Projeto Pedagógico do Curso de
Tecnologia em Gestão de Recursos
Humanos
Profª. Ma. Suely Melo de Castro Menezes
Diretora Geral
Profª. Ma. Karina Melo de Castro Menezes
Vice-Diretora
Profª. Ma. Maria Beatriz Mandelert Padovani
Diretora de Ensino
Profª. Ma. Adriane Melo de Castro Menezes
Diretora de Pesquisa e Pós-graduação
Profª. Simone Melo de Castro Menezes
Diretora Acadêmica
Marcos Antonio Silveira Santos
Diretor Administrativo-Financeiro
2
SUM ÁRIO
1 DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
1.1 IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA
1.2 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA
1.3 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA
1.4 CORPO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO MANTIDA
1.5 PERFIL INSTITUCIONAL
1.5.1 Histórico da IES
2 DO PROJETO PARA O CURSO PROPOSTO
2.1 DADOS GERAIS DO CURSO PROPOSTO
2.1.1 Denominação
2.1.2 Ato Legal de Autorização
2.1.3 Dados do Coordenador de Curso
2.1.4 Total de Vagas Anuais
2.1.5 Carga Horária
2.2 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
2.2.1 Contexto Educacional do Estado do Pará
2.2.2 Justificativa da Oferta do Curso
2.2.3 Proposta Pedagógica do Curso
2.2.4 Finalidades e Objetivos do Curso
2.2.5 Justificativa do Projeto do Curso
3 PERFIL DO ALUNO EGRESSO
4 FORMAS DE ACESSO AO CURSO
5 ATENDIMENTO AO DISCENTE
5.1 NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP
5.2 NÚCLEO DE PESQUISAS – NUP
5.3 CENTRAL DE ESTÁGIOS
5.4 COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E TCC
5.5 NÚCLEO DE INOVAÇÃO E EXTENSÃO – NIE
5.6 SETOR DE INCLUSÃO
6 PESQUISA, PRODUÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
7 INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA
8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
8.1 ESTRUTURA CURRICULAR
8.1.1 Conteúdo de Formação Básica
8.1.2 Conteúdo de Formação Profissional
8.1.3 Conteúdo de Formação Tecnológica
8.1.4 Conteúdo de Formação Complementar
8.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GESTÃO DE RECURSOS
HUMANOS
9 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO – FORMAS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E
DA APRENDIZAGEM
10 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
10.1 METODOLOGIA, DIMENSÕES DA COMUNIDADE ACADÊMICA A SEREM
UTILIZADOS NO PROCESSO DE AUTOAVALIAÇÃO
10.2 FORMAS DE PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA, TÉCNICA E
ADMINISTRATIVA, INCLUINDO A ATUAÇÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE
AVALIAÇÃO – CPA, EM CONFORMIDADE COM O SISTEMA NACIONAL DE
AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – SINAES
10.3 FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES
ANEXOS
04
04
04
04
04
05
05
12
12
12
12
12
13
13
13
13
15
17
18
19
22
23
26
26
27
27
28
28
28
29
30
31
32
32
33
33
33
34
64
67
67
69
70
71
3
1 DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
1.1 IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA
Nome:
CNPJ:
End.:
UF:
Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará
06.210.266/0001-45
Cidade: Belém
Av. Almirante Barroso, 777 – Bairro: Marco
PA CEP: 66.093-020 Fone: 91 33440777 Fax:
91 33440777
1.2 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA
Nome:
End.:
UF:
e-Mail:
Suely Melo de Castro Menezes
Av. Nazaré, 1001 Ed. João Rocha apto. 1801
PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3230.5309
[email protected]
Cidade:
Fax:
Belém
91 3344.0708
1.3 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA
Nome:
End.:
Cidade:
Fone:
E-mail:
Faculdades Integradas Ipiranga
Av. Almirante Barroso, 777 – Bairro: Marco
UF: PA CEP: 66.093-020
Belém
Fax 91 33440777
91 33440777
[email protected]
1.4 CORPO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO MANTIDA
Nome:
End.:
UF:
e-Mail:
Nome:
End.:
UF:
e-Mail:
Nome:
End.:
UF:
e-Mail:
Nome:
End.:
UF:
e-Mail:
Nome:
End.:
UF:
e-Mail:
Diretora
Suely Melo de Castro Menezes
Av. Nazaré, 1001 Ed. João Rocha apto. 1801
PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3230.5309
[email protected]
Vice-Diretora
Karina Melo de Castro Menezes
Trav. dos Mundurucus, 3326
PA CEP: 66.040-270 Fone: 91 3229.1203
[email protected]
Diretora de Ensino
Maria Beatriz Mandelert Padovani
Cidade:
Fax:
Belém
91 3344.0708
Cidade:
Fax:
Belém
91 3344.0708
Cidade:
Fone: 91 9146 17 00 Fax:
PA CEP:
[email protected]
Diretora Acadêmica
Simone Melo de Castro Menezes
Cidade:
Trav. Humaitá 1259 casa 54
PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3226.7449 Fax:
[email protected]
Diretor Financeiro-Administrativo
Marcos Antonio Silveira Santos
Cidade:
Trav. Humaitá 1259 casa 54
PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3226.7449 Fax:
[email protected]
Belém
91 3366 71 40
Belém
91 3344.0708
Belém
91 3344.0708
4
1.5 PERFIL INSTITUCIONAL
1.5.1 Histórico da IES
O GRUPO IPIRANGA oferta, em Belém – Pará, há 35 anos, educação de alto nível. Seu
ponto de partida foi a fundação do Colégio Ipiranga, que, atualmente, trabalha com os três níveis da
Educação Básica – Educação Infantil (a partir dos 2 anos de idade), Ensino Fundamental (1º ao 9º
ano) e Ensino Médio (1º ao 3º ano), sendo voltado para a formação plena e integral do educando e
apoiado por equipe de educadores que consolidam a sua identidade, colocando em prática um
sistema de política educacional com base nas mais avançadas linhas de direcionamento
pedagógico, buscando, permanentemente, a aprendizagem significativa do aluno.
O ano de 2010 foi marcante para o GRUPO IPIRANGA, quando suas Instituições de Ensino
Superior (Faculdade Ipiranga, Faculdade de Tecnologia Ipiranga, Faculdade de Tecnologia da
Amazônia, que nasceram, respectivamente, em 2005, 2007 e 2002) foram devidamente integradas,
de acordo com as Portarias MEC nos. 1.746, de 22 de dezembro de 2009 e 2.372, de 29 de
dezembro de 2010, passando a receber apenas a denominação de FACULDADES INTEGRADAS
IPIRANGA, que têm como Mantenedora a Associação para o Desenvolvimento Educacional do
Pará (ADEPA).
O Ensino, no GRUPO IPIRANGA, é acompanhado, de perto, pela Extensão e
Responsabilidade Social, por meio da Fundação Ipiranga, fruto do sonho institucional de manter
viva a cultura paraense, preservando e promovendo ações culturais, além de atuar nas
manifestações artísticas, possibilitando ao cidadão o acesso à arte, à cultura e à educação, pilares
do desenvolvimento humano.
Uma história repleta de sonhos alcançados merece ser contada minuciosamente, de
maneira precisa, para que todo o seu percurso seja bem compreendido, assim como o surgimento
de cada um de seus componentes. E uma boa história também se conta de trás para frente,
começando, então, pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA.
FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA nasceram da iniciativa do GRUPO IPIRANGA
em oferecer ensino superior de qualidade, incluindo cursos de Pós-graduação. Sua origem foi a
Faculdade Acesso (Portaria nº. 3.642, de 17 de outubro de 2005), então mantida pelo Instituto de
Acesso à Educação Superior (INAE). A mudança de nome para Faculdade Ipiranga se deu por
meio da Portaria nº. 701, de 27 de setembro de 2006, com mantença posteriormente transferida
para a Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará (ADEPA), de acordo com a
Portaria nº. 889, de 18 de outubro de 2007.
Seu credenciamento pelo Ministério da Educação data de 2005, como Faculdade Ipiranga
(Portaria Ministerial nº. 3.642, de 17 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União em 20
de outubro do mesmo ano).
5
Primeiramente, cursos de bacharelado devidamente aprovados pelo MEC foram ofertados a
partir de dezembro daquele ano (Administração, Jornalismo e Turismo). Posteriormente, passou a
ofertar, também, o curso de Licenciatura em Pedagogia.
Visando à grande demanda do mercado de trabalho voltado aos cursos tecnológicos, o
GRUPO IPIRANGA credenciou, junto ao MEC, a Faculdade de Tecnologia Ipiranga (Portaria
Ministerial nº. 101, de 24 de janeiro de 2007), apta a ofertar os cursos de graduação tecnológica em
Estética e Cosmética, Gestão Comercial, Gestão Pública e Processos Gerenciais.
Em 2009, o GRUPO IPIRANGA assumiu a gestão da Faculdade de Tecnologia da
Amazônia (FAZ), credenciada em 19 de dezembro de 2002, pelo MEC (Portaria nº. 3.640/2002),
ainda como Centro de Educação Tecnológica da Amazônia (CFAZ), e autorizada pela mesma
Portaria a ofertar o Curso Superior de Tecnologia em Criação e Produção Publicitária. A mudança
de categoria ocorreu em 2004, através do Decreto nº. 5.225, de 1º de outubro, quando o Centro
passou a se chamar Faculdade de Tecnologia da Amazônia, projetada para atender às demandas
específicas de nossa Região Amazônica, carente de profissionais qualificados, que já estejam no
mercado ou necessitem acompanhar as novas demandas tecnológicas nas diversas linhas
profissionais.
Naquele ano, a FAZ já estava ofertando os cursos de graduação tecnológica em Design
Gráfico, Comunicação Institucional, Produção Publicitária, Gestão Financeira, Gestão de Recursos
Humanos, Gestão em Logística, Gestão em Segurança Privada, Gestão em Marketing, Sistemas de
Telecomunicações, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores e
Radiologia.
Em 2010, a Portaria nº. 721, de 11 de junho, autorizou a Transferência de Mantença da FAZ
para a ADEPA. Com diversos cursos em funcionamento, sob uma mesma gestão acadêmica,
pedagógica e financeira, o GRUPO IPIRANGA decidiu somar as competências de cada uma de
suas Instituições de Ensino Superior e solicitar ao MEC a unificação de Mantença das IES, agora
sob a responsabilidade da Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará (ADEPA).
Ainda em função destas peculiaridades, decidiu-se pela fusão das três Instituições, transformandoas em uma só, denominada FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA (Portaria nº. 2.372, de 29 de
dezembro de 2010).
Atualmente, todos os cursos supracitados continuam sendo ofertados e, recentemente, as
FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, visando à fundamental formação de professores, foram
autorizadas pelo MEC a ofertar o Curso de Licenciatura em Português, recebendo, ainda, parecer
favorável à oferta de Licenciaturas em Geografia e Matemática (esta obteve conceito máximo –
nota 5 – da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação responsável pela verificação in
loco).
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA oferecem, ainda, 24 cursos de Pós-graduação
Lato Sensu, em diversas áreas do conhecimento: Biologia Aplicada ao Ensino Superior;
Desenvolvimento Humano; Educação Ambiental; Educação a Distância e Novas Tecnologias;
Educação Inclusiva; Ensino da Matemática; Ensino de História do Brasil; Estudos Avançados em
6
Texto, Discurso e Ensino; Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável; Gestão da Docência
no Ensino Superior; Gestão de Pessoas; Gestão e Responsabilidade Social; Gestão Educacional;
Informática Educativa; Jornalismo Político e Mídia; Leitura e Formação de Leitores; Linguagem e
Comunicação nas Organizações; Literatura, Cultura e Ensino; Microbiologia; Pedagogia
Empresarial; Psicopedagogia; Relações Interpessoais e Habilidades Interpessoais; Técnicas de
Tradução e Interpretação da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA mantêm estreita parceria com a Fundação
Ipiranga, que se empenha na preservação da cultura local, transformando sonhos em realidade,
com a contribuição de artistas da região que, através de ações culturais, incentiva e estimula a arte,
contribuindo para a valoração da cultura nas suas mais variadas formas, não somente com espaços
e espetáculos culturais, mas auxiliando no desenvolvimento da formação sociocultural do artista.
A Fundação Ipiranga tem o diferencial de atuar, também, como promotora de um
processo de Responsabilidade Social, contribuindo efetivamente para a transformação de
ambientes socioculturais, o que garante a melhoria do espaço paraense.
a)
Ações:
Culturais
1. Prêmio Bolsa Ipiranga de Artes Visuais e Prêmio Literatura (Poesia e Conto);
2. Calendário Cultural;
3. Projeto de Apoio Cultural às Aldeias indígenas do Rio Xingu;
4. Oficina de grafismo na Aldeia Asurini do Koatinemo;
5. Consolidação da cultura indígena através da produção artesanal.
Educacionais
1. Bolsa universitária integral para professores de aldeia indígena da reserva do Koatinemo;
2. Contratação e remuneração de professores e estagiários para medidas socioeducativas
em creches e orfanatos;
3. Doação de materiais escolares para escolas de aldeias indígenas;
4. Doação de materiais escolares para escolas de bairros periféricos;
5. Doação de materiais escolares para salas e bibliotecas de creches e orfanatos.
Sociais
1. Museu do Índio do Pará;
2. Projeto de Apoio Médico-Odontológico nas Aldeias do rio Xingu;
3. Processo de ampliação para atendimento nas seguintes áreas: oftalmológica, clínica
geral e ginecologia;
4. Apoio humanitário a aproximadamente 500 crianças de creches e orfanatos, com distribuição de roupas, brinquedos e cestas básicas;
5. Apoio humanitário a bairros periféricos para 100 famílias, com alto índice de pobreza,
com distribuição esporádica de alimentos, roupas e brinquedos;
6. Apoio na comercialização de artesanato indígena, através de cooperação técnicocientífica e cultural com instituições parceiras;
7
7. Projeto de implementação de tecnologia limpa nas aldeias – Placas solares e bomba
d’água;
8. Projeto Museu do Índio de Altamira.
b) ESPAÇOS:
Sítio-escola Acapu
Com sua natureza exuberante e seus espaços planejados, pode ser palco de momentos
cheios de magia, alegria e descontração, tais como: excursões educacionais, empresariais e
turísticas, capacitações para grupos de professores, alunos e profissionais ou empresários,
seminários, congressos, mesas redondas e eventos sociais.
Está situado no município de Marituba, em plena área urbana, no bairro Decouville,
distante apenas 20 minutos do centro de Belém. Possui uma reserva ecológica com 12.000 m 2
de mata nativa, enriquecida com recantos maravilhosos que nos reportam aos mitos e lendas da
Região Amazônica, estimulando a preservação da fauna e da flora.
Teatro José Teodoro Soares
Um espaço detalhadamente projetado com todos os requintes de um teatro para garantir
a funcionalidade e conforto, possui moderno sistema de som, iluminação, palco e camarins,
permitindo apresentações musicais, atividades artísticas, eventos sociais, educacionais e
culturais, entre outros.
MANTENEDORAS
O GRUPO IPIRANGA, atualmente, é composto por diversas instituições – Colégio
Ipiranga; FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA e Fundação Ipiranga, possuindo, nos
termos da legislação vigente, as seguintes Mantenedoras.
► O Instituto de Desenvolvimento Educacional Norte e Nordeste (IDENN) foi criado em
11 de dezembro de 2003, como uma entidade civil com fins lucrativos, registrado no Cartório de
Registro Civil das Pessoas Jurídicas da Comarca de Belém sob o número 21.466, cadastrado no
Ministério da Fazenda sob o número 06.037.579/0001-43 e credenciado no Conselho Estadual
de Educação. É a instituição mantenedora do COLÉGIO IPIRANGA nos níveis de Educação
Infantil e Ensino Fundamental.
► A Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará (ADEPA), mantenedora
das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA e do COLÉGIO IPIRANGA, no nível de Ensino
Médio, foi criada no dia 09 de março de 2004 como uma sociedade civil, com personalidade
jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, sediada no Município de Belém, possuindo os
seguintes objetivos: “Criar, instalar, manter e promover a expansão de Institutos de Ensino
Superior, podendo também desenvolver suas atividades nos demais níveis do ensino”.
MISSÃO DO GRUPO IPIRANGA
A missão do GRUPO EDUCACIONAL IPIRANGA é oferecer ensino de excelência na
formação
acadêmica,
científica
e
cultural
dos
indivíduos
para
torná-los
cidadãos
empreendedores, socialmente responsáveis e capacitados para interagir com o mundo atual.
8
FINALIDADES DO GRUPO IPIRANGA
Para o atendimento de sua missão, o GRUPO IPIRANGA possui a finalidade de oferecer
formação básica e profissional de nível superior à comunidade regional, com base em demandas
específicas, constituindo-se num importante agente concessor de cidadania e empregabilidade,
assim como formador de um profissional consciente da necessidade da constante evolução e
capacitado para o mercado de trabalho. Por meio de sua Fundação, ainda tem como finalidade a
realização de ações para o desenvolvimento do bem comum e o estímulo a produções culturais
regionais, nas áreas de artes plásticas, literatura, música, dentre outras, que são compartilhadas
com a comunidade.
OBJETIVOS DO GRUPO IPIRANGA – Dentre seus objetivos, destacam-se:
1. Oferecer educação de qualidade nos níveis de educação infantil, fundamental, médio,
superior e de pós-graduação, visando ao pleno desenvolvimento do educando e seu preparo
para o exercício da cidadania;
2. Estimular a criação cultural, o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento
reflexivo;
3. Promover e incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao
desenvolvimento da ciência e à difusão da cultura, para, desse modo, desenvolver o
entendimento do homem consigo mesmo e com o meio em que vive;
4. Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais
e regionais, dando ênfase especial ao ser humano, mediante o estímulo às atividades de
extensão, na forma de serviços especializados à comunidade;
5. Promover a extensão aberta à participação da população, visando à difusão das
conquistas e benefícios da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na
instituição;
6. Preservar os valores éticos, morais e cívicos, contribuindo para aperfeiçoar a sociedade,
na busca do equilíbrio e realização do homem enquanto ser individual e coletivo;
7. Promover a inclusão de alunos com necessidades educativas especiais, proporcionando
a possibilidade de acesso e permanência na sua vida escolar da educação infantil ao ensino
superior;
8. Traduzir-se numa oportunidade de ensino ao postulante ao ensino superior, eis que se
situa num interessante espaço alternativo entre o ensino público e o privado;
9. Articular-se com os segmentos produtivos regionais, promovendo cursos tecnológicos de
graduação que atendam diretamente às demandas na comunidade na qual se insere,
promovendo o desenvolvimento regional e individual dos cidadãos;
10. Possibilitar o desenvolvimento de tecnologias direcionadas especificamente às
necessidades locais;
11. Integrar-se aos poderes públicos municipais de sua região geo-educacional, contribuindo
para o seu desenvolvimento sustentado, através da proposição de cursos sintonizados com
as políticas locais de expansão e crescimento social;
9
12. Incentivar o desenvolvimento da capacidade empreendedora e da compreensão do
processo tecnológico, em suas causas e efeitos;
13. Incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica e suas respectivas aplicações
no mundo do trabalho;
14. Desenvolver competências profissionais tecnológicas, gerais e específicas, para a
gestão de processos e a produção de bens e serviços;
15. Propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos e ambientais
resultantes da produção, gestão e incorporação de novas tecnologias;
16. Promover a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as mudanças nas
condições de trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de estudos em cursos de pósgraduação;
17. Adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização
permanente dos cursos e seus currículos;
18. Garantir a identidade do perfil profissional de conclusão de curso e a respectiva
organização curricular;
19. Promover e divulgar atividades de caráter cultural, instrutivo, assistencial, técnicocientífico, artístico, literário e esportivo.
