Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Profª. Ma. Suely Melo de Castro Menezes Diretora Geral Profª. Ma. Karina Melo de Castro Menezes Vice-Diretora Profª. Ma. Maria Beatriz Mandelert Padovani Diretora de Ensino Profª. Ma. Adriane Melo de Castro Menezes Diretora de Pesquisa e Pós-graduação Profª. Simone Melo de Castro Menezes Diretora Acadêmica Marcos Antonio Silveira Santos Diretor Administrativo-Financeiro 2 SUM ÁRIO 1 DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 1.1 IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA 1.2 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA 1.3 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA 1.4 CORPO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO MANTIDA 1.5 PERFIL INSTITUCIONAL 1.5.1 Histórico da IES 2 DO PROJETO PARA O CURSO PROPOSTO 2.1 DADOS GERAIS DO CURSO PROPOSTO 2.1.1 Denominação 2.1.2 Ato Legal de Autorização 2.1.3 Dados do Coordenador de Curso 2.1.4 Total de Vagas Anuais 2.1.5 Carga Horária 2.2 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 2.2.1 Contexto Educacional do Estado do Pará 2.2.2 Justificativa da Oferta do Curso 2.2.3 Proposta Pedagógica do Curso 2.2.4 Finalidades e Objetivos do Curso 2.2.5 Justificativa do Projeto do Curso 3 PERFIL DO ALUNO EGRESSO 4 FORMAS DE ACESSO AO CURSO 5 ATENDIMENTO AO DISCENTE 5.1 NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP 5.2 NÚCLEO DE PESQUISAS – NUP 5.3 CENTRAL DE ESTÁGIOS 5.4 COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E TCC 5.5 NÚCLEO DE INOVAÇÃO E EXTENSÃO – NIE 5.6 SETOR DE INCLUSÃO 6 PESQUISA, PRODUÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 7 INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA 8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 8.1 ESTRUTURA CURRICULAR 8.1.1 Conteúdo de Formação Básica 8.1.2 Conteúdo de Formação Profissional 8.1.3 Conteúdo de Formação Tecnológica 8.1.4 Conteúdo de Formação Complementar 8.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS 9 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO – FORMAS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM 10 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO 10.1 METODOLOGIA, DIMENSÕES DA COMUNIDADE ACADÊMICA A SEREM UTILIZADOS NO PROCESSO DE AUTOAVALIAÇÃO 10.2 FORMAS DE PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA, TÉCNICA E ADMINISTRATIVA, INCLUINDO A ATUAÇÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA, EM CONFORMIDADE COM O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – SINAES 10.3 FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES ANEXOS 04 04 04 04 04 05 05 12 12 12 12 12 13 13 13 13 15 17 18 19 22 23 26 26 27 27 28 28 28 29 30 31 32 32 33 33 33 34 64 67 67 69 70 71 3 1 DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 1.1 IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA Nome: CNPJ: End.: UF: Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará 06.210.266/0001-45 Cidade: Belém Av. Almirante Barroso, 777 – Bairro: Marco PA CEP: 66.093-020 Fone: 91 33440777 Fax: 91 33440777 1.2 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA Nome: End.: UF: e-Mail: Suely Melo de Castro Menezes Av. Nazaré, 1001 Ed. João Rocha apto. 1801 PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3230.5309 [email protected] Cidade: Fax: Belém 91 3344.0708 1.3 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA Nome: End.: Cidade: Fone: E-mail: Faculdades Integradas Ipiranga Av. Almirante Barroso, 777 – Bairro: Marco UF: PA CEP: 66.093-020 Belém Fax 91 33440777 91 33440777 [email protected] 1.4 CORPO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO MANTIDA Nome: End.: UF: e-Mail: Nome: End.: UF: e-Mail: Nome: End.: UF: e-Mail: Nome: End.: UF: e-Mail: Nome: End.: UF: e-Mail: Diretora Suely Melo de Castro Menezes Av. Nazaré, 1001 Ed. João Rocha apto. 1801 PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3230.5309 [email protected] Vice-Diretora Karina Melo de Castro Menezes Trav. dos Mundurucus, 3326 PA CEP: 66.040-270 Fone: 91 3229.1203 [email protected] Diretora de Ensino Maria Beatriz Mandelert Padovani Cidade: Fax: Belém 91 3344.0708 Cidade: Fax: Belém 91 3344.0708 Cidade: Fone: 91 9146 17 00 Fax: PA CEP: [email protected] Diretora Acadêmica Simone Melo de Castro Menezes Cidade: Trav. Humaitá 1259 casa 54 PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3226.7449 Fax: [email protected] Diretor Financeiro-Administrativo Marcos Antonio Silveira Santos Cidade: Trav. Humaitá 1259 casa 54 PA CEP: 66.017-000 Fone: 91 3226.7449 Fax: [email protected] Belém 91 3366 71 40 Belém 91 3344.0708 Belém 91 3344.0708 4 1.5 PERFIL INSTITUCIONAL 1.5.1 Histórico da IES O GRUPO IPIRANGA oferta, em Belém – Pará, há 35 anos, educação de alto nível. Seu ponto de partida foi a fundação do Colégio Ipiranga, que, atualmente, trabalha com os três níveis da Educação Básica – Educação Infantil (a partir dos 2 anos de idade), Ensino Fundamental (1º ao 9º ano) e Ensino Médio (1º ao 3º ano), sendo voltado para a formação plena e integral do educando e apoiado por equipe de educadores que consolidam a sua identidade, colocando em prática um sistema de política educacional com base nas mais avançadas linhas de direcionamento pedagógico, buscando, permanentemente, a aprendizagem significativa do aluno. O ano de 2010 foi marcante para o GRUPO IPIRANGA, quando suas Instituições de Ensino Superior (Faculdade Ipiranga, Faculdade de Tecnologia Ipiranga, Faculdade de Tecnologia da Amazônia, que nasceram, respectivamente, em 2005, 2007 e 2002) foram devidamente integradas, de acordo com as Portarias MEC nos. 1.746, de 22 de dezembro de 2009 e 2.372, de 29 de dezembro de 2010, passando a receber apenas a denominação de FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, que têm como Mantenedora a Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará (ADEPA). O Ensino, no GRUPO IPIRANGA, é acompanhado, de perto, pela Extensão e Responsabilidade Social, por meio da Fundação Ipiranga, fruto do sonho institucional de manter viva a cultura paraense, preservando e promovendo ações culturais, além de atuar nas manifestações artísticas, possibilitando ao cidadão o acesso à arte, à cultura e à educação, pilares do desenvolvimento humano. Uma história repleta de sonhos alcançados merece ser contada minuciosamente, de maneira precisa, para que todo o seu percurso seja bem compreendido, assim como o surgimento de cada um de seus componentes. E uma boa história também se conta de trás para frente, começando, então, pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA. FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA nasceram da iniciativa do GRUPO IPIRANGA em oferecer ensino superior de qualidade, incluindo cursos de Pós-graduação. Sua origem foi a Faculdade Acesso (Portaria nº. 3.642, de 17 de outubro de 2005), então mantida pelo Instituto de Acesso à Educação Superior (INAE). A mudança de nome para Faculdade Ipiranga se deu por meio da Portaria nº. 701, de 27 de setembro de 2006, com mantença posteriormente transferida para a Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará (ADEPA), de acordo com a Portaria nº. 889, de 18 de outubro de 2007. Seu credenciamento pelo Ministério da Educação data de 2005, como Faculdade Ipiranga (Portaria Ministerial nº. 3.642, de 17 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União em 20 de outubro do mesmo ano). 5 Primeiramente, cursos de bacharelado devidamente aprovados pelo MEC foram ofertados a partir de dezembro daquele ano (Administração, Jornalismo e Turismo). Posteriormente, passou a ofertar, também, o curso de Licenciatura em Pedagogia. Visando à grande demanda do mercado de trabalho voltado aos cursos tecnológicos, o GRUPO IPIRANGA credenciou, junto ao MEC, a Faculdade de Tecnologia Ipiranga (Portaria Ministerial nº. 101, de 24 de janeiro de 2007), apta a ofertar os cursos de graduação tecnológica em Estética e Cosmética, Gestão Comercial, Gestão Pública e Processos Gerenciais. Em 2009, o GRUPO IPIRANGA assumiu a gestão da Faculdade de Tecnologia da Amazônia (FAZ), credenciada em 19 de dezembro de 2002, pelo MEC (Portaria nº. 3.640/2002), ainda como Centro de Educação Tecnológica da Amazônia (CFAZ), e autorizada pela mesma Portaria a ofertar o Curso Superior de Tecnologia em Criação e Produção Publicitária. A mudança de categoria ocorreu em 2004, através do Decreto nº. 5.225, de 1º de outubro, quando o Centro passou a se chamar Faculdade de Tecnologia da Amazônia, projetada para atender às demandas específicas de nossa Região Amazônica, carente de profissionais qualificados, que já estejam no mercado ou necessitem acompanhar as novas demandas tecnológicas nas diversas linhas profissionais. Naquele ano, a FAZ já estava ofertando os cursos de graduação tecnológica em Design Gráfico, Comunicação Institucional, Produção Publicitária, Gestão Financeira, Gestão de Recursos Humanos, Gestão em Logística, Gestão em Segurança Privada, Gestão em Marketing, Sistemas de Telecomunicações, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores e Radiologia. Em 2010, a Portaria nº. 721, de 11 de junho, autorizou a Transferência de Mantença da FAZ para a ADEPA. Com diversos cursos em funcionamento, sob uma mesma gestão acadêmica, pedagógica e financeira, o GRUPO IPIRANGA decidiu somar as competências de cada uma de suas Instituições de Ensino Superior e solicitar ao MEC a unificação de Mantença das IES, agora sob a responsabilidade da Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará (ADEPA). Ainda em função destas peculiaridades, decidiu-se pela fusão das três Instituições, transformandoas em uma só, denominada FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA (Portaria nº. 2.372, de 29 de dezembro de 2010). Atualmente, todos os cursos supracitados continuam sendo ofertados e, recentemente, as FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, visando à fundamental formação de professores, foram autorizadas pelo MEC a ofertar o Curso de Licenciatura em Português, recebendo, ainda, parecer favorável à oferta de Licenciaturas em Geografia e Matemática (esta obteve conceito máximo – nota 5 – da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação responsável pela verificação in loco). As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA oferecem, ainda, 24 cursos de Pós-graduação Lato Sensu, em diversas áreas do conhecimento: Biologia Aplicada ao Ensino Superior; Desenvolvimento Humano; Educação Ambiental; Educação a Distância e Novas Tecnologias; Educação Inclusiva; Ensino da Matemática; Ensino de História do Brasil; Estudos Avançados em 6 Texto, Discurso e Ensino; Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável; Gestão da Docência no Ensino Superior; Gestão de Pessoas; Gestão e Responsabilidade Social; Gestão Educacional; Informática Educativa; Jornalismo Político e Mídia; Leitura e Formação de Leitores; Linguagem e Comunicação nas Organizações; Literatura, Cultura e Ensino; Microbiologia; Pedagogia Empresarial; Psicopedagogia; Relações Interpessoais e Habilidades Interpessoais; Técnicas de Tradução e Interpretação da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA mantêm estreita parceria com a Fundação Ipiranga, que se empenha na preservação da cultura local, transformando sonhos em realidade, com a contribuição de artistas da região que, através de ações culturais, incentiva e estimula a arte, contribuindo para a valoração da cultura nas suas mais variadas formas, não somente com espaços e espetáculos culturais, mas auxiliando no desenvolvimento da formação sociocultural do artista. A Fundação Ipiranga tem o diferencial de atuar, também, como promotora de um processo de Responsabilidade Social, contribuindo efetivamente para a transformação de ambientes socioculturais, o que garante a melhoria do espaço paraense. a) Ações: Culturais 1. Prêmio Bolsa Ipiranga de Artes Visuais e Prêmio Literatura (Poesia e Conto); 2. Calendário Cultural; 3. Projeto de Apoio Cultural às Aldeias indígenas do Rio Xingu; 4. Oficina de grafismo na Aldeia Asurini do Koatinemo; 5. Consolidação da cultura indígena através da produção artesanal. Educacionais 1. Bolsa universitária integral para professores de aldeia indígena da reserva do Koatinemo; 2. Contratação e remuneração de professores e estagiários para medidas socioeducativas em creches e orfanatos; 3. Doação de materiais escolares para escolas de aldeias indígenas; 4. Doação de materiais escolares para escolas de bairros periféricos; 5. Doação de materiais escolares para salas e bibliotecas de creches e orfanatos. Sociais 1. Museu do Índio do Pará; 2. Projeto de Apoio Médico-Odontológico nas Aldeias do rio Xingu; 3. Processo de ampliação para atendimento nas seguintes áreas: oftalmológica, clínica geral e ginecologia; 4. Apoio humanitário a aproximadamente 500 crianças de creches e orfanatos, com distribuição de roupas, brinquedos e cestas básicas; 5. Apoio humanitário a bairros periféricos para 100 famílias, com alto índice de pobreza, com distribuição esporádica de alimentos, roupas e brinquedos; 6. Apoio na comercialização de artesanato indígena, através de cooperação técnicocientífica e cultural com instituições parceiras; 7 7. Projeto de implementação de tecnologia limpa nas aldeias – Placas solares e bomba d’água; 8. Projeto Museu do Índio de Altamira. b) ESPAÇOS: Sítio-escola Acapu Com sua natureza exuberante e seus espaços planejados, pode ser palco de momentos cheios de magia, alegria e descontração, tais como: excursões educacionais, empresariais e turísticas, capacitações para grupos de professores, alunos e profissionais ou empresários, seminários, congressos, mesas redondas e eventos sociais. Está situado no município de Marituba, em plena área urbana, no bairro Decouville, distante apenas 20 minutos do centro de Belém. Possui uma reserva ecológica com 12.000 m 2 de mata nativa, enriquecida com recantos maravilhosos que nos reportam aos mitos e lendas da Região Amazônica, estimulando a preservação da fauna e da flora. Teatro José Teodoro Soares Um espaço detalhadamente projetado com todos os requintes de um teatro para garantir a funcionalidade e conforto, possui moderno sistema de som, iluminação, palco e camarins, permitindo apresentações musicais, atividades artísticas, eventos sociais, educacionais e culturais, entre outros. MANTENEDORAS O GRUPO IPIRANGA, atualmente, é composto por diversas instituições – Colégio Ipiranga; FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA e Fundação Ipiranga, possuindo, nos termos da legislação vigente, as seguintes Mantenedoras. ► O Instituto de Desenvolvimento Educacional Norte e Nordeste (IDENN) foi criado em 11 de dezembro de 2003, como uma entidade civil com fins lucrativos, registrado no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas da Comarca de Belém sob o número 21.466, cadastrado no Ministério da Fazenda sob o número 06.037.579/0001-43 e credenciado no Conselho Estadual de Educação. É a instituição mantenedora do COLÉGIO IPIRANGA nos níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental. ► A Associação para o Desenvolvimento Educacional do Pará (ADEPA), mantenedora das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA e do COLÉGIO IPIRANGA, no nível de Ensino Médio, foi criada no dia 09 de março de 2004 como uma sociedade civil, com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, sediada no Município de Belém, possuindo os seguintes objetivos: “Criar, instalar, manter e promover a expansão de Institutos de Ensino Superior, podendo também desenvolver suas atividades nos demais níveis do ensino”. MISSÃO DO GRUPO IPIRANGA A missão do GRUPO EDUCACIONAL IPIRANGA é oferecer ensino de excelência na formação acadêmica, científica e cultural dos indivíduos para torná-los cidadãos empreendedores, socialmente responsáveis e capacitados para interagir com o mundo atual. 8 FINALIDADES DO GRUPO IPIRANGA Para o atendimento de sua missão, o GRUPO IPIRANGA possui a finalidade de oferecer formação básica e profissional de nível superior à comunidade regional, com base em demandas específicas, constituindo-se num importante agente concessor de cidadania e empregabilidade, assim como formador de um profissional consciente da necessidade da constante evolução e capacitado para o mercado de trabalho. Por meio de sua Fundação, ainda tem como finalidade a realização de ações para o desenvolvimento do bem comum e o estímulo a produções culturais regionais, nas áreas de artes plásticas, literatura, música, dentre outras, que são compartilhadas com a comunidade. OBJETIVOS DO GRUPO IPIRANGA – Dentre seus objetivos, destacam-se: 1. Oferecer educação de qualidade nos níveis de educação infantil, fundamental, médio, superior e de pós-graduação, visando ao pleno desenvolvimento do educando e seu preparo para o exercício da cidadania; 2. Estimular a criação cultural, o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; 3. Promover e incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e à difusão da cultura, para, desse modo, desenvolver o entendimento do homem consigo mesmo e com o meio em que vive; 4. Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, dando ênfase especial ao ser humano, mediante o estímulo às atividades de extensão, na forma de serviços especializados à comunidade; 5. Promover a extensão aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição; 6. Preservar os valores éticos, morais e cívicos, contribuindo para aperfeiçoar a sociedade, na busca do equilíbrio e realização do homem enquanto ser individual e coletivo; 7. Promover a inclusão de alunos com necessidades educativas especiais, proporcionando a possibilidade de acesso e permanência na sua vida escolar da educação infantil ao ensino superior; 8. Traduzir-se numa oportunidade de ensino ao postulante ao ensino superior, eis que se situa num interessante espaço alternativo entre o ensino público e o privado; 9. Articular-se com os segmentos produtivos regionais, promovendo cursos tecnológicos de graduação que atendam diretamente às demandas na comunidade na qual se insere, promovendo o desenvolvimento regional e individual dos cidadãos; 10. Possibilitar o desenvolvimento de tecnologias direcionadas especificamente às necessidades locais; 11. Integrar-se aos poderes públicos municipais de sua região geo-educacional, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentado, através da proposição de cursos sintonizados com as políticas locais de expansão e crescimento social; 9 12. Incentivar o desenvolvimento da capacidade empreendedora e da compreensão do processo tecnológico, em suas causas e efeitos; 13. Incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica e suas respectivas aplicações no mundo do trabalho; 14. Desenvolver competências profissionais tecnológicas, gerais e específicas, para a gestão de processos e a produção de bens e serviços; 15. Propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos e ambientais resultantes da produção, gestão e incorporação de novas tecnologias; 16. Promover a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as mudanças nas condições de trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de estudos em cursos de pósgraduação; 17. Adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização permanente dos cursos e seus currículos; 18. Garantir a identidade do perfil profissional de conclusão de curso e a respectiva organização curricular; 19. Promover e divulgar atividades de caráter cultural, instrutivo, assistencial, técnicocientífico, artístico, literário e esportivo. ÁREA(S) DE ATUAÇÃO DO GRUPO IPIRANGA AS ÁREAS PROFISSIONAIS DE ATUAÇÃO DO GRUPO IPIRANGA ESTÃO ABAIXO DISCRIMINADAS: ► Colégio Ipiranga Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio ► Faculdades Integradas Ipiranga EDUCAÇÃO Licenciatura em Ciências Biológicas Licenciatura em Matemática Licenciatura em Geografia Licenciatura em Pedagogia Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa HUMANAS Bacharelado em Administração Bacharelado em Turismo COMUNICAÇÃO Bacharelado em Jornalismo Curso Tecnológico em Design Gráfico GESTÃO Curso Tecnológico em Gestão de Marketing Curso Tecnológico em Gestão de Logística Curso Tecnológico em Gestão Financeira Curso Tecnológico em Gestão Comercial Curso Tecnológico em Gestão Pública Curso Tecnológico em Processos Gerenciais Curso Tecnológico em Gestão de Segurança Curso Tecnológico em Gestão de Recursos Privada Humanos 10 SAÚDE Curso Tecnológico em Estética e Cosmética Curso Tecnológico em Radiologia TECNOLOGIA Curso Tecnológico em Análise e Desenvolvimento Curso Tecnológico em Sistemas de de Sistemas Telecomunicações Curso Tecnológico em Rede de Computadores ► Fundação Ipiranga Cultura Ações para o desenvolvimento do bem comum 11 2 DO PROJETO PARA O CURSO PROPOSTO 2.1 DADOS GERAIS DO CURSO 2.1.1 Denominação Curso Tecnológico em Gestão de Recursos Humanos 2.1.2 Ato Legal de Reconhecimento Portaria MEC nº. 188 de 29/04/2008, publicada em D.O.U. de 30/04/2008. 