Revista
Ano 3 - Nº 15 - Dezembro de 2012
90 anos de muita história
e desenvolvimento
5•Destaque
8•É Assim que se faz
•Encontro de Negócios
em ritmo de enduro
•Profissional bem
sucedido vive o
presente de olho no
futuro
EDITORIAL
Uma breve história
Estamos comemorando agora em dezembro os
90 anos de nossa fundação documentada. Por que
documentada? O primeiro contrato social arquivado
na JUCERJA é de 1922, muito embora o livro de
registro do primeiro empregado seja de 1916, ou
seja: poderíamos alardear que teríamos hoje 96
anos. Porém, nosso compromisso com a legalidade,
sempre, prefere mesmo ficar nos 90 anos.
Em parte nossa história se perdeu ao longo
do tempo, pois os falecimentos precoces do meu
avô e do meu pai, associados a três mudanças
de endereço, nos deixaram sem muito material
para mostrar. Some-se a isso a minha entrada na
empresa, repentina e com 18 anos, querendo mudar
tudo que era antigo para fazer “o novo”. Então, como
reparação, tento refazer a história da empresa com
esse arrazoado.
Meu avô chegou ao Brasil vindo do Norte de
Portugal fugindo da primeira guerra mundial (19141918) e se associou com um conterrâneo que se
chamava José de Araujo. Criaram assim a empresa
Araujo & Abreu Cia. Ltda, cujo objetivo era fazer
instalações elétricas e hidráulicas em obras civis.
dos
Foi bem sucedido , pois naquele tempo ninguém fazia
esse tipo de trabalho por aqui e consta que executou
alguns prédios importantes como o Ministério da
Educação e outros da capital da república, que crescia
e portanto se desenvolvia. Em 1950 ele faleceu
depois de quatro anos doente, sem poder visitar seus
parentes em Portugal, o que fazia amiúde, por conta
da segunda guerra Mundial (1938-1946).
Meu pai então assumiu o lugar dele e manteve a
sociedade com o Sr. Araujo por um tempo e a seguir
manteve sociedade com dois auxiliares seus, o Sr.
Miguel e o Sr. Arnaldo.
A essa altura, de 1950 a 1964, vivia-se um período
complicado para a economia do Rio de Janeiro, em
função da mudança da capital para Brasília e dos
sucessivos movimentos sindicais, até desaguar na
tomada do poder pelos militares em março de 1964.
Quando meu pai faleceu, em dezembro de 1964, a
empresa Araujo Abreu Instaladora Eletro Hidráulica
Ltda, possuia cerca de 30 funcionários estáveis,
todos com mais de 10 anos de trabalho (para serem
demitidos deveriam receber 2 salários para cada ano
trabalhado).
Quadro Comparativo:
2 REVISTA AGORA!
Custos com colaborador
Antigamente
Não existia FGTS. O colaborador com mais de 10 anos ganhava a estabilidade decenal e no
caso da empresa demiti-lo, este tinha o direito de receber uma indenização referente a 2 meses de
salário para cada ano trabalhado.
Não existia o 13º salário.
Atualmente
Recolhimento de 8,5% do salário do colaborador;
Multa de 50% na dispensa do colaborador, 40% para o colaborador e 10% para o governo.
13º salário.
Fotos do Araujo Abreu Futebol Clube que, assim como o Vasco da Gama, time homenageado no uniforme, promovia a união de portugueses
e brasileiros. Apesar do registro fotográfico, não sabemos a colocação do nosso time no campeonato. Se seguiu a receita do time que o
inspirou, certamente foi vice...
somados aos antigos e leais colaboradores,
configuramos uma empresa cujo controle acionário é
familiar, mas que tem sua operação completamente
profissionalizada, sem nepotismos e ingerências
alheias.
Nos últimos 10 anos, nosso trabalho,
perseverança e persistência foram reconhecidos
pelo mercado, haja visto que constantemente
somos assediados por empresas estrangeiras com
intenção de adquirir o controle da Araujo Abreu, o
que absolutamente não nos interessa.