ÁREA(S) DE ATUAÇÃO DO GRUPO IPIRANGA
AS ÁREAS PROFISSIONAIS DE ATUAÇÃO DO GRUPO IPIRANGA ESTÃO ABAIXO
DISCRIMINADAS:
► Colégio Ipiranga
 Educação Infantil
 Ensino Fundamental
 Ensino Médio
► Faculdades Integradas Ipiranga
EDUCAÇÃO
 Licenciatura em Ciências Biológicas
 Licenciatura em Matemática
 Licenciatura em Geografia
 Licenciatura em Pedagogia
 Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa
HUMANAS
 Bacharelado em Administração
 Bacharelado em Turismo
COMUNICAÇÃO
 Bacharelado em Jornalismo
 Curso Tecnológico em Design Gráfico
GESTÃO
 Curso Tecnológico em Gestão de Marketing
 Curso Tecnológico em Gestão de Logística
 Curso Tecnológico em Gestão Financeira
 Curso Tecnológico em Gestão Comercial
 Curso Tecnológico em Gestão Pública
 Curso Tecnológico em Processos Gerenciais
 Curso Tecnológico em Gestão de Segurança  Curso Tecnológico em Gestão de Recursos
Privada
Humanos
10
SAÚDE
 Curso Tecnológico em Estética e Cosmética
 Curso Tecnológico em Radiologia
TECNOLOGIA
 Curso Tecnológico em Análise e Desenvolvimento  Curso Tecnológico em Sistemas de
de Sistemas
Telecomunicações

Curso Tecnológico em Rede de Computadores
► Fundação Ipiranga
 Cultura
 Ações para o desenvolvimento do bem comum
11
2 DO PROJETO PARA O CURSO PROPOSTO
2.1 DADOS GERAIS DO CURSO
2.1.1 Denominação
Curso Tecnológico em Gestão de Recursos Humanos
2.1.2 Ato Legal de Reconhecimento
Portaria MEC nº. 188 de 29/04/2008, publicada em D.O.U. de 30/04/2008.
2.1.3 Dados do Coordenador do Curso
Nome:
End.:
Cidade:
Fone:
e-Mail:
CPF:
Titulação
Nair Brito Gonzalez Sember
Rodovia Augusto Montenegro – Cond. Cidade Jardim I – Rua Begônia, 3c/L-01
Belém
UF: PA
CEP: 66.113-000
(91) 3248-6746 ou 8826-4748
Fax: (91) 3233-5937
[email protected] / [email protected]
454.178.062-34
RG:
256.2180
Formação
Descrição
Ciências Sociais Bacharelado, Faculdades Integradas Colégio Moderno, Belém,
Graduação Pará, 1987.
Bacharelado em Administração. UFPA, Belém, Pará, 1991.
Mestrado
Planejamento do Desenvolvimento, UFPA, Belém, 1996.
Experiência Profissional de Ensino
Item
Descrição
Pts.
Professora dos Cursos de Pós-graduação em Pedagogia Empresarial,
1
Docência do Ensino Superior, Gestão de Pessoas e Gestão e
Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipiranga.
2005 até os dias atuais – Professora e Coordenadora dos Cursos de
Graduação em Administração e Tecnológicos nas áreas de gestão das
2
Faculdades Integradas Ipiranga (e da extinta Faculdade de Tecnologia da
Amazônia – FAZ)
2003, 2004, 2005 – Professora do Instituto de Desenvolvimento do Pará –
3
IDEPA
Experiência Profissional Relevante na Área Profissional do Curso
Item
Descrição
Pts.
2007 – 2009 Assessora de Planejamento / Políticas Públicas – Secretaria
1
de Estado de Desenvolvimento e Assistência Social – SEDES – Pará.
2006 – 2008 – Pesquisador – Núcleo de Altos Estudos Amazônicos.
2
Mineração na Amazônia.
2005 - Diretora do Departamento de Pesquisa e Informação, Secretaria
3
Municipal de Planejamento, Ananindeua - PA.
2001 a 2004 - Assessora de Planejamento de Políticas Públicas. Prefeitura
4
Municipal de Belém. Pará.
1998 – 1999 – Pesquisadora – Núcleo Setorial de Planejamento – NUPLAN
5
da Secretaria de Estado de Educação do Pará – SEDUC
1988 a 200 - Pesquisadora, Naea – UFPA, Belém. Grupo de Pesquisa
6
Amazônia 21. Linhas de pesquisa: Políticas Públicas para o
desenvolvimento sustentável e Mudança estrutural e Eco-reestruturação em
12
setores econômicos estratégicos.
7
1987 – Pesquisadora, Prefeitura Municipal de Belém.
Publicações
Item
Descrição
Pts.
SEMBER, N. B. G. Caminhos de Risco em Belém. Caminhos de Risco em
1
Belém, 2002.
SEMBER, N. B. G., Mathis, Armin. Forestry in the Brazilian Amazon. Anais
2
Congresso Internacional Sustainable Regional Development Amazônia,
2001.
SEMBER, N. B. G.; BURLAMAQUI, C. E. T. Avaliação em Áreas de
3
Insucesso Escolar. Relatório de Pesquisa, 1999.
SEMBER, N. B. G. Na Boca do Forno os Limites do Corpo. Série Pesquisa
4
Sepeq Naea, Belém, n. 15, 1992.
SEMBER, Nair B. Gonzalez. Relações entre Estado, ONGs e Empresas
5
Madeireiras na Amazônia. In: Maria Célia Nunes. (Org.). Estado e Políticas
na Amazônia: gestão do desenvolvimento regional. Belém: CEJUP, 2001
SEMBER, Nair Brito Gonzalez. Marketing Social e a Sustentabilidade das
6
Organizações e do Meio Ambiente. Revista FAZ Humanidades, Belém,
2010.
MENEZES, L.B.C.; BRITO, L.S.B.; SEMBER, N.B.G. Parques Urbanos de
7
Belém (PA): situação atual e problemáticas socioambientais. Revista FAZ:
Ciência e Tecnologia, v. 6, nº 10/11, jan. /dez. 2011.
2.1.4 Total de Vagas Anuais
Vagas totais anuais/Turno: 120 / Noturno
2.1.5 Carga Horária
Carga horária
Total do curso
1.780 horas
Prazo de integralização da carga horária
limite mínimo (meses/semestres)
24 meses / 4 semestres
limite máximo (meses/semestres)
36 meses / 6 semestres
2.2 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
2.2.1 Contexto Educacional no Estado do Pará
O Estado do Pará é o segundo maior Estado do Brasil em área territorial, sendo detentor de
32,38% de toda a área territorial do país, 1.247.702,70 km². Vale destacar que 80,20% da área
territorial do Estado é composta de floresta de terra firme. A população estimada do Estado do
Pará, em 2006, é de 7.110.465 habitantes. A faixa etária predominante da população (57,15%) tem
idade entre 15 e 59 anos. Apenas 5,76% da população possui 70 ou mais anos, sendo que a
população de zero a quatorze anos corresponde a 37,09% do contingente total do Estado. A capital
abriga 20,09% de toda a população do Pará.
Em relação aos aspectos socioeconômicos, o Estado do Pará está localizado na Região
Norte do Brasil, parte integrante da Amazônia, região na qual se encontram abundantes reservas
de madeiras nobres de alto valor comercial. O Estado se destaca por suas grandes reservas
13
minerais metálicas e ainda por ser o detentor das maiores reservas de água doce do mundo,
possuindo potencial estimado de geração hídrica.
O processo de industrialização verificado no Pará não beneficiou a sociedade regional e a
economia mantém sua base produtiva num modelo econômico primário exportador, sendo que as
atividades econômicas que efetivamente geram renda e emprego para a população local são os
pequenos negócios, possuindo o Estado índices de desenvolvimento econômico consideravelmente
abaixo da média nacional (Produto Interno Bruto – PIB do Estado corresponde a somente 1,94% do
PIB nacional em valores apurados no ano de 2004).
Os dados educacionais do Estado indicam que a qualidade do ensino básico encontra-se
em patamares consideravelmente abaixo dos averiguados em relação ao Brasil. As distorções
idade-série no Estado são superiores às verificadas na média do país. As taxas de escolaridade,
especialmente em relação ao ensino médio, denotam que a população paraense tem menos
acesso à educação do que a população média brasileira. O recém-criado Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) evidencia que as deficiências educacionais do Pará
são mais acentuadas do que a média nacional. Também em relação aos percentuais de
analfabetismo da população, fica confirmada a má situação do ensino do Estado do Pará.
Relativamente ao ensino superior, constata-se a insuficiente oferta de vagas, pois mesmo
considerando que se tenha um atendimento precário no ensino médio, os dados mostram que o
Pará ainda está longe de conseguir atender a esse contingente de estudantes que, a cada ano,
conclui o nível médio.
Mesmo considerando o crescimento do número de matrículas nas IES o Pará apresenta
uma grave situação na escolaridade superior, tanto em relação ao Brasil quanto em relação à
Região Norte. Essa condição fica evidenciada ao serem analisados os índices de escolarização
bruta e líquida do ensino superior do Estado, que são os mais baixos da Região Norte e o segundo
menor do país, com 9,0% da taxa de escolarização bruta e 4,0% de líquida.
A composição dos elementos específicos do Estado do Pará, associados aos problemas
comuns nacionais, conduz à conclusão de que, no Estado do Pará, é necessária a expansão da
escolaridade superior, especialmente no que se refere à oferta de cursos focados na preparação e
na formação de um cidadão apto a ingressar no mercado de trabalho e a exercer, com plenitude, o
seu papel na sociedade atual.
Neste contexto, após a realização dos competentes estudos, as FACULDADES
INTEGRADAS IPIRANGA ofertam, na modalidade presencial, cursos tecnológicos na área de
gestão, informática e saúde, com enfoque nas atividades ligadas à indústria, ainda insipiente na
Região, ao comércio e, especialmente, aos serviços, dada a sua relevância na economia local,
atendendo às demandas oriundas dos segmentos econômicos do Estado, no que se refere à
matéria.
14
2.2.2 Justificativa da oferta do curso
Os cursos tecnológicos ofertados foram concebidos para atender a uma demanda seleta de
alunos que, por falta de opção regional, transferem-se para outros Estados da Federação, a fim de
dedicarem-se aos estudos relativos à formação escolhida em Instituições de ponta.
A proposta das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA é inovadora e consiste na
concepção de projetos pedagógicos formulados para Cursos Tecnológicos construídos com base
em arrojadas propostas, que buscam oferecer uma formação mais ampla, um leque de
conhecimentos não limitado à opção profissionalizante do curso escolhido, e que prepare,
realmente, o aluno para o mercado de trabalho atual, que é dinâmico, mutante e multifuncional.
Diante de uma economia globalizada, o planejamento é fundamental na dinâmica dos
processos produtivos de bens, serviços e conhecimento. A preocupação dos três setores que
movem a economia não se limita somente à produção e à venda, mas também à utilização racional
e econômica dos meios disponíveis. Em virtude dessa realidade, as empresas exigem profissionais
atualizados com os novos padrões de relações econômicas, de organização, da produção e do
trabalho.
As organizações, diante de um cenário de globalização e competitividade, procuram
profissionais que possuam conhecimentos, competências e habilidades que permitam superar tais
desafios, por meio de ações cada vez mais voltadas à redução de custos, otimização dos recursos,
diferenciação de produtos e serviços, buscando superar as expectativas dos clientes com rapidez e
eficácia. Por sua vez, para que estas ações possibilitem o resultado almejado, elas devem ser
coordenadas de maneira integrada, em todos os processos das organizações. Assim, o ensino de
nível superior em nosso país não pode continuar alheio à nova ordem, oriunda das significativas
mudanças no pensamento econômico, nos princípios de administração de empresas públicas e
privadas, nos modernos conceitos políticos e sociológicos que envolvem uma organização frente às
oscilações da sociedade, tanto nos grandes centros urbanos quanto nas áreas rurais do país.
É necessário considerar, também, que os ganhos culturais decorrentes de cursos
tecnológicos pensados sob a base descrita acima, contribuirão para minimizar os efeitos que a
excessiva dinâmica do mercado vem causando, no que tange à escassez de oferta de trabalho nas
atividades típicas de cada profissão. Um leque mais amplo de formação permite ao aluno egresso
uma maior capacidade de adequação e adaptação às diferentes oportunidades de trabalho.
A proposta pedagógica das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA garantirá ao aluno o
desenvolvimento da curiosidade intelectual, da capacidade crítica, reflexiva e de análise. O que se
pretende é formar um profissional apto não somente para o exercício da profissão escolhida nas
concepções tradicionais, mas um indivíduo pronto para enfrentar um mercado de trabalho dinâmico,
competitivo e capaz de se transformar não só num operador das competências específicas de sua
profissão, mas em um cidadão que poderá tornar-se um formador de opiniões.
Para atender a esses objetivos, a concepção dos currículos propostos respeita os
parâmetros dos cursos tradicionais, porém, revisou as prioridades e metas, reorganizou diversos
15
títulos, introduziu disciplinas correlatas, favoreceu a composição de núcleos de conteúdos básicos
entre os cursos oferecidos, num esforço para compartilhar conhecimentos, numa articulação
curricular mais genérica e integrada, na medida em que proporciona, com esta proposta inovadora,
sólida formação, calçada em conhecimentos vastos e verticais, alicerçando base teórica e prática
para a segurança e desenvoltura do novo profissional em sua seara de trabalho.
Para que essas metas de formação sejam alcançadas, traçamos, a seguir, os princípios
básicos referentes à concepção dos novos currículos:
 elevada sinergia entre os cursos oferecidos;
 flexibilidade curricular, com vistas à valorização das vocações e interesses dos alunos;
 incentivo para a utilização de novas tecnologias e para a celebração de convênios com
Entidades Educacionais Nacionais e Internacionais, objetivando promover intercâmbio cultural e
científico;
 estímulo à iniciação científica e à pesquisa, especialmente a aplicada, mediante integração
com as áreas de economia e com as ciências políticas e sociológicas;
 valorização das habilidades de intelecção e de produção de textos, como instrumento
profissional e ferramenta geradora do pleno exercício de cidadania;
 ênfase no desenvolvimento do raciocínio lógico e aprofundamento das capacidades
básicas;
 composição curricular baseada em feixes temáticos, que mereçam contínuas abordagens,
com progressivos graus de detalhamento e problematização, abandonando-se a tradicional
abordagem de um amontoado desconectado de temas ao longo dos cursos.
As inovações pedagógicas propostas requerem que sejam adotadas metodologias de ensino
diferenciadas:
 adoção de outras atividades e formas de transposição de conteúdos, combinadas às aulas
expositivas, com o fim de auxiliar e modernizar o processo de ensino-aprendizagem;
 as atividades práticas serão abordadas em todas as disciplinas, não ficando limitadas a
componentes curriculares autônomos;
 interdisciplinaridade de conteúdos e componentes curriculares;
 existência do núcleo comum e propedêutico, afeto a todos os cursos, bem como a
possibilidade de os alunos se matricularem em componentes isolados pertencentes a outras
matrizes curriculares, ou seja, a outros cursos oferecidos pela entidade.
Pelo exposto, a proposta pedagógica das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA atende
a todos os pressupostos constantes das Diretrizes Curriculares Nacionais (Parecer CNE/CES nº.
67/2003), ou seja:
[...] não é demais repetir que tudo foi concebido com o propósito de que se pudesse
estabelecer um perfil do formando no qual a formação de nível superior se
constituísse em processo contínuo, autônomo e permanente, com uma sólida
formação básica e uma formação profissional fundamentada na competência
teórico-prática, observada a flexibilização curricular, autonomia e a liberdade das
instituições de inovar seus projetos pedagógicos de graduação, para o atendimento
das contínuas e emergentes mudanças para cujo desafio o futuro formando deverá
estar apto.
16
Além de atender às DCN, o Curso Tecnológico em Gestão de Recursos Humanos coadunase às proposições do Plano de Desenvolvimento Institucional das FACULDADES INTEGRADAS
IPIRANGA. A justificativa e a relevância deste projeto estão relacionadas à necessidade de
capacitar profissionais que desenvolvam uma visão integrada e sistêmica de todos os processos da
organização com ênfase na gestão humana e humanizada.
2.2.3 Proposta Pedagógica do Curso
O curso tem sido desenvolvido considerando-se uma metodologia caracterizada pela
construção do conhecimento, uma vez que se tenta fazer com que o aluno o construa a partir de
conceitos-chave apresentados a ele e sistematizados a partir de atividades intra e extraclasse,
como, por exemplo, visitas técnicas a empresas referências na área da(s) disciplina(s) abordada(s),
eventos regionais e nacionais, e jornadas acadêmicas e estágio (não obrigatório).
Ressalta-se, nesse conceito, a realização da Semana Acadêmica da Faculdade, quando os
saberes são traduzidos em comunicações e apresentações orais, de modo a proporcionar o contato
do aluno com profissionais dos diversos segmentos organizacionais para troca de experiências na
área, por meio de palestras, mesas-redondas, mini-cursos, etc., além da oferta de estágios, por
meio de convênios com empresas do setor produtivo local. Vale destacar, ainda, que esta é uma
prática constante no curso, com o objetivo de fazer o aluno perceber a relação entre as disciplinas
envolvidas em tal atividade e que possa adquirir habilidades e competências para o enfrentamento
das diversas situações futuras que poderão se apresentar a ele, e ainda, onde os discentes
apresentam suas experiências construídas em sala de aula à comunidade acadêmica.
A proposta do estágio é operacionalizada pela Central de Estágios, e, ainda, através da
inserção dos alunos nas atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Inovação e Extensão – NIE. Além
disso, utiliza-se recurso didático adequado, bibliografia atualizada e recursos de informática com
softwares especializados. conhecimento
A metodologia de ensino vem sendo aprimorada a cada período, estabelecendo relações de
interseção entre as Unidades Curriculares já ministradas e aquelas que se seguirão. Esta
metodologia possibilita ao aluno a construção de um saber sistemático em que, nos semestres
letivos subsequentes, os alunos são incentivados a somar os conhecimentos já construídos e a
construir novos conhecimentos, entrando em contato com informações que lhes dão base sobre
questões que envolvem as tecnologias próprias da área de RH e que lhes permitirão transitar nas
mesmas em suas atuações profissionais.
Vale lembrar que o uso de uma bibliografia atualizada, seja ela constante ou não do acervo
da biblioteca da Faculdade, a realização de visitas técnicas, pesquisa de campo, atividades
simuladas, etc., permitem, com maior propriedade, que as Unidades Curriculares se apresentem
cada vez mais interligadas, inclusive relacionadas à concepção do curso, que, de modo geral, pode
ser considerada com um sentido construtivista.
17
2.2.4 Finalidades e Objetivos do Curso
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos das Faculdades
Integradas Ipiranga formará profissionais capacitados a ocupar e exercer as funções características
da gestão organizacional de pessoas, voltadas ao melhor aproveitamento das potencialidades
humanas, criando estratégias inovadoras de controle e acompanhamento do clima organizacional e
do desenvolvimento dos indivíduos frente às demandas empresariais com embasamento nas
habilidades de direção organizacional e liderança.
Propõe-se que esse profissional se destaque como agente de mudanças, influenciando
positivamente os contextos empresariais em que venha a atuar. Assim, estará apto a realizar e
liderar processos de negociação, capacitação, treinamento, desenvolvimento e as variadas funções
do gerenciamento e da gestão estratégica de pessoas.
Dentre os possíveis postos de trabalho que o egresso poderá ocupar, estão incluídas as
seguintes funções:
Como planejador, orientando e executando a elaboração de instrumentos estratégicos e
operacionais, a exemplo de planos, programas e projetos. Como Gerente de Recursos
Humanos e Gestor de Pessoas e/ou de acordo com o título do cargo de cada instituição em
que venha atuar.
Como assessor, subsidiando estudos e análises voltados ao planejamento e à execução de
estratégias, políticas e práticas de gestão estratégica de pessoas.
Como executor, atuando como gestor de sistemas e processos que visam ao recrutamento,
à seleção, ao treinamento, à capacitação, à remuneração, à prevenção da segurança e da
saúde dos trabalhadores, ao monitoramento do clima organizacional e do desempenho
individual e coletivo e ao gerenciamento de inovações tecnológicas que impactam o
contexto das organizações.
Outro papel importante a ser desempenhado pelo egresso do curso diz respeito à criação,
desenvolvimento e operação de sistemas de informações, capazes de gerar a base sobre a
qual o processo decisório poderá se apoiar para encaminhar alternativas de solução às
circunstâncias do empreendimento. Pode ocupar cargos como Gestor de Sistema de
Informação, Gerente de Sistema de Informação e Gestor de Informações Gerenciais.
