RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
Aprova o projeto pedagógico do Programa de
pós-graduação stricto sensu em Ensino,
nível de mestrado, do campus de Foz do
Iguaçu.
O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade
Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) deliberou, em reunião
ordinária realizada no dia 23 de maio do ano de 2013, e o Reitor, no
uso de suas atribuições estatutárias e regimentais;
Considerando o contido na CR nº 39481/2013, de 3 de maio de
2013;
RESOLVE:
Art. 1º Aprovar, conforme o Anexo desta Resolução, o projeto
pedagógico do Programa de pós-graduação stricto sensu em Ensino,
nível de mestrado, do Centro de Educação e Letras, do campus de Foz
do Iguaçu.
Art. 2º O Programa tem área de concentração em Ciências,
Linguagens, Tecnologias e Cultura e duas linhas de pesquisa:
I -
Ensino em Ciências e Matemática;
II -
Ensino em Linguagens e Tecnologias.
Art. 3º O regime acadêmico do curso é semestral, com 11
vagas iniciais.
Art. 4º O total de créditos para a integralização do curso é
44, com carga-horária total de 660 horas.
Art. 5º Esta Resolução entra em vigor nesta data.
Cascavel, 23 de maio de 2013.
Paulo Sérgio Wolff.
Reitor
1
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO
IDENTIFICAÇÃO:
CAMPUS
CENTRO
PROGRAMA
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO
LINHA(S) DE PESQUISA
NÍVEL
NÚMERO DE VAGAS INICIAIS
REGIME ACADÊMICO
PERIODICIDADE DE SELEÇÃO
TURNO
LOCAL DE OFERTA
TOTAL DE CRÉDITOS
TOTAL DE CARGA-HORÁRIA
ANO DE IMPLANTAÇÃO
TEMPO PARA INTEGRALIZAÇÃO
Foz do Iguaçu
Educação e Letras
Ensino
Ciências,
Linguagens,
Tecnologias
e
Cultura.
Ensino em Ciências e Matemática.
Ensino em Linguagens e Tecnologias.
Mestrado
11
Semestral
Anual
Diurno e noturno.
Unioeste, campus de Foz do Iguaçu
44
660h
2.014
24 meses, prorrogável para mais seis
meses
LEGISLAÇÃO SUPORTE AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO:
DE CRIAÇÃO DO CURSO (Lei, Resoluções Capes, Resoluções COU/Cepe)
Lei 9394/1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Resolução CNE/CES nº1, de 03 de abril de 2001, Estabelece normas
para o funcionamento de cursos de pós-graduação.
Resolução da Câmara de Educação Superior, Resolução CES, nº2, de 7
de abril de 1998. Estabelece indicadores para comprovar a produção
intelectual institucionalizada, para fins de credenciamento, nos
termos do Art. 46 do Art. 52, inciso I, da Lei 9.394/96 de 20 de
dezembro de 1996.
Resolução 05, de 10/03/83, Capes, Fixa normas de funcionamento e
credenciamento dos cursos de pós-graduação stricto sensu.
Comunicado nº 001/2012 – Área de Ensino. Orientações para Novos
APCNS-2012.
Resolução No 318/2011-Cepe que trata das normas gerais para os
Programas de Pós-Graduação stricto sensu da Unioeste.
Normas do “Regulamento do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em
Ensino – Nível de Mestrado”.
2
DE
AUTORIZAÇÃO
DO
CURSO
(Parecer/Recomendação
da
Capes,
Res.COU/Cepe)
Resolução 044/2012-COU, aprova encaminhamento à Capes para avaliação
da proposta do curso de pós-graduação stricto sensu em Ensino, Nível
de Mestrado do campus de Foz do Iguaçu.
Ficha
de
Recomendação
–
APCN
da
Fundação
Coordenação
de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que aprova o
Mestrado em Ensino com conceito 3 (ANEXO 1).
DE RECONHECIMENTO DO CURSO (Portaria MEC, Parecer CNE, Parecer
Capes)
CARACTERIZAÇÃO DA PROPOSTA:
CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL E REGIONAL DO PROGRAMA
O Oeste do Estado do Paraná é uma região que, em sua história, foi
alvo de disputas que remontam aos tratados da divisão territorial
entre as Coroas portuguesa e espanhola. A partir da definição das
fronteiras, ocuparam-se dos portos, armazéns, fábricas e vilas
indígenas,
brasileiros,
paraguaios,
argentinos,
franceses
e
ingleses. As companhias de colonização do Oeste desempenharam papel
relevante na criação e consolidação das escolas locais, mas este
movimento passou por algumas modificações no início da década de
1950, quando ocorreu a criação de alguns municípios nesta região,
tais como Cascavel, Guaíra, Guaraniaçu e Toledo. Com a criação
destes novos núcleos urbanos, as casas que funcionavam como escolas
foram transformadas em Grupos Escolares e passaram a ser mantidas
pelo Governo Estadual. A oficialização e a ampliação do ensino médio
e fundamental na região Oeste resultaram na demanda pela criação de
cursos do ensino superior, uma reivindicação que manifestou sua
força, particularmente nos anos de 1970. O contexto educacional de
Foz do Iguaçu oferece condições ímpares para a pesquisa em ensino
devido ao multiculturalismo proveniente da história de colonizações
e da tríplice fronteira formada com Argentina e Paraguai.
A fronteira entre a Argentina e o Brasil possui uma linha de
extensão de 1.263 km. Por sua vez, a fronteira entre o Paraguai e o
Brasil tem extensão de 1.339 km. As cidades que contemplam a
Tríplice Fronteira são: Puerto Iguazú – Argentina, Foz do Iguaçu –
Brasil e Ciudad Del Este – Paraguai. A cidade de Foz do Iguaçu (BR)
e Ciudad del Este (PY) são separadas pelo Rio Paraná e ligadas pela
Ponte da Amizade. Puerto Iguazú (AR) e Foz do Iguaçu (BR) são
separadas pelo Rio Iguaçu e ligadas pela Ponte Tancredo Neves,
originalmente denominada Ponte da Fraternidade. Puerto Iguazú (AR)
possui uma superfície de 759 km² e, em 2001, apresentava uma
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
3
população de 32.038 pessoas (INDEC, 2001). Tem como principais
atividades econômicas o comércio e o turismo. Foz do Iguaçu (BR)
conta com 256.081 habitantes (IBGE, 2010) e uma superfície de
617,701 km² e tem o turismo como principal atividade econômica.
