TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE: A INFLUÊNCIA DA DANÇA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU AUTOR(ES): DAIANE FUGA DA SILVA, MARIANA HERCULANO DA SILVA, RAYLIKA RODRIGUES ORIENTADOR(ES): ADRIANA MACHADO-LIMA RESUMO O crescimento da população idosa cria a necessidade de maior atenção a esta faixa etária, especificamente, de sua qualidade de vida. O objetivo do presente estudo foi analisar a percepção das mudanças na qualidade de vida do idoso, a partir da sua participação em dança de salão como lazer, em baile da terceira idade. Para coleta dos dados, foi utilizado o questionário de qualidade de vida SF-36, além de um questionário relativo aos objetivos: gênero dos participantes, faixa etária, motivo que o levou a dançar e benefícios adquiridos na realização da dança. Para a realização da pesquisa foi adotado o critério de exclusão dos participantes que dançassem menos de uma hora e devido a este fator, foram utilizados 22 participantes oriundos do Salão Nobre Corinthians localizado na cidade de Santo André – São Paulo. Os principais resultados demonstram que 81,8% dos participantes são do gênero feminino com média de idade de 78 anos. Entre os motivos que os levaram a dançar, o prazer obteve maior pontuação (63,6%). Quanto aos benefícios adquiridos, as novas amizades estiveram presentes em 36,4%. As médias obtidas nos domínios do Teste SF-36 foram: 81,1 em funcionamento físico; 86,4 em limitação por aspectos físicos; 87,6 em dor; 89,7 em percepção geral de saúde; 89,3 em vitalidade; 96,6 em aspectos sociais; 92,4 em limitação por aspectos emocionais e 86,3 em saúde mental. As médias dos domínios encontram-se próximas de 100 (melhor estado de saúde). Conclui-se que a dança influencia positivamente na melhoria da qualidade de vida dos idosos participantes. Palavras-chave: Idoso, bem estar, lazer, dança. INTRODUÇÃO Segundo o IBGE (2002), nos próximos anos a população idosa chegará a aproximadamente 30 milhões de pessoas e em 2050, a população com 100 anos de idade ou mais, totalizarão 2,2 milhões de pessoas, gerando aumento 15 vezes maior a 1999, quando somavam 145.000 cidadãos. O aumento da expectativa de vida reflete mudanças culturais e avanços obtidos em relação à saúde e às condições de vida, tais como: hábitos alimentares mais saudáveis, maior cuidado com o corpo e redução da taxa de fecundidade (Küchemann, 2012). Assim, como o Brasil é um país que está envelhecendo, o idoso passa a ter uma maior importância no cenário populacional do país. O envelhecimento está associado a uma variedade de limitações físicas e psicológicas, de forma que ações aparentemente fáceis de serem realizadas, que poderiam contribuir para melhorar a qualidade de vida dos idosos, tornam-se muito difíceis de serem executadas (Silva & Buriti, 2012). Um envelhecimento bem sucedido é acompanhado de qualidade de vida e bem estar e deve ser fomentado ao longo dos estados anteriores de desenvolvimento. De acordo com Victor e colaboradores (2000), a qualidade de vida inclui um alargado espectro de áreas da vida. Os modelos de qualidade de vida vão desde a “satisfação com a vida” ou “bem-estar social” a modelos baseados em conceitos de independência, controle, competências sociais e cognitivas. A pesquisa de Vecchia, Bocchi e Corrente (2005) corrobora com o estudo acima, relatando que a qualidade de vida está relacionada à autoestima e bemestar, abrangendo vários aspectos: capacidade funcional, nível socioeconômico, estado emocional, interação social, atividade intelectual, autocuidado, suporte familiar, estado de saúde, valores culturais, éticos e religiosos, estilo de vida, satisfação com o emprego e com atividades diárias e o ambiente em que se vive. Sendo assim, pode-se considerar qualidade de vida um conceito subjetivo, tendo uma ligação direta com alguns fatores, como nível sociocultural, idade e desejos do indivíduo. Para que a qualidade de vida seja boa, algumas condições são essenciais para que os indivíduos desenvolvam suas competências, vivendo, sentindo, amando, trabalhando, produzindo bens, fazendo ciência ou artes, ou seja, buscando se realizar (Marçal, Pereira, Amaral & Grespan, 2006). Desta forma, Gobbo (2005) afirma que a dança surge como a arte que se expressa através do movimento do corpo seguido de ritmos, contribuindo para uma melhor qualidade de vida. Gonçalves, Leão Júnior e Goobo (2011) acrescentam que durante a história da humanidade a dança percorreu o caminho das três principais artes cênicas da antiguidade, porém a dança não deve ser vista apenas como uma arte, pois vai além, sendo