Não menos importante, ressalta-se a função de incentivador e mesmo gestor de processos
voltados à geração e aproveitamento do(s) conhecimento(s) que circulará(ão) nas empresas
em que vier a atuar. Em consequencia, deverá promover opções que estejam voltadas para
o gerenciamento de carreiras, cumprindo a filosofia de aproveitamento de potencialidades
das pessoas envolvidas.
E, ainda, uma das funções mais importantes que poderá desempenhar refere-se à
prospecção, estímulo e desenvolvimento de competências e habilidades empreendedoras e
estratégicas, na convicção de que é fundamental promover o clima e as ações
conseqüentes.
18
Objetivos do Curso
Geral:
Formar profissionais com competências para atuar na área de gestão de pessoas,
fornecendo um conjunto de conhecimentos que os capacitem no gerenciamento das
atividades de gestão de pessoas e leve ao reconhecimento das potencialidades das
pessoas
como
diferencial
competitivo,
estimulando
mudanças
nos
ambientes
organizacionais.
Específicos:
Proporcionar habilidades e competências que permitam aos egressos atuar na área de
gestão de pessoas no exercício de atividades gerenciais nas organizações.
Ampliar competências que possibilitem desenvolver, implementar e avaliar atividades de
treinamento de forma racional e sistêmica;
Proporcionar conhecimentos teóricos e práticos para a gestão de pessoas como um dos
focos de negócio das organizações, tendo em vista conhecimentos e aptidões como parte
do capital intelectual;
Analisar, avaliar, criticar e utilizar, objetiva e criticamente, fatores políticos, econômicos,
tecnológicos e sociais que subsidiem tomadas de decisões estratégicas para a
administração de pessoas;
Conhecer, compreender e fazer uso das variáveis básicas da dinâmica organizacional nas
perspectivas sociológicas, psicológicas, culturais e tecnológicas contemporâneas e suas
tendências;
Escolher e ser capaz de saber usar corretamente as ferramentas, técnicas e procedimentos
aplicados ao treinamento, ao desenvolvimento e à educação de recursos humanos, numa
visão sistêmica da organização e seus ambientes;
Desenvolver habilidades para participação em negociações internas e externas à
organização;
Aplicar as principais metodologias e práticas de consultoria, interna e externa, em recursos
humanos, assim como gerenciar a remuneração e o desempenho.
2.2.5 Justificativa do Projeto do Curso
A implantação do curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos pelas
Faculdades Integradas Ipiranga se justifica em função do cenário econômico e social que
predomina no Estado do Pará, especialmente nos anos mais recentes, como decorrência de ações
do poder público, bem como da intervenção de empreendedores privados que têm verificado aqui
horizontes promissores para a implantação de projetos produtivos que aproveitam o enorme
potencial desta região.
19
Indicadores desse cenário podem ser vistos quando se analisa o crescimento substancial de
empresas que vêm se estabelecendo aqui no Estado do Pará, além daquelas que, já aqui
instaladas, aproveitam para expandir suas operações a partir das oportunidades que são
disponibilizadas. Particularmente na cidade de Belém, a economia baseia-se nas atividades de
comércio, serviços e turismo, podendo-se destacar, ainda, as atividades industriais crescentes nas
áreas de metalurgia, indústrias químicas, pesqueiras e metalúrgicas, em produtos alimentícios,
navais e em madeireiras.
Aliado ao crescimento das empresas tem-se o aumento na geração de empregos formais
em Belém e nas demais capitais da Região Norte, registrados pela Secretaria de Estado do
Trabalho, Emprego e Renda (SETER) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese-Pará) em três períodos distintos: no mês de agosto de 2011, nos oito
primeiros meses de 2011 (janeiro a agosto) e nos últimos 12 meses (setembro/2010 a
agosto/20111). Esses indicadores apontam melhorias no cenário econômico e social do Estado do
Pará e ainda, o IDH, que no período de 2000 a 2005 evoluiu para 0,755, colocando este Estado na
16ª posição, ainda com reconhecidas carências, porém já apresentando melhorias que se originam
de iniciativas sustentáveis.
Por outro lado, o PIB paraense também tem crescido de forma animadora. Enquanto o dado
nacional passa de R$ 5.800 em 1999 para R$ 6.954 em 2001, na Região Norte o crescimento vai
de R$ 3.420 para R$ 4.312 e no Estado do Pará o valor cresce de R$ 2.734 para R$ 3.435. Mais
uma vez, o que se pode constatar é que há melhorias saudáveis que decorrem da evolução dos
meios produtivos, assim indicando que há e continuará havendo razões para se investir na
formação de profissionais com perfil adequado a atender e satisfazer essas necessidades.
Convém mencionar que empreendimentos de médio e de grande porte aqui têm se
instalado, especialmente nos setores mineral (por ser o Estado do Pará o detentor nas maiores
jazidas de ferro do país), madeireiro (em função da ocorrência privilegiada de tipos vegetais
extremamente valorizados, tanto no mercado nacional como no exterior), turístico (dadas às
características do habitat amazônico e as incontáveis riquezas que se verificam por aqui) e de
produtos ecologicamente recomendados.
Neste sentido, empreendimentos como os da Vale, Albrás/Alunorte, Mineração Rio do Norte
e COSIPAR podem ser citados como exemplos de empresas e projetos que aqui se encontram e
estão desenvolvendo atividades que, por certo, demandam profissionais com perfil adequado e
atualizado, para atender às necessidades destas e de outras empresas, visto que a atividade
gerada por tais empreendimentos concorre para o aparecimento de inúmeros outros que lhe dão
suporte e complementam no que fazem.
Olhando cautelosamente os elementos que compõem esse contexto socioeconômico,
percebe-se que, por decorrência das demandas oriundas dos atores que se encontram interagindo
nesse ambiente, haverá, como de fato já está havendo, crescente necessidade de profissionais que
1
Fonte: http://www.agenciapara.com.br/noticias. Acesso em 10 de outubro de 2011.
20
possuam habilitação compatível para exercer funções como gestores de pessoas, para o que notase um vácuo ainda por preencher em termos desses profissionais.
Destaca-se, ainda, que o profissional de que se fala não é apenas um bom técnico, senão
um
profissional
que incorpore
conhecimentos,
competências
e habilidades
específicas,
indispensáveis ao bom e eficaz gerenciamento das pessoas que operam em empresas, para o que
as Faculdades Integradas Ipiranga se propõem a contribuir promovendo a formação de gestores
que atendam a esse perfil.
21
3 PERFIL DO ALUNO EGRESSO
O profissional egresso do Curso Superior de Tecnologia em Gestão em Recursos Humanos
das Faculdades Integradas Ipiranga estará apto para:
Criar e estabelecer Políticas de Gestão de Recursos Humanos, considerando a cultura e o
clima organizacional;
Traçar diagnóstico organizacional, estabelecendo estratégias de intervenção;
Criar e implementar políticas de saúde e segurança no trabalho, bem como outras ações
(grupos de discussão, formação de comissões, etc.) que perpassem pela saúde física e
mental do trabalhador;
Planejar e utilizar instrumentos de gestão organizacional, tais como Planos de Cargos e
Salários, Programas de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal e de Avaliação de
Desempenho e Projetos de Responsabilidade Social, por exemplo;
Administrar Rotinas de Pessoal, desempenhando e/ou supervisionando o desenvolvimento
de tarefas ligadas à admissão de pessoal (procedimentos legais – CLT), banco de dados
funcionais e demais rotinas comuns a um Departamento de Pessoal;
Gerenciar equipes de trabalho, liderando e direcionando esforços para a consecução dos
objetivos organizacionais, considerando os contextos micro e macro organizacionais;
Implementar uma cultura de aprendizagem que contribua para a valorização das habilidades
e competências funcionais;
Propor modelos de gestão de Recursos Humanos, considerando os contextos local, regional
e/ou nacional;
Implementar procedimentos de recrutamento e seleção de pessoal.
22
4 FORMAS DE ACESSO AO CURSO
Nos termos disciplinados pelo Regimento Geral, as formas de acesso aos cursos ofertados
pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA se dão por meio de:
I-
Processo Seletivo
O Processo Seletivo, aberto a candidatos(as) que tenham escolarização completa do
ensino médio ou equivalente tem por objetivo classificá-los(as) para o ingresso nos respectivos
cursos, nos termos da legislação vigente.
II – Outras seleções oficiais realizadas pelo Governo Federal – PROUNI e ENEM.
As normas do Processo Seletivo serão fixadas pelo Diretor Geral, atendida a legislação
vigente.
Matrícula
O(A) candidato(a) classificado(a) em Processo Seletivo e convocado(a) para ingresso em
curso de graduação tecnológica deve comparecer ao setor de matrícula, no prazo fixado, com os
documentos exigidos pelas respectivas normas.
A matrícula implica na aceitação, pelos alunos, do plano de curso definido pela Direção
Geral, assim compreendido o conjunto de componentes curriculares, organizados em períodos,
que o(a) aluno(a) deverá cumprir ao longo de seu curso.
O(A) candidato(a) classificado(a) que não se apresentar para matrícula no prazo
estabelecido e com os documentos exigidos perde o direito de matricular-se, em favor dos(as)
demais candidatos(as), a serem convocados(as) por ordem de classificação, independentemente
do pagamento de quaisquer taxas exigidas.
Nenhuma justificativa pode eximir o(a) candidato(a) da apresentação, no prazo devido, dos
documentos exigidos para a efetivação da matrícula.
Pode ser efetuada a matrícula de candidatos(as) portadores(as) de diploma registrado de
curso de graduação, observado o limite e a existência de vagas nos termos da lei, sem
necessidade de participação em Processo Seletivo (Análise de Crédito).
A matrícula deve ser renovada no prazo fixado pela Diretoria Geral, respeitadas as normas
estabelecidas, sob pena de perda de direito à mesma.
Ressalvado o caso de trancamento de matrícula, disciplinado neste Regimento Geral, a
não renovação de matrícula implica abandono do curso e desvinculação do(a) aluno(a) das
FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA.
A renovação de matrícula somente terá validade após o deferimento da Diretoria Geral e
dependerá da regularidade do pagamento dos encargos educacionais, bem como da
apresentação de todos os documentos exigidos pela Diretoria Acadêmica para esse fim.
Poderão
as
FACULDADES
INTEGRADAS
IPIRANGA
oferecer
matrículas
em
componentes curriculares isolados existentes em seus diversos cursos para alunos(as) ou
outros(as) interessados(as), conforme normas baixadas pelo Diretor Geral.
23
Obtida a aprovação para matrícula no componente curricular, os respectivos estudos
efetivamente realizados serão certificados em documento próprio e poderão, a critério da
instituição de ensino, ser objeto de aproveitamento de estudos.
III -
Transferência, Aproveitamento de Estudos e Certificação de Competências
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, no limite das vagas existentes e mediante
processo seletivo, podem aceitar transferência de alunos(as) provenientes de cursos afins ou
equivalentes aos seus, mantidos por estabelecimentos de ensino superior nacionais ou
estrangeiros, cujo funcionamento esteja em conformidade com a legislação nacional vigente.
Em caso de servidor público federal ou membro das Forças Armadas, ou seus
dependentes, quando requerida em razão de comprovada remoção ou transferência ex-ofício, que
acarrete mudança de residência para a sede de unidade de ensino ou localidade próxima desta, a
matrícula é concedida, nos termos da lei, independentemente de vagas e de prazos.
O requerimento de transferência deve ser instruído com histórico escolar do curso de
origem, programas e cargas horárias das disciplinas e/ou componentes curriculares nele
cursados, para fins de estudo de currículo.
Será efetivada a transferência do(a) candidato(a) após parecer final do Coordenador do
Curso, quanto à sua viabilidade pedagógica, acompanhado de atestado da Diretoria Acadêmica
da regularidade legal do ato.
Poderão ser aproveitados pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA os conteúdos e
os componentes curriculares cursados pelo(a) aluno(a) em nível superior, sendo validadas as
notas e a carga horária atribuídas ao(à) mesmo(a) pelo estabelecimento de origem, desde que
este seja regular.
Para integralização da matriz curricular do curso pretendido, as FACULDADES
INTEGRADAS IPIRANGA podem exigir do(a) aluno(a) o cumprimento regular dos demais
componentes curriculares e da carga horária total, podendo, ainda, demandar adaptação das
matérias não estudadas integralmente.
Entende-se por adaptação o conjunto de atividades prescritas com o objetivo de
complementar ou classificar o(a) aluno(a) em relação aos planos e padrões de estudo das
FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA.
Na elaboração dos planos de adaptação referentes aos estudos feitos em nível de
graduação, serão observados os seguintes princípios gerais:
- Deve prevalecer o interesse maior da integração dos conhecimentos e habilidades
inerentes aos programas de estudos, no contexto de formação cultural e profissional do(a)
aluno(a), sobre a consideração de aspectos quantitativos e formais do ensino representados por
itens de programas, cargas horárias e ordenação de componentes curriculares;
- A adaptação deve processar-se mediante o cumprimento de plano especial de estudo
que possibilite o melhor aproveitamento do tempo e da capacidade de aprendizagem do(a)
aluno(a);
24
- Não são isentos de adaptação os(as) alunos(as) beneficiados(as) por lei especial que
lhes assegure a transferência, em qualquer época e independente da existência de vaga, salvo
quanto às matérias do currículo cursadas com aproveitamento na forma prescrita no Regimento
Geral;
- Em caso de transferência compulsória, durante o período letivo, são aproveitados
conceitos, notas, créditos e frequência obtidos pelo(a) aluno(a) na instituição de origem até a data
em que dela se tenha desligado;
- O aproveitamento de estudos pode implicar a dispensa da obrigatoriedade de cursar
componentes curriculares e atividades do currículo pleno, nos termos do parecer exarado pelo
Coordenador de Curso, com a anuência do Diretor Pedagógico;
- Compete ao Coordenador de curso elaborar os planos de estudos durante o período de
adaptação do(a) aluno(a) ao currículo do curso;
- O período máximo em que o(a) aluno(a) poderá realizar suas adaptações é de dois (02)
anos, sendo que a não obtenção de aprovação em componente curricular referente à adaptação
será considerada reprovação para todos os fins, submetendo-se o(a) aluno(a) ao regime de
dependência;
- As adaptações podem ser oferecidas em regime especial, conforme normas baixadas
pela Diretoria Geral, observadas as determinações legais constantes da legislação vigente.
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA podem, ainda, proceder a Certificação de
Competências, conforme o disposto na Resolução Institucional nº. 04, de 05 de março de 2010,
que passa a fazer parte integrante do presente PPC.
25
5 ATENDIMENTO AO DISCENTE
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA mantêm os serviços de atendimento ao
discente a seguir especificados, ressaltando-se que tais setores de prestação de serviço ao
aluno estão disponibilizados para o curso cujo reconhecimento se pleiteia no presente processo:
5.1 NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP
Este serviço tem como objetivo principal favorecer o desenvolvimento psicossocial
discente através de ações de orientação e acompanhamento psicopedagógico.
Para atendimento de seus objetivos, o NAP desenvolve uma rede de ações estruturadas de
forma a acompanhar a evolução dos alunos horizontal e verticalmente durante a sua graduação.
O acompanhamento horizontal dar-se-á a partir do continuum temporal de formação,
envolvendo as seguintes ações:
1.
Início do curso: Programa de Socialização e Familiarização Institucional;
Programa de Apoio aos Alunos Ingressantes (PAAI); Planejamento de Carreira Acadêmica.
2.
Decorrer do curso: Acompanhamento individual; Acompanhamento de
turmas; Treinamento de habilidades sociais.
3.
Na conclusão do curso: Programa de orientação ao formando; Planejamento
de carreira profissional.
O acompanhamento vertical dar-se-á a partir de ações mais gerais, direcionadas a todo(a) e
qualquer aluno(a), podendo atingir diferentes momentos da formação. Este acompanhamento se
configurará a partir das seguintes ações:
1.
Campanha de conscientização;
2.
intervenção individual/grupal (foco: prevenção).
3.
Programa de monitoria;
4.
Orientação docente;
5.
Atendimento psicopedagógico (foco: acadêmico).
6.
Acompanhamento individualizado de alunos com necessidades educacionais
especiais;
7.
Mediação de formação docente (foco: inclusão).
8.
Programa de acompanhamento das representações estudantis;
9.
Ações socioculturais;
10.
Intervenção individual/grupal (foco: social).
Todas as atividades serão ofertadas aos alunos em geral, sendo gratuitas. Além das
atividades específicas do NAP, este setor deverá contribuir com a Comissão Própria de Avaliação
(CPA) e a Direção Pedagógica, de modo a fornecer informações e auxiliar na concretização de
propostas de ação de caráter institucional.
26
5.2 NÚCLEO DE PESQUISAS – NUP
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA instituíram, em 2009, o Núcleo de Pesquisas
– NUP com o objetivo de implementar as políticas, linhas de pesquisa e estratégias necessárias ao
desenvolvimento da pesquisa no âmbito da Instituição. O funcionamento do NUP se dá de acordo
com Regulamento próprio.
Em 2010, o NUP abriu edital (nº. 001/2010) para o desenvolvimento de pesquisas científicas
por parte dos corpos docente e discente, sendo aprovados 8 projetos:
LINHA DE PESQUISA: Saúde, trabalho e qualidade de vida
a) Avaliação das Condições de radioproteção em leitos de UTI
b) Análise Clínico-Cardiológica, Eletrocardiográfica e Radiológica de Tórax de Paciente com
Leptospirose Internados em Hospital de referência – Belém – Pará
LINHA DE PESQUISA: Desenvolvimento Sustentável
a) Entre Trapiches, trilhas e vilas: Organização Comunitária e Práticas Sustentáveis na
região metropolitana de Belém-Pará.
b) Políticas Públicas e a Gestão de Parques Urbanos: O Caso de Belém – Pará.
LINHA DE PESQUISA: Comunicação
a) A imprensa e a política no Estado do Pará: Atores, interesses e conflitos.
b) Prefeitura de Belém X Camelôs na Av. Presidente Vargas.
c) Irmãos Stenberg: a influência do construtivismo nos cartazes dos primeiros filmes russos
e sua contribuição para a história do design gráfico.
LINHA DE PESQUISA: Educação, Inclusão e Cidadania
a) Influência do comportamento Não-Verbal na relação professor-aluno
Para incentivar o corpo discente à pesquisa científica, foram abertos os editais 002/2010 e
002/2010 A, visando à seleção de bolsistas de iniciação científica e voluntários, incluindo nos
Projetos 7 (sete) alunos bolsistas (2 do curso de Jornalismo, 1 de Turismo, 1 de Gestão Pública, 2
de Radiologia e 1 de Pedagogia) e 14 (catorze) voluntários (1 do curso de Gestão Pública, 7 de
Radiologia, 1 de Jornalismo, 4 de Pedagogia e 1 de Turismo).
Os Projetos de Pesquisa selecionados têm prazo máximo de dois (2) anos, sendo
subsidiados por verbas orçamentárias das próprias FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA,
beneficiando alunos e professores.
5.3 CENTRAL DE ESTÁGIOS
A realização dos estágios, no âmbito das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, ocorre
sob a supervisão de uma coordenação própria e específica (Central de Estágio, regida por
Resolução própria), a quem compete a organização dos trabalhos, a designação e capacitação dos
docentes supervisores de estágio, a avaliação da documentação, o acompanhamento formal e
27
prático dos convênios institucionais, abrangendo os estágios obrigatórios e não obrigatórios, nos
termos da legislação em vigor.
5.4 COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E TCC
A realização das Atividades Complementares e dos Trabalhos de Conclusão de Curso
(regidos por Resoluções Institucionais próprias, nº. 1, de 24 de fevereiro de 2012 e nº. 3, de 01 de
fevereiro de 2010, respectivamente, que passam a fazer parte integrante do presente PPC) de
todos os alunos vinculados aos cursos mantidos pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA
ocorrem sob a orientação e supervisão do corpo docente da Instituição, bem como de uma
coordenação específica (Coordenação de Atividades Complementares e TCC), a quem compete a
supervisão e organização dos trabalhos, a designação e capacitação dos docentes orientadores, a
avaliação da documentação, o acompanhamento formal e prático da integralização das referidas
atividades e trabalhos.