2.1.3 Dados do Coordenador do Curso Nome: End.: Cidade: Fone: e-Mail: CPF: Titulação Nair Brito Gonzalez Sember Rodovia Augusto Montenegro – Cond. Cidade Jardim I – Rua Begônia, 3c/L-01 Belém UF: PA CEP: 66.113-000 (91) 3248-6746 ou 8826-4748 Fax: (91) 3233-5937 [email protected] / [email protected] 454.178.062-34 RG: 256.2180 Formação Descrição Ciências Sociais Bacharelado, Faculdades Integradas Colégio Moderno, Belém, Graduação Pará, 1987. Bacharelado em Administração. UFPA, Belém, Pará, 1991. Mestrado Planejamento do Desenvolvimento, UFPA, Belém, 1996. Experiência Profissional de Ensino Item Descrição Pts. Professora dos Cursos de Pós-graduação em Pedagogia Empresarial, 1 Docência do Ensino Superior, Gestão de Pessoas e Gestão e Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipiranga. 2005 até os dias atuais – Professora e Coordenadora dos Cursos de Graduação em Administração e Tecnológicos nas áreas de gestão das 2 Faculdades Integradas Ipiranga (e da extinta Faculdade de Tecnologia da Amazônia – FAZ) 2003, 2004, 2005 – Professora do Instituto de Desenvolvimento do Pará – 3 IDEPA Experiência Profissional Relevante na Área Profissional do Curso Item Descrição Pts. 2007 – 2009 Assessora de Planejamento / Políticas Públicas – Secretaria 1 de Estado de Desenvolvimento e Assistência Social – SEDES – Pará. 2006 – 2008 – Pesquisador – Núcleo de Altos Estudos Amazônicos. 2 Mineração na Amazônia. 2005 - Diretora do Departamento de Pesquisa e Informação, Secretaria 3 Municipal de Planejamento, Ananindeua - PA. 2001 a 2004 - Assessora de Planejamento de Políticas Públicas. Prefeitura 4 Municipal de Belém. Pará. 1998 – 1999 – Pesquisadora – Núcleo Setorial de Planejamento – NUPLAN 5 da Secretaria de Estado de Educação do Pará – SEDUC 1988 a 200 - Pesquisadora, Naea – UFPA, Belém. Grupo de Pesquisa 6 Amazônia 21. Linhas de pesquisa: Políticas Públicas para o desenvolvimento sustentável e Mudança estrutural e Eco-reestruturação em 12 setores econômicos estratégicos. 7 1987 – Pesquisadora, Prefeitura Municipal de Belém. Publicações Item Descrição Pts. SEMBER, N. B. G. Caminhos de Risco em Belém. Caminhos de Risco em 1 Belém, 2002. SEMBER, N. B. G., Mathis, Armin. Forestry in the Brazilian Amazon. Anais 2 Congresso Internacional Sustainable Regional Development Amazônia, 2001. SEMBER, N. B. G.; BURLAMAQUI, C. E. T. Avaliação em Áreas de 3 Insucesso Escolar. Relatório de Pesquisa, 1999. SEMBER, N. B. G. Na Boca do Forno os Limites do Corpo. Série Pesquisa 4 Sepeq Naea, Belém, n. 15, 1992. SEMBER, Nair B. Gonzalez. Relações entre Estado, ONGs e Empresas 5 Madeireiras na Amazônia. In: Maria Célia Nunes. (Org.). Estado e Políticas na Amazônia: gestão do desenvolvimento regional. Belém: CEJUP, 2001 SEMBER, Nair Brito Gonzalez. Marketing Social e a Sustentabilidade das 6 Organizações e do Meio Ambiente. Revista FAZ Humanidades, Belém, 2010. MENEZES, L.B.C.; BRITO, L.S.B.; SEMBER, N.B.G. Parques Urbanos de 7 Belém (PA): situação atual e problemáticas socioambientais. Revista FAZ: Ciência e Tecnologia, v. 6, nº 10/11, jan. /dez. 2011. 2.1.4 Total de Vagas Anuais Vagas totais anuais/Turno: 120 / Noturno 2.1.5 Carga Horária Carga horária Total do curso 1.780 horas Prazo de integralização da carga horária limite mínimo (meses/semestres) 24 meses / 4 semestres limite máximo (meses/semestres) 36 meses / 6 semestres 2.2 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 2.2.1 Contexto Educacional no Estado do Pará O Estado do Pará é o segundo maior Estado do Brasil em área territorial, sendo detentor de 32,38% de toda a área territorial do país, 1.247.702,70 km². Vale destacar que 80,20% da área territorial do Estado é composta de floresta de terra firme. A população estimada do Estado do Pará, em 2006, é de 7.110.465 habitantes. A faixa etária predominante da população (57,15%) tem idade entre 15 e 59 anos. Apenas 5,76% da população possui 70 ou mais anos, sendo que a população de zero a quatorze anos corresponde a 37,09% do contingente total do Estado. A capital abriga 20,09% de toda a população do Pará. Em relação aos aspectos socioeconômicos, o Estado do Pará está localizado na Região Norte do Brasil, parte integrante da Amazônia, região na qual se encontram abundantes reservas de madeiras nobres de alto valor comercial. O Estado se destaca por suas grandes reservas 13 minerais metálicas e ainda por ser o detentor das maiores reservas de água doce do mundo, possuindo potencial estimado de geração hídrica. O processo de industrialização verificado no Pará não beneficiou a sociedade regional e a economia mantém sua base produtiva num modelo econômico primário exportador, sendo que as atividades econômicas que efetivamente geram renda e emprego para a população local são os pequenos negócios, possuindo o Estado índices de desenvolvimento econômico consideravelmente abaixo da média nacional (Produto Interno Bruto – PIB do Estado corresponde a somente 1,94% do PIB nacional em valores apurados no ano de 2004). Os dados educacionais do Estado indicam que a qualidade do ensino básico encontra-se em patamares consideravelmente abaixo dos averiguados em relação ao Brasil. As distorções idade-série no Estado são superiores às verificadas na média do país. As taxas de escolaridade, especialmente em relação ao ensino médio, denotam que a população paraense tem menos acesso à educação do que a população média brasileira. O recém-criado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) evidencia que as deficiências educacionais do Pará são mais acentuadas do que a média nacional. Também em relação aos percentuais de analfabetismo da população, fica confirmada a má situação do ensino do Estado do Pará. Relativamente ao ensino superior, constata-se a insuficiente oferta de vagas, pois mesmo considerando que se tenha um atendimento precário no ensino médio, os dados mostram que o Pará ainda está longe de conseguir atender a esse contingente de estudantes que, a cada ano, conclui o nível médio. Mesmo considerando o crescimento do número de matrículas nas IES o Pará apresenta uma grave situação na escolaridade superior, tanto em relação ao Brasil quanto em relação à Região Norte. Essa condição fica evidenciada ao serem analisados os índices de escolarização bruta e líquida do ensino superior do Estado, que são os mais baixos da Região Norte e o segundo menor do país, com 9,0% da taxa de escolarização bruta e 4,0% de líquida. A composição dos elementos específicos do Estado do Pará, associados aos problemas comuns nacionais, conduz à conclusão de que, no Estado do Pará, é necessária a expansão da escolaridade superior, especialmente no que se refere à oferta de cursos focados na preparação e na formação de um cidadão apto a ingressar no mercado de trabalho e a exercer, com plenitude, o seu papel na sociedade atual. Neste contexto, após a realização dos competentes estudos, as FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA ofertam, na modalidade presencial, cursos tecnológicos na área de gestão, informática e saúde, com enfoque nas atividades ligadas à indústria, ainda insipiente na Região, ao comércio e, especialmente, aos serviços, dada a sua relevância na economia local, atendendo às demandas oriundas dos segmentos econômicos do Estado, no que se refere à matéria. 14 2.2.2 Justificativa da oferta do curso Os cursos tecnológicos ofertados foram concebidos para atender a uma demanda seleta de alunos que, por falta de opção regional, transferem-se para outros Estados da Federação, a fim de dedicarem-se aos estudos relativos à formação escolhida em Instituições de ponta. A proposta das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA é inovadora e consiste na concepção de projetos pedagógicos formulados para Cursos Tecnológicos construídos com base em arrojadas propostas, que buscam oferecer uma formação mais ampla, um leque de conhecimentos não limitado à opção profissionalizante do curso escolhido, e que prepare, realmente, o aluno para o mercado de trabalho atual, que é dinâmico, mutante e multifuncional. Diante de uma economia globalizada, o planejamento é fundamental na dinâmica dos processos produtivos de bens, serviços e conhecimento. A preocupação dos três setores que movem a economia não se limita somente à produção e à venda, mas também à utilização racional e econômica dos meios disponíveis. Em virtude dessa realidade, as empresas exigem profissionais atualizados com os novos padrões de relações econômicas, de organização, da produção e do trabalho. As organizações, diante de um cenário de globalização e competitividade, procuram profissionais que possuam conhecimentos, competências e habilidades que permitam superar tais desafios, por meio de ações cada vez mais voltadas à redução de custos, otimização dos recursos, diferenciação de produtos e serviços, buscando superar as expectativas dos clientes com rapidez e eficácia. Por sua vez, para que estas ações possibilitem o resultado almejado, elas devem ser coordenadas de maneira integrada, em todos os processos das organizações. Assim, o ensino de nível superior em nosso país não pode continuar alheio à nova ordem, oriunda das significativas mudanças no pensamento econômico, nos princípios de administração de empresas públicas e privadas, nos modernos conceitos políticos e sociológicos que envolvem uma organização frente às oscilações da sociedade, tanto nos grandes centros urbanos quanto nas áreas rurais do país. É necessário considerar, também, que os ganhos culturais decorrentes de cursos tecnológicos pensados sob a base descrita acima, contribuirão para minimizar os efeitos que a excessiva dinâmica do mercado vem causando, no que tange à escassez de oferta de trabalho nas atividades típicas de cada profissão. Um leque mais amplo de formação permite ao aluno egresso uma maior capacidade de adequação e adaptação às diferentes oportunidades de trabalho. A proposta pedagógica das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA garantirá ao aluno o desenvolvimento da curiosidade intelectual, da capacidade crítica, reflexiva e de análise. O que se pretende é formar um profissional apto não somente para o exercício da profissão escolhida nas concepções tradicionais, mas um indivíduo pronto para enfrentar um mercado de trabalho dinâmico, competitivo e capaz de se transformar não só num operador das competências específicas de sua profissão, mas em um cidadão que poderá tornar-se um formador de opiniões. Para atender a esses objetivos, a concepção dos currículos propostos respeita os parâmetros dos cursos tradicionais, porém, revisou as prioridades e metas, reorganizou diversos 15 títulos, introduziu disciplinas correlatas, favoreceu a composição de núcleos de conteúdos básicos entre os cursos oferecidos, num esforço para compartilhar conhecimentos, numa articulação curricular mais genérica e integrada, na medida em que proporciona, com esta proposta inovadora, sólida formação, calçada em conhecimentos vastos e verticais, alicerçando base teórica e prática para a segurança e desenvoltura do novo profissional em sua seara de trabalho. Para que essas metas de formação sejam alcançadas, traçamos, a seguir, os princípios básicos referentes à concepção dos novos currículos: elevada sinergia entre os cursos oferecidos; flexibilidade curricular, com vistas à valorização das vocações e interesses dos alunos; incentivo para a utilização de novas tecnologias e para a celebração de convênios com Entidades Educacionais Nacionais e Internacionais, objetivando promover intercâmbio cultural e científico; estímulo à iniciação científica e à pesquisa, especialmente a aplicada, mediante integração com as áreas de economia e com as ciências políticas e sociológicas; valorização das habilidades de intelecção e de produção de textos, como instrumento profissional e ferramenta geradora do pleno exercício de cidadania; ênfase no desenvolvimento do raciocínio lógico e aprofundamento das capacidades básicas; composição curricular baseada em feixes temáticos, que mereçam contínuas abordagens, com progressivos graus de detalhamento e problematização, abandonando-se a tradicional abordagem de um amontoado desconectado de temas ao longo dos cursos. As inovações pedagógicas propostas requerem que sejam adotadas metodologias de ensino diferenciadas: adoção de outras atividades e formas de transposição de conteúdos, combinadas às aulas expositivas, com o fim de auxiliar e modernizar o processo de ensino-aprendizagem; as atividades práticas serão abordadas em todas as disciplinas, não ficando limitadas a componentes curriculares autônomos; interdisciplinaridade de conteúdos e componentes curriculares; existência do núcleo comum e propedêutico, afeto a todos os cursos, bem como a possibilidade de os alunos se matricularem em componentes isolados pertencentes a outras matrizes curriculares, ou seja, a outros cursos oferecidos pela entidade. Pelo exposto, a proposta pedagógica das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA atende a todos os pressupostos constantes das Diretrizes Curriculares Nacionais (Parecer CNE/CES nº. 67/2003), ou seja: [...] não é demais repetir que tudo foi concebido com o propósito de que se pudesse estabelecer um perfil do formando no qual a formação de nível superior se constituísse em processo contínuo, autônomo e permanente, com uma sólida formação básica e uma formação profissional fundamentada na competência teórico-prática, observada a flexibilização curricular, autonomia e a liberdade das instituições de inovar seus projetos pedagógicos de graduação, para o atendimento das contínuas e emergentes mudanças para cujo desafio o futuro formando deverá estar apto. 16 Além de atender às DCN, o Curso Tecnológico em Gestão de Recursos Humanos coadunase às proposições do Plano de Desenvolvimento Institucional das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA. A justificativa e a relevância deste projeto estão relacionadas à necessidade de capacitar profissionais que desenvolvam uma visão integrada e sistêmica de todos os processos da organização com ênfase na gestão humana e humanizada. 2.2.3 Proposta Pedagógica do Curso O curso tem sido desenvolvido considerando-se uma metodologia caracterizada pela construção do conhecimento, uma vez que se tenta fazer com que o aluno o construa a partir de conceitos-chave apresentados a ele e sistematizados a partir de atividades intra e extraclasse, como, por exemplo, visitas técnicas a empresas referências na área da(s) disciplina(s) abordada(s), eventos regionais e nacionais, e jornadas acadêmicas e estágio (não obrigatório). Ressalta-se, nesse conceito, a realização da Semana Acadêmica da Faculdade, quando os saberes são traduzidos em comunicações e apresentações orais, de modo a proporcionar o contato do aluno com profissionais dos diversos segmentos organizacionais para troca de experiências na área, por meio de palestras, mesas-redondas, mini-cursos, etc., além da oferta de estágios, por meio de convênios com empresas do setor produtivo local. Vale destacar, ainda, que esta é uma prática constante no curso, com o objetivo de fazer o aluno perceber a relação entre as disciplinas envolvidas em tal atividade e que possa adquirir habilidades e competências para o enfrentamento das diversas situações futuras que poderão se apresentar a ele, e ainda, onde os discentes apresentam suas experiências construídas em sala de aula à comunidade acadêmica. A proposta do estágio é operacionalizada pela Central de Estágios, e, ainda, através da inserção dos alunos nas atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Inovação e Extensão – NIE. Além disso, utiliza-se recurso didático adequado, bibliografia atualizada e recursos de informática com softwares especializados. conhecimento A metodologia de ensino vem sendo aprimorada a cada período, estabelecendo relações de interseção entre as Unidades Curriculares já ministradas e aquelas que se seguirão. Esta metodologia possibilita ao aluno a construção de um saber sistemático em que, nos semestres letivos subsequentes, os alunos são incentivados a somar os conhecimentos já construídos e a construir novos conhecimentos, entrando em contato com informações que lhes dão base sobre questões que envolvem as tecnologias próprias da área de RH e que lhes permitirão transitar nas mesmas em suas atuações profissionais. Vale lembrar que o uso de uma bibliografia atualizada, seja ela constante ou não do acervo da biblioteca da Faculdade, a realização de visitas técnicas, pesquisa de campo, atividades simuladas, etc., permitem, com maior propriedade, que as Unidades Curriculares se apresentem cada vez mais interligadas, inclusive relacionadas à concepção do curso, que, de modo geral, pode ser considerada com um sentido construtivista. 17 2.2.4 Finalidades e Objetivos do Curso O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos das Faculdades Integradas Ipiranga formará profissionais capacitados a ocupar e exercer as funções características da gestão organizacional de pessoas, voltadas ao melhor aproveitamento das potencialidades humanas, criando estratégias inovadoras de controle e acompanhamento do clima organizacional e do desenvolvimento dos indivíduos frente às demandas empresariais com embasamento nas habilidades de direção organizacional e liderança. Propõe-se que esse profissional se destaque como agente de mudanças, influenciando positivamente os contextos empresariais em que venha a atuar. Assim, estará apto a realizar e liderar processos de negociação, capacitação, treinamento, desenvolvimento e as variadas funções do gerenciamento e da gestão estratégica de pessoas. Dentre os possíveis postos de trabalho que o egresso poderá ocupar, estão incluídas as seguintes funções: Como planejador, orientando e executando a elaboração de instrumentos estratégicos e operacionais, a exemplo de planos, programas e projetos. Como Gerente de Recursos Humanos e Gestor de Pessoas e/ou de acordo com o título do cargo de cada instituição em que venha atuar. Como assessor, subsidiando estudos e análises voltados ao planejamento e à execução de estratégias, políticas e práticas de gestão estratégica de pessoas. Como executor, atuando como gestor de sistemas e processos que visam ao recrutamento, à seleção, ao treinamento, à capacitação, à remuneração, à prevenção da segurança e da saúde dos trabalhadores, ao monitoramento do clima organizacional e do desempenho individual e coletivo e ao gerenciamento de inovações tecnológicas que impactam o contexto das organizações. Outro papel importante a ser desempenhado pelo egresso do curso diz respeito à criação, desenvolvimento e operação de sistemas de informações, capazes de gerar a base sobre a qual o processo decisório poderá se apoiar para encaminhar alternativas de solução às circunstâncias do empreendimento. Pode ocupar cargos como Gestor de Sistema de Informação, Gerente de Sistema de Informação e Gestor de Informações Gerenciais. Não menos importante, ressalta-se a função de incentivador e mesmo gestor de processos voltados à geração e aproveitamento do(s) conhecimento(s) que circulará(ão) nas empresas em que vier a atuar. Em consequencia, deverá promover opções que estejam voltadas para o gerenciamento de carreiras, cumprindo a filosofia de aproveitamento de potencialidades das pessoas envolvidas. E, ainda, uma das funções mais importantes que poderá desempenhar refere-se à prospecção, estímulo e desenvolvimento de competências e habilidades empreendedoras e estratégicas, na convicção de que é fundamental promover o clima e as ações conseqüentes. 