UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Projeto Pedagógico de Curso (PPC)
Curso de Graduação em
Ciência Ambiental
Titulação: Bacharel em Ciência Ambiental
CÓDIGO Currículo: 95.01.001
Niterói, Junho de 2010
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
REITOR
Professor Roberto Salles
PRÓ-REITOR DE ASSUNTOS ACADÊMICOS
Professor Sidney Luiz de Matos Mello
DIRETOR DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
Professor André Luiz Ferrari
CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Professora Angelica Carvalho Di Maio
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PPC:
Professora Angelica Carvalho Di Maio
Professora Cristiane Nunes Francisco
Professor Edson Benigno da Motta Barros
Professor Jefferson da Silveira Martins
Professor Jovelino Muniz de Andrade Filho
Professor Kenny Tanizaki Fonseca - Coordenação
EQUIPE DE APOIO TÉCNICO AO PPC:
Professor Ivan de Oliveira Pires
Assessoria em projeto de ensino de Ciência Ambiental
Professora Mônica Carneiro Alves Senna
Assessoria em ementário, bibliografia e fluxo curricular
Professora Patrícia Almeida Ashley
Assessoria em avaliação e gestão acadêmica, revisão e consolidação de projeto
II
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
DETERMINAÇÃO DE SERVIÇO
DTS GAG, Nº. 009 de 19 de agosto de 2008.
EMENTA: Designa Comissão para Implantação do novo Curso de Graduação em Ciência
Ambiental.
O Chefe do Departamento de Análise Geoambiental da UFF, no uso de suas atribuições,
RESOLVE:
Designar os professores JEFFERSON DA SILVEIRA MARTINS SIAPE 0304724,
EDSON BENIGNO DA MOTTA BARROS SIAPE 0310526, ANGELICA DI MAIO SIAPE
1518050, JULIO CÉSAR WASSERMAN SIAPE 0310810 e JOVELINO MUNIZ DE
ANDRADE FILHO SIAPE 356835 (professor cedido pelo IBAMA), constituírem comissão
de criação do Curso de Graduação de Ciência Ambiental do Departamento de Análise
Geoambiental.
Esta determinação entrará em vigor na data de sua assinatura.
CRISTIANE NUNES FRANCISCO
Chefe do Departamento de Análise Geoambiental
######
DETERMINAÇÃO DE SERVIÇO
DTS GAG, Nº. 02 de 21 de agosto de 2009.
A Chefe do Departamento de Análise Geoambiental da UFF, no uso de suas atribuições,
RESOLVE:
Designar o professor KENNY TANIZAKI FONSECA, matrícula SIAPE 1.672.248, para
ser o coordenador do processo de criação do curso de graduação em “Ciência
Ambiental” do Departamento de Análise Geoambiental do Instituto de Geociências da
Universidade Federal Fluminense. Informo que tal designação não implica função
gratificada ou cargo de direção.
Esta determinação entrará em vigor na data de sua assinatura.
ANGÉLICA CARVALHO DI MAIO
Chefe do Departamento de Análise Geoambiental
######
III
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Sumário
Formulário n 01 - Apresentação/Justificativa ____________________________________ 1
Universidade Pública e os Desafios da Educação Superior Brasileira ________________________ 1
A proposta do Curso de Graduação em Ciência Ambiental ________________________________ 1
A Universidade Federal Fluminense__________________________________________________ 2
O Departamento de Análise Geoambiental ____________________________________________ 3
O Corpo Docente do Departamento de Análise Geoambiental ___________________________________ 4
Formulário n 02 – Histórico / Princípios norteadores _____________________________ 8
Princípios Norteadores___________________________________________________________ 10
Formulário n 03 – Objetivos ________________________________________________ 14
Formulário n 04 - Perfil do Profissional _______________________________________ 17
Capacidades gerais ______________________________________________________________ 17
Capacidades específicas __________________________________________________________ 17
Área de Atuação ________________________________________________________________ 18
Formulário n 05 – Organização Curricular_____________________________________ 20
Carga horária, Prazo para Integralização, Número de Vagas e Turno do Curso _______________ 20
Modularização e Flexibilização Curricular ____________________________________________ 20
Disciplinas/Unidades Curriculares Eletivas ___________________________________________ 22
Disciplinas/Unidades Curriculares Optativas __________________________________________ 23
Atividades Complementares ______________________________________________________ 23
Trabalho de Conclusão de Curso ___________________________________________________ 25
Estágio Supervisionado __________________________________________________________ 25
Fluxo das Unidades Curriculares ___________________________________________________ 27
Formulário n 06 – Acompanhamento e Avaliação ______________________________ 28
SINAES _______________________________________________________________________ 28
Avaliação e Gestão Acadêmica do Curso _____________________________________________ 28
Avaliação do Conceito Preliminar de Curso (CPC) _____________________________________________ 29
Avaliação da Organização Didático-Pedagógica ______________________________________________ 29
Avaliação do Corpo Docente _____________________________________________________________ 30
Avaliação da Aprendizagem e Formação do Corpo Discente ____________________________________ 30
Avaliação do Perfil do Ingressante, Taxa de Retenção/Evasão e Perfil do Egresso ___________________ 31
Formulário nº 07 – Conteúdos de Estudos e Objetivos ____________________________ 32
Formulário n 08 – Relação de Disciplinas/Atividades Obrigatórias _________________ 33
Formulário n 09 - Relação de Disciplinas Optativas _____________________________ 36
Formulário n 10 – Relação de Atividades Complementares ______________________ 37
IV
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário Nº 11 - Distribuição das Disciplinas/Atividades - Periodização ___________ 38
Formulário nº 12 – Quadro Geral da Carga Horária ______________________________ 42
Formulário nº 13 – Especificação das Disciplinas/Atividades obrigatórias __________ 43
Avaliação de Impactos Ambientais _________________________________________________ 44
Atividades Complementares I _____________________________________________________ 45
Atividades Complementares II _____________________________________________________ 46
Atividades Complementares III ____________________________________________________ 47
Atividades Complementares IV ____________________________________________________ 48
Atividades Complementares V _____________________________________________________ 49
Atividades Complementares VI ____________________________________________________ 50
Atividades Complementares VII ____________________________________________________ 51
Atividades Complementares VIII ___________________________________________________ 52
Atividades Complementares IX ____________________________________________________ 53
Atividades Complementares X _____________________________________________________ 54
Atividades Complementares XI ____________________________________________________ 55
Cálculo I-A_____________________________________________________________________ 56
Cálculo II-A ____________________________________________________________________ 57
Cartografia ____________________________________________________________________ 58
Ciências da Terra I ______________________________________________________________ 59
Ciências da Terra II ______________________________________________________________ 60
Climatologia Ecológica ___________________________________________________________ 61
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental I ______________________________________ 62
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental II _____________________________________ 64
Ecologia e Manejo Florestal _______________________________________________________ 65
Epistemologia do Meio Ambiente __________________________________________________ 66
Estágio Supervisionado I _________________________________________________________ 67
Estágio Supervisionado II _________________________________________________________ 68
Estatística V ___________________________________________________________________ 69
Fundamentos de Ecologia ________________________________________________________ 70
Geoprocessamento _____________________________________________________________ 71
Geoprocessamento para Estudos Ambientais _________________________________________ 72
Gestão de Resíduos Sólidos _______________________________________________________ 73
Gestão do Ambiente Rural ________________________________________________________ 74
Gestão do Ambiente Urbano ______________________________________________________ 75
Mediação de Conflitos Socioambientais _____________________________________________ 76
V
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Metodologia Científica ___________________________________________________________ 77
Métodos e Técnicas Quantitativas __________________________________________________ 78
Planejamento e Gestão Ambiental _________________________________________________ 79
Políticas Públicas, Governança e Meio Ambiente ______________________________________ 80
Processamento Digital de Imagens _________________________________________________ 81
Processos Físico-Químicos da Natureza ______________________________________________ 82
Recursos Bióticos _______________________________________________________________ 83
Recursos Energéticos ____________________________________________________________ 84
Recursos Hídricos _______________________________________________________________ 85
Recursos Naturais não Renováveis _________________________________________________ 86
Riscos Ambientais_______________________________________________________________ 87
Saúde Coletiva, Produção e Ambiente III _____________________________________________ 88
Sensoriamento Remoto __________________________________________________________ 89
Técnicas de Posicionamento e Navegação ___________________________________________ 90
Tópicos Ambientais Contemporâneos _______________________________________________ 91
Trabalho de Conclusão de Curso ___________________________________________________ 92
Formulário nº 13 – Especificação das Disciplinas Optativas ______________________ 93
Libras I _______________________________________________________________________ 94
Introdução à Filosofia ____________________________________________________________ 96
Análise Espacial de Poluentes _____________________________________________________ 98
Cartografia Cadastral ____________________________________________________________ 99
Economia da Energia ___________________________________________________________ 100
Tópicos Especiais em Economia da Energia __________________________________________ 101
Economia dos Recursos Naturais __________________________________________________ 102
Tópicos Especiais em Economia dos Recursos Naturais ________________________________ 103
Economia do Meio Ambiente_____________________________________________________ 104
Tópicos Especiais em Economia do Meio Ambiente ___________________________________ 105
Tópicos Especiais em Geoquímica _________________________________________________ 106
Formulário Nº 14 - Cadastramento das Disciplinas/Atividades ___________________ 107
Formulário n° 17 – Infra–Estrutura Existente _________________________________ 110
Formulário n° 18 – Infra–Estrutura Necessária ________________________________ 113
ANEXOS ________________________________________________________________ 119
Lista de Quadros
Quadro 1 – Corpo Docente Atual do Quadro Permanente do Departamento de Análise
Geoambiental ........................................................................................................................ 5
VI
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Quadro 2 - Conhecimentos e Habilidades por Dimensão de Formação ............................... 14
Quadro 3 – Objetivos e Atribuições por Dimensão de Formação ......................................... 15
Quadro 4 - Organização Curricular por Módulos de Conteúdos de Estudo .......................... 21
Lista de Tabelas
Tabela 1 - Carga Horária por Grupo de Conteúdos de Disciplinas ....................................... 20
Lista de Figuras
Figura 1 - Dimensões de Formação do Curso de Graduação em Ciência Ambiental .......... 14
Figura 2 - Grade Curricular .................................................................................................. 27
VII
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS ACADÊMICOS
COORDENADORIA DE APOIO AO E NSINO DE G RADUAÇÃO
CURSO: GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA AMBIENTAL
Titulação: Bacharel em Ciência Ambiental
FORMULÁRIO N 01 - APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA
Universidade Pública e os Desafios da Educação Superior Brasileira
No quadro atual de mudanças aceleradas e de crescente inserção das nações no âmbito
global, a Universidade é chamada a propor soluções inovadoras e atender de fato às
demandas por formação criativa e de qualidade que possa efetivamente qualificar o País e
a Sociedade para os desafios de hoje e futuros.
Neste contexto, a Universidade brasileira vem sendo chamada a atender uma demanda
social crescente na oferta de vagas em cursos de graduação. Efetivamente, grande parte
dessa demanda foi agregada pelas faculdades e universidades privadas com forte apoio
de mídia e incentivos públicos, inclusive. Entretanto, os resultados da estratégia por meio
de instituições privadas, em sua grande maioria - como sobejamente demonstrado nas
avaliações promovidas pelo Governo Federal, têm ficado muito aquém das exigências de
qualidade postuladas pela sociedade.
A produção, difusão e aplicação de conhecimento num nível de excelência com a
apropriação desse conhecimento pelos cidadãos que, afinal, financiam e apóiam grande
parte desta estrutura universitária, é o desafio das instituições de ensino e pesquisa em
nível superior, integrando ensino, pesquisa e extensão. Em meio a um cenário nacional e
internacional de busca por um processo de desenvolvimento ecologicamente equilibrado,
economicamente viável, culturalmente harmonioso e includente, pautado ética e
politicamente por valores construtivos e socialmente justos, a pressão exercida sobre a
Universidade Pública cresceu exponencialmente.