5.5 NÚCLEO DE INOVAÇÃO E EXTENSÃO – NIE
O Núcleo de Inovação e Extensão das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA é
responsável pelo estabelecimento das ações de extensão acadêmica, de acordo com Regulamento
próprio, a quem compete fomentar, acompanhar, avaliar, articular, registrar e divulgar essas ações
nos âmbitos interno e externo das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA.
5.6 SETOR DE INCLUSÃO
O Setor de Inclusão desenvolve um programa de atendimento especializado que organiza e
executa o acompanhamento sistemático a pessoas com deficiência (aquelas que apresentam
restrição física, mental, sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita o desempenho
de uma ou mais atividades da vida diária) no interior das FACULDADES INTEGRADAS
IPIRANGA, reafirmando estratégias necessárias ao processo de inclusão escolar de alunos com
necessidades educacionais especiais, no que se refere às suas necessidades específicas.
É realizado o atendimento específico especializado a alunos surdos, com limitações visuais
e/ou físicas e com transtorno global do desenvolvimento (TOC, Transtorno bipolar, esquizofrenia,
autismo, síndrome de L’Tourret, dentre outros).
28
6 PESQUISA, PRODUÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
O curso cujo reconhecimento se pleiteia, além de contemplar cargas horárias estabelecidas
institucionalmente e conteúdos relativos ao desenvolvimento de pesquisa aplicada e de produção
tecnológica, que são desenvolvidas, especialmente, nas disciplinas de Atividades Complementares,
implementadas de forma articulada, culminando com o Trabalho de Conclusão de Curso dos
alunos, está inserido nas políticas Institucionais de incentivo à pesquisa, fortemente implementadas
pela Direção das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA.
Há que se ressaltar, nesse âmbito, que a Instituição conta com dois órgãos distintos de
fomento à pesquisa e à produção tecnológica. O Conselho de Pós-Graduação e Pesquisa, cuja
função precípua é comandar as políticas na área, inclusive gerenciando os incentivos financeiros
para os professores com publicações expressivas, de acordo com o Plano de Carreira Docente da
Instituição.
Destaca-se, também, a existência do Núcleo de Pesquisa (NUP), que conta com a ampla
participação da comunidade acadêmica e se destina a congregar os docentes e discentes nos
trabalhos e políticas institucionais desenvolvidos na área. Vale comentar que, na esfera do NUP,
além das verbas eventualmente obtidas junto a órgãos de fomento públicos, a própria Instituição
possui verbas orçamentárias para custeio dos projetos selecionados, beneficiando alunos e
professores.
Tais órgãos possuem regulamentação interna própria e encontram-se em pleno
funcionamento, congregando projetos de todos os cursos mantidos pelas FACULDADES
INTEGRADAS IPIRANGA.
Fica evidenciado que a pesquisa, além das atividades internas do próprio curso, encontra-se
institucionalizada e é objeto de significativos investimentos institucionais, incluindo a manutenção
de 2 (dois) periódicos científicos.
29
7 INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA
O Grupo Ipiranga investe, constantemente, em laboratórios e equipamentos específicos
para cada um dos cursos mantidos. Também são adquiridos equipamentos para atendimento de
alunos com necessidades educacionais especiais, como os portadores de deficiência visual, com
vistas a tornar a Instituição uma referência regional no acolhimento desse público, assim como já
ocorre com os alunos portadores de necessidades especiais auditivas.
O Grupo Ipiranga, atualmente, possui a seguinte infraestrutura:
• 04 Unidades de Ensino (Almirante Barroso, Chaco I e II e Cabanagem);
• 01 Teatro - José Theodoro Soares;
• 01 Sítio-Escola, localizado no município de Marituba (PA);
• 05 Bibliotecas – a biblioteca principal teve sua área duplicada, em 2009, alcançando,
atualmente, em torno de 500m2; o acervo bibliográfico tem sido ampliado em, no mínimo, 5%
ao ano, a partir de 2011, com enfoque na ampliação do acervo de periódicos
• 16
laboratórios
(Informática,
Jornalismo
Impresso,
TV,
Rádio,
Fotojornalismo,
Brinquedoteca Pedagógica, Anatomia);
• 01 Centro de Estética e Cosmética;
• 01 Clínica de Imagem;
• 01 Núcleo de Comunicação;
• 02 Quadras poliesportivas;
• 100 salas de aula com infraestrutura que inclui novos equipamentos.
Todos os núcleos são dotados de paisagismo, como forma de integração da educação
ambiental. Estes números expressam, acima de tudo, visão empreendedora e visionária do Grupo
Ipiranga, que forma e transforma indivíduos em cidadãos e profissionais competentes, antenados
com o futuro.
30
8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA organizam seus cursos com base no regime
seriado semestral, mediante a adoção do sistema de créditos com matrículas por disciplina, que
possibilitará a flexibilidade curricular, devendo, os referidos cursos, ser integralizados em, no
mínimo, 2 (dois) anos e, no máximo, em 4 (quatro) anos (áreas da saúde e informática).
A organização curricular do curso cujo reconhecimento se requer objetiva formar um
profissional apto não somente para o exercício da profissão escolhida nas concepções tradicionais,
mas um indivíduo pronto para enfrentar um mercado de trabalho dinâmico, competitivo e capaz de
se transformar não só num operador das competências específicas de sua profissão, mas em um
cidadão que poderá tornar-se um formador de opiniões.
Para tanto, a concepção dos currículos propostos revisou as prioridades e metas,
reorganizou diversos títulos, introduziu disciplinas correlatas, favoreceu a composição de núcleos
de conteúdos básicos entre os cursos ofertados, em suas diversas áreas, num esforço para
compartilhar conhecimentos, numa articulação curricular mais integrada, na medida em que
proporciona, com esta proposta inovadora, consistente formação, calçada em conhecimentos
sólidos e verticais, alicerçando base teórica e prática para a segurança e desenvoltura do novo
profissional em sua seara de trabalho.
Para que essas metas de formação sejam alcançadas, traçamos, a seguir, os princípios
básicos referentes à concepção dos novos currículos:
elevada sinergia entre os cursos oferecidos em cada uma das áreas de atuação da
Instituição;
flexibilidade curricular, com vistas à valorização das vocações e interesses dos alunos;
incentivo para a utilização de novas tecnologias e para a celebração de convênios com
Entidades Educacionais Nacionais e Internacionais, com o fim de promover intercâmbio
cultural, técnico e científico;
estímulo à iniciação científica e à pesquisa, especialmente a aplicada, dada a natureza
tecnológica do curso, mediante integração com segmentos econômicos locais e regionais;
valorização das habilidades de intelecção e de produção de textos, como instrumento
profissional e ferramenta geradora do pleno exercício de cidadania;
ênfase no desenvolvimento do raciocínio lógico e aprofundamento das capacidades básicas;
composição curricular baseada em feixes temáticos, que mereçam contínuas abordagens,
com progressivos graus de detalhamento e problematização, abandonando-se a tradicional
abordagem de um amontoado desconectado de temas ao longo dos cursos.
31
8.1 ESTRUTURA CURRICULAR
COMPONENTE CURRICULAR
Administração de Sistemas de Informação
Avaliação de Desempenho
Contabilidade Básica
Direito Empresarial
Economia e Política
Empreendedorismo
Estratégias de Consultoria
Estudos Organizacionais
Ética e Responsabilidade Social
Gestão da Qualidade
Gestão do Conhecimento
Inovações Tecnológicas
Jogos de Empresa
Legislação Trabalhista e Previdenciária
Matemática Financeira
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Negociação e Relações Trabalhistas
Planejamento de Carreira
Planejamento e Estratégias de RH
Projeto Integrador de RH
Psicologia Organizacional
Rotinas de Pessoal
Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional
Sistemas de Recrutamento e Seleção
Sistemas de Remuneração e Benefício
Sistemas de T&D
Sociologia das Organizações
Optativa – Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
Carga Horária Total
CH
60h
80h
60h
40h
60h
60h
60h
60h
60h
60h
40h
40h
60h
60h
60h
40h
60h
60h
60h
60h
60h
60h
40h
80h
80h
80h
60h
40h
40h
100h
1.780h
8.1.1 Conteúdo de Formação Básica
COMPONENTE CURRICULAR
CH
Administração de Sistemas de Informação
60h
Contabilidade Básica
60h
Direito Empresarial
40h
Economia e Política
60h
Empreendedorismo
60h
Estudos Organizacionais
60h
Ética e Responsabilidade Social
60h
Psicologia Organizacional
60h
SUBTOTAL 460h
32
8.1.2 Conteúdo de Formação Profissional
COMPONENTE CURRICULAR
CH
Avaliação de Desempenho
80h
Estratégias de Consultoria
60h
Gestão da Qualidade
60h
Gestão do Conhecimento
40h
Inovações Tecnológicas
40h
Jogos de Empresa
60h
Legislação Trabalhista e Previdenciária
60h
Negociação e Relações Trabalhistas
60h
Planejamento de Carreira
60h
Planejamento e Estratégias de RH
60h
Projeto Integrador de RH
60h
Rotinas de Pessoal
60h
Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional
40h
Sistemas de Recrutamento e Seleção
80h
Sistemas de Remuneração e Benefício
80h
Sistemas de T&D
80h
Sociologia das Organizações
60h
SUBTOTAL 1040
8.1.3 Conteúdo de Formação Tecnológica
COMPONENTE CURRICULAR
Matemática Financeira
Métodos e Técnicas de Pesquisa
CH
60h
40h
SUBTOTAL 100h
8.1.4 Conteúdo de Formação Complementar
COMPONENTE CURRICULAR
CH
Atividades Complementares
100h
Orientação de TCC
40h
Optativa – Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
40h
SUBTOTAL 180h
TOTAL GERAL 1.780h
33
8.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GESTÂO DE RECURSOS HUMANOS
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
CRÉDITOS
60h
03
Informação: conceituação, tipos e conhecimentos; Informações
científica, tecnológica, industrial e gerencial; Ciência da
informação: histórico e objeto; Esquema de Jakobson: emissor,
receptor, mensagem, linguagem, canal, ruído; Necessidades do
usuário, transferência da informação e barreiras; Tratamento da
informação; Sistemas de Informação: conceituação, estruturas
organizacionais, fundamentos de planejamento, controle e
avaliação de sistemas de informação; SIG - Sistemas de
Informações Gerenciais; Vantagens estratégicas.
GERAL:
Desenvolver uma visão gerencial dos sistemas de
informação e das modernas tecnologias da informação e suas
aplicações para a gestão da produtividade, da qualidade e da
competitividade empresarial.
ESPECÍFICOS:
Entender a importância da informação para as
organizações modernas no desenvolvimento de suas
estratégias de desempenho e sustentabilidade no mercado;
Possibilitar a compreensão e o uso da informação como
instrumento de competitividade para as organizações;
Criar competências para o planejamento, controle e
avaliação de sistemas de informações das organizações;
BÁSICA:
CASSARRO, A. C. Sistemas de Informações para tomada de
decisões. 3.ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001.
CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais:
tecnologia da informação e a empresa do século XXI. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2003.
MCGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento
estratégico da informação: aumente a competitividade e a
eficiência de sua empresa utilizando a informação como uma
ferramenta estratégica. 16. ed. São Paulo: Elsevier, 1994.
COMPLEMENTAR:
LAUDON, Jane Price; LAUDON, Kenneth C. Sistema de
Informação. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
MATTOS, Antonio Carlos M. Sistemas de informação: uma
visão executiva. São Paulo: Saraiva, 2005.
MELO, Ivo Soares. Administração de sistemas de
informação. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning,
2006.
34
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
CRÉDITOS
80h
04
O comportamento humano nas organizações: modelo
explicativo do comportamento; Cultura Organizacional:
conceitos, elementos e importância; Aspectos que influenciam o
desempenho; Gestão e Avaliação de desempenho; Avaliação
de desempenho: evolução, conceitos e usos; Métodos
tradicionais de Avaliação de desempenho; Elaboração e
Estratégias e implantação de Sistemas de Gestão/ Avaliação de
desempenho; Avaliação de desempenho baseada em
resultados e baseada em Competências; Gestão de
Desempenho.
GERAL:
Diagnosticar e analisar o desempenho individual e grupal
dos funcionários, promovendo o crescimento pessoal e
profissional, bem como melhor desempenho.
ESPECÍFICOS:
Estabelecer objetivos de desempenho para os
colaboradores e equipes, alinhados com a estratégia da
organização.
Implementar diretrizes do planejamento estratégico de
recursos humanos, em relação ao contexto organizacional,
aplicando ações preventivas e corretivas visando a melhoria do
desempenho funcional.
Conhecer o processo organizacional para planejamento
das necessidades de monitoramento do desempenho.
Propor políticas de avaliação de desempenho.
BÁSICA:
DRUCKER, Peter Ferdinand. Fator humano e desempenho: o
melhor de Peter F. Drucker sobre administração. 1. ed. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 451p.
GRAMIGNA, M. R. Modelo de Competências e Gestão de
Talentos. São Paulo: Makron Books, 2006.
BERGAMINI, Cecícilia Whitaker; BERALDO, Deobe l Garcia
Ramos. Avaliação de desempenho humano na empresa. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2008. 290p.
COMPLEMENTAR:
RABAGLIO, M. Ferramentas de Avaliação de Performance
com Foco em Competências. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2006.
JOHANN, Silvio Luiz. Gestão da cultura corporativa: como as
organizações de alto desempenho gerenciam sua cultura
organizacional. São Paulo: Saraiva, 2004. 183p.
PONTES, Benedito Rodrigues. Avaliação de desempenho:
nova abordagem. 9. ed. São Paulo: LTR, 2005. 200p.
SOUZA, Vera Lúcia de; MATTOS, Irene Badaró; SARDINHA,
Regina Lúcia Lemos Leite; ALVES, Rodolfo Carlos Souza.
Gestão de desempenho. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009.
141p. (FGV - Gestão de Pessoas).
35
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
CONTABILIDADE BÁSICA
CRÉDITOS
60h
03
A importância e as funções da contabilidade na empresa. A
contabilidade societária e a contabilidade gerencial.
Patrimônio. Contas; Atos e Fatos Administrativos; Apuração
de Resultados do Exercício; Contabilidade por balanços
sucessivos. Demonstrações Contábeis: Balanço Patrimonial e
Demonstração do resultado do exercício.
GERAL:
Compreender
a
contabilidade
como
um
instrumento que auxilia à tomada de decisão nas
organizações.
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ESPECÍFICOS:
Capacitar o discente para o conhecimento e uso das
ferramentas contábeis para o planejamento e controle
financeiro.
Reconhecer os procedimentos utilizados para a
realização da contabilização e os da elaboração dos
demonstrativos contábeis.
BÁSICA:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. 10. ed.
São Paulo: Atlas, 2006. 303p.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: a
contabilidade como instrumento de análise, gerência e
decisão. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 502p.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica: fácil. 25. ed.
São Paulo: Saraiva, 2006. 367p.
COMPLEMENTAR:
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de
contabilidade para não contadores: para as áreas de
administração, economia, direito e engenharia. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2000. 282p.
MARTINS, Eliseu (Coord.); GELBCKE, Ernesto Rubens
IUDÍCIBUS, Sérgio. Manual de contabilidade das sociedades
por ações: aplicável às demais sociedades. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2003. 569p.
MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de
elaboração. São Paulo, 2009.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual de contabilidade básica:
uma introdução à prática contábil. São Paulo:Atlas, 2004.
36
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTAS
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
DIREITO EMPRESARIAL
40h
CRÉDITOS
02
Teoria Geral do Direito Civil: Pessoa Física e da Pessoa
Jurídica; Bens; Fatos Jurídicos. Direito Empresarial. Teoria
Geral
da
Empresa;
Empresário;
Nome
Empresarial;
Estabelecimento Empresarial; Sociedades Empresárias; Tipos de
Sociedades Empresárias; Títulos de crédito.
GERAL:
Desenvolver uma visão gerencial e empreendedora,
através do domínio de conteúdos jurídicos do cotidiano da
atividade do gestor.
ESPECÍFICOS:
Desenvolver uma visão atual do Direito Empresarial;
Compreender e Auxiliar o departamento jurídico na
prevenção de riscos legais
Entender a dinâmica das relações comerciais e suas
exigências jus-administrativas.
BÁSICA:
ALMEIDA, Amador Paes de. Teoria e prática dos títulos de
crédito. São Paulo: Saraiva, 2001.
MARTINS, Fran. Curso de direito comercial: empresa comercial,
empresários, microempresas, sociedades comerciais, fundo de
comercio. 32 ed. Rio de janeiro: Forense, 2009.
FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Fundamentos de direito comercial:
empresário, sociedade empresária, títulos de crédito. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2004. 153p. (Fundamentos Jurídicos).
FUHRER, Maximilianus. C.A. ; MILARÉ, Édis. Manual de Direito
Público e Privado. São Paulo: Revistas dos Tribunais, 2009.
COMPLEMENTAR:
AMARO, Luciano. Direito Tributário Brasileiro. São Paulo: Saraiva,
2009.
CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. 17.
ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 555p.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. 29 ed. São
Paulo: Saraiva, 2010.
RODRIGUES, Silvio. Direito civil: dos contratos e das
declarações unilaterais da vontade. 30. ed. São Paulo: Saraiva,
2004. v. 3.
37
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
ECONOMIA E POLÍTICA
CRÉDITOS
60h
3
A ordem econômica e política mundial e brasileira atual; O Aspecto
histórico e político e sua consolidação; Globalização; Mercado
Internacional; Análise econômica e macroeconômica, política e
social; O setor externo da economia brasileira e a distribuição de
renda; Planos Econômicos; Estabilização e Desenvolvimento.
GERAL:
Possibilitar o conhecimento dos princípios e conceitos gerais
da Ciência Econômica, para a compreensão e análise da situação
do mundo globalizado a partir das perspectivas econômica,
mercadológica, política e social atuais.
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ESPECÍFICOS:
Entender o processo de desenvolvimento da economia
brasileira e os principais dilemas enfrentados para auxiliar no
processo de análise e tomadas de decisão.
Apresentar as ferramentas de análise econômica que o
possibilite compreender os fenômenos econômicos da realidade
que o cerca.
Compreender os aspectos relacionados ao comportamento
e interação de agentes econômicos individuais (pessoas,
empresas, o governo) assim como os elementos de uma análise
em perspectiva agregada, envolvendo o sistema econômico como
um todo.
BÁSICA:
CARDOSO, Eliana A. Economia brasileira ao alcance de todos. 4.
ed. São Paulo: Brasiliense, 2003. 196p.
BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. 145p.
SOLA, Lourdes (Org.). Estado, Mercado e Democracia: política e
economia comparadas. São Paulo: Paz e Terra, 1993. 446p.
VASCONCELOS, M. A. Sandoval de; GREMAUD, Amaury Patrick;
TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia brasileira contemporânea.
6. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 638p.
COMPLEMENTAR:
DAGNINO, Evelina (Org.). Anos 90: política e sociedade no Brasil.
São Paulo: Brasiliense, 2004. 172p.
ROSSETTI, José P. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo:
Atlas, 2003. 922p.
BRUM, Argemiro J. O Desenvolvimento econômico brasileiro. 26.
ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 571p.
VICECONTI, Paulo Eduardo V.; NEVES, Silvério das. Introdução à
Econômia. São Paulo: Frase Editora, 2005.
38
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
EMPREENDEDORISMO
CRÉDITOS
60h
03
Evolução histórica do empreendedorismo; Diferenças e
similaridades entre o empreendedor e o gestor; Aspectos
comportamentais do empreendedor; Identificação de
oportunidades; Criação de modelos de negócios e estratégias;
Plano de negócios.
GERAL:
Compreender a importância da atitude empreendedora
como ferramenta de gestão de negócios.
ESPECÍFICOS:
Conhecer o conceito e as características
empreendedorismo e sua importância no contexto
sociedade contemporânea;
Reconhecer
os
aspectos
comportamentais
empreendedor;
Elaborar planos de negócios com vistas à identificação
oportunidades e ao planejamento técnico e comercial.
do
da
do
de
BÁSICA:
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão:
Fundamentos, Estratégias e Dinâmicas, 1ª Edição. São Paulo:
Atlas, 2002.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo:
transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus,
2001.
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa: uma idéia, uma
paixão e um plano de negócios: como nasce um
empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro:
Sextante, 2008. 299p.
