RELATORIO DE AUTO AVALIAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA ENFERMAGEM
Comissão técnico-científica e pedagógica
do curso de licenciatura em enfermagem
Beja
2014
Índice
•
Nota introdutória .............................................................................................................7
1 Identificação/Caracterização do Ciclo de Estudos...............................................8
2 Memória histórica do ciclo de estudos ....................................................................9
2.1
Criação/início de funcionamento do ciclo de estudos ............................................. 9
2.2
Reestruturação do ciclo de estudos (ciclo de estudos/planos de estudos que
estiveram na origem do ciclo de estudos atual) ................................................................... 9
3 Estrutura curricular .................................................................................................... 11
4 Plano de estudos ........................................................................................................... 12
5 Estágios/Oficinas/Ensinos clínicos/Projetos ..................................................... 20
5.1
LOCAIS DE ENSINO CLÍNICO .............................................................................................20
5.2
Plano de distribuição dos estudantes..........................................................................24
5.3
Orientadores da instituição receptora ........................................................................24
5.4
Seleção dos elementos das instituições responsáveis por acompanhar os
estudantes ........................................................................................................................................29
6 Organização interna e mecanismos de garantia de qualidade..................... 30
6.1
Descrição da estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudos,
incluindo a sua aprovação e atualização dos conteúdos programáticos ...................30
6.2
Mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos..........................30
6.3
Procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e avaliação
periódica do ciclo de estudos ....................................................................................................31
6.4
Discussão e utilização dos resultados das avaliações do ciclo de estudos na
definição de ações de melhoria.................................................................................................31
7 Recursos Materiais....................................................................................................... 33
7.1
Áreas disponíveis ................................................................................................................33
7.2
Equipamentos ......................................................................................................................34
8 Pessoal docente ............................................................................................................. 37
8.1
Equipa docente do ciclo de estudos ..............................................................................37
9 Estudantes....................................................................................................................... 44
9.1
Caracterização dos estudantes.......................................................................................44
9.1.1
Caracterização: género e idade por ano curricular...................................................... 44
9.1.2
Distrito de proveniência ......................................................................................................... 44
2
9.1.3
Escolaridade dos pais ............................................................................................................... 45
9.1.4
Procura do ciclo de estudos ................................................................................................... 46
9.2
Regime de ingresso no ano letivo de 2012/2013 ....................................................47
9.3
Estudantes com estatuto de trabalhador estudante ..............................................47
9.4
Estudantes com apoio social ...........................................................................................48
10 Resultados académicos .............................................................................................. 49
10.1 Distribuição das classificações finais por unidade curricular............................49
10.2 Taxa de sucesso por unidade curricular ....................................................................55
10.3 Distribuição do número de créditos ECTS aprovados por estudante ..............56
10.4 Taxa de sucesso/ tempo de conclusão do ciclo de estudos..................................56
10.5 Taxa de abandono...............................................................................................................57
11 Grau de satisfação dos estudantes e docentes relativamente às unidades
curriculares ........................................................................................................................... 58
12 – Ambiente de ensino/aprendizagem ................................................................... 64
12.1 Medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso
académico dos estudantes. .........................................................................................................64
12.2 Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade
académica. ........................................................................................................................................64
12.3 -- Medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de financiamento e
emprego.............................................................................................................................................65
12.4 - Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes na
melhoria do processo ensino/aprendizagem. ....................................................................66
12.5 Medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento mútuo
dos créditos. .....................................................................................................................................66
13 Empregabilidade .......................................................................................................... 67
14 Resultados das atividades científicas / tecnológicas e artísticas ................ 68
14.1 Publicações do corpo docente do ciclo de estudos em revistas
nacionais/internacionais nos últimos 3 anos e na área do ciclo de estudos............68
14.2 Comunicações do corpo docente ...................................................................................72
14.3 Atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, prestação de serviços
à comunidade, nos últimos 3 anos e na área do ciclo de estudos .................................76
14.4 Seminários, congressos, encontros realizados no âmbito do ciclo de estudos
77
15 Internacionalização ..................................................................................................... 81
3
16 Protocolos de cooperação e parcerias no âmbito do ciclo de estudos ...... 82
17 Análise SWOT do ciclo de estudos .......................................................................... 83
17.1 Pontos identificados pelos docentes e discentes.....................................................84
17.2 Sugestões para ultrapassar as limitações e constrangimentos considerados
86
18 Proposta de ações de melhoria................................................................................ 87
4
Índice de Quadros
Quadro 1 – Aprovação do ciclo de estudos ................................................................................................ 9
Quadro 2 – Evolução cronológica dos ciclos de estudos..................................................................... 10
Quadro 3 - Áreas científicas e créditos necessários para a obtenção do grau ou diploma .. 11
Quadro 4 - Estrutura curricular do 1º semestre ................................................................................... 13
Quadro 5 - Estrutura curricular do 2º semestre .................................................................................... 14
Quadro 6 - Estrutura curricular do 3º semestre .................................................................................... 15
Quadro 7 - Estrutura curricular do 4º semestre .................................................................................... 15
Quadro 8 - – Estrutura curricular do 5º semestre ................................................................................ 16
Quadro 9 - Estrutura curricular do 6º semestre .................................................................................... 17
Quadro 10 - Estrutura curricular do 7º semestre ................................................................................. 18
Quadro 11 - Estrutura curricular do 8º semestre ................................................................................. 19
Quadro 12 – Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 2º semestre ............ 24
Quadro 13 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 5º semestre ............ 25
Quadro 14 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino
Clínico em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria) .................................................................. 26
Quadro 15 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino
Clínico em Enfermagem Pediátrica) ........................................................................................................... 26
Quadro 16 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 7º semestre ............ 27
Quadro 17- Enfermeiros tutores dos estudantes no Estágio (8º Semestre) ............................. 28
Quadro 18 - Distribuição das instalações segundo as áreas ............................................................. 34
Quadro 19- Distribuição do equipamento do laboratório e salas de aulas................................. 35
Quadro20 - Corpo docente do Curso de Licenciatura em Enfermagem ....................................... 38
Quadro 21 - Distribuição dos estudantes por Distrito de origem................................................... 45
Quadro 22 - Procura do ciclo de estudos .................................................................................................. 46
Quadro 23 – Regime de Ingresso no curso no ano letivo de 2012/2013 .................................... 47
Quadro 24 - Distribuição dos estudantes com estatuto trabalhador estudante por ano
lectivo ...................................................................................................................................................................... 47
Quadro 25 - Distribuição dos estudantes com apoio social nos últimos três anos lectivos. 48
Quadro 26 – Taxa de sucesso por Unidade Curricular ........................................................................ 55
Quadro 27 –Taxa de sucesso no curso ....................................................................................................... 56
Quadro 28 –Taxa de abandono ..................................................................................................................... 57
Quadro 29 – média da satisfação dos estudantes por Iten e por Unidade Curricular ............ 60
Quadro 30- Seminários realizados no âmbito dos semestres letivos em 2012/2013 ........... 78
Quadro 31 –Visitas de estudo realizadas no âmbito dos semestres letivos ............................... 80
Quadro 32- Mobilidade Erasmus de estudantes .................................................................................... 81
Quadro 33- - Mobilidade Erasmus de docentes ..................................................................................... 81
5
Índice de gráficos
Gráfico 1 – Caracterização dos estudantes por género e idade por ano curricular................. 44
Gráfico 2 - Distribuição da escolaridade dos pais dos estudantes ................................................. 46
Gráfico 3 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 1º semestre ............. 49
Gráfico 4 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 1º semestre .................................. 50
Gráfico 5 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 2º semestre ............. 50
Gráfico 6 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 2º semestre .................................. 51
Gráfico 7 - Média das classificações por Unidade Curricular no 2º ano ....................................... 51
Gráfico 8 - Distribuição das classificações por UC no 2º ano ............................................................ 52
Gráfico 9 - Média das classificações por Unidade Curricular no 3º ano ....................................... 52
Gráfico 10 - Distribuição das classificações por UC no 3º ano ......................................................... 53
Gráfico 11 - Média das classificações por Unidade Curricular no 4º ano .................................... 54
Gráfico 12 - Distribuição das classificações por UC no 4º ano ......................................................... 54
Gráfico 13 – Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 1 semestre ....................... 61
Gráfico 14 - Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 2 semestre ........................ 61
Gráfico 15 - Média das avaliações por item em cada UC do 2º ano ................................................ 62
Gráfico 16 - Média das avaliações por item em cada UC do 3º ano ................................................ 62
Gráfico 17 - Média das avaliações por item em cada UC do 4º ano ................................................ 63
6
• Nota introdutória
O presente relatório refere-se ao primeiro ciclo de estudos do curso de Licenciatura em
Enfermagem da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Beja, do ano letivo
2012-2013, cujo código atribuído é 9500.
Com a elaboração deste relatório pretende-se dar resposta ao previsto e exigido no artigo
68º dos Estatutos do IPBeja, publicados em Diário da Republica, 2ª série, em 2 de
Setembro de 2008.
Para a sua organização considerámos as recomendações expressas no guião para
autoavaliação do ciclo de estudos, enviado pelo Conselho para Avaliação e Qualidade do
IPBeja. A sua elaboração assenta em informação obtida a partir de várias fontes, como os
elementos fornecidos pelo GAQ, onde se destacam os dados obtidos através do processo
de avaliação proposto por este gabinete, resultantes da aplicação de inquéritos de
satisfação e de análise qualitativa das entrevistas em painel com representantes das
diferentes turmas. Merece também referência a informação facultada pelos Serviços
Académicos, pelo GMC e por vários elementos da equipa docente do ciclo de estudos, bem
como os dados obtidos através de questionários aplicados a estudantes e docentes no
sentido de identificar os pontos fortes, os pontos fracos, oportunidades e
constrangimentos do CLE, bem como sugestões com vista à apresentação de ações de
melhoria. Para além disso, os relatórios anteriormente realizados foram também um
importante suporte para a elaboração do presente documento.
7
1
Identificação/Caracterização do Ciclo de Estudos
Designação do ciclo de estudos: Curso de Licenciatura em Enfermagem
Código: 9500
Grau: Licenciatura em Enfermagem
O plano de estudos em vigor confere o grau de Licenciatura em Enfermagem,
correspondendo ao primeiro ciclo de estudos.
Regime de funcionamento: Diurno
Área científica predominante do ciclo de estudos: 723 (Enfermagem)
Nº de créditos ECTS necessários à obtenção do grau: 240
Duração do ciclo de estudos (art.3º DL 74/2006): 4 Anos, 8 Semestres letivos
As condições de acesso e ingresso para o ano letivo a que o relatório diz respeito (20122013) eram:
- Pré requisitos tipo seleção do grupo A - Comunicação interpessoal.
- E um dos seguintes conjuntos de provas de ingresso:
02 - Biologia e geologia
ou
02 - Biologia e geologia
07 - Física e química
ou
02 - Biologia e geologia
18 – Português
São ainda consideradas:
- Média do secundário - 65%
- Provas de ingresso - 35%
- Relativamente ao ingresso, 50% de vagas têm em conta a preferência regional com área
de influência de Beja.
- Também podem candidatar-se ao curso os titulares das provas especialmente adequadas
destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23
anos, bem como os titulares de cursos superiores, médios ou de um diploma de
especialização tecnológica, sendo as vagas previamente estabelecidas.
8
2
Memória histórica do ciclo de estudos
2.1 Criação/início de funcionamento do ciclo de estudos
No Quadro 1 podemos observar em conformidade com os respetivos despachos, a
aprovação do plano de estudos em funcionamento, bem como a posterior publicitação da
alteração do plano de estudos, depois de prévia aprovação pelo Conselho Técnico
Científico do IPBeja.
Quadro 1 – Aprovação do ciclo de estudos
Publicação
Despacho nº 13417-BZ/2007, em DR, 2ªserie de
27 /06/2007
Despacho nº 10581/2011
Aprovação do ciclo de
Inicio de
Estudos
Funcionamento
Licenciado
2007
Licenciatura
2011
2.2 Reestruturação do ciclo de estudos (ciclo de estudos/planos de
estudos que estiveram na origem do ciclo de estudos atual)
A Escola Superior de Saúde (ESS) do IPBeja tem origem na Escola de Enfermagem de Beja,
criada em 1973 através do Decreto-Lei nº. 569/73, de 30 de Outubro, tendo iniciado o seu
funcionamento em Outubro de 1975, com o Curso de Enfermagem Geral.
A partir de 15 de Setembro de 1989, a instituição passou a designar-se por Escola Superior
de Enfermagem de Beja, com a integração do Curso de Enfermagem Geral na rede nacional
do Ensino Superior Politécnico.
No dia 1 de Janeiro de 2001, a Escola Superior de Enfermagem de Beja foi integrada no
Instituto Politécnico de Beja, através do Decreto-Lei n.º 99/2001 de 28 de Março.
Em Abril de 1990 iniciou-se a nível nacional o Curso Superior de Enfermagem (CSE), data
em que começou a ser ministrado nesta escola, conferindo o grau de Bacharel, tendo
vigorado uma década, com a duração de 3 anos e uma carga horária de 3600 h.
9
A partir de Outubro de 1999, a oferta formativa passou a considerar o Curso de
Licenciatura em Enfermagem (CLE), o Ano Complementar de Formação em Enfermagem,
que terminou no final do ano letivo 2002/2003 e o Curso de Complemento de Formação
em Enfermagem, este último destinado aos profissionais habilitados com equivalência ao
bacharelato e que decorreu entre 2000 e 2007. Todos os cursos aqui referidos se
caracterizam por ser conducentes ao grau de licenciado.
O atual Curso de Licenciatura em Enfermagem, iniciado em 1999, tem a duração de 4
anos, está organizado em 8 semestres, com um total de 240 créditos (ECTS). No Quadro 2
podemos observar a evolução cronológica de alguns aspetos dos ciclos de estudos até ao
momento atual.
Quadro 2 – Evolução cronológica dos ciclos de estudos
Publicação
Aprovação do ciclo de
Estudos
Aprovação do Plano de
Estudos
Início de
Funcionamento
Despacho da
Secretaria de Estado
da Saúde
Curso de Enfermagem Geral
1968
De 1975/1976
a 1977/1978
Despacho da
Secretaria de Estado
da Saúde de 9 de
Agosto
Curso de Enfermagem
1976
De 1978/1979
a 1981/1982
Dec. Lei nº 98/79 de
13 de Agosto
Curso de Enfermagem Geral
1979
De 1979/80
a 1991/92
Portaria nº 292/90 de
17 de Abril
Curso Superior de
Enfermagem
1990
De 1990/1991
a 2001/2002
Portaria nº 799-F/99
de 18 de Setembro
Ano Complementar de
Formação em Enfermagem
- Licenciado -
1999
Portaria nº 799-G/99
de 18 de Setembro
Curso de Licenciatura em
Enfermagem
- Licenciado -
1999
De 1999/2000
a 2006/07
Despacho
10581/2011
23 de Agosto
Curso de Licenciatura em
Enfermagem
- Licenciado -
2011
2011
De 1999/2000
a 2002/2003
10
3
Estrutura curricular
No Quadro 3, apresentamos as áreas científicas e créditos necessários para obtenção do
grau ou diploma do curso, denotando-se predomínio da área científica CNAEF 723 Enfermagem, com cerca de 80% (190,5 créditos) para a formação global, perfazendo as
diversas unidades curriculares UC(s) de áreas científicas complementares, os 49,5 créditos
restantes.
Para além da referida distribuição das unidades curriculares pelas áreas científicas, contase também com uma distribuição pelos Departamentos existentes no IPBeja. Assim, em
termos departamentais, as unidades curriculares distribuem-se maioritariamente pelo
Departamento
de
Saúde,
contando-se
também
com
UC(s)
distribuídas
pelos
Departamentos de: Educação e Ciências Sociais e do Comportamento; Matemática e
Ciências Físicas; Tecnologias e Ciências Aplicadas e ainda de Engenharia.
Quadro 3 - Áreas científicas e créditos necessários para a obtenção do grau ou diploma
ÁREA CIENTÍFICA
SIGLA
CRÉDITOS
OBRIGATÓRIOS
Ciências da educação
142
2
Filosofia e ética
226
2
Psicologia
311
6,5
Sociologia e outros estudos
312
2
Gestão e administração
345
2,5
Direito
380
1,5
Biologia e bioquímica
421
11
Estatística
462
4
Informática na ótica do utilizador
482
2,5
Medicina
721
13
Enfermagem
723
190,5
Saúde – programas não classificados noutras áreas de
formação
TOTAL
729
2,5
240
11
4
Plano de estudos
Nos termos dos artigos 63.º e 64.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, através do
Despacho n.º 16038/2006, (2.ª série), de cinco de Julho, publicado no Diário da República,
n.º 147, de 1 de Agosto de 2006, do Diretor Geral do Ensino Superior, foi registada com o
n.º R/B-AD-759/2006, a adequação do Curso de Enfermagem ao ciclo de estudos
conducente ao grau de licenciado, sendo publicado no Diário da República, 2ª serie, Nº
122- 27/Junho/2007, através do Despacho nº13417-BZ/2007, iniciando o seu
funcionamento no ano letivo de 2006/07.
O Plano Curricular do curso, tem como referência o perfil profissional definido pela Ordem
dos Enfermeiros, e está organizado segundo o ECTS - Sistema Europeu de Transferência de
Créditos. O total dos 240 ECTS do curso, incluem obrigatoriamente 50% de ensinos clínicos
(regulados por Diretiva Europeia), desenvolvidos em contextos reais de prestação de
cuidados. O plano de formação é desenvolvido numa perspetiva de alternância entre a
teoria e a prática, onde esta última vertente vai assumindo uma dimensão
progressivamente maior ao longo do curso, num modelo formativo configurado pela
contínua e crescente articulação e integração de saberes de diferentes domínios de
conhecimento.
Com 4 anos de duração, o CLE está organizado em 8 semestres, cada um com a duração de
20 semanas, sendo duas delas destinadas ao período de avaliação de recurso. Do 1º ao 7º
semestre, em cada um deles, desenvolve-se, no conjunto das unidades curriculares que o
constituem, uma temática específica, com um período teórico que precede um período
prático, designado por Ensino Clínico. O período prático do 8º semestre, visando
proporcionar uma transição para a futura profissão, é designado por Estágio.
Nos quadros seguintes é apresentada a organização do CLE por semestre, onde estão
expressas as unidades curriculares, o número de horas totais, o número de horas de
contato, número de horas teóricas, teórico-práticas e praticas laboratoriais associadas a
cada unidade curricular, bem como o respeitante aos respetivos ensinos clínicos/estágio.
Assim o 1º semestre (Quadro 4) direcionado para a temática “Fundamentos de
Enfermagem”, é constituído por diferentes Unidades Curriculares que visam possibilitar
12
ao estudante a compreensão de conceitos essenciais em Enfermagem, tendo em conta o
seu desenvolvimento como disciplina ao longo dos tempos.
Situada a Pessoa na perspetiva de saúde nas diferentes etapas do ciclo de vida, propõe-se
também a aquisição de conhecimentos para a compreensão dos princípios orientadores
dos cuidados na resolução de problemas de saúde, assim como a utilização de
instrumentos e procedimentos básicos necessários à prestação de cuidados gerais de
enfermagem.
O ensino clínico decorreu em contexto hospitalar e em unidades de cuidados continuados,
com a orientação direta da prática clínica, tendo os estudantes acompanhamento a tempo
inteiro de professores da ESS.
Quadro 4 - Estrutura curricular do 1º semestre
Tempo de trabalho
(horas)
Área
científica
Tipo
História de
Enfermagem
723
Semestral
62,5
Métodos e Técnicas de
Enfermagem
723
Semestral
137,5
Fundamentos de Saúde
729
Semestral
62,5
Relação de Ajuda
723
Semestral
62,5
Microbiologia e
Parasitologia
421
Semestral
62,5
Pedagogia
142
Semestral
50
Anatomia e Fisiologia
421
Semestral
150
Ensino clínico:
Fundamentos de
Enfermagem
723
Semestral
162,5
Unidades curriculares
Total
Contacto
28 =
T: 20 + TP:
8
84 =
T: 44 + TP:
6 + PL:34
28 =
: 20 + TP: 8
28 =
: 14 + TP: 6
+ PL:8
28 =
: 20 + TP: 8
28 =
T: 16 + TP:
12
84 =
T: 72 + TP:
12
O*: 128
Créditos
Observa
ções
2,5
5,5
2,5
2,5
2,5
2
6
6,5
O 2º semestre do curso (Quadro 5) versa a temática de Enfermagem em Saúde Materna e
Infanto-juvenil.
