2
DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR
Milton Camargo
Presidente
Reitora
Sâmela Soraya Gomes de Oliveira
Pró-Reitora Acadêmica Administrativa
Sandra Amaral de Araújo
ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS
Diretor
Raniery Cristiano de Queiroz Pimenta
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Coordenador Geral
Barney Silveira Arruda
Coordenadora Acadêmica
Luciana Lopes Xavier
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
(modalidade a distância)
Coordenador
Isabella Mendonça de Souza
3
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
PARTE 1 – CONTEXTO INSTITUCIONAL ............................................ 8
1.1 UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO ......................................... 9
1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES ........................................................................ 10
1.3 MISSÃO E VISÃO ............................................................................................ 11
1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA DA UNP ....................... 12
1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ............................................................... 13
1.5.1 Ensino de graduação ................................................................................ 13
1.5.2 Ensino de Pós-graduação ......................................................................... 15
1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária .................................................... 16
1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...................................... 17
1.6.1 Autoavaliação institucional ........................................................................ 17
1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNP ............................................................... 19
1.7.1 Da gestão da educação a distância .......................................................... 21
PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .................... 22
2.1 DADOS DO CURSO ........................................................................................ 23
2.1.1 Denominação ............................................................................................ 23
2.1.2 Eixo tecnológico ........................................................................................ 23
2.1.3 Ato de criação e número de vagas ............................................................ 23
2.1.4 Regime acadêmico.................................................................................... 23
2.1.5 Modalidade de oferta................................................................................. 23
2.1.6 Formas de acesso ao Curso ..................................................................... 23
2.1.7 Carga horária total..................................................................................... 24
2.1.8 Integralização ............................................................................................ 24
2.1.9 Local de funcionamento ............................................................................ 24
2.1.10 Coordenação ........................................................................................... 24
2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA .................................................................... 25
2.2.1 Administração de Cursos na UnP ............................................................. 25
2.2.2 A coordenadoria do CST em Gestão de Recursos Humanos a distância . 25
4
2.2.3 Conselho de Curso – ConseC ................................................................... 27
2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO........................................................... 28
2.3.1 Necessidade social ................................................................................... 28
2.3.2 Concepção ................................................................................................ 31
2.3.3 Objetivos ................................................................................................... 36
2.3.4 Perfil profissional do egresso .................................................................... 37
2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ................................................... 37
2.3.4.2 CAMPOS DE ATUAÇÃO E FUNÇÕES .............................................. 38
2.3.5 Organização curricular .............................................................................. 39
2.3.5.1 LÓGICA CURRICULAR ...................................................................... 40
2.3.5.2 OFERTA ............................................................................................. 51
2.3.5.3 ESTRATÉGIAS DE INTERDISCIPLINARIDADE................................ 52
2.3.5.4 FLEXIBILIDADE CURRICULAR ......................................................... 55
2.3.5.5 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DA EDUCAÇÃO DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS ...................................................................... 57
2.4 METODOLOGIA .............................................................................................. 61
2.4.1 Encontros presenciais ............................................................................... 64
2.4.2 Ambientação do aluno............................................................................... 65
2.4.3 Recursos didáticos digitais (material didático) .......................................... 65
2.4.4 TICs nos processos de ensino e aprendizagem ....................................... 67
2.4.4.1 AUTOATENDIMENTO DO ALUNO .................................................... 67
2.4.4.2 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM – UnP VIRTUAL ........... 68
2.5 DINÂMICA DE INTERAÇÕES ......................................................................... 70
2.6 PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA
............................................................................................................................... 73
2.6.1 Pesquisa e iniciação científica .................................................................. 73
2.6.2 Extensão e ação comunitária .................................................................... 76
2.7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.......................................... 77
2.7.1 Principais elementos conceituais .............................................................. 77
2.7.2 Dinâmica de avaliação .............................................................................. 78
2.8 APOIO AO DISCENTE .................................................................................... 80
5
PARTE 3 – CORPO DOCENTE, TUTORES, PESSOAL TÉCNICOADMINISTRATIVO............................................................................... 83
3.1 CORPO DOCENTE.......................................................................................... 84
3.1.1 Política institucional de apoio aos professores .......................................... 84
3.1.2 Atribuições dos docentes .......................................................................... 85
3.1.3 Perfil: titulação, experiência profissional e regime de trabalho - 2013.1.... 85
3.1.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ......................................................... 89
3.2 TUTORIA A DISTÂNCIA E PRESENCIAL ...................................................... 91
3.3 PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ....................................................... 94
PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS .................................................. 96
4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UNP ................................................................... 97
4.2 BIBLIOTECA ................................................................................................... 99
4.2.1 Autoatendimento ....................................................................................... 99
4.2.2 Informatização do acervo .......................................................................... 99
4.3 INSTALAÇÕES – EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.............................................. 104
4.3.1 Núcleo de Educação a Distância (NEaD) ................................................ 104
4.3.2 Coordenação do Curso – Sede ............................................................... 104
4.3.3 Polos de apoio presencial ....................................................................... 105
ANEXOS
6
APRESENTAÇÃO
A instalação do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos
Humanos em 2011, na modalidade à distância, representa o cumprimento de metas
previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016), especialmente
no que se refere às políticas de educação à distância e à expansão de cursos de
graduação tecnológica. Essas metas, por sua vez, traduzem respostas da
Universidade Potiguar (UnP) a demandas externas relacionadas, por exemplo, ao
acesso de jovens e adultos ao ensino superior, e isso numa fase de
desenvolvimento econômico nacional em que se mostra prioritária a formação de
profissionais que possam atender aos requisitos do mercado de trabalho,
constantemente renovados em função dos avanços científicos e tecnológicos e
numa realidade educacional nordestina em que diversos segmentos populacionais,
nas mais vezes, não contam com unidades de ensino superior, sobretudo em
municípios interioranos.
O CST em Gestão de Recursos Humanos a distância encontra-se em pleno
funcionamento, com atividades na sede da UnP, em Natal, e com polos de apoio
localizados, inicialmente, na Zona Norte de Natal e no interior do Rio Grande do
Norte (RN): Caicó, Currais Novos e Mossoró. Gradualmente, o Curso chega a outras
localidades, com polos em Cuiabá, Recife e Fortaleza.
Rege o funcionamento do Curso o presente Projeto Pedagógico (PPC),
construído de acordo com as diretrizes curriculares nacionais gerais definidas pelo
Conselho Nacional de Educação (CNE) para as graduações tecnológicas (Pareceres
CNE/CES n. 436/2001 e CNE/CP n. 29/2002; Resolução CNE/CP n. 3/2002); base
legal e normativa que trata da educação a distância; políticas e diretrizes
institucionais administrativas, acadêmicas e pedagógicas e referências normativas,
além de orientações do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da UnP.
Na sua estrutura, este Projeto Pedagógico contém quatro partes, sendo que,
na primeira, encontram-se indicadas as principais informações sobre o contexto
institucional; da segunda constam os elementos que norteiam o desenvolvimento
curricular do Curso em suas especificações conceituais e metodológicas,
observadas a natureza de uma graduação tecnológica e de uma oferta à distância; a
terceira parte trata do NDE e dos docentes do curso, assim como do corpo tutorial,
do pessoal técnico-administrativo (na sede e nos polos) e, ainda, das políticas de
7
apoio ao discente. Por fim, a quarta parte compreende a descrição geral das
instalações da UnP e dos polos.
Por se constituir em instrumento de planejamento, logo, de direcionamento
dos fazeres acadêmico, didático e pedagógico, este Projeto vem guiando o dia a dia
do Curso, estabelecendo-se uma dinâmica participativa que inclui avaliações,
redimensionamentos e ressignificações, sempre que necessário, de modo a
assegurar o sentido político e educacional da graduação em Gestão de Recursos
Humanos na modalidade a distância.
8
PARTE 1 – CONTEXTO INSTITUCIONAL
9
1.1 UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO
Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com
sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em
1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981,
D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como Universidade, data de
1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano (D.O.U. de 20 de
dezembro de 1996), e o recredenciamento é formalizado de acordo com a Portaria
MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012).
Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura S.A. (APEC) pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade anônima e com
finalidade lucrativa1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities em
2007. É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras
instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande
do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal
Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN.
Com uma imagem de credibilidade consolidada local e regionalmente, a
Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus
Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento
de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos
termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, situado na Região
Oeste do Estado.
1
O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de
Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215,
data de 14.09.79. O Estatuto atual tem seu registro no dia 26/01/2012, na Junta Comercial do Estado
do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24300004494 e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40.
10
1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES
Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por
diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais,
expressos nos seus princípios e finalidade.
Os princípios, explicitados no Estatuto, art. 3°, indicam a necessidade de uma
atuação que expresse2:
I.
a defesa dos direitos humanos;
II.
a excelência acadêmica;
III.
a formação cidadã;
IV. o exercício pleno da cidadania;
V.
a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte
e do saber;
VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas;
VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e
administrativa;
VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à
comunidade;
IX. a valorização do profissional da educação;
X.
a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento
sustentável e na preservação do meio-ambiente.
Esses princípios, por sua vez, são orientadores da finalidade precípua da
Universidade, qual seja, a de promover o bem comum pelo desenvolvimento das
ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo
domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas.
2
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2012. (Documentos Normativos da
UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1).
11
1.3 MISSÃO E VISÃO
A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos
com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo – através do
ensino, da pesquisa e da extensão de excelência – para o desenvolvimento
sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País.
No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna
e Externa3, ficam claros como principais compromissos da UnP:
-
a excelência dos serviços prestados institucionalmente;
-
a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que
propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que
culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade;
-
a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos,
programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade
ensino/pesquisa/extensão;
-
a sintonia com as necessidades sociais.
De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de
excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da
pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua
participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da
Região e do País.
3
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de
Visão de Futuro. Natal, 2006.
12
1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA DA UnP
A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto:
a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos de
natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como
o órgão executivo dessa instância, além da Pró-Reitoria Acadêmica
(ProAcad), com estrutura que compreende gerências e núcleos nas áreas
de ensino, pesquisa e extensão:
b) a Administração Acadêmica, abrangendo uma estrutura de planejamento
(Comitê Acadêmico e Avaliação Institucional); o Conselho de Curso
(ConseC), órgão de natureza deliberativa e consultiva e órgãos
executivos (Pró-Reitoria Acadêmica - ProAcad, Diretoria de Campus fora
de Sede; Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso).
Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, a
ProAcad, com uma estrutura que compreende gerências e núcleos responsáveis
pelo planejamento, supervisão e controle acadêmico-administrativo das atividades
de ensino, pesquisa e extensão; Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva
o fortalecimento da integração entre cursos de graduação e destes com os de pósgraduação, a implementação da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão e o
reforço
à
gestão
participativa,
viabilizada
por
meio
de
colegiados
(com
representatividade de docentes, discentes e setores da organização civil) e da
sistemática de planejamento e de avaliação institucional.
Instaladas em 2009, as Escolas, ou Unidades Acadêmicas Especializadas,
são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e
Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde.
13
1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A oferta acadêmica da UnP para 2013.1, em Natal e Mossoró, compreende
cursos de graduação e de pós-graduação, nas modalidades presencial e a distância.
1.5.1 Ensino de graduação
Na graduação presencial registram-se 60 (sessenta) cursos, sendo 42
(quarenta e três) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró (Quadros 1 e 2).
Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal, 2013.1
ESCOLA
TIPO CURSO
Comunicação e
Artes
Bacharelado
Direito
CST
Bacharelado
Educação
Licenciatura
Engenharia e
Ciências Exatas
Bacharelado
CST
Bacharelado
Gestão e Negócios
CST
Hospitalidade
Saúde
CST
Bacharelado
Bacharelado /
Licenciatura
Bacharelado
CST
CURSO
Comunicação
Social:
Publicidade
e
Propaganda; Jornalismo.
Cinema e Vídeo
Design Gráfico; Design de Interiores
Direito
História
Letras: Português e Português/Inglês
Pedagogia
Arquitetura
e
Urbanismo;
Engenharia
Ambiental; Engenharia Civil; Engenharia de
Computação; Engenharia de Petróleo e Gás;
Sistemas de Informação
Petróleo e Gás
Segurança no Trabalho
Administração;
Ciências
Contábeis;
Relações Internacionais
Gestão Ambiental; Gestão Comercial;
Gestão de Recursos Humanos; Gestão
Financeira; Gestão Pública; Marketing
Gastronomia
Turismo
Ciências Biológicas e Educação Física
Biomedicina;
Enfermagem;
Farmácia;
Fisioterapia;
Fonoaudiologia;
Medicina;
Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço
Social; Terapia Ocupacional.
Estética e Cosmética
14
Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Mossoró, 2013.1
ESCOLA
Direito
TIPO DE CURSO
Bacharelado
CURSO
Direito
Arquitetura e Urbanismo
Engenharia Civil
Engenharia de Produção
Petróleo e Gás
Segurança no Trabalho
Administração
Ciências Contábeis
Gestão Ambiental
Gestão Pública
Gestão de Recursos Humanos
Processos Gerenciais
Marketing
Enfermagem
Fisioterapia
Nutrição
Serviço Social
Bacharelado
Engenharias e
Ciências Exatas
CST
Bacharelado
Gestão e Negócios
CST
Saúde
Bacharelado
Na modalidade a distância, a oferta compreende os bacharelados em
Administração, Ciências Contábeis e Serviço Social; a licenciatura em Pedagogia e
a graduação tecnológica em Gestão Comercial, iniciados em 2012, e os Cursos
Superiores de Tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos,
implantados em 2011 (Quadro 3).
Quadro 3 – Oferta de graduações a distância – 2012
POLOS
CURSOS
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Administração
Ciências Contábeis
CST em Recursos Humanos
CST em Marketing
Pedagogia
Serviço Social
CST em Gestão Comercial
Zona Sul
(Natal)
X
X
X
X
X
X
X
Mossoró
Caicó
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Currais
Novos
X
X
X
X
X
X
X
Zona Norte
(Natal)
X
X
X
X
X
X
X
Fonte: UnP/ Núcleo de Educação a Distância. Natal, nov./2012.
Em 2013.1 entraram em funcionamento três novas graduações tecnológicas:
Logística, Negócios Imobiliários e Gestão Pública, totalizando 11 (onze) cursos, com
predominância de CSTs (Quadro 4).
15
Quadro 4 – Oferta de graduações a distância – 2013.1
POLOS
Caicó/RN
Currais
Novos /RN
Natal/RN
(Zona
Norte)
Natal/RN
(Zona Sul)
Mossoró/
RN
Cuiabá/
MT
Recife/P
E
Fortaleza/
CE
Goiânia/
GO
Porto
Alegre/
RS
Canoas/
RS
X
X
X
X
X
X
X
X
X
-
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
-
-
X
X
X
X
X
X
X
X
X
-
-
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
-
5. Pedagogia
X
X
X
X
X
X
X
X
X
-
-
6. Serviço Social
7. CST em Gestão
X
X
X
X
X
X
X
X
X
-
-
X
X
-
X
X
X
X
X
X
-
X
X
X
-
X
X
X
X
X
X
-
-
9. CST
X
X
-
X
X
X
X
X
X
-
-
10.CST em Gestão
X
X
-
X
X
X
X
X
X
-
-
-
-
-
-
-
X
X
CURSOS
1. Administração
2. Ciências
Contábeis
3. CST
em
Recursos
Humanos
4. CST
em
Marketing
Comercial
8. CST
em
Negócios
Imobiliários
(novo)
em
Logística (novo)
Pública (novo)
11.CST
em
Processos
Gerenciais
(novo)
Fonte: UnP/ Núcleo de Educação a Distância. Natal, mar/2013.
1.5.2 Ensino de Pós-graduação
Na pós-graduação presencial registram-se, no nível lato sensu, 73 (setenta e
três) cursos, dos quais 62 (sessenta e dois) no Campus Natal e 11 (onze) em
Mossoró. Três mestrados integram a oferta stricto sensu:
a) Administração;
b) Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em
Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de Poço
(Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois Campi);
c) Biotecnologia,
parceria
com
a
Rede
Nordeste
de
Biotecnologia
(RENORBIO).
Há previsão de instalação do doutorado em Biotecnologia, em 2013,
ampliando-se a referida parceria.
Na modalidade a distância, por sua vez, a oferta atual abrange apenas os
seguintes cursos lato sensu, todos com polos de apoio na sede, o Zona Norte, e em
municípios do interior do RN: Caicó e Currais Novos (Quadro 5).
16
Quadro 5 – Cursos lato sensu a distância – 2013.1
CURSOS
MBA em Gestão de Pessoas
MBA em Gestão Financeira e de Empresas
MBA em Gestão Empresarial
MBA em Marketing
POLOS OFERTADOS
ZONA NORTE
CAICÓ
CURRAIS NOVOS
Fonte: UnP/Núcleo de Educação a Distância. Natal, nov./2012.
1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária
As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no PPI
e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo
funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica.
A pesquisa é implementada, principalmente, com recursos da própria UnP,
tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação
Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP).
A extensão e a ação comunitária também contam com o Fundo de Apoio à
Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de Bolsas
de Extensão (ProBEx), considerando as demandas sociais e a pertinência das
atividades com os processos formativos da UnP.
Pelas peculiaridades dos cursos a distância, as estratégias de pesquisa e de
extensão podem ser viabilizadas na sede da UnP e, também, nos polos de apoio
aos cursos presenciais utilizando-se, quando necessárias, as ferramentas de
comunicação e interação do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – UnP Virtual.
Para a divulgação da sua produção, resultante do ensino, da pesquisa e da
extensão, a UnP conta: a) com o seu repositório científico, disponibilizando revistas
eletrônicas organizadas por escola; b) com portais biblioteca virtual do Natal
(http://natal.rn.gov.br/bvn/) e (http://bdtd.ibict.br) publicação de dissertações e teses;
c) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em Natal e
Mossoró, com estruturação dos anais correspondentes.
17
1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política,
estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa
com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos,
considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade
social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se
necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d)
participação dos vários segmentos acadêmicos.
Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das
ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios
enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica dos
cursos
e
educação
continuada,
adotando-se
níveis
diferenciados,
mas
intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional brasileira
para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às
peculiaridades
de
unidades
acadêmicas
especializadas
(escolas),
cursos,
programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão.
Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe
confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são
substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos
acadêmicos, didático-pedagógicos e gerenciais.
1.6.1 Autoavaliação institucional
Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como
dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma
dinâmica em que:
a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor,
coordenadoria de curso de graduação, coordenadoria de curso de pósgraduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes, acrescentando-se,
em relação à oferta a distância, coordenadores de polos e tutores;
b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio
eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de
dados;
c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações
externas e internas.
18
As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são
socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados,
posteriormente, no âmbito de cada curso pelos respectivos Conselhos e Núcleos
Docentes Estruturantes (NDEs), com envolvimento de docentes, de representantes
de turma, além de coordenadores do NEaD e coordenadores de polos. Também a
Reitoria e outros setores institucionais analisam os resultados avaliativos, com vistas
à implementação de ações de melhoria. A cada semestre, são liberados relatórios
eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios
qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada curso.
Ao final, há registro, em documento próprio, da situação geral da
Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer,
alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de
correção de rumos ou de transformação, se necessário. (Figura 1).
fases 1 e 2
• diagnóstico
• análise dados
fase 3
• retorno à comunidade
fases 4 e 5
• correção de rumos
• replanejamento
• transformação
Figura 1 – Etapas do processo avaliativo
19
1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UnP
Com a criação do NEaD, hoje consolidado, fica estruturado o órgão da UnP
responsável por planejar, coordenar e articular, interna e externamente, as ações de
educação a distância, organizando-se uma estrutura tecnológica, financeira e de
recursos humanos necessária à sua plena viabilização.
Em fevereiro de 2005, a Universidade é credenciada para a oferta cursos de
pós-graduação em nível lato sensu (Portaria MEC n. 1618/2005), iniciando os cursos
de especialização em Gestão Educacional e em Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável.
O ano 2006 constitui um dos marcos na história institucional. É quando a UnP
é credenciada, por 5 (cinco) anos, para o desenvolvimento de cursos de graduação
e pós-graduação a distância em todas as Unidades da Federação, conforme a
Portaria MEC nº 837, de 3 de Abril de 2006.
Para esse mesmo ano destaca-se o início de: a) oferta de disciplinas
institucionais semipresenciais para os alunos em adaptação ou dependência, dos
cursos presenciais; b) celebração de parceria com o Instituto São Damasino de
Ciências Jurídicas LTDA, para oferta, em todo país, dos cursos de Especialização
em Direito Público e em Advocacia Empresarial.
Em 2007 a UnP implanta nova metodologia apoiada em tecnologia e
interatividade,
para
os
cursos
de
Direito
e
Administração
presenciais,
disponibilizando ferramentas de apoio ao ensino-aprendizagem, tais como: guias
acadêmicos, com conteúdos condensados de cada disciplina e portais educacionais
- capazes de atender toda a comunidade, profissionais liberais, professores, alunos
e/ou qualquer pessoa com interesse em assuntos nessas áreas.
Registra-se ainda que, no contexto da Reforma Curricular implantada no
primeiro semestre de 20104, a Universidade Potiguar inclui, na organização
curricular de seus cursos de graduação presenciais reconhecidos, disciplinas
optativas com oferta semipresencial, possibilitando ao aluno maior flexibilidade
curricular, ao mesmo tempo fortalecendo a educação a distância no cenário
institucional do ponto de vista, por exemplo, da produção de materiais e do
aperfeiçoamento da infraestrutura tecnológica.
4
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria de Graduação e Ação Comunitária. Reforma curricular
2010. Natal, 2009.
20
Nesse mesmo ano 2010, destaca-se a organização da UnP para a expansão
e diversificação da oferta de cursos a distância, estabelecendo-se para 2011 a oferta
das graduações tecnológicas em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos e
dos bacharelados em Administração e Ciências Contábeis. Nesse processo,
estruturam-se os polos fora da sede: no interior do Rio Grande do Norte - Caicó,
Currais Novos, Mossoró/RN. Em 2012 firmam-se parcerias para instalação de polos
em outras Unidades da Federação.
Hoje, a Secretaria Geral da Universidade registra 856 alunos matriculados na
graduação a distância, ampliando as possibilidades de acesso de um maior número
de jovens e adultos ao ensino superior. A proposta da UnP é dar continuidade às
ações de expansão já iniciadas, considerando o previsto no PDI, e aperfeiçoar
continuamente os processos acadêmicos, pedagógicos e administrativos na
perspectiva do fortalecimento das condições de oferta de cursos, com qualidade.
21
1.7.1 Da gestão da educação a distância
O gerenciamento das atividades a distância é da responsabilidade do NEaD,
órgão vinculado à Reitoria e com representatividade no Comitê Acadêmico,
integrante da Administração Acadêmica da Universidade.
Atuando na perspectiva de implementação das políticas institucionais para a
educação a distância de forma articulada com as diretorias de Escolas da UnP e de
acordo com Regimento Interno próprio, o NEaD tem na sua estrutura
organizacional5:

a coordenação geral;

as coordenações acadêmica, pedagógica, de produção de recursos
didáticos, de logística, de tecnologias da informação e da comunicação
(TIC´s);

a supervisão de logística;

os revisores de linguagem e estrutura EaD;