A proposta do Curso de Graduação em Ciência Ambiental
A consecução de resultados positivos no enfrentamento dos desafios da educação
superior brasileira podem se dar em várias frentes, desde a prestação de serviços diretos
à comunidade (como, por exemplo, no caso dos Hospitais Universitários) até a
transferência de tecnologia às empresas e instituições públicas ou sem fins lucrativos.
Entretanto, certamente é na Graduação que ela se realiza de maneira mais integral, pois
atende à demanda básica da cidadania por formação superior, pela multiplicação da
informação, pela instrumentação da criatividade dos indivíduos e pela convivência
democrática.
Por outro lado, a atuação articulada entre graduação e pós-graduação integrando
pesquisa, ensino e extensão, de forma interdisciplinar e transdisciplinar, na teoria e prática
de formação superior, vem contribuir para a fundamental qualidade na formação superior
da Universidade Pública.
Outrossim, a histórica atuação da UFF na oferta de Curso de Mestrado Interdisciplinar em
Ciência Ambiental, com previsão de ampliação para Doutorado nos próximos anos, e as
atividades de pesquisa do corpo docente do curso em programas de colaboração
internacional fortalecem, de maneira integrada e oportuna, o ensino, pesquisa e extensão
na graduação e pós-graduação bem como a sua inserção e liderança em Ciência
Ambiental em nível nacional e internacional.
Neste contexto de desafios da educação superior brasileira e responsabilidade social da
1
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Universidade Pública e de orientação pela interdisciplinaridade, articulação entre
Graduação e Pós-Graduação e integração entre ensino, pesquisa e extensão, emerge o
projeto pedagógico de criação do Curso de Graduação em Ciência Ambiental, proposto
pelo Departamento de Análise Geoambiental do Instituto de Geociências da UFF. O curso
representa uma iniciativa cuja implementação possibilitará, no âmbito dos cursos de
graduação da UFF, o estabelecimento de uma concepção interdisciplinar e transdisciplinar
de formação superior para o desenvolvimento sustentável.
A Universidade Federal Fluminense
A Universidade Federal Fluminense é relativamente nova. Ela foi criada em 18 de
dezembro de 1960, com o nome inicial de Universidade Federal do Estado do Rio de
Janeiro - UFERJ. A ela incorporaram-se cinco Faculdades Federais já existentes em
Niterói, três Escolas de ensino superior e duas Faculdades particulares. Em 1964, o
Hospital Municipal Antônio Pedro, hoje Hospital Universitário Antônio Pedro, foi
incorporado à Universidade visando ao ensino e à pesquisa nas áreas de saúde e
assistencial. Em 1965, a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro passou a
denominar-se Universidade Federal Fluminense.
A Universidade Federal Fluminense - UFF - é constituída por unidades distribuídas em 15
municípios do estado do Rio de Janeiro (Angra dos Reis, Arraial do Cabo, Barra do Piraí,
Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Campos dos Goytacazes, Itaperuna,
Macaé, Miracema, Niterói, Nova Iguaçu, Nova Friburgo, Rio das Ostras, Santo Antônio de
Pádua, São João de Meriti e Volta Redonda) e uma Unidade Avançada sediada em
Oriximiná, estado do Pará. Em 20101, a UFF apresenta 33 unidades de ensino, 94
departamentos de ensino e 4 pólos universitários em Campos dos, Goytacazes (PUCG),
Nova Friburgo (Punf), Rio das Ostras (Puro) e Volta Redonda (PUVR).
Dentro do estado do Rio de Janeiro, Niterói é a cidade que abriga a maior parte das suas
instalações, incluindo a Reitoria e o Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) e quatro
campi: Valonguinho, Gragoatá, Praia Vermelha e Ciências Médicas. A UFF conta também
com um sistema de 24 bibliotecas, 24 auditórios, 9 anfiteatros, agências bancárias,
restaurantes, cinema, teatro, um conjunto de música antiga, um quarteto de cordas, além
da conceituada Orquestra Sinfônica Nacional.
Ao final de 20092, a Universidade oferecia 75 cursos de graduação, sendo 2 cursos de
graduação à distância, com 8.008 vagas oferecidas e 29.629 matrículas projetadas3. Na
pós-graduação, 43 mestrados acadêmicos, 4 mestrados profissionais e 30 cursos de
doutorado, além de 151 cursos de Pós-Graduação lato sensu e 1 Curso Superior
Seqüencial de Complementação de Estudos. Em número de alunos, Somando-se os
3.652 alunos de stricto sensu com os 7.509 de lato senso, atingimos mais de 11.000
alunos de pós-graduação em 2009, resultado bem acima dos 8.000 previstos na meta
física de 2009 do Plano de Desenvolvimento Institucional 2008-2012 da UFF.
Com 50 anos a serem completados em 2010 – Ano de Jubileu - a UFF se destaca entre
as grandes Universidades do país e continua em franca expansão. De fato, uma política
consistente de capacitação docente tem proporcionado um rápido crescimento da
pesquisa e da pós-graduação de qualidade em diversas áreas do conhecimento.
Uma das características marcantes desta Universidade é sua significativa inserção no
1
Website da UFF - http://www.uff.br/uffon/arquivos/uff/uff-em-numeros.php.
2
Conforme Prestação de Contas Ordinária Anual: Relatório de Gestão do Exercício de 2009,
apresentado à Controladoria Geral da União pela Reitoria da UFF em março de 2010.
3
Ibid, Quadro Síntese do Indicador Acadêmico - p. 169.
2
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Estado do Rio de Janeiro, onde se faz presente através de diversos cursos de graduação,
sendo que, agora, também a pós-graduação vai chegando ao interior. Além disso, o
Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói, desempenha um papel social de grande
impacto na região, propiciando aos estudantes de graduação e pós-graduação, nas áreas
de medicina e saúde, uma formação diferenciada, humana e socialmente referenciada.
A pesquisa na UFF encontra-se principalmente associada aos programas de pósgraduação e envolve grupos em diversas áreas do conhecimento com competência
reconhecida nacional e internacionalmente. Na atualização de 2008 do Censo de Grupos
de Pesquisa cadastrados no CNPq, a UFF cadastrou um total de 384 grupos de pesquisa.
Em 2009, 51 docentes da UFF foram contemplados em 2009 com bolsa de produtividade
do CNPq.
Como resultado direto da atuação de grupos de pesquisa, a UFF vem ampliando
consideravelmente sua produção acadêmica e a captação de recursos via projetos de
base científica e tecnológica. Em futuro bem próximo, prevê-se a organização de redes
cooperativas de pesquisa em diversas áreas do conhecimento e a implantação de mais
laboratórios voltados a trabalhos com ênfase interdisciplinar. A crescente atividade de
pesquisa nos últimos anos tem se traduzido igualmente num aumento da demanda por
bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq, PET/CAPES, UNIBANCO e UFF).
Anualmente é realizado o Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasconcellos
Torres de Ciência e Tecnologia que conta com a inscrição de centenas de trabalhos
envolvendo cerca de 700 estudantes.
A UFF, além de sua considerável inserção regional, com 2.479 docentes do quadro
permanente constituído em 20094 sendo 67% de Doutores e 24% de Mestres, está sendo
capaz de obter significativos avanços nas diversas áreas do ensino e da pesquisa,
situando-se seus setores mais consolidados no mesmo patamar das melhores instituições
nacionais e, em alguns casos, até internacionais. Isso indica que a UFF está avançando
rapidamente na direção de uma Universidade plenamente capaz de enfrentar os desafios
e oportunidades de um cenário de crescente globalização do mundo atual; Universidade
em que o conhecimento surge da necessidade de buscar novas alternativas, mas,
sobretudo, da possibilidade de discussão e troca de idéias, espaço privilegiado para a
expressão da criatividade científica e o diálogo construtivo.
O Departamento de Análise Geoambiental
O Departamento de Análise Geoambiental, denominado de Departamento de Cartografia
até 2002, nasceu com o Instituto de Geociências da Universidade Federal Fluminense
juntamente com os Departamentos de Geografia e Geologia, que são os dois outros
Departamentos constituintes dessa Unidade, quando da reforma universitária de 1968,
que oficializou o sistema de créditos e departamentos das universidades federais.
Na ocasião, o departamento assumiu características exclusivas de provedor de disciplinas
para os cursos de Geografia e diversos outros na área de Engenharia e Arquitetura. Afora
tais atividades letivas, o então Departamento de Cartografia, não mostrava uma
perspectiva nítida de projeto departamental, que envolvesse uma atuação consistente nos
campos da extensão e da pesquisa. Também não mostrava um caminho próprio na esfera
do ensino, que fosse além da condição de apêndice dos mencionados cursos.
A despeito do nome (Departamento de Cartografia), nos primeiros anos atuou em duas
vertentes básicas, a saber: para os cursos de engenharia, ministrou disciplinas de
Topografia, enquanto para o de Geografia, cuidou, fundamentalmente, do importante
ensino do uso e da interpretação das cartas e mapas, escolhendo não se envolver com a
4
Ibid, Quadro 12 - Docentes de 3° Grau do Quadro Permanente , p.89
3
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
sua produção direta. Isto é, nesta segunda vertente, note-se que as técnicas de produção
de mapas (restituição, fotogrametria, etc.) não fazem parte dos objetivos departamentais,
excetuando-se a apresentação dos seus rudimentos ao lado da produção de uma
cartografia secundária, como é o caso das cartas temáticas, cartogramas, etc. Em
resumo, já se via um departamento com muito mais inclinação para a interpretação do
ambiente do que para a sua representação propriamente dita.
Na década de 1980, esta tendência se acentua com a introdução, pioneira no Brasil, de
disciplinas voltadas especificamente para o ensino do Sensoriamento Remoto e de
Geoprocessamento. Este processo conduziria, no final daquela década, à criação do
LASERE – Laboratório de Sensoriamento Remoto. Data dessa mesma época a
participação de um conjunto de professores no curso de Especialização em Planejamento
Ambiental que, embora pertencendo ao Departamento de Geografia, sempre contou com
expressivo número de professores do Departamento de Análise Geoambiental que ali
ministravam disciplinas tributárias da Análise Ambiental (Fundamentos de Cartografia,
Fotointerpretação, Sensoriamento Remoto, Gestão de Bacias Hidrográficas).
Desde meados de 1990, o Departamento vem discutindo informalmente a criação de
atividades de extensão e pós-graduação em Sensoriamento Remoto e
Geoprocessamento, uma vez que alguns de seus professores vinham pesquisando o
assunto, contribuindo para a constituição de um expressivo acervo bibliográfico nessas
áreas e aprofundando o seu envolvimento com eventos e projetos nacionais e
internacionais promovidos por instituições especializadas no tratamento digital de imagens
de satélites e na aplicação ao processamento de dados ambientais. A conseqüência de tal
esforço foi o acolhimento do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciência
Ambiental, que é uma iniciativa interinstitucional capitaneada pela UFF, cujo Mestrado
continua concorridíssimo até hoje.
Em 1999, o Departamento criou o Curso de Especialização em Geotecnologias Aplicadas
à Análise Ambiental de Bacias Hidrográficas.
Em 26 de agosto de 2002, em decorrência das atividades de pesquisa voltadas para a
análise ambiental, desenvolvidas pelos professores do Departamento de Cartografia, o
Colegiado do Departamento solicitou a mudança de seu nome para Departamento de
Análise Geoambiental.
O Corpo Docente do Departamento de Análise Geoambiental
O corpo docente do Departamento de Análise Geoambiental (ver Quadro 1), na posição
de junho de 2010, conta com 16 docentes efetivos no quadro permanente, atualmente
com 75% do seu quadro docente permanente com título de Doutor. Atualmente, os
docentes são responsáveis por encargos didáticos em diversos cursos de graduação da
UFF, além do curso de pós-graduação de Mestrado em Ciência ambiental.
