MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem Junho de 2013 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA RIO GRANDE DO SUL Campus Rio Grande Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem Rio Grande - Junho de 2013 2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Tipo: Curso Técnico Modalidade: Subsequente ao Ensino Médio Denominação do curso: Curso Técnico em Enfermagem Habilitação: Técnico em Enfermagem Eixo Tecnológico: Ambiente, saúde e segurança Local de oferta: IFRS - Campus Rio Grande Turno de funcionamento: Tarde Duração do curso: 4 semestres Número de vagas: 28 Periodicidade de oferta: anual Carga horária total: 1.800 horas Mantida: IFRS Corpo dirigente do Campus Rio Grande: Diretor Geral do IFRS Campus Rio Grande – Luiz Ângelo Sobreiro Bulla (53) 3233.8604 – [email protected] Diretor de Ensino do IFRS Campus Rio Grande – Ivoni Carlos Acunha Júnior (53) 3233.8609 – [email protected] Data: Junho de 2013. 3 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO ............................................................................................................. 4 2. CARACTERIZAÇÃO DO CAMPUS................................................................................... 5 3. JUSTIFICATIVA ................................................................................................................ 7 5. PERFIL DO PROFISSIONAL – EGRESSO .................................................................... 10 6. PERFIL DO CURSO ....................................................................................................... 12 7. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO ....................................... 12 8. REQUISITOS DE INGRESSO ......................................................................................... 13 9. FREQUÊNCIA MÍNIMA OBRIGATÓRIA ........................................................................ 13 10. PRESSUPOSTOS DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .............................................. 14 10.1. MATRIZ CURRICULAR .............................................................................................. 15 11. PROGRAMAS POR DISCIPLINAS ............................................................................... 16 12. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS ANTERIORES ..................................................................................... 26 13. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM .............................................................................. 26 13.1. EXPRESSÃO DOS RESULTADOS ............................................................................ 28 13.2. DA RECUPERAÇÃO .................................................................................................. 29 14. ESTÁGIO CURRICULAR .............................................................................................. 30 15. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA. .................................................... 30 15.1. ÁREA FÍSICA DAS INSTALAÇÕES .......................................................................... 30 15.2. DESCRIÇÃO SUCINTA DOS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA CADA INSTALAÇÃO ..................................................................................................................... 30 16. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO ................... 31 16.1. TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO .................................................... 31 16.2. DOCENTES ................................................................................................................ 32 17. CERTIFICADOS E DIPLOMAS ..................................................................................... 32 18. CASOS OMISSOS ........................................................................................................ 33 4 1. APRESENTAÇÃO O Curso Técnico em Enfermagem oferecido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RS – IFRS Câmpus Rio Grande tem como meta a formação de profissionais capacitados para atender o indivíduo, família e comunidade em todos os níveis referentes à saúde: promoção, prevenção, recuperação e reabilitação. O egresso, denominado “Técnico em Enfermagem” atua dentro da equipe de saúde multiprofissional, tendo suas atividades embasadas em legislação específica1 e sob supervisão direta do Enfermeiro. Ao longo do curso realiza atividades técnicas de complexidade crescente e estágios que acontecem de forma concomitante às etapas teóricas do curso, o que oportuniza que sua formação prime pelo desenvolvimento da capacidade de relacionar teoria e prática, compreendendo, assim, a relação de complementaridade que mantém entre si. 2. CARACTERIZAÇÃO DO CAMPUS A instituição teve sua origem no Colégio Técnico Industrial (CTI), criado em 1964, junto a Escola de Engenharia Industrial que, posteriormente, veio a se tornar Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Sentindo a crescente expansão do setor industrial da cidade de Rio Grande, com destaque para o setor de pescados, pessoas influentes, na época, sugeriram ao então Ministério da Educação e Cultura a criação do Colégio Técnico Industrial, que ofereceria os cursos de Eletrotécnica e Refrigeração, com formação equivalente à atual modalidade de integrado, cujos técnicos atenderiam à demanda das indústrias locais. Em 1987 foi criado, junto ao CTI, o curso Técnico de Processamento de Dados, posteriormente denominado de Técnico em Informática e, em 2000, foram criados os cursos de Técnico em Geomática e Técnico em Enfermagem, também para suprirem as necessidades da demanda profissional local. Outra modalidade de ensino passou a ser ofertada a partir de 2007, através do Curso de Educação Profissional Técnico em Refrigeração e Ar Condicionado 1 Lei nº 7.498/86, de 25/06/1986, conhecida como Lei do Exercício Profissional e o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. 5 integrado ao Ensino Médio na Modalidade Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), com duração de 8 semestres, a fim de atender jovens e adultos, elevando o índice de escolaridade do trabalhador. Desde 2008, em parceria com a FURG, o CTI oferece o curso de nível superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e, a partir de 2009, os cursos de Tecnologia em Refrigeração e Climatização e Tecnologia em Construção de Edifícios. Com a reestruturação da Educação Profissional e a Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008, o CTI se desvinculou da FURG e se integrou a rede do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), tornando-se Câmpus Rio Grande. Atualmente, as modalidades de ensino oferecidas por esta Instituição são: a) Educação à Distância Cursos de educação profissional através do Núcleo de Educação à Distância (Nead) e do Programa Escola Técnica Aberta do Brasil (E-Tec Brasil). b) Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio - Curso Técnico em Eletrotécnica; - Curso Técnico em Refrigeração e Climatização; - Curso Técnico em Automação Industrial; - Curso Técnico em Geoprocessamento; - Curso Técnico em Informática para Internet; - Curso Técnico em Fabricação Mecânica. c) Ensino Subsequente - Curso Técnico em Eletrotécnica; - Curso Técnico em Refrigeração e Climatização; - Curso Técnico em Automação Industrial; - Curso Técnico em Enfermagem; - Curso Técnico em Geoprocessamento. 6 d) PROEJA – Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos. - Curso Técnico em Eletrotécnica; - Curso Técnico em Refrigeração e Climatização; - Curso Técnico em Automação Industrial; - Curso Técnico em Enfermagem; - Curso Técnico em Geoprocessamento. e) Ensino Tecnológico - Graduação - Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas; - Tecnologia em Construção de Edifícios; - Tecnologia em Refrigeração e Climatização; - Licenciatura para Educação Profissional. 