o apoio acadêmico, assistentes e estagiários.
A base de trabalho do NEaD é a sede da Universidade, a partir da qual são
mantidas articulações com as coordenaçõess de curso, dos polos, docentes e
tutores.
5
O Regimento Interno do NEaD apresenta as atribuições dos integrantes da sua estrutura
organizacional.
22
PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
23
2.1 DADOS DO CURSO
2.1.1 Denominação
Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos (Catálogo
Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia/MEC – 2010).
2.1.2 Eixo tecnológico
Gestão e Negócios.
2.1.3 Ato de criação e número de vagas
Resolução nº 100/2010 – ConSUni/UnP, de 06 de dezembro de 2010; oferta
de 400 vagas totais anuais. Posteriormente, foram criadas 750 vagas anuais
(Resolução n. 009/2012 – ConSUni).
Atualmente, conforme Resolução n.035/2012 – ConSUni, estão autorizadas
470 vagas, assim distribuídas:
Quadro 6 – Vagas por polo
Zona
Sul
Natal
Mossoró
RN
Caicó
RN
C.Novos
RN
Zona
Norte
Natal
Cuiabá
MT
Fortaleza
CE
Goiânia
GO
Recife
PE
192
77
39
39
71
13
13
13
13
2.1.4 Regime acadêmico
Seriado semestral.
2.1.5 Modalidade de oferta
A distância.
2.1.6 Formas de acesso ao Curso
O ingresso no Curso ocorre por meio de processo seletivo destinado a
egressos do ensino médio ou equivalente; transferência externa e interna e nota do
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Portadores de diploma de graduação
também podem ingressar no Curso, observada a legislação vigente.
24
2.1.7 Carga horária total
1600 horas (1920 horas-aula).
2.1.8 Integralização
Mínimo: 1,5 anos;
Máximo: 3,5 anos.
2.1.9 Local de funcionamento
O Curso tem como sede o Campus Natal - Unidade Roberto Freire, com os
seguintes polos de apoio em 2013.1:
 ZONA NORTE – Natal/RN: Av. Bacharel Tomaz Landim, 3080 “A”, Igapó, CEP:
59104 -000, Natal/RN.
 CAICÓ/RN: Rua Otávio Lamartine, 461 – Centro/Área Urbana, CEP: 59300-000A,
Caicó/RN.
 CURRAIS NOVOS/RN: Praça Cristo Rei, 74, Centro, – CEP: 59380-000, Currais
Novos/RN.
 ZONA SUL – NATAL/RN: Av. Eng. Roberto Freire, 1684, Capim Macio, CEP:
59082-902, Natal/RN.
 MOSSORÓ/RN: Av. João da Escóssia, 1561, Nova Betânia, CEP: 59607-330,
Mossoró/RN.
 CUIABÁ: Rua 09, nº 257, Boa Esperança, CEP 78068-410, Cuiabá/MT.
 FORTALEZA:
Rua
Ildefonso
Albano,
1030,
Aldeota,
CEP
60115-070,
Fortaleza/CE.
 GOIÂNIA: Alameda Rio Vermelho, 542, Aruanã, CEP 74.740-270, Goiânia/GO.
 RECIFE: Rua Gregório Junior, 261, Cordeiro, CEP 50720-740, Recife/PE.
2.1.10 Coordenação
Profª Isabella Mendonça de Souza
Contato: [email protected] / (84) 3216-8633 / 9406-0220
25
2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
2.2.1 Administração de Cursos na UnP
A Coordenadoria de Curso, vinculada à Diretoria de Escola, é um órgão
executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador
de Curso e designado pelo Reitor, para mandato de dois anos, permitida a
recondução.
Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim
como pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento
Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de Curso pode contar com: a) coordenador
acadêmico-administrativo da Escola da qual seja integrante; b) o Conselho de Curso
(ConseC) e o Núcleo Docente Estruturante (NDE) para o desenvolvimento das
atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas nos projetos pedagógicos
(PPCs). No caso dos cursos a distância registra-se o apoio da coordenação
acadêmica do NEaD no tocante aos aspectos acadêmico-pedagógicos e de
produção e customização de recursos didáticos.
As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos
órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os conselhos
e
NDEs dos seus respectivos cursos.
2.2.2 A coordenadoria do CST em Gestão de Recursos Humanos a distância
Coordenação
A gestão do Curso está sob a responsabilidade da professora Isabella
Mendonça de Souza (Portaria N° 297 / 2012 de 01 de agosto de 2012 – Reitoria),
Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba
(UFPB) 1998; especialista em Gestão de Recursos Humanos nas Organizações,
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), concluída no ano 2000.
Atualmente é coordenadora do CST em Gestão de Recursos Humanos na
Universidade Potiguar, nas modalidades presencial e a distância. Exerceu a função
de Diretora Adjunta do Curso de Administração da Universidade Potiguar, no
período de 01 de agosto de 2007 a 01 de agosto de 2012. Ministra, nesta
Universidade, as disciplinas de Fundamentos da Administração, Fundamentos do
Pensamento Organizacional e Negociação Empresarial. Orienta trabalhos de TCC
nas linhas de pesquisa institucionais enfatizando o tema gestão de pessoas. Como
26
coordenadora do Curso preside o Conselho de Curso e o Núcleo Docente
Estruturante. Ainda na UnP é professora do programa de pós-graduação, sobretudo
dos cursos integrantes da Escola de Gestão e Negócios. São 12 (doze) anos de
experiência na área de Administração (dos quais dez no magistério superior docência e gestão acadêmica), com ênfase em Gestão de Recursos Humanos,
atuando principalmente em relação aos seguintes temas: tomada de decisão,
qualidade de vida no trabalho, sistemas de informação, seleção, recrutamento,
educação, treinamento e desenvolvimento de talentos humanos.
Anteriormente à atuação na Universidade Potiguar registra experiência como
professora nos Cursos de Administração e Marketing da Faculdade de Câmara
Cascudo – Grupo Estácio de Sá, no período de 01 de agosto de 2002 a 17 de
dezembro de 2008; nos Cursos de Administração e Marketing da Faculdade de
Natal – Grupo Estácio de Sá, no período de 01 de março de 2000 a 05 de julho de
2004.
Coordenação acadêmico-administrativa
As atividades acadêmicas e administrativas são compartilhadas com o
coordenador acadêmico-administrativo Joab Maciel Saldanha Rodrigues, Bacharel
em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) –
1998, Mestre em Engenharia de Produção por essa mesma Instituição – 2003,
especialista em Marketing pela FGV/RJ – 2007 e Analista Comportamental pelo IBC
(Instituto Brasileiro de Coaching) – 2011.
Possui experiência profissional de 21 anos, sendo 9 (nove) anos de no
magistério superior (docência e gestão acadêmica). Integra o corpo docente da
Universidade Potiguar, ministrando disciplinas da área de Gestão, desde fevereiro
de 2008, tendo exercido atividades de direção acadêmica, pesquisador institucional
e coordenação do PROUNI. Atualmente, é membro associado da Associação
Brasileira de Recursos Humanos – ABRH/RN.
27
2.2.3 Conselho de Curso – ConseC
O Conselho funciona regularmente desde o início do seu funcionamento
(Portaria n. 089.1/2011 de 20/04/2011 – Reitoria) e tem sua composição atual
formalizada conforme a Portaria nº 095, de 04 de abril de 2013, também emitida pela
Reitoria, ambas em conformidade com o disposto Estatuto da Universidade.
As reuniões são realizadas mensalmente, de acordo com datas definidas no
Calendário Acadêmico, havendo a possibilidade de reuniões extraordinárias, quando
necessário.
ConseC instituído em 2013
TITULAR
SUPLENTE
Presidente:
Isabella Mendonça de Souza
Representação docente:
Joab Maciel Saldanha Rodrigues
Luciana Lopes Xavier
Carolina Barbosa Montenegro
Alessandra Silva de Oliveira Martins
Aldeí Rosane Batista Ribeiro
Gustavo Adolfo Maia P. Lacerda Lima
Representação discente:
Ozana Linderléia Ângela de Araújo, Janaina Saionara da Silva matrícula
matrícula 201217548
201356400
Representação do CRA – Conselho Regional de Administração:
Marli de Fátima Ferraz da Silva Tacconi
Silvana Silva de Avelar
28
2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
2.3.1 Necessidade social
O CST em Gestão de Recursos Humanos na modalidade a distância, ofertado
pela UnP a partir de 2011.1, situa-se em um contexto institucional de expansão e
valorização da graduação tecnológica e da educação a distância, expressando o
cumprimento de metas indicadas no PDI em vigor, especialmente no que se refere
à ampliação das possibilidades de acesso da população ao ensino superior.
O Curso tem a sua sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN),
estado que ocupa uma área de 52.796, 79 km², correspondente a 0,62% do território
nacional e registra população, em 2010, de 3.168.027 habitantes distribuídos por
167 municípios. No Brasil, assinala-se uma população de 190.755.799 habitantes
nesse mesmo ano, com estimativa em 2012 de 193.946.886 pessoas. Para o
Nordeste são 53.907.144 e, para o Rio Grande do Norte, 3.228.198 habitantes6.
O Produto Interno Bruto (PIB) do RN em 2010 apresentou crescimento real de
5,1%, inferior à taxa do Brasil (7,5%) e do Nordeste (7,2%). Com estimativa de R$
32.339 milhões, representou 0,9% do PIB brasileiro. O PIB “Per Capita” foi de R$
10.208, superior ao ano anterior: R$ 8.894. Destaca-se o setor serviços, que
representa 74,4% da economia estadual, e que contribuiu de forma decisiva para a
estimativa do PIB do Estado em 2010. Tal crescimento teria sido influenciado pelo
bom desempenho do comércio, principal atividade econômica do RN7.
De acordo com a Pesquisa Anual de Comércio (PAC) de 2010, divulgada pelo
IBGE, registram-se números expressivos nesse setor, no Estado do Rio grande do
Norte, destacando-se, por exemplo, 108.729 pessoas ocupadas e R$ 23.473.118 de
receita bruta de revenda de mercadorias. (Quadro 7).
6
BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação
de
População
e
Indicadores
Sociais
–
Copis.
Disponível
em
www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2012.
7
RIO GRANDE DO NORTE. Governo do Estado. Secretaria de Estado e de Planejamento e das
Finanças. Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. Instituto de
Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN. Rio Grande do Norte: Produto Interno Bruto
do estado e municípios 2006-2010.
29
Quadro 7 – Pesquisa Anual de Comércio – PAC 2010
Número de unidades locais com receita de revenda
Pessoal ocupado em 31/12 em empresas comerciais
Gastos com salários, retiradas e outras remunerações em
empresas comerciais
Margem de comercialização em empresas comerciais
Receita bruta de revenda de mercadorias
17.428
108.729
Unidades
Pessoas
1.097.221
Mil Reais
4.607.689
23.473.118
Mil Reais
Mil Reais
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio, Pesquisa Anual de Comércio
2010.
Já os dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2010, que traz
informações sobre a estrutura produtiva do setor de serviços não financeiros, mostra
para o Estado os dados apresentados no Quadro 8.
Quadro 8 – Pesquisa Anual de Serviços – PAS 2010
Número de empresas
Pessoal ocupado em 31/12
Receita bruta de serviços
Salários, retiradas e outras remunerações.
7.444
92.780
5.554.474
1.088.700
Unidades
Pessoas
Mil Reais
Mil Reais
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio, Pesquisa Anual de Serviços 2010
O Rio Grande do Norte é o maior produtor de petróleo em terra e o segundo
produtor em terra e mar; o terceiro maior produtor nacional de gás natural e o maior
produtor de sal no país. É, também, um dos principais destinos turísticos do país,
com uma rede hoteleira de destaque no Brasil.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio é
o segmento que mais emprega no Estado. O emprego formal cresceu acima dos
índices registrados no Nordeste e no Brasil, segundo o Ministério do Trabalho e do
Emprego, assinalando-se ainda que os incentivos fiscais oferecidos pelo governo
têm estimulado empresários a abrir novas vagas, inclusive aproveitando o boom de
setores como o turismo e o mercado de imóveis.
O Rio Grande do Norte registrou um saldo total de 12.265 empregos gerados
ao longo de 2012, de acordo com informações divulgadas pelo Cadastro Geral de
Empregados e Desempregados (Caged), em janeiro de 2013. Com isso, o RN ocupa
o 6º lugar como o maior saldo na geração de emprego entre os estados da região
Nordeste no acumulado do ano, ocupando a décima oitava posição no ranking que
classifica as Unidades da Federação segundo os seus respectivos saldos de
emprego.
30
No acumulado de janeiro a dezembro de 2012, Natal ocupou a sétima
posição em termos de saldo de emprego, com a criação de 6.424 postos de
trabalho, entre as capitais nordestinas. As outras capitais que tiveram melhor
desempenho foram: Fortaleza (25.551 vagas), Recife (18.687 vagas), Salvador
(13.573 vagas), Teresina (7.403 vagas), João Pessoa (7.318 vagas), Aracajú (6.963
vagas) Natal (6.424), Maceió (5.515 vagas) e São Luis (3.132 vagas).
Dos oito setores econômicos considerados na análise, somente o setor do
comércio registrou saldo positivo em dezembro de 2012. Neste setor, de acordo com
a análise do Caged, o saldo foi de 551 empregos formais gerados no Rio Grande do
Norte, decorrentes de 4.205 admissões e 3.654 desligamentos.
Os setores que contabilizaram os resultados mais acentuados foram: Serviços
(-965), Agropecuária (-806), Construção Civil (-709) e Indústria da Transformação (250) e Construção Civil (-5.068). Ressalta-se que no setor de Serviços os maiores
saldos negativos foram: Ensino (-371) Comércio e Serviços Imobiliários (-348),
Transportes e Comunicação (179), Alojamento e Alimentação (-139 vagas)8.
No plano educacional, o Curso leva em conta a necessidade de atender a
demandas advindas do ensino médio e de ampliar o acesso de jovens e adultos ao
ensino superior, e isso numa realidade em que 60,7% da população ocupada do
país possui 11 (onze) ou mais anos de estudo, ou seja, a Educação Básica completa
(Ensino Fundamental de oito anos)9, o que sugere a necessidade de processos de
formação de nível superior.
Acrescenta-se, ainda, que o CST em Gestão de Recursos Humanos
encontra-se na linha nacional de crescimento de matrículas na graduação
tecnológica (11,4%, contra 6,4% nos cursos de bacharelado, 0,1% nas
licenciaturas), o mesmo ocorrendo em relação à graduação a distância que
apresenta crescimento de 6,7% e, a presencial, de 5,4%, conforme dados do Censo
da Educação Superior de 2011, divulgados pelo Instituto de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP), considerado o espaço de tempo 2010-2011.
Nesse contexto, e considerando os requisitos da atual realidade empresarial,
tornam-se estratégicos: processos de formação com foco na construção de
competências específicas de gestão de pessoas e profissionais preparados para
8
http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2013/01/rn-gera-12265-empregos-celetistas-em2012-e-fica-em-6-no-nordeste.html, acesso em 20/03/2013 às 11:13.
9
BRASIL. Anuário da Educação Básica 2012. São Paulo: Moderna [s.d].
31
assumir as atividades ditas tradicionais da área e para enfrentar os novos desafios
postos às organizações, como o desenvolvimento de programas de certificações de
qualidade, de gestão ambiental, de responsabilidade social e de gestão por
competência, entre outras.
A viabilização de um curso a distância, e com as peculiaridades de uma
graduação tecnológica, como é o caso do CST em Gestão de Recursos Humanos,
encontra-se diretamente relacionada às condições que apresenta a atual sociedade
brasileira do ponto de vista econômico, político, social, educacional e cultural e de
sua posição no cenário internacional.
Essas demandas ficam mais acentuadas quando se considera que: a) apenas
37 Instituições de Educação Superior (IES) ofertam esse curso, a distância 10, o que
parece insuficiente considerando os déficits educacionais ainda existentes na
sociedade brasileira; b) são inúmeros os municípios interioranos que não contam
com IES, o que pode ser amenizado, do ponto de vista do atendimento a
necessidades socioeducaionais, com a oferta do curso.
A formação de gestores de recursos humanos, portanto, assume relevância
social ao se situar em uma região, como a nordestina, cujas potencialidades e
crescentes avanços econômicos e sociais ainda não têm sido suficientes para
oferecer à população condições de acesso a um dos diretos humanos: a educação.
2.3.2 Concepção
O Curso funciona de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais
instituídas pelos Pareceres CNE/CP n. 436/2001 e n. 29/2002, e Resolução CNE/CP
n. 3/2002; em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016), considerando também o Decreto n.
5622/2005 que trata da educação a distância (EaD), alterado pelo Decreto
6306/2007, e outros dispositivos oficiais pertinentes.
O processo formativo implementado pelo Curso pressupõe uma ação
educativa metódica e intencional, construída por meio de interações aluno/objeto de
estudo/professor/tutor, com a utilização do ambiente virtual de aprendizagem (AVA) UnP Virtual, a partir da compreensão educação a distância como:
10
Conforme consulta sistema e-mec, Instituições de Educação Superior e cursos cadastrados.
Disponível em http://emec.mec.gov.br/ Acesso em mar/2013.
32
mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem
(que) ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e
comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades
11
educativas em lugares ou tempos diversos .
Nas palavras de Arafeh12, a EaD abrange uma vasta gama de novas
tecnologias, pedagogias, estilos de aprendizagem, habilidades e ambientes, e outros
conceitos e práticas modelados no âmbito do desenvolvimento social e tecnológico,
possibilitando a oferta de conteúdo educacional dentro e fora dos tradicionais
ambientes educacionais. A autora retoma a ideia tradicional de que a educação a
distância tem como elementos constitutivos a educação (traduzida nos processos de
ensino e aprendizagem); divergência geográfica ou temporal; um meio de
transmissão (tecnologia) e informações ou conteúdos de comunicação.
A concepção pedagógica adotada pelo Curso, em relação à aprendizagem, é
a de que esta deve se efetivar na interrelação com o outro, sempre com a mediação
da linguagem, e como um processo de elaboração compartilhada de significações.
Assim sendo, aprender é um ato social, embora materializado individualmente.
Visto que os cursos superiores de tecnologia, em geral, assim como os
ofertados a distância têm, na sua maioria, alunos adultos, como é o caso do CST em
Gestão de Recursos Humanos, as colaborações de Malcom Knowles também são
essenciais, adotando-se, no presente Projeto, o conceito e princípios da andragogia
para a compreensão do processo de aprendizagem do adulto.
Também é importante, no Curso, o pensamento de Paulo Freire,
particularmente no que se refere à conscientização como um processo de inserção
crítica do indivíduo na realidade e de atuação para transformá-la (educação
transformadora), e à necessidade de construção da autonomia intelectual do
estudante.
Esse propósito pressupõe mudanças, as quais, segundo Behar, estariam
pautadas no “desenvolvimento das competências e habilidades, o respeito ao ritmo
11
BRASIL. Presidência da República. Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o
art. 80 da LDB, que estabelece as diretrizes e bases da Educação a Distância. Disponível
em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5622.htm>. Acesso em: 10
fev. 2010.
12
ARAFEH, Sousan. The Implications of Information and Communications Technologies for Distance
Education: Looking Toward the Future. SRI International, Arlington, Virginia, June 2004, 10-11.
Disponível em:<http://www.sri.com/policy/csted/reports/sandt/it/Distance_Ed_Lit_Review_FINAL_6-904.pdf>. Acesso em: 09 fev. 2011.
33
individual, a formação de comunidades de aprendizagem e as redes de convivência,
entre outras”13.
Desse modo, o modelo pedagógico adotado pelo CST em Gestão de
Recursos Humanos compreende elementos teóricos - que explicam e orientam a
forma de abordagem do currículo e que se concretiza nas práticas pedagógicas, as
quais requerem, necessariamente, interações professor/aluno/objeto de estudo - e,
ao mesmo tempo, elementos práticos – essenciais ao Curso, por sua natureza
enquanto graduação tecnológica.
Ao mesmo tempo, o processo formativo está referido às relações sociais e
produtivas, as quais influenciam conceitos, princípios e objetivos do Curso. Buscase, portando, a articulação entre conhecimentos científicos e os contextos, e o
desenvolvimento de valores éticos, considerando a diversidade de pessoas e grupos
e a necessidade de preservação ambiental.
O Curso ainda enfatiza a necessidade de manter-se o egresso atualizado em
relação às novidades de sua profissão, relacionando-as às principais questões
econômicas, sociais, políticas e ambientais, internacionais e nacionais.
Assim, na sua oferta é enfatizada a integração/interação com o mercado de
trabalho, considerando as constantes inovações tecnológicas e científicas e a
complexidade das questões mercadológicas, conforme apontado pelas diretrizes
curriculares nacionais gerais (Resolução CNE/CES n. 3/2002).
É importante que o aluno entenda que a revolução tecnológica, ao sacudir as
bases da maioria das atividades econômicas e da sociedade em geral, torna
inviáveis negócios que não se atualizem e não apresentem diferenciais de
competitividade e que, nesse contexto, o gestor de recursos humanos deve estar
comprometido com a ética, respeitando as condições de sustentabilidade das
pessoas, das organizações e do meio ambiente. Ele deve analisar e interpretar
práticas de gestão e do comportamento humano, utilizando conhecimentos
humanísticos extraídos das ciências sociais aplicadas; operando o planejamento e a
organização da gestão de pessoas de modo a atingir os objetivos do investidor e da
sociedade; compreendendo que qualquer organização, em menor ou maior grau,
tem o seu desempenho associado ao desempenho de seus profissionais, cabendo-
13
BEHAR, Patrícia Alejandra (Org.). Modelos pedagógicos em Educação a Distância. Porto
Alegre: Artmed, 2009.
34
lhes, na atualidade, contribuir para o desenvolvimento das organizações com
sustentabilidade com base no fato de que:
a) o
mercado
é
significativamente
dinâmico,
observando-se,
constantemente, transformações nos modos de gestão das pessoas e dos
processos de trabalho, assim como a necessidade de atualização dos
saberes e das tecnologias adotadas. Nesse contexto, são requeridas das
empresas condições de competitividade e profissionais capacitados,
preparados e conhecedores de práticas modernas de gestão em seus
diversos níveis organizacionais: estratégico, tático e/ou operacional;
b) a gestão de pessoas vem apresentando historicamente modelos distintos,
diferenciando a empresa no mercado em que está situada e construindo
ou consolidando a sua imagem;
c) a manutenção ou ampliação das vantagens competitivas das empresas
está diretamente relacionada à condição que tenham os recursos
humanos de agir em padrões de excelência, sendo estratégicos, portanto,
os conceitos e ferramentas adotadas no gerenciamento de pessoas;
d) as
vantagens
autoconhecimento,
competitivas
do
dos
conhecimento
profissionais
do
ambiente
resultam
e
do
do
próprio
desenvolvimento pessoal e profissional.
Integrando o eixo tecnológico gestão e negócios, o Curso promove estudos
teóricos e práticas diversificadas que incidem no planejamento e gerenciamento dos
subsistemas de gestão de pessoas: recrutamento e seleção, cargos e salários,
treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho, rotinas de pessoal,
benefícios, gestão de carreiras e sistema de informação de recursos humanos14.
Essa perspectiva pressupõe atividades integradas
que estão sendo
viabilizadas, por exemplo, por meio dos projetos interdisciplinares.
Adota-se, nessa dinâmica, como um dos princípios curriculares, a
contextualização, a respeito do qual, como relatora do Parecer CNE/CEB n.
15/1998, Guiomar Namo de Mello destaca:
14
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Catálogo
Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Brasília, 2010.
35
O tratamento contextualizado do conhecimento é o recurso que a escola
tem para retirar o aluno da condição de espectador passivo. Se bem
trabalhado permite que, ao longo da transposição didática, o conteúdo
do ensino provoque aprendizagens significativas que mobilizem o aluno
e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de
reciprocidade.
A contextualização evoca áreas, âmbitos ou dimensões presentes na vida
pessoal, social e cultural dos sujeitos e mobiliza competências cognitivas já
adquiridas.
Permeando esse entendimento, e como segundo princípio, está a
necessidade de uma constante atualização deste Projeto Pedagógico e das formas
de sua implementação, observadas as demandas sociais.
A interdisciplinaridade, terceiro princípio que rege o Curso, diz respeito à
adoção de estratégias metodológicas por meio das quais os alunos devem instituir
articulações entre os conhecimentos pertinentes ao campo gestão de recursos
humanos e conceitos, metodologias e instrumentos inerentes a outros campos
disciplinares afins.
A identidade, a diversidade e a autonomia são princípios que redefinem a
relação a ser mantida entre o Curso e empresas, tendo em vista os objetivos do
próprio Curso e as demandas do mercado.
Acrescenta-se ainda, como central no CST em Gestão de Recursos
Humanos, o reconhecimento da importância das pessoas no sentido de que as
organizações devem atingir seus objetivos, mas de modo socialmente responsável.
O propósito é a formação de profissionais comprometidos com as relações humanas
e com o desenvolvimento organizacional, adotando sempre atitudes éticas que
abrangem o respeito à diversidade e a preservação ambiental.
36
2.3.3 Objetivos
GERAL:
Formar o tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos com rigor científico e
capacidade tecnológica, com vistas a uma atuação profissional humanística e ética,
respeitando as condições de sustentabilidade das pessoas, das organizações e do
meio ambiente.
ESPECÍFICOS:

Preparar profissionais com atitude empreendedora para atuar na área de
Recursos Humanos, operando eficazmente os subsistemas da área em
organizações de diferentes portes e ramos de atividade;

Capacitar o aluno para atuar de forma ética e engajado com a sustentabilidade e
a responsabilidade social;

Desenvolver estudos teóricos e práticos que possibilitem a implementação de
ações voltadas aos processos de planejamento e execução das atividades
pertinentes à gestão de pessoas;

Desenvolver situações didático-pedagógicas que promovam a construção de
uma visão global e crítica do cenário organizacional atual, sob o ponto de vista
de suas transformações em relação às inovações tecnológicas e às relações de
trabalho;

Instigar o aluno a vivenciar valores e atitudes de respeito aos direitos dos
cidadãos e do consumidor, à diversidade cultural, às profissões e à hierarquia;

