriculares dos semestres anteriores e especificamente do período teórico do 4ºsemestre, com uma organização de atividades pedagógicas direcionada para o desenvolvimento de competências para a prestação de cuidados de enfermagem à pessoa adulta e/ou idosa, com problemas relevantes no âmbito da enfermagem cirúrgica. Decorre com orientação direta da prática clínica, tendo os estudantes, por grupo, acompanhamento a tempo inteiro de um enfermeiro contratado a tempo parcial como assistente convidado, sob a supervisão pedagógica de um professor da ESS. Quadro 7 - Estrutura curricular do 4º semestre Unidades curriculares Área científica Tipo Enfermagem Cirúrgica 723 Cirurgia Tempo de trabalho (horas) Créditos Total Contacto Semestral 200 99 = T:89 + TP:10 8 721 Semestral 75 T:36 3 Psicologia da Saúde 311 Semestral 50 27 = T:21+TP:6 2 Informática 482 Semestral 62,5 TP:27 2,5 Ensino Clínico: Enfermagem Cirúrgica 723 Semestral 362,5 O*:288 14,5 Observações 15 O 5º semestre (Quadro 8) enquadra a temática da Enfermagem de Especialidades MédicoCirúrgicas, situando-se na continuidade das atividades desenvolvidas ao longo dos semestres anteriores. A sua temática centra-se no domínio da pessoa adulta e/ou idosa em situação aguda ou agudizada, necessitando de cuidados urgentes e/ou intensivos. Pretende-se dinamizar a articulação de saberes já adquiridos e possibilitar a aquisição e desenvolvimento de novas competências necessárias aos cuidados à Pessoa /Família, que recorre ao serviço de Urgência e/ou se encontra em Unidades de Cuidados Intensivos ou Intermédios. O período de Ensino Clínico realiza-se em diferentes unidades hospitalares, sendo cada estudante tutorado por um enfermeiro em cada unidade de cuidados, cabendo ao docente da ESS a supervisão pedagógica e a coordenação das atividades desenvolvidas no decorrer do ensino clínico. Quadro 8 - – Estrutura curricular do 5º semestre Área científica Tipo Enfermagem de Especialidades MédicoCirúrgicas 723 Especialidades MédicoCirúrgicas Unidades curriculares Tempo de trabalho (horas) Créditos Total Contacto Semestral 162,5 81 = T: 53 + TP: 12 + PL:16 6,5 721 Semestral 87,5 45 = T: 45 3,5 Investigação I 723 Semestral 50 27 = T:14 + TP:13 2 Estatística 462 Semestral 100 45 = T:25 + TP:20 4 Ensino Clínico – Enfermagem de Especialidades MédicoCirúrgicas 723 Semestral 350 O*: 288 14 Observa ções No 6º semestre (Quadro 9) contemplam-se duas temáticas diferentes: uma referente à problemática da doença na criança/jovem/família e outra referente à pessoa com problemas de saúde mental e/ou psiquiátricos. Tem como finalidade preparar o estudante com os instrumentos que lhe permitam intervir nos problemas potenciais e reais de saúde da criança/jovem/família e da pessoa com problemas de saúde mental. Tendo como referência as temáticas do semestre, os períodos de ensino clínico decorrem em instituições diferenciadas. O Ensino Clínico em Enfermagem de Saúde Mental e 16 Psiquiatria decorre em departamentos de Saúde Mental e Psiquiatria, para além de outras instituições vocacionadas para a área de Saúde Mental, permitindo ao estudante planear, executar e avaliar cuidados de enfermagem à pessoa, cuja situação é determinada por um problema de Saúde Mental e/ou Psiquiátrico. O estudante é integrado nas equipas prestadoras de cuidados, sob a tutoria de um profissional e com a supervisão do docente da ESS. O ensino clínico em Enfermagem Pediátrica decorre em meio hospitalar, em serviços de Pediatria, permitindo ao estudante planear, executar e avaliar, cuidados de enfermagem à criança/jovem/família internada com alterações de saúde, visando autonomizá-los no seu máximo potencial de saúde. Também neste período o estudante é integrado nas equipas multidisciplinares prestadoras de cuidados à criança, tendo a orientação de um enfermeiro tutor do serviço e a supervisão pedagógica do docente da ESS. Quadro 9 - Estrutura curricular do 6º semestre Área científica Tipo Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria 723 Enfermagem Pediátrica Unidades curriculares Tempo de trabalho (horas) Créditos Total Contacto Semestral 125 72 = T: 52 + TP: 11 + PL:9 5 723 Semestral 125 56 = T: 40 + TP: 8 + PL:8 5 Pediatria 721 Semestral 50 24 = T: 24 2 Investigação II 723 Semestral 50 24 = T: 24 + TP: 12 2 Ensino Clínico – Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria 723 Semestral 200 O*: 160 8 Ensino Clínico – Enfermagem Pediátrica 723 Semestral 200 O*: 160 8 Observa ções O 7º semestre (Quadro 10) do CLE, incide na temática de Saúde Comunitária e integra um conjunto de unidades curriculares que, de modo articulado, pretende desenvolver no estudante um leque de conhecimentos, atitudes e comportamentos inerentes à filosofia dos Cuidados de Saúde Primários. Pretende-se que o estudante adquira competências que lhe permitam avaliar os problemas de saúde do indivíduo, família e comunidade; refletir sobre as suas 17 necessidades e prioridades e participar ativamente nas tomadas de decisão e avaliação, de modo a equacionar e colaborar na resolução dos problemas de saúde da comunidade. O período de Ensino Clínico realiza-se em Centros de Saúde/unidades de Saúde onde os estudantes integrados em equipas multidisciplinares de saúde, prestam cuidados em diferentes áreas e desenvolveram projetos de intervenção comunitária, colocando em prática a metodologia do planeamento em saúde. Neste ensino clinico têm a orientação de um enfermeiro tutor no Centro de Saúde/Unidade de Saúde, fazendo o docente a supervisão pedagógica e a coordenação das atividades desenvolvidas pelo estudante. Quadro 10 - Estrutura curricular do 7º semestre Área científica Tipo Enfermagem em Saúde Comunitária 723 Enfermagem em Gerontologia Unidades curriculares Tempo de trabalho (horas) Créditos Total Contacto Semestral 125,5 72 = T: 52 + TP: 11 + PL:9 5,5 723 Semestral 75 32 = T: 22 + TP: 10 3 Enfermagem na Família 723 Semestral 50 24 = T: 14 + TP: 10 2 Seminário 723 Semestral 37,5 S: 16 1,5 Administração dos serviços de saúde 345 Semestral 62,5 32 = T: 20 + TP: 12 2,5 Ensino Clínico: Enfermagem em Saúde Comunitária 723 Semestral 387,5 O*: 320 15,5 Observa ções O 8º semestre (Quadro 11) é fundamentalmente um período de integração à vida profissional, com uma preponderante componente prática. Ao longo do estágio, sob a orientação e acompanhamento de um enfermeiro e supervisão pedagógica do docente, o estudante põe em prática competências anteriormente adquiridas, visando a consolidação de toda a aprendizagem construída nos semestres anteriores, no sentido da sua futura inserção profissional. De acordo com a finalidade deste estágio e no quadro dum projeto individual de trabalho, permite-se que o local seja escolhido pelo estudante, de entre um leque de opções proporcionado pela Escola. Faz ainda parte deste período de aprendizagem a realização de uma Revisão Sistemática da Literatura e de um Relatório Critico de Atividades. 18 Quadro 11 - Estrutura curricular do 8º semestre Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Total Introdução à vida profissional 723 Semestral 37,5 Direito aplicado à Enfermagem 380 Semestral 37,5 Estágio 723 Semestral 675 Créditos Observações Contacto S: 16 TP:20 E: 435 1,5 1,5 27 Este é o culminar do desenvolvimento de um plano de estudos que privilegia de modo evidente a formação com alternância teoria - prática, permitindo ao estudante articular e sedimentar de forma progressiva um vasto e complexo conjunto de saberes de diferentes áreas, numa crescente capacidade de pesquisa, reflexão e análise, com vista a um domínio de conhecimentos, capacidades e habilidades, convergente com o perfil de competências profissionais preconizadas pela Ordem dos Enfermeiros para o enfermeiro de cuidados gerais, bem como de competências académicas previstas nos Descritores de Dublin para os cursos de 1º ciclo do Ensino Superior. 19 5 Estágios/Oficinas/Ensinos clínicos/Projetos Como destacado na apresentação do plano de estudos do CLE, 50% da carga horária (em concreto, 2300h das 4600h que compõem o currículo de licenciatura), é realizada, obrigatoriamente, na componente de ensinos clínicos, desenvolvidos em contextos reais de prestação de cuidados, orientados, avaliados e tutelados simultaneamente por docentes da escola e por enfermeiros das instituições de saúde, que cooperam com a escola, assumindo a função de tutores da prática clínica. Para a efetivação da componente prática do curso, a Escola tem assim de recorrer a diversas Instituições, não só na sua zona de abrangência como noutras regiões do país, procurando selecionar os contextos mais adequados às exigências de formação, nas diferentes áreas que o curso contempla. A colaboração interinstitucional sendo um aspeto fundamental no processo formativo do CLE, remete para a existência de uma pluralidade de protocolos da ESS do IPBeja com diversas instituições, com destaque para as organizações prestadoras de cuidados de saúde do centro e sul do país, que se constituem como locais de ensino clínico. 5.1 LOCAIS DE ENSINO CLÍNICO Neste capítulo pretende-se apresentar os diferentes locais de ensino clínico e estágio, de acordo com o respetivo semestre do CLE. 1º Semestre O Ensino Clínico - Fundamentos de Enfermagem, tem a duração total de 162,5h, sendo 128h de contacto e tem um total de 6,5 créditos. Foi realizado: - No Hospital do Litoral Alentejano (serviço de Medicina, Ala A e B) - Na Unidade Local Saúde do Baixo Alentejo (Unidade de AVC do HJJF e Unidade de Cuidados Continuados do Hospital de São Paulo - Serpa) - Na Unidade de Cuidados Continuados de Ferreira do Alentejo 20 2º Semestre O Ensino Clínico – Enfermagem em saúde Materna e Saúde Infantil, tem a duração total de 312,5h, sendo 256h de contacto e 12,5 créditos. Foi realizado: ACES Baixo Alentejo; ACES Alentejo Litoral, ACES Barlavento Algarvio, Serviço de Maternidade do Hospital José Joaquim Fernandes da ULSBA e Maternidade do Hospital do Barlavento Algarvio. 3º Semestre O Ensino Clínico – Enfermagem Médica, tem a duração total de 378h, sendo 288h de contacto e 14,5 créditos. Foi realizado: -No Hospital José Joaquim Fernandes – Beja (ULSBA) * Serviço de Medicina I * Serviço de Medicina II * Unidade de AVC 4º Semestre O Ensino Clínico – Enfermagem Cirúrgica, tem a duração total de 362,5h, sendo 288h de contacto e 14,5 créditos. Foi realizado: - Na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), nomeadamente no Hospital José Joaquim Fernandes (HJJF), nos seguintes serviços: * Serviço de Cirurgia A * Serviço de Cirurgia B * Serviço de Urologia/Ginecologia * Bloco operatório * Serviço de Cirurgia de ambulatório - Na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, nomeadamente no Hospital do Litoral Alentejano nos seguintes locais: * Serviço de Cirurgia * Serviço de Cirurgia de Ambulatório * Bloco operatório 21 5º Semestre O Ensino Clínico – Enfermagem de Especialidades Médico-cirúrgicas, tem a duração total de 350h, sendo 288h de contacto e 14 créditos. Foi realizado: - Na ULSBA - Hospital José Joaquim Fernandes * Serviços de Urgência, Oncologia, Ortopedia, UCICOR, UCPA - No Hospital Central de Faro * Serviços de Urgência, UCI, UCIC, Oncologia, Ortopedia e Nefrologia - No Hospital Barlavento Algarvio (Portimão) * Ortopedia, UCI, Oncologia, Especialidades Médicas, Especialidades cirúrgicas - Hospital do Litoral Alentejano * Serviços de Urgência, Oncologia e Ortopedia 6º Semestre O Ensino Clínico - Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiátrica, tem a duração total de 200h, sendo 160h de contacto e 8 créditos e decorreu nos seguintes locais: - Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de Nª Sª do Rosário - Barreiro; - AEIPS – Associação para o Estudo e Integração Psicossocial (Lisboa); - Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital J. J. Fernandes – Beja; - Equipa de Tratamento do Centro de Respostas Integradas do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral- Beja. - Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental de Faro O Ensino Clínico - Enfermagem Pediátrica, tem a duração total de 200h, sendo 160h de contacto e 8 créditos e decorreu nos seguintes locais: - Hospital Nª Sª do Rosário – Barreiro (serviço de Pediatria) - Hospital de S. Bernardo – Setúbal (serviço de Pediatria) - Hospital do Barlavento Algarvio – Portimão (serviço de Pediatria) - Hospital Central de Faro (serviço de Pediatria) - Hospital José Joaquim Fernandes – Beja (serviço de Pediatria e Urgência Pediátrica) 22 7º Semestre O Ensino Clínico - Enfermagem em Saúde Comunitária, tem a duração total de 378,5h, sendo 320h de contacto e tem um total de 15,5 créditos, tendo sido realizado: - Unidade de Saúde Familiar – Alfabeja - Unidade de Cuidados na Comunidade Portel - Unidade de Saúde Familiar Lusitânia- Évora - Unidade de Cuidados de Saúde Primários BEJA - Centro de Saúde de Castro Verde - Unidade de Cuidados de Saúde Primários Almodôvar - Unidade de Cuidados de Saúde Primários Odemira - Unidade de Cuidados na Comunidade Odemira - Centro de Saúde de Serpa - Centro de Saúde de Moura - Centro de Saúde de Mértola 8º Semestre O Estágio, no último semestre do curso, tem a duração total de 675h, sendo 435h de contacto e 27 créditos. Foi realizado em diversos hospitais e centros de saúde, como se representa de seguida: USF Alfa Beja 2 USF Lusitânia - Évora HJJF - Beja CS de Sant Cacém - UCC Hospital do Litoral Alentejano ULD. e Man de Mértola Centro de Saúde de Beja I Centro de Medicina e Reabilitação do Sul - São Brás de Alportel CS de Aljustrel CS Castro Verde - UCSP Hospital de Faro CS de Odemira – USCP UCC de L Dur.Odemira Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio Hosp de S Paulo - Serpa CS de Moura 23 5.2 Plano de distribuição dos estudantes Neste capítulo apresenta-se a distribuição dos estudantes pelos diferentes campos de ensino clínico/estágio, conforme o constante nos documentos em Anexo. 