2 DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR Milton Camargo Presidente Reitora Sâmela Soraya Gomes de Oliveira Pró-Reitora Acadêmica Administrativa Sandra Amaral de Araújo ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS Diretor Raniery Cristiano de Queiroz Pimenta NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Coordenador Geral Barney Silveira Arruda Coordenadora Acadêmica Luciana Lopes Xavier CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS (modalidade a distância) Coordenador Isabella Mendonça de Souza 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PARTE 1 – CONTEXTO INSTITUCIONAL ............................................ 8 1.1 UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO ......................................... 9 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES ........................................................................ 10 1.3 MISSÃO E VISÃO ............................................................................................ 11 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA DA UNP ....................... 12 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ............................................................... 13 1.5.1 Ensino de graduação ................................................................................ 13 1.5.2 Ensino de Pós-graduação ......................................................................... 15 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária .................................................... 16 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...................................... 17 1.6.1 Autoavaliação institucional ........................................................................ 17 1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNP ............................................................... 19 1.7.1 Da gestão da educação a distância .......................................................... 21 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .................... 22 2.1 DADOS DO CURSO ........................................................................................ 23 2.1.1 Denominação ............................................................................................ 23 2.1.2 Eixo tecnológico ........................................................................................ 23 2.1.3 Ato de criação e número de vagas ............................................................ 23 2.1.4 Regime acadêmico.................................................................................... 23 2.1.5 Modalidade de oferta................................................................................. 23 2.1.6 Formas de acesso ao Curso ..................................................................... 23 2.1.7 Carga horária total..................................................................................... 24 2.1.8 Integralização ............................................................................................ 24 2.1.9 Local de funcionamento ............................................................................ 24 2.1.10 Coordenação ........................................................................................... 24 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA .................................................................... 25 2.2.1 Administração de Cursos na UnP ............................................................. 25 2.2.2 A coordenadoria do CST em Gestão de Recursos Humanos a distância . 25 4 2.2.3 Conselho de Curso – ConseC ................................................................... 27 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO........................................................... 28 2.3.1 Necessidade social ................................................................................... 28 2.3.2 Concepção ................................................................................................ 31 2.3.3 Objetivos ................................................................................................... 36 2.3.4 Perfil profissional do egresso .................................................................... 37 2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ................................................... 37 2.3.4.2 CAMPOS DE ATUAÇÃO E FUNÇÕES .............................................. 38 2.3.5 Organização curricular .............................................................................. 39 2.3.5.1 LÓGICA CURRICULAR ...................................................................... 40 2.3.5.2 OFERTA ............................................................................................. 51 2.3.5.3 ESTRATÉGIAS DE INTERDISCIPLINARIDADE................................ 52 2.3.5.4 FLEXIBILIDADE CURRICULAR ......................................................... 55 2.3.5.5 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS ...................................................................... 57 2.4 METODOLOGIA .............................................................................................. 61 2.4.1 Encontros presenciais ............................................................................... 64 2.4.2 Ambientação do aluno............................................................................... 65 2.4.3 Recursos didáticos digitais (material didático) .......................................... 65 2.4.4 TICs nos processos de ensino e aprendizagem ....................................... 67 2.4.4.1 AUTOATENDIMENTO DO ALUNO .................................................... 67 2.4.4.2 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM – UnP VIRTUAL ........... 68 2.5 DINÂMICA DE INTERAÇÕES ......................................................................... 70 2.6 PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA ............................................................................................................................... 73 2.6.1 Pesquisa e iniciação científica .................................................................. 73 2.6.2 Extensão e ação comunitária .................................................................... 76 2.7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.......................................... 77 2.7.1 Principais elementos conceituais .............................................................. 77 2.7.2 Dinâmica de avaliação .............................................................................. 78 2.8 APOIO AO DISCENTE .................................................................................... 80 5 PARTE 3 – CORPO DOCENTE, TUTORES, PESSOAL TÉCNICOADMINISTRATIVO............................................................................... 83 3.1 CORPO DOCENTE.......................................................................................... 84 3.1.1 Política institucional de apoio aos professores .......................................... 84 3.1.2 Atribuições dos docentes .......................................................................... 85 3.1.3 Perfil: titulação, experiência profissional e regime de trabalho - 2013.1.... 85 3.1.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ......................................................... 89 3.2 TUTORIA A DISTÂNCIA E PRESENCIAL ...................................................... 91 3.3 PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ....................................................... 94 PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS .................................................. 96 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UNP ................................................................... 97 4.2 BIBLIOTECA ................................................................................................... 99 4.2.1 Autoatendimento ....................................................................................... 99 4.2.2 Informatização do acervo .......................................................................... 99 4.3 INSTALAÇÕES – EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.............................................. 104 4.3.1 Núcleo de Educação a Distância (NEaD) ................................................ 104 4.3.2 Coordenação do Curso – Sede ............................................................... 104 4.3.3 Polos de apoio presencial ....................................................................... 105 ANEXOS 6 APRESENTAÇÃO A instalação do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos em 2011, na modalidade à distância, representa o cumprimento de metas previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016), especialmente no que se refere às políticas de educação à distância e à expansão de cursos de graduação tecnológica. Essas metas, por sua vez, traduzem respostas da Universidade Potiguar (UnP) a demandas externas relacionadas, por exemplo, ao acesso de jovens e adultos ao ensino superior, e isso numa fase de desenvolvimento econômico nacional em que se mostra prioritária a formação de profissionais que possam atender aos requisitos do mercado de trabalho, constantemente renovados em função dos avanços científicos e tecnológicos e numa realidade educacional nordestina em que diversos segmentos populacionais, nas mais vezes, não contam com unidades de ensino superior, sobretudo em municípios interioranos. O CST em Gestão de Recursos Humanos a distância encontra-se em pleno funcionamento, com atividades na sede da UnP, em Natal, e com polos de apoio localizados, inicialmente, na Zona Norte de Natal e no interior do Rio Grande do Norte (RN): Caicó, Currais Novos e Mossoró. Gradualmente, o Curso chega a outras localidades, com polos em Cuiabá, Recife e Fortaleza. Rege o funcionamento do Curso o presente Projeto Pedagógico (PPC), construído de acordo com as diretrizes curriculares nacionais gerais definidas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para as graduações tecnológicas (Pareceres CNE/CES n. 436/2001 e CNE/CP n. 29/2002; Resolução CNE/CP n. 3/2002); base legal e normativa que trata da educação a distância; políticas e diretrizes institucionais administrativas, acadêmicas e pedagógicas e referências normativas, além de orientações do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da UnP. Na sua estrutura, este Projeto Pedagógico contém quatro partes, sendo que, na primeira, encontram-se indicadas as principais informações sobre o contexto institucional; da segunda constam os elementos que norteiam o desenvolvimento curricular do Curso em suas especificações conceituais e metodológicas, observadas a natureza de uma graduação tecnológica e de uma oferta à distância; a terceira parte trata do NDE e dos docentes do curso, assim como do corpo tutorial, do pessoal técnico-administrativo (na sede e nos polos) e, ainda, das políticas de 7 apoio ao discente. Por fim, a quarta parte compreende a descrição geral das instalações da UnP e dos polos. Por se constituir em instrumento de planejamento, logo, de direcionamento dos fazeres acadêmico, didático e pedagógico, este Projeto vem guiando o dia a dia do Curso, estabelecendo-se uma dinâmica participativa que inclui avaliações, redimensionamentos e ressignificações, sempre que necessário, de modo a assegurar o sentido político e educacional da graduação em Gestão de Recursos Humanos na modalidade a distância. 8 PARTE 1 – CONTEXTO INSTITUCIONAL 9 1.1 UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em 1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981, D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como Universidade, data de 1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996), e o recredenciamento é formalizado de acordo com a Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012). Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura S.A. (APEC) pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade anônima e com finalidade lucrativa1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities em 2007. É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. Com uma imagem de credibilidade consolidada local e regionalmente, a Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, situado na Região Oeste do Estado. 1 O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de 14.09.79. O Estatuto atual tem seu registro no dia 26/01/2012, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24300004494 e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40. 10 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais, expressos nos seus princípios e finalidade. Os princípios, explicitados no Estatuto, art. 3°, indicam a necessidade de uma atuação que expresse2: I. a defesa dos direitos humanos; II. a excelência acadêmica; III. a formação cidadã; IV. o exercício pleno da cidadania; V. a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte e do saber; VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas; VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e administrativa; VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à comunidade; IX. a valorização do profissional da educação; X. a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento sustentável e na preservação do meio-ambiente. Esses princípios, por sua vez, são orientadores da finalidade precípua da Universidade, qual seja, a de promover o bem comum pelo desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas. 2 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2012. (Documentos Normativos da UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1). 11 1.3 MISSÃO E VISÃO A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo – através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência – para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna e Externa3, ficam claros como principais compromissos da UnP: - a excelência dos serviços prestados institucionalmente; - a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade; - a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos, programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão; - a sintonia com as necessidades sociais. De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 3 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de Visão de Futuro. Natal, 2006. 12 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA DA UnP A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto: a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como o órgão executivo dessa instância, além da Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), com estrutura que compreende gerências e núcleos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão: b) a Administração Acadêmica, abrangendo uma estrutura de planejamento (Comitê Acadêmico e Avaliação Institucional); o Conselho de Curso (ConseC), órgão de natureza deliberativa e consultiva e órgãos executivos (Pró-Reitoria Acadêmica - ProAcad, Diretoria de Campus fora de Sede; Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso). Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, a ProAcad, com uma estrutura que compreende gerências e núcleos responsáveis pelo planejamento, supervisão e controle acadêmico-administrativo das atividades de ensino, pesquisa e extensão; Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva o fortalecimento da integração entre cursos de graduação e destes com os de pósgraduação, a implementação da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão e o reforço à gestão participativa, viabilizada por meio de colegiados (com representatividade de docentes, discentes e setores da organização civil) e da sistemática de planejamento e de avaliação institucional. Instaladas em 2009, as Escolas, ou Unidades Acadêmicas Especializadas, são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde. 13 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO A oferta acadêmica da UnP para 2013.1, em Natal e Mossoró, compreende cursos de graduação e de pós-graduação, nas modalidades presencial e a distância. 1.5.1 Ensino de graduação Na graduação presencial registram-se 60 (sessenta) cursos, sendo 42 (quarenta e três) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró (Quadros 1 e 2). Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal, 2013.1 ESCOLA TIPO CURSO Comunicação e Artes Bacharelado Direito CST Bacharelado Educação Licenciatura Engenharia e Ciências Exatas Bacharelado CST Bacharelado Gestão e Negócios CST Hospitalidade Saúde CST Bacharelado Bacharelado / Licenciatura Bacharelado CST CURSO Comunicação Social: Publicidade e Propaganda; Jornalismo. Cinema e Vídeo Design Gráfico; Design de Interiores Direito História Letras: Português e Português/Inglês Pedagogia Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Ambiental; Engenharia Civil; Engenharia de Computação; Engenharia de Petróleo e Gás; Sistemas de Informação Petróleo e Gás Segurança no Trabalho Administração; Ciências Contábeis; Relações Internacionais Gestão Ambiental; Gestão Comercial; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Financeira; Gestão Pública; Marketing Gastronomia Turismo Ciências Biológicas e Educação Física Biomedicina; Enfermagem; Farmácia; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço Social; Terapia Ocupacional. Estética e Cosmética 14 Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Mossoró, 2013.1 ESCOLA Direito TIPO DE CURSO Bacharelado CURSO Direito Arquitetura e Urbanismo Engenharia Civil Engenharia de Produção Petróleo e Gás Segurança no Trabalho Administração Ciências Contábeis Gestão Ambiental Gestão Pública Gestão de Recursos Humanos Processos Gerenciais Marketing Enfermagem Fisioterapia Nutrição Serviço Social Bacharelado Engenharias e Ciências Exatas CST Bacharelado Gestão e Negócios CST Saúde Bacharelado Na modalidade a distância, a oferta compreende os bacharelados em Administração, Ciências Contábeis e Serviço Social; a licenciatura em Pedagogia e a graduação tecnológica em Gestão Comercial, iniciados em 2012, e os Cursos Superiores de Tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos, implantados em 2011 (Quadro 3). Quadro 3 – Oferta de graduações a distância – 2012 POLOS CURSOS 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Administração Ciências Contábeis CST em Recursos Humanos CST em Marketing Pedagogia Serviço Social CST em Gestão Comercial Zona Sul (Natal) X X X X X X X Mossoró Caicó X X X X X X X X X X X X X X Currais Novos X X X X X X X Zona Norte (Natal) X X X X X X X Fonte: UnP/ Núcleo de Educação a Distância. Natal, nov./2012. Em 2013.1 entraram em funcionamento três novas graduações tecnológicas: Logística, Negócios Imobiliários e Gestão Pública, totalizando 11 (onze) cursos, com predominância de CSTs (Quadro 4). 15 Quadro 4 – Oferta de graduações a distância – 2013.1 POLOS Caicó/RN Currais Novos /RN Natal/RN (Zona Norte) Natal/RN (Zona Sul) Mossoró/ RN Cuiabá/ MT Recife/P E Fortaleza/ CE Goiânia/ GO Porto Alegre/ RS Canoas/ RS X X X X X X X X X - X X X X X X X X X X - - X X X X X X X X X - - X X X X X X X X X X - 5. Pedagogia X X X X X X X X X - - 6. Serviço Social 7. CST em Gestão X X X X X X X X X - - X X - X X X X X X - X X X - X X X X X X - - 9. CST X X - X X X X X X - - 10.CST em Gestão X X - X X X X X X - - - - - - - X X CURSOS 1. Administração 2. Ciências Contábeis 3. CST em Recursos Humanos 4. CST em Marketing Comercial 8. CST em Negócios Imobiliários (novo) em Logística (novo) Pública (novo) 11.CST em Processos Gerenciais (novo) Fonte: UnP/ Núcleo de Educação a Distância. Natal, mar/2013. 1.5.2 Ensino de Pós-graduação Na pós-graduação presencial registram-se, no nível lato sensu, 73 (setenta e três) cursos, dos quais 62 (sessenta e dois) no Campus Natal e 11 (onze) em Mossoró. Três mestrados integram a oferta stricto sensu: a) Administração; b) Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de Poço (Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois Campi); c) Biotecnologia, parceria com a Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO). Há previsão de instalação do doutorado em Biotecnologia, em 2013, ampliando-se a referida parceria. Na modalidade a distância, por sua vez, a oferta atual abrange apenas os seguintes cursos lato sensu, todos com polos de apoio na sede, o Zona Norte, e em municípios do interior do RN: Caicó e Currais Novos (Quadro 5). 16 Quadro 5 – Cursos lato sensu a distância – 2013.1 CURSOS MBA em Gestão de Pessoas MBA em Gestão Financeira e de Empresas MBA em Gestão Empresarial MBA em Marketing POLOS OFERTADOS ZONA NORTE CAICÓ CURRAIS NOVOS Fonte: UnP/Núcleo de Educação a Distância. Natal, nov./2012. 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no PPI e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica. A pesquisa é implementada, principalmente, com recursos da própria UnP, tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). A extensão e a ação comunitária também contam com o Fundo de Apoio à Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), considerando as demandas sociais e a pertinência das atividades com os processos formativos da UnP. Pelas peculiaridades dos cursos a distância, as estratégias de pesquisa e de extensão podem ser viabilizadas na sede da UnP e, também, nos polos de apoio aos cursos presenciais utilizando-se, quando necessárias, as ferramentas de comunicação e interação do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – UnP Virtual. Para a divulgação da sua produção, resultante do ensino, da pesquisa e da extensão, a UnP conta: a) com o seu repositório científico, disponibilizando revistas eletrônicas organizadas por escola; b) com portais biblioteca virtual do Natal (http://natal.rn.gov.br/bvn/) e (http://bdtd.ibict.br) publicação de dissertações e teses; c) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em Natal e Mossoró, com estruturação dos anais correspondentes. 17 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política, estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos, considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos. Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica dos cursos e educação continuada, adotando-se níveis diferenciados, mas intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional brasileira para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos acadêmicos, didático-pedagógicos e gerenciais. 1.6.1 Autoavaliação institucional Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma dinâmica em que: a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor, coordenadoria de curso de graduação, coordenadoria de curso de pósgraduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes, acrescentando-se, em relação à oferta a distância, coordenadores de polos e tutores; b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de dados; c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações externas e internas. 18 As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados, posteriormente, no âmbito de cada curso pelos respectivos Conselhos e Núcleos Docentes Estruturantes (NDEs), com envolvimento de docentes, de representantes de turma, além de coordenadores do NEaD e coordenadores de polos. Também a Reitoria e outros setores institucionais analisam os resultados avaliativos, com vistas à implementação de ações de melhoria. A cada semestre, são liberados relatórios eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada curso. Ao final, há registro, em documento próprio, da situação geral da Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de correção de rumos ou de transformação, se necessário. (Figura 1). fases 1 e 2 • diagnóstico • análise dados fase 3 • retorno à comunidade fases 4 e 5 • correção de rumos • replanejamento • transformação Figura 1 – Etapas do processo avaliativo 19 1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UnP Com a criação do NEaD, hoje consolidado, fica estruturado o órgão da UnP responsável por planejar, coordenar e articular, interna e externamente, as ações de educação a distância, organizando-se uma estrutura tecnológica, financeira e de recursos humanos necessária à sua plena viabilização. Em fevereiro de 2005, a Universidade é credenciada para a oferta cursos de pós-graduação em nível lato sensu (Portaria MEC n. 1618/2005), iniciando os cursos de especialização em Gestão Educacional e em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O ano 2006 constitui um dos marcos na história institucional. É quando a UnP é credenciada, por 5 (cinco) anos, para o desenvolvimento de cursos de graduação e pós-graduação a distância em todas as Unidades da Federação, conforme a Portaria MEC nº 837, de 3 de Abril de 2006. Para esse mesmo ano destaca-se o início de: a) oferta de disciplinas institucionais semipresenciais para os alunos em adaptação ou dependência, dos cursos presenciais; b) celebração de parceria com o Instituto São Damasino de Ciências Jurídicas LTDA, para oferta, em todo país, dos cursos de Especialização em Direito Público e em Advocacia Empresarial. Em 2007 a UnP implanta nova metodologia apoiada em tecnologia e interatividade, para os cursos de Direito e Administração presenciais, disponibilizando ferramentas de apoio ao ensino-aprendizagem, tais como: guias acadêmicos, com conteúdos condensados de cada disciplina e portais educacionais - capazes de atender toda a comunidade, profissionais liberais, professores, alunos e/ou qualquer pessoa com interesse em assuntos nessas áreas. Registra-se ainda que, no contexto da Reforma Curricular implantada no primeiro semestre de 20104, a Universidade Potiguar inclui, na organização curricular de seus cursos de graduação presenciais reconhecidos, disciplinas optativas com oferta semipresencial, possibilitando ao aluno maior flexibilidade curricular, ao mesmo tempo fortalecendo a educação a distância no cenário institucional do ponto de vista, por exemplo, da produção de materiais e do aperfeiçoamento da infraestrutura tecnológica. 