Somos uma empresa que administra números
bastante expressivos (veja www.araujoabreu.com.
br) - possuímos 3.500 funcionários comprometidos,
constantemente treinados e com possibilidades de
crescimento. E como nossos funcionários, clientes
e fornecedores de materiais têm mais de 10 anos
conosco, me reservo o direito de não estender esse
assunto, pois todos o conhecem tão bem quanto eu.
E para finalizar gostaria de agradecer a
todos, pois sem vocês a história dos 90 anos não
teria se tornado uma história de sucesso onde
todos nós fizemos e fazemos parte desse time.
Feliz 2013.
Revista Agora! - Araujo Abreu
Ano III, Nº 15
Dezembro de 2012
Periodicidade: trimestral
Tiragem: 3.800 exemplares
Projeto Gráfico: Mais 13 Comunicação
Conselho Editorial: Fernanda Abreu, Frederico Daher da
Silva Abreu, Luiz Claudio Carreira e Isabella Matsubara
Colaboradores: Alexandre Pereira Silva, Amilton Vicente de
Oliveira, Flaviana Sant’ Ana Rosa, Júlio Cesar Santos, Luis
Fernando Donadio e Ronaldo de Carvalho Pinto
Jornalista Responsável: Márcia Renault nº 14661
3 REVISTA AGORA!
Francisco José Gonçalves de Abreu
www.araujoabreu.com.br
Como meu pai faleceu repentinamente, eu,
único filho homem e com 18 anos, virei o sócio
majoritário, além do Sr Miguel, o Sr Arnaldo e meu
cunhado Mauricio Sued.
Todos me foram de grande valia e mestres sem
dúvida, pois além de entender zero do assunto ainda
cursava a faculdade de engenharia pela manhã.
Após minha formatura em 1969 pude me
dedicar inteiramente à empresa e a despeito de
sucessivos convites para trabalhar em empresas
como Embratel, Furnas, fábricas de automóveis
em expansão, etc., preferi continuar à frente de
uma empresa pequena mas com possibilidades
de crescer como e para onde eu achasse
melhor. Eu sempre fui adepto de ideias tipo
“quando fazemos aquilo que gostamos e
sabemos fazer o resultado sempre é positivo”.
“quando se presta um serviço com seriedade
e competência o resultado sempre aparece”
“nunca
imaginei
uma
empresa
sem
cumprir
o
que
foi
combinado”
“nunca pensei uma empresa concentradora de
riquezas, ganhos e comunicação”
De 1970 a 1980 continuamos com as obras
de instalações, mas com o nome de Araujo Abreu
Engenharia Ltda, para posteriormente tomar a
denominação de S.A. (sociedade anônima) . Em 1982, com o início da onda de terceirização
de serviços, entramos nesse segmento e partimos
então para uma atuação de âmbito nacional, com
a intenção de atender clientes em todo Brasil. Entre
82 e 86 inauguramos as filiais que até hoje existem:
Belém, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Recife e
Salvador.
Nos anos 90 (sem comentários) o convívio com
Plano Collor, Plano Real e outros mais, nos fizeram
pedir uma concordata. Porém, ao superá-la, nos
fortalecemos ainda mais, e esse sem dúvida foi o
lado positivo da crise.
Com a chegada dos integrantes da 4ª geração,
EDITORIAL
90 anos
ENTREVISTA
Carlos Alberto
Ribeiro da Silva
4 REVISTA AGORA!
Nosso entrevistado é o arquiteto Carlos Alberto Ribeiro da Silva, funcionário da Multiplan, que atua como Gerente de
Operações nos Shoppings Eldorado/SP e Parkshopping/Brasília. Ele é o gestor do contrato da Araujo Abreu firmado
desde o início de setembro deste ano com o Condomínio do Parkshopping, do grupo Multiplan.
Revista AGORA - Qual o tipo de contrato feito com a
Araujo Abreu?