Ciudad del Este (PY) possui uma superfície de 104 km² e uma
população de 320.782 habitantes (DGEEC, 2007), o comércio é sua
principal atividade econômica. Não temos os dados específicos da
cidade de Puerto Iguazú, mas em Misiones (AR), estado em que se
localiza esta cidade, os dados mais recentes são os de 2008, ano em
que 39.257 crianças estavam matriculadas na educação inicial. Na
Educação Primária eram 176.452 alunos matriculados. Já na educação
secundária
66.679
alunos
estavam
matriculados;
54.778
nas
instituições públicas, e 11.901, nas escolas privadas (DINIECE,
2008). Em Foz do Iguaçu, no ano de 2010, 6.200 crianças estavam
matriculadas na educação infantil na rede municipal de ensino. Neste
mesmo ano eram 20.191 alunos matriculados nos anos iniciais do
ensino fundamental (FOZ DO IGUAÇU, 2011). No ensino médio 8.767
alunos estavam matriculados neste ano (INEP, 2010). Também não há
dados referente ao número de matrículas em Ciudad del Este. Os dados
publicados são do estado, Alto Paraná, que apontam que, em 2009,
eram 17.772 alunos matriculados na educação infantil; 144.211 alunos
no ensino fundamental e 22.379 alunos no ensino médio. A Argentina,
o Brasil e o Paraguai, juntamente com o Uruguai, assinaram em 1991 o
Tratado de Assunção, dando início ao Mercosul. Este acordo foi
oficialmente denominado "Tratado para a Constituição de um Mercado
Comum entre a República Argentina, a República Federativa do Brasil,
a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai". Em 2011
a Venezuela entrou em processo de adesão ao Mercosul. Além deste
país, há os Estados Associados, que celebram acordos de Livre
Comércio com o Mercosul. São eles: a Bolívia, o Chile, a Colômbia, o
Equador e o Peru (MERCOSUL, 2011). Além da importância do
crescimento econômico, o Mercosul abrange ainda a educação, através
do Setor Educacional do Mercosul (SEM), criado em 1991.A educação,
nesse contexto, passou a ser entendida como ferramenta de alcance
para um desenvolvimento integral. O SEM desenvolve programas nas
áreas de educação básica, de educação superior, de educação
tecnológica e de sistemas de informação e comunicação. O Programa
Escolas de Fronteira promove a integração por meio de escolas
bilíngues. O Programa Caminhos do Mercosul busca promover, entre os
jovens de 16 e 17 anos, a consciência favorável à integração
regional, a valorização da identidade regional e o respeito à
diversidade cultural. O SEM também tem atuado na formação de grupos
de trabalho para formação docente e na busca para a criação e
implementação de cursos de graduação com diplomas do Mercosul. Nesse
contexto compreendemos que o mestrado em ensino na Unioeste é mais
um canal de formação dos profissionais da educação que fazem parte
do Mercosul. A Unioeste tem potencial para ofertar o mestrado em
ensino devido à presença de diversidade de cursos de licenciatura e,
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
4
ainda, por conter a verticalização do ensino como meta, desde sua
fundação, que remonta à história do ensino superior no Oeste do
Paraná. Por iniciativa das populações e dos legislativos municipais,
criaram-se os primeiros cursos superiores da região: Fecivel, em
1976, no município de Cascavel; Facisa, em 1979, no município de Foz
do Iguaçu; Facitol, 1980, no município de Toledo e Facimar, 1980, no
município de Marechal Candido Rondon. As quatro Faculdades eram
mantidas pelos poderes municipais. Pouco tempo depois nascia a
proposta de vincular estas iniciativas isoladas em torno de uma
única fundação que, fortalecida, pudesse corresponder aos desafios
educacionais da região Oeste. Surgia a proposta de criação da
Unioeste, que se confrontava com outra importante questão: qual das
instâncias governamentais assumiria o ensino superior público na
região? Inicialmente, conjecturou-se sua federalização e, com esta
expectativa, uma caravana de estudantes, prefeitos e líderes
religiosos partiu em 1986 para Brasília. Contudo, o então presidente
José Sarney não se comprometeu com o ensino regional. No mesmo ato,
as lideranças locais e estudantis pressionaram o governo Estadual
para que o fizesse. A partir deste ato, o governo Estadual assumiu e
criou a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) como uma
Autarquia Especial, com sede e foro em Cascavel, Paraná, criada com
a Lei no. 8.680, de 30 de dezembro de 1987. Pelo decreto 2.352, de
27 de janeiro de 1988, foram integradas as fundações municipais
mantenedoras
das
antigas
Faculdades,
criando-se
uma
única
instituição, denominada Funioeste, que, alguns anos depois, foi
reconhecida como Universidade pela Portaria Ministerial 1784-A de
23/12/94. A Lei considerou o seu caráter multicampi, instituindo
“campus” - as unidades localizadas nas cidades de Cascavel, Foz do
Iguaçu, Marechal Cândido Rondon e Toledo. Atualmente a Unioeste
compõe-se de cinco campi, pois a antiga Faculdade de Ciências
Humanas de Francisco Beltrão (Facibel) –– no Sudoeste do Estado, foi
incorporada em 1999. Este foi um acontecimento marcante para a
Unioeste, pois ampliou seu campo de atuação para a região além do
âmbito do Oeste do Paraná. Em seu complexo universitário também
conta com extensões em Medianeira e Santa Helena. Seguem abaixo os
dados numéricos da universidade:
Cidades onde a Unioeste atua (campus): Cascavel, Foz do Iguaçu,
Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo. Extensões:
Medianeira e Santa Helena.
Acadêmicos de graduação e pós-graduação: 11.906.
Professores efetivos e temporários: 1.154.
Agentes universitários: 1.103.
Centros por área de conhecimento: 16
Órgãos de apoio suplementares: 18.
Laboratórios: 231.
Cursos de graduação: 34.
Cursos de Especialização: 19.
Cursos de Mestrado: 18.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
5
Cursos de Doutorado: 04.
Especialidades de Residências (Médica, Odontologia, Enfermagem,
Farmácia e Fisioterapia): 09.
Atividades de Extensão: 389.
Atividades de pesquisa: 243.
Grupos de pesquisa: 168.
Bolsas de Iniciação científica: 461.
Bolsas de monitoria: 45.
Bolsas de extensão: 213.
Acervo bibliográfico geral, envolvendo o acervo de todo os campi:
Livros: 129.109 títulos
211.446 exemplares.
Periódicos: 6.883 títulos
115.817 exemplares.
Atualmente, os egressos da Unioeste dos cursos de licenciatura de
Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem (que é ofertado
como bacharelado e licenciatura), Filosofia, Geografia, História,
Ciências Sociais (licenciatura), Letras, Matemática, Pedagogia e
Química ou, ainda, cursos de bacharelado que podem culminar em
profissionais que busquem o ensino, como as Ciências da Computação
(que contém o debate da tecnologia educacional), ampliam a demanda
solicitada em relação ao mestrado em Ensino. Relevante também a
posição geográfica estratégica em relação ao Oeste e Sudoeste do
Paraná, o Oeste de Santa Catarina, o Sul do Mato Grosso do Sul,
polarizadas pela Unioeste. Ainda há que se destacar a implantação de
novas instituições de Ensino Superior na cidade de Foz do Iguaçu,
como a Universidade Federal da Integração Latino-Americana – Unila,
e o Instituto Federal do Paraná – IFPR, que proporcionam
possibilidades
de
parcerias
e
cooperação.
O
interior
da
contextualização regional da proposta contempla, obrigatoriamente, a
relação com os países limítrofes do Cone Sul, que, através de suas
instituições de ensino superior, vêm mantendo relações acadêmicas e
interesses de pesquisa em temáticas comuns com a Unioeste. Tal é o
caso da Universidade Nacional de Missiones/Província de Missiones,
Universidade de Resistência/Provincia Del Chaco, Universidade
Nacional del Este, Universidade Católica do Paraguai, Universidad
Católica del Uruguay e Universidad de Montevideo. O mestrado em
ensino vem a atender uma demanda regional por formação de recursos
humanos em nível de pós-graduação na própria região de Foz do
Iguaçu, considerando que um número expressivo de estudantes de pósgraduação da região desloca-se para outras cidades a fim de se
qualificar, e que a sede mais próxima com oferta de cursos de
mestrado dista cerca de 140 km ou mais de Foz do Iguaçu, como, por
exemplo, Cascavel, Marechal Cândido Rondon e Toledo; todavia, nenhum
destes cursos tem o caráter que se apresenta neste Projeto. Neste
projeto pretende-se abarcar o ensino de linguagem, matemática e
ciências, no âmbito das tecnologias educacionais e da cultura, em
toda a educação básica, compreendendo desde a educação infantil até
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
6
o terceiro ano do ensino médio e a formação superior em nível de
licenciatura que forma o professor da educação básica, o que
favorecerá os alunos e professores das escolas da região. Espera-se
que o mestrado em ensino em Foz do Iguaçu fomente a pesquisa que
contribua para a melhoria da qualidade do ensino no Brasil, no
Paraguai e na Argentina. Brasil e Argentina, segundo dados do
Programa Internacional de Avaliação do Aluno (PISA) de 2009,
apresentam baixo rendimento em leitura e matemática, em relação aos
outros países que fazem parte do programa. O PISA é um programa
internacional, realizado pela Organização para a Cooperação e o
Desenvolvimento Econômico (OCDE), que visa avaliar a qualidade da
educação no mundo, nas áreas de leitura, matemática e ciências. As
provas são realizadas a cada três anos, com uma amostra de alunos na
faixa etária de 15 anos. O objetivo não é a avaliação dos alunos
individualmente, mas sim a avaliação dos sistemas de ensino. Dentre
os 65 países que participaram da edição do PISA de 2009, o Brasil
ocupou a 53° posição. A Argentina, por sua vez, ficou em 58° lugar.