5.3 Orientadores da instituição receptora No que respeita ao processo de orientação dos estudantes durante os períodos de ensino clinico, cabe salientar que este assume diferentes modalidades nos vários semestres que integram o plano de estudos. Relativamente ao 1º semestre, todos os estudantes, por grupos, tiveram orientação direta por professores da Escola a tempo integral ou por enfermeiros contratados a tempo parcial como docentes convidados, com supervisão pedagógica dos professores da Escola. No que respeita ao 2º semestre, no ensino clinico de saúde materna os estudantes foram orientados por enfermeiros contratados como assistentes convidados a tempo parcial e com supervisão pedagógica dos professores da Escola. No ensino clinico de enfermagem em saúde infanto-juvenil, os estudantes foram tutorados por enfermeiros dos Centros de Saúde, com supervisão pedagógica do professor da Escola, de acordo com a seguinte distribuição: Quadro 12 – Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 2º semestre Nome Enfermeiro Susana Margarida Silva Cristina Isabel Delfino Mª João Vale Carmen Duarte Cidália Moreira Maria de Jesus Caeiro Deolinda Valente Mª Eduarda Espernega Paula Alexandra Martins Ana Paula Gouveia Paula Cristina Fernandes Sandra Isabel Pino Sónia Marília Borges Margarida Dionísio Ana Maria Felisberto Francisca Machado Maria Ursula C. Santos Carina Isabel Rodrigues Instituição ou Estabelecimento a que pertence CS Alcácer do Sal Centro de Saúde de Grândola CS Aljustrel Centro de Saúde de Moura C S de Vidigueira Centro de Saúde de Portimão Centro de Saúde de Portimão Unidade Saúde Familiar Beja Centro Saúde Serpa Centro Saúde Serpa Centro Saúde Almodôvar Categoria Profissional Habilitação Académica Enfermeira Enfª Especialista Enfermeira Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfermeira Enfª Especialista Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Licenciatura Mestrado Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Mestrado Licenciatura 24 Mª Fernanda Lança Mª da Luz Jorge Catia Vanessa Moura Sandra Serrão Centro Saúde Sines Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Relativamente aos ensinos clínicos do 3º e 4º semestres, todos os estudantes, por grupos, foram orientados por enfermeiros contratados como assistentes convidados a tempo parcial e com supervisão pedagógica de professores da Escola. No que respeita à orientação dos estudantes no ensino clinico do 5º semestre, assenta na tutoria feita pelos enfermeiros dos diferentes serviços, com supervisão pedagógica dos docentes da Escola ou de enfermeiros contratados como docentes convidados em regime de tempo parcial, sendo a distribuição a seguinte: Quadro 13 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 5º semestre Nome Enfermeiro Alexandra Madeira Maria Manuel Pereira Ângelo Santos Manuel José Pereira silvestre Cláudia Sabino Ana Honrado Manuel Antonio Revez Dulce Fitas Armando José Santos Rocha Gonçalo Pólvora Nuno Ruivo Sérgio Oliveira Deolinda de Jesus T Ferreira Carlos Silva Fátima Ratinho Caeiro Helena Isabel Lima Ribeiro Ana Maria Melão Maria Cidália Rato Maria Conceição Pires Sílvia Raposo Sandra Gaudêncio Maria da Conceição Hilário Carla Peres Carla Leocádio João Paiva Artur Rodrigues Albertina Isabel Palma Cátia Silva Viviana Almeida Helga Martins Instituição ou Estabelecimento a que pertence Unidade Local de Saúde de Beja Hospital José Joaquim Fernandes Hospital Central de Faro Categoria Profissional Habilitação Académica Enfª especialista Enfª graduada Enf.º graduado Enf.º graduado Enfº graduado Enfermeira Enfº graduado Enfermeira Enfº graduado Enfermeiro Enfermeiro Enfermeiro Enf.º graduado Enfermeiro Enfª Graduada Enfermeira Enf. Graduada Enf. Graduada Enfª especialista Enf. Graduada Enfermeira Enf. Graduada Enf. Graduada Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura 25 Tânia Nobre Sérgio Nuno Neves Antunes Henrique Manuel Rocha Serrano Ana Filipa Veloso Quintas Jorge Manuel Teixa EIriz Carla Maria da Fonseca Novais Álvaro José Poucochinho da Silva Daniela Cristina C Silva Amador Aurélio dos Santos Pacheco Maria Teresa V Brissos Ana Rita Lança Griff Carina Ferreira Ricardo Serrão Hospital do Barlavento Algarvio Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Relativamente ao 6º semestre, a orientação supõe igualmente a tutoria realizada pelos enfermeiros dos diferentes serviços, com supervisão pedagógica do professor da Escola ou do assistente convidado a tempo parcial, de acordo com a seguinte distribuição: Quadro 14 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino Clínico em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria) Nome Enfermeiro Domingos Malato Mário Rui Rosmaninho Tânia Sofia Fernandes José Alfredo da Silva Luís Filipe Figueira Manuel Luís Mestre Tatiana Alexandra Pacheco Aida Maria Matos Pardal Maria Augusta Silva Ana Maria Rézio Colaço Maria do Carmo Lampreia Luísa Soares Maria Filomena Carrilho Cláudia Figueira Instituição ou Estabelecimento a que pertence DPSM- Hospital N. Srª RosárioBarreiro CRI do BAAL Equipa de Tratamento - Beja Departamento de psiquiatria e Saúde Mental de Beja- HJJ Fernandes Dep de Psiquiatria e S Mental de Faro Categoria Profissional Habilitação Académica Enfº Especialista Enfº Especialista Enfº Graduado Enfº Especialista Enfº Graduado Enfº Graduado Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Graduada Enfermeira Mestrado Mestrado Licenciatura Mestrado Licenciatura Licenciatura Licenciatura Mestrado Mestrado Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Quadro 15 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino Clínico em Enfermagem Pediátrica) Nome Enfermeiro Dalila Pimenta Joana Cassiano Nascimento Ana Patrícia Rebelo Amaral Ana Filipa Reboia Alexandra Fátima Conceição Melanie Bacôco Instituição ou Estabelecimento a que pertence Categoria Profissional Habilitação Académica Hospital Central de Faro Enfermeira Enfª Especialista Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura 26 Vanessa Rosa Lampreia Rita Isabel Fernandes Verónica Várzea Ângela Borbinha Ana Cristina Raposo Cátia Margarida Sousa Vera Viegas Ana Rita Gomes Cármen Coelho Rodrigues Marta Sofia Catarino Maria Joana Brissos Maria João Gervásio Maria Joaquina Bate Sónia Ganhão Batista Ana Sofia Correia Maria Paula Pereira Ruivo Carina Pinto Sousa Lurdes Brito Patrocínio Maria Manuela Magalhães Maria Fernanda Seixas Maria da Conceição Cacheira Paula Cristina Fortes Maria Suzete Amarante Hospital do Barlavento Algarvio Hospital S.Bernardo Setúbal Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo – Hospital José Joaquim Fernandes Hospital Nossa Senhora do Rosário Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfª Especialista Enfermeira Enfª Especialista Enfermeira Enfª Especialista Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Relativamente ao 7º semestre a orientação caracteriza-se pela tutoria efetuada pelos enfermeiros dos diferentes locais de ensino clinico, com supervisão dos professores da Escola, cuja distribuição foi a seguinte: Quadro 16 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 7º semestre Nome Enfermeiro Cândida Mª Santos Luís Manuel Santiago Ana Maria Felisberto Maria Luísa Águas Luís Manuel Rosa Rosa do Anjo Cigarro Rita Cocharra Guerra Maria Luísa Patrício Beatriz Conceição Ferreira Maria Amélia Santos José Custódio Marques Lucas Maria de Guadalupe Pereira Maria da Luz Rosa Jorge Helena Sofia da Silva Maria Margarida Carrilho Maria Teresa Nunes Valente Catarina Maria Colaço Cristina Mestre Arosa Margarida Cristina Coelho Maria Edviges Canário Luzia Ana Cristina Martins Serra Instituição ou Estabelecimento a que pertence USF – Alfabeja UCC Portel USF Lusitânia- Évora UCSP BEJA CS Castro Verde UCSP Almodôvar UCSP Odemira Categoria Profissional Habilitação Académica Enfermeira Enfermeiro Enfermeiro Enfermeiro Enfª Especialista Enfermeiro Enfermeiro Enfª Especialista Enfermeiro Enfermeiro Enfº Especialista Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfª Especialista Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfª Especialista Enfª Especialista Enfermeira Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Mestrado Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Mestrado Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura 27 Ana Raquel Mendes Pereira Hugo Manuel Mendonça Sílvia Alexandra Cunha Luísa Correia Fava José Maria Cerejo Gonçalves Ana Paula Corro Safara José Inácio Farinho Franco Maria da Paz Baltazar Carla Susana Fernandes Maria Filomena Esparteiro Filomena dos Anastácio Liliana de Fátima Guerreiro UCC ODEMIRA CS Serpa CS Moura CS Mértola Enfª Especialista Enfermeira Enfermeira Enfª Especialista Enfermeiro Enfermeira Enfermeiro Enfermeira Enfermeira Enfª Especialista Enfermeira Enfermeira Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Os estudantes do 8º semestre, durante Estágio, são tutorados por enfermeiros dos diferentes serviços/Instituições, com supervisão pedagógica de professores da Escola. Quadro 17- Enfermeiros tutores dos estudantes no Estágio (8º Semestre) Nome Enfermeiro Ana Paula Santana Luís Manuel Pereira Rosa Ana Maria Martins Felisberto Luís Manuel Silva Santiago Maria Luísa de M. R. D Patrício Manuel António V. Morgado Ana Filipa de Sousa Valente Ricardo Jorge H. Susano Judite Maria Henriques Ercília da Glória Gonçalves Mónica Isabel Palma Amaro Lígia Maria Jorge Banha Helena Isabel Marques Maria Amélia Montes Santos Rita Alexandre Almeida Filipe Miguel da Silva Oliveira Ana Cristina Castanheira Andreia Filipa Lampreia Maria Cristina Raimundo Maria Fernanda L. Guerreiro Isabel Maria Rodrigues Vieira Maria Celestina Machado Joana Sofia de Sousa Ribeiro Paulo Miguel Duarte Mário Jorge Quaresma Marta Elisabete Assis Melo Vera Lúcia de M. Relvas Elisabete Sofia Matias Reis Helena Isabel da Encarnação Carla Fernandes Instituição ou Estabelecimento a que pertence USF Alfa Beja 2 USF Lusitânia - Évora HJJF - Beja CS de Sant Cacém - UCC Hospital do Litoral Alentejano ULD. e Man de Mértola Centro de Saúde de Beja I Centro de Medicina e Reabilitação do Sul São Brás de Alportel CS de Aljustrel CS Castro Verde - UCSP Hospital de Faro CS de Odemira – USCP UCC de L Dur.Odemira Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio H Barlavento Algarvio Hospital de Faro HJJF - Beja Hosp de S Paulo - Serpa CS de Moura Categoria Profissional Habilitação Académica Enfª. Especialista Enfº. Especialista Enfª Enfº Enfª Especialista Enfº. Especialista Enfª Especialista Enfº Especialista Enfª Enfª Enfª Enfª Enfª Enfª Enfª Enfº Enfª Enfª Enfª Especialista Enfº Enfª Enfª Especialista Enfª Enfº Enfº Enfª Enfª Enfª Enfª Enfª Mestre Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura 28 5.4 Seleção dos elementos das instituições responsáveis por acompanhar os estudantes A seleção dos elementos das instituições responsáveis pela orientação de estudantes em ensino clinico/estágio, reflete a cooperação interinstitucional e as relações profissionais entre docentes responsáveis pelo ensino clínico e enfermeiros responsáveis/chefes dos serviços onde decorrem as práticas clinicas. Dir-se-ia tratar-se de um processo que se inscreve na decisão sobre as condições de desenvolvimento dos ensinos clínicos, onde são considerados por um lado os objetivos da formação, e por outro as competências do enfermeiro, que enquanto tutor/orientador, garantindo o direito do utente a cuidados de qualidade, favoreça a aprendizagem do estudante. Destacam-se alguns aspetos particularmente relevantes que são tidos em conta desde logo no planeamento de cada ensino clínico, afigurando-se como critérios que orientam o processo de seleção do enfermeiro tutor/orientador: • Ser detentor da Licenciatura em Enfermagem • Desenvolver a sua atividade profissional num tempo de serviço superior a 2 anos • Privilegiar a participação de enfermeiros especialistas (quando existam) no acompanhamento dos estudantes • Reconhecimento no enfermeiro de perfil e competências de índole pedagógica para orientação de estudantes em ensino clínico, por parte do docente responsável pela Unidade Curricular e Enfermeiro Chefe/responsável do Serviço/ Unidade de Saúde. • Desempenho profissional do enfermeiro que para além das funções que são inerentes à categoria profissional a que pertence, inclua funções de especial relevância para o desenvolvimento de práticas pedagógicas como orientadores de estudantes em ensino clínico/estágio. • Demonstração por parte do enfermeiro de recetividade e motivação para o desempenho das funções em causa. Presentemente a Comissão Técnico-Científica e Pedagógica do CLE está a desenvolver trabalho com vista à elaboração de um regulamento de ensino clínico/estágio, para aprovação pelos órgãos competentes, onde, entre outros aspetos, são considerados os relativos a este item. 29 6 Organização interna e mecanismos de garantia de qualidade 6.1 Descrição da estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudos, incluindo a sua aprovação e atualização dos conteúdos programáticos Compete ao Conselho Técnico-Científico pronunciar-se sobre a criação de ciclos de estudos e aprovar os planos de estudos dos ciclos de estudos ministrados nesta instituição. A coordenação do funcionamento dos diferentes ciclos de estudos afetos à Unidade Orgânica ESS, é assumida pelo Diretor e coadjuvado pelo Subdiretor, reunindo periodicamente com o coordenador eleito do CLE. O Coordenador do curso é coadjuvado por uma Comissão Técnico-Científica e Pedagógica, constituída por um docente por cada ano do curso, bem como por um estudante representante de cada ano do curso, todos eles eleitos pelos respetivos pares. Entre outras competências, inclui-se a colaboração na preparação de propostas de alteração do plano de estudos do curso. A distribuição do serviço docente, é aprovada pelo CTC mediante proposta do respetivo Diretor de Departamento e de acordo com critérios definidos pelo CCAA. 6.2 Mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos A CTCP, no âmbito do seu funcionamento, promove reuniões com estudantes e docentes do curso para debater questões relacionadas com o processo ensino aprendizagem, tendo como referência, entre outras, as avaliações das unidades curriculares efetuadas no final de cada semestre e ainda o relatório de avaliação elaborado no final de cada ano letivo. Neste relatório, procede-se à análise de dados de caracterização dos estudantes e docentes, resultados de cada unidade curricular, os quais refletem igualmente a opinião dos estudantes, relativamente, entre outras questões, a aspetos relacionados com metodologias de ensino, modelos de avaliação e relação pedagógica professor(es)/aluno(s). Este processo é coordenado e supervisionado pelo CAQ. Sobre o relatório é emitido parecer por este órgão, assim como pelo CTC, CPC e Conselho Geral.. 30 6.3 Procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do ciclo de estudos No final de cada semestre, os estudantes e docentes preenchem um questionário de opinião relativamente a cada UC, sendo solicitado ao Provedor do Estudante e às Associações de Estudantes a sua intervenção, apelando à participação dos alunos. Esses dados são tratados pelo GQAP, e disponibilizados às CTCPC. Esta análise quantitativa é complementada por uma análise qualitativa, com recurso a entrevistas em painel a estudantes representantes de cada um dos anos curriculares. Estas entrevistas, são realizadas por docentes do Instituto, que não pertencem nem ao curso, nem à UC em questão, e têm como principal objetivo diagnosticar os fatores multicausais que justifiquem os resultados obtidos com tendência mais negativa. A partir dos dados obtidos, a CTCPC com a elaboração do relatório, tem oportunidade de apresentar propostas de medidas corretivas a serem adotadas, e que remetido para o CTC, o CP, o CAQ e o CG, permite uma atuação no âmbito das suas competências, dando cumprimento ao estabelecido nos Estatutos do Instituto. 