O corpo docente do Departamento de Análise Geoambiental desenvolve suas funções
docentes de forma interdisciplinar e aplicadas nos campos de estudos da Análise
Geoambiental, com inserção e produção profissional e acadêmica de qualidade
reconhecida no Brasil e exterior. A implantação deste PPC considera o corpo docente
realizando atividades de ensino, pesquisa e extensão na graduação e pós-graduação
stricto sensu (Mestrado em Ciência Ambiental e planejado Doutorado em Ciência
Ambiental, em fase de elaboração em 2010/2011).
Para a implantação do Curso de Graduação em Ciência Ambiental, novos docentes 40h
D.E. serão demandados para a expansão do quadro permanente atual. O Formulário 18 –
Infra-Estrutura Necessária deste PPC apresenta a demanda necessária, de acordo com a
expectativa média de 8 horas/aula por semana por docente como encargo didático na
graduação e pós-graduação (ver em Anexo o quadro de distribuição de encargos didáticos
atuais e previstos ao longo dos quatros anos de implantação do curso).
4
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Quadro 1 – Corpo Docente Atual do Quadro Permanente do Departamento de Análise
Geoambiental
n.
Docente
1
Alberto Luis
da Silva
2
3
4
Angélica
Carvalho Di
Maio
Cristiane
Nunes
Francisco
Edson
Benigno da
Motta Barros
Titulação
Mestre em Ciências
Geodésicas
Professor Assistente
- 20h
Doutora em
Geografia
Professor Adjunto 40h D.E.
Doutora em
Geociências
Professor Adjunto 40h D.E.
Mestre em
Engenharia Nuclear
e Planejamento
Energético
Professor Adjunto 40h D.E.
5
Elias Ribeiro
de
Arruda
Junior
6
Fábio
Ferreira
Dias
7
8
Félix
Carriello
Gilberto
Pessanha
Ribeiro
Doutor em Geologia
Professor Adjunto 40h D.E.
Doutor em Ciências
– Geologia
Professor Adjunto 40h D.E.
Mestre em
Sensoriamento
Remoto. Doutorando
em Geografia
Professor Assistente
- 20h
Doutor em
Geografia
Professor Adjunto 20h
Resumo no CV Lattes
Quadro Permanente
Possui graduação em Engenharia de Agrimensura pela Universidade
Federal de Viçosa (2003) e mestrado em Ciências Geodésicas e
Tecnologias da Geoinformação pela Universidade Federal de Pernambuco
(2005). Atualmente é tecnologista da Fundação Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística. Tem experiência na área de Geociências, com
ênfase em Geodésia Celeste, atuando principalmente nos seguintes temas:
processamento GPS com software científico e ajustamento da Rede
Planimétrica do Sistema Geodésico Brasileiro, determinação das
coordenadas e velocidades das estações GNSS pertencentes à Rede
SIRGAS-CON.
Endereço para acessar CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/4868609525518898
Possui graduação em Engenharia Cartografica pela Universidade do Estado
do Rio de Janeiro (1989), mestrado em Sensoriamento Remoto pelo
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1994) e doutorado em Geografia
pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004).
Atualmente é professora adjunto da Universidade Federal Fluminense. Atua
na graduação e no programa de Mestrado em Ciência Ambiental.Tem
experiência na área de Geociências, com ênfase em Cartografia, atuando
principalmente nos seguintes temas: sistema de informações geográficas,
sensoriamento remoto, cartografia, Geotecnologias na educação e sites
educativos na web.
Endereço para acessar CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1971003943598869
Possui graduação em Bacharelado Em Geografia pela Universidade Federal
do Rio de Janeiro (1991), graduação em Licenciatura Em Geografia pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro (1987), mestrado em Engenharia de
Transportes (Geoprocessamento) pela Universidade de São Paulo (1995) e
doutorado em Geociências (Geoquímica) pela Universidade Federal
Fluminense (2004). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal
Fluminense. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em
Sistemas de Informação Geográfica, atuando principalmente nos seguintes
temas: geoprocessamento, sistemas de informação geográfica,
sensoriamento remoto, gestão de recursos hídricos e bacia hidrográfica.
Endereço para acessar CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/9672669840239595
Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal
Fluminense (1973) e mestrado em Engenharia Nuclear e Planejamento
Energético pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e
Pesquisa de Engenharia-COPPE/UFRJ (1985). Atualmente é Professor
Adjunto IV da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área
de Geociências, com ênfase em Planejamento Ambiental, atuando
principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, geoprocessamento e
topografia.
Endereço para acessar CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/4216922505860927
Engenheiro Cartógrafo pela UNESP (1998), Mestre em Ciências
Cartográficas também pela UNESP (2002), Doutor em Geologia pela UFRJ
(2009). Atualmente é professor adjunto no Departamento de Análise
Geoambiental da Universidade Federal Fluminense (UFF). Atua nas áreas
de Geotecnololgias, Geoprocessamento, Sensoriamento Remoto,
Cartografia, Sistemas de Informações Geográficas (SIG), posicionamento
por GNSS, Mapeamento Geológico por satélite e Análise Geoambiental.
Endereço para acessar CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1447602598339025
Possui Graduação em Geografia - Faculdades Integradas Simonsen (2001),
Graduação em Tecnologia em Meio Ambiente pelo Centro Federal de
Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (2006), Especialização
em Geologia do Quaternário - Museu Nacional / UFRJ (2002), Mestrado em
Ciências (Geologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005) e
Doutorado em Ciências (Geologia), Universidade Federal do Rio de Janeiro.
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Arquiteto Urbanista formado pela Universidade Federal Fluminense (19901995) e sou mestre em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais - INPE (2002-2004). Trabalhei com a dinâmica do
desmatamento na Amazônia por quatro anos na Rede Geoma, no INPE.
Atualmente faço meu doutorado em Geografia na Universidade Federal
Fluminense.
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Doutor em Geografia pela Universidade Federal Fluminense/UFF (2005),
Mestre em Ciências Geodésicas pela Universidade Federal do
Paraná/UFPR (1989), Especialista em Geologia do Quaternário pelo Museu
Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ (2007) e Graduado
em Engenharia Cartográfica pela Universidade do Estado do Rio de
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
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Ivan
Oliveira
Pires
de
Jefferson da
Silveira
Martins
Júlio Cesar
A.de Faria
Wasserman
Kenny
Tanizaki
Fonseca
Doutor em
Geografia Física
Professor Adjunto 40h D.E.
Especialista em
Geociências
Professor Adjunto 40h D.E.
Doutor em
Oceanografia
Professor Associado
- 40h D.E.
Doutor em
Geociências
Professor Adjunto 40h D.E.
Janeiro/UERJ (1985). Líder do Grupo de Pesquisa do CNPq "Mapeamento
Cartográfico Digital a Partir de Imagens Sensoriais e Dados GPS". Professor
Adjunto da UERJ - Departamento de Engenharia Cartográfica - Faculdade
de Engenharia, desde 2001, e Professor Associado da UFF - Departamento
de Análise Geoambiental - Instituto de Geociências, desde 1992.
Credenciado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de
Computação/Geomática da Faculdade de Engenharia da UERJ, desde 2006
(www.geomatica.eng.uerj.br/gilberto). Consultor de projetos desde 2008 da
empresa incubada na INEAGRO-UFRRJ "BMT Referencial Consultoria e
Engenharia Ltda.". Tem experiências acumuladas na área de Geociências,
com ênfase em Engenharia Cartográfica e Geologia, atuando principalmente
com os seguintes temas: Cartografia Digital, Geodésia, Geoprocessamento,
Sistemas de Informação Geográfica (SIG), Sistema de Posicionamento
Global (GPS), Sensoriamento Remoto, Geografia Física, Geologia do
Quaternário Continental e Costeiro, Erosão e Progradação em Ambiente
Costeiro, Oceanografia Geológica e Astronomia de Posição. Avaliador do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior BASis / SINAES, do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP/Ministério da Educação. Coordenador do Laboratório de Cartografia
desde 2005 e Chefe do Departamento de Engenharia Cartográfica da
UERJ, pro tempore desde 28/04/2008, e eleito a partir de 16/12/2008.
Coordenador Adjunto do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de
Computação/Geomática - UERJ, a partir de 27/05/2009. Membro titular do
Conselho do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO), do
Conselho da Área de Preservação Ambiental (APA) de Petrópolis (RJ).
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Ivan de Oliveira Pires, possui graduação em Geografia pela Universidade
Federal Fluminense (1975), mestrado em sensoriamento remoto pelo INPE
(Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais,1985) e doutorado em Geografia
Física pela USP( Universidade de São Paulo,1992). Atualmente é professor
adjunto IV do Departamento de Análise Geoambiental da UFF (Universidade
Federal Fluminense) e atual coordenador do mestrado em Ciência
Ambiental. Tem experiência na área de Geotecnologias , atuando
principalmente nos seguintes temas: Sensoriamento Remoto, Manguezais,
Uso do Solo e Cobertura Vegetal ,Geografia e Saúde e Análise Ambiental
de bacias hidrográficas.
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Larga experiência profissional em funções de gestão de recursos hídricos e
meio ambiente, no Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura
Municipal de Niterói, contribuindo para a integração teoria e prática dos
conhecimentos na formação em Ciências Ambientais.
O pesquisador concluiu o doutorado em Oceanologia pela Universite de
Bordeaux I em 1990 e um Pós-doutorado em química ambiental na
Université de Pau et des Pays de l'Adour em 1999. Atualmente é Professor
Associado da Universidade Federal Fluminense e Coordenador da Rede
UFF de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Atua ainda como
Assessor de Projetos Especiais da Pró-Reitoria de Extensão da UFF.
Publicou 53 artigos em periódicos especializados e 125 trabalhos em anais
de eventos. Possui 14 capítulos de livros e 4 livros editados. Possui 1
produto tecnológico registrado. Orientou 15 dissertações de mestrado e 5
teses de doutorado, além de ter orientado 21 trabalhos de iniciação
científica nas áreas de Oceanografia, Geociências e Ecologia. Atua na área
de Oceanografia, Gestão Ambiental, Gerenciamento Costeiro. Tem larga
experiência na dinâmica de metais pesados, mas também vem estudando
outros tipos de poluentes aquáticos, atmosféricos e de solos. Desde o final
dos anos 1999, vem trabalhando com gestão ambiental em uma perspectiva
interdisciplinar, interagindo pesquisadores de diversas áreas, incluindo
médicos, engenheiros, geógrafos e sociólogos. Vem atuando na área de
licenciamento ambiental, coordenando ou atuando em estudos de impacto
ambiental e como consultor de empresas na área de responsabilidade
sócio-ambiental. Participa do Comitê de Estudo para Gestão de Praias da
ABNT.
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Possui graduação em Ciências Biológicas - Modalidade Biologia Marinha
pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989), mestrado em
Geociências (Metais pesados em ecossistemas marinhos costeiros) pela
Universidade Federal Fluminense (1994) e doutorado em Geoquímica
Ambiental (Estoque de carbono em florestas de Mata Atlântica) pela
Universidade Federal Fluminense (2000). Atualmente é Professor Adjunto
de Ciências da Natureza Universidade Federal Fluminense. Tem
experiência na área de Geociências, com ênfase em Biogeoquímica de
Carbono, atuando principalmente nos seguintes temas: Geoprocessamento,
Sensoriamento Remoto, Estoque de carbono em vegetações, neutralização
de carbono, Mata Atlântica e Educação Ambiental. É pesquisador do
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
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Leonardo
Scharth
Loureiro
Silva
Marli
Cigagna
Mônica
Carneiro
Alves Senna
Mestre em
Engenharia de
Computação
Professor Assistente
- 20h
Doutora em
Geografia
Professor Adjunto 40h D.E.
Doutora em
Meteorologia
Professor Adjunto 40h D.E.