a expressão artística e corporal de se viver a vida e festejar. A atividade de dança tem como propósito trabalhar o físico, o psicológico, o ambiente e também o social, aumentando a oportunidade da criação dos vínculos sociais, estimulando sentimentos de confiança e igualdade o que possibilita ao participante, melhores disposições físicas e mentais. (Silva & Buriti, 2012). Andrade e Silva (2007), em estudo realizado na área da dança e as relações intergeracionais, apontam que essa atividade tem grande aceitação por parte dos idosos que a praticam e, também, que a idade não se constitui um obstáculo para sua prática. De encontro a esta percepção, Pinto (2008a) acredita que o primeiro contato da terceira idade com a dança ainda carrega, dentre outras questões, o preconceito por causa da idade e a saudade da juventude. A dança, vista como uma atividade completa oferece uma diversidade de benefícios que contribuem para um envelhecimento mais satisfatório e com maior disposição (Pinto et al.,2008b). A dança tem o poder de modificar a vida dos idosos, possibilitando-lhes desenvolver uma autoimagem positiva (Benedetti, Petroski & Gonçalves, 2003). De acordo com Gobbo (2005), idosos que passam a frequentar atividades de dança tornam-se mais abertos a novos relacionamentos, visto que perdem seus medos, incertezas e dúvidas. Como consequência de uma maior socialização, desenvolvem-se sentimentos de confiança, igualdade e apoio mútuo, propiciando além de um melhor condicionamento físico, também o bem estar social (Silva, Martins & Mendes 2012). Para Chiarion (2007) a proposta da dança deve ser levar a alegria. Silva et al. (2012) destacam que “Os idosos, em sua maioria não estão interessados num bom desempenho artístico, mas sim em uma atividade prazerosa, com movimentos fáceis e ao mesmo tempo desafiadores.” (p.36). Nesse sentido, Pereira (2006) relata sobre a importância dos bailes da Terceira Idade como ambientes de festa e lazer, que promovem a integração entre amantes da dança que buscam novos amigos ou companheiros. Segundo a mesma autora, esses grupos surgiram a partir de mudanças na dinâmica familiar atual, propiciando aos idosos a vivência de novas experiências e formas de viver a velhice, livre de estereótipos negativos, promovendo qualidade de vida e consequentemente um envelhecimento satisfatório e prolongado. Fonseca, Vecchi e Gama (2012) complementam dizendo que nos bailes de Terceira Idade é comum a dança de salão, que segundo os participantes melhora a timidez, porque é necessário se apresentar publicamente e ter contato com o desconhecido. Considerando que a qualidade de vida relaciona-se à percepção da pessoa sobre seu estado de saúde, e que a dança desenvolve os domínios sócio-afetivo, psicomotor, perceptivo-cognitivo, além de ser uma atividade física prazerosa, acredita-se que esta seja uma ótima ferramenta para uma expressiva melhoria da qualidade de vida do idoso. OBJETIVO Objetivou-se verificar e analisar a percepção das mudanças na qualidade de vida do idoso, a partir da sua participação em dança de salão como lazer, em baile da terceira idade, especificamente: verificar o gênero dos participantes; faixa etária; motivo que o levou a dançar; benefícios adquiridos na dança e verificar o nível da qualidade de vida dos idosos a partir dos resultados obtidos no Teste SF-36. METODOLOGIA Consiste em uma pesquisa de campo do tipo descritiva. Os materiais utilizados na realização deste estudo envolvem um questionário com perguntas relativas aos dados de identificação, como o gênero, idade, motivos que os levaram a ingressar nesta atividade e se identificam benefícios com esta prática. Além disso, foi aplicado o questionário de qualidade de vida SF-36, versão brasileira. O SF-36 contém 36 itens, dos quais 35 encontram-se agrupados em oito dimensões (capacidade funcional, dor, aspectos físicos, aspectos emocionais, aspectos sociais, saúde mental, vitalidade e estado geral de saúde) e um último item que avalia a mudança de saúde no tempo. Para cada dimensão, os itens do SF-36 são codificados, agrupados e transformados em uma escala de zero (pior estado de saúde) a 100 (melhor estado de saúde). Também foi utilizado o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), o qual foi apresentado em duas vias, sendo uma via para os participantes e outra via para os pesquisadores. DESENVOLVIMENTO A amostra foi composta por participantes da dança de salão, oriundos do Salão Nobre Corinthians na cidade de Santo André – São Paulo. Para participar do estudo, foi considerado como critério de inclusão, idosos de ambos os