6.4 Discussão e utilização dos resultados das avaliações do ciclo de estudos na definição de ações de melhoria Após a realização do relatório de avaliação do curso e da respetiva apreciação pelos órgãos competentes, procede-se à sua divulgação. É também alvo de análise em reuniões de estudantes e docentes, numa abertura a sugestões promotoras de estratégias de superação dos problemas detetados. Também o Conselho Pedagógico, Conselho Técnico-Científico e o Conselho para Avaliação e Qualidade, nos pareceres emitidos sobre o relatório, colocados à consideração da respetiva Comissão Técnico-Científica e Pedagógica do curso, orientam o caminho de definição de ações de melhoria. Tendo por base as avaliações efetuadas, cabe referir algumas medidas que foram introduzidas, e que em grande parte se encontram também na sequência das propostas expressas no relatório do ano transato. Assim, podemos verificar que: - Foi revisto o Regime de Precedências do CLE, com aprovação pelos órgãos competentes, entrando em vigor no presente ano letivo - Está em curso uma alteração do Plano de Estudos do CLE 31 - Procedeu-se à reestruturação das aulas de práticas laboratoriais em algumas unidades curriculares, com o desdobramento das turmas, num rácio docente/discente mais facilitador da aprendizagem - Foi elaborada uma folha de registo de atividades e presenças durante os períodos de ensino clínico/estágio, com proposta à Direção, que deu o devido seguimento, com aprovação de documento para esse fim, já a ser utilizado no presente ano letivo - Incremento da participação dos enfermeiros da prática com a sua colaboração na formação dos estudantes em período teórico, desenvolvida no âmbito dos protocolos interinstitucionais existentes - Possibilitar a dispensa de docentes, que se encontram em fase adiantada dos seus trabalhos de doutoramento, pelo incremento de esforços que refletem o contributo do próprio corpo docente no desenvolvimento formativo dos seus pares - Aprovação de uma “proposta de base para a formação de enfermeiros tutores da aprendizagem clínica”, que depois de submetida à Direção, foi apresentada à Presidência, merecendo autorização para o seu desenvolvimento - Participação de docentes e estudantes do Curso de Enfermagem na Equipa de Apoio à Integração Social do Estudante, criada pelo Despacho nº 212/PIPB/2013, enquadrada no funcionamento do IPBeja como Comunidade, Aberta, Solidária, Participativa e Coerente. 32 7 Recursos Materiais 7.1 Áreas disponíveis A Escola Superior de Saúde está inserida no perímetro do Campus do IPBeja. A sua localização permite o acesso fácil a qualquer uma das unidades orgânicas, bem como aos serviços comuns, que servem toda a comunidade académica do Instituto. As salas de aula são em número de 7. São salas amplas, equipadas para uma média de 40 estudantes por sala. Encontram-se todas no 1º piso, à exceção da sala nº 7 que se encontra no piso térreo onde existem também 4 salas de estudo. A escola conta com um laboratório de enfermagem, que contempla quatro espaços distintos, cada um deles com a sua especificidade, que adiante se considera. Numa das alas do 1º andar, existe uma zona de gabinetes, uma sala de reuniões e duas salas de estudo. Os gabinetes destinados principalmente ao trabalho dos docentes, são amplos, sendo ocupados no geral por 2 docentes. O edifício, dispõe duma ampla cafetaria que funciona simultaneamente como espaço de convívio. A Associação de Estudantes da Escola está sediada no piso térreo, num espaço com uma área de 19,17 m2, onde desenvolve grande parte das suas atividades. Verdadeiramente aprazível é o espaço de jardim, com uma área de 7 750 m2 que favorece um enquadramento arquitectónico harmonioso do edifício. Através do quadro seguinte, apresenta-se a distribuição das instalações segundo as áreas, para uma noção global das condições existentes, em termos de espaços físicos. 33 Quadro 18 - Distribuição das instalações segundo as áreas Tipo de Espaço Sala de aulas nº 1 com capacidade para 40 alunos Sala de aulas nº 2 com capacidade para 40 alunos Sala de aulas nº 3 com capacidade para 40 alunos Sala de aulas nº 4 com capacidade para 40 alunos Sala de aulas nº 5 com capacidade para 40 alunos Sala de aulas nº 6 com capacidade para 40 alunos Sala de aulas nº 7 com capacidade para 40 alunos Sala de informática com 11 computadores Zona de convívio Sala de estudo 1 Sala de estudo 2 Sala de estudo 3 Sala de estudo 4 Sala de demonstrações de técnicas Laboratório de técnicas de enfermagem Laboratório de movimento e treino Laboratório de reabilitação Sala de reuniões docentes 17 gabinetes de docentes para 2 pessoas (área total) Associação de estudantes Gabinete do diretor , secretariado e sala de reuniões Gabinete do subdiretor Arrecadações Sala de estudo 1º andar Sala de estudo 1º andar Jardim casa de banho deficientes (2) casa de banho senhoras (5 blocos) casa de banho homens (5 blocos) 7.2 2 Área (m ) e/ou capacidade 85.4 85.8 83.3 84.6 87.8 87.5 62.7 34.5 201.3 12.5 12.5 12.5 12.5 86.1 65.8 72.1 72.96 15.2 290.21 19.2 72.7 15.2 67.2 17.8 14.9 7750 9.6 109.36 103.14 Equipamentos Todas as salas de aula estão equipadas com computador, projetor multimédia, e retroprojetor, com televisão em duas delas. Uma das salas está equipada com os modelos anatómicos necessários a lecionação das aulas de anatomia e fisiologia. A escola conta como se referiu, com um laboratório de enfermagem, que é composto pelo laboratório de técnicas de enfermagem, pela sala de demonstrações, pelo laboratório de reabilitação e pelo laboratório de movimento e treino, sendo estes dois últimos comuns também ao curso de Terapia Ocupacional. Encontra-se em desenvolvimento uma área laboratorial de comunicação, num processo de reestruturação e otimização da utilização 34 de recursos institucionais, considerado no âmbito da partilha do laboratório de comunicação da Escola Superior de Educação do IPBeja. O laboratório de técnicas, assenta na simulação de duas unidades de utentes e está equipado com modelos e materiais, que permitem o treino de um vasto número de técnicas de enfermagem. A sala de demonstrações tem capacidade para 60 estudantes e é também utilizada como sala de aulas em situações de recurso, estando equipada com computador, projetor de vídeo, tela elétrica, quadro branco portátil e retroprojetor. No quadro seguinte, especifica-se com mais detalhe o equipamento existente nos diferentes espaços considerados. Quadro 19- Distribuição do equipamento do laboratório e salas de aulas Tipo de Equipamento Número Modelo reanimação adulto Braço de punção venosa e injeções Simulador injeção IM (deltóide) Simulador injeção IM c/ anatomia (nádega) 2 8 2 Simulador injeção IM (nádega) Modelo de adulto Manequim Nursing Anne c/ lig vital sim Modelo geriátrico Bebé reanimação 6 2 1 1 Modelo bebe Criança reanimação Braço de RN treino punção arterial 9 1 1 Braço de RN para punção intravenosa 1 Torço simulador de bandagem 1 Pélvis demonstrativa 2 Simulador de cateterização feminino e punção vesical 1 Simulador de cateterização masculino e punção vesical 1 Simulador cateterização vesical feminino e masculino e cuidados colostomias 6 Modelo de cuidados a ostomias 1 Modelo de sistema de acesso venoso central 1 Cadeira de rodas 2 Par de canadianas 1 Kit simulador de feridas 4 Modelo exame das mamas 1 Modelo para introdução sonda naso gástrica 1 2 1 35 Tipo de Equipamento Número Simulador para treino de suturas e extração de pontos 8 Incubadora de RN 1 Laringoscópio adulto e criança 1 Cama articulada adulto 2 Cama eléctrica adulto 2 Berço de RN 2 Carro para higiene no leito 1 Esqueleto humano 1 Tronco anatómico 2 Modelo de músculos 1 esfigmomanómetro de aneroid 16 esfigmomanómetro electrónico 5 estetoscópio 14 Pinças pensos (conjuntos) 19 Modelos anatómicos de órgãos ( rins, cérebro, ouvido, coração ) 4 Modelo de bebé para treino de técnicas 4 Bolas (diâmetro 65 cm.) 9 Mesas auxiliares de inox 2 Cabeça bebe RN punção venosa 1 SGS II Kit desenvolvimento da criança 1 Maquina de selagem 1 Bacia insuflável para lavagem de cabeça 2 Balde para lixo 3 Material diverso para uso clínico Roupa de cama de adulto Roupa de berço Roupa de RN Toalhas turcas Apoio para Braço (Espuma Sólida) Tipo de Equipamento 2 Número projector multimédia 8 Leitor de DVD 1 Episcópio 1 Máquina de filmar 3 rádio leitor de CD 1 Leitor de vídeo e TV 3 computadores para docentes 28 computadores para alunos (incluindo salas de aulas) 17 quadro interactivo 3 retroprojector 8 Projector de diapositivos 6 36 8 Pessoal docente 8.1 Equipa docente do ciclo de estudos O corpo docente do Curso de Licenciatura em Enfermagem (9500) no ano letivo de 2012/2013 foi constituído por 28 docentes a tempo integral, sendo que 18 destes têm formação académica na área científica de Enfermagem. Para além destes, o corpo docente do curso integra docentes em regime de tempo parcial com formação académica na área científica de Enfermagem, que participam na orientação e supervisão de estudantes em ensinos clínicos e por docentes de outras áreas que lecionam unidades curriculares do curso. Neste corpo docente, existem 2 (dois) doutorados em Enfermagem, 4 (quatro) doutorados nas áreas de Psicologia, Psicologia da Saúde, Farmácia e Filosofia, e 14 especialistas, sendo que 10 (dez) são especialistas de acordo com o Decreto-Lei n.º 206/2009 de 31 de Agosto, com 9 (nove) da área científica de Enfermagem. Dois docentes, doutorandos, aguardam a defesa da tese de doutoramento em Ciências de Enfermagem (723), contando-se ainda com 4 doutorandos em fase de desenvolvimento da tese, dois deles na área de enfermagem. Podemos observar estes dados através do quadro que se segue. 37 Quadro20 - Corpo docente do Curso de Licenciatura em Enfermagem Regime Departamento Idade a 31/12 /2012 --- CTFP por tempo indeterminado (período exp 5 anos) Exclusiv Educação e Ciências Sociais e do Comportamento 58 F Educação Especial 0,10 723 Master/ Dese CTFP por tempo indeterminado (período exp 5 anos) Exclusiv Saúde 46 F Enfermagem 0,45 Ciências de Enfermagem -Via Ensino 723 Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 52 F --- 0,44 Enfermagem 723 Dese Exclusiv Saúde 56 F --- 0,88 582 Provas Públicas Exclusiv Matemática e Ciências Físicas 53 F Estatística aplicada * 0,13 723 Dese Exclusiv Saúde 47 F Enfermagem 0,40 723 --- Tempo Parcial Saúde 48 F --- 0,27 723 --- Exclusiv Saúde 52 F --- 0,53 723 Licencia tura= Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 60 M Enfermagem* 0,60 721 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 65 M --- 0,17 Habilitação Academica Área de formação Outras Relação Jurídica de Emprego 142 Bioética Mestrado Doutoramento Nome Categoria Adelaide Pereira Jacinto do Espírito Santo Professor Adjunto Mestrado Educação Especial Ana Clara Pica Nunes Professor Adjunto Mestrado Professor Adjunto Ana Cristina Ribeiro da Silva Romão Afonso Martins Ana Maria Barros Pires Ana Maria Caeiro Lebre Professor Adjunto Professor Adjunto Ana Maria Grego Dias Sobral Canhestro Professor Adjunto Ana Maria Neves Martins Luís Ana Paula Lampreia Banza Zarcos Palma Assistente Convidado Professor Adjunto António Carlos do Carmo Carvalho Prof. Coord. s/agregação Licenciatura Bernardo Mendes Loff Barreto Professor Adjunto Convidado Licenciatura Licenciatura Mestrado Licenciatura Mestrado Engenharia Civil Intervenção SócioOrganizacion al em Saúde Enfermagem Ciências da Enfermagem Enfermagem Complement ar Medicina Área CNAEF CTFP por tempo indeterminado CTFP por tempo indeterminado CTFP por tempo indeterminado (período exp 5 anos) CTFP a termo resolutivo certo CTFP por tempo indeterminado Sex Especialista na Área Científica ETI* no Curso 38 Área de formação Área CNAEF Outras Relação Jurídica de Emprego Regime Departamento Idade a 31/12 /2012 Sex Especialista na Área Científica ETI* no Curso Nome Categoria Habilitação Academica David Santos Carpinteiro Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 29 M --- 0,28 Elisabete Rodrigues Fernandes Emília de Jesus Antunes Ferreira Duro João Manuel Figueira Rodeia Assistente Convidado Professor Adjunto Convidado Prof. Coord. s/agregação Licenciatura Enfermagem 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 30 F --- 0,28 Licenciatura Medicina 721 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 54 F --- 0,10 Mestrado Ciências da Enfermagem 723 Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 54 M Enfermagem* 0,74 José Pedro Ribeiro de Matos Fernandes Professor Adjunto Doutoramento Filosofia 226 --- CTFP por tempo indeterminado Exclusiv 51 M --- 0,08 José Pereirinha Ramalho Professor Adjunto Doutoramento Psicologia Clínica 311 --- CTFP por tempo indeterminado Exclusiv 54 M --- 0,04 Lúcia Celeste Moita Batista Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 28 F --- 0,28 523 --- CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Engenharia 41 M --- 0,08 Artes, Humanidades e Desporto Educação e Ciências Sociais e do Comportamento Luís Filipe Nobre Horta Batista Garcia Professor Adjunto Mestrado Engenharia Electrotécnic a e de Computador es Luís Manuel Palma Preletor Licenciatura Medicina 721 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 59 M --- 0,04 Maria Antónia Rasa Correia da Costa Professor Adjunto Mestrado Observação e Análise da Relação Educativa 142 Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 51 F Enfermagem 1,00 Maria Antonieta Pereira de Carvalho da Palma Medeiros Professor Adjunto Mestrado Ciências de Enfermagem 723 Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 50 F Enfermagem 0,77 39 Habilitação Academica Área de formação Regime Departamento Idade a 31/12 /2012 --- CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Educação e Ciências Sociais e do Comportamento 50 F --- 0,08 723 Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 55 F Enfermagem 0,55 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 58 F --- 0,28 723 Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 53 F --- 0,94 723 Dese CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 49 F Enfermagem 0,49 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 49 F --- 0,25 312 --- CTFP a termo resolutivo certo Exclusiv Educação e Ciências Sociais e do Comportamento 40 F --- 0,06 723 Dese Exclusiv Saúde 51 F --- 0,98 723 Dese Exclusiv Saúde 59 F Enfermagem* 0,32 Exclusiv Saúde 46 F Enfermagem 0,58 Exclusiv Saúde 56 F Enfermagem 0,41 Outras Relação Jurídica de Emprego 311 Enfermagem Enfermagem Nome Categoria Maria Cristina Campos de Sousa Faria Professor Adjunto