Ampliar a fluência digital do aluno em mídia de ensino a distância,
crescentemente exigida em programas de educação corporativa nas empresas.
37
2.3.4 Perfil profissional do egresso
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos,
modalidade a distância, é desenvolvido na perspectiva de que o egresso apresente
as seguintes competências gerais:
a) competência empreendedora, que significa a capacidade para conceber a criação
de uma empresa, unidade de negócio, produto ou serviço;
b) competência gestora, expressa nas condições que o futuro profissional apresente
para analisar a viabilidade de produção e/ou operação de um negócio,
departamento, produto ou serviço;
c) competência para gerenciar com propriedade a área de recursos humanos, em
permanente sinergia com a estratégia da empresa, sempre se valendo das melhores
práticas de gestão de pessoas nos níveis organizacional e individual.
Além dessas, é focalizada a construção de competências para o autoestudo inerente a cursos a distância e importante numa perspectiva de educação
continuada - e para a utilização das potencialidades da tecnologia da comunicação e
da informação nos novos processos de trabalho.
2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Além das competências gerais, o egresso deve apresentar as competências e
habilidades específicas a seguir:
• comunicar-se de forma adequada e eficaz;
• agir eticamente e com flexibilidade, criatividade e adaptabilidade diante de
situações organizacionais desafiadoras;
• eleger e compreender as variáveis internas e externas que impactam na
gestão das organizações;
• identificar,
elaborar
e
implementar
programas
de
treinamentos
e
desenvolvimento de pessoas;
• formatar, aplicar e analisar programas de avaliação de desempenho;
• gerir eficazmente processos de recrutamento, seleção e programas de
carreiras;
• utilizar de forma eficiente a ferramenta de planejamento estratégico;
• demonstrar capacidade de liderança, buscando o desenvolvimento das
potencialidades humanas e considerando a diversidade;
38
• compreender e avaliar o ambiente em que está inserido, identificando
cultura, estrutura, tecnologias e clima organizacional;
• analisar programa de segurança do trabalho;
• saber negociar com grupos de interesses;
• dominar a legislação e conceitos técnicos pertinentes à gestão de pessoas;
• compreender e implementar sistemas de cargos e remuneração;
• implantar sistemas de informação de recursos humanos;
 estruturar, de forma eficiente, rotinas de trabalho de pessoal.
O egresso deve demonstrar uma postura ética de respeito à diversidade de
etnias, pensamento, culturas e credo e adotar atitudes voltadas para a preservação
ambiental.
O conjunto das competências e habilidades está organizado numa sequência
que propicia ao aluno a obtenção de certificações intermediárias, conforme
especificações no PPC, o que se configura como uma das estratégias de
flexibilização curricular – princípio previsto nas diretrizes curriculares nacionais
gerais para a graduação tecnológica.
2.3.4.2 CAMPOS DE ATUAÇÃO E FUNÇÕES
O tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos na modalidade a distância,
egresso da UnP, estará preparado para atuar nas diversas áreas e segmentos do
mercado: empresas privadas, instituições governamentais e/ou organizações nãogovernamentais, apresentando condições para a análise do planejamento das
organizações e da dinâmica operacional da empresa onde atuará.
O futuro profissional poderá assumir atividades de operacionalização dos
processos de recrutamento e seleção, pesquisa de clima organizacional, programas
de avaliação de desempenho, administração da folha de pagamento e rotinas
administrativas de pessoal, elaboração de planos de cargos e salários, formatação e
implementação de programas de treinamento. Diante das competências específicas
adquiridas no curso, o profissional poderá ainda assumir cargos de nível tático
(supervisão e gerência).
39
2.3.5 Organização curricular
O Curso está organizado em 4 séries, com um mínimo de 1600 horas (1920
horas-aula), considerando o disposto: a) nas diretrizes curriculares nacionais para os
CSTs; b) no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia; c) no Decreto
n. 5622/2005 (alterado pelo Decreto n. 6303/2007); d) nos Referencias de Qualidade
para Educação Superior a Distância; e) na Resolução CNE/CES n. 3/2007, no
tocante ao conceito de horas-aula. São cumpridos também os seguintes requisitos
legais:
REQUISITOS
ESTRATÉGIAS DE CUMPRIMENTO
Decreto n. 5626, de 22 de
dezembro de 2005 (Libras)
Inclusão de LIBRAS
curriculares em vigor
Parecer CNE/CP n. 003, de 10
de março de 2004 e Resolução
CNE/CP n. 1, de 17 de junho de
2004 (educação das relações
étnico-raciais)
Oferta da disciplina sociedade e educação das relações
étnico-raciais (estrutura 2012).
Tratamento transversal com consolidações na disciplina
Sociedade, Direito e Cidadania (estrutura 2013).
Lei n. 9.795, de 27 de abril de
1999 e Decreto n. 4.281, de 25
de junho de 2002 (educação
ambiental)
como
optativa
nas
estruturas
Oferta de disciplinas: i) Responsabilidade Social e Meio
Ambiente (3ª série/estrutura/2011); ii) Empreendedorismo e
Sustentabilidade (2ª série/estrutura 2012); iii) Tratamento
transversal com sínteses na disciplina Sociedade, Direito e
Cidadania (4ª série, estrutura 2013)
Do ponto de vista curricular, a organização do Curso apresenta as seguintes
características:

a seleção das disciplinas é feita sob os princípios da sua relevância para
o desenvolvimento do perfil profissional e da necessidade de construção
de aprendizagens significativas, o que pressupõe o contato dos alunos
com as condições do futuro exercício profissional e a integração entre
teoria e prática;

enseja a flexibilidade curricular, mediante, sobretudo, a emissão do
Certificado de Qualificação Profissional de nível Tecnológico em Gestão
Empreendedora, ao final da 2ª série;

a sequência das disciplinas propicia a interdisciplinaridade, princípio
viabilizado também por meio de atividades de iniciação científica e de
extensão e da oferta da disciplina Projeto Interdisciplinar;
40

os estudos e atividades realizadas ao longo das quatro séries são
conduzidos sob a concepção do uso crescente de novas tecnologias nos
processos produtivos e do relacionamento dos processos de trabalho com
os
padrões
econômicos,
sociais
e
culturais
das
sociedades
contemporâneas.
No âmbito das orientações da UnP, o Curso desenvolve três estruturas
curriculares (2011/12/13) e segue o previsto no Projeto Pedagógico Institucional e no
PDI 2007/2016, especialmente no que se refere à implementação de políticas,
objetivos e metas.
2.3.5.1 LÓGICA CURRICULAR
A organização do Curso compreende, como ilustra a figura 2, três ciclos de
formação (geral, básico profissionalizante e profissionalizante), constituídos por
blocos de conhecimentos (fundamentação geral básica; fundamentação em
gestão; estudos em recursos humanos).
Os blocos agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base
conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos constitutivos e estão
definidos na perspectiva de atenuar a fragmentação dos saberes, fenômeno que se
articula à divisão social e técnica do trabalho. Os blocos de conhecimentos, por sua
vez, têm desdobramentos em disciplinas, delimitando-se campos de estudo de
teorias e práticas em um nível particular.
Com esta lógica, que pressupõe interações entre ciclos, blocos e disciplinas,
pretende-se que o aluno possa, gradualmente, apreender saberes específicos, em
perspectiva interdisciplinar, num caminho teórico e metodológico que vai do mais
simples para o mais complexo; do geral para o particular15.
15
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria de Graduação e Ação Comunitária. Reforma curricular
2010. Natal, 2009.
41
Figura 2 – Lógica curricular
Apresentando peculiaridades, porém exigindo interações, os ciclos são assim
caracterizados:
a) de formação geral e humanística, comportando uma base de
conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão de
conceitos que circundam o exercício do futuro profissional;
b) básico profissionalizante, destinado a estudos próprios da área do
Curso, abrangendo disciplinas que irão compor a base para a
compreensão do objeto da profissão;
c) profissionalizante,
compreendendo
estudos
específicos
e
mais
verticalizados do próprio Curso, consolidando-se, nessa etapa, o
processo de formação em nível de graduação.
Ainda que apresente peculiaridades, cada ciclo não se fecha em si próprio.
Antes, pressupõe interconexões, tanto que um mesmo ciclo pode conter blocos de
conhecimentos que se espalham durante o desenvolvimento do Curso, não se
restringindo a uma determinada série ou a um determinado momento curricular. A
dinâmica é, portanto, de interações, de forma que o estudante pode retomar/ampliar
aspectos tratados nas diversas etapas da sua formação.
Considerando a lógica curricular (ciclos, blocos e disciplinas) em relação à
estrutura curricular 2011.1 tem-se a seguinte configuração (quadro 9):
42
Quadro 9 – Organização do Curso por ciclos de formação, blocos de
conhecimentos e disciplinas – estrutura 2011
CICLOS DE FORMAÇÃO
BLOCOS DE
CONHECIMENTOS
DISCIPLINAS
Leitura e Produção de Texto
Ética, Cidadania e Direitos Humanos
Fundamentos de LIBRAS
GERAL E HUMANÍSTICO
Fundamentação Geral Básica
Psicologia Organizacional
Higiene, Segurança e Qualidade de
Vida no Trabalho
Legislação
Comunicação Empresarial
Empreendedorismo
Gestão Empresarial
Construção do Conhecimento
Metodologia da Pesquisa
BÁSICO
PROFISSIONALIZANTE
Fundamentação em Gestão
Responsabilidade
Ambiente
Liderança
Equipes
e
Social
e
e
Meio
Desenvolvimento
de
Contabilidade Básica
Gestão do Conhecimento
Carreira Profissional
e
da
Negociação Empresarial e Processo
Decisório
Avaliação
de
Desempenho
Planejamento de Carreira
e
Clima e Cultura Organizacional
Treinamento
e
Organizacional
PROFISSIONALIZANTE
Estudos em Recursos
Humanos
Desenvolvimento
Ergonomia
Gestão Estratégica de Pessoas
Recrutamento e Seleção
Rotinas de Pessoal
Sistemas de Informação Gerencial
Projeto Interdisciplinar
Essas disciplinas, cujas ementas e bibliografias constam do anexo A, têm a
sua distribuição por série e cargas horárias estabelecidas na estrutura curricular
implantada em 2011.1.
43
Estrutura curricular 2011
Implantada em 2011.1 para oferta nos polos Caicó e Currais Novos/RN e em
2011.2 no Polo Zona Norte em Natal/RN, a estrutura inicial do Curso está
organizada com 1600 horas (1920 horas-aula) - exclusive LIBRAS.
Quadro 10 – Estrutura Curricular 2011
SÉRIE
1ª
2ª
3ª
4ª
DISCIPLINAS
Comunicação Empresarial
Construção do Conhecimento e
Metodologia da Pesquisa
Empreendedorismo
Gestão Empresarial
Leitura e Produção de Texto
Total 1ª série
Ética
Cidadania
e
Direitos
Humanos
Higiene, Segurança e Qualidade
de Vida no Trabalho
Liderança e Desenvolvimento de
Equipes
Psicologia Organizacional
Ergonomia
Negociação
Empresarial
e
Processo Decisório
Total 2ª série
Clima e Cultura Organizacional
Gestão do Conhecimento e da
Carreira Profissional
Gestão Estratégica de Pessoas
Recrutamento e Seleção
Responsabilidade Social e Meio
Ambiente
Treinamento e Desenvolvimento
Organizacional
Total 3ª série
Contabilidade Básica
Sistemas de Informação Gerencial
Avaliação de Desempenho e
Planejamento de Carreira
Legislação
Projeto Interdisciplinar
Rotinas de Pessoal
Total 4ª série
Libras (optativa)
Carga Horária Obrigatória (h/a)
CARGA HORÁRIA (H/A)
CH SEMANAL
CH
Semestral
Teórica Prática
Total
4
0
4
80
4
0
4
80
4
4
4
20
0
0
0
0
4
4
4
20
80
80
80
400
2
0
2
40
5
0
5
100
4
0
4
80
5
5
0
0
5
5
100
100
4
0
4
80
25
4
0
0
25
4
500
80
4
0
4
80
5
4
0
0
5
4
100
80
4
0
4
80
5
0
5
100
26
4
4
0
0
0
26
4
4
520
80
80
5
0
5
100
3
4
5
25
3
0
0
0
0
0
3
4
5
25
3
Teórica
Prática
Total
60
80
100
500
60
CH dos
Semestres
1920
1920
60
1980
96
0
Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias
INTEGRALIZAÇÃO Carga Horária da Disciplina Optativa
Carga Horária Total de Integralização do Curso
96
44
Aperfeiçoamentos Curriculares
A
estrutura
curricular
inicialmente
estabelecida
é
modificada
para
ingressantes em 2012.1, considerando resultados de discussões efetivadas pelo
NDE em conjunto com o Conselho do Curso, em função do aperfeiçoamento do
processo formativo e do atendimento a aspectos legais relacionados à educação
para as relações étnico-raciais.
Com a nova estrutura, cujas disciplinas têm as respectivas ementas e
bibliografias compondo o anexo B, ficam mantidos: a) o cumprimento de dispositivos
legais e normativos; b) a carga horária mínima de 1600 horas. As alterações
principais dizem respeito, sinteticamente, a:
a) inclusão de novas disciplinas, como Comunicação Empresarial;
b) mudança de nomenclatura de algumas unidades curriculares e fusão de
outras;
c) ampliação
da
carga
horária
de
Projeto
Interdisciplinar,
com
desdobramentos na sua oferta, agora efetivada em três séries,
começando pela 2ª, na perspectiva do reforço à interdisciplinaridade.
45
Quadro 11 – Organização do Curso por ciclos de formação, blocos de
conhecimentos e disciplinas – estrutura 2012
Ciclos de formação
Blocos de Conhecimentos
Disciplinas
Economia
Comunicação e Expressão
Métodos Quantitativos
GERAL E HUMANÍSTICO
Fundamentação Geral
Básica
Fundamentos de LIBRAS
Comportamento Organizacional
Sociedade e educação das Relações
Étnico-raciais
Legislação
Comunicação Empresarial
Empreendedorismo e Sustentabilidade
Gestão Financeira
Gestão de Marketing
BÁSICO
PROFISSIONALIZANTE
Fundamentação em
Gestão
Gestão de Pessoas
Gestão de Produção e Logística
Criatividade e Inovação
Contabilidade e Custos
Gestão do Conhecimento e Aprendizagem
Organizacional
Negociação
Avaliação
de
Desempenho
Planejamento de Carreira
e
Estratégias Mercadológicas
Educação Corporativa
PROFISSIONALIZANTE
Estudos em Recursos
Humanos
Estratégias
de
Desempenho
Planejamento de Carreira
e
Gestão Integrada
Competências
e
de
Rotinas de Pessoal
Projeto Interdisciplinar I
Projeto Interdisciplinar II
Projeto Interdisciplinar III
Treinamento
46
Quadro 12 – Estrutura Curricular – 2012
SÉRIE
1ª
2ª
3ª
4ª
DISCIPLINAS
Comportamento Organizacional
Comunicação e Expressão
Contabilidade e Custos
Legislação
Métodos Quantitativos
Negociação
Total 1ª série
Criatividade e Inovação
Economia
Empreendedorismo e Sustentabilidade
Gestão de Marketing
Gestão de Pessoas
Projeto Interdisciplinar I
Total 2ª série
Estratégias Mercadológicas
Gestão da Produção e Logística
Gestão
do
Conhecimento
e
Aprendizagem Organizacional
Gestão Estratégica de Pessoas
Gestão Financeira
Projeto Interdisciplinar II
Total 3ª série
Avaliação
de
Desempenho
e
Planejamento de Carreira
Educação Corporativa
Estratégias de Captação de Pessoas e
Sistemas de Recompensa
Gestão Integrada de Treinamento e
Competências
Projeto Interdisciplinar III
Rotinas de Pessoal
Sociedade e Educação das Relações
Étnico-raciais
Total 4ª série
Carga Horária Obrigatória (h/a)
Disciplina Opcional
INTEGRALIZAÇÃO
LIBRAS
CARGA HORÁRIA (H/A)
CH SEMANAL
CH
Semestral
Teórica
Prática
Total
4
0
4
80
4
0
4
80
4
0
4
80
2
0
2
40
4
0
4
80
2
0
2
40
20
0
20
400
2
0
2
40
4
0
4
80
4
0
4
80
4
0
4
80
4
0
4
80
2
0
2
40
20
0
20
400
4
0
4
80
4
0
4
80
2
0
2
40
4
4
2
20
0
0
0
0
4
4
2
20
80
80
40
400
2
0
2
40
2
0
2
40
2
0
2
40
2
0
2
40
4
4
0
0
4
4
80
80
4
0
4
80
20
0
20
400
Teórica
Prática
Total
80
0
80
CH dos
Semestres
1600
3
0
3
60
Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias
Carga Horária da Disciplina Opcional
Carga Horária Total de Integralização do Curso + Disciplina
Opcional
1600
60
1660
47
Organização do Curso em 2013
Em 2013.1 entra em vigência uma nova estrutura curricular fruto de ampla
discussão entre os núcleos docentes estruturantes, coordenadores de CSTs e
setores responsáveis pela educação a distância nas Instituições de Ensino Superior
(IES) da Laureate no Brasil.
Tal discussão orientou-se principalmente por:
a) resultados da autoavaliação de cursos de algumas IES que apontavam a
necessidade de aperfeiçoamento dos procedimentos metodológicos e de
diversificação de recursos didáticos;
b) necessidade de facilitar a mobilidade estudantil entre as IES;
c) necessidade de fortalecer as estratégias de: i) integração entre os cursos
da Escola de Gestão e Negócios; ii) flexibilização curricular.
A organização do Curso em 2013, portanto, apresenta nova configuração em
relação à lógica curricular, conforme quadros 13 e 14).
48
Quadro 13– Organização do Curso por ciclos de formação, blocos de
conhecimentos e disciplinas – estrutura 2013
Ciclos de formação
Blocos de Conhecimentos
Disciplinas
Modelos de Administração
Comunicação e Expressão
GERAL E
HUMANÍSTICO
Fundamentação Geral
Básica
Raciocínio Lógico
Métodos Quantitativos
Comportamento Organizacional
Sociedade, Direito e Cidadania
Economia
Comunicação Empresarial
Empreendedorismo
Gestão Financeira
Gestão de Marketing
BÁSICO
PROFISSIONALIZANTE
Fundamentação em Gestão
Gestão de Pessoas
Gestão de Produção e Logística
Contabilidade e Custos
Gestão
do
Conhecimento
Aprendizagem Organizacional
e
Negociação
Avaliação
de
Desempenho
Planejamento de Carreira
e
Estratégias Mercadológicas
Gestão Estratégica de Pessoas
Educação Corporativa
PROFISSIONALIZANTE
Estudos em Recursos
Humanos
Estratégias de Captação de Pessoas e
Sistemas de Recompensa
Gestão Integrada
Competências
de
Rotinas de Pessoal
Projeto Interdisciplinar I
Projeto Interdisciplinar II
Projeto Interdisciplinar III
Treinamento
e
49
A nova estrutura curricular (com ementas e bibliografias compondo o anexo
C), que passa a vigorar para os alunos ingressantes em 2013.1, apresenta como
principais modificações: exclusão de disciplinas, como Criatividade e Inovação;
mudança de unidade curricular de uma para outra série, a exemplo de Contabilidade
e Custos, que passa da 1ª para a 2ª série; inclusão de novas disciplinas, como
Modelos de Administração e Raciocínio Lógico, na 1ª série e Sociedade, Direito e
Cidadania.
Assinala-se ainda a permanência de Libras, como disciplina optativa, nos
termos do Decreto 5626/2005, e o acréscimo das seguintes unidades curriculares
como reforço à flexibilidade curricular:

Antropologia e Cultura Brasileira;

Liderança e Motivação de Equipes;

Gestão de Projetos;

Marketing de Relacionamento.
50
Quadro 14 – Estrutura Curricular – vigente a partir de 2013.1
Série
1ª
2ª
3ª
4ª
DISCIPLINAS
Comportamento Organizacional
Comunicação e Expressão
Comunicação Empresarial
Gestão de Marketing
Modelos de Administração
Raciocínio Lógico
Total 1ª série
Contabilidade e Custos
Economia
Empreendedorismo
Gestão de Pessoas
Métodos Quantitativos
Projeto Interdisciplinar I
Total 2ª série
Estratégias Mercadológicas
Gestão da Produção e Logística
Gestão do Conhecimento e
Aprendizagem Organizacional
Gestão Estratégica de Pessoas
Gestão Financeira
Projeto Interdisciplinar II
Total 3ª série
Avaliação de Desempenho e
Planejamento de Carreira
Educação Corporativa
Estratégias de Captação de
Pessoas
e
Sistemas
de
Recompensa
Gestão
Integrada
de
Treinamento e Competências
Negociação
Optativa
Projeto Interdisciplinar III
Rotinas de Pessoal
Sociedade, Direito e Cidadania
Total 4ª série
Carga Horária Obrigatória
INTEGRALIZAÇÃO
Teórica
3
2
3
3
4
2
17
3
4
1
3
4
1
16
3
3
CARGA HORÁRIA
CH SEMANAL
Prática
Total
1
4
0
2
1
4
1
4
0
4
0
2
3
20
1
4
0
4
1
2
1
4
0
4
1
2
4
20
1
4
1
4
CH
Semestral
80
40
80
80
80
40
400
80
80
40
80
80
40
400
80
80
2
0
2
40
3
3
1
15
1
1
1
5
4
4
2
20
80
80
40
400
1
1
2
40
1
1
2
40
1
1
2
40
2
0
2
40
2
2
1
3
2
15
0
0
1
1
0
5
2
2
2
4
2
20
40
40
40
80
40
400
Teórica
Prática
Total
63
17
80
Carga Horária Total das Disciplinas
Carga Horária da Disciplina Optativa
Carga Horária Total de Integralização do Curso
CH dos
Semestres
1600
1560
40
1600
51
2.3.5.2 OFERTA
A oferta, em todas as séries, ocorre por blocos de disciplinas (figura 3), de
modo a facilitar a ambiência do aluno à modalidade, observando-se que:
a) na 1ª série são três blocos, cada um composto por duas disciplinas;
b) nas séries 2ª e 3ª a oferta compreende dois blocos, cada um com seis
disciplinas;
c) a 4ª série tem dois blocos, sendo um com três unidades curriculares e o
outro com duas.
Na medida em que cada bloco contém um número reduzido de disciplinas,
com oferta média de 60 dias, torna-se possível para o aluno dedicar-se mais
intensivamente aos estudos e atividades previstas nos planos de ensino, facilitando,
por pressuposto, a construção de suas aprendizagens.
Figura 3 – Blocos do Curso por série
Formatos de oferta
Quando da implantação do Curso existia apenas o formato on line de oferta,
com um encontro presencial obrigatório destinado à avaliação da aprendizagem. A
partir de 2012.1 acrescentou-se o formato GEx (graduação executiva), com dois
encontros semanais presenciais obrigatórios.
52
Essa modalidade, estruturada com base em pesquisa16, atende a um público
já atuante no mercado de trabalho e com expectativas de atualização e ascensão
profissional, de melhoria salarial e de obtenção de diploma de graduação.
Todavia, para esse mesmo público, segundo a referida pesquisa, o requisito
legal de frequência a um curso presencial inviabilizaria a sua participação, dadas as
condições dos horários de trabalho. Da mesma forma, a oferta a distância nos
moldes on line não lhe seria tão atrativa na medida em que teria suas aprendizagens
construídas quase que exclusivamente por meio de atividades mediadas por
computador, com pouca mediação do professor, presencialmente:
Totalmente a distância é muito impessoal, e o ser humano é um ser
social. A presença de um professor é importante!
Eu acho interessante uma mescla, pela dificuldade de deslocamento.
Tem a questão do trabalho e por morar fora de Natal.
A citada pesquisa sintetiza essa percepção: a grande maioria acredita que a
presença de um professor seja fundamental para orientar e motivar os estudos.
Dados os resultados positivos do formato GEx, progressivamente, e com
vistas ao aperfeiçoamento da oferta, amplia-se o quantitativo de encontros
presenciais na forma on line, em todos os polos.
2.3.5.3 ESTRATÉGIAS DE INTERDISCIPLINARIDADE
A interdisciplinaridade é implementada na perspectiva de que o aluno possa
integrar conteúdos de uma mesma série, ou de diferentes séries, e ainda
estabelecer relações entre esses conteúdos e aqueles situados em campos do
conhecimento afins.
A proposta do Curso é estimular a realização de estudos, pesquisas,
seminários, práticas reflexivas e implementar inovações pedagógicas e a adoção de
procedimentos metodológicos que coloquem em evidência uma nova atitude do
professor e do aluno que expresse um novo modo de ser e de agir visando ao
desenvolvimento do ser humano.
16
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pesquisa Working Adult UnP. Natal, 2011.
53
É nessa perspectiva que estão organizados os projetos interdisciplinares
(estruturas 2012 e 2013), cujo desenvolvimento deve propiciar ao aluno a percepção
de que uma determinada área de conhecimento se intercomunica com outras,
podendo formar um todo constituído de partes (embora não se neguem as
especializações associadas à divisão social e técnica do trabalho).
Pela metodologia adotada, a execução dos projetos interdisciplinares
oportuniza aos alunos o desenvolvimento da sua autonomia intelectual, do espírito
investigativo e o contato com realidades do mercado de trabalho.
Desenvolvimento dos projetos interdisciplinares
Os projetos interdisciplinares I, II e III são trabalhados a partir de temáticas e
atividades para as quais devem convergir as disciplinas ofertadas na série de oferta
do projeto e as da série anterior.
Para tanto, compete ao professor de cada disciplina/projeto adotar estratégias
que estimulem o aluno a retomar os conteúdos já estudados e a estabelecer
relações entre esses conteúdos e a atividade do projeto. A perspectiva, portanto, é
de
aproximações
projeto/conteúdos
afins
e
intercomplementares;
de
aprofundamento e ampliação de estudos; de estímulo à curiosidade; de construção
de habilidades relacionadas à sistematização de ideias, de crítica e de síntese.
Cada projeto tem as suas etapas de construção detalhadas no guia de
aprendizagem, havendo flexibilidade para definição de novas temáticas que
atendam a diferentes realidades organizacionais das cidades ou regiões de
localização dos polos.
Em relação à estrutura curricular 2012, o desenvolvimento dos projetos
apresenta-se da seguinte forma:
 Projeto Interdisciplinar I
Séries: 1ª e 2ª séries.
Temática/atividade: diagnóstico em uma organização a fim de identificar os
fatores do macro e microambiente que impactam a empresa, bem como a
eficiência da utilização dos recursos organizacionais, tendo como foco o
desenvolvimento da gestão de pessoas nas diversas áreas da empresa.
54
 Projeto Interdisciplinar II
Série: 3ª
Temática/atividade: elaboração de um plano estratégico de recursos
humanos.
 Projeto Interdisciplinar III
Série: 4ª
Temática/atividades: auditoria das rotinas administrativas de pessoal.
Considerando a estrutura 2013, os projetos serão desenvolvidos conforme
segue:
 Projeto Interdisciplinar I
Séries: 1ª e 2ª séries.
Temática/atividade: diagnóstico em uma organização a fim de identificar os
fatores do macro e microambiente que impactam a empresa, bem como a
eficiência da utilização dos recursos organizacionais, tendo como foco o
desenvolvimento da gestão de pessoas nas diversas áreas da empresa.