4 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria de Graduação e Ação Comunitária. Reforma curricular 2010. Natal, 2009. 20 Nesse mesmo ano 2010, destaca-se a organização da UnP para a expansão e diversificação da oferta de cursos a distância, estabelecendo-se para 2011 a oferta das graduações tecnológicas em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos e dos bacharelados em Administração e Ciências Contábeis. Nesse processo, estruturam-se os polos fora da sede: no interior do Rio Grande do Norte - Caicó, Currais Novos, Mossoró/RN. Em 2012 firmam-se parcerias para instalação de polos em outras Unidades da Federação. Hoje, a Secretaria Geral da Universidade registra 856 alunos matriculados na graduação a distância, ampliando as possibilidades de acesso de um maior número de jovens e adultos ao ensino superior. A proposta da UnP é dar continuidade às ações de expansão já iniciadas, considerando o previsto no PDI, e aperfeiçoar continuamente os processos acadêmicos, pedagógicos e administrativos na perspectiva do fortalecimento das condições de oferta de cursos, com qualidade. 21 1.7.1 Da gestão da educação a distância O gerenciamento das atividades a distância é da responsabilidade do NEaD, órgão vinculado à Reitoria e com representatividade no Comitê Acadêmico, integrante da Administração Acadêmica da Universidade. Atuando na perspectiva de implementação das políticas institucionais para a educação a distância de forma articulada com as diretorias de Escolas da UnP e de acordo com Regimento Interno próprio, o NEaD tem na sua estrutura organizacional5: a coordenação geral; as coordenações acadêmica, pedagógica, de produção de recursos didáticos, de logística, de tecnologias da informação e da comunicação (TIC´s); a supervisão de logística; os revisores de linguagem e estrutura EaD; o apoio acadêmico, assistentes e estagiários. A base de trabalho do NEaD é a sede da Universidade, a partir da qual são mantidas articulações com as coordenaçõess de curso, dos polos, docentes e tutores. 5 O Regimento Interno do NEaD apresenta as atribuições dos integrantes da sua estrutura organizacional. 22 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 23 2.1 DADOS DO CURSO 2.1.1 Denominação Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos (Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia/MEC – 2010). 2.1.2 Eixo tecnológico Gestão e Negócios. 2.1.3 Ato de criação e número de vagas Resolução nº 100/2010 – ConSUni/UnP, de 06 de dezembro de 2010; oferta de 400 vagas totais anuais. Posteriormente, foram criadas 750 vagas anuais (Resolução n. 009/2012 – ConSUni). Atualmente, conforme Resolução n.035/2012 – ConSUni, estão autorizadas 470 vagas, assim distribuídas: Quadro 6 – Vagas por polo Zona Sul Natal Mossoró RN Caicó RN C.Novos RN Zona Norte Natal Cuiabá MT Fortaleza CE Goiânia GO Recife PE 192 77 39 39 71 13 13 13 13 2.1.4 Regime acadêmico Seriado semestral. 2.1.5 Modalidade de oferta A distância. 2.1.6 Formas de acesso ao Curso O ingresso no Curso ocorre por meio de processo seletivo destinado a egressos do ensino médio ou equivalente; transferência externa e interna e nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Portadores de diploma de graduação também podem ingressar no Curso, observada a legislação vigente. 24 2.1.7 Carga horária total 1600 horas (1920 horas-aula). 2.1.8 Integralização Mínimo: 1,5 anos; Máximo: 3,5 anos. 2.1.9 Local de funcionamento O Curso tem como sede o Campus Natal - Unidade Roberto Freire, com os seguintes polos de apoio em 2013.1: ZONA NORTE – Natal/RN: Av. Bacharel Tomaz Landim, 3080 “A”, Igapó, CEP: 59104 -000, Natal/RN. CAICÓ/RN: Rua Otávio Lamartine, 461 – Centro/Área Urbana, CEP: 59300-000A, Caicó/RN. CURRAIS NOVOS/RN: Praça Cristo Rei, 74, Centro, – CEP: 59380-000, Currais Novos/RN. ZONA SUL – NATAL/RN: Av. Eng. Roberto Freire, 1684, Capim Macio, CEP: 59082-902, Natal/RN. MOSSORÓ/RN: Av. João da Escóssia, 1561, Nova Betânia, CEP: 59607-330, Mossoró/RN. CUIABÁ: Rua 09, nº 257, Boa Esperança, CEP 78068-410, Cuiabá/MT. FORTALEZA: Rua Ildefonso Albano, 1030, Aldeota, CEP 60115-070, Fortaleza/CE. GOIÂNIA: Alameda Rio Vermelho, 542, Aruanã, CEP 74.740-270, Goiânia/GO. RECIFE: Rua Gregório Junior, 261, Cordeiro, CEP 50720-740, Recife/PE. 2.1.10 Coordenação Profª Isabella Mendonça de Souza Contato: [email protected] / (84) 3216-8633 / 9406-0220 25 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 2.2.1 Administração de Cursos na UnP A Coordenadoria de Curso, vinculada à Diretoria de Escola, é um órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso e designado pelo Reitor, para mandato de dois anos, permitida a recondução. Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim como pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de Curso pode contar com: a) coordenador acadêmico-administrativo da Escola da qual seja integrante; b) o Conselho de Curso (ConseC) e o Núcleo Docente Estruturante (NDE) para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPCs). No caso dos cursos a distância registra-se o apoio da coordenação acadêmica do NEaD no tocante aos aspectos acadêmico-pedagógicos e de produção e customização de recursos didáticos. As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os conselhos e NDEs dos seus respectivos cursos. 2.2.2 A coordenadoria do CST em Gestão de Recursos Humanos a distância Coordenação A gestão do Curso está sob a responsabilidade da professora Isabella Mendonça de Souza (Portaria N° 297 / 2012 de 01 de agosto de 2012 – Reitoria), Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) 1998; especialista em Gestão de Recursos Humanos nas Organizações, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), concluída no ano 2000. Atualmente é coordenadora do CST em Gestão de Recursos Humanos na Universidade Potiguar, nas modalidades presencial e a distância. Exerceu a função de Diretora Adjunta do Curso de Administração da Universidade Potiguar, no período de 01 de agosto de 2007 a 01 de agosto de 2012. Ministra, nesta Universidade, as disciplinas de Fundamentos da Administração, Fundamentos do Pensamento Organizacional e Negociação Empresarial. Orienta trabalhos de TCC nas linhas de pesquisa institucionais enfatizando o tema gestão de pessoas. Como 26 coordenadora do Curso preside o Conselho de Curso e o Núcleo Docente Estruturante. Ainda na UnP é professora do programa de pós-graduação, sobretudo dos cursos integrantes da Escola de Gestão e Negócios. São 12 (doze) anos de experiência na área de Administração (dos quais dez no magistério superior docência e gestão acadêmica), com ênfase em Gestão de Recursos Humanos, atuando principalmente em relação aos seguintes temas: tomada de decisão, qualidade de vida no trabalho, sistemas de informação, seleção, recrutamento, educação, treinamento e desenvolvimento de talentos humanos. Anteriormente à atuação na Universidade Potiguar registra experiência como professora nos Cursos de Administração e Marketing da Faculdade de Câmara Cascudo – Grupo Estácio de Sá, no período de 01 de agosto de 2002 a 17 de dezembro de 2008; nos Cursos de Administração e Marketing da Faculdade de Natal – Grupo Estácio de Sá, no período de 01 de março de 2000 a 05 de julho de 2004. Coordenação acadêmico-administrativa As atividades acadêmicas e administrativas são compartilhadas com o coordenador acadêmico-administrativo Joab Maciel Saldanha Rodrigues, Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – 1998, Mestre em Engenharia de Produção por essa mesma Instituição – 2003, especialista em Marketing pela FGV/RJ – 2007 e Analista Comportamental pelo IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) – 2011. Possui experiência profissional de 21 anos, sendo 9 (nove) anos de no magistério superior (docência e gestão acadêmica). Integra o corpo docente da Universidade Potiguar, ministrando disciplinas da área de Gestão, desde fevereiro de 2008, tendo exercido atividades de direção acadêmica, pesquisador institucional e coordenação do PROUNI. Atualmente, é membro associado da Associação Brasileira de Recursos Humanos – ABRH/RN. 27 2.2.3 Conselho de Curso – ConseC O Conselho funciona regularmente desde o início do seu funcionamento (Portaria n. 089.1/2011 de 20/04/2011 – Reitoria) e tem sua composição atual formalizada conforme a Portaria nº 095, de 04 de abril de 2013, também emitida pela Reitoria, ambas em conformidade com o disposto Estatuto da Universidade. As reuniões são realizadas mensalmente, de acordo com datas definidas no Calendário Acadêmico, havendo a possibilidade de reuniões extraordinárias, quando necessário. ConseC instituído em 2013 TITULAR SUPLENTE Presidente: Isabella Mendonça de Souza Representação docente: Joab Maciel Saldanha Rodrigues Luciana Lopes Xavier Carolina Barbosa Montenegro Alessandra Silva de Oliveira Martins Aldeí Rosane Batista Ribeiro Gustavo Adolfo Maia P. Lacerda Lima Representação discente: Ozana Linderléia Ângela de Araújo, Janaina Saionara da Silva matrícula matrícula 201217548 201356400 Representação do CRA – Conselho Regional de Administração: Marli de Fátima Ferraz da Silva Tacconi Silvana Silva de Avelar 28 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 2.3.1 Necessidade social O CST em Gestão de Recursos Humanos na modalidade a distância, ofertado pela UnP a partir de 2011.1, situa-se em um contexto institucional de expansão e valorização da graduação tecnológica e da educação a distância, expressando o cumprimento de metas indicadas no PDI em vigor, especialmente no que se refere à ampliação das possibilidades de acesso da população ao ensino superior. O Curso tem a sua sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), estado que ocupa uma área de 52.796, 79 km², correspondente a 0,62% do território nacional e registra população, em 2010, de 3.168.027 habitantes distribuídos por 167 municípios. No Brasil, assinala-se uma população de 190.755.799 habitantes nesse mesmo ano, com estimativa em 2012 de 193.946.886 pessoas. Para o Nordeste são 53.907.144 e, para o Rio Grande do Norte, 3.228.198 habitantes6. O Produto Interno Bruto (PIB) do RN em 2010 apresentou crescimento real de 5,1%, inferior à taxa do Brasil (7,5%) e do Nordeste (7,2%). Com estimativa de R$ 32.339 milhões, representou 0,9% do PIB brasileiro. O PIB “Per Capita” foi de R$ 10.208, superior ao ano anterior: R$ 8.894. Destaca-se o setor serviços, que representa 74,4% da economia estadual, e que contribuiu de forma decisiva para a estimativa do PIB do Estado em 2010. Tal crescimento teria sido influenciado pelo bom desempenho do comércio, principal atividade econômica do RN7. De acordo com a Pesquisa Anual de Comércio (PAC) de 2010, divulgada pelo IBGE, registram-se números expressivos nesse setor, no Estado do Rio grande do Norte, destacando-se, por exemplo, 108.729 pessoas ocupadas e R$ 23.473.118 de receita bruta de revenda de mercadorias. (Quadro 7). 6 BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – Copis. Disponível em www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2012. 7 RIO GRANDE DO NORTE. Governo do Estado. Secretaria de Estado e de Planejamento e das Finanças. Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN. Rio Grande do Norte: Produto Interno Bruto do estado e municípios 2006-2010. 29 Quadro 7 – Pesquisa Anual de Comércio – PAC 2010 Número de unidades locais com receita de revenda Pessoal ocupado em 31/12 em empresas comerciais Gastos com salários, retiradas e outras remunerações em empresas comerciais Margem de comercialização em empresas comerciais Receita bruta de revenda de mercadorias 17.428 108.729 Unidades Pessoas 1.097.221 Mil Reais 4.607.689 23.473.118 Mil Reais Mil Reais Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio, Pesquisa Anual de Comércio 2010. Já os dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2010, que traz informações sobre a estrutura produtiva do setor de serviços não financeiros, mostra para o Estado os dados apresentados no Quadro 8. Quadro 8 – Pesquisa Anual de Serviços – PAS 2010 Número de empresas Pessoal ocupado em 31/12 Receita bruta de serviços Salários, retiradas e outras remunerações. 7.444 92.780 5.554.474 1.088.700 Unidades Pessoas Mil Reais Mil Reais Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio, Pesquisa Anual de Serviços 2010 O Rio Grande do Norte é o maior produtor de petróleo em terra e o segundo produtor em terra e mar; o terceiro maior produtor nacional de gás natural e o maior produtor de sal no país. É, também, um dos principais destinos turísticos do país, com uma rede hoteleira de destaque no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio é o segmento que mais emprega no Estado. O emprego formal cresceu acima dos índices registrados no Nordeste e no Brasil, segundo o Ministério do Trabalho e do Emprego, assinalando-se ainda que os incentivos fiscais oferecidos pelo governo têm estimulado empresários a abrir novas vagas, inclusive aproveitando o boom de setores como o turismo e o mercado de imóveis. O Rio Grande do Norte registrou um saldo total de 12.265 empregos gerados ao longo de 2012, de acordo com informações divulgadas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em janeiro de 2013. Com isso, o RN ocupa o 6º lugar como o maior saldo na geração de emprego entre os estados da região Nordeste no acumulado do ano, ocupando a décima oitava posição no ranking que classifica as Unidades da Federação segundo os seus respectivos saldos de emprego. 30 No acumulado de janeiro a dezembro de 2012, Natal ocupou a sétima posição em termos de saldo de emprego, com a criação de 6.424 postos de trabalho, entre as capitais nordestinas. As outras capitais que tiveram melhor desempenho foram: Fortaleza (25.551 vagas), Recife (18.687 vagas), Salvador (13.573 vagas), Teresina (7.403 vagas), João Pessoa (7.318 vagas), Aracajú (6.963 vagas) Natal (6.424), Maceió (5.515 vagas) e São Luis (3.132 vagas). Dos oito setores econômicos considerados na análise, somente o setor do comércio registrou saldo positivo em dezembro de 2012. Neste setor, de acordo com a análise do Caged, o saldo foi de 551 empregos formais gerados no Rio Grande do Norte, decorrentes de 4.205 admissões e 3.654 desligamentos. Os setores que contabilizaram os resultados mais acentuados foram: Serviços (-965), Agropecuária (-806), Construção Civil (-709) e Indústria da Transformação (250) e Construção Civil (-5.068). Ressalta-se que no setor de Serviços os maiores saldos negativos foram: Ensino (-371) Comércio e Serviços Imobiliários (-348), Transportes e Comunicação (179), Alojamento e Alimentação (-139 vagas)8. No plano educacional, o Curso leva em conta a necessidade de atender a demandas advindas do ensino médio e de ampliar o acesso de jovens e adultos ao ensino superior, e isso numa realidade em que 60,7% da população ocupada do país possui 11 (onze) ou mais anos de estudo, ou seja, a Educação Básica completa (Ensino Fundamental de oito anos)9, o que sugere a necessidade de processos de formação de nível superior. Acrescenta-se, ainda, que o CST em Gestão de Recursos Humanos encontra-se na linha nacional de crescimento de matrículas na graduação tecnológica (11,4%, contra 6,4% nos cursos de bacharelado, 0,1% nas licenciaturas), o mesmo ocorrendo em relação à graduação a distância que apresenta crescimento de 6,7% e, a presencial, de 5,4%, conforme dados do Censo da Educação Superior de 2011, divulgados pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), considerado o espaço de tempo 2010-2011. Nesse contexto, e considerando os requisitos da atual realidade empresarial, tornam-se estratégicos: processos de formação com foco na construção de competências específicas de gestão de pessoas e profissionais preparados para 8 http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2013/01/rn-gera-12265-empregos-celetistas-em2012-e-fica-em-6-no-nordeste.html, acesso em 20/03/2013 às 11:13. 9 BRASIL. Anuário da Educação Básica 2012. São Paulo: Moderna [s.d]. 31 assumir as atividades ditas tradicionais da área e para enfrentar os novos desafios postos às organizações, como o desenvolvimento de programas de certificações de qualidade, de gestão ambiental, de responsabilidade social e de gestão por competência, entre outras. A viabilização de um curso a distância, e com as peculiaridades de uma graduação tecnológica, como é o caso do CST em Gestão de Recursos Humanos, encontra-se diretamente relacionada às condições que apresenta a atual sociedade brasileira do ponto de vista econômico, político, social, educacional e cultural e de sua posição no cenário internacional. Essas demandas ficam mais acentuadas quando se considera que: a) apenas 37 Instituições de Educação Superior (IES) ofertam esse curso, a distância 10, o que parece insuficiente considerando os déficits educacionais ainda existentes na sociedade brasileira; b) são inúmeros os municípios interioranos que não contam com IES, o que pode ser amenizado, do ponto de vista do atendimento a necessidades socioeducaionais, com a oferta do curso. A formação de gestores de recursos humanos, portanto, assume relevância social ao se situar em uma região, como a nordestina, cujas potencialidades e crescentes avanços econômicos e sociais ainda não têm sido suficientes para oferecer à população condições de acesso a um dos diretos humanos: a educação. 2.3.2 Concepção O Curso funciona de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais instituídas pelos Pareceres CNE/CP n. 436/2001 e n. 29/2002, e Resolução CNE/CP n. 3/2002; em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016), considerando também o Decreto n. 5622/2005 que trata da educação a distância (EaD), alterado pelo Decreto 6306/2007, e outros dispositivos oficiais pertinentes. O processo formativo implementado pelo Curso pressupõe uma ação educativa metódica e intencional, construída por meio de interações aluno/objeto de estudo/professor/tutor, com a utilização do ambiente virtual de aprendizagem (AVA) UnP Virtual, a partir da compreensão educação a distância como: 10 Conforme consulta sistema e-mec, Instituições de Educação Superior e cursos cadastrados. Disponível em http://emec.mec.gov.br/ Acesso em mar/2013. 32 mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem (que) ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades 11 educativas em lugares ou tempos diversos . Nas palavras de Arafeh12, a EaD abrange uma vasta gama de novas tecnologias, pedagogias, estilos de aprendizagem, habilidades e ambientes, e outros conceitos e práticas modelados no âmbito do desenvolvimento social e tecnológico, possibilitando a oferta de conteúdo educacional dentro e fora dos tradicionais ambientes educacionais. A autora retoma a ideia tradicional de que a educação a distância tem como elementos constitutivos a educação (traduzida nos processos de ensino e aprendizagem); divergência geográfica ou temporal; um meio de transmissão (tecnologia) e informações ou conteúdos de comunicação. A concepção pedagógica adotada pelo Curso, em relação à aprendizagem, é a de que esta deve se efetivar na interrelação com o outro, sempre com a mediação da linguagem, e como um processo de elaboração compartilhada de significações. Assim sendo, aprender é um ato social, embora materializado individualmente. Visto que os cursos superiores de tecnologia, em geral, assim como os ofertados a distância têm, na sua maioria, alunos adultos, como é o caso do CST em Gestão de Recursos Humanos, as colaborações de Malcom Knowles também são essenciais, adotando-se, no presente Projeto, o conceito e princípios da andragogia para a compreensão do processo de aprendizagem do adulto. Também é importante, no Curso, o pensamento de Paulo Freire, particularmente no que se refere à conscientização como um processo de inserção crítica do indivíduo na realidade e de atuação para transformá-la (educação transformadora), e à necessidade de construção da autonomia intelectual do estudante. Esse propósito pressupõe mudanças, as quais, segundo Behar, estariam pautadas no “desenvolvimento das competências e habilidades, o respeito ao ritmo 11 BRASIL. Presidência da República. Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da LDB, que estabelece as diretrizes e bases da Educação a Distância. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5622.htm>. Acesso em: 10 fev. 2010. 12 ARAFEH, Sousan. The Implications of Information and Communications Technologies for Distance Education: Looking Toward the Future. SRI International, Arlington, Virginia, June 2004, 10-11. Disponível em:<http://www.sri.com/policy/csted/reports/sandt/it/Distance_Ed_Lit_Review_FINAL_6-904.pdf>. Acesso em: 09 fev. 2011. 33 individual, a formação de comunidades de aprendizagem e as redes de convivência, entre outras”13. Desse modo, o modelo pedagógico adotado pelo CST em Gestão de Recursos Humanos compreende elementos teóricos - que explicam e orientam a forma de abordagem do currículo e que se concretiza nas práticas pedagógicas, as quais requerem, necessariamente, interações professor/aluno/objeto de estudo - e, ao mesmo tempo, elementos práticos – essenciais ao Curso, por sua natureza enquanto graduação tecnológica. Ao mesmo tempo, o processo formativo está referido às relações sociais e produtivas, as quais influenciam conceitos, princípios e objetivos do Curso. Buscase, portando, a articulação entre conhecimentos científicos e os contextos, e o desenvolvimento de valores éticos, considerando a diversidade de pessoas e grupos e a necessidade de preservação ambiental. O Curso ainda enfatiza a necessidade de manter-se o egresso atualizado em relação às novidades de sua profissão, relacionando-as às principais questões econômicas, sociais, políticas e ambientais, internacionais e nacionais. Assim, na sua oferta é enfatizada a integração/interação com o mercado de trabalho, considerando as constantes inovações tecnológicas e científicas e a complexidade das questões mercadológicas, conforme apontado pelas diretrizes curriculares nacionais gerais (Resolução CNE/CES n. 3/2002). É importante que o aluno entenda que a revolução tecnológica, ao sacudir as bases da maioria das atividades econômicas e da sociedade em geral, torna inviáveis negócios que não se atualizem e não apresentem diferenciais de competitividade e que, nesse contexto, o gestor de recursos humanos deve estar comprometido com a ética, respeitando as condições de sustentabilidade das pessoas, das organizações e do meio ambiente. Ele deve analisar e interpretar práticas de gestão e do comportamento humano, utilizando conhecimentos humanísticos extraídos das ciências sociais aplicadas; operando o planejamento e a organização da gestão de pessoas de modo a atingir os objetivos do investidor e da sociedade; compreendendo que qualquer organização, em menor ou maior grau, tem o seu desempenho associado ao desempenho de seus profissionais, cabendo- 13 BEHAR, Patrícia Alejandra (Org.). Modelos pedagógicos em Educação a Distância. Porto Alegre: Artmed, 2009. 34 lhes, na atualidade, contribuir para o desenvolvimento das organizações com sustentabilidade com base no fato de que: a) o mercado é significativamente dinâmico, observando-se, constantemente, transformações nos modos de gestão das pessoas e dos processos de trabalho, assim como a necessidade de atualização dos saberes e das tecnologias adotadas. Nesse contexto, são requeridas das empresas condições de competitividade e profissionais capacitados, preparados e conhecedores de práticas modernas de gestão em seus diversos níveis organizacionais: estratégico, tático e/ou operacional; b) a gestão de pessoas vem apresentando historicamente modelos distintos, diferenciando a empresa no mercado em que está situada e construindo ou consolidando a sua imagem; c) a manutenção ou ampliação das vantagens competitivas das empresas está diretamente relacionada à condição que tenham os recursos humanos de agir em padrões de excelência, sendo estratégicos, portanto, os conceitos e ferramentas adotadas no gerenciamento de pessoas; d) as vantagens autoconhecimento, competitivas do dos conhecimento profissionais do ambiente resultam e do do próprio desenvolvimento pessoal e profissional. Integrando o eixo tecnológico gestão e negócios, o Curso promove estudos teóricos e práticas diversificadas que incidem no planejamento e gerenciamento dos subsistemas de gestão de pessoas: recrutamento e seleção, cargos e salários, treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho, rotinas de pessoal, benefícios, gestão de carreiras e sistema de informação de recursos humanos14. Essa perspectiva pressupõe atividades integradas que estão sendo viabilizadas, por exemplo, por meio dos projetos interdisciplinares. Adota-se, nessa dinâmica, como um dos princípios curriculares, a contextualização, a respeito do qual, como relatora do Parecer CNE/CEB n. 15/1998, Guiomar Namo de Mello destaca: 14 BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Brasília, 2010. 35 O tratamento contextualizado do conhecimento é o recurso que a escola tem para retirar o aluno da condição de espectador passivo. Se bem trabalhado permite que, ao longo da transposição didática, o conteúdo do ensino provoque aprendizagens significativas que mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de reciprocidade. A contextualização evoca áreas, âmbitos ou dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural dos sujeitos e mobiliza competências cognitivas já adquiridas. Permeando esse entendimento, e como segundo princípio, está a necessidade de uma constante atualização deste Projeto Pedagógico e das formas de sua implementação, observadas as demandas sociais. A interdisciplinaridade, terceiro princípio que rege o Curso, diz respeito à adoção de estratégias metodológicas por meio das quais os alunos devem instituir articulações entre os conhecimentos pertinentes ao campo gestão de recursos humanos e conceitos, metodologias e instrumentos inerentes a outros campos disciplinares afins. A identidade, a diversidade e a autonomia são princípios que redefinem a relação a ser mantida entre o Curso e empresas, tendo em vista os objetivos do próprio Curso e as demandas do mercado. Acrescenta-se ainda, como central no CST em Gestão de Recursos Humanos, o reconhecimento da importância das pessoas no sentido de que as organizações devem atingir seus objetivos, mas de modo socialmente responsável. O propósito é a formação de profissionais comprometidos com as relações humanas e com o desenvolvimento organizacional, adotando sempre atitudes éticas que abrangem o respeito à diversidade e a preservação ambiental. 