Nesta fase o estudante deverá compreender o ciclo materno/infantil assim como do
adolescente integrado nos diferentes grupos sociais. Pretende-se que o estudante aprenda
a utilizar dados epidemiológicos, para planear cuidados de enfermagem tendo em conta o
atendimento das prioridades e identificar fatores de risco que podem desencadear
situações de crise/doença na mulher, criança e adolescente. Deverá ainda desenvolver
13
competências nos procedimentos de enfermagem nas áreas de saúde materna e saúde
infanto-juvenil.
No final deste semestre realiza-se o período de ensino clínico, em Centros de Saúde, bem
como em contexto hospitalar em serviços de obstetrícia, tendo como finalidade permitir
que o estudante planeie, execute e avalie cuidados de enfermagem à grávida/puérpera e à
criança/adolescente saudáveis, inseridos na família. No caso do serviço de obstetrícia, os
estudantes, por grupo, têm o acompanhamento permanente de um enfermeiro contratado
a tempo parcial como assistente convidado, sob a supervisão pedagógica de professores da
ESS e nos Centros de Saúde o estudante é tutorado por um enfermeiro, sendo o docente
responsável pela supervisão e avaliação da aprendizagem do estudante.
Quadro 5 - Estrutura curricular do 2º semestre
Tempo de trabalho
(horas)
Unidades
curriculares
Área
científica
Tipo
Psicologia do
desenvolvimento
311
Semestral
112,5
Enfermagem em
Saúde Materna
723
Semestral
100
723
Semestral
125
312
Semestral
50
Moral e ética
226
Semestral
50
Ensino clínico:
Enfermagem em
Saúde Materna e
Saúde Infantojuvenil
723
Semestral
312,5
Enfermagem em
Saúde Infantojuvenil
Sociologia da
família
Total
Contacto
50 =
TP: 50
60 =
T: 38 + TP: 12
+ PL:10
70 =
T: 50 + TP:12
+ PL:8
20 =
T:10 + TP: 10
20 =
T: 10 + TP: 10
O*: 256
Créditos
Observa
ções
4,5
4
5
2
2
12,5
O 3º semestre (Quadro 6), privilegia a temática da Enfermagem Médica, com uma
abordagem que visa o desenvolvimento de competências humanas, técnicas e científicas,
com especial incidência nos processos de saúde/doença da pessoa adulta e/ou idosa, com
problemas relevantes para a prática de enfermagem médica.
O período de Ensino Clínico, realizado em meio hospitalar, em serviços de medicina e
especialidades médicas, decorre com orientação direta da prática clínica, tendo os
estudantes, por grupo, acompanhamento a tempo inteiro de um enfermeiro contratado a
tempo parcial como assistente convidado, sob a supervisão pedagógica de um professor da
ESS.
14
Quadro 6 - Estrutura curricular do 3º semestre
Área
científica
Tipo
Enfermagem Médica
723
Medicina
Unidades curriculares
Tempo de trabalho
(horas)
Créditos
Total
Contacto
Semestral
225
108 =
T:80 + TP:6
+ PL:22
9
721
Semestral
112,5
T:54
4,5
Farmacologia
421
Semestral
62,5
36 = T:36
2,5
Ensino Clínico:
Enfermagem Médica
723
Semestral
378
O*:288
14
Observa
ções
No 4º semestre (Quadro 7), pretende-se proporcionar ao estudante, o desenvolvimento de
competências humanas, técnicas e científicas para a prestação de cuidados de enfermagem
à pessoa adulta e/ou idosa, com problemas de saúde do foro cirúrgico, numa perspetiva de
intervenção abrangente e holística.
O ensino clínico é realizado em contexto hospitalar, em serviços de prática cirúrgica.
Centra-se na articulação e na integração de conteúdos das diferentes unidades
curriculares dos semestres anteriores e especificamente do período teórico do
4ºsemestre, com uma organização de atividades pedagógicas direcionada para o
desenvolvimento de competências para a prestação de cuidados de enfermagem à pessoa
adulta e/ou idosa, com problemas relevantes no âmbito da enfermagem cirúrgica.
Decorre com orientação direta da prática clínica, tendo os estudantes, por grupo,
acompanhamento a tempo inteiro de um enfermeiro contratado a tempo parcial como
assistente convidado, sob a supervisão pedagógica de um professor da ESS.
Quadro 7 - Estrutura curricular do 4º semestre
Unidades
curriculares
Área
científica
Tipo
Enfermagem Cirúrgica
723
Cirurgia
Tempo de trabalho
(horas)
Créditos
Total
Contacto
Semestral
200
99 =
T:89 +
TP:10
8
721
Semestral
75
T:36
3
Psicologia da Saúde
311
Semestral
50
27 =
T:21+TP:6
2
Informática
482
Semestral
62,5
TP:27
2,5
Ensino Clínico:
Enfermagem Cirúrgica
723
Semestral
362,5
O*:288
14,5
Observações
15
O 5º semestre (Quadro 8) enquadra a temática da Enfermagem de Especialidades MédicoCirúrgicas, situando-se na continuidade das atividades desenvolvidas ao longo dos
semestres anteriores. A sua temática centra-se no domínio da pessoa adulta e/ou idosa em
situação aguda ou agudizada, necessitando de cuidados urgentes e/ou intensivos.
Pretende-se dinamizar a articulação de saberes já adquiridos e possibilitar a aquisição e
desenvolvimento de novas competências necessárias aos cuidados à Pessoa /Família, que
recorre ao serviço de Urgência e/ou se encontra em Unidades de Cuidados Intensivos ou
Intermédios.
O período de Ensino Clínico realiza-se em diferentes unidades hospitalares, sendo cada
estudante tutorado por um enfermeiro em cada unidade de cuidados, cabendo ao docente
da ESS a supervisão pedagógica e a coordenação das atividades desenvolvidas no decorrer
do ensino clínico.
Quadro 8 - – Estrutura curricular do 5º semestre
Área
científica
Tipo
Enfermagem de
Especialidades MédicoCirúrgicas
723
Especialidades MédicoCirúrgicas
Unidades curriculares
Tempo de trabalho
(horas)
Créditos
Total
Contacto
Semestral
162,5
81 =
T: 53 + TP:
12 + PL:16
6,5
721
Semestral
87,5
45 =
T: 45
3,5
Investigação I
723
Semestral
50
27 =
T:14 +
TP:13
2
Estatística
462
Semestral
100
45 =
T:25 +
TP:20
4
Ensino Clínico –
Enfermagem de
Especialidades MédicoCirúrgicas
723
Semestral
350
O*: 288
14
Observa
ções
No 6º semestre (Quadro 9) contemplam-se duas temáticas diferentes: uma referente à
problemática da doença na criança/jovem/família e outra referente à pessoa com
problemas de saúde mental e/ou psiquiátricos. Tem como finalidade preparar o estudante
com os instrumentos que lhe permitam intervir nos problemas potenciais e reais de saúde
da criança/jovem/família e da pessoa com problemas de saúde mental.
Tendo como referência as temáticas do semestre, os períodos de ensino clínico decorrem
em instituições diferenciadas. O Ensino Clínico em Enfermagem de Saúde Mental e
16
Psiquiatria decorre em departamentos de Saúde Mental e Psiquiatria, para além de outras
instituições vocacionadas para a área de Saúde Mental, permitindo ao estudante planear,
executar e avaliar cuidados de enfermagem à pessoa, cuja situação é determinada por um
problema de Saúde Mental e/ou Psiquiátrico. O estudante é integrado nas equipas
prestadoras de cuidados, sob a tutoria de um profissional e com a supervisão do docente
da ESS.
O ensino clínico em Enfermagem Pediátrica decorre em meio hospitalar, em serviços de
Pediatria, permitindo ao estudante planear, executar e avaliar, cuidados de enfermagem à
criança/jovem/família internada com alterações de saúde, visando autonomizá-los no seu
máximo potencial de saúde. Também neste período o estudante é integrado nas equipas
multidisciplinares prestadoras de cuidados à criança, tendo a orientação de um
enfermeiro tutor do serviço e a supervisão pedagógica do docente da ESS.
Quadro 9 - Estrutura curricular do 6º semestre
Área
científica
Tipo
Enfermagem em Saúde
Mental e Psiquiatria
723
Enfermagem Pediátrica
Unidades curriculares
Tempo de trabalho
(horas)
Créditos
Total
Contacto
Semestral
125
72 =
T: 52 + TP:
11 + PL:9
5
723
Semestral
125
56 =
T: 40 + TP:
8 + PL:8
5
Pediatria
721
Semestral
50
24 =
T: 24
2
Investigação II
723
Semestral
50
24 =
T: 24 + TP:
12
2
Ensino Clínico –
Enfermagem em Saúde
Mental e Psiquiatria
723
Semestral
200
O*: 160
8
Ensino Clínico –
Enfermagem Pediátrica
723
Semestral
200
O*: 160
8
Observa
ções
O 7º semestre (Quadro 10) do CLE, incide na temática de Saúde Comunitária e integra um
conjunto de unidades curriculares que, de modo articulado, pretende desenvolver no
estudante um leque de conhecimentos, atitudes e comportamentos inerentes à filosofia
dos Cuidados de Saúde Primários.
Pretende-se que o estudante adquira competências que lhe permitam avaliar os
problemas de saúde do indivíduo, família e comunidade; refletir sobre as suas
17
necessidades e prioridades e participar ativamente nas tomadas de decisão e avaliação, de
modo a equacionar e colaborar na resolução dos problemas de saúde da comunidade.
O período de Ensino Clínico realiza-se em Centros de Saúde/unidades de Saúde onde os
estudantes integrados em equipas multidisciplinares de saúde, prestam cuidados em
diferentes áreas e desenvolveram projetos de intervenção comunitária, colocando em
prática a metodologia do planeamento em saúde. Neste ensino clinico têm a orientação de
um enfermeiro tutor no Centro de Saúde/Unidade de Saúde, fazendo o docente a
supervisão pedagógica e a coordenação das atividades desenvolvidas pelo estudante.
Quadro 10 - Estrutura curricular do 7º semestre
Área
científica
Tipo
Enfermagem em Saúde
Comunitária
723
Enfermagem em
Gerontologia
Unidades curriculares
Tempo de trabalho
(horas)
Créditos
Total
Contacto
Semestral
125,5
72 =
T: 52 + TP:
11 + PL:9
5,5
723
Semestral
75
32 =
T: 22 + TP:
10
3
Enfermagem na Família
723
Semestral
50
24 =
T: 14 + TP:
10
2
Seminário
723
Semestral
37,5
S: 16
1,5
Administração dos
serviços de saúde
345
Semestral
62,5
32 =
T: 20 + TP:
12
2,5
Ensino Clínico:
Enfermagem em Saúde
Comunitária
723
Semestral
387,5
O*: 320
15,5
Observa
ções
O 8º semestre (Quadro 11) é fundamentalmente um período de integração à vida
profissional, com uma preponderante componente prática. Ao longo do estágio, sob a
orientação e acompanhamento de um enfermeiro e supervisão pedagógica do docente, o
estudante põe em prática competências anteriormente adquiridas, visando a consolidação
de toda a aprendizagem construída nos semestres anteriores, no sentido da sua futura
inserção profissional. De acordo com a finalidade deste estágio e no quadro dum projeto
individual de trabalho, permite-se que o local seja escolhido pelo estudante, de entre um
leque de opções proporcionado pela Escola. Faz ainda parte deste período de
aprendizagem a realização de uma Revisão Sistemática da Literatura e de um Relatório
Critico de Atividades.
18
Quadro 11 - Estrutura curricular do 8º semestre
Unidades curriculares
Área
científica
Tipo
Tempo de
trabalho
(horas)
Total
Introdução à vida
profissional
723
Semestral
37,5
Direito aplicado à
Enfermagem
380
Semestral
37,5
Estágio
723
Semestral
675
Créditos
Observações
Contacto
S: 16
TP:20
E: 435
1,5
1,5
27
Este é o culminar do desenvolvimento de um plano de estudos que privilegia de modo
evidente a formação com alternância teoria - prática, permitindo ao estudante articular e
sedimentar de forma progressiva um vasto e complexo conjunto de saberes de diferentes
áreas, numa crescente capacidade de pesquisa, reflexão e análise, com vista a um domínio
de conhecimentos, capacidades e habilidades, convergente com o perfil de competências
profissionais preconizadas pela Ordem dos Enfermeiros para o enfermeiro de cuidados
gerais, bem como de competências académicas previstas nos Descritores de Dublin para os
cursos de 1º ciclo do Ensino Superior.
19
5
Estágios/Oficinas/Ensinos clínicos/Projetos
Como destacado na apresentação do plano de estudos do CLE, 50% da carga horária (em
concreto, 2300h das 4600h que compõem o currículo de licenciatura), é realizada,
obrigatoriamente, na componente de ensinos clínicos, desenvolvidos em contextos reais
de prestação de cuidados, orientados, avaliados e tutelados simultaneamente por docentes
da escola e por enfermeiros das instituições de saúde, que cooperam com a escola,
assumindo a função de tutores da prática clínica.
Para a efetivação da componente prática do curso, a Escola tem assim de recorrer a
diversas Instituições, não só na sua zona de abrangência como noutras regiões do país,
procurando selecionar os contextos mais adequados às exigências de formação, nas
diferentes áreas que o curso contempla.
A colaboração interinstitucional sendo um aspeto fundamental no processo formativo do
CLE, remete para a existência de uma pluralidade de protocolos da ESS do IPBeja com
diversas instituições, com destaque para as organizações prestadoras de cuidados de
saúde do centro e sul do país, que se constituem como locais de ensino clínico.
5.1
LOCAIS DE ENSINO CLÍNICO
Neste capítulo pretende-se apresentar os diferentes locais de ensino clínico e estágio, de
acordo com o respetivo semestre do CLE.
1º Semestre
O Ensino Clínico - Fundamentos de Enfermagem, tem a duração total de 162,5h, sendo
128h de contacto e tem um total de 6,5 créditos.
Foi realizado:
- No Hospital do Litoral Alentejano (serviço de Medicina, Ala A e B)
- Na Unidade Local Saúde do Baixo Alentejo (Unidade de AVC do HJJF e Unidade de
Cuidados Continuados do Hospital de São Paulo - Serpa)
- Na Unidade de Cuidados Continuados de Ferreira do Alentejo
20
2º Semestre
O Ensino Clínico – Enfermagem em saúde Materna e Saúde Infantil, tem a duração total de
312,5h, sendo 256h de contacto e 12,5 créditos.
Foi realizado:
ACES Baixo Alentejo; ACES Alentejo Litoral, ACES Barlavento Algarvio, Serviço de
Maternidade do Hospital José Joaquim Fernandes da ULSBA e Maternidade do Hospital do
Barlavento Algarvio.
3º Semestre
O Ensino Clínico – Enfermagem Médica, tem a duração total de 378h, sendo 288h de
contacto e 14,5 créditos.
Foi realizado:
-No Hospital José Joaquim Fernandes – Beja (ULSBA)
* Serviço de Medicina I
* Serviço de Medicina II
* Unidade de AVC
4º Semestre
O Ensino Clínico – Enfermagem Cirúrgica, tem a duração total de 362,5h, sendo 288h de
contacto e 14,5 créditos.
Foi realizado:
- Na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), nomeadamente no Hospital José
Joaquim Fernandes (HJJF), nos seguintes serviços:
* Serviço de Cirurgia A
* Serviço de Cirurgia B
* Serviço de Urologia/Ginecologia
* Bloco operatório
* Serviço de Cirurgia de ambulatório
- Na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, nomeadamente no Hospital do Litoral
Alentejano nos seguintes locais:
* Serviço de Cirurgia
* Serviço de Cirurgia de Ambulatório
* Bloco operatório
21
5º Semestre
O Ensino Clínico – Enfermagem de Especialidades Médico-cirúrgicas, tem a duração total
de 350h, sendo 288h de contacto e 14 créditos.
Foi realizado:
- Na ULSBA - Hospital José Joaquim Fernandes
* Serviços de Urgência, Oncologia, Ortopedia, UCICOR, UCPA
- No Hospital Central de Faro
* Serviços de Urgência, UCI, UCIC, Oncologia, Ortopedia e Nefrologia
- No Hospital Barlavento Algarvio (Portimão)
* Ortopedia, UCI, Oncologia, Especialidades Médicas, Especialidades cirúrgicas
- Hospital do Litoral Alentejano
* Serviços de Urgência, Oncologia e Ortopedia
6º Semestre
O Ensino Clínico - Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiátrica, tem a duração total de
200h, sendo 160h de contacto e 8 créditos e decorreu nos seguintes locais:
- Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de Nª Sª do Rosário - Barreiro;
- AEIPS – Associação para o Estudo e Integração Psicossocial (Lisboa);
- Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital J. J. Fernandes – Beja;
- Equipa de Tratamento do Centro de Respostas Integradas do Baixo Alentejo e Alentejo
Litoral- Beja.
- Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental de Faro
O Ensino Clínico - Enfermagem Pediátrica, tem a duração total de 200h, sendo 160h de
contacto e 8 créditos e decorreu nos seguintes locais:
- Hospital Nª Sª do Rosário – Barreiro (serviço de Pediatria)
- Hospital de S. Bernardo – Setúbal (serviço de Pediatria)
- Hospital do Barlavento Algarvio – Portimão (serviço de Pediatria)
- Hospital Central de Faro (serviço de Pediatria)
- Hospital José Joaquim Fernandes – Beja (serviço de Pediatria e Urgência Pediátrica)
22
7º Semestre
O Ensino Clínico - Enfermagem em Saúde Comunitária, tem a duração total de 378,5h,
sendo 320h de contacto e tem um total de 15,5 créditos, tendo sido realizado:
- Unidade de Saúde Familiar – Alfabeja
- Unidade de Cuidados na Comunidade Portel
- Unidade de Saúde Familiar Lusitânia- Évora
- Unidade de Cuidados de Saúde Primários BEJA
- Centro de Saúde de Castro Verde
- Unidade de Cuidados de Saúde Primários Almodôvar
- Unidade de Cuidados de Saúde Primários Odemira
- Unidade de Cuidados na Comunidade Odemira
- Centro de Saúde de Serpa
- Centro de Saúde de Moura
- Centro de Saúde de Mértola
8º Semestre
O Estágio, no último semestre do curso, tem a duração total de 675h, sendo 435h de
contacto e 27 créditos.
Foi realizado em diversos hospitais e centros de saúde, como se representa de seguida:
USF Alfa Beja 2
USF Lusitânia - Évora
HJJF - Beja
CS de Sant Cacém - UCC
Hospital do Litoral Alentejano
ULD. e Man de Mértola
Centro de Saúde de Beja I
Centro de Medicina e Reabilitação do Sul - São Brás de Alportel
CS de Aljustrel
CS Castro Verde - UCSP
Hospital de Faro
CS de Odemira – USCP
UCC de L Dur.Odemira
Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio
Hosp de S Paulo - Serpa
CS de Moura
23
5.2
Plano de distribuição dos estudantes
Neste capítulo apresenta-se a distribuição dos estudantes pelos diferentes campos de
ensino clínico/estágio, conforme o constante nos documentos em Anexo.
5.3 Orientadores da instituição receptora
No que respeita ao processo de orientação dos estudantes durante os períodos de ensino
clinico, cabe salientar que este assume diferentes modalidades nos vários semestres que
integram o plano de estudos.
Relativamente ao 1º semestre, todos os estudantes, por grupos, tiveram orientação direta
por professores da Escola a tempo integral ou por enfermeiros contratados a tempo
parcial como docentes convidados, com supervisão pedagógica dos professores da Escola.