COMPLEMENTAR:
MCDONALD, Malcolm. Planos de marketing: planejamento e
gestão estratégica: como criar e implementar planos eficazes.
5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 442p.
RAMAL, Silvina. Como transformar seu talento em um
negócio de sucesso. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
196p
Empreendedorismo e estratégia. 7. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2002.
39
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ESTRATÉGIAS DE CONSULTORIA
CRÉDITOS
60h
03
Conceito de Consultoria; O papel e as competências do
consultor em RH; Fases do processo de consultoria (coleta e
sistematização de dados e elaboração do projeto de
intervenção); Questões Éticas na relação Consultor-EmpresaCliente; Impactos financeiros no desenvolvimento do projeto de
intervenção; Arquitetura da Consultoria para performance
humana e o papel do órgão de gestão de pessoas; O projeto
de
consultoria:
apresentação,
implementação
e
acompanhamento das estratégias propostas pela consultoria
(follow-up).
GERAL:
Realizar projetos de consultoria em Recursos Humanos,
considerando a evolução do mercado, das organizações e a
valorização necessária ao quadro funcional e às ações que
precisam ser adotadas neste novo cenário.
ESPECÍFICOS:
Apresentar os principais conceitos referentes às
práticas de consultoria em RH e suas estratégias nas
organizações;
Desenvolver os aspectos éticos necessários à relação
Consultor-Empresa-Cliente.
BÁSICA:
ANDRADE, Suely Gregori. Teoria e prática de dinâmica de
grupo: jogos e exercícios. São
Paulo Casa do Psicologo, 2005.
BLOCK, Peter. Consultoria: o desafio da liberdade. 2. ed. São
Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2004. 278p.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel
dos recursos humanos nas organizações. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2005. 529p.
COMPLEMENTAR:
Carvalho Rocha de; ROHM, Ricardo Henry Dias. Consultoria
em gestão de pessoas. 2. ed.
DUTRA, Joel Souza. Administração de Carreiras: uma
proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas,
2009.
40
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ESTUDOS ORGANIZACIONAIS
CRÉDITOS
60h
03
Formação da ciência da administração; Conceituação e
caracterização da ação administrativa; A administração e a
sociedade; Funções da administração e do trabalho
administrativo; A organização como sistema; Objetivos e
produtos da organização; O indivíduo na organização;
Administrador e gestor: perfil, responsabilidades e ética.
GERAL:
Possibilitar o conhecimento basilar para a formação do
gestor criando competências para a tomada de decisões
estratégicas, criar e estabelecer vantagens competitivas em
um mercado globalizado;
ESPECÍFICOS:
Pesquisar usos de técnicas administrativas voltadas para
a eficiência e eficácia organizacional;
Desenvolver a capacidade de pensamento crítico,
comportamento criativo, análise e de iniciativa, para as
tomadas de decisões;
Promover a capacidade de atuar em equipes com
visão holística, sistêmica e multidisciplinar.
BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e
prática. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
LACOMBE, Francisco José Masset.; HEILBORN, Gilberto
Luiz José. Administração: princípios e tendências. 2. ed.
São Paulo: Saraiva, 2009. 544p.
DAFT, Richard L. Administração. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2010. 513p.
COMPLEMENTAR:
ROBBINS, Stephen Paul. Administração: mudanças e
perspectivas. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 524p.
STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward.
Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. p.
VIEIRA, Marcelo Milano Falcão (Org.); OLIVEIRA, Lúcia
Maria Barbosa de (Org.). Administração contemporânea:
perspectivas estratégicas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
303p.
41
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL
60h
CRÉDITOS
3
Fundamentos filosóficos; Fundamentos éticos e morais do
comportamento humano; Ética, moral e sociedade (Ética
humanística); A compreensão do homem como ser moral;
Elementos da ética social; Ética nas organizações e códigos de
ética; Responsabilidade Social, conceitos e uso; Ética e
responsabilidade social, práticas e desafios na sociedade atual;
Conduta profissional do gestor das organizações; Desafios da ética
no novo Milênio.
GERAL:
Possibilitar o estudo das normas e valores éticos e morais
que regem o comportamento humano orientando quanto à prática
dos direitos e deveres das pessoas na vida social e nas
organizações;
ESPECÍFICOS:
Orientar as práticas profissionais individuais e disciplinares,
as relações interpessoais para a realização dos objetivos
organizacionais;
Identificar a ética empresarial no atendimento de
responsabilidades com clientes, fornecedores, concorrentes e com a
sociedade, atuando em favor do bem comum.
Conhecer e difundir as práticas de responsabilidade social
nas comunidades através das ações empresariais.
BÁSICA:
ASHLEY, Patrícia Almeida (Coord.). Ética e Responsabilidade
Social nos Negócios. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Ética e sociabilidade. 3. ed. São
Paulo: Loyola, 2003. v. 25. (Filisofia).
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 27. ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2005. 302p.
SOUZA, Herbert de; RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania. 1. ed.
São Paulo: Moderna, 2002. 72p. (Polêmica).
COMPLEMENTAR:
ALONSO, Augusto Hortal. Ética das profissões. 1. ed. São Paulo:
Loyola, 2006.
KARKOTLI, Gilson. Responsabilidade social empresarial. 157.
ed. Petrópolis: Vozes, 2006.
RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência . 14. ed. São Paulo:
Cortez, 2004. 86p. (Questões da nossa época; 16).
VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. 9. ed. São Paulo: Brasiliense,
2006. v. 177. (Coleção Primeiros Passos; 177).
42
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
GESTÃO DA QUALIDADE
60h
CRÉDITOS
03
Os referenciais básicos de gestão da Qualidade no processo;
Gerando Qualidade no processo; A visão restrita da
Qualidade; Estruturas da Qualidade nas Organizações;
Sistema da qualidade; Ferramentas para a qualidade;
Avaliação da qualidade; Implantação de sistemas da
Qualidade; Avaliação da qualidade por modelos de inspeção;
Auditoria e qualidade; Custos da qualidade.
GERAL:
Compreender o processo de busca pela melhoria
contínua da qualidade de serviços e produtos, de
forma comprometida com o nível de satisfação dos clientes,
de modo a otimizar e tornar os processos mais eficazes.
ESPECÍFICOS:
Estudar os sistemas do gerenciamento da qualidade
em empresas industriais;
Definir uma filosofia de controle de qualidade,
objetivando aplicá-la nas empresas e nos processos
produtivos.
BÁSICA:
DRUMMOND, Helga. O Movimento pela qualidade: de que
o gerenciamento de qualidade total realmente se trata.
São Paulo: Littera Mundi, 1998. 163p.
PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação estratégica da
qualidade. São Paulo: Atlas, 2009.
VIEIRA FIILHO, Geraldo. GQT- Gestão da Qualidade Total:
uma abordagem prática. São Paulo: Alinea, 2003. 134p
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
MELLO, Carlos Henrique Pereira et al. ISO 9001:2008:
sistemas de gestão da qualidade para operações de
produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2009. 239p.
OLIVEIRA, J. F. de (Coord.); SILVA, E. A. da. Gestão
Organizacional: descobrindo uma chave de sucesso para
os negócios. São Paulo: Saraiva, 2006.
43
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
GESTÃO DO CONHECIMENTO
40h
CRÉDITOS
02
A nova economia do conhecimento e o valor estratégico das
informações; Os sistemas de inteligência competitiva e a
gestão de Recursos Humanos; Inteligência competitiva e
gestão estratégica; A prática da inteligência competitiva;
Métodos e técnicas de inteligência competitiva; Plano de
implementação de inteligência competitiva; Coleta e análise
de informações.
GERAL:
Capacitar à utilização dos conhecimentos, de modo a
facilitar o acesso e manter um gerenciamento integrado sobre
as informações em seus diversos meios e suas
aplicabilidades no contexto organizacional.
ESPECÍFICOS:
Utilizar fontes de informação externas para resolução
de problemas e aplicação em serviços de informação;
Capacitar à apresentação de fontes externas de
informação para negócios, sua natureza e características,
meios de identificação, acesso e avaliação; e
Compreender o papel da gestão do conhecimento na
gestão de pessoas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
GOMES, E. BRAGA, F. Inteligência Competitiva: Como
transformar informação em um negócio lucrativo. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.
STAREC, Claudio; GOMES, Elisabeth; BEZERRA, Jorge.
Gestão estratégica da informação e inteligência
competitiva. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 351 p .
ANGELONI, Maria Terezinha (Coord.). Organizações do
conhecimento: infra-estrutura, pessoas e tecnologias. 1. ed.
São Paulo: Saraiva, 2005. 215p.
COMPLEMENTAR:
BAUMAN, Zigmunt. Globalização: as conseqüências
humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.
BRASILIANO, Antonio Celso Ribeiro. A (in)segurança nas
redes empresariais: a inteligência competitiva e a fuga
involuntária das informações. São Paulo: Sicurezza, 2002.
CARBONE, Pedro Paulo; BRANDÃO, Hugo Pena; LEITE,
João Batista Diniz; VILHENA, Rosa Maria de Paula. Gestão
por competências e gestão do conhecimento. 3. ed. Rio
de Janeiro: FGV, 2009. 176p. (FGV - Gestão de Pessoas).
MOUNTIAN, S. HAMA, T. Teoria da Abrangência: Um
conhecimento inédito de transformação e mudança nas
organizações. São Paulo: Cultrix, 2001.
44
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS
40h
CRÉDITOS
02
Dados, informação e conhecimento; Ciência e tecnologia;
Invenção e inovação; Gestão estratégica da informação;
Bases tecnológicas; Sistemas de gestão da informação;
Inovação organizacional.
GERAL:
Propor políticas de gerenciamento das inovações
tecnológicas e aplicar princípios de inovação tecnológica à
gestão.
ESPECÍFICOS:
Identificar fontes de inovação tecnológica e propor
instrumentos de gestão das inovações tecnológicas.
Monitorar os recursos tecnológicos da empresa.
Elaborar estratégias de aproveitamento da
criatividade e da inovação organizacional.
BÁSICA:
BEAL, Adriana. Gestão estratégica da informação: como
transformar a informação e a tecnologia da informação em
fatores de crescimento e de alto desempenho nas
organizações. São Paulo: Atlas, 2009.
CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações gerenciais:
tecnologia da informação e empresa do século XXI. São
Paulo: Atlas, 2008.
REIS, Dálcio Roberto dos. Gestão da inovação
tecnológica. 2. ed. Barueri: Manole, 2008. 206p.
COMPLEMENTAR:
FLEURY, Afonso; FLEURY, Maria Tereza Leme.
Aprendizagem
e
inovação
organizacional:
as
experiências de Japão, Coréia e Brasil. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 1997. 237p.
GUIMARÃES, Leonam dos Santos; MATTOS, João
Roberto Loureito de. Gestão da tecnologia e inovação:
uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2008. 278p.
45
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
JOGOS DE EMPRESA
60h
CRÉDITOS
03
Definição de jogos de empresas; A origem dos Jogos; O valor
dos jogos para educação
empresarial; A importância do Planejamento e sua aplicação
nos jogos empresariais; Vivência
e jogo: diferenças básicas e aplicações; CAV – Ciclo de
Aprendizagem Vivencial.
GERAL:
Conhecer e aplicar as principais técnicas de jogos
empresariais e dinâmicas de grupo como estratégia de
planejamento, treinamento e desenvolvimento dos Recursos
Humanos nas organizações.
ESPECÍFICOS:
Apresentar as principais aplicações dos jogos no contexto
empresarial;
Planejar o uso e aplicação de dinâmicas e jogos; e
Aplicar os conceitos do CAV por meio de atividades
práticas que envolvam os diversos conceitos organizacionais.
BÁSICA:
JALOWITZKI, Marise. Jogos e técnicas vivenciais nas
empresas: guia prático de dinâmica de grupo. 3 ed. São
Paulo: Madras, 2007.
ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas
inteligências. 14 . ed. Petrópolis : Vozes, 2007.
ANDRADE, Suely Gregori. Teoria e prática de dinâmica de
grupo: jogos e exercícios. 4.ed. São Paulo : Casa do
Psicólogo, 2005.
COMPLEMENTAR:
KANAANE, Roberto; ORTIGOSO, Sandra Aparecida
Formigari. Manual de treinamento e desenvolvimento do
potencial humano. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
JALOWITZKI, Marise. Vivências para dinâmica de grupos: a
metamorfose do ser em 360 graus. São Paulo : Madras, 2007.
10 exemplares
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Gestão organizacional:
descobrindo uma chave de sucesso para os negócios. São
Paulo: Saraiva, 2006.
46
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E
PREVIDENCIÁRIA
0
3
Contrato
de
Trabalho;
Remuneração;
Alteração,
Suspensão e interrupção do contrato de trabalho; Aviso
Prévio e Extinção do Contrato de Trabalho; Estabilidade e
Fundo de Garantia por tempo de Serviço – FGTS; Jornada
de Trabalho; Intervalos para descanso; Férias; 13º Salário;
Legislação Previdenciária.
GERAL:
Conhecer e aplicar os procedimentos técnicos
relacionados
à
legislação
trabalhista
e
previdenciária
como
uma
ferramenta
de
regulamentação das relações de trabalho.
60 h
Créditos
ESPECÍFICOS:
Conhecer os procedimentos técnicos para
admissão e rescisão do contrato de trabalho;
Assessorar dirigentes em um processo de dissídio
individual de trabalho;
Interpretar e analisar a legislação constitucional e
infraconstitucional brasileira no que se refere aos
direitos e deveres trabalhistas e previdenciários.
Relacionar as pautas de um contrato de trabalho e
do termo de rescisão;
Identificar conceitos básicos em um processo
trabalhista; e
Buscar alternativas para aliar a competitividade e
as implicações humanas, financeiras e legais sobre as
relações de trabalho.
BÁSICA:
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do
trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho:
relações individuais e coletivas do trabalho. ed. São Paulo:
Saraiva, 2009. 1415p.
GUIMARÃES, João Carlos Siqueira. Roteiro de
legislação trabalhista. 4. ed. São Paulo: LTR, 2000.
247p.
GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas trabalhistas e
previdenciárias. 9. ed. Belo Horizonte: Líder, 2009. 482p.
BAZERMAN, Max H.; NEALE, Margaret A. Negociando
racionalmente. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
COMPLEMENTAR:
DELGADO, Maurício Godinho. Curso de Direito do
Trabalho. 8ª.Ed. São Paulo: LTR, 2009.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Prática Trabalhista.
43ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MARTINELLI, Dante P.; ALMEIDA, Ana Paula de.
Negociação e solução de conflitos: do impasse ao
ganha-ganha através do melhor estilo. 1. ed.
São Paulo: Atlas, 2008.
DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do
trabalho. 8. ed. São Paulo: LTR, 2009.
47
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL
EMENTA
OBJETIVOS
MATEMÁTICA FINANCEIRA
60h
CRÉDITOS
03
Juros simples e compostos; Descontos; Equivalência de
capitais; Taxa de juros; Série uniforme de pagamentos;
Sistemas de amortização de dívidas; Noções sobre análise
de alternativas de investimentos.
GERAL:
Desenvolver habilidades na aplicação dos
conceitos da matemática financeira através dos
modelos matemáticos a fim de criar competências
para a tomada de decisões que envolvam o fluxo
financeiro.
ESPECÍFICOS:
Adquirir os conhecimentos básicos do cálculo
financeiro.
Adquirir habilidades no uso da calculadora
financeira.
Dominar o ferramental básico e necessário
para a tomada de decisões envolvendo fluxos
financeiros.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas
aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 272p.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2001. v. 1.
HAZZAN, Samuel; POMPEO, José Nicolau. Matemática
financeira. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva
e aplicada. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 410p.
SAR, Benjamin; MORGADO, Augusto C. Matemática
financeira. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 199p.
(Impetus. Questões).
COMPLEMENTAR:
IEZZI, Gelson; DEGENSZAJN, David Mauro; HAZZAM ,
Samuel. Fundamentos de matemática elementar 11:
matemática comercial, matemática financeira, estatística
descritiva. 1. ed. São Paulo: Atual, 2004. v. 11.
MATHIAS, Washington Franco. Matemática financeira. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
OLIVEIRA, Edmundo Capelas de; MAIORINO, José Emílio.
Introdução aos métodos da matemática aplicada. 2. ed.
Campinas: Unicamp, 2003. 241p.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira: uso de
calculadoras financeiras, aplicações ao mercado financeiro,
introdução à engenharia econômica, 300 exercícios resolvidos
e propostos com respostas.. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
48
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
60h
CRÉDITOS
03
Estudo do conhecimento científico e sua evolução histórica;
Noções de conceito de pesquisa; Formas de transmissão do
conhecimento adquirido; Natureza dos métodos científicos;
Roteiro metodológico da pesquisa bibliográfica; Normas de
referência; Técnicas especiais de pesquisa; Elaboração de projeto
de iniciação científica.
GERAL:
Proporcionar o conhecimento para a elaboração de trabalhos
acadêmico-científicos e de pesquisa desenvolvendo a capacidade
investigativa e produtiva do discente contribuindo para sua
formação profissional, científica e sócio-política.
ESPECÍFICOS:
Propiciar conhecimentos básicos de metodologia científica
aliando teoria e prática criando a capacidade de produção e
socialização de conhecimentos;
Desenvolver a autonomia intelectual, através do conhecimento
e uso de técnicas de pesquisa e sistematização de dados para
criação e apresentação de novas tecnologias;
Desenvolver a capacidade de leitura e interpretação visando à
confecção de estudos científicos, aliando ensino-pesquisa e
extensão.
BÁSICA:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria.
Fundamentos de metodologia cientifica. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2005. 315p
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria.
Metodologia científica: ciência e conhecimento científico,
métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis,
metodologia jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 312p.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20ª ed.
Rio de Janeiro: Cortez, 2002.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a
aprender: introdução à metodologia científica. 18. ed.
Petrópolis: Vozes, 2005. 111p.
BOAVENTURA, Edivaldo M. Metodologia da pesquisa:
monografia, dissertação, tese. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
160p.
CERVO, Al. E Cols. Metodologia Científica. 6ª ed. São Paulo:
Pearson, 2006.
GIL, Antonio Carlos. Metodologia do ensino superior. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2007.
49
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
NEGOCIAÇÕES E RELAÇÕES TRABALHISTAS
60h
CRÉDITOS
03
Evolução histórica das relações de trabalho; Relações
Trabalhistas e Sindicais; Aspectos legais e burocráticos da
Administração de Pessoal; Contratos Coletivos ou Individuais;
Conflitos Sindicais; Negociações Trabalhistas e Sindicais;
Ações Trabalhistas; Assédio.
GERAL:
Promover o acesso a conhecimentos teóricos e
operacionais que permitam o relacionamento entre o
gestor, a organização, os seus membros e os sindicatos
que os representam.
ESPECÍFICOS:
Conhecer os processos relacionados negociação das
relações trabalhistas e sua relação com a área de
Recursos Humanos.
Capacitar à negociação e condução de conflitos entre
as pessoas e as organizações.
BÁSICA:
WANDERLEY, José Augusto. Negociação total: encontrando
soluções, vencendo resistências e obtendo resultados. 13. ed.
São Paulo: Gente, 1998. p
SPARKS, Donald B. A dinâmica da negociação efetiva:
como ser bem-sucedido através de uma abordagem
ganha/ganha. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1992. 196 p .
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do
trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho: relações
individuais e coletivas do trabalho. ed. São Paulo: Saraiva,
2009. 1415p.
COMPLEMENTAR:
GUIMARÃES, João Carlos Siqueira. Roteiro de legislação
trabalhista. 4. ed. São Paulo: LTR, 2000. 247p.
GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas trabalhistas e
previdenciárias. 9. ed. Belo Horizonte: Líder, 2009. 482p.
DELGADO, Maurício Godinho. Curso de Direito do Trabalho.
8ª.Ed. São Paulo: LTR, 2009.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Prática Trabalhista. 43ª
Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BRITO FILHO, José Claudio Monteiro. Direito sindical:
análise do modelo brasileiro de relações coletivas de trabalho
à luz do direito comparado e da doutrina da OIT. 3. ed. São
Paulo: LTR, 2009. 381p.