36 2.3.3 Objetivos GERAL: Formar o tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos com rigor científico e capacidade tecnológica, com vistas a uma atuação profissional humanística e ética, respeitando as condições de sustentabilidade das pessoas, das organizações e do meio ambiente. ESPECÍFICOS: Preparar profissionais com atitude empreendedora para atuar na área de Recursos Humanos, operando eficazmente os subsistemas da área em organizações de diferentes portes e ramos de atividade; Capacitar o aluno para atuar de forma ética e engajado com a sustentabilidade e a responsabilidade social; Desenvolver estudos teóricos e práticos que possibilitem a implementação de ações voltadas aos processos de planejamento e execução das atividades pertinentes à gestão de pessoas; Desenvolver situações didático-pedagógicas que promovam a construção de uma visão global e crítica do cenário organizacional atual, sob o ponto de vista de suas transformações em relação às inovações tecnológicas e às relações de trabalho; Instigar o aluno a vivenciar valores e atitudes de respeito aos direitos dos cidadãos e do consumidor, à diversidade cultural, às profissões e à hierarquia; Ampliar a fluência digital do aluno em mídia de ensino a distância, crescentemente exigida em programas de educação corporativa nas empresas. 37 2.3.4 Perfil profissional do egresso O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, modalidade a distância, é desenvolvido na perspectiva de que o egresso apresente as seguintes competências gerais: a) competência empreendedora, que significa a capacidade para conceber a criação de uma empresa, unidade de negócio, produto ou serviço; b) competência gestora, expressa nas condições que o futuro profissional apresente para analisar a viabilidade de produção e/ou operação de um negócio, departamento, produto ou serviço; c) competência para gerenciar com propriedade a área de recursos humanos, em permanente sinergia com a estratégia da empresa, sempre se valendo das melhores práticas de gestão de pessoas nos níveis organizacional e individual. Além dessas, é focalizada a construção de competências para o autoestudo inerente a cursos a distância e importante numa perspectiva de educação continuada - e para a utilização das potencialidades da tecnologia da comunicação e da informação nos novos processos de trabalho. 2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Além das competências gerais, o egresso deve apresentar as competências e habilidades específicas a seguir: • comunicar-se de forma adequada e eficaz; • agir eticamente e com flexibilidade, criatividade e adaptabilidade diante de situações organizacionais desafiadoras; • eleger e compreender as variáveis internas e externas que impactam na gestão das organizações; • identificar, elaborar e implementar programas de treinamentos e desenvolvimento de pessoas; • formatar, aplicar e analisar programas de avaliação de desempenho; • gerir eficazmente processos de recrutamento, seleção e programas de carreiras; • utilizar de forma eficiente a ferramenta de planejamento estratégico; • demonstrar capacidade de liderança, buscando o desenvolvimento das potencialidades humanas e considerando a diversidade; 38 • compreender e avaliar o ambiente em que está inserido, identificando cultura, estrutura, tecnologias e clima organizacional; • analisar programa de segurança do trabalho; • saber negociar com grupos de interesses; • dominar a legislação e conceitos técnicos pertinentes à gestão de pessoas; • compreender e implementar sistemas de cargos e remuneração; • implantar sistemas de informação de recursos humanos; estruturar, de forma eficiente, rotinas de trabalho de pessoal. O egresso deve demonstrar uma postura ética de respeito à diversidade de etnias, pensamento, culturas e credo e adotar atitudes voltadas para a preservação ambiental. O conjunto das competências e habilidades está organizado numa sequência que propicia ao aluno a obtenção de certificações intermediárias, conforme especificações no PPC, o que se configura como uma das estratégias de flexibilização curricular – princípio previsto nas diretrizes curriculares nacionais gerais para a graduação tecnológica. 2.3.4.2 CAMPOS DE ATUAÇÃO E FUNÇÕES O tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos na modalidade a distância, egresso da UnP, estará preparado para atuar nas diversas áreas e segmentos do mercado: empresas privadas, instituições governamentais e/ou organizações nãogovernamentais, apresentando condições para a análise do planejamento das organizações e da dinâmica operacional da empresa onde atuará. O futuro profissional poderá assumir atividades de operacionalização dos processos de recrutamento e seleção, pesquisa de clima organizacional, programas de avaliação de desempenho, administração da folha de pagamento e rotinas administrativas de pessoal, elaboração de planos de cargos e salários, formatação e implementação de programas de treinamento. Diante das competências específicas adquiridas no curso, o profissional poderá ainda assumir cargos de nível tático (supervisão e gerência). 39 2.3.5 Organização curricular O Curso está organizado em 4 séries, com um mínimo de 1600 horas (1920 horas-aula), considerando o disposto: a) nas diretrizes curriculares nacionais para os CSTs; b) no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia; c) no Decreto n. 5622/2005 (alterado pelo Decreto n. 6303/2007); d) nos Referencias de Qualidade para Educação Superior a Distância; e) na Resolução CNE/CES n. 3/2007, no tocante ao conceito de horas-aula. São cumpridos também os seguintes requisitos legais: REQUISITOS ESTRATÉGIAS DE CUMPRIMENTO Decreto n. 5626, de 22 de dezembro de 2005 (Libras) Inclusão de LIBRAS curriculares em vigor Parecer CNE/CP n. 003, de 10 de março de 2004 e Resolução CNE/CP n. 1, de 17 de junho de 2004 (educação das relações étnico-raciais) Oferta da disciplina sociedade e educação das relações étnico-raciais (estrutura 2012). Tratamento transversal com consolidações na disciplina Sociedade, Direito e Cidadania (estrutura 2013). Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002 (educação ambiental) como optativa nas estruturas Oferta de disciplinas: i) Responsabilidade Social e Meio Ambiente (3ª série/estrutura/2011); ii) Empreendedorismo e Sustentabilidade (2ª série/estrutura 2012); iii) Tratamento transversal com sínteses na disciplina Sociedade, Direito e Cidadania (4ª série, estrutura 2013) Do ponto de vista curricular, a organização do Curso apresenta as seguintes características: a seleção das disciplinas é feita sob os princípios da sua relevância para o desenvolvimento do perfil profissional e da necessidade de construção de aprendizagens significativas, o que pressupõe o contato dos alunos com as condições do futuro exercício profissional e a integração entre teoria e prática; enseja a flexibilidade curricular, mediante, sobretudo, a emissão do Certificado de Qualificação Profissional de nível Tecnológico em Gestão Empreendedora, ao final da 2ª série; a sequência das disciplinas propicia a interdisciplinaridade, princípio viabilizado também por meio de atividades de iniciação científica e de extensão e da oferta da disciplina Projeto Interdisciplinar; 40 os estudos e atividades realizadas ao longo das quatro séries são conduzidos sob a concepção do uso crescente de novas tecnologias nos processos produtivos e do relacionamento dos processos de trabalho com os padrões econômicos, sociais e culturais das sociedades contemporâneas. No âmbito das orientações da UnP, o Curso desenvolve três estruturas curriculares (2011/12/13) e segue o previsto no Projeto Pedagógico Institucional e no PDI 2007/2016, especialmente no que se refere à implementação de políticas, objetivos e metas. 2.3.5.1 LÓGICA CURRICULAR A organização do Curso compreende, como ilustra a figura 2, três ciclos de formação (geral, básico profissionalizante e profissionalizante), constituídos por blocos de conhecimentos (fundamentação geral básica; fundamentação em gestão; estudos em recursos humanos). Os blocos agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos constitutivos e estão definidos na perspectiva de atenuar a fragmentação dos saberes, fenômeno que se articula à divisão social e técnica do trabalho. Os blocos de conhecimentos, por sua vez, têm desdobramentos em disciplinas, delimitando-se campos de estudo de teorias e práticas em um nível particular. Com esta lógica, que pressupõe interações entre ciclos, blocos e disciplinas, pretende-se que o aluno possa, gradualmente, apreender saberes específicos, em perspectiva interdisciplinar, num caminho teórico e metodológico que vai do mais simples para o mais complexo; do geral para o particular15. 15 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria de Graduação e Ação Comunitária. Reforma curricular 2010. Natal, 2009. 41 Figura 2 – Lógica curricular Apresentando peculiaridades, porém exigindo interações, os ciclos são assim caracterizados: a) de formação geral e humanística, comportando uma base de conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão de conceitos que circundam o exercício do futuro profissional; b) básico profissionalizante, destinado a estudos próprios da área do Curso, abrangendo disciplinas que irão compor a base para a compreensão do objeto da profissão; c) profissionalizante, compreendendo estudos específicos e mais verticalizados do próprio Curso, consolidando-se, nessa etapa, o processo de formação em nível de graduação. Ainda que apresente peculiaridades, cada ciclo não se fecha em si próprio. Antes, pressupõe interconexões, tanto que um mesmo ciclo pode conter blocos de conhecimentos que se espalham durante o desenvolvimento do Curso, não se restringindo a uma determinada série ou a um determinado momento curricular. A dinâmica é, portanto, de interações, de forma que o estudante pode retomar/ampliar aspectos tratados nas diversas etapas da sua formação. Considerando a lógica curricular (ciclos, blocos e disciplinas) em relação à estrutura curricular 2011.1 tem-se a seguinte configuração (quadro 9): 42 Quadro 9 – Organização do Curso por ciclos de formação, blocos de conhecimentos e disciplinas – estrutura 2011 CICLOS DE FORMAÇÃO BLOCOS DE CONHECIMENTOS DISCIPLINAS Leitura e Produção de Texto Ética, Cidadania e Direitos Humanos Fundamentos de LIBRAS GERAL E HUMANÍSTICO Fundamentação Geral Básica Psicologia Organizacional Higiene, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho Legislação Comunicação Empresarial Empreendedorismo Gestão Empresarial Construção do Conhecimento Metodologia da Pesquisa BÁSICO PROFISSIONALIZANTE Fundamentação em Gestão Responsabilidade Ambiente Liderança Equipes e Social e e Meio Desenvolvimento de Contabilidade Básica Gestão do Conhecimento Carreira Profissional e da Negociação Empresarial e Processo Decisório Avaliação de Desempenho Planejamento de Carreira e Clima e Cultura Organizacional Treinamento e Organizacional PROFISSIONALIZANTE Estudos em Recursos Humanos Desenvolvimento Ergonomia Gestão Estratégica de Pessoas Recrutamento e Seleção Rotinas de Pessoal Sistemas de Informação Gerencial Projeto Interdisciplinar Essas disciplinas, cujas ementas e bibliografias constam do anexo A, têm a sua distribuição por série e cargas horárias estabelecidas na estrutura curricular implantada em 2011.1. 43 Estrutura curricular 2011 Implantada em 2011.1 para oferta nos polos Caicó e Currais Novos/RN e em 2011.2 no Polo Zona Norte em Natal/RN, a estrutura inicial do Curso está organizada com 1600 horas (1920 horas-aula) - exclusive LIBRAS. Quadro 10 – Estrutura Curricular 2011 SÉRIE 1ª 2ª 3ª 4ª DISCIPLINAS Comunicação Empresarial Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Empreendedorismo Gestão Empresarial Leitura e Produção de Texto Total 1ª série Ética Cidadania e Direitos Humanos Higiene, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho Liderança e Desenvolvimento de Equipes Psicologia Organizacional Ergonomia Negociação Empresarial e Processo Decisório Total 2ª série Clima e Cultura Organizacional Gestão do Conhecimento e da Carreira Profissional Gestão Estratégica de Pessoas Recrutamento e Seleção Responsabilidade Social e Meio Ambiente Treinamento e Desenvolvimento Organizacional Total 3ª série Contabilidade Básica Sistemas de Informação Gerencial Avaliação de Desempenho e Planejamento de Carreira Legislação Projeto Interdisciplinar Rotinas de Pessoal Total 4ª série Libras (optativa) Carga Horária Obrigatória (h/a) CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 4 0 4 80 4 0 4 80 4 4 4 20 0 0 0 0 4 4 4 20 80 80 80 400 2 0 2 40 5 0 5 100 4 0 4 80 5 5 0 0 5 5 100 100 4 0 4 80 25 4 0 0 25 4 500 80 4 0 4 80 5 4 0 0 5 4 100 80 4 0 4 80 5 0 5 100 26 4 4 0 0 0 26 4 4 520 80 80 5 0 5 100 3 4 5 25 3 0 0 0 0 0 3 4 5 25 3 Teórica Prática Total 60 80 100 500 60 CH dos Semestres 1920 1920 60 1980 96 0 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias INTEGRALIZAÇÃO Carga Horária da Disciplina Optativa Carga Horária Total de Integralização do Curso 96 44 Aperfeiçoamentos Curriculares A estrutura curricular inicialmente estabelecida é modificada para ingressantes em 2012.1, considerando resultados de discussões efetivadas pelo NDE em conjunto com o Conselho do Curso, em função do aperfeiçoamento do processo formativo e do atendimento a aspectos legais relacionados à educação para as relações étnico-raciais. Com a nova estrutura, cujas disciplinas têm as respectivas ementas e bibliografias compondo o anexo B, ficam mantidos: a) o cumprimento de dispositivos legais e normativos; b) a carga horária mínima de 1600 horas. As alterações principais dizem respeito, sinteticamente, a: a) inclusão de novas disciplinas, como Comunicação Empresarial; b) mudança de nomenclatura de algumas unidades curriculares e fusão de outras; c) ampliação da carga horária de Projeto Interdisciplinar, com desdobramentos na sua oferta, agora efetivada em três séries, começando pela 2ª, na perspectiva do reforço à interdisciplinaridade. 45 Quadro 11 – Organização do Curso por ciclos de formação, blocos de conhecimentos e disciplinas – estrutura 2012 Ciclos de formação Blocos de Conhecimentos Disciplinas Economia Comunicação e Expressão Métodos Quantitativos GERAL E HUMANÍSTICO Fundamentação Geral Básica Fundamentos de LIBRAS Comportamento Organizacional Sociedade e educação das Relações Étnico-raciais Legislação Comunicação Empresarial Empreendedorismo e Sustentabilidade Gestão Financeira Gestão de Marketing BÁSICO PROFISSIONALIZANTE Fundamentação em Gestão Gestão de Pessoas Gestão de Produção e Logística Criatividade e Inovação Contabilidade e Custos Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional Negociação Avaliação de Desempenho Planejamento de Carreira e Estratégias Mercadológicas Educação Corporativa PROFISSIONALIZANTE Estudos em Recursos Humanos Estratégias de Desempenho Planejamento de Carreira e Gestão Integrada Competências e de Rotinas de Pessoal Projeto Interdisciplinar I Projeto Interdisciplinar II Projeto Interdisciplinar III Treinamento 46 Quadro 12 – Estrutura Curricular – 2012 SÉRIE 1ª 2ª 3ª 4ª DISCIPLINAS Comportamento Organizacional Comunicação e Expressão Contabilidade e Custos Legislação Métodos Quantitativos Negociação Total 1ª série Criatividade e Inovação Economia Empreendedorismo e Sustentabilidade Gestão de Marketing Gestão de Pessoas Projeto Interdisciplinar I Total 2ª série Estratégias Mercadológicas Gestão da Produção e Logística Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Financeira Projeto Interdisciplinar II Total 3ª série Avaliação de Desempenho e Planejamento de Carreira Educação Corporativa Estratégias de Captação de Pessoas e Sistemas de Recompensa Gestão Integrada de Treinamento e Competências Projeto Interdisciplinar III Rotinas de Pessoal Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais Total 4ª série Carga Horária Obrigatória (h/a) Disciplina Opcional INTEGRALIZAÇÃO LIBRAS CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 4 0 4 80 4 0 4 80 4 0 4 80 2 0 2 40 4 0 4 80 2 0 2 40 20 0 20 400 2 0 2 40 4 0 4 80 4 0 4 80 4 0 4 80 4 0 4 80 2 0 2 40 20 0 20 400 4 0 4 80 4 0 4 80 2 0 2 40 4 4 2 20 0 0 0 0 4 4 2 20 80 80 40 400 2 0 2 40 2 0 2 40 2 0 2 40 2 0 2 40 4 4 0 0 4 4 80 80 4 0 4 80 20 0 20 400 Teórica Prática Total 80 0 80 CH dos Semestres 1600 3 0 3 60 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias Carga Horária da Disciplina Opcional Carga Horária Total de Integralização do Curso + Disciplina Opcional 1600 60 1660 47 Organização do Curso em 2013 Em 2013.1 entra em vigência uma nova estrutura curricular fruto de ampla discussão entre os núcleos docentes estruturantes, coordenadores de CSTs e setores responsáveis pela educação a distância nas Instituições de Ensino Superior (IES) da Laureate no Brasil. Tal discussão orientou-se principalmente por: a) resultados da autoavaliação de cursos de algumas IES que apontavam a necessidade de aperfeiçoamento dos procedimentos metodológicos e de diversificação de recursos didáticos; b) necessidade de facilitar a mobilidade estudantil entre as IES; c) necessidade de fortalecer as estratégias de: i) integração entre os cursos da Escola de Gestão e Negócios; ii) flexibilização curricular. A organização do Curso em 2013, portanto, apresenta nova configuração em relação à lógica curricular, conforme quadros 13 e 14). 48 Quadro 13– Organização do Curso por ciclos de formação, blocos de conhecimentos e disciplinas – estrutura 2013 Ciclos de formação Blocos de Conhecimentos Disciplinas Modelos de Administração Comunicação e Expressão GERAL E HUMANÍSTICO Fundamentação Geral Básica Raciocínio Lógico Métodos Quantitativos Comportamento Organizacional Sociedade, Direito e Cidadania Economia Comunicação Empresarial Empreendedorismo Gestão Financeira Gestão de Marketing BÁSICO PROFISSIONALIZANTE Fundamentação em Gestão Gestão de Pessoas Gestão de Produção e Logística Contabilidade e Custos Gestão do Conhecimento Aprendizagem Organizacional e Negociação Avaliação de Desempenho Planejamento de Carreira e Estratégias Mercadológicas Gestão Estratégica de Pessoas Educação Corporativa PROFISSIONALIZANTE Estudos em Recursos Humanos Estratégias de Captação de Pessoas e Sistemas de Recompensa Gestão Integrada Competências de Rotinas de Pessoal Projeto Interdisciplinar I Projeto Interdisciplinar II Projeto Interdisciplinar III Treinamento e 49 A nova estrutura curricular (com ementas e bibliografias compondo o anexo C), que passa a vigorar para os alunos ingressantes em 2013.1, apresenta como principais modificações: exclusão de disciplinas, como Criatividade e Inovação; mudança de unidade curricular de uma para outra série, a exemplo de Contabilidade e Custos, que passa da 1ª para a 2ª série; inclusão de novas disciplinas, como Modelos de Administração e Raciocínio Lógico, na 1ª série e Sociedade, Direito e Cidadania. Assinala-se ainda a permanência de Libras, como disciplina optativa, nos termos do Decreto 5626/2005, e o acréscimo das seguintes unidades curriculares como reforço à flexibilidade curricular: Antropologia e Cultura Brasileira; Liderança e Motivação de Equipes; Gestão de Projetos; Marketing de Relacionamento. 50 Quadro 14 – Estrutura Curricular – vigente a partir de 2013.1 Série 1ª 2ª 3ª 4ª DISCIPLINAS Comportamento Organizacional Comunicação e Expressão Comunicação Empresarial Gestão de Marketing Modelos de Administração Raciocínio Lógico Total 1ª série Contabilidade e Custos Economia Empreendedorismo Gestão de Pessoas Métodos Quantitativos Projeto Interdisciplinar I Total 2ª série Estratégias Mercadológicas Gestão da Produção e Logística Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Financeira Projeto Interdisciplinar II Total 3ª série Avaliação de Desempenho e Planejamento de Carreira Educação Corporativa Estratégias de Captação de Pessoas e Sistemas de Recompensa Gestão Integrada de Treinamento e Competências Negociação Optativa Projeto Interdisciplinar III Rotinas de Pessoal Sociedade, Direito e Cidadania Total 4ª série Carga Horária Obrigatória INTEGRALIZAÇÃO Teórica 3 2 3 3 4 2 17 3 4 1 3 4 1 16 3 3 CARGA HORÁRIA CH SEMANAL Prática Total 1 4 0 2 1 4 1 4 0 4 0 2 3 20 1 4 0 4 1 2 1 4 0 4 1 2 4 20 1 4 1 4 CH Semestral 80 40 80 80 80 40 400 80 80 40 80 80 40 400 80 80 2 0 2 40 3 3 1 15 1 1 1 5 4 4 2 20 80 80 40 400 1 1 2 40 1 1 2 40 1 1 2 40 2 0 2 40 2 2 1 3 2 15 0 0 1 1 0 5 2 2 2 4 2 20 40 40 40 80 40 400 Teórica Prática Total 63 17 80 Carga Horária Total das Disciplinas Carga Horária da Disciplina Optativa Carga Horária Total de Integralização do Curso CH dos Semestres 1600 1560 40 1600 51 2.3.5.2 OFERTA A oferta, em todas as séries, ocorre por blocos de disciplinas (figura 3), de modo a facilitar a ambiência do aluno à modalidade, observando-se que: a) na 1ª série são três blocos, cada um composto por duas disciplinas; b) nas séries 2ª e 3ª a oferta compreende dois blocos, cada um com seis disciplinas; c) a 4ª série tem dois blocos, sendo um com três unidades curriculares e o outro com duas. Na medida em que cada bloco contém um número reduzido de disciplinas, com oferta média de 60 dias, torna-se possível para o aluno dedicar-se mais intensivamente aos estudos e atividades previstas nos planos de ensino, facilitando, por pressuposto, a construção de suas aprendizagens. Figura 3 – Blocos do Curso por série Formatos de oferta Quando da implantação do Curso existia apenas o formato on line de oferta, com um encontro presencial obrigatório destinado à avaliação da aprendizagem. A partir de 2012.1 acrescentou-se o formato GEx (graduação executiva), com dois encontros semanais presenciais obrigatórios. 52 Essa modalidade, estruturada com base em pesquisa16, atende a um público já atuante no mercado de trabalho e com expectativas de atualização e ascensão profissional, de melhoria salarial e de obtenção de diploma de graduação. Todavia, para esse mesmo público, segundo a referida pesquisa, o requisito legal de frequência a um curso presencial inviabilizaria a sua participação, dadas as condições dos horários de trabalho. Da mesma forma, a oferta a distância nos moldes on line não lhe seria tão atrativa na medida em que teria suas aprendizagens construídas quase que exclusivamente por meio de atividades mediadas por computador, com pouca mediação do professor, presencialmente: Totalmente a distância é muito impessoal, e o ser humano é um ser social. A presença de um professor é importante! Eu acho interessante uma mescla, pela dificuldade de deslocamento. Tem a questão do trabalho e por morar fora de Natal. A citada pesquisa sintetiza essa percepção: a grande maioria acredita que a presença de um professor seja fundamental para orientar e motivar os estudos. Dados os resultados positivos do formato GEx, progressivamente, e com vistas ao aperfeiçoamento da oferta, amplia-se o quantitativo de encontros presenciais na forma on line, em todos os polos. 2.3.5.3 ESTRATÉGIAS DE INTERDISCIPLINARIDADE A interdisciplinaridade é implementada na perspectiva de que o aluno possa integrar conteúdos de uma mesma série, ou de diferentes séries, e ainda estabelecer relações entre esses conteúdos e aqueles situados em campos do conhecimento afins. A proposta do Curso é estimular a realização de estudos, pesquisas, seminários, práticas reflexivas e implementar inovações pedagógicas e a adoção de procedimentos metodológicos que coloquem em evidência uma nova atitude do professor e do aluno que expresse um novo modo de ser e de agir visando ao desenvolvimento do ser humano. 16 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pesquisa Working Adult UnP. Natal, 2011. 53 É nessa perspectiva que estão organizados os projetos interdisciplinares (estruturas 2012 e 2013), cujo desenvolvimento deve propiciar ao aluno a percepção de que uma determinada área de conhecimento se intercomunica com outras, podendo formar um todo constituído de partes (embora não se neguem as especializações associadas à divisão social e técnica do trabalho). Pela metodologia adotada, a execução dos projetos interdisciplinares oportuniza aos alunos o desenvolvimento da sua autonomia intelectual, do espírito investigativo e o contato com realidades do mercado de trabalho. Desenvolvimento dos projetos interdisciplinares Os projetos interdisciplinares I, II e III são trabalhados a partir de temáticas e atividades para as quais devem convergir as disciplinas ofertadas na série de oferta do projeto e as da série anterior. Para tanto, compete ao professor de cada disciplina/projeto adotar estratégias que estimulem o aluno a retomar os conteúdos já estudados e a estabelecer relações entre esses conteúdos e a atividade do projeto. A perspectiva, portanto, é de aproximações projeto/conteúdos afins e intercomplementares; de aprofundamento e ampliação de estudos; de estímulo à curiosidade; de construção de habilidades relacionadas à sistematização de ideias, de crítica e de síntese. Cada projeto tem as suas etapas de construção detalhadas no guia de aprendizagem, havendo flexibilidade para definição de novas temáticas que atendam a diferentes realidades organizacionais das cidades ou regiões de localização dos polos. Em relação à estrutura curricular 2012, o desenvolvimento dos projetos apresenta-se da seguinte forma: Projeto Interdisciplinar I Séries: 1ª e 2ª séries. Temática/atividade: diagnóstico em uma organização a fim de identificar os fatores do macro e microambiente que impactam a empresa, bem como a eficiência da utilização dos recursos organizacionais, tendo como foco o desenvolvimento da gestão de pessoas nas diversas áreas da empresa. 