No que respeita ao 2º semestre, no ensino clinico de saúde materna os estudantes foram
orientados por enfermeiros contratados como assistentes convidados a tempo parcial e
com supervisão pedagógica dos professores da Escola. No ensino clinico de enfermagem
em saúde infanto-juvenil, os estudantes foram tutorados por enfermeiros dos Centros de
Saúde, com supervisão pedagógica do professor da Escola, de acordo com a seguinte
distribuição:
Quadro 12 – Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 2º semestre
Nome Enfermeiro
Susana Margarida Silva
Cristina Isabel Delfino
Mª João Vale
Carmen Duarte
Cidália Moreira
Maria de Jesus Caeiro
Deolinda Valente
Mª Eduarda Espernega
Paula Alexandra Martins
Ana Paula Gouveia
Paula Cristina Fernandes
Sandra Isabel Pino
Sónia Marília Borges
Margarida Dionísio
Ana Maria Felisberto
Francisca Machado
Maria Ursula C. Santos
Carina Isabel Rodrigues
Instituição ou
Estabelecimento a que
pertence
CS Alcácer do Sal
Centro de Saúde de Grândola
CS Aljustrel
Centro de Saúde de Moura
C S de Vidigueira
Centro de Saúde de Portimão
Centro de Saúde de Portimão
Unidade Saúde Familiar Beja
Centro Saúde Serpa
Centro Saúde Serpa
Centro Saúde Almodôvar
Categoria
Profissional
Habilitação
Académica
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Licenciatura
Mestrado
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Mestrado
Licenciatura
24
Mª Fernanda Lança
Mª da Luz Jorge
Catia Vanessa Moura
Sandra Serrão
Centro Saúde Sines
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Relativamente aos ensinos clínicos do 3º e 4º semestres, todos os estudantes, por grupos,
foram orientados por enfermeiros contratados como assistentes convidados a tempo
parcial e com supervisão pedagógica de professores da Escola.
No que respeita à orientação dos estudantes no ensino clinico do 5º semestre, assenta na
tutoria feita pelos enfermeiros dos diferentes serviços, com supervisão pedagógica dos
docentes da Escola ou de enfermeiros contratados como docentes convidados em regime
de tempo parcial, sendo a distribuição a seguinte:
Quadro 13 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clinico do 5º semestre
Nome Enfermeiro
Alexandra Madeira
Maria Manuel Pereira
Ângelo Santos
Manuel José Pereira silvestre
Cláudia Sabino
Ana Honrado
Manuel Antonio Revez
Dulce Fitas
Armando José Santos Rocha
Gonçalo Pólvora
Nuno Ruivo
Sérgio Oliveira
Deolinda de Jesus T Ferreira
Carlos Silva
Fátima Ratinho Caeiro
Helena Isabel Lima Ribeiro
Ana Maria Melão
Maria Cidália Rato
Maria Conceição Pires
Sílvia Raposo
Sandra Gaudêncio
Maria da Conceição Hilário
Carla Peres
Carla Leocádio
João Paiva
Artur Rodrigues
Albertina
Isabel Palma
Cátia Silva
Viviana Almeida
Helga Martins
Instituição ou
Estabelecimento a
que pertence
Unidade Local de
Saúde de Beja Hospital José
Joaquim Fernandes
Hospital Central de
Faro
Categoria
Profissional
Habilitação
Académica
Enfª especialista
Enfª graduada
Enf.º graduado
Enf.º graduado
Enfº graduado
Enfermeira
Enfº graduado
Enfermeira
Enfº graduado
Enfermeiro
Enfermeiro
Enfermeiro
Enf.º graduado
Enfermeiro
Enfª Graduada
Enfermeira
Enf. Graduada
Enf. Graduada
Enfª especialista
Enf. Graduada
Enfermeira
Enf. Graduada
Enf. Graduada
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
25
Tânia Nobre
Sérgio Nuno Neves Antunes
Henrique Manuel Rocha Serrano
Ana Filipa Veloso Quintas
Jorge Manuel Teixa EIriz
Carla Maria da Fonseca Novais
Álvaro José Poucochinho da Silva
Daniela Cristina C Silva Amador
Aurélio dos Santos Pacheco
Maria Teresa V Brissos
Ana Rita Lança Griff
Carina Ferreira
Ricardo Serrão
Hospital do
Barlavento Algarvio
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Relativamente ao 6º semestre, a orientação supõe igualmente a tutoria realizada pelos
enfermeiros dos diferentes serviços, com supervisão pedagógica do professor da Escola ou
do assistente convidado a tempo parcial, de acordo com a seguinte distribuição:
Quadro 14 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino
Clínico em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria)
Nome Enfermeiro
Domingos Malato
Mário Rui Rosmaninho
Tânia Sofia Fernandes
José Alfredo da Silva
Luís Filipe Figueira
Manuel Luís Mestre
Tatiana Alexandra Pacheco
Aida Maria Matos Pardal
Maria Augusta Silva
Ana Maria Rézio Colaço
Maria do Carmo Lampreia
Luísa Soares
Maria Filomena Carrilho
Cláudia Figueira
Instituição ou
Estabelecimento a
que pertence
DPSM- Hospital N.
Srª RosárioBarreiro
CRI do BAAL Equipa de
Tratamento - Beja
Departamento de
psiquiatria e Saúde
Mental de Beja- HJJ
Fernandes
Dep de Psiquiatria
e S Mental de Faro
Categoria Profissional
Habilitação
Académica
Enfº Especialista
Enfº Especialista
Enfº Graduado
Enfº Especialista
Enfº Graduado
Enfº Graduado
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Graduada
Enfermeira
Mestrado
Mestrado
Licenciatura
Mestrado
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Mestrado
Mestrado
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Quadro 15 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 6º semestre (Ensino
Clínico em Enfermagem Pediátrica)
Nome Enfermeiro
Dalila Pimenta
Joana Cassiano Nascimento
Ana Patrícia Rebelo Amaral
Ana Filipa Reboia
Alexandra Fátima Conceição
Melanie Bacôco
Instituição ou
Estabelecimento a
que pertence
Categoria Profissional
Habilitação
Académica
Hospital Central de
Faro
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
26
Vanessa Rosa Lampreia
Rita Isabel Fernandes
Verónica Várzea
Ângela Borbinha
Ana Cristina Raposo
Cátia Margarida Sousa
Vera Viegas
Ana Rita Gomes
Cármen Coelho Rodrigues
Marta Sofia Catarino
Maria Joana Brissos
Maria João Gervásio
Maria Joaquina Bate
Sónia Ganhão Batista
Ana Sofia Correia
Maria Paula Pereira Ruivo
Carina Pinto Sousa
Lurdes Brito Patrocínio
Maria Manuela Magalhães
Maria Fernanda Seixas
Maria da Conceição Cacheira
Paula Cristina Fortes
Maria Suzete Amarante
Hospital do
Barlavento
Algarvio
Hospital
S.Bernardo Setúbal
Unidade Local de
Saúde do Baixo
Alentejo – Hospital
José Joaquim
Fernandes
Hospital Nossa
Senhora do Rosário
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfª Especialista
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Relativamente ao 7º semestre a orientação caracteriza-se pela tutoria efetuada pelos
enfermeiros dos diferentes locais de ensino clinico, com supervisão dos professores da
Escola, cuja distribuição foi a seguinte:
Quadro 16 - Enfermeiros tutores dos estudantes no Ensino clínico do 7º semestre
Nome Enfermeiro
Cândida Mª Santos
Luís Manuel Santiago
Ana Maria Felisberto
Maria Luísa Águas
Luís Manuel Rosa
Rosa do Anjo Cigarro
Rita Cocharra Guerra
Maria Luísa Patrício
Beatriz Conceição Ferreira
Maria Amélia Santos
José Custódio Marques Lucas
Maria de Guadalupe Pereira
Maria da Luz Rosa Jorge
Helena Sofia da Silva
Maria Margarida Carrilho
Maria Teresa Nunes Valente
Catarina Maria Colaço
Cristina Mestre Arosa
Margarida Cristina Coelho
Maria Edviges Canário Luzia
Ana Cristina Martins Serra
Instituição ou
Estabelecimento a
que pertence
USF – Alfabeja
UCC Portel
USF Lusitânia- Évora
UCSP BEJA
CS Castro Verde
UCSP Almodôvar
UCSP Odemira
Categoria
Profissional
Habilitação
Académica
Enfermeira
Enfermeiro
Enfermeiro
Enfermeiro
Enfª Especialista
Enfermeiro
Enfermeiro
Enfª Especialista
Enfermeiro
Enfermeiro
Enfº Especialista
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfermeira
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfª Especialista
Enfermeira
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Mestrado
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Mestrado
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
27
Ana Raquel Mendes Pereira
Hugo Manuel Mendonça
Sílvia Alexandra Cunha
Luísa Correia Fava
José Maria Cerejo Gonçalves
Ana Paula Corro Safara
José Inácio Farinho Franco
Maria da Paz Baltazar
Carla Susana Fernandes
Maria Filomena Esparteiro
Filomena dos Anastácio
Liliana de Fátima Guerreiro
UCC ODEMIRA
CS Serpa
CS Moura
CS Mértola
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfermeiro
Enfermeira
Enfermeiro
Enfermeira
Enfermeira
Enfª Especialista
Enfermeira
Enfermeira
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Os estudantes do 8º semestre, durante Estágio, são tutorados por enfermeiros dos
diferentes serviços/Instituições, com supervisão pedagógica de professores da Escola.
Quadro 17- Enfermeiros tutores dos estudantes no Estágio (8º Semestre)
Nome Enfermeiro
Ana Paula Santana
Luís Manuel Pereira Rosa
Ana Maria Martins Felisberto
Luís Manuel Silva Santiago
Maria Luísa de M. R. D Patrício
Manuel António V. Morgado
Ana Filipa de Sousa Valente
Ricardo Jorge H. Susano
Judite Maria Henriques
Ercília da Glória Gonçalves
Mónica Isabel Palma Amaro
Lígia Maria Jorge Banha
Helena Isabel Marques
Maria Amélia Montes Santos
Rita Alexandre Almeida
Filipe Miguel da Silva Oliveira
Ana Cristina Castanheira
Andreia Filipa Lampreia
Maria Cristina Raimundo
Maria Fernanda L. Guerreiro
Isabel Maria Rodrigues Vieira
Maria Celestina Machado
Joana Sofia de Sousa Ribeiro
Paulo Miguel Duarte
Mário Jorge Quaresma
Marta Elisabete Assis Melo
Vera Lúcia de M. Relvas
Elisabete Sofia Matias Reis
Helena Isabel da Encarnação
Carla Fernandes
Instituição ou
Estabelecimento a
que pertence
USF Alfa Beja 2
USF Lusitânia - Évora
HJJF - Beja
CS de Sant Cacém - UCC
Hospital do Litoral
Alentejano
ULD. e Man de Mértola
Centro de Saúde de
Beja I
Centro de Medicina e
Reabilitação do Sul São Brás de Alportel
CS de Aljustrel
CS Castro Verde - UCSP
Hospital de Faro
CS de Odemira – USCP
UCC de L Dur.Odemira
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio
H Barlavento Algarvio
Hospital de Faro
HJJF - Beja
Hosp de S Paulo - Serpa
CS de Moura
Categoria
Profissional
Habilitação
Académica
Enfª. Especialista
Enfº. Especialista
Enfª
Enfº
Enfª Especialista
Enfº. Especialista
Enfª Especialista
Enfº Especialista
Enfª
Enfª
Enfª
Enfª
Enfª
Enfª
Enfª
Enfº
Enfª
Enfª
Enfª Especialista
Enfº
Enfª
Enfª Especialista
Enfª
Enfº
Enfº
Enfª
Enfª
Enfª
Enfª
Enfª
Mestre
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
Licenciatura
28
5.4 Seleção dos elementos das instituições responsáveis por acompanhar
os estudantes
A seleção dos elementos das instituições responsáveis pela orientação de estudantes em
ensino clinico/estágio, reflete a cooperação interinstitucional e as relações profissionais
entre docentes responsáveis pelo ensino clínico e enfermeiros responsáveis/chefes dos
serviços onde decorrem as práticas clinicas. Dir-se-ia tratar-se de um processo que se
inscreve na decisão sobre as condições de desenvolvimento dos ensinos clínicos, onde são
considerados por um lado os objetivos da formação, e por outro as competências do
enfermeiro, que enquanto tutor/orientador, garantindo o direito do utente a cuidados de
qualidade, favoreça a aprendizagem do estudante.
Destacam-se alguns aspetos particularmente relevantes que são tidos em conta desde logo
no planeamento de cada ensino clínico, afigurando-se como critérios que orientam o
processo de seleção do enfermeiro tutor/orientador:
•
Ser detentor da Licenciatura em Enfermagem
•
Desenvolver a sua atividade profissional num tempo de serviço superior a 2 anos
•
Privilegiar a participação de enfermeiros especialistas (quando existam) no
acompanhamento dos estudantes
•
Reconhecimento no enfermeiro de perfil e competências de índole pedagógica
para orientação de estudantes em ensino clínico, por parte do docente responsável
pela Unidade Curricular e Enfermeiro Chefe/responsável do Serviço/ Unidade de
Saúde.
•
Desempenho profissional do enfermeiro que para além das funções que são
inerentes à categoria profissional a que pertence, inclua funções de especial
relevância para o desenvolvimento de práticas pedagógicas como orientadores de
estudantes em ensino clínico/estágio.
•
Demonstração por parte do enfermeiro de recetividade e motivação para o
desempenho das funções em causa.
Presentemente a Comissão Técnico-Científica e Pedagógica do CLE está a desenvolver
trabalho com vista à elaboração de um regulamento de ensino clínico/estágio, para
aprovação pelos órgãos competentes, onde, entre outros aspetos, são considerados os
relativos a este item.
29
6
Organização interna e mecanismos de garantia de qualidade
6.1 Descrição da estrutura organizacional responsável pelo ciclo de
estudos, incluindo a sua aprovação e atualização dos conteúdos
programáticos
Compete ao Conselho Técnico-Científico pronunciar-se sobre a criação de ciclos de
estudos e aprovar os planos de estudos dos ciclos de estudos ministrados nesta instituição.
A coordenação do funcionamento dos diferentes ciclos de estudos afetos à Unidade
Orgânica ESS, é assumida pelo Diretor e coadjuvado pelo Subdiretor, reunindo
periodicamente com o coordenador eleito do CLE.
O Coordenador do curso é coadjuvado por uma Comissão Técnico-Científica e Pedagógica,
constituída por um docente por cada ano do curso, bem como por um estudante
representante de cada ano do curso, todos eles eleitos pelos respetivos pares. Entre outras
competências, inclui-se a colaboração na preparação de propostas de alteração do plano
de estudos do curso.
A distribuição do serviço docente, é aprovada pelo CTC mediante proposta do respetivo
Diretor de Departamento e de acordo com critérios definidos pelo CCAA.
6.2 Mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos
A CTCP, no âmbito do seu funcionamento, promove reuniões com estudantes e docentes
do curso para debater questões relacionadas com o processo ensino aprendizagem, tendo
como referência, entre outras, as avaliações das unidades curriculares efetuadas no final
de cada semestre e ainda o relatório de avaliação elaborado no final de cada ano letivo.
Neste relatório, procede-se à análise de dados de caracterização dos estudantes e
docentes, resultados de cada unidade curricular, os quais refletem igualmente a opinião
dos estudantes, relativamente, entre outras questões, a aspetos relacionados com
metodologias
de
ensino,
modelos
de
avaliação
e
relação
pedagógica
professor(es)/aluno(s). Este processo é coordenado e supervisionado pelo CAQ. Sobre o
relatório é emitido parecer por este órgão, assim como pelo CTC, CPC e Conselho Geral..
30
6.3 Procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e
avaliação periódica do ciclo de estudos
No final de cada semestre, os estudantes e docentes preenchem um questionário de
opinião relativamente a cada UC, sendo solicitado ao Provedor do Estudante e às
Associações de Estudantes a sua intervenção, apelando à participação dos alunos. Esses
dados são tratados pelo GQAP, e disponibilizados às CTCPC. Esta análise quantitativa é
complementada por uma análise qualitativa, com recurso a entrevistas em painel a
estudantes representantes de cada um dos anos curriculares. Estas entrevistas, são
realizadas por docentes do Instituto, que não pertencem nem ao curso, nem à UC em
questão, e têm como principal objetivo diagnosticar os fatores multicausais que
justifiquem os resultados obtidos com tendência mais negativa. A partir dos dados obtidos,
a CTCPC com a elaboração do relatório, tem oportunidade de apresentar propostas de
medidas corretivas a serem adotadas, e que remetido para o CTC, o CP, o CAQ e o CG,
permite uma atuação no âmbito das suas competências, dando cumprimento ao
estabelecido nos Estatutos do Instituto.
6.4 Discussão e utilização dos resultados das avaliações do ciclo de
estudos na definição de ações de melhoria
Após a realização do relatório de avaliação do curso e da respetiva apreciação pelos órgãos
competentes, procede-se à sua divulgação. É também alvo de análise em reuniões de
estudantes e docentes, numa abertura a sugestões promotoras de estratégias de superação
dos problemas detetados. Também o Conselho Pedagógico, Conselho Técnico-Científico e o
Conselho para Avaliação e Qualidade, nos pareceres emitidos sobre o relatório, colocados
à consideração da respetiva Comissão Técnico-Científica e Pedagógica do curso, orientam
o caminho de definição de ações de melhoria.
Tendo por base as avaliações efetuadas, cabe referir algumas medidas que foram
introduzidas, e que em grande parte se encontram também na sequência das propostas
expressas no relatório do ano transato. Assim, podemos verificar que:
- Foi revisto o Regime de Precedências do CLE, com aprovação pelos órgãos
competentes, entrando em vigor no presente ano letivo
- Está em curso uma alteração do Plano de Estudos do CLE
31
- Procedeu-se à reestruturação das aulas de práticas laboratoriais em algumas
unidades curriculares, com o desdobramento das turmas, num rácio docente/discente
mais facilitador da aprendizagem
- Foi elaborada uma folha de registo de atividades e presenças durante os períodos
de ensino clínico/estágio, com proposta à Direção, que deu o devido seguimento, com
aprovação de documento para esse fim, já a ser utilizado no presente ano letivo
- Incremento da participação dos enfermeiros da prática com a sua colaboração na
formação dos estudantes em período teórico, desenvolvida no âmbito dos protocolos
interinstitucionais existentes
- Possibilitar a dispensa de docentes, que se encontram em fase adiantada dos seus
trabalhos de doutoramento, pelo incremento de esforços que refletem o contributo do
próprio corpo docente no desenvolvimento formativo dos seus pares
- Aprovação de uma “proposta de base para a formação de enfermeiros tutores da
aprendizagem clínica”, que depois de submetida à Direção, foi apresentada à Presidência,
merecendo autorização para o seu desenvolvimento
- Participação de docentes e estudantes do Curso de Enfermagem na Equipa de
Apoio à Integração Social do Estudante, criada pelo Despacho nº 212/PIPB/2013,
enquadrada no funcionamento do IPBeja como Comunidade, Aberta, Solidária,
Participativa e Coerente.
32
7
Recursos Materiais
7.1
Áreas disponíveis
A Escola Superior de Saúde está inserida no perímetro do Campus do IPBeja. A sua
localização permite o acesso fácil a qualquer uma das unidades orgânicas, bem como aos
serviços comuns, que servem toda a comunidade académica do Instituto.
As salas de aula são em número de 7. São salas amplas, equipadas para uma média de 40
estudantes por sala. Encontram-se todas no 1º piso, à exceção da sala nº 7 que se encontra
no piso térreo onde existem também 4 salas de estudo.
A escola conta com um laboratório de enfermagem, que contempla quatro espaços
distintos, cada um deles com a sua especificidade, que adiante se considera.
Numa das alas do 1º andar, existe uma zona de gabinetes, uma sala de reuniões e duas
salas de estudo. Os gabinetes destinados principalmente ao trabalho dos docentes, são
amplos, sendo ocupados no geral por 2 docentes.