Paraguai não participou da avaliação. A má colocação do Brasil e da
Argentina justifica a necessidade da pesquisa visando a melhoria da
qualidade do ensino, principalmente nas regiões de fronteira, nas
quais o multiculturalismo gera novas problemáticas para a educação,
dentre as quais se pode citar as variações linguísticas e seus
efeitos sobre o desenvolvimento da leitura e da escrita. No Brasil,
nas avaliações nacionais em larga escala, que são elaboradas com
base nos parâmetros do PISA, Foz do Iguaçu obteve, na última edição,
uma boa média em relação às projeções. Nas escolas municipais de Foz
do Iguaçu, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) das
quartas séries do ensino fundamental do ano de 2009 foi 6,2, acima
da meta projetada para ser atingida somente em 2019, ano em que
deveria atingir 6,1. O Ideb é obtido a partir do Censo Escolar,
realizado
pelo
Instituto
Nacional
de
Estudos
e
Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira, e dos resultados dos estudantes na
Prova Brasil, realizada ao final da quarta série/quinto ano e oitava
série/nono ano. Embora a média da quarta série tenha sido boa, a
média das oitavas séries do ensino fundamental das escolas estaduais
foi de 3,9, ou seja, bastante baixa. A disparidade entre anos
iniciais e finais do ensino fundamental aponta para as contradições,
tanto do atual sistema avaliativo, quanto da descentralização da
educação. Em que pesem as críticas às políticas educacionais de
avaliação
em
larga
escala,
que
reproduzem
uma
concepção
mercadológica de educação, os dados das escolas estaduais apontam
para a necessidade de melhorar o ensino, principalmente considerando
que as matrizes de referência das avaliações que compõe o IDEB são
pautadas
em
exigências
mínimas,
expressas
em
matrizes
de
referências. Assim, uma das frentes necessárias na educação é a
formação de pesquisadores capazes de compreender e gerar resultados
que em médio prazo modifiquem esse fato. O Mestrado em Ensino, ao
abarcar
a
pesquisa
teórico-prática,
nos
diversos
níveis
e
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
7
modalidades de ensino, possibilitará uma visão integradora da
educação, que em geral não é vislumbrada na atual organização
política de avaliação em larga escala e descentralização. Esta visão
se torna mais difícil nas políticas educacionais descentralizadas,
caracterizadas pela organização do ensino em regime de colaboração
entre união, estados e municípios. Na educação pública do Estado do
Paraná, tal política resulta na divisão entre educação infantil e
anos iniciais, ofertadas pelos municípios, e anos finais do ensino
fundamental e ensino médio, ofertados pelo Estado. Considerando-se
que Foz do Iguaçu se caracteriza pela diversidade de etnias e
culturas, torna-se relevante uma visão integradora da educação
básica que leve em consideração a realidade de tríplice fronteira,
onde convivem paraguaios, argentinos e brasileiros, e dos demais
níveis
de
ensino.
Temáticas
como
a
cultura,
as
variações
linguísticas, a saúde, as tecnologias e o ensino perante a
diversidade precisam ser contempladas a fim de que o ensino abarque
as emergências do contexto. Esta perspectiva vai ao encontro das
pesquisas atuais sobre diversidade e educação, geralmente nominadas
por ensino de, ou seja, a necessidade encontrar modos específicos de
produção de conhecimento e ao mesmo tempo romper fronteiras, que
criticam o mito do Brasil monolíngue e monocultural, o qual impede,
principalmente, o avanço educacional na área da linguagem.
OBJETIVOS DO CURSO
São objetivos do curso:
• qualificar profissionais para a atuação como pesquisadores em
ensino em contexto multiétnico e plurilinguístico;
• fomentar a pesquisa no ensino de ciências, linguagens e
tecnologias;
• capacitar docentes para a atuação no ensino superior, institutos
de pesquisas e assessorias técnico-científicas;
• promover o intercâmbio com os países vizinhos, Argentina e
Paraguai, com o objetivo de investigar as peculiaridades do ensino
na tríplice fronteira, com vistas à elaboração conjunta de práticas
educacionais, curriculares e de formação inicial e continuada de
professores, adaptadas a essa realidade;
• formar profissionais com base teórica sólida e integradora para
atuação em diferentes desafios encontrados na sala de aula;
•
formular
estratégias
didáticas
para
contemplação
do
conteúdo/método/aprendizagem nas áreas de Tecnologias, Linguagem,
Matemática e Ciências tendo como horizonte o sucesso escolar em tais
áreas;
• analisar, selecionar e avaliar alternativas didáticas, inclusive
as que implicam o domínio das tecnologias digitais;
• contribuir para firmar uma tradição de estudos e pesquisas na área
de ensino nos diferentes níveis da Educação Básica e compreender a
relação entre a produção de conhecimentos científicos e as
possibilidades de intervenção na realidade;
• desenvolver condutas que visem a formação profissional reflexiva
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
8
do professor como agente de mudanças;
• formar recursos humanos em nível de pós-graduação na própria
região do Oeste do Paraná.
PERFIL DO PROFISSIONAL A SER FORMADO
O profissional a ser formado é o professor de educação básica e
superior que investigue questões atinentes ao ensino de ciências,
matemática, linguagens e tecnologias e seja comprometido com a
melhoria da qualidade da educação.
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E LINHA DE PESQUISA (Descrição/Ementa)
Área de Concentração (área única): Ciências, Linguagens, Tecnologias
e Cultura.
Ao nominar ensino de, tem-se aqui uma posição interdisciplinar, ou
seja, este ensino é de alguma coisa. Nessa perspectiva, há que se
buscar a construção de um objeto novo, o ensino, caracterizado pela
pluralidade de teorias e práticas. Em linhas gerais algumas
situações de interfaces podem ser destacadas: 1) As Ciências lidam,
geralmente, com a Linguagem num sentido mais instrumental, do mesmo
modo que lidam com as tecnologias; 2) a Linguagem pode se entendida
para além do instrumento e ser compreendida como lócus em que a
Ciência e Tecnologia tornam-se possíveis; 3) A tecnologia interfere,
direta e indiretamente, nos fazeres científicos e, também, gera uma
linguagem específica. O foco principal do Programa está na formação
do pesquisador na referida articulação entre Ciência, Linguagem e
Tecnologia e suas implicações para o processo de disseminação do
conhecimento, por meio da docência e formação continuada de
professores em contextos multiétnicos e plurilinguísticos.
Linhas de Pesquisa da área:
Ensino em Ciências e Matemática.
A linha de Ensino em Ciências e Matemática tem o objetivo de
desenvolver investigações concernentes ao ensino, as quais decorrem
da articulação das Ciências da Saúde, das Ciências Naturais: Física,
Química e Biologia, e da Matemática, consideradas como primordiais
para a atuação de cidadãos capazes de utilizar essas Ciências e suas
tecnologias na sociedade, bem como fortalecer a pesquisa na formação
de professores dessas ciências. A linha está subdivida e, ao mesmo
tempo, articulada em dois eixos temáticos: Eixo 1, Ensino de
Matemática e Formação de Professores. Eixo 2, Ensino de Ciências da
Saúde e Naturais, Fundamentos teóricos e epistemológicos e suas
relações com o contexto escolar.
Ensino em Linguagens e Tecnologias.
A linha de pesquisa em Linguagens e Tecnologias estuda a
leitura, a escrita e as aplicações das tecnologias no ensino, bem
como os contextos educativos plurilinguísticos e multiétnicos. A
cultura da escola e a cultura na escola são os eixos norteadores da
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
9
proposta. A cultura da escola engloba as práticas, as tradições e os
fazeres e saberes docentes que fazem parte do cotidiano escolar. A
cultura na escola alude às problemáticas que perpassam o ensino da
leitura
e
da
escrita
em
contextos
de
plurilinguismo
e
multiculturalismo, dentre os quais se destacam as variações
linguísticas. As tecnologias são concebidas como linguagens, fazendo
parte da proposta a investigação sobre mídias interativas e livros
didáticos.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
10
CONJUNTO DE DISCIPLINAS:
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Disciplinas
Epistemologia da Pesquisa em Ensino – obrigatória
para a área. (Ver justificativa de mudança em
relação ao APCN no item 1 de “Informações
complementares”.
Seminário de Dissertação – obrigatória para a área.
Pesquisa Qualitativa no Ensino de Ciências e
Matemática – Obrigatória da Linha de Ensino em
Ciências e Matemática.
Seminário de Pesquisa em Leitura, Escrita e
Práticas Educativas em Linguagem – Obrigatória da
Linha de Ensino em Linguagens e Tecnologias.
CrédiCargatos
-horária
4
60h
4
4
60h
60h
4
60h
DISCIPLINAS ELETIVAS PARA A ÁREA
Linha de Pesquisa: Ensino em Ciências e Matemática
Disciplinas
Crédi- Cargatos
-horária
4
60h
4
60h
Tópicos de Ensino em Prevenção e Promoção da Saúde
Educação e Ensino em Espaços não Formais e a
Divulgação Científica
Ciências, Cotidiano e Tecnologias
4
60h
Tecnologias Aplicadas ao Ensino Experimental de
4
60h
Ciências
Ação Docente e Ensino de Ciências e Matemática
4
60h
Pressupostos Teóricos e Históricos do Ensino de
4
60h
Ciências
Linha de Pesquisa: Ensino em Linguagens e Tecnologias
Crédi- CargaDisciplinas
tos
-horária
Tecnologia, Educação e Práticas Pedagógicas
4
60h
Práticas de Ensino em Leitura, Escrita e Oralidade
4
60h
em Contextos de Plurilinguismo
Pesquisa em Alfabetização e Escolarização
4
60h
Práticas de Ensino e Infância
4
60h
Práticas de Ensino e Qualificação Docente
4
60h
Design Instrucional
4
60h
DO CONJUNTO DE DISCIPLINAS E ATIVIDADES CURRICULARES: (descrever
como será aplicado o conjunto de disciplinas, a distribuição dos
créditos e critérios para integralização do curso)
Descrição sintética do esquema de oferta do curso:
O número de créditos a ser integralizado é 44.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
11
Cada crédito corresponde a 15h.
Cada disciplina terá 4 créditos, ou seja, 60h.