3. JUSTIFICATIVA O Município do Rio Grande, situado na região sul do Estado do Rio Grande do Sul, possui uma população estimada em quase 200 mil habitantes 2 e conta com dois hospitais gerais com capacidade de internação total em torno de 500 leitos. Um dos hospitais é o Complexo Hospitalar da Associação de Caridade Santa Casa do Rio Grande (ACSCRG), composto por um prédio secular que oferece à comunidade e região, atendimento nas áreas de clínica médica, clínica cirúrgica, materno-infantil, urgência e emergência, tendo o único Pronto Socorro referência da cidade; possui, ainda, um hospital de cardiologia, com capacidade para atender 200 pacientes clínicos e cirúrgicos de alta complexidade, além de um hospital psiquiátrico com capacidade de internação para 100 pacientes. A ACSCRG presta, ainda, serviços de hemodiálise, tomografia computadorizada e ressonância magnética, todos eles conveniados com o SUS. Atende pacientes particulares e conveniados. 2 http://www.censo2010.ibge.gov.br/. Acesso em 02/2011. 7 O outro hospital existente no município é o Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. (HU), mantido pelo Governo Federal e criado para atender à população basicamente através de profissionais e estudantes dos cursos na área da saúde oferecidos pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O HU oferece, à comunidade e região, atendimento nas áreas de clínica médica, clínica cirúrgica, materno-infantil (sendo referência para gravidez de alto risco, por contar com uma unidade de tratamento intensivo neonatal com infraestrutura e equipe técnica preparadas para atendimento a recém nascidos com risco de morte), urgência e emergência (serviço de pronto atendimento), serviços de hemodiálise, tomografia computadorizada, prevenção e tratamento às drogas, através do Centro de Regional de Estudos, Prevenção e Recuperação de Dependentes Químicos (CENPRE) e também é referência no atendimento à aids no adulto e na criança. Além dos hospitais, há diversas clínicas particulares e conveniadas que prestam atendimento médico e de enfermagem. A Secretaria Municipal de Saúde conta com 28 postos de saúde mantidos pelo SUS, a maioria deles já prestando atendimento em Estratégia Saúde da Família (ESF). A cidade do Rio Grande, nos últimos anos, teve um considerável incremento no seu crescimento devido à implantação do Pólo Naval, aumentando o número de fábricas e indústrias localizadas na área industrial do Superporto. Essas empresas possuem, em sua quase totalidade, ambulatórios com prestação de serviços médicos e de enfermagem, contando com profissionais que atuam na prevenção e tratamento de doenças profissionais e no atendimento de situações de emergência de seus funcionários. A cada dia são criadas novas empresas e serviços, alguns altamente especializados, que necessitam pessoal preparado para prestar atendimento de saúde de qualidade à clientela. Em nível de graduação, a FURG vem atendendo a demanda local e regional de profissionais médicos, enfermeiros e psicólogos. Em nível médio, esta demanda foi inicialmente suprida através do Curso Supletivo de Qualificação Profissional de Auxiliar de Enfermagem, que formou Auxiliares de Enfermagem entre os anos de 1990 e 1997, atendendo a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem (Lei n.º 7.498/86). No ano 2000, para atender a demanda por cursos técnicos na área da saúde, o Colégio Técnico Industrial Professor Mário Alquati (CTI) foi pioneiro na cidade em criar o Curso Técnico em Enfermagem, que teve início em março de 2000, sendo aprovado pelo MEC/SEMTEC, em regime pós-médio, com carga 8 horária total de 1800h, sendo 600h destinadas para estágio. A principal meta era a formação de Técnicos em Enfermagem com embasamento teórico e visão abrangente do mundo do trabalho, tendo em vista as mais variadas possibilidades de atuação que surgiam – e ainda surgem - na cidade e na região. Para a criação desse curso foi pesquisada a legislação pertinente à Enfermagem: a Lei n.º 7.498/86, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências e no Decreto n.º 94.406 de 08 de junho de 1987, que regulamenta a referida lei. Essa lei define as categorias profissionais: Enfermeiro, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiro, citando-os como os únicos profissionais habilitados para atender a população, na área de Enfermagem. Em relação ao Técnico em Enfermagem, no art.10º inciso 1, letra b, objeto da pesquisa realizada, está escrito que: O Técnico de Enfermagem tem como atribuição assistir ao Enfermeiro no planejamento, programação e supervisão das atividades de assistência de Enfermagem, na prestação de cuidados diretos de Enfermagem a pacientes em estado grave, na prevenção e controle das doenças transmissíveis em geral, em programas de Vigilância Epidemiológica, na prevenção e no controle sistemático da infecção hospitalar, na prevenção e controle de danos físicos que possam ser causados a pacientes durante a assistência de saúde. O curso teve autorização para funcionar a partir do ano 2000 e, em 27 de maio de 2003, foi reconhecido através da Portaria nº 17, considerando o disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, o Decreto nº 2.208, 17 de abril de 1997, as Portarias SEMTEC/MEC nº 30/2000, Portaria SEMTEC/MEC nº 80/200 e a Portaria SEMTEC/MEC nº 227/2002 e considerando, ainda, o contido no processo nº 23000.003473/2003-15. No final do ano 2008 o Colégio Técnico Industrial Professor Mário Alquati foi transformado em Instituto Federal, por força da Lei nº 11.892 de 29/12/2008, que criou outros 37 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no Brasil. Novos cursos foram implantados e o Curso Técnico em Enfermagem manteve-se entre os cursos já oferecidos e com bastante procura pela comunidade da cidade e região. 9 Desde o ano de 2009, portanto, o Curso Técnico em Enfermagem funciona vinculado ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. Desde então o curso forma Técnicos em Enfermagem capacitados a integrar as equipes de saúde e, sob a supervisão do enfermeiro, desenvolver ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação, atividades essas relacionadas às necessidades de saúde individuais e coletivas, obedecidos os níveis de conhecimento e de complexidade dessas ações. 4. OBJETIVOS 4.1. OBJETIVO GERAL Formar Técnicos em Enfermagem a partir de sólida fundamentação teórica e precisão técnica, capacitados a atuar na área dos serviços da saúde, em nível técnico. 4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - melhorar o desempenho e a qualidade dos profissionais de Enfermagem de nível médio, possibilitando à população da região sul do Estado do RS uma assistência mais eficiente pela atuação adequada dos profissionais de Enfermagem; - desenvolver mudanças de atitude, a partir de visão interdisciplinar e globalizada, levando os participantes do curso a conhecer novas realidades; - integrar os alunos nas diferentes áreas do saber, articulando os conteúdos de forma a permearem entre si; - suprir as demandas do mercado de trabalho na área da saúde. 5. PERFIL DO PROFISSIONAL – EGRESSO O Curso Técnico de Enfermagem do IFRS- Câmpus Rio Grande tem como objetivo formar um profissional capaz de relacionar conhecimentos teóricos, práticos 10 e técnicos com vistas a qualificar sua atuação nos hospitais, clínicas, escolas, empresas, laboratórios, postos de saúde, serviços de urgência e emergência, Centros de Apoio Psicossocial (CAPS) e demais espaços onde as atividades de enfermagem se façam presentes e necessárias. Para tanto, ao final do curso o egresso deverá ter desenvolvido as seguintes competências gerais: - identificar determinantes e condicionantes do processo saúde-doença; - identificar a estrutura e a organização do sistema de saúde vigente no país; - identificar as funções e as responsabilidades dos membros da equipe de trabalho; - auxiliar o enfermeiro no planejamento e organização do trabalho, na perspectiva de um atendimento integral e de qualidade; - realizar trabalhos em equipe, correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou ciências, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área; - aplicar as normas de biossegurança; - aplicar os princípios e as normas de higiene pessoal e ambiental; - interpretar a legislação referente aos direitos dos usuários; - identificar os princípios e as normas de conservação de recursos não renováveis e de preservação do meio ambiente; - aplicar os princípios ergonômicos na realização do trabalho; - avaliar os riscos de iatrogenias ao executar procedimentos técnicos; - interpretar as normas do exercício profissional e os princípios éticos que regem a conduta do profissional de saúde; - conhecer, executar e analisar as rotinas, os protocolos de trabalho; - conhecer as instalações e os equipamentos; - operar os equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção; - registrar as ocorrências e os serviços prestados, de acordo com as exigências do campo de atuação; - prestar informações ao cliente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados; - orientar os clientes-pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde; - coletar e organizar os dados relativos ao campo de atuação; - utilizar os recursos e as ferramentas de informática específicos da área e - realizar os primeiros socorros, em situações de emergência. 