O edifício, dispõe duma ampla cafetaria que funciona simultaneamente como espaço de
convívio.
A Associação de Estudantes da Escola está sediada no piso térreo, num espaço com uma
área de 19,17 m2, onde desenvolve grande parte das suas atividades.
Verdadeiramente aprazível é o espaço de jardim, com uma área de 7 750 m2 que favorece
um enquadramento arquitectónico harmonioso do edifício.
Através do quadro seguinte, apresenta-se a distribuição das instalações segundo as áreas,
para uma noção global das condições existentes, em termos de espaços físicos.
33
Quadro 18 - Distribuição das instalações segundo as áreas
Tipo de Espaço
Sala de aulas nº 1 com capacidade para 40 alunos
Sala de aulas nº 2 com capacidade para 40 alunos
Sala de aulas nº 3 com capacidade para 40 alunos
Sala de aulas nº 4 com capacidade para 40 alunos
Sala de aulas nº 5 com capacidade para 40 alunos
Sala de aulas nº 6 com capacidade para 40 alunos
Sala de aulas nº 7 com capacidade para 40 alunos
Sala de informática com 11 computadores
Zona de convívio
Sala de estudo 1
Sala de estudo 2
Sala de estudo 3
Sala de estudo 4
Sala de demonstrações de técnicas
Laboratório de técnicas de enfermagem
Laboratório de movimento e treino
Laboratório de reabilitação
Sala de reuniões docentes
17 gabinetes de docentes para 2 pessoas (área total)
Associação de estudantes
Gabinete do diretor , secretariado e sala de reuniões
Gabinete do subdiretor
Arrecadações
Sala de estudo 1º andar
Sala de estudo 1º andar
Jardim
casa de banho deficientes (2)
casa de banho senhoras (5 blocos)
casa de banho homens (5 blocos)
7.2
2
Área (m ) e/ou capacidade
85.4
85.8
83.3
84.6
87.8
87.5
62.7
34.5
201.3
12.5
12.5
12.5
12.5
86.1
65.8
72.1
72.96
15.2
290.21
19.2
72.7
15.2
67.2
17.8
14.9
7750
9.6
109.36
103.14
Equipamentos
Todas as salas de aula estão equipadas com computador, projetor multimédia, e
retroprojetor, com televisão em duas delas. Uma das salas está equipada com os modelos
anatómicos necessários a lecionação das aulas de anatomia e fisiologia.
A escola conta como se referiu, com um laboratório de enfermagem, que é composto pelo
laboratório de técnicas de enfermagem, pela sala de demonstrações, pelo laboratório de
reabilitação e pelo laboratório de movimento e treino, sendo estes dois últimos comuns
também ao curso de Terapia Ocupacional. Encontra-se em desenvolvimento uma área
laboratorial de comunicação, num processo de reestruturação e otimização da utilização
34
de recursos institucionais, considerado no âmbito da partilha do laboratório de
comunicação da Escola Superior de Educação do IPBeja.
O laboratório de técnicas, assenta na simulação de duas unidades de utentes e está
equipado com modelos e materiais, que permitem o treino de um vasto número de
técnicas de enfermagem.
A sala de demonstrações tem capacidade para 60 estudantes e é também utilizada como
sala de aulas em situações de recurso, estando equipada com computador, projetor de
vídeo, tela elétrica, quadro branco portátil e retroprojetor.
No quadro seguinte, especifica-se com mais detalhe o equipamento existente nos
diferentes espaços considerados.
Quadro 19- Distribuição do equipamento do laboratório e salas de aulas
Tipo de Equipamento
Número
Modelo reanimação adulto
Braço de punção venosa e injeções
Simulador injeção IM (deltóide)
Simulador injeção IM c/ anatomia (nádega)
2
8
2
Simulador injeção IM (nádega)
Modelo de adulto
Manequim Nursing Anne c/ lig vital sim
Modelo geriátrico
Bebé reanimação
6
2
1
1
Modelo bebe
Criança reanimação
Braço de RN treino punção arterial
9
1
1
Braço de RN para punção intravenosa
1
Torço simulador de bandagem
1
Pélvis demonstrativa
2
Simulador de cateterização feminino e punção vesical
1
Simulador de cateterização masculino e punção vesical
1
Simulador cateterização vesical feminino e masculino e cuidados colostomias
6
Modelo de cuidados a ostomias
1
Modelo de sistema de acesso venoso central
1
Cadeira de rodas
2
Par de canadianas
1
Kit simulador de feridas
4
Modelo exame das mamas
1
Modelo para introdução sonda naso gástrica
1
2
1
35
Tipo de Equipamento
Número
Simulador para treino de suturas e extração de pontos
8
Incubadora de RN
1
Laringoscópio adulto e criança
1
Cama articulada adulto
2
Cama eléctrica adulto
2
Berço de RN
2
Carro para higiene no leito
1
Esqueleto humano
1
Tronco anatómico
2
Modelo de músculos
1
esfigmomanómetro de aneroid
16
esfigmomanómetro electrónico
5
estetoscópio
14
Pinças pensos (conjuntos)
19
Modelos anatómicos de órgãos ( rins, cérebro, ouvido, coração )
4
Modelo de bebé para treino de técnicas
4
Bolas (diâmetro 65 cm.)
9
Mesas auxiliares de inox
2
Cabeça bebe RN punção venosa
1
SGS II Kit desenvolvimento da criança
1
Maquina de selagem
1
Bacia insuflável para lavagem de cabeça
2
Balde para lixo
3
Material diverso para uso clínico
Roupa de cama de adulto
Roupa de berço
Roupa de RN
Toalhas turcas
Apoio para Braço (Espuma Sólida)
Tipo de Equipamento
2
Número
projector multimédia
8
Leitor de DVD
1
Episcópio
1
Máquina de filmar
3
rádio leitor de CD
1
Leitor de vídeo e TV
3
computadores para docentes
28
computadores para alunos (incluindo salas de aulas)
17
quadro interactivo
3
retroprojector
8
Projector de diapositivos
6
36
8
Pessoal docente
8.1 Equipa docente do ciclo de estudos
O corpo docente do Curso de Licenciatura em Enfermagem (9500) no ano letivo de
2012/2013 foi constituído por 28 docentes a tempo integral, sendo que 18 destes têm
formação académica na área científica de Enfermagem. Para além destes, o corpo docente
do curso integra docentes em regime de tempo parcial com formação académica na área
científica de Enfermagem, que participam na orientação e supervisão de estudantes em
ensinos clínicos e por docentes de outras áreas que lecionam unidades curriculares do
curso.
Neste corpo docente, existem 2 (dois) doutorados em Enfermagem, 4 (quatro) doutorados
nas áreas de Psicologia, Psicologia da Saúde, Farmácia e Filosofia, e 14 especialistas, sendo
que 10 (dez) são especialistas de acordo com o Decreto-Lei n.º 206/2009 de 31 de Agosto,
com 9 (nove) da área científica de Enfermagem. Dois docentes, doutorandos, aguardam a
defesa da tese de doutoramento em Ciências de Enfermagem (723), contando-se ainda
com 4 doutorandos em fase de desenvolvimento da tese, dois deles na área de
enfermagem.
Podemos observar estes dados através do quadro que se segue.
37
Quadro20 - Corpo docente do Curso de Licenciatura em Enfermagem
Regime
Departamento
Idade
a
31/12
/2012
---
CTFP por tempo
indeterminado
(período exp 5 anos)
Exclusiv
Educação e
Ciências Sociais e
do
Comportamento
58
F
Educação
Especial
0,10
723
Master/
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
(período exp 5 anos)
Exclusiv
Saúde
46
F
Enfermagem
0,45
Ciências de
Enfermagem
-Via Ensino
723
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
52
F
---
0,44
Enfermagem
723
Dese
Exclusiv
Saúde
56
F
---
0,88
582
Provas
Públicas
Exclusiv
Matemática e
Ciências Físicas
53
F
Estatística
aplicada *
0,13
723
Dese
Exclusiv
Saúde
47
F
Enfermagem
0,40
723
---
Tempo
Parcial
Saúde
48
F
---
0,27
723
---
Exclusiv
Saúde
52
F
---
0,53
723
Licencia
tura=
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
60
M
Enfermagem*
0,60
721
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
65
M
---
0,17
Habilitação
Academica
Área de
formação
Outras
Relação Jurídica de
Emprego
142
Bioética
Mestrado
Doutoramento
Nome
Categoria
Adelaide Pereira
Jacinto do Espírito
Santo
Professor
Adjunto
Mestrado
Educação
Especial
Ana Clara Pica Nunes
Professor
Adjunto
Mestrado
Professor
Adjunto
Ana Cristina Ribeiro
da Silva Romão
Afonso Martins
Ana Maria Barros
Pires
Ana Maria Caeiro
Lebre
Professor
Adjunto
Professor
Adjunto
Ana Maria Grego Dias
Sobral Canhestro
Professor
Adjunto
Ana Maria Neves
Martins Luís
Ana Paula Lampreia
Banza Zarcos Palma
Assistente
Convidado
Professor
Adjunto
António Carlos do
Carmo Carvalho
Prof. Coord.
s/agregação
Licenciatura
Bernardo Mendes
Loff Barreto
Professor
Adjunto
Convidado
Licenciatura
Licenciatura
Mestrado
Licenciatura
Mestrado
Engenharia
Civil
Intervenção
SócioOrganizacion
al em Saúde
Enfermagem
Ciências da
Enfermagem
Enfermagem
Complement
ar
Medicina
Área
CNAEF
CTFP por tempo
indeterminado
CTFP por tempo
indeterminado
CTFP por tempo
indeterminado
(período exp 5 anos)
CTFP a termo
resolutivo certo
CTFP por tempo
indeterminado
Sex
Especialista
na Área
Científica
ETI*
no
Curso
38
Área de
formação
Área
CNAEF
Outras
Relação Jurídica de
Emprego
Regime
Departamento
Idade
a
31/12
/2012
Sex
Especialista
na Área
Científica
ETI*
no
Curso
Nome
Categoria
Habilitação
Academica
David Santos
Carpinteiro
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
29
M
---
0,28
Elisabete Rodrigues
Fernandes
Emília de Jesus
Antunes Ferreira
Duro
João Manuel Figueira
Rodeia
Assistente
Convidado
Professor
Adjunto
Convidado
Prof. Coord.
s/agregação
Licenciatura
Enfermagem
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
30
F
---
0,28
Licenciatura
Medicina
721
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
54
F
---
0,10
Mestrado
Ciências da
Enfermagem
723
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
54
M
Enfermagem*
0,74
José Pedro Ribeiro de
Matos Fernandes
Professor
Adjunto
Doutoramento
Filosofia
226
---
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
51
M
---
0,08
José Pereirinha
Ramalho
Professor
Adjunto
Doutoramento
Psicologia
Clínica
311
---
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
54
M
---
0,04
Lúcia Celeste Moita
Batista
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
28
F
---
0,28
523
---
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Engenharia
41
M
---
0,08
Artes,
Humanidades e
Desporto
Educação e
Ciências Sociais e
do
Comportamento
Luís Filipe Nobre
Horta Batista Garcia
Professor
Adjunto
Mestrado
Engenharia
Electrotécnic
a e de
Computador
es
Luís Manuel Palma
Preletor
Licenciatura
Medicina
721
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
59
M
---
0,04
Maria Antónia Rasa
Correia da Costa
Professor
Adjunto
Mestrado
Observação
e Análise da
Relação
Educativa
142
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
51
F
Enfermagem
1,00
Maria Antonieta
Pereira de Carvalho
da Palma Medeiros
Professor
Adjunto
Mestrado
Ciências de
Enfermagem
723
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
50
F
Enfermagem
0,77
39
Habilitação
Academica
Área de
formação
Regime
Departamento
Idade
a
31/12
/2012
---
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Educação e
Ciências Sociais e
do
Comportamento
50
F
---
0,08
723
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
55
F
Enfermagem
0,55
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
58
F
---
0,28
723
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
53
F
---
0,94
723
Dese
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
49
F
Enfermagem
0,49
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
49
F
---
0,25
312
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Exclusiv
Educação e
Ciências Sociais e
do
Comportamento
40
F
---
0,06
723
Dese
Exclusiv
Saúde
51
F
---
0,98
723
Dese
Exclusiv
Saúde
59
F
Enfermagem*
0,32
Exclusiv
Saúde
46
F
Enfermagem
0,58
Exclusiv
Saúde
56
F
Enfermagem
0,41
Outras
Relação Jurídica de
Emprego
311
Enfermagem
Enfermagem
Nome
Categoria
Maria Cristina
Campos de Sousa
Faria
Professor
Adjunto
Doutoramento
Psicologia
Professor
Adjunto
Doutoramento
Assistente
Convidado
Licenciatura
Professor
Adjunto
Mestrado
Professor
Adjunto
Mestrado
Assistente
Convidado
Licenciatura
Área
CNAEF
Maria da Conceição
Batista Correia
Maria de Fátima Vila
Verde dos Santos
Rocha Raposo
Maria de Lurdes dos
Santos Galvão
Figueira Rodeia
Maria Dulce dos
Santos Santiago
Maria Fernanda
Henriques Pereira de
Melo
Maria Inês de
Campos de Sousa
Faria Estanqueiro
Casaca
Maria João
Galantinho Lampreia
Maria Manuela
Narciso Pereira
Professor
Adjunto
Prof. Coord.
s/agregação
Maria Margarida da
Palma Goes
Professor
Adjunto
Mestrado
Ecologia
Humana
723
---
Maria Miquelina da
Fonseca Pena
Professor
Adjunto
Mestrado
Ciências de
Enfermagem
723
Cese
Equiparado
a Assistente
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Ciências de
Enfermagem
-Via Ensino
Ciências de
Enfermagem
Enfermagem
Sociologia
Ciências de
Enfermagem
Ciências de
Enfermagem
CTFP por tempo
indeterminado
CTFP por tempo
indeterminado
CTFP por tempo
indeterminado
(período
experimental 5 anos)
CTFP por tempo
indeterminado, em
período experimental
Sex
Especialista
na Área
Científica
ETI*
no
Curso
40
Habilitação
Academica
Nome
Categoria
Maria Teresa Pereira
Gonçalves dos Santos
Professor
Adjunto
Mestrado
Marlene Alexandra
Ferreira Mendes
Equiparado
a Assistente
Mestrado
Área de
formação
Ciência e
Tecnologia
dos
Alimentos
Ciências
JurídicoEmpresariais
Área
CNAEF
Sex
Especialista
na Área
Científica
ETI*
no
Curso
Exclusiv
Tecnologias e
Ciências Aplicadas
50
F
---
0,08
CTFP a termo
resolutivo certo
Exclusiv
Ciências
Empresariais
36
F
---
0,06
Outras
Regime
541
---
CTFP por tempo
indeterminado
380
---
Milene Isabel dos
Santos Palma
Professor
Adjunto
Convidado
Assistente
Convidado
Nuno Alexandre
Colaço do Cabo
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
Patrícia Alexandra
Dias Brito Palma
Professor
Adjunto
Doutoramento
Farmácia
(Toxicologia)
421
---
Rita Isabel Vieira
Guerra
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
Sandra Maria
Miranda Xavier Silva
Professor
Adjunto
Mestrado
Comunicação
em Saúde
723
---
Sandra Marise da
Copa Inocêncio
Quaresma
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
Sérgio Barroso
Preletor
Licenciatura
Medicina
721
---
Sílvia Dias Corujo
Teixeira
Sónia Alexandra
Ruivo Lança
Assistente
Convidado
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
Licenciatura
Enfermagem
723
---
Maurílio Domingos
Agostinho Gaspar
Departamento
Idade
a
31/12
/2012
Relação Jurídica de
Emprego
Licenciatura
Medicina
721
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
56
M
---
0,07
Licenciatura
Enfermagem
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
28
F
---
0,28
CTFP a termo
resolutivo certo
CTFP por tempo
indeterminado
(período
experimental 5 anos)
CTFP a termo
resolutivo certo
CTFP por tempo
indeterminado, em
período experimental
Tempo
Parcial
Saúde
37
M
---
0,18
Exclusiv
Tecnologias e
Ciências Aplicadas
37
F
---
0,13
Tempo
Parcial
Saúde
32
F
---
0,27
Exclusiv
Saúde
39
F
Enfermagem
0,05
Tempo
Parcial
Saúde
43
F
---
0,13
46
M
---
0,02
Saúde
33
F
---
0,28
Saúde
37
F
---
0,28
CTFP a termo
resolutivo certo
CTFP a termo
resolutivo certo
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Tempo
Parcial
41
Nome
Departamento
Idade
a
31/12
/2012
Sex
Especialista
na Área
Científica
ETI*
no
Curso
Tempo
Parcial
Saúde
36
F
---
0,18
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
31
F
---
0,28
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
52
M
---
0,04
723
---
CTFP por tempo
indeterminado
Exclusiv
Saúde
49
F
---
0,58
Enfermagem
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
30
F
---
0,28
Enfermagem
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Tempo
Parcial
Saúde
30
F
---
0,28
Categoria
Habilitação
Academica
Área de
formação
Área
CNAEF
Outras
Relação Jurídica de
Emprego
Regime
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
CTFP a termo
resolutivo certo
Assistente
Convidado
Licenciatura
Enfermagem
723
---
Preletor
Licenciatura
Medicina
721
Professor
Adjunto
Mestrado
Ciências de
Enfermagem
Assistente
Convidado
Licenciatura
Assistente
Convidado
Licenciatura
Monteiro
Sónia Maria Sobral
Pereira
Susana do Rosário
Rafael Velhinho
Casteleiro de Góis
Telo Fialho Nunes
Bettencourt Faria
Teresa de Guadalupe
de Sousa Pataca
Carapinha Santos
Teresa do Rosário
Teixeira Marques
Dionísio Mestre
Vanda Maria
Marciano Tiago
Docentes Convidados
0,15
* Especialista de acordo com o art 47 Dec.lei 74/2006 de 24 de Março
42
Na continuidade dos quadros apresentados, destacam-se alguns dados que se revelam
particularmente caracterizadores do corpo docente:
•
Percentagem dos docentes do ciclo de estudos em tempo integral (100%), na
Instituição – 59,6 %
•
Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento – 11%
•
Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento na área
científica do ciclo de estudos – 9%
•
Número de docentes do ciclo de estudos a tempo integral com doutoramento na
área científica do ciclo de estudos - 2
•
Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com título de especialista –
40,6%
•
Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com título de especialista na
área científica do ciclo de estudos – 39,2%
•
Número de docentes a tempo integral com título de especialista na área científica
do curso - 9
•
(Número de doutorados do ciclo de estudos+ número de especialista do ciclo de
estudos) / Número total de docentes do ciclo de estudos – 40,4
•
Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento e com
título de especialista – 48,1 %
•
Percentagem dos docentes que mantem a sua ligação ao ciclo de estudos por um
período superior a 3 anos – 83%
•
Docentes do ciclo de estudos que, nos próximos dois anos, possam a vir a obter o
grau de doutor ou o título de especialista - 7
43
9
Estudantes
9.1 Caracterização dos estudantes
9.1.1
Caracterização: género e idade por ano curricular
De acordo com os dados apresentados no Gráfico 1, constata-se que o género
predominante no curso de enfermagem é o feminino. Os estudantes são jovens,
maioritariamente entre os 20 e 23 anos, predominando o grupo com idade inferior a 20
anos no 1º ano do curso.
Gráfico 1 – Caracterização dos estudantes por género e idade por ano curricular
35
30
25
≥ 28
20
24-27
15
20-23
10
Menos de 20
5
0
M
F
1º ano
9.1.2
M
F
2º ano
M
F
3º ano
M
F
4º ano
Distrito de proveniência
Os estudantes são maioritariamente provenientes do Distrito de Beja (68%), logo seguido
dos distritos de Faro (11,1%), Setúbal (5,2%) e Évora (3,9%). De recordar que a
44
preferência regional para o acesso ao curso de enfermagem da ESS é restrita ao distrito de
Beja.
