CGD
Relatório e Contas 2011
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Na sequência desta operação, remanesce um programa de papel comercial concedido ao BPN
com o limite de 400 000 mEuros, com vencimento em março de 2015 e que beneficia de garantia do
Estado até essa data. Adicionalmente, foi concedida pela Caixa ao BPN uma linha de crédito em conta
corrente até ao limite de 300 000 mEuros, com vencimento em março de 2016, cuja possibilidade de
utilização está condicionada ao valor de depósitos de clientes do BPN.
2.3. RELATÓRIOS EBA
ADOÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO FINANCIAL STABILITY FORUM
(FSF) E DO COMMITTEE OF EUROPEAN BANKING AUTHORITY (EBA)
RELATIVAS À TRANSPARÊNCIA DA INFORMAÇÃO E À VALORIZAÇÃO
DOS ATIVOS
Carta Circular nº 97/2008/DSB, de 3 de dezembro, do Banco de Portugal
I. Modelo de Negócio
1. Descrição do modelo de negócio (i.e., razões para o
desenvolvimento das atividades / negócios e respetiva contribuição
para o processo de criação de valor) e, se aplicável, das alterações
efetuadas (por exemplo, em resultado do período de turbulência);
Ver Relatório do Conselho de Administração – Capítulos:
>> Nota Introdutória;
>> Estratégia e Modelo de Negócio.
Ver Relatório sobre o Governo da Sociedade.
2. Descrição das estratégias e objetivos (incluindo as estratégias
e objetivos especificamente relacionados com a realização de
operações de titularização e com produtos estruturados);
Ver o referido no ponto I.1 atrás.
Ver Relatório do Conselho de Administração – Capítulos:
>> Objetivos Estratégicos;
>> Análise Financeira – Evolução do Balanço (sobre operações
de titularização).
Ver Anexo às DF Consolidadas: Notas 13. e 24. sobre títulos
emitidos no âmbito de operações de titularização e produtos
estruturados.
3. Descrição da importância das atividades desenvolvidas e respetiva
contribuição para o negócio (incluindo uma abordagem em termos
quantitativos);
No Relatório do Conselho de Administração, encontra-se
uma descrição pormenorizada da atividade do Grupo CGD,
seus objetivos e resultados, contribuição para o negócio,
consequências da turbulência nas Demonstrações de
Resultados, tanto em termos quantitativos como qualitativos.
Ver, em especial, os capítulos mencionados no ponto I.1 atrás.
Ver Notas 30. e 42. do Anexo às DF Consolidadas.
4. Descrição do tipo de atividades desenvolvidas, incluindo a
descrição dos instrumentos utilizados, o seu funcionamento e
critérios de qualificação que os produtos / investimentos devem
cumprir;
Ver pontos I.1 a I.3 atrás.
Ver Relatório do Conselho de Administração – Capítulo Gestão
dos Riscos.
Ver Nota 2.8. do Anexo às DF Consolidadas.
5. Descrição do objetivo e da amplitude do envolvimento da instituição
(i.e., compromissos e obrigações assumidos), relativamente a cada
atividade desenvolvida;
Ver pontos I.1 a I.3 atrás.
II. Riscos e Gestão dos Riscos
6. Descrição da natureza e amplitude dos riscos incorridos em
relação a atividades desenvolvidas e instrumentos utilizados;
RELATÓRIOS CGD
Ver Relatório do Conselho de Administração:
Capítulo Gestão dos Riscos.
Ver Anexo às DF Consolidadas:
>> Nota 44.: onde é efetuada a descrição pormenorizada
das políticas de gestão dos riscos financeiros inerentes à
atividade do Grupo, sua monitorização, exposição máxima a
risco de crédito, qualidade de crédito, risco de liquidez, risco
de taxa de juro, risco cambial, risco de mercado e análises
de VaR e de sensibilidade à taxa de juro;
>> Nota 45.: onde se descreve a gestão de risco relativa a
Contratos de Seguro e Resseguro.