18 Objetivos do Curso Geral: Formar profissionais com competências para atuar na área de gestão de pessoas, fornecendo um conjunto de conhecimentos que os capacitem no gerenciamento das atividades de gestão de pessoas e leve ao reconhecimento das potencialidades das pessoas como diferencial competitivo, estimulando mudanças nos ambientes organizacionais. Específicos: Proporcionar habilidades e competências que permitam aos egressos atuar na área de gestão de pessoas no exercício de atividades gerenciais nas organizações. Ampliar competências que possibilitem desenvolver, implementar e avaliar atividades de treinamento de forma racional e sistêmica; Proporcionar conhecimentos teóricos e práticos para a gestão de pessoas como um dos focos de negócio das organizações, tendo em vista conhecimentos e aptidões como parte do capital intelectual; Analisar, avaliar, criticar e utilizar, objetiva e criticamente, fatores políticos, econômicos, tecnológicos e sociais que subsidiem tomadas de decisões estratégicas para a administração de pessoas; Conhecer, compreender e fazer uso das variáveis básicas da dinâmica organizacional nas perspectivas sociológicas, psicológicas, culturais e tecnológicas contemporâneas e suas tendências; Escolher e ser capaz de saber usar corretamente as ferramentas, técnicas e procedimentos aplicados ao treinamento, ao desenvolvimento e à educação de recursos humanos, numa visão sistêmica da organização e seus ambientes; Desenvolver habilidades para participação em negociações internas e externas à organização; Aplicar as principais metodologias e práticas de consultoria, interna e externa, em recursos humanos, assim como gerenciar a remuneração e o desempenho. 2.2.5 Justificativa do Projeto do Curso A implantação do curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos pelas Faculdades Integradas Ipiranga se justifica em função do cenário econômico e social que predomina no Estado do Pará, especialmente nos anos mais recentes, como decorrência de ações do poder público, bem como da intervenção de empreendedores privados que têm verificado aqui horizontes promissores para a implantação de projetos produtivos que aproveitam o enorme potencial desta região. 19 Indicadores desse cenário podem ser vistos quando se analisa o crescimento substancial de empresas que vêm se estabelecendo aqui no Estado do Pará, além daquelas que, já aqui instaladas, aproveitam para expandir suas operações a partir das oportunidades que são disponibilizadas. Particularmente na cidade de Belém, a economia baseia-se nas atividades de comércio, serviços e turismo, podendo-se destacar, ainda, as atividades industriais crescentes nas áreas de metalurgia, indústrias químicas, pesqueiras e metalúrgicas, em produtos alimentícios, navais e em madeireiras. Aliado ao crescimento das empresas tem-se o aumento na geração de empregos formais em Belém e nas demais capitais da Região Norte, registrados pela Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Renda (SETER) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-Pará) em três períodos distintos: no mês de agosto de 2011, nos oito primeiros meses de 2011 (janeiro a agosto) e nos últimos 12 meses (setembro/2010 a agosto/20111). Esses indicadores apontam melhorias no cenário econômico e social do Estado do Pará e ainda, o IDH, que no período de 2000 a 2005 evoluiu para 0,755, colocando este Estado na 16ª posição, ainda com reconhecidas carências, porém já apresentando melhorias que se originam de iniciativas sustentáveis. Por outro lado, o PIB paraense também tem crescido de forma animadora. Enquanto o dado nacional passa de R$ 5.800 em 1999 para R$ 6.954 em 2001, na Região Norte o crescimento vai de R$ 3.420 para R$ 4.312 e no Estado do Pará o valor cresce de R$ 2.734 para R$ 3.435. Mais uma vez, o que se pode constatar é que há melhorias saudáveis que decorrem da evolução dos meios produtivos, assim indicando que há e continuará havendo razões para se investir na formação de profissionais com perfil adequado a atender e satisfazer essas necessidades. Convém mencionar que empreendimentos de médio e de grande porte aqui têm se instalado, especialmente nos setores mineral (por ser o Estado do Pará o detentor nas maiores jazidas de ferro do país), madeireiro (em função da ocorrência privilegiada de tipos vegetais extremamente valorizados, tanto no mercado nacional como no exterior), turístico (dadas às características do habitat amazônico e as incontáveis riquezas que se verificam por aqui) e de produtos ecologicamente recomendados. Neste sentido, empreendimentos como os da Vale, Albrás/Alunorte, Mineração Rio do Norte e COSIPAR podem ser citados como exemplos de empresas e projetos que aqui se encontram e estão desenvolvendo atividades que, por certo, demandam profissionais com perfil adequado e atualizado, para atender às necessidades destas e de outras empresas, visto que a atividade gerada por tais empreendimentos concorre para o aparecimento de inúmeros outros que lhe dão suporte e complementam no que fazem. Olhando cautelosamente os elementos que compõem esse contexto socioeconômico, percebe-se que, por decorrência das demandas oriundas dos atores que se encontram interagindo nesse ambiente, haverá, como de fato já está havendo, crescente necessidade de profissionais que 1 Fonte: http://www.agenciapara.com.br/noticias. Acesso em 10 de outubro de 2011. 20 possuam habilitação compatível para exercer funções como gestores de pessoas, para o que notase um vácuo ainda por preencher em termos desses profissionais. Destaca-se, ainda, que o profissional de que se fala não é apenas um bom técnico, senão um profissional que incorpore conhecimentos, competências e habilidades específicas, indispensáveis ao bom e eficaz gerenciamento das pessoas que operam em empresas, para o que as Faculdades Integradas Ipiranga se propõem a contribuir promovendo a formação de gestores que atendam a esse perfil. 21 3 PERFIL DO ALUNO EGRESSO O profissional egresso do Curso Superior de Tecnologia em Gestão em Recursos Humanos das Faculdades Integradas Ipiranga estará apto para: Criar e estabelecer Políticas de Gestão de Recursos Humanos, considerando a cultura e o clima organizacional; Traçar diagnóstico organizacional, estabelecendo estratégias de intervenção; Criar e implementar políticas de saúde e segurança no trabalho, bem como outras ações (grupos de discussão, formação de comissões, etc.) que perpassem pela saúde física e mental do trabalhador; Planejar e utilizar instrumentos de gestão organizacional, tais como Planos de Cargos e Salários, Programas de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal e de Avaliação de Desempenho e Projetos de Responsabilidade Social, por exemplo; Administrar Rotinas de Pessoal, desempenhando e/ou supervisionando o desenvolvimento de tarefas ligadas à admissão de pessoal (procedimentos legais – CLT), banco de dados funcionais e demais rotinas comuns a um Departamento de Pessoal; Gerenciar equipes de trabalho, liderando e direcionando esforços para a consecução dos objetivos organizacionais, considerando os contextos micro e macro organizacionais; Implementar uma cultura de aprendizagem que contribua para a valorização das habilidades e competências funcionais; Propor modelos de gestão de Recursos Humanos, considerando os contextos local, regional e/ou nacional; Implementar procedimentos de recrutamento e seleção de pessoal. 22 4 FORMAS DE ACESSO AO CURSO Nos termos disciplinados pelo Regimento Geral, as formas de acesso aos cursos ofertados pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA se dão por meio de: I- Processo Seletivo O Processo Seletivo, aberto a candidatos(as) que tenham escolarização completa do ensino médio ou equivalente tem por objetivo classificá-los(as) para o ingresso nos respectivos cursos, nos termos da legislação vigente. II – Outras seleções oficiais realizadas pelo Governo Federal – PROUNI e ENEM. As normas do Processo Seletivo serão fixadas pelo Diretor Geral, atendida a legislação vigente. Matrícula O(A) candidato(a) classificado(a) em Processo Seletivo e convocado(a) para ingresso em curso de graduação tecnológica deve comparecer ao setor de matrícula, no prazo fixado, com os documentos exigidos pelas respectivas normas. A matrícula implica na aceitação, pelos alunos, do plano de curso definido pela Direção Geral, assim compreendido o conjunto de componentes curriculares, organizados em períodos, que o(a) aluno(a) deverá cumprir ao longo de seu curso. O(A) candidato(a) classificado(a) que não se apresentar para matrícula no prazo estabelecido e com os documentos exigidos perde o direito de matricular-se, em favor dos(as) demais candidatos(as), a serem convocados(as) por ordem de classificação, independentemente do pagamento de quaisquer taxas exigidas. Nenhuma justificativa pode eximir o(a) candidato(a) da apresentação, no prazo devido, dos documentos exigidos para a efetivação da matrícula. Pode ser efetuada a matrícula de candidatos(as) portadores(as) de diploma registrado de curso de graduação, observado o limite e a existência de vagas nos termos da lei, sem necessidade de participação em Processo Seletivo (Análise de Crédito). A matrícula deve ser renovada no prazo fixado pela Diretoria Geral, respeitadas as normas estabelecidas, sob pena de perda de direito à mesma. Ressalvado o caso de trancamento de matrícula, disciplinado neste Regimento Geral, a não renovação de matrícula implica abandono do curso e desvinculação do(a) aluno(a) das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA. A renovação de matrícula somente terá validade após o deferimento da Diretoria Geral e dependerá da regularidade do pagamento dos encargos educacionais, bem como da apresentação de todos os documentos exigidos pela Diretoria Acadêmica para esse fim. Poderão as FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA oferecer matrículas em componentes curriculares isolados existentes em seus diversos cursos para alunos(as) ou outros(as) interessados(as), conforme normas baixadas pelo Diretor Geral. 23 Obtida a aprovação para matrícula no componente curricular, os respectivos estudos efetivamente realizados serão certificados em documento próprio e poderão, a critério da instituição de ensino, ser objeto de aproveitamento de estudos. III - Transferência, Aproveitamento de Estudos e Certificação de Competências As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, no limite das vagas existentes e mediante processo seletivo, podem aceitar transferência de alunos(as) provenientes de cursos afins ou equivalentes aos seus, mantidos por estabelecimentos de ensino superior nacionais ou estrangeiros, cujo funcionamento esteja em conformidade com a legislação nacional vigente. Em caso de servidor público federal ou membro das Forças Armadas, ou seus dependentes, quando requerida em razão de comprovada remoção ou transferência ex-ofício, que acarrete mudança de residência para a sede de unidade de ensino ou localidade próxima desta, a matrícula é concedida, nos termos da lei, independentemente de vagas e de prazos. O requerimento de transferência deve ser instruído com histórico escolar do curso de origem, programas e cargas horárias das disciplinas e/ou componentes curriculares nele cursados, para fins de estudo de currículo. Será efetivada a transferência do(a) candidato(a) após parecer final do Coordenador do Curso, quanto à sua viabilidade pedagógica, acompanhado de atestado da Diretoria Acadêmica da regularidade legal do ato. Poderão ser aproveitados pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA os conteúdos e os componentes curriculares cursados pelo(a) aluno(a) em nível superior, sendo validadas as notas e a carga horária atribuídas ao(à) mesmo(a) pelo estabelecimento de origem, desde que este seja regular. Para integralização da matriz curricular do curso pretendido, as FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA podem exigir do(a) aluno(a) o cumprimento regular dos demais componentes curriculares e da carga horária total, podendo, ainda, demandar adaptação das matérias não estudadas integralmente. Entende-se por adaptação o conjunto de atividades prescritas com o objetivo de complementar ou classificar o(a) aluno(a) em relação aos planos e padrões de estudo das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA. Na elaboração dos planos de adaptação referentes aos estudos feitos em nível de graduação, serão observados os seguintes princípios gerais: - Deve prevalecer o interesse maior da integração dos conhecimentos e habilidades inerentes aos programas de estudos, no contexto de formação cultural e profissional do(a) aluno(a), sobre a consideração de aspectos quantitativos e formais do ensino representados por itens de programas, cargas horárias e ordenação de componentes curriculares; - A adaptação deve processar-se mediante o cumprimento de plano especial de estudo que possibilite o melhor aproveitamento do tempo e da capacidade de aprendizagem do(a) aluno(a); 24 - Não são isentos de adaptação os(as) alunos(as) beneficiados(as) por lei especial que lhes assegure a transferência, em qualquer época e independente da existência de vaga, salvo quanto às matérias do currículo cursadas com aproveitamento na forma prescrita no Regimento Geral; - Em caso de transferência compulsória, durante o período letivo, são aproveitados conceitos, notas, créditos e frequência obtidos pelo(a) aluno(a) na instituição de origem até a data em que dela se tenha desligado; - O aproveitamento de estudos pode implicar a dispensa da obrigatoriedade de cursar componentes curriculares e atividades do currículo pleno, nos termos do parecer exarado pelo Coordenador de Curso, com a anuência do Diretor Pedagógico; - Compete ao Coordenador de curso elaborar os planos de estudos durante o período de adaptação do(a) aluno(a) ao currículo do curso; - O período máximo em que o(a) aluno(a) poderá realizar suas adaptações é de dois (02) anos, sendo que a não obtenção de aprovação em componente curricular referente à adaptação será considerada reprovação para todos os fins, submetendo-se o(a) aluno(a) ao regime de dependência; - As adaptações podem ser oferecidas em regime especial, conforme normas baixadas pela Diretoria Geral, observadas as determinações legais constantes da legislação vigente. As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA podem, ainda, proceder a Certificação de Competências, conforme o disposto na Resolução Institucional nº. 04, de 05 de março de 2010, que passa a fazer parte integrante do presente PPC. 25 5 ATENDIMENTO AO DISCENTE As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA mantêm os serviços de atendimento ao discente a seguir especificados, ressaltando-se que tais setores de prestação de serviço ao aluno estão disponibilizados para o curso cujo reconhecimento se pleiteia no presente processo: 5.1 NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP Este serviço tem como objetivo principal favorecer o desenvolvimento psicossocial discente através de ações de orientação e acompanhamento psicopedagógico. Para atendimento de seus objetivos, o NAP desenvolve uma rede de ações estruturadas de forma a acompanhar a evolução dos alunos horizontal e verticalmente durante a sua graduação. O acompanhamento horizontal dar-se-á a partir do continuum temporal de formação, envolvendo as seguintes ações: 1. Início do curso: Programa de Socialização e Familiarização Institucional; Programa de Apoio aos Alunos Ingressantes (PAAI); Planejamento de Carreira Acadêmica. 2. Decorrer do curso: Acompanhamento individual; Acompanhamento de turmas; Treinamento de habilidades sociais. 3. Na conclusão do curso: Programa de orientação ao formando; Planejamento de carreira profissional. O acompanhamento vertical dar-se-á a partir de ações mais gerais, direcionadas a todo(a) e qualquer aluno(a), podendo atingir diferentes momentos da formação. Este acompanhamento se configurará a partir das seguintes ações: 1. Campanha de conscientização; 2. intervenção individual/grupal (foco: prevenção). 3. Programa de monitoria; 4. Orientação docente; 5. Atendimento psicopedagógico (foco: acadêmico). 6. Acompanhamento individualizado de alunos com necessidades educacionais especiais; 7. Mediação de formação docente (foco: inclusão). 8. Programa de acompanhamento das representações estudantis; 9. Ações socioculturais; 10. Intervenção individual/grupal (foco: social). Todas as atividades serão ofertadas aos alunos em geral, sendo gratuitas. Além das atividades específicas do NAP, este setor deverá contribuir com a Comissão Própria de Avaliação (CPA) e a Direção Pedagógica, de modo a fornecer informações e auxiliar na concretização de propostas de ação de caráter institucional. 26 5.2 NÚCLEO DE PESQUISAS – NUP As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA instituíram, em 2009, o Núcleo de Pesquisas – NUP com o objetivo de implementar as políticas, linhas de pesquisa e estratégias necessárias ao desenvolvimento da pesquisa no âmbito da Instituição. O funcionamento do NUP se dá de acordo com Regulamento próprio. Em 2010, o NUP abriu edital (nº. 001/2010) para o desenvolvimento de pesquisas científicas por parte dos corpos docente e discente, sendo aprovados 8 projetos: LINHA DE PESQUISA: Saúde, trabalho e qualidade de vida a) Avaliação das Condições de radioproteção em leitos de UTI b) Análise Clínico-Cardiológica, Eletrocardiográfica e Radiológica de Tórax de Paciente com Leptospirose Internados em Hospital de referência – Belém – Pará LINHA DE PESQUISA: Desenvolvimento Sustentável a) Entre Trapiches, trilhas e vilas: Organização Comunitária e Práticas Sustentáveis na região metropolitana de Belém-Pará. b) Políticas Públicas e a Gestão de Parques Urbanos: O Caso de Belém – Pará. LINHA DE PESQUISA: Comunicação a) A imprensa e a política no Estado do Pará: Atores, interesses e conflitos. b) Prefeitura de Belém X Camelôs na Av. Presidente Vargas. c) Irmãos Stenberg: a influência do construtivismo nos cartazes dos primeiros filmes russos e sua contribuição para a história do design gráfico. LINHA DE PESQUISA: Educação, Inclusão e Cidadania a) Influência do comportamento Não-Verbal na relação professor-aluno Para incentivar o corpo discente à pesquisa científica, foram abertos os editais 002/2010 e 002/2010 A, visando à seleção de bolsistas de iniciação científica e voluntários, incluindo nos Projetos 7 (sete) alunos bolsistas (2 do curso de Jornalismo, 1 de Turismo, 1 de Gestão Pública, 2 de Radiologia e 1 de Pedagogia) e 14 (catorze) voluntários (1 do curso de Gestão Pública, 7 de Radiologia, 1 de Jornalismo, 4 de Pedagogia e 1 de Turismo). Os Projetos de Pesquisa selecionados têm prazo máximo de dois (2) anos, sendo subsidiados por verbas orçamentárias das próprias FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, beneficiando alunos e professores. 5.3 CENTRAL DE ESTÁGIOS A realização dos estágios, no âmbito das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, ocorre sob a supervisão de uma coordenação própria e específica (Central de Estágio, regida por Resolução própria), a quem compete a organização dos trabalhos, a designação e capacitação dos docentes supervisores de estágio, a avaliação da documentação, o acompanhamento formal e 27 prático dos convênios institucionais, abrangendo os estágios obrigatórios e não obrigatórios, nos termos da legislação em vigor. 5.4 COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E TCC A realização das Atividades Complementares e dos Trabalhos de Conclusão de Curso (regidos por Resoluções Institucionais próprias, nº. 1, de 24 de fevereiro de 2012 e nº. 3, de 01 de fevereiro de 2010, respectivamente, que passam a fazer parte integrante do presente PPC) de todos os alunos vinculados aos cursos mantidos pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA ocorrem sob a orientação e supervisão do corpo docente da Instituição, bem como de uma coordenação específica (Coordenação de Atividades Complementares e TCC), a quem compete a supervisão e organização dos trabalhos, a designação e capacitação dos docentes orientadores, a avaliação da documentação, o acompanhamento formal e prático da integralização das referidas atividades e trabalhos. 