Quadro 21 - Distribuição dos estudantes por Distrito de origem
9.1.3
Distrito
Total
%
Aveiro
1
0,7
Beja
104
68,0
Braga
1
0,7
Castelo Branco
4
2,6
Évora
6
3,9
Faro
17
11,1
Funchal
1
0,7
Leiria
2
1,3
Lisboa
4
2,6
Porto
1
0,7
Santarém
1
0,7
Setúbal
8
5,2
Viana Castelo
1
0,7
Vila Real
2
1,3
Total
153
100
Escolaridade dos pais
Ao nível da escolaridade dos pais dos estudantes, verificamos que predomina o Ensino
Básico 3, verificando-se com Ensino Superior 16,3% das mães e 6,5% dos pais dos
estudantes.
45
Gráfico 2 - Distribuição da escolaridade dos pais dos estudantes
60
50
40
30
20
9.1.4
10
Mãe
0
Pai
Procura do ciclo de estudos
Considerada a procura do ciclo de estudos ao longo dos últimos três anos, verifica-se que o
curso de enfermagem continua a preencher todas as vagas pelo concurso nacional de
acesso, embora o número de candidatos venha a diminuir, assim como o número de
candidatos em 1ª opção.
Quadro 22 - Procura do ciclo de estudos
Procura do ciclo de estudos
2010/2011
2011/2012
2012/2013
Vagas
35
35
35
Nº Candidatos
331
311
129
Nº Candidatos 1ª opção
72
61
24
Nº Colocados
35
33
36
Nº Colocados 1ª opção
21
24
22
Nº Inscritos
25
32
28
Nº Inscritos 1ª opção
19
24
20
Nota Mínima
144
143,3
127
Nota Média
147,3
143,7
136
46
9.2 Regime de ingresso no ano letivo de 2012/2013
No que respeita ao regime de ingresso no curso de enfermagem no ano letivo 2012/2013,
constata-se que todas as vagas dos concursos especiais e do regime de mudança de curso,
transferência e reingresso foram preenchidos.
Quadro 23 – Regime de Ingresso no curso no ano letivo de 2012/2013
9.3
Regime de ingresso
2012/2013
Reingresso
1
Mudança de curso
1
Transferências
1
Titular curso médio e superior
1
Titular de DET
2
Maiores de 23 anos
4
alunos 1º ano 1ª vez
34
Estudantes com estatuto de trabalhador estudante
No conjunto dos anos curriculares do curso, apenas 2 estudantes têm estatuto trabalhador
estudante, como se pode verificar no quadro seguinte.
Quadro 24 - Distribuição dos estudantes com estatuto trabalhador estudante por ano lectivo
Género
Ano Curricular
Nº Estudantes Trabalhadores
M
F
1º
0
0
0
2º
0
0
0
3º
2
1
1
4º
0
0
0
Total
2
1
1
47
9.4 Estudantes com apoio social
O número de estudantes abrangidos por apoio social no curso de enfermagem decresceu
em relação ao ano letivo de 2010/2011, notando-se no entanto um aumento no ano letivo
2012/2013 em relação ao ano anterior.
Quadro 25 - Distribuição dos estudantes com apoio social nos últimos três anos lectivos
Ano Letivo
Apoio social
Número de alunos bolseiros
2010/11
2011/12
2012/13
53
39
44
48
10 Resultados académicos
10.1 Distribuição das classificações finais por unidade curricular
Os resultados relativos à distribuição das classificações finais por unidade curricular são
apresentados por ano letivo, com exceção do 1º ano onde são apresentados por semestre,
considerando que esta apresentação, dado o elevado número de UCs, facilita a respetiva
leitura.
De acordo com o Gráfico 3, podemos verificar que a média da avaliação das unidades
curriculares do 1º ano 1º semestre, variou entre 12,2 valores em Anatomia e Fisiologia e
15,1 valores em Relação de Ajuda.
Gráfico 3 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 1º semestre
16
14
12
10
8
6
4
2
0
13,2
13,3
13,4
15,1
13,1
13,6
12,2
14,5
No que respeita à distribuição das classificações por unidade curricular no 1º ano 1º
semestre representada no gráfico abaixo, podemos verificar que a moda mais baixa é 11
valores em Fundamentos de Saúde, a mais elevada é 15 valores no EC – Fundamentos de
Enfermagem, afigurando-se a Relação de Ajuda como bimodal com os valores de 14 e 17.
49
Gráfico 4 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 1º semestre
EC - Fundamentos de Enfermagem
12
8
Anatomia e Fisiologia
Pedagogia
13
9
10
Microbiologia e Parasitologia
5 6
Relação de Ajuda
11
14
10
6
Métodos e Técnicas de Enfermagem
11
11
11
0%
13
13
13
40%
N/A
16
N/A
17 1819
17
16
17
14
12
20%
15
17
15
16
14
N/A
15 1617 N/A
16
14
15
12
14
15
13
12
10
História de Enfermagem
14
14
16
13
13
12
13
10 11
12
12
10 11
8 10
Fundamentos de Saúde
15
18
15
15
60%
N/A
N/A
16 17 1819N/A
16
80%
17
N/A
100%
Relativamente ao 1º ano 2º semestre, representada no gráfico seguinte, a média das UCs
variou entre 11,2 valores em Moral e Ética e 16,3 valores em Psicologia do
Desenvolvimento.
Gráfico 5 - Média das classificações por Unidade Curricular no 1º ano 2º semestre
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
16,3
13,4
14,7
12
12,6
11,2
50
A moda variou entre 10 valores nas unidades curriculares de Sociologia da Família e Moral
e Ética, e 17 valores em Psicologia do Desenvolvimento.
Gráfico 6 - Distribuição das classificações por UC no 1º ano 2º semestre
8
EC-Enf Saúde Materna e Saúde Infantil
5
Moral e Ética
Enfermagem em Saúde Materna
Psicologia do Desenvolvimento
14
68
11
156 7 8 9
0%
13
12
14
15 16 17
14
30%
15
15
17
40%
50%
60%
17N/A
1314 16 18 N/A
14
16
20%
16
12
13
13
15
10%
11
12
11
2 7 9 12
14
15
10
10
Sociologia da Família
Enfermagem em Saúde Infanto Juvenil
13
70%
N/A
16 N/A
16 18N/A
18 N/A
80%
90% 100%
Reportando agora ao 2º ano, a média variou 12,2 valores a Farmacologia e 17,3 valores a
Informática, como se pode verificar no gráfico abaixo representado.
Gráfico 7 - Média das classificações por Unidade Curricular no 2º ano
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
16,6
13,4
13,8
14,9
12,2
13,6
17,3
13,2
14,4
A moda mais baixa foi na UC de Medicina com os valores de 12, 13 e 14 e a mais alta
ocorreu nas UCs de Psicologia da Saúde e Informática com 17 valores.
51
Gráfico 8 - Distribuição das classificações por UC no 2º ano
7
EC-Enfermagem Cirúrgica
EC-Enfermagem Médica
14
15
15
13
Farmacologia
8
Medicina
810 11
Enfermagem Médica
7 8 1011
10%
13
14
13
11
12
16
15
14
13
30%
17
16
13
15
14
40%
N/A
50%
17 N/A
14
16
15
17
15
60%
70%
N/A
N/A
16
12
13
12
20%
15
15
10
N/A
18
14
14
17N/A
19
17
12
5 810 11 12
11 12
18
16
4 61011
0%
16
17
13
Cirurgia
Enfermagem Cirúrgica
13
16
Informática
Psicologia da Saúde
12
N/A
N/A
16 17 N/A
80%
90%
100%
No 3º ano, como revelado no quadro seguinte, a média variou entre 11 valores a
Investigação I e 17,1 valores a Estatística.
Gráfico 9 - Média das classificações por Unidade Curricular no 3º ano
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
17,1
14,9
12,2
15,4
14,6 13,7 15,1
13,1
16,3 15,6
11
52
No 3º ano, no que concerne à moda, esta varia entre 10 valores a Investigação I e 17
valores a Ensino Clínico em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria, como indica o
gráfico seguinte.
Gráfico 10 - Distribuição das classificações por UC no 3º ano
EC-Enfermagem Pediátrica
8 12 14
EC-Enf em Saúde Mental e Psiquiatria
10131415
Investigação II
101113 14
Pediatria
1 5 13
Enf em Saúde Mental e Psiquiatria
12 13
EC-Enf de Especialidades Médico-Cirúrgicas
Estatística
14
17
18
10
8 10
Enf de Especialidades Médico-Cirúrgicas
12 13
0%
11
11
12
14
19
20
18N/A
N/A
131516 N/A
12
13
15
18N/A
17
16
15
16
17
16
15
14
17 N/A
16
15
N/A
N/A
15 16
14
14
Investigação I
Especialidades Médico-Cirúrgicas
18 N/A
1617 18
13
15
18 N/A
17
15
12 13
1314
17
16
11 12
Enfermagem Pediátrica
16
15
14
16
15N/A
17 N/A
10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
No respeitante ao 4º ano, verifica-se de acordo com o gráfico seguinte, que a média variou
entre 13,6 valores na UC de Direito Aplicado à Enfermagem e 17,2 valores na UC de Ensino
clínico em Enfermagem em Saúde Comunitária.
53
Gráfico 11 - Média das classificações por Unidade Curricular no 4º ano
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
16,8
14,2
14,2
15,6
17,2
17,2
13,6
A moda por sua vez variou entre 13 valores nas UCs de Enfermagem na Família e Direito
Aplicado à Enfermagem e 18 valores no Estágio.
Gráfico 12 - Distribuição das classificações por UC no 4º ano
Estágio
13 15 16
Direito Aplicado à Enfermagem
10 11
EC -Enf em Saúde Comunitária
15 16
Administração dos Serviços de Saúde
12
Enfermagem na Família
12
Enfermagem em Gerontologia
14
Enfermagem em Saúde Comunitária
3 610 12
0%
17
12
18
13
14
N/A
15
16
17
1415
18
16
17
13
16
13
14
16
17
17
14
1718
18
15
16
17 18
10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
54
10.2 Taxa de sucesso por unidade curricular
A taxa de sucesso no curso de enfermagem é elevada, como podemos verificar no quadro
seguinte. Dos dados apresentados merece salientar que a taxa de sucesso sobre os
avaliados foi 100% em 22 das Unidades Curriculares, sendo a mais baixa de 82,22% na
Unidade Curricular de Enfermagem em Saúde Infanto-Juvenil.
Quadro 26 – Taxa de sucesso por Unidade Curricular
Alunos
Ano
Curric.
1º Ano
2º Ano
3º Ano
Unidade Curricular
Taxa de Sucesso
Insc.
Nota <
10
Nota >
a 10
Out
Total
Aval
História de Enfermagem
49
1
47
1
Métodos e Técnicas de Enfermagem
44
2
41
1
Fundamentos de Saúde
48
2
40
Relação de Ajuda
49
45
Microbiologia e Parasitologia
47
3
43
44
5
41
41
Pedagogia
50
Anatomia e Fisiologia
49
EC - Fundamentos de Enfermagem
43
Psicologia do Desenvolvimento
40
Enfermagem em Saúde Materna
50
5
Enfermagem em Saúde Infanto Juvenil
48
8
Sociologia da Família
44
Moral e Ética
46
Sucesso/
Inscritos
Sucesso
/ Aval
48
95,92%
97,92%
43
93,18%
95,35%
6
42
83,33%
95,24%
4
45
91,84%
100%
1
46
91,49%
93,48%
6
44
88,00%
100%
3
46
83,67%
89,13%
2
41
95,35%
100%
37
3
37
92,50%
100%
43
2
48
86,00%
89,58%
37
3
45
77,08%
82,22%
38
6
38
86,36%
100%
3
39
4
42
84,78%
92,86%
EC- Enf. Saúde Materna e Saúde Infantil
45
1
41
3
42
91,11%
97,62%
Enfermagem Médica
39
2
34
3
36
87,18%
94,44%
Medicina
41
1
35
5
36
85,37%
97,22%
Farmacologia
40
2
Ensino Clínico- Enfermagem Médica
38
35
3
37
87,50%
94,59%
36
2
36
94,74%
100%
Enfermagem Cirúrgica
42
2
35
5
37
83,33%
94,59%
Cirurgia
43
3
35
5
38
81,40%
92,11%
Psicologia da Saúde
40
37
3
37
92,50%
100%
Informática
40
Ensino Clínico-Enfermagem Cirúrgica
38
Enfermagem de Esp. Médico-Cirúrgica
37
Especialidades Médico-Cirúrgicas
39
Investigação I
41
2
1
36
4
36
90,00%
100%
35
1
37
92,11%
94,59%
35
2
35
94,59%
100%
36
2
37
92,31%
97,30%
36
5
36
87,80%
100%
34
5
Estatística
39
34
87,18%
100%
EC – Enf. de Especial. Médico-Cirúrgicas
37
1
36
37
97,30%
97,30%
Enf. em Saúde .Mental. e Psiquiatria
36
3
33
36
91,67%
91,67%
Enfermagem Pediátrica
37
4
37
89,19%
89,19%
Pediatria
34
33
1
33
97,06%
100%
Investigação II
43
39
4
39
90,70%
100%
Ens Clin- Enf. S.M.e Psiquiatria
37
35
2
35
94,59%
100%
33
55
Alunos
Ano
Curric.
4º Ano
Unidade Curricular
Taxa de Sucesso
Insc.
Nota <
10
Nota >
a 10
Out
Total
Aval
Ens Clin - Enfermagem Pediátrica
36
1
34
1
Enfermagem em Saúde Comunitária
36
2
34
Sucesso/
Inscritos
Sucesso
/ Aval
35
94,44%
97,14%
36
94,44%
94,44%
Enfermagem em Gerontologia
35
35
35
100%
100%
Enfermagem na Família
35
35
35
100%
100%
Seminário
35
35
35
100%
100%
Administração dos Serviços de Saúde
34
34
34
100%
100%
EC - Enf.em Saúde Comunitária
35
35
35
100%
100%
Introdução à Vida Profissional
35
35
35
100%
100%
Direito Aplicado à Enfermagem
35
35
35
100%
100%
Estágio
34
33
33
97,06%
100%
1
10.3 Distribuição do número de créditos ECTS aprovados por estudante
Não nos foram fornecidos estes dados
10.4 Taxa de sucesso/ tempo de conclusão do ciclo de estudos
Comparando o número de estudantes que ingressaram no curso no ano lectivo de
2008/2009 com o número de diplomados 4 anos depois, verificamos que houve 10
estudantes que não terminaram o curso no tempo previsto, assinalando-se um estudante
que levou mais 1 ano que o previsto. Esta taxa de 70,59% de sucesso no curso é mais baixa
relativamente aos anos anteriores, referindo-se que em 2010/2011, 86,11% dos
estudantes concluíram o curso nos 4 anos previstos.
Quadro 27 –Taxa de sucesso no curso
Duração
Inscritos 1º
do Ciclo
ano 1ª vez
Diplomados no Ano Lectivo 2011/2012
Taxa de
de
TOTAL DE
Curso
>N
Estudos
Ano Lectivo
<N
N anos
N anos
N anos
(Nº de
2008/2009
anos*
*
*+1
*+2
4
%
anos
*+3
Anos)
Enfermagem
Sucesso
DIPLOMADOS
34
0
24
1
0
0
25
70,59
* N anos = nº de anos de duração do Ciclo de Estudos
56
10.5 Taxa de abandono
O quadro seguinte mostra a taxa de abandono no Curso de Enfermagem. Apesar de não ser
um número alto, o facto de se verificar uma subida nos últimos anos é motivo de reflexão
para o corpo docente. Emerge a indagação sobre as razões de abandono, que desde logo
não nos parecem alheias à atual situação do país e às dificuldades económicas que
atravessam um número cada vez maior de famílias portuguesas.
Quadro 28 –Taxa de abandono
Ano Letivo 2011/2012
Ano Letivo 2012/2013
ABANDONO
Alunos
Total
Curso
Total
Alunos
Total
Alunos
Inscritos
Alunos
Alunos
Transitados
Alunos
Transitados
1ª
Inscritos
Diplomados
para o ano
Inscritos
(1)
(2)
seguinte
(3)
Taxa
Nº
do ano
(%)
vez(*)
anterior
(4)
Enfermagem
141
25
116
153
44
109
7
6,03
57
11 Grau de satisfação dos estudantes e docentes relativamente às
unidades curriculares
O processo de avaliação das UC proposto pelo GAQ, assenta numa metodologia de análise
quantitativa através de questionários aplicados aos estudantes e docentes, bem como de
análise qualitativa através de entrevistas em painel a representantes de cada turma, para
validar os pontos com avaliação negativa em cada UC.
A análise que se apresenta neste ponto refere-se apenas aos resultados obtidos através da
aplicação dos inquéritos aos estudantes, ou seja, assenta numa abordagem quantitativa.
O inquérito utilizado incorpora os seguintes parâmetros de avaliação (para cada unidade
curricular):
1-
Preparação inicial para frequência desta UC
2-
Motivação face à UC
3-
Assiduidade à UC
4-
Dedicação a esta UC fora das aulas
5-
Adequação das salas de aula face ao n.º de alunos
6-
Quantidade de equipamentos face ao n.º de alunos
7-
Qualidade dos equipamentos face às necessidades da UC
8-
Contribuição dos elementos de estudo para aprendizagem
9-
Volume de trabalho necessário para acompanhar as exigências da UC
10 - Método de avaliação é justo e apropriado
11 - Relevância das matérias leccionadas para o curso
12 - Aquisição e compreensão dos conteúdos programáticos desta UC
13 - Assiduidade dos alunos a esta UC
14 - Motivação do(s) docente(s) desta UC
15 - Disponibilidade dos docentes para apoiar os alunos fora das horas de contacto
16 - Relação pedagógica do(s) docente(s)/alunos
17 - Adequação das metodologias de ensino à aprendizagem dos conteúdos programáticos
18 - Considera a carga horária de contacto da UC
58
Os parâmetros de avaliação do nº 1 ao nº 17 (inclusive) têm associada uma escala de posição
com 6 possibilidades de escolha: (1) muito inadequado; (2) inadequado; (3) nem adequado
nem desadequado; (4) adequado; (5) muito adequado e não sabe/não responde. O item 18
tem associada uma escala de posição com 3 possibilidades de escolha: (1) insuficiente; (2)
suficiente e (3) excessiva.
Foram aplicados os inquéritos aos estudantes para auscultar a satisfação dos mesmos em
relação a 34 unidades curriculares do CLE, todas elas de cariz teórico. Nenhuma UC de Ensino
clínico ou o Estágio foram avaliadas, o que significa que pelo menos 50% do curso não foi alvo
de avaliação.
Na medição utilizaram-se indicadores dos quais saem resultados para análise da satisfação
dos estudantes, podendo conduzir à tomada de ações corretivas e preventivas.
No quadro representado abaixo, estão assinados a amarelo todos os itens por UC que tiveram
média inferior a 3 (considerado um valor neutro) e pela sua análise verificamos que 9 UCs
não apresentam nenhum item com média negativa na sua avaliação.
As UCs com médias de avaliação inferior a 3 em maior número foram Estatística e
Investigação I, com médias negativas em 15 dos itens, e Informática com média negativa em
11 itens.
O aspecto avaliado em mais UCs com média negativa foi a “preparação inicial para a
frequência da UC”, logo seguido de “contribuição dos elementos de estudo para a
aprendizagem”. Verificamos também que a adequação das salas de aula face ao número de
alunos, aparece com algumas avaliações negativas.
No item “relevância das matérias leccionadas para o curso”, verifica-se que as UCs com média
mais elevada são as UCs da área de Enfermagem (723) e Medicina (721).
Apresentam-se a seguir gráficos que representam a média das avaliações em cada item por
UC por ano lectivo, para complementar a leitura dos resultados.