54 Projeto Interdisciplinar II Série: 3ª Temática/atividade: elaboração de um plano estratégico de recursos humanos. Projeto Interdisciplinar III Série: 4ª Temática/atividades: auditoria das rotinas administrativas de pessoal. Considerando a estrutura 2013, os projetos serão desenvolvidos conforme segue: Projeto Interdisciplinar I Séries: 1ª e 2ª séries. Temática/atividade: diagnóstico em uma organização a fim de identificar os fatores do macro e microambiente que impactam a empresa, bem como a eficiência da utilização dos recursos organizacionais, tendo como foco o desenvolvimento da gestão de pessoas nas diversas áreas da empresa. Projeto II: Temática: desenvolvimento de equipes e estilos de liderança Projeto III: Temática: diagnóstico e ações estratégias de recursos humanos Metodologia A escolha pela empresa é de responsabilidade de cada grupo, observada a afinidade entre o interesse dos alunos e a atividade-fim da organização pesquisada. Os dados são coletados por meio de observação e entrevistas realizadas pelos próprios alunos, que podem desenvolver o projeto individualmente ou em grupo. Sua análise e sistematização, sob a forma de relatório, ocorrem a partir de conhecimentos estudados nas Interdisciplinar ou da série anterior. disciplinas da série de oferta do Projeto 55 Acompanhamento e avaliação O acompanhamento ao desenvolvimento de cada projeto ocorre de modo contínuo, desde a orientação, entrada no campo, até a produção do relatório técnico-científico, pelo grupo ou aluno (quando a atividade é individual). A avaliação da produção textual, resultante das atividades realizadas em cada projeto, incide na capacidade apresentada pelos alunos de integrar os saberes estudados e produzidos durante as disciplinas da série de oferta de cada projeto. Outros critérios dizem respeito à segurança com a temática explicitada, criatividade, organização, cumprimento das normas atualizadas da ABNT. 2.3.5.4 FLEXIBILIDADE CURRICULAR As estratégias de flexibilização curricular estão focadas, essencialmente, na emissão de certificação intermediária, no aproveitamento de estudos e experiências anteriores, na oferta de disciplinas optativas (estrutura 2013) e no estágio supervisionado não obrigatório. Certificação intermediária Está prevista a emissão, ao final da 2ª série, do Certificado de Qualificação Profissional de nível Tecnológico em Gestão Empreendedora, mas condicionada ao cumprimento, por parte do discente, do critério de aprovação em cada uma das disciplinas das duas primeiras séries com nota mínima 7,0 (sete), conforme o sistema de avaliação da aprendizagem estabelecida pela UnP. Para que seja expedida a certificação, o aluno interessado deve fazer a solicitação à coordenação do polo, responsável por encaminhar o pedido à coordenação do Curso que emitirá parecer - considerando os critérios estabelecidos neste PPC - enviando-o em seguida à Secretaria Geral. No caso de parecer favorável, esta emitirá a certificação com base na Resolução CNE/CP n. 3/2002, art. 5º, § 2º, especificando no histórico escolar as respectivas competências. Sendo o parecer desfavorável, o aluno deve ser informado pela coordenação do polo. 56 Aproveitamento de estudos e experiências anteriores O Curso pode efetivar o aproveitamento de estudos e experiências anteriores do aluno com base no art. 41 da LDB n. 9394/1996 que, de maneira bastante ampla, dispõe: o conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. A sistemática de avaliação prevista pelo Curso compreende estratégias como o exame de proficiência que, segundo o Regimento Geral da Universidade, destinase à avaliação das potencialidades, conhecimentos e experiência profissional anteriores do aluno, propiciando-lhe o avanço nos estudos, mediante comprovada demonstração do domínio do conteúdo e das habilidades e competências requeridas por disciplina ou grupo de disciplinas do currículo do seu curso por meio de avaliação teórica, prática ou teórico-prática. Em caso de solicitação do exame de proficiência, o Curso pode adotar como procedimentos: a) observação do desempenho do aluno em atividade simulada no laboratório de informática (do polo) ou no seu ambiente de trabalho; b) aplicação presencial ou eletronicamente de prova escrita; c) análise de curriculum profissional, com a respectiva comprovação. A opção por qualquer desses procedimentos levará em conta as competências e habilidades a avaliar, havendo a possibilidade de adoção de outra(s) forma(s) de avaliação de estudos e experiências, desde que aprovadas previamente pelo Conselho do Curso e analisadas pelo NDE. A implementação do exame de proficiência, quando se tratar de aproveitamento de disciplina, ocorrerá a partir de editais elaborados pela ProAcad, com base em indicação pela Coordenação do Curso. Estágio supervisionado não obrigatório O aluno do Curso pode realizar estágio supervisionado não obrigatório nos termos da Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008 (Art. 2º, § 2º), desde que cumpridos os requisitos estabelecidos neste Projeto. Do ponto de vista do Regulamento de Estágio da Universidade Potiguar, art. 4º: 57 O estágio curricular, de natureza não obrigatória, é o estágio realizado por livre escolha do aluno, na área de sua formação, e que, de acordo com as suas peculiaridades e quando previamente formalizado junto à Universidade, dará direito a comprovante de horas de estágio. Nesse tipo de estágio o aluno terá experiência prática na área do Curso, de modo a ampliar, diversificar e complementar suas aprendizagens e estabelecer uma correlação entre a teoria e a prática, desde a 1ª série. Para tanto, a Universidade Potiguar mantém convênios com os agentes de integração Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e Instituto Euvaldo Lode (IEL), desenvolvendo também convênios diretos com empresas e organizações governamentais e não governamentais. A formalização do estágio ocorre, inicialmente, a partir de contato do aluno com a coordenação do polo, para que possa informar os dados da organização/ campo de estágio necessários à regularização do termo de compromisso. O controle dos trâmites processuais para a efetivação do estágio é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), com apoio do seu Núcleo de Estágio e Empregabilidade. O acompanhamento do estágio será realizado mensalmente, através de relatórios apresentados pelos discentes à coordenação do polo, indicando as principais atividades desenvolvidas na empresa. 2.3.5.5 ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS O tratamento da educação ambiental e da educação das relações étnicoraciais, no âmbito do Curso, vem ocorrendo pela oferta de disciplinas e de forma transversal, e sob o entendimento de que uma e outra são práticas sociais que interagem e se situam no campo dos direitos humanos e da cidadania. Reforçam esse entendimento no tocante à educação ambiental os princípios enunciados no Art. 4º da Lei n. 9.795, de 27 de abril de 199917: I. 17 o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo; BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Sub-Chefia para Assuntos Jurídicos. Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política nacional de educação ambiental e dá outras providências. Brasília, 1999. D.O.U. de 28.04.1999. 58 II. a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade; o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, na perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade; a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais; a garantia de continuidade e permanência do processo educativo; a permanente avaliação crítica do processo educativo; a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais; o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural. III. IV. V. VI. VII. VIII. No que diz respeito à educação para as relações étnico-raciais destaca-se o Parecer CNE/CP n. 003, de 10 março de 2004, com ênfase para os princípios que indicam: a) o reconhecimento da igualdade da pessoa humana como sujeito de direitos; b) a necessidade de superação da indiferença e da injustiça com que os negros e os povos indígenas vêm sendo tratados historicamente; c) a importância do diálogo na dinâmica da sociedade brasileira, essencialmente pluriétnica, e que precisa ser justa e democrática; d) a necessidade de valorização da história e da cultura dos povos africanos e indígenas na construção histórica da sociedade brasileira; e) a indispensável implementação de atividades que exprimam a conexão dos objetivos, estratégias de ensino e atividades com a experiência de vida dos alunos e professores, valorizando aprendizagens vinculadas às relações entre negros, indígenas e brancos no conjunto da sociedade. Estratégias de abordagem As principais estratégias de trabalho no Curso, em relação às duas temáticas, compreendem a oferta de disciplinas e atividades transversais. No primeiro caso, destaca-se o desenvolvimento das seguintes unidades curriculares: a) na educação ambiental: Responsabilidade Social e Meio Ambiente, na 3ª série/estrutura curricular 2011.1 e Empreendedorismo e Sustentabilidade, estrutura/2012; 59 b) na educação para a educação das relações étnico raciais: Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais. Com vistas ao reforço à transversalidade, conforme explicitado nos dispositivos legais e normativos já citados, a estrutura 2013 inclui, na 4ª série, a disciplina Sociedade, Direito e Cidadania, cujas nomenclatura e ementa abrigam amplas possibilidades de se tratar as duas temáticas. A sequência de organização é a seguinte: a partir das atividades efetivadas nas séries anteriores (como palestras, exposições, participação do curso em campanhas, projetos de pesquisa e de extensão, por exemplo), os alunos devem encontrar nessa disciplina condições didático-pedagógicas para estabelecer relações entre a educação ambiental e a educação das relações étnico-raciais; entre estas e a dinâmica da sociedade brasileira atual, em particular no que se refere aos direitos que conformam uma vida cidadã; de sistematizar e construir sínteses e formas de intervenção com base nos assuntos estudados e experiências vividas. Essa perspectiva leva em conta a articulação da nova unidade curricular: a) com a própria Lei n. 9.795/1999, em especial seu art. 5º, incisos IV e V que indicam ser necessário: IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania; V - o estímulo à cooperação entre as diversas regiões do País, em níveis micro e macrorregionais, com vistas à construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada, fundada nos princípios da liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade e sustentabilidade; c) com os objetivos da educação para as relações étnico-raciais, como explicitado na Resolução CNE/CP n. 1/2004, art. 2º, § 1º: divulgação e produção de conhecimentos bem como de atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos quanto à pluralidade étnico-racial, tornando-os capazes de interagir e de negociar objetivos comuns que garantam, a todos, respeito aos direitos legais e valorização de identidade, na busca da consolidação da democracia brasileira. 60 Atividades implementadas Destaca-se, como uma das realizações expressivas no campo da educação para a educação das relações étnico-raciais, a produção de um livro construído sob orientações da Assessoria Pedagógica da ProAcad e supervisão da equipe do NEaD, cujos capítulos têm como títulos: estrutura social e aspectos étnico-culturais; etnocentrismo e questão racial no brasil: índios; etnocentrismo e questão racial no brasil: africanos; grupos étnicos na sociedade brasileira contemporânea; cidadania e democracia na formação da sociedade brasileira; políticas de inclusão social; direitos sociais no Brasil; relações étnico-raciais e educação inclusiva na sociedade brasileira contemporânea. No tocante à educação ambiental, assinala-se a organização de programas e projetos de extensão, dos quais alunos e docentes dos cursos – inclusive do CST em Gestão de Recursos Humanos – podem participar. São ilustrativos: oficina de reciclagem de papel; bosque das mangueiras, entre outros. Indica-se, ainda, a produção apresentada nas diversas edições do congresso científico/mostra de extensão promovido anualmente pela UnP. 61 2.4 METODOLOGIA O Curso de Gestão em Recursos Humanos a distância adota estratégias de ensino e aprendizagem diversificadas, com uso de múltiplos recursos disponibilizados via UnP Virtual e com a mediação de professores, em consonância com os objetivos do Curso e conteúdos previstos, focalizando a construção das competências e habilidades indicadas no perfil profissional do egresso. São centrais, no desenho instrucional do Curso, as situações didáticopedagógicas que propiciam ao aluno o desenvolvimento da sua autonomia intelectual e de uma postura colaborativa e crítica, enfatizando-se a construção de suas aprendizagens principalmente a partir da interação com docentes e tutores. Figura 4). Ressalta-se que a interação diz respeito ao comportamento das pessoas em relação a outros indivíduos e aos sistemas (ação recíproca). Já a interatividade é compreendida como a capacidade ou potencial de um sistema para propiciar interação (característica técnica)18,19. A interação e a interatividade são, portanto, itens fundamentais ao processo de comunicação e devem ser garantidos no uso de qualquer meio tecnológico a ser disponibilizado aos alunos20. Figura 4 – Síntese da dinâmica metodológica 18 BELLONI, M. L. Educação a distância. 4. ed. Campinas: Autores Associados, 2006. FILATRO, Andrea. Design instrucional na prática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2008. 20 BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distancia. Brasília. 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/referenciaisead.pdf>. Acesso em: 08 nov. 2010. 19 62 Integra essa dinâmica uma rotina assumida pelo aluno que abrange, por exemplo: leitura do conteúdo direcionado pelo professor da disciplina, esclarecimento de dúvidas, realização/envio das atividades orientadas pelos docentes, participação em fóruns, inclusive com acesso a conteúdos complementares. Os estudantes também são estimulados a visitar o polo de apoio para efetivar consulta bibliográfica, utilizar laboratório de informática, participar de tutoria presencial, realizar as avaliações presenciais obrigatórias. Em todas as situações é estimulada a participação dos alunos, seja no sentido de superar eventuais dificuldades de aprendizagem (o que pode ser feito por meio de fóruns virtuais, ou pela tutoria a distância), seja no sentido de facilitar a compreensão dos temas estudados, ou, ainda, para abrir espaços em que eles possam relatar suas experiências profissionais, desenvolver o espírito de equipe e o respeito à opinião de outros estudantes. Considerando que o aluno deve lidar com desafios da própria aprendizagem e com outros encontrados no mercado de trabalho, são exploradas situaçõesproblema identificadas na realidade organizacional, de modo a promover a autonomia intelectual do discente – fundamental à construção de suas aprendizagens – e o contato com diferentes contextos do exercício profissional. Em todo o processo formativo são desenvolvidas estratégias de ensinoaprendizagem que: a) propiciam ao aluno a construção de competências relacionadas ao comunicar-se com clareza, ao domínio de conteúdos e métodos necessários à superação de riscos e ao aproveitamento de oportunidades, observada a dinâmica do mercado de trabalho; b) incentivam o aluno a investigar o cotidiano da profissão, mediante a realização de pesquisas e utilização de ferramentas do ambiente virtual de aprendizagem, com a mediação do professor. O objetivo é que o futuro profissional conheça, analise e reflita sobre os fatores sociais, educacionais, ambientais, políticos e culturais que permeiam a atuação do gestor de recursos humanos, considerando a realidade brasileira e sua inserção no cenário internacional, com ênfase no Nordeste e RN. c) incentivam a construção ou fortalecimento de atitudes pró-ativas, a agilidade, a participação, a criatividade, a cooperação e uma postura ética 63 de respeito à diversidade de pessoas e grupos, e de preservação ambiental; d) promovem, constantemente, o acesso ao ambiente virtual, para que o discente possa fazer uma leitura criteriosa do conteúdo dos materiais digitais e outros estudos complementares; assistir aos vídeos indicados pelo professor; realizar fóruns, trabalhos; responder a questionários online.; e) estimulam o estudante a organizar um cronograma próprio de estudo e a não acumular dúvidas, comunicando-se frequentemente com a tutoria a distância, através UnP Virtual, com vistas ao sucesso do aprendizado. Nesse sentido, é fundamental o uso, pelo docente, de múltiplos recursos que exploram as possibilidades cognitivas dos alunos, atribuindo-lhes a centralidade na construção de suas aprendizagens. (Figura 5). Figura 5 – Exemplo de atividades desempenhadas pelo aluno 64 Uma vez que, em geral, os discentes do ensino superior, sobretudo de cursos a distância e de graduações tecnológicas, são adultos (ou jovens adultos), as situações didático-pedagógicas levam em conta princípios da andragogia. Assim, o professor desenvolve sua disciplina considerando que, a princípio, seu aluno apresenta condições de autoadministrar-se e tem um campo de experiências que, por pressuposto, é essencial à ampliação de aprendizagens já construídas e à construção de novas. O significado subjetivo da aprendizagem está, portanto, diretamente associado a essas experiências e, também, à aplicabilidade do quanto estudado. Espera-se que, por esse caminho, o aluno se envolva afetiva e intelectualmente com as suas aprendizagens, apreendendo conhecimentos, técnicas e tecnologias necessárias a um desempenho profissional ético (expresso em atitudes de respeito à diversidade de pessoas e ao meio ambiente) e competente, constituindo-se cidadão. 2.4.1 Encontros presenciais Reafirma-se que a quantidade de encontros presenciais obrigatórios varia de acordo com o formato de oferta: se graduação executiva (GEx), ou se on line. No formato GEx, implantado a partir de 2012, os estudantes participam de dois dias de atividades presenciais obrigatórias, por semana. Nas graduações on line, nas quais as atividades presenciais obrigatórias destinam-se à avaliação da aprendizagem, são viabilizadas as seguintes atividades de frequência facultativa para o aluno: Ambientação; Grupo de Estudo; Mostra de vídeo UnP (indicado pelos professores); Palestras: I. A importância do Ato de Ler; II. Pesquisa Virtual na Formação Acadêmica; III. Como estudar na EaD; IV. Aprendendo sobre a Educação a Distância; V. Preparando-se para provas e concursos; VI. Preparação para o ENADE. 65 Oficina tecnológica (UnP Virtual; ebook Informática Aplicada: Word, Excel Power Point); Apoio na elaboração do Projeto Interdisciplinar; 2.4.2 Ambientação do aluno Na primeira semana de aula, os alunos fazem uma ambientação com vistas a sua adaptação às peculiaridades do processo de ensino-aprendizagem a distância, e de integração entre eles próprios e com a equipe do polo. São realizadas dinâmicas de integração e apresentações sobre: Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC´s), características da Educação a Distância (EaD), metodologia a ser adotada, indicando-se as estratégias de aprendizagem previstas, os recursos didáticos disponíveis e formas de utilização das funcionalidades do UnP Virtual. Além disso, registram-se: a apresentação das instalações; a aplicação de um questionário para que se possa traçar o perfil discente; a entrega de alguns materiais que também darão suporte à construção de suas aprendizagens contendo informações relacionadas a: a) como começar um curso a distância e como organizar a sua rotina de estudos; b) ao tutorial do UnP Virtual; c) ao cronograma (encaminhado também a cada semestre); d) ao manual do aluno. Também serão disponibilizados todos os slides utilizados na ambientação em formato que o estudante possa imprimir. 2.4.3 Recursos didáticos digitais (material didático) A UnP utiliza materiais didáticos institucionais nas disciplinas dos cursos a distância e esses são disponibilizados gratuitamente aos alunos via ambiente virtual de aprendizagem. Os conteúdos didáticos digitais são divergentes no seu formato, mas utilizados obrigatoriamente em todas as disciplinas. Algumas disciplinas possuem livro-texto e outras conteúdo interativo. O livro-texto é dividido em capítulos que direcionam as competências e habilidades que o aluno deve adquirir ao longo de cada uma das 8 aulas, bem como conteúdo teórico, situações-problema e propostas de leituras complementares que suprem a demanda prevista no conteúdo programático da disciplina. O conteúdo interativo consiste em um conjunto de textos, hipertextos e animações que abrangem os conteúdos básicos de uma aula no formato flash. 66 Possui também um arquivo em pdf que é proposto como a versão impressão do conteúdo interativo. Esses materiais são publicados no ambiente virtual de aprendizagem (UnP Virtual) para consulta on-line (conteúdo interativo) ou off-line (versão impressão do conteúdo interativo ou ebook). Todos os ebooks utilizados como recurso das disciplinas estão também disponíveis para download no autoatendimento – biblioteca (Figura 6). Figura 6 – Biblioteca – Autoatendimento – Download Ebooks Os professores também têm autonomia para encaminhar recursos complementares à temática de estudo no formato de artigos, vídeos, áudios, slides, entre outros, que também são publicados no ambiente virtual de aprendizagem de acordo com o seu formato. 67 2.4.4 TICs nos processos de ensino e aprendizagem 2.4.4.1 AUTOATENDIMENTO DO ALUNO O autoatendimento é uma ferramenta da UnP utilizada por professores, alunos e tutores. (Figura 7). Ao aluno do Curso são disponibilizados os seguintes serviços: requerimentos no modo on-line e seu acompanhamento; acesso a relatórios sobre a avaliação do curso coordenada pela CPA; renovação de matrícula; e-mail institucional; informações sobre a sua vida acadêmica e financeira na UnP; e serviços e acervo do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade (SIB/UnP). Figura 7 – Autoatendimento do aluno Em relação aos processos de ensino e aprendizagem, em particular, destacase a utilização do AVA UnP Virtual, cujo acesso é possibilitado pela ferramenta autoatendimento. 68 2.4.4.2 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM – UnP VIRTUAL Construído pela própria Universidade, o UnP Virtual é um Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA cujas características possibilitam a alunos e professores as interações necessárias aos processos de ensino e aprendizagem, o que é facilitado pela utilização de guias tutoriais destinados ao docente21 e ao discente.22 No UnP Virtual os alunos acessam os materiais didáticos, realizam atividades, utilizam correio eletrônico específico, participam de fóruns, respondem questionários online e enquetes, esclarecem dúvidas, enviam trabalhos, entre outras funcionalidades. Constitui, nesse sentido, um espaço de aprendizagem flexível, viabilizando a efetivação dos processos de ensino e aprendizagem em horários e lugares diversos. Esse ambiente vem sendo utilizado constantemente pelos docentes do Curso, com plena exploração das funcionalidades de comunicação, interação, aprofundamento, cooperação, socialização de informações e realização de atividades, assegurando-se flexibilidade dos momentos de aprendizagem (Figura 8). O UnP Virtual possui, ainda, relatórios gerenciais que apresentam informações da atuação do professor na disciplina e do uso de cada uma das ferramentas disponibilizadas no AVA. O AVA UnP Virtual faz parte de um conjunto de ferramentas disponíveis no autoatendimento na home page da UnP. 21 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Núcleo de Educação a Distância. Tutorial UnP Virtual - professor. Natal, 2011. 22 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Núcleo de Educação a Distância. Tutorial UnP Virtual - aluno. Natal, 2011. 69 Figura 8 – Ambiente Virtual de Aprendizagem – UnP Virtual 70 2.5 DINÂMICA DE INTERAÇÕES O Curso é implementado a partir do princípio de que a EaD requer ações eficazes de comunicação e interação de uma equipe especializada, e desta com os alunos, além dos alunos entre si, constituindo, na realidade, uma grande teia comunicativa, ou seja, um sistema de comunicação que, bem articulado, pode promover a realização do processo educativo de forma eficiente. Ao mesmo tempo, reafirma-se o conceito de interação, adotando-se, no processo ensino-aprendizagem a distância, os seguintes meios: a) síncronos, que ocorrem simultaneamente, sem flexibilidade de horários; b) assíncronos entre os agentes, ou seja, com a máxima flexibilidade de tempo para a participação nas atividades e estudos. As interações entre os envolvidos no Curso ocorrem conforme a matriz seguir, com melhor visualização na figura 9. 