50
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
PLANEJAMENTO DE CARREIRA
60h
CRÉDITOS
03
Principais Subsistemas de Recursos Humanos: Provisão,
aplicação, manutenção; Definição, tipos e métodos de
Descrição e Análise de Cargos; Funcionamento do
subsistema de provisão; Ambientes organizacional:
condições econômicas, tecnológicas, políticas, legais,
demográficas, ecológicas e culturais e sua contribuição para
o encarreiramento profissional; Principais Subsistemas de
Recursos Humanos: desenvolvimento e controle; Introdução
a TD&E como desenvolvimento profissional.
GERAL:
Capacitar à orientação dos membros da organização
na identificação de habilidades e competências que
permitam a inserção nas políticas de desenvolvimento de
carreira adotadas.
ESPECÍFICOS:
Compreender a finalidade e o funcionamento do
subsistema de provisão;
Identificar os principais requisitos para a Descrição,
Análise de cargos e movimentação de Pessoas;
Elaborar e implementar políticas de encarreiramento.
BÁSICA:
BUENO, Hamilton. Manual do selecionador de pessoal :
do planejamento à ação. 3. ed. São Paulo: LTR, 1999.
DUTRA, Joel Souza. Administração de Carreiras: Uma
Proposta para Repensar a Gestão de Pessoas. São Paulo:
Atlas, 2009.
PONTES, Benedito Rodrigues. Administração de cargos e
salários: carreiras e remuneração. 13. ed. São Paulo: LTR,
2008. 405p.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos na empresa:
treinamento e desenvolvimento de pessoal, desenvolvimento
organizacional auditoria de recursos humanos, banco de
dados e sistemas de informações. 1. ed. São Paulo: Atlas,
1991.
CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e desenvolvimento
de recursos humanos: como incrementar talentos na
empresa. 7. ed. Barueri: Manole, 2009. 210p.
RESENDE, Enio. Cargos, salários e carreira: novos
paradigmas conceituais e práticos. São Paulo: Summus,
1991. 112p.
51
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS DE RH
60h
CRÉDITOS
03
Desenvolvimento Histórico da Gestão de Pessoas; Localização
na Estrutura Organizacional; Políticas e Planejamento de
Gestão de Pessoas; Fatores que podem interferir no
Planejamento Estratégico de Gestão de Pessoas; Subsistemas
de RH; Processo de Agregar, Aplicar, Recompensar,
Desenvolver, Manter e Monitorar Pessoas; Gestão da Mudança;
Desenvolvimento de Equipes; Coaching.
GERAL:
Desenvolver a habilidade de planejar e promover
estratégias de gestão de pessoas visando à criação de
práticas organizacionais efetivas e inovadoras.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS:
Compreender os elementos do planejamento e gestão
estratégica de RH;
Compreender os princípios de planejamento estratégico
para uso e desenvolvimento de ferramentas de direção e
liderança organizacional.
BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel
dos recursos humanos nas organizações. 2. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2005. 529p.
MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do
talento humano. 9. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004.
240p.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2005.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
LACOMBE, Francisco; HEILBORN, Gilberto. Administração:
princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2009.
TONET, Helena; REIS, Ana Maria Viegas; BECKER JUNIOR,
Luiz Carlos; COSTA, Maria Eugênia Belczak. Desenvolvimento
de equipes. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 164p. (FGV Gestão de Pessoas).
MILKOVICH, George T.; BOUDREAU, John W. Administração
de recursos humanos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 534p.
52
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
PROJETO INTEGRADOR DE RH
60h
CRÉDITOS
03
Projetos: Conceituação, elaboração e formulação; Projeto
integrador:
Conceituação,
elaboração
e
formulação;
praticidades e investigações; Sistematização de investigação;
Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade; Meios de
integração disciplinar e sua importância na formação e
qualificação do profissional de RH; Projetos de integração de
RH; Elaboração de Pré-projetos; Métodos de elaboração de
projetos; Elaboração de projetos e práticas de integração;
Sistematização das disciplinas e suas inter-relações.
GERAL:
Desenvolver projetos relacionados à consultoria interna
e externa de RH, integrando os diferentes conteúdos
pertinentes ao gestor de Recursos Humanos.
ESPECÍFICOS:
Desenvolver pré-projetos e projetos de integração com
base nos métodos de pesquisa e normas técnicas;
Desenvolver
ações
de
interdisciplinaridade
e
transdisciplinaridade.
BÁSICA:
BLOCK, Peter. Consultoria: o desafio da liberdade. 2. ed.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2004.
CLEMENTE, A. Projetos Empresariais e Públicos. São
Paulo: Atlas, 2008.
DINSMORE, Paul Campbell. Como se tornar um profissional
em gerenciamento de projetos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2005. 342p.
MAXIMIANO, Antônio Cesar. Administração de Projetos.
São Paulo: Atlas, 2007.
WOILER, S. Projetos: Planejamento, Elaboração e Análise.
São Paulo: Atlas, 2008.
COMPLEMENTAR:
VIANA, Ricardo Vargas. Gerenciamento de projetos:
estabelecendo diferenciais competitivos. 6. ed. Rio de Janeiro:
Brasport, 2005. 250p.
MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como
transformar idéias em resultados. São Paulo: Atlas, 2008.
MILKOVICH,
George
T.;
BOUDREAU,
John
W.
Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo:
Atlas, 2006. 534p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia
empresarial & vantagem competitiva: como estabelecer,
implementar e avaliar. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
53
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
60h
CRÉDITOS
03
Processos básicos do comportamento humano
(percepção, motivação, frustração e conflito, memória,
emoção), compreensão de si próprio, condutas
intrapessoais e interpessoais, instrumentalizando-o
para o exercício profissional mais eficiente.
GERAL:
Promover conhecimento do comportamento
humano no contexto organizacional, considerando
as variáveis psicológicas que o influenciam e as
relações interpessoais.
ESPECÍFICOS:
Estimular a utilização dos recursos da psicologia
para melhor compreensão do comportamento
humano;
Conhecer e compreender os processos
motivacionais do comportamento humano no
gerenciamento de pessoas;
Conhecer e aplicar conhecimentos da psicologia
organizacional para melhor compreensão do
desenvolvimento de pessoas e dos grupos de
trabalho;
BÁSICA:
BERGAMINI, Cecícilia Whitaker. Psicologia aplicada à
administração de empresas: psicologia do
comportamento organizacional. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2005. 197p.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social para
principiantes: estudo da interação humana. 11. ed.
Petrópolis: Vozes, 2007. 249p.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. 3.
ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 640p.
COMPLEMENTAR:
FIGUEIREDO, L. C. Psicologia: uma introdução. São
Paulo: EDUC, 2004.
FIORELLI,
José
Osmir.
Psicologia
para
administradores: integrando teoria e prática. 4. ed.
São Paulo: Atlas, 2004. 325p.
HERSEY, Paul; BLANCHARD, Kenneth H. Psicologia
para administradores: a teoria e as técnicas da
liderança situacional. São Paulo: EPU, 1986.
MINUCUCCI, Agostinho. Psicologia Aplicada à
Administração. São Paulo: Atlas: 2002.
54
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ROTINAS DE PESSOAL
60h
CRÉDITOS
03
Operacionalização de rotinas administrativas; Aspectos
legais e burocráticos da administração de pessoal;
Documentação básica para admissão e rescisão; Tipos de
demissões; Noções de arquivo conforme legislação vigente;
Contrato de trabalho; Retenção de INSS sobre serviços
prestados; Contribuições ao INSS da empresa, do
funcionário e autônomo; FGTS.
GERAL:
Conhecer e aplicar os procedimentos relacionados à
rotina de pessoal e sua relação com a gestão de
recursos humanos.
ESPECÍFICOS:
Desenvolver e capacitar o aluno na análise dos
processos de Rotinas de Pessoal.
Desenvolver o aprendizado das rotinas trabalhistas,
previdenciárias e tributárias.
BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo
papel dos recursos humanos nas organizações. 3. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do
trabalho. 8. ed. São Paulo: LTR, 2009. 1344p.
GOMES, Elizeu. Rotinas trabalhistas e previdenciárias. 8
ed. São Paulo: Líder, 2009.
SANTORO, José Jayme de Souza. Manual de direito
previdenciário. 3. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2004.
158p.
COMPLEMENTAR:
BOHLANDER, George; SNELL, Scott A.; SHERMAN, Arthur.
Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005. 547 p .
MILKOVICH,
George
T.;
BOUDREAU,
John W.
Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo:
Atlas, 2006. 534p.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 43.
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
55
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
SEGURANÇA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL
40h
CRÉDITOS
02
Higiene do trabalho; Saúde Ocupacional; Segurança do
Trabalho; Avaliação do Programa de Higiene e Segurança do
trabalho; Modelos de Qualidade de Vida no Trabalho;
Programas de bem-estar dos funcionários; A percepção do
ambiente de trabalho; PPP, LTCAT, PCMSO, PPRA e CIPA.
GERAL:
Formular estratégias e programas relacionados
à saúde ocupacional e segurança do trabalho,
prevenindo e controlando acidentes, buscando a
elevação dos níveis de Qualidade de Vida no
Trabalho.
ESPECÍFICOS:
Conhecer a importância da Higiene e Segurança do
Trabalho para as práticas de Recursos Humanos e sua
influência na gestão organizacional;
Entender e avaliar a importância das políticas de RH
com relação à Engenharia de Segurança e Saúde
Ocupacional;
Definir e conhecer os tipos de acidente de trabalho e
quais as doenças profissionais mais comuns no Brasil.
BÁSICA:
Segurança e medicina do trabalho. 5. ed. São Paulo:
Saraiva, 2010. 984p.
COSTA, Marco Antonio F. da; COSTA, Maria de Fátima
Barrozo da. Segurança e saúde no trabalho: cidadania,
competitividade e produtividade. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2005. 195p.
JAIME, Lucíola Rodrigues. Segurança e saúde no trabalho:
caminhos para a solução. São Paulo: L. R. Jaime, 1993. 87p.
SAMPAIO, Jáder dos Reis (Org.) (Org.). Qualidade de vida
no trabalho e psicologia social. 2. ed. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2004. 398p
COMPLEMENTAR:
PEREIRA, Alexandre Demetrius. Tratado de segurança e
saúde ocupacional: aspectos técnicos e jurídicos: NR-1 a
NR-6. São Paulo: LTR, 2005. v. 1.
BOHLANDER, George; SNELL, Scott A.; SHERMAN, Arthur.
Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005. 547 p .
MILKOVICH,
George
T.;
BOUDREAU,
John
W.
Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo:
Atlas, 2006. 534p.
56
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
SISTEMAS DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO
80h
CRÉDITOS
04
Processo de recrutamento e seleção de pessoal nas
organizações; Ferramentas do processo de recrutamento e
seleção de pessoal; Questões éticas envolvidas no processo;
Requisição de pessoal; Perfil do colaborador x vaga;
Recrutamento interno e externo; Triagem de currículos;
Seleção por competências.
GERAL:
Aplicar as técnicas relacionadas aos processos
de recrutamento e seleção de pessoal nas
organizações.
ESPECÍFICOS:
Conhecer os diferentes processos relacionados ao
recrutamento de pessoal;
Demonstrar a importância dos processos de
recrutamento e seleção de pessoal para os resultados
organizacionais.
BÁSICA:
PONTES, Benedito Rodrigues. Planejamento, recrutamento
e seleção de pessoal. 4. ed. São Paulo: LTR, 2004. 190p.
PONTES,
Benedito
Rodrigues;
SERRANO,
Claudia
Aparecida. A Arte de selecionar talentos: planejamento,
recrutamento e seleção por competência. São Paulo: DVS
Editora, 2005. 110p.
HACKETT, Penny. Como fazer entrevistas de seleção. São
Paulo: Nobel, 2000. 61p.
RABAGLIO, Maria Odete. Seleção por competências. 5. ed.
São Paulo: Educator, 2001. 125p.
COMPLEMENTAR:
CARVALHO, Antônio Vieira. Administração de Recursos
Humanos. São Paulo: Pioneira, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel
dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2005.
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e
seleção de pessoal. 5ª Edição. São Paulo: Atlas, 2004.
57
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
SISTEMAS DE REMUNERAÇÃO E BENEFÍCIO
80h
CRÉDITOS
04
Recompensas
organizacionais;
Remuneração
e
Administração de Salários; Subsistema tradicional de
remuneração; Salário, cargos, função e tarefas. Descrição,
análise e avaliação de cargos; Pesquisa e Política Salarial;
Remuneração estratégica; Remuneração por habilidades;
Participação acionária; Distribuição de ganhos; Distribuição
de lucros; Remuneração por resultados; Programas de
incentivos; Benefícios Sociais; Tipos de benefícios sociais;
Custos dos Benefícios.
GERAL:
Capacitar à elaboração e implantação de
programas de remuneração e benefício nas
organizações.
ESPECÍFICOS:
Conhecer os fundamentos e práticas acerca dos
sistemas de remuneração e benefícios.
Compreender as tendências da Gestão da
Remuneração;
Conhecer
técnicas
para
elaboração,
desenvolvimento e implantação dos programas e
sistemas de remuneração e benefício.
BÁSICA:
PONTES, Benedito Rodrigues. Administração de cargos
e salários: carreiras e remuneração. 13. ed. São Paulo:
LTR, 2008. 405p.
RESENDE, Enio. Cargos, salários e carreira: novos
paradigmas conceituais e práticos. São Paulo: Summus,
1991. 112p.
SILVA, Mateus de Oliveira. Sistemas modernos de
remuneração. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 201p.
COMPLEMENTAR:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo
papel dos recursos humanos nas organizações. 3 ed. Rio
de Janeiro: Campus, 2008.
OLIVEIRA, Aristeu. Manual de salários e benefícios. São
Paulo: Atlas, 2006. 169p.
58
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
SISTEMAS T&D
80h
CRÉDITOS
04
Definição de treinamento e desenvolvimento de competências;
Tecnologias de treinamento e desenvolvimento de recursos
humanos; Identificação da necessidade de treinamento;
Pesquisas sobre variáveis típicas de treinamento e
desenvolvimento: avaliação de necessidades; tipos e
características dos treinandos; contextos organizacionais;
processos instrucionais; Métodos de treinamento; Aquisição e
transferência de conhecimento, habilidades e atitudes; Impactos
do treinamento no trabalho, na carreira e na organização;
Avaliação de programas de treinamento e desenvolvimento;
Interação entre essas variáveis; Treinamento e desenvolvimento
como variável para melhores desempenhos das empresas.
GERAL:
Capacitar ao planejamento e avaliação de
programas de treinamento e desenvolvimento de
pessoas nas organizações.
ESPECÍFICOS:
Conhecer os processos de desenvolvimento de recursos
humanos na organização;
Identificar e conhecer a função do treinamento e
desenvolvimento dentro de uma empresa;
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e desenvolvimento de
recursos humanos: como incrementar talentos na empresa. 7.
ed. Barueri: Manole, 2009. 210p.
KANAANE, Roberto; ORTIGOSO, Sandra Aparecida Formigari.
Manual de treinamento e desenvolvimento do potencial
humano. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 181p.
Manual de treinamento e desenvolvimento: ABTD - Associação
Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. 3. ed. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2006. 667p.
COMPLEMENTAR:
Gestão de RH por competências e a empregabiblidade. 2.
ed. Campinas: Papirus, 2005. 224p.
MUSSAK, Eugenio. Metacompetência: uma nova visão do
trabalho e da realização pessoal. 5. ed. São Paulo: Gente, 2003.
206p.
QUINN, Robert E. et al. Competências gerenciais: princípios e
aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 416p.
RABAGLIO, Maria Odete. Ferramentas de avaliação de
performance com foco em competências. 2. ed. Rio de
Janeiro: Qualitymark, 2008.
59
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES
60h
CRÉDITOS
03
Conhecimento dos fundamentos da Sociologia Geral;
Conhecimento das bases sociológicas aplicáveis à gestão;
Analise das Organizações e os Processos Sociais; Abordagem
Crítica às Organizações e possíveis transformações sociais;
Perspectivas e Tendências das Organizações; Análise da
sociedade contemporânea e identificação do papel do Gestor
nos processos mais amplos de Organização e decisão sociais.
GERAL:
Compreender os processos sociais presentes
nas Organizações através do estudo e discussão das
principais correntes sociológicas, estabelecendo
correlações entre o pensamento crítico e visão global
enquanto gestor.
ESPECÍFICOS:
Compreender as origens, a formação e o
desenvolvimento da sociologia, bem como a natureza e
a estrutura da sociedade capitalista;
Identificar papéis construídos entre: indivíduo e a
organização;
Identificação de estruturas sociais e suas formas
de organização;
Compreender os diferentes processos sociais e
as relações no mundo do trabalho;
Analisar as diferentes formas de exercício do
poder e os mecanismos de sua sustentação na prática
organizacional;
Analisar formas de Organizações frente aos
novos modelos de gestão.
BÁSICA:
BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Sociologia
aplicada à administração. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia aplicada à
administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia da administração. 1. ed.
São Paulo: Atlas, 1997.
COMPLEMENTAR:
MARCELLINO, Nelson Carvalho (Org.). Introdução às
ciências sociais. 16. ed. Campinas: Papirus, 2008.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria das organizações:
evolução e crítica. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2003.
ROBERTS, John. Teoria das organizações: redesenho
organizacional para o crescimento e desempenhos máximos.
1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
60
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS (OPTATIVA)
CRÉDITOS
40h
2
Contexto histórico da Língua de Sinais no Brasil; Aspectos legais
que reconhecem a LIBRAS como língua; Conceituação e
estruturação da língua de sinais – LIBRAS; A importância da
LIBRAS para o surdo; Sistema de classificação da LIBRAS e
classificadores; Principais parâmetros da LIBRAS: alfabeto manual,
pronomes, substantivos, verbos e construção frasal; numerais
ordinais e cardinais; quantidade; sistema monetário; calendário
(noção de tempo); formas geométricas e orientação espacial no
emprego da LIBRAS; O processo de formação de palavras na
LIBRAS.
GERAL:
Oportunizar,
na
formação
acadêmica,
a
compreensão e fundamentação no que se refere ao uso da
Língua de Sinais – LIBRAS como meio de comunicação
para as pessoas surdas, refletindo acerca da importância
da aquisição de sinais em LIBRAS.
ESPECÍFICOS:
Proporcionar vivências de diversas dinâmicas que
estimulem uma visão crítico-reflexiva sobre a utilização da
Língua de Sinais;
Fomentar reflexões sobre as concepções historicas
construídas a respeito das pessoas surdas e o contexto
histórico da Língua de Sinais – LIBRAS;
Compreender a estrutura pragmática, gramatical e
semântica da LIBRAS;
Conhecer o sistema de classificação e os diversos
tipos de classificadores que contribuem para a marcação
espacial da LIBRAS;
BÁSICA:
FELIPE, T. A. Introdução à gramática da LIBRAS. Rio de
Janeiro: 1997.
FERREIRA BRITO & LANGEVIN, R. Negação em uma língua de
sinais brasileira. Revista Delta, vol.10. n.2. São Paulo: PUC,
1994.
FERREIRA BRITO, Lucinda. Por uma gramática da língua de
sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição
numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexos, 1997.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua
de sinais brasileira: estudos lingüísticos. São Paulo: Artemed,
2004.
SANTOS, Jurema. Língua brasileira de sinais. Rio de Janeiro:
INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos, 2001.
61
UNIDADE
CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
CRÉDITOS
40h
4
Sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso de
formação superior; Fomentar a abordagem científica de temas
relacionados à prática profissional, inserida na dinâmica da
realidade local e regional; Desenvolver habilidades de elaborar
projetos, proceder consulta bibliográfica, confrontar fontes e
dados, produzir texto acadêmico, dentre outras; Articular os
conteúdos das disciplinas ao contexto social.
GERAL:
Aplicar estruturas acadêmicas de forma a
sistematizar conhecimentos construídos de forma
dialógica.
ESPECÍFICOS:
Observar os tipos e técnicas de construção
cientifica;
Utilizar as normas de redação científica;
Construir projetos de pesquisa;
Elaborar trabalhos científicos, a partir de
pesquisa.
BÁSICA:
BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: monografia,
dissertação e tese. São Paulo: Atlas, 2004.
LAKATOS E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de
metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São
Paulo: Cortez, 2003.
COMPLEMENTAR:
BASTOS, C.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução
à metodologia científica. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.
CERVO, A.L., BERVIAN, P.A. Metodologia científica. 5 ed.