Projeto II:
Temática: desenvolvimento de equipes e estilos de liderança

Projeto III:
Temática: diagnóstico e ações estratégias de recursos humanos
Metodologia
A escolha pela empresa é de responsabilidade de cada grupo, observada a
afinidade entre o interesse dos alunos e a atividade-fim da organização pesquisada.
Os dados são coletados por meio de observação e entrevistas realizadas
pelos próprios alunos, que podem desenvolver o projeto individualmente ou em
grupo. Sua análise e sistematização, sob a forma de relatório, ocorrem a partir de
conhecimentos estudados nas
Interdisciplinar ou da série anterior.
disciplinas
da
série
de
oferta
do Projeto
55
Acompanhamento e avaliação
O acompanhamento ao desenvolvimento de cada projeto ocorre de modo
contínuo, desde a orientação, entrada no campo, até a produção do relatório
técnico-científico, pelo grupo ou aluno (quando a atividade é individual).
A avaliação da produção textual, resultante das atividades realizadas em cada
projeto, incide na capacidade apresentada pelos alunos de integrar os saberes
estudados e produzidos durante as disciplinas da série de oferta de cada projeto.
Outros critérios dizem respeito à segurança com a temática explicitada, criatividade,
organização, cumprimento das normas atualizadas da ABNT.
2.3.5.4 FLEXIBILIDADE CURRICULAR
As estratégias de flexibilização curricular estão focadas, essencialmente, na
emissão de certificação intermediária, no aproveitamento de estudos e experiências
anteriores, na oferta de disciplinas optativas (estrutura 2013) e no estágio
supervisionado não obrigatório.
Certificação intermediária
Está prevista a emissão, ao final da 2ª série, do Certificado de Qualificação
Profissional de nível Tecnológico em Gestão Empreendedora, mas condicionada ao
cumprimento, por parte do discente, do critério de aprovação em cada uma das
disciplinas das duas primeiras séries com nota mínima 7,0 (sete), conforme o
sistema de avaliação da aprendizagem estabelecida pela UnP.
Para que seja expedida a certificação, o aluno interessado deve fazer a
solicitação à coordenação do polo, responsável por encaminhar o pedido à
coordenação do Curso que emitirá parecer - considerando os critérios estabelecidos
neste PPC - enviando-o em seguida à Secretaria Geral. No caso de parecer
favorável, esta emitirá a certificação com base na Resolução CNE/CP n. 3/2002, art.
5º, § 2º, especificando no histórico escolar as respectivas competências. Sendo o
parecer desfavorável, o aluno deve ser informado pela coordenação do polo.
56
Aproveitamento de estudos e experiências anteriores
O Curso pode efetivar o aproveitamento de estudos e experiências anteriores
do aluno com base no art. 41 da LDB n. 9394/1996 que, de maneira bastante ampla,
dispõe: o conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive no trabalho,
poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação para prosseguimento
ou conclusão de estudos.
A sistemática de avaliação prevista pelo Curso compreende estratégias como
o exame de proficiência que, segundo o Regimento Geral da Universidade, destinase à avaliação das potencialidades, conhecimentos e experiência profissional
anteriores do aluno, propiciando-lhe o avanço nos estudos, mediante comprovada
demonstração do domínio do conteúdo e das habilidades e competências requeridas
por disciplina ou grupo de disciplinas do currículo do seu curso por meio de
avaliação teórica, prática ou teórico-prática.
Em caso de solicitação do exame de proficiência, o Curso pode adotar como
procedimentos:
a) observação do desempenho do aluno em atividade simulada no
laboratório de informática (do polo) ou no seu ambiente de trabalho;
b) aplicação presencial ou eletronicamente de prova escrita;
c) análise de curriculum profissional, com a respectiva comprovação.
A opção por qualquer desses procedimentos levará em conta as
competências e habilidades a avaliar, havendo a possibilidade de adoção de outra(s)
forma(s) de avaliação de estudos e experiências, desde que aprovadas previamente
pelo Conselho do Curso e analisadas pelo NDE.
A
implementação do
exame de proficiência,
quando
se tratar de
aproveitamento de disciplina, ocorrerá a partir de editais elaborados pela ProAcad,
com base em indicação pela Coordenação do Curso.
Estágio supervisionado não obrigatório
O aluno do Curso pode realizar estágio supervisionado não obrigatório nos
termos da Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008 (Art. 2º, § 2º), desde que
cumpridos os requisitos estabelecidos neste Projeto.
Do ponto de vista do Regulamento de Estágio da Universidade Potiguar, art.
4º:
57
O estágio curricular, de natureza não obrigatória, é o estágio realizado por livre escolha do aluno, na área de sua formação, e que, de
acordo
com
as
suas
peculiaridades
e
quando
previamente
formalizado junto à Universidade, dará direito a comprovante de
horas de estágio.
Nesse tipo de estágio o aluno terá experiência prática na área do Curso, de
modo a ampliar, diversificar e complementar suas aprendizagens e estabelecer uma
correlação entre a teoria e a prática, desde a 1ª série.
Para tanto, a Universidade Potiguar mantém convênios com os agentes de
integração Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e Instituto Euvaldo Lode
(IEL), desenvolvendo também convênios diretos com empresas e organizações
governamentais e não governamentais.
A formalização do estágio ocorre, inicialmente, a partir de contato do aluno
com a coordenação do polo, para que possa informar os dados da organização/
campo de estágio necessários à regularização do termo de compromisso.
O controle dos trâmites processuais para a efetivação do estágio é da
responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), com apoio do seu Núcleo
de Estágio e Empregabilidade.
O acompanhamento do estágio será realizado mensalmente, através de
relatórios apresentados pelos discentes à coordenação do polo, indicando as
principais atividades desenvolvidas na empresa.
2.3.5.5 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DA EDUCAÇÃO DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
O tratamento da educação ambiental e da educação das relações étnicoraciais, no âmbito do Curso, vem ocorrendo pela oferta de disciplinas e de forma
transversal, e sob o entendimento de que uma e outra são práticas sociais que
interagem e se situam no campo dos direitos humanos e da cidadania.
Reforçam esse entendimento no tocante à educação ambiental os princípios
enunciados no Art. 4º da Lei n. 9.795, de 27 de abril de 199917:
I.
17
o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo;
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Sub-Chefia para Assuntos Jurídicos. Lei n. 9.795,
de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política nacional de educação
ambiental e dá outras providências. Brasília, 1999. D.O.U. de 28.04.1999.
58
II.
a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando
a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o
cultural, sob o enfoque da sustentabilidade;
o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, na
perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade;
a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas
sociais;
a garantia de continuidade e permanência do processo
educativo;
a permanente avaliação crítica do processo educativo;
a abordagem articulada das questões ambientais locais,
regionais, nacionais e globais;
o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade
individual e cultural.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
No que diz respeito à educação para as relações étnico-raciais destaca-se o
Parecer CNE/CP n. 003, de 10 março de 2004, com ênfase para os princípios que
indicam:
a) o reconhecimento da igualdade da pessoa humana como sujeito de
direitos;
b) a necessidade de superação da indiferença e da injustiça com que os
negros e os povos indígenas vêm sendo tratados historicamente;
c) a
importância
do
diálogo
na
dinâmica
da
sociedade
brasileira,
essencialmente pluriétnica, e que precisa ser justa e democrática;
d) a necessidade de valorização da história e da cultura dos povos africanos
e indígenas na construção histórica da sociedade brasileira;
e) a indispensável implementação de atividades que exprimam a conexão
dos objetivos, estratégias de ensino e atividades com a experiência de
vida dos alunos e professores, valorizando aprendizagens vinculadas às
relações entre negros, indígenas e brancos no conjunto da sociedade.
Estratégias de abordagem
As principais estratégias de trabalho no Curso, em relação às duas temáticas,
compreendem a oferta de disciplinas e atividades transversais.
No primeiro caso, destaca-se o desenvolvimento das seguintes unidades
curriculares:
a) na educação ambiental: Responsabilidade Social e Meio Ambiente, na 3ª
série/estrutura curricular 2011.1 e Empreendedorismo e Sustentabilidade,
estrutura/2012;
59
b) na educação para a educação das relações étnico raciais: Sociedade e
Educação das Relações Étnico-raciais.
Com vistas ao reforço à transversalidade, conforme explicitado nos
dispositivos legais e normativos já citados, a estrutura 2013 inclui, na 4ª série, a
disciplina Sociedade, Direito e Cidadania, cujas nomenclatura e ementa abrigam
amplas possibilidades de se tratar as duas temáticas.
A sequência de organização é a seguinte: a partir das atividades efetivadas
nas séries anteriores (como palestras, exposições, participação do curso em
campanhas, projetos de pesquisa e de extensão, por exemplo), os alunos devem
encontrar nessa disciplina condições didático-pedagógicas para estabelecer
relações entre a educação ambiental e a educação das relações étnico-raciais; entre
estas e a dinâmica da sociedade brasileira atual, em particular no que se refere aos
direitos que conformam uma vida cidadã; de sistematizar e construir sínteses e
formas de intervenção com base nos assuntos estudados e experiências vividas.
Essa perspectiva leva em conta a articulação da nova unidade curricular:
a) com a própria Lei n. 9.795/1999, em especial seu art. 5º, incisos IV e V que
indicam ser necessário:
IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e
responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente,
entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor
inseparável do exercício da cidadania;
V - o estímulo à cooperação entre as diversas regiões do País, em
níveis micro e macrorregionais, com vistas à construção de uma
sociedade ambientalmente equilibrada, fundada nos princípios da
liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social,
responsabilidade e sustentabilidade;
c) com os objetivos da educação para as relações étnico-raciais, como
explicitado na Resolução CNE/CP n. 1/2004, art. 2º, § 1º:
divulgação e produção de conhecimentos bem como de atitudes,
posturas e valores que eduquem cidadãos quanto à pluralidade
étnico-racial, tornando-os capazes de interagir e de negociar objetivos
comuns que garantam, a todos, respeito aos direitos legais e
valorização de identidade, na busca da consolidação da democracia
brasileira.
60
Atividades implementadas
Destaca-se, como uma das realizações expressivas no campo da educação
para a educação das relações étnico-raciais, a produção de um livro construído sob
orientações da Assessoria Pedagógica da ProAcad e supervisão da equipe do
NEaD, cujos capítulos têm como títulos:

estrutura social e aspectos étnico-culturais;

etnocentrismo e questão racial no brasil: índios;


etnocentrismo e questão racial no brasil: africanos;
grupos étnicos na sociedade brasileira contemporânea;

cidadania e democracia na formação da sociedade brasileira;

políticas de inclusão social;

direitos sociais no Brasil;

relações étnico-raciais e educação inclusiva na sociedade brasileira
contemporânea.
No tocante à educação ambiental, assinala-se a organização de programas e
projetos de extensão, dos quais alunos e docentes dos cursos – inclusive do CST
em Gestão de Recursos Humanos – podem participar. São ilustrativos: oficina de
reciclagem de papel; bosque das mangueiras, entre outros. Indica-se, ainda, a
produção apresentada nas diversas edições do congresso científico/mostra de
extensão promovido anualmente pela UnP.
61
2.4 METODOLOGIA
O Curso de Gestão em Recursos Humanos a distância adota estratégias de
ensino
e
aprendizagem
diversificadas,
com
uso
de
múltiplos
recursos
disponibilizados via UnP Virtual e com a mediação de professores, em consonância
com os objetivos do Curso e conteúdos previstos, focalizando a construção das
competências e habilidades indicadas no perfil profissional do egresso.
São centrais, no desenho instrucional do Curso, as situações didáticopedagógicas que propiciam ao aluno o desenvolvimento da sua autonomia
intelectual e de uma postura colaborativa e crítica, enfatizando-se a construção de
suas aprendizagens principalmente a partir da interação com docentes e tutores.
Figura 4).
Ressalta-se que a interação diz respeito ao comportamento das pessoas em
relação a outros indivíduos e aos sistemas (ação recíproca). Já a interatividade é
compreendida como a capacidade ou potencial de um sistema para propiciar
interação (característica técnica)18,19. A interação e a interatividade são, portanto,
itens fundamentais ao processo de comunicação e devem ser garantidos no uso de
qualquer meio tecnológico a ser disponibilizado aos alunos20.
Figura 4 – Síntese da dinâmica metodológica
18
BELLONI, M. L. Educação a distância. 4. ed. Campinas: Autores Associados, 2006.
FILATRO, Andrea. Design instrucional na prática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2008.
20
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. Referenciais de Qualidade
para
Educação
Superior
a
Distancia.
Brasília.
2007.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/referenciaisead.pdf>. Acesso em: 08 nov. 2010.
19
62
Integra essa dinâmica uma rotina assumida pelo aluno que abrange, por
exemplo:
leitura
do
conteúdo
direcionado
pelo
professor
da
disciplina,
esclarecimento de dúvidas, realização/envio das atividades orientadas pelos
docentes,
participação
em
fóruns,
inclusive
com
acesso
a
conteúdos
complementares.
Os estudantes também são estimulados a visitar o polo de apoio para efetivar
consulta bibliográfica, utilizar laboratório de informática, participar de tutoria
presencial, realizar as avaliações presenciais obrigatórias.
Em todas as situações é estimulada a participação dos alunos, seja no
sentido de superar eventuais dificuldades de aprendizagem (o que pode ser feito por
meio de fóruns virtuais, ou pela tutoria a distância), seja no sentido de facilitar a
compreensão dos temas estudados, ou, ainda, para abrir espaços em que eles
possam relatar suas experiências profissionais, desenvolver o espírito de equipe e o
respeito à opinião de outros estudantes.
Considerando que o aluno deve lidar com desafios da própria aprendizagem e
com outros encontrados no mercado de trabalho, são exploradas situaçõesproblema identificadas na realidade organizacional, de modo a promover a
autonomia
intelectual do
discente
–
fundamental
à
construção
de
suas
aprendizagens – e o contato com diferentes contextos do exercício profissional.
Em todo o processo formativo são desenvolvidas estratégias de ensinoaprendizagem que:
a) propiciam ao aluno a construção de competências relacionadas ao
comunicar-se com clareza, ao domínio de conteúdos e métodos
necessários
à
superação
de
riscos
e
ao
aproveitamento
de
oportunidades, observada a dinâmica do mercado de trabalho;
b) incentivam o aluno a investigar
o cotidiano da profissão, mediante a
realização de pesquisas e utilização de ferramentas do ambiente virtual
de aprendizagem, com a mediação do professor. O objetivo é que o futuro
profissional conheça, analise e reflita sobre os fatores sociais,
educacionais, ambientais, políticos e culturais que permeiam a atuação do
gestor de recursos humanos, considerando a realidade brasileira e sua
inserção no cenário internacional, com ênfase no Nordeste e RN.
c) incentivam a construção ou fortalecimento de atitudes pró-ativas, a
agilidade, a participação, a criatividade, a cooperação e uma postura ética
63
de respeito à diversidade de pessoas e grupos, e de preservação
ambiental;
d) promovem, constantemente, o acesso ao ambiente virtual, para que o
discente possa fazer uma leitura criteriosa do conteúdo dos materiais
digitais e outros estudos complementares; assistir aos vídeos indicados
pelo professor; realizar fóruns, trabalhos; responder a questionários
online.;
e) estimulam o estudante a organizar um cronograma próprio de estudo e a
não acumular dúvidas, comunicando-se frequentemente com a tutoria a
distância, através UnP Virtual, com vistas ao sucesso do aprendizado.
Nesse sentido, é fundamental o uso, pelo docente, de múltiplos recursos que
exploram as possibilidades cognitivas dos alunos, atribuindo-lhes a centralidade na
construção de suas aprendizagens. (Figura 5).
Figura 5 – Exemplo de atividades desempenhadas pelo aluno
64
Uma vez que, em geral, os discentes do ensino superior, sobretudo de cursos
a distância e de graduações tecnológicas, são adultos (ou jovens adultos), as
situações didático-pedagógicas levam em conta princípios da andragogia. Assim, o
professor desenvolve sua disciplina considerando que, a princípio, seu aluno
apresenta condições de autoadministrar-se e tem um campo de experiências que,
por pressuposto, é essencial à ampliação de aprendizagens já construídas e à
construção de novas. O significado subjetivo da aprendizagem está, portanto,
diretamente associado a essas experiências e, também, à aplicabilidade do quanto
estudado.
Espera-se que, por esse caminho, o aluno se envolva afetiva e
intelectualmente com as suas aprendizagens, apreendendo conhecimentos, técnicas
e tecnologias necessárias a um desempenho profissional ético (expresso em
atitudes de respeito à diversidade de pessoas e ao meio ambiente) e competente,
constituindo-se cidadão.
2.4.1 Encontros presenciais
Reafirma-se que a quantidade de encontros presenciais obrigatórios varia de
acordo com o formato de oferta: se graduação executiva (GEx), ou se on line.
No formato GEx, implantado a partir de 2012, os estudantes participam de
dois dias de atividades presenciais obrigatórias, por semana.
Nas graduações on line, nas quais as atividades presenciais obrigatórias
destinam-se à avaliação da aprendizagem, são viabilizadas as seguintes atividades
de frequência facultativa para o aluno:

Ambientação;

Grupo de Estudo;

Mostra de vídeo UnP (indicado pelos professores);

Palestras:
I.
A importância do Ato de Ler;
II.
Pesquisa Virtual na Formação Acadêmica;
III.
Como estudar na EaD;
IV.
Aprendendo sobre a Educação a Distância;
V.
Preparando-se para provas e concursos;
VI.
Preparação para o ENADE.
65

Oficina tecnológica (UnP Virtual; ebook Informática Aplicada: Word, Excel
Power Point);

Apoio na elaboração do Projeto Interdisciplinar;
2.4.2 Ambientação do aluno
Na primeira semana de aula, os alunos fazem uma ambientação com vistas a
sua adaptação às peculiaridades do processo de ensino-aprendizagem a distância,
e de integração entre eles próprios e com a equipe do polo.
São realizadas dinâmicas de integração e apresentações sobre: Novas
Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC´s), características da Educação a
Distância (EaD), metodologia a ser adotada, indicando-se as estratégias de
aprendizagem previstas, os recursos didáticos disponíveis e formas de utilização das
funcionalidades do UnP Virtual.
Além disso, registram-se: a apresentação das instalações; a aplicação de um
questionário para que se possa traçar o perfil discente; a entrega de alguns
materiais que também darão suporte à construção de suas aprendizagens contendo
informações relacionadas a: a) como começar um curso a distância e como
organizar a sua rotina de estudos; b) ao tutorial do UnP Virtual; c) ao cronograma
(encaminhado também a cada semestre); d) ao manual do aluno. Também serão
disponibilizados todos os slides utilizados na ambientação em formato que o
estudante possa imprimir.
2.4.3 Recursos didáticos digitais (material didático)
A UnP utiliza materiais didáticos institucionais nas disciplinas dos cursos a
distância e esses são disponibilizados gratuitamente aos alunos via ambiente virtual
de aprendizagem. Os conteúdos didáticos digitais são divergentes no seu formato,
mas utilizados obrigatoriamente em todas as disciplinas. Algumas disciplinas
possuem livro-texto e outras conteúdo interativo.
O livro-texto é dividido em capítulos que direcionam as competências e
habilidades que o aluno deve adquirir ao longo de cada uma das 8 aulas, bem como
conteúdo teórico, situações-problema e propostas de leituras complementares que
suprem a demanda prevista no conteúdo programático da disciplina.
O conteúdo interativo consiste em um conjunto de textos, hipertextos e
animações que abrangem os conteúdos básicos de uma aula no formato flash.
66
Possui também um arquivo em pdf que é proposto como a versão impressão do
conteúdo interativo.
Esses materiais são publicados no ambiente virtual de aprendizagem (UnP
Virtual) para consulta on-line (conteúdo interativo) ou off-line (versão impressão do
conteúdo interativo ou ebook).
Todos os ebooks utilizados como recurso das disciplinas estão também
disponíveis para download no autoatendimento – biblioteca (Figura 6).
Figura 6 – Biblioteca – Autoatendimento – Download Ebooks
Os professores também têm autonomia para encaminhar recursos
complementares à temática de estudo no formato de artigos, vídeos, áudios, slides,
entre outros, que também são publicados no ambiente virtual de aprendizagem de
acordo com o seu formato.
67
2.4.4 TICs nos processos de ensino e aprendizagem
2.4.4.1 AUTOATENDIMENTO DO ALUNO
O autoatendimento é uma ferramenta da UnP utilizada por professores,
alunos e tutores. (Figura 7).
Ao
aluno
do
Curso
são
disponibilizados
os
seguintes
serviços:
requerimentos no modo on-line e seu acompanhamento; acesso a relatórios sobre a
avaliação do curso coordenada pela CPA; renovação de matrícula; e-mail
institucional; informações sobre a sua vida acadêmica e financeira na UnP; e
serviços e acervo do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade (SIB/UnP).
Figura 7 – Autoatendimento do aluno
Em relação aos processos de ensino e aprendizagem, em particular, destacase a utilização do AVA UnP Virtual, cujo acesso é possibilitado pela ferramenta
autoatendimento.
68
2.4.4.2 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM – UnP VIRTUAL
Construído pela própria Universidade, o UnP Virtual é um Ambiente Virtual de
Aprendizagem – AVA cujas características possibilitam a alunos e professores as
interações necessárias aos processos de ensino e aprendizagem, o que é facilitado
pela utilização de guias tutoriais destinados ao docente21 e ao discente.22
No UnP Virtual os alunos acessam os materiais didáticos, realizam
atividades, utilizam correio eletrônico específico, participam de fóruns, respondem
questionários online e enquetes, esclarecem dúvidas, enviam trabalhos, entre outras
funcionalidades. Constitui, nesse sentido, um espaço de aprendizagem flexível,
viabilizando a efetivação dos processos de ensino e aprendizagem em horários e
lugares diversos.
Esse ambiente vem sendo utilizado constantemente pelos docentes do
Curso, com plena exploração das funcionalidades de comunicação, interação,
aprofundamento, cooperação, socialização de informações e realização de
atividades, assegurando-se flexibilidade dos momentos de aprendizagem (Figura 8).
O UnP Virtual possui, ainda, relatórios gerenciais que apresentam
informações da atuação do professor na disciplina e do uso de cada uma das
ferramentas disponibilizadas no AVA.
O AVA UnP Virtual faz parte de um conjunto de ferramentas disponíveis no
autoatendimento na home page da UnP.
21
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Núcleo de Educação a Distância. Tutorial UnP Virtual - professor.
Natal, 2011.
22
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Núcleo de Educação a Distância. Tutorial UnP Virtual - aluno.
Natal, 2011.
69
Figura 8 – Ambiente Virtual de Aprendizagem – UnP Virtual
70
2.5 DINÂMICA DE INTERAÇÕES
O Curso é implementado a partir do princípio de que a EaD requer ações
eficazes de comunicação e interação de uma equipe especializada, e desta com os
alunos, além dos alunos entre si, constituindo, na realidade, uma grande teia
comunicativa, ou seja, um sistema de comunicação que, bem articulado, pode
promover a realização do processo educativo de forma eficiente.
Ao mesmo tempo, reafirma-se o conceito de interação, adotando-se, no
processo ensino-aprendizagem a distância, os seguintes meios:
a) síncronos, que ocorrem simultaneamente, sem flexibilidade de
horários;
b) assíncronos entre os agentes, ou seja, com a máxima flexibilidade de
tempo para a participação nas atividades e estudos.
As interações entre os envolvidos no Curso ocorrem conforme a matriz seguir,
com melhor visualização na figura 9.
71
Quadro 15 – Matriz de Interações
presencialmente, nas unidades da UnP; pelo email, por meio do autoatendimento; por telefone,
via correio, planilha de atendimento ao aluno
Coordenação de Curso
Coordenação
Acadêmica
e
Coordenação
Pedagógica do NEaD
Professor / Tutor a
distância
Coordenador do polo
Aluno
Tutor presencial
Corpo Téc-Adm. do polo
(assistente)
NAPe - Núcleo de Apoio
Psicopedagógico
International Office
Direção de Escola
Ouvidoria
Coordenação
Acadêmica
e
Coordenação
Pedagógica do NEaD
Coordenação de
Curso
Corpo Téc-Adm
presencialmente no polo; por telefone.
Corpo
Polo
Tutor
Téc-Adm.
Professor
distância
a
/
Tutor
do
a
Tutor presencial
Coordenador do polo
Corpo
Polo
Téc-Adm.
do
Tutor presencial
Coordenador do polo
Coordenador do
polo
presencialmente, no NEaD; no autoatendimento da
UnP; telefone; planilha de atendimento ao aluno;
Skype
Corpo Téc-Adm. do
Polo
Coordenador do polo
Corpo Téc-Adm
/
Coordenador do polo
Professor
pelo ambiente virtual de aprendizagem; UnP Virtual
– correio e fórum
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; por telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; por telefone; Skype
presencialmente, na UnP; no autoatendimento da
UnP; por telefone
presencialmente, na UnP; no autoatendimento da
UnP; por telefone
presencialmente, na UnP; no autoatendimento da
UnP; telefone
formulário web, na página da UnP; por telefone
presencialmente, nas Unidades da UnP; no NEaD;
pelo e-mail, por meio do autoatendimento; por
telefone e fax.
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; por telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; telefone; Skype
presencialmente, nas Unidades da UnP ou no
NEaD; pelo e-mail, por meio do autoatendimento,
na página da UnP, http://www.unp.br; por telefone
e fax.
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; por telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; telefone; Skype, via correio.
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; por telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; por telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; telefone; Skype
presencialmente, no polo; no autoatendimento da
UnP; por telefone; Skype
presencialmente no polo; por telefone.
presencialmente no polo; por telefone.
Professor
distância
Tutor presencial
Coordenação
Acadêmica e
Coordenação
Pedagógica do
NEaD
presencialmente, no NEaD; no autoatendimento da
UnP; telefone; planilha de atendimento ao aluno;
Skype
72
Figura 9 – Interações no curso
73
2.6 PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA
2.6.1 Pesquisa e iniciação científica
As atividades do Curso, no tocante à pesquisa, são desenvolvidas com base
nas políticas institucionais, considerando especificamente os seguintes grupos e
linhas definidos para a Escola de Gestão e Negócios:
Grupos
Estudos Socioeconômicos e Desenvolvimento
Regional
Profa. Ms. Lourdes Bernadete Dias Duarte
de Melo
Estudos, Políticas e Tecnologias de Gestão
Organizacionais
Prof. Dr. Alípio Ramos Veiga Neto
Linhas