59
Quadro 29 – média da satisfação dos estudantes por Iten e por Unidade Curricular
1º Ano
ITEN
1º SEMESTRE
HE MTE
FS
RA
MP
2º Ano
2º SEMESTRE
P
AF
PD ESM ESIJ
SF
ME
EM
M
F
2º Semestre
EC
C
PS
1º Semestre
I
EEMC EMC
I1
4º Ano
2º Semestre
E
ESMP EP
P
1º SEMESTRE
I2
ESC
EG
EF
S
2º Sem
ASS IVP DAE
1
2,97 2,89 2,54 2,81 3,17 3,03 3,47 2,83 2,98
2
3,44 4,1
3
4,21 4,67 3,66 4,25 3,46 4,4 4,08 4,16 3,49 3,75 3,61 4,1 3,94
4
3,5 3,85 3,1
5
3,05
3
3,41 3,45 3,43 3,65 3,26 2,84 2,3 3,09 3,5 3,15 3,74 3,67 3,78 4,03 4,03 2,65 3,06 3,34 3,21 2,79 2,9
6
3,24
3
3,59 3,69 3,54 3,68 3,29 3,1 2,81 3,39 3,54 3,33 3,2 3,39 3,67 3,89 3,76
3
2,97 3,21 3,18 2,55 2,76 3,88
7
3,77 3,62 3,58 3,77 3,59 3,8 3,18 3,39 3,02 3,3 3,43 3,41 3,54 3,21 3,56 3,86 3,79
3
2,91 3,31 2,96 2,52 2,72 3,92 4,04 3,83 3,28 3,85 3,88 3,7 3,48 3,8 4,12 4,04
8
3,59 4,21 3,85 3,1
9
3,27
10
3,46 4,18 3,51 3,73 3,46 3,88 3,13 3,39 2,72 3,05 3,39 3,28 3,94 3,48 2,57 3,74 3,37 3,74 2,71 3,52 2,96 2,1 2,93 3,92 4,25 4,17 2,96
11
3,54 4,62 3,44 3,7 3,49 3,58 4,34 3,77 3,72 4,05 2,89 3,62 4,37 3,97 3,69 4,34 4,14 3,5 2,29 3,97 3,68 1,86 1,79 4,19 4,63 4,48 2,69 4,23 4,04 3,48 3,48 3,53 4,25 4,12
12
3,79 4,21 3,13 3,65 3,3 3,77 3,42 3,5 3,32 3,55 3,11 3,31 4,06 2,94 3,19 3,89 3,83 3,53 2,74 3,52 3,07 1,86 2,38 3,85 4,08 3,87 2,88 3,88 3,81 3,44 3,07 3,43 4,21 3,84
13
3,39 4,32 3,26
14
3,51 4,13 3,51 4,28 3,27 4,13 3,11 3,8 3,21 3,48 3,75 3,82 4,14 3,33 3,81 4,03
15
3,26 4,11 3,84 3,77 3,23 3,95 3,32 4,1 3,22 3,56 3,37 3,63 4,14 2,36 3,77 4,09 3,49 3,65 2,38 3,24 2,75 2,55 2,24 4,04 4,29 3,43 3,27 4,46 4,58 3,63 3,48 4,57
16
2,84 3,92 3,92 4,13 3,14 4,43 3,29 4,06 3,15 3,32 3,56 3,85 4,2 2,97 3,89 4,14 3,69 3,79 2,97 3,62
17
3,51 4,21 3,36 3,8 3,38 4,05 2,84 3,68 2,94 3,09 3,32 3,33 3,83 2,76 3,47 4,06 3,8 3,53 2,38 3,34 3,04 1,93 1,9
18
1,87 1,63 2,11 1,92 1,92
4
3
1º Semestre
3º Ano
2,36 2,76 3,17 2,24 2,03 3,37 3,2 2,97 3,58 2,89 2,85 1,59 2,89 3,24 3,71 3,3 2,92 3,15 3,15 3,04 2,52 2,6 3,18 2,16
3,1 3,78 3,08 3,9 3,82 3,48 3,21 3,57 2,86 3,08 3,97 3,18 3,39
3,3 3,11 3,65
4
4
3
4
3,77 3,18 3,12 3,45 2,85
4,69 4,17 4,46 3,88 4,82
3,39 3,53 3,73 2,89 3,03 4,09 3,36 4,11 4,06 4,03 3,24 3,67
2,97 3,61 3,68 3,64 3,73
3
4
3,9
2
2,82 3,65 4,29 3,91 2,77 3,92 3,46 3,3 2,67 3,23 4,04 3,36
3,22 3,5 3,64 4,04 4,33 3,91 3,73 4,35 4,35
3,07 3,11 3,21 3,96
3,87 3,54 4,15 3,76 3,48 3,22 3,83 3,46 3,92
3,88 4,21 4,22 3,54 3,96 3,96 3,85
4
4,63 4,53 4,64 4,84
4
4,13 4,12 4,36
3,96 3,36 3,92 3,88 3,81 3,81 3,87 4,12
4
3,46 4,09 1,97 3,91 4,17 3,83 3,24 2,79 3,41 2,29 1,59 2,17 3,88 3,75 3,09 2,85 4,46 4,08 2,78 3,52 4,17 3,52 4,08
3,37 3,59 3,75 3,7 3,59 3,32 2,87 3,11 3,54 3,38 3,38 2,61 2,89 3,8 3,77 3,44 2,71 3,24 3,04 2,54 2,69
4
4
4
4
4
3,87 3,23 3,73 3,5 3,33 3,37 3,6 2,95 3,52
4
3,77 3,38 3,58 3,87
3
3,58
2,92 3,85 3,66 3,68 3,04 3,62 3,18 3,49 3,6 2,38 4,28 3,74 4,09 3,45 4,18 3,55 2,82 2,72 2,86 3,88 3,92 3,61 3,08 4,19 3,77 3,44 4,37 3,87 4,32 4,28
2
1,32 1,55 1,76 1,86
2
4
1,95 1,69 1,76 1,58 1,79 1,71
3,76 2,76 3,31
2
2,35 1,97
3
3
2
2,59 1,9
2,52 2,1
4
4,29 4,26 3,04 4,38 4,23 3,54 3,67 4,3 4,08 4,4
4
4,12
4,12 4,21 3,96 3,5 4,42 4,5 3,33 3,56 4,5 4,08 4,4
3,92 4,17 3,91 2,96 4,12 4,12 3,44 3,22 3,93 4,12
2,41 2,38 1,92 1,83 1,86 2,2 1,88 1,92 1,81
2
2
2
4
1,52
60
Gráfico 13 – Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 1 semestre
5
4,5
4
3,5
3
2,5
2
1,5
1
0,5
0
1
2
3
4
5
HE
6
7
MTE
8
FS
9 10 11 12 13 14 15 16 17
RA
MP
P
AF
Gráfico 14 - Média das avaliações por item em cada UC do 1º ano 2 semestre
4,5
4
3,5
3
2,5
2
1,5
1
0,5
0
1
2
3
4
5
6
PD
7
ESM
8
9 10 11 12 13 14 15 16 17
ESIJ
SF
ME
61
Gráfico 15 - Média das avaliações por item em cada UC do 2º ano
5
4,5
4
3,5
3
2,5
2
1,5
1
0,5
0
1
2
3
4
5
6
EM
7
8
9 10 11 12 13 14 15 16 17
M
F
EC
C
PS
I
Gráfico 16 - Média das avaliações por item em cada UC do 3º ano
5
4,5
4
3,5
3
2,5
2
1,5
1
0,5
0
1
2
3
4
EEMC
5
6
EMC
7
I1
8
9 10 11 12 13 14 15 16 17
E
ESMP
EP
P
I2
62
Gráfico 17 - Média das avaliações por item em cada UC do 4º ano
5
4,5
4
3,5
3
2,5
2
1,5
1
0,5
0
1
2
3
4
ESC
5
6
EG
7
EF
8
9 10 11 12 13 14 15 16 17
S
ASS
IVP
DAE
63
12 – Ambiente de ensino/aprendizagem
12.1 Medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso
académico dos estudantes.
Inicialmente, é através dos responsáveis das Unidades Curriculares que o percurso
académico dos alunos é refletido, em virtude da proximidade que estes atores educativos
apresentam. Todavia a Comissão Técnico-Científica e Pedagógica, pela visão abrangente
que possui da estrutura curricular do curso, assume neste processo um papel de destaque,
ao nível da orientação e do aconselhamento do percurso escolar do estudante. Também o
Conselho Pedagógico, enquanto órgão integrador das perspetivas das diferentes Unidades
Orgânicas, no âmbito das suas competências, entre vários aspetos, cabe pronunciar-se
sobre orientações pedagógicas que se repercutem naturalmente no percurso formativo
dos estudantes. Face a determinadas situações detetadas, quando considerado necessário
os estudantes são encaminhados para o Gabinete de Apoio Psicopedagógico que
proporciona: Sessões de Apoio Pedagógico; Sessões de (Re) Orientação vocacional;
Sessões de Aconselhamento de Carreira; Seminários; Congressos e/ou Cursos Breves de
Educação não Formal, que com as restantes medidas anteriormente assinaladas,
configuram
um conjunto de possibilidades de apoio e aconselhamento com que os
estudantes podem contar.
12.2 Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade
académica.
A presidência do IPBeja, as direções das Unidades Orgânicas, as Comissões Técnico
Científicas e Pedagógicas dos Cursos e os gabinetes de apoio ao aluno (GAAD, GAPP, GIVA),
ativos ao longo do ano letivo, promovem uma sessão de boas vindas no início do ano
letivo, na qual são explicitados os serviços e os princípios orientadores da instituição, das
escolas e dos respetivos cursos.
64
O Dia do Instituto, celebrado anualmente, constitui um momento de abertura dos órgãos,
permitindo o convívio científico/cultural de todos os alunos da instituição.
As Associações de estudantes em articulação com o Provedor do Estudante, tendo como
função a defesa dos interesses dos estudantes e a sugestão de ações de melhoria das
condições de ensino e de estímulo da participação na comunidade, apresentam igualmente
importante papel integrador do estudante na comunidade académica. De referir ainda a
Semana de Receção ao Caloiro e a Semana Académica, que são exemplos de eventos,
promovidos também com essa mesma finalidade.
No âmbito dos cursos, e ao longo do ano, são desenvolvidos eventos científicos e/ou aulas
abertas a toda a comunidade académica interessada.
De referir também as atividades desenvolvidas pela Equipa de Apoio à Integração Social
do Estudante, criada pelo Despacho nº 212/PIPB/2013, com importante papel na
promoção da integração dos estudantes.
Assinala-se ainda um conjunto de atividades desenvolvidas no âmbito do funcionamento
do Gabinete de Mobilidade e Cooperação, com o objetivo de acolher e integrar os
estudantes estrangeiros que chegam ao IPBeja e em concreto ao Curso de Enfermagem da
ESS, no contexto dos programas de mobilidade existentes.
12.3 -- Medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de
financiamento e emprego.
O GAPP faz um Workshop anual dirigido aos finalistas subordinado ao tema “Preparação
para Procedimentos de Recrutamento e Seleção”, onde se abordam metodologias de
procura de emprego no País e no Espaço Económico Europeu, se treinam os participantes
na elaboração do CV, anúncio de emprego, carta de candidatura e carta de candidatura
espontânea. São ainda abordados documentos legais sobre os direitos e deveres do
trabalhador e do empregador e sobre a tramitação dos procedimentos concursais na
Administração Pública. O IPBeja Empresas e IPBeja Empreendedorismo desenvolvem
ações de reflexão e de incentivo a boas práticas de empreendedorismo e de contacto com
empreendedores, nomeadamente, seminários sobre empreendedorismo, apoio à
concepção e validação ideias/planos de negócio. Será criado o observatório da
empregabilidade e inserção profissional dos diplomados que pretende recolher os perfis
de empregabilidade e de inserção profissional, com diagnóstico de necessidades de
formação.
65
12.4 - Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes
na melhoria do processo ensino/aprendizagem.
Após a análise quantitativa dos dados recolhidos através da aplicação de questionário aos
alunos, procede-se a entrevistas em painel a representantes de cada um dos cursos, com o
objetivo de conhecer os fatores multicausais que justificavam uma avaliação menos
satisfatória relativamente a algumas das variáveis consideradas. Estes resultados são
apresentados à Comissão Técnico Científica e Pedagógica do Curso que os analisa, sendo
incluídos no relatório de avaliação do curso, e determinantes de propostas de ações de
melhoria, como as já referenciadas anteriormente em relação à avaliação do ano anterior.
12.5 Medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento
mútuo dos créditos.
O Gabinete de Mobilidade e Cooperação do IPBeja, contempla diversos programas de
mobilidade e cooperação, a vários níveis e em vários âmbitos, e num envolvimento com a
coordenação de curso, e com o docente responsável pela mobilidade, monitorizam o
processo de reconhecimento e garantem a sua efetivação.
Entre outros aspetos, destacam-se algumas medidas com vista à promoção da mobilidade,
como:
Promoção de reuniões de sensibilização e informação junto dos coordenadores de curso;
Divulgação das oportunidades de mobilidade diretamente junto dos estudantes e com
recurso ao-email e página Web do IPBeja;
Criação e desenvolvimento de página Web dedicada à mobilidade
No IPBeja existe pleno reconhecimento de créditos ECTS obtidos no âmbito da realização
de períodos de mobilidade no estrangeiro, em aplicação do disposto no Decreto – Lei n.º
42/2005, de 22 de Fevereiro e no ECTS User’s Guide 2009, onde assenta a definição do
plano de estudos a frequentar em mobilidade para o aluno, nacional ou estrangeiro.
Outras competências obtidas pelo estudante em mobilidade, para além do plano de
estudos definido, podem ser objeto de reconhecimento de créditos através do Suplemento
ao Diploma.
66
13 Empregabilidade
Não nos foram fornecidos estes dados
67
14 Resultados das atividades científicas / tecnológicas e artísticas
14.1 Publicações do corpo docente do ciclo de estudos em revistas
nacionais/internacionais nos últimos 3 anos e na área do ciclo de
estudos
É inquestionável a importância da investigação realizada pelo corpo docente de uma
Escola, na medida em que é uma atividade dirigida para a produção de novos
conhecimentos e potencia o encontrar de novas soluções para os problemas existentes.
Ao longo dos anos a produção científica pelo corpo docente da escola tem sido uma
atividade que, de certo modo, se desenvolve essencialmente no âmbito das exigências
decorrentes da formação académica e progressão na carreira.
Os principais motivos apontam para uma concentração de esforços nas atividades letivas,
quer a nível de ensino teórico como em ensino clínico, demarcando-se também a
necessidade de um Centro de Investigação na área cientifica, ou da ligação dos professores
a outros existentes, que incremente a produção de investigação e as decorrentes
publicações científicas na área do ciclo de estudos.
No ano letivo anterior este cenário sofreu alterações significativas, sendo que o relatório
do ano anterior reflete um aumento da produção científica realizada pelos docentes, que
não se refletiu igualmente durante o ano de 2013.
É de realçar, contudo, que existem vários docentes que terminaram ou estão a terminar o
seu doutoramento, o que pressupõe um esforço que se vai refletir nesta atividade.
Salientamos que os dados que apresentamos relativamente ao ano 2011/2012 se referem
apenas aos docentes a tempo integral, integrados no Departamento de Saúde.
São as seguintes as publicações realizadas pelos docentes:
•
Ana Clara Pica Nunes
Nunes, Ana Clara P. (2012) As implicações da perturbação bipolar na família. Revista
Pensar Enfermagem. Co-autora do Artigo de Revisão da Literatura. Aguarda publicação
•
Ana Cristina Ribeiro da Silva Romão Afonso Martins
68
Martins, Ana Cristina R.S.R.; Pena, M.M.F.; Santos, T.G.S. P.C.,(2013)Acidentes com crianças
no Sul de Portugal/ Perfil epidemiológico , Rev enferm UFPE on-line., Recife, 7(6):446671, Junho, 2013
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2742
•
Ana Maria Sobral Canhestro
Lucas JCM, José H, Canhestro AMGDS. (2013). Intervenção comunitária em pessoas idosas
com obesidade. Rev enferm UFPE on line., Recife, 7(2):497-503, fev., 2013
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/viewFile/281
1/pdf_2041
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2811/p
df_2040
•
Maria da Conceição Batista Correia
Correia, M. da Conceição; Soares, M. Dulce (2012) “The reflective practice and
development of competence of nursing students caring for critical patients” .Journal of
Nursing, : 6(4): 1818-820
Soares, M. Dulce ;Correia, M. Conceição (2012)“ “Reprocesses and Reuse of single-use
devices: Ethical Reflection”, publicado na Revista de Enfermagem, edição de Abril de
2012
•
Maria Margarida Palma Goes
Goes, M. Margarida P. (2012) :"Acessibilidade a Cuidados de Saúde da População IdosaAbordagem em Análise Geoespacial para o Distrito de Beja". Conferência Internacional
sobre Enfermagem Geriátrica (CIEG-2012)
(http://www.cieg2012.org/docs/CIEG2012_livro_atas.pdf )
•
Ana Maria Barros Pires
Pires, Ana Maria (2012). A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e a enfermagem no
século XX: leituras na imprensa feminista. Referência, III Série nº 8, Dez., pp. 171-178.
Pires, Ana Maria; Nunes, Lucília (2013). Chamem o José Bernardo! Uma evocação histórica
em cinco atos. Enviado para publicação na revista Pensar Enfermagem em março de
2013
69
Pires, Ana Maria; Nunes, Lucília (2013). A Escola Profissional de Enfermagem nas páginas
do jornal Diário de Notícias (1919-1931). Enviado para publicação na revista Cadernos
de Saúde da Universidade Católica Portuguesa em dezembro de 2013
•
Maria Manuela Narciso Pereira
Espada, Carla V. O. A, & Pereira, M. Manuela N .(2012) - Quedas em idosos a viver na
comunidade: politicas de saúde e estratégias de prevenção: the health policies and
strategies of prevention; Rev enferm UFPE UFPE [on line], 6(5) : 1226-33, Maio 2012
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2625
Francisco, Cristina A. D.R, & Pereira, M. Manuela N.P.(2012) Abordagem reflexiva sobre o
papel do cuidador informal na continuidade dos cuidados em contexto domiciliário;
Rev enferm UFPE [on line]; 6(6) : 1453-8, Junho 2012
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2741
Simões, Anabela M., & Pereira, M. Manuela N(2012) Abordagem reflexiva sobre educação
parental em intervenção comunitária ; Rev enferm UFPE [on line], 6(8):1958-64,
Agosto 2012
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/3017
Sandra M. X., & Pereira, M. M.N. (2012) Abordagem reflexive sobre a competência
emocional na prática de cuidados de enfermagem ; Rev enferm UFPE [on line], 6(4) :
932-40, Abril, 2o12 Rev enferm UFPE on line. 2012 Apr;6(4):932-40
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2658/p
df_1214
Pazes, M.C.E., Gonçalves, J.D.A., Pereira, M.M.N., (2012) Envelhecimento e relações
intergeracionais: que desafio para o sec. XXI? E-BOOK do 1º Congresso Internacional do
Envelhecimento, Lisboa, 8 e 9 de Junho de 2012
Ferreira, R.M.F., Pereira, M. M. N., Xavier, S. M. M. (2012) A formação contínua e o
desenvolvimento de competências no Professor, Rev enferm UFPE on line. 2012
Sept;6(9):2298-306, Setembro 2012
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2735
Pereira, M. & et al (2013). Reflective approach about health and quality of life of the
elderly in the community context, Rev enferm UFPE [on line],Recife, 7(9)5756-64 ,
Setembro 2013
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/5552
70
Rocha, Bruno Miguel Parrinha; Martins, Alexandra Isabel Cabrita; Pereira, Maria Manuela
Narciso; Santos, Patrícia Isabel Mourão; Mestre, Ricardo Emanuel Sousa. Perfil de saúde
dos adolescentes de uma cidade no Algarve. Referencia 2013; III(9).
http://www.index-f.com/referencia/2013/39-085.php>
Rocha, B.P.; Pereira, M.M.N.(2012) Educação sexual interpares em adolescentes, Saúde
Reprodutiva e Sociedade, Nº 2, 2012 (24-33)
•
Maria Dulce Santiago Soares
Santiago, M. Dulce; Santiago, M. Felizarda (2011). ”Vital exhaustion, anxiety and
personality in Intensive Care”. ESICM Newsletter October 2011.
Santiago, M. Dulce., Correia, M. Conceição B. (2012). Reprocessed and reuse of single-use
devices: ethical reflection. Rev enferm UFPE on line. Apr;6(4):924-31.