5.5 NÚCLEO DE INOVAÇÃO E EXTENSÃO – NIE O Núcleo de Inovação e Extensão das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA é responsável pelo estabelecimento das ações de extensão acadêmica, de acordo com Regulamento próprio, a quem compete fomentar, acompanhar, avaliar, articular, registrar e divulgar essas ações nos âmbitos interno e externo das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA. 5.6 SETOR DE INCLUSÃO O Setor de Inclusão desenvolve um programa de atendimento especializado que organiza e executa o acompanhamento sistemático a pessoas com deficiência (aquelas que apresentam restrição física, mental, sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita o desempenho de uma ou mais atividades da vida diária) no interior das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, reafirmando estratégias necessárias ao processo de inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais, no que se refere às suas necessidades específicas. É realizado o atendimento específico especializado a alunos surdos, com limitações visuais e/ou físicas e com transtorno global do desenvolvimento (TOC, Transtorno bipolar, esquizofrenia, autismo, síndrome de L’Tourret, dentre outros). 28 6 PESQUISA, PRODUÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA O curso cujo reconhecimento se pleiteia, além de contemplar cargas horárias estabelecidas institucionalmente e conteúdos relativos ao desenvolvimento de pesquisa aplicada e de produção tecnológica, que são desenvolvidas, especialmente, nas disciplinas de Atividades Complementares, implementadas de forma articulada, culminando com o Trabalho de Conclusão de Curso dos alunos, está inserido nas políticas Institucionais de incentivo à pesquisa, fortemente implementadas pela Direção das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA. Há que se ressaltar, nesse âmbito, que a Instituição conta com dois órgãos distintos de fomento à pesquisa e à produção tecnológica. O Conselho de Pós-Graduação e Pesquisa, cuja função precípua é comandar as políticas na área, inclusive gerenciando os incentivos financeiros para os professores com publicações expressivas, de acordo com o Plano de Carreira Docente da Instituição. Destaca-se, também, a existência do Núcleo de Pesquisa (NUP), que conta com a ampla participação da comunidade acadêmica e se destina a congregar os docentes e discentes nos trabalhos e políticas institucionais desenvolvidos na área. Vale comentar que, na esfera do NUP, além das verbas eventualmente obtidas junto a órgãos de fomento públicos, a própria Instituição possui verbas orçamentárias para custeio dos projetos selecionados, beneficiando alunos e professores. Tais órgãos possuem regulamentação interna própria e encontram-se em pleno funcionamento, congregando projetos de todos os cursos mantidos pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA. Fica evidenciado que a pesquisa, além das atividades internas do próprio curso, encontra-se institucionalizada e é objeto de significativos investimentos institucionais, incluindo a manutenção de 2 (dois) periódicos científicos. 29 7 INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA O Grupo Ipiranga investe, constantemente, em laboratórios e equipamentos específicos para cada um dos cursos mantidos. Também são adquiridos equipamentos para atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais, como os portadores de deficiência visual, com vistas a tornar a Instituição uma referência regional no acolhimento desse público, assim como já ocorre com os alunos portadores de necessidades especiais auditivas. O Grupo Ipiranga, atualmente, possui a seguinte infraestrutura: • 04 Unidades de Ensino (Almirante Barroso, Chaco I e II e Cabanagem); • 01 Teatro - José Theodoro Soares; • 01 Sítio-Escola, localizado no município de Marituba (PA); • 05 Bibliotecas – a biblioteca principal teve sua área duplicada, em 2009, alcançando, atualmente, em torno de 500m2; o acervo bibliográfico tem sido ampliado em, no mínimo, 5% ao ano, a partir de 2011, com enfoque na ampliação do acervo de periódicos • 16 laboratórios (Informática, Jornalismo Impresso, TV, Rádio, Fotojornalismo, Brinquedoteca Pedagógica, Anatomia); • 01 Centro de Estética e Cosmética; • 01 Clínica de Imagem; • 01 Núcleo de Comunicação; • 02 Quadras poliesportivas; • 100 salas de aula com infraestrutura que inclui novos equipamentos. Todos os núcleos são dotados de paisagismo, como forma de integração da educação ambiental. Estes números expressam, acima de tudo, visão empreendedora e visionária do Grupo Ipiranga, que forma e transforma indivíduos em cidadãos e profissionais competentes, antenados com o futuro. 30 8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR As FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA organizam seus cursos com base no regime seriado semestral, mediante a adoção do sistema de créditos com matrículas por disciplina, que possibilitará a flexibilidade curricular, devendo, os referidos cursos, ser integralizados em, no mínimo, 2 (dois) anos e, no máximo, em 4 (quatro) anos (áreas da saúde e informática). A organização curricular do curso cujo reconhecimento se requer objetiva formar um profissional apto não somente para o exercício da profissão escolhida nas concepções tradicionais, mas um indivíduo pronto para enfrentar um mercado de trabalho dinâmico, competitivo e capaz de se transformar não só num operador das competências específicas de sua profissão, mas em um cidadão que poderá tornar-se um formador de opiniões. Para tanto, a concepção dos currículos propostos revisou as prioridades e metas, reorganizou diversos títulos, introduziu disciplinas correlatas, favoreceu a composição de núcleos de conteúdos básicos entre os cursos ofertados, em suas diversas áreas, num esforço para compartilhar conhecimentos, numa articulação curricular mais integrada, na medida em que proporciona, com esta proposta inovadora, consistente formação, calçada em conhecimentos sólidos e verticais, alicerçando base teórica e prática para a segurança e desenvoltura do novo profissional em sua seara de trabalho. Para que essas metas de formação sejam alcançadas, traçamos, a seguir, os princípios básicos referentes à concepção dos novos currículos: elevada sinergia entre os cursos oferecidos em cada uma das áreas de atuação da Instituição; flexibilidade curricular, com vistas à valorização das vocações e interesses dos alunos; incentivo para a utilização de novas tecnologias e para a celebração de convênios com Entidades Educacionais Nacionais e Internacionais, com o fim de promover intercâmbio cultural, técnico e científico; estímulo à iniciação científica e à pesquisa, especialmente a aplicada, dada a natureza tecnológica do curso, mediante integração com segmentos econômicos locais e regionais; valorização das habilidades de intelecção e de produção de textos, como instrumento profissional e ferramenta geradora do pleno exercício de cidadania; ênfase no desenvolvimento do raciocínio lógico e aprofundamento das capacidades básicas; composição curricular baseada em feixes temáticos, que mereçam contínuas abordagens, com progressivos graus de detalhamento e problematização, abandonando-se a tradicional abordagem de um amontoado desconectado de temas ao longo dos cursos. 31 8.1 ESTRUTURA CURRICULAR COMPONENTE CURRICULAR Administração de Sistemas de Informação Avaliação de Desempenho Contabilidade Básica Direito Empresarial Economia e Política Empreendedorismo Estratégias de Consultoria Estudos Organizacionais Ética e Responsabilidade Social Gestão da Qualidade Gestão do Conhecimento Inovações Tecnológicas Jogos de Empresa Legislação Trabalhista e Previdenciária Matemática Financeira Métodos e Técnicas de Pesquisa Negociação e Relações Trabalhistas Planejamento de Carreira Planejamento e Estratégias de RH Projeto Integrador de RH Psicologia Organizacional Rotinas de Pessoal Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional Sistemas de Recrutamento e Seleção Sistemas de Remuneração e Benefício Sistemas de T&D Sociologia das Organizações Optativa – Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS Trabalho de Conclusão de Curso Atividades Complementares Carga Horária Total CH 60h 80h 60h 40h 60h 60h 60h 60h 60h 60h 40h 40h 60h 60h 60h 40h 60h 60h 60h 60h 60h 60h 40h 80h 80h 80h 60h 40h 40h 100h 1.780h 8.1.1 Conteúdo de Formação Básica COMPONENTE CURRICULAR CH Administração de Sistemas de Informação 60h Contabilidade Básica 60h Direito Empresarial 40h Economia e Política 60h Empreendedorismo 60h Estudos Organizacionais 60h Ética e Responsabilidade Social 60h Psicologia Organizacional 60h SUBTOTAL 460h 32 8.1.2 Conteúdo de Formação Profissional COMPONENTE CURRICULAR CH Avaliação de Desempenho 80h Estratégias de Consultoria 60h Gestão da Qualidade 60h Gestão do Conhecimento 40h Inovações Tecnológicas 40h Jogos de Empresa 60h Legislação Trabalhista e Previdenciária 60h Negociação e Relações Trabalhistas 60h Planejamento de Carreira 60h Planejamento e Estratégias de RH 60h Projeto Integrador de RH 60h Rotinas de Pessoal 60h Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional 40h Sistemas de Recrutamento e Seleção 80h Sistemas de Remuneração e Benefício 80h Sistemas de T&D 80h Sociologia das Organizações 60h SUBTOTAL 1040 8.1.3 Conteúdo de Formação Tecnológica COMPONENTE CURRICULAR Matemática Financeira Métodos e Técnicas de Pesquisa CH 60h 40h SUBTOTAL 100h 8.1.4 Conteúdo de Formação Complementar COMPONENTE CURRICULAR CH Atividades Complementares 100h Orientação de TCC 40h Optativa – Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 40h SUBTOTAL 180h TOTAL GERAL 1.780h 33 8.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GESTÂO DE RECURSOS HUMANOS UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CRÉDITOS 60h 03 Informação: conceituação, tipos e conhecimentos; Informações científica, tecnológica, industrial e gerencial; Ciência da informação: histórico e objeto; Esquema de Jakobson: emissor, receptor, mensagem, linguagem, canal, ruído; Necessidades do usuário, transferência da informação e barreiras; Tratamento da informação; Sistemas de Informação: conceituação, estruturas organizacionais, fundamentos de planejamento, controle e avaliação de sistemas de informação; SIG - Sistemas de Informações Gerenciais; Vantagens estratégicas. GERAL: Desenvolver uma visão gerencial dos sistemas de informação e das modernas tecnologias da informação e suas aplicações para a gestão da produtividade, da qualidade e da competitividade empresarial. ESPECÍFICOS: Entender a importância da informação para as organizações modernas no desenvolvimento de suas estratégias de desempenho e sustentabilidade no mercado; Possibilitar a compreensão e o uso da informação como instrumento de competitividade para as organizações; Criar competências para o planejamento, controle e avaliação de sistemas de informações das organizações; BÁSICA: CASSARRO, A. C. Sistemas de Informações para tomada de decisões. 3.ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001. CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais: tecnologia da informação e a empresa do século XXI. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003. MCGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da informação: aumente a competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação como uma ferramenta estratégica. 16. ed. São Paulo: Elsevier, 1994. COMPLEMENTAR: LAUDON, Jane Price; LAUDON, Kenneth C. Sistema de Informação. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. MATTOS, Antonio Carlos M. Sistemas de informação: uma visão executiva. São Paulo: Saraiva, 2005. MELO, Ivo Soares. Administração de sistemas de informação. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2006. 34 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO CRÉDITOS 80h 04 O comportamento humano nas organizações: modelo explicativo do comportamento; Cultura Organizacional: conceitos, elementos e importância; Aspectos que influenciam o desempenho; Gestão e Avaliação de desempenho; Avaliação de desempenho: evolução, conceitos e usos; Métodos tradicionais de Avaliação de desempenho; Elaboração e Estratégias e implantação de Sistemas de Gestão/ Avaliação de desempenho; Avaliação de desempenho baseada em resultados e baseada em Competências; Gestão de Desempenho. GERAL: Diagnosticar e analisar o desempenho individual e grupal dos funcionários, promovendo o crescimento pessoal e profissional, bem como melhor desempenho. ESPECÍFICOS: Estabelecer objetivos de desempenho para os colaboradores e equipes, alinhados com a estratégia da organização. Implementar diretrizes do planejamento estratégico de recursos humanos, em relação ao contexto organizacional, aplicando ações preventivas e corretivas visando a melhoria do desempenho funcional. Conhecer o processo organizacional para planejamento das necessidades de monitoramento do desempenho. Propor políticas de avaliação de desempenho. BÁSICA: DRUCKER, Peter Ferdinand. Fator humano e desempenho: o melhor de Peter F. Drucker sobre administração. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 451p. GRAMIGNA, M. R. Modelo de Competências e Gestão de Talentos. São Paulo: Makron Books, 2006. BERGAMINI, Cecícilia Whitaker; BERALDO, Deobe l Garcia Ramos. Avaliação de desempenho humano na empresa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 290p. COMPLEMENTAR: RABAGLIO, M. Ferramentas de Avaliação de Performance com Foco em Competências. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. JOHANN, Silvio Luiz. Gestão da cultura corporativa: como as organizações de alto desempenho gerenciam sua cultura organizacional. São Paulo: Saraiva, 2004. 183p. PONTES, Benedito Rodrigues. Avaliação de desempenho: nova abordagem. 9. ed. São Paulo: LTR, 2005. 200p. SOUZA, Vera Lúcia de; MATTOS, Irene Badaró; SARDINHA, Regina Lúcia Lemos Leite; ALVES, Rodolfo Carlos Souza. Gestão de desempenho. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 141p. (FGV - Gestão de Pessoas). 35 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA CONTABILIDADE BÁSICA CRÉDITOS 60h 03 A importância e as funções da contabilidade na empresa. A contabilidade societária e a contabilidade gerencial. Patrimônio. Contas; Atos e Fatos Administrativos; Apuração de Resultados do Exercício; Contabilidade por balanços sucessivos. Demonstrações Contábeis: Balanço Patrimonial e Demonstração do resultado do exercício. GERAL: Compreender a contabilidade como um instrumento que auxilia à tomada de decisão nas organizações. OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICOS: Capacitar o discente para o conhecimento e uso das ferramentas contábeis para o planejamento e controle financeiro. Reconhecer os procedimentos utilizados para a realização da contabilização e os da elaboração dos demonstrativos contábeis. BÁSICA: IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 303p. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: a contabilidade como instrumento de análise, gerência e decisão. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 502p. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica: fácil. 25. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 367p. COMPLEMENTAR: IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para não contadores: para as áreas de administração, economia, direito e engenharia. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 282p. MARTINS, Eliseu (Coord.); GELBCKE, Ernesto Rubens IUDÍCIBUS, Sérgio. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 569p. MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de elaboração. São Paulo, 2009. PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil. São Paulo:Atlas, 2004. 36 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTAS OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA DIREITO EMPRESARIAL 40h CRÉDITOS 02 Teoria Geral do Direito Civil: Pessoa Física e da Pessoa Jurídica; Bens; Fatos Jurídicos. Direito Empresarial. Teoria Geral da Empresa; Empresário; Nome Empresarial; Estabelecimento Empresarial; Sociedades Empresárias; Tipos de Sociedades Empresárias; Títulos de crédito. GERAL: Desenvolver uma visão gerencial e empreendedora, através do domínio de conteúdos jurídicos do cotidiano da atividade do gestor. ESPECÍFICOS: Desenvolver uma visão atual do Direito Empresarial; Compreender e Auxiliar o departamento jurídico na prevenção de riscos legais Entender a dinâmica das relações comerciais e suas exigências jus-administrativas. BÁSICA: ALMEIDA, Amador Paes de. Teoria e prática dos títulos de crédito. São Paulo: Saraiva, 2001. MARTINS, Fran. Curso de direito comercial: empresa comercial, empresários, microempresas, sociedades comerciais, fundo de comercio. 32 ed. Rio de janeiro: Forense, 2009. FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Fundamentos de direito comercial: empresário, sociedade empresária, títulos de crédito. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 153p. (Fundamentos Jurídicos). FUHRER, Maximilianus. C.A. ; MILARÉ, Édis. Manual de Direito Público e Privado. São Paulo: Revistas dos Tribunais, 2009. COMPLEMENTAR: AMARO, Luciano. Direito Tributário Brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2009. CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. 17. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 555p. REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. 29 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. RODRIGUES, Silvio. Direito civil: dos contratos e das declarações unilaterais da vontade. 30. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. v. 3. 37 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA ECONOMIA E POLÍTICA CRÉDITOS 60h 3 A ordem econômica e política mundial e brasileira atual; O Aspecto histórico e político e sua consolidação; Globalização; Mercado Internacional; Análise econômica e macroeconômica, política e social; O setor externo da economia brasileira e a distribuição de renda; Planos Econômicos; Estabilização e Desenvolvimento. GERAL: Possibilitar o conhecimento dos princípios e conceitos gerais da Ciência Econômica, para a compreensão e análise da situação do mundo globalizado a partir das perspectivas econômica, mercadológica, política e social atuais. OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICOS: Entender o processo de desenvolvimento da economia brasileira e os principais dilemas enfrentados para auxiliar no processo de análise e tomadas de decisão. Apresentar as ferramentas de análise econômica que o possibilite compreender os fenômenos econômicos da realidade que o cerca. Compreender os aspectos relacionados ao comportamento e interação de agentes econômicos individuais (pessoas, empresas, o governo) assim como os elementos de uma análise em perspectiva agregada, envolvendo o sistema econômico como um todo. BÁSICA: CARDOSO, Eliana A. Economia brasileira ao alcance de todos. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 2003. 196p. BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. 145p. SOLA, Lourdes (Org.). Estado, Mercado e Democracia: política e economia comparadas. São Paulo: Paz e Terra, 1993. 446p. VASCONCELOS, M. A. Sandoval de; GREMAUD, Amaury Patrick; TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 638p. COMPLEMENTAR: DAGNINO, Evelina (Org.). Anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2004. 172p. ROSSETTI, José P. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 922p. BRUM, Argemiro J. O Desenvolvimento econômico brasileiro. 26. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 571p. VICECONTI, Paulo Eduardo V.; NEVES, Silvério das. Introdução à Econômia. São Paulo: Frase Editora, 2005. 38 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA EMPREENDEDORISMO CRÉDITOS 60h 03 Evolução histórica do empreendedorismo; Diferenças e similaridades entre o empreendedor e o gestor; Aspectos comportamentais do empreendedor; Identificação de oportunidades; Criação de modelos de negócios e estratégias; Plano de negócios. GERAL: Compreender a importância da atitude empreendedora como ferramenta de gestão de negócios. ESPECÍFICOS: Conhecer o conceito e as características empreendedorismo e sua importância no contexto sociedade contemporânea; Reconhecer os aspectos comportamentais empreendedor; Elaborar planos de negócios com vistas à identificação oportunidades e ao planejamento técnico e comercial. do da do de BÁSICA: BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão: Fundamentos, Estratégias e Dinâmicas, 1ª Edição. São Paulo: Atlas, 2002. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce um empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 299p. COMPLEMENTAR: MCDONALD, Malcolm. Planos de marketing: planejamento e gestão estratégica: como criar e implementar planos eficazes. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 442p. RAMAL, Silvina. Como transformar seu talento em um negócio de sucesso. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 196p Empreendedorismo e estratégia. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 39 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ESTRATÉGIAS DE CONSULTORIA CRÉDITOS 60h 03 Conceito de Consultoria; O papel e as competências do consultor em RH; Fases do processo de consultoria (coleta e sistematização de dados e elaboração do projeto de intervenção); Questões Éticas na relação Consultor-EmpresaCliente; Impactos financeiros no desenvolvimento do projeto de intervenção; Arquitetura da Consultoria para performance humana e o papel do órgão de gestão de pessoas; O projeto de consultoria: apresentação, implementação e acompanhamento das estratégias propostas pela consultoria (follow-up). GERAL: Realizar projetos de consultoria em Recursos Humanos, considerando a evolução do mercado, das organizações e a valorização necessária ao quadro funcional e às ações que precisam ser adotadas neste novo cenário. ESPECÍFICOS: Apresentar os principais conceitos referentes às práticas de consultoria em RH e suas estratégias nas organizações; Desenvolver os aspectos éticos necessários à relação Consultor-Empresa-Cliente. BÁSICA: ANDRADE, Suely Gregori. Teoria e prática de dinâmica de grupo: jogos e exercícios. São Paulo Casa do Psicologo, 2005. BLOCK, Peter. Consultoria: o desafio da liberdade. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2004. 278p. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 529p. COMPLEMENTAR: Carvalho Rocha de; ROHM, Ricardo Henry Dias. Consultoria em gestão de pessoas. 2. ed. DUTRA, Joel Souza. Administração de Carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2009. 40 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ESTUDOS ORGANIZACIONAIS CRÉDITOS 60h 03 Formação da ciência da administração; Conceituação e caracterização da ação administrativa; A administração e a sociedade; Funções da administração e do trabalho administrativo; A organização como sistema; Objetivos e produtos da organização; O indivíduo na organização; Administrador e gestor: perfil, responsabilidades e ética. GERAL: Possibilitar o conhecimento basilar para a formação do gestor criando competências para a tomada de decisões estratégicas, criar e estabelecer vantagens competitivas em um mercado globalizado; ESPECÍFICOS: Pesquisar usos de técnicas administrativas voltadas para a eficiência e eficácia organizacional; Desenvolver a capacidade de pensamento crítico, comportamento criativo, análise e de iniciativa, para as tomadas de decisões; Promover a capacidade de atuar em equipes com visão holística, sistêmica e multidisciplinar. BÁSICA: CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2000. LACOMBE, Francisco José Masset.; HEILBORN, Gilberto Luiz José. Administração: princípios e tendências. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 544p. DAFT, Richard L. Administração. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 513p. COMPLEMENTAR: ROBBINS, Stephen Paul. Administração: mudanças e perspectivas. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 524p. STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. p. VIEIRA, Marcelo Milano Falcão (Org.); OLIVEIRA, Lúcia Maria Barbosa de (Org.). Administração contemporânea: perspectivas estratégicas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 303p. 41 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 60h CRÉDITOS 3 Fundamentos filosóficos; Fundamentos éticos e morais do comportamento humano; Ética, moral e sociedade (Ética humanística); A compreensão do homem como ser moral; Elementos da ética social; Ética nas organizações e códigos de ética; Responsabilidade Social, conceitos e uso; Ética e responsabilidade social, práticas e desafios na sociedade atual; Conduta profissional do gestor das organizações; Desafios da ética no novo Milênio. GERAL: Possibilitar o estudo das normas e valores éticos e morais que regem o comportamento humano orientando quanto à prática dos direitos e deveres das pessoas na vida social e nas organizações; ESPECÍFICOS: Orientar as práticas profissionais individuais e disciplinares, as relações interpessoais para a realização dos objetivos organizacionais; Identificar a ética empresarial no atendimento de responsabilidades com clientes, fornecedores, concorrentes e com a sociedade, atuando em favor do bem comum. Conhecer e difundir as práticas de responsabilidade social nas comunidades através das ações empresariais. BÁSICA: ASHLEY, Patrícia Almeida (Coord.). Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Ética e sociabilidade. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2003. v. 25. (Filisofia). SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 27. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. 302p. SOUZA, Herbert de; RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania. 1. ed. São Paulo: Moderna, 2002. 72p. (Polêmica). COMPLEMENTAR: ALONSO, Augusto Hortal. Ética das profissões. 1. ed. São Paulo: Loyola, 2006. KARKOTLI, Gilson. Responsabilidade social empresarial. 157. ed. Petrópolis: Vozes, 2006. RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência . 14. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 86p. (Questões da nossa época; 16). VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 2006. v. 177. (Coleção Primeiros Passos; 177). 42 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS GESTÃO DA QUALIDADE 60h CRÉDITOS 03 Os referenciais básicos de gestão da Qualidade no processo; Gerando Qualidade no processo; A visão restrita da Qualidade; Estruturas da Qualidade nas Organizações; Sistema da qualidade; Ferramentas para a qualidade; Avaliação da qualidade; Implantação de sistemas da Qualidade; Avaliação da qualidade por modelos de inspeção; Auditoria e qualidade; Custos da qualidade. GERAL: Compreender o processo de busca pela melhoria contínua da qualidade de serviços e produtos, de forma comprometida com o nível de satisfação dos clientes, de modo a otimizar e tornar os processos mais eficazes. ESPECÍFICOS: Estudar os sistemas do gerenciamento da qualidade em empresas industriais; Definir uma filosofia de controle de qualidade, objetivando aplicá-la nas empresas e nos processos produtivos. BÁSICA: DRUMMOND, Helga. O Movimento pela qualidade: de que o gerenciamento de qualidade total realmente se trata. São Paulo: Littera Mundi, 1998. 163p. PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação estratégica da qualidade. São Paulo: Atlas, 2009. VIEIRA FIILHO, Geraldo. GQT- Gestão da Qualidade Total: uma abordagem prática. São Paulo: Alinea, 2003. 134p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MELLO, Carlos Henrique Pereira et al. ISO 9001:2008: sistemas de gestão da qualidade para operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2009. 239p. OLIVEIRA, J. F. de (Coord.); SILVA, E. A. da. Gestão Organizacional: descobrindo uma chave de sucesso para os negócios. São Paulo: Saraiva, 2006. 43 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS GESTÃO DO CONHECIMENTO 40h CRÉDITOS 02 A nova economia do conhecimento e o valor estratégico das informações; Os sistemas de inteligência competitiva e a gestão de Recursos Humanos; Inteligência competitiva e gestão estratégica; A prática da inteligência competitiva; Métodos e técnicas de inteligência competitiva; Plano de implementação de inteligência competitiva; Coleta e análise de informações. GERAL: Capacitar à utilização dos conhecimentos, de modo a facilitar o acesso e manter um gerenciamento integrado sobre as informações em seus diversos meios e suas aplicabilidades no contexto organizacional. ESPECÍFICOS: Utilizar fontes de informação externas para resolução de problemas e aplicação em serviços de informação; Capacitar à apresentação de fontes externas de informação para negócios, sua natureza e características, meios de identificação, acesso e avaliação; e Compreender o papel da gestão do conhecimento na gestão de pessoas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOMES, E. BRAGA, F. Inteligência Competitiva: Como transformar informação em um negócio lucrativo. Rio de Janeiro: Campus, 2004. STAREC, Claudio; GOMES, Elisabeth; BEZERRA, Jorge. Gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 351 p . ANGELONI, Maria Terezinha (Coord.). Organizações do conhecimento: infra-estrutura, pessoas e tecnologias. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 215p. COMPLEMENTAR: BAUMAN, Zigmunt. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. BRASILIANO, Antonio Celso Ribeiro. A (in)segurança nas redes empresariais: a inteligência competitiva e a fuga involuntária das informações. São Paulo: Sicurezza, 2002. CARBONE, Pedro Paulo; BRANDÃO, Hugo Pena; LEITE, João Batista Diniz; VILHENA, Rosa Maria de Paula. Gestão por competências e gestão do conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 176p. (FGV - Gestão de Pessoas). MOUNTIAN, S. HAMA, T. Teoria da Abrangência: Um conhecimento inédito de transformação e mudança nas organizações. São Paulo: Cultrix, 2001. 44 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS 40h CRÉDITOS 02 Dados, informação e conhecimento; Ciência e tecnologia; Invenção e inovação; Gestão estratégica da informação; Bases tecnológicas; Sistemas de gestão da informação; Inovação organizacional. GERAL: Propor políticas de gerenciamento das inovações tecnológicas e aplicar princípios de inovação tecnológica à gestão. ESPECÍFICOS: Identificar fontes de inovação tecnológica e propor instrumentos de gestão das inovações tecnológicas. Monitorar os recursos tecnológicos da empresa. Elaborar estratégias de aproveitamento da criatividade e da inovação organizacional. BÁSICA: BEAL, Adriana. Gestão estratégica da informação: como transformar a informação e a tecnologia da informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas organizações. São Paulo: Atlas, 2009. CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações gerenciais: tecnologia da informação e empresa do século XXI. São Paulo: Atlas, 2008. REIS, Dálcio Roberto dos. Gestão da inovação tecnológica. 2. ed. Barueri: Manole, 2008. 206p. COMPLEMENTAR: FLEURY, Afonso; FLEURY, Maria Tereza Leme. Aprendizagem e inovação organizacional: as experiências de Japão, Coréia e Brasil. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997. 237p. GUIMARÃES, Leonam dos Santos; MATTOS, João Roberto Loureito de. Gestão da tecnologia e inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2008. 278p. 45 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA JOGOS DE EMPRESA 60h CRÉDITOS 03 Definição de jogos de empresas; A origem dos Jogos; O valor dos jogos para educação empresarial; A importância do Planejamento e sua aplicação nos jogos empresariais; Vivência e jogo: diferenças básicas e aplicações; CAV – Ciclo de Aprendizagem Vivencial. GERAL: Conhecer e aplicar as principais técnicas de jogos empresariais e dinâmicas de grupo como estratégia de planejamento, treinamento e desenvolvimento dos Recursos Humanos nas organizações. ESPECÍFICOS: Apresentar as principais aplicações dos jogos no contexto empresarial; Planejar o uso e aplicação de dinâmicas e jogos; e Aplicar os conceitos do CAV por meio de atividades práticas que envolvam os diversos conceitos organizacionais. BÁSICA: JALOWITZKI, Marise. Jogos e técnicas vivenciais nas empresas: guia prático de dinâmica de grupo. 3 ed. São Paulo: Madras, 2007. ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 14 . ed. Petrópolis : Vozes, 2007. ANDRADE, Suely Gregori. Teoria e prática de dinâmica de grupo: jogos e exercícios. 4.ed. São Paulo : Casa do Psicólogo, 2005. COMPLEMENTAR: KANAANE, Roberto; ORTIGOSO, Sandra Aparecida Formigari. Manual de treinamento e desenvolvimento do potencial humano. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. JALOWITZKI, Marise. Vivências para dinâmica de grupos: a metamorfose do ser em 360 graus. São Paulo : Madras, 2007. 10 exemplares OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Gestão organizacional: descobrindo uma chave de sucesso para os negócios. São Paulo: Saraiva, 2006. 46 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA 0 3 Contrato de Trabalho; Remuneração; Alteração, Suspensão e interrupção do contrato de trabalho; Aviso Prévio e Extinção do Contrato de Trabalho; Estabilidade e Fundo de Garantia por tempo de Serviço – FGTS; Jornada de Trabalho; Intervalos para descanso; Férias; 13º Salário; Legislação Previdenciária. GERAL: Conhecer e aplicar os procedimentos técnicos relacionados à legislação trabalhista e previdenciária como uma ferramenta de regulamentação das relações de trabalho. 60 h Créditos ESPECÍFICOS: Conhecer os procedimentos técnicos para admissão e rescisão do contrato de trabalho; Assessorar dirigentes em um processo de dissídio individual de trabalho; Interpretar e analisar a legislação constitucional e infraconstitucional brasileira no que se refere aos direitos e deveres trabalhistas e previdenciários. Relacionar as pautas de um contrato de trabalho e do termo de rescisão; Identificar conceitos básicos em um processo trabalhista; e Buscar alternativas para aliar a competitividade e as implicações humanas, financeiras e legais sobre as relações de trabalho. BÁSICA: NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho: relações individuais e coletivas do trabalho. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 1415p. GUIMARÃES, João Carlos Siqueira. Roteiro de legislação trabalhista. 4. ed. São Paulo: LTR, 2000. 247p. GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas trabalhistas e previdenciárias. 9. ed. Belo Horizonte: Líder, 2009. 482p. BAZERMAN, Max H.; NEALE, Margaret A. Negociando racionalmente. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. COMPLEMENTAR: DELGADO, Maurício Godinho. Curso de Direito do Trabalho. 8ª.Ed. São Paulo: LTR, 2009. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Prática Trabalhista. 43ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009. MARTINELLI, Dante P.; ALMEIDA, Ana Paula de. Negociação e solução de conflitos: do impasse ao ganha-ganha através do melhor estilo. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2008. DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do trabalho. 8. ed. São Paulo: LTR, 2009. 47 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA SEMESTRAL EMENTA OBJETIVOS MATEMÁTICA FINANCEIRA 60h CRÉDITOS 03 Juros simples e compostos; Descontos; Equivalência de capitais; Taxa de juros; Série uniforme de pagamentos; Sistemas de amortização de dívidas; Noções sobre análise de alternativas de investimentos. GERAL: Desenvolver habilidades na aplicação dos conceitos da matemática financeira através dos modelos matemáticos a fim de criar competências para a tomada de decisões que envolvam o fluxo financeiro. ESPECÍFICOS: Adquirir os conhecimentos básicos do cálculo financeiro. Adquirir habilidades no uso da calculadora financeira. Dominar o ferramental básico e necessário para a tomada de decisões envolvendo fluxos financeiros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 272p. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 1. HAZZAN, Samuel; POMPEO, José Nicolau. Matemática financeira. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 410p. SAR, Benjamin; MORGADO, Augusto C. Matemática financeira. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 199p. (Impetus. Questões). COMPLEMENTAR: IEZZI, Gelson; DEGENSZAJN, David Mauro; HAZZAM , Samuel. Fundamentos de matemática elementar 11: matemática comercial, matemática financeira, estatística descritiva. 1. ed. São Paulo: Atual, 2004. v. 11. MATHIAS, Washington Franco. Matemática financeira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. OLIVEIRA, Edmundo Capelas de; MAIORINO, José Emílio. Introdução aos métodos da matemática aplicada. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2003. 241p. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira: uso de calculadoras financeiras, aplicações ao mercado financeiro, introdução à engenharia econômica, 300 exercícios resolvidos e propostos com respostas.. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 48 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA 60h CRÉDITOS 03 Estudo do conhecimento científico e sua evolução histórica; Noções de conceito de pesquisa; Formas de transmissão do conhecimento adquirido; Natureza dos métodos científicos; Roteiro metodológico da pesquisa bibliográfica; Normas de referência; Técnicas especiais de pesquisa; Elaboração de projeto de iniciação científica. GERAL: Proporcionar o conhecimento para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos e de pesquisa desenvolvendo a capacidade investigativa e produtiva do discente contribuindo para sua formação profissional, científica e sócio-política. ESPECÍFICOS: Propiciar conhecimentos básicos de metodologia científica aliando teoria e prática criando a capacidade de produção e socialização de conhecimentos; Desenvolver a autonomia intelectual, através do conhecimento e uso de técnicas de pesquisa e sistematização de dados para criação e apresentação de novas tecnologias; Desenvolver a capacidade de leitura e interpretação visando à confecção de estudos científicos, aliando ensino-pesquisa e extensão. BÁSICA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia cientifica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 315p MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 312p. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20ª ed. Rio de Janeiro: Cortez, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 111p. BOAVENTURA, Edivaldo M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 160p. CERVO, Al. E Cols. Metodologia Científica. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2006. GIL, Antonio Carlos. Metodologia do ensino superior. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 49 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA NEGOCIAÇÕES E RELAÇÕES TRABALHISTAS 60h CRÉDITOS 03 Evolução histórica das relações de trabalho; Relações Trabalhistas e Sindicais; Aspectos legais e burocráticos da Administração de Pessoal; Contratos Coletivos ou Individuais; Conflitos Sindicais; Negociações Trabalhistas e Sindicais; Ações Trabalhistas; Assédio. GERAL: Promover o acesso a conhecimentos teóricos e operacionais que permitam o relacionamento entre o gestor, a organização, os seus membros e os sindicatos que os representam. ESPECÍFICOS: Conhecer os processos relacionados negociação das relações trabalhistas e sua relação com a área de Recursos Humanos. Capacitar à negociação e condução de conflitos entre as pessoas e as organizações. BÁSICA: WANDERLEY, José Augusto. Negociação total: encontrando soluções, vencendo resistências e obtendo resultados. 13. ed. São Paulo: Gente, 1998. p SPARKS, Donald B. A dinâmica da negociação efetiva: como ser bem-sucedido através de uma abordagem ganha/ganha. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1992. 196 p . NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho: relações individuais e coletivas do trabalho. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 1415p. COMPLEMENTAR: GUIMARÃES, João Carlos Siqueira. Roteiro de legislação trabalhista. 4. ed. São Paulo: LTR, 2000. 247p. GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas trabalhistas e previdenciárias. 9. ed. Belo Horizonte: Líder, 2009. 482p. DELGADO, Maurício Godinho. Curso de Direito do Trabalho. 8ª.Ed. São Paulo: LTR, 2009. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Prática Trabalhista. 43ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009. BRITO FILHO, José Claudio Monteiro. Direito sindical: análise do modelo brasileiro de relações coletivas de trabalho à luz do direito comparado e da doutrina da OIT. 3. ed. São Paulo: LTR, 2009. 