Carlos Alberto - Nosso contrato é de “facilities”, ou
melhor, prestação de serviços de manutenção e
gerenciamento predial. A Araujo Abreu é responsável
pela manutenção física do empreendimento, gestão de
contratos com prestadores de serviço, gerenciamento
das concessionárias de energia e água, entre outras
coisas.
Revista AGORA - Por que a Araujo Abreu foi escolhida
para prestar o serviço requerido?
Carlos Alberto - O Parkshopping fez uma tomada
de preços específica para essa contratação, da qual
participaram várias empresas do segmento que foram
classificadas de acordo com as suas particularidades.
A decisão em favor da Araujo Abreu se deu,
principalmente, em razão da infraestrutura local. Para
o Parkshopping é importante que as soluções ocorram
com brevidade e a existência de contratos em Brasília
nos sinalizou positivamente para essa possibilidade de
maior agilidade nas decisões.
Revista AGORA - Quais as principais melhorias
implementadas ou mesmo em curso no contrato neste
início da gestão Araujo Abreu?
Carlos Alberto - O pouco tempo de trabalho ainda não
nos possibilita uma avaliação mais acertada de como a
situação se encaminhará. Nesse momento passaremos
a discutir os acertos, dificuldades e as ações necessárias
para que tenhamos um 2013 tranquilo e com as
nossas necessidades atendidas. Apesar disso observase um empenho da empresa e da sua equipe em nos
atender e em se ajustar ao ritmo e as necessidades
de um shopping como o Parkshopping. Nossa intenção
é que possamos contar com uma operação que atue,
prioritariamente, de forma preventiva e com isso
assegurar tranquilidade aos nossos clientes e usuários.
Depois pretendemos ter a empresa como parceira no
sentido de viabilizar alternativas técnicas e econômicas
que aprimorem a gestão diária do empreendimento.
Revista AGORA - O que você valoriza em uma empresa
prestadora de serviços e quais as características que
ela deve ter?
Carlos Alberto - Esperamos que as empresas que atuam
nesse segmento possam ser parceiras. O conhecimento
de determinada situação e/ou problema e a sua
solução deverão sempre ser de conhecimento tanto
da empresa quanto do seu contratante. A gestão diária
e o controle/planejamento das ações têm que fazer
parte da forma de atuação dessa empresa, assim como
a flexibilidade no sentido de se avaliar e reinventar a
cada dia e a cada nova situação que se apresenta. Da
nossa parte daremos todas as condições necessárias
a que essa atuação ocorra e estaremos abertos a
discutir todas as situações e possíveis alternativas.
Não menos importante é a questão da valorização e do
desenvolvimento da equipe de trabalho.
Revista AGORA – Em sua opinião, quais os pontos
fortes da Araujo Abreu e o que a diferencia das outras
empresas no mercado?
Carlos Alberto - Apesar do pouco tempo de atuação
no Parkshopping, já observamos o empenho e
comprometimento da Araujo Abreu, assim como a
prontidão no atendimento às nossas demandas e a
clareza e facilidade de interlocução com os responsáveis
pelo contrato. Esperamos atingir algumas metas em
2013. Ressaltamos a necessidade de tornarmos mais
segura e tranquila a operação diária e aprimorarmos o
atendimento a nossos clientes e usuários. Da mesma
forma precisaremos, com a ajuda da Araujo Abreu,
finalizar uma série de serviços e por fim ao ciclo de
revitalizações e expansões do empreendimento. Existe
a expectativa de um trabalho baseado no espírito de
parceria, na valorização das pessoas e na busca por
melhores alternativas.
colaboradores
a serem alcançadas e com a prevenção e eliminação
de problemas que possam interferir no processo.
“Espero que este último Encontro de Negócios do
ano tenha sensibilizado e energizado a todos os que
de uma forma ou de outra podem colaborar para os
resultados da empresa. Dependemos uns dos outros
e somos responsáveis por uma parte deste resultado”.