Doutoramento Psicologia Professor Adjunto Doutoramento Assistente Convidado Licenciatura Professor Adjunto Mestrado Professor Adjunto Mestrado Assistente Convidado Licenciatura Área CNAEF Maria da Conceição Batista Correia Maria de Fátima Vila Verde dos Santos Rocha Raposo Maria de Lurdes dos Santos Galvão Figueira Rodeia Maria Dulce dos Santos Santiago Maria Fernanda Henriques Pereira de Melo Maria Inês de Campos de Sousa Faria Estanqueiro Casaca Maria João Galantinho Lampreia Maria Manuela Narciso Pereira Professor Adjunto Prof. Coord. s/agregação Maria Margarida da Palma Goes Professor Adjunto Mestrado Ecologia Humana 723 --- Maria Miquelina da Fonseca Pena Professor Adjunto Mestrado Ciências de Enfermagem 723 Cese Equiparado a Assistente Mestrado Mestrado Mestrado Ciências de Enfermagem -Via Ensino Ciências de Enfermagem Enfermagem Sociologia Ciências de Enfermagem Ciências de Enfermagem CTFP por tempo indeterminado CTFP por tempo indeterminado CTFP por tempo indeterminado (período experimental 5 anos) CTFP por tempo indeterminado, em período experimental Sex Especialista na Área Científica ETI* no Curso 40 Habilitação Academica Nome Categoria Maria Teresa Pereira Gonçalves dos Santos Professor Adjunto Mestrado Marlene Alexandra Ferreira Mendes Equiparado a Assistente Mestrado Área de formação Ciência e Tecnologia dos Alimentos Ciências JurídicoEmpresariais Área CNAEF Sex Especialista na Área Científica ETI* no Curso Exclusiv Tecnologias e Ciências Aplicadas 50 F --- 0,08 CTFP a termo resolutivo certo Exclusiv Ciências Empresariais 36 F --- 0,06 Outras Regime 541 --- CTFP por tempo indeterminado 380 --- Milene Isabel dos Santos Palma Professor Adjunto Convidado Assistente Convidado Nuno Alexandre Colaço do Cabo Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- Patrícia Alexandra Dias Brito Palma Professor Adjunto Doutoramento Farmácia (Toxicologia) 421 --- Rita Isabel Vieira Guerra Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- Sandra Maria Miranda Xavier Silva Professor Adjunto Mestrado Comunicação em Saúde 723 --- Sandra Marise da Copa Inocêncio Quaresma Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- Sérgio Barroso Preletor Licenciatura Medicina 721 --- Sílvia Dias Corujo Teixeira Sónia Alexandra Ruivo Lança Assistente Convidado Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- Licenciatura Enfermagem 723 --- Maurílio Domingos Agostinho Gaspar Departamento Idade a 31/12 /2012 Relação Jurídica de Emprego Licenciatura Medicina 721 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 56 M --- 0,07 Licenciatura Enfermagem 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 28 F --- 0,28 CTFP a termo resolutivo certo CTFP por tempo indeterminado (período experimental 5 anos) CTFP a termo resolutivo certo CTFP por tempo indeterminado, em período experimental Tempo Parcial Saúde 37 M --- 0,18 Exclusiv Tecnologias e Ciências Aplicadas 37 F --- 0,13 Tempo Parcial Saúde 32 F --- 0,27 Exclusiv Saúde 39 F Enfermagem 0,05 Tempo Parcial Saúde 43 F --- 0,13 46 M --- 0,02 Saúde 33 F --- 0,28 Saúde 37 F --- 0,28 CTFP a termo resolutivo certo CTFP a termo resolutivo certo CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Tempo Parcial 41 Nome Departamento Idade a 31/12 /2012 Sex Especialista na Área Científica ETI* no Curso Tempo Parcial Saúde 36 F --- 0,18 CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 31 F --- 0,28 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 52 M --- 0,04 723 --- CTFP por tempo indeterminado Exclusiv Saúde 49 F --- 0,58 Enfermagem 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 30 F --- 0,28 Enfermagem 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Tempo Parcial Saúde 30 F --- 0,28 Categoria Habilitação Academica Área de formação Área CNAEF Outras Relação Jurídica de Emprego Regime Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- CTFP a termo resolutivo certo Assistente Convidado Licenciatura Enfermagem 723 --- Preletor Licenciatura Medicina 721 Professor Adjunto Mestrado Ciências de Enfermagem Assistente Convidado Licenciatura Assistente Convidado Licenciatura Monteiro Sónia Maria Sobral Pereira Susana do Rosário Rafael Velhinho Casteleiro de Góis Telo Fialho Nunes Bettencourt Faria Teresa de Guadalupe de Sousa Pataca Carapinha Santos Teresa do Rosário Teixeira Marques Dionísio Mestre Vanda Maria Marciano Tiago Docentes Convidados 0,15 * Especialista de acordo com o art 47 Dec.lei 74/2006 de 24 de Março 42 Na continuidade dos quadros apresentados, destacam-se alguns dados que se revelam particularmente caracterizadores do corpo docente: • Percentagem dos docentes do ciclo de estudos em tempo integral (100%), na Instituição – 59,6 % • Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento – 11% • Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento na área científica do ciclo de estudos – 9% • Número de docentes do ciclo de estudos a tempo integral com doutoramento na área científica do ciclo de estudos - 2 • Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com título de especialista – 40,6% • Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com título de especialista na área científica do ciclo de estudos – 39,2% • Número de docentes a tempo integral com título de especialista na área científica do curso - 9 • (Número de doutorados do ciclo de estudos+ número de especialista do ciclo de estudos) / Número total de docentes do ciclo de estudos – 40,4 • Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento e com título de especialista – 48,1 % • Percentagem dos docentes que mantem a sua ligação ao ciclo de estudos por um período superior a 3 anos – 83% • Docentes do ciclo de estudos que, nos próximos dois anos, possam a vir a obter o grau de doutor ou o título de especialista - 7 43 9 Estudantes 9.1 Caracterização dos estudantes 9.1.1 Caracterização: género e idade por ano curricular De acordo com os dados apresentados no Gráfico 1, constata-se que o género predominante no curso de enfermagem é o feminino. Os estudantes são jovens, maioritariamente entre os 20 e 23 anos, predominando o grupo com idade inferior a 20 anos no 1º ano do curso. Gráfico 1 – Caracterização dos estudantes por género e idade por ano curricular 35 30 25 ≥ 28 20 24-27 15 20-23 10 Menos de 20 5 0 M F 1º ano 9.1.2 M F 2º ano M F 3º ano M F 4º ano Distrito de proveniência Os estudantes são maioritariamente provenientes do Distrito de Beja (68%), logo seguido dos distritos de Faro (11,1%), Setúbal (5,2%) e Évora (3,9%). De recordar que a 44 preferência regional para o acesso ao curso de enfermagem da ESS é restrita ao distrito de Beja. Quadro 21 - Distribuição dos estudantes por Distrito de origem 9.1.3 Distrito Total % Aveiro 1 0,7 Beja 104 68,0 Braga 1 0,7 Castelo Branco 4 2,6 Évora 6 3,9 Faro 17 11,1 Funchal 1 0,7 Leiria 2 1,3 Lisboa 4 2,6 Porto 1 0,7 Santarém 1 0,7 Setúbal 8 5,2 Viana Castelo 1 0,7 Vila Real 2 1,3 Total 153 100 Escolaridade dos pais Ao nível da escolaridade dos pais dos estudantes, verificamos que predomina o Ensino Básico 3, verificando-se com Ensino Superior 16,3% das mães e 6,5% dos pais dos estudantes. 45 Gráfico 2 - Distribuição da escolaridade dos pais dos estudantes 60 50 40 30 20 9.1.4 10 Mãe 0 Pai Procura do ciclo de estudos Considerada a procura do ciclo de estudos ao longo dos últimos três anos, verifica-se que o curso de enfermagem continua a preencher todas as vagas pelo concurso nacional de acesso, embora o número de candidatos venha a diminuir, assim como o número de candidatos em 1ª opção. Quadro 22 - Procura do ciclo de estudos Procura do ciclo de estudos 2010/2011 2011/2012 2012/2013 Vagas 35 35 35 Nº Candidatos 331 311 129 Nº Candidatos 1ª opção 72 61 24 Nº Colocados 35 33 36 Nº Colocados 1ª opção 21 24 22 Nº Inscritos 25 32 28 Nº Inscritos 1ª opção 19 24 20 Nota Mínima 144 143,3 127 Nota Média 147,3 143,7 136 46 9.2 Regime de ingresso no ano letivo de 2012/2013 No que respeita ao regime de ingresso no curso de enfermagem no ano letivo 2012/2013, constata-se que todas as vagas dos concursos especiais e do regime de mudança de curso, transferência e reingresso foram preenchidos. Quadro 23 – Regime de Ingresso no curso no ano letivo de 2012/2013 9.3 Regime de ingresso 2012/2013 Reingresso 1 Mudança de curso 1 Transferências 1 Titular curso médio e superior 1 Titular de DET 2 Maiores de 23 anos 4 alunos 1º ano 1ª vez 34 Estudantes com estatuto de trabalhador estudante No conjunto dos anos curriculares do curso, apenas 2 estudantes têm estatuto trabalhador estudante, como se pode verificar no quadro seguinte. Quadro 24 - Distribuição dos estudantes com estatuto trabalhador estudante por ano lectivo Género Ano Curricular Nº Estudantes Trabalhadores M F 1º 0 0 0 2º 0 0 0 3º 2 1 1 4º 0 0 0 Total 2 1 1 47 9.4 Estudantes com apoio social O número de estudantes abrangidos por apoio social no curso de enfermagem decresceu em relação ao ano letivo de 2010/2011, notando-se no entanto um aumento no ano letivo 2012/2013 em relação ao ano anterior. Quadro 25 - Distribuição dos estudantes com apoio social nos últimos três anos lectivos Ano Letivo Apoio social Número de alunos bolseiros 2010/11 2011/12 2012/13 53 39 44 48 10 Resultados académicos 10.1 Distribuição das classificações finais por unidade curricular Os resultados relativos à distribuição das classificações finais por unidade curricular são apresentados por ano letivo, com exceção do 1º ano onde são apresentados por semestre, considerando que esta apresentação, dado o elevado número de UCs, facilita a respetiva leitura. De acordo com o Gráfico 3, podemos verificar que a média da avaliação das unidades curriculares do 1º ano 1º semestre, variou entre 12,2 valores em Anatomia e Fisiologia e 15,1 valores em Relação de Ajuda. Gráfico 3 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 1º semestre 16 14 12 10 8 6 4 2 0 13,2 13,3 13,4 15,1 13,1 13,6 12,2 14,5 No que respeita à distribuição das classificações por unidade curricular no 1º ano 1º semestre representada no gráfico abaixo, podemos verificar que a moda mais baixa é 11 valores em Fundamentos de Saúde, a mais elevada é 15 valores no EC – Fundamentos de Enfermagem, afigurando-se a Relação de Ajuda como bimodal com os valores de 14 e 17. 49 Gráfico 4 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 1º semestre EC - Fundamentos de Enfermagem 12 8 Anatomia e Fisiologia Pedagogia 13 9 10 Microbiologia e Parasitologia 5 6 Relação de Ajuda 11 14 10 6 Métodos e Técnicas de Enfermagem 11 11 11 0% 13 13 13 40% N/A 16 N/A 17 1819 17 16 17 14 12 20% 15 17 15 16 14 N/A 15 1617 N/A 16 14 15 12 14 15 13 12 10 História de Enfermagem 14 14 16 13 13 12 13 10 11 12 12 10 11 8 10 Fundamentos de Saúde 15 18 15 15 60% N/A N/A 16 17 1819N/A 16 80% 17 N/A 100% Relativamente ao 1º ano 2º semestre, representada no gráfico seguinte, a média das UCs variou entre 11,2 valores em Moral e Ética e 16,3 valores em Psicologia do Desenvolvimento. Gráfico 5 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 2º semestre 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 16,3 13,4 14,7 12 12,6 11,2 50 A moda variou entre 10 valores nas unidades curriculares de Sociologia da Família e Moral e Ética, e 17 valores em Psicologia do Desenvolvimento. Gráfico 6 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 2º semestre 8 EC-Enf Saúde Materna e Saúde Infantil 5 Moral e Ética Enfermagem em Saúde Materna Psicologia do Desenvolvimento 14 68 11 156 7 8 9 0% 13 12 14 15 16 17 14 30% 15 15 17 40% 50% 60% 17N/A 1314 16 18 N/A 14 16 20% 16 12 13 13 15 10% 11 12 11 2 7 9 12 14 15 10 10 Sociologia da Família Enfermagem em Saúde Infanto Juvenil 13 70% N/A 16 N/A 16 18N/A 18 N/A 80% 90% 100% Reportando agora ao 2º ano, a média variou 12,2 valores a Farmacologia e 17,3 valores a Informática, como se pode verificar no gráfico abaixo representado. Gráfico 7 - Média das classificações por Unidade Curricular no 2º ano 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 16,6 13,4 13,8 14,9 12,2 13,6 17,3 13,2 14,4 A moda mais baixa foi na UC de Medicina com os valores de 12, 13 e 14 e a mais alta ocorreu nas UCs de Psicologia da Saúde e Informática com 17 valores. 51 Gráfico 8 - Distribuição das classificações por UC no 2º ano 7 EC-Enfermagem Cirúrgica EC-Enfermagem Médica 14 15 15 13 Farmacologia 8 Medicina 810 11 Enfermagem Médica 7 8 1011 10% 13 14 13 11 12 16 15 14 13 30% 17 16 13 15 14 40% N/A 50% 17 N/A 14 16 15 17 15 60% 70% N/A N/A 16 12 13 12 20% 15 15 10 N/A 18 14 14 17N/A 19 17 12 5 810 11 12 11 12 18 16 4 61011 0% 16 17 13 Cirurgia Enfermagem Cirúrgica 13 16 Informática Psicologia da Saúde 12 N/A N/A 16 17 N/A 80% 90% 100% No 3º ano, como revelado no quadro seguinte, a média variou entre 11 valores a Investigação I e 17,1 valores a Estatística. Gráfico 9 - Média das classificações por Unidade Curricular no 3º ano 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 17,1 14,9 12,2 15,4 14,6 13,7 15,1 13,1 16,3 15,6 11 52 No 3º ano, no que concerne à moda, esta varia entre 10 valores a Investigação I e 17 valores a Ensino Clínico em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria, como indica o gráfico seguinte. Gráfico 10 - Distribuição das classificações por UC no 3º ano EC-Enfermagem Pediátrica 8 12 14 EC-Enf em Saúde Mental e Psiquiatria 10131415 Investigação II 101113 14 Pediatria 1 5 13 Enf em Saúde Mental e Psiquiatria 12 13 EC-Enf de Especialidades Médico-Cirúrgicas Estatística 14 17 18 10 8 10 Enf de Especialidades Médico-Cirúrgicas 12 13 0% 11 11 12 14 19 20 18N/A N/A 131516 N/A 12 13 15 18N/A 17 16 15 16 17 16 15 14 17 N/A 16 15 N/A N/A 15 16 14 14 Investigação I Especialidades Médico-Cirúrgicas 18 N/A 1617 18 13 15 18 N/A 17 15 12 13 1314 17 16 11 12 Enfermagem Pediátrica 16 15 14 16 15N/A 17 N/A 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% No respeitante ao 4º ano, verifica-se de acordo com o gráfico seguinte, que a média variou entre 13,6 valores na UC de Direito Aplicado à Enfermagem e 17,2 valores na UC de Ensino clínico em Enfermagem em Saúde Comunitária. 53 Gráfico 11 - Média das classificações por Unidade Curricular no 4º ano 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 16,8 14,2 14,2 15,6 17,2 17,2 13,6 A moda por sua vez variou entre 13 valores nas UCs de Enfermagem na Família e Direito Aplicado à Enfermagem e 18 valores no Estágio. Gráfico 12 - Distribuição das classificações por UC no 4º ano Estágio 13 15 16 Direito Aplicado à Enfermagem 10 11 EC -Enf em Saúde Comunitária 15 16 Administração dos Serviços de Saúde 12 Enfermagem na Família 12 Enfermagem em Gerontologia 14 Enfermagem em Saúde Comunitária 3 610 12 0% 17 12 18 13 14 N/A 15 16 17 1415 18 16 17 13 16 13 14 16 17 17 14 1718 18 15 16 17 18 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 54 10.2 Taxa de sucesso por unidade curricular A taxa de sucesso no curso de enfermagem é elevada, como podemos verificar no quadro seguinte. Dos dados apresentados merece salientar que a taxa de sucesso sobre os avaliados foi 100% em 22 das Unidades Curriculares, sendo a mais baixa de 82,22% na Unidade Curricular de Enfermagem em Saúde Infanto-Juvenil. Quadro 26 – Taxa de sucesso por Unidade Curricular Alunos Ano Curric. 