O aluno terá de cursar:
4 créditos (1 disciplina) obrigatória da própria linha de pesquisa.
4 créditos (1 disciplina) obrigatória para as duas linhas de
pesquisa.
4 créditos (1 disciplina) eletiva de livre escolha.
4 créditos de seminário de dissertação.
8 créditos de orientação.
20 créditos correspondentes à defesa da dissertação.
O total do curso será de 660h.
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS:
Disciplina:
Epistemologia da Pesquisa em Ensino
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória:
Sim
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Correntes epistemológicas. Pesquisa em ensino. A epistemologia e
relação sujeito, conhecimento e objeto em distintas posições. Outras
posições epistemológicas não metafísicas. Epistemologia nas Ciências
da Natureza, Ciências Humanas, Ciências Sociais e Ciências da Saúde.
Bibliografia:
BACHELARD, G.; Epistemologia: trechos escolhidos por Dominique
Lecourt. Rio Janeiro: Zahar, s/d.
BACHELARD, G. A formação do Espírito Científico: contribuição para
uma psicanálise do conhecimento. Trad. Estela dos Santos Abreu. Rio
de Janeiro: Contraponto, 1996.
BACHELARD, G. A filosofia do não; o novo espírito científico; a
poética do espaço: seleção de textos de José Américo Motta Pessanha.
Trad. José Moura Ramos ... (et al). São Paulo: Abril, 1978.
BOMBASSARO, L. C. As fronteiras da Epistemologia. Como se produz o
conhecimento. Petrópolis: Vozes, 1992.
BERTICELLI, A. I.. Epistemologia e Educação: da complexidade, autoorganização e caos.
DELIZOICOV, D.. et al. Sociogênese do conhecimento e pesquisa em
ensino: contribuições a partir do referencial Fleckiano. Cad. Cat.
Ens. Fís., Florianópolis, v. 19, n. especial, p. 52-69, dez. 2002.
DELIZOICOV, D.. Pesquisa em Ensino de Ciências como Ciências Humanas
Aplicadas. Cad. Cat. Ens. Fís., Florianópolis, v. 21, n. , p. 145175, ago. 2004.
FLECK, L.. La génesis y el desarrollo de un hecho científico.
Prólogo de Lothar Schäfer e Thomas Schnelle. Madrid: Alianza
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HERMANN, N.. Hermenêutica e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
(Série O que você precisa saber sobre...).
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
12
HESSEN, J. Teoria do conhecimento. trad. António Correia. 7. ed.
COIMBRA: Arménio Amado, 1980.
KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. 5. ed. São Paulo:
Perspectiva, 1998.
MERLEAU-PONTY, M. O primado da percepção e suas conseqüências
filosóficas. Tradução de Constança Marcondes Cesar. Campinas:
Papirus, 1990. p. 39-93.
MORIN, E. Ciência com consciência. trad. Maria D. Alexandre e Maria
Alice Sampaio Dória. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
OLIVEIRA, I. B.de, SGARBI, P. Estudos do cotidiano e educação. Belo
Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção: TEMAS & EDUCAÇÃO).
PALMER, R. E. Hermenêutica. trad. Maria Luísa Ribeiro Ferreira.
Lisboa: Edições 70. (Coleção o Saber da Filosofia).
PFUETZENREITER,
M.
R..
Epistemologia
de
Ludwik
Fleck
como
Referencial para a Pesquisa nas Ciências Aplicadas. Episteme, Porto
Alegre, n. 16, p. 111-135, jan./jun. 2003.
SCHÄFER. L.; SCHNELLE, T.. Introducción. In: FLECK, L.. La génesis y
el desarrollo de un hecho científico. Prólogo de Lothar Schäfer e
Thomas Schnelle. Madrid: Alianza Universidad, 1986.
SOKOLOWSKI, R. Introdução à Fenomenologia. Tradução Alfredo de
Oliveira Moares. São Paulo: Loyola, 2004.
SOUZA SANTOS, B. V. de. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de
Janeiro: Graal, 1989.
SOUZA SANTOS, B. V. de. Um discurso sobre as ciências. 4. ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
STEIN, E.. Aproximações sobre hermenêutica. 2. ed. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2004. (Coleção Filosofia).
Disciplina:
Seminário de Dissertação.
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória:
Sim
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Apresentação e debate sobre os projetos de dissertação.
Bibliografia:
ZAGO, Nadir; CARVALHO, Marília Pinto de; VILELA, Rita Amélia
Teixeira (orgs). Itinerários de pesquisa. Rio de Janeiro: DP &A,
2003. p. 109-136.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
13
Disciplina:
Área(s) de
Concentração:
Obrigatória:
Pesquisa Qualitativa no Ensino de Ciências e
Matemática
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Obrigatória da Linha de Ensino em Ciências e
Matemática.
Nº de Créditos: 4
Carga-horária: 60h
Ementa:
A pesquisa qualitativa. Tipos de pesquisa qualitativa. Epistemologia
da pesquisa qualitativa. Conceitos e terminologia. Introdução aos
procedimentos e instrumentos de coleta. Introdução aos procedimentos
de análise e interpretação de dados.
Bibliografia:
ANDRÉ, M.. Pesquisa qualitativa em Educação: buscando rigor e
qualidade. Cadernos de Pesquisa. n.113. p. 51-64, jul. 2001.
BARDIN, L. Análise de Conteúdo. edição revista e ampliada. trad.
Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2011.
BOGDAN. R.; BIKLEN, S.. Investigação Qualitativa em Educação. Porto,
Portugal: Porto, 1994.
BICUDO, M. A. V. Pesquisa Qualitativa Fenomenológica à procura de
procedimentos rigorosos. In: ______. Fenomenologia: Confrontos e
Avanços. São Paulo: Cortez, 2000. p. 70-102.
______. Pesquisa Qualitativa e pesquisa qualitativa segundo a
abordagem fenomenológica. In: BORBA, Marcelo de Carvalho; ARAÚJO,
Jussara de Loiola. Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. 2.
ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. (Coleção tendências em Educação
Matemática).
______. Pesquisa qualitativa: segundo a visão fenomenológica. São
Paulo : Cortez, 2011.
BRITO, A. X.; LEONARDOS, A. C.. A Identidade das Pesquisas
Qualitativas: construção de um quadro analítico. Cadernos de
Pesquisa. n.113. p. 7-38, jul. 2001.
FRANCO, M. L. P. B. Análise de conteúdo. 3. ed. Brasília: Liber
Libro Editora, 2008.
GARNICA, A. V. M.. Algumas notas sobre pesquisa qualitativa e
fenomenologia. Interface, p.109-122, ago. 1997.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo:
Atlas, 1996.
GHEDIN, E.. Hermenêutica e pesquisa em educação: caminhos da
investigação interpretativa. In: II Simpósio Internacional de
Pesquisa Qualitativa – II SIPEQ, Bauru, SP, 2004. Anais... Bauru,
SP,
2004,
p.
1-14.
Disponível
em:
http://www.sepq.org.br/IIsipeq/anais/pdf/gt1/10.pdf .Acesso em 07 de
jun. de 2010.
HERMANN, N.. Hermenêutica e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
14
(Série O que você precisa saber sobre...).
KLÜBER, T. E. ; BURAK, D. . Sobre a Pesquisa Qualitativa na
Modelagem Matemática em Educação Matemática. Bolema. Boletim de
Educação Matemática (UNESP. Rio Claro. Impresso), 2012. (no prelo).
BICUDO, M. A. V.; KLÜBER, T. E.. Pesquisa em modelagem matemática no
Brasil: a caminho de uma metacompreensão. Cadernos de Pesquisa, São
Paulo, v.41, n.144, p.902-925, set./dez. 2011.
PALMER, R. E. Hermenêutica. trad. Maria Luísa Ribeiro Ferreira.
Lisboa: Edições 70. (Coleção o Saber da Filosofia).
PICCINO, J. D.. A questão: como formular uma questão em pesquisa
qualitativa. In: III Simpósio Internacional de Pesquisa Qualitativa
– III
SIPEQ, São Paulo, SP, 2006. Anais... São Paulo, SP, 2006, p. 1-8.
Disponível em: http://www.sepq.org.br/IIIsipeq/anais/pdfs/ochf7.pdf
. acesso em 07 de jun. de 2010.
POUPART, et al (org). Pesquisa Qualitativa: enfoques epistemológicos
e metodológicos. 2. ed. trad. Ana Cristina Nasser. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2010.
STEIN, E.. Aproximações sobre hermenêutica. 2. ed. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2004. (Coleção Filosofia).
TORAZZI, M. O que é a Grounded Theory? Metodologia de pesquisa e
teoria fundamentada nos dados. Trad. Carmen Lussi. Petrópolis, RJ:
2011.