5 REVISTA AGORA!
Com o objetivo de realizar uma dinâmica de
reunião diferente das anteriores, no IV Encontro
de Negócios AAE- SP e SUL - 2012 – “Trabalho em
Equipe para Vencer os Desafios e Superar Metas
em 2013”, Ronaldo de Carvalho Pinto, Gerente
Regional São Paulo e Sul, promoveu um enduro a pé.
“Apenas informei no convite ao pessoal que teríamos
uma caminhada senão acabaria com a surpresa.
Montamos uma prova de enduro a pé organizada pelo
Esdras Martins, precursor do esporte no Brasil. O
Esdras fez um treinamento básico e depois montamos
os times fazendo um mix de pessoas do Sul, São
Paulo e do Rio de Janeiro. Dessa forma promovemos a
integração, a quebra de barreiras e estreitamos, ainda
mais, a comunicação, afinal na maior parte do tempo
nos comunicamos por telefone”, conta Ronaldo.
Ele prossegue dizendo que neste último Encontro
do ano decidiu por uma prova de enduro a pé como
treinamento, já que este esporte tem características
semelhantes às exigidas no dia a dia na empresa. “O
enduro a pé exige trabalho em equipe, distribuição de
tarefas, confiança entre as pessoas, liderança, ritmo,
consistência na evolução, eliminação de obstáculos,
tratamento de conflitos, muita comunicação,
determinação de caminhos e direções, alegria e
muita energia para atingir o objetivo e conquistar os
melhores resultados. Também exige saúde, disposição
e muito compromisso, além de não precisar ser atleta
para praticá-lo”, complementa.
Durante o Encontro foram divulgados resultados do
ultimo trimestre e o acumulado do ano, a fim de que
todos soubessem como a empresa está caminhando e
quais são os percalços e desafios a serem enfrentados,
uma forma de todos se comprometerem com as metas
DESTAQUE
Treinamento de
CAPA
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“Muitos anos de vida! Que você
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Josemar Lúcio de Ávila, Diretor
“ Desses 90 anos tenho 20 de
história com você, Araujo Abreu!
Espero que continue crescendo e se
modernizando. Continue investindo
em você e acreditando no seu corpo
de funcionários”.
Sonia Nunes Paes, supervisora administrativa
niza a Araujo Abreu
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6 REVISTA AGORA!
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Fábio Neiva M
"Temos como princípio reunir forças com empresas
dispostas a somar: com trabalho, diálogo e espírito
de colaboração. Parabenizamos a Araujo Abreu pelo
aniversário e por tantos anos de esforço em favor da
qualidade na prestação de serviços de manutenção"
Alexandre Roxo, Superintendente do
Centro Empresarial Mário Henrique Simonsen
CAPA
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nos de trabalho!
“Que a Araujo Abreu continue sendo a
empresa que conheci nos anos 70 e
que continue se aprimorando cada vez
mais, dando oportunidade a todos”.
Sebastião Andrade, coordenador
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“Em seus 90 anos a Araujo Abreu escre
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uma história de seriedade, profissionalismo
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Direto
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aprendiz, Matriz AAE
“Um obrigado bem grande
pela oportunidade de
fazer parte dessa família
que é a Araujo Abreu”
Flaviana Sant’Ana Rosa,
analista administrativa
“O papel social da Araujo Abreu, tanto
profissional quanto pessoal, segue
uma linha de pensamento muito
correta. Desejo que a empresa possa
aumentar o seu campo de atuação,
inclusive ingressando em outras áreas
da Engenharia e em outros países”.
Pedro Freire, técnico orçamentário
7 REVISTA AGORA!
“Parabéns por todos es
ses anos de
mercado. Que venham ma
is 90 anos,
sempre se destacand
o das outras
empresas, com cresci
mento de
contratos pelo Brasil e po
r aí afora”.
Gab
É ASSIM QUE SE FAZ
Seja um profissional
8 REVISTA AGORA!
de sucesso!