Doutora em
Administração de
Empresas com
ênfase em
Administração de
Mudanças.
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Patrícia
Almeida
Ashley
Em pósdoutoramento em
Estudos de
Desenvolvimento no
International Institute
of Social Studies
(Holanda).
Professor Adjunto 40h D.E.
Programa Antárctico Brasileiro.
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Mestre em Engenharia de Computação, com ênfase em Geomática, pela
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2009. Possui
graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade do Estado do Rio
de Janeiro (2001). Atualmente é Professor Assistente da Universidade
Federal Fluminense (UFF). Tem experiência na área de Geociências, com
ênfase em Cartografia. Atua também nas áreas de Topografia, Geodésia,
GPS, Fotogrametria e Cartografia Temática.
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Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal Fluminense
(1977), mestrado em Amémagement Du Territoire - Universite de Paris III
(Sorbonne-Nouvelle) (1994) e doutorado em Geografia de l Amenagement Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) (2001). Professora adjunto da
Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Geografia
com ênfase em Geografia Urbana, atuando principalmente nos seguintes
temas: Cartografia Basica, Cartografia Temática e Cartografia Escolar,
Sensoriamento Remoto, Astronomia,
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Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro (2001), mestrado em Meteorologia Agrícola pela Universidade
Federal de Viçosa (2004) e doutorado em Meteorologia Agrícola pela
Universidade Federal de Viçosa (2008). Tem experiência na área de
Geociências, com ênfase em Floresta Amazônica, atuando principalmente
nos seguintes temas: meteorologia, modelagem de ecossistemas,
mudanças climáticas, interação atmosfera-biosfera. Atualmente é professora
adjunta do Departamento de Análise Geoambiental da Universidade Federal
Fluminense.
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Professora Adjunta III do Departamento de Analise Geoambiental do
Instituto de Geociencias da Universidade Federal Fluminense, em Niteroi,
Rio de Janeiro, Brasil, e titular da cátedra Prince Claus Chair in
Development and Equity - International Institute of Social Studies of
Erasmus Universiteit Rotterdam (Set 2009-Ago 2011), em Haia, Holanda.
Possui Bacharelado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do
Rio de Janeiro (1985),com ênfase em Políticas Públicas, Especialização em
Análise e Projeto de Sistemas pelo IBAM (1991), Mestrado em Gestão de
Serviços Públicos pela Aston Business School, Aston University (1993) e
Doutorado em Administração de Empresas com concentração em
Administração de Mudanças e pesquisa de doutoramento em ética e
responsabilidade social empresarial, pela Pontifícia Universidade Católica
do Rio de Janeiro (2002). É coordenadora e autora do livro-texto Ética e
Responsabilidade Social nos Negócios, pela Editora Saraiva, 1a edição
2002 e 2a edição 2005, reconhecido como a obra mais citada no Brasil no
tema de responsabilidade social empresarial e premiado pelo Troféu Jornal
do Comércio na Feira do Livro de Porto Alegre em 2006 como o melhor livro
brasileiro em responsabilidade social empresarial. Parecerista de artigos dos
seguintes periódicos científicos: Brazilian Administration Review (ISSN
1807-7692), Revista de Administração Contemporânea - RAC (ISSN 14156555), Revista de Gestão Social e Ambiental (ISSN 1981-982X), Revista de
Administração de Empresas - RAE (ISSN 0034-7590), Revista Gerenciais
(ISSN 1677-2768), Santa Lúcia em Revista (ISSN 1981-9625).Tem
experiência e formação interdisciplinar em Planejamento Urbano e Regional,
Ciência da Informação e Ciências Econômicas,na área de Administração,
com ênfase em Administração Pública e Políticas Públicas, atuando
principalmente nos seguintes temas: ecodesenvolvimento, responsabilidade
socioambiental de organizações públicas e privadas, ética nos negócios,
finanças sustentáveis, desenvolvimento moral organizacional, comércio
ético, compras e consumo responsáveis, gestão universitária, avaliação
institucional, administração da informação, promoção do conhecimento
organizacional, gestão por competências, administração estratégica,
arquitetura e governança de relações organizações-sociedade-ambiente,
elaboração e avaliação de políticas públicas, gestão pública e
desenvolvimento urbano.
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N 02 – HISTÓRICO / PRINCÍPIOS NORTEADORES
O tema “Meio Ambiente” já é tratado nos cursos superiores no Brasil desde a década de
setenta. Inicialmente ocorreu com disciplinas isoladas dentro de diversos cursos tradicionais
de interface mais visíveis com as questões ambientais (geografia, biologia, geologia,
engenharia civil, entre outros) (REIS, 2005).
Em 05 de março de 1975 foi criado o primeiro curso especifico sobre a área de meio
ambiente. Foi o curso de Ecologia, na Universidade Estadual Paulista (BRASIL, 2004).
Posteriormente, surgiram os cursos de Engenharia Sanitária sendo o primeiro na
Universidade Federal de Mato Grosso em 1977. Estes cursos eram voltados para a temática
de saneamento básico (BRASIL, 2004).
Na década de 90 surgiu um grande número de cursos de graduação em meio ambiente no
Brasil devido principalmente às demandas da rígida legislação, a crescente pressão da
sociedade e necessidade das empresas de ter um sistema de gestão ambiental para se
manterem ou se expandirem nos mercados internacionais (REIS, 2005).
No Brasil até janeiro de 2005 haviam 284 cursos superiores relacionados ao meio ambiente,
oferecendo cerca de 20.000 vagas nos vestibulares sendo que 92 cursos que oferecem
7.000 vagas estão localizados no Estado de São Paulo. (REIS, 2005).
A UNESCO em 1999 realizou reunião com educadores de vários países para discutir os
problemas da educação no mundo e projetar quais deveriam ser a projeções para as
políticas educacionais necessárias às exigências dos profissionais no início do século 21.
Uma das conclusões naquela ocasião foi que este profissional se defrontaria com:






Um mundo de aceleradas transformações;
Um agigantado sistema de informações;
Uma comunicação de transmissão instantânea para qualquer parte do mundo;
Um mercado globalizado;
Uma crise de empregos na maioria dos setores tradicionais; e
Uma necessidade de atualização profissional e cultural.
Com base neste quadro referencial os educadores fizeram uma relação das características
do perfil deste profissional exigidas pela realidade concebida na projeção para o início do
século 21. São elas:
 Flexível, capaz e disposto a contribuir para a inovação e criativo;
 Capaz de lidar com incertezas, estar interessado e ser capaz de aprender ao longo
da vida;
 Sensibilidade social e aptidões para a comunicação;
 Capaz de trabalhar em equipe, desejar assumir responsabilidades, tornar-se
empreendedor;
 Preparado para o mundo do trabalho internacionalizado por meio do conhecimento
de diferentes culturas e,
 Versátil em aptidões interdisciplinares e ter noções de áreas do conhecimento que
formam a base de várias habilidades profissionais, como tecnologias e informática.
Implantar uma ação para resolução deste problema no Brasil não é tarefa fácil. Temos
dificuldade de fazer com que nosso estudante aprenda a pensar por si mesmo, sem tentar, a
cada desafio, lembrar-se do que constava de uma apostilha que memorizou, mas não
metabolizou, porque não foi desafiado a entender, a cada passo, as diferentes facetas do
problema e a testar sua própria compreensão.
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
O desafio que o nosso país enfrenta para se desenvolver passa, necessariamente, pela
educação, em que teremos de rever, mais do que nossos currículos, nossas formas de
ensinar, mais do que ensinar, nossas formas de pensar e, mais do que pensar, nossas
formas de agir.
Por outro lado, as incertezas sobre o mercado de trabalho têm gerado falta de perspectivas
aos jovens brasileiros. Isso decorre pelo fato do estudante não ter a capacidade de projetar
seu próprio futuro. A principal dúvida deles decorre de uma indagação: Como se preparar
para ser um profissional competente?
No Brasil, segundo dados do Ministério da Educação somente cerca de 60 % dos
universitários concluíram a graduação. De acordo com a pesquisa uma das maiores causas
desta evasão, além dessa falta de perspectivas, é o descontentamento com o curso optado.
Uma outra questão importante é que nos últimos dez anos, cursos de graduação e pósgraduação multiplicaram-se no País, na esteira da legislação ambiental. Esse crescimento
começou a partir da legislação ambiental brasileira, na década de 80 quando a preocupação
com as questões ambientais começou a se expandir em todos os setores dentro das
universidades.
Podemos dizer que a preocupação com a poluição, o desmatamento, as mudanças
climáticas, aquecimento global, desenvolvimento sustentável e outras questões ambientais
não são preocupações somente de ONG ambientalistas e ecologistas.
Atualmente, temas ligados ao meio ambiente invadiram as universidades e institutos de
pesquisas e passaram a receber a atenção de pesquisadores das mais diversas áreas da
ciência. Um dos indicadores disso é o número de cursos de graduação ligados ao meio
ambiente, que passou de 33, em 2000, para 176, em 2004, segundo dados do Ministério da
Educação - MEC. Em junho de 2010, constam, no cadastro oficial de cursos de graduação
disponibilizado pela plataforma
e-MEC5, 4 cursos autorizados pelo INEP com a
denominação específica em Ciências Ambientais no âmbito de instituições públicas federais
(UNB, UNIFESP, UNIFAP e UNIRIO) e 3 em instituições privadas ou municipais, sendo a
maioria implantados a partir de 2009. O crescimento do número de cursos e de pesquisas
na área ambiental também é uma resposta à demanda que existe na sociedade por
conhecimentos e soluções para os problemas ecológicos. Com tanto campo para estudo e
atuação, não falta emprego para quem decidir seguir carreira em profissões ligadas ao meio
ambiente.
Diante deste contexto, o Departamento de Análise Geoambiental, dentro de sua
programação para o desenvolvimento educacional na área temática de Ciência Ambiental e
em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional da Universidade Federal
Fluminense - UFF se posiciona de forma efetiva para a criação de um Curso de Graduação
em Ciência Ambiental, buscando atender as demandas do mercado bem como os anseios
dos jovens estudantes que procuram um caminho seguro para sua formação acadêmica.
A idéia de criação deste curso de graduação começou a ser discutida junto com os debates
sobre as condições necessárias ao desenvolvimento didático-pedagógico do Departamento
de Análise Geoambiental – GAG, dentro do contexto de interdisciplinaridade em que está
incluso o Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental – PGCA ( com 10 anos de
existência) e que conta com um curso de Mestrado e busca, agora, para o seu
desenvolvimento natural o curso de Doutorado em Ciência Ambiental.
Essa nova estruturação dará ao Departamento de Análise Geoambiental, ao Programa de
Pós-graduação em Ciência Ambiental, ao Instituto de Geociências e à própria Universidade
Federal Fluminense um movimento positivo rumo a uma motivação transformadora para o
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http://emec.mec.gov.br
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
aperfeiçoamento do processo interdisciplinar de ensino-aprendizagem em Ciência
Ambiental.
Neste cenário, os professores do Departamento de Análise Geoambiental – GAG em
reuniões periódicas sistemáticas produziram o arcabouço básico para a criação do Curso de
Graduação em Ciência Ambiental que resultou na elaboração deste Projeto Pedagógico,
com sua versão final elaborada em junho de 2010.