Estudos Socioeconômicos
Mercado de Trabalho
Desenvolvimento Urbano e Responsabilidade
Social





Gestão de Operações e Logística
Gestão Contábil e Financeira
Estratégia e Competitividade
Gestão Estratégica de Pessoas
Empreendedorismo
e
Gestão
Conhecimento
Marketing

do
Como essas linhas ensejam a efetivação de atividades interdisciplinares, o
Curso atua em conjunto com os demais cursos da Escola, contando com
dispositivos da UnP, como o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP) e o Programa de
Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC).
A divulgação da produção docente e discente tem como meios principais a
revista eletrônica da Escola de Gestão e Negócios – Connexio; o congresso
científico e mostra de extensão realizado anualmente pela UnP.
74
Projetos de Pesquisa 2012
Titulo
CrowdUnP-Serviço de intermediação de Inovação
voltado às PME’S do RN.
Estratégias de inserção do comércio internacional de
empresas do Rio Grande do Norte.
Diagnóstico Organizacional de Micro e Pequenas
Empresas do Estado do Rio Grande do Norte
atendidas pelo projeto
Pré-Consultores UnP/SEBRAE.
A Tecnologia da Informação verde como ferramenta
para uma gestão sustentável.
Rendas petrolíferas nas finanças públicas do Rio
Grande do Norte – Análise das receitas dos royalties
do petróleo e o impacto no desenvolvimento
socioeconômico da UF e municípios produtores de
óleo e gás natural do Estado do Rio Grande do Norte
Índice de Variação de Preços através de uma Cesta
Padrão nos Supermercados em Natal
Finanças Discentes x Aprendizagem Escolar – Estudo
de caso com amostra de alunos do Curso de Ciências
Contábeis da Escola de Gestão da Universidade
Potiguar.
Fatores determinantes nas estratégias de marketing
verde.
Gestão e Dimensões Essenciais do Serviço.
Responsabilidade Socioambiental Empresarial e
Gestão Ambiental em organizações norte riograndenses.
Caracterização da Empresa Servidora.
Gestão do Conhecimento em Organizações Públicas
e privadas.
A Gestão de Competências dos Herdeiros Candidatos
a Sucessões das Empresas familiares Natal/RN.
Competências Gerenciais.
Finanças
Comportamentais:
Heurística
da
Ancoragem.
Orientação Para Mercado: Um estudo no setor
varejista de supermercado do Rio Grande do Norte.
Índice de Variação de Preços através de uma Cesta
Padrão nos Supermercados em Natal
Coordenador
Liêda Amaral de Souza.
Otomar Lopes Cardoso Junior.
Raniery Christiano de Queiroz Pimenta.
Glauber Ruan Barbosa Pereira.
Mário Jesiel de Oliveira Alexandre.
Mário Jesiel de Oliveira Alexandre.
Mário Jesiel de Oliveira Alexandre.
Alípio Ramos Veiga Neto.
Domingos Fernandes Campos.
Fernanda Fernandes Gurgel.
Kleber Cavalcanti Nóbrega.
Lydia Maria Pinto Brito.
Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra
Leone.
Patricia Whebber Souza de Oliveira.
Rodrigo José Guerra Leone.
Tereza de Souza.
Mário Jesiel de Oliveira Alexandre.
75
Projetos de Pesquisa 2011
Titulo
CrowdUnP-Serviço de intermediação de Inovação
voltado às PME’S do RN.
Estratégias de inserção do comércio internacional de
empresas do Rio Grande do Norte.
Diagnostico Organizacional de Micro e Pequenas
Empresas do Estado do Rio Grande do Norte
atendidas pelo projeto
Pré-Consultores UnP/SEBRAE.
A Tecnologia da Informação verde como ferramenta
para uma gestão sustentável.
Rendas petrolíferas nas finanças publicas do Rio
Grande do Norte – Analise das receitas dos royalties
do petróleo e o impacto no desenvolvimento
socioeconômico da UF e municípios produtores de
óleo e gás natural do Estado do Rio Grande do Norte
Índice de Variação de Preços através de uma Cesta
Padrão nos Supermercados em Natal
Finanças Discentes x Aprendizagem Escolar – Estudo
de caso com amostra de alunos do Curso de Ciências
Contábeis da Escola de Gestão da Universidade
Potiguar.
Fatores determinantes nas estratégias de marketing
verde.
Gestão e Dimensões Essenciais do Serviço.
Responsabilidade Socioambiental Empresarial e
Gestão Ambiental em organizações norte riograndenses.
Caracterização da Empresa Servidora.
Gestão do Conhecimento em Organizações Públicas
e provadas.
A Gestão de Competências dos Herdeiros Candidatos
a Sucessões das Empresas familiares Natal/RN.
Competências Gerenciais.
Pesquisa do Antígeno NS1 do vírus da Dengue e
perfil epidemiológico dos sorogrupos existentes no Rio
Grande do Norte.
Finanças
Comportamentais:
Heurística
da
Ancoragem.
Orientação Para Mercado: Um estudo no setor
varejista de supermercado do Rio Grande do Norte.
Coordenador
Liêda Amaral de Souza.
Otamar Lopes Cardoso Junior.
Raniery Christiano de Queiroz Pimenta.
Glauber Ruan Barbosa Pereira.
Mário Jesiel de Oliveira Alexandre.
Mário Jesiel de Oliveira Alexandre.
Mário Jesiel de Oliveira Alexandre.
Alípio Ramos Veiga Neto.
Prof. Domingos Fernandes Campos.
Fernanda Fernandes Gurgel.
Kleber Cavalcanti Nóbrega.
Lydia Maria Pinto Brito.
Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra
Leone.
Patricia Whebber Souza de Oliveira.
Valéria Cristina Ribeiro Dantas.
Rodrigo José Guerra Leone.
Tereza de Souza.
76
2.6.2 Extensão e ação comunitária
As atividades de extensão vêm sendo realizadas sob a forma de projetos, na
linha gestão, definida institucionalmente, de forma integrada com os demais cursos
da Escola de Gestão e Negócios.
Projetos de extensão 2012
Título
Coordenação/docentes
Núcleo do Empreendedor
da Escola de Gestão e Negócios/Pesquisa de
mercado para empresas e órgãos fomentadores
Prêmio de intervenção organizacional
Pré-consultores UnP/SEBRAE
Pré-consultores UnP/SEBRAE
Energia Verde
Aprendendo a empreender com o Barco Escola
Informática cidadã
Marcelo Bavelloni
Newton Manoel de Andrade Barreto Lins
André Antônio de Melo Pessoa
Aldeí Rosane Ribeiro
André Antônio de Melo Pessoa
Mércia Cristiley
Mary Sorage Praxedes da Silva
Jurema Márcia Dantas da Silva
Cláudio Márcio Campos de Mendonça
Projetos de Extensão 2011
Titulo
Núcleo de Empreendedorismo da Escola de Gestão e
Negócios/Pesquisa de mercado para empresas e
órgãos fomentadores.
Pré-Consultores.
Comercialização Solidária.
Orçamento Familiar para Famílias de Profissionais
Autônomos e Ambulantes.
Professor Empreendedor.
Nivelamento em Língua Portuguesa Para os CSTS de
Gestão Pública e Recursos Humanos.
Curso: Nivelamento em Matemática com Ênfase no
Raciocínio Lógico.
Curso: Nivelamento em Língua Portuguesa.
Curso: Nivelamento em Informática Aplicada.
Nivelamento de Inglês.
Pré-Consultores UnP/SEBRAE 2011.2
Renove – Educando para a Sustentabilidade.
Nivelamento em Língua Portuguesa.
CST em Gestão Pública.
Relatório Final do Projeto de Extensão Energia Verde.
Rede Social de Educadores Ambientais.
Coordenador
Marcelo Bavelloni.
André Antônio de Melo Pessoa.
Everkley Magno Freire Tavares.
Breno Ricardo da Costa Cunha.
Suely Xavier dos Santos.
Laís Karla da Silva Barreto.
José Monteiro Neto.
Everton Moura dos Santos.
Herbert Cavalcanti Vieira.
Hugo José Medeiros de Oliveira.
André Antônio de Melo Pessoa.
André Antônio de Melo Pessoa.
Laís Karla da Silva Barreto.
Laís Karla da Silva Barreto.
Mary Sorage Praxedes da Silva Medeiros.
Karina Maria Bezerra Rodrigues Gadelha.
77
2.7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
2.7.1 Principais elementos conceituais
O
Curso
desenvolve
as atividades de avaliação
da aprendizagem
considerando:
a) a posição de Braga23 no sentido de que “a avaliação do desenvolvimento
e do aprendizado dos alunos, isto é, a determinação de quão bem os
alunos alcançam os objetivos acadêmicos é uma das principais maneiras
pelas quais as instituições demonstram suas efetividades”;
b) a ideia de que a avaliação da aprendizagem é um processo contínuo, que
deve auxiliar o aluno a desenvolver, em grau de complexidade crescente,
competências cognitivas, habilidades e atitudes, de modo a se alcançar
os objetivos propostos pelas disciplinas.
O desempenho acadêmico do aluno é acompanhado continuamente pelo
professor por meio de atividades à distância e presenciais, considerando os
aspectos diagnóstico, formativo e somativo.
A avaliação diagnóstica ocorre em período imediatamente anterior ao início
de cada disciplina, identificando-se as principais características do alunado, com
vistas à construção de planos de ensino compatíveis com essas características.
O tutor presencial, na ambientação, realiza um prognóstico sobre as
capacidades dos alunos em relação ao uso das mídias, a partir do que pode ser
elaborado um programa de nivelamento da turma, se necessário, abrangendo, por
exemplo, encontro presencial.
A avaliação formativa tem a sua efetivação a partir de observações quanto à
frequência, pontualidade, cumprimento de prazos para entrega ou apresentação de
trabalhos e participação em atividades individuais e em grupo. Após os registros dos
professores, os resultados devem ser valorizados como pontuação positiva para a
avaliação somativa.
A avaliação somativa, por sua vez, diz respeito ao somatório de pontos de
avaliações de conteúdo, de entrega ou apresentação de atividades e pontos de
avaliação formativa, indicando a aprovação ou não do aluno em cada disciplina.
23
BRAGA, D. B.(2004); FRANCO, L. R. H. R. Revolucionando as técnicas de aprendizagem da
engenharia com a EAD. In: World Congress on Engineering and Technology Education, p.10831087, São Paulo, Brasil: 2004.
78
2.7.2 Dinâmica de avaliação
O desempenho acadêmico do aluno é acompanhado continuamente pelo
professor, por meio de atividades à distância e presenciais, considerando os
aspectos diagnóstico, formativo e somativo, e atendendo o que versa o Decreto nº
5622/2005.
As atividades avaliativas à distância compreendem fóruns, elaboração de
trabalhos, questionários online. O professor da disciplina acompanha toda a
participação dos alunos nas atividades e entrega os respectivos resultados por meio
do UnP Virtual.
A avaliação presencial:
a) é multidisciplinar e compreende aplicação de instrumento com questões
de múltipla escolha e discursivas, contemplando os conteúdos das
disciplinas;
b) segue datas pré-agendadas, socializadas através do cronograma do
curso;
c) é realizada no polo no qual o aluno é matriculado;
d) exige 100% de frequência dos alunos;
e) os resultados têm preponderância sobre os resultados obtidos na
avaliação a distância.
Em ambas as formas – a distância e presencial, a avaliação é feita por
disciplina, sendo 7,0 (sete) a média mínima para aprovação. Cada disciplina
comporta duas unidades de avaliação: a Unidade (U1) e a Unidade (U2), atribuindose nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).
A composição da nota da U1 é resultado do desempenho do aluno na
avaliação presencial, e, da U2 é o somatório de todas as atividades a distância,
acrescida de uma atividade presencial (trabalho). (Figura 10).
Na avaliação presencial, existe a possibilidade de segunda chamada com
vistas à substituição de resultado nulo por falta do aluno a uma avaliação, desde que
devidamente comprovado o motivo da ausência.
Caso o aluno não obtenha resultado igual ou superior a 4,0 (quatro) em
apenas uma das unidades (tanto na avaliação a distância quanto na presencial), ele
pode participar do processo de recuperação da aprendizagem, que corresponde a
uma terceira unidade avaliativa.
79
Figura 10 – Composição da nota – U1 e U2
Critérios de aprovação
a) aprovado por média: o aluno que obtiver MÉDIA PARCIAL (MP) igual ou
superior a 7,0 (sete). Essa média é considerada automaticamente como média final
(MF) de aprovação;
b) reprovado: o aluno que obtiver resultado menor do que 4,0 (quatro) nas
avaliações de ambas as unidades (U1 e U2).
Procedimentos: devem possibilitar a identificação das fragilidades no aprendizado
do aluno, com a indicação/adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em
cooperação; as orientações individuais e/ou a pequenos grupos; a revisão de
conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de
compreensão e que interferem na consolidação das competências e habilidades
previstas no perfil profissional do egresso; a análise do desempenho do aluno nas
atividades a distância e presenciais.
Essa perspectiva pode ser implementada por meio de fóruns reflexivos, fóruns
de dúvidas e da aplicação de instrumentos como resenha, relatórios de pesquisas,
de estudos de casos, de trabalhos individuais e em grupo...), questionários online,
avaliações com questões discursivas e de múltipla escolha, dentre outros.
Critérios principais: interação, envolvimento do aluno com as atividades
curriculares; postura ética; assiduidade nas atividades presenciais; domínio de
conteúdos; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência
harmoniosa e solidária.
80
2.8 APOIO AO DISCENTE
O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da
Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante
(PAE/UnP)24, compreendendo vários mecanismos:

apoio à participação em eventos científicos e à produção científica;

divulgação da produção discente;

apoio prestado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe);

serviços especializados: Clínicas-Escolas e Núcleo de Prática Jurídica;

bolsas acadêmicas:
a)
Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC);
b)
Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx);
c)
Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM).
A Universidade também disponibiliza a seus estudantes:
a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus
pais, ou por e-mail, cartas e telefone;
b) intercâmbio internacional entre as instituições da Rede Laureate,
organizado no âmbito da UnP pelo International Office;
c) o UnP Virtual, ambiente virtual de aprendizagem (AVA) desenvolvido pela
própria Universidade, facilitando a comunicação entre o docente, o discente e a
coordenação do Curso e a dinamização dos processos de ensino-aprendizagem
segundo características da modalidade a distância.
Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada
por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização
como Diretório Central dos Estudantes (DCE) - conjunto dos alunos da UnP - e
Centro Acadêmico (CA) - conjunto dos alunos de um curso ou de cursos afins, de
conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no
Regimento Geral da Universidade.
24
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio ao Estudante. Natal: Edunp, 2006.
(Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5).
81
2.9 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
O Curso e seu respectivo Projeto Pedagógico são avaliados de maneira
sistemática, visando a melhoria contínua dos processos de ensino e aprendizagem e
do próprio Curso, a partir de encontros pré-definidos entre a Direção da Escola e
coordenador do Curso, integrantes da CPA/UnP e do NEaD, contemplando os
contextos institucional, acadêmico e administrativo.
Três formas de aquisição de dados são importantes:
a) as autoavaliações conduzidas pela CPA/UnP;
b) os resultados das avaliações do Exame Nacional de Avaliação de
Desempenho dos Estudantes (ENADE), a partir do momento em que o
Curso participe desse Exame;
c) resultados de avaliações in loco realizadas por comissões designadas pelo
INEP.
No primeiro caso, há o envolvimento de docentes, tutores, discentes e
pessoal técnico-administrativo, com abordagem das seguintes categorias (Figura
11):
Figura 11 – Categorias Avaliadas
Ao Núcleo de Educação a Distância, à coordenação do Curso e às
coordenações de polos compete assegurar a efetiva realização da dinâmica
avaliativa.
A análise dos relatórios emitidos pela CPA/UnP deve ser implementada sob a
responsabilidade da coordenação do Curso, com participação do NDE e demais
82
professores, assim como com os tutores e coordenadores de polos, com vistas à
elaboração de plano de melhoria, sempre que identificadas fragilidades, destacandose a necessária conexão com informações advindas do ENADE e da avaliação in
loco.
A avaliação do PPC, especificamente, abrange os indicadores:

coerência do Projeto com os requisitos legais, com as diretrizes
curriculares nacionais e orientações institucionais constantes do PDI;

coerência entre os objetivos do curso e perfil do profissional a ser
formado;

atualidade das competências e habilidades previstas no perfil profissional;

ações de implementação das políticas de ensino, pesquisa, extensão e
ação comunitária;

estratégias de flexibilização curricular adotadas;

coerência da sistemática de avaliação adotada pelos docentes com os
conteúdos estudados;

melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho,
requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre
outros;

adoção de melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio:
suporte físico, tecnológico e bibliográfico.
As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento
elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e
divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (coordenação do Curso, NDE,
docentes, discentes, tutores, coordenações de polos). Cabe ao NDE a proposição
de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico
submetido
à
análise
do
Conselho
acompanhamento da CPA/UnP.
do
Curso,
e
implementado
sob
o
83
PARTE 3 – CORPO DOCENTE, TUTORES, PESSOAL TÉCNICOADMINISTRATIVO
84
3.1 CORPO DOCENTE
3.1.1 Política institucional de apoio aos professores
O corpo docente, formado por profissionais já integrantes do quadro
institucional (embora haja possibilidade de novas contratações), tem a sua gestão
efetivada de acordo com o Plano de Carreira Docente (PCD), e conta com vários
mecanismos de capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades,
destacando-se:
a) oferta de pós-graduação lato sensu, assinalando-se, na área do Curso:

MBA em Gestão de Pessoas;

MBA em Gestão Empresarial;

Psicologia Organizacional;

MBA em Marketing, entre outros;
b) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu: Mestrados em
Administração e em Biotecnologia, este último em parceria com a Rede
Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO) e doutorado também em
Biotecnologia;
c) oferta de cursos on line, pela Laureate, compreendendo temáticas
relacionadas a metodologias de ensino: aprendizagem colaborativa;
aprendizagem baseada em problemas; aprendizagem orientada a
projetos; metodologia de estudos de caso;
d) disponibilização
do
Núcleo
de
Apoio
Psico-Pedagógico
(NAPe),
responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização didáticopedagógica;
e) oferta de cursos de capacitação promovidos pelo NEaD.
São realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria;
semanas de planejamento, também semestrais com participação do NEaD e
reuniões sistemáticas conduzidas pela Coordenação do Curso e coordenações de
polos, conforme necessidades apontadas por alunos, pelos próprios professores e
pelo NDE e considerando ainda os resultados da autoavaliação.
85
3.1.2 Atribuições dos docentes
O professor do Curso tem como atribuições:

estabelecer os fundamentos teóricos do projeto de cada disciplina;

organizar o conteúdo curricular articulado a procedimentos e atividades
pedagógicas sob a orientação da Coordenação Pedagógica do NEaD,
bem como organizar/elaborar as avaliações presenciais e a distância;

selecionar e organizar o material didático para programas a distância;

identificar os objetivos referentes a competências cognitivas, habilidades
e atitudes;

definir bibliografia, videografia, audiografia, básicas e complementares;

realizar a gestão acadêmica dos processos de ensino-aprendizagem, em
particular motivar, orientar, acompanhar e avaliar o desempenho dos
tutores, em especial com relação à implementação do planejamento da
oferta da disciplina;

manter um canal de comunicação, por meio do ambiente virtual, para
motivar, orientar e acompanhar o desempenho dos estudantes;

manter plena comunicação com a Coordenação Pedagógica do NEaD,
tutores a distância e presenciais;

acompanhar os resultados das avaliações de alunos, tutores e recursos
didáticos, realizadas pela CPA/UnP e propor melhorias à oferta;

garantir a agilidade dos processos acadêmicos e administrativos
pertinentes à função docente;