1º Ano 2º Ano 3º Ano Unidade Curricular Taxa de Sucesso Insc. Nota < 10 Nota > a 10 Out Total Aval História de Enfermagem 49 1 47 1 Métodos e Técnicas de Enfermagem 44 2 41 1 Fundamentos de Saúde 48 2 40 Relação de Ajuda 49 45 Microbiologia e Parasitologia 47 3 43 44 5 41 41 Pedagogia 50 Anatomia e Fisiologia 49 EC - Fundamentos de Enfermagem 43 Psicologia do Desenvolvimento 40 Enfermagem em Saúde Materna 50 5 Enfermagem em Saúde Infanto Juvenil 48 8 Sociologia da Família 44 Moral e Ética 46 Sucesso/ Inscritos Sucesso / Aval 48 95,92% 97,92% 43 93,18% 95,35% 6 42 83,33% 95,24% 4 45 91,84% 100% 1 46 91,49% 93,48% 6 44 88,00% 100% 3 46 83,67% 89,13% 2 41 95,35% 100% 37 3 37 92,50% 100% 43 2 48 86,00% 89,58% 37 3 45 77,08% 82,22% 38 6 38 86,36% 100% 3 39 4 42 84,78% 92,86% EC- Enf. Saúde Materna e Saúde Infantil 45 1 41 3 42 91,11% 97,62% Enfermagem Médica 39 2 34 3 36 87,18% 94,44% Medicina 41 1 35 5 36 85,37% 97,22% Farmacologia 40 2 Ensino Clínico- Enfermagem Médica 38 35 3 37 87,50% 94,59% 36 2 36 94,74% 100% Enfermagem Cirúrgica 42 2 35 5 37 83,33% 94,59% Cirurgia 43 3 35 5 38 81,40% 92,11% Psicologia da Saúde 40 37 3 37 92,50% 100% Informática 40 Ensino Clínico-Enfermagem Cirúrgica 38 Enfermagem de Esp. Médico-Cirúrgica 37 Especialidades Médico-Cirúrgicas 39 Investigação I 41 2 1 36 4 36 90,00% 100% 35 1 37 92,11% 94,59% 35 2 35 94,59% 100% 36 2 37 92,31% 97,30% 36 5 36 87,80% 100% 34 5 Estatística 39 34 87,18% 100% EC – Enf. de Especial. Médico-Cirúrgicas 37 1 36 37 97,30% 97,30% Enf. em Saúde .Mental. e Psiquiatria 36 3 33 36 91,67% 91,67% Enfermagem Pediátrica 37 4 37 89,19% 89,19% Pediatria 34 33 1 33 97,06% 100% Investigação II 43 39 4 39 90,70% 100% Ens Clin- Enf. S.M.e Psiquiatria 37 35 2 35 94,59% 100% 33 55 Alunos Ano Curric. 4º Ano Unidade Curricular Taxa de Sucesso Insc. Nota < 10 Nota > a 10 Out Total Aval Ens Clin - Enfermagem Pediátrica 36 1 34 1 Enfermagem em Saúde Comunitária 36 2 34 Sucesso/ Inscritos Sucesso / Aval 35 94,44% 97,14% 36 94,44% 94,44% Enfermagem em Gerontologia 35 35 35 100% 100% Enfermagem na Família 35 35 35 100% 100% Seminário 35 35 35 100% 100% Administração dos Serviços de Saúde 34 34 34 100% 100% EC - Enf.em Saúde Comunitária 35 35 35 100% 100% Introdução à Vida Profissional 35 35 35 100% 100% Direito Aplicado à Enfermagem 35 35 35 100% 100% Estágio 34 33 33 97,06% 100% 1 10.3 Distribuição do número de créditos ECTS aprovados por estudante Não nos foram fornecidos estes dados 10.4 Taxa de sucesso/ tempo de conclusão do ciclo de estudos Comparando o número de estudantes que ingressaram no curso no ano lectivo de 2008/2009 com o número de diplomados 4 anos depois, verificamos que houve 10 estudantes que não terminaram o curso no tempo previsto, assinalando-se um estudante que levou mais 1 ano que o previsto. Esta taxa de 70,59% de sucesso no curso é mais baixa relativamente aos anos anteriores, referindo-se que em 2010/2011, 86,11% dos estudantes concluíram o curso nos 4 anos previstos. Quadro 27 –Taxa de sucesso no curso Duração Inscritos 1º do Ciclo ano 1ª vez Diplomados no Ano Lectivo 2011/2012 Taxa de de TOTAL DE Curso >N Estudos Ano Lectivo <N N anos N anos N anos (Nº de 2008/2009 anos* * *+1 *+2 4 % anos *+3 Anos) Enfermagem Sucesso DIPLOMADOS 34 0 24 1 0 0 25 70,59 * N anos = nº de anos de duração do Ciclo de Estudos 56 10.5 Taxa de abandono O quadro seguinte mostra a taxa de abandono no Curso de Enfermagem. Apesar de não ser um número alto, o facto de se verificar uma subida nos últimos anos é motivo de reflexão para o corpo docente. Emerge a indagação sobre as razões de abandono, que desde logo não nos parecem alheias à atual situação do país e às dificuldades económicas que atravessam um número cada vez maior de famílias portuguesas. Quadro 28 –Taxa de abandono Ano Letivo 2011/2012 Ano Letivo 2012/2013 ABANDONO Alunos Total Curso Total Alunos Total Alunos Inscritos Alunos Alunos Transitados Alunos Transitados 1ª Inscritos Diplomados para o ano Inscritos (1) (2) seguinte (3) Taxa Nº do ano (%) vez(*) anterior (4) Enfermagem 141 25 116 153 44 109 7 6,03 57 11 Grau de satisfação dos estudantes e docentes relativamente às unidades curriculares O processo de avaliação das UC proposto pelo GAQ, assenta numa metodologia de análise quantitativa através de questionários aplicados aos estudantes e docentes, bem como de análise qualitativa através de entrevistas em painel a representantes de cada turma, para validar os pontos com avaliação negativa em cada UC. A análise que se apresenta neste ponto refere-se apenas aos resultados obtidos através da aplicação dos inquéritos aos estudantes, ou seja, assenta numa abordagem quantitativa. O inquérito utilizado incorpora os seguintes parâmetros de avaliação (para cada unidade curricular): 1- Preparação inicial para frequência desta UC 2- Motivação face à UC 3- Assiduidade à UC 4- Dedicação a esta UC fora das aulas 5- Adequação das salas de aula face ao n.º de alunos 6- Quantidade de equipamentos face ao n.º de alunos 7- Qualidade dos equipamentos face às necessidades da UC 8- Contribuição dos elementos de estudo para aprendizagem 9- Volume de trabalho necessário para acompanhar as exigências da UC 10 - Método de avaliação é justo e apropriado 11 - Relevância das matérias leccionadas para o curso 12 - Aquisição e compreensão dos conteúdos programáticos desta UC 13 - Assiduidade dos alunos a esta UC 14 - Motivação do(s) docente(s) desta UC 15 - Disponibilidade dos docentes para apoiar os alunos fora das horas de contacto 16 - Relação pedagógica do(s) docente(s)/alunos 17 - Adequação das metodologias de ensino à aprendizagem dos conteúdos programáticos 18 - Considera a carga horária de contacto da UC 58 Os parâmetros de avaliação do nº 1 ao nº 17 (inclusive) têm associada uma escala de posição com 6 possibilidades de escolha: (1) muito inadequado; (2) inadequado; (3) nem adequado nem desadequado; (4) adequado; (5) muito adequado e não sabe/não responde. O item 18 tem associada uma escala de posição com 3 possibilidades de escolha: (1) insuficiente; (2) suficiente e (3) excessiva. Foram aplicados os inquéritos aos estudantes para auscultar a satisfação dos mesmos em relação a 34 unidades curriculares do CLE, todas elas de cariz teórico. Nenhuma UC de Ensino clínico ou o Estágio foram avaliadas, o que significa que pelo menos 50% do curso não foi alvo de avaliação. Na medição utilizaram-se indicadores dos quais saem resultados para análise da satisfação dos estudantes, podendo conduzir à tomada de ações corretivas e preventivas. No quadro representado abaixo, estão assinados a amarelo todos os itens por UC que tiveram média inferior a 3 (considerado um valor neutro) e pela sua análise verificamos que 9 UCs não apresentam nenhum item com média negativa na sua avaliação. As UCs com médias de avaliação inferior a 3 em maior número foram Estatística e Investigação I, com médias negativas em 15 dos itens, e Informática com média negativa em 11 itens. O aspecto avaliado em mais UCs com média negativa foi a “preparação inicial para a frequência da UC”, logo seguido de “contribuição dos elementos de estudo para a aprendizagem”. Verificamos também que a adequação das salas de aula face ao número de alunos, aparece com algumas avaliações negativas. No item “relevância das matérias leccionadas para o curso”, verifica-se que as UCs com média mais elevada são as UCs da área de Enfermagem (723) e Medicina (721). Apresentam-se a seguir gráficos que representam a média das avaliações em cada item por UC por ano lectivo, para complementar a leitura dos resultados. 59 Quadro 29 – média da satisfação dos estudantes por Iten e por Unidade Curricular 1º Ano ITEN 1º SEMESTRE HE MTE FS RA MP 2º Ano 2º SEMESTRE P AF PD ESM ESIJ SF ME EM M F 2º Semestre EC C PS 1º Semestre I EEMC EMC I1 4º Ano 2º Semestre E ESMP EP P 1º SEMESTRE I2 ESC EG EF S 2º Sem ASS IVP DAE 1 2,97 2,89 2,54 2,81 3,17 3,03 3,47 2,83 2,98 2 3,44 4,1 3 4,21 4,67 3,66 4,25 3,46 4,4 4,08 4,16 3,49 3,75 3,61 4,1 3,94 4 3,5 3,85 3,1 5 3,05 3 3,41 3,45 3,43 3,65 3,26 2,84 2,3 3,09 3,5 3,15 3,74 3,67 3,78 4,03 4,03 2,65 3,06 3,34 3,21 2,79 2,9 6 3,24 3 3,59 3,69 3,54 3,68 3,29 3,1 2,81 3,39 3,54 3,33 3,2 3,39 3,67 3,89 3,76 3 2,97 3,21 3,18 2,55 2,76 3,88 7 3,77 3,62 3,58 3,77 3,59 3,8 3,18 3,39 3,02 3,3 3,43 3,41 3,54 3,21 3,56 3,86 3,79 3 2,91 3,31 2,96 2,52 2,72 3,92 4,04 3,83 3,28 3,85 3,88 3,7 3,48 3,8 4,12 4,04 8 3,59 4,21 3,85 3,1 9 3,27 10 3,46 4,18 3,51 3,73 3,46 3,88 3,13 3,39 2,72 3,05 3,39 3,28 3,94 3,48 2,57 3,74 3,37 3,74 2,71 3,52 2,96 2,1 2,93 3,92 4,25 4,17 2,96 11 3,54 4,62 3,44 3,7 3,49 3,58 4,34 3,77 3,72 4,05 2,89 3,62 4,37 3,97 3,69 4,34 4,14 3,5 2,29 3,97 3,68 1,86 1,79 4,19 4,63 4,48 2,69 4,23 4,04 3,48 3,48 3,53 4,25 4,12 12 3,79 4,21 3,13 3,65 3,3 3,77 3,42 3,5 3,32 3,55 3,11 3,31 4,06 2,94 3,19 3,89 3,83 3,53 2,74 3,52 3,07 1,86 2,38 3,85 4,08 3,87 2,88 3,88 3,81 3,44 3,07 3,43 4,21 3,84 13 3,39 4,32 3,26 14 3,51 4,13 3,51 4,28 3,27 4,13 3,11 3,8 3,21 3,48 3,75 3,82 4,14 3,33 3,81 4,03 15 3,26 4,11 3,84 3,77 3,23 3,95 3,32 4,1 3,22 3,56 3,37 3,63 4,14 2,36 3,77 4,09 3,49 3,65 2,38 3,24 2,75 2,55 2,24 4,04 4,29 3,43 3,27 4,46 4,58 3,63 3,48 4,57 16 2,84 3,92 3,92 4,13 3,14 4,43 3,29 4,06 3,15 3,32 3,56 3,85 4,2 2,97 3,89 4,14 3,69 3,79 2,97 3,62 17 3,51 4,21 3,36 3,8 3,38 4,05 2,84 3,68 2,94 3,09 3,32 3,33 3,83 2,76 3,47 4,06 3,8 3,53 2,38 3,34 3,04 1,93 1,9 18 1,87 1,63 2,11 1,92 1,92 4 3 1º Semestre 3º Ano 2,36 2,76 3,17 2,24 2,03 3,37 3,2 2,97 3,58 2,89 2,85 1,59 2,89 3,24 3,71 3,3 2,92 3,15 3,15 3,04 2,52 2,6 3,18 2,16 3,1 3,78 3,08 3,9 3,82 3,48 3,21 3,57 2,86 3,08 3,97 3,18 3,39 3,3 3,11 3,65 4 4 3 4 3,77 3,18 3,12 3,45 2,85 4,69 4,17 4,46 3,88 4,82 3,39 3,53 3,73 2,89 3,03 4,09 3,36 4,11 4,06 4,03 3,24 3,67 2,97 3,61 3,68 3,64 3,73 3 4 3,9 2 2,82 3,65 4,29 3,91 2,77 3,92 3,46 3,3 2,67 3,23 4,04 3,36 3,22 3,5 3,64 4,04 4,33 3,91 3,73 4,35 4,35 3,07 3,11 3,21 3,96 3,87 3,54 4,15 3,76 3,48 3,22 3,83 3,46 3,92 3,88 4,21 4,22 3,54 3,96 3,96 3,85 4 4,63 4,53 4,64 4,84 4 4,13 4,12 4,36 3,96 3,36 3,92 3,88 3,81 3,81 3,87 4,12 4 3,46 4,09 1,97 3,91 4,17 3,83 3,24 2,79 3,41 2,29 1,59 2,17 3,88 3,75 3,09 2,85 4,46 4,08 2,78 3,52 4,17 3,52 4,08 3,37 3,59 3,75 3,7 3,59 3,32 2,87 3,11 3,54 3,38 3,38 2,61 2,89 3,8 3,77 3,44 2,71 3,24 3,04 2,54 2,69 4 4 4 4 4 3,87 3,23 3,73 3,5 3,33 3,37 3,6 2,95 3,52 4 3,77 3,38 3,58 3,87 3 3,58 2,92 3,85 3,66 3,68 3,04 3,62 3,18 3,49 3,6 2,38 4,28 3,74 4,09 3,45 4,18 3,55 2,82 2,72 2,86 3,88 3,92 3,61 3,08 4,19 3,77 3,44 4,37 3,87 4,32 4,28 2 1,32 1,55 1,76 1,86 2 4 1,95 1,69 1,76 1,58 1,79 1,71 3,76 2,76 3,31 2 2,35 1,97 3 3 2 2,59 1,9 2,52 2,1 4 4,29 4,26 3,04 4,38 4,23 3,54 3,67 4,3 4,08 4,4 4 4,12 4,12 4,21 3,96 3,5 4,42 4,5 3,33 3,56 4,5 4,08 4,4 3,92 4,17 3,91 2,96 4,12 4,12 3,44 3,22 3,93 4,12 2,41 2,38 1,92 1,83 1,86 2,2 1,88 1,92 1,81 2 2 2 4 1,52 60 Gráfico 13 – Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 1 semestre 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 1 2 3 4 5 HE 6 7 MTE 8 FS 9 10 11 12 13 14 15 16 17 RA MP P AF Gráfico 14 - Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 2 semestre 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 1 2 3 4 5 6 PD 7 ESM 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 ESIJ SF ME 61 Gráfico 15 - Média das avaliações por item em cada UC do 2º ano 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 1 2 3 4 5 6 EM 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 M F EC C PS I Gráfico 16 - Média das avaliações por item em cada UC do 3º ano 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 1 2 3 4 EEMC 5 6 EMC 7 I1 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 E ESMP EP P I2 62 Gráfico 17 - Média das avaliações por item em cada UC do 4º ano 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 1 2 3 4 ESC 5 6 EG 7 EF 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 S ASS IVP DAE 63 12 – Ambiente de ensino/aprendizagem 12.1 Medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso académico dos estudantes. Inicialmente, é através dos responsáveis das Unidades Curriculares que o percurso académico dos alunos é refletido, em virtude da proximidade que estes atores educativos apresentam. Todavia a Comissão Técnico-Científica e Pedagógica, pela visão abrangente que possui da estrutura curricular do curso, assume neste processo um papel de destaque, ao nível da orientação e do aconselhamento do percurso escolar do estudante. Também o Conselho Pedagógico, enquanto órgão integrador das perspetivas das diferentes Unidades Orgânicas, no âmbito das suas competências, entre vários aspetos, cabe pronunciar-se sobre orientações pedagógicas que se repercutem naturalmente no percurso formativo dos estudantes. Face a determinadas situações detetadas, quando considerado necessário os estudantes são encaminhados para o Gabinete de Apoio Psicopedagógico que proporciona: Sessões de Apoio Pedagógico; Sessões de (Re) Orientação vocacional; Sessões de Aconselhamento de Carreira; Seminários; Congressos e/ou Cursos Breves de Educação não Formal, que com as restantes medidas anteriormente assinaladas, configuram um conjunto de possibilidades de apoio e aconselhamento com que os estudantes podem contar. 12.2 Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade académica. A presidência do IPBeja, as direções das Unidades Orgânicas, as Comissões Técnico Científicas e Pedagógicas dos Cursos e os gabinetes de apoio ao aluno (GAAD, GAPP, GIVA), ativos ao longo do ano letivo, promovem uma sessão de boas vindas no início do ano letivo, na qual são explicitados os serviços e os princípios orientadores da instituição, das escolas e dos respetivos cursos. 64 O Dia do Instituto, celebrado anualmente, constitui um momento de abertura dos órgãos, permitindo o convívio científico/cultural de todos os alunos da instituição. As Associações de estudantes em articulação com o Provedor do Estudante, tendo como função a defesa dos interesses dos estudantes e a sugestão de ações de melhoria das condições de ensino e de estímulo da participação na comunidade, apresentam igualmente importante papel integrador do estudante na comunidade académica. De referir ainda a Semana de Receção ao Caloiro e a Semana Académica, que são exemplos de eventos, promovidos também com essa mesma finalidade. No âmbito dos cursos, e ao longo do ano, são desenvolvidos eventos científicos e/ou aulas abertas a toda a comunidade académica interessada. De referir também as atividades desenvolvidas pela Equipa de Apoio à Integração Social do Estudante, criada pelo Despacho nº 212/PIPB/2013, com importante papel na promoção da integração dos estudantes. Assinala-se ainda um conjunto de atividades desenvolvidas no âmbito do funcionamento do Gabinete de Mobilidade e Cooperação, com o objetivo de acolher e integrar os estudantes estrangeiros que chegam ao IPBeja e em concreto ao Curso de Enfermagem da ESS, no contexto dos programas de mobilidade existentes. 