Correia, M.Conceição , Santiago, M. Dulce (2012).The Reflective Practice and Development
of Competence of Nursing Students Caring For Critical Care Patients. Rev enferm UFPE
on line. May:6(5):1818-820.
•
Maria João Galantinho Lampreia
Peladinho, M.I.G., & Lampreia, M.João G. (2012, May). Evaluation of the quality of life in
patients with colorectalcancer subjected to palliative chemotherapy. J Nurs UFPE [on
line], 6(5): 1156-64
•
Maria Antónia Rasa Correia da Costa
Costa, M. A. (2011). Demência de Alzheimer:Impacto na Pessoa Doente e na Família.
Revista Nursing, 268, 12-18.
•
Ana Paula Lampreia Zarcos Palma
Palma, Ana Paula L.Zarcos(2012) Perspetiva cultural na conduta suicida: abordagem
reflexiva, Rev enferm UFPE on line. 2012 Apr;6(4):1818-820
•
Sandra Maria Miranda Xavier Silva
Pereira, M. & et al (2013). “Reflective approach about health and quality of life of the
elderly in the community context”, Journal of Nursing UFPE On Line [JNUOL}, v.07, n.09.
Xavier, S. & et al. (2013). “Comfort in patients with no chance of cure - what does it
mean?”, Journal Of Nursing UFPE On Line [JNUOL / DOI: 10.5205/01012007], v.07, n.6.
71
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/3282/p
df_2785
Xavier, S. & Pereira, M. (2012). “Reflective approach on emotional competence in the
practice of nursing care” Journal Of Nursing UFPE On Line [JNUOL / DOI:
10.5205/01012007], v.06, n.4.
Ferreira, R., Pereira, M., & Xavier, S. (2012). “The training and development of skills in
teacher” Journal Of Nursing UFPE On Line [JNUOL / DOI: 10.5205/01012007], v.06, n.9.
•
Maria Miquelina da Fonseca Pena
Martins, Ana Cristina R.S.R.; Pena, M.M.F.; Santos, T.G.S. P.C.,(2013)Acidentes com crianças
no Sul de Portugal/ Perfil epidemiologico , Rev enferm UFPE on line., Recife, 7(6):446671, Junho, 2013
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2742
•
Maria Teresa Pataca Carapinha dos Santos
Martins, Ana Cristina R.S.R.; Pena, M.M.F.; Santos, T.G.S. P.C.,(2013)Acidentes com crianças
no Sul de Portugal/ Perfil epidemiologico , Rev enferm UFPE on line., Recife, 7(6):446671, Junho, 2013
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/2742
14.2 Comunicações do corpo docente
•
Ana Maria Grego Sobral Canhestro
Canhestro, A.M. S - Prevenção da doença e Promoção da Saúde, apresentada no âmbito da
Semana Aberta “A comunidade somos nós”, organizado pelo
IEFP - Centro de
Formação Profissional de Beja, em 24 de Maio de 2011
Canhestro, A.M. S - Vigilância em Saúde Infantil no 1º ano de vida, apresentada no âmbito
das Jornadas “Nascer e Crescer” - Jornadas de Saúde Materno-Infantil”, organizadas
pela ULSBA, realizadas em Moura em 18 de Maio de 2012
Canhestro, A.M. S - Envelhecer com saúde – promoção da saúde das pessoas de meiaidade, Seminário para doutorandos, em 5 de Julho 2012
72
Canhestro, A.M. S - Intervenção Comunitária: Novas ideias Novos desafios, apresentado no
âmbito das III Jornadas de Enfermagem Comunitária da ESS do IPBeja, em 1 de
Fevereiro de 2013
Canhestro, A.M. S - Envelhecer com saúde – promoção da saúde das pessoas de meiaidade, Seminário para doutorandos, em 12 de Setembro 2013
•
João Manuel Figueira Rodeia
Rodeia, João Manuel F. - III Jornadas de Enfermagem “Acrescentando Valor aos Cuidados
de Saúde” do HLA 1 e 2 de Junho de 2012-comunicação “Supervisão em Enfermagem”
Rodeia, João Manuel F. - Ano Europeu do Envelhecimento Activo –“cuidar e ser cuidado:
partilha de experiências no ano de proximidade entre gerações”- comunicação “a
Importância do Cuidar e da Interação Humana para o Desenvolvimento Humano” dia
10 de Dezembro de 2012.
Rodeia, João Manuel F. - I Jornadas de Enfermagem de Urgência do HJJF- “Aspectos éticos
nas intervenções de enfermagem no serviço de urgência”, dia 19 de Abril de 2013.
Conferência Hospital do Litoral Alentejano, “ A ética como contributo para a leges artis”,
no dia 13 de Junho de 2013
•
Maria Dulce dos Santos Santiago
Santiago, Mª Dulce; Santiago, Mª Felizarda (2011). “Exaustão vital nos enfermeiros em
UCI“. Comunicação apresentada nas 2ªs Jornadas de Psicologia Clínica e da Saúde do
Hospital de Faro E.P.E. – A Investigação na Acção.
Santiago, Mª Dulce; Santiago, Mª Felizarda (2011). ”Vital exhaustion, anxiety and
personality in Intensive Care”. Poster presented at the 24th Congress of the European
Society of Intensive Care Medicine - Berlin.
Correia, Mª Conceição, Santiago, Mª Dulce (2011). “Orientação para a Prática Reflexiva e
Desenvolvimento de Competências do Estudante de Enfermagem em contexto de
cuidados ao doente crítico”. Comunicação apresentada na XI Conferência Iberoamericana de Educação em Enfermagem da ALADEFE – Coimbra
•
Ana Maria Barros Pires
Pires, Ana Maria (2011). “Enfermeiro de família – o foco e o contexto”. Apresentado no 3º
Encontro Nacional de Unidades de Saúde Familiar. Figueira da Foz;
73
Pires, Ana Maria (2011). “Do Projecto EU Enfermeiro de Família”. Apresentado na IV
Conferência do Conselho de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros. Lisboa
Pires, Ana Maria (2012).”Chamem o José Bernardo ou das competências de um enfermeiro
no dealbar da I República”. Apresentado no V Congresso Ibero-americano de Pesquisa
Qualitativa em Saúde.
Pires, Ana Maria (2013). “História de Enfermagem, para quê?”. Apresentado no Encontro
de História de Enfermagem na Escola superior de enfermagem de S. Francisco das
Misericórdias. Lisboa
Pires, Ana Maria (2013). “A valorização da enfermagem feminina em Portugal no inicio do
século XX”. Apresentado no I Simpósio Internacional de História de enfermagem. Lisboa
•
Maria da Conceição Batista Correia
Correia, Mª Conceição, (2011). “Orientação para a Prática Reflexiva e Desenvolvimento de
Competências do Estudante de Enfermagem em contexto de cuidados ao doente
crítico.” Comunicação que apresentou na XI Conferência Ibero-americana de Educação
em Enfermagem da ALADEFE, organizada pela Associação Latino- americana das
Escolas e Faculdades de Enfermagem, pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
e pela Unidade de Investigação em Ciências da Saúde – Enfermagem.
Correia, Mª Conceição, (2012). “Construção de Competências: O Enfermeiro em UCI”.
Comunicação apresentada nas JORNADAS DE ENFERMAGEM EM CUIDADOS
INTENSIVOS: A Pessoa em Situação Crítica, promovidas pela Unidade de Cuidados
Intensivos Polivalente do Hospital de Faro, EPE, nos dias 24 e 25 de novembro de 2012.
Correia, Mª Conceição, (2012). “Os Enfermeiros e o processo de se construir competente
no cuidado à pessoa em UCI”. Comunicação apresentada no Encontro de Doutorandos
em Enfermagem da Universidade de Lisboa, em 12 de Maio.
Correia, Mª Conceição, (2012).” Aquisição e desenvolvimento de competências: o processo
nos enfermeiros em UCI” Comunicação apresentada, no simposium “Um dia aberto com
a Investigação” na ESS- IPS, Santarém em 16 de abril.
Correia, Mª Conceição, (2013).” Modelo integrador de desenvolvimento de competências
no enfermeiro em UCI” Conferência de abertura nas Jornadas de investigação na ESS –
IPS SANTAREM, em 4 de julho.
74
Correia, Mª Conceição, (2013).” O processo de se construir Competente no cuidar da
pessoa em situação critica” Comunicação apresentada no dia 16 de dezembro, nas
jornadas de formação da UCI na ULSBA.
•
Maria Margarida Palma Goes
Goes, M. Margarida Palma - Ata de um congresso internacional, realizado no dia 26 de
Outubro de 2012, CIEG, 2012
Goes, M. Margarida Palma - Poster "Acessibilidade a Cuidados de Saúde da População
Idosa- Abordagem em Análise Geoespacial para o Distrito de Beja", 2012.
•
Ana Clara Pica Nunes
Nunes, A. C.P (2012) Projeto de Intervenção Comunitária “Cuido de Mim”, nas II Jornadas
de Enfermagem Comunitária “Novos tempos, novos desafios, novas estratégias”,
realizadas em Beja nos dias 2 e 3 de Fevereiro de 2012.
Nunes, A. C.P (2012) Relatora nas II Jornadas de Enfermagem Comunitária “Novos tempos,
novos desafios, novas estratégias”, realizadas em Beja nos dias 2 e 3 de Fevereiro de
2012
•
Ana Paula Lampreia Banza Zarcos Palma
Palma, A.P.L.Z.(2011) Comunicação no I congresso Ibérico de Psicogerontologia dia 31 -5 2011 no IPB. Prevenção do suicídio na Pessoa Idosa.
Palma, A.P.L.Z.(2011) Comunicação no seminário na Rede Social de Beja no Grupo
Integrado de Intervenção Técnica- no dia 18 de Abril de 2011 com o Tema: Intervenção
Comunitária em Saúde Mental.
•
Teresa de Guadalupe Sousa Pataca Carapinha dos Santos
Pataca, M.T.S.C.(2011) “Imagens de Velhice – Sementes de Sabedoria” em II Conferência
Família e Intervenção Social, Instituto Politécnico de Beja – Escola Superior de
Educação no dia 14/6/ 2011.
•
Maria Manuela Narciso Pereira
Pereira, M.M.N., Pazes, M.C.E., Gonçalves, J.D.A.(2012) - Envelhecimento e relações
intergeracionais: que desafio para o sec. XXI? 1º Congresso Internacional do
Envelhecimento, Lisboa, 8 e 9 de Junho de 2012
•
Maria de Lurdes Galvão Figueira Rodeia
75
Rodeia, M.L.S.G.F. (2011 ) workshop “ A arte da Calma pelo relaxamento” 11º congresso
Nursing 17 d 18 de Fevereiro
Rodeia, M.L.S.G.F. (2012 ) Comunicação: “A Natureza do Parto” 1as jornadas de Saúde
Materno-Infantil da Margem do Guadiana ULSBA- Serpa 18 e 19 Maio
•
Sandra Maria Miranda Xavier
Xavier, S & et al. (2012). Desempenho do trabalho emocional em enfermagem: Qual o
potencial terapêutico em diferentes contextos clínicos? Comunicação apresentada na
12.ª Conferência Internacional de Investigação em Enfermagem. Enfermagem Baseada
na Evidência: Estratégias de Investigação (APE), em Lisboa.
Xavier, S. & et al. (2012). O desempenho do trabalho emocional no processo de cuidar da
criança em fim de vida e sua família, comunicação apresentada na 12.ª Conferência
Internacional de Investigação em Enfermagem. Enfermagem Baseada na Evidência:
Estratégias de Investigação (APE), em Lisboa.
Xavier. & et al. (2011). O ensino de Enfermagem em contexto clínico: semelhanças e
diferenças no contexto europeu, comunicação apresentada na XI Conferencia
Iberoamericana de Educação em Enfermagem, em Coimbra.
14.3 Atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, prestação de
serviços à comunidade, nos últimos 3 anos e na área do ciclo de
estudos
Considerando que a escola não pode desligar-se dos aspetos socioculturais e do
desenvolvimento da região onde está inserida, é-lhe atribuída a responsabilidade de
partilhar os seus conhecimentos e as tomadas de decisão no sentido de promover a saúde
da população.
Neste âmbito de prestação de serviços à comunidade, foram realizados os seguintes
serviços:
•
Ana Maria Grego Sobral Canhestro
– Dinâmica de Grupo com os Enfermeiros da UCC de Odemira
18 de Maio de 2012 - Jornadas "Nascer e Crescer" (Dezembro de 2011)
•
Ana Clara Pica Nunes
76
- Colaboração com a Cáritas Diocesana de Beja, tendo participado numa reunião de
formação sobre o tema “Ser Cuidador” no dia 9 de Outubro de 2012.
- Integra o projeto sobre “Violência Doméstica” do Centro de Investigação em Ciências e
Tecnologias da Saúde da Universidade de Évora, 2012
•
Maria da Conceição Batista Correia
Sessões de formação desenvolvidas na Cáritas Diocesana, dirigidas aos assistentes
operacionais como cuidadores, seguindo o tema “Necessidades transversais e especificas
no cuidado ao idoso” (setembro de 2011 a outubro de 2012)
Sessões formação aos cuidadores informais / familiares, subordinadas á temática CUIDAR
de quem Cuida - (setembro de 2011 a outubro de 2012)
•
Teresa de Guadalupe Sousa Pataca Carapinha dos Santos
Coordenadora do ACOMPANHA- Projeto Comunitário de Voluntariado de Proximidade da
Cidade de Serpa – Distrito de Beja, resultante de Parceria entre várias Entidades Públicas
desta comunidade, entre as quais o IPBeja com o objetivo de minorar o isolamento e
solidão e promover o bem estar e a saúde dos idosos. Inicio da Intervenção ComunitáriaJulho de 2011.
•
Ana Paula Lampreia Banza Zarcos Palma
Participação em Projeto Nacional do Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias da
Saúde desenvolvido na Universidade de Évora na temática VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.
(2010)
14.4 Seminários, congressos, encontros realizados no âmbito do ciclo de
estudos
Há também a salientar a organização de Seminários temáticos ao longo do curso que
envolvem os estudantes, docentes de todos os semestres e contam com a participação de
professores convidados, nomeadamente:
- III Jornadas de Enfermagem Comunitária, subordinadas ao tema “Saúde Comunitária:
Agora mais que nunca”, organizadas pelo III curso de Pós-Licenciatura de Especialização
em Enfermagem comunitária, realizadas em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2013.
77
No âmbito do desenvolvimento das atividades dos diferentes semestres do curso foram
realizados vários seminários, que se apresentam no quadro que se segue
Quadro 30- Seminários realizados no âmbito dos semestres letivos em 2012/2013
SEMINÁRIOS
POPULAÇÃO ALVO
A realidade da Unidade de
Endoscopia
Estudantes do 1º Semestre do
2º Ano
Docentes da UC
CIPE: operacionalização dos
registos electrónicos através da
linguagem CIPE
Estudantes do 1º Semestre do
2º Ano
Docentes da UC
Experiência da Consulta HIV –
SIDA – HJJF - ULSBA
Estudantes do 1º Semestre do
2º Ano
Docentes da UC
Prevenção e Tratamento de
Úlceras de Pressão da ULSBA
Estudantes do 1º Semestre do
2º Ano
Docentes da UC
Prevenção e controlo de infecção
hospitalar
Estudantes do 1º Semestre do
2º Ano
Estudantes do 2º Semestre do
2º Ano
Docentes da UC
Conferência “Reabilitar para a
cidadania”
Estudantes do 1º Semestre do
2º Ano
Docentes da UC Enf Médica e
docentes da UC Ensino Clínico
Enf Médica
ORGANIZADORES
Responsável da UC Enf. Médica
Docentes da UC
Enfermeiras Ana Paula
Fernandes Cansado Gomes,
Laureana Fernandes André (ULSA - Unidade de Endoscopia
do HJJF)
(a colaboração desenvolve-se
com base no protocolo
estabelecido)
Responsável da UC Enf. Médica
Docentes da UC
Enfermeiro Eduardo Luís Pelado
(ULSBA - HJJF)
(a colaboração desenvolve-se
com base no protocolo
estabelecido)
Responsável da UC Enf Médica
Docentes que lecionam
Enfermeiro José Carlos
Agostinho Santana Neves (ULSBA - Consulta de HIV-SIDA
do HJJ)
(a colaboração desenvolve-se
com base no protocolo
estabelecido)
Responsável da UC Enf Médica
Docentes que lecionam
Enfermeiro João Manuel
Ildefonso Dias - (ULSBA - Grupo
de Prevenção e Tratamento de
Úlceras de Pressão) (a
colaboração desenvolve-se com
base no protocolo estabelecido)
Responsável da UC Enf Médica
Docentes que lecionam
Enfermeira Vanessa Benedito (ULSA - Grupo de Controlo e
Infeção Hospitalar do HJJF) (a
colaboração desenvolve-se com
base no protocolo estabelecido)
Responsável da UC Enf Médica
Responsável da UC Ensino
Clínico Enfermagem Médica
Preletora Diretora Clínica do
ª
CMR do Sul, Dr. Arminda Lopes
78
SEMINÁRIOS
POPULAÇÃO ALVO
ORGANIZADORES
Docentes convidados;
orientadores da prática clínica
O enfermeiro no Cuidado à pessoa
em contexto do Serviço de
Ortopedia: Cuidados de
enfermagem à Pessoa com
aparelho gessado e com tração
esquelética e cutânea.
O Enfermeiro em oncologia; A
Pessoa doente submetida a
quimioterapia, radioterapia. A
importância da Equipa
multidisciplinar
O Enfº no cuidado á pessoa em
situação emergente e urgente:
uma abordagem e revisão dos
princípios base. Interação dos
recursos no contexto do serviço de
urgência para optimização do seu
funcionamento.
Seminário dirigido aos
estudantes do 3º ano
1ºsemestre complementar à
UC de EEMC.
Responsável da UUC de EEMC,
em parceria com a convidada
Enfª Ana Afilhado, chefe do
serviço de Ortopedia e
Especialista em Enfermagem
medico-cirúrgica.
Seminário dirigido aos
estudantes do 3º ano
1ºsemestre complementar à
UC de EEMC.
Equipa do serviço de oncologia:
Enfª Alexandra Madeira, Enfª
Ana Maria Ameixa Melão,
Psicóloga Clinica Ana Cristina
Charraz,
Seminário dirigido aos
estudantes do 3º ano
1ºsemestre complementar à
UC de EEMC.
Responsável da UUC de EEMC
em parceria com o convidado
Enfº Joaquim Brissos, chefe do
serviço de Urgência na ULSBA,
doutorando em sociologia da
saúde.
A rede de cuidados continuados
Estudantes do 1º Semestre do
4º Ano
Docentes da UC
Sexualidade na pessoa idosa
Estudantes do 1º semestre do
4º ano
Docente da UC
Responsável da UC Enf Saúde
Comunitária
Docentes que lecionam
Enfº Tomé (ARS Alentejo)
Responsável da UC Enf. Em
Gerontologia
Enfº Bruno Rocha
Foram também realizadas visitas de estudo, como podemos observar pelo quadro que se
segue.
79
Quadro 31 –Visitas de estudo realizadas no âmbito dos semestres letivos
VISITAS DE ESTUDO
POPULAÇÃO ALVO
ORGANIZADORES
Visita à Clinica de Hemodiálise
Fresenius Care, com observação
e permanência nas salas de
cuidados durante uma manhã.
Estudantes do 3º ano-1º
semestre
Docentes da Equipa
Responsável da UC Ensino
Clínico de Enfermagem de
Especialidades Médico- cirúrgica
Estudantes do 3º ano
1ºsemestre complementar á UC
de EEMC.
Responsável da UC Ensino
Clínico de Enfermagem de
Especialidades Médico- cirúrgica
Visita ao centro hospitalar
Lisboa Centro, nos serviços de
Neurocirurgia, Urgência Geral
com Trauma- room e Unidade
de queimados.
Visita à Unidade de diálise –
DPCA, no hospital Espirito Santo
- Évora.