Person, 2006.
DANTON, G. Manual de redação científica. Virtual Books
Online M&M Editores, 2000. www.virtualbooks.com.br
DANTON, G. Metodologia científica. Virtual Books Online
M&M Editores, 2002. www.virtualbooks.com.br
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. São
Paulo: Atlas,1998.
KÖCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica.
Petrópolis: Vozes, 2002
LUNA, S. V. Planejamento de pesquisa. São Paulo: Educar,
2000.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica.
São Paulo: Atlas, 2004.
MEDEIROS, J. B. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2008.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São
Paulo: Cortez, 2007.
TEIXEIRA, E. As três metodologias. São Paulo: Vozes, 2007.
62
UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
EMENTA
OBJETIVOS
BIBLIOGRAFIA
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
100h
CRÉDITOS
05
Construção de componentes curriculares de caráter
acadêmico, científico e cultural; Promover o desenvolvimento
intelectual do aluno, através da aquisição de conhecimento, e
de competências e habilidades; Estimular a participação dos
alunos em eventos de natureza acadêmica, científica,
profissional e cultural, devidamente comprovados com
certificados.
GERAL:
Estimular a participação em espaços de
diálogos que possam aprimorar ou complementar a
formação profissional.
ESPECÍFICOS:
Observar os tipos de eventos dialogais;
Favorecer visões interdisciplinares;
Proporcionar construções intertextuais;
Construir atitudes socializantes.
Devido à natureza da disciplina não há bibliografia para a
mesma.
63
9 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO – FORMAS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA
APRENDIZAGEM
O processo de avaliação das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA segue as seguintes
normas internas:
A avaliação do desempenho acadêmico dos alunos regularmente matriculados nas
FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA abrange, obrigatoriamente, os aspectos de
frequência (75%, no mínimo) e aproveitamento.
Cabe ao docente a responsabilidade pelo controle de frequência, devendo a Diretoria
Pedagógica e os Coordenadores de cursos controlar o cumprimento desta obrigação,
intervindo em caso de omissão;
A atribuição de notas para os alunos será procedida por disciplinas, organizadas na
modalidade seriada semestral, compondo-se de uma avaliação institucional geral e da
avaliação de desempenho do aluno em sala de aula, por meio de instrumentos elaborados e
sob a responsabilidade dos docentes, sendo obrigatória a obtenção de duas notas do
professor (N1 e N2), devendo pelo menos uma delas originar-se de instrumento individual e
escrito;
Será atribuída nota zero ao aluno que usar de meios ilícitos ou não autorizados pelo
professor ou por autoridade competente, quando da elaboração dos trabalhos, das
verificações parciais, dos exames ou de qualquer outra atividade que resulte na avaliação
do conhecimento, sem prejuízo da aplicação de sanções cabíveis por este ato de
improbidade;
A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas, em regime presencial, é obrigatória,
sendo vedado o abono de faltas, salvo em casos previstos na legislação pertinente.
Obedecidas as eventuais disposições exaradas pelo Colegiado Superior e pela Comissão
Própria de Avaliação (CPA), respeitado o ciclo semestral, a média simples aritmética das
notas de avaliação situa o aluno em uma das seguintes condições:
I - Média abaixo de três (03): reprovação;
II - Média igual ou superior a três (03) e inferior a sete (07): submissão a exame
final;
III - Média maior ou igual a sete (07): aprovação direta sem exame final.
Poderá o Colegiado Superior modificar, a qualquer tempo e independentemente de
formalidades legais relativas às alterações regimentais, os critérios de atribuição de notas,
assim como os limites e patamares de notas para aprovação dos alunos;
Será considerado(a) aprovado(a) o(a) aluno(a) que, submetido(a) a exame, obtiver média
aritmética simples igual ou superior a cinco (05), entre a média semestral aritmética de que
trata o artigo anterior e a nota auferida no exame, desde que possua, no mínimo, 75% de
frequência;
64
O(A) aluno(a) que não obtiver o aproveitamento mínimo exigido para aprovação nos
componentes curriculares em que estiver matriculado(a) deverá cursá-los novamente, nos
termos da regulamentação interna própria;
A avaliação da aprendizagem, com consequente atribuição de notas ao(à) aluno(a), baseiase em avaliações procedidas pelos professores e em uma Prova Institucional, de
conformidade com os critérios a seguir discriminados:
a) Índice de Desempenho do Acadêmico (IDA) – É a média atribuída pelo
professor no decorrer do semestre letivo ao(à) aluno(a), levando em conta, além do
desempenho, a frequência do(a) discente, sendo que uma das avaliações deve ser
obrigatoriamente individual e escrita.
N1 + N2
Avaliação do Professor
2
N1 – 1ª Avaliação Bimestral
N2 – 2ª Avaliação Bimestral
b) Avaliação Multidisciplinar Institucional (AMD) – 0 a 10,0 pontos
Instrumento de avaliação composto por 5 (cinco) questões de múltipla escolha de
todas as disciplinas em que o(a) aluno(a) estiver matriculado(a), que objetiva avaliar
o desempenho global da aprendizagem do(a) aluno(a) no semestre.
c) Desempenho Acadêmico na Disciplina (DAD) – 0 a 10,0 pontos
Nota do(a) aluno(a) em cada uma das disciplinas cursadas (compreenda-se por
DAD a nota individual por disciplina cursada, sendo que o(a) aluno(a) é avaliado(a)
em todas as disciplinas cursadas no semestre, conjuntamente, na AMD).
O cálculo da média do(a) aluno(a) em cada uma das disciplinas que compõem
seu curso, observados os critérios estabelecidos no artigo anterior, processa-se de
conformidade com a fórmula abaixo:
NG = (N1 + N2 )x 0,6 +
2
se AMD > DAD = AMD x 0,4
se AMD < DAD = DAD x 0,4
A nota a ser considerada para atribuição ao(à) aluno(a), por disciplina, em
relação ao Instrumento de Avaliação Institucional, é a maior auferida, comparando-se
a AMD e a DAD.
O(A) aluno(a) tem direito a requerer 2ª chamada de todas as avaliações que compõem a
sua média semestral por disciplinas mediante apresentação, no prazo de 72 (setenta e
duas) horas após a realização da respectiva avaliação, de solicitação fundamentada e
documentada (instrumento oficial que comprove impossibilidade de saúde que justifique a
ausência do(a) aluno(a) interessado) a ser protocolada oficialmente na Instituição.
 Compete ao Coordenador de cada curso analisar e, se julgar cabível à luz da
legislação e das normas internas em vigor, deferir a solicitação de 2ª chamada;
65
 Da decisão do Coordenador cabe recurso endereçado à Diretoria Pedagógica no
prazo de 02 (dois) dias contados da ciência da decisão por parte do(a) aluno(a).
 Caso o requerimento de 2ª chamada do(a) aluno(a) seja deferido, será aplicada a
competente avaliação no prazo de 15 (quinze) dias contados da ciência do(a)
aluno(a).
66
10 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
10.1 METODOLOGIA, DIMENSÕES DA COMUNIDADE ACADÊMICA A SEREM UTILIZADOS NO
PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO
O compromisso com a qualidade dos serviços prestados pelas FACULDADES
INTEGRADAS IPIRANGA impõe o desafio da busca de uma política permanente de autoavaliação, como forma de institucionalizar um processo de avaliação dos principais indicadores de
desempenho que retratem as condições institucionais, a cada tempo.
A auto-avaliação é uma das etapas obrigatórias da Avaliação Institucional, a qual faz parte
do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei nº. 10.861,
de 14/04/2004, e regulamentado pela Portaria nº. 2.051, de 09/07/2004.
Por meio da auto-avaliação, a Instituição reconhece tanto as suas práticas exitosas quanto
as que necessitam de melhorias. É dado espaço à crítica e ao contraditório, subsidiando elementos
para a tomada de decisão. A partir do perfil traçado, torna-se possível o estabelecimento de ações
proativas que viabilizem a construção de um processo contínuo de aperfeiçoamento do
desempenho acadêmico, do planejamento da gestão institucional e de prestação de contas à
comunidade acadêmica (discentes, docentes, técnicos), além de incentivar a formação de uma
cultura avaliativa.
Nesse contexto, espera-se potencializar e desenvolver a Instituição, garantindo a qualidade
na formação dos futuros profissionais em favor da Região Amazônica. O objetivo principal da
avaliação é a construção de elementos para revitalizar o processo de qualificação da atuação
institucional, elevando o nível de sua produção e de seus serviços.
São estas as grandes dimensões da avaliação que se pretende empreender nas
FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, em conformidade com a Lei nº. 10.861/04, art.3º:
oferta da a missão e o plano de desenvolvimento institucional;
a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas
de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as
bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua
contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa
do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural;
a comunicação com a sociedade;
as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu
aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho;
organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade
dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a
participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios;
67
infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de
informação e comunicação;
planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional;
políticas de atendimento aos estudantes;
sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos
compromissos na educação superior.
A adequada implantação de uma política permanente de avaliação nas FACULDADES
INTEGRADAS IPIRANGA pressupõe uma metodologia apropriada e a definição de um conjunto de
indicadores avaliativos.
O universo da avaliação é compreendido pela comunidade acadêmica (alunos, professores
e corpo técnico/administrativo), no que se refere a sua participação em etapas específicas do
processo. São aplicados questionários, via internet, aos sujeitos da avaliação para, em seguida,
retornar os resultados em seminários.
As etapas constituintes da auto-avaliação são assim descritas:
1ª. Etapa: elaboração da proposta avaliativa. Este é o momento no qual se definem as
áreas, unidades e processos que serão contemplados na aplicação da auto-avaliação. Além disso,
são identificados os sujeitos que deverão participar do processo avaliativo. Nesta etapa também
são elaborados os indicadores de desempenho que deverão constar na avaliação.
2ª. Etapa: sensibilização. Este é um momento fundamental por sensibilizar a comunidade
acadêmica sobre a importância do processo avaliativo. Tem como objetivo facilitar o entendimento
do processo e otimizar a auto-avaliação. Esta etapa visa garantir uma maior participação de todos
no processo.
3ª. Etapa: execução da proposta. Consiste em coletar as informações e assegurar que os
elementos obtidos reflitam a realidade da Instituição. As informações produzidas e analisadas serão
integradas, na etapa seguinte, para que então se elabore um diagnóstico mais completo de cada
área e da Instituição como um todo.
4ª. Etapa: consolidação dos resultados. Nesta etapa são elaborados os relatórios,
identificando os pontos fortes e fracos da Instituição. Desta forma, faz-se um balanço crítico da
Instituição. Há um compromisso com a publicação dos resultados.
5ª. Etapa: definição dos projetos de melhoria. A partir dos resultados, há o
estabelecimento de projetos de melhoria, aprovados pela Direção, juntamente com o cronograma
de ações visando estas melhorias.
6ª. Etapa: devolutiva. A partir da 5ª etapa realizam-se seminários para apresentação dos
resultados à comunidade acadêmica e das propostas de ações visando a melhorias.
Cabe ressaltar que algumas destas etapas podem ser desenvolvidas simultaneamente;
outras, em momentos distintos, em prazos estabelecidos pela Comissão Permanente de Avaliação
(CPA), dependendo do grau de sensibilização e de amadurecimento da comunidade envolvida.
Para cada uma dessas etapas serão definidas:
68
unidades responsáveis;
periodicidade;
concepção ou princípios norteadores;
procedimentos para levantamento de informações;
instrumentos de coleta de dados;
procedimentos para análise das informações;
Como indicadores de desempenho contemplados no instrumento de verificação têm-se:
contexto institucional;
organização didático-pedagógica;
corpo docente;
corpo técnico-administrativo;
instalações;
direção.
10.2
FORMAS
DE
PARTICIPAÇÃO
DA
COMUNIDADE
ACADÊMICA,
TÉCNICA
E
ADMINISTRATIVA, INCLUINDO A ATUAÇÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA,
EM CONFORMIDADE COM O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
– SINAES
Pessoal Docente
•
Analisar os dados sobre o pessoal docente, de acordo com o Projeto Acadêmico da
Unidade/Universidade.
•
Subsidiar as instâncias de decisão sobre a matriz de alocação de vagas docentes.
Pessoal Técnico-Administrativo
•
Analisar os dados sobre o pessoal técnico-administrativo, capacitado para
desenvolver as atividades de apoio técnico e administrativo, de acordo com o Projeto Acadêmico da
Unidade/Universidade.
•
Subsidiar as instâncias de decisão com elementos para auxiliar na elaboração da
matriz de alocação de vagas de técnico-administrativos.
Estudantes
•
Avaliar as condições para o atendimento do alunado e as perspectivas de expansão,
mantidos os pressupostos de qualidade.
•
Conhecer a opinião e sugestões dos alunos sobre o curso, a Unidade e a
Universidade, utilizando, dentre outras fontes, as publicações sobre os perfis e representações dos
estudantes do ensino médio e técnico, da graduação e da pós-graduação.
69
10.3 FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES
Os resultados da avaliação pretendem reformular as políticas gerais da Instituição e
implementar as medidas apontadas pelo processo avaliativo mediante o compromisso da
administração com o Programa. Dentre estas, podem ser consideradas:
ampliação dos investimentos na Biblioteca, tanto no que se refere ao acervo como à
informatização;
consolidação de Núcleos de Pesquisa que dão suporte aos cursos de graduação;
ampliação de convênios e parcerias interinstitucionais;
reformulação da política de contratação docente com a conseqüente ampliação do quadro
de mestres e doutores;
intensificação das atividades de Extensão;
melhoria do ensino, traduzida principalmente pela criação de uma ambiência mais adequada
à aprendizagem e a conseqüente diminuição do índice de evasão de alunos dos cursos;
implementação de uma política de capacitação de recursos humanos, visando à melhoria no
atendimento;
plano de qualificação docente;
plano de investimento em melhorias de infraestrutura.
70
Nº
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
PROFESSORES
(Nome completo)
ALINE BECKMANN DE CASTRO MENEZES
ANA LÚCIA DE LIMA ALVES
ANTONIO BRUNO OLIVEIRA DE MIRANDA
DANIEL DOS SANTOS FERNANDES
EDUARDO OTAVIO F. VASCONCELOS
ELENA ALMEIDA CARVALHO
ÉLLEN DE CÁSSIA LOPES PINHEIRO
JAIRO JAQUES DOS PASSOS
JOÃO AUGUSTO FARIAS DOS SANTOS
JOÃO RENATO PAES LOPES
LUCIANA DOS SANTOS OLIVEIRA
LUCIO RICARDO DUARTE
MARIA BEATRIZ MANDELERT PADOVANI
MARIA CASSILDA FERREIRA MÁRTYRES
MARIA CRISTINA WATRIN MARTIN CELSO
MARILDA MUNIZ RODRIGUES
MARILEIA DA SILVEIRA NOBRE
MARILENE DOS SANTOS MARQUES
MILENE COUTINHO L DA COSTA
NAIR BRITO GONZALEZ SEMBER
RACHEL DE OLIVEIRA ABREU
RAIMUNDO NONATO DA SILVA TAVARES
RAUL PAULO SARMENTO
RENATA QUEMEL PIRES
ROSANA MARIA VIEIRA CAYRES
SILVIA NAZARÉ DIAS CHAGAS
SUSY KELLEN MIRANDA BRITO
Participação no
NDE
Anexo 01- Docentes do Curso Superior de Tecnologia em Recursos Humanos
Membro
Membro
Membro
Membro
Membro
Presidente
71
Anexo 02 - Certificação de Competência
RESOLUÇÃO Nº 4 DE 05 DE MARÇO DE 2010
Ementa: Dispõe sobre a regulamentação para o
Aproveitamento
desempenho
de
Estudos
excepcional
e
nas
de
hipóteses
de
Certificação
de
Competências nas Faculdades Integradas Ipiranga.
A DIRETORA PEDAGÓGICA DAS FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA,
no uso de suas atribuições conferidas pelo Regimento Geral, e em cumprimento à decisão do
Colegiado Superior da Instituição,
RESOLVE:
Art. 1º - O aproveitamento de estudos decorrente de excepcional desempenho do aluno,
bem como da certificação de competências, assim compreendidos os permissivos legais
constantes, respectivamente, do § 2º do artigo 47 da Lei nº. 9.394/1996 e do artigo 9º da Resolução
CNE/CP nº. 03, de 18 de dezembro de 2002, serão promovidos no âmbito desta Instituição de
Ensino Superior, nos termos regulamentados na presente Resolução.
§ 1º - A certificação de competências somente é aplicável aos cursos de tecnologia
mantidos pelas Faculdades Integradas Ipiranga, de conformidade com a Resolução CNE/CP nº. 03,
de 18 de dezembro de 2002.
§ 2º - O aproveitamento de estudos decorrente de excepcional desempenho do aluno é
aplicável a todos os cursos mantidos pelas Faculdades Integradas Ipiranga, assim compreendidos
os bacharelados, licenciaturas e tecnológicos.
§ 3º - Em razão do exposto nos parágrafos anteriores, as disposições constantes da
presente Resolução devem levar em conta que, em relação aos cursos tecnológicos, o
aproveitamento de estudos do aluno pode decorrer da certificação de competências, bem como de
seu excepcional desempenho, sendo que, relativamente às licenciaturas e aos bacharelados, o
referido aproveitamento somente decorrerá de excepcional desempenho.
Art. 2º - O aproveitamento de estudos tratado na presente Resolução, em ambos os casos,
se dará por disciplina e será criteriosamente aferido de forma individual, à luz dos conteúdos
constantes dos Projetos Pedagógicos dos cursos mantidos pela Instituição, dos perfis dos alunos
egressos desses cursos, e será procedido por meio de prova escrita e oral.
§ 1º - A prova escrita – primeira etapa para o aproveitamento de estudos – especificada no
caput deverá ser concebida envolvendo todo o conteúdo do respectivo componente curricular,
considerando-se aprovado o aluno que obtiver aproveitamento mínimo equivalente a 75% (setenta
e cinco por cento), o que equivale à nota 7,5 (sete e meio), caso o exame tenha valor total de 10
(dez) pontos.
72
§ 2º - A prova oral – segunda etapa para o aproveitamento de estudos – especificada no
caput, igualmente, levará em conta todo o conteúdo do componente curricular cujo aproveitamento
seja pretendido pelo aluno e será realizada por banca composta de, no mínimo, 03 (três) membros,
sendo obrigatória a presença de um professor da disciplina na Instituição e o coordenador do
respectivo curso, podendo o terceiro membro ser designado dentre docentes da área, vinculados
ou não à Instituição, pela Direção Pedagógica, considerando-se aprovado o aluno que obtiver
aproveitamento mínimo equivalente a 75% (setenta e cinco por cento), o que equivale à nota 7,5
(sete e meio), caso o exame tenha valor total de 10 (dez) pontos.
§ 3º - Após a realização dos exames especificados nos parágrafos anteriores, o processo
deverá ser concluído com Parecer do docente da disciplina quanto à sugestão de aprovação ou não
do aluno, devidamente instruído com o instrumento de avaliação individual e escrita, bem como da
Ata do exame oral, na qual conste, além do documento de freqüência do aluno, informações
minuciosas sobre as questões formuladas e as respostas do discente, sendo remetido à aprovação
final da Diretoria Pedagógica, para fins, se for o caso, do aproveitamento de estudos.
Art. 3º - Em nenhuma hipótese será concedido aproveitamento de estudos em componentes
curriculares que, somados, correspondam a mais de 20% (vinte por cento) da carga horária do
curso, garantindo-se o caráter de excepcionalidade da medida e, especialmente, a proposta
formativa da Instituição, seus conteúdos programáticos e o desenvolvimento do pensamento
reflexivo, da autonomia intelectual, da capacidade empreendedora e da compreensão do processo
tecnológico construídos ao longo dos cursos de graduação mantidos por esta Instituição.
Art. 4º - Na hipótese de ser concedido o aproveitamento de estudos de uma ou mais
disciplinas, poderá o aluno ter abreviada a conclusão de seu curso, caso a disponibilidade regular
das disciplinas oferecidas pela Instituição em relação ao curso ao qual está vinculado permita,
sempre mediante autorização expressa da Direção Pedagógica.