sexos e cuja faixa etária era de 60 a 95 anos, frequentadores do baile da terceira idade, os quais ocorrem às sextas-feiras, sábados e domingos das 15 horas às 05 horas, sendo estes, direcionados por grupos musicais cujos estilos são: sertanejo, samba de gafieira, bolero e forró. O critério de exclusão foi adotado aos participantes que frequentam o baile por menos de uma hora. Inicialmente obteve-se 24 participantes, entretanto, 2 participantes entraram no critério de exclusão, e a nova amostra foi composta por 22 idosos. O trabalho foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa da Universidade São Judas Tadeu, número do parecer 1.071.179. Os dados obtidos foram organizados em uma planilha eletrônica, para então ser feita a tabulação dos dados de acordo com os objetivos. RESULTADOS Os resultados serão apresentados de acordo com cada variável dos objetivos. Inicialmente foi realizada a análise do gênero dos participantes e os resultados encontram-se na Tabela 1. Tabela 1–Gênero dos participantes Gênero Feminino Masculino Total n 18 4 22 % 81,8 18,2 100 A Tabela 1 apresenta o gênero dos participantes que frequentam o baile da terceira idade, verificou-se que 81,8% dos participantes são do gênero feminino, enquanto 18,2% do masculino. D’Aguino, Guimarães e Simas (2005) no trabalho sobre os motivos pelos quais os indivíduos procuram a dança, ressaltaram a predominância do gênero feminino (57%) na dança de salão. Para os autores, o resultado pode demonstrar que existe um preconceito a respeito da dança pelo gênero masculino, o que é decorrente da educação e da sociedade em que vive, de que dança é uma atividade voltada ao gênero feminino, e o futebol é voltado para o gênero masculino. A pesquisa realizada por Machado e colaboradores (2012), referente à qualidade de vida dos participantes que frequentam a dança de salão, obtiveram os resultados de (54,2%) participantes do gênero feminino e (45,8%) do masculino. A partir desses resultados, é possível concluir que os participantes de dança de salão são em sua maioria mulheres e a participação dos homens varia de acordo com a sociedade e cultura em que estão inseridos. Quanto à faixa etária dos participantes, os resultados mostram que a maioria está entre 72 – 77 anos e 78 – 83 anos, ambos com (31,8%). No estudo de Areosa, Bevilacqua e Werner (2003) sobre as representações sociais do idoso participante de grupos de terceira idade em um município do Rio Grande do Sul, verificaram que 33% dos idosos participantes se encontravam entre 66 e 70 anos, o que difere dos resultados encontrados nesta pesquisa. Os motivos que os levaram a dançar será o foco da próxima análise e terá seus resultados apresentados na Tabela 2. Tabela 2–Motivo que levou a dançar Gênero Prazer Necessidade de exercício Solidão Curiosidade Não saber dançar Total n 14 4 4 0 0 22 % 63,6 18,2 18,2 0 0 100 Referente aos motivos que levaram os participantes à prática da dança observa-se na Tabela 2 que, a maioria (63,6%) mencionou o prazer, 18,2% optaram pela necessidade de exercício e solidão, e as opções curiosidade e não saber dançar obteve 0% cada. Os resultados revelam que a dança desperta prazer nos idosos, visto que esse está fortemente associado à sensação de bem-estar, satisfação e entretenimento. Estes resultados vão de encontro aos obtidos por D’Aquino e Colaboradores (2005), que investigaram os motivos que levaram os praticantes de dança de salão de uma academia de dança, localizada na cidade de Florianópolis – Santa Catarina, a realizar esta atividade. Participaram do estudo, 37 praticantes de dança de salão e os autores concluíram que dentre os motivos da prática da dança, a sensação de prazer obteve maior índice. Nesta perspectiva, Gobbo (2005) verificou em sua pesquisa que, ao questionar aos participantes, referente aos motivos que os levaram a atividade de dança de salão, o prazer em realizá-la obteve maior destaque. A quarta análise feita foca os benefícios adquiridos na realização da dança, e seus resultados serão apresentados na Figura 2. Benefícios novos aprendizados autonomia novas amizades emocionais físicos 0 10 20 % 30 40 Figura 2 – Benefícios adquiridos na realização da dança Em relação aos benefícios adquiridos pelos idosos na realização da dança, os participantes poderiam optar entre: novos aprendizados, autonomia, novas amizades, benefícios emocionais ou benefícios físicos. O mais citado como principal benefício, com um total de 36,4%, foi aquisição de novas amizades. A obtenção de benefícios físicos também foi muito mencionada, totalizando 31,8% dos idosos. As outras opções