realizar atividades de tutoria a distância, quando necessário.
Atualmente os docentes assumem também atividades de mediação
condizentes com as atividades de tutoria a distância.
3.1.3 Perfil: titulação, experiência profissional e regime de trabalho - 2013.1
O corpo docente do CST em Gestão de Recursos Humanos no primeiro
semestre de 2013 (quadro 16) é constituído por 36 (trinta e seis) profissionais, dos
quais 24 (66,67%) com formação acadêmica obtida em programas de pósgraduação stricto sensu. O percentual de docentes do curso, com doutorado, é de
11,11%, correspondente a 4 profissionais.
86
Dos 36 (trinta e seis) professores, 16 (44,44%) atuam em regime de tempo
integral ou parcial. Em relação a este total, registram-se, com no mínimo quatro anos
de experiência: a) no magistério superior, 28 (77,77%) docentes; b) no mercado de
trabalho, 32 (88,88%) profissionais.
Quadro 16 – Docentes em atuação 2013.1
Nome
Formação acadêmica
Disciplina(s)
Experiência
Regime profissional (anos)
Trabalho
Ensino
Superior
1.
Alessandra Silva de
Oliveira Martins
2.
Aline Gehlen
Rodrigues Silva
3.
Ana Karla Pessoa
Peixoto
4.
Arthur Correia da
Silva Neto
5.
Carla Maria
Rodrigues Muniz
6.
Carlos Alberto de
Farias Felix
7.
Carmen Brunelli de
Moura
8.
Deyvidson Giulliano
Xavier de Paula
Graduação em Serviço Social,
UFPB, 1999.
Especialização
em
Gestão
Estratégica de Pessoas, UnP,
2002.
Mestrado em Psicologia, UFRN,
2006.
Graduação em Administração,
UCDB, 1995.
Especialização em MBA em
Marketing, UCDB, 2002.
Graduação em Administração,
UFRN, 2001.
Mestrado em Engenharia de
Produção, UFRN, 2004.
Graduação em Ciências Sociais,
UFRN, 1997.
Especialização em Comércio
Exterior e Globalização, UFRN,
1999.
Especialização em Ciências
Sociais, UFRN, 2003.
Graduação em Arquitetura e
Urbanismo, UFRN, 1990 e em
Administração, UnP, 2011.
Especialização em Marketing,
FGV, 1999 e em Gestão de
Pessoas, UnP, 1998.
Mestrado em Administração,
UFRN, 2004.
Graduação em Fisioterapia,
UFRN, 1994.
Especialização
em
Administração
Hospitalar,
FSCAH, 1989.
Mestrado em Administração,
UnP, 2008.
Graduação
em
Letras
Português, UFGO, 1995.
Especialização em Estudos da
Linguagem, UFRN, 1997.
Mestrado em Estudos da
Linguagem, UFRN, 2005.
Doutorado em Estudos da
Linguagem, UFRN, 2010.
Graduação em Direito, UFRN,
2005.
Especialização
em
Direito
Administrativo e Gestão Pública,
UnP, 2007.
Mercado
Gestão do
Conhecimento e
Aprendizagem
Organizacional; Projeto
Interdisciplinar II;
Gestão Integrada de
Treinamento e
Competências
H
9
13
Gestão de Marketing;
Gestão da Produção e
Logística
TI
0,5
12
Negociação; Gestão de
Pessoas;
Comportamento
Organizacional
H
7,5
3,5
Rotinas de Pessoal;
Economia; Projeto
Interdisciplinar II
H
12
18
Comportamento
Organizacional;
Negociação
H
17
28
Gestão Estratégica de
Pessoas; Gestão de
Pessoas; Projeto
Interdisciplinar I
H
5
25
Comunicação e
Expressão
TI
13
13
Legislação
TI
5
6
87
Nome
Formação acadêmica
Disciplina(s)
Experiência
Regime profissional (anos)
Trabalho
Ensino
Superior
9.
Dinarte Lopes
10. Emmanuel Elmani de
Carvalho
11. Estevani Pereira de
Oliveira
12. Eliza Catarina
Bezerra Cunha
13. Glauber Ruan
Barbosa Pereira
14. Isabella Mendonça de
Souza
15. Jean Gleyson Farias
Martins
16. Joab Marciel
Saldanha Rodrigues
17. José Padilha
Chrispim Neto
18. Karen Barbosa
Montenegro de Souza
19. Kassios Cley Costa
de Araujo
Graduação em Filosofia, UFPE,
2002.
Comunicação
Mestrado em Filosofia, UFPE,
Empresarial
2005.
Graduação em Administração,
UFRN,1998.
MBA - Gestão Estratégica da
Gestão de Marketing
Informação.
Associação de Ensino Unificado
do Distrito Federal, 2002.
Graduação
em
Economia,
UFRN, 2005.
Economia
Mestrado em Economia, UFRN,
2011.
Graduação em Administração,
UFRN, 2004.
Gestão de Marketing;
Mestrado em Administração,
UFRN, 2008.
Graduação em Administração,
2005, UnP.
Estratégias
Especialização em Logística
Mercadológicas; Gestão
Empresarial, FARN, 2008.
de Marketing.
Mestrado em Administração,
UFRN, 2009.
Avaliação do
Desempenho e
Graduação em Administração,
Planejamento de
UFPB, 1998.
Carreira; Estratégias de
Especialização em Recursos
Captação de Pessoas e
Humanos, UFRN, 2000.
Sistemas de
Recompensa.
Graduação em Administração,
UnP, 2006.
Especialização
em
Gestão Financeira
Administração
Financeira,
FARN, 2009.
Graduação em Administração,
UFRN, 1997.
Educação Corporativa;
Especialização em Marketing, Projeto Interdisciplinar I;
FGV, 2007.
Projeto Interdisciplinar
Mestrado em Engenharia de
III.
Produção, UFRN, 2003.
Graduação
-Tecnologia
e
Ciências
de
Materiais
(CEFET/RN, 2004);
Projeto Interdisciplinar I
Mestrado em Engenharia de
Produção, UFRN, 2007.
Graduação em Psicologia, UnP,
2003 e Direito, UnP, 2012.
Comportamento
Especialização
em Organizacional; Gestão
Psicomotricidade, UnP, 2005.
do Conhecimento e
Mestrado em Administração
Aprendizagem
UnP, 2012.
Organizacional
Graduação em Letras, UFRN,
1997.
Especialização em Leitura e
Produção de Texto, UFRN,
2009.
Mestrado em Estudos
Linguagem, UFRN, 2012.
da
Comunicação e
Expressão
Mercado
TP
10
15
H
11
11
H
1
12
H
5
5
TP
4
4
TI
10
2
H
6
13
TI
9
12
H
5
23
H
3
10
H
4
4
88
Nome
Formação acadêmica
Disciplina(s)
Experiência
Regime profissional (anos)
Trabalho
Ensino
Superior
20. Luciana Lopes Xavier
21. Laís Karla da Silva
Barreto
22. Marcelo Bavelloni
23. Maria Stella Galvão
Santos
24. Michelle Ferret
Badiali
25. Paulo Gustavo da
Silva
26. Priscilla Carla Silveira
Menezes
27. Regina Beatriz Stefan
28. Ricardo Vitor
Fernandes da Silva
29. Rodrigo Martins
Baptista
Graduação em Engenharia Civil,
UnP, 1998.
Especialização
em
Gestão
Empreendedorismo e
Universitária, UnP, 2007.
Sustentabilidade
Mestrado em Engenharia Civil,
UFSC, 2001.
Graduação em Letras, UFRN,
2003.
Mestrado em Estudos da
Comunicação e
Linguagem, UFRN, 2006.
Expressão
Doutorado em Estudos da
Linguagem (UFRN -2013)
Graduação Administração de
Empresas, PUC/SP, 1993.
MBA Executivo Internacional,
University of California, Irvine
Empreendedorismo e
(UCI-EUA), 2008.
Sustentabilidade
MBA Executivo em Marketing,
FGV-RJ, 2007 e em Gestão
Empresarial, FGV-RJ, 2003.
Graduação em Comunicação
Social – Jornalismo, UFRN,
1985.
Especialização em Gestão de
Processos
Comunicacionais,
Negociação;
USP, 2001.
Criatividade e inovação.
Especialização em Bioética,
USP, 2008.
Mestrado em História da
Ciência, PUC/SP, 2006.
Graduação em Comunicação
Social, UnP, 2001 e Educação
Comunicação e
Artística, UFRN, 2006.
Expressão
Mestrado em Ciências Sociais,
UFRN,2009.
Graduação em Gerência de
Marketing e Vendas, UnP, 2006,
e em Recursos Humanos,
Gestão de Marketing
FACEX, 2007.
Especialização em Marketing
Estratégico, FARN ,2008.
Graduação em Fonoaudiologia,
UNICAP, 2000.
Comunicação e
Doutorado
em
Educação,
Expressão
UFRN, 2008.
Graduação em Administração
de Empresas, Universidade
Católica de Goiás, 1994.
Especialização
em
Empreendedorismo e
Administração
Hospitalar
Sustentabilidade
(Universidade de Ribeirão Preto
– 2000)
Especialização em Docência
no Ensino Superior, UnP, 2008.
Graduação
em
Gestão
Financeira, UnP, 2010.
Gestão Financeira;
Especialização
em
Contabilidade e Custos.
Administração
Financeira,
FACEX, 2011.
Graduação em Administração, Gestão da Produção e
USCS, 2003.
Logística;
Mestrado em Administração,
Empreendedorismo e
FEI, 2012.
Sustentabilidade
Mercado
TP
10
1
H
7
0
H
8
8
TP
4
25
TI
3
11
H
3
9
TI
6
8
H
10
10
H
1,5
23
H
2
11
89
Nome
Formação acadêmica
Disciplina(s)
Experiência
Regime profissional (anos)
Trabalho
Ensino
Superior
30. Sônia Regina de
Macêdo Ribeiro
31. Suely Xavier dos
Santos
32. Tatiana Silva de
Queiroz
33. Tercio Bento da Silva
34. Úrsula Andréa de
Araújo Silva
35. Vilma Lúcia Silva
Neves
36. Walid Abbas El-Aouar
Graduação em Ciências Sociais,
UFRN, 1985.
Mestrado em Administração,
UFRN, 2008.
Graduação
Secretariado
Executivo, FACEX, 2000. ;
Especialização em Gestão da
Qualidade Total, UFRN, 2002.
Mestrado em Engenharia da
Produção, UFRN, 2007.
Graduação em Matemática,
UFRN, 2000.
Mestrado em Engenharia de
Produção, UFRN, 2003.
Graduação em Administração,
União
Americana,
2008.
Especialização em Gestão
Financeira, FARN, 2010.
Graduação em História, UFRN,
2005.
Mestrado em História, UFRN,
2007.
Graduação em Ciências Sociais,
UFRN, 2000.
Mestrado em Ciências Sociais,
UFRN, 2003.
Graduação em Administração,
UFRN, 1985.
Mestrado em Administração,
UFRN, 2002.
Doutorado em Administração,
UFRN, 2012.
Mercado
Gestão de Pessoas;
Gestão Estratégica de
Pessoas
H
3
35
Gestão da Produção e
Logística
TP
10
14
Métodos Quantitativos
TP
7
10
Gestão Financeira;
Contabilidade e Custos
H
4
4
Comportamento
Organizacional
TP
5
6
Gestão de Marketing;
Criatividade e Inovação
TI
12
13
Gestão do
Conhecimento e
Aprendizagem
Organizacional
TI
10
23
3.1.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE)
O NDE do CST em Recursos Humanos a distância é composto por 5 (cinco)
professores (incluída a coordenação do Curso), responsáveis pelas seguintes ações:
a) acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão na sede
e nos polos;
b) identificação de estratégias de melhoria dos processos de ensinoaprendizagem desenvolvidos presencialmente e a distância;
c) acompanhamento das atividades realizadas pelos tutores;
d) análise dos resultados da avaliação do PPC e identificação de estratégias
para aperfeiçoamentos;
e) participação em concurso para seleção de docentes;
f)
análise dos resultados das avaliações de desempenho dos docentes,
promovidas pela Comissão Própria de Avaliação – CPA/UnP, indicando à
90
Coordenação
do
Curso
as estratégias
necessárias
ao
contínuo
aperfeiçoamento dos professores;
g) participação na elaboração do Plano de Metas do Curso, a ser apreciado
pelo ConseC, no prazo estabelecido pela Instituição, e acompanhamento
da sua execução.
Além disso, o NDE deve: promover reuniões com os demais professores;
identificar necessidades de atualização e/ou aquisição de materiais e equipamentos
para o desenvolvimento do PPC; articular-se continuamente com o NEaD; participar
de atividades de acompanhamento in loco nos polos, entre outros.
O NDE do Curso de Gestão de Recursos Humanos tem designação conforme
ato da Reitoria.
Quadro 17 – Composição do NDE
1.
2.
3.
4.
5.
Nome
Isabella Mendonça de Souza
Joab Maciel Saldanha Rodrigues
Luciana Lopes Xavier
Priscilla Carla Silveira Menezes
Walid Abbas El Aquar
Titulação
Especialista
Mestre
Mestre
Doutor
Doutor
Regime Trabalho
TI
TI
TP
TI
TI
91
3.2 TUTORIA A DISTÂNCIA E PRESENCIAL
A atividade de tutoria na UnP é realizada por tutores presenciais e a distância,
cada um deles com atribuições especificas, conforme previsto no Regulamento de
Educação a Distância da Universidade.
A tutoria a distância atua a partir da sede da UnP, sob orientação e
supervisão da Coordenação Pedagógica do NEaD, mediando o processo de ensinoaprendizagem junto aos alunos geograficamente distantes e vinculados aos polos de
apoio presencial. O tutor a distância tem formação correlacionada à(s) disciplina(s)
ministrada(s), e participa constantemente de processos de capacitação promovidos
por esse NEaD.
Atualmente as atividades do tutor a distância são assumidas pelo docente de
cada disciplina, que, nessa condição, assume as seguintes e principais atribuições:
-
participar da realização dos processos de ensino e de aprendizagem;
-
mediar a aprendizagem dos alunos;
-
esclarecer dúvidas de conteúdos através do correio eletrônico do
ambiente virtual e/ou por telefone, realizar fóruns de discussão no AVA;
-
acompanhar a frequência e a participação dos alunos nas atividades
propostas, de acordo, com o projeto pedagógico;
-
promover espaços de construção coletiva de conhecimento;
-
conduzir processos de avaliação da aprendizagem: i) realizar e corrigir as
atividades avaliativas a distância; ii) corrigir as atividades avaliativas
aplicadas presencialmente;
-
motivar, orientar, acompanhar e avaliar o desempenho dos alunos;
-
selecionar material de apoio e sustentação teórica aos conteúdos;
-
manter plena comunicação com a Coordenação Pedagógica do NEaD e
com a Coordenação do curso, demais docentes e tutores presenciais;
-
participar das atividades de planejamento e redirecionamento do projeto
pedagógico, quando necessário.
Os
tutores
presenciais,
com
atribuições
especificadas
no
referido
Regulamento, compõem a equipe de cada polo, atendendo os estudantes em
horários pré-estabelecidos, de acordo com suas necessidades e com o estabelecido
neste projeto pedagógico, em relação, principalmente, à construção do perfil
profissional do egresso, organização curricular, metodologia e sistemática de
avaliação da aprendizagem e de autoavaliação do Curso.
92
O corpo de tutores participa de programas de capacitação promovidos pelo
NEaD; conhece o material didático e peculiaridades da educação a distância e tem
as seguintes atribuições:

auxiliar presencialmente os estudantes no desenvolvimento de suas
atividades individuais e em grupo, fomentando o hábito da pesquisa;

esclarecer dúvidas com relação ao uso das tecnologias disponíveis;

participar de momentos presenciais obrigatórios, tais como avaliações,
apresentação de trabalhos, aulas práticas em laboratórios;

participar de momentos presenciais não obrigatórios promovidos no polo,
tais como palestras, eventos culturais, capacitações;

manter plena comunicação com a Coordenação do Curso e com os
professores;

colaborar com os docentes e NDE nos trabalhos de planejamento e
redirecionamento deste projeto.
Registram-se 5 (cinco) tutores para atuação nos polos de Natal, Caicó,
Currais Novos e Mossoró, e outros 3 (três) nos polos de Goiânia/GO, Cuiabá/MT e
Recife/PE. (Quadro 18).
93
Quadro 18 – Tutores presenciais
NOME
FORMAÇAO ACADÊMICA
GRADUAÇÃO: Administração
Leiliane de Albuquerque
MBA em Gestão Avançada de Negócios.
Dantas
ESPECIALIZAÇÃO: Gestão Pública Municipal
Igor Ranieri Vieira Costa
GRADUAÇÃO: Administração com Habilitação
em Marketing / Bacharel em Turismo
MBA em Gestão de Pessoas
Juliana Tavares
GRADUAÇÃO: CST em Marketing de Vendas.
Gilriane Carla Felix da GRADUAÇÃO: Administração
Silva
ESPECIALIZAÇÃO: Gestão de Pessoas.
POLO
Caicó
Zona Sul
Zona Norte
Currais Novos
Herbert Cavalcanti Vieira
GRADUAÇÃO: Gestão Empreendedora de
Negócios.
ESPECIALIÇÃO: Docência no Ensino Superior
Mossoró
Suzy Fabiane Alves da
Silva
GRADUAÇÃO: Pedagogia
PÓS GRADUAÇÃO: Gestão de Ensino e
Docência em Educação Básica e Superior;
Goiânia
Rosa Cardoso Leandro
GRADUAÇÃO: Lic. Pedagogia
ESPECIALIZAÇÃO: Informática na Educação
Cuiabá
Déborah Thereza
GRADUAÇÃO: Pedagogia
PÓS-GRADUAÇÃO: Marketing
Recife
94
3.3 PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza à coordenação
do Curso, além da equipe multidisciplinar e especializada do NEaD:
a) na sede:

um assistente;

tutores a distância;

técnicos de informática;
b) em cada polo de apoio:

um coordenador de polo, responsável por todas as atividades
administrativas, pedagógicas e operacionais no polo, garantindo a
oferta das disciplinas dos cursos e suas respectivas demandas de
estrutura física e de pessoal (sala, equipamentos, laboratórios,
tutores...);

tutores presenciais (descrito no item anterior);

equipe de apoio administrativo/acadêmico (secretaria acadêmica, no
registro e acompanhamento de procedimentos de matrícula,
avaliação e certificação dos estudantes; apoio ao corpo docente e de
tutores presenciais e a distância; distribuição e recebimento de
material didático; atendimento a estudantes usuários de laboratórios
e
bibliotecas,
entre
outros)
e
tecnológico,
desenvolvendo
atividades de suporte técnico a laboratórios e bibliotecas, como
também serviços de manutenção e zeladoria de materiais e
equipamentos tecnológicos; auxílio no planejamento da oferta do
curso; apoio na utilização local de materiais didáticos em diversas
mídias; suporte e desenvolvimento dos sistemas de informática;
suporte técnico aos estudantes.
95
Capacitação em EaD
A capacitação de toda equipe da sede e dos polos, envolvida com as
atividades do Curso, é oferecida periodicamente pela equipe do NEaD,
contemplando as especificidades do projeto institucional em EaD, com ênfase para o
desenvolvimento das habilidades necessárias ao uso da mídia de interação e da
metodologia a ser adotada. Destacam-se na programação temas relacionados a:

novas tecnologias de informações e comunicação e educação a distância;

legislação sobre EaD;

metodologias em EaD;

critérios para a elaboração dos recursos didáticos;

utilização do ambiente virtual de aprendizagem;

o professor e o aluno em EaD;

avaliação do aluno e autoavaliação do Curso.
Além disso, é realizada capacitações que abordam: Sistema Acadêmico e
Financeiro (SAF); Sistema de Avaliação Institucional (SAI); Organização do Controle
Acadêmico; Regimentos, Diretrizes e Procedimentos Institucionais; Modelo de Oferta
(Material
Instrucional,
Recursos
Didáticos,
UnP
Virtual,
Tutoria);
Projetos
Pedagógicos e Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP).
O pessoal técnico-administrativo do Curso pode também participar de
iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP.
96
PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS
97
4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP
A Universidade funciona em um conjunto de edificações, distribuídas da
seguinte forma:


Campus Natal (sede), integrado por 04 (quatro) Unidades:
-
Floriano Peixoto;
-
Salgado Filho;
-
Nascimento de Castro;
-
Roberto Freire.
Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN.
Nos
dois
Campi
encontram-se
condições
adequadas
ao
pleno
desenvolvimento de cursos, programas e projetos da UnP:

Salas
de
docentes
e
de
reuniões:
equipadas
com
mobiliário
e
equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus
Natal e no Campus Mossoró.

Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com
cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco;
climatização com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de
lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas).

Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios e bibliotecas dos
dois Campi, com acesso à internet.

Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance,
percepção e entendimento para a utilização, com segurança e autonomia, de
edificações, acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Há espaços
sem obstáculos para o cadeirante; rampas; disponibilização de elevadores,
cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento
exclusivas; corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados.

Manutenção
e
conservação
das
instalações
físicas:
sob
a
responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o
apoio das Prefeituras de cada Unidade do Campus Natal e do Campus
Mossoró.
98

Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em
empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores
de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor
específico de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção
periódica por técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando
identificados problemas.