11 6. PERFIL DO CURSO O Curso Técnico em Enfermagem, do Eixo Tecnológico Ambiente, Saúde e Segurança, é oferecido na modalidade subsequente ao ensino médio e habilita o egresso a atuar como Técnico em Enfermagem. O curso está organizado em 4 semestres com duração total de dois anos. Possui uma carga horária total de 1800 horas, sendo 1200 horas destinadas ao Núcleo de Formação Profissional específica em Técnico em Enfermagem, além das 600 horas destinadas à prática profissional (estágio supervisionado). 7. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO O curso Técnico em Enfermagem está estruturado prevendo disciplinas teóricas e teórico-práticas que acontecem ao longo de 4 (quatro) semestres. A carga horária total do curso compreende 1800h, sendo 1200h destinadas à parte teórica, prevista no Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos do MEC, e 600h destinadas à prática profissional (estágio supervisionado). A seguir é apresentado o quadro de sequência lógica das disciplinas por semestre: º 1 Semestre º 2 Semestre EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE ENFERMAGEM MÉDICA INFORMATIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE ENFERMAGEM CIRÚRGICA PROMOÇÃO DA BIOSSEGURANÇA SEMIOTÉCNICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SEMIOTÉCNICA CRONOBIOLOGIA º º 3 Semestre 4 Semestre ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL ENFERMAGEM COLETIVA I EM SAÚDE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENFERMAGEM MÉDICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE COLETIVA I ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENFERMAGEM CIRURGICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM OBSTETRÍCIA ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA II ENFERMAGEM EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE MENTAL 12 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PEDIATRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE COLETIVA II ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS 8. REQUISITOS DE INGRESSO Os candidatos ao curso Técnico em Enfermagem serão submetidos a um processo de seleção definido e coordenado por uma comissão específica para o assunto, nomeada pelo diretor do IFRS Campus Rio Grande. Serão avaliadas as bases científicas referentes ao Ensino Médio, mediante a utilização de instrumentos direcionados de forma isolada ou conjugada, tais como: - processo seletivo aberto ao público (teste de seleção) para o primeiro período do curso, destinado a estudantes portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente; - aproveitamento do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); - seleção e avaliação socioeconômica para os alunos ingressantes pelo PROEJA. 9. FREQUÊNCIA MÍNIMA OBRIGATÓRIA Tendo sido classificado no processo de seleção, o candidato deverá realizar todas as etapas da matrícula, nas datas estabelecidas pelo Calendário Acadêmico, sob pena de perder a sua vaga. A verificação da frequência seguirá as orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a qual prevê que o aluno deverá ter frequência mínima global de 75% de participação nas disciplinas matriculadas. A solicitação de trancamento de matrícula e reingresso poderá ser realizada desde que obedeça aos prazos e formalidades determinadas pelas normas estabelecidas na Resolução nº 188/2010 do Conselho Superior do IFRS. 13 10. PRESSUPOSTOS DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O primeiro semestre do curso é constituído por 5 (cinco) disciplinas que trazem conhecimentos preliminares básicos que dão subsídios para uma melhor compreensão das mais variadas patologias que podem acometer os seres humanos. A disciplina de “Educação para a Saúde contempla os conteúdos de Higiene e Profilaxia, Nutrição e Dietética, Anatomia, Psicologia e Ética Profissional. A disciplina de “Informatização do Trabalho em Saúde” traz os conteúdos de Informática Básica; já a disciplina de “Promoção da Biossegurança” abrange os conteúdos de Microbiologia, Imunologia, Parasitologia e Primeiros Socorros. A disciplina de “Semiotécnica” engloba os conhecimentos referentes à prática de enfermagem, incluindo técnicas básicas de cuidado. Por fim o aluno tem a disciplina “Estágio Supervisionado em Semiotécnica”, onde dará os primeiros passos no atendimento ao paciente/cliente adulto em nível hospitalar. O segundo semestre do curso tem como enfoque a Enfermagem na Saúde do Adulto. Abrange as disciplinas de “Enfermagem Médica”, “Enfermagem Cirúrgica”, seus respectivos estágios e a disciplina de “Cronobiologia”. Enfoca o atendimento nas afecções agudas e crônicas, tratamento clínico e cirúrgico, visando efetivar o tratamento, evitar complicações, manter ao máximo a capacidade funcional e a adaptação às limitações consequentes à doença, promovendo o autocuidado. As ações de Enfermagem poderão ser desenvolvidas no domicílio, serviços de saúde e unidades de referência. O terceiro semestre está voltado à área materno-infantil. Estão contempladas, as disciplinas de “Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente”, “Enfermagem na Saúde da Mulher”, “Enfermagem em Saúde Coletiva I” e seus respectivos estágios. O quarto semestre aborda o atendimento de enfermagem nas urgências e emergências, na saúde mental e na saúde coletiva, com ações voltadas para a estratégia saúde da família (ESF). Estão contempladas as disciplinas de “Noção de Administração dos Serviços de Enfermagem”, “Assistência de Enfermagem em Saúde Mental”, “Enfermagem em Saúde Coletiva II e “Enfermagem em Urgências e Emergências”. Ao final desse semestre o aluno tem condições de prestar atendimento de forma integral, ao nível de sua formação e competência legal, aos 14 pacientes/clientes em unidades de internação de alto risco, participar ativamente das ações em nível de Estratégia Saúde da Família (ESF), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de auxiliar o enfermeiro nas questões administrativas da unidade onde estiver atuando. Todos os semestres objetivam possibilitar a construção dos conhecimentos necessários ao exercício da profissão. Para tanto, é dada ênfase na prática, realizada através de projetos, atividades individuais, grupos de discussão, aulas teórico-práticas em laboratórios, pesquisas via biblioteca e internet, postos de saúde, entre outras, que privilegiem o pensamento reflexivo. Concluídos os quatro semestres, o aluno fica apto a receber o diploma de Técnico em Enfermagem. Depois de registrado junto ao Conselho Regional de Enfermagem (COREN), poderá atuar nas mais diversas áreas da saúde. 