apresentam-se em menor destaque, onde 18,2% dos participantes alegaram que a dança os trouxeram novos aprendizados, 9,1% citaram que adquiriram maior benefício emocional e 4,6% mencionaram a questão da autonomia. A respeito do benefício em destaque, “novas amizades”, Gobbo (2005), ressalta as relações interpessoais como benefício ao idoso que pratica dança, pois é no fator social que a dança atua com maior eficiência. Para Chiarion (2007), os idosos praticam a dança buscando novas amizades ou manutenção das mesmas, pois assim, se sentem incluídos na sua comunidade. Conhecer e conversar com outras pessoas torna-se estimulante por integrar os idosos a novas amizades através do convívio em grupo (Salvador, 2005). A última análise do presente estudo é referente aos resultados obtidos em cada domínio do Teste SF – 36, e terá seus resultados apresentados na Tabela 3. Tabela 3 – Domínios do Teste SF-36 Domínios Funcionamento físico Limitação por aspectos físicos Dor Percepção geral de saúde Vitalidade Aspectos sociais Limitação por aspectos emocionais Saúde mental Média 81,1 86,4 87,6 89,7 89,3 96,6 92,4 86,3 Com relação ao funcionamento físico, os participantes apresentaram média de 81,1. Quanto à limitação por aspectos físicos, houve média de 86,4. Referente à dor, a média foi de 87,6. Na percepção geral de saúde, a média é de 89,7. A respeito da vitalidade, obtiveram média de 89,3. Nos aspectos sociais, houve média de 96,6. Sobre a limitação por aspectos emocionais, a média foi de 92,4 e por fim, a saúde mental apresentou média de 86,3. Visto que o Teste SF – 36 trabalha com uma escala de 0 a 100, na qual 0 significa pior estado de saúde e 100, melhor estado de saúde, pode-se observar que as médias dos domínios se encontram próximas de 100. No trabalho de Damasceno e Souza (2013) foi aplicado o Teste SF – 36 para analisar a qualidade de vida de idosos sedentários, os dados que se destacam são referentes aos domínios percepção geral de saúde, que apresentou média de 37,0, dor com média de 45,7 e saúde mental obteve média 45,9, verificou-se que estes valores estão mais próximos de 0 na escala de codificação dos resultados do teste. Na pesquisa de Silva, Gonçalves & Pompilio (2012), na qual investigaram a qualidade de vida em idosos praticantes de dança de salão pelo questionário SF-36, verificou-se que no domínio limitação por aspectos físicos obteve-se média de 90, em aspectos sociais a média foi 95 e no domínio limitações por aspectos emocionais, média de 90. Nota-se que os valores estão mais próximos de 100, na escala de ponderação dos resultados. Comparando estes resultados com a presente pesquisa, pode-se notar que a dança contribui positivamente para a melhoria da qualidade de vida dos idosos, visto a diferença significativa presente nos domínios. CONSIDERAÇÕES FINAIS Tendo em vista os dados resultantes da presente pesquisa, pode-se considerar que o Gênero dos participantes é predominantemente feminino, isso pode estar relacionado ao fato de que os homens preferem outras atividades. A respeito da Idade, a maioria dos entrevistados está na faixa etária entre 72 – 77 anos e 78 – 83, isso demonstra que embora seja uma idade considerada avançada, o grupo se mantém ativo. Quanto aos motivos que os levaram ao baile, destaca-se o prazer em dançar, visto a sua relação com a sensação de felicidade, bem-estar e disposição. Sobre os benefícios adquiridos com a dança, evidencia-se a aquisição de novas amizades, isto revela que relacionar-se com outras pessoas motiva os participantes a frequentarem o baile. Referente aos resultados do Teste SF-36, em geral, os frequentadores obtiveram pontuação próxima de 100 em todos os domínios, indicando o quanto a dança influencia positivamente na qualidade de vida dos idosos. Devido ao grande crescimento da população idosa, tornam-se mais necessárias, pesquisas que envolvam as mais diversas variáveis em torno desta faixa etária, para que se possa garantir um envelhecimento bem sucedido e assim contribuir para a promoção de qualidade de vida para a terceira idade. FONTES CONSULTADAS Areosa, S. C., Bevilacqua, P. e Werner, J. (2003). Representações sociais do idoso que participa de grupos para terceira idade no município de Santa Cruz do Sul. Estudos interdisciplinares do envelhecimento, 5, 81-100. Andrade, M. S. & Silva, C. A. F. (2007, maio). Dança de salão e relações intergeracionais. Corpus etScientia, 3(1), 40-57. Benedetti, T. B., Petroski, E. L. & Gonçalves, L. T. (2003). Exercícios físicos, autoimagem e auto-estima em idosos asilados. 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