Pesquisa junto a profissionais com mais de 20 anos de experiência em cargos de direção
de instituição nacional da área ambiental revelou que os profissionais oriundos dos
concursos (por sinal disputadíssimos) chegam à instituição com alta incapacidade para:
1. Coordenar planos, programas e projetos;
2. Planejar, coordenar e executar atividades;
3. Facilitar o desenvolvimento de processos decisórios complexos;
4. Mediar conflitos com atores diversos de diferentes segmentos da sociedade;
5. Coordenar reuniões para campanhas, mutirões, e atividades especiais;
6. Motivar equipes de trabalho;
7. Promover a criação de propostas de políticas ambientais;
8. Programar e gerenciar auditorias;
9. Promover, coordenar e executar análises ambientais.
A resposta imediata para atender estas demandas é fornecer aos alunos conhecimentos e
habilidades para:
1. Pensamento poliperceptivo / interdisciplinar;
2. Política e Estado;
3. Instrumentação Básica; e
4. Conhecimento socioambiental.
5. Leitura de textos;
6. Expressão oral e escrita;
7. Análise e síntese;
8. Abstração;
9. Imaginação e criatividade;
10. Trabalhar em equipe e de compreender as razões dos outros;
11. Reflexão; e
12. Disciplina intelectual.
Neste contexto de início de século nossa proposta se reveste da mais alta relevância para
deflagrar uma ação crescente de transformação do processo de ensino no Departamento de
Análise Geoambiental – GAG, em especial pela demanda do mercado, pelo enfoque
motivador dos próprios jovens alunos e pelos resultados advindos da sua satisfação e
reconhecimento de pais e responsáveis componentes da família célula da sociedade.
Princípios Norteadores
O Departamento de Análise Geoambiental está na direção de criar um curso que seja
reconhecido positivamente não somente na UFF, mas em todo o país. Por isso o
Departamento optou por projeto pedagógico para o Curso de Graduação em Ciência
Ambiental adequado a atender as demandas da realidade deste público alvo.
Para a realização deste Projeto Pedagógico procuramos discutir e buscar respostas a
questões que nos levasse a criar alternativas de estrutura curricular visando trilhar por
caminhos seguros para o processo de ensino-aprendizagem. Tais questões foram
fundamentalmente:
 O ensino que estamos proporcionando atualmente possibilita aos alunos se sentirem
perplexos com o conteúdo dos textos clássicos?
 Possibilita a eles sentirem fortes emoções estéticas lendo textos como os de
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Rousseau e sentirem, enfim, o prazer da descoberta?
 Estamos apenas reproduzindo o consumismo típico de uma sociedade que massifica e
aliena a todos nós?
 A paixão pela busca de conhecimento não seria a melhor herança que a Universidade
poderia oferecer aos seus alunos?
Observamos que nos cursos de graduação: os alunos estão sendo obrigados a devorar uma
quantidade muito grande de informações em um espaço pequeno de tempo. É bem possível
que a sobrecarga de tarefas e de conteúdos incute nos alunos uma atitude intelectual
consumista.
Sabemos que a mente sã depende mais de exercícios do que no consumo exagerado de
informações, assim como nosso corpo necessita mais de exercícios físicos do que de
alimentos em grande quantidade. Queremos adotar uma pedagogia que provoque nos
alunos uma reflexão mais crítica sobre a realidade em que vivem.
Estamos certos de que algumas providências didático-pedagógicas podem ser tomadas
para o aprimoramento do curso fazendo com os alunos aprendam a aprender, tais como:
1.
2.
3.
4.
Garantir tempo para o trabalho intelectual dos alunos;
Reduzir a quantidade de textos nas diversas disciplinas;
Reduzir a quantidade de tarefas de avaliação.
Adotar métodos de ensino que exijam a participação ativa dos alunos.
Estamos conscientes de que precisamos abandonar visão pedagógica tecnicista
preocupada apenas com a eficácia na transmissão de conteúdo e deixar de lado, inclusive,
a visão paternalista de que o principal papel do professor é transmitir conhecimento.
Para compreender o mundo atual repleto de transformações aceleradas não podemos
transmitir aos alunos os conhecimentos ambientais clássicos como algo sagrado e que os
alunos devem decorar como dogmas permanentes. Isso seria fatal numa realidade em que
os conhecimentos adquiridos com rapidez podem desbancar teorias que pensávamos
consolidadas (UFF, 2002).
Dai a importância norteadora que o Curso de Graduação em Ciência Ambiental deve ter – o
foco centrado no aluno e buscando fazê-lo aprender a aprender. Só assim o jovem aluno
poderá enfrentar as grandes questões do mundo moderno em mutação.
O Curso de Graduação em Ciência Ambiental que propomos não precisa transmitir aos
alunos tudo o que foi produzido na área socioambiental - o que, aliás, seria um absurdo.
Pretendemos oferecer, aos alunos, referencial teórico e conceitual básico e possibilitar o
desenvolvimento de certas habilidades com instrumental para análise interdisciplinar das
questões e – principalmente – preparar os alunos para vivenciarem o processo de
aprendizagem durante todos os dias do resto de suas vidas.
Temos à nossa disposição uma fonte inesgotável de informações: bibliotecas, a Internet,
jornais, programas de TV a cabo, revistas especializadas, discos de CD-ROM, videotecas.
Para aproveitar esse gigantesco tesouro acumulado pela humanidade, precisamos aprender
como aprender.
Constatamos que os alunos chegam aos cursos de graduação com dificuldades para: leitura
de textos; expressão escrita; expressão oral; e trabalhos em equipe. Com este curso, além
dos conhecimentos básicos em termos teóricos, conceituais e instrumentais queremos
também possibilitar aos alunos:
1. A capacidade de leitura de textos;
2. A capacidade de expressão oral e escrita;
3. A capacidade de análise e síntese;
4. A capacidade de abstração, a imaginação e a criatividade sociológica;
5. A capacidade de trabalhar em equipe e de compreender as razões dos outros;
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
6. A capacidade de reflexão e a disciplina intelectual.
São efeitos quase inevitáveis desse processo de desenvolvimento de habilidades
intelectuais, emocionais e sociais:
1. A consciência crítica;
2. O desenvolvimento da cidadania;
3. A visão humanística, a postura ética; e
4. O desenvolvimento da personalidade.
O método didático-pedagógico que queremos implementar está respaldado no esforço
pessoal do aluno. Temos é que oferecer a eles as condições necessárias para que possam
dedicar maior esforço possível na conquista do conhecimento
Na prática didático-pedagógica queremos incluir a noção de práxis que determina que o
aluno só aprende de verdade se assume a posição de sujeito consciente dos fins e dos
resultados da ação de aprendizagem. Em outras palavras o aluno só aprende de verdade
quando o conhecimento deixa de ser uma doação do professor para se constituir em uma
conquista que decorre do esforço consciente do próprio aluno.
Segundo KONDER (1992):
“A práxis é a atividade concreta, pela qual os sujeitos humanos se afirmam no mundo,
modificando a realidade objetiva e, para poderem alterá-la, transformando-se a si
mesmo”.
Em termos práticos, na pedagogia emancipadora, trata-se de propiciar aos alunos o
desenvolvimento da capacidade de articular informações e dados da realidade social
utilizando, como orientação, as teorias sociais clássicas existentes.
Acreditamos ter condições de desenvolver um bom Curso de Graduação em Ciência
Ambiental na UFF. É um privilégio podermos contribuir para criação um curso de bom nível
capaz de formar profissionais qualificados, pessoas esclarecidas e cidadãos conscientes de
seu papel na sociedade brasileira.
Portanto, além daquelas capacidades próprias da formação específica, proporcionadas pelo
processo de escolarização, o papel profissional do Bacharel em Ciência Ambiental, também
exige do seu ocupante as seguintes capacidades:
1. Agir profissionalmente consoante os princípios éticos e legais que regem a Sociedade
e a convivência social, contestando, quando necessário, práticas que contrariem
estes princípios;
2. Analisar e avaliar as relações no meio social, que se instituem no processo decisório
sobre acesso e uso dos recursos ambientais, nas diferentes instâncias deste meio
(local, regional, nacional e internacional) e entre elas;
3. Perceber a inter-relação das múltiplas dimensões do conhecimento intervenientes no
processo decisório sobre acesso e uso dos recursos ambientais e de dialogar com
suas diferentes áreas disciplinares.
4. Avaliar, propor, decidir e intervir em cursos de ação, no contexto dos eixos temáticos,
a partir das relações, inter-relações e contradições, observadas no processo decisório
sobre acesso e uso dos recursos ambientais, na esfera do Estado e da sociedade
civil;
5. Avaliar, nos meios social e físico-natural, as implicações decorrentes das decisões
sobre acesso e uso de recursos ambientais (conservação);
6. Aplicar procedimentos inerentes a cada instrumento de gestão ambiental, estabelecido
na legislação federal para prevenção e controle de riscos e/ou danos ambientais,
observando os aspectos sociais, econômicos, legais e éticos;
7. Contribuir na formulação, execução, acompanhamento e avaliação de planos,
programas, projetos e atividades na área de gestão ambiental;
8. Dominar os aspectos básicos dos instrumentos e procedimentos técnico12
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
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administrativos necessários à realização das ações finalísticas. (QUINTAS, 2002)
A criação do Curso de Graduação em Ciência Ambiental no Departamento de Analise
Geoambiental – GAG, esta calçada nos princípios pedagógicos da UFF. Por compreender
que o conhecimento não é neutro, bem como suas formas de produção e disseminação, a
UFF concebe a atividade de ensino num sentido amplo, que transcende a necessária
formação técnica e de competências. O objetivo da UFF é contribuir para a formação de
um cidadão imbuído de valores éticos que, com competência técnica, possa atuar no seu
contexto social de forma comprometida com a construção de uma sociedade mais justa,
solidária e integrada ao meio ambiente.
Por ser uma Universidade Pública e Gratuita, a UFF estará sempre aberta aos mais amplos
setores sociais e suas ações, sempre pautadas pelos valores democráticos e acadêmicos,
alicerçadas na produção crítica do conhecimento.
Enquanto local dinâmico da
universalidade de saberes, espaço de diálogo e reflexão, a Universidade Federal
Fluminense deve buscar permanentemente o estabelecimento de inter-relações entre o todo
e suas partes, resguardadas as especificidades dos diferentes campos do conhecimento.
Com isso reafirma a compreensão de que o produto final, sempre provisório, da construção
da ciência e da tecnologia, deve ser identificado, reconhecido, vivenciado e apropriado pela
humanidade, como produto inacabado, colocando-o a serviço da vida. Como participante
autônoma do desenvolvimento social, a formação na universidade será parceira de um
processo produtivo diversificado e múltiplo para uma sociedade que radicalize a concepção
de cidadania. Isto significa formar profissionais que estejam aptos a exercer suas funções de
modo ético, sempre conscientes das implicações sociais de suas ações. Uma formação que
forneça um conjunto de referências éticas necessárias tanto por razões profissionais, quanto
por razões sociais, pessoais e ecológicas.
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30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N 03 – OBJETIVOS
O objetivo fundamental do Curso de Graduação em Ciência Ambiental objetiva formar
profissionais poliperceptivos dotados de saber das diversas áreas de conhecimento e
capacitados em conhecimentos e habilidades que os possibilite a agir ativamente, de forma
eficaz, eficiente, com efetividade e congruência. Essa capacidade interdisciplinar de
analisar e de desenvolver soluções é o ponto central no processo de ensino –
aprendizagem neste curso de graduação.
O Curso de Graduação em Ciência Ambiental contempla 4 (quatro) dimensões de
formação: estudos e processos ambientais; estudos e processos políticos e estratégicos;
estudos e processos de organização e gestão; e comportamento e cidadania
socioambiental. A Figura 1 ilustra as 4 dimensões de formação com o posicionamento da
dimensão de comportamento e cidadania socioambiental transversal e presente nas demais
dimensões.
Comportamento e Cidadania Socioambiental
Figura 1 - Dimensões de Formação do Curso de Graduação
em Ciência Ambiental
O Quadro 2 organiza os objetivos de formação em conhecimentos e habilidades pelas 4
(quatro) dimensões de formação. Os objetivos e atribuições esperadas para o profissional
ser formado estão apresentados no Quadro 3, considerando as 4 (quatro) dimensões de
formação com a dimensão comportamento e cidadania socioambiental transversal às
demais dimensões de formação, situando-se na base do Quadro 3.