381p. 50 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS PLANEJAMENTO DE CARREIRA 60h CRÉDITOS 03 Principais Subsistemas de Recursos Humanos: Provisão, aplicação, manutenção; Definição, tipos e métodos de Descrição e Análise de Cargos; Funcionamento do subsistema de provisão; Ambientes organizacional: condições econômicas, tecnológicas, políticas, legais, demográficas, ecológicas e culturais e sua contribuição para o encarreiramento profissional; Principais Subsistemas de Recursos Humanos: desenvolvimento e controle; Introdução a TD&E como desenvolvimento profissional. GERAL: Capacitar à orientação dos membros da organização na identificação de habilidades e competências que permitam a inserção nas políticas de desenvolvimento de carreira adotadas. ESPECÍFICOS: Compreender a finalidade e o funcionamento do subsistema de provisão; Identificar os principais requisitos para a Descrição, Análise de cargos e movimentação de Pessoas; Elaborar e implementar políticas de encarreiramento. BÁSICA: BUENO, Hamilton. Manual do selecionador de pessoal : do planejamento à ação. 3. ed. São Paulo: LTR, 1999. DUTRA, Joel Souza. Administração de Carreiras: Uma Proposta para Repensar a Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009. PONTES, Benedito Rodrigues. Administração de cargos e salários: carreiras e remuneração. 13. ed. São Paulo: LTR, 2008. 405p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos na empresa: treinamento e desenvolvimento de pessoal, desenvolvimento organizacional auditoria de recursos humanos, banco de dados e sistemas de informações. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1991. CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos: como incrementar talentos na empresa. 7. ed. Barueri: Manole, 2009. 210p. RESENDE, Enio. Cargos, salários e carreira: novos paradigmas conceituais e práticos. São Paulo: Summus, 1991. 112p. 51 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS DE RH 60h CRÉDITOS 03 Desenvolvimento Histórico da Gestão de Pessoas; Localização na Estrutura Organizacional; Políticas e Planejamento de Gestão de Pessoas; Fatores que podem interferir no Planejamento Estratégico de Gestão de Pessoas; Subsistemas de RH; Processo de Agregar, Aplicar, Recompensar, Desenvolver, Manter e Monitorar Pessoas; Gestão da Mudança; Desenvolvimento de Equipes; Coaching. GERAL: Desenvolver a habilidade de planejar e promover estratégias de gestão de pessoas visando à criação de práticas organizacionais efetivas e inovadoras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Compreender os elementos do planejamento e gestão estratégica de RH; Compreender os princípios de planejamento estratégico para uso e desenvolvimento de ferramentas de direção e liderança organizacional. BÁSICA: CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 529p. MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do talento humano. 9. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004. 240p. VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACOMBE, Francisco; HEILBORN, Gilberto. Administração: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2009. TONET, Helena; REIS, Ana Maria Viegas; BECKER JUNIOR, Luiz Carlos; COSTA, Maria Eugênia Belczak. Desenvolvimento de equipes. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 164p. (FGV Gestão de Pessoas). MILKOVICH, George T.; BOUDREAU, John W. Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 534p. 52 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA PROJETO INTEGRADOR DE RH 60h CRÉDITOS 03 Projetos: Conceituação, elaboração e formulação; Projeto integrador: Conceituação, elaboração e formulação; praticidades e investigações; Sistematização de investigação; Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade; Meios de integração disciplinar e sua importância na formação e qualificação do profissional de RH; Projetos de integração de RH; Elaboração de Pré-projetos; Métodos de elaboração de projetos; Elaboração de projetos e práticas de integração; Sistematização das disciplinas e suas inter-relações. GERAL: Desenvolver projetos relacionados à consultoria interna e externa de RH, integrando os diferentes conteúdos pertinentes ao gestor de Recursos Humanos. ESPECÍFICOS: Desenvolver pré-projetos e projetos de integração com base nos métodos de pesquisa e normas técnicas; Desenvolver ações de interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. BÁSICA: BLOCK, Peter. Consultoria: o desafio da liberdade. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2004. CLEMENTE, A. Projetos Empresariais e Públicos. São Paulo: Atlas, 2008. DINSMORE, Paul Campbell. Como se tornar um profissional em gerenciamento de projetos. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 342p. MAXIMIANO, Antônio Cesar. Administração de Projetos. São Paulo: Atlas, 2007. WOILER, S. Projetos: Planejamento, Elaboração e Análise. São Paulo: Atlas, 2008. COMPLEMENTAR: VIANA, Ricardo Vargas. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 6. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2005. 250p. MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. São Paulo: Atlas, 2008. MILKOVICH, George T.; BOUDREAU, John W. Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 534p. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial & vantagem competitiva: como estabelecer, implementar e avaliar. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 53 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL 60h CRÉDITOS 03 Processos básicos do comportamento humano (percepção, motivação, frustração e conflito, memória, emoção), compreensão de si próprio, condutas intrapessoais e interpessoais, instrumentalizando-o para o exercício profissional mais eficiente. GERAL: Promover conhecimento do comportamento humano no contexto organizacional, considerando as variáveis psicológicas que o influenciam e as relações interpessoais. ESPECÍFICOS: Estimular a utilização dos recursos da psicologia para melhor compreensão do comportamento humano; Conhecer e compreender os processos motivacionais do comportamento humano no gerenciamento de pessoas; Conhecer e aplicar conhecimentos da psicologia organizacional para melhor compreensão do desenvolvimento de pessoas e dos grupos de trabalho; BÁSICA: BERGAMINI, Cecícilia Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do comportamento organizacional. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 197p. RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social para principiantes: estudo da interação humana. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. 249p. SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 640p. COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO, L. C. Psicologia: uma introdução. São Paulo: EDUC, 2004. FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 325p. HERSEY, Paul; BLANCHARD, Kenneth H. Psicologia para administradores: a teoria e as técnicas da liderança situacional. São Paulo: EPU, 1986. MINUCUCCI, Agostinho. Psicologia Aplicada à Administração. São Paulo: Atlas: 2002. 54 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ROTINAS DE PESSOAL 60h CRÉDITOS 03 Operacionalização de rotinas administrativas; Aspectos legais e burocráticos da administração de pessoal; Documentação básica para admissão e rescisão; Tipos de demissões; Noções de arquivo conforme legislação vigente; Contrato de trabalho; Retenção de INSS sobre serviços prestados; Contribuições ao INSS da empresa, do funcionário e autônomo; FGTS. GERAL: Conhecer e aplicar os procedimentos relacionados à rotina de pessoal e sua relação com a gestão de recursos humanos. ESPECÍFICOS: Desenvolver e capacitar o aluno na análise dos processos de Rotinas de Pessoal. Desenvolver o aprendizado das rotinas trabalhistas, previdenciárias e tributárias. BÁSICA: CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do trabalho. 8. ed. São Paulo: LTR, 2009. 1344p. GOMES, Elizeu. Rotinas trabalhistas e previdenciárias. 8 ed. São Paulo: Líder, 2009. SANTORO, José Jayme de Souza. Manual de direito previdenciário. 3. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2004. 158p. COMPLEMENTAR: BOHLANDER, George; SNELL, Scott A.; SHERMAN, Arthur. Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. 547 p . MILKOVICH, George T.; BOUDREAU, John W. Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 534p. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 43. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 55 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA SEGURANÇA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL 40h CRÉDITOS 02 Higiene do trabalho; Saúde Ocupacional; Segurança do Trabalho; Avaliação do Programa de Higiene e Segurança do trabalho; Modelos de Qualidade de Vida no Trabalho; Programas de bem-estar dos funcionários; A percepção do ambiente de trabalho; PPP, LTCAT, PCMSO, PPRA e CIPA. GERAL: Formular estratégias e programas relacionados à saúde ocupacional e segurança do trabalho, prevenindo e controlando acidentes, buscando a elevação dos níveis de Qualidade de Vida no Trabalho. ESPECÍFICOS: Conhecer a importância da Higiene e Segurança do Trabalho para as práticas de Recursos Humanos e sua influência na gestão organizacional; Entender e avaliar a importância das políticas de RH com relação à Engenharia de Segurança e Saúde Ocupacional; Definir e conhecer os tipos de acidente de trabalho e quais as doenças profissionais mais comuns no Brasil. BÁSICA: Segurança e medicina do trabalho. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 984p. COSTA, Marco Antonio F. da; COSTA, Maria de Fátima Barrozo da. Segurança e saúde no trabalho: cidadania, competitividade e produtividade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 195p. JAIME, Lucíola Rodrigues. Segurança e saúde no trabalho: caminhos para a solução. São Paulo: L. R. Jaime, 1993. 87p. SAMPAIO, Jáder dos Reis (Org.) (Org.). Qualidade de vida no trabalho e psicologia social. 2. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. 398p COMPLEMENTAR: PEREIRA, Alexandre Demetrius. Tratado de segurança e saúde ocupacional: aspectos técnicos e jurídicos: NR-1 a NR-6. São Paulo: LTR, 2005. v. 1. BOHLANDER, George; SNELL, Scott A.; SHERMAN, Arthur. Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. 547 p . MILKOVICH, George T.; BOUDREAU, John W. Administração de recursos humanos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 534p. 56 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA SISTEMAS DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO 80h CRÉDITOS 04 Processo de recrutamento e seleção de pessoal nas organizações; Ferramentas do processo de recrutamento e seleção de pessoal; Questões éticas envolvidas no processo; Requisição de pessoal; Perfil do colaborador x vaga; Recrutamento interno e externo; Triagem de currículos; Seleção por competências. GERAL: Aplicar as técnicas relacionadas aos processos de recrutamento e seleção de pessoal nas organizações. ESPECÍFICOS: Conhecer os diferentes processos relacionados ao recrutamento de pessoal; Demonstrar a importância dos processos de recrutamento e seleção de pessoal para os resultados organizacionais. BÁSICA: PONTES, Benedito Rodrigues. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. 4. ed. São Paulo: LTR, 2004. 190p. PONTES, Benedito Rodrigues; SERRANO, Claudia Aparecida. A Arte de selecionar talentos: planejamento, recrutamento e seleção por competência. São Paulo: DVS Editora, 2005. 110p. HACKETT, Penny. Como fazer entrevistas de seleção. São Paulo: Nobel, 2000. 61p. RABAGLIO, Maria Odete. Seleção por competências. 5. ed. São Paulo: Educator, 2001. 125p. COMPLEMENTAR: CARVALHO, Antônio Vieira. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Pioneira, 2004. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. 5ª Edição. São Paulo: Atlas, 2004. 57 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA SISTEMAS DE REMUNERAÇÃO E BENEFÍCIO 80h CRÉDITOS 04 Recompensas organizacionais; Remuneração e Administração de Salários; Subsistema tradicional de remuneração; Salário, cargos, função e tarefas. Descrição, análise e avaliação de cargos; Pesquisa e Política Salarial; Remuneração estratégica; Remuneração por habilidades; Participação acionária; Distribuição de ganhos; Distribuição de lucros; Remuneração por resultados; Programas de incentivos; Benefícios Sociais; Tipos de benefícios sociais; Custos dos Benefícios. GERAL: Capacitar à elaboração e implantação de programas de remuneração e benefício nas organizações. ESPECÍFICOS: Conhecer os fundamentos e práticas acerca dos sistemas de remuneração e benefícios. Compreender as tendências da Gestão da Remuneração; Conhecer técnicas para elaboração, desenvolvimento e implantação dos programas e sistemas de remuneração e benefício. BÁSICA: PONTES, Benedito Rodrigues. Administração de cargos e salários: carreiras e remuneração. 13. ed. São Paulo: LTR, 2008. 405p. RESENDE, Enio. Cargos, salários e carreira: novos paradigmas conceituais e práticos. São Paulo: Summus, 1991. 112p. SILVA, Mateus de Oliveira. Sistemas modernos de remuneração. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 201p. COMPLEMENTAR: CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 3 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008. OLIVEIRA, Aristeu. Manual de salários e benefícios. São Paulo: Atlas, 2006. 169p. 58 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS SISTEMAS T&D 80h CRÉDITOS 04 Definição de treinamento e desenvolvimento de competências; Tecnologias de treinamento e desenvolvimento de recursos humanos; Identificação da necessidade de treinamento; Pesquisas sobre variáveis típicas de treinamento e desenvolvimento: avaliação de necessidades; tipos e características dos treinandos; contextos organizacionais; processos instrucionais; Métodos de treinamento; Aquisição e transferência de conhecimento, habilidades e atitudes; Impactos do treinamento no trabalho, na carreira e na organização; Avaliação de programas de treinamento e desenvolvimento; Interação entre essas variáveis; Treinamento e desenvolvimento como variável para melhores desempenhos das empresas. GERAL: Capacitar ao planejamento e avaliação de programas de treinamento e desenvolvimento de pessoas nas organizações. ESPECÍFICOS: Conhecer os processos de desenvolvimento de recursos humanos na organização; Identificar e conhecer a função do treinamento e desenvolvimento dentro de uma empresa; BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos: como incrementar talentos na empresa. 7. ed. Barueri: Manole, 2009. 210p. KANAANE, Roberto; ORTIGOSO, Sandra Aparecida Formigari. Manual de treinamento e desenvolvimento do potencial humano. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 181p. Manual de treinamento e desenvolvimento: ABTD - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. 3. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2006. 667p. COMPLEMENTAR: Gestão de RH por competências e a empregabiblidade. 2. ed. Campinas: Papirus, 2005. 224p. MUSSAK, Eugenio. Metacompetência: uma nova visão do trabalho e da realização pessoal. 5. ed. São Paulo: Gente, 2003. 206p. QUINN, Robert E. et al. Competências gerenciais: princípios e aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 416p. RABAGLIO, Maria Odete. Ferramentas de avaliação de performance com foco em competências. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008. 59 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES 60h CRÉDITOS 03 Conhecimento dos fundamentos da Sociologia Geral; Conhecimento das bases sociológicas aplicáveis à gestão; Analise das Organizações e os Processos Sociais; Abordagem Crítica às Organizações e possíveis transformações sociais; Perspectivas e Tendências das Organizações; Análise da sociedade contemporânea e identificação do papel do Gestor nos processos mais amplos de Organização e decisão sociais. GERAL: Compreender os processos sociais presentes nas Organizações através do estudo e discussão das principais correntes sociológicas, estabelecendo correlações entre o pensamento crítico e visão global enquanto gestor. ESPECÍFICOS: Compreender as origens, a formação e o desenvolvimento da sociologia, bem como a natureza e a estrutura da sociedade capitalista; Identificar papéis construídos entre: indivíduo e a organização; Identificação de estruturas sociais e suas formas de organização; Compreender os diferentes processos sociais e as relações no mundo do trabalho; Analisar as diferentes formas de exercício do poder e os mecanismos de sua sustentação na prática organizacional; Analisar formas de Organizações frente aos novos modelos de gestão. BÁSICA: BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Sociologia aplicada à administração. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia aplicada à administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia da administração. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1997. COMPLEMENTAR: MARCELLINO, Nelson Carvalho (Org.). Introdução às ciências sociais. 16. ed. Campinas: Papirus, 2008. MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria das organizações: evolução e crítica. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. ROBERTS, John. Teoria das organizações: redesenho organizacional para o crescimento e desempenhos máximos. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 60 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS (OPTATIVA) CRÉDITOS 40h 2 Contexto histórico da Língua de Sinais no Brasil; Aspectos legais que reconhecem a LIBRAS como língua; Conceituação e estruturação da língua de sinais – LIBRAS; A importância da LIBRAS para o surdo; Sistema de classificação da LIBRAS e classificadores; Principais parâmetros da LIBRAS: alfabeto manual, pronomes, substantivos, verbos e construção frasal; numerais ordinais e cardinais; quantidade; sistema monetário; calendário (noção de tempo); formas geométricas e orientação espacial no emprego da LIBRAS; O processo de formação de palavras na LIBRAS. GERAL: Oportunizar, na formação acadêmica, a compreensão e fundamentação no que se refere ao uso da Língua de Sinais – LIBRAS como meio de comunicação para as pessoas surdas, refletindo acerca da importância da aquisição de sinais em LIBRAS. ESPECÍFICOS: Proporcionar vivências de diversas dinâmicas que estimulem uma visão crítico-reflexiva sobre a utilização da Língua de Sinais; Fomentar reflexões sobre as concepções historicas construídas a respeito das pessoas surdas e o contexto histórico da Língua de Sinais – LIBRAS; Compreender a estrutura pragmática, gramatical e semântica da LIBRAS; Conhecer o sistema de classificação e os diversos tipos de classificadores que contribuem para a marcação espacial da LIBRAS; BÁSICA: FELIPE, T. A. Introdução à gramática da LIBRAS. Rio de Janeiro: 1997. FERREIRA BRITO & LANGEVIN, R. Negação em uma língua de sinais brasileira. Revista Delta, vol.10. n.2. São Paulo: PUC, 1994. FERREIRA BRITO, Lucinda. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexos, 1997. QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. São Paulo: Artemed, 2004. SANTOS, Jurema. Língua brasileira de sinais. Rio de Janeiro: INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos, 2001. 61 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CRÉDITOS 40h 4 Sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso de formação superior; Fomentar a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida na dinâmica da realidade local e regional; Desenvolver habilidades de elaborar projetos, proceder consulta bibliográfica, confrontar fontes e dados, produzir texto acadêmico, dentre outras; Articular os conteúdos das disciplinas ao contexto social. GERAL: Aplicar estruturas acadêmicas de forma a sistematizar conhecimentos construídos de forma dialógica. ESPECÍFICOS: Observar os tipos e técnicas de construção cientifica; Utilizar as normas de redação científica; Construir projetos de pesquisa; Elaborar trabalhos científicos, a partir de pesquisa. BÁSICA: BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação e tese. São Paulo: Atlas, 2004. LAKATOS E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2003. COMPLEMENTAR: BASTOS, C.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. CERVO, A.L., BERVIAN, P.A. Metodologia científica. 