Art. 5º - É de total responsabilidade do aluno o requerimento para que seja beneficiado de
qualquer das hipóteses disciplinadas nesta Resolução, sendo que a competente e formal
solicitação deverá ser protocolada no Atendimento Acadêmico Unificado até o décimo dia útil
contado da data do início das aulas do semestre letivo em curso.
§ 1º - Os permissivos tratados na presente Resolução correspondem a uma
excepcionalidade da legislação e, portanto, caso o aluno não os requeira nos termos do caput, a
Instituição de Ensino não poderá ser responsabilizada em nenhuma circunstância.
§ 2º - Excepcionalmente, face à ausência de normas internas regulamentadoras da matéria
até a data de publicação da presente Resolução, poderão os alunos que pretendam obter o
aproveitamento de estudos nas hipóteses disciplinadas pela presente Resolução protocolar o
competente requerimento, até 30 de março de 2010, em relação aos componentes curriculares e/ou
competências cujo aproveitamento queiram efetivar.
73
Art. 6º - Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua aprovação, revogando-se as
disposições em contrário.
Direção Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga, em 05 de março de 2010.
PROFA. Ma. MARIA BEATRIZ MANDELERT PADOVANI
Diretora Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga
74
Anexo 03 - Trabalho de Conclusão de Curso
RESOLUÇÃO Nº 3 DE 01 DE FEVEREIRO DE 2010
EMENTA: Regulamenta o Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC) e dá outras providências.
A Diretora Geral das Faculdades Integradas Ipiranga, no uso das atribuições que lhe confere
o Regimento Geral e em cumprimento à decisão do Colegiado Superior da Instituição, promulga a
seguinte Resolução:
Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatório a todos os cursos de
graduação ministrados pelas Faculdades Integradas Ipiranga.
Art. 2º - Haverá uma Coordenação de TCC responsável por todos os trabalhos realizados.
Art. 3º - O TCC constitui atividade acadêmica que deve refletir, de modo adequado e
pertinente, a trajetória cumprida pelo aluno ao longo de sua formação.
Art. 4º - A avaliação do TCC poderá ser feita por um avaliador ou por banca examinadora,
de acordo com a tipologia do trabalho, conforme especificado no Regulamento Geral, em anexo.
Art. 5º - O TCC somente será aprovado se o aluno entregá-lo no prazo estabelecido pela
Coordenação de TCC e obtiver nota igual ou superior a 7,0 (sete), na forma regimental.
Art. 6º - Os casos omissos ou situações especiais referentes ao TCC serão encaminhados
pela Coordenação de TCC à Diretoria Pedagógica para manifestação.
Art. 7º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
Direção das Faculdades Integradas Ipiranga, em 01 de fevereiro de 2010.
PROFA. Ma. SUELY MELO DE CASTRO MENEZES
Diretora Geral das Faculdades Integradas Ipiranga
75
REGULAMENTO GERAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
Anexo da Resolução Nº 3/2010
CAPÍTULO I – DA CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS
Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC constitui atividade acadêmica de
sistematização do conhecimento, pertinente a temáticas afins ao curso de graduação, desenvolvido
mediante acompanhamento e avaliação docente. O TCC poderá ser realizado no percurso ou ao
final do processo de formação do aluno.
Art. 2º - São objetivos gerais do TCC:
I- sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso de graduação;
II- fomentar a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida
na dinâmica da realidade local e regional;
III- desenvolver habilidades de elaborar projetos, proceder consulta bibliográfica, confrontar
fontes e dados, produzir texto acadêmico, dentre outras;
IV- articular os conteúdos das disciplinas ao contexto social.
Art. 3º - O TCC poderá ser realizado em diferentes tipologias, podendo ser contemplados:
I- relatórios de pesquisa e/ou de estágio extracurricular desenvolvidos no decorrer do
curso. Para serem acolhidos, os relatórios obrigatoriamente já terão de ter sido
entregues e aprovados.
II- elaboração de produto (por exemplo: “software”; filme – documentário, etc.) que tenha
sido acompanhado por professor do curso de graduação e testado. Para ser acolhido
como TCC deverá:
a) incluir revisão bibliográfica;
b) ser acompanhado de uma descrição das etapas do processo de sua
construção.
III- artigo: para ser classificado como TCC, é necessária a apresentação da publicação em
revista científica, ou especializada da área ou, na íntegra, em anais de congressos
realizados no decorrer do respectivo curso de graduação. Serão também validados
como TCC aqueles artigos comprovadamente aprovados para publicação.
IV- Portfólio: para ser classificado como TCC, o portfólio deverá constituir-se em uma
coleção organizada de, no mínimo, quatro trabalhos produzidos durante a graduação,
inter-relacionados, analisados e discutidos em um texto à parte que explicite os critérios
da sua seleção. O portfólio deverá respeitar o roteiro de construção que constitui o
Anexo II. Os relatórios finais de projetos de iniciação científica e extensão (Anexo III)
poderão constituir-se em um dos trabalhos integrantes do portfólio. Esta tipologia de
TCC deve, obrigatoriamente, ser realizada individualmente, por refletir o percurso de
cada aluno.
V- atividade profissional: o aluno de qualquer curso tecnológico que exerça atividade na
área do seu curso poderá utilizar esta experiência para desenvolver seu TCC, desde que
este contenha:
a) revisão bibliográfica;
b) descrição das atividades profissionais;
c) análise crítica.
VI- monografia: deve possuir um professor-orientador, sendo que para ser classificada como
TCC, a monografia deverá ser compatível com o modelo definido pelo regulamento
próprio do curso e atender aos seguintes critérios:
a) revisão bibliográfica consistente;
76
b) definição clara do problema de pesquisa;
c) descrição da metodologia utilizada;
d) discussão crítica dos resultados obtidos.
Art. 4º - A Coordenação de TCC deve indicar as normas técnicas, respeitados os critérios
exigidos para a produção acadêmica na área específica em nível de graduação.
CAPÍTULO II – DAS COMPETÊNCIAS
Art. 5º - Compete ao Coordenador de TCC:
I- estabelecer diretrizes, organizar e acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos;
II- apresentar aos alunos a(s) tipologia(s) de TCC prevista(s) no Regulamento de TCC do
Curso;
III- selecionar os trabalhos que poderão ser avaliados como TCC;
IV- encaminhar um exemplar da versão final do TCC para o avaliador;
V- convocar os Coordenadores de curso para indicarem o avaliador para os TCCs de todas
as tipologias, exceto monografias;
a) concluída a avaliação, os avaliadores devem encaminhar à Coordenação
de TCC todos os documentos referentes ao TCC.
VI- administrar, quando for o caso, o processo de substituição de orientadores, juntamente à
Coordenação de Curso;
VII- definir, juntamente com os Coordenadores de curso, o cronograma de apresentação
e/ou defesa oral dos trabalhos;
VIII- definir os critérios a serem utilizados pela banca ou pelo avaliador para o julgamento
dos TCCs;
IX- organizar e encaminhar à Coordenação do Curso todos os documentos referentes ao
TCC.
Art. 6º - Para garantir o efetivo desenvolvimento do TCC, as Faculdades Integradas Ipiranga, na
medida das possibilidades e prioridades institucionais, deve colaborar para preencher as condições
físicas adequadas, incluindo instalações e equipamentos necessários ao seu desenvolvimento e,
portanto, o aceite de projetos deve levar em conta as condições existentes.
Art. 7º - No caso de monografia haverá defesa do TCC perante banca examinadora, devendo ser
observado que:
I- o trabalho escrito deverá obedecer às normas técnicas da ABNT;
II- o TCC deverá ser apresentado em 20 minutos e cada membro da banca terá 10 minutos
para argüição, oferecendo-se igual tempo ao aluno para a defesa.
III- a banca examinadora deverá ser composta por no mínimo dois e no máximo três
professores, incluindo o professor-orientador, o qual conduzirá o processo.
IV- a nota final do TCC será atribuída pelos professores da banca examinadora e
corresponderá à média das notas atribuídas por eles, levando-se em conta o trabalho
escrito, a apresentação oral e a defesa na argüição. Para tal, a banca deverá seguir os
critérios estabelecidos pela Coordenação do TCC.
V- o TCC em sua versão final será assinado pelo professor-orientador e pelos demais
membros da banca examinadora.
Art. 8º - Para as demais tipologias, haverá apresentação do TCC perante um avaliador e a
exposição do TCC será feita no tempo de 15 minutos.
Art. 9º - Compete ao aluno:
I- definir a temática do TCC, em conformidade com as diversas tipologias;
II- informar-se sobre as normas e regulamentos do TCC e cumpri-los;
77
III- cumprir o plano e cronograma estabelecidos pela Coordenação de TCC e pelo
orientador, quando houver;
IV- comunicar por escrito, ao Coordenador de TCC, quando couber, possíveis problemas na
relação com o orientador durante o andamento das atividades, podendo solicitar
mudança de orientador, até o final do primeiro mês do semestre correspondente à
orientação, com a devida justificativa, que será avaliada pelo Coordenador de TCC e
pela Coordenação de Curso;
V- comprometer-se para que seu trabalho seja permeado de autenticidade e legitimidade,
assumindo na íntegra a autoria (trabalho individual) ou co-autoria (trabalho em grupo) da
atividade elaborada, passo a passo;
a) observados, em qualquer hipótese, os requisitos de cada tipologia de TCC, o número
de alunos em cada grupo será de no mínimo dois e no máximo cinco membros;
b) quando as diretrizes curriculares assim exigirem, o TCC será realizado
individualmente.
VI- entregar ao Coordenador de TCC um exemplar da versão final do Trabalho para cada
avaliador, na data pré-fixada em cronograma;
VII- o aluno deverá submeter, no penúltimo semestre do curso, sua proposta de TCC,
consideradas as diferentes tipologias, a qual será avaliada pelo Coordenador de TCC.
Art. 10 - Compete ao professor-orientador:
I - dedicar, durante o tempo mínimo de um semestre letivo, carga horária de
acompanhamento do trabalho para orientação das monografias;
II- preencher as fichas de acompanhamento do processo de orientação e entregá-las nas
datas estabelecidas pela Coordenação de TCC;
III- analisar e avaliar as etapas do trabalho, levando em consideração a sua qualidade,
pertinência e relevância;
IV- comunicar por escrito, ao Coordenador de TCC, quando couber, possíveis problemas na
relação com o orientando durante o andamento das atividades, podendo solicitar
afastamento da orientação, até o final do primeiro mês do semestre correspondente à
orientação, com a devida justificativa, que será avaliada pelo Coordenador de TCC e
pela Coordenação de Curso;
V- definir as bancas examinadoras do trabalho orientado e presidi-las.
VI- organizar e encaminhar à Coordenação de TCC, todos os documentos referentes à
avaliação.
CAPÍTULO III - DA AVALIAÇÃO
Art. 11 - A avaliação do TCC compreende o trabalho escrito, a defesa e/ou a apresentação.
I-
a avaliação de artigos, relatórios de pesquisa, produtos, atividade profissional e
portfólios será realizada por um avaliador, que atribuirá nota (de zero a dez) à
apresentação, conforme formulário próprio (apêndice);
II- na avaliação de monografia que consta de trabalho escrito, apresentação oral e defesa
na argüição, a banca examinadora atribuirá nota (de zero a dez), conforme formulário
próprio (apêndice);
III- a sessão de apresentação e defesa dos TCCs, necessariamente, deverá possuir Ata da
sua realização.
Art. 12 - Os casos omissos serão resolvidos pela Direção de Ensino.
A Direção Geral.
78
Anexo 04 - Atividades Complementares
RESOLUÇÃO Nº. 1 DE 24 DE FEVEREIRO DE 2012
EMENTA: Revoga a Resolução nº 7 de 22 de março
de 2010 e normatiza as Atividades Complementares
no âmbito dos cursos mantidos pelas Faculdades
Integradas Ipiranga.
A Diretora Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga, no uso das atribuições que lhe
confere o Regimento Geral e em cumprimento à decisão do Colegiado Superior da Instituição,
promulga a seguinte Resolução:
Art. 1º - As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter
acadêmico, científico e cultural, que objetivam proporcionar os seguintes conhecimentos, em
conjunto com as demais atividades acadêmicas:
a) adicionais, estimulados por meio da prática de estudos independentes;
b) transversais;
c) interdisciplinares.
§ 1º - As Atividades Complementares devem promover o desenvolvimento intelectual do
aluno, através da aquisição de conhecimento, e de competências e habilidades.
§ 2º - As Atividades Complementares, apesar de não fazerem parte dos Projetos
Pedagógicos dos Cursos Tecnológicos e do Curso de Licenciatura em Pedagogia, possuem caráter
de componente curricular obrigatório para os referidos cursos, com carga horária mínima de 100
horas para a integralização curricular.
Art. 2º - As Atividades Complementares, enquanto componentes curriculares de cada curso
ofertado pelas Faculdades Integradas Ipiranga, articulam-se com o Projeto Pedagógico dos Cursos
(PPC) e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
§ 1º - Os cursos ofertados pela Instituição objetivam formar profissionais capazes de aliar a
competência da área de formação com a dimensão humana e compromisso ético por meio de uma
aprendizagem que rompe com a concepção de ensino-aprendizagem isolada, propondo-se a
desenvolver uma formação voltada à aprendizagem participativa do aluno, propiciando aguçar sua
autonomia e curiosidade intelectual, investindo na participação e na integração do conhecimento,
preocupando-se, também, com a responsabilidade e compromisso de cada sujeito envolvido.
§ 2º - Os projetos dos cursos criam espaços para uma aprendizagem integradora, que
abriga diferentes valores e convicções e estimula a competência na área da formação, o respeito às
atitudes contrastantes e aos pontos de vista conflitantes e o compromisso com uma formação ética,
79
esperando-se que, ao final do processo formativo, tenha sido produzida uma educação que
proporcione competência e olhar crítico eficiente e comprometido com a realidade social.
Art. 3º - O cumprimento das Atividades Complementares se dará por meio da participação
dos alunos em eventos de diversas naturezas, devidamente comprovados com certificados
apresentados à Coordenação, para registro.
§ 1º - O registro é realizado pela Coordenação que, para tanto, utiliza software específico
para este fim.
§ 2º - Após o devido registro, a carga horária computada das Atividades Complementares
dos alunos será encaminhada à Secretaria Acadêmica para controle.
§ 3º - Por ser bastante diversificado o elenco de Atividades Complementares, a equivalência
entre a atividade realizada e o número de horas que será validada se dará de acordo com o
disposto no anexo I, cujo teor passa a fazer parte integrante da presente Resolução.
Art. 4º - Esta resolução entra em vigor a partir da data de sua publicação, revogando-se as
disposições em contrário, especialmente o disposto na Resolução nº 7 de 22 de março de 2010.
Diretoria Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga, em 24 de fevereiro de 2012.
PROFª. Ma. MARIA BEATRIZ MANDELERT PADOVANI
Diretora Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga
TABELA DE VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
1 ATIVIDADES DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA E À PESQUISA
ATIVIDADES
a) Monitorias em disciplinas (como bolsista ou voluntário).
b)Ministrante de cursos de extensão relacionados aos objetivos do
curso.
c)Ministrante de palestras e oficinas relacionadas aos objetivos do curso.
d)Participação em projetos relacionados aos objetivos do curso, sob a
tutela do coordenador do curso.
e)Participação em projetos institucionalizados de iniciação científica,
como bolsista ou voluntário.
f)Trabalho apresentado em eventos acadêmicos ou científicos (artigos,
minicursos, oficinas, iniciação científica).
g)Participação em projetos do Núcleo de Pesquisa (NUP) da IES.
h)Participação, como ouvinte, em apresentação de TCC dos alunos da
IES (o aluno deve se inscrever na coordenação das Atividades
Complementares no período de 01 a 06/06/2012.
CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE
30h
4h por curso, podendo creditar até 20
horas.
4h por evento, podendo creditar até 20
horas.
Até 20h (definidas pela Coordenação do
Curso).
Até 20h (definidas pela Coordenação do
Curso, de acordo com a participação do
aluno).
Até 20h.
Até 40h.
02 horas por apresentação, podendo
creditar até 10h.
80
2 ATIVIDADES DE EXTENSÃO
ATIVIDADES
a) Participação em cursos de complementação de estudos na área
específica ou de formação geral (língua estrangeira, informática,
preparatório para concursos, cursos técnicos, curso de música e outros)
CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE
Até 20h.
Até o limite de 50% da carga horária das
Atividades Complementares do respectivo
curso.
b) Disciplinas cursadas em outras Instituições de Ensino Superior, não
aproveitadas na análise de crédito.
c) Participação em cursos de extensão da IES e em Projetos de
Extensão, intra ou extramuros, do Núcleo de Inovação e Extensão (NIE).
Até 40h.
d)Participação em cursos de extensão fora da IES.
Até 40h.
e)Participação em oficinas de complementação relacionadas aos
objetivos do curso.
f)Projetos experimentais (criação de filmes, dvds, jornal impresso ...).
g) Participação em projetos que envolvam serviços prestados à
comunidade, vinculados a uma ação extensionista da Instituição,
inclusive a Clínica Escola (visita técnica).
3
Até 20h.
Até 30h.
Até 30h.
CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, CONFERÊNCIAS E OUTRAS ATIVIDADES
ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE
a) Participação em organização de eventos dos cursos da IES.
b) Participação em organização de eventos dos cursos fora da IES.
c) Participação em projetos/ competições nacionais/ internacionais, de
interesse acadêmico, relacionados aos projetos dos cursos.
d) Participação em atividade de cunho cultural, científica, cívica,
social, doação de sangue e outros.
e) Participação, como ouvinte, em encontros, jornadas, seminários,
simpósios, congressos, conferências, fóruns, workshops e similares.
f) Participação em palestras ou debates relacionados aos objetivos do
curso.
g) Participação como Representante de Turma e do Centro
Acadêmico (a carga horária será para, até dois semestres
consecutivos).
h) Participação nas eleições, como voluntário (presidente, vicepresidente, mesário, secretário), devidamente comprovada pela
Justiça Eleitoral.
i) Participação em júri popular, devidamente comprovada pela Justiça.
j) Resenha de capítulo de livros, filmes ...
4h por evento, podendo creditar até 20 horas.
4h por evento, podendo creditar até 20 horas
4
4h por evento, podendo creditar até 20 horas.
2h por evento, podendo creditar até 10 horas.
4h por evento, podendo creditar até 20 horas.
2h por palestra, podendo creditar até 8 horas.
Até 20h (de acordo com a avaliação do NAP.
Até 8h.
Até 8h por evento.
4h por atividade, podendo creditar até 12h.
PUBLICAÇÕES (equivalência por publicação)
ATIVIDADES
a) Produção de material em meio eletrônico ou impresso relacionada aos
objetivos do curso.
b) Produção e publicação de resumos e artigos em anais de congressos,
simpósios, encontros, jornais e revistas especializadas em áreas afins.
c) Publicação de livros, sendo a carga horária dividida da seguinte forma:
d) Produção de material didático, tutelada por um professor.
5
CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE
Até 20h.
Até 40h.
Autoria: 100h; capítulo de livro: 40h;
organização de livro: 20h.
Até 20h.
VIVÊNCIA PROFISSIONAL COMPLEMENTAR
ATIVIDADES
a) Estágios intramuros, não obrigatório, realizados em
atividades relacionadas aos objetivos do curso. OBS. Curso
de Estética: quando o limite da carga horária da Clínica de
Estética Integrada ultrapassar as 320h o aluno poderá
creditar a carga horária excedente para as Atividades
Complementares, desde que comprovadas pela
Coordenação do Curso.
CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE
Bacharelados: 40h. Tecnológicos e Licenciaturas: 20h.
81
b) Estágios extramuros, não curriculares, e/ou atividades
profissionais relacionadas ao curso. OBS. Será possível o
aproveitamento da carga horária aos alunos que trabalham
com CTPS assinada e aos que são autônomos e possuem
a inscrição do Microempreendedor Individual.
c) Atividades comunitárias (semana da cidadania, do
empreendedor, campanhas de saúde, de trânsito, outras).
d)Assessoria (pedagógica, ambiental, contábil,
administrativa, informática e outras) sob a orientação de um
professor da Instituição.
Bacharelados: 40h. Tecnológicos e Licenciaturas: 20h.
Até 10h.
Na IES – até 40h; Fora da IES – até 20h.
82
Download

Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Gestão