Quadro 2 - Conhecimentos e Habilidades por Dimensão de Formação
DIMENSÕES DE FORMAÇÃO
CONHECIMENTOS E HABILIDADES
Relacionamento interpessoal (motivação e desenvolvimento de equipes);
Mediação de conflitos (negociação, facilitação de processos de resolução
de problemas em grupo);
COMPORTAMENTO E
CIDADANIA SOCIOAMBIENTAL A filosofia nos processos de gestão;
Consciência e cidadania socioambiental
Integração universidade e sociedade
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Conservação de ecossistemas, dos recursos naturais e funções
ecológicas;
Instrumentação básica de análise (topografia, sensoriamento remoto, etc);
ESTUDOS E PROCESSOS
Defesa e controle ambiental ( fiscalização, licenciamento, auditoria
AMBIENTAIS
ambiental, etc);
Informação, pesquisa e educação ambiental;
Ordenamento e monitoramento ambiental;
Visão conceptual e estratégica;
A filosofia e organização nos processos de gestão;
ESTUDOS E PROCESSOS
Administração pública;
POLÍTICOS E ESTRATÉGICOS; E
Planejamento e gestão ambiental nas organizações e territórios;
ESTUDOS ORGANIZACIONAIS E
Relação de poder nas organizações;
DE GESTÃO
Dinâmica do Estado, Governo, Poder público, Nação e Sociedade;
Quadro 3 – Objetivos e Atribuições por Dimensão de Formação
BASE
FILOSÓFICA
OBJETIVO
ATRIBUIÇÕES
ESTUDOS E PROCESSOS
AMBIENTAIS
ESTUDOS E
PROCESSOS
POLÍTICOS E
ESTRATÉGICOS
ESTUDOS E PROCESSOS
ORGANIZACIONAIS E DE
GESTÃO
Elaborar diagnósticos,
prognósticos e cenários de
questões ambientais,
visando balizar a
formulação de políticas
ambientais (públicas ou
corporativas) e apoiar a
tomada de decisões do
gestor ambiental.
Elaborar política e
planejamento ambiental
apoiadas nos Estudos
Ambientais e para balizar a
tomada de decisões do
gestor ambiental.
Promover ações que
auxiliem na implementação
da política e do
planejamento ambiental
Coleta, tratamento e
análise de dados visando à
geração de informações
sobre o meio ambiente.
O dado ambiental
apresenta três dimensões:
tempo (dinâmica), natureza
(propriedade, expressa pela
sua magnitude), espaço
(localização e dimensão do
dado determinam a escala
de análise)
Elaboração de diretrizes e
normas ambientais.
Elaboração de planos de
manejo, planos de bacia
hidrográfica etc.
Indicação de áreas para
controle, monitoramento e
proteção ambiental.
Formulação de diretrizes
para disciplinamento de
atividades impactantes ao
meio ambiente.
Executar, coordenar e
promover planos,
programas e projetos
ambientais.
Facilitar o desenvolvimento
de processos decisórios
através da mediação de
conflitos, promoção de
encontros e campanhas.
Implementar ações que
visem a difusão de
informações e educação
ambiental
Implementar e gerenciar
auditorias.
Gerenciar áreas de
controle, monitoramento e
proteção ambiental.
COMPORTAMENTO E CIDADANIA SOCIOAMBIENTAL
Espera-se com a implementação deste curso - nos próximos anos - a formação de cidadãos
que além de exercerem efetivamente ações voltadas ao desenvolvimento da cidadania no
contexto brasileiro e planetário, irão desempenhar em diversas instituições - como
profissionais – suas atividades com muito mais segurança. Isto é previsível na medida em
que tais profissionais possuirão mais conhecimentos e habilidades relacionadas às
dimensões conceptuais, de relacionamento interpessoal e técnicas o que lhes permitirá
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
obter maior sucesso na análise, resolução de problemas e avaliação da intervenção sobre a
realidade. Essa avaliação fornecerá dados e informações que possibilitarão condições para
uma nova análise e novas formas de resolução de problemas, formando assim um círculo
promissor de resultados cada vez melhores.
As instituições privadas, governamentais e não-governamentais contarão com profissionais
para diversas áreas de trabalho melhor preparados para responder às diversificadas e
complexas atividades socioambientais. O Quadro 3 apresenta os objetivos e atribuições
esperados do profissional formado, contemplando as dimensões de formação,
considerando o comportamento e cidadania ambiental como a base transversal às demais
dimensões.
Uma positiva contribuição esperada é a abertura para a percepção de que os espaços
destinados às questões ambientais são fundamentais para que a Ciência Ambiental possa
se consolidar como área de conhecimento interdisciplinar, além de subsidiar a formação de
profissionais mais conscientes de seus papéis enquanto agentes de transformação.
O avanço cultural e tecnológico será obtido naturalmente com o progressivo
desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem em seus aspectos de conteúdo e
didáticos, bem como nos resultados obtidos como fruto do amadurecimento dos
conhecimentos e habilidades incorporadas.
Este Curso de Graduação em Ciência Ambiental da UFF que atuará efetivamente com o
processo gradativo que inicia no “aprender a aprender” e resulta no aprimoramento
contínuo dos saberes, afinal, se consubstanciará numa grande contribuição como ação
transformadora da realidade.
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FORMULÁRIO N 04 - PERFIL DO PROFISSIONAL
O Bacharel em Ciência Ambiental da UFF poderá atuar em órgãos governamentais,
empresas e organizações não governamentais, tais como indústrias, consultorias e outras
atividades de serviços, institutos de pesquisa e instituições de ensino.
O curso em proposição procura incentivar a ação interdisciplinar por meio de um conjunto
de práticas pedagógicas, atividades de campo, que se articulam através das disciplinas
além de práticas que incluem visitas técnicas, estudos do meio, seminários, atividades
complementares, trabalhos interdisciplinares e atividades em laboratórios. Entre estas
atividades destacam-se as técnicas de Geomática como: Cartografia, Sensoriamento
Remoto, Geoprocessamento que constituem um conjunto de disciplinas instrumentais
para a Tomada de Decisão e que são apresentados nesta proposta, como um
diferenciador técnico-científico importante.
Outro fator diferenciador idealizado e contido nesta proposta é a de que o profissional que
aqui se pretende formar necessita desenvolver capacidades, nas esferas do aprender a
conhecer, a fazer, a viver juntos e a ser, com a mediação de critérios éticos. Ao propor,
decidir, intervir e avaliar o desenvolvimento de ações, e, também, suas implicações na
realidade, o Bacharel em Ciência Ambiental estará diante de uma prática que exige um
processo dialético de ação-reflexão de pleno exercício da práxis.
Neste sentido, esse profissional deverá desenvolver algumas capacidades gerais e
específicas, como expostas a seguir:
Capacidades gerais
Avaliar, propor, decidir e intervir em cursos de ação, a partir das relações, inter-relações e
contradições observadas no processo decisório sobre, acesso e uso dos recursos
ambientais, tanto na esfera do Estado quanto da sociedade civil. Avaliar as implicações,
nos meios social e físico-natural, decorrentes das decisões sobre acesso e uso dos
recursos ambientais dentro da ótica conservacionista.
Capacidades específicas
Analisar e avaliar as relações no meio social, que se instituem no processo decisório
sobre, acesso e uso dos recursos ambientais (conservação), nas diferentes instâncias e
territórios (local, regional, nacional, internacional e entre elas). Perceber a interrelação
das múltiplas dimensões do conhecimento interveniente no processo decisório sobre,
acesso e uso dos recursos ambientais e de dialogar com suas diferentes áreas
disciplinares.
Aplicar procedimentos inerentes a cada instrumento de gestão ambiental, estabelecido
nos diversos níveis da legislação: federal, estadual, municipal para prevenção e controle
de riscos e/ou danos ambientais, observando os aspectos sociais, econômicos, legais e
éticos. Agir profissionalmente consoante os princípios éticos e legais que regem não só
as administrações públicas, privadas e a convivência social em geral, contestando,
quando necessário, práticas que contrariem estes princípios; contribuir para formulação,
execução, acompanhamento e avaliação de planos, programas, projetos e atividades na
área de gestão ambiental. Dominar os aspectos básicos dos instrumentos e
procedimentos técnicos administrativos necessários à sua realização.
Por meio destes procedimentos, o Bacharel em Ciência Ambiental exerce suas
atribuições na realidade, onde estiver atuando, fundamentando sua prática no princípio
constitucional de que o "meio ambiente ecologicamente equilibrado" é direito dos
brasileiros e "bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida" (caput
do Art. 225 da C.F). Assim, na sua prática profissional, este profissional estará sempre
lidando com conflitos, implícitos ou explícitos (institucionalizados ou não), onde de um
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lado está o interesse público, que obriga a defesa e preservação de uma qualidade
específica de um bem (e de um direito) – o meio ambiente ecologicamente equilibrado - e
de outro, o acesso e uso dos seus elementos constituintes, por um, por poucos ou por
muitos, mas não por todos os brasileiros.
A existência de modo agudo e/ou latente de conflito entre os interesses público e privado
institui a necessidade do Estado assumir o papel central na gestão ambiental pública.
Evidentemente, estes aspectos devem ser vistos de modo inter-relacionado e não
isoladamente.
Para tanto, para poder lidar com os desafios identificados no seu espaço de atuação, o
analista, deverá pautar sua prática profissional por princípios éticos, determinações
legais e pelos conhecimentos e habilidades que deve possuir sobre a questão ambiental.
Neste sentido, se é possível falar numa meta competência (a competência das
competências), esta seria a capacidade do Graduado em Ciência Ambiental da UFF - ao
longo de sua vida profissional - elaborar e reelaborar a sua prática, num processo de
ação e reflexão, fundamentado em princípios éticos, a partir da realidade onde atua. Tal
como o objeto de sua ação - o meio ambiente - a prática profissional estará em constante
processo de construção e reconstrução. Nesta perspectiva, o Bacharel em Ciência
Ambiental é um profissional em construção cuja formação irá se produzindo ao longo de
sua trajetória profissional numa relação dialética entre teoria e prática.
Área de Atuação
AÇÃO
O QUE / NO QUE
Agir
Ética profissional
Ética ambiental
Legislação
Analisar
Relações socioeconômicas que se instituem
no processo decisório.
Perceber
Inter-relação das múltiplas dimensões do
conhecimento intervenientes no processo
decisório.
RELACIONADO À QUE
Função pública e privada
Convivência social
Acesso e Uso dos Recursos
Ambientais
Avaliar
Propor
Decidir
Intervir
Cursos de ação a partir das relações, interrelações e contradições observadas no
processo decisório.
Avaliar
Meios social e físico-natural as implicações
decorrentes das decisões.
Aplicar
Procedimentos inerentes a cada instrumento
de análise e de gestão ambiental
estabelecidos na legislação federal para
prevenção e controle de riscos e/ou danos
ambientais
Aspectos ambientais;
Aspectos sociais;
Aspectos econômicos;
Aspectos legais; e
Aspectos éticos.
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Contribuir para:
Formulação;
Execução;
Acompanhamento;
Avaliação
Planos;
Programas;
Projetos; e
Atividades.
Área de Gestão Ambiental
Dominar
Aspectos básicos dos instrumentos e
procedimentos técnico-administrativos
Ações Finalísticas
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FORMULÁRIO N 05 – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Dada a diversidade e complexidade de conhecimentos, métodos e técnicas necessários
para a abordagem das questões ambientais, o Curso de Graduação em Ciência
Ambiental apresenta, por sua natureza, uma abordagem interdisciplinar. A prática diária
do curso, incluindo a atitude do professor, a abordagem e a integração disciplinar, a
presença de linhas de pesquisa que integrem ensino, pesquisa e extensão e a atuação
presente da coordenação do curso, possibilitando intercâmbio de práticas de docentes e
discentes, facilitará uma abordagem interdisciplinar, fundamental no trato das questões
ambientais.