Procedimentos
institucionais
de
atualização
de
equipamentos
e
materiais: através de um sistema informatizado (SIS Compras), e com base
no plano de metas anual de cada curso e de cada setor.
99
4.2 BIBLIOTECA
O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto 5
(cinco) bibliotecas: 4 (quatro) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1
(uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos
de apoio ao ensino a distância e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação
Comunitária (NIPEC), em Parnamirim, voltada para área da saúde.
O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao
conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são
climatizados, com iluminação adequada à leitura em grupo e individual, e a trabalhos
em grupo. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas
dos polos de educação a distância localizados no interior do Rio Grande do Norte e
do NIPEC.
4.2.1 Autoatendimento
Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e
viabilizados
por
um
sistema
que
permite
ao
usuário
consultas,
empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca
da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através do
Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP.
4.2.2 Informatização do acervo
O acervo é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com
atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da
UnP.
O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação,
classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar,
devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por
registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também
consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as
bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a
visualização da disponibilidade das obras para empréstimo.
O Módulo Empréstimo, aperfeiçoado a partir de 2011.2 mediante
implantação de uma ferramenta exclusiva da Universidade Potiguar (bibliotecas de
Natal e Mossoró) permite que o próprio usuário realize suas rotinas de empréstimo e
100
devolução de materiais, através de terminais próprios de atendimento. Essa rotina
torna o processo ágil, seguro e eficaz – uma vez que todas as ações são
confirmadas através da digital do usuário. Para fins de controle e segurança todas
as operações geram e-mail comprobatório, enviado automaticamente para o e-mail
cadastrado do usuário.
Serviços e produtos
Cada biblioteca do Sistema atende à clientela interessada durante os doze
meses do ano, de segunda a sexta, das 8 h às 22 h e, aos sábados, das 8 h às 12 h.
O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM, etc) se dá nos limites
quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno
do SIB.
Consulta local / empréstimo
A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade
Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa.
O empréstimo é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores
visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada
categoria, conforme especificações a seguir:
Quadro 19 – Tipos de empréstimos
Categoria de Usuários
Alunos de graduação
Alunos concluintes
Alunos de pós-graduação
Professores
Funcionários
Documentos
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM/Fitas de Vídeo
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM
3 Fitas de Vídeo
3 Títulos (livros)
2 Fitas de Vídeo
Prazos
(dias corridos)
7 dias
3 dias
14 dias
3 dias
14 dias
3 dias
21 dias
7 dias
7 dias
7 dias
3 dias
101
Levantamento bibliográfico
Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante
agendamento com prazo de retorno de 72 hs –setenta e duas horas).
Orientação bibliográfica
O SIB/UnP adequa trabalhos técnico-científicos às normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte,
gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de
Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas.
Visita orientada
Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência por
professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços,
normas e uso da biblioteca.
Catálogo de monografias
Permite o acesso à produção intelectual do corpo discente da UnP e de
monografias apresentadas a outras instituições, existentes no acervo (disponível
apenas para consulta interna salvo as que tiverem autorização do autor para
empréstimos/consultas).
Multimídia e Internet
As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com
computadores à disposição do usuário que poderá fazer suas pesquisas e trabalhos
de forma mais apropriada, oferecendo também, em todo o setor, internet sem fio
para uso de computadores pessoais (notebook).
Acesso a bases de dados nacionais e internacionais
Disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, on-line,
ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento.
102
BASES DE DADOS - ACESSO RESTRITO POR IP
Base de dados destinada aos cursos da saúde. É uma fonte eletrônica de
informação médica, baseada em evidências possuindo atualização
permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja
utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente.
Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do
conhecimento, com acesso a texto completo.
Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 e-books
publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica,
produzida por autores nacionais.
Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo conter
mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos artigos,
imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o profissional
de saúde.
Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a
Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde
como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras.
A Emerald integrante do Periódicos Capes proporciona acesso a periódicos
voltados para as áreas de negócios e gerenciamento, educação, engenharia,
política, ciência da saúde entre outras.
Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de
resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web
de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar, analisar e
visualizar os resultados da pesquisa.
Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base
multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação nas
áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente. Oferece uma
rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas pela editora
Elsevier e sociedades parceiras.
Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com referêcnias
indexadas e em resumo.
Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas
comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão
Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e
newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos
EUA.
Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais
nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo
selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas
transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio
ProQuest Medical Library™ - Com cobertura retrospectiva desde 1986 e
mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as
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MEDLINE - Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com
cobertura desde 1999.
Latin American Newsstand - Coleção de jornais da América Latina, com
cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de S.
Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre vários
outros.
103
BASES DE ACESSO LIVRE
Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e
dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior brasileiras.
O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos completos,
bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e dissertações,
estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet selecionados pelo
nível acadêmico, mantidos por importantes instituições científicas e profissionais e
por organismos governamentais e internacionais.
A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que
abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros.
Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza,
gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios
de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde.
OUTROS SERVIÇOS
Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis nos
acervos das principais unidades de informação do país.
O SCAD é um serviço de fornecimento de documentos especializado em ciências
da saúde, exclusivo da rede BVS.
104
4.3 INSTALAÇÕES – EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
4.3.1 Núcleo de Educação a Distância (NEaD)
Localizado na sede da UnP, o NEaD é o setor que centraliza as atividades
referentes à gestão dos cursos ofertados, à concepção, planejamento e produção de
materiais, entre outras atividades.
Os espaços destinados ao NEaD, estruturados conforme critérios contidos no
documento “Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância” do
Ministério da Educação (MEC), abrangem: recepção, sala para a coordenação geral,
pedagógica, acadêmica, de produção de recursos didáticos logística e apoio
acadêmico-pedagógico.
O NEaD funciona na Unidade Roberto Freire, Campus Natal.
4.3.2 Coordenação do Curso – Sede
A comunidade acadêmica do Curso conta com: salas de aula; sala para a
direção; sala para recepção; sala para professores; laboratórios de informática;
gabinetes de atendimento ao aluno.
Esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são mobiliados
apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil
acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores ligados em
rede administrativa.
105
4.3.3 Polos de apoio presencial
O funcionamento do Curso ocorre em polos de apoio localizados em Natal,
sede, em municípios do interior do RN - Caicó, Currais Novos e Mossoró, e em
outras Unidades da Federação.
Todos os espaços/ambientes dos polos estão equipados segundo a finalidade
a que se destinam e atendem aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação,
acústica, ventilação, conservação.
Nos polos, os alunos regularmente matriculados participam dos encontros
didático-pedagógicos obrigatórios e não obrigatórios: avaliações presenciais;
atividades de laboratório, consulta ao acervo bibliográfico; utilização de laboratórios
de informática para acesso aos conteúdos das unidades de estudo, acesso ao
sistema de gestão informatizado para acompanhamento de seu processo
administrativo e solicitação de documentos, pesquisa dos trabalhos das disciplinas;
participação nas atividades de tutoria presencial; acesso à secretaria para
solicitação de quaisquer informações ou recebimento de documentos.
106
ANEXOS
107
ANEXO A
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
ESTRUTURA CURRICULAR 2011
108
4ª SÉRIE
109
CONTABILIDADE BÁSICA
EMENTA
Conceitos básicos – balanço patrimonial, demonstrações contábeis, e gerenciais –
análise do ponto de equilíbrio e da alavancagem operacional, formação de preços,
relações de custo-volume-lucro, controle gerencial, entre outros. Técnicas para a
apuração de custos empresariais. Operações, registros, princípios e regimes
contábeis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Contabilidade de custos. Manaus:
SODECAM, 2010.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Análise das demonstrações contábeis. Natal:
Edunp, 2008.
PEREIRA, Cláudia Catarina. Contabilidade básica l. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, Edileuza Lobato da. Teoria da contabilidade. Manaus: SODECAM, 2010.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade básica. Manaus: Uninorte, 2007.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade geral. Uninorte, 2007. 103p.
110
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
EMENTA
Conceitos Básicos. Sistemas e Subsistemas de Informação. Decisão, Implantação e
Operacionalização dos Sistemas Contábeis. Plano de Contas. Segurança e gastos
com informática. Elementos do sistema de informação contábil e do sistema de
informações
econômico-financeiro.
Determinação
dos
sub-sistemas,
limites,
recursos e administração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações.
9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 506p.
MATTOS, Antonio Carlos M. Sistemas de informação: uma visão executiva. 2.ed.
São Paulo: Saraiva, 2010. 223p.
STAIR, Ralph M; REYNOLDS, George W. Princípios de sistemas de informação.
9.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 590p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos. 2.ed. São
Paulo: Pioneira, 1997. 339p.
DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e
perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. 210p. 8 reimp. 2009.
REZENDE, Dênis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da informação
aplicada a sistemas de informação empresariais: o papel estratégico da
informação e dos sistemas de informação nas empresas. 5. ed. São Paulo: Art Print,
2008. 303p. 2ª reimp 2008.
111
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E PLANEJAMENTO DE CARREIRA
EMENTA
Conceitos básicos da avaliação do desempenho humano nas organizações. Índices
de desempenho. As tendências da avaliação de desempenho. A carreira
profissional. Diretrizes para uma carreira profissional. Estruturas de carreira.
Planejamento de carreira profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas. 6. ed. São Paulo:
Manole, 2009. reimp. 2011.
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional: o que há além do Balanced Scorecard. São Paulo: Saraiva, 2009.
FREITAS, Rafaela Paula. et al. Gestão do Conhecimento e da Carreira
Profissional. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIGUEIREDO, José Carlos. Como anda a sua carreira?: o check-up profissional
vai ajudá-lo a mudar seu modo de vida. São Paulo: 2000.
SOUZA, Vera Lúcia de. et al. Gestão de desempenho. São Paulo: FGV, 2005.
VERGARA, Sylvia Constant. et Al. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009.
112
LEGISLAÇÃO
EMENTA
Princípios e tendências da previdência social. Regimes previdenciários públicos e
privados. A Emenda Constitucional nº 41/03. Normas gerais de previdência da Lei
nº. 8.213/91. Beneficiários (segurados e dependentes). Benefícios. Características
gerais da CLT. Aspectos operacionais da legislação trabalhista.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Supremo Tribunal Federal; CARVALHO Filho, Carlos Henrique de (Dir.).
Consolidação das leis do trabalho, código de processo civil, constituição
federal,
legislação
trabalhista
e
processual
trabalhista,
legislação
previdenciária. 11.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010.
GUIMARÃES, João Carlos Siqueira. Roteiro de legislação trabalhista. 5.ed. São
Paulo: LTr, 2007.
OLIVEIRA, Aristeu de. Consolidação da legislação previdenciária: regulamento e
legislação complementar. 12.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 772p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELLAN, Rosana. Direito Trabalhista e Legislação Social. Natal: Edunp, 2011.
FONTOURA,
Iara
P.
(Org.);
SABATOVSKI,
Emilio
(Org.).
Legislação
previdenciária. 25.ed. Curitiba: Juruá, 2009.
GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas trabalhistas e previdenciárias. 10.ed. Belo
Horizonte: Líder, 2010.
113
PROJETO INTERDISCIPLINAR
EMENTA
Diagnóstico organizacional. Missão, Visão e Valores. Análise do macroambiente e
do microambiente. Sistema de informação como apoio ao Departamento Pessoal
(DP). Análise e descrição das rotinas do DP. Auditoria de DP. Ações corretivas.
Conclusões e recomendações DP.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo:
FGV, 2008. reimp. 2010.
SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo:
FGV, 2005. reimp. 2010.
WOOD JR, THOMAZ & FILHO. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006.
FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do
departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2012.
GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003.
114
ROTINA DE PESSOAL
EMENTA
Aspecto
jurídico-legal
ao
departamento
de
pessoal.
Contratação
de
empregados/estagiários. Controle e concessão de férias. Rescisão de contrato de
trabalho.
Salário
família.
Salário
maternidade.
Controle
de
frequência.
Procedimentos de fiscalização e recolhimentos, entre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do
departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011.
GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003.
SILVA, Marilene Luzia da. Administração de departamento de pessoal. São
Paulo: Érica, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 12 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 41.ed. São Paulo: Atlas,
2007. 767p.
115
ANEXO B
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
ESTRUTURA CURRICULAR 2012
116
1ª SÉRIE
117
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL
EMENTA
Relações entre indivíduo e organização. O comportamento humano. Desempenho
de papeis. Grupos e equipes. Comunicação interpessoal e organizacional.
Motivação e liderança. Tomada de decisão. Conflitos interpessoais e intergrupais.
Feedback e humanização nas relações de trabalho. Aprendizagem, inovação e
mudança organizacional. Poder e autoridade. Clima e cultura organizacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Desenvolvimento Humano e Organizacional.
Natal: Edunp, 2011.
CANTO, Rosimar Vandyke de Lima. Comportamento Organizacional. Manaus:
SODECAM, 2010.
DIAS, Simone Regina. Clima e Cultura Organizacional. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Taís Baumgarten. Treinamento e Desenvolvimento Organizacional.
Natal: Edunp, 2011.
LOHN, Vanderléia Martins. Liderança e Desenvolvimento de Equipes. Natal:
Edunp, 2011.
PESCA, Andréa Duarte. Psicologia Organizacional. Natal: Edunp, 2011.
118
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
EMENTA
Leitura e interpretação de textos verbais e não verbais. A linguagem como
instrumento de comunicação. Estruturas linguísticas e mecanismos de coesão e
coerência. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A
textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDOSO, Ana Tázia Patricio de Melo. Comunicação Empresarial. Natal: Edunp,
2010.
CATUNDA,
Marcus
Túlio
Tomé.
Português
Instrumental.
Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
SILVA, Silvio Luis da. Leitura e Produção de Texto. Natal: Edunp, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8. ed. São
Paulo: Cortez, 2010.
MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
119
CONTABILIDADE E CUSTO
EMENTA
Conceitos básicos – balanço patrimonial, demonstrações contábeis, e gerenciais –
análise do ponto de equilíbrio e da alavancagem operacional, formação de preços,
relações de custo-volume-lucro, controle gerencial, entre outros. Técnicas para a
apuração de custos empresariais. Análise de operações, registros, princípios e
regimes contábeis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Contabilidade e Custos. Manaus: SODECAM,
2010.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Análise das Demonstrações Contábeis. Manaus:
UNINORTE/CED, 2008.
PEREIRA, Cláudia Catarina. Contabilidade Básica. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, Edileuza Lobato da. Teoria Contabilidade. Manaus: SODECAM, 2010.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Básica. Manaus: UNINORTE/CED,
2007.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Geral. Manaus: UNINORTE/CED,
2007.
120
LEGISLAÇÃO
EMENTA
A vida em sociedade. Diferentes noções de Direito. Fontes do Direito. Ramos do
Direito – Público e Privado. Implicações jurídicas do Direito nos negócios. Princípios
básicos do Direito Comercial, Trabalhista e do Consumidor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELLAN, Rosana. Direito Trabalhista e Legislação Social. Natal: Edunp, 2011.
FERREIRA, Marcione Zimmermann. Direito Comercial e Legislação Societária.
Natal: Edunp, 2011.
FREITAS, Carlos Alberto. Ética e Legislação Profissional. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NUNES, Rizzatto. Curso de direito do consumidor: com exercícios. 4. ed. São
Paulo: Saraiva, 2009.
SILVA, Rogerio Duarte. Instituições de Direito Público e Privado. Natal: Edunp,
2011.
VIEIRA, Morgana Regina Maia. Direito empresarial. Manaus: UNINORTE/CED,
2007.
121
MÉTODOS QUANTITATIVOS
EMENTA
Equações numéricas, equações algébricas e funções. Instrumentos de cálculo e
interpretação gráfica relacionados à área da gestão. Conceitos fundamentais da
estatística: tabelas de frequência, medidas de tendência central e de dispersão;
probabilidades,
distribuição
de
probabilidades,
distribuição
normal,
outras
distribuições contínuas, entre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONIN, Maria Albertina Schmitz. Matemática Financeira. Natal: Edunp, 2011.
PASSOS,
Edilmar
Martins.
Fundamentos
da
Matemática.
Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
PASSOS, Edilmar Martins. Introdução à Estatística. Manaus: UNINORTE/CED,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19 ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática Financeira com
+ de 600 exercícios resolvidos e propostos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
PASSOS, Edilmar Martins. Matemática Financeira. Manaus: SODECAM, 2008.
122
NEGOCIAÇÃO
EMENTA
O relacionamento entre empregadores e empregados, pares organizacionais,
clientes e empresas. Conceitos básicos de negociação. Planejamento da
negociação. O processo de tomada de decisão. A questão ética na negociação.
Conflitos. Estilos de negociação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. 10. ed. São Paulo: CLIO,
2010.
GRILLO, Karla, Simone Regina Dias. Processo Decisório e Negociação
Empresarial. Natal: Edunp, 2011.
MARTINELLI, Dante Pinheiro. Negociação empresarial: enfoque sistêmico e visão
estratégica. São Paulo: Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAZERMAN, Max H; MOORE, Don. Processo decisório. 7. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010.
LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010.
SHIMIZU, Tamio. Decisão nas organizações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
123
2ª SÉRIE
124
CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
EMENTA
O potencial criativo dos indivíduos. Inovação organizacional. O ambiente
organizacional e as políticas institucionais. Elementos facilitadores e dificultadores
no processo da criatividade na empresa. Técnicas e instrumentos que viabilizam o
gerenciamento do processo de inovação na empresa. O papel governamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAGA, Marco Maschio. Gestão da Informação e da Tecnologia. Natal: Edunp,
2011.
MATTOS, João Roberto loureiro de; GUIMARÃES, Leonam dos Santos. Gestão da
tecnologia e inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2005.
REIS, Dálcio Roberto dos. Gestão da inovação tecnológica. 2. ed. Barueri:
Manole, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JONASH, Ronald S. O valor da inovação: como as empresas mais avançadas
atingem alto desempenho e lucratividade. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010.
SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação
na prática. São Paulo: Atlas, 2009.
125
ECONOMIA
EMENTA
Os princípios da ciência econômica. Noções de macroeconomia e elementos de
Microeconomia. O funcionamento do sistema econômico e do mecanismo de
mercado. Conceitos e ambiente econômico contemporâneo. A teoria do consumidor.
Teoria da firma e estruturas de mercado. Os agregados macroeconômicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução à Macroeconomia. Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução às Teorias Econômicas. Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
GADELHA, Antônio Germano da Costa. Microeconomia I. Manaus: SODECAM,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MIRANDA, Carmen Suely. Homem e Sociedade. Natal: Edunp, 2010.
ROCHA, Ana Maria da. Estudos da Realidade Brasileira. Natal: Edunp, 2010.
VARGAS, Geraldo Teixeira. Fundamentos da Economia e Ciência Política. Natal:
Edunp, 2011.
126
EMPREENDEDORISMO E SUSTENTABILIDADE
EMENTA
O empreendedorismo e o papel do empreendedor. Habilidades e características do
empreendedor. Elaboração do plano de negócios. Etapas do Plano de Negócios.
Sustentabilidade e empreendedorismo. Desenvolvimento sustentável. A empresa
responsável no mundo globalizado. Aspectos estratégicos no desenvolvimento
sustentável. O papel da educação na sustentabilidade. Gestão ambiental e
sustentabilidade. Consumo responsável. O papel da mídia na sustentabilidade. Os
desafios da sustentabilidade para o milênio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DUSI, Luciane. Responsabilidade Social e Meio Ambiente. Natal: Edunp, 2010.
LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010.
LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental.
Natal: Edunp, 2010.
NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Nascimento; VIANNA, João Nildo (Orgs). Vianna.
Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond,
2007.
SANTOS, Sílvio A. dos; PEREIRA, Heitor J. (org.). Criando seu próprio negócio:
como desenvolver o potencial empreendedor. Brasília: SEBRAE, 1995.
127
GESTÃO DE MARKETING
EMENTA
Os princípios do Marketing. O composto de Marketing: produto, preço, promoção e
distribuição. Planejamento de Marketing. O papel do marketing nas organizações.
Segmentação de mercado. Posicionamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOPRÉ, Daniel. Marketing de Produtos e Serviços. Natal: Edunp, 2011.
CHAGA, Marco Maschio. Comunicação de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 5reimp. 2010.
LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de Relacionamento. Natal: Edunp,
2011.
128
GESTÃO DE PESSOAS
EMENTA
Os marcos teóricos e atividades relacionadas com as áreas funcionais de recursos
humanos: recrutamento e seleção; carreiras, cargos e salários; higiene, segurança e
qualidade de vida no trabalho; treinamento e desenvolvimento e avaliação de
desempenho. Perspectivas tradicionais e inovadoras da gestão de pessoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Recrutamento e Seleção. Natal: Edunp, 2011.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3 ed. São Paulo: Elsevier, 2008.
FERREIRA, Elaine; Simone Regina Dias. Higiene, Segurança e Qualidade de Vida
no Trabalho. Natal: Edunp, 2011.
129
PROJETO INTERDISCIPLINAR I
EMENTA
Diagnóstico organizacional. Missão, Visão e Valores. Macroambiente e do
microambiente. Plano de negócio. Viabilidade financeira. Plano de Marketing.
Investimento. Definição de objetivos e metas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010.
LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010.
LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental.
Natal: Edunp, 2010.
NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Nascimento; VIANNA, João Nildo (Orgs). Vianna.
Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond,
2007.
SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação
na prática. São Paulo: Atlas, 2009.
130
3ª SÉRIE
131
ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS
EMENTA
Estratégia organizacional. Tipos de planejamento: estratégico, tático e operacional.
Planejamento
de
Marketing.
Marketing
estratégico.
Tomada
de
decisão.
Comportamento do consumidor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 5 reimp. 2010.
LIMA, Miguel et al. Gestão de marketing. 8. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 2007. 5 reimp., 2009.
LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de relacionamento. Natal: Edunp,
2011.
NEVES, Marcos Fava. Planejamento e gestão estratégica de marketing. São
Paulo: Atlas, 2005. 4 reimp. 2008.
132
GESTÃO DA PRODUÇÃO E LOGÍSTICA
EMENTA
Evolução da administração da produção. Localização e lay-out de planta.
Planejamento de produção. Pesquisa operacional. Produtividade e qualidade.
Projeto e organização do trabalho. Melhoramento da produção. Prevenção e
recuperação de falhas. Qualidade e gestão de cadeia global de fornecedores.
Sistemas de transporte, armazenagem, manuseio e acondicionamento do produto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAULING, Flavio; Rafael Schilickmann. Distribuição e logística. Natal: Edunp,
2011.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2008.
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da
produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVARENGA, Antônio Carlos; Novaes, Antonio Galvão. Logística aplicada. São
Paulo: Edgard Blücher, 2008.
CHURCHILL Jr., Gilbert A; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os
clientes. São Paulo: Saraiva, 2007. 6 tir. 2007.
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2006.
133
GESTÃO DO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
EMENTA
Ferramentas para a geração, compartilhamento, internalização e recriação do
conhecimento sob a ótica da gestão organizacional. Inovação e vantagem
competitiva.
Cadeias
produtivas
ou
redes
estratégicas.
Aprendizagem
organizacional. A Tecnologia no processo de conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008.
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade
nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
EASTERBY,
Mark;
BURGOYNE,
John.
Aprendizagem
organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
organizacional
e
134
GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS
EMENTA
Contextos, objetivos e processos da gestão de pessoas. Subsistemas de RH.
Estratégias organizacionais. Planos estratégicos de RH. Ferramentas estratégicas
de gestão. O RH estratégico. Ações estratégicas na gestão de pessoas. Gestão por
competências.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, Luis César G.
Gestão de pessoas: estratégias e integração
organizacional. São Paulo: Atlas, 2009.
CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2005. reimp.
2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. reimp., 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, Brian; HUSELID, Mark. Gestão estratégica de pessoas com scorecad.
São Paulo: Elsevier, 2001.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Science, 2004. reimp. 2010.
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
135
GESTÃO FINANCEIRA
EMENTA
Conceitos de matemática financeira. Análise de investimentos e tomada de decisão.
Projetos de investimento e de fontes de financiamento. Ferramentas para o
planejamento
financeiro,
especialmente
as
decisões
de
financiamento
e
investimento a curto e longo prazos. Ferramentas contemporâneas como os
modelos de criação de valor (EVA, DVA e MVA) e o Balanced Scorecard.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOJI, Masakazu; HOJI, Nosa Kozu. Administração financeira e Orçamentária:
matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. São
Paulo: Atlas, 2009. Reimp. 2010.
LEMES JUNIOR, Antônio Barbosa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; RIGO,
Cláudio Miessa. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas
brasileiras. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2010.
RIBEIRO, Crisanto Soares. Finanças Empresariais. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2009.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial e vantagem
competitiva. São Paulo: Atlas, 2009.
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas,
1987. reimp. 2007.
136
PROJETO INTERDISCIPLINAR II
EMENTA
Planejamento Estratégico de Recursos Humanos. Definição de objetivos, metas,
estratégias e planos de ação adequados a gestão de pessoas. Subsistemas de RH.
O RH estratégico. Ações estratégicas na gestão de pessoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, Luis César G.
Gestão de pessoas: estratégias e integração
organizacional. São Paulo: Atlas, 2009.
CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2005.
reimp.2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Science, 2004. reimp. 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
137
4ª SÉRIE
138
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO E PLANEJAMENTO DE CARREIRA
EMENTA
Conceitos básicos da avaliação do desempenho humano nas organizações. Índices
de desempenho. As tendências da avaliação de desempenho. A carreira
profissional. Diretrizes para uma carreira profissional. Estruturas de carreira.
Planejamento de carreira profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas. 6. ed. São Paulo:
Manole, 2009. reimp. 2011.
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006.
FREITAS, Rafaela Paula et al. Gestão do Conhecimento e da Carreira
Profissional. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIGUEIREDO, José Carlos. Como anda a sua carreira? São Paulo: Atlas, 2000.
SOUZA, Vera Lúcia de, et al. Gestão de desempenho. São Paulo: FGV, 2005.
VERGARA, Sylvia Constant. et Al. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009.
139
EDUCAÇÃO CORPORATIVA
EMENTA
A concepção de programas de educação corporativa. Universidade corporativa.
Objetivos e propósitos das Universidades corporativas. Estudos de casos nacionais
e internacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
RICARDO, Eleonora Jorge. Educação Corporativa e Aprendizagem: as Práticas
Pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009.
ROGERS, Jenny. Aprendizagem de Adultos: fundamentos para Educação
Corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EASTERBY,
Mark;
BURGOYNE,
John.
Aprendizagem
organizacional
e
organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade
nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006.
140
ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE PESSOAS E SISTEMAS DE RECOMPENSA
EMENTA
Conceitos de recrutamento e seleção de pessoas. Formas de avaliar os resultados
do processo de recrutamento e seleção. Técnicas atuais e tendências do processo
de R&S. Conceitos de remuneração e de incentivos. Os componentes da
remuneração total. Descrição e análise de cargos. Elaboração de um plano de
cargos e salários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo:
FGV, 2008. reimp. 2012.
SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo:
FGV, 2005. reimp. 2010.
WOOD JR, THOMAZ & FILHO. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de descrição de cargos e salários. São Paulo:
Atlas, 2007.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
TANURE, Betânia. A gestão de pessoas no Brasil: virtude e pecados capitais. São
Paulo: Elsevier, 2007.
141
GESTÃO INTEGRADA DE TREINAMENTO E COMPETÊNCIAS
EMENTA
Gestão
da
educação
corporativa.
Metodologias