2. Anexos, Relatórios e Pareceres às Contas
Relatório e Contas 2011
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7. Descrição das práticas de gestão de risco (incluindo, em
particular, na atual conjuntura, o risco de liquidez) relevantes para
as atividades, descrição de quaisquer fragilidades / fraquezas
identificadas e das medidas corretivas adotadas;
CGD
Ver o referido no ponto II.6 atrás.
III. Impacto do período de turbulência financeira nos resultados
8. Descrição qualitativa e quantitativa dos resultados, com ênfase
nas perdas (quando aplicável) e impacto dos write-downs nos
resultados;
Ver Relatório do Conselho de Administração – Capítulo:
>> Análise Financeira – Resultados e Rendibilidade.
Ver Notas 6., 8., 21. e 41. do Anexo às DF Consolidadas.
9. Decomposição dos write-downs / perdas por tipos de
produtos e instrumentos afetados pelo período de turbulência,
designadamente, dos seguintes: commercial mortgage-backed
securities (CMBS), residential mortgage-backed securities (RMBS),
colateralised debt obligations (CDO), asset-backed securities (ABS);
Ver Relatório do Conselho de Administração – Capítulo:
>> Análise Financeira – Resultados e Rendibilidade.
Ver Nota 44. do Anexo às DF Consolidadas.
10. Descrição dos motivos e fatores responsáveis pelo impacto
sofrido;
Ver Relatório do Conselho de Administração – Nos diversos
Capítulos, é feita referência às consequências da turbulência
dos mercados financeiros sobre o sistema bancário e sobre a
CGD, em particular, designadamente nos seguintes Capítulos:
>> Nota Introdutória;
>> Enquadramento Macroeconómico;
>> Análise Financeira.
Ver o referido nos pontos III. 8 e III.9 atrás.
11. Comparação de:
i) impactos entre períodos (relevantes);
ii) demonstrações financeiras antes e depois do impacto do período
de turbulência;
Ver o referido nos pontos III.8 a III.10 atrás.
12. Decomposição dos write-downs entre montantes realizados e não
realizados;
Ver o referido nos pontos III.8 a III.10 atrás, em especial a Nota
44. do Anexo às DF Consolidadas.
13. Descrição da influência da turbulência financeira na cotação das
ações da entidade;
N.d.
14. Divulgação do risco de perda máxima e descrição de como a
situação da instituição poderá ser afetada pelo prolongamento ou
agravamento do período de turbulência ou pela recuperação do
mercado;
Ver Relatório do Conselho de Administração, em particular o
Capítulo:
>> Análise Financeira – Principais Riscos e Incertezas em 2012.
Ver o referido no ponto III.10 atrás.
15. Divulgação do impacto que a evolução dos spreads associados às
responsabilidades da própria instituição teve em resultados, bem
como dos métodos utilizados para determinar este impacto;
Ver Relatório do Conselho de Administração – Capítulo:
>> Análise Financeira – Resultados e Rendibilidade.
Os passivos emitidos pelo Grupo CGD encontram-se registados
ao custo amortizado.
IV. Níveis e tipos das exposições afetadas pelo período de
turbulência
2. Anexos, Relatórios e Pareceres às Contas
16. Valor nominal (ou custo amortizado) e justo valor das exposições
”vivas”;
Ver Relatório do Conselho de Administração – Capítulo:
>> Gestão dos Riscos.
Ver Anexo às DF Consolidadas:
>> Nota 2.8.;
>> Nota 44., onde é efetuada uma comparação entre justo valor
e valor de balanço dos ativos e passivos registados ao custo
amortizado.
17. Informação sobre mitigantes do risco de crédito (e.g. através de
credit default swaps) e o respetivo efeito nas exposições existentes;
Ver Anexo às DF Consolidadas:
>> Nota 2.8., descreve as políticas contabilísticas sobre
derivados e contabilidade de cobertura;
>> Notas 11., 44. e 45., onde consta extensa informação sobre
derivados, montantes nocionais e valor contabilístico das
operações da Caixa através desses instrumentos, para os
quais existem limites de exposição por produto e por cliente
e o acompanhamento da evolução diária dos resultados.