71 Quadro 15 – Matriz de Interações presencialmente, nas unidades da UnP; pelo email, por meio do autoatendimento; por telefone, via correio, planilha de atendimento ao aluno Coordenação de Curso Coordenação Acadêmica e Coordenação Pedagógica do NEaD Professor / Tutor a distância Coordenador do polo Aluno Tutor presencial Corpo Téc-Adm. do polo (assistente) NAPe - Núcleo de Apoio Psicopedagógico International Office Direção de Escola Ouvidoria Coordenação Acadêmica e Coordenação Pedagógica do NEaD Coordenação de Curso Corpo Téc-Adm presencialmente no polo; por telefone. Corpo Polo Tutor Téc-Adm. Professor distância a / Tutor do a Tutor presencial Coordenador do polo Corpo Polo Téc-Adm. do Tutor presencial Coordenador do polo Coordenador do polo presencialmente, no NEaD; no autoatendimento da UnP; telefone; planilha de atendimento ao aluno; Skype Corpo Téc-Adm. do Polo Coordenador do polo Corpo Téc-Adm / Coordenador do polo Professor pelo ambiente virtual de aprendizagem; UnP Virtual – correio e fórum presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; por telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; por telefone; Skype presencialmente, na UnP; no autoatendimento da UnP; por telefone presencialmente, na UnP; no autoatendimento da UnP; por telefone presencialmente, na UnP; no autoatendimento da UnP; telefone formulário web, na página da UnP; por telefone presencialmente, nas Unidades da UnP; no NEaD; pelo e-mail, por meio do autoatendimento; por telefone e fax. presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; por telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; telefone; Skype presencialmente, nas Unidades da UnP ou no NEaD; pelo e-mail, por meio do autoatendimento, na página da UnP, http://www.unp.br; por telefone e fax. presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; por telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; telefone; Skype, via correio. presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; por telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; por telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; telefone; Skype presencialmente, no polo; no autoatendimento da UnP; por telefone; Skype presencialmente no polo; por telefone. presencialmente no polo; por telefone. Professor distância Tutor presencial Coordenação Acadêmica e Coordenação Pedagógica do NEaD presencialmente, no NEaD; no autoatendimento da UnP; telefone; planilha de atendimento ao aluno; Skype 72 Figura 9 – Interações no curso 73 2.6 PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA 2.6.1 Pesquisa e iniciação científica As atividades do Curso, no tocante à pesquisa, são desenvolvidas com base nas políticas institucionais, considerando especificamente os seguintes grupos e linhas definidos para a Escola de Gestão e Negócios: Grupos Estudos Socioeconômicos e Desenvolvimento Regional Profa. Ms. Lourdes Bernadete Dias Duarte de Melo Estudos, Políticas e Tecnologias de Gestão Organizacionais Prof. Dr. Alípio Ramos Veiga Neto Linhas Estudos Socioeconômicos Mercado de Trabalho Desenvolvimento Urbano e Responsabilidade Social Gestão de Operações e Logística Gestão Contábil e Financeira Estratégia e Competitividade Gestão Estratégica de Pessoas Empreendedorismo e Gestão Conhecimento Marketing do Como essas linhas ensejam a efetivação de atividades interdisciplinares, o Curso atua em conjunto com os demais cursos da Escola, contando com dispositivos da UnP, como o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP) e o Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC). A divulgação da produção docente e discente tem como meios principais a revista eletrônica da Escola de Gestão e Negócios – Connexio; o congresso científico e mostra de extensão realizado anualmente pela UnP. 74 Projetos de Pesquisa 2012 Titulo CrowdUnP-Serviço de intermediação de Inovação voltado às PME’S do RN. Estratégias de inserção do comércio internacional de empresas do Rio Grande do Norte. Diagnóstico Organizacional de Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio Grande do Norte atendidas pelo projeto Pré-Consultores UnP/SEBRAE. A Tecnologia da Informação verde como ferramenta para uma gestão sustentável. Rendas petrolíferas nas finanças públicas do Rio Grande do Norte – Análise das receitas dos royalties do petróleo e o impacto no desenvolvimento socioeconômico da UF e municípios produtores de óleo e gás natural do Estado do Rio Grande do Norte Índice de Variação de Preços através de uma Cesta Padrão nos Supermercados em Natal Finanças Discentes x Aprendizagem Escolar – Estudo de caso com amostra de alunos do Curso de Ciências Contábeis da Escola de Gestão da Universidade Potiguar. Fatores determinantes nas estratégias de marketing verde. Gestão e Dimensões Essenciais do Serviço. Responsabilidade Socioambiental Empresarial e Gestão Ambiental em organizações norte riograndenses. Caracterização da Empresa Servidora. Gestão do Conhecimento em Organizações Públicas e privadas. A Gestão de Competências dos Herdeiros Candidatos a Sucessões das Empresas familiares Natal/RN. Competências Gerenciais. Finanças Comportamentais: Heurística da Ancoragem. Orientação Para Mercado: Um estudo no setor varejista de supermercado do Rio Grande do Norte. Índice de Variação de Preços através de uma Cesta Padrão nos Supermercados em Natal Coordenador Liêda Amaral de Souza. Otomar Lopes Cardoso Junior. Raniery Christiano de Queiroz Pimenta. Glauber Ruan Barbosa Pereira. Mário Jesiel de Oliveira Alexandre. Mário Jesiel de Oliveira Alexandre. Mário Jesiel de Oliveira Alexandre. Alípio Ramos Veiga Neto. Domingos Fernandes Campos. Fernanda Fernandes Gurgel. Kleber Cavalcanti Nóbrega. Lydia Maria Pinto Brito. Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone. Patricia Whebber Souza de Oliveira. Rodrigo José Guerra Leone. Tereza de Souza. Mário Jesiel de Oliveira Alexandre. 75 Projetos de Pesquisa 2011 Titulo CrowdUnP-Serviço de intermediação de Inovação voltado às PME’S do RN. Estratégias de inserção do comércio internacional de empresas do Rio Grande do Norte. Diagnostico Organizacional de Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio Grande do Norte atendidas pelo projeto Pré-Consultores UnP/SEBRAE. A Tecnologia da Informação verde como ferramenta para uma gestão sustentável. Rendas petrolíferas nas finanças publicas do Rio Grande do Norte – Analise das receitas dos royalties do petróleo e o impacto no desenvolvimento socioeconômico da UF e municípios produtores de óleo e gás natural do Estado do Rio Grande do Norte Índice de Variação de Preços através de uma Cesta Padrão nos Supermercados em Natal Finanças Discentes x Aprendizagem Escolar – Estudo de caso com amostra de alunos do Curso de Ciências Contábeis da Escola de Gestão da Universidade Potiguar. Fatores determinantes nas estratégias de marketing verde. Gestão e Dimensões Essenciais do Serviço. Responsabilidade Socioambiental Empresarial e Gestão Ambiental em organizações norte riograndenses. Caracterização da Empresa Servidora. Gestão do Conhecimento em Organizações Públicas e provadas. A Gestão de Competências dos Herdeiros Candidatos a Sucessões das Empresas familiares Natal/RN. Competências Gerenciais. Pesquisa do Antígeno NS1 do vírus da Dengue e perfil epidemiológico dos sorogrupos existentes no Rio Grande do Norte. Finanças Comportamentais: Heurística da Ancoragem. Orientação Para Mercado: Um estudo no setor varejista de supermercado do Rio Grande do Norte. Coordenador Liêda Amaral de Souza. Otamar Lopes Cardoso Junior. Raniery Christiano de Queiroz Pimenta. Glauber Ruan Barbosa Pereira. Mário Jesiel de Oliveira Alexandre. Mário Jesiel de Oliveira Alexandre. Mário Jesiel de Oliveira Alexandre. Alípio Ramos Veiga Neto. Prof. Domingos Fernandes Campos. Fernanda Fernandes Gurgel. Kleber Cavalcanti Nóbrega. Lydia Maria Pinto Brito. Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone. Patricia Whebber Souza de Oliveira. Valéria Cristina Ribeiro Dantas. Rodrigo José Guerra Leone. Tereza de Souza. 76 2.6.2 Extensão e ação comunitária As atividades de extensão vêm sendo realizadas sob a forma de projetos, na linha gestão, definida institucionalmente, de forma integrada com os demais cursos da Escola de Gestão e Negócios. Projetos de extensão 2012 Título Coordenação/docentes Núcleo do Empreendedor da Escola de Gestão e Negócios/Pesquisa de mercado para empresas e órgãos fomentadores Prêmio de intervenção organizacional Pré-consultores UnP/SEBRAE Pré-consultores UnP/SEBRAE Energia Verde Aprendendo a empreender com o Barco Escola Informática cidadã Marcelo Bavelloni Newton Manoel de Andrade Barreto Lins André Antônio de Melo Pessoa Aldeí Rosane Ribeiro André Antônio de Melo Pessoa Mércia Cristiley Mary Sorage Praxedes da Silva Jurema Márcia Dantas da Silva Cláudio Márcio Campos de Mendonça Projetos de Extensão 2011 Titulo Núcleo de Empreendedorismo da Escola de Gestão e Negócios/Pesquisa de mercado para empresas e órgãos fomentadores. Pré-Consultores. Comercialização Solidária. Orçamento Familiar para Famílias de Profissionais Autônomos e Ambulantes. Professor Empreendedor. Nivelamento em Língua Portuguesa Para os CSTS de Gestão Pública e Recursos Humanos. Curso: Nivelamento em Matemática com Ênfase no Raciocínio Lógico. Curso: Nivelamento em Língua Portuguesa. Curso: Nivelamento em Informática Aplicada. Nivelamento de Inglês. Pré-Consultores UnP/SEBRAE 2011.2 Renove – Educando para a Sustentabilidade. Nivelamento em Língua Portuguesa. CST em Gestão Pública. Relatório Final do Projeto de Extensão Energia Verde. Rede Social de Educadores Ambientais. Coordenador Marcelo Bavelloni. André Antônio de Melo Pessoa. Everkley Magno Freire Tavares. Breno Ricardo da Costa Cunha. Suely Xavier dos Santos. Laís Karla da Silva Barreto. José Monteiro Neto. Everton Moura dos Santos. Herbert Cavalcanti Vieira. Hugo José Medeiros de Oliveira. André Antônio de Melo Pessoa. André Antônio de Melo Pessoa. Laís Karla da Silva Barreto. Laís Karla da Silva Barreto. Mary Sorage Praxedes da Silva Medeiros. Karina Maria Bezerra Rodrigues Gadelha. 77 2.7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 2.7.1 Principais elementos conceituais O Curso desenvolve as atividades de avaliação da aprendizagem considerando: a) a posição de Braga23 no sentido de que “a avaliação do desenvolvimento e do aprendizado dos alunos, isto é, a determinação de quão bem os alunos alcançam os objetivos acadêmicos é uma das principais maneiras pelas quais as instituições demonstram suas efetividades”; b) a ideia de que a avaliação da aprendizagem é um processo contínuo, que deve auxiliar o aluno a desenvolver, em grau de complexidade crescente, competências cognitivas, habilidades e atitudes, de modo a se alcançar os objetivos propostos pelas disciplinas. O desempenho acadêmico do aluno é acompanhado continuamente pelo professor por meio de atividades à distância e presenciais, considerando os aspectos diagnóstico, formativo e somativo. A avaliação diagnóstica ocorre em período imediatamente anterior ao início de cada disciplina, identificando-se as principais características do alunado, com vistas à construção de planos de ensino compatíveis com essas características. O tutor presencial, na ambientação, realiza um prognóstico sobre as capacidades dos alunos em relação ao uso das mídias, a partir do que pode ser elaborado um programa de nivelamento da turma, se necessário, abrangendo, por exemplo, encontro presencial. A avaliação formativa tem a sua efetivação a partir de observações quanto à frequência, pontualidade, cumprimento de prazos para entrega ou apresentação de trabalhos e participação em atividades individuais e em grupo. Após os registros dos professores, os resultados devem ser valorizados como pontuação positiva para a avaliação somativa. A avaliação somativa, por sua vez, diz respeito ao somatório de pontos de avaliações de conteúdo, de entrega ou apresentação de atividades e pontos de avaliação formativa, indicando a aprovação ou não do aluno em cada disciplina. 23 BRAGA, D. B.(2004); FRANCO, L. R. H. R. Revolucionando as técnicas de aprendizagem da engenharia com a EAD. In: World Congress on Engineering and Technology Education, p.10831087, São Paulo, Brasil: 2004. 78 2.7.2 Dinâmica de avaliação O desempenho acadêmico do aluno é acompanhado continuamente pelo professor, por meio de atividades à distância e presenciais, considerando os aspectos diagnóstico, formativo e somativo, e atendendo o que versa o Decreto nº 5622/2005. As atividades avaliativas à distância compreendem fóruns, elaboração de trabalhos, questionários online. O professor da disciplina acompanha toda a participação dos alunos nas atividades e entrega os respectivos resultados por meio do UnP Virtual. A avaliação presencial: a) é multidisciplinar e compreende aplicação de instrumento com questões de múltipla escolha e discursivas, contemplando os conteúdos das disciplinas; b) segue datas pré-agendadas, socializadas através do cronograma do curso; c) é realizada no polo no qual o aluno é matriculado; d) exige 100% de frequência dos alunos; e) os resultados têm preponderância sobre os resultados obtidos na avaliação a distância. Em ambas as formas – a distância e presencial, a avaliação é feita por disciplina, sendo 7,0 (sete) a média mínima para aprovação. Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação: a Unidade (U1) e a Unidade (U2), atribuindose nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). A composição da nota da U1 é resultado do desempenho do aluno na avaliação presencial, e, da U2 é o somatório de todas as atividades a distância, acrescida de uma atividade presencial (trabalho). (Figura 10). Na avaliação presencial, existe a possibilidade de segunda chamada com vistas à substituição de resultado nulo por falta do aluno a uma avaliação, desde que devidamente comprovado o motivo da ausência. Caso o aluno não obtenha resultado igual ou superior a 4,0 (quatro) em apenas uma das unidades (tanto na avaliação a distância quanto na presencial), ele pode participar do processo de recuperação da aprendizagem, que corresponde a uma terceira unidade avaliativa. 79 Figura 10 – Composição da nota – U1 e U2 Critérios de aprovação a) aprovado por média: o aluno que obtiver MÉDIA PARCIAL (MP) igual ou superior a 7,0 (sete). Essa média é considerada automaticamente como média final (MF) de aprovação; b) reprovado: o aluno que obtiver resultado menor do que 4,0 (quatro) nas avaliações de ambas as unidades (U1 e U2). Procedimentos: devem possibilitar a identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a indicação/adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais e/ou a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de compreensão e que interferem na consolidação das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso; a análise do desempenho do aluno nas atividades a distância e presenciais. Essa perspectiva pode ser implementada por meio de fóruns reflexivos, fóruns de dúvidas e da aplicação de instrumentos como resenha, relatórios de pesquisas, de estudos de casos, de trabalhos individuais e em grupo...), questionários online, avaliações com questões discursivas e de múltipla escolha, dentre outros. Critérios principais: interação, envolvimento do aluno com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade nas atividades presenciais; domínio de conteúdos; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência harmoniosa e solidária. 80 2.8 APOIO AO DISCENTE O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE/UnP)24, compreendendo vários mecanismos: apoio à participação em eventos científicos e à produção científica; divulgação da produção discente; apoio prestado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe); serviços especializados: Clínicas-Escolas e Núcleo de Prática Jurídica; bolsas acadêmicas: a) Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); b) Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx); c) Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM). A Universidade também disponibiliza a seus estudantes: a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus pais, ou por e-mail, cartas e telefone; b) intercâmbio internacional entre as instituições da Rede Laureate, organizado no âmbito da UnP pelo International Office; c) o UnP Virtual, ambiente virtual de aprendizagem (AVA) desenvolvido pela própria Universidade, facilitando a comunicação entre o docente, o discente e a coordenação do Curso e a dinamização dos processos de ensino-aprendizagem segundo características da modalidade a distância. Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização como Diretório Central dos Estudantes (DCE) - conjunto dos alunos da UnP - e Centro Acadêmico (CA) - conjunto dos alunos de um curso ou de cursos afins, de conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade. 24 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio ao Estudante. Natal: Edunp, 2006. (Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5). 81 2.9 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO O Curso e seu respectivo Projeto Pedagógico são avaliados de maneira sistemática, visando a melhoria contínua dos processos de ensino e aprendizagem e do próprio Curso, a partir de encontros pré-definidos entre a Direção da Escola e coordenador do Curso, integrantes da CPA/UnP e do NEaD, contemplando os contextos institucional, acadêmico e administrativo. Três formas de aquisição de dados são importantes: a) as autoavaliações conduzidas pela CPA/UnP; b) os resultados das avaliações do Exame Nacional de Avaliação de Desempenho dos Estudantes (ENADE), a partir do momento em que o Curso participe desse Exame; c) resultados de avaliações in loco realizadas por comissões designadas pelo INEP. No primeiro caso, há o envolvimento de docentes, tutores, discentes e pessoal técnico-administrativo, com abordagem das seguintes categorias (Figura 11): Figura 11 – Categorias Avaliadas Ao Núcleo de Educação a Distância, à coordenação do Curso e às coordenações de polos compete assegurar a efetiva realização da dinâmica avaliativa. A análise dos relatórios emitidos pela CPA/UnP deve ser implementada sob a responsabilidade da coordenação do Curso, com participação do NDE e demais 82 professores, assim como com os tutores e coordenadores de polos, com vistas à elaboração de plano de melhoria, sempre que identificadas fragilidades, destacandose a necessária conexão com informações advindas do ENADE e da avaliação in loco. A avaliação do PPC, especificamente, abrange os indicadores: coerência do Projeto com os requisitos legais, com as diretrizes curriculares nacionais e orientações institucionais constantes do PDI; coerência entre os objetivos do curso e perfil do profissional a ser formado; atualidade das competências e habilidades previstas no perfil profissional; ações de implementação das políticas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária; estratégias de flexibilização curricular adotadas; coerência da sistemática de avaliação adotada pelos docentes com os conteúdos estudados; melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho, requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre outros; adoção de melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte físico, tecnológico e bibliográfico. As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (coordenação do Curso, NDE, docentes, discentes, tutores, coordenações de polos). Cabe ao NDE a proposição de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico submetido à análise do Conselho acompanhamento da CPA/UnP. do Curso, e implementado sob o 83 PARTE 3 – CORPO DOCENTE, TUTORES, PESSOAL TÉCNICOADMINISTRATIVO 84 3.1 CORPO DOCENTE 3.1.1 Política institucional de apoio aos professores O corpo docente, formado por profissionais já integrantes do quadro institucional (embora haja possibilidade de novas contratações), tem a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de Carreira Docente (PCD), e conta com vários mecanismos de capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se: a) oferta de pós-graduação lato sensu, assinalando-se, na área do Curso: MBA em Gestão de Pessoas; MBA em Gestão Empresarial; Psicologia Organizacional; MBA em Marketing, entre outros; b) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu: Mestrados em Administração e em Biotecnologia, este último em parceria com a Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO) e doutorado também em Biotecnologia; c) oferta de cursos on line, pela Laureate, compreendendo temáticas relacionadas a metodologias de ensino: aprendizagem colaborativa; aprendizagem baseada em problemas; aprendizagem orientada a projetos; metodologia de estudos de caso; d) disponibilização do Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe), responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização didáticopedagógica; e) oferta de cursos de capacitação promovidos pelo NEaD. São realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria; semanas de planejamento, também semestrais com participação do NEaD e reuniões sistemáticas conduzidas pela Coordenação do Curso e coordenações de polos, conforme necessidades apontadas por alunos, pelos próprios professores e pelo NDE e considerando ainda os resultados da autoavaliação. 85 3.1.2 Atribuições dos docentes O professor do Curso tem como atribuições: estabelecer os fundamentos teóricos do projeto de cada disciplina; organizar o conteúdo curricular articulado a procedimentos e atividades pedagógicas sob a orientação da Coordenação Pedagógica do NEaD, bem como organizar/elaborar as avaliações presenciais e a distância; selecionar e organizar o material didático para programas a distância; identificar os objetivos referentes a competências cognitivas, habilidades e atitudes; definir bibliografia, videografia, audiografia, básicas e complementares; realizar a gestão acadêmica dos processos de ensino-aprendizagem, em particular motivar, orientar, acompanhar e avaliar o desempenho dos tutores, em especial com relação à implementação do planejamento da oferta da disciplina; manter um canal de comunicação, por meio do ambiente virtual, para motivar, orientar e acompanhar o desempenho dos estudantes; manter plena comunicação com a Coordenação Pedagógica do NEaD, tutores a distância e presenciais; acompanhar os resultados das avaliações de alunos, tutores e recursos didáticos, realizadas pela CPA/UnP e propor melhorias à oferta; garantir a agilidade dos processos acadêmicos e administrativos pertinentes à função docente; realizar atividades de tutoria a distância, quando necessário. Atualmente os docentes assumem também atividades de mediação condizentes com as atividades de tutoria a distância. 3.1.3 Perfil: titulação, experiência profissional e regime de trabalho - 2013.1 O corpo docente do CST em Gestão de Recursos Humanos no primeiro semestre de 2013 (quadro 16) é constituído por 36 (trinta e seis) profissionais, dos quais 24 (66,67%) com formação acadêmica obtida em programas de pósgraduação stricto sensu. O percentual de docentes do curso, com doutorado, é de 11,11%, correspondente a 4 profissionais. 86 Dos 36 (trinta e seis) professores, 16 (44,44%) atuam em regime de tempo integral ou parcial. Em relação a este total, registram-se, com no mínimo quatro anos de experiência: a) no magistério superior, 28 (77,77%) docentes; b) no mercado de trabalho, 32 (88,88%) profissionais. Quadro 16 – Docentes em atuação 2013.1 Nome Formação acadêmica Disciplina(s) Experiência Regime profissional (anos) Trabalho Ensino Superior 1. Alessandra Silva de Oliveira Martins 2. Aline Gehlen Rodrigues Silva 3. Ana Karla Pessoa Peixoto 4. Arthur Correia da Silva Neto 5. Carla Maria Rodrigues Muniz 6. Carlos Alberto de Farias Felix 7. Carmen Brunelli de Moura 8. Deyvidson Giulliano Xavier de Paula Graduação em Serviço Social, UFPB, 1999. Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas, UnP, 2002. Mestrado em Psicologia, UFRN, 2006. Graduação em Administração, UCDB, 1995. Especialização em MBA em Marketing, UCDB, 2002. Graduação em Administração, UFRN, 2001. Mestrado em Engenharia de Produção, UFRN, 2004. Graduação em Ciências Sociais, UFRN, 1997. Especialização em Comércio Exterior e Globalização, UFRN, 1999. Especialização em Ciências Sociais, UFRN, 2003. Graduação em Arquitetura e Urbanismo, UFRN, 1990 e em Administração, UnP, 2011. Especialização em Marketing, FGV, 1999 e em Gestão de Pessoas, UnP, 1998. Mestrado em Administração, UFRN, 2004. Graduação em Fisioterapia, UFRN, 1994. Especialização em Administração Hospitalar, FSCAH, 1989. Mestrado em Administração, UnP, 2008. Graduação em Letras Português, UFGO, 1995. Especialização em Estudos da Linguagem, UFRN, 1997. Mestrado em Estudos da Linguagem, UFRN, 2005. Doutorado em Estudos da Linguagem, UFRN, 2010. Graduação em Direito, UFRN, 2005. Especialização em Direito Administrativo e Gestão Pública, UnP, 2007. Mercado Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional; Projeto Interdisciplinar II; Gestão Integrada de Treinamento e Competências H 9 13 Gestão de Marketing; Gestão da Produção e Logística TI 0,5 12 Negociação; Gestão de Pessoas; Comportamento Organizacional H 7,5 3,5 Rotinas de Pessoal; Economia; Projeto Interdisciplinar II H 12 18 Comportamento Organizacional; Negociação H 17 28 Gestão Estratégica de Pessoas; Gestão de Pessoas; Projeto Interdisciplinar I H 5 25 Comunicação e Expressão TI 13 13 Legislação TI 5 6 87 Nome Formação acadêmica Disciplina(s) Experiência Regime profissional (anos) Trabalho Ensino Superior 9. Dinarte Lopes 10. Emmanuel Elmani de Carvalho 11. Estevani Pereira de Oliveira 12. Eliza Catarina Bezerra Cunha 13. Glauber Ruan Barbosa Pereira 14. Isabella Mendonça de Souza 15. Jean Gleyson Farias Martins 16. Joab Marciel Saldanha Rodrigues 17. José Padilha Chrispim Neto 18. Karen Barbosa Montenegro de Souza 19. Kassios Cley Costa de Araujo Graduação em Filosofia, UFPE, 2002. Comunicação Mestrado em Filosofia, UFPE, Empresarial 2005. Graduação em Administração, UFRN,1998. MBA - Gestão Estratégica da Gestão de Marketing Informação. Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal, 2002. Graduação em Economia, UFRN, 2005. Economia Mestrado em Economia, UFRN, 2011. Graduação em Administração, UFRN, 2004. Gestão de Marketing; Mestrado em Administração, UFRN, 2008. Graduação em Administração, 2005, UnP. Estratégias Especialização em Logística Mercadológicas; Gestão Empresarial, FARN, 2008. de Marketing. Mestrado em Administração, UFRN, 2009. Avaliação do Desempenho e Graduação em Administração, Planejamento de UFPB, 1998. Carreira; Estratégias de Especialização em Recursos Captação de Pessoas e Humanos, UFRN, 2000. Sistemas de Recompensa. Graduação em Administração, UnP, 2006. Especialização em Gestão Financeira Administração Financeira, FARN, 2009. Graduação em Administração, UFRN, 1997. Educação Corporativa; Especialização em Marketing, Projeto Interdisciplinar I; FGV, 2007. Projeto Interdisciplinar Mestrado em Engenharia de III. Produção, UFRN, 2003. Graduação -Tecnologia e Ciências de Materiais (CEFET/RN, 2004); Projeto Interdisciplinar I Mestrado em Engenharia de Produção, UFRN, 2007. Graduação em Psicologia, UnP, 2003 e Direito, UnP, 2012. Comportamento Especialização em Organizacional; Gestão Psicomotricidade, UnP, 2005. do Conhecimento e Mestrado em Administração Aprendizagem UnP, 2012. Organizacional Graduação em Letras, UFRN, 1997. Especialização em Leitura e Produção de Texto, UFRN, 2009. Mestrado em Estudos Linguagem, UFRN, 2012. da Comunicação e Expressão Mercado TP 10 15 H 11 11 H 1 12 H 5 5 TP 4 4 TI 10 2 H 6 13 TI 9 12 H 5 23 H 3 10 H 4 4 88 Nome Formação acadêmica Disciplina(s) Experiência Regime profissional (anos) Trabalho Ensino Superior 20. Luciana Lopes Xavier 21. Laís Karla da Silva Barreto 22. Marcelo Bavelloni 23. Maria Stella Galvão Santos 24. Michelle Ferret Badiali 25. Paulo Gustavo da Silva 26. Priscilla Carla Silveira Menezes 27. Regina Beatriz Stefan 28. Ricardo Vitor Fernandes da Silva 29. Rodrigo Martins Baptista Graduação em Engenharia Civil, UnP, 1998. Especialização em Gestão Empreendedorismo e Universitária, UnP, 2007. Sustentabilidade Mestrado em Engenharia Civil, UFSC, 2001. Graduação em Letras, UFRN, 2003. Mestrado em Estudos da Comunicação e Linguagem, UFRN, 2006. Expressão Doutorado em Estudos da Linguagem (UFRN -2013) Graduação Administração de Empresas, PUC/SP, 1993. MBA Executivo Internacional, University of California, Irvine Empreendedorismo e (UCI-EUA), 2008. Sustentabilidade MBA Executivo em Marketing, FGV-RJ, 2007 e em Gestão Empresarial, FGV-RJ, 2003. Graduação em Comunicação Social – Jornalismo, UFRN, 1985. Especialização em Gestão de Processos Comunicacionais, Negociação; USP, 2001. Criatividade e inovação. Especialização em Bioética, USP, 2008. Mestrado em História da Ciência, PUC/SP, 2006. Graduação em Comunicação Social, UnP, 2001 e Educação Comunicação e Artística, UFRN, 2006. Expressão Mestrado em Ciências Sociais, UFRN,2009. Graduação em Gerência de Marketing e Vendas, UnP, 2006, e em Recursos Humanos, Gestão de Marketing FACEX, 2007. Especialização em Marketing Estratégico, FARN ,2008. Graduação em Fonoaudiologia, UNICAP, 2000. Comunicação e Doutorado em Educação, Expressão UFRN, 2008. Graduação em Administração de Empresas, Universidade Católica de Goiás, 1994. Especialização em Empreendedorismo e Administração Hospitalar Sustentabilidade (Universidade de Ribeirão Preto – 2000) Especialização em Docência no Ensino Superior, UnP, 2008. Graduação em Gestão Financeira, UnP, 2010. Gestão Financeira; Especialização em Contabilidade e Custos. Administração Financeira, FACEX, 2011. Graduação em Administração, Gestão da Produção e USCS, 2003. Logística; Mestrado em Administração, Empreendedorismo e FEI, 2012. Sustentabilidade Mercado TP 10 1 H 7 0 H 8 8 TP 4 25 TI 3 11 H 3 9 TI 6 8 H 10 10 H 1,5 23 H 2 11 89 Nome Formação acadêmica Disciplina(s) Experiência Regime profissional (anos) Trabalho Ensino Superior 30. Sônia Regina de Macêdo Ribeiro 31. Suely Xavier dos Santos 32. Tatiana Silva de Queiroz 33. Tercio Bento da Silva 34. Úrsula Andréa de Araújo Silva 35. Vilma Lúcia Silva Neves 36. Walid Abbas El-Aouar Graduação em Ciências Sociais, UFRN, 1985. Mestrado em Administração, UFRN, 2008. Graduação Secretariado Executivo, FACEX, 2000. ; Especialização em Gestão da Qualidade Total, UFRN, 2002. Mestrado em Engenharia da Produção, UFRN, 2007. Graduação em Matemática, UFRN, 2000. Mestrado em Engenharia de Produção, UFRN, 2003. Graduação em Administração, União Americana, 2008. Especialização em Gestão Financeira, FARN, 2010. Graduação em História, UFRN, 2005. Mestrado em História, UFRN, 2007. Graduação em Ciências Sociais, UFRN, 2000. Mestrado em Ciências Sociais, UFRN, 2003. Graduação em Administração, UFRN, 1985. Mestrado em Administração, UFRN, 2002. Doutorado em Administração, UFRN, 2012. Mercado Gestão de Pessoas; Gestão Estratégica de Pessoas H 3 35 Gestão da Produção e Logística TP 10 14 Métodos Quantitativos TP 7 10 Gestão Financeira; Contabilidade e Custos H 4 4 Comportamento Organizacional TP 5 6 Gestão de Marketing; Criatividade e Inovação TI 12 13 Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional TI 10 23 3.1.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O NDE do CST em Recursos Humanos a distância é composto por 5 (cinco) professores (incluída a coordenação do Curso), responsáveis pelas seguintes ações: a) acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão na sede e nos polos; b) identificação de estratégias de melhoria dos processos de ensinoaprendizagem desenvolvidos presencialmente e a distância; c) acompanhamento das atividades realizadas pelos tutores; d) análise dos resultados da avaliação do PPC e identificação de estratégias para aperfeiçoamentos; e) participação em concurso para seleção de docentes; f) análise dos resultados das avaliações de desempenho dos docentes, promovidas pela Comissão Própria de Avaliação – CPA/UnP, indicando à 90 Coordenação do Curso as estratégias necessárias ao contínuo aperfeiçoamento dos professores; g) participação na elaboração do Plano de Metas do Curso, a ser apreciado pelo ConseC, no prazo estabelecido pela Instituição, e acompanhamento da sua execução. Além disso, o NDE deve: promover reuniões com os demais professores; identificar necessidades de atualização e/ou aquisição de materiais e equipamentos para o desenvolvimento do PPC; articular-se continuamente com o NEaD; participar de atividades de acompanhamento in loco nos polos, entre outros. O NDE do Curso de Gestão de Recursos Humanos tem designação conforme ato da Reitoria. Quadro 17 – Composição do NDE 1. 2. 3. 4. 5. Nome Isabella Mendonça de Souza Joab Maciel Saldanha Rodrigues Luciana Lopes Xavier Priscilla Carla Silveira Menezes Walid Abbas El Aquar Titulação Especialista Mestre Mestre Doutor Doutor Regime Trabalho TI TI TP TI TI 91 3.2 TUTORIA A DISTÂNCIA E PRESENCIAL A atividade de tutoria na UnP é realizada por tutores presenciais e a distância, cada um deles com atribuições especificas, conforme previsto no Regulamento de Educação a Distância da Universidade. A tutoria a distância atua a partir da sede da UnP, sob orientação e supervisão da Coordenação Pedagógica do NEaD, mediando o processo de ensinoaprendizagem junto aos alunos geograficamente distantes e vinculados aos polos de apoio presencial. O tutor a distância tem formação correlacionada à(s) disciplina(s) ministrada(s), e participa constantemente de processos de capacitação promovidos por esse NEaD. Atualmente as atividades do tutor a distância são assumidas pelo docente de cada disciplina, que, nessa condição, assume as seguintes e principais atribuições: - participar da realização dos processos de ensino e de aprendizagem; - mediar a aprendizagem dos alunos; - esclarecer dúvidas de conteúdos através do correio eletrônico do ambiente virtual e/ou por telefone, realizar fóruns de discussão no AVA; - acompanhar a frequência e a participação dos alunos nas atividades propostas, de acordo, com o projeto pedagógico; - promover espaços de construção coletiva de conhecimento; - conduzir processos de avaliação da aprendizagem: i) realizar e corrigir as atividades avaliativas a distância; ii) corrigir as atividades avaliativas aplicadas presencialmente; - motivar, orientar, acompanhar e avaliar o desempenho dos alunos; - selecionar material de apoio e sustentação teórica aos conteúdos; - manter plena comunicação com a Coordenação Pedagógica do NEaD e com a Coordenação do curso, demais docentes e tutores presenciais; - participar das atividades de planejamento e redirecionamento do projeto pedagógico, quando necessário. Os tutores presenciais, com atribuições especificadas no referido Regulamento, compõem a equipe de cada polo, atendendo os estudantes em horários pré-estabelecidos, de acordo com suas necessidades e com o estabelecido neste projeto pedagógico, em relação, principalmente, à construção do perfil profissional do egresso, organização curricular, metodologia e sistemática de avaliação da aprendizagem e de autoavaliação do Curso. 92 O corpo de tutores participa de programas de capacitação promovidos pelo NEaD; conhece o material didático e peculiaridades da educação a distância e tem as seguintes atribuições: auxiliar presencialmente os estudantes no desenvolvimento de suas atividades individuais e em grupo, fomentando o hábito da pesquisa; esclarecer dúvidas com relação ao uso das tecnologias disponíveis; participar de momentos presenciais obrigatórios, tais como avaliações, apresentação de trabalhos, aulas práticas em laboratórios; participar de momentos presenciais não obrigatórios promovidos no polo, tais como palestras, eventos culturais, capacitações; manter plena comunicação com a Coordenação do Curso e com os professores; colaborar com os docentes e NDE nos trabalhos de planejamento e redirecionamento deste projeto. Registram-se 5 (cinco) tutores para atuação nos polos de Natal, Caicó, Currais Novos e Mossoró, e outros 3 (três) nos polos de Goiânia/GO, Cuiabá/MT e Recife/PE. (Quadro 18). 93 Quadro 18 – Tutores presenciais NOME FORMAÇAO ACADÊMICA GRADUAÇÃO: Administração Leiliane de Albuquerque MBA em Gestão Avançada de Negócios. Dantas ESPECIALIZAÇÃO: Gestão Pública Municipal Igor Ranieri Vieira Costa GRADUAÇÃO: Administração com Habilitação em Marketing / Bacharel em Turismo MBA em Gestão de Pessoas Juliana Tavares GRADUAÇÃO: CST em Marketing de Vendas. Gilriane Carla Felix da GRADUAÇÃO: Administração Silva ESPECIALIZAÇÃO: Gestão de Pessoas. POLO Caicó Zona Sul Zona Norte Currais Novos Herbert Cavalcanti Vieira GRADUAÇÃO: Gestão Empreendedora de Negócios. ESPECIALIÇÃO: Docência no Ensino Superior Mossoró Suzy Fabiane Alves da Silva GRADUAÇÃO: Pedagogia PÓS GRADUAÇÃO: Gestão de Ensino e Docência em Educação Básica e Superior; Goiânia Rosa Cardoso Leandro GRADUAÇÃO: Lic. Pedagogia ESPECIALIZAÇÃO: Informática na Educação Cuiabá Déborah Thereza GRADUAÇÃO: Pedagogia PÓS-GRADUAÇÃO: Marketing Recife 94 3.3 PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza à coordenação do Curso, além da equipe multidisciplinar e especializada do NEaD: a) na sede: um assistente; tutores a distância; técnicos de informática; b) em cada polo de apoio: um coordenador de polo, responsável por todas as atividades administrativas, pedagógicas e operacionais no polo, garantindo a oferta das disciplinas dos cursos e suas respectivas demandas de estrutura física e de pessoal (sala, equipamentos, laboratórios, tutores...); tutores presenciais (descrito no item anterior); equipe de apoio administrativo/acadêmico (secretaria acadêmica, no registro e acompanhamento de procedimentos de matrícula, avaliação e certificação dos estudantes; apoio ao corpo docente e de tutores presenciais e a distância; distribuição e recebimento de material didático; atendimento a estudantes usuários de laboratórios e bibliotecas, entre outros) e tecnológico, desenvolvendo atividades de suporte técnico a laboratórios e bibliotecas, como também serviços de manutenção e zeladoria de materiais e equipamentos tecnológicos; auxílio no planejamento da oferta do curso; apoio na utilização local de materiais didáticos em diversas mídias; suporte e desenvolvimento dos sistemas de informática; suporte técnico aos estudantes. 95 Capacitação em EaD A capacitação de toda equipe da sede e dos polos, envolvida com as atividades do Curso, é oferecida periodicamente pela equipe do NEaD, contemplando as especificidades do projeto institucional em EaD, com ênfase para o desenvolvimento das habilidades necessárias ao uso da mídia de interação e da metodologia a ser adotada. Destacam-se na programação temas relacionados a: novas tecnologias de informações e comunicação e educação a distância; legislação sobre EaD; metodologias em EaD; critérios para a elaboração dos recursos didáticos; utilização do ambiente virtual de aprendizagem; o professor e o aluno em EaD; avaliação do aluno e autoavaliação do Curso. Além disso, é realizada capacitações que abordam: Sistema Acadêmico e Financeiro (SAF); Sistema de Avaliação Institucional (SAI); Organização do Controle Acadêmico; Regimentos, Diretrizes e Procedimentos Institucionais; Modelo de Oferta (Material Instrucional, Recursos Didáticos, UnP Virtual, Tutoria); Projetos Pedagógicos e Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP). O pessoal técnico-administrativo do Curso pode também participar de iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP. 96 PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS 97 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP A Universidade funciona em um conjunto de edificações, distribuídas da seguinte forma: Campus Natal (sede), integrado por 04 (quatro) Unidades: - Floriano Peixoto; - Salgado Filho; - Nascimento de Castro; - Roberto Freire. Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN. Nos dois Campi encontram-se condições adequadas ao pleno desenvolvimento de cursos, programas e projetos da UnP: Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró. Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas). Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios e bibliotecas dos dois Campi, com acesso à internet. Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção e entendimento para a utilização, com segurança e autonomia, de edificações, acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Há espaços sem obstáculos para o cadeirante; rampas; disponibilização de elevadores, cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas; corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados. Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de cada Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró. 98 Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando identificados problemas. Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais: através de um sistema informatizado (SIS Compras), e com base no plano de metas anual de cada curso e de cada setor. 99 4.2 BIBLIOTECA O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto 5 (cinco) bibliotecas: 4 (quatro) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1 (uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos de apoio ao ensino a distância e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária (NIPEC), em Parnamirim, voltada para área da saúde. O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são climatizados, com iluminação adequada à leitura em grupo e individual, e a trabalhos em grupo. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas dos polos de educação a distância localizados no interior do Rio Grande do Norte e do NIPEC. 4.2.1 Autoatendimento Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e viabilizados por um sistema que permite ao usuário consultas, empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através do Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP. 4.2.2 Informatização do acervo O acervo é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da UnP. O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação, classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar, devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a visualização da disponibilidade das obras para empréstimo. O Módulo Empréstimo, aperfeiçoado a partir de 2011.2 mediante implantação de uma ferramenta exclusiva da Universidade Potiguar (bibliotecas de Natal e Mossoró) permite que o próprio usuário realize suas rotinas de empréstimo e 100 devolução de materiais, através de terminais próprios de atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, seguro e eficaz – uma vez que todas as ações são confirmadas através da digital do usuário. Para fins de controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário. Serviços e produtos Cada biblioteca do Sistema atende à clientela interessada durante os doze meses do ano, de segunda a sexta, das 8 h às 22 h e, aos sábados, das 8 h às 12 h. O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM, etc) se dá nos limites quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do SIB. Consulta local / empréstimo A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa. O empréstimo é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada categoria, conforme especificações a seguir: Quadro 19 – Tipos de empréstimos Categoria de Usuários Alunos de graduação Alunos concluintes Alunos de pós-graduação Professores Funcionários Documentos 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM/Fitas de Vídeo 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM 3 Fitas de Vídeo 3 Títulos (livros) 2 Fitas de Vídeo Prazos (dias corridos) 7 dias 3 dias 14 dias 3 dias 14 dias 3 dias 21 dias 7 dias 7 dias 7 dias 3 dias 101 Levantamento bibliográfico Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante agendamento com prazo de retorno de 72 hs –setenta e duas horas). Orientação bibliográfica O SIB/UnP adequa trabalhos técnico-científicos às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte, gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas. Visita orientada Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços, normas e uso da biblioteca. Catálogo de monografias Permite o acesso à produção intelectual do corpo discente da UnP e de monografias apresentadas a outras instituições, existentes no acervo (disponível apenas para consulta interna salvo as que tiverem autorização do autor para empréstimos/consultas). Multimídia e Internet As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com computadores à disposição do usuário que poderá fazer suas pesquisas e trabalhos de forma mais apropriada, oferecendo também, em todo o setor, internet sem fio para uso de computadores pessoais (notebook). Acesso a bases de dados nacionais e internacionais Disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, on-line, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento. 102 BASES DE DADOS - ACESSO RESTRITO POR IP Base de dados destinada aos cursos da saúde. É uma fonte eletrônica de informação médica, baseada em evidências possuindo atualização permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente. Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento, com acesso a texto completo. Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 e-books publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por autores nacionais. Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo conter mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos artigos, imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o profissional de saúde. Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras. A Emerald integrante do Periódicos Capes proporciona acesso a periódicos voltados para as áreas de negócios e gerenciamento, educação, engenharia, política, ciência da saúde entre outras. Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar, analisar e visualizar os resultados da pesquisa. Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação nas áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente. Oferece uma rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas pela editora Elsevier e sociedades parceiras. Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com referêcnias indexadas e em resumo. Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA. Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio ProQuest Medical Library™ - Com cobertura retrospectiva desde 1986 e mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as especialidades da Medicina, a ProQuest Medical Library™ é a coleção mais acessada em todo o mundo por profissionais e acadêmicos da área médica. MEDLINE - Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com cobertura desde 1999. Latin American Newsstand - Coleção de jornais da América Latina, com cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre vários outros. 103 BASES DE ACESSO LIVRE Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior brasileiras. O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos completos, bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e dissertações, estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por importantes instituições científicas e profissionais e por organismos governamentais e internacionais. A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde. OUTROS SERVIÇOS Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis nos acervos das principais unidades de informação do país. O SCAD é um serviço de fornecimento de documentos especializado em ciências da saúde, exclusivo da rede BVS. 104 4.3 INSTALAÇÕES – EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 4.3.1 Núcleo de Educação a Distância (NEaD) Localizado na sede da UnP, o NEaD é o setor que centraliza as atividades referentes à gestão dos cursos ofertados, à concepção, planejamento e produção de materiais, entre outras atividades. Os espaços destinados ao NEaD, estruturados conforme critérios contidos no documento “Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância” do Ministério da Educação (MEC), abrangem: recepção, sala para a coordenação geral, pedagógica, acadêmica, de produção de recursos didáticos logística e apoio acadêmico-pedagógico. O NEaD funciona na Unidade Roberto Freire, Campus Natal. 4.3.2 Coordenação do Curso – Sede A comunidade acadêmica do Curso conta com: salas de aula; sala para a direção; sala para recepção; sala para professores; laboratórios de informática; gabinetes de atendimento ao aluno. Esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores ligados em rede administrativa. 105 4.3.3 Polos de apoio presencial O funcionamento do Curso ocorre em polos de apoio localizados em Natal, sede, em municípios do interior do RN - Caicó, Currais Novos e Mossoró, e em outras Unidades da Federação. Todos os espaços/ambientes dos polos estão equipados segundo a finalidade a que se destinam e atendem aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação. Nos polos, os alunos regularmente matriculados participam dos encontros didático-pedagógicos obrigatórios e não obrigatórios: avaliações presenciais; atividades de laboratório, consulta ao acervo bibliográfico; utilização de laboratórios de informática para acesso aos conteúdos das unidades de estudo, acesso ao sistema de gestão informatizado para acompanhamento de seu processo administrativo e solicitação de documentos, pesquisa dos trabalhos das disciplinas; participação nas atividades de tutoria presencial; acesso à secretaria para solicitação de quaisquer informações ou recebimento de documentos. 106 ANEXOS 107 ANEXO A EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURA CURRICULAR 2011 108 4ª SÉRIE 109 CONTABILIDADE BÁSICA EMENTA Conceitos básicos – balanço patrimonial, demonstrações contábeis, e gerenciais – análise do ponto de equilíbrio e da alavancagem operacional, formação de preços, relações de custo-volume-lucro, controle gerencial, entre outros. Técnicas para a apuração de custos empresariais. Operações, registros, princípios e regimes contábeis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Contabilidade de custos. Manaus: SODECAM, 2010. MADEIRA, Douglas Kanawati. Análise das demonstrações contábeis. Natal: Edunp, 2008. PEREIRA, Cláudia Catarina. Contabilidade básica l. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, Edileuza Lobato da. Teoria da contabilidade. Manaus: SODECAM, 2010. MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade básica. Manaus: Uninorte, 2007. MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade geral. Uninorte, 2007. 103p. 110 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL EMENTA Conceitos Básicos. Sistemas e Subsistemas de Informação. Decisão, Implantação e Operacionalização dos Sistemas Contábeis. Plano de Contas. Segurança e gastos com informática. Elementos do sistema de informação contábil e do sistema de informações econômico-financeiro. Determinação dos sub-sistemas, limites, recursos e administração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 506p. MATTOS, Antonio Carlos M. Sistemas de informação: uma visão executiva. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 223p. STAIR, Ralph M; REYNOLDS, George W. Princípios de sistemas de informação. 9.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 590p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1997. 339p. DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. 210p. 8 reimp. 2009. REZENDE, Dênis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informação empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas. 5. ed. São Paulo: Art Print, 2008. 303p. 2ª reimp 2008. 111 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E PLANEJAMENTO DE CARREIRA EMENTA Conceitos básicos da avaliação do desempenho humano nas organizações. Índices de desempenho. As tendências da avaliação de desempenho. A carreira profissional. Diretrizes para uma carreira profissional. Estruturas de carreira. Planejamento de carreira profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas. 6. ed. São Paulo: Manole, 2009. reimp. 2011. FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional: o que há além do Balanced Scorecard. São Paulo: Saraiva, 2009. FREITAS, Rafaela Paula. et al. Gestão do Conhecimento e da Carreira Profissional. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIGUEIREDO, José Carlos. Como anda a sua carreira?: o check-up profissional vai ajudá-lo a mudar seu modo de vida. São Paulo: 2000. SOUZA, Vera Lúcia de. et al. Gestão de desempenho. São Paulo: FGV, 2005. VERGARA, Sylvia Constant. et Al. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009. 112 LEGISLAÇÃO EMENTA Princípios e tendências da previdência social. Regimes previdenciários públicos e privados. A Emenda Constitucional nº 41/03. Normas gerais de previdência da Lei nº. 8.213/91. Beneficiários (segurados e dependentes). Benefícios. Características gerais da CLT. Aspectos operacionais da legislação trabalhista. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Supremo Tribunal Federal; CARVALHO Filho, Carlos Henrique de (Dir.). Consolidação das leis do trabalho, código de processo civil, constituição federal, legislação trabalhista e processual trabalhista, legislação previdenciária. 11.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010. GUIMARÃES, João Carlos Siqueira. Roteiro de legislação trabalhista. 5.ed. São Paulo: LTr, 2007. OLIVEIRA, Aristeu de. Consolidação da legislação previdenciária: regulamento e legislação complementar. 12.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 772p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELLAN, Rosana. Direito Trabalhista e Legislação Social. Natal: Edunp, 2011. FONTOURA, Iara P. (Org.); SABATOVSKI, Emilio (Org.). Legislação previdenciária. 