10.1. MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Curso de Educação Profissional TÉCNICO EM ENFERMAGEM na Modalidade Subsequente ao Ensino Médio Disciplinas CH semestre 105 30 Informatização do Trabalho em Saúde 45 Promoção da Biossegurança Semiotécnica 120 Estágio Supervisionado em Semiotécnica 150 2º Semestre Total 450h Enfermagem Médica 135 Enfermagem Cirúrgica 150 Cronobiologia 45 Estágio Supervisionado em Enfermagem Médica 60 60 Estágio Supervisionado em Enfermagem Cirúrgica Total 3º Semestre ENFERMAGEM 1º Semestre Educação para a Saúde Enfermagem na Saúde da Mulher Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente 450h 120 120 Enfermagem em Saúde Coletiva I 45 Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I 45 Estágio Supervisionado em Obstetrícia 60 15 60 Estágio Supervisionado em Pediatria 4º Semestre Total 450h Noções de Administração dos Serviços de Enfermagem 45 Assistência de Enfermagem em Saúde Mental 45 Enfermagem em Saúde Coletiva II 45 Enfermagem em Urgências e Emergências 150 Estágio Supervisionado em Saúde Mental 30 Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva II 30 Estágio Supervisionado em Urgências e Emergências Total Total 105 450h 1800h 11. PROGRAMAS POR DISCIPLINAS Disciplina Carga horária Ementa 1º SEMESTRE Promoção da Biossegurança 45h Principais grupos bacterianos e virais de interesse clínico. Fundamentos da epidemiologia e controle das infecções determinadas por bactérias e vírus. Métodos de esterilização, desinfecção e antissepsia. Normas de biossegurança. Medidas de controle de infecção hospitalar. Sistema imune do hospedeiro às infecções por vírus e bactérias. Bases da imunologia nos transplantes. Imunizações. Imunodiagnóstico. Fenômenos de interação parasita-hospedeiro. Impactos sociais determinados pelas doenças causadas por protozoários, helmintos, artrópodes e fungos. Animais peçonhentos de importância médica. Primeiros socorros frente a situações de emergências que exijam tomada rápida e acertada de decisões. Bibliografia Básica COUTO. Infecção hospitalar – prevenção e controle. MEDSI, 2000. LIMA, Idelmina Lopes de. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. AB, 2006. LUZ NETO, Leonardo Severo da; et all. Microbiologia e parasitologia. AB, 2003. Bibliografia Complementar CIMERMAN, Benjamin; FRANCO, Marco Antonio. Atlas de parasitologia. Atheneu, 2005. HAAG, Guadalupe Sacarparo; SCHUCK, Maria Julia Marques Lopes. Enfermagem e saúde dos trabalhadores. AB, 2001. SANTOS, Nívea Cristina Moreira. Enfermagem na prevenção e controle da infecção hospitalar. Iátria, 2003. SCOFERNEKER, Maria L. Imunologia básica e aplicada. Sagra Luzzato, 2001. TORTORA, Funke e OASE. Microbiologia. Artes, 2001. Disciplina Carga horária Ementa Educação para a Saúde 105 horas Educação em saúde visando à melhoria na qualidade de vida e a formação de hábitos saudáveis para a manutenção da saúde individual e coletiva, abordando também a nutrição, a alimentação saudável e equilibrada nas diferentes etapas da vida. Enfoque no processo do desenvolvimento humano com ênfase no homem como ser bio-psico-sócio-cultural. Direitos Humanos. A introdução ao estudo do corpo humano, enfocando os diversos sistemas e o funcionamento normal do organismo, bem como a relevância da anatomia para a enfermagem nas questões relacionadas aos procedimentos. Abordagem do processo histórico da 16 enfermagem, sua evolução como ciência e profissão, enfocando o cuidado ao ser humano como razão do exercício profissional, Conhecimento das entidades de classe. Estudo da ética e da bioética aplicadas à enfermagem. Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica CASTRO, Sebastião Vicente de. Anatomia fundamental. 3ed. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1985. COFEN. Código de ética dos profissionais de enfermagem. In: http://portalcofen.rs.com.br. D’ANDREA, Flávio Fortes. Desenvolvimento da personalidade. Difel Ed. São Paulo, 2001. BORGES, Maria Ângela. Nutrição e dietética. SENAC, 2001. GOLDBERG, Stephen. Descomplicando a anatomia clínica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. GOWDAK, Demétrio. Atlas de anatomia humana. São Paulo: FTD, 1989. GRANER, E.A Elementos de genética. 4ed. Melhoramentos, sd. GUALDA, Dulce Saúde na família e na comunidade. Robe, 2002. HELLMAN, C.G. Cultura, saúde e doença. Artimed, 2001. RAMOS, Adriana Pereira. Enfermagem e nutrição. EPUB, 2005. WERBAHC, Melvin. A cura através da nutrição. Revinter, 2001. Semiotécnica 120 horas Enfermagem como prática social. A arte de cuidar e assistir o paciente no processo de promoção, manutenção e recuperação da saúde. Ensino das mais diversas técnicas de cuidado. Desenvolvimento de habilidades e aquisição de destrezas. Conceitos básicos de farmacologia. Vias de administração e absorção de fármacos. Inserção do aluno no ambiente hospitalar. Admissão e alta do paciente a nível hospitalar. Educação em saúde aos pacientes internados. BRUNNER, Lillian Sholtis & SUDDATH, Doris Smith. Prática de enfermagem. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. _______. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2009. FIGUEIREDO. Nébia Maria Almeida de. Tratado prático de enfermagem. São Caetano do Sul/SP: Yendis Editora, 2006. Bibliografia Complementar LIMA. Idelmina Lopes de. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. 6ed. Goiânia: AB Editora, 2000. POSSO. Maria Belén Salazar. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. Atheneu: São Paulo, 2003. SOARES, Nelma Rodrigues. Administração de medicamentos na enfermagem. Rio de Janeiro: EPUB, 2000. SWEARINGEN, Pamela L. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. TARDELI, Marcelo; SILVA, Sandra Regina. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. 2ed., Martinari, 2010. Disciplina Carga horária Ementa Estágio Supervisionado em Semiotécnica 150 horas Bibliografia Básica Demonstração e execução dos procedimentos didáticos com os pacientes/clientes. Ações educativas em saúde. Momento de aplicação direta dos conhecimentos adquiridos ao longo do semestre. BRASIL. Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: caderno do aluno. 2ed. Rio de janeiro: Fiocruz, 2002. BRUNNER, Lillian Sholtis & SUDDATH, Doris Smith. Prática de enfermagem. 17 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. LIMA. Idelmina Lopes de. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. 6ed. Goiânia: AB Editora, 2000. SILVA, Marcelo Tardelli da. Cálculo e administração de medicamentos na enfermagem. São Paulo: Martinari, 2008. SOARES, Nelma Rodrigues. Administração de medicamentos na enfermagem. Rio de Janeiro: EPUB, 2000. SWEARINGEN, Pamela L. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. TARDELI, Marcelo; SILVA, Sandra Regina. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem – 2ed., Martinari, 2010. Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Informatização do Trabalho em Saúde 30 horas Conceitos e tecnologias dos sistemas de informação, relacionando estas ao mundo do trabalho; uso de microcomputadores e software de uso geral, com planilhas, processadores de texto, software de apresentação, e-mail, navegação web e outras utilizadas comumente para a realização de atividades nas mais diversas áreas de atividades, de forma independente de plataforma ou produto; utilização produtiva das ferramentas para a produção de documentos técnicos e organizacionais, bem como apresentações, utilizando como base instrumental o português instrumental e noções de metodologia científica. ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico, 8ed., Atlas 2007. Manuais sobre Linux Manuais sobre Windows 2º SEMESTRE Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Enfermagem Médica 135 horas Patologia geral: conceitos fundamentais. Reação do organismo frente a agressores físicos, químicos ou biológicos: processos patológicos gerais. Estudo das principais doenças com ênfase no acompanhamento pela enfermagem. Assistência de Enfermagem ao cliente adulto em situações de internação hospitalar. BRUNNER, Lillian Sholtis & SUDDATH, Doris Smith. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. BRUNNER, Lillian Sholtis & SUDDATH, Doris Smith. Prática de enfermagem. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. LIMA. Idelmina Lopes de. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. 6ed. Goiânia: AB Editora, 2000. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: caderno do aluno. 2ed. Rio de janeiro: Fiocruz, 2002. GOLDENZWAIG, Nelma Rodrigues Soares Choiet. AME - administração de medicamentos na enfermagem. Guanabara Koogan. 2006/2007. FIGUEIREDO. Nébia Maria Almeida de. Tratado prático de enfermagem. Yendis, 2006. HUTTEL, Ray A. Hargrove. Enfermagem médico-cirúrgica. Série de Estudos em Enfermagem. 2ed. Guanabara Koogan, 1998. SWEARINGEN, Pamela L. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. 18 Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Enfermagem Cirúrgica 150 horas Assistência de enfermagem ao cliente adulto em situações de internação hospitalar em unidade cirúrgica. Assistência de enfermagem pré-trans e pósoperatória. BRUNNER, Lillian Sholtis & SUDDATH, Doris Smith. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. ______. Prática de enfermagem. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. LIMA. Idelmina Lopes de. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. 6ed. Goiânia: AB Editora, 2000. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: caderno do aluno. 2ed. Rio de janeiro: Fiocruz, 2002. HUTTEL, Ray A. Hargrove. Enfermagem médico-cirúrgica. Série de Estudos em Enfermagem. 2ed. Guanabara Koogan, 1998. FIGUEIREDO. Nébia Maria Almeida de. Tratado prático de enfermagem. Yendis, 2006. GOLDENZWAIG, Nelma Rodrigues Soares Choiet. AME - administração de medicamentos na enfermagem. Guanabara Koogan. 2006/2007. SWEARINGEN, Pamela L. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. Disciplina Carga horária Ementa Cronobiologia 45 horas Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Estudo dos ritmos biológicos. O papel do tempo na biologia. Propriedades dos ritmos biológicos. Organização do sistema de temporização biológica. Relógios biológicos. Aplicações da cronobiologia. Modelos experimentais em cronobiologia Martin RJ et al. Circadian varations in theophyline concentrations and the treatment of nocturnal asthma. Am Rev Respir Dis 1989, 139: 475-478. TURNER-WARWICK M. Epidemology of nocturnal asthma. Am J Med 1988: 85/6. JACKSON RT, Sears MR et al. International trends in mortality: 1970-1985. Chest 1988, 94: 924-8. BALLARD RD et al. Effect of sleep on nocturnal bronchoconstriction and ventilatory patterns in asthmatics. J Appl Physiol 1989, 67: 243-9. MARTIN RJ, Ciccutto LC, Ballard RD. Factors related to the nocturnal worsening of asthma. Am Rev. Respir dis 1990, 141: 33-38. ______. Airway inflamation in nocturnal ASTHMA. Am Rev Respir Dis 1991, 1431: 351-357. BEAM WR, WEINER DE, MARTIN RJ. Timing of prednisme and alterations of airways inflation in noctunal asthma. Am Rev Respir Dis 1992, 146: 1524-30. Estágio Supervisionado em Enfermagem Médica 60 horas Aplicação, em unidades hospitalares, dos procedimentos didáticos com os pacientes/clientes com patologias essencialmente clínicas. Ações educativas em saúde. BRUNNER, Lillian Sholtis & SUDDATH, Doris Smith. Prática de enfermagem. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. LIMA. Idelmina Lopes de. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. 6ed. Goiânia: AB Editora, 2000. TARDELI, Marcelo; SILVA, Sandra Regina. Manual de Procedimentos para 19 estágio em enfermagem – 2ed., Martinari, 2010. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: caderno do aluno. 2ed. Rio de janeiro: Fiocruz, 2002. FIGUEIREDO. Nébia Maria Almeida de. Tratado prático de enfermagem. Yendis, 2006. GOLDENZWAIG, Nelma Rodrigues Soares Choiet. AME - administração de medicamentos na enfermagem. Guanabara Koogan. 2006/2007. HUTTEL, Ray A. Hargrove. Enfermagem médico-cirúrgica. Série de Estudos em Enfermagem. 2ed. Guanabara Koogan, 1998. SWEARINGEN, Pamela L. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. Estágio Supervisionado em Enfermagem Cirúrgica Disciplina Carga horária Ementa 60 horas Aplicação, em unidades hospitalares, dos procedimentos didáticos adquiridos nas aulas teóricas junto a pacientes/clientes com patologias essencialmente cirúrgicas. Ações educativas em saúde. Bibliografia Básica BRUNNER, Lillian Sholtis & SUDDATH, Doris Smith. Prática de enfermagem. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2009. LIMA. Idelmina Lopes de. Manual do técnico e auxiliar de enfermagem. 6ed. Goiânia: AB Editora, 2000. TARDELI, Marcelo; SILVA, Sandra Regina. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem – 2ed., Martinari, 2010. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: caderno do aluno. 2ed. Rio de janeiro: Fiocruz, 2002. FIGUEIREDO. Nébia Maria Almeida de. Tratado prático de enfermagem. Yendis, 2006. GOLDENZWAIG, Nelma Rodrigues Soares Choiet. AME - administração de medicamentos na enfermagem. Guanabara Koogan. 2006/2007. HUTTEL, Ray A. Hargrove. Enfermagem médico-cirúrgica. Série de Estudos em Enfermagem. 2ed. Guanabara Koogan, 1998. SWEARINGEN, Pamela L. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. 3º SEMESTRE Disciplina Carga horária Ementa Enfermagem na Saúde da Mulher 120 horas A mulher na sociedade contemporânea. As diretrizes de governo e os programas regionais de atendimento à mulher. Cuidados de enfermagem em unidades de saúde ambulatorial e hospitalar. As doenças sexualmente transmissíveis (DST) como problema de saúde pública. Conceitos teóricos básicos sobre o funcionamento do aparelho reprodutor masculino e feminino. As diferentes dimensões da epidemia da infecção pelo HIV e da AIDS: cultural, social, política, médica e econômica. Ações de Enfermagem no controle das DST e Do HIV/ AIDS. Métodos contraceptivos e de detecção da gravidez (invasivos e não invasivos). Ciclo gravídico – puerperal. Bibliografia BARBARA, R. Harrison, BARBARA R. Stright. Enfermagem materna e neonatal. 20 Básica Guanabara Koogan,1998. CARVALHO, Enfermagem em Ginecologia. EPU, 2000. ZIEGEL, E.E.; CRANLEY, M.S. Enfermagem obstétrica. Koogan,1985. Guanabara Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de ginecologia. In: www.saude.gov.br ______. Ministério da Saúde. Cadernos de obstetrícia. In: www.saude.gov.br GONZALEZ, Helcye, Enfermagem em ginecologia e obstetrícia. EPU, 2000. HELCYE, Gonzalez. Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia. Senac, 2000 MONIF, G. Manual de doenças infecciosas em ginecologia e obstetrícia. Artmed, 2001. Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente 120 horas Problemática de saúde da criança e do adolescente. Determinantes da morbimortalidade infanto-juvenil. Programas de atenção à saúde da criança e do adolescente. Características do RN a termo. Cuidados com o RN. Aspectos nutricionais. Crescimento e desenvolvimento. Saúde mental da criança e do adolescente, agravos e riscos à saúde deste grupo. Prevenção de acidentes na infância. Violência infantil e criança com necessidades especiais. Procedimentos de enfermagem em pediatria. Estatuto da criança e do adolescente GOMES, Vera Lúcia et all. Manual de procedimentos em enfermagem pediátrica. Sagra, 1991. SCHMITZ, Edilza Maria R. A enfermagem em pediatria e puericultura. Atheneu. 2000. TAMEZ, Raquel Nascimento, SILVA, Maria Jones Pantoja. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido. Guanabara Koogan, 2002. ADAMS, Patch. A terapia do amor - o amor é contagioso. Coleção Anjos de Branco. COFEN, 2002. PACHI, Paulo Roberto. Pré-termo: morbidade, diagnóstico e tratamento. Rocca, 2008. TAMEZ, Raquel Nascimento; SILVA, Maria Jones Pantoja. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido. Guanabara Koogan, 2002. THOMPSON, Ashwill. Uma introdução à enfermagem pediátrica. Artmed, 1996. WONG, Donna L. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. Guanabara Koogan, 1999. Enfermagem em Saúde Coletiva I 45 horas O processo saúde e doença. Indicadores de saúde e indicadores sociais. Perfil de saúde da população brasileira, do RS e do município de Rio Grande. Enfermagem em saúde coletiva: situação atual e perspectivas. Doenças preveníveis por vacinas. Agentes imunológicos e Programa Nacional de Imunização EVANISA Maria Arone, MALAVASSI Marta Elisabete, PHILIPPI, Maria Lucia dos Santos. Enfermagem em doenças transmissíveis. Ed. Senac, 2004. FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de. Ensinando a cuidar em saúde pública. Yendis, 2005. SIWIA Meirelles Bellusi. Epidemiologia. SENAC, 2001. BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Cadernos de atenção básica programa de saúde da família: a implantação da unidade básica de saúde da família. Brasília, 200. V- 1. ______. Secretaria de Assistência a Saúde. Avaliação da implantação e funcionamento do programa de saúde da família – PSF. Brasília – Artevisual Comunicação Gráfica e Editora. 21 MAFFEI, S; SOARES, A. D.; CORDINI, L. J. Bases da saúde coletiva. Londrina: Editora UEL, 2001. PINHEIRO, R.; MATTOS, R A. O sentido da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: UERJ/Rede Sirius/CBC, 2001. ROSES, M. O futuro da saúde pública e os objetivos do desenvolvimento do milênio. Rio de Janeiro: ENSP, 2004. Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I 45 horas Inserção do aluno nas práticas de promoção e proteção à saúde, realizadas junto à comunidade local. BERTOLLI FILHO, C. História da saúde pública no brasil. 4ed. São Paulo: Ética, 2001. CZERESNIA D.; FREITAS C.M. Promoção da saúde, conceitos, reflexões tendências. FioCruz, 2003. DUNCAN BB, Schmidt M., GIUGLIANI ERJ. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. Porto Alegre, ARTMED, 2004. ABRASCO. Revista ciência & saúde coletiva. Trimestral. Associação Brasileira de Editores Científicos. ALMEIDA, M.C.P.; ROCHA, S.M.M. (orgs). O trabalho de enfermagem. São Paulo: Cortez, 1997. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência a Saúde. ABC do SUS: doutrinas e princípios. Brasília: Secretaria Nacional de Assistência à Saúde, 1990. PEREIRA MG. Epidemiologia - teoria e prática. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan; 1995. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & saúde. 4ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1994. Estágio Supervisionado em Obstetrícia 60 horas Demonstração e execução dos procedimentos de enfermagem com as pacientes/clientes em unidades de atendimento obstétrico. Etapa em que o aluno vivencia o momento do nascer e realiza ações de apoio à gestante, puérpera e ao recém-nascido. BARROS, S.; MARIN, H,; ABRÃO, A. Enfermagem obstétrica e ginecológica: guia para a prática assistencial. São Paulo: Roca, 2002. BRASIL. Política nacional de atenção integral à saúde da mulher: princípios e diretrizes. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. REZENDE, J. Montenegro. Obstetrícia Fundamental. 11ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. BEREK, J. Tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. BRASIL. Assistência em planejamento familiar: manual técnico. 4ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. ______. Manual de controle das doenças sexualmente transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. ______. Pré-natal e puerpério: atenção qualificada e humanizada – manual técnico. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. RICCI, SS. Enfermagem materno-neonatal e saúde da mulher. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 22 Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Estágio Supervisionado em Pediatria 60 horas Etapa onde o aluno aplica os conhecimentos adquiridos junto à população infantil. As ações são realizadas em puericultura e na situação de internação hospitalar. GOLDENZWAIG, Nelma Rodrigues Soares Choiet. AME - administração de medicamentos na enfermagem. Guanabara Koogan. 2006/2007. Marcelo Tardelli da; Silva, Sandra Regina L.P. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem – 2ed., Martinari, 2010. THOMPSON, Ashwill. Uma introdução à enfermagem pediátrica. Artmed, 1996. Bibliografia Complementar ADAMS, Patch. A terapia do amor- o amor é contagioso. Coleção Anjos de Branco. COFEN, 2002. PACHI, Paulo Roberto. Pré-termo: morbidade, diagnóstico e tratamento. Rocca, 2008. TAMEZ, Raquel Nascimento; SILVA, Maria Jones Pantoja. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido. Guanabara Koogan, 2002. THOMPSON, Ashwill. Uma introdução à enfermagem pediátrica. Artmed, 1996. WONG, Donna L. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. Guanabara Koogan, 1999. 4º SEMESTRE Disciplina Carga horária Ementa Noções de Administração dos Serviços de Enfermagem 45 horas Filosofia, estrutura organizacional e metodologia do planejamento em instituições de saúde. Teorias administrativas. Cálculo de pessoal, recrutamento, seleção, admissão, acompanhamento e avaliação de pessoal de enfermagem. O trabalho de Enfermagem. Formas de gestão do trabalho e do conhecimento organizacional e institucional. Qualificação e capacitação de pessoal. Relação trabalho e saúde. A mulher, o trabalho de enfermagem e a sociedade. Mercado de trabalho. O trabalho interdisciplinar em saúde. Bibliografia Básica HUSTON, Bessie L. Marquis Carol J. Administração e liderança em Enfermagem: teoria e prática. Artmed. 2010. SANTOS, Sérgio Ribeiro dos. Administração aplicada à enfermagem. Ideia, 2007. TAYLOR, W. Princípios de Administração científica. São Paulo, Atlas, 1990. Bibliografia Complementar CHIAVENATO, Idalberto. Teoria geral da administração. São Paulo: McGrawHill, 1987. FAYOL, Henry. Administração Científica. São Paulo, Atlas, 1965. FREDERICO, Manuela; LEITÃO, Maria dos Anjos. Princípios de administração para enfermeiros. Formasau, 1999. GEORGE, Julia. Teorias de enfermagem. Artmed, 2000. KURCGANT, Paulina. Administração em Enfermagem. EPU, 1991. Disciplina Carga horária Ementa Enfermagem em Saúde Coletiva II 45 horas História natural da doença. Níveis de prevenção de Leavel e Clark. Saneamento básico. Vigilância Sanitária. Vigilância Epidemiológica. Sistema Único de Saúde. Programas de Atenção Básica. Educação em Saúde. Estratégia Saúde da 23 Família. Epidemiologia. Programas do Ministério da Saúde. Visita Domiciliar. Bibliografia Básica Bibliografia Complementar EVANISA Maria Arone, MALAVASSI Marta Elisabete, PHILIPPI, Maria Lucia dos Santos. Enfermagem em doenças transmissíveis. Senac. 2010 FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de. Ensinando a cuidar em saúde pública. Yendis, 2005. SIWIA Meirelles Bellusi. Epidemiologia. SENAC, 2001 BRASIL. Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990. Lei orgânica da saúde. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 1990. Seção 1. CASTRO, C.G.J.; WESTPHAL, M.F. Modelo de atenção. In: WESTPHAL, M. F.; ALMEIDA, E. S. (Orgs.) Gestão de serviços de saúde. São Paulo: EDUSP, 2001. p. 91-111. PAIM, J.S.; ALMEIDA-FILHO, N. A crise da saúde pública e a utopia da saúde coletiva. Salvador: Casa da Qualidade, 2000. SILVA, Alcino Lázaro da. ABC da saúde. Medsi, 1993 SIQUEIRA, Liborni. Ações integradas de saúde - a criança e a família. Medsi, 1994 Disciplina Carga horária Ementa Assistência de Enfermagem em Saúde Mental 45 horas Bibliografia Básica D’ANDRÉA, Flávio fortes. Desenvolvimento da personalidade. Difel Editora. São Paulo, 1975. ISAACS. Saúde mental e enfermagem psiquiátrica. Guanabara Koogan, 1998. TAYLOR, C. M. Fundamentos de enfermagem psiquiátrica. Artes Médicas, Porto Alegre, 1992. Bibliografia Complementar GENZ, Gessy Corrêa (org.) Técnico de Enfermagem: noções de enfermagem psiquiátrica. Editora Sagra, Porto Alegre, 1999. ISAACS. Saúde mental e enfermagem psiquiátrica. Guanabara Koogan, 1998. LARA, Diogo. Temperamento forte e bipolaridade: dominando os altos e baixos do humor. Ed. Revolução de Ideias, 2008. SPRINGHOUSE CORPORATION. Enfermagem psiquiátrica - Série Incrivelmente Fácil. Guanabara Koogan, 2006. TOWNSEND, Mary C. Enfermagem psiquiátrica - conceitos de cuidados. Guanabara Koogan, 2002. Disciplina Carga horária Ementa Enfermagem em Urgências e Emergências 150 horas Enfermagem e reabilitação. A pessoa ajustada e desajustada socialmente. O Homem em crise. Principais distúrbios psiquiátricos. Diagnóstico da situação. Problema de integração psicossocial. Estigma social. Intervenções de Enfermagem. Avaliação da ajuda aos clientes. Situações humanas com dificuldade de integração psicossocial. Ajuda às pessoas e famílias. Diagnóstico das situações práticas relacionadas com a clientela. Variáveis ligadas a dificuldades de integração psicossocial. O adulto em situação de risco. Assistência de enfermagem ao adulto com doenças infecto-contagiosas. Assistência de enfermagem nas unidades de emergências. Assistência de enfermagem no centro de tratamento intensivo. Procedimentos de enfermagem com o adulto em situação de risco. 24 Bibliografia Básica MENNA BARRETO, Sérgio e cols. Rotinas em terapia intensiva. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. SANTOS, Nívea Cristina Moreira. Urgência e emergência para a enfermagem. Iátria, 2003. UENISHI, Eliza Kaori. Enfermagem médico-cirúrgica em unidade de terapia intensiva. Senac, 2001. Bibliografia Complementar BACCARINI, Erazo. Manual de urgências em pronto socorro. Medsi, 2002. GALLO, Barbara M.; HUDAK, Carolyn M. Cuidados intensivos de enfermagem: uma abordagem holística. Guanabara Koogan, 1997. LUCENA. Drogas injetáveis em emergência e terapia intensiva. Revinter, 1996. MELTZER, Lawrence E. Enfermagem na unidade coronariana. Atheneu, 2000 ROGANTE Maria Marilene, FURCOLIN Marcia Ines Rodrigues. Procedimentos especializados de enfermagem. Atheneu, 2000. Disciplina Carga horária Ementa Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva II 30 horas Bibliografia Básica Demonstração e execução dos procedimentos didáticos com os pacientes/clientes em unidades que trabalham com a abordagem Estratégia Saúde da Família. Ações educativas em saúde. Momento de aplicação direta dos conhecimentos adquiridos ao longo do semestre. FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de. Ensinando a cuidar em saúde pública. Yendis, 2005. SILVA, Alcino Lázaro da. ABC da saúde. Medsi, 1993. SIQUEIRA, Liborni. Ações integradas de saúde - a criança e a família. Medsi, 1994. Bibliografia Complementar ALMEIDA, M.C.P.; ROCHA, S.M.M. (orgs). O trabalho de enfermagem. São Paulo: Cortez, 1997. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência a Saúde. ABC do SUS: doutrinas e princípios. Brasília: Secretaria Nacional de Assistência à Saúde, 1990. PEREIRA MG. Epidemiologia - teoria e prática. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan; 1995. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & saúde. 4ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1994. TEIXEIRA, R. R. O acolhimento num serviço de saúde entendido como uma rede de conversações. In: PINHEIRO, R.; MATTOS, R. A. (Orgs.) Construção da integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro: UERJ/IMS: ABRASCO, 2003. Disciplina Carga horária Ementa Estágio Supervisionado em Saúde Mental 30h Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Aplicação dos conhecimentos teóricos e teórico-práticos de Enfermagem na promoção da saúde mental. ISAACS. Saúde mental e enfermagem psiquiátrica. Guanabara Koogan, 1998. TARDELI, Marcelo; SILVA, Sandra Regina. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem – 2ed., Martinari, 2010. TAYLOR, C. M. Fundamentos de enfermagem psiquiátrica. Artes Médicas, Porto Alegre, 1992. GENZ, Gessy Corrêa (org.) Técnico de Enfermagem: noções de enfermagem psiquiátrica. Editora Sagra, Porto Alegre, 1999. ISAACS. Saúde mental e enfermagem psiquiátrica. Guanabara Koogan, 1998. 25 LARA, Diogo. Temperamento forte e bipolaridade: dominando os altos e baixos do humor. Ed. Revolução de Ideias, 2008. SPRINGHOUSE CORPORATION. Enfermagem psiquiátrica - Série Incrivelmente Fácil. Guanabara Koogan, 2006. TOWNSEND, Mary C. Enfermagem psiquiátrica - conceitos de cuidados. Guanabara Koogan, 2002. Disciplina Carga horária Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Estágio Supervisionado em Urgências e Emergências 105h Momento em que o aluno aplica todas os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, atuando diretamente com pacientes em situações de gravidade extrema. JR, Edison Vale Teixeira; PAROLIN, Mônica Koncke Fiuza; OLIVEIRA, Beatriz Ferreira Monteiro. Trauma: atendimento pré-hospitalar. ATHENEU, 2007. MANNARINO. Condutas médicas na emergência. Revinter, 2012. UENISHI, Eliza Kaori. Enfermagem médico-cirúrgica em unidade de terapia intensiva. Série Apontamentos. 8ed, Senac, 2007. BARROS, Alba Lucia Botura Leite de & Cols. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Artmed. 2010. BENTO, André Moreira; FERREIRA, Fátima Gil; QUILICI, Ana Paula. Enfermagem em cardiologia. Atheneu, 2009. FERMI, Márcia Regina Valente. Diálise para enfermagem – guia prático. Guanabara Koogan, 2010. OLIVEIRA, Beatriz; PAROLIN, Mônica; TEIXEIRA, Edson. Trauma - atendimento pré hospitalar. Atheneu, 2004. NAEMT. PHTLS - atendimento pré-hospitalar ao traumatizado. Elsevier Brasil, 2007. 12. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS ANTERIORES Os critérios de aproveitamento de estudos seguirão a legislação vigente e as normativas do IFRS. O Curso Técnico em Enfermagem do IFRS é organizado em semestres. Devido a legislação específica que rege as atividades de Enfermagem, não são emitidos certificados de qualificações intermediárias. O aluno poderá requerer, entretanto, a qualquer momento junto à secretaria do IFRS, resultados parciais de seu desempenho escolar. 13. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM O processo de avaliação atenderá às proposições da Educação Profissional, avaliando os conhecimentos adquiridos sob os aspectos teórico-práticos previstos para o perfil do profissional Técnico de Enfermagem desejado pelo IFRS Câmpus Rio Grande. 26 A avaliação é feita de forma permanente, sendo indissociável ao processo de ensino e aprendizagem, permitindo acompanhar, passo a passo, o desenvolvimento do aluno, percebendo suas facilidades e detectando possíveis dificuldades a tempo de adequar suas características aos diferentes contextos e reforçar o processo de ensino. Assim, simultaneamente, contemplará o desenvolvimento do aluno no seu percurso de formação, possibilitando intervenção sempre que se fizer necessária. Entende-se a teoria e a prática como componentes interligados e interdependentes, uma vez que na teoria serão oferecidos e trabalhados todos os assuntos e temáticas que deverão ser aprendidos, aplicados e aprimorados na prática, isto é, nas aulas de laboratório e nos diferentes campos de estágio; há também o enfoque no aspecto comportamental com base nos valores e na ética, traduzidos através da postura pessoal e profissional. Assim, o aluno já estará sendo preparado para o mercado de trabalho nos aspectos do conhecimento, habilidades e atitudes, pois as atividades a serem desenvolvidas são direta ou indiretamente destinadas a prestação de cuidados a outros indivíduos sadios ou enfermos que necessitam de um atendimento embasado no conhecimento, desenvolvido com habilidade técnica e tratado com atitude respeitosa, ética e profissional livre de atos de imprudência, negligência ou imperícia que possam por em risco a integridade do outro, do professor que lhe acompanha e das instituições envolvidas, bem como a si próprio. A avaliação é um processo contínuo, circundada de diferentes aspectos e momentos. Desta forma, optou-se por utilizar os seguintes instrumentos de acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem: - escritos: avaliações objetivas e discursivas, seminários, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, relatórios, estudos de caso; - orais: dramatizações, participação em sala de aula, apresentação de trabalhos individuais e em grupo, orientações e palestras à comunidade, aos clientes/pacientes, respostas a questionamentos sobre a teoria e a técnica em campo de estágio, relacionando a teoria com a prática; - práticos: execução de técnicas e procedimentos de enfermagem em laboratórios e nos campos de estágio; - avaliação qualitativa: momento em que o aluno e o grupo de professores refletem sobre sua atuação, aprendizagem, responsabilidade, postura, envolvimento com o 27 curso, inclusive podendo sugerir alternativas plausíveis para a melhoria do seu desempenho e do curso. O processo de avaliação atenderá às proposições da Educação Profissional, avaliando os conhecimentos adquiridos sob os aspectos teórico-práticos previstos para o perfil do profissional Técnico em Enfermagem desejado pelo IFRS Câmpus Rio Grande. 13.1. EXPRESSÃO DOS RESULTADOS Nas disciplinas teórico-práticas a avaliação do desempenho escolar será feita semestralmente e a nota adquirida pelo aluno será o resultado das avaliações teórico-práticas e qualitativas. O aproveitamento escolar será avaliado através do acompanhamento contínuo do estudante nos aspectos teórico-práticos e comportamentais e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas. As avaliações serão realizadas através de diferentes instrumentos, descritos anteriormente, no decorrer do período letivo. Ao longo do semestre serão realizadas avaliações parciais nas quais o aluno terá que atingir a média 7,0 para aprovação. O aluno que não atingir esta média, ainda terá a oportunidade de realizar mais uma avaliação no final do semestre, que abrangerá todos os conteúdos da(s) disciplina(s), viabilizando a este demonstrar o aproveitamento das atividades de recuperação da aprendizagem. Assim, será considerado aprovado nas disciplinas teóricas, em primeira instância, o aluno que atingir a média 7,0 nas avaliações parciais. O aluno que não alcançar este critério (média 7,0 nas avaliações parciais) necessitará realizar a avaliação final. Nesse caso, sua média final3 será calculada da seguinte maneira: Média Final = 6MAP(Media das Avaliações Parciais) + 4NAF(Nota da Avaliação Final)/10 A aprovação ficará condicionada ao alcance da média final igual ou maior do que 5,0 (cinco). Já a avaliação de desempenho no estágio curricular tem como embasamento a “ficha de acompanhamento de estágio” composta por 5 (cinco) grandes eixos: 3 A média final é composta de 60% da média das avaliações parciais acrescida de 40% da nota da avaliação final dividido por 10. 