O Bacharel em Ciência Ambiental deve ser formado por uma estrutura curricular com
conhecimentos de diversas ciências trabalhadas integradamente de forma inter e
transdisciplinar. Assim, é necessário que, ao longo do curso, o graduando do curso seja
apresentado a um conjunto de conhecimentos com base em ciências sociais, exatas, da
natureza e instrumentais que forneçam a formação conceitual, metodológica e de
conteúdo diretamente ligado ao cotidiano profissional, fundamentais para atuação
formação do Cientista Ambiental.
Carga horária, Prazo para Integralização, Número de Vagas e Turno do Curso
O Curso de Graduação em Ciência Ambiental apresenta uma carga horária total de 3.190
horas para a sua integralização, com prazo mínimo de 8 (oito) semestres e prazo
máximo de 12 (doze) semestres. Serão oferecidas 40 (quarenta) vagas anuais com um
ingresso anual, sendo 30 (trinta) vagas anuais oferecidas para ingresso via processo
seletivo do Vestibular e 10 (dez) vagas para transferências, reingresso e mudança
de curso. O turno será integral e regime semestral de oferta de disciplinas. A Tabela
1 apresenta a totalização da carga horária das disciplinas classificadas em conteúdos
obrigatórios (2.170 horas), eletivas (180 horas), optativas (120), estágio supervisionado
curricular (240 horas), trabalho de conclusão de curso (TCC) (120 horas) e atividades
complementares (240 horas).
Tabela 1 - Carga Horária por Grupo de Conteúdos de Disciplinas
Modularização e Flexibilização Curricular
Por opção, preferiu-se que a grade curricular não apresentasse uma separação entre
conteúdos básicos e profissionais, porém é claro na grade que do quinto ao oitavo
período, a grade curricular oferece a predominânica de conteúdos integradores em
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30 de junho de 2010
disciplinas obrigatórias e conteúdos flexíveis em disciplinas eletivas e optativas,
permitindo uma flexibilização curricular na formação acadêmica e profissional, de acordo
com o perfil de interesse por cada aluno.
O currículo é estruturado em 5 módulos de disciplinas/unidades curriculares: (1)
disciplinas das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, (2) disciplinas das Ciências da
Terra e da Natureza, (3) disciplinas que integram homem e natureza, (4) disciplinas
instrumentais e (5) disciplinas integradoras e complementares. Considerando os 5
módulos de conteúdos de estudos as disciplinas/unidades curriculares do Curso de
Graduação em Ciência Ambiental estão distribuídas conforme apresenta o Quadro 4.
Quadro 4 - Organização Curricular por Módulos de Conteúdos de Estudo
DISCIPLINAS/UNIDADES CURRICULARES
INSTRUMENTAIS
1. Cálculo I-A
2. Cálculo II-A
3. Estatística V
4. Métodos e Técnicas Quantitativas
5. Cartografia
6. Técnicas de Posicionamento e Navegação
7. Metodologia Científica
8. Geoprocessamento
9. Geoprocessamento para Estudos Ambientais
10. Sensoriamento Remoto
11. Processamento Digital de Imagens
CIÊNCIAS HUMANAS E
SOCIAIS APLICADAS
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
Epistemologia do Meio Ambiente
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental I e II
Políticas Públicas, Governança e Meio Ambiente
Saúde Coletiva, Produção e Ambiente III
Mediação de Conflitos Socioambientais
Planejamento e Gestão Ambiental
Gestão do Ambiente Urbano
Gestão do Ambiente Rural
CIÊNCIAS DA TERRA E
DA NATUREZA
1.
2.
3.
4.
Fundamentos de Ecologia
Ciências da Terra I e II
Climatologia Ecológica
Processos Físico-Químicos da Natureza
INTEGRAÇÃO HOMEMNATUREZA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
Recursos Energéticos
Recursos Bióticos
Recursos Hídricos
Recursos Naturais Não Renováveis
Ecologia e Manejo Florestal
Riscos Ambientais
Avaliação de Impactos Ambientais
Gestão de Resíduos Sólidos
INTEGRADORAS E
COMPLEMENTARES
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Tópicos Ambientais Contemporâneos
Eletivas I, II, III
Optativas I e II
Atividades complementares
Estágio Supervisionado I e II
Trabalho de Conclusão de Curso
No módulo das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, as disciplinas que compõem o
currículo são Epistemologia do Meio Ambiente, Crítica, Consciência e Cidadania
Socioambiental I e II, Políticas Públicas, Governança e Meio Ambiente, Saúde Coletiva,
Produção e Ambiente III, Mediação de Conflitos Socioambientais, Planejamento e Gestão
Ambiental, Gestão do Ambiente Urbano, Gestão do Ambiente Rural. A disciplina
Epistemologia do Meio Ambiente visa apresentar ao graduando os fundamentos
epistemológicos da Ciência Ambiental, abordando origem, a estrutura, os métodos e a
validade do conhecimento desta nova proposta de ciência que surge a partir da metade
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30 de junho de 2010
do século XX em decorrência dos conflitos ambientais gerados pela relação homem
natureza. As demais disciplinas das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas visam
fornecer aos graduandos as bases conceituais necessárias para a compreensão da
atuação do homem no campo da Ciência Ambiental.
O módulo das Ciências da Terra e da Natureza é constituído pelas seguintes
disciplinas: Fundamentos de Ecologia, Ciências da Terra I e II, Climatologia Ecológica e
Processos Físico-Químicos da Natureza que abordam os conhecimentos e metodologias
de Geologia, Pedologia, Hidrologia, Climatologia, Biogeografia e Ecologia.
O módulo Integrador Homem-Natureza aborda a relação do homem com a natureza
nas disciplinas: Recursos Energéticos, Recursos Bióticos, Recursos Hídricos, Recursos
Naturais Não Renováveis Ecologia e Manejo Florestal, Riscos Ambientais, Avaliação de
Impactos Ambientais e Gestão de Resíduos Sólidos. Elementos da natureza se tornam
recursos naturais quando passam a ter utilidade para o Homem e, assim, iniciam-se os
conflitos derivados da exploração dos recursos naturais, e os impactos decorrentes, e a
preservação da natureza e da cultura.
O módulo Instrumental é composto pelas disciplinas: Cálculo I-A, Cálculo II-A,
Estatística V, Métodos e Técnicas Quantitativas, Cartografia, Técnicas de
Posicionamento
e
Navegação,
Metodologia
Científica,
Geoprocessamento,
Geoprocessamento para Estudos Ambientais, Sensoriamento Remoto e Processamento
Digital de Imagens. Este módulo é o grande diferencial do curso entre os demais da área
ambiental, dado o forte enfoque nos métodos e técnicas para a geração, tratamento e
análise dos dados geoambientais, com ênfase nas geotecnologias, poderosas
ferramentas de análise espacial.
O módulo Integrador e Complementar contribui, por um lado, para a articulação dos
conhecimentos teóricos e práticos entre ensino, pesquisa e extensão de forma
indissociada, contemplando o contexto das interações universidade-sociedade no âmbito
local, regional, nacional e internacional, por meio de atividades de programas e projetos
da universidade e atividades realizadas no contexto social do aluno. Por outro lado, o
módulo integrador e complementar oferece flexibilidade curricular no conteúdo a ser
objeto da escolha no perfil de interesse do aluno. São, então, oferecidas as seguintes
unidades curriculares no módulo integrador e complementar: Tópicos Ambientais
Contemporâneos, Eletivas I, II, III, Optativas I e II, Atividades Complementares, Estágio
Supervisionado I e II e Trabalho de Conclusão de Curso.
Após a conclusão das disciplinas obrigatórias, Eletivas, atividades complementares,
Estágio Supervisionado e a elaboração e defesa de um Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC), será outorgado ao formando o título de Bacharel em Ciência Ambiental, que o
habilitará a atuar nas áreas de estudos e processos ambientais, estudos e processos
políticos e estratégicos e estudos e processos organizacionais e de gestão no campo da
Ciência Ambiental.
Disciplinas/Unidades Curriculares Eletivas
Considerando as quatro dimensões formativas dos objetivos de formação do Curso de
Graduação em Ciência Ambiental – Estudos e Processos Ambientais; Estudos e
Processos Políticos e Estratégicos; Estudos e Processos Organizacionais e de Gestão; e
Comportamento e Cidadania Socioambiental – o currículo do Curso de Graduação em
Ciência Ambiental contempla flexibilidade curricular para o aluno construir uma
combinação de disciplinas eletivas que sejam contribuintes para a sua formação
complementar nas quatro dimensões de formação.
Considerando a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade como base filosófica do
Curso de Graduação em Ciência Ambiental, os percursos de formação das disciplinas
eletivas poderão permear diversas áreas de conhecimento, incluindo: Ciências Exatas e
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
da Terra; Ciências Biológicas; Engenharias; Ciências da Saúde; Ciências Agrárias;
Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Humanas; e Linguística, Letras e Artes.
Para fins de orientação ao aluno nas escolhas de eletivas oferecidas na UFF, a
Coordenação de Curso publicará semestralmente uma lista atualizada de
disciplinas/unidades curriculares dos diversos cursos de graduação da UFF classificáveis
nas quatro dimensões formativas, as quais serão oferecidas pela UFF no semestre
seguinte.
Para isso, a Coordenação do Curso buscará a divulgação das dimensões de formação
junto às demais coordenações de curso de graduação da UFF, de forma a receber as
recomendações de disciplinas/unidades curriculares a serem disponibilizadas para o
semestre seguinte ao semestre em curso.
Ao final do quarto período, o aluno providenciará o preenchimento e entrega de
formulário específico, a ser disponibilizado pela Coordenação de Curso, contendo a
proposta de plano de percurso de 3 (três) disciplinas eletivas de seu interesse, podendo
ser revisto e atualizado a cada semestre. Após avaliação e parecer favorável pela
Coordenação de Curso, o aluno poderá realizar sua inscrição a ser validada como
integralização da carga horária do conjunto de 3 (três) eletivas, no total de até 180 horas,
do Curso de Graduação em Ciência Ambiental.
Disciplinas/Unidades Curriculares Optativas
Como parte integrante do Conteúdo de Estudos de Disciplinas/Atividades Integradoras e
Complementares do currículo do Curso de Graduação em Ciência Ambiental, o oitavo
período do curso contempla a oferta de 2 (duas) disciplinas optativas. As optativas
contemplam matérias relacionáveis aos conteúdos de estudo da organização curricular
em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; Ciências Exatas e da Terra; Instrumentais; e
Integração Homem e Natureza.
Sendo o oitavo período um momento de maior maturidade de conhecimentos do aluno, a
sua capacidade de articulação entre o conteúdo das disciplinas já cursadas e as
oferecidas como optativas poderá contribuir para uma melhor compreensão e aplicação
do conhecimento oferecido.
No momento da elaboração do PPC, a oferta das seguintes disciplinas optativas está
contemplada no currículo do Curso de Graduação em Ciência Ambiental:
1. Libras I
2. Introdução à Filosofia
3. Análise Espacial de Poluentes
4. Cartografia Cadastral
5. Economia da Energia
6. Tópicos Especiais em Economia da Energia
7. Economia do Meio Ambiente
8. Tópicos Especiais em Economia do Meio Ambiente
9. Economia de Recursos Naturais
10. Tópicos Especiais de Economia de Recursos Naturais
11. Tópicos Especiais em Geoquímica
Atividades Complementares
Atividade Complementar (AC) é aquela que possibilita o reconhecimento de habilidades,
conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do ambiente
escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo,
como complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização
profissional específica do aluno.
A AC está vinculada à Coordenação do Curso de Graduação em Ciência Ambiental e
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30 de junho de 2010
poderá ser considerada dentro da seguinte classificação:
I. Ensino
a. Disciplinas cursadas com aproveitamento na UFF, exceto as obrigatórias, desde
que sejam pertinentes ao Curso de Graduação em Ciência Ambiental e
excedam ao número de horas estabelecidas no currículo pleno do curso para
fins de integralização curricular;
b. Disciplinas cursadas com aproveitamento em outras IES;
c. Monitoria de disciplinas do Curso de Graduação em Ciência Ambiental, com
bolsa ou voluntária;
d. Participação em Seminários, Congressos e Eventos;
e. Iniciação à docência;
f. Prática de Laboratório, desde que não faça parte da organização curricular do
curso;
g. Desenvolvimento de material didático para projeto devidamente registrado na
UFF.