de
ensino-aprendizagem.
Ferramentas para levantamento das necessidades de treinamento. Definição e
gestão do currículo de cursos. Contratação de fornecedores. Planejamento da
infraestrutura. Implementação e acompanhamento do curso. Avaliação do aluno.
Avaliação do curso. Aprimoramento e atualização do curso. Gestão do sistema de
controle e implantação das políticas de treinamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
RICARDO, Eleonora Jorge. Educação corporativa e aprendizagem: as práticas
pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009.
ROGERS, Jenny. Aprendizagem de adultos: fundamentos para educação
corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006.
NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008.
TANURE, Betania. A gestão de pessoas no Brasil: virtude e pecados capitais. São
Paulo: Elsevier, 2007.
142
PROJETO INTERDISCIPLINAR III
EMENTA
Auditoria da gestão de pessoas. Procedimentos operacionais. Programas de
treinamento e desenvolvimento. Procedimentos de Recrutamento e Seleção. Planos
de carreira e benefícios. Rotinas administrativas de pessoal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo:
FGV, 2008. reimp. 2010.
SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo:
FGV, 2005. reimp. 2010.
WOOD JR, THOMAZ & FILHO. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006.
FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do
departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011.
GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003.
143
ROTINAS DE PESSOAL
EMENTA
Aspecto
jurídico-legal
ao
departamento
de
pessoal.
Contratação
de
empregados/estagiários. Controle e concessão de férias. Rescisão de contrato de
trabalho.
Salário
família.
Salário
maternidade.
Controle
de
frequência.
Procedimentos de fiscalização e recolhimentos, entre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do
departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011.
GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003.
SILVA, Marilene Luzia da. Administração de departamento de pessoal. São
Paulo: Érica, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 12 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 41. ed. São Paulo: Atlas,
2007.
144
SOCIEDADE E EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
EMENTA
Estrutura social e formação da sociedade brasileira. Etnocentrismo e questão racial
no Brasil. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da educação
das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LUZ, Marco Aurélio. Cultura negra em tempos pós-modernos. [online]. 3ª. edição.
Salvador: EDUFBA, 2008. 181 p. ISBN 9978-85-232-0531-7. Available from SciELO
Books
<http://books.scielo.org>:
Disponível
em:
http://static.scielo.org/scielobooks/39h/pdf/luz-9788523205317.pdf
PAGLIARO, H., et. al., Demografia dos povos indígenas no Brasil [online]. Heloísa
Pagliaro, Marta Maria Azevedo e Ricardo Ventura Santos (Orgs.). Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz e Associação Brasileira de Estudos Populacionais/Abep. Rio de
Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005. 192 p. ISBN: 85-7541-056-3. Available from
SciELO
Books
<http://books.scielo.org>.
Disponível
em:
http://static.scielo.org/scielobooks/qdgqt/pdf/pagliaro-8575410563.pdf
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do
currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós modernidade. 11ª. Ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 2002.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 2008.
SANTOS, JT. O poder da cultura e a cultura no poder: a disputa simbólica da
herança cultural negra no Brasil [online]. Salvador: EDUFBA, 2005. 264 p. ISBN 85232-0355-9. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>: Disponível em:
http://static.scielo.org/scielobooks/hqhrv/pdf/santos-8523203559.pdf
145
ANEXO C
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
ESTRUTURA CURRICULAR 2013
146
1ª SÉRIE
147
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL
EMENTA
O comportamento humano nas estruturas organizacionais e sua relação com o clima
e a cultura organizacional. Comportamento individual na organização. O indivíduo e
o grupo na organização. A inclusão social através do trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Desenvolvimento humano e organizacional.
Natal: Edunp, 2011.
CANTO, Rosimar Vandyke de Lima. Comportamento organizacional. Manaus:
SODECAM, 2010.
DIAS, Simone Regina. Clima e cultura organizacional. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Taís Baumgarten. Treinamento e Desenvolvimento Organizacional.
Natal: Edunp, 2011.
LOHN, Vanderléia Martins. Liderança e Desenvolvimento de Equipes. Natal:
Edunp, 2011.
PESCA, Andréa Duarte. Psicologia Organizacional. Natal: Edunp, 2011.
148
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
EMENTA
Leitura e interpretação de textos verbais e não verbais. A linguagem como
instrumento de comunicação. Estruturas linguísticas e mecanismos de coesão e
coerência. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A
textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDOSO, Ana Tázia Patricio de Melo. Comunicação Empresarial. Natal: Edunp,
2010.
CATUNDA,
Marcus
Túlio
Tomé.
Português
Instrumental.
Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
SILVA, Silvio Luís da. Leitura e Produção de Texto. Natal: Edunp, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8. ed. São
Paulo: Cortez, 2010.
MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
149
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
EMENTA
A comunicação nas empresas. Comunicação e eficácia organizacional: meios e
instrumentos (modelos) de comunicação como ferramentas para o fortalecimento
empresarial. A cultura organizacional e o processo comunicativo interno. A
comunicação dirigida: tipos, objetivos e públicos alvos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDOSO, Ana Tázia Patricia de Melo. Comunicação Empresarial. Natal: EdUnP,
2010.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ROCHA NETO, Manoel Pereira da. Comunicação e mídias contemporâneas. 2.
ed. Natal: EdUnP, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MEDEIROS, João Bosco. Comunicação empresarial. São Paulo: Atlas, 2010.
PIMENTA, Maria Alzira. Comunicação empresarial. 7. ed. Campinas: Alínea, 2010.
SILVA, Silvio Luis da et al. Leitura e Produção de Texto. Natal: EdUnP, 2010.
150
GESTÃO DE MARKETING
EMENTA
Introdução à Gestão de Marketing. Conhecendo e identificando o mercado. Plano de
marketing. Posicionamento de mercado. O marketing mix: produto, preço,
distribuição e comunicação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOPRÉ, Daniel. Marketing de Produtos e Serviços. Natal: Edunp, 2011.
CHAGA, Marco Maschio. Comunicação de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de Relacionamento. Natal: Edunp,
2011.
151
MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO
EMENTA
Administração como ciência. Eficiência e eficácia organizacional. Escolas da
Administração.
Abordagem
Estratégica.
Teoria
da
Decisão
e
abordagens
contemporâneas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Fábio Rogério dos Santos. Gestão empresarial. Natal: EdUnP, 2010.
FISCHER, Sulivan Desirée; KARKOTLI, Gilson Rihan. Teorias Administrativas e
Organizacionais. Natal: Edunp, 2011. 274p.
RIBEIRO, Aldeí Rosane Batista. Fundamentos da administração. Natal: EdUnP,
2010.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Science, 2004. reimp. 2010.
LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: EdUnP, 2010.
PAULA, Mônica Silva de Paula; LIMA, Lenice Praia Lima. Introdução à
Administração. Manaus, Uninorte/CED, 2007.
152
RACIOCÍNIO LÓGICO
EMENTA
Lógica e argumentação. Dedução e indução. Falácias. Distintas concepções de
lógica: fundamentos, relevância. Silogismo aristotélico. Lógica proposicional: sintaxe
e semântica. Lógica de predicados de primeira ordem: sintaxe e semântica.
Técnicas de dedução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALENCAR Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel,
c1975. 203p. Reimp. 2009.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando:
introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2010.
MIRANDA, Carmen Suely Cavalcanti de; CAVALCANTI, Ivickson Ricardo de
Miranda. Raciocínio Lógico. Natal: EdUnP, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 14. ed. São Paulo: Art Print, 2010. 520p. 6
imp. 2012.
IDE, Pascal. A arte de pensar. 2. ed. São Paulo: Art Print, 2000. 299p.
WALTON, Douglas N. Lógica informal: manual de argumentação crítica. São
Paulo: Martins Fontes, 2006. 410p.
153
2ª SÉRIE
154
CONTABILIDADE E CUSTOS
EMENTA
Operações, registros, princípios e regimes contábeis. Balanço patrimonial,
demonstrações contábeis e gerenciais – análise do ponto de equilíbrio e
alavancagem operacional, formação de preços, relações de custo-volume-lucro,
controle gerencial. Técnicas para a apuração de custos. Resultados como processo
de análise e tomada de decisões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Contabilidade e Custos. Manaus: SODECAM,
2010.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Análise das Demonstrações Contábeis. Manaus:
UNINORTE/CED, 2008.
PEREIRA, Cláudia Catarina. Contabilidade Básica. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, Edileuza Lobato da. Teoria Contabilidade. Manaus: SODECAM, 2010.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Básica. Manaus: UNINORTE/CED,
2007.
MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Geral. Manaus: UNINORTE/CED,
2007.
155
ECONOMIA
EMENTA
Os princípios da ciência econômica. Noções de macroeconomia e elementos de
microeconomia. O funcionamento do sistema econômico e do mecanismo de
mercado. Conceitos e ambiente econômico contemporâneo. Teoria do consumidor.
Teoria da firma e estruturas de mercado. Os agregados macroeconômicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução à Macroeconomia. Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução às Teorias Econômicas. Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
GADELHA, Antônio Germano da Costa. Microeconomia I. Manaus: SODECAM,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MIRANDA, Carmen Suely. Homem e Sociedade. Natal: Edunp, 2010.
ROCHA, Ana Maria da. Estudos da Realidade Brasileira. Natal: Edunp, 2010.
VARGAS, Geraldo Teixeira. Fundamentos da Economia e Ciência Política. Natal:
Edunp, 2011.
156
EMPREENDEDORISMO
EMENTA
Conceitos de empreendedorismo, empreendedor e empresário. Evolução do
conceito de empreendedorismo e sua importância para o mundo dos negócios. O
espírito empreendedor. O empreendedor corporativo. O processo empreendedor. A
importância da criatividade para o empreendedor. Oportunidades de negócios.
Como implementar novas oportunidades de negócios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010.
LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010.
VIEIRA, Morgana Regina Maia. Direito Empresarial. Manaus: UNINORTE/CED,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUSI, Luciane. Responsabilidade social e meio ambiente. Natal: Edunp, 2011.
PAULA, Mônica Silva de Paula; LIMA, Lenice Praia Lima. Introdução à
Administração. Manaus, Uninorte/CED, 2007.
SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação
na prática. São Paulo: Atlas, 2009.
157
GESTÃO DE PESSOAS
EMENTA
Evolução da gestão de pessoas e a visão atual. Modelo de gestão de pessoas e
seus
processos.
desenvolvimento
Processo
humano
e
de
movimentação:
organizacional.
captação
Processo
de
e
escolha
e
o
desenvolvimento.
Universidade Corporativa. Coaching e Mentoring. Processo de valorização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Recrutamento e Seleção. Natal: Edunp, 2011.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3 ed. São Paulo: Elsevier, 2008.
FERREIRA, Elaine; Simone Regina Dias. Higiene, Segurança e Qualidade de Vida
no Trabalho. Natal: Edunp, 2011.
158
MÉTODOS QUANTITATIVOS
EMENTA
Equações numéricas, equações algébricas e funções. Instrumentos de cálculo e
interpretação gráfica relacionados à área da gestão. Conceitos fundamentais da
estatística: tabelas de frequência, medidas de tendência central e de dispersão;
probabilidades,
distribuição
de
probabilidades,
distribuição
normal,
outras
distribuições contínuas, entre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONIN, Maria Albertina Schmitz. Matemática Financeira. Natal: Edunp, 2011.
PASSOS,
Edilmar
Martins.
Fundamentos
da
Matemática.
Manaus:
UNINORTE/CED, 2007.
PASSOS, Edilmar Martins; SILVA, Marcus Antônio Martinho e. Introdução à
Estatística. Manaus: UNINORTE/CED, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19 ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática Financeira com
+ de 600 exercícios resolvidos e propostos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
PASSOS, Edilmar Martins. Matemática Financeira. Manaus: UNINORTE/CED,
2008.
159
PROJETO INTERDISCIPLINAR I
EMENTA
Diagnóstico organizacional. Missão, visão e valores. Análise do macroambiente e do
microambiente. Plano de negócio. Viabilidade financeira. Plano de Marketing.
Investimento. Objetivos e metas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010.
LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010.
LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação
na prática. São Paulo: Atlas, 2009.
160
3ª SÉRIE
161
ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS
EMENTA
Marketing para o Século XXI. Planejamento Estratégico Análise Macro e Micro
Ambiental. Sistema de Informação de Marketing - SIM. Comportamento do
Consumidor. Análise da Concorrência. Segmentação de Mercado. O marketing mix
estratégico. Alianças estratégicas. 05 forças de Porter. O Plano de marketing.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 6 reimp. 2011.
LIMA, Miguel et al. Gestão de marketing. 8. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 2007. Reimp 2009.
LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de Relacionamento. Natal: Edunp,
2011.
NEVES, Marcos Fava. Planejamento e gestão estratégica de marketing. São
Paulo: Atlas, 2005. 4 reimp. 2012.
162
GESTÃO DA PRODUÇÃO E LOGÍSTICA
EMENTA
Introdução, conceitos e objetivos da logística. Gerenciamento logístico. Logística
integrada. Medição e controle de desempenho. Gestão de compras e suprimentos.
Movimentação e armazenagem de materiais. Distribuição física. Equipamentos de
movimentação e armazenagem. Transportes. Gerenciamento da cadeia de
suprimentos. Gestão e avaliação de estoques.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAULING, Flavio; Rafael Schilickmann. Distribuição e Logística. Natal: Edunp,
2011.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2008.
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da
produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. já tem a 3.ed. 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVARENGA, Antônio Carlos; Novaes, Antônio Galvão. Logística aplicada. São
Paulo: Edgard Blücher. 2000. Reimp 2010.
CHURCHILL Jr., Gilbert A; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os
clientes. São Paulo: Saraiva, 2010. Reimp. 2012.
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin. Administração de Marketing. 12 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2006.
163
GESTÃO DO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
EMENTA
Ferramentas para a geração, compartilhamento, internalização e recriação do
conhecimento sob a ótica da gestão organizacional. Inovação e vantagem
competitiva.
Cadeias
produtivas
ou
redes
estratégicas.
Aprendizagem
organizacional. A Tecnologia no processo de conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TAKEUCHI, Hirotaka; NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo:
Artmed, 2008.
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade
nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
EASTERBY-SMITH, Mark; BURGOYNE, John. Aprendizagem organizacional e
organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
164
GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS
EMENTA
Gestão Estratégica de Pessoas com Alinhamento Sistêmico. Perspectivas Sobre um
Novo Modelo de Atuação. Gestão de Competências. Gestão de Mudanças.
Avaliação de Resultados em Gestão de Pessoas. Gestão da Diversidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, Luis César G. Gestão de pessoas: estratégias e integração
organizacional. São Paulo: Atlas, 2009.
CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2005.
reimp.2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, Brian; HUSELID, Mark. Gestão estratégica de pessoas com scorecad.
São Paulo: Elsevier, 2001.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Science, 2004. reimp. 2010.
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
165
GESTÃO FINANCEIRA
EMENTA
Introdução à gestão financeira e fundamentos do cálculo financeiro. Análise das
demonstrações financeiras. Ponto de equilíbrio e alavancagem. Planejamento
financeiro e orçamento de caixa. Administração do capital de giro e gestão das
disponibilidades. Administração das contas a receber e dos estoques. Administração
do passivo circulante.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOJI, Masakazu; HOJI, Nosa Kozu. Administração financeira e Orçamentária:
matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. São
Paulo: Atlas, 2012.
LEMES JUNIOR, Antônio Barbosa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; RIGO,
Cláudio Miessa. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas
brasileiras. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2010.
RIBEIRO, Crisanto Soares. Finanças Empresariais. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2009.
Reimp. 2010.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial e vantagem
competitiva. São Paulo: Atlas, 2009.
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas,
1987. Reimp. 2010.
166
PROJETO INTERDISCIPLINAR II
EMENTA
Desenvolvimento de projeto em empresas. Análise de viabilidade do projeto.
Percepção gerencial do negócio. Desenvolvimento do espírito empreendedor e do
trabalho em equipe.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, Luis César G.
Gestão de pessoas: estratégias e integração
organizacional. São Paulo: Atlas, 2009.
CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2010.
Reimp.2011.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Science, 2004. reimp. 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
TAKEUCHI, Hirotaka;;NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo:
Artmed, 2008.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011
167
4ª SÉRIE
168
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E PLANEJAMENTO DE CARREIRA
EMENTA
Conceitos básicos da avaliação do desempenho humano nas organizações. Índices
de desempenho. As tendências da avaliação de desempenho. A carreira
profissional. Diretrizes para uma carreira profissional. Estruturas de carreira.
Planejamento de carreira profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas. 6. ed. São Paulo:
Manole, 2009. reimp. 2011.
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006.
FREITAS, Rafaela Paula. Et al. Gestão do Conhecimento e da Carreira
Profissional. Natal: Edunp, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIGUEIREDO, José Carlos. Como anda a sua carreira?: o check-up profissional vai
ajudá-lo a mudar seu modo de vida .São Paulo: Atlas, 2000.
SOUZA, Vera Lúcia de, et al. Gestão de desempenho. São Paulo: FGV, 2005.
VERGARA, Sylvia Constant. et Al. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009.
169
EDUCAÇÃO CORPORATIVA
EMENTA
A concepção de programas de educação corporativa. Universidade corporativa.
Objetivos e propósitos das Universidades corporativas. Estudos de casos nacionais
e internacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva. Natal: Edunp, 2010.
RICARDO, Eleonora Jorge. Educação Corporativa e Aprendizagem: as Práticas
Pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009.
ROGERS, Jenny. Aprendizagem de Adultos: fundamentos para Educação
Corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EASTERBY,
Mark;
BURGOYNE,
John.
Aprendizagem
organizacional
e
organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade
nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006.
170
ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE PESSOAS E SISTEMAS DE RECOMPENSA
EMENTA
Conceitos de recrutamento e seleção de pessoas. Formas de avaliar os resultados
do processo de recrutamento e seleção. Técnicas atuais e tendências do processo
de R&S. Conceitos de remuneração e de incentivos. Os componentes da
remuneração total. Descrição e análise de cargos. Elaboração de um plano de
cargos e salários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Iêda Maria Vecchioni; PASSOS, Antônio Eugênio Valverde Marianiet
al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo: FGV, 2008. reimp.
2012.
SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo:
FGV, 2005. reimp. 2010.
WOOD JR, Thomaz; PICARELLI FILHO, Vicente. Remuneração Estratégica: a
nova vantagem competitiva São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de descrição de cargos e salários. São Paulo:
Atlas, 2007.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011.
TANURE, Betania; EVANS, Paul; PUCIK, Vladimir. A gestão de pessoas no Brasil:
virtude e pecados capitais. São Paulo: Elsevier, 2007.
171
GESTÃO INTEGRADA DE TREINAMENTO E COMPETÊNCIAS
EMENTA
Gestão
da
educação
corporativa.
Metodologias
de
ensino-aprendizagem.
Ferramentas para levantamento das necessidades de treinamento. Definição e
gestão do currículo de cursos. Contratação de fornecedores. Planejamento da
infraestrutura. Implementação e acompanhamento do curso. Avaliação do aluno.
Avaliação do curso. Aprimoramento e atualização do curso. Gestão do sistema de
controle e implantação das políticas de treinamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
RICARDO, Eleonora Jorge. Educação corporativa e aprendizagem: As Práticas
Pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009.
ROGERS, Jenny. Aprendizagem de adultos: fundamentos para educação
corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006.
TAKEUCHI, Hirotaka;NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo:
Artmed, 2008.
TANURE, Betania; EVANS, Paul; PUCIK, Vladimir. A gestão de pessoas no Brasil:
virtude e pecados capitais. São Paulo: Elsevier, 2007.
172
NEGOCIAÇÃO
EMENTA
O relacionamento entre empregadores e empregados, pares organizacionais,
clientes e empresas. Conceitos básicos de negociação. Planejamento da
negociação. O processo de tomada de decisão. A questão ética na negociação.
Conflitos. Estilos de negociação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. 10. ed. São Paulo: CLIO,
2010.
GRILLO, Karla, Somone Regina Dias. Processo Decisório e Negociação
Empresarial. Natal: Edunp, 2011..
MARTINELLI, Dante Pinheiro. Negociação empresarial: enfoque sistêmico e visão
estratégica. São Paulo: Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAZERMAN, Max H; MOORE, Don. Processo decisório. 7. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010.
LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010.
SHIMIZU, Tamio. Decisão nas organizações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
173
PROJETO INTERDISCIPLINAR III
EMENTA
Atividade interdisciplinar. Aplicação prática dos conhecimentos adquiridos e
competências desenvolvidas. Diagnóstico e plano de ação de uma situação real
específica em áreas estudadas no decorrer do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo:
FGV, 2008. reimp. 2010.
SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo:
FGV, 2011. Reimp 2012.
WOOD JR., T.; PICARELLI FILHO, V. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNANDES,
Bruno
Henrique
Roch.
Competências
e
desempenho
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006.
FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do
departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2012.
GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2012.
174
ROTINAS DE PESSOAL
EMENTA
Aspecto
jurídico-legal
ao
departamento
de
pessoal.
Contratação
de
empregados/estagiários. Controle e concessão de férias. Rescisão de contrato de
trabalho.
Salário
família.
Salário
maternidade.
Controle
de
frequência.
Procedimentos de fiscalização e recolhimentos, entre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do
departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011.
GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003.
SILVA, Marilene Luzia da. Administração de departamento de pessoal. São
Paulo: Érica, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações.
8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 12 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 41. ed. São Paulo: Atlas,
2007.
175
SOCIEDADE, DIREITO E CIDADANIA
EMENTA
Sociedade e comunicação. Indivíduo e alteridade. Estado, Sociedade e Cidadania.
Direito pela Cidadania e Cidadania pelo Direito. Direitos Fundamentais. Meios de
exercício da Cidadania através do Direito. Percurso Cidadão. Limites e
Acessibilidade. Cidadania e Justiça. O Sujeito Coletivo. Cidadania e clientelismo. O
Direito da Rua. Educação ambiental e das relações étnico-raciais em uma sociedade
pluriétnica e cidadã.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERQUEIRA, Sônia Margarida Bandeira, MATTEDI, Raquel Mattoso. Sociedade,
direito e cidadania. Salvador: Unifacs.
PERANDRÉA, Nelson Garcia. Legislação. São Paulo: Universidade Anhembi
Morumbi, 2009.
SILVA, Rogério Duarte da. Instituições de Direito Público e Privado. Natal:
EdUnP, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELLAN, Rosana. Direito trabalhista e legislação social. Natal: Edunp, 2011.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: 1998.
Disponível em: http://www.senado.gov.br/legislacao/const/. Acesso em 01 ago.2012.
FERREIRA, Marciane Zimmermann; BIANCHINI. Bruno. Direito comercial e
legislação societária. Natal: Edunp, 2011.
NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do; VIANNA João Nildo (Org). Dilemas e desafios
do desenvolvimento sustentável Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2007.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 2008.
176
OPTATIVAS
177
ANTROPOLOGIA E CULTURA BRASILEIRA
EMENTA
A disciplina introduz, desdobra e aprofunda os conceitos que compõem as áreas
específicas das ciências sociais, enfatizando a antropologia social. Discute as
sociedades
contemporâneas,
em
especial,
suas
relações
sociais, políticas,
econômicas e culturais. Aborda a diversidade cultural brasileira, suas manifestações
e produção material.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HAMMS, Ana Paula Rupp. Estudos Sócio-filosóficos. Natal: Edunp, 2011.
MARCONI, Marina de Andrade. Antropologia. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural. 18. ed. São Paulo: Vozes, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MIRANDA, Carmen Suely. Homem e Sociedade. Natal: Edunp, 2010.
ROCHA, Ana Maria da. Estudos da Realidade Brasileira. Natal: Edunp, 2010.
SANTOS, J.T. O poder da cultura e a cultura no poder: a disputa simbólica da
herança cultural negra no Brasil [online]. Salvador: EDUFBA, 2005. 264 p. ISBN 85232-0355-9. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>: Disponível em:
http://static.scielo.org/scielobooks/hqhrv/pdf/santos-8523203559.pdf
178
FUNDAMENTOS DE LIBRAS
EMENTA
O papel da linguagem e da Língua Brasileira de Sinais na socialização e inclusão.
Direito à educação das pessoas surdas e com deficiência auditiva. Acessibilidade.
LIBRAS como primeira e segunda língua. Estrutura da LIBRAS. Tradução e
Interpretação de LIBRAS. LIBRAS no processo de ensino-aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua
portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004.
QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem.
Porto Alegre: Artmed, 1997. reimp. 2008.
SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para
surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação
Especial, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da
língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997.
OATES, Eugênio. Linguagem das mãos. 5. ed. Aparecida: Santuário, 1990.
179
LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO DE EQUIPES
EMENTA
Formas de liderar pessoas. Estilos de liderança e temperamentos. Liderança
situacional. Fatores de motivação intrínsecos, extrínsecos e transversais. Técnicas
para motivar pessoas e grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHATTERJEE, Debashis. Liderança consciente: peregrinação rumo à conquista de
si mesmo. 10ª ed. São Paulo: Cultrix, 2007. 214p.
COVEY, Stephen R. Liderança baseada em princípios. Rio de Janeiro: Elsevier,
2002. 343p. 8 reimp. 2002.
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de (Org.); MARINHO, Robson M. (Org.). Liderança: uma
questão de competência. São Paulo: Saraiva, 2005. 358p. 2 tir. 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTILHO, Áurea. Liderando grupos: um enfoque gerencial. 3. ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2005. 123p.
NAISBITT, John. O líder do futuro: 11 conceitos essenciais para ter clareza num
mundo confuso e se antecipar às novas tendências. Rio de Janeiro: Sextante, 2007.
286p.
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de (Org.); MARINHO, Robson M. (Org.). Liderança: uma
questão de competência. São Paulo: Saraiva, 2005. 358p. 2 tir. 2006.
180
MARKETING DE RELACIONAMENTO
EMENTA
Gerenciamento
do
relacionamento
com
clientes
(Customer
Relationship
Management – CRM). Características, estratégias e etapas de aplicação do CRM.
Ferramentas tecnológicas que fornecem subsídios à inteligência de negócios
(Business Intelligence) e a gestão do marketing de relacionamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOGMANN, Itzhak Meir. Marketing de relacionamento: estratégias de fidelização e
suas implicações financeiras. São Paulo: Nobel, 2000. 2 reimp. 2002.
MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011.
MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de relacionamento. Natal: Edunp,
2011.
BIBLIOGEAFIA COMPLEMENTAR
KERIN, Roger A. et al. Marketing. 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 14. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 5 reimp. 2010.
KRAUSZ, R. R. Compartilhando o poder nas organizações. São Paulo: Nobel,
2005.
181
GESTÃO DE PROJETOS
EMENTA
Conceito de gestão de projetos. Identificação das etapas de organização,
planejamento, execução, monitoramento e controle. Encerramento de um projeto,
com base no estudo das técnicas e ferramentas associadas a cada etapa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIDO, Jack. Gestão de projetos. 3. ed. Curitiba: Thomson, 2007.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
MENDONÇA, Cláudio Márcio Campos de. Gestão de processos. Natal: Edunp,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORREA, Henrique L. Administração de produção e de operações. São Paulo:
Atlas, 2005.
DE SORDI, José Osvaldo. Gestão por processos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
KAPLAN, Robert S. A estratégia em ação. São Paulo: Elsevier, 1997.
182
ANEXO D
EXEMPLO DE GUIA DE APRENDIZAGEM DE DISCIPLINA
183
Disciplina:
Estratégias Mercadológicas
Professor(a):
Marcelo Bavelloni
GUIA DE APRENDIZAGEM
1. Que aulas você vai encontrar nessa disciplina?
Aulas
Data de vigência da(s) Aula(s)
Aula 1 – Marketing para o Século XXI
Aula 2 – Planejamento Estratégico - Análise Macro e Micro
Ambiental
Aula 3 – SIM - Sistema de Informação de Marketing
Comportamento do Consumidor
Aula 4 – Análise da Concorrência Segmentação de Mercado
Aula 5 – Estratégia do Produto - Estratégia do Preço
Aula 6 – Estratégias de Promoção - Estratégias de Praça Distribuição
Aula 7 – Posicionamento - Parcerias e Alianças Estratégicas As 05 forças de Porter
Aula 8 – Gestão de Clientes - Plano de Marketing
18/02 a 03/03
04 a 10/03
11 a 17/03
25/03 a 07/04
08 a 21/04
2. Que atividades avaliativas você terá nessa disciplina?
Aulas
Atividades
avaliativas
Valor da
atividade
avaliativa
Data de vigência da atividade
Aula 1
Aula 2
Aula 3
Questionário
2,0
11 a 17/03
Aula 4
Trabalho presencial
no polo no dia da
Avaliação
Presencial
(1
questão discursiva
sobre a aula 4)
3,0
21,22 e 23/03
Questionário
3,5
01 a 07/04
Questionário
3,5
15 a 21/04
Aula 5
Aula 6
Aula 7
Aula 8
3. Que atividades não avaliativas você terá nessa disciplina?
Atividades não-avaliativas
Data de vigência da atividade
Trabalho – Aulas 1 e 2
Fórum de discussão/dúvida – Durante toda a disciplina
18/02 a 03/03
18/02 a 27/04
4. Como será composta sua nota em cada unidade (U1 e U2)?
U1= (2,0) Questionário_Aulas 1,2,3 + (8,0) Avaliação Presencial = 10,0
U2= (3,5) Questionário_Aulas 5, 6 + (3,5) Questionário_Aulas 7,8 + (3,0) 1 Trabalho presencial
= 10,0
184
5. Que conteúdos vão ser cobrados em suas avaliações? Quais os dias
das avaliações presenciais da disciplina?
A Avaliação Presencial contempla os conteúdos das aulas 1, 2, 3, 4.
Caso perca esta avaliação, você tem direito de repô-la através da
Avaliação de 2ª Chamada (Valendo 10,0 pontos), cujo conteúdo é referente às
aulas 1, 2, 3, 4, 5, 6. Lembrando que neste mesmo dia você poderá repor o
Trabalho presencial (Aula 4) também perdido.
Observação: O dia/horário agendado para a Avaliação de 2ª Chamada da
disciplina deve ser o mesmo dia/horário da reposição do Trabalho presencial.
Caso não obtenha a média parcial 7,0, você tem direito a uma Avaliação
de Recuperação com conteúdo acumulativo (Aulas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8).
Saiba que você deve agendar suas avaliações no polo através do telefone,
e-mail ou pessoalmente. Fique atento(a) as datas de agendamento:
Avaliações presenciais
Avaliação Presencial
Avaliação da 2ª Chamada
Avaliação da Recuperação
Datas para agendamento no
polo
21,22 e 23/03
08/04
25,26 e 27/04
6. Como você deve estudar nessa disciplina?
Na(s) aula(s) vigentes, você deve:
a) Ler o(s) recurso(s) didático(s);
b) Identificar e realizar a(s) atividade(s) correspondente à aula;
Observação: Caro(a) aluno(a), a sua participação efetiva nas atividades,
avaliativas ou não avaliativas, é o que garantirá o sucesso do seu
aprendizado. Participe!
c) Participar ativamente do fórum de discussão/dúvidas e, quando
necessário, entrar em contato com o seu professor através do correio do
UnP Virtual.
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