Os profissionais que buscam uma carreira
bem sucedida devem considerar todos os fatores
internos e externos que influenciam na evolução da
sua carreira. O termo mais recente é resiliência,
um conceito importado da Física, que nos ajuda a
entender algumas situações vivenciadas dentro do
mercado de trabalho. De acordo com o dicionário
Aurélio, resiliência é a propriedade pela qual a
energia armazenada em um corpo deformado é
devolvida quando cessa a tensão causadora da
deformação elástica. Trazendo esta definição para
o dia-a-dia da empresa, o termo relaciona-se às
pressões a que estamos submetidos no ambiente
de trabalho. Os profissionais continuarão a
trabalhar sob forte pressão para que possam
atingir os resultados traçados pelas corporações
e o que se espera deles é que consigam suportar
bem esta pressão, sem que sofram danos físicos
ou psíquicos. É preciso que o profissional
consiga, de forma estruturada, ajudar a empresa
a reverter resultados adversos, devolvendo esta
energia acumulada durante o período de pressão,
visualizando novas formas de se fazer negócios e
obtendo resultados compensadores. A pressão
vai continuar a existir. De um lado, as equipes
são cada vez mais enxutas, pelas reduções dos
quadros nas empresas; por outro, o aumento
da competitividade, em todos os setores da
economia, exige profissionais melhor preparados.
Novidades e situações nunca antes vivenciadas
são grande fonte de ansiedade.
Os profissionais que vão sobressair serão
os que conseguem desenvolver visão de longo
prazo dos possíveis caminhos que vão surgir
em suas atividades, buscando antecipar os
acontecimentos e planejar alternativas. Uma das
maiores dificuldades em uma situação como esta
é a falta de prática de viver o presente, olhando
para o futuro. O desenvolvimento da capacidade
de nos enxergarmos integrados nos novos tempos,
atuando para transformar, isto é, para criar nosso
futuro, contribui para que possamos entender os
cenários de total pressão que estaremos vivendo.
Assim, fica mais fácil nos prepararmos para
enfrentar os períodos de retomada da economia,
minimizando as situações de estresse que vamos
ter que enfrentar. Vamos encarar as novidades
de frente! Ao invés de dizermos “não” para uma
mudança, que tal dizermos “por que não?”. É
preciso tentar entender os benefícios que estas
alterações poderão nos trazer.
Os problemas vão estar sempre presentes. O que
muda é a atitude que devemos tomar frente a eles!
Fonte: http://www.rhnossa.com.br/noticia.leitura.php?id=33
“O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às
implicações futuras de decisões presentes.” Peter Drucker
q
Coisas que ninguém
conta pra gente!
Um pouco da história do
Brasil, que a Araujo Abreu
superou
Miriam Leitão (2001 Ed. Record pág.23):
“De Julho de 1964 a Julho de 1994, data do Plano
Real, a inflação acumulada, medida pelo IGP-DI, foi de
1.302.442.989.947.180,00%. Para simplificar: 1 quatrilhão e
302 trilhões. Por isso o nome deste livro é saga. O Brasil superou
o que parecia insuperável”.
11 de Dezembro
Dia do Arquiteto e do Engenheiro
A construção de novos condomínios sinaliza período de
crescimento econômico e de desenvolvimento. Mas nenhum
interesse econômico deve se sobrepor ao planejamento
rigoroso para evitar que problemas estruturais afetem tanto a
obra quando o espaço ao seu redor. Quanto maior uma cidade,
maior a necessidade de profissionais que prevejam como ela vai
estar daqui a 20 ou 30 anos, estudando maneiras de conciliar
desenvolvimento com qualidade de vida. Se determinada
cidade me agride, seja visualmente, seja pela dificuldade de
deslocamento, esse é um sinal de que profissionais da área de
planejamento urbano não foram ouvidos. Para funcionar bem, a
cidade necessita de harmonia,
mesmo quando cresce
de maneira acelerada.
Portanto, vamos dar voz
e vez aos engenheiros
e arquitetos para que
possam, antes de tudo,
planejar para realizar da
melhor maneira.