5 ed. Person, 2006. DANTON, G. Manual de redação científica. Virtual Books Online M&M Editores, 2000. www.virtualbooks.com.br DANTON, G. Metodologia científica. Virtual Books Online M&M Editores, 2002. www.virtualbooks.com.br DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. São Paulo: Atlas,1998. KÖCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2002 LUNA, S. V. Planejamento de pesquisa. São Paulo: Educar, 2000. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2004. MEDEIROS, J. B. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2008. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007. TEIXEIRA, E. As três metodologias. São Paulo: Vozes, 2007. 62 UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ATIVIDADES COMPLEMENTARES 100h CRÉDITOS 05 Construção de componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural; Promover o desenvolvimento intelectual do aluno, através da aquisição de conhecimento, e de competências e habilidades; Estimular a participação dos alunos em eventos de natureza acadêmica, científica, profissional e cultural, devidamente comprovados com certificados. GERAL: Estimular a participação em espaços de diálogos que possam aprimorar ou complementar a formação profissional. ESPECÍFICOS: Observar os tipos de eventos dialogais; Favorecer visões interdisciplinares; Proporcionar construções intertextuais; Construir atitudes socializantes. Devido à natureza da disciplina não há bibliografia para a mesma. 63 9 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO – FORMAS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM O processo de avaliação das FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA segue as seguintes normas internas: A avaliação do desempenho acadêmico dos alunos regularmente matriculados nas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA abrange, obrigatoriamente, os aspectos de frequência (75%, no mínimo) e aproveitamento. Cabe ao docente a responsabilidade pelo controle de frequência, devendo a Diretoria Pedagógica e os Coordenadores de cursos controlar o cumprimento desta obrigação, intervindo em caso de omissão; A atribuição de notas para os alunos será procedida por disciplinas, organizadas na modalidade seriada semestral, compondo-se de uma avaliação institucional geral e da avaliação de desempenho do aluno em sala de aula, por meio de instrumentos elaborados e sob a responsabilidade dos docentes, sendo obrigatória a obtenção de duas notas do professor (N1 e N2), devendo pelo menos uma delas originar-se de instrumento individual e escrito; Será atribuída nota zero ao aluno que usar de meios ilícitos ou não autorizados pelo professor ou por autoridade competente, quando da elaboração dos trabalhos, das verificações parciais, dos exames ou de qualquer outra atividade que resulte na avaliação do conhecimento, sem prejuízo da aplicação de sanções cabíveis por este ato de improbidade; A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas, em regime presencial, é obrigatória, sendo vedado o abono de faltas, salvo em casos previstos na legislação pertinente. Obedecidas as eventuais disposições exaradas pelo Colegiado Superior e pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), respeitado o ciclo semestral, a média simples aritmética das notas de avaliação situa o aluno em uma das seguintes condições: I - Média abaixo de três (03): reprovação; II - Média igual ou superior a três (03) e inferior a sete (07): submissão a exame final; III - Média maior ou igual a sete (07): aprovação direta sem exame final. Poderá o Colegiado Superior modificar, a qualquer tempo e independentemente de formalidades legais relativas às alterações regimentais, os critérios de atribuição de notas, assim como os limites e patamares de notas para aprovação dos alunos; Será considerado(a) aprovado(a) o(a) aluno(a) que, submetido(a) a exame, obtiver média aritmética simples igual ou superior a cinco (05), entre a média semestral aritmética de que trata o artigo anterior e a nota auferida no exame, desde que possua, no mínimo, 75% de frequência; 64 O(A) aluno(a) que não obtiver o aproveitamento mínimo exigido para aprovação nos componentes curriculares em que estiver matriculado(a) deverá cursá-los novamente, nos termos da regulamentação interna própria; A avaliação da aprendizagem, com consequente atribuição de notas ao(à) aluno(a), baseiase em avaliações procedidas pelos professores e em uma Prova Institucional, de conformidade com os critérios a seguir discriminados: a) Índice de Desempenho do Acadêmico (IDA) – É a média atribuída pelo professor no decorrer do semestre letivo ao(à) aluno(a), levando em conta, além do desempenho, a frequência do(a) discente, sendo que uma das avaliações deve ser obrigatoriamente individual e escrita. N1 + N2 Avaliação do Professor 2 N1 – 1ª Avaliação Bimestral N2 – 2ª Avaliação Bimestral b) Avaliação Multidisciplinar Institucional (AMD) – 0 a 10,0 pontos Instrumento de avaliação composto por 5 (cinco) questões de múltipla escolha de todas as disciplinas em que o(a) aluno(a) estiver matriculado(a), que objetiva avaliar o desempenho global da aprendizagem do(a) aluno(a) no semestre. c) Desempenho Acadêmico na Disciplina (DAD) – 0 a 10,0 pontos Nota do(a) aluno(a) em cada uma das disciplinas cursadas (compreenda-se por DAD a nota individual por disciplina cursada, sendo que o(a) aluno(a) é avaliado(a) em todas as disciplinas cursadas no semestre, conjuntamente, na AMD). O cálculo da média do(a) aluno(a) em cada uma das disciplinas que compõem seu curso, observados os critérios estabelecidos no artigo anterior, processa-se de conformidade com a fórmula abaixo: NG = (N1 + N2 )x 0,6 + 2 se AMD > DAD = AMD x 0,4 se AMD < DAD = DAD x 0,4 A nota a ser considerada para atribuição ao(à) aluno(a), por disciplina, em relação ao Instrumento de Avaliação Institucional, é a maior auferida, comparando-se a AMD e a DAD. O(A) aluno(a) tem direito a requerer 2ª chamada de todas as avaliações que compõem a sua média semestral por disciplinas mediante apresentação, no prazo de 72 (setenta e duas) horas após a realização da respectiva avaliação, de solicitação fundamentada e documentada (instrumento oficial que comprove impossibilidade de saúde que justifique a ausência do(a) aluno(a) interessado) a ser protocolada oficialmente na Instituição. Compete ao Coordenador de cada curso analisar e, se julgar cabível à luz da legislação e das normas internas em vigor, deferir a solicitação de 2ª chamada; 65 Da decisão do Coordenador cabe recurso endereçado à Diretoria Pedagógica no prazo de 02 (dois) dias contados da ciência da decisão por parte do(a) aluno(a). Caso o requerimento de 2ª chamada do(a) aluno(a) seja deferido, será aplicada a competente avaliação no prazo de 15 (quinze) dias contados da ciência do(a) aluno(a). 66 10 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO 10.1 METODOLOGIA, DIMENSÕES DA COMUNIDADE ACADÊMICA A SEREM UTILIZADOS NO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO O compromisso com a qualidade dos serviços prestados pelas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA impõe o desafio da busca de uma política permanente de autoavaliação, como forma de institucionalizar um processo de avaliação dos principais indicadores de desempenho que retratem as condições institucionais, a cada tempo. A auto-avaliação é uma das etapas obrigatórias da Avaliação Institucional, a qual faz parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei nº. 10.861, de 14/04/2004, e regulamentado pela Portaria nº. 2.051, de 09/07/2004. Por meio da auto-avaliação, a Instituição reconhece tanto as suas práticas exitosas quanto as que necessitam de melhorias. É dado espaço à crítica e ao contraditório, subsidiando elementos para a tomada de decisão. A partir do perfil traçado, torna-se possível o estabelecimento de ações proativas que viabilizem a construção de um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico, do planejamento da gestão institucional e de prestação de contas à comunidade acadêmica (discentes, docentes, técnicos), além de incentivar a formação de uma cultura avaliativa. Nesse contexto, espera-se potencializar e desenvolver a Instituição, garantindo a qualidade na formação dos futuros profissionais em favor da Região Amazônica. O objetivo principal da avaliação é a construção de elementos para revitalizar o processo de qualificação da atuação institucional, elevando o nível de sua produção e de seus serviços. São estas as grandes dimensões da avaliação que se pretende empreender nas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, em conformidade com a Lei nº. 10.861/04, art.3º: oferta da a missão e o plano de desenvolvimento institucional; a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades; a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural; a comunicação com a sociedade; as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho; organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios; 67 infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação; planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional; políticas de atendimento aos estudantes; sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na educação superior. A adequada implantação de uma política permanente de avaliação nas FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA pressupõe uma metodologia apropriada e a definição de um conjunto de indicadores avaliativos. O universo da avaliação é compreendido pela comunidade acadêmica (alunos, professores e corpo técnico/administrativo), no que se refere a sua participação em etapas específicas do processo. São aplicados questionários, via internet, aos sujeitos da avaliação para, em seguida, retornar os resultados em seminários. As etapas constituintes da auto-avaliação são assim descritas: 1ª. Etapa: elaboração da proposta avaliativa. Este é o momento no qual se definem as áreas, unidades e processos que serão contemplados na aplicação da auto-avaliação. Além disso, são identificados os sujeitos que deverão participar do processo avaliativo. Nesta etapa também são elaborados os indicadores de desempenho que deverão constar na avaliação. 2ª. Etapa: sensibilização. Este é um momento fundamental por sensibilizar a comunidade acadêmica sobre a importância do processo avaliativo. Tem como objetivo facilitar o entendimento do processo e otimizar a auto-avaliação. Esta etapa visa garantir uma maior participação de todos no processo. 3ª. Etapa: execução da proposta. Consiste em coletar as informações e assegurar que os elementos obtidos reflitam a realidade da Instituição. As informações produzidas e analisadas serão integradas, na etapa seguinte, para que então se elabore um diagnóstico mais completo de cada área e da Instituição como um todo. 4ª. Etapa: consolidação dos resultados. Nesta etapa são elaborados os relatórios, identificando os pontos fortes e fracos da Instituição. Desta forma, faz-se um balanço crítico da Instituição. Há um compromisso com a publicação dos resultados. 5ª. Etapa: definição dos projetos de melhoria. A partir dos resultados, há o estabelecimento de projetos de melhoria, aprovados pela Direção, juntamente com o cronograma de ações visando estas melhorias. 6ª. Etapa: devolutiva. A partir da 5ª etapa realizam-se seminários para apresentação dos resultados à comunidade acadêmica e das propostas de ações visando a melhorias. Cabe ressaltar que algumas destas etapas podem ser desenvolvidas simultaneamente; outras, em momentos distintos, em prazos estabelecidos pela Comissão Permanente de Avaliação (CPA), dependendo do grau de sensibilização e de amadurecimento da comunidade envolvida. Para cada uma dessas etapas serão definidas: 68 unidades responsáveis; periodicidade; concepção ou princípios norteadores; procedimentos para levantamento de informações; instrumentos de coleta de dados; procedimentos para análise das informações; Como indicadores de desempenho contemplados no instrumento de verificação têm-se: contexto institucional; organização didático-pedagógica; corpo docente; corpo técnico-administrativo; instalações; direção. 10.2 FORMAS DE PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA, TÉCNICA E ADMINISTRATIVA, INCLUINDO A ATUAÇÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA, EM CONFORMIDADE COM O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – SINAES Pessoal Docente • Analisar os dados sobre o pessoal docente, de acordo com o Projeto Acadêmico da Unidade/Universidade. • Subsidiar as instâncias de decisão sobre a matriz de alocação de vagas docentes. Pessoal Técnico-Administrativo • Analisar os dados sobre o pessoal técnico-administrativo, capacitado para desenvolver as atividades de apoio técnico e administrativo, de acordo com o Projeto Acadêmico da Unidade/Universidade. • Subsidiar as instâncias de decisão com elementos para auxiliar na elaboração da matriz de alocação de vagas de técnico-administrativos. Estudantes • Avaliar as condições para o atendimento do alunado e as perspectivas de expansão, mantidos os pressupostos de qualidade. • Conhecer a opinião e sugestões dos alunos sobre o curso, a Unidade e a Universidade, utilizando, dentre outras fontes, as publicações sobre os perfis e representações dos estudantes do ensino médio e técnico, da graduação e da pós-graduação. 69 10.3 FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES Os resultados da avaliação pretendem reformular as políticas gerais da Instituição e implementar as medidas apontadas pelo processo avaliativo mediante o compromisso da administração com o Programa. Dentre estas, podem ser consideradas: ampliação dos investimentos na Biblioteca, tanto no que se refere ao acervo como à informatização; consolidação de Núcleos de Pesquisa que dão suporte aos cursos de graduação; ampliação de convênios e parcerias interinstitucionais; reformulação da política de contratação docente com a conseqüente ampliação do quadro de mestres e doutores; intensificação das atividades de Extensão; melhoria do ensino, traduzida principalmente pela criação de uma ambiência mais adequada à aprendizagem e a conseqüente diminuição do índice de evasão de alunos dos cursos; implementação de uma política de capacitação de recursos humanos, visando à melhoria no atendimento; plano de qualificação docente; plano de investimento em melhorias de infraestrutura. 70 Nº 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. PROFESSORES (Nome completo) ALINE BECKMANN DE CASTRO MENEZES ANA LÚCIA DE LIMA ALVES ANTONIO BRUNO OLIVEIRA DE MIRANDA DANIEL DOS SANTOS FERNANDES EDUARDO OTAVIO F. VASCONCELOS ELENA ALMEIDA CARVALHO ÉLLEN DE CÁSSIA LOPES PINHEIRO JAIRO JAQUES DOS PASSOS JOÃO AUGUSTO FARIAS DOS SANTOS JOÃO RENATO PAES LOPES LUCIANA DOS SANTOS OLIVEIRA LUCIO RICARDO DUARTE MARIA BEATRIZ MANDELERT PADOVANI MARIA CASSILDA FERREIRA MÁRTYRES MARIA CRISTINA WATRIN MARTIN CELSO MARILDA MUNIZ RODRIGUES MARILEIA DA SILVEIRA NOBRE MARILENE DOS SANTOS MARQUES MILENE COUTINHO L DA COSTA NAIR BRITO GONZALEZ SEMBER RACHEL DE OLIVEIRA ABREU RAIMUNDO NONATO DA SILVA TAVARES RAUL PAULO SARMENTO RENATA QUEMEL PIRES ROSANA MARIA VIEIRA CAYRES SILVIA NAZARÉ DIAS CHAGAS SUSY KELLEN MIRANDA BRITO Participação no NDE Anexo 01- Docentes do Curso Superior de Tecnologia em Recursos Humanos Membro Membro Membro Membro Membro Presidente 71 Anexo 02 - Certificação de Competência RESOLUÇÃO Nº 4 DE 05 DE MARÇO DE 2010 Ementa: Dispõe sobre a regulamentação para o Aproveitamento desempenho de Estudos excepcional e nas de hipóteses de Certificação de Competências nas Faculdades Integradas Ipiranga. A DIRETORA PEDAGÓGICA DAS FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA, no uso de suas atribuições conferidas pelo Regimento Geral, e em cumprimento à decisão do Colegiado Superior da Instituição, RESOLVE: Art. 1º - O aproveitamento de estudos decorrente de excepcional desempenho do aluno, bem como da certificação de competências, assim compreendidos os permissivos legais constantes, respectivamente, do § 2º do artigo 47 da Lei nº. 9.394/1996 e do artigo 9º da Resolução CNE/CP nº. 03, de 18 de dezembro de 2002, serão promovidos no âmbito desta Instituição de Ensino Superior, nos termos regulamentados na presente Resolução. § 1º - A certificação de competências somente é aplicável aos cursos de tecnologia mantidos pelas Faculdades Integradas Ipiranga, de conformidade com a Resolução CNE/CP nº. 03, de 18 de dezembro de 2002. § 2º - O aproveitamento de estudos decorrente de excepcional desempenho do aluno é aplicável a todos os cursos mantidos pelas Faculdades Integradas Ipiranga, assim compreendidos os bacharelados, licenciaturas e tecnológicos. § 3º - Em razão do exposto nos parágrafos anteriores, as disposições constantes da presente Resolução devem levar em conta que, em relação aos cursos tecnológicos, o aproveitamento de estudos do aluno pode decorrer da certificação de competências, bem como de seu excepcional desempenho, sendo que, relativamente às licenciaturas e aos bacharelados, o referido aproveitamento somente decorrerá de excepcional desempenho. Art. 2º - O aproveitamento de estudos tratado na presente Resolução, em ambos os casos, se dará por disciplina e será criteriosamente aferido de forma individual, à luz dos conteúdos constantes dos Projetos Pedagógicos dos cursos mantidos pela Instituição, dos perfis dos alunos egressos desses cursos, e será procedido por meio de prova escrita e oral. § 1º - A prova escrita – primeira etapa para o aproveitamento de estudos – especificada no caput deverá ser concebida envolvendo todo o conteúdo do respectivo componente curricular, considerando-se aprovado o aluno que obtiver aproveitamento mínimo equivalente a 75% (setenta e cinco por cento), o que equivale à nota 7,5 (sete e meio), caso o exame tenha valor total de 10 (dez) pontos. 72 § 2º - A prova oral – segunda etapa para o aproveitamento de estudos – especificada no caput, igualmente, levará em conta todo o conteúdo do componente curricular cujo aproveitamento seja pretendido pelo aluno e será realizada por banca composta de, no mínimo, 03 (três) membros, sendo obrigatória a presença de um professor da disciplina na Instituição e o coordenador do respectivo curso, podendo o terceiro membro ser designado dentre docentes da área, vinculados ou não à Instituição, pela Direção Pedagógica, considerando-se aprovado o aluno que obtiver aproveitamento mínimo equivalente a 75% (setenta e cinco por cento), o que equivale à nota 7,5 (sete e meio), caso o exame tenha valor total de 10 (dez) pontos. § 3º - Após a realização dos exames especificados nos parágrafos anteriores, o processo deverá ser concluído com Parecer do docente da disciplina quanto à sugestão de aprovação ou não do aluno, devidamente instruído com o instrumento de avaliação individual e escrita, bem como da Ata do exame oral, na qual conste, além do documento de freqüência do aluno, informações minuciosas sobre as questões formuladas e as respostas do discente, sendo remetido à aprovação final da Diretoria Pedagógica, para fins, se for o caso, do aproveitamento de estudos. Art. 3º - Em nenhuma hipótese será concedido aproveitamento de estudos em componentes curriculares que, somados, correspondam a mais de 20% (vinte por cento) da carga horária do curso, garantindo-se o caráter de excepcionalidade da medida e, especialmente, a proposta formativa da Instituição, seus conteúdos programáticos e o desenvolvimento do pensamento reflexivo, da autonomia intelectual, da capacidade empreendedora e da compreensão do processo tecnológico construídos ao longo dos cursos de graduação mantidos por esta Instituição. Art. 4º - Na hipótese de ser concedido o aproveitamento de estudos de uma ou mais disciplinas, poderá o aluno ter abreviada a conclusão de seu curso, caso a disponibilidade regular das disciplinas oferecidas pela Instituição em relação ao curso ao qual está vinculado permita, sempre mediante autorização expressa da Direção Pedagógica. Art. 5º - É de total responsabilidade do aluno o requerimento para que seja beneficiado de qualquer das hipóteses disciplinadas nesta Resolução, sendo que a competente e formal solicitação deverá ser protocolada no Atendimento Acadêmico Unificado até o décimo dia útil contado da data do início das aulas do semestre letivo em curso. § 1º - Os permissivos tratados na presente Resolução correspondem a uma excepcionalidade da legislação e, portanto, caso o aluno não os requeira nos termos do caput, a Instituição de Ensino não poderá ser responsabilizada em nenhuma circunstância. § 2º - Excepcionalmente, face à ausência de normas internas regulamentadoras da matéria até a data de publicação da presente Resolução, poderão os alunos que pretendam obter o aproveitamento de estudos nas hipóteses disciplinadas pela presente Resolução protocolar o competente requerimento, até 30 de março de 2010, em relação aos componentes curriculares e/ou competências cujo aproveitamento queiram efetivar. 