Disciplina:
Área(s) de
Concentração:
Obrigatória:
Seminário de Pesquisa em Leitura, Escrita e
Práticas Educativas em Linguagem
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Obrigatória da Linha de Ensino em Linguagens
e Tecnologias.
Nº de Créditos: 4
Carga-horária: 60h
Ementa:
O ensino e a pesquisa qualitativa em educação, leitura e escrita.
Bibliografia:
LÜDKE & ANDRÉ. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: E.P.U. 1986.
CALDEIRA, Ana María Salgueiro. Saber docente y Práctica cotidiana.
Un estudio etnográfico. Barcelona: Octaedro, 1998.
ROCKWELL, Elsie. De Huellas, bardas y veredas: una historia
cotidiana en la escuela. In: ROCKWELL, Elsie (org). La escuela
cotidiana. México: FCE, 1995. p. 13-57.
ROCKWELL. Elsie. La experiencia etnográfica. Historia y cultura en
los procesos educativos. Buenos Aires: Paidós, 2009.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
15
Disciplina:
Tópicos de Ensino em Prevenção e Promoção da
Saúde
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Área(s) de
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
História do desenvolvimento das políticas de saúde escolar.
Conceitos de educação e promoção em saúde. Problematização sobre o
ensino e a prevenção de doenças entre escolares, famílias e
sociedade sob a perspectiva sociocultural e política.
Bibliografia:
Brasil. Ministério da Saúde. Marco teórico e referencial: saúde
sexual e saúde reprodutiva de adolescentes e jovens. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006a.
Brasil. Ministério da Educação; Ministério da Saúde. Portaria
Normativa Interministerial MEC/MS nº 15, de 24 de abril de 2007.
Institui o Projeto Olhar Brasil. Diário Oficial da União, Poder
Executivo, Brasília, DF, 24 abr. 2007.
Brasil. Ministério da Saúde; Ministério da Educação. Programa Saúde
na Escola. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008.
Brasil. Ministério da Saúde; Organização Pan-Americana da Saúde.
Escolas Promotoras de Saúde: experiências do Brasil. Brasília:
Editora do Ministério da Saúde, 2006.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Área Técnica de
Saúde de Adolescente e Jovem. Caderneta de Saúde do Adolescente.
Brasília, 2009a.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Área Técnica de
Saúde da Criança e Aleitamento Materno. Caderneta de Saúde da
Criança. Brasil, 2009b.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Obesidade/Ministério da Saúde.
Brasília, 2006b. 108 p.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde;
Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes da Política Nacional de
Saúde Bucal. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 16 p.
CANDEIAS, N. M. F. Conceitos de educação e de promoção em saúde:
mudanças individuais e mudanças organizacionais. Rev. Saúde Publ.,
[S.l.], v. 31, n. 2, p. 209 - 213, 1997.
COLE, T. J. Establishing a standard definition for child overweight
and obesity worldwide: international survey. BMJ, [S.l.], 2000, v.
320, p. 1240-1243.
DEMARZO,
M.
M.
P.;
AQUILANTE,
A.
G.
Saúde
Escolar
e
Escolas
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
16
Promotoras e Saúde. In: Programa de Atualização em Medicina de
Família e Comunidade. Porto Alegre, RS: Artmed: Pan-Americana, 2008.
v. 3, p. 49-76.
FOUCAULT, M. História da Sexualidade 2: o uso dos prazeres. Rio de
Janeiro: Graal, 1998.
GREEN, M.; PALFREY, J. S. Bright Futures: Guidelines for Health
Supervision of Infants, Children, and Adolescents. 2. ed. Arlington:
National Center for Education in Maternal and Child Health; 2002.
Disponível em: <http://www.brightfutures.org/ bf2/pdf/index.html>.
Acesso em: 15 ago. 2008.
NUTBEAM, D. The health promoting school: closing the gap between
theory and practice. Health Promotion International, [S.l.], v. 7,
n. 3, p. 151-153, 1992.
Disciplina:
Educação e Ensino em Espaços não Formais e a
Divulgação Científica
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Área(s) de
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
A popularização da Ciência. Educação informal e
científica. Implicações no ensino de ciências.
alfabetização científica. Educação não formal.
a divulgação
Conceitos de
Bibliografia:
GARCÍA, G. F. & JIMÉNEZ, R. (2005).Escribir para enseñar y divulgar
o la Ciência em el lecho de Pocusto. Revista Alambique: Didáctica de
las Ciencias Experimentales: Barcelona, (43), enero-marzo, p. 8-20.
DESTÁCIO, M. C. Jornalismo científico e divulgação científica.
Revista Espiral, ano 2, out./nov./dez. 2001. Disponível em:
http://www.eca.usp.br/njr/espiral/papiro9.htm. Acesso em: 24 ago.
2009
ESTEVES, B; MASSARANI, L.; MOREIRA, I. de C. Ciência para Todos e a
divulgação científica na imprensa brasileira entre 1948 e 1953.
Revista da SBHC. Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, p. 62-85, jan-jun,
2006.
GERMANO, G. M; KULESZA, W. A. Popularização da ciência: Uma revisão
conceitual. Caderno Brasileiro de ensino de Física. Universidade
Federal da Santa Catarina, Florianópolis, 2002.
GRIGOLETTO, E. O discurso da divulgação científica: um espaço
discursivo intervalar. Tese de doutorado apresentada ao curso de
Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, 2005, 269 p.
MASSARANI, L.; MOREIRA, I. de C. A retórica e a ciência: dos artigos
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
17
originais à divulgação científica. Revista Ciência & Ambiente,
Universidade
Federal
de
Santa
Maria,
Santa
Maria,
RS,
julho/dezembro, p. 31-47, 2001.
MOREIRA I. C. Aspectos históricos da divulgação científica no
Brasil. In: MASSARANI L.; MOREIRA I. C.; BRITO F. (Orgs.). Ciência e
público: caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de
Janeiro: Casa da Ciência/UFRJ, 2002.
PECHULA, R. M. A Ciência nos meios de comunicação de massa:
divulgação de conhe3ciemnto ou reforço do imaginário social? Revista
Ciência e Educação, v. 13, n. 2, p. 211-222, 2007.
VOGT, C. A espiral da Cultura Científica. Revista Com Ciência, 2003.
Disponível em:
http://www.comciencia.br/reportagens/cultura/cultura01.shtml. Acesso
em: 19 ago. 2009.
ZAMBONI, L. M. S. Cientistas, jornalistas e a divulgação científica:
subjetividade
e
heterogeneidade
no
discurso
da
divulgação
científica. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.
Disciplina:
Ciências, Cotidiano e Tecnologias
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Relações entre ciências e o cotidiano. Relações entre ciências e
meio ambiente. Ferramentas tecnológicas para o ensino. Conteúdos
específicos de Ciências e matemática.
Bibliografia:
CARVALHO, F. C. A.; IVANOFF,
G. B. Tecnologias que educam. São
Paulo: Prentice Hall Brasil, 2009.
MENEZES, V. L. Interação e Aprendizagem em Ambiente Virtual. Belo
Horizonte: UFMG, 2010.
OLIVEIRA, I. B.de, SGARBI, P. Estudos do cotidiano e educação. Belo
Horizonte: Autêntica, 2008. (Coleção: TEMAS & EDUCAÇÃO).
SILVA, M.R. F. Ciência, Natureza e Sociedade – Diálogo entre
Saberes. São Paulo: Livraria da Física, 2010.
Disciplina:
Área(s) de
Concentração:
Obrigatória:
Carga-horária: 60h
Tecnologias Aplicadas ao Ensino Experimental
de Ciências
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Não
Nº de Créditos: 4
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
18
Ementa:
O desenvolvimento profissional dos professores do ensino básico e
universitário. Ensino experimental em ciências. Utilização de novas
tecnologias e relação entre os fundamentos teóricos e práticas
didáticas laboratoriais no ensino de ciências. A avaliação no ensino
experimental.
Bibliografia:
BATISTA, N. A.; BATISTA, S. H. ABDALLA, I. G. Ensino em Saúde:
visando conceitos e prática. São Paulo: Arte e Ciência, 2005.
BATISTA, N. A.; BATISTA, S. H. Docência em saúde: temas e
experiências. São Paulo: Senac, 2004.
BECKER, F. Educação e Construção do conhecimento. Porto alegre:
Artemed, 2001.
BIZZO, N. Ciências: fácil ou difícil? São Paulo: Ática, 2001.
BORDENAVE, J. D. Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis:
Vozes, 2004.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais: ciências naturais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
CARVALHO, A. M .P. (Org.). Ensino de Ciências: Unindo a Pesquisa e a
Prática. São Paulo: Pioneira, 2004.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A. Metodologia de ensino de ciências.
São Paulo: Cortez, 1998.
FRACALANZA, H.; AMARAL, I. A.; GOUVEIA, M. S. F. O ensino de
ciências no primeiro grau. São Paulo: Atual, 1977.