Dica de saúde
Nosso corpo se alimenta, principalmente, de
açúcar que é a glicose que vem dos alimentos e
de oxigênio que está no ar que respiramos. Tanto
o açúcar quanto o oxigênio são transportados
pelo sangue e distribuídos para todos os órgãos
e células do corpo quando são transformados em
energia para que possamos desenvolver nossas
atividades diárias. Para isto tudo acontecer, o
açúcar que está no sangue precisa passar para
dentro da célula. Como o açúcar não consegue
passar sozinho, nosso organismo utiliza um
“transportador” chamado INSULINA.
Quando o pâncreas produz pouca ou nenhuma
insulina, a glicose não entra na célula que morre
por falta de açúcar e energia. Assim, o sangue se
transforma em um melado, repleto daquela glicose
que ficou de fora da célula e nós adoecemos.
A quantidade de insulina produzida vai
depender da quantidade de açúcar que se come.
Quanto mais açúcar, mais trabalho para o pâncreas
que acaba cansando e pára de produzir insulina.
Então ele espera que a gente faça exercícios para
ajudar a consumir a glicose. Também torce para que
a gente não engorde, pois conforme engordamos
necessitamos de quantidades maiores de insulina
para colocar a glicose dentro da célula.
O diabetes começa em qualquer idade,
quando fazemos as piores escolhas: opção
pela vida sedentária, sem atividade física e com
alimentação inadequada. Com o passar dos anos
e quanto mais erros cometemos, a insulina vai
aumentando no sangue e a sua capacidade de
colocar glicose dentro da célula vai diminuindo,
até não funcionar mais. Sem nos darmos conta
fomos criando, através dos anos, um “monstro”:
o diabetes.
É possível evitar a doença fazendo as escolhas
certas, desde cedo. Afinal, o diabetes está se
tornando também uma doença das crianças
porque elas estão sedentárias, engordando e
comendo muito alimento industrializado.
Baseado no texto
da Dra. Maria Aparecida S. Mendes
9 REVISTA AGORA!
José Murilo de Carvalho – Livro: A saga
brasileira, Miriam Leitão (2001 Ed.
Record):
“13,3 trilhões por cento foi a
inflação acumulada nos 15 anos que
antecederam o Plano Real. O país
teve cinco moedas entre 1986 e 1994. Para os brasileiros, isso
significou instabilidade de preços, indexações, congelamentos,
tabelamentos, confisco de poupança, privações, insegurança.
Mas este é um país que sofre de Alzheimer. Passados 16
anos do Plano Real, as novas gerações não tem noção do que
foram os anos da hiperinflação. Para as mais velhas, eles já se
esfumam no horizonte. No entanto, lembrar é preciso. Se o manto
do esquecimento não deve acobertar a passada violência política,
também não pode ocultar os males causados ao país pelo
descontrole inflacionário”.
CALEIDOSCÓPIO
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O ESPAÇO AGORA É SEU
que
Gente
BRILHA
Alexandre Pereira Silva,
10 REVISTA AGORA!
engenheiro da Araujo Abreu, filial Brasília, fora do expediente dedica o seu tempo e habilidades ao radioamadorismo,
um hobby que além de romper fronteiras, promove independente da origem, cor, credo, idioma e posses uma verdadeira
integração internacional. Ele faz parte do “Grupo Mutum de Rádio Expedição”, cujo objetivo é manter um sistema de
comunicação via rádio em funcionamento na região Centro-Oeste, além de apoiar a comunidade em situações de
emergência. Para atingir esses objetivos, o grupo acaba participando de aventuras como desbravar trilhas no cerrado,
subir serras, morros e escalar torres de transmissão. Também de eventos de rally, ciclismo, jeep club, caminhadas,
escaladas dando apoio na comunicação.
Revista AGORA - Por que você decidiu
ser radioamador?
Alexandre Pereira Silva - Tomei gosto
por este hobby com o meu pai, já que eu
sempre o acompanhava nas aventuras
e reuniões de radioamadores. Meu pai
utilizava o rádio para comunicar-se
com a família, em João Pessoa. Com
três dias de nascido já “chorava” no
rádio para que os meus tios pudessem
ouvir o mais novo integrante da família.