18. Divulgação detalhada sobre as exposições, com decomposição por:
>> Nível de senioridade das exposições / tranches detidas;
>> Nível da qualidade de crédito (e.g., ratings, vintages);
>> Áreas geográficas de origem;
>> Setor de atividade;
>> Origem das exposições (emitidas, retidas ou adquiridas);
>> Características do produto: e.g. ratings, peso / parcela de
ativos sub-prime associados, taxas de desconto, spreads,
financiamento;
>> Características dos ativos subjacentes: e.g. vintages, rácio loanto-value, privilégios creditórios;
>> Vida média ponderada do ativo subjacente, pressupostos de
evolução das situações de pré-pagamento, perdas esperadas.
Ver Relatório do Conselho de Administração.
Ver Nota 44. do Anexo às DF Consolidadas.
RELATÓRIOS CGD
CGD
Relatório e Contas 2011
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19. Movimentos ocorridos nas exposições entre períodos relevantes de
reporte e as razões subjacentes a essas variações (vendas, writedowns, compras, etc.)
Ver Relatório do Conselho de Administração a exposição a
ativos afetados pelo período de turbulência:
Ver pontos III.8. a III.15. atrás.
20. Explicações acerca das exposições (incluindo “veículos” e, neste
caso, as respetivas atividades) que não tenham sido consolidadas
(ou que tenham sido reconhecidas durante a crise) e as razões
associadas;
N.d.
21. Exposição a seguradoras de tipo monoline e qualidade dos ativos
segurados:
Valor nominal (ou custo amortizado) das exposições seguradas
bem como o montante de proteção de crédito adquirido;
Justo valor das exposições “vivas”, bem como a respetiva proteção
de crédito;
Valor dos write-downs e das perdas, diferenciado entre montantes
realizados e não realizados;
Decomposição das exposições por rating ou contraparte;
A CGD não tem exposição a seguradoras de tipo monoline.
V. Políticas contabilísticas e métodos de valorização
22. Classificação das transações e dos produtos estruturados para
efeitos contabilísticos e o respetivo tratamento contabilístico;
Ver Anexo às DF Consolidadas:
>> Nota 2., onde consta a descrição e o tratamento contabilístico
dos instrumentos financeiros.
23. Consolidação das Special Purpose Entities (SPE) e de outros
"veículos" e reconciliação destes com os produtos estruturados
afetados pelo período de turbulência;
N.d.
24. Divulgação detalhada do justo valor dos instrumentos financeiros:
>> Instrumentos financeiros aos quais é aplicado o justo valor;
>> Hierarquia do justo valor (decomposição de todas as exposições
mensuradas ao justo valor na hierarquia do justo valor e
decomposição entre disponibilidades e instrumentos derivados,
bem como divulgação acerca da migração entre níveis da
hierarquia);
>> Tratamento dos “day 1 profits” (incluindo informação
quantitativa);
>> Utilização da opção do justo valor (incluindo as condições
para a sua utilização) e respetivos montantes (com adequada
decomposição);
Ver Notas 7. e 44. do Anexo às DF Consolidadas.
Ver ponto IV.16 atrás, em especial, na apresentação do
apuramento do justo valor dos instrumentos financeiros.
25. Descrição das técnicas de modelização utilizadas para a
valorização dos instrumentos financeiros, incluindo informação
sobre:
>> Técnicas de modelização e dos instrumentos a que são
aplicadas;
>> Processos de valorização (incluindo, em particular, os
pressupostos e os inputs nos quais se baseiam os modelos);
>> Tipos de ajustamento aplicados para refletir o risco de
modelização e outras incertezas na valorização;
>> Sensibilidade do justo valor (nomeadamente a variações em
pressupostos e inputs-chave);
>> Stress Scenarios.
Ver Anexo às DF Consolidadas:
>> Nota 2.8., onde consta informação e os processos aplicados
pela CGD na valorização dos instrumentos financeiros;
>> Notas 44. e 45.
VI. Outros aspetos relevantes na divulgação
26. Descrição das políticas de divulgação e dos princípios que são
utilizados no reporte das divulgações e do reporte financeiro.
Ver Nota 2. do Anexo às DF Consolidadas.
N.d. – Não disponível.
RELATÓRIOS CGD
2. Anexos, Relatórios e Pareceres às Contas
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2.3. relatórios eBa