GASPAR, A. Experiências de Ciências: Para o Ensino Fundamental. São
Paulo: Ática, 2009.
HARLAN, J. D.; RIVKIN, M. S. Ciências na Educação Infantil: Uma
abordagem Integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
HENNIG, G. J. Metodologia do Ensino de Ciências. 3 ed. Porto Alegre:
Mercado Aberto, 1998.
KRASILCHIK, M. Prática de Ensino de Biologia. 4 ed. São Paulo:
EDUSP, 2004.
MORIN, E. Ciência com Consciência. 10 ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2007.
SANT’ANNA, I. M.; SANT’ANNA, V. M. Recursos de ensino para o ensino:
quando e por quê? Petrópolis-RJ: Vozes, 2004.
SCHIEL, D.; ORLANDI, A. S. (orgs). Ensino de Ciências por
Investigação. São Paulo: CDCC, 2005.
Disciplina:
Área(s) de
Concentração:
Ação Docente e Ensino de Ciências e
Matemática
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
19
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Ações alternativas da prática educativa na perspectiva do professor
reflexivo. Tendências e perspectivas atuais de metodologias e
recursos para a sala de aula. Metodologia da problematização como
condutora das atividades de ensino. Movimento Ciência, Tecnologia e
Sociedade – CTS.
Bibliografia:
BERBEL, N. A. N. (org.). A metodologia da problematização e os
ensinamentos de Paulo Freire: uma relação mais que perfeita. In.:
Metodologia da problematização: fundamentos e aplicações. Londrina:
UEL, 1999.
BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: Ministério
da Educação, 1999.
BORGES, A. T. Novos rumos para o laboratório escolar de ciências.
Caderno Catarinense de Ensino de Física, Florianópolis/SC, v. 19, n.
3, 2002, p. 291-313.
CUNHA, M. B. da; GIORDAN, M.. A Imagem da Ciência no Cinema. Revista
Química Nova na Escola. v. 31, n. 1, p 9-17, fev. 2009.
NARDI, R. (org.) Questões atuais no ensino de ciências. 2ª ed. São
Paulo: Escrituras, 2009.
PIMENTA. S. G. (Org.) Saberes pedagógicos e atividade docente.
Textos de Edson Nascimento Campos [et. Al.] 5ª ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
DOHME, V. Atividades lúdicas na educação: o caminho de tijolos
amarelos no aprendizado. Petrópolis: Vozes, 2003.
NAPOLITANO, M. Como usar o cinema na sala de aula São Paulo,
Contexto, 2003. Página 10/54 - 09/03/2013 09:06:38
ROSA, P. R. da S. O uso dos recursos audiovisuais e o ensino de
ciências. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 17, n. 1, abr
2000, p. 33-49.
ROSITO, B. A. O ensino de ciências e a experimentação. In.:
Construtivismo e ensino de ciências: reflexões epistemológicas e
metodológicas. 3ª ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008.
SANTOS, W. L. P. MORTIMER, E. F. Uma análise de pressupostos
teóricos da abordagem C-T-S (Ciência–Tecnologia–Sociedade) no
contexto da educação brasileira. Revista Ensaio. Volume 02, n. 2 dez
2002.
Disciplina:
Área(s) de
Pressupostos Teóricos e Históricos do Ensino
de Ciências
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
20
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Os aspectos históricos e filosóficos do ensino de ciências. O
conhecimento
científico
e
o
ensino
de
Ciências.
Conceitos
estruturantes no ensino de ciências. Ensino de ciências e sua função
social. A pesquisa e a formação do professor de ciências.
Bibliografia:
ASTOLFI, J. P.; DELEVAY, M. A didática das Ciências. Tradução: Magda
S. S. Fonseca. 10ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2006.
BACHELARD, G. A formação do Espírito Científico: Contribuição para
uma psicanálise do conhecimento. Tradução: Estela Santos Abreu. Rio
de Janeiro: Contraponto, 1996.
BECKER, F. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. 12ª
Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
CARVALHO, A. M. P. de. Critérios estruturantes para o ensino de
ciências. In: Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São
Paulo: Cenagage Learning, 2010.
CARVALHO, A. M. P. de. GIL-PÉREZ, D. Formação de professores de
ciências. 8ª Ed. São Paulo: Cortez, 2006.
KRASILCHIK, M. Prática de ensino de biologia. São Paulo. Edusp.
2004.
GAGLIARDI, R. Los conceptos estructurales en el aprendizaje por
investigación. Enseñanza de las Ciencias, v. 4, n. 1, p. 30-35,
1986.
MATTHEWS, M. Science Teaching: the role of History and Philosophy of
Science. New York: Routledge, 2004.
SANTOS, W. L. P.; MORTIMER, E. F. Tomada de decisão para ação social
responsável no ensino de ciências. Ciência e Educação, vol. 7, n. 1,
p. 95-111, 2001.
Disciplina:
Tecnologia, Educação e Práticas Pedagógicas
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Tecnologias de informação e comunicação. Práticas pedagógicas e
formação de professores e as tecnologias da informação e da
comunicação. Programas governamentais e a implementação do uso das
tecnologias no contexto escolar.
Bibliografia:
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
21
ALMEIDA, M. E. B.; MORAN, J. M. Integração das Tecnologias na
Educação. In Salto para o Futuro. Brasília: Posigraf, 2005.
ALVES, L. R. G., NOVA, C. C. Educação e tecnologia: trilhando
caminhos. Salvador: Editora da UNEB, 2003.
FREIRE, W. Tecnologia e Educação - As Mídias na Prática Docente.
Editora WAK, 2008.
JONASSEN, D. H. et al. (1999) Learning With Tecnology: Technologies
For Meaning Making (Cap. 1). In: Learning With Tecnology: A
Constructivism Perspective, 1999.
PERES, L. M. V.; PORTO, T. M. E. Tecnologia da educação: tecendo
relações
entre
imaginário,
corporeidade
e
emoções,
Araraquara:Junqueira&Marin, 2006.
PROINFO. Disponível em: http://www.proinfo.mec.gov.br/ Consultado
em: 02 Mar. 2012.
RIBEIRO, A. E.; VILLELA, A. M. N.; COURA SOBRINHO, J.; SILVA, R. B.
Linguagem, Tecnologia e Educação, São Paulo: Editora Petrópolis.
2010.
Disciplina:
Práticas de Ensino em Leitura, Escrita e
Oralidade em Contextos de Plurilinguismo
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Área(s) de
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Práticas de Ensino em Leitura, Escrita e Oralidade em Contextos de
Plurilinguismo. A alfabetização e as relações entre oralidade e
escrita.
Bibliografia:
AMÂNCIO, Lázara
EDUFMT, 2002.
Nanci
de
Barros.
Cartilhas,
para
quê?
Cuiabá:
AZEVEDO, Janete Maria Lins de. Implicações da nova lógica de ação do
Estado para a educação municipal. Educação e sociedade, Campinas, v.
23,
n.
80,
p.
49-71,
set.
2002.
Disponível
em:
<http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 12/06/2011.
BAGNO, Marcos. A norma culta. Língua e poder na sociedade
brasileira. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: que é, como se faz. São
Paulo: Edições Loyola, 1999.
BLANCHE-BENVENISTE, Claire. A escrita, irredutível a um código. In:
FERREIRO, Emília (org). Relações de (in)dependência entre oralidade
e escrita. Porto Alegre: ARTMED, 2004, p. 13-26.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e lingüística. São Paulo:
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
22
Scipione, 2008.
CAVALCANTI,
Marilda
C.
Estudos
sobre
educação
bilíngüe
e
escolarização em contextos de minorias linguísticas no Brasil.
Revista Delta, Documentação de estudos em lingüística teórica e
aplicada, São Paulo, v. 15, n. especial, p. 385-417, 1999.
Disponível
em:
<http://www.scielo.br/pdf/delta/v15nspe/4023.pdf>.
Acesso em: 12/09/2011.
FARACO, Carlos Alberto. Escrita e alfabetização. Dificuldades
ortográficas. O domínio da linguagem escrita. Variedades dialetais e
alfabetização. São Paulo: Contexto, 2005.
PEREIRA, Jacira Helena do Valle. Diversidade cultural nas escolas de
fronteiras internacionais: o caso de Mato Grosso do Sul. Revista
múltiplas leituras, São Paulo, v.2, n.1, p. 51-63, jan. / jun. 2009.
Disponível
em:
<https://www.metodista.br/
revistas/revistas.ims/index.php/ML/article/viewFile/327/325>. Acesso
em:12/09/2011.
SANTOS, Maria Helena Pires; CAVALCANTI, Maria do Couto. Identidades
híbridas, língua(gens) provisórias - alunos “brasiguaios” em foco.
Revista trabalho linguística aplicada online, Campinas, v.47, n.2,
p.
430-446,
jul./dez.
2008.