12.3 -- Medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de financiamento e emprego. O GAPP faz um Workshop anual dirigido aos finalistas subordinado ao tema “Preparação para Procedimentos de Recrutamento e Seleção”, onde se abordam metodologias de procura de emprego no País e no Espaço Económico Europeu, se treinam os participantes na elaboração do CV, anúncio de emprego, carta de candidatura e carta de candidatura espontânea. São ainda abordados documentos legais sobre os direitos e deveres do trabalhador e do empregador e sobre a tramitação dos procedimentos concursais na Administração Pública. O IPBeja Empresas e IPBeja Empreendedorismo desenvolvem ações de reflexão e de incentivo a boas práticas de empreendedorismo e de contacto com empreendedores, nomeadamente, seminários sobre empreendedorismo, apoio à concepção e validação ideias/planos de negócio. Será criado o observatório da empregabilidade e inserção profissional dos diplomados que pretende recolher os perfis de empregabilidade e de inserção profissional, com diagnóstico de necessidades de formação. 65 12.4 - Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes na melhoria do processo ensino/aprendizagem. Após a análise quantitativa dos dados recolhidos através da aplicação de questionário aos alunos, procede-se a entrevistas em painel a representantes de cada um dos cursos, com o objetivo de conhecer os fatores multicausais que justificavam uma avaliação menos satisfatória relativamente a algumas das variáveis consideradas. Estes resultados são apresentados à Comissão Técnico Científica e Pedagógica do Curso que os analisa, sendo incluídos no relatório de avaliação do curso, e determinantes de propostas de ações de melhoria, como as já referenciadas anteriormente em relação à avaliação do ano anterior. 12.5 Medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento mútuo dos créditos. O Gabinete de Mobilidade e Cooperação do IPBeja, contempla diversos programas de mobilidade e cooperação, a vários níveis e em vários âmbitos, e num envolvimento com a coordenação de curso, e com o docente responsável pela mobilidade, monitorizam o processo de reconhecimento e garantem a sua efetivação. Entre outros aspetos, destacam-se algumas medidas com vista à promoção da mobilidade, como: Promoção de reuniões de sensibilização e informação junto dos coordenadores de curso; Divulgação das oportunidades de mobilidade diretamente junto dos estudantes e com recurso ao-email e página Web do IPBeja; Criação e desenvolvimento de página Web dedicada à mobilidade No IPBeja existe pleno reconhecimento de créditos ECTS obtidos no âmbito da realização de períodos de mobilidade no estrangeiro, em aplicação do disposto no Decreto – Lei n.º 42/2005, de 22 de Fevereiro e no ECTS User’s Guide 2009, onde assenta a definição do plano de estudos a frequentar em mobilidade para o aluno, nacional ou estrangeiro. Outras competências obtidas pelo estudante em mobilidade, para além do plano de estudos definido, podem ser objeto de reconhecimento de créditos através do Suplemento ao Diploma. 66 13 Empregabilidade Não nos foram fornecidos estes dados 67 14 Resultados das atividades científicas / tecnológicas e artísticas 14.1 Publicações do corpo docente do ciclo de estudos em revistas nacionais/internacionais nos últimos 3 anos e na área do ciclo de estudos É inquestionável a importância da investigação realizada pelo corpo docente de uma Escola, na medida em que é uma atividade dirigida para a produção de novos conhecimentos e potencia o encontrar de novas soluções para os problemas existentes. Ao longo dos anos a produção científica pelo corpo docente da escola tem sido uma atividade que, de certo modo, se desenvolve essencialmente no âmbito das exigências decorrentes da formação académica e progressão na carreira. Os principais motivos apontam para uma concentração de esforços nas atividades letivas, quer a nível de ensino teórico como em ensino clínico, demarcando-se também a necessidade de um Centro de Investigação na área cientifica, ou da ligação dos professores a outros existentes, que incremente a produção de investigação e as decorrentes publicações científicas na área do ciclo de estudos. No ano letivo anterior este cenário sofreu alterações significativas, sendo que o relatório do ano anterior reflete um aumento da produção científica realizada pelos docentes, que não se refletiu igualmente durante o ano de 2013. É de realçar, contudo, que existem vários docentes que terminaram ou estão a terminar o seu doutoramento, o que pressupõe um esforço que se vai refletir nesta atividade. Salientamos que os dados que apresentamos relativamente ao ano 2011/2012 se referem apenas aos docentes a tempo integral, integrados no Departamento de Saúde. São as seguintes as publicações realizadas pelos docentes: • Ana Clara Pica Nunes Nunes, Ana Clara P. (2012) As implicações da perturbação bipolar na família. Revista Pensar Enfermagem. Co-autora do Artigo de Revisão da Literatura. Aguarda publicação • Ana Cristina Ribeiro da Silva Romão Afonso Martins 68 Martins, Ana Cristina R.S.R.; Pena, M.M.F.; Santos, T.G.S. P.C.,(2013)Acidentes com crianças no Sul de Portugal/ Perfil epidemiológico , Rev enferm UFPE on-line., Recife, 7(6):446671, Junho, 2013 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2742 • Ana Maria Sobral Canhestro Lucas JCM, José H, Canhestro AMGDS. (2013). Intervenção comunitária em pessoas idosas com obesidade. Rev enferm UFPE on line., Recife, 7(2):497-503, fev., 2013 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/viewFile/281 1/pdf_2041 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2811/p df_2040 • Maria da Conceição Batista Correia Correia, M. da Conceição; Soares, M. Dulce (2012) “The reflective practice and development of competence of nursing students caring for critical patients” .Journal of Nursing, : 6(4): 1818-820 Soares, M. Dulce ;Correia, M. Conceição (2012)“ “Reprocesses and Reuse of single-use devices: Ethical Reflection”, publicado na Revista de Enfermagem, edição de Abril de 2012 • Maria Margarida Palma Goes Goes, M. Margarida P. (2012) :"Acessibilidade a Cuidados de Saúde da População IdosaAbordagem em Análise Geoespacial para o Distrito de Beja". Conferência Internacional sobre Enfermagem Geriátrica (CIEG-2012) (http://www.cieg2012.org/docs/CIEG2012_livro_atas.pdf ) • Ana Maria Barros Pires Pires, Ana Maria (2012). A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e a enfermagem no século XX: leituras na imprensa feminista. Referência, III Série nº 8, Dez., pp. 171-178. Pires, Ana Maria; Nunes, Lucília (2013). Chamem o José Bernardo! Uma evocação histórica em cinco atos. Enviado para publicação na revista Pensar Enfermagem em março de 2013 69 Pires, Ana Maria; Nunes, Lucília (2013). A Escola Profissional de Enfermagem nas páginas do jornal Diário de Notícias (1919-1931). Enviado para publicação na revista Cadernos de Saúde da Universidade Católica Portuguesa em dezembro de 2013 • Maria Manuela Narciso Pereira Espada, Carla V. O. A, & Pereira, M. Manuela N .(2012) - Quedas em idosos a viver na comunidade: politicas de saúde e estratégias de prevenção: the health policies and strategies of prevention; Rev enferm UFPE UFPE [on line], 6(5) : 1226-33, Maio 2012 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2625 Francisco, Cristina A. D.R, & Pereira, M. Manuela N.P.(2012) Abordagem reflexiva sobre o papel do cuidador informal na continuidade dos cuidados em contexto domiciliário; Rev enferm UFPE [on line]; 6(6) : 1453-8, Junho 2012 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2741 Simões, Anabela M., & Pereira, M. Manuela N(2012) Abordagem reflexiva sobre educação parental em intervenção comunitária ; Rev enferm UFPE [on line], 6(8):1958-64, Agosto 2012 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/3017 Sandra M. X., & Pereira, M. M.N. (2012) Abordagem reflexive sobre a competência emocional na prática de cuidados de enfermagem ; Rev enferm UFPE [on line], 6(4) : 932-40, Abril, 2o12 Rev enferm UFPE on line. 2012 Apr;6(4):932-40 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2658/p df_1214 Pazes, M.C.E., Gonçalves, J.D.A., Pereira, M.M.N., (2012) Envelhecimento e relações intergeracionais: que desafio para o sec. XXI? E-BOOK do 1º Congresso Internacional do Envelhecimento, Lisboa, 8 e 9 de Junho de 2012 Ferreira, R.M.F., Pereira, M. M. N., Xavier, S. M. M. (2012) A formação contínua e o desenvolvimento de competências no Professor, Rev enferm UFPE on line. 2012 Sept;6(9):2298-306, Setembro 2012 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2735 Pereira, M. & et al (2013). Reflective approach about health and quality of life of the elderly in the community context, Rev enferm UFPE [on line],Recife, 7(9)5756-64 , Setembro 2013 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/5552 70 Rocha, Bruno Miguel Parrinha; Martins, Alexandra Isabel Cabrita; Pereira, Maria Manuela Narciso; Santos, Patrícia Isabel Mourão; Mestre, Ricardo Emanuel Sousa. Perfil de saúde dos adolescentes de uma cidade no Algarve. Referencia 2013; III(9). http://www.index-f.com/referencia/2013/39-085.php> Rocha, B.P.; Pereira, M.M.N.(2012) Educação sexual interpares em adolescentes, Saúde Reprodutiva e Sociedade, Nº 2, 2012 (24-33) • Maria Dulce Santiago Soares Santiago, M. Dulce; Santiago, M. Felizarda (2011). ”Vital exhaustion, anxiety and personality in Intensive Care”. ESICM Newsletter October 2011. Santiago, M. Dulce., Correia, M. Conceição B. (2012). Reprocessed and reuse of single-use devices: ethical reflection. Rev enferm UFPE on line. Apr;6(4):924-31. Correia, M.Conceição , Santiago, M. Dulce (2012).The Reflective Practice and Development of Competence of Nursing Students Caring For Critical Care Patients. Rev enferm UFPE on line. May:6(5):1818-820. • Maria João Galantinho Lampreia Peladinho, M.I.G., & Lampreia, M.João G. (2012, May). Evaluation of the quality of life in patients with colorectalcancer subjected to palliative chemotherapy. J Nurs UFPE [on line], 6(5): 1156-64 • Maria Antónia Rasa Correia da Costa Costa, M. A. (2011). Demência de Alzheimer:Impacto na Pessoa Doente e na Família. Revista Nursing, 268, 12-18. • Ana Paula Lampreia Zarcos Palma Palma, Ana Paula L.Zarcos(2012) Perspetiva cultural na conduta suicida: abordagem reflexiva, Rev enferm UFPE on line. 2012 Apr;6(4):1818-820 • Sandra Maria Miranda Xavier Silva Pereira, M. & et al (2013). “Reflective approach about health and quality of life of the elderly in the community context”, Journal of Nursing UFPE On Line [JNUOL}, v.07, n.09. Xavier, S. & et al. (2013). “Comfort in patients with no chance of cure - what does it mean?”, Journal Of Nursing UFPE On Line [JNUOL / DOI: 10.5205/01012007], v.07, n.6. 71 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/3282/p df_2785 Xavier, S. & Pereira, M. (2012). “Reflective approach on emotional competence in the practice of nursing care” Journal Of Nursing UFPE On Line [JNUOL / DOI: 10.5205/01012007], v.06, n.4. Ferreira, R., Pereira, M., & Xavier, S. (2012). “The training and development of skills in teacher” Journal Of Nursing UFPE On Line [JNUOL / DOI: 10.5205/01012007], v.06, n.9. • Maria Miquelina da Fonseca Pena Martins, Ana Cristina R.S.R.; Pena, M.M.F.; Santos, T.G.S. P.C.,(2013)Acidentes com crianças no Sul de Portugal/ Perfil epidemiologico , Rev enferm UFPE on line., Recife, 7(6):446671, Junho, 2013 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2742 • Maria Teresa Pataca Carapinha dos Santos Martins, Ana Cristina R.S.R.; Pena, M.M.F.; Santos, T.G.S. P.C.,(2013)Acidentes com crianças no Sul de Portugal/ Perfil epidemiologico , Rev enferm UFPE on line., Recife, 7(6):446671, Junho, 2013 http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2742 14.2 Comunicações do corpo docente • Ana Maria Grego Sobral Canhestro Canhestro, A.M. S - Prevenção da doença e Promoção da Saúde, apresentada no âmbito da Semana Aberta “A comunidade somos nós”, organizado pelo IEFP - Centro de Formação Profissional de Beja, em 24 de Maio de 2011 Canhestro, A.M. S - Vigilância em Saúde Infantil no 1º ano de vida, apresentada no âmbito das Jornadas “Nascer e Crescer” - Jornadas de Saúde Materno-Infantil”, organizadas pela ULSBA, realizadas em Moura em 18 de Maio de 2012 Canhestro, A.M. S - Envelhecer com saúde – promoção da saúde das pessoas de meiaidade, Seminário para doutorandos, em 5 de Julho 2012 72 Canhestro, A.M. S - Intervenção Comunitária: Novas ideias Novos desafios, apresentado no âmbito das III Jornadas de Enfermagem Comunitária da ESS do IPBeja, em 1 de Fevereiro de 2013 Canhestro, A.M. S - Envelhecer com saúde – promoção da saúde das pessoas de meiaidade, Seminário para doutorandos, em 12 de Setembro 2013 • João Manuel Figueira Rodeia Rodeia, João Manuel F. - III Jornadas de Enfermagem “Acrescentando Valor aos Cuidados de Saúde” do HLA 1 e 2 de Junho de 2012-comunicação “Supervisão em Enfermagem” Rodeia, João Manuel F. - Ano Europeu do Envelhecimento Activo –“cuidar e ser cuidado: partilha de experiências no ano de proximidade entre gerações”- comunicação “a Importância do Cuidar e da Interação Humana para o Desenvolvimento Humano” dia 10 de Dezembro de 2012. Rodeia, João Manuel F. - I Jornadas de Enfermagem de Urgência do HJJF- “Aspectos éticos nas intervenções de enfermagem no serviço de urgência”, dia 19 de Abril de 2013. Conferência Hospital do Litoral Alentejano, “ A ética como contributo para a leges artis”, no dia 13 de Junho de 2013 • Maria Dulce dos Santos Santiago Santiago, Mª Dulce; Santiago, Mª Felizarda (2011). “Exaustão vital nos enfermeiros em UCI“. Comunicação apresentada nas 2ªs Jornadas de Psicologia Clínica e da Saúde do Hospital de Faro E.P.E. – A Investigação na Acção. Santiago, Mª Dulce; Santiago, Mª Felizarda (2011). ”Vital exhaustion, anxiety and personality in Intensive Care”. Poster presented at the 24th Congress of the European Society of Intensive Care Medicine - Berlin. Correia, Mª Conceição, Santiago, Mª Dulce (2011). “Orientação para a Prática Reflexiva e Desenvolvimento de Competências do Estudante de Enfermagem em contexto de cuidados ao doente crítico”. Comunicação apresentada na XI Conferência Iberoamericana de Educação em Enfermagem da ALADEFE – Coimbra • Ana Maria Barros Pires Pires, Ana Maria (2011). “Enfermeiro de família – o foco e o contexto”. Apresentado no 3º Encontro Nacional de Unidades de Saúde Familiar. Figueira da Foz; 73 Pires, Ana Maria (2011). “Do Projecto EU Enfermeiro de Família”. Apresentado na IV Conferência do Conselho de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros. Lisboa Pires, Ana Maria (2012).”Chamem o José Bernardo ou das competências de um enfermeiro no dealbar da I República”. Apresentado no V Congresso Ibero-americano de Pesquisa Qualitativa em Saúde. Pires, Ana Maria (2013). “História de Enfermagem, para quê?”