25.ed. Curitiba: Juruá, 2009. GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas trabalhistas e previdenciárias. 10.ed. Belo Horizonte: Líder, 2010. 113 PROJETO INTERDISCIPLINAR EMENTA Diagnóstico organizacional. Missão, Visão e Valores. Análise do macroambiente e do microambiente. Sistema de informação como apoio ao Departamento Pessoal (DP). Análise e descrição das rotinas do DP. Auditoria de DP. Ações corretivas. Conclusões e recomendações DP. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo: FGV, 2008. reimp. 2010. SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo: FGV, 2005. reimp. 2010. WOOD JR, THOMAZ & FILHO. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2012. GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003. 114 ROTINA DE PESSOAL EMENTA Aspecto jurídico-legal ao departamento de pessoal. Contratação de empregados/estagiários. Controle e concessão de férias. Rescisão de contrato de trabalho. Salário família. Salário maternidade. Controle de frequência. Procedimentos de fiscalização e recolhimentos, entre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011. GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003. SILVA, Marilene Luzia da. Administração de departamento de pessoal. São Paulo: Érica, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 12 ed. São Paulo: Atlas, 2008. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 41.ed. São Paulo: Atlas, 2007. 767p. 115 ANEXO B EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURA CURRICULAR 2012 116 1ª SÉRIE 117 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EMENTA Relações entre indivíduo e organização. O comportamento humano. Desempenho de papeis. Grupos e equipes. Comunicação interpessoal e organizacional. Motivação e liderança. Tomada de decisão. Conflitos interpessoais e intergrupais. Feedback e humanização nas relações de trabalho. Aprendizagem, inovação e mudança organizacional. Poder e autoridade. Clima e cultura organizacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Desenvolvimento Humano e Organizacional. Natal: Edunp, 2011. CANTO, Rosimar Vandyke de Lima. Comportamento Organizacional. Manaus: SODECAM, 2010. DIAS, Simone Regina. Clima e Cultura Organizacional. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Taís Baumgarten. Treinamento e Desenvolvimento Organizacional. Natal: Edunp, 2011. LOHN, Vanderléia Martins. Liderança e Desenvolvimento de Equipes. Natal: Edunp, 2011. PESCA, Andréa Duarte. Psicologia Organizacional. Natal: Edunp, 2011. 118 COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO EMENTA Leitura e interpretação de textos verbais e não verbais. A linguagem como instrumento de comunicação. Estruturas linguísticas e mecanismos de coesão e coerência. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Ana Tázia Patricio de Melo. Comunicação Empresarial. Natal: Edunp, 2010. CATUNDA, Marcus Túlio Tomé. Português Instrumental. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. SILVA, Silvio Luis da. Leitura e Produção de Texto. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2010. MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 119 CONTABILIDADE E CUSTO EMENTA Conceitos básicos – balanço patrimonial, demonstrações contábeis, e gerenciais – análise do ponto de equilíbrio e da alavancagem operacional, formação de preços, relações de custo-volume-lucro, controle gerencial, entre outros. Técnicas para a apuração de custos empresariais. Análise de operações, registros, princípios e regimes contábeis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Contabilidade e Custos. Manaus: SODECAM, 2010. MADEIRA, Douglas Kanawati. Análise das Demonstrações Contábeis. Manaus: UNINORTE/CED, 2008. PEREIRA, Cláudia Catarina. Contabilidade Básica. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, Edileuza Lobato da. Teoria Contabilidade. Manaus: SODECAM, 2010. MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Básica. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Geral. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. 120 LEGISLAÇÃO EMENTA A vida em sociedade. Diferentes noções de Direito. Fontes do Direito. Ramos do Direito – Público e Privado. Implicações jurídicas do Direito nos negócios. Princípios básicos do Direito Comercial, Trabalhista e do Consumidor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELLAN, Rosana. Direito Trabalhista e Legislação Social. Natal: Edunp, 2011. FERREIRA, Marcione Zimmermann. Direito Comercial e Legislação Societária. Natal: Edunp, 2011. FREITAS, Carlos Alberto. Ética e Legislação Profissional. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NUNES, Rizzatto. Curso de direito do consumidor: com exercícios. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. SILVA, Rogerio Duarte. Instituições de Direito Público e Privado. Natal: Edunp, 2011. VIEIRA, Morgana Regina Maia. Direito empresarial. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. 121 MÉTODOS QUANTITATIVOS EMENTA Equações numéricas, equações algébricas e funções. Instrumentos de cálculo e interpretação gráfica relacionados à área da gestão. Conceitos fundamentais da estatística: tabelas de frequência, medidas de tendência central e de dispersão; probabilidades, distribuição de probabilidades, distribuição normal, outras distribuições contínuas, entre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONIN, Maria Albertina Schmitz. Matemática Financeira. Natal: Edunp, 2011. PASSOS, Edilmar Martins. Fundamentos da Matemática. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. PASSOS, Edilmar Martins. Introdução à Estatística. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática Financeira com + de 600 exercícios resolvidos e propostos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. PASSOS, Edilmar Martins. Matemática Financeira. Manaus: SODECAM, 2008. 122 NEGOCIAÇÃO EMENTA O relacionamento entre empregadores e empregados, pares organizacionais, clientes e empresas. Conceitos básicos de negociação. Planejamento da negociação. O processo de tomada de decisão. A questão ética na negociação. Conflitos. Estilos de negociação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. 10. ed. São Paulo: CLIO, 2010. GRILLO, Karla, Simone Regina Dias. Processo Decisório e Negociação Empresarial. Natal: Edunp, 2011. MARTINELLI, Dante Pinheiro. Negociação empresarial: enfoque sistêmico e visão estratégica. São Paulo: Manole, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAZERMAN, Max H; MOORE, Don. Processo decisório. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010. SHIMIZU, Tamio. Decisão nas organizações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 123 2ª SÉRIE 124 CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO EMENTA O potencial criativo dos indivíduos. Inovação organizacional. O ambiente organizacional e as políticas institucionais. Elementos facilitadores e dificultadores no processo da criatividade na empresa. Técnicas e instrumentos que viabilizam o gerenciamento do processo de inovação na empresa. O papel governamental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAGA, Marco Maschio. Gestão da Informação e da Tecnologia. Natal: Edunp, 2011. MATTOS, João Roberto loureiro de; GUIMARÃES, Leonam dos Santos. Gestão da tecnologia e inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2005. REIS, Dálcio Roberto dos. Gestão da inovação tecnológica. 2. ed. Barueri: Manole, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JONASH, Ronald S. O valor da inovação: como as empresas mais avançadas atingem alto desempenho e lucratividade. Rio de Janeiro: Campus, 2001. LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010. SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação na prática. São Paulo: Atlas, 2009. 125 ECONOMIA EMENTA Os princípios da ciência econômica. Noções de macroeconomia e elementos de Microeconomia. O funcionamento do sistema econômico e do mecanismo de mercado. Conceitos e ambiente econômico contemporâneo. A teoria do consumidor. Teoria da firma e estruturas de mercado. Os agregados macroeconômicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução à Macroeconomia. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução às Teorias Econômicas. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. GADELHA, Antônio Germano da Costa. Microeconomia I. Manaus: SODECAM, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRANDA, Carmen Suely. Homem e Sociedade. Natal: Edunp, 2010. ROCHA, Ana Maria da. Estudos da Realidade Brasileira. Natal: Edunp, 2010. VARGAS, Geraldo Teixeira. Fundamentos da Economia e Ciência Política. Natal: Edunp, 2011. 126 EMPREENDEDORISMO E SUSTENTABILIDADE EMENTA O empreendedorismo e o papel do empreendedor. Habilidades e características do empreendedor. Elaboração do plano de negócios. Etapas do Plano de Negócios. Sustentabilidade e empreendedorismo. Desenvolvimento sustentável. A empresa responsável no mundo globalizado. Aspectos estratégicos no desenvolvimento sustentável. O papel da educação na sustentabilidade. Gestão ambiental e sustentabilidade. Consumo responsável. O papel da mídia na sustentabilidade. Os desafios da sustentabilidade para o milênio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUSI, Luciane. Responsabilidade Social e Meio Ambiente. Natal: Edunp, 2010. LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010. LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Natal: Edunp, 2010. NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Nascimento; VIANNA, João Nildo (Orgs). Vianna. Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. SANTOS, Sílvio A. dos; PEREIRA, Heitor J. (org.). Criando seu próprio negócio: como desenvolver o potencial empreendedor. Brasília: SEBRAE, 1995. 127 GESTÃO DE MARKETING EMENTA Os princípios do Marketing. O composto de Marketing: produto, preço, promoção e distribuição. Planejamento de Marketing. O papel do marketing nas organizações. Segmentação de mercado. Posicionamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOPRÉ, Daniel. Marketing de Produtos e Serviços. Natal: Edunp, 2011. CHAGA, Marco Maschio. Comunicação de Marketing. Natal: Edunp, 2011. MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 5reimp. 2010. LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011. MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de Relacionamento. Natal: Edunp, 2011. 128 GESTÃO DE PESSOAS EMENTA Os marcos teóricos e atividades relacionadas com as áreas funcionais de recursos humanos: recrutamento e seleção; carreiras, cargos e salários; higiene, segurança e qualidade de vida no trabalho; treinamento e desenvolvimento e avaliação de desempenho. Perspectivas tradicionais e inovadoras da gestão de pessoas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Recrutamento e Seleção. Natal: Edunp, 2011. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3 ed. São Paulo: Elsevier, 2008. FERREIRA, Elaine; Simone Regina Dias. Higiene, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho. Natal: Edunp, 2011. 129 PROJETO INTERDISCIPLINAR I EMENTA Diagnóstico organizacional. Missão, Visão e Valores. Macroambiente e do microambiente. Plano de negócio. Viabilidade financeira. Plano de Marketing. Investimento. Definição de objetivos e metas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010. LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010. LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Natal: Edunp, 2010. NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Nascimento; VIANNA, João Nildo (Orgs). Vianna. Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação na prática. São Paulo: Atlas, 2009. 130 3ª SÉRIE 131 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS EMENTA Estratégia organizacional. Tipos de planejamento: estratégico, tático e operacional. Planejamento de Marketing. Marketing estratégico. Tomada de decisão. Comportamento do consumidor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 5 reimp. 2010. LIMA, Miguel et al. Gestão de marketing. 8. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2007. 5 reimp., 2009. LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011. MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de relacionamento. Natal: Edunp, 2011. NEVES, Marcos Fava. Planejamento e gestão estratégica de marketing. São Paulo: Atlas, 2005. 4 reimp. 2008. 132 GESTÃO DA PRODUÇÃO E LOGÍSTICA EMENTA Evolução da administração da produção. Localização e lay-out de planta. Planejamento de produção. Pesquisa operacional. Produtividade e qualidade. Projeto e organização do trabalho. Melhoramento da produção. Prevenção e recuperação de falhas. Qualidade e gestão de cadeia global de fornecedores. Sistemas de transporte, armazenagem, manuseio e acondicionamento do produto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KAULING, Flavio; Rafael Schilickmann. Distribuição e logística. Natal: Edunp, 2011. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARENGA, Antônio Carlos; Novaes, Antonio Galvão. Logística aplicada. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. CHURCHILL Jr., Gilbert A; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2007. 6 tir. 2007. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 133 GESTÃO DO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL EMENTA Ferramentas para a geração, compartilhamento, internalização e recriação do conhecimento sob a ótica da gestão organizacional. Inovação e vantagem competitiva. Cadeias produtivas ou redes estratégicas. Aprendizagem organizacional. A Tecnologia no processo de conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008. PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. EASTERBY, Mark; BURGOYNE, John. Aprendizagem organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. organizacional e 134 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS EMENTA Contextos, objetivos e processos da gestão de pessoas. Subsistemas de RH. Estratégias organizacionais. Planos estratégicos de RH. Ferramentas estratégicas de gestão. O RH estratégico. Ações estratégicas na gestão de pessoas. Gestão por competências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, Luis César G. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2009. CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2005. reimp. 2008. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. reimp., 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Brian; HUSELID, Mark. Gestão estratégica de pessoas com scorecad. São Paulo: Elsevier, 2001. CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2004. reimp. 2010. PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. 135 GESTÃO FINANCEIRA EMENTA Conceitos de matemática financeira. Análise de investimentos e tomada de decisão. Projetos de investimento e de fontes de financiamento. Ferramentas para o planejamento financeiro, especialmente as decisões de financiamento e investimento a curto e longo prazos. Ferramentas contemporâneas como os modelos de criação de valor (EVA, DVA e MVA) e o Balanced Scorecard. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOJI, Masakazu; HOJI, Nosa Kozu. Administração financeira e Orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. São Paulo: Atlas, 2009. Reimp. 2010. LEMES JUNIOR, Antônio Barbosa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; RIGO, Cláudio Miessa. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2010. RIBEIRO, Crisanto Soares. Finanças Empresariais. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2009. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial e vantagem competitiva. São Paulo: Atlas, 2009. SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1987. reimp. 2007. 136 PROJETO INTERDISCIPLINAR II EMENTA Planejamento Estratégico de Recursos Humanos. Definição de objetivos, metas, estratégias e planos de ação adequados a gestão de pessoas. Subsistemas de RH. O RH estratégico. Ações estratégicas na gestão de pessoas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, Luis César G. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2009. CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2005. reimp.2008. CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2004. reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. 137 4ª SÉRIE 138 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO E PLANEJAMENTO DE CARREIRA EMENTA Conceitos básicos da avaliação do desempenho humano nas organizações. Índices de desempenho. As tendências da avaliação de desempenho. A carreira profissional. Diretrizes para uma carreira profissional. Estruturas de carreira. Planejamento de carreira profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas. 6. ed. São Paulo: Manole, 2009. reimp. 2011. FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. FREITAS, Rafaela Paula et al. Gestão do Conhecimento e da Carreira Profissional. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIGUEIREDO, José Carlos. Como anda a sua carreira? São Paulo: Atlas, 2000. SOUZA, Vera Lúcia de, et al. Gestão de desempenho. São Paulo: FGV, 2005. VERGARA, Sylvia Constant. et Al. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009. 139 EDUCAÇÃO CORPORATIVA EMENTA A concepção de programas de educação corporativa. Universidade corporativa. Objetivos e propósitos das Universidades corporativas. Estudos de casos nacionais e internacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. RICARDO, Eleonora Jorge. Educação Corporativa e Aprendizagem: as Práticas Pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009. ROGERS, Jenny. Aprendizagem de Adultos: fundamentos para Educação Corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EASTERBY, Mark; BURGOYNE, John. Aprendizagem organizacional e organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006. 140 ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE PESSOAS E SISTEMAS DE RECOMPENSA EMENTA Conceitos de recrutamento e seleção de pessoas. Formas de avaliar os resultados do processo de recrutamento e seleção. Técnicas atuais e tendências do processo de R&S. Conceitos de remuneração e de incentivos. Os componentes da remuneração total. Descrição e análise de cargos. Elaboração de um plano de cargos e salários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo: FGV, 2008. reimp. 2012. SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo: FGV, 2005. reimp. 2010. WOOD JR, THOMAZ & FILHO. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de descrição de cargos e salários. São Paulo: Atlas, 2007. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. TANURE, Betânia. A gestão de pessoas no Brasil: virtude e pecados capitais. São Paulo: Elsevier, 2007. 141 GESTÃO INTEGRADA DE TREINAMENTO E COMPETÊNCIAS EMENTA Gestão da educação corporativa. Metodologias de ensino-aprendizagem. Ferramentas para levantamento das necessidades de treinamento. Definição e gestão do currículo de cursos. Contratação de fornecedores. Planejamento da infraestrutura. Implementação e acompanhamento do curso. Avaliação do aluno. Avaliação do curso. Aprimoramento e atualização do curso. Gestão do sistema de controle e implantação das políticas de treinamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. RICARDO, Eleonora Jorge. Educação corporativa e aprendizagem: as práticas pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009. ROGERS, Jenny. Aprendizagem de adultos: fundamentos para educação corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008. TANURE, Betania. A gestão de pessoas no Brasil: virtude e pecados capitais. São Paulo: Elsevier, 2007. 142 PROJETO INTERDISCIPLINAR III EMENTA Auditoria da gestão de pessoas. Procedimentos operacionais. Programas de treinamento e desenvolvimento. Procedimentos de Recrutamento e Seleção. Planos de carreira e benefícios. Rotinas administrativas de pessoal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo: FGV, 2008. reimp. 2010. SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo: FGV, 2005. reimp. 2010. WOOD JR, THOMAZ & FILHO. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011. GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003. 143 ROTINAS DE PESSOAL EMENTA Aspecto jurídico-legal ao departamento de pessoal. Contratação de empregados/estagiários. Controle e concessão de férias. Rescisão de contrato de trabalho. Salário família. Salário maternidade. Controle de frequência. Procedimentos de fiscalização e recolhimentos, entre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011. GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003. SILVA, Marilene Luzia da. Administração de departamento de pessoal. São Paulo: Érica, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 12 ed. São Paulo: Atlas, 2008. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 41. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 144 SOCIEDADE E EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS EMENTA Estrutura social e formação da sociedade brasileira. Etnocentrismo e questão racial no Brasil. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LUZ, Marco Aurélio. Cultura negra em tempos pós-modernos. [online]. 3ª. edição. Salvador: EDUFBA, 2008. 181 p. ISBN 9978-85-232-0531-7. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>: Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/39h/pdf/luz-9788523205317.pdf PAGLIARO, H., et. al., Demografia dos povos indígenas no Brasil [online]. Heloísa Pagliaro, Marta Maria Azevedo e Ricardo Ventura Santos (Orgs.). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz e Associação Brasileira de Estudos Populacionais/Abep. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005. 192 p. ISBN: 85-7541-056-3. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>. Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/qdgqt/pdf/pagliaro-8575410563.pdf SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALL, Stuart. A identidade cultural na pós modernidade. 11ª. Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. SANTOS, JT. O poder da cultura e a cultura no poder: a disputa simbólica da herança cultural negra no Brasil [online]. Salvador: EDUFBA, 2005. 264 p. ISBN 85232-0355-9. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>: Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/hqhrv/pdf/santos-8523203559.pdf 145 ANEXO C EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURA CURRICULAR 2013 146 1ª SÉRIE 147 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EMENTA O comportamento humano nas estruturas organizacionais e sua relação com o clima e a cultura organizacional. Comportamento individual na organização. O indivíduo e o grupo na organização. A inclusão social através do trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Desenvolvimento humano e organizacional. Natal: Edunp, 2011. CANTO, Rosimar Vandyke de Lima. Comportamento organizacional. Manaus: SODECAM, 2010. DIAS, Simone Regina. Clima e cultura organizacional. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Taís Baumgarten. Treinamento e Desenvolvimento Organizacional. Natal: Edunp, 2011. LOHN, Vanderléia Martins. Liderança e Desenvolvimento de Equipes. Natal: Edunp, 2011. PESCA, Andréa Duarte. Psicologia Organizacional. Natal: Edunp, 2011. 148 COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO EMENTA Leitura e interpretação de textos verbais e não verbais. A linguagem como instrumento de comunicação. Estruturas linguísticas e mecanismos de coesão e coerência. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Ana Tázia Patricio de Melo. Comunicação Empresarial. Natal: Edunp, 2010. CATUNDA, Marcus Túlio Tomé. Português Instrumental. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. SILVA, Silvio Luís da. Leitura e Produção de Texto. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2010. MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 149 COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL EMENTA A comunicação nas empresas. Comunicação e eficácia organizacional: meios e instrumentos (modelos) de comunicação como ferramentas para o fortalecimento empresarial. A cultura organizacional e o processo comunicativo interno. A comunicação dirigida: tipos, objetivos e públicos alvos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Ana Tázia Patricia de Melo. Comunicação Empresarial. Natal: EdUnP, 2010. MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. ROCHA NETO, Manoel Pereira da. Comunicação e mídias contemporâneas. 2. ed. Natal: EdUnP, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MEDEIROS, João Bosco. Comunicação empresarial. São Paulo: Atlas, 2010. PIMENTA, Maria Alzira. Comunicação empresarial. 7. ed. Campinas: Alínea, 2010. SILVA, Silvio Luis da et al. Leitura e Produção de Texto. Natal: EdUnP, 2010. 150 GESTÃO DE MARKETING EMENTA Introdução à Gestão de Marketing. Conhecendo e identificando o mercado. Plano de marketing. Posicionamento de mercado. O marketing mix: produto, preço, distribuição e comunicação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOPRÉ, Daniel. Marketing de Produtos e Serviços. Natal: Edunp, 2011. CHAGA, Marco Maschio. Comunicação de Marketing. Natal: Edunp, 2011. MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011. MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de Relacionamento. Natal: Edunp, 2011. 151 MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO EMENTA Administração como ciência. Eficiência e eficácia organizacional. Escolas da Administração. Abordagem Estratégica. Teoria da Decisão e abordagens contemporâneas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Fábio Rogério dos Santos. Gestão empresarial. Natal: EdUnP, 2010. FISCHER, Sulivan Desirée; KARKOTLI, Gilson Rihan. Teorias Administrativas e Organizacionais. Natal: Edunp, 2011. 274p. RIBEIRO, Aldeí Rosane Batista. Fundamentos da administração. Natal: EdUnP, 2010. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2004. reimp. 2010. LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: EdUnP, 2010. PAULA, Mônica Silva de Paula; LIMA, Lenice Praia Lima. Introdução à Administração. Manaus, Uninorte/CED, 2007. 