Disponível
em:
<http://www.scielo.br/pdf/tla/v47n2/a10v47n2.pdf>.
Acesso
em:
05/06/2011.
Disciplina:
Pesquisa em Alfabetização e Escolarização
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
A alfabetização e sua escolarização por meio do ensino da leitura e
da escrita nos contextos escolares.
Bibliografia:
DUBET, François.
Piaget, 1994.
Sociologia
da
experiência.
Lisboa:
Instituto
HÉBRARD, J. A escolarização dos saberes elementares na época
moderna. Teoria e Educação, Porto Alegre, n.2, p.65-109, 1990.
HÉBRARD, Jean. A escolarização dos saberes elementares na época
moderna. Teoria & Educação. Dossiê alfabetização história social dos
saberes escolares, Porto Alegre, n. 2, p. 65-109. 1990.
MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das
Letras, 1997.
MORTATTI, Maria do Rosário Longo. Os sentidos da alfabetização. São
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
23
Paulo: 1876-1994. Editora UNESP: São Paulo, 2000 (a).
SOARES, M. B. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista
Brasileira de Educação. Rio de Janeiro/Campinas: Anped/ Autores
Associados. n. 25, p.5-17, jan./abr. 2004.
Disciplina:
Práticas de Ensino e Infância
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória: Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Mediação no processo de ensino e aprendizagem na infância.
Bibliografia:
CALEGARI-FALCO, A. M. (Org.). Sociologia da educação: olhares para a
escola de hoje. 2 ed. Maringá: EDUEM, 2009.
VYGOTSKY, L. S. Psicologia e Pedagogia: bases psicológicas da
aprendizagem e do desenvolvimento. São Paulo: Moraes, 1991.
VYGOTSKY, L. S. Obras escogidas - Tomo cinco: Fundamentos da
defectología. Madrid: Visor, 1997.
VIGOTSKI, L. S. Psicologia Pedagógica. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2001a.
Disciplina:
Práticas de Ensino e Qualificação Docente
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Categoria docente e o perfil do ser professor. A legislação
trabalhista para o professor do ensino público: do concursado ao
celetista. A qualificação docente na prática: fatores determinantes
da busca pela formação continuada. Novas regras e tendências para a
qualificação docente no Brasil.
Bibliografia:
ARROYO, M. Ofício de mestre: imagens e autoimagens. Petrópolis:
Vozes. 2000. .
BRASIL. Decreto Lei nº 5452. Aprova a Consolidação das Leis do
Trabalho. Brasília, DF, 1º mai 1943.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº. 9394. Estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 23 Dez. 1996.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
24
BRZEZINSKI, I. Profissão professor: identidade e profissionalização
docente. Brasília: Plano Editora, 2002. .
CAMBI, F. História da Pedagogia. Trad. Álvaro Lorencini. São Paulo:
Editora Unesp, 1999. .
COSTA E SILVA, A. M. A formação contínua de professores: Uma
reflexão sobre as práticas e as práticas de reflexão em formação.
Campinas-SP. Educação & Sociedade, v. 21, n.72, p. 5-17, agosto de
2000.
FERRETTI, C. J.; SILVA JÚNIOR, J. R.; OLIVEIRA, M. R. N. S. (Orgs).
Trabalho, Formação e Currículo: para onde vai a escola? São Paulo:
Xamã, 1999. p. 75-84.
FRIGOTTO, G. Educação e crise do capitalismo real. 4. ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
GENTILI, P. O. A Falsificação do Consenso: simulacro e imposição na
reforma educacional do neoliberalismo. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.
GIOVANI, L.M.. Do professor informante ao professor parceiro:
reflexões sobre o papel da universidade para o desenvolvimento
profissional de professores e as mudanças na escola. Caderno CEDES,
1998. Http.www.scielo.br//Print ISSN 0101-3262.
LAZZARATTO, M.; NEGRI, A. Trabalho Imaterial: formas de vida e
produção de subjetividade. Trad. Mônica Jesus. Rio de Janeiro: DP&A,
2001.
MACIEL, O. de O. Trabalhando a luta, construindo (a) história I.
Universidade e Sociedade, ano I, n. 1, fev. 1991, p. 68-75.
MANFREDI, S. M. Trabalho, qualificação e competência profissional –
as dimensões conceituais e políticas. Educação & Sociedade,
n.64/especial, set., 1998, p. 13-49.
MEGHNAGI, S. A competência profissional como tema de pesquisa.
Educação & Sociedade. Campinas, SP, v. XIX, nº. 64, p. 50-83,
set.1998.
MENEZES, L. C. Formação continuada de professores de ciências no
contexto ibero-american. Campinas: Autores Associados, São Paulo:
NUPES, 1996.
PESSANHA, E. C.. Ascensão e queda do professor, 2ª. Edição. São
Paulo: Cortez, 1997.
RAMOS, M. N. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação?.
São Paulo: Cortez, 2001. SILVA JR., J. R. Reforma do Estado e
daEducação no Brasil de FHC. São Paulo: Xamã, 2002.
ROPÉ, F.; TANGUY, L. (Orgs). Saberes e Competências: o uso de tais
noções na escola e na empresa; tradução Patrícia Chittoni Ramos.
Campinas: Papirus, 1997.
SÁ CHAVES, I. (Org.). Percursos de formação e desenvolvimento
profissional. Porto: Porto Editora, 1997.
TOMASI, A. (Org). Da qualificação à competência: pensando o século
XXI. Campinas: Papirus, 2004 (Prática Pedagógica).
WEBER S. Profissionalização docente e políticas públicas no Brasil.
Educação e Sociedade, Campinas, v. 24, n. 85, Dez. 2003. ISSN 01017330.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
25
ZARAFIAN, P. Objetivo competência: por uma nova lógica; tradução
Maria Helena C. V. Trylinski. São Paulo: Atlas, 2001.
Disciplina:
Design Instrucional
Área(s) de
Ciências, Linguagens, Tecnologias e Cultura
Concentração:
Obrigatória:
Não
Carga-horária: 60h
Nº de Créditos: 4
Ementa:
Fundamentos do design instrucional: teorias de aprendizagem e as
estratégias instrucionais. Elaboração de projetos para aprendizagem
de conteúdo programático de grade curricular, explorando diferentes
mídias e plataformas.
Bibliografia:
COLE, M. Cultural psychology: A once and future discipline.
Cambridge: Harvard University Press, 1996.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1970.
LANKSHEAR, C.; SNYDER, I.; GREEN, B. Teachers and techno-literacy.
St Leonards: Allen & UNIN, 2000.
MOLL, L. (org) Vygotsky e a educação: implicações pedagógicas da
psicologia sócio-histórica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
ROBLYER, M. D. Integrating Educational Technology into Teaching.
Prentice Hall, 2002.
VYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo, Martins Fontes,
1991.
Robert Gagne, Walter Wager, Katharine Golas, and John M. Keller.
Principles of Instructional Design
Robert A. Reiser, John V. Dempsey Trends and issues in instructional
design and technology. Pearson/Merrill Prentice Hall, 2007.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
26
CORPO DOCENTE PERMANENTE:
Adriana Zilly
Doutorado
UEM
Ano da
Titula
ção
2010
Clodis Boscarioli
Doutorado
USP
2008
Engenharia
Elétrica
Unioeste
Cynthia Borges de Moura
Doutorado
USP
2007
Psicologia
Unioeste
Márcia Borin da Cunha
Doutorado
USP
2010
Ensino de
Ciências e
Matemática
Unioeste
Reginaldo Aparecido
Zara
Doutorado
2000
Física
Unioeste
Reinaldo Antônio da
Silva Sobrinho
Doutorado
Instituto
de Física
de São
Carlos USP
USP
2012
Enfermagem
Unioeste
Docente
Titulação
(Nível)
IES da
Titulação
Área de
Titulação
Ciências
Biológicas
IES de
Vínculo
Atual
Unioeste
Centro/Regime
de Trabalho
Centro de
Educação e
Letras – Foz do
Iguaçu/ RT 40Tide
Centro de
Ciências Exatas
e Tecnológicas
– Cascavel/
RT40 - Tide
Centro de
Educação e
Letras – Foz do
Iguaçu/ RT 40Tide
Centro de
Engenharia e
Ciências Exatas
– Toledo/ RT40
- Tide
Centro de
Ciências Exatas
e Tecnológicas
– Cascavel/
RT40 - Tide
Centro de
Educação e
Letras – Foz do
Iguaçu/ RT 40Tide
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
27
Tamara Cardoso André
Doutorado
UFPR
2011
Educação
Unioeste
Tânia Stella Bassoi
Doutorado
UFPR
2006
Educação
Unioeste
Terezinha Correa
Lindino
Doutorado
Unesp Marília
2005
Política
Educacional
Unioeste
Tiago Emanuel Kluber
Doutorado
Universidad
e Federal
de Santa
Catarina
2012
Ensino de
Ciências e
Matemática
Unioeste
Maria Elena Pires
Santos
Doutorado
Unicamp
2004
Linguística
Aplicada
Unioeste
Centro de
Educação e
Letras – Foz do
Iguaçu/ RT 40Tide
Centro de
Ciências Exatas
e Tecnológicas
- Cascavel/RT
40 - Tide
Centro de
Ciências
Humanas,
Educação e
Letras Marechal
Cândido Rondon/
RT 40 - Tide
Centro de
Ciências Exatas
e Tecnológicas
- Cascavel/RT
40 - Tide
Centro de
Educação e
Letras – Foz do
Iguaçu/ RT 40Tide
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
28
PROJETOS DE PESQUISA:
Partos Prematuros em Foz do
Iguaçu/PR: uma análise
epidemiológica de 2000 a 2011.