73 Art. 6º - Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua aprovação, revogando-se as disposições em contrário. Direção Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga, em 05 de março de 2010. PROFA. Ma. MARIA BEATRIZ MANDELERT PADOVANI Diretora Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga 74 Anexo 03 - Trabalho de Conclusão de Curso RESOLUÇÃO Nº 3 DE 01 DE FEVEREIRO DE 2010 EMENTA: Regulamenta o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e dá outras providências. A Diretora Geral das Faculdades Integradas Ipiranga, no uso das atribuições que lhe confere o Regimento Geral e em cumprimento à decisão do Colegiado Superior da Instituição, promulga a seguinte Resolução: Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatório a todos os cursos de graduação ministrados pelas Faculdades Integradas Ipiranga. Art. 2º - Haverá uma Coordenação de TCC responsável por todos os trabalhos realizados. Art. 3º - O TCC constitui atividade acadêmica que deve refletir, de modo adequado e pertinente, a trajetória cumprida pelo aluno ao longo de sua formação. Art. 4º - A avaliação do TCC poderá ser feita por um avaliador ou por banca examinadora, de acordo com a tipologia do trabalho, conforme especificado no Regulamento Geral, em anexo. Art. 5º - O TCC somente será aprovado se o aluno entregá-lo no prazo estabelecido pela Coordenação de TCC e obtiver nota igual ou superior a 7,0 (sete), na forma regimental. Art. 6º - Os casos omissos ou situações especiais referentes ao TCC serão encaminhados pela Coordenação de TCC à Diretoria Pedagógica para manifestação. Art. 7º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Direção das Faculdades Integradas Ipiranga, em 01 de fevereiro de 2010. PROFA. Ma. SUELY MELO DE CASTRO MENEZES Diretora Geral das Faculdades Integradas Ipiranga 75 REGULAMENTO GERAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC Anexo da Resolução Nº 3/2010 CAPÍTULO I – DA CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC constitui atividade acadêmica de sistematização do conhecimento, pertinente a temáticas afins ao curso de graduação, desenvolvido mediante acompanhamento e avaliação docente. O TCC poderá ser realizado no percurso ou ao final do processo de formação do aluno. Art. 2º - São objetivos gerais do TCC: I- sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso de graduação; II- fomentar a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida na dinâmica da realidade local e regional; III- desenvolver habilidades de elaborar projetos, proceder consulta bibliográfica, confrontar fontes e dados, produzir texto acadêmico, dentre outras; IV- articular os conteúdos das disciplinas ao contexto social. Art. 3º - O TCC poderá ser realizado em diferentes tipologias, podendo ser contemplados: I- relatórios de pesquisa e/ou de estágio extracurricular desenvolvidos no decorrer do curso. Para serem acolhidos, os relatórios obrigatoriamente já terão de ter sido entregues e aprovados. II- elaboração de produto (por exemplo: “software”; filme – documentário, etc.) que tenha sido acompanhado por professor do curso de graduação e testado. Para ser acolhido como TCC deverá: a) incluir revisão bibliográfica; b) ser acompanhado de uma descrição das etapas do processo de sua construção. III- artigo: para ser classificado como TCC, é necessária a apresentação da publicação em revista científica, ou especializada da área ou, na íntegra, em anais de congressos realizados no decorrer do respectivo curso de graduação. Serão também validados como TCC aqueles artigos comprovadamente aprovados para publicação. IV- Portfólio: para ser classificado como TCC, o portfólio deverá constituir-se em uma coleção organizada de, no mínimo, quatro trabalhos produzidos durante a graduação, inter-relacionados, analisados e discutidos em um texto à parte que explicite os critérios da sua seleção. O portfólio deverá respeitar o roteiro de construção que constitui o Anexo II. Os relatórios finais de projetos de iniciação científica e extensão (Anexo III) poderão constituir-se em um dos trabalhos integrantes do portfólio. Esta tipologia de TCC deve, obrigatoriamente, ser realizada individualmente, por refletir o percurso de cada aluno. V- atividade profissional: o aluno de qualquer curso tecnológico que exerça atividade na área do seu curso poderá utilizar esta experiência para desenvolver seu TCC, desde que este contenha: a) revisão bibliográfica; b) descrição das atividades profissionais; c) análise crítica. VI- monografia: deve possuir um professor-orientador, sendo que para ser classificada como TCC, a monografia deverá ser compatível com o modelo definido pelo regulamento próprio do curso e atender aos seguintes critérios: a) revisão bibliográfica consistente; 76 b) definição clara do problema de pesquisa; c) descrição da metodologia utilizada; d) discussão crítica dos resultados obtidos. Art. 4º - A Coordenação de TCC deve indicar as normas técnicas, respeitados os critérios exigidos para a produção acadêmica na área específica em nível de graduação. CAPÍTULO II – DAS COMPETÊNCIAS Art. 5º - Compete ao Coordenador de TCC: I- estabelecer diretrizes, organizar e acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos; II- apresentar aos alunos a(s) tipologia(s) de TCC prevista(s) no Regulamento de TCC do Curso; III- selecionar os trabalhos que poderão ser avaliados como TCC; IV- encaminhar um exemplar da versão final do TCC para o avaliador; V- convocar os Coordenadores de curso para indicarem o avaliador para os TCCs de todas as tipologias, exceto monografias; a) concluída a avaliação, os avaliadores devem encaminhar à Coordenação de TCC todos os documentos referentes ao TCC. VI- administrar, quando for o caso, o processo de substituição de orientadores, juntamente à Coordenação de Curso; VII- definir, juntamente com os Coordenadores de curso, o cronograma de apresentação e/ou defesa oral dos trabalhos; VIII- definir os critérios a serem utilizados pela banca ou pelo avaliador para o julgamento dos TCCs; IX- organizar e encaminhar à Coordenação do Curso todos os documentos referentes ao TCC. Art. 6º - Para garantir o efetivo desenvolvimento do TCC, as Faculdades Integradas Ipiranga, na medida das possibilidades e prioridades institucionais, deve colaborar para preencher as condições físicas adequadas, incluindo instalações e equipamentos necessários ao seu desenvolvimento e, portanto, o aceite de projetos deve levar em conta as condições existentes. Art. 7º - No caso de monografia haverá defesa do TCC perante banca examinadora, devendo ser observado que: I- o trabalho escrito deverá obedecer às normas técnicas da ABNT; II- o TCC deverá ser apresentado em 20 minutos e cada membro da banca terá 10 minutos para argüição, oferecendo-se igual tempo ao aluno para a defesa. III- a banca examinadora deverá ser composta por no mínimo dois e no máximo três professores, incluindo o professor-orientador, o qual conduzirá o processo. IV- a nota final do TCC será atribuída pelos professores da banca examinadora e corresponderá à média das notas atribuídas por eles, levando-se em conta o trabalho escrito, a apresentação oral e a defesa na argüição. Para tal, a banca deverá seguir os critérios estabelecidos pela Coordenação do TCC. V- o TCC em sua versão final será assinado pelo professor-orientador e pelos demais membros da banca examinadora. Art. 8º - Para as demais tipologias, haverá apresentação do TCC perante um avaliador e a exposição do TCC será feita no tempo de 15 minutos. Art. 9º - Compete ao aluno: I- definir a temática do TCC, em conformidade com as diversas tipologias; II- informar-se sobre as normas e regulamentos do TCC e cumpri-los; 77 III- cumprir o plano e cronograma estabelecidos pela Coordenação de TCC e pelo orientador, quando houver; IV- comunicar por escrito, ao Coordenador de TCC, quando couber, possíveis problemas na relação com o orientador durante o andamento das atividades, podendo solicitar mudança de orientador, até o final do primeiro mês do semestre correspondente à orientação, com a devida justificativa, que será avaliada pelo Coordenador de TCC e pela Coordenação de Curso; V- comprometer-se para que seu trabalho seja permeado de autenticidade e legitimidade, assumindo na íntegra a autoria (trabalho individual) ou co-autoria (trabalho em grupo) da atividade elaborada, passo a passo; a) observados, em qualquer hipótese, os requisitos de cada tipologia de TCC, o número de alunos em cada grupo será de no mínimo dois e no máximo cinco membros; b) quando as diretrizes curriculares assim exigirem, o TCC será realizado individualmente. VI- entregar ao Coordenador de TCC um exemplar da versão final do Trabalho para cada avaliador, na data pré-fixada em cronograma; VII- o aluno deverá submeter, no penúltimo semestre do curso, sua proposta de TCC, consideradas as diferentes tipologias, a qual será avaliada pelo Coordenador de TCC. Art. 10 - Compete ao professor-orientador: I - dedicar, durante o tempo mínimo de um semestre letivo, carga horária de acompanhamento do trabalho para orientação das monografias; II- preencher as fichas de acompanhamento do processo de orientação e entregá-las nas datas estabelecidas pela Coordenação de TCC; III- analisar e avaliar as etapas do trabalho, levando em consideração a sua qualidade, pertinência e relevância; IV- comunicar por escrito, ao Coordenador de TCC, quando couber, possíveis problemas na relação com o orientando durante o andamento das atividades, podendo solicitar afastamento da orientação, até o final do primeiro mês do semestre correspondente à orientação, com a devida justificativa, que será avaliada pelo Coordenador de TCC e pela Coordenação de Curso; V- definir as bancas examinadoras do trabalho orientado e presidi-las. VI- organizar e encaminhar à Coordenação de TCC, todos os documentos referentes à avaliação. CAPÍTULO III - DA AVALIAÇÃO Art. 11 - A avaliação do TCC compreende o trabalho escrito, a defesa e/ou a apresentação. I- a avaliação de artigos, relatórios de pesquisa, produtos, atividade profissional e portfólios será realizada por um avaliador, que atribuirá nota (de zero a dez) à apresentação, conforme formulário próprio (apêndice); II- na avaliação de monografia que consta de trabalho escrito, apresentação oral e defesa na argüição, a banca examinadora atribuirá nota (de zero a dez), conforme formulário próprio (apêndice); III- a sessão de apresentação e defesa dos TCCs, necessariamente, deverá possuir Ata da sua realização. Art. 12 - Os casos omissos serão resolvidos pela Direção de Ensino. A Direção Geral. 78 Anexo 04 - Atividades Complementares RESOLUÇÃO Nº. 1 DE 24 DE FEVEREIRO DE 2012 EMENTA: Revoga a Resolução nº 7 de 22 de março de 2010 e normatiza as Atividades Complementares no âmbito dos cursos mantidos pelas Faculdades Integradas Ipiranga. A Diretora Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga, no uso das atribuições que lhe confere o Regimento Geral e em cumprimento à decisão do Colegiado Superior da Instituição, promulga a seguinte Resolução: Art. 1º - As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural, que objetivam proporcionar os seguintes conhecimentos, em conjunto com as demais atividades acadêmicas: a) adicionais, estimulados por meio da prática de estudos independentes; b) transversais; c) interdisciplinares. § 1º - As Atividades Complementares devem promover o desenvolvimento intelectual do aluno, através da aquisição de conhecimento, e de competências e habilidades. § 2º - As Atividades Complementares, apesar de não fazerem parte dos Projetos Pedagógicos dos Cursos Tecnológicos e do Curso de Licenciatura em Pedagogia, possuem caráter de componente curricular obrigatório para os referidos cursos, com carga horária mínima de 100 horas para a integralização curricular. Art. 2º - As Atividades Complementares, enquanto componentes curriculares de cada curso ofertado pelas Faculdades Integradas Ipiranga, articulam-se com o Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC) e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). § 1º - Os cursos ofertados pela Instituição objetivam formar profissionais capazes de aliar a competência da área de formação com a dimensão humana e compromisso ético por meio de uma aprendizagem que rompe com a concepção de ensino-aprendizagem isolada, propondo-se a desenvolver uma formação voltada à aprendizagem participativa do aluno, propiciando aguçar sua autonomia e curiosidade intelectual, investindo na participação e na integração do conhecimento, preocupando-se, também, com a responsabilidade e compromisso de cada sujeito envolvido. § 2º - Os projetos dos cursos criam espaços para uma aprendizagem integradora, que abriga diferentes valores e convicções e estimula a competência na área da formação, o respeito às atitudes contrastantes e aos pontos de vista conflitantes e o compromisso com uma formação ética, 79 esperando-se que, ao final do processo formativo, tenha sido produzida uma educação que proporcione competência e olhar crítico eficiente e comprometido com a realidade social. Art. 3º - O cumprimento das Atividades Complementares se dará por meio da participação dos alunos em eventos de diversas naturezas, devidamente comprovados com certificados apresentados à Coordenação, para registro. § 1º - O registro é realizado pela Coordenação que, para tanto, utiliza software específico para este fim. § 2º - Após o devido registro, a carga horária computada das Atividades Complementares dos alunos será encaminhada à Secretaria Acadêmica para controle. § 3º - Por ser bastante diversificado o elenco de Atividades Complementares, a equivalência entre a atividade realizada e o número de horas que será validada se dará de acordo com o disposto no anexo I, cujo teor passa a fazer parte integrante da presente Resolução. Art. 4º - Esta resolução entra em vigor a partir da data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, especialmente o disposto na Resolução nº 7 de 22 de março de 2010. Diretoria Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga, em 24 de fevereiro de 2012. PROFª. Ma. MARIA BEATRIZ MANDELERT PADOVANI Diretora Pedagógica das Faculdades Integradas Ipiranga TABELA DE VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 ATIVIDADES DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA E À PESQUISA ATIVIDADES a) Monitorias em disciplinas (como bolsista ou voluntário). b)Ministrante de cursos de extensão relacionados aos objetivos do curso. c)Ministrante de palestras e oficinas relacionadas aos objetivos do curso. d)Participação em projetos relacionados aos objetivos do curso, sob a tutela do coordenador do curso. e)Participação em projetos institucionalizados de iniciação científica, como bolsista ou voluntário. f)Trabalho apresentado em eventos acadêmicos ou científicos (artigos, minicursos, oficinas, iniciação científica). g)Participação em projetos do Núcleo de Pesquisa (NUP) da IES. h)Participação, como ouvinte, em apresentação de TCC dos alunos da IES (o aluno deve se inscrever na coordenação das Atividades Complementares no período de 01 a 06/06/2012. CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE 30h 4h por curso, podendo creditar até 20 horas. 4h por evento, podendo creditar até 20 horas. Até 20h (definidas pela Coordenação do Curso). Até 20h (definidas pela Coordenação do Curso, de acordo com a participação do aluno). Até 20h. Até 40h. 02 horas por apresentação, podendo creditar até 10h. 80 2 ATIVIDADES DE EXTENSÃO ATIVIDADES a) Participação em cursos de complementação de estudos na área específica ou de formação geral (língua estrangeira, informática, preparatório para concursos, cursos técnicos, curso de música e outros) CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE Até 20h. Até o limite de 50% da carga horária das Atividades Complementares do respectivo curso. b) Disciplinas cursadas em outras Instituições de Ensino Superior, não aproveitadas na análise de crédito. c) Participação em cursos de extensão da IES e em Projetos de Extensão, intra ou extramuros, do Núcleo de Inovação e Extensão (NIE). Até 40h. d)Participação em cursos de extensão fora da IES. Até 40h. e)Participação em oficinas de complementação relacionadas aos objetivos do curso. f)Projetos experimentais (criação de filmes, dvds, jornal impresso ...). g) Participação em projetos que envolvam serviços prestados à comunidade, vinculados a uma ação extensionista da Instituição, inclusive a Clínica Escola (visita técnica). 3 Até 20h. Até 30h. Até 30h. CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, CONFERÊNCIAS E OUTRAS ATIVIDADES ATIVIDADES CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE a) Participação em organização de eventos dos cursos da IES. b) Participação em organização de eventos dos cursos fora da IES. c) Participação em projetos/ competições nacionais/ internacionais, de interesse acadêmico, relacionados aos projetos dos cursos. d) Participação em atividade de cunho cultural, científica, cívica, social, doação de sangue e outros. e) Participação, como ouvinte, em encontros, jornadas, seminários, simpósios, congressos, conferências, fóruns, workshops e similares. f) Participação em palestras ou debates relacionados aos objetivos do curso. g) Participação como Representante de Turma e do Centro Acadêmico (a carga horária será para, até dois semestres consecutivos). h) Participação nas eleições, como voluntário (presidente, vicepresidente, mesário, secretário), devidamente comprovada pela Justiça Eleitoral. i) Participação em júri popular, devidamente comprovada pela Justiça. j) Resenha de capítulo de livros, filmes ... 4h por evento, podendo creditar até 20 horas. 4h por evento, podendo creditar até 20 horas 4 4h por evento, podendo creditar até 20 horas. 2h por evento, podendo creditar até 10 horas. 4h por evento, podendo creditar até 20 horas. 2h por palestra, podendo creditar até 8 horas. Até 20h (de acordo com a avaliação do NAP. Até 8h. Até 8h por evento. 4h por atividade, podendo creditar até 12h. PUBLICAÇÕES (equivalência por publicação) ATIVIDADES a) Produção de material em meio eletrônico ou impresso relacionada aos objetivos do curso. b) Produção e publicação de resumos e artigos em anais de congressos, simpósios, encontros, jornais e revistas especializadas em áreas afins. c) Publicação de livros, sendo a carga horária dividida da seguinte forma: d) Produção de material didático, tutelada por um professor. 5 CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE Até 20h. Até 40h. Autoria: 100h; capítulo de livro: 40h; organização de livro: 20h. Até 20h. VIVÊNCIA PROFISSIONAL COMPLEMENTAR ATIVIDADES a) Estágios intramuros, não obrigatório, realizados em atividades relacionadas aos objetivos do curso. OBS. Curso de Estética: quando o limite da carga horária da Clínica de Estética Integrada ultrapassar as 320h o aluno poderá creditar a carga horária excedente para as Atividades Complementares, desde que comprovadas pela Coordenação do Curso. CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE Bacharelados: 40h. Tecnológicos e Licenciaturas: 20h. 81 b) Estágios extramuros, não curriculares, e/ou atividades profissionais relacionadas ao curso. OBS. Será possível o aproveitamento da carga horária aos alunos que trabalham com CTPS assinada e aos que são autônomos e possuem a inscrição do Microempreendedor Individual. c) Atividades comunitárias (semana da cidadania, do empreendedor, campanhas de saúde, de trânsito, outras). d)Assessoria (pedagógica, ambiental, contábil, administrativa, informática e outras) sob a orientação de um professor da Instituição. Bacharelados: 40h. Tecnológicos e Licenciaturas: 20h. Até 10h. Na IES – até 40h; Fora da IES – até 20h. 82