28 Técnica, Relacionamento, Interesse, Comunicação e Organização. Para aprovação no estágio o aluno deverá obter, no mínimo, a média 5,0. A progressão para o semestre seguinte está condicionada a aprovação em todas as disciplinas cursadas, tendo adquirido competências, habilidades e atitudes exigidas no mesmo e tiver a frequência global igual ou superior a 75% no respectivo período letivo, isto é nas disciplinas teórico-práticas e no estágio curricular. O estudante que reprovar em uma ou mais disciplinas, deverá refazer as disciplinas que não alcançou a aprovação. 13.2. DA RECUPERAÇÃO Estudos de recuperação serão desenvolvidos de forma contínua e paralela às atividades didático-pedagógicas de sala de aula. O processo será facilitado por estratégias de aprendizagem como o atendimento do professor em horário extraclasse. Nestes atendimentos o professor terá a oportunidade de complementar o ensino do aluno e auxiliá-lo em suas dúvidas. Também poderão ser utilizadas outras estratégias como a disponibilização de tarefas extras, monitorias e o estímulo à formação de grupos de estudo. Estudos de recuperação serão desenvolvidos de forma contínua e paralela às atividades didático-pedagógicas de sala de aula. O processo será facilitado por estratégias de aprendizagem como o atendimento do professor em horário extraclasse. Nestes atendimentos o professor terá a oportunidade de complementar o ensino do aluno e auxiliá-lo em suas dúvidas. Também poderão ser utilizadas outras estratégias como a disponibilização de tarefas extras, monitorias e o estímulo à formação de grupos de estudo. Os estudos de recuperação da aprendizagem serão desenvolvidos de forma contínua e paralela às atividades didático-pedagógicas de sala de aula, através de horários de atendimento disponibilizado pelos professores ou em outros horários que forem previamente acordados, desde que esses momentos se façam necessários. Como método de recuperação da aprendizagem, não com o enfoque na recuperação de notas, mas de resgate do conhecimento, após a realização e correção de cada avaliação a mesma será entregue, em data que será marcada e que fará parte do cronograma de atividades para revisão da mesma, visando resgatar as fragilidades e lacunas no conhecimento. 29 14. ESTÁGIO CURRICULAR O estágio supervisionado tem como objetivo preparar o aluno para o exercício profissional competente, por meio da vivência de situações concretas de trabalho. O estágio supervisionado do Curso Técnico em Enfermagem tem uma carga horária total de 600h divididas proporcionalmente entre os quatro semestres para que o aluno tenha uma visão integradora dos conteúdos teóricos e teórico-práticos que são desenvolvidos ao longo do curso e perceba que os conhecimentos adquiridos têm como objetivo final, a melhoria na qualidade do atendimento prestado à clientela por ele atendida. 15. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA. Os quadros de instalações e equipamentos necessários para o funcionamento do curso é exemplificado a seguir. 15.1. ÁREA FÍSICA DAS INSTALAÇÕES Quadro 15.1 – Identificação, quantificação e área física total das instalações. UNIDADE ÁREA FÍSICA (m2) Sala de Permanência 01 50 Banheiro e Vestiário 01 50 Sala de Audiovisual 01 60 Salas de Aula 02 120 Biblioteca 01 600 Laboratório 01 80 TOTAL 960m2 NOME DA INSTALAÇÃO 15.2. DESCRIÇÃO SUCINTA DOS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA CADA INSTALAÇÃO Quadro 15.2 – Identificação dos espaços físicos e locação dos equipamentos. ESPAÇO FÍSICO Sala de Permanência Sala de Audiovisual Salas de Aula EQUIPAMENTOS Mobiliário, ar condicionado e computador com internet. Quadro, tela de projeção, projetor multimídia, computador com internet, televisor de 50”, sistema de som, ar condicionado e mobiliário. Quadro, tela de projeção, projetor multimídia, computador com internet, sistema de som e mobiliário. 30 Biblioteca Laboratório de Aulas Práticas Acervo bibliográfico. cama hospitalar, bancada para execução de técnicas com 3m de comprimento, 25 cadeiras plásticas, mesa de cabeceira, mesa de refeições, suporte de soro, 20 estetoscópios, 20 esfignomanômetros, um esfigmomanômetro com coluna de mercúrio, um circulador de ar, cadeira para acompanhante, TV 20” com videocassete, comadre, papagaio, instrumental para realização de curativos, manequim para aulas práticas, dois manequins de ressuscitação cárdio-pulmonar, lousa mágica grande, uma tela para projeção móvel, cinco armários para guarda de materiais, uma balança digital pesa-bebê, uma balança antropométrica adulto, quadro mural, braço para treinamento de injeções endovenosas, eletrocardiógrafo, dopller manual, peças anatômicas de acrílico representando pulmões, pele, coração, rim, olho humano, dois esqueletos humano, sendo um deles tamanho adulto (1,70cm) e outro com 80cm, simulador de injeções intramusculares no grande glúteo, maca móvel com laterais, armário de ferro com 2 portas de vidro e prateleiras, biombo, hamper, cadeira de rodas, 3 suportes para apoio de braço (verificação de sinais vitais, retirada de sangue), muletas canadenses. 16. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO Na estrutura organizacional do IFRS - Campus Rio Grande, os profissionais que compõem o quadro de servidores e estão diretamente ligados ao curso Técnico em Enfermagem são: 16.1. TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO Quadro 16.1 - Efetivo de Técnicos. Técnicos Administrativos em Educação DIREÇÃO DE ENSINO Gislaine Silva Leite COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Aliana Cardoso Caroline da Silva Ança Caroline Lacerda Thais de Oliveira Nabaes Priscila de Pinho Valente ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL Letícia Pinho Jerônimo Ana Paula Wilke François Aline Simões Menezes BIBLIOTECA Josiane Silva da Silva Muriel de Oliveira Cintia Faria Teixeira Neves COORDENAÇÃODE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR Ionara Cristina Albani Arabel Patricia Pires da Silva Patrícia Zenobini Fossati Taisson Ibeiro Furtado Qualificação Regime Especialista 40 h Mestre Mestre Mestre Mestre Especialista 40 h 40 h 40 h 40h 40 h Especialista Especialista Especialista 40 h 40 h 40h Especialista Graduada Especialista Especialista Ens. Médio Graduação Graduado 40h 40h 40h 40 h 40 h 40 h 40h 31 Lívia Pinto Ayter COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM Carla Regina André Silva Nilza Costa de Magalhães Especialista 40h Mestre Técnico 40h 40h 16.2. DOCENTES O quadro abaixo discriminado refere-se ao efetivo docente disponível no IFRS – Campus Rio Grande, para atuação no Curso Técnico em Enfermagem. Quadro 16.2 - Efetivo Docente. Professores do Núcleo de Formação Profissionalizante Carla Godinho Duarte Eliana Pinho de Azambuja Marise Xavier Gonçalves Roberta Antunes Machado Qualificação Regime Especialista Doutorado Mestrado Mestrado 40h DE 40h DE 40h DE 40h DE 17. CERTIFICADOS E DIPLOMAS O diploma de Técnico em Enfermagem será emitido ao aluno que concluir os quatro semestres que compõem o Curso Técnico de Enfermagem. Após receber o diploma de Técnico de Enfermagem o profissional poderá requerer, junto ao Conselho Regional de Enfermagem (COREN), registro para atuar como Técnico em Enfermagem em qualquer instituição pública ou privada, desde que atendidas às disposições contidas na Lei 7.498/86 (Lei do Exercício Profissional e Decreto n.º 94.406/87, que regulamenta o exercício profissional). Obs: No diploma deverá constar o eixo tecnológico Ambiente, Saúde e Segurança e o número do cadastro do IFRS – Câmpus Rio Grande no Sistec, de acordo com o artigo 22 §2°da Resolução CNE/CEB n°06, de 20 de setembro de 2012, que determina: “§ 2º É obrigatória a inserção do cadastro do Sistec nos diplomas e certificados de concluintes de curso técnico de nível médio ou correspondentes qualificações e especializações técnicas de nível médio, para que os mesmos tenham validade nacional para fins de exercício profissional”. 32 18. CASOS OMISSOS Os casos omissos serão apreciados pelo Conselho de Câmpus, após recebimento de parecer do Coordenador de Curso e do Diretor Geral da instituição. 33