Prevalência do Aleitamento
Materno e Práticas Alimentares
no primeiro ano de vida no
município de Foz do Iguaçu/PR.
Ensino em Ciências e Matemática
Ano de
Início
2000
Ensino em Ciências e Matemática
2011
Clodis Boscarioli
Estudo de Avaliação e Design de
Interação de Jogos Voltados ao
Aprendizado de Crianças Surdas
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2012
Clodis Boscarioli
PlatMult: Uma plataforma
multisensorial livre visando a
acessibilidade em totens de
informação para usuários de
baixa visão
Desenvolvimento de um ampliador
de tela inteligente para alunos
com baixa visão
Desenvolvimento de processos de
mineração de dados: Da
construção de um ambiente
computacional à análise de dados
reais
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2011
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2011
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2010
Avaliação de um programa de
educação sexual por meio de
multiplicadores adolescentes
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2011
Docente
Adriana Zilly
Adriana Zilly
Clodis Boscarioli
Clodis Boscarioli
Cynthia Borges de Moura
Projeto de pesquisa
Linha de pesquisa
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
29
Márcia Borin da Cunha
Márcia Borin da Cunha
Maria Elena Pires
Santos
Maria Elena Pires
Santos
Maria Elena Pires
Santos
Maria Elena Pires
Santos
Reginaldo Aparecido
Zara
Jogos didáticos de Química: uma
análise histórica e seus
desdobramentos
A escola no contexto da cultura
científica dos estudantes do
Ensino Médio: um estudo da
percepção da Ciência e da
Tecnologia
Ensino em Ciências e Matemática
2011
Ensino em Ciências e Matemática
2009
Descrição: Procad Unioeste/UFSC - Linguagem,
Sociedade e Formação de
Professores: Manifestações na
Diversidade, Processo nº
552450/2011-1, Chamada Pública
MCT/CNPq/MEC/Capes - Ação
Transversal nº 06/2011
A redação do vestibular da
Unioeste: os gêneros textuais em
foco
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2012
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2011
Juventude e dramas de
moralidade: dissonâncias nas
práticas de leitura e de escrita
em uma escola de periferia em
Foz do Iguaçu
Plurilinguismo/pluriculturalismo
em cenários transfronteiriços:
As políticas lingüísticas e a
formação continuada de
professores
Desenvolvimento de Modelos
Matemáticos para Aplicação no
Controle da Dengue
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2011
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2010
Ensino em Ciências e Matemática
2010
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
30
Reinaldo Antônio da
Silva Sobrinho
Reinaldo Antônio da
Silva Sobrinho
Tamara Cardoso André
Tiago Emanuel Klüber
Terezinha Corrêa
Lindino
Cordenador do Pojeto. Edital
Universal-05/2011-Fundação
Araucária. Avaliação da Atenção
Básica no tratamento da
tuberculose em uma localidade de
fronteira internacional
Pesquisador.Fapesp - Programas
Regulares / Auxílios a Pesquisa
/ Projeto de Pesquisa - Regular
- Proc.: 2011/09469-6 Avaliação da Atenção Básica para
o tratamento da tuberculose na
perspectiva dos profissionais de
saúde e doentes em municípios do
Brasil
Projeto Financiado Fundação
Araucária – Programa Primeiros
Projetos (PPP) - Chamada Pública
14/2011- Alfabetização e
Avaliação em Larga escala.
Modelagem Matemática na Brasil:
na perspectiva da MetaCompreensão
Ensino em Ciências e Matemática
2012
Ensino em Ciências e Matemática
2011
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2013
Ensino em Ciências e Matemática
2010
Lendo e Escrevendo na Casa Lar
Ensino em Linguagens e
Tecnologias
2012
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
31
INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA E DE ENSINO DISPONÍVEL
- Estrutura exclusiva para o Programa:
Sim.
- Sala para docentes? Quantas?
Sim, 2 salas.
- Sala para alunos equipada com computadores? Quantas?
Sim, 4 salas.
- Infraestrutura administrativa – recursos disponíveis:
- Infraestrutura de laboratórios – recursos disponíveis:
Laboratório de Prática de Enfermagem, 56m², capacidade para dez
alunos.
Laboratório
de
Microbiologia,
Bioquímica,
Genética
Humana
e
Imunologia, 56m², capacidade para vinte alunos.
Laboratório de Biologia Celular e Embriologia, 54,72m², capacidade
para vinte alunos.
Laboratório de Anatomia, 77,20m², capacidade para vinte alunos.
Laboratório de Pedagogia, 58m², capacidade para trinta alunos.
Laboratório de Prática de Línguas, 44m², capacidade para quarenta
alunos.
Estação Ciência do Parque Tecnológica Itaipu. Local destinado à
educação científica nas áreas de física, matemática, biologia,
paleontologia e
astronomia, aberto para a visitação pública.
Pólo Astronômico do Parque Tecnológica Itaipu. Local destinado ao
estudo da astronomia,
Laboratório de Ensino de matemática, 99,36m², capacidade para 40
alunos.
BIBLIOTECA
- Biblioteca ligada à rede mundial de computadores? Sim
- Quantidade de computadores: 12
- Infraestrutura de biblioteca:
Caracterização do acervo
Dados gerais (Número de livros, periódicos e áreas nas quais eles se
concentram):
Ciências biológicas- 3.887 títulos, 6.091 volumes, 41 periódicos
nacionais e 12 estrangeiros.
Ciências humanas - 69.785 títulos, 110.419 volumes, 566 periódicos
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
32
nacionais e 9 estrangeiros.
Linguística, letras e artes - 40.458 titulos, 55.771 volumes, 98
periódicos nacionais e 6 estrangeiros.
Ciências exatas e da terra - 12.677 títulos, 22.017 volumes, 93
periódicos nacionais e 34 estrangeiros.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
(listar os recursos necessários para o pleno funcionamento do curso
na sua implementação)
1. RECURSOS HUMANOS NECESSÁRIOS PARA ADMINISTRAÇÃO DO CURSO
Recursos humanos para administração do curso
Docentes: 11 docentes permanentes
Coordenação: 1 coordenador
Pessoal técnico-administrativo:
- Técnico-administrativo: 1 secretário
2. RECURSOS FÍSICOS
Sala para Coordenação
Salas para Professores
Sala para secretaria
Instalações físicas para a secretaria:
Divisória
Balcão de atendimento a alunos
3. RECURSOS MATERIAIS PARA ADMINISTRAÇÃO DO CURSO
Recursos materiais para administração do curso
- 1 notebook
- 1 equipamento multimídia
- 5 computadores (1 para a secretaria; 1 para coordenação, 3 para as
temáticas de investigação / uso dos professores)
- 1 impressora / copiadora
- 5 mesas de computador
- 5 cadeiras giratórias
- 4 mesas para a secretaria
- 4 cadeiras
- 2 armários de aço para arquivo e materiais diversos
- 1 arquivo de aço para pastas suspensas
- 1 aparelho de fax
- material de escritório em geral para as atividades diárias do
Programa
4. RECURSOS BIBLIOGRÁFICOS
Necessidade de investimento em recursos bibliográficos
5. RECURSOS DE LABORATÓRIOS
Necessidade de usar os laboratórios de ensino e informática
disponíveis na Unioeste, campus de Foz do Iguaçu e no Parque
Tecnológico Industrial da Itaipu.
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 068/2013-CEPE, DE 23 DE MAIO DE 2013.
33
Necessidade de, posteriormente, criar um laboratório específico do
Mestrado em Ensino.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
1. A disciplina “Epistemologia da Pesquisa em Ensino”, que consta no
APCN, como eletiva, passa, neste Projeto, a constar como obrigatória
para a área. A mudança se justifica porque originalmente esta
disciplina deveria ser obrigatória para a área mas foi colocada, por
engano, como eletiva no APCN. Manter a ideia original é importante
porque trata-se de disciplina base para todas as demais do curso.
2. Os discentes do Programa poderão cursar disciplinas eletivas nas
duas linhas de pesquisa.
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