Revista AGORA - O que o
radioamadorismo significa para você?
Alexandre Pereira Silva - O
radioamadorismo proporciona um
contato mais próximo com os
amigos, promove novas amizades
com pessoas do mundo inteiro sem
que seja preciso sair de casa.
Revista AGORA - A sua família interfere
de alguma forma no seu hobby?
Alexandre Pereira Silva - Em minha
casa, como todos convivem com
o radioamadorismo, acabam se
envolvendo nas conversas, roteiros
e aventuras. No meu caso particular
o radioamadorismo vem de berço.
Aprendi com o meu pai e pretendo
ensinar ao meu filho.
Revista AGORA - Quais as vantagens
de se praticar radioamadorismo? Ele é
indicado para todas as idades?
Alexandre Pereira Silva - Além de
promover um contato mais próximo
com as outras pessoas, você acaba
cultivando o sentimento de sempre
ajudar ao próximo. Apesar do
radioamadorismo ser indicado para
todas as idades, a maioria dos seus
adeptos são aposentados, afinal essa
é uma maneira de evitar o isolamento.
Revista AGORA - A atividade de
radioamador o ajuda na realização de
alguma atividade na Araujo Abreu?
Alexandre Pereira Silva - Estou na
Araujo Abreu há 4 anos e posso
afirmar que o radioamadorismo tem
me ajudado muito superar as barreiras
da timidez. Sempre estou conversando
com pessoas de formações, crenças,
raças e costumes diferentes e isto
tem me ajudado muito nas reuniões
com colaboradores, clientes e
fornecedores.
Treze alunos do projeto Jovens da Saúde concluíram sua formação como Artífices em Equipamentos Hospitalares.
Além dos professores voluntários que compartilharam seus conhecimentos profissionais, familiares e parceiros
estratégicos, como a Araújo Abreu, Brazil Foundation e SENAI estiveram presentes ao evento. “Agora, os alunos
entram na segunda fase do projeto que prevê a formação em Técnicos em Equipamentos Hospitalares. Para isto,
o Instituto Esperançar conta com a parceria do Departamento de Engenharia Clinica do INCA, que vai oferecer 102
horas de capacitação em Engenharia Biomédica; e, com o SENAI, que já incluiu todos os jovens em um de seus
cursos de formação técnica”, revela Luis Fernando Donadio, coordenador do projeto. Ele prossegue dizendo que em
2013 espera inserir os formandos no mercado de trabalho. “Já estamos em negociação com empresas e instituições
que atuam na área da saúde para receberem estes jovens como estagiários. Também pretendemos oferecer para
a primeira turma o curso de aprofundamento em Engenharia Biomédica. E, ainda, iniciar a segunda turma
de Artífices em Equipamentos Hospitalares”, conclui Donadio.
O ESPAÇO AGORA É SEU
O Infra Rio, o maior encontro de líderes de gestão de serviços e de infraestrutura em ambientes construídos do Rio
de Janeiro abordou, em sua sexta edição, a evolução do papel do Facility e Property Management (gerenciamento de
facilidades e propriedades) em grandes empreendimentos. Com o tema “Maestria para Inovar em Serviços”, o INFRA
Rio discutiu desde a necessidade de qualificação dos profissionais que geram grandes empreendimentos até a forma
de como devem se posicionar em relação ao planejamento da organização. Os participantes também apresentaram
suas visões sobre o mercado e as possíveis soluções para que o setor se desenvolva ainda mais. Na opinião de
Amilton Vicente de Oliveira, Gerente de Planejamento/Orçamento da Araujo Abreu, “A presença de líderes de grandes
empresas do setor no INFRA Rio, dá credibilidade ao evento e possibilita a troca de experiências importantes.
Os contatos realizados e o conhecimento gerado por eles foi o que tirei de mais importante e proveitoso do encontro”.
11 REVISTA AGORA!
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Rapidi
Download

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