Grupo de 7 estudantes do 3º
ano /1º semestre
Visita de Estudo ao Centro De
Medicina e Reabilitação (CMR)
do Sul, São Brás De Alportel
Estudantes do 1º Semestre do
2º Ano
Docentes da UC Enfermagem
Médica e docentes da UC Ensino
Clínico Enfermagem Médica
Docentes convidados:
orientadores da prática clínica
Responsável da UC Ensino
Clínico de Enfermagem de
Especialidades Médico- cirúrgica
em parceria coma Enfª chefe
Elisa Brissos da referida Unidade
de cuidados.
Responsável da UC Enfermagem
Médica
Responsável da UC Ensino
Clínico Enfermagem Médica
Diretora Clínica do CMR do Sul,
ª
Dr. Arminda Lopes
Enfermeiro Coordenador,
Enfermeiro Pedro Preto
80
15 Internacionalização
Quadro 32- Mobilidade Erasmus de estudantes
País
Cursos
Alunos
TOTAL
Espanha
M
F
M
F
Recebidos
Enfermagem
Enviados
1
1
3
7
Lituânia
Suécia
Turquia
1
3
4
9
2
1
2
Quadro 33- - Mobilidade Erasmus de docentes
País
Curso
Docentes
TOTAL
Suécia
Recebidos
Enfermagem
Enviados
M
F
M
F
Turquia
1
2
2
1
2
0
2
81
16 Protocolos de cooperação e parcerias no âmbito do ciclo de
estudos
Com vista à cooperação e parcerias interinstitucionais, a ESS tem estabelecido Protocolos
com várias instituições e entidades, nomeadamente:
•
Protocolo com a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo – ULSBA (27 DE Agosto
de 2009), que sucedeu ao protocolo com o Centro Hospitalar do Baixo Alentejo (28
de Dezembro de 2006)
•
Protocolo com a ARS do Alentejo celebrado a 11 de Junho de 2007
•
Protocolo com a ARS do Algarve (7 de Novembro de 2007)
•
Protocolo com o Hospital Distrital de Faro (27 de Novembro de 2006)
•
Protocolo com o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio (3 de Setembro de
2007)
•
Protocolo com o Hospital de Nossa Senhora do Rosário - Barreiro (Dezembro de
2007)
•
Protocolo com o Centro Hospitalar de Setúbal (Novembro 2008)
•
Protocolo com o Hospital do Litoral Alentejano (Novembro 2008)
•
Protocolo entre os Institutos Politécnicos de Beja, Santarém, Portalegre, Viseu e
Universidade do Minho.
•
Protocolo de colaboração entre o Instituto Politécnico de Beja e o Centro de
Medicina e Reabilitação do Sul (14 de Maio de 2012);
•
Protocolo de colaboração entre o Instituto Politécnico de Beja e o Agrupamento de
Centros de Saúde do Alentejo Litoral (1 de Março de 2011) e
•
Protocolo de colaboração entre a Universidade Católica Portuguesa e o Instituto
Politécnico de Beja (16 de Fevereiro de 2011).
82
17 Análise SWOT do ciclo de estudos
Seguidamente é apresentada
a posição estratégica do CLE com a identificação do
ambiente externo e interno. Neste contexto geral, podem sistematizar-se, através de uma
análise de SWOT, alguns aspetos mais relevantes da caracterização do curso, procurandose fazer um paralelismo com o relatado em anos anteriores.
De modo a identificar os pontos fortes e fracos do CLE e podermos estabelecer alguma
análise evolutiva desde 2010, data de elaboração do 1º relatório, solicitámos a
colaboração de docentes e discentes para preenchimento de um questionário já aplicado
em anos anteriores, composto por três perguntas abertas, duas delas visando a
identificação dos pontos fortes e pontos fracos e uma terceira nas sugestões para
ultrapassar as limitações apontadas.
A apresentação embora simplificada não quer ser redutora, nem aleatória. A matriz SWOT
encontra a sua fundamentação no diagnóstico, qualitativo e quantitativo, que foi realizado
anteriormente e permite fazer ponte para a elaboração das conclusões e recomendações.
Relativamente à análise externa, não identificámos ilhas de oportunidade, mas
salientamos ainda a procura traduzida no número e média de admissão dos candidatos,
que embora tendo diminuído, é superior à de outras escolas da região Alentejo e inclusive
nas localizadas mais a sul. Salientamos como importantes ameaças, que no presente
momento se colocam para o curso de Enfermagem, essencialmente a baixa demografia
aliada à incapacidade do mercado de trabalho em dar resposta à procura, recorrendo os
enfermeiros recém formados em elevado número à emigração, nomeadamente nas turmas
finalistas no ano anterior. Estas variáveis são externas à organização e parecem-nos fora
do controlo da gestão mesmo a nível de topo e a curto prazo. Poderão explicar a
diminuição do número de candidatos para o CLE, embora tendo todas as vagas
preenchidas no concurso geral de acesso.
83
17.1 Pontos identificados pelos docentes e discentes
Pontos Fortes:
1. A filosofia do Curso, com uma aposta na formação generalista e com uma forte
componente laboratorial e prática, quer dentro da Escola, nas diversas instituições
de saúde e junto da comunidade.
2. A notável melhoria no número de docentes doutorados (2) em Enfermagem, face
ao ano letivo anterior, pois não havia qualquer doutorado na área especifica do
curso.
3. Um elevado número de docentes especialistas pela Ordem dos Enfermeiros em
cursos de especialização nas diversas áreas de especialidade de enfermagem,
nomeadamente Saúde Pública, Enfermagem Comunitária, Saúde Materna e
Obstétrica, Saúde Mental e Psiquiatria, Saúde Infantil e Pediatria, e Enfermagem
Medico – Cirúrgica. Têm mantido estabilidade nas mesmas áreas curriculares do
curso há algum tempo, o que referem como fator positivo para o desenvolvimento
das suas atividades docentes.
4. Laboratório genericamente bem equipado;
5. Acompanhamento docente dos estudantes nos períodos de ensino clínico nos dois
primeiros anos e a supervisão assídua nos restantes ensinos clínicos e estágio.
6. Relações institucionais entre a escola e organizações prestadoras de cuidados de
saúde.
7. O elevado reconhecimento por parte do corpo discente da qualidade pedagógica,
empenhamento e disponibilidade por parte da maioria dos professores;
8. Relação pedagógica professor- estudante
9. Articulação teórico prática com Ensino Clinico no imediato seguimento do período
teórico, em alternância.
10. Sucesso no aproveitamento alcançado pelos estudantes durante a licenciatura.
11. Disponibilidade de recursos informáticos, audiovisuais e bibliográficos específicos.
Pontos fracos:
1. Baixa produção científica associada a escassa participação docente em projetos de
investigação e publicação científica ligada ao curso e à ausência de estratégias para
o desenvolvimento da investigação assim como de projetos de investigação.
2. O facto das formações pós-graduadas, em particular dos cursos de especialização
não estarem aprovados como mestrados;
84
3. O facto de ainda não ter sido dada a aprovação ao curso de especialização médicocirúrgica/pessoa em situação critica quando é conhecida e publica a elevada
procura pelos enfermeiros nomeadamente na região e nos campos que utilizamos
em EC.
4.
Comunicação complexa entre docentes com vista à mobilização e articulação nos
conteúdos programáticos em algumas UC(s), e necessidade de “definir/aferir”
uma linha de conduta.
5. Estrutura central complexa e regulada de modo “disfuncional” que leva a atropelos
dada a “proliferação de cargos” e competências que se misturam.
6.
Relativa autonomia que interfere na organização do curso, nomeadamente na
programação das suas atividades, dado o nivelamento de procedimentos, sem
atender às particularidades de cada curso.
7. A linha condutora parece perder-se, sente-se muito esbatida com cortes e
alterações sucessivas nas cargas da UC e amputação de conteúdos programáticos
importantes, sentida por docentes e discentes.
8.
Elevado rácio docente/discente no contexto de grande parte das práticas
laboratoriais e nos ensinos clínicos;
9. Computadores nos gabinetes dos docentes em “mau estado” , sendo pouco
funcionais
10. Salas com má acústica e falhas frequentes no suporte;
11. Aulas que decorrem em espaços de outras unidades orgânicas;
12. Condições de acesso restritas (Preferência regional restrita a área de influência de
Beja)
13. Descida progressiva das médias de ingresso no curso, embora se mantenham como
as mais elevadas na região Alentejo
Oportunidades:
1. O processo de formação é convergente com as respostas às necessidades de saúde
da população.
2.
Internacionalização do curso
3.
Funcionalidade da plataforma de e-Learning
4.
Empregabilidade a nível nacional e internacional
5. O previsível doutoramento, nos próximos dois anos, de 3 professores.
85
Constrangimentos:
1. O contexto depressivo económico e financeiro nacional, que se fez sentir ainda
mais durante este período, com reflexo no IPBeja, nos estudantes e famílias e
particularmente nas instituições de saúde, designadamente naquelas em que são
realizados os EC;
2. A inexistência de mestrados nesta área na ESS/IPBeja que potenciem e promovam
outra dinâmica na instituição/domínio científico mais motivadores e produtivos.
3. Circuito de comunicação/informação supra regulamentado a nível do IPB.
4.
Sobreposição de atividades letivas com as inerentes atividades de âmbito social e
cultural das praxes académicas
5.
Necessidades acrescidas de apoio para a realização de ensinos clínicos/estágios
fora de Beja
6. A “maturidade” do estudante como pessoa, que se exige para que este se assuma
como agente ativo da sua formação, numa linha preconizada pelo modelo bolonha.
17.2 Sugestões para ultrapassar as limitações e constrangimentos
considerados
1. Alargar a preferência regional às regiões do Alentejo e Algarve para acesso ao CLE
2. Criar condições institucionais para o desenvolvimento de investigação/publicação
científica na área da saúde/enfermagem
3. Reequacionar a área CNAEF de algumas Unidades Curriculares
4. Rever o período de praxes académicas do IPBeja, no contexto do calendário
escolar do CLE
5. Incremento dos apoios à realização dos ensinos clínicos no exterior
6. Desenvolver projetos de prestação de serviços de saúde/enfermagem à
comunidade no âmbito do processo de formação do CLE
86
18 Proposta de ações de melhoria
Neste ponto, centrar-nos-emos nas ações que se inserem no âmbito restrito de
competências da CTCP, previstas nos Estatutos do IPBeja. Muitas outras ações de melhoria
passam por uma aposta/estratégia de outros órgãos institucionais, Presidência, Direção,
Conselhos Técnico-Científico e Pedagógico, Departamentos, Gabinete de Comunicação e
também pelo necessário sentido de responsabilidade e/ou participação dos docentes
ligados ao curso, apesar de todos os limites e constrangimentos já indicados.
Propostas de ações de melhoria:
1. Dinamizar a criação de um Centro de Investigação em Enfermagem em
colaboração com as instituições de saúde parceiras na formação, assente no
reconhecimento da construção recíproca do conhecimento na ação, e nos
contextos clínicos e formativos,
perspetivando a melhoria contínua e a
qualificação e reconfiguração das práticas e da formação clínica.
2. Dinamização de trabalho em rede, integrando projetos transversais às outras
escolas do IPBeja e/ou com outras escolas de saúde da região Alentejo e Algarve.
3. Revisão do plano de estudos do curso com a adequação e introdução de UC (s).
4. Oferta de formação em Inglês e Alemão, para alargar as oportunidades futuras dos
estudantes, que cada vez mais não passam só por Portugal.
5. Reforçar a aposta em protocolos com instituições/organismos vários do sector,
visando dinamizar um «laboratório» permanente para o Curso, que incremente a
formação em parceria, numa
co-participação
visível não apenas a nível de
práticas laboratoriais e de EC/estágio, mas ao longo de todo o ano letivo, de acordo
com as necessidades e especificidades de cada contexto.
87
Anexos
88
Distribuição dos estudantes no EC do 1º semestre
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA
ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE
XXV CURSO DE LICENCIATURA EM ENFERMAGEM
CRONOGRAMA DE ENSINO CLÍNICO
ANO
2013
MÊS
Jan
SEMANAS
DIAS
Fevereiro
17
28
29
30
18
31
1
4
5
6
19
7
8 11
12 13
20
14
15
18
19
20
21
22
ALUNOS
Abibo Vaz
T
Ana Margarida Rolo
T
Ana Ramrath
T
Carlos Medina
T
Helena Madeira
T
João Rosa
T
Maria João Silva
T
Milena Cerqueira
T
Adriana Anastácio
Alexandra Loureiro
Carolina Correia
Guilherme Peladinho
Catarina Valente
Mafalda Furtado
Miguel Zambujeira
Marta Mestre
Alexandra Correia
Beatriz Gonçalves
C
A
R
N
A
V
A
L
Edgar Lameiro
Joana Neves
Márcia Machado
Marco Di Leo
Neuza Palma
Soraia Coelho
Ana Cardoso
Ana Galrito
Ana Baião
André Martins
Catarina Silvestre
Daniela Alexandra
Inês Maia
Inês Dias
Jéssica Parraça
Maria Canhoto
Maria Inês Inácio
Miguel Romão
Mónica Lourenço
Patrícia Silva
Rodrigo Firme
Rui Parente
Lenia Alfares
Tânia Maldonado
Uni dade de AVC- HJJF-CHBA
Introdução ao semestre-ESS
U. C. Conti nuados - H.S.Paulo de Serpa-CHBA
Aval iações
U.C.C.Santa Casa da Miseri códia-Ferreira do Alentejo
Servi ço Medicina-Ala A-H.Li toral Alentejano
Di a li vre
Servi ço Medicina-Ala B-H.Li toral Alentejano
Carnaval
89
90
91
92
Distribuição dos estudantes no EC do 5º semestre
10/12/2012 14/01/2013
Ensino Clinico
a
10/12/2012 a 8/02/2013
CAMPOS ESTÁGIO Nº alunos
PORTIMÃO
FARO
8
9
SANTIAGO
DO
3
CACÉM
BEJA
15
a
11/01/2013 8/02/2013
SERVIÇOS
1º GRUPO
2º GRUPO
UCI
1
1
ESPECIALIDADES CIRÚRGICAS
1
1
ORTOPEDIA
2
2
ESPECIALIDADES MÉDICAS
3
3
ONCOLOGIA
1
1
URGÊNCIA
2
2
UCI
2
2
UCIC
1
1
ONCOLOGIA
1
1
ORTOPEDIA
2
2
NEFROLOGIA
1
1
URGENCIA
2
1
ONCOLOGIA
1
1
ORTOPEDIA
-
1
URGÊNCIA
4
4
ORTOPEDIA
4
4
UCIC (CARD)
2
2
ONCOLOGIA
2
1
UCPA
3
3
35
Distribuição dos estudantes no EC Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria no 6º semestre
93
3º Ano /2º semestre XXIICLE
94
Enfermagem Pediátrica-ensino clínico 160 h/5 semanas
Hospital
Serviço
Nº
alunos
Período estagio
2
08/07/13 a 19/07/13
2+2
13/05/13 a 17/06/13 +
20/06 a 07/07/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
20/06/13 a 19/07/13
Pediatria
Hospital Central de
Faro
Urgência Pediátrica
25/06/12 a 27/07/12
Pediatria
21/5/12 a 22 /6/12
Urgência Pediátrica
Hospital S. Bernardo
Setúbal
Pediatria
Urgência Pediátrica
Neonatologia
ULSBA
Neonatologia
Pediatria
ULBSA
Urgência Pediátrica
NEONATOLOGIA
Centro
Hospitalar
Pediatria
Barreiro-Montijo
HOSPITAL
N
S
ROSARIO
Urgência pediátrica
1
20/06/13 a 19/07/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1+
1
13/05/13 a 17/06/13 +
20/06/13 a 19/07/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
13/05/13 a 17/06/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
1
20/06/13 a 30/06/13
01/07/13 a 19/07/13
1
1
1
13/05/13 a 17/06/13
13/05/13 a 17/06/13
20/06/13 a 19/07/13
13/05/13 a 17/06/13
1
20/06/13 a 19/07/13
1
95
Quadro I - Distribuição dos estudantes do XX CLE pelos locais de ensino
clínico
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA
ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE
ENSINO CLINICO – ENFERMAGEM EM SAÚDE COMUNITÁRIA
XX CLE - DE 26/11/2012 A 15/02/2013
UCSP BEJA
Inês Daniel
Isabel Romão
Ângela Roque
CS Serpa
Patrícia Perdigão
Patrícia Romeiro
Sara Monteiro
Diana Machado
Margarida Abrantes
Joana Gregório
USF- AlfaBeja
CS Moura
Alexandro Mendonça
Filipa Paiva
Inês Fialho
Tânia Mota
Joaquim Duarte
Ana Isabel Caeiro
Ana Marta Maurício
Carla Valente
UCC Odemira
Ana Rita Matias
Margarida Cardoso
Solange Guerreiro
Inês Ferreira
UCSP Évora
Tânia Tereso
M. Inês Rodrigues
UCSP ODEMIRA
CS
Castro
Verde
Cátia Silva
Karina Fernandes
Tânia Beldroegas
Andreia Nilha
CS Almodôvar
André Pereira
Cátia Coelho
Inês Canário
Tânia Franco
CS Mértola
Emanuel Cruz
Vladimiro Velhinho
CS Portel
Ana Rita Silva
Marisa Pereira
LOCAIS DE ESTÁGIO PARA OS ALUNOS DO XX CLE
96
ALUNOS
LOCAL DE ESTÁGIO
DOCENTE
Alexandre Mendonça
HOSPITAL DE FARO - Cirurgia
ACarlos
Ana Caeiro
ULSBA - CS de Moura
Ana Clara
Ana Matias
Santa Casa da Misericórdia de Odemira - Unidade de Cuidados
ACarlos
Continuados
Ana Maurício
ULSBA - HJJF Unidade AVC
Paula Zarcos
Ana Rita Sillva
ULSBA - USF Alfa Beja
João Rodeia
André Luz
ULSBA - CS de Castro Verde
Paula Zarcos
Andreia Nilha
ULSBA - CS de Aljustrel
Paula Zarcos
Ângela Roque
ULSBA - CS de Beja - UCSP
Ana Clara
Carla Valente
HOSPITAL DE FARO - Serviço de Ortopedia Poente
ACarlos
Cátia Coelho
Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, São Brás de Alportel
ACarlos
Diana Machado
ULSBA - USF Alfa Beja
João Rodeia
Emanuel Cruz
Santa Casa da Misericórdia de Mértola - Unidade Internamento de Longa
Paula Zarcos
Duração.
Filipa Paiva
ULSBA - USF Alfa Beja
João Rodeia
Inês Canário
CHBA (Portimao) - UIDA
ACarlos
Inês Ferreira
ACES Alentejo Litoral - CS de Santº do Cacém - Extensão de Saúde de
João Rodeia
Santo André
Inês Fialho
ULSBA - USF Alfa Beja
João Rodeia
Isabel Romão
CHBA (Portimão) Cirurgia
ACarlos
Joana Gregório
Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, São Brás de Alportel
Acarlos
Margarida Abrantes
ULSBA - HJJF Serviço de Ortopedia
Paula Zarcos
Margarida Cardoso
ACES Alentejo Litoral - CS de Odemira
ACarlos
Maria Inês Rodrigues
Centro de Saúde Évora
João Rodeia
Marisa Pereira
ULSBA - CS de Beja - UCSP
Paula Zarcos
Patrícia Perdigão
HOSPITAL DE FARO - Medicina 3
ACarlos
Sara Monteiro
ULSBA - Unidade de Convalescença, Hospital de São Paulo, Serpa
Ana Clara
Solange Guerreiro
HLA Medicina B - Hospital Litoral Alentejano
João Rodeia
Tânia Beldroegas
Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, São Brás de Alportel
ACarlos
Tânia Franco
CHBA (Portimão) - Ortopedia
ACarlos
Tânia Mota
ULSBA - HJJF Cirurgia
Paula Zarcos
Tânia Tereso
Centro de Saúde Évora
João Rodeia
Vladimiro Madeira
ULSBA - HJJF Medicina
Ana Clara
97
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Relatório Enfermagem 2013 - Instituto Politécnico de Beja