152 RACIOCÍNIO LÓGICO EMENTA Lógica e argumentação. Dedução e indução. Falácias. Distintas concepções de lógica: fundamentos, relevância. Silogismo aristotélico. Lógica proposicional: sintaxe e semântica. Lógica de predicados de primeira ordem: sintaxe e semântica. Técnicas de dedução. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALENCAR Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, c1975. 203p. Reimp. 2009. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2010. MIRANDA, Carmen Suely Cavalcanti de; CAVALCANTI, Ivickson Ricardo de Miranda. Raciocínio Lógico. Natal: EdUnP, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 14. ed. São Paulo: Art Print, 2010. 520p. 6 imp. 2012. IDE, Pascal. A arte de pensar. 2. ed. São Paulo: Art Print, 2000. 299p. WALTON, Douglas N. Lógica informal: manual de argumentação crítica. São Paulo: Martins Fontes, 2006. 410p. 153 2ª SÉRIE 154 CONTABILIDADE E CUSTOS EMENTA Operações, registros, princípios e regimes contábeis. Balanço patrimonial, demonstrações contábeis e gerenciais – análise do ponto de equilíbrio e alavancagem operacional, formação de preços, relações de custo-volume-lucro, controle gerencial. Técnicas para a apuração de custos. Resultados como processo de análise e tomada de decisões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Contabilidade e Custos. Manaus: SODECAM, 2010. MADEIRA, Douglas Kanawati. Análise das Demonstrações Contábeis. Manaus: UNINORTE/CED, 2008. PEREIRA, Cláudia Catarina. Contabilidade Básica. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, Edileuza Lobato da. Teoria Contabilidade. Manaus: SODECAM, 2010. MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Básica. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. MADEIRA, Douglas Kanawati. Contabilidade Geral. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. 155 ECONOMIA EMENTA Os princípios da ciência econômica. Noções de macroeconomia e elementos de microeconomia. O funcionamento do sistema econômico e do mecanismo de mercado. Conceitos e ambiente econômico contemporâneo. Teoria do consumidor. Teoria da firma e estruturas de mercado. Os agregados macroeconômicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução à Macroeconomia. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. COSTA FILHO, Juvenal Pinheiro da. Introdução às Teorias Econômicas. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. GADELHA, Antônio Germano da Costa. Microeconomia I. Manaus: SODECAM, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRANDA, Carmen Suely. Homem e Sociedade. Natal: Edunp, 2010. ROCHA, Ana Maria da. Estudos da Realidade Brasileira. Natal: Edunp, 2010. VARGAS, Geraldo Teixeira. Fundamentos da Economia e Ciência Política. Natal: Edunp, 2011. 156 EMPREENDEDORISMO EMENTA Conceitos de empreendedorismo, empreendedor e empresário. Evolução do conceito de empreendedorismo e sua importância para o mundo dos negócios. O espírito empreendedor. O empreendedor corporativo. O processo empreendedor. A importância da criatividade para o empreendedor. Oportunidades de negócios. Como implementar novas oportunidades de negócios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010. LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010. VIEIRA, Morgana Regina Maia. Direito Empresarial. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DUSI, Luciane. Responsabilidade social e meio ambiente. Natal: Edunp, 2011. PAULA, Mônica Silva de Paula; LIMA, Lenice Praia Lima. Introdução à Administração. Manaus, Uninorte/CED, 2007. SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação na prática. São Paulo: Atlas, 2009. 157 GESTÃO DE PESSOAS EMENTA Evolução da gestão de pessoas e a visão atual. Modelo de gestão de pessoas e seus processos. desenvolvimento Processo humano e de movimentação: organizacional. captação Processo de e escolha e o desenvolvimento. Universidade Corporativa. Coaching e Mentoring. Processo de valorização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Jaqueline Voltoline de. Recrutamento e Seleção. Natal: Edunp, 2011. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3 ed. São Paulo: Elsevier, 2008. FERREIRA, Elaine; Simone Regina Dias. Higiene, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho. Natal: Edunp, 2011. 158 MÉTODOS QUANTITATIVOS EMENTA Equações numéricas, equações algébricas e funções. Instrumentos de cálculo e interpretação gráfica relacionados à área da gestão. Conceitos fundamentais da estatística: tabelas de frequência, medidas de tendência central e de dispersão; probabilidades, distribuição de probabilidades, distribuição normal, outras distribuições contínuas, entre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONIN, Maria Albertina Schmitz. Matemática Financeira. Natal: Edunp, 2011. PASSOS, Edilmar Martins. Fundamentos da Matemática. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. PASSOS, Edilmar Martins; SILVA, Marcus Antônio Martinho e. Introdução à Estatística. Manaus: UNINORTE/CED, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática Financeira com + de 600 exercícios resolvidos e propostos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. PASSOS, Edilmar Martins. Matemática Financeira. Manaus: UNINORTE/CED, 2008. 159 PROJETO INTERDISCIPLINAR I EMENTA Diagnóstico organizacional. Missão, visão e valores. Análise do macroambiente e do microambiente. Plano de negócio. Viabilidade financeira. Plano de Marketing. Investimento. Objetivos e metas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010. LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010. LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. SCHERER, Felipe Ost; CARLOMAGNO, Maximiliano Selistre. Gestão da inovação na prática. São Paulo: Atlas, 2009. 160 3ª SÉRIE 161 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS EMENTA Marketing para o Século XXI. Planejamento Estratégico Análise Macro e Micro Ambiental. Sistema de Informação de Marketing - SIM. Comportamento do Consumidor. Análise da Concorrência. Segmentação de Mercado. O marketing mix estratégico. Alianças estratégicas. 05 forças de Porter. O Plano de marketing. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 6 reimp. 2011. LIMA, Miguel et al. Gestão de marketing. 8. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2007. Reimp 2009. LUZ, Joseane. Planejamento de Marketing. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011. MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de Relacionamento. Natal: Edunp, 2011. NEVES, Marcos Fava. Planejamento e gestão estratégica de marketing. São Paulo: Atlas, 2005. 4 reimp. 2012. 162 GESTÃO DA PRODUÇÃO E LOGÍSTICA EMENTA Introdução, conceitos e objetivos da logística. Gerenciamento logístico. Logística integrada. Medição e controle de desempenho. Gestão de compras e suprimentos. Movimentação e armazenagem de materiais. Distribuição física. Equipamentos de movimentação e armazenagem. Transportes. Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Gestão e avaliação de estoques. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KAULING, Flavio; Rafael Schilickmann. Distribuição e Logística. Natal: Edunp, 2011. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. já tem a 3.ed. 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARENGA, Antônio Carlos; Novaes, Antônio Galvão. Logística aplicada. São Paulo: Edgard Blücher. 2000. Reimp 2010. CHURCHILL Jr., Gilbert A; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2010. Reimp. 2012. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin. Administração de Marketing. 12 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 163 GESTÃO DO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL EMENTA Ferramentas para a geração, compartilhamento, internalização e recriação do conhecimento sob a ótica da gestão organizacional. Inovação e vantagem competitiva. Cadeias produtivas ou redes estratégicas. Aprendizagem organizacional. A Tecnologia no processo de conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TAKEUCHI, Hirotaka; NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008. PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. EASTERBY-SMITH, Mark; BURGOYNE, John. Aprendizagem organizacional e organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. 164 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS EMENTA Gestão Estratégica de Pessoas com Alinhamento Sistêmico. Perspectivas Sobre um Novo Modelo de Atuação. Gestão de Competências. Gestão de Mudanças. Avaliação de Resultados em Gestão de Pessoas. Gestão da Diversidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, Luis César G. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2009. CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2005. reimp.2008. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Brian; HUSELID, Mark. Gestão estratégica de pessoas com scorecad. São Paulo: Elsevier, 2001. CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2004. reimp. 2010. PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. 165 GESTÃO FINANCEIRA EMENTA Introdução à gestão financeira e fundamentos do cálculo financeiro. Análise das demonstrações financeiras. Ponto de equilíbrio e alavancagem. Planejamento financeiro e orçamento de caixa. Administração do capital de giro e gestão das disponibilidades. Administração das contas a receber e dos estoques. Administração do passivo circulante. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOJI, Masakazu; HOJI, Nosa Kozu. Administração financeira e Orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. São Paulo: Atlas, 2012. LEMES JUNIOR, Antônio Barbosa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; RIGO, Cláudio Miessa. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2010. RIBEIRO, Crisanto Soares. Finanças Empresariais. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2009. Reimp. 2010. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial e vantagem competitiva. São Paulo: Atlas, 2009. SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1987. Reimp. 2010. 166 PROJETO INTERDISCIPLINAR II EMENTA Desenvolvimento de projeto em empresas. Análise de viabilidade do projeto. Percepção gerencial do negócio. Desenvolvimento do espírito empreendedor e do trabalho em equipe. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, Luis César G. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2009. CERTO, Samuel C. Administração estratégica. São Paulo: Pearson, 2010. Reimp.2011. CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2004. reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIONISIO, Ely Teresinha. Gestão Estratégica de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. TAKEUCHI, Hirotaka;;NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011 167 4ª SÉRIE 168 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E PLANEJAMENTO DE CARREIRA EMENTA Conceitos básicos da avaliação do desempenho humano nas organizações. Índices de desempenho. As tendências da avaliação de desempenho. A carreira profissional. Diretrizes para uma carreira profissional. Estruturas de carreira. Planejamento de carreira profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas. 6. ed. São Paulo: Manole, 2009. reimp. 2011. FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. FREITAS, Rafaela Paula. Et al. Gestão do Conhecimento e da Carreira Profissional. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIGUEIREDO, José Carlos. Como anda a sua carreira?: o check-up profissional vai ajudá-lo a mudar seu modo de vida .São Paulo: Atlas, 2000. SOUZA, Vera Lúcia de, et al. Gestão de desempenho. São Paulo: FGV, 2005. VERGARA, Sylvia Constant. et Al. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009. 169 EDUCAÇÃO CORPORATIVA EMENTA A concepção de programas de educação corporativa. Universidade corporativa. Objetivos e propósitos das Universidades corporativas. Estudos de casos nacionais e internacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Natal: Edunp, 2010. RICARDO, Eleonora Jorge. Educação Corporativa e Aprendizagem: as Práticas Pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009. ROGERS, Jenny. Aprendizagem de Adultos: fundamentos para Educação Corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EASTERBY, Mark; BURGOYNE, John. Aprendizagem organizacional e organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. QUEL, Luiz Felipe. Gestão de conhecimentos e os desafios da complexidade nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006. 170 ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE PESSOAS E SISTEMAS DE RECOMPENSA EMENTA Conceitos de recrutamento e seleção de pessoas. Formas de avaliar os resultados do processo de recrutamento e seleção. Técnicas atuais e tendências do processo de R&S. Conceitos de remuneração e de incentivos. Os componentes da remuneração total. Descrição e análise de cargos. Elaboração de um plano de cargos e salários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Iêda Maria Vecchioni; PASSOS, Antônio Eugênio Valverde Marianiet al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo: FGV, 2008. reimp. 2012. SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo: FGV, 2005. reimp. 2010. WOOD JR, Thomaz; PICARELLI FILHO, Vicente. Remuneração Estratégica: a nova vantagem competitiva São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de descrição de cargos e salários. São Paulo: Atlas, 2007. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de Pessoas. Natal: Edunp, 2011. TANURE, Betania; EVANS, Paul; PUCIK, Vladimir. A gestão de pessoas no Brasil: virtude e pecados capitais. São Paulo: Elsevier, 2007. 171 GESTÃO INTEGRADA DE TREINAMENTO E COMPETÊNCIAS EMENTA Gestão da educação corporativa. Metodologias de ensino-aprendizagem. Ferramentas para levantamento das necessidades de treinamento. Definição e gestão do currículo de cursos. Contratação de fornecedores. Planejamento da infraestrutura. Implementação e acompanhamento do curso. Avaliação do aluno. Avaliação do curso. Aprimoramento e atualização do curso. Gestão do sistema de controle e implantação das políticas de treinamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. RICARDO, Eleonora Jorge. Educação corporativa e aprendizagem: As Práticas Pedagógicas na Era do Conhecimento. São Paulo: Qualitymark, 2009. ROGERS, Jenny. Aprendizagem de adultos: fundamentos para educação corporativa. 5 ed. São Paulo: Bookman, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. TAKEUCHI, Hirotaka;NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. São Paulo: Artmed, 2008. TANURE, Betania; EVANS, Paul; PUCIK, Vladimir. A gestão de pessoas no Brasil: virtude e pecados capitais. São Paulo: Elsevier, 2007. 172 NEGOCIAÇÃO EMENTA O relacionamento entre empregadores e empregados, pares organizacionais, clientes e empresas. Conceitos básicos de negociação. Planejamento da negociação. O processo de tomada de decisão. A questão ética na negociação. Conflitos. Estilos de negociação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. 10. ed. São Paulo: CLIO, 2010. GRILLO, Karla, Somone Regina Dias. Processo Decisório e Negociação Empresarial. Natal: Edunp, 2011.. MARTINELLI, Dante Pinheiro. Negociação empresarial: enfoque sistêmico e visão estratégica. São Paulo: Manole, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAZERMAN, Max H; MOORE, Don. Processo decisório. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. LOPES, Dinarte. Globalização e Negócios. Natal: Edunp, 2010. SHIMIZU, Tamio. Decisão nas organizações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 173 PROJETO INTERDISCIPLINAR III EMENTA Atividade interdisciplinar. Aplicação prática dos conhecimentos adquiridos e competências desenvolvidas. Diagnóstico e plano de ação de uma situação real específica em áreas estudadas no decorrer do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PASSOS, Antônio et al. Recrutamento e seleção por competências. São Paulo: FGV, 2008. reimp. 2010. SOUZA, Maria Zélia de Almeida. Cargos, carreiras e remuneração. São Paulo: FGV, 2011. Reimp 2012. WOOD JR., T.; PICARELLI FILHO, V. Remuneração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Bruno Henrique Roch. Competências e desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2012. GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2012. 174 ROTINAS DE PESSOAL EMENTA Aspecto jurídico-legal ao departamento de pessoal. Contratação de empregados/estagiários. Controle e concessão de férias. Rescisão de contrato de trabalho. Salário família. Salário maternidade. Controle de frequência. Procedimentos de fiscalização e recolhimentos, entre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas: rotinas trabalhistas e dinâmicas do departamento. São Paulo: Érica, 2008. reimp. 2011. GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. São Paulo: Atlas, 2003. SILVA, Marilene Luzia da. Administração de departamento de pessoal. São Paulo: Érica, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 12 ed. São Paulo: Atlas, 2008. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 41. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 175 SOCIEDADE, DIREITO E CIDADANIA EMENTA Sociedade e comunicação. Indivíduo e alteridade. Estado, Sociedade e Cidadania. Direito pela Cidadania e Cidadania pelo Direito. Direitos Fundamentais. Meios de exercício da Cidadania através do Direito. Percurso Cidadão. Limites e Acessibilidade. Cidadania e Justiça. O Sujeito Coletivo. Cidadania e clientelismo. O Direito da Rua. Educação ambiental e das relações étnico-raciais em uma sociedade pluriétnica e cidadã. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERQUEIRA, Sônia Margarida Bandeira, MATTEDI, Raquel Mattoso. Sociedade, direito e cidadania. Salvador: Unifacs. PERANDRÉA, Nelson Garcia. Legislação. São Paulo: Universidade Anhembi Morumbi, 2009. SILVA, Rogério Duarte da. Instituições de Direito Público e Privado. Natal: EdUnP, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELLAN, Rosana. Direito trabalhista e legislação social. Natal: Edunp, 2011. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: 1998. Disponível em: http://www.senado.gov.br/legislacao/const/. Acesso em 01 ago.2012. FERREIRA, Marciane Zimmermann; BIANCHINI. Bruno. Direito comercial e legislação societária. Natal: Edunp, 2011. NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do; VIANNA João Nildo (Org). Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. 176 OPTATIVAS 177 ANTROPOLOGIA E CULTURA BRASILEIRA EMENTA A disciplina introduz, desdobra e aprofunda os conceitos que compõem as áreas específicas das ciências sociais, enfatizando a antropologia social. Discute as sociedades contemporâneas, em especial, suas relações sociais, políticas, econômicas e culturais. Aborda a diversidade cultural brasileira, suas manifestações e produção material. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HAMMS, Ana Paula Rupp. Estudos Sócio-filosóficos. Natal: Edunp, 2011. MARCONI, Marina de Andrade. Antropologia. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural. 18. ed. São Paulo: Vozes, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRANDA, Carmen Suely. Homem e Sociedade. Natal: Edunp, 2010. ROCHA, Ana Maria da. Estudos da Realidade Brasileira. Natal: Edunp, 2010. SANTOS, J.T. O poder da cultura e a cultura no poder: a disputa simbólica da herança cultural negra no Brasil [online]. Salvador: EDUFBA, 2005. 264 p. ISBN 85232-0355-9. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>: Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/hqhrv/pdf/santos-8523203559.pdf 178 FUNDAMENTOS DE LIBRAS EMENTA O papel da linguagem e da Língua Brasileira de Sinais na socialização e inclusão. Direito à educação das pessoas surdas e com deficiência auditiva. Acessibilidade. LIBRAS como primeira e segunda língua. Estrutura da LIBRAS. Tradução e Interpretação de LIBRAS. LIBRAS no processo de ensino-aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. reimp. 2008. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997. OATES, Eugênio. Linguagem das mãos. 5. ed. Aparecida: Santuário, 1990. 179 LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO DE EQUIPES EMENTA Formas de liderar pessoas. Estilos de liderança e temperamentos. Liderança situacional. Fatores de motivação intrínsecos, extrínsecos e transversais. Técnicas para motivar pessoas e grupos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHATTERJEE, Debashis. Liderança consciente: peregrinação rumo à conquista de si mesmo. 10ª ed. São Paulo: Cultrix, 2007. 214p. COVEY, Stephen R. Liderança baseada em princípios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 343p. 8 reimp. 2002. OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de (Org.); MARINHO, Robson M. (Org.). Liderança: uma questão de competência. São Paulo: Saraiva, 2005. 358p. 2 tir. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTILHO, Áurea. Liderando grupos: um enfoque gerencial. 3. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 123p. NAISBITT, John. O líder do futuro: 11 conceitos essenciais para ter clareza num mundo confuso e se antecipar às novas tendências. Rio de Janeiro: Sextante, 2007. 286p. OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de (Org.); MARINHO, Robson M. (Org.). Liderança: uma questão de competência. São Paulo: Saraiva, 2005. 358p. 2 tir. 2006. 180 MARKETING DE RELACIONAMENTO EMENTA Gerenciamento do relacionamento com clientes (Customer Relationship Management – CRM). Características, estratégias e etapas de aplicação do CRM. Ferramentas tecnológicas que fornecem subsídios à inteligência de negócios (Business Intelligence) e a gestão do marketing de relacionamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOGMANN, Itzhak Meir. Marketing de relacionamento: estratégias de fidelização e suas implicações financeiras. São Paulo: Nobel, 2000. 2 reimp. 2002. MAGALHÃES, Alexandre. Gestão de Marketing. Natal: Edunp, 2011. MOREDO, Francisco Alexandre. Marketing de relacionamento. Natal: Edunp, 2011. BIBLIOGEAFIA COMPLEMENTAR KERIN, Roger A. et al. Marketing. 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 14. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 5 reimp. 2010. KRAUSZ, R. R. Compartilhando o poder nas organizações. São Paulo: Nobel, 2005. 181 GESTÃO DE PROJETOS EMENTA Conceito de gestão de projetos. Identificação das etapas de organização, planejamento, execução, monitoramento e controle. Encerramento de um projeto, com base no estudo das técnicas e ferramentas associadas a cada etapa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIDO, Jack. Gestão de projetos. 3. ed. Curitiba: Thomson, 2007. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MENDONÇA, Cláudio Márcio Campos de. Gestão de processos. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORREA, Henrique L. Administração de produção e de operações. São Paulo: Atlas, 2005. DE SORDI, José Osvaldo. Gestão por processos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. KAPLAN, Robert S. A estratégia em ação. São Paulo: Elsevier, 1997. 182 ANEXO D EXEMPLO DE GUIA DE APRENDIZAGEM DE DISCIPLINA 183 Disciplina: Estratégias Mercadológicas Professor(a): Marcelo Bavelloni GUIA DE APRENDIZAGEM 1. Que aulas você vai encontrar nessa disciplina? Aulas Data de vigência da(s) Aula(s) Aula 1 – Marketing para o Século XXI Aula 2 – Planejamento Estratégico - Análise Macro e Micro Ambiental Aula 3 – SIM - Sistema de Informação de Marketing Comportamento do Consumidor Aula 4 – Análise da Concorrência Segmentação de Mercado Aula 5 – Estratégia do Produto - Estratégia do Preço Aula 6 – Estratégias de Promoção - Estratégias de Praça Distribuição Aula 7 – Posicionamento - Parcerias e Alianças Estratégicas As 05 forças de Porter Aula 8 – Gestão de Clientes - Plano de Marketing 18/02 a 03/03 04 a 10/03 11 a 17/03 25/03 a 07/04 08 a 21/04 2. Que atividades avaliativas você terá nessa disciplina? Aulas Atividades avaliativas Valor da atividade avaliativa Data de vigência da atividade Aula 1 Aula 2 Aula 3 Questionário 2,0 11 a 17/03 Aula 4 Trabalho presencial no polo no dia da Avaliação Presencial (1 questão discursiva sobre a aula 4) 3,0 21,22 e 23/03 Questionário 3,5 01 a 07/04 Questionário 3,5 15 a 21/04 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 3. Que atividades não avaliativas você terá nessa disciplina? Atividades não-avaliativas Data de vigência da atividade Trabalho – Aulas 1 e 2 Fórum de discussão/dúvida – Durante toda a disciplina 18/02 a 03/03 18/02 a 27/04 4. Como será composta sua nota em cada unidade (U1 e U2)? U1= (2,0) Questionário_Aulas 1,2,3 + (8,0) Avaliação Presencial = 10,0 U2= (3,5) Questionário_Aulas 5, 6 + (3,5) Questionário_Aulas 7,8 + (3,0) 1 Trabalho presencial = 10,0 184 5. Que conteúdos vão ser cobrados em suas avaliações? Quais os dias das avaliações presenciais da disciplina? A Avaliação Presencial contempla os conteúdos das aulas 1, 2, 3, 4. Caso perca esta avaliação, você tem direito de repô-la através da Avaliação de 2ª Chamada (Valendo 10,0 pontos), cujo conteúdo é referente às aulas 1, 2, 3, 4, 5, 6. Lembrando que neste mesmo dia você poderá repor o Trabalho presencial (Aula 4) também perdido. Observação: O dia/horário agendado para a Avaliação de 2ª Chamada da disciplina deve ser o mesmo dia/horário da reposição do Trabalho presencial. Caso não obtenha a média parcial 7,0, você tem direito a uma Avaliação de Recuperação com conteúdo acumulativo (Aulas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8). Saiba que você deve agendar suas avaliações no polo através do telefone, e-mail ou pessoalmente. Fique atento(a) as datas de agendamento: Avaliações presenciais Avaliação Presencial Avaliação da 2ª Chamada Avaliação da Recuperação Datas para agendamento no polo 21,22 e 23/03 08/04 25,26 e 27/04 6. Como você deve estudar nessa disciplina? Na(s) aula(s) vigentes, você deve: a) Ler o(s) recurso(s) didático(s); b) Identificar e realizar a(s) atividade(s) correspondente à aula; Observação: Caro(a) aluno(a), a sua participação efetiva nas atividades, avaliativas ou não avaliativas, é o que garantirá o sucesso do seu aprendizado. Participe! c) Participar ativamente do fórum de discussão/dúvidas e, quando necessário, entrar em contato com o seu professor através do correio do UnP Virtual.