. Apresentado no Encontro de História de Enfermagem na Escola superior de enfermagem de S. Francisco das Misericórdias. Lisboa Pires, Ana Maria (2013). “A valorização da enfermagem feminina em Portugal no inicio do século XX”. Apresentado no I Simpósio Internacional de História de enfermagem. Lisboa • Maria da Conceição Batista Correia Correia, Mª Conceição, (2011). “Orientação para a Prática Reflexiva e Desenvolvimento de Competências do Estudante de Enfermagem em contexto de cuidados ao doente crítico.” Comunicação que apresentou na XI Conferência Ibero-americana de Educação em Enfermagem da ALADEFE, organizada pela Associação Latino- americana das Escolas e Faculdades de Enfermagem, pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e pela Unidade de Investigação em Ciências da Saúde – Enfermagem. Correia, Mª Conceição, (2012). “Construção de Competências: O Enfermeiro em UCI”. Comunicação apresentada nas JORNADAS DE ENFERMAGEM EM CUIDADOS INTENSIVOS: A Pessoa em Situação Crítica, promovidas pela Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente do Hospital de Faro, EPE, nos dias 24 e 25 de novembro de 2012. Correia, Mª Conceição, (2012). “Os Enfermeiros e o processo de se construir competente no cuidado à pessoa em UCI”. Comunicação apresentada no Encontro de Doutorandos em Enfermagem da Universidade de Lisboa, em 12 de Maio. Correia, Mª Conceição, (2012).” Aquisição e desenvolvimento de competências: o processo nos enfermeiros em UCI” Comunicação apresentada, no simposium “Um dia aberto com a Investigação” na ESS- IPS, Santarém em 16 de abril. Correia, Mª Conceição, (2013).” Modelo integrador de desenvolvimento de competências no enfermeiro em UCI” Conferência de abertura nas Jornadas de investigação na ESS – IPS SANTAREM, em 4 de julho. 74 Correia, Mª Conceição, (2013).” O processo de se construir Competente no cuidar da pessoa em situação critica” Comunicação apresentada no dia 16 de dezembro, nas jornadas de formação da UCI na ULSBA. • Maria Margarida Palma Goes Goes, M. Margarida Palma - Ata de um congresso internacional, realizado no dia 26 de Outubro de 2012, CIEG, 2012 Goes, M. Margarida Palma - Poster "Acessibilidade a Cuidados de Saúde da População Idosa- Abordagem em Análise Geoespacial para o Distrito de Beja", 2012. • Ana Clara Pica Nunes Nunes, A. C.P (2012) Projeto de Intervenção Comunitária “Cuido de Mim”, nas II Jornadas de Enfermagem Comunitária “Novos tempos, novos desafios, novas estratégias”, realizadas em Beja nos dias 2 e 3 de Fevereiro de 2012. Nunes, A. C.P (2012) Relatora nas II Jornadas de Enfermagem Comunitária “Novos tempos, novos desafios, novas estratégias”, realizadas em Beja nos dias 2 e 3 de Fevereiro de 2012 • Ana Paula Lampreia Banza Zarcos Palma Palma, A.P.L.Z.(2011) Comunicação no I congresso Ibérico de Psicogerontologia dia 31 -5 2011 no IPB. Prevenção do suicídio na Pessoa Idosa. Palma, A.P.L.Z.(2011) Comunicação no seminário na Rede Social de Beja no Grupo Integrado de Intervenção Técnica- no dia 18 de Abril de 2011 com o Tema: Intervenção Comunitária em Saúde Mental. • Teresa de Guadalupe Sousa Pataca Carapinha dos Santos Pataca, M.T.S.C.(2011) “Imagens de Velhice – Sementes de Sabedoria” em II Conferência Família e Intervenção Social, Instituto Politécnico de Beja – Escola Superior de Educação no dia 14/6/ 2011. • Maria Manuela Narciso Pereira Pereira, M.M.N., Pazes, M.C.E., Gonçalves, J.D.A.(2012) - Envelhecimento e relações intergeracionais: que desafio para o sec. XXI? 1º Congresso Internacional do Envelhecimento, Lisboa, 8 e 9 de Junho de 2012 • Maria de Lurdes Galvão Figueira Rodeia 75 Rodeia, M.L.S.G.F. (2011 ) workshop “ A arte da Calma pelo relaxamento” 11º congresso Nursing 17 d 18 de Fevereiro Rodeia, M.L.S.G.F. (2012 ) Comunicação: “A Natureza do Parto” 1as jornadas de Saúde Materno-Infantil da Margem do Guadiana ULSBA- Serpa 18 e 19 Maio • Sandra Maria Miranda Xavier Xavier, S & et al. (2012). Desempenho do trabalho emocional em enfermagem: Qual o potencial terapêutico em diferentes contextos clínicos? Comunicação apresentada na 12.ª Conferência Internacional de Investigação em Enfermagem. Enfermagem Baseada na Evidência: Estratégias de Investigação (APE), em Lisboa. Xavier, S. & et al. (2012). O desempenho do trabalho emocional no processo de cuidar da criança em fim de vida e sua família, comunicação apresentada na 12.ª Conferência Internacional de Investigação em Enfermagem. Enfermagem Baseada na Evidência: Estratégias de Investigação (APE), em Lisboa. Xavier. & et al. (2011). O ensino de Enfermagem em contexto clínico: semelhanças e diferenças no contexto europeu, comunicação apresentada na XI Conferencia Iberoamericana de Educação em Enfermagem, em Coimbra. 14.3 Atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, prestação de serviços à comunidade, nos últimos 3 anos e na área do ciclo de estudos Considerando que a escola não pode desligar-se dos aspetos socioculturais e do desenvolvimento da região onde está inserida, é-lhe atribuída a responsabilidade de partilhar os seus conhecimentos e as tomadas de decisão no sentido de promover a saúde da população. Neste âmbito de prestação de serviços à comunidade, foram realizados os seguintes serviços: • Ana Maria Grego Sobral Canhestro – Dinâmica de Grupo com os Enfermeiros da UCC de Odemira 18 de Maio de 2012 - Jornadas "Nascer e Crescer" (Dezembro de 2011) • Ana Clara Pica Nunes 76 - Colaboração com a Cáritas Diocesana de Beja, tendo participado numa reunião de formação sobre o tema “Ser Cuidador” no dia 9 de Outubro de 2012. - Integra o projeto sobre “Violência Doméstica” do Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias da Saúde da Universidade de Évora, 2012 • Maria da Conceição Batista Correia Sessões de formação desenvolvidas na Cáritas Diocesana, dirigidas aos assistentes operacionais como cuidadores, seguindo o tema “Necessidades transversais e especificas no cuidado ao idoso” (setembro de 2011 a outubro de 2012) Sessões formação aos cuidadores informais / familiares, subordinadas á temática CUIDAR de quem Cuida - (setembro de 2011 a outubro de 2012) • Teresa de Guadalupe Sousa Pataca Carapinha dos Santos Coordenadora do ACOMPANHA- Projeto Comunitário de Voluntariado de Proximidade da Cidade de Serpa – Distrito de Beja, resultante de Parceria entre várias Entidades Públicas desta comunidade, entre as quais o IPBeja com o objetivo de minorar o isolamento e solidão e promover o bem estar e a saúde dos idosos. Inicio da Intervenção ComunitáriaJulho de 2011. • Ana Paula Lampreia Banza Zarcos Palma Participação em Projeto Nacional do Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias da Saúde desenvolvido na Universidade de Évora na temática VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. (2010) 14.4 Seminários, congressos, encontros realizados no âmbito do ciclo de estudos Há também a salientar a organização de Seminários temáticos ao longo do curso que envolvem os estudantes, docentes de todos os semestres e contam com a participação de professores convidados, nomeadamente: - III Jornadas de Enfermagem Comunitária, subordinadas ao tema “Saúde Comunitária: Agora mais que nunca”, organizadas pelo III curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem comunitária, realizadas em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2013. 77 No âmbito do desenvolvimento das atividades dos diferentes semestres do curso foram realizados vários seminários, que se apresentam no quadro que se segue Quadro 30- Seminários realizados no âmbito dos semestres letivos em 2012/2013 SEMINÁRIOS POPULAÇÃO ALVO A realidade da Unidade de Endoscopia Estudantes do 1º Semestre do 2º Ano Docentes da UC CIPE: operacionalização dos registos electrónicos através da linguagem CIPE Estudantes do 1º Semestre do 2º Ano Docentes da UC Experiência da Consulta HIV – SIDA – HJJF - ULSBA Estudantes do 1º Semestre do 2º Ano Docentes da UC Prevenção e Tratamento de Úlceras de Pressão da ULSBA Estudantes do 1º Semestre do 2º Ano Docentes da UC Prevenção e controlo de infecção hospitalar Estudantes do 1º Semestre do 2º Ano Estudantes do 2º Semestre do 2º Ano Docentes da UC Conferência “Reabilitar para a cidadania” Estudantes do 1º Semestre do 2º Ano Docentes da UC Enf Médica e docentes da UC Ensino Clínico Enf Médica ORGANIZADORES Responsável da UC Enf. Médica Docentes da UC Enfermeiras Ana Paula Fernandes Cansado Gomes, Laureana Fernandes André (ULSA - Unidade de Endoscopia do HJJF) (a colaboração desenvolve-se com base no protocolo estabelecido) Responsável da UC Enf. Médica Docentes da UC Enfermeiro Eduardo Luís Pelado (ULSBA - HJJF) (a colaboração desenvolve-se com base no protocolo estabelecido) Responsável da UC Enf Médica Docentes que lecionam Enfermeiro José Carlos Agostinho Santana Neves (ULSBA - Consulta de HIV-SIDA do HJJ) (a colaboração desenvolve-se com base no protocolo estabelecido) Responsável da UC Enf Médica Docentes que lecionam Enfermeiro João Manuel Ildefonso Dias - (ULSBA - Grupo de Prevenção e Tratamento de Úlceras de Pressão) (a colaboração desenvolve-se com base no protocolo estabelecido) Responsável da UC Enf Médica Docentes que lecionam Enfermeira Vanessa Benedito (ULSA - Grupo de Controlo e Infeção Hospitalar do HJJF) (a colaboração desenvolve-se com base no protocolo estabelecido) Responsável da UC Enf Médica Responsável da UC Ensino Clínico Enfermagem Médica Preletora Diretora Clínica do ª CMR do Sul, Dr. Arminda Lopes 78 SEMINÁRIOS POPULAÇÃO ALVO ORGANIZADORES Docentes convidados; orientadores da prática clínica O enfermeiro no Cuidado à pessoa em contexto do Serviço de Ortopedia: Cuidados de enfermagem à Pessoa com aparelho gessado e com tração esquelética e cutânea. O Enfermeiro em oncologia; A Pessoa doente submetida a quimioterapia, radioterapia. A importância da Equipa multidisciplinar O Enfº no cuidado á pessoa em situação emergente e urgente: uma abordagem e revisão dos princípios base. Interação dos recursos no contexto do serviço de urgência para optimização do seu funcionamento. Seminário dirigido aos estudantes do 3º ano 1ºsemestre complementar à UC de EEMC. Responsável da UUC de EEMC, em parceria com a convidada Enfª Ana Afilhado, chefe do serviço de Ortopedia e Especialista em Enfermagem medico-cirúrgica. Seminário dirigido aos estudantes do 3º ano 1ºsemestre complementar à UC de EEMC. Equipa do serviço de oncologia: Enfª Alexandra Madeira, Enfª Ana Maria Ameixa Melão, Psicóloga Clinica Ana Cristina Charraz, Seminário dirigido aos estudantes do 3º ano 1ºsemestre complementar à UC de EEMC. Responsável da UUC de EEMC em parceria com o convidado Enfº Joaquim Brissos, chefe do serviço de Urgência na ULSBA, doutorando em sociologia da saúde. A rede de cuidados continuados Estudantes do 1º Semestre do 4º Ano Docentes da UC Sexualidade na pessoa idosa Estudantes do 1º semestre do 4º ano Docente da UC Responsável da UC Enf Saúde Comunitária Docentes que lecionam Enfº Tomé (ARS Alentejo) Responsável da UC Enf. Em Gerontologia Enfº Bruno Rocha Foram também realizadas visitas de estudo, como podemos observar pelo quadro que se segue. 79 Quadro 31 –Visitas de estudo realizadas no âmbito dos semestres letivos VISITAS DE ESTUDO POPULAÇÃO ALVO ORGANIZADORES Visita à Clinica de Hemodiálise Fresenius Care, com observação e permanência nas salas de cuidados durante uma manhã. Estudantes do 3º ano-1º semestre Docentes da Equipa Responsável da UC Ensino Clínico de Enfermagem de Especialidades Médico- cirúrgica Estudantes do 3º ano 1ºsemestre complementar á UC de EEMC. Responsável da UC Ensino Clínico de Enfermagem de Especialidades Médico- cirúrgica Visita ao centro hospitalar Lisboa Centro, nos serviços de Neurocirurgia, Urgência Geral com Trauma- room e Unidade de queimados. Visita à Unidade de diálise – DPCA, no hospital Espirito Santo - Évora. Grupo de 7 estudantes do 3º ano /1º semestre Visita de Estudo ao Centro De Medicina e Reabilitação (CMR) do Sul, São Brás De Alportel Estudantes do 1º Semestre do 2º Ano Docentes da UC Enfermagem Médica e docentes da UC Ensino Clínico Enfermagem Médica Docentes convidados: orientadores da prática clínica Responsável da UC Ensino Clínico de Enfermagem de Especialidades Médico- cirúrgica em parceria coma Enfª chefe Elisa Brissos da referida Unidade de cuidados. Responsável da UC Enfermagem Médica Responsável da UC Ensino Clínico Enfermagem Médica Diretora Clínica do CMR do Sul, ª Dr. Arminda Lopes Enfermeiro Coordenador, Enfermeiro Pedro Preto 80 15 Internacionalização Quadro 32- Mobilidade Erasmus de estudantes País Cursos Alunos TOTAL Espanha M F M F Recebidos Enfermagem Enviados 1 1 3 7 Lituânia Suécia Turquia 1 3 4 9 2 1 2 Quadro 33- - Mobilidade Erasmus de docentes País Curso Docentes TOTAL Suécia Recebidos Enfermagem Enviados M F M F Turquia 1 2 2 1 2 0 2 81 16 Protocolos de cooperação e parcerias no âmbito do ciclo de estudos Com vista à cooperação e parcerias interinstitucionais, a ESS tem estabelecido Protocolos com várias instituições e entidades, nomeadamente: • Protocolo com a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo – ULSBA (27 DE Agosto de 2009), que sucedeu ao protocolo com o Centro Hospitalar do Baixo Alentejo (28 de Dezembro de 2006) • Protocolo com a ARS do Alentejo celebrado a 11 de Junho de 2007 • Protocolo com a ARS do Algarve (7 de Novembro de 2007) • Protocolo com o Hospital Distrital de Faro (27 de Novembro de 2006) • Protocolo com o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio (3 de Setembro de 2007) • Protocolo com o Hospital de Nossa Senhora do Rosário - Barreiro (Dezembro de 2007) • Protocolo com o Centro Hospitalar de Setúbal (Novembro 2008) • Protocolo com o Hospital do Litoral Alentejano (Novembro 2008) • Protocolo entre os Institutos Politécnicos de Beja, Santarém, Portalegre, Viseu e Universidade do Minho. • Protocolo de colaboração entre o Instituto Politécnico de Beja e o Centro de Medicina e Reabilitação do Sul (14 de Maio de 2012); • Protocolo de colaboração entre o Instituto Politécnico de Beja e o Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Litoral (1 de Março de 2011) e • Protocolo de colaboração entre a Universidade Católica Portuguesa e o Instituto Politécnico de Beja (16 de Fevereiro de 2011). 82 17 Análise SWOT do ciclo de estudos Seguidamente é apresentada a posição estratégica do CLE com a identificação do ambiente externo e interno. Neste contexto geral, podem sistematizar-se, através de uma análise de SWOT, alguns aspetos mais relevantes da caracterização do curso, procurandose fazer um paralelismo com o relatado em anos anteriores. De modo a identificar os pontos fortes e fracos do CLE e podermos estabelecer alguma análise evolutiva desde 2010, data de elaboração do 1º relatório, solicitámos a colaboração de docentes e discentes para preenchimento de um questionário já aplicado em anos anteriores, composto por três perguntas abertas, duas delas visando a identificação dos pontos fortes e pontos fracos e uma terceira nas sugestões para ultrapassar as limitações apontadas. A apresentação embora simplificada não quer ser redutora, nem aleatória. A matriz SWOT encontra a sua fundamentação no diagnóstico, qualitativo e quantitativo, que foi realizado anteriormente e permite fazer ponte para a elaboração das conclusões e recomendações. Relativamente à análise externa, não identificámos ilhas de oportunidade, mas salientamos ainda a procura traduzida no número e média de admissão dos candidatos, que embora tendo diminuído, é superior à de outras escolas da região Alentejo e inclusive nas localizadas mais a sul. Salientamos como importantes ameaças, que no presente momento se colocam para o curso de Enfermagem, essencialmente a baixa demografia aliada à incapacidade do mercado de trabalho em dar resposta à procura, recorrendo os enfermeiros recém formados em elevado número à emigração, nomeadamente nas turmas finalistas no ano anterior. Estas variáveis são externas à organização e parecem-nos fora do controlo da gestão mesmo a nível de topo e a curto prazo. Poderão explicar a diminuição do número de candidatos para o CLE, embora tendo todas as vagas preenchidas no concurso geral de acesso. 83 17.1 Pontos identificados pelos docentes e discentes Pontos Fortes: 1. A filosofia do Curso, com uma aposta na formação generalista e com uma forte componente laboratorial e prática, quer dentro da Escola, nas diversas instituições de saúde e junto da comunidade. 2. A notável melhoria no número de docentes doutorados (2) em Enfermagem, face ao ano letivo anterior, pois não havia qualquer doutorado na área especifica do curso. 3. Um elevado número de docentes especialistas pela Ordem dos Enfermeiros em cursos de especialização nas diversas áreas de especialidade de enfermagem, nomeadamente Saúde Pública, Enfermagem Comunitária, Saúde Materna e Obstétrica, Saúde Mental e Psiquiatria, Saúde Infantil e Pediatria, e Enfermagem Medico – Cirúrgica. Têm mantido estabilidade nas mesmas áreas curriculares do curso há algum tempo, o que referem como fator positivo para o desenvolvimento das suas atividades docentes. 4. Laboratório genericamente bem equipado; 5. Acompanhamento docente dos estudantes nos períodos de ensino clínico nos dois primeiros anos e a supervisão assídua nos restantes ensinos clínicos e estágio. 6. Relações institucionais entre a escola e organizações prestadoras de cuidados de saúde. 7. O elevado reconhecimento por parte do corpo discente da qualidade pedagógica, empenhamento e disponibilidade por parte da maioria dos professores; 8. Relação pedagógica professor- estudante 9. Articulação teórico prática com Ensino Clinico no imediato seguimento do período teórico, em alternância. 10. Sucesso no aproveitamento alcançado pelos estudantes durante a licenciatura. 11. Disponibilidade de recursos informáticos, audiovisuais e bibliográficos específicos. Pontos fracos: 1. Baixa produção científica associada a escassa participação docente em projetos de investigação e publicação científica ligada ao curso e à ausência de estratégias para o desenvolvimento da investigação assim como de projetos de investigação. 2. O facto das formações pós-graduadas, em particular dos cursos de especialização não estarem aprovados como mestrados; 84 3. O facto de ainda não ter sido dada a aprovação ao curso de especialização médicocirúrgica/pessoa em situação critica quando é conhecida e publica a elevada procura pelos enfermeiros nomeadamente na região e nos campos que utilizamos em EC. 4. Comunicação complexa entre docentes com vista à mobilização e articulação nos conteúdos programáticos em algumas UC(s), e necessidade de “definir/aferir” uma linha de conduta. 5. Estrutura central complexa e regulada de modo “disfuncional” que leva a atropelos dada a “proliferação de cargos” e competências que se misturam. 6. Relativa autonomia que interfere na organização do curso, nomeadamente na programação das suas atividades, dado o nivelamento de procedimentos, sem atender às particularidades de cada curso. 7. A linha condutora parece perder-se, sente-se muito esbatida com cortes e alterações sucessivas nas cargas da UC e amputação de conteúdos programáticos importantes, sentida por docentes e discentes. 8. Elevado rácio docente/discente no contexto de grande parte das práticas laboratoriais e nos ensinos clínicos; 9. Computadores nos gabinetes dos docentes em “mau estado” , sendo pouco funcionais 10. Salas com má acústica e falhas frequentes no suporte; 11. Aulas que decorrem em espaços de outras unidades orgânicas; 12. Condições de acesso restritas (Preferência regional restrita a área de influência de Beja) 13. Descida progressiva das médias de ingresso no curso, embora se mantenham como as mais elevadas na região Alentejo Oportunidades: 1. O processo de formação é convergente com as respostas às necessidades de saúde da população. 2. Internacionalização do curso 3. Funcionalidade da plataforma de e-Learning 4. Empregabilidade a nível nacional e internacional 5. O previsível doutoramento, nos próximos dois anos, de 3 professores. 85 Constrangimentos: 1. O contexto depressivo económico e financeiro nacional, que se fez sentir ainda mais durante este período, com reflexo no IPBeja, nos estudantes e famílias e particularmente nas instituições de saúde, designadamente naquelas em que são realizados os EC; 2. A inexistência de mestrados nesta área na ESS/IPBeja que potenciem e promovam outra dinâmica na instituição/domínio científico mais motivadores e produtivos. 3. Circuito de comunicação/informação supra regulamentado a nível do IPB. 4. Sobreposição de atividades letivas com as inerentes atividades de âmbito social e cultural das praxes académicas 5. Necessidades acrescidas de apoio para a realização de ensinos clínicos/estágios fora de Beja 6. A “maturidade” do estudante como pessoa, que se exige para que este se assuma como agente ativo da sua formação, numa linha preconizada pelo modelo bolonha. 17.2 Sugestões para ultrapassar as limitações e constrangimentos considerados 1. Alargar a preferência regional às regiões do Alentejo e Algarve para acesso ao CLE 2. Criar condições institucionais para o desenvolvimento de investigação/publicação científica na área da saúde/enfermagem 3. Reequacionar a área CNAEF de algumas Unidades Curriculares 4. Rever o período de praxes académicas do IPBeja, no contexto do calendário escolar do CLE 5. Incremento dos apoios à realização dos ensinos clínicos no exterior 6. Desenvolver projetos de prestação de serviços de saúde/enfermagem à comunidade no âmbito do processo de formação do CLE 86 18 Proposta de ações de melhoria Neste ponto, centrar-nos-emos nas ações que se inserem no âmbito restrito de competências da CTCP, previstas nos Estatutos do IPBeja. Muitas outras ações de melhoria passam por uma aposta/estratégia de outros órgãos institucionais, Presidência, Direção, Conselhos Técnico-Científico e Pedagógico, Departamentos, Gabinete de Comunicação e também pelo necessário sentido de responsabilidade e/ou participação dos docentes ligados ao curso, apesar de todos os limites e constrangimentos já indicados. Propostas de ações de melhoria: 1. Dinamizar a criação de um Centro de Investigação em Enfermagem em colaboração com as instituições de saúde parceiras na formação, assente no reconhecimento da construção recíproca do conhecimento na ação, e nos contextos clínicos e formativos, perspetivando a melhoria contínua e a qualificação e reconfiguração das práticas e da formação clínica. 2. Dinamização de trabalho em rede, integrando projetos transversais às outras escolas do IPBeja e/ou com outras escolas de saúde da região Alentejo e Algarve. 3. Revisão do plano de estudos do curso com a adequação e introdução de UC (s). 4. Oferta de formação em Inglês e Alemão, para alargar as oportunidades futuras dos estudantes, que cada vez mais não passam só por Portugal. 5. Reforçar a aposta em protocolos com instituições/organismos vários do sector, visando dinamizar um «laboratório» permanente para o Curso, que incremente a formação em parceria, numa co-participação visível não apenas a nível de práticas laboratoriais e de EC/estágio, mas ao longo de todo o ano letivo, de acordo com as necessidades e especificidades de cada contexto. 87 Anexos 88 Distribuição dos estudantes no EC do 1º semestre INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE XXV CURSO DE LICENCIATURA EM ENFERMAGEM CRONOGRAMA DE ENSINO CLÍNICO ANO 2013 MÊS Jan SEMANAS DIAS Fevereiro 17 28 29 30 18 31 1 4 5 6 19 7 8 11 12 13 20 14 15 18 19 20 21 22 ALUNOS Abibo Vaz T Ana Margarida Rolo T Ana Ramrath T Carlos Medina T Helena Madeira T João Rosa T Maria João Silva T Milena Cerqueira T Adriana Anastácio Alexandra Loureiro Carolina Correia Guilherme Peladinho Catarina Valente Mafalda Furtado Miguel Zambujeira Marta Mestre Alexandra Correia Beatriz Gonçalves C A R N A V A L Edgar Lameiro Joana Neves Márcia Machado Marco Di Leo Neuza Palma Soraia Coelho Ana Cardoso Ana Galrito Ana Baião André Martins Catarina Silvestre Daniela Alexandra Inês Maia Inês Dias Jéssica Parraça Maria Canhoto Maria Inês Inácio Miguel Romão Mónica Lourenço Patrícia Silva Rodrigo Firme Rui Parente Lenia Alfares Tânia Maldonado Uni dade de AVC- HJJF-CHBA Introdução ao semestre-ESS U. C. Conti nuados - H.S.Paulo de Serpa-CHBA Aval iações U.C.C.Santa Casa da Miseri códia-Ferreira do Alentejo Servi ço Medicina-Ala A-H.Li toral Alentejano Di a li vre Servi ço Medicina-Ala B-H.Li toral Alentejano Carnaval 89 90 91 92 Distribuição dos estudantes no EC do 5º semestre 10/12/2012 14/01/2013 Ensino Clinico a 10/12/2012 a 8/02/2013 CAMPOS ESTÁGIO Nº alunos PORTIMÃO FARO 8 9 SANTIAGO DO 3 CACÉM BEJA 15 a 11/01/2013 8/02/2013 SERVIÇOS 1º GRUPO 2º GRUPO UCI 1 1 ESPECIALIDADES CIRÚRGICAS 1 1 ORTOPEDIA 2 2 ESPECIALIDADES MÉDICAS 3 3 ONCOLOGIA 1 1 URGÊNCIA 2 2 UCI 2 2 UCIC 1 1 ONCOLOGIA 1 1 ORTOPEDIA 2 2 NEFROLOGIA 1 1 URGENCIA 2 1 ONCOLOGIA 1 1 ORTOPEDIA - 1 URGÊNCIA 4 4 ORTOPEDIA 4 4 UCIC (CARD) 2 2 ONCOLOGIA 2 1 UCPA 3 3 35 Distribuição dos estudantes no EC Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria no 6º semestre 93 3º Ano /2º semestre XXIICLE 94 Enfermagem Pediátrica-ensino clínico 160 h/5 semanas Hospital Serviço Nº alunos Período estagio 2 08/07/13 a 19/07/13 2+2 13/05/13 a 17/06/13 + 20/06 a 07/07/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 20/06/13 a 19/07/13 Pediatria Hospital Central de Faro Urgência Pediátrica 25/06/12 a 27/07/12 Pediatria 21/5/12 a 22 /6/12 Urgência Pediátrica Hospital S. Bernardo Setúbal Pediatria Urgência Pediátrica Neonatologia ULSBA Neonatologia Pediatria ULBSA Urgência Pediátrica NEONATOLOGIA Centro Hospitalar Pediatria Barreiro-Montijo HOSPITAL N S ROSARIO Urgência pediátrica 1 20/06/13 a 19/07/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1+ 1 13/05/13 a 17/06/13 + 20/06/13 a 19/07/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 13/05/13 a 17/06/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 1 20/06/13 a 30/06/13 01/07/13 a 19/07/13 1 1 1 13/05/13 a 17/06/13 13/05/13 a 17/06/13 20/06/13 a 19/07/13 13/05/13 a 17/06/13 1 20/06/13 a 19/07/13 1 95 Quadro I - Distribuição dos estudantes do XX CLE pelos locais de ensino clínico INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE ENSINO CLINICO – ENFERMAGEM EM SAÚDE COMUNITÁRIA XX CLE - DE 26/11/2012 A 15/02/2013 UCSP BEJA Inês Daniel Isabel Romão Ângela Roque CS Serpa Patrícia Perdigão Patrícia Romeiro Sara Monteiro Diana Machado Margarida Abrantes Joana Gregório USF- AlfaBeja CS Moura Alexandro Mendonça Filipa Paiva Inês Fialho Tânia Mota Joaquim Duarte Ana Isabel Caeiro Ana Marta Maurício Carla Valente UCC Odemira Ana Rita Matias Margarida Cardoso Solange Guerreiro Inês Ferreira UCSP Évora Tânia Tereso M. Inês Rodrigues UCSP ODEMIRA CS Castro Verde Cátia Silva Karina Fernandes Tânia Beldroegas Andreia Nilha CS Almodôvar André Pereira Cátia Coelho Inês Canário Tânia Franco CS Mértola Emanuel Cruz Vladimiro Velhinho CS Portel Ana Rita Silva Marisa Pereira LOCAIS DE ESTÁGIO PARA OS ALUNOS DO XX CLE 96 ALUNOS LOCAL DE ESTÁGIO DOCENTE Alexandre Mendonça HOSPITAL DE FARO - Cirurgia ACarlos Ana Caeiro ULSBA - CS de Moura Ana Clara Ana Matias Santa Casa da Misericórdia de Odemira - Unidade de Cuidados ACarlos Continuados Ana Maurício ULSBA - HJJF Unidade AVC Paula Zarcos Ana Rita Sillva ULSBA - USF Alfa Beja João Rodeia André Luz ULSBA - CS de Castro Verde Paula Zarcos Andreia Nilha ULSBA - CS de Aljustrel Paula Zarcos Ângela Roque ULSBA - CS de Beja - UCSP Ana Clara Carla Valente HOSPITAL DE FARO - Serviço de Ortopedia Poente ACarlos Cátia Coelho Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, São Brás de Alportel ACarlos Diana Machado ULSBA - USF Alfa Beja João Rodeia Emanuel Cruz Santa Casa da Misericórdia de Mértola - Unidade Internamento de Longa Paula Zarcos Duração. Filipa Paiva ULSBA - USF Alfa Beja João Rodeia Inês Canário CHBA (Portimao) - UIDA ACarlos Inês Ferreira ACES Alentejo Litoral - CS de Santº do Cacém - Extensão de Saúde de João Rodeia Santo André Inês Fialho ULSBA - USF Alfa Beja João Rodeia Isabel Romão CHBA (Portimão) Cirurgia ACarlos Joana Gregório Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, São Brás de Alportel Acarlos Margarida Abrantes ULSBA - HJJF Serviço de Ortopedia Paula Zarcos Margarida Cardoso ACES Alentejo Litoral - CS de Odemira ACarlos Maria Inês Rodrigues Centro de Saúde Évora João Rodeia Marisa Pereira ULSBA - CS de Beja - UCSP Paula Zarcos Patrícia Perdigão HOSPITAL DE FARO - Medicina 3 ACarlos Sara Monteiro ULSBA - Unidade de Convalescença, Hospital de São Paulo, Serpa Ana Clara Solange Guerreiro HLA Medicina B - Hospital Litoral Alentejano João Rodeia Tânia Beldroegas Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, São Brás de Alportel ACarlos Tânia Franco CHBA (Portimão) - Ortopedia ACarlos Tânia Mota ULSBA - HJJF Cirurgia Paula Zarcos Tânia Tereso Centro de Saúde Évora João Rodeia Vladimiro Madeira ULSBA - HJJF Medicina Ana Clara 97