II. Pesquisa
a. Participação em projeto de pesquisa ou projeto de inovação sob a orientação de
docente ligado ao Curso de Graduação em Ciência Ambiental e registrado na
Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação;
b. Participação em atividades de grupos de estudos ou núcleos de pesquisa sob a
orientação de docente ligado ao Curso de Graduação em Ciência Ambiental.
c. Iniciação Científica como bolsista ou voluntário certificado pela Pró-Reitoria de
Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação;
d. Elaboração e publicação de artigo, como autor ou co-autor, em periódicos
especializados dotados de Conselho Editorial ou em livro ou capítulo de livro,
como autor ou co-autor;
e. Publicações de resumos e trabalhos completos em anais de congressos e
similares como autor ou co-autor
f. Apresentação de trabalho em Eventos Científicos, como autor ou co-autor.
III. Extensão
a. Participação em projeto de extensão registrado na Pró-Reitoria de Extensão;
b. Participação em Cursos e Treinamentos, na UFF ou em outra IES, ligados à
formação do aluno no Curso de Graduação em Ciência Ambiental.
IV. Gestão
a. Representação estudantil;
b. Participação em eventos estudantis, nacionais ou regionais;
c. Vivência profissional complementar;
d. Estágio não obrigatório realizado de acordo com o Regulamento dos Estágios do
Curso de Graduação em Ciência Ambiental;
e. Participação em Empresa Júnior.
V. Outras Atividades Complementares, a juízo do Colegiado de Curso.
O Colegiado do Curso deve propor as AC (s) que serão consideradas na integralização
curricular, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, sendo aprovadas pelo
Colegiado em reunião plenária. Toda AC é validada pelo Coordenador do curso,
obedecida à regulamentação aprovada pelo Colegiado de Curso. A Coordenação do
Curso pode a qualquer tempo ampliar seu elenco de AC(s), por meio do
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30 de junho de 2010
encaminhamento de novas propostas ao Colegiado do Curso.
As 240 horas de AC(s) estão distribuídas ao longo do Curso de Graduação em Ciência
Ambiental, recomendando-se o planejamento e realização de 30 horas/por período como
mínimo ideal, já a contar a partir do primeiro período. Neste sentido, pode haver
totalização da carga horária regulamentar de 240 horas de atividades complementares
antes dos 8 (oito) períodos semestrais previstos para integralização do Curso de
Graduação em Ciência Ambiental.
A inscrição do aluno em qualquer AC deve ser submetida ao Coordenador de Curso, que
verificará se o programa de trabalho proposto pelo aluno está adequado ao Regulamento
aprovado pelo Colegiado de Curso. Recomenda-se a delegação de responsabilidade da
Coordenação do Curso a docente a ser nomeado como orientador/supervisor de AC(s),
para fins de orientação aos alunos e adequado acompanhamento e avaliação da
integralização curricular das AC(s), de acordo com o projeto pedagógico, normas
específicas e regulamentação aprovada pelo Colegiado do Curso. Neste sentido, a
validação e registro do número de horas de AC(s) para integralização do currículo
escolar pela Coordenação do Curso, passam a também requerer o parecer favorável do
docente orientador/supervisor de atividades complementares.
As atividades são contabilizadas em horas, estarem devidamente comprovadas e
assinadas pelo professor orientador/supervisor das atividades complementares, em
formulários específicos fornecidos pela Coordenação do Curso.
Cabe ao aluno a
comprovação e entrega semestral de relatório de atividades complementares realizadas,
com os seus respectivos documentos comprobatórios, junto à Coordenação do Curso,
para validação e registro visando à integralização curricular.
No documento
comprobatório das atividades complementares realizadas no semestre, deverão estar
explicitadas as seguintes informações: nome completo e matrícula do estudante
solicitante, atividade desenvolvida, data da atividade, número de horas, nome da
entidade realizadora, nome do responsável pela atividade, data e assinatura do
estudante. Os casos não previstos serão levados ao Colegiado do Curso, acompanhados
de documentos comprobatórios e carta de solicitação do aluno assinada e dirigida ao
Coordenador do Curso.
Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será desenvolvido ao longo do último período
do curso (120 horas/aula), pelo aluno ou por grupo de alunos participantes de grupos de
pesquisa, em ambos os casos acompanhados por professor(es) orientador(es).
O TCC poderá ser apresentado em diferentes formatos, tais como monografia, revisão
sistemática e aprofundada da literatura, artigo, patente, registros de propriedade
intelectual, projetos técnicos, publicações tecnológicas; desenvolvimento de aplicativos,
de materiais didáticos e instrucionais e de produtos, processos e técnicas; produção de
programas de mídia, editoria, relatórios finais de pesquisa, softwares, estudos de caso,
relatório técnico com regras de sigilo, manual de operação técnica, protocolo
experimental ou de aplicação em serviços, proposta de intervenção em processos
ambientais ou de serviço pertinente, projeto de aplicação ou adequação tecnológica,
protótipos para desenvolvimento ou produção de instrumentos, equipamentos e kits,
projetos de inovação tecnológica, produção artística, de acordo com a natureza da área
interdisciplinar e a finalidade do curso. Outros formatos poderão ser incluídos, desde que
previamente propostos e aprovados pelo Colegiado do Curso. O TCC será apresentado
pelo concludente à comunidade acadêmica e julgado por uma banca examinadora.
Estágio Supervisionado
Oportunidades de estágios serão oferecidas aos alunos dentro da UFF nas áreas de
abrangência do curso em laboratórios de pesquisa, através do engajamento nos projetos
25
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
em andamento. Também será incentivada a participação dos acadêmicos em estágios
fora da Instituição, visando o aperfeiçoamento e a diversificação no desenvolvimento de
suas atividades.
O estágio supervisionado será coordenado por um professor ou professores, denominado
Supervisor de Estágio Supervisionado, a ser (em) indicados pelo Colegiado do Curso. As
atribuições do Supervisor do Estágio Supervisionado consistem em: 1) coordenar todas
as atividades inerentes ao desenvolvimento do estágio profissional; 2) manter o
Coordenador do Curso informado a respeito do andamento das atividades do estágio,
através de relatório semestral ou quando solicitado; 3) manter contato permanente com
oportunidades de estágio e providenciar o seu cadastramento e divulgação e 4) avaliar as
condições de exeqüibilidade do estágio, bem como as atividades curriculares.
A avaliação será feita pelo Supervisor de Estágio Supervisionado, podendo ser na forma
de conceitos (satisfatório/não satisfatório) ou notas, conforme regulamento de estágio
aprovado pelo Colegiado do Curso. Para tanto, serão exigidos: a) a entrega de relatório
para o Supervisor de Estágio Supervisionado; b) e a avaliação do estágio pelo
responsável da unidade organizacional, instituição ou laboratório onde foi realizado o
estágio quanto às atividades desenvolvidas pelo estagiário (ficha de avaliação e
acompanhamento).
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
Fluxo das Unidades Curriculares
30 de junho de 2010
Figura 2 - Grade Curricular
Fundamentos
de Ecologia
Epistemologia
do Meio
Ambiente
Recursos
Energéticos
90
60
60
60
Recursos
Bióticos
Recursos
Hídricos
Recursos Naturais
Não Renováveis
Planejamento
e Gestão
Ambiental
Tópicos
Ambientais
Contemporâneos
60
60
60
60
Cálculo I-A
Cálculo II-A
Métodos e
Técnicas
Quantitativas
Saúde Coletiva,
Produção e
Ambiente III
Processamento
Digital de
Imagens
Gestão de
Resíduos
Sólidos
Gestão do
Ambiente
Rural
68
68
60
60
60
60
60
Estatística V
Ciências da
Terra I
Ciências da
Terra II
Ecologia e
Manejo Florestal
Riscos
Ambientais
Avaliação de
Impactos
Ambientais
Gestão do
Ambiente
Urbano
60
72
72
60
60
60
Cartografia
Técnicas de
Posicionamento e
Navegação
Sensoriamento
Remoto
Geoprocessamento
Geoprocessamento
para Estudos
Ambientais
72
60
72
72
60
Climatologia
Ecológica
Processos
Físico-Químicos
da Natureza
Crítica,
Consciência e
Cidadania
Socioambiental II
72
72
60
Metodologia
Científica
60
Crítica,
Consciência e
Cidadania
Socioambiental I
60
60
Políticas Públicas,
Governança e
Meio Ambiente
Trabalho de
Conclusão de
Curso (TCC)
120
Estágio
Supervisionado
I
Estágio
Supervisionado II
Mediação de
Conflitos
Socioambientais
180
60
60
180
Eletiva I
Eletiva II
Eletiva III
Optativa I
60
60
60
60
Legenda de cores de unidades curriculares obrigatórias:
Departamento de Geologia
Departamento de Geografia
Departamento de Análise Geoambiental
Outros departamentos
Optativa II
60
Atividades Complementares
240 (com mínimo de 30 horas por período)
368
1º Período
374
2º Período
354
3º Período
342
4º Período
402
5º Período
390
6º Período
27
GRADE CURRICULAR - CURSO DE GRADUAÇÃO – CIÊNCIA AMBIENTAL - 3.190 HORAS
450
7º Período
510
8º Período
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N 06 – ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
SINAES
A Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004 instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES, com o objetivo de assegurar o processo nacional de
avaliação das instituições de ensino superior, dos cursos de graduação e do
desempenho acadêmico de seus estudantes. O Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP é o órgão responsável pela sua
implementação.
O SINAES assegura a avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise
global e integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades,
finalidades e responsabilidades sociais das instituições de ensino superior e de seus
cursos.
A Universidade Federal Fluminense – UFF, com objetivo de atender a legislação em
vigor, estabeleceu em sua sistemática de Avaliação Institucional um elo entre a avaliação
externa e a avaliação interna. A avaliação interna é coordenada pela Comissão Própria
de Avaliação – CPA/UFF que atua como elemento integralizador, considerando como
base a auto-avaliação.
A UFF desenvolve ações próprias de avaliação dos cursos de graduação, como a
avaliação das disciplinas cursadas a cada período letivo, a avaliação institucional pelos
discentes, realizada periodicamente e o estudo do perfil dos alunos vestibulandos e
ingressados. Essas três sistemáticas de avaliação têm gerado dados que permitem
ampliar o conhecimento acerca do ensino de graduação na instituição.
A avaliação externa é executada pelo MEC/Inep conforme o que estabelece o SINAES,
indicando Comissão Multidisciplinar para proceder à avaliação das condições de ensino
necessária aos processos de regulação das IES.
O processo de acompanhamento e avaliação dos cursos de graduação também é parte
da sistemática de avaliação externa. Considera o desempenho acadêmico dos
estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares
de cada curso de graduação, com a realização anual do Enade – Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes, que utiliza procedimentos amostrais para a identificação
de alunos no final do primeiro e último ano dos cursos.
Os resultados da Avaliação Institucional constituem referencial básico para todos os
processos de regulação, supervisão da educação superior e ainda fundamentam
decisões no âmbito da UFF.
No que refere a avaliação da aprendizagem o sistema estabelecido na UFF considera
que a aprovação do aluno terá por base notas e freqüência. Encontra-se fixado no
Regulamento dos Cursos de Graduação nas seções que tratam do Aproveitamento
Escolar, da Reposição de Avaliação de Aprendizagem e do Regime Excepcional de
Aprendizagem.
Avaliação e Gestão Acadêmica do Curso
De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFF, período 2008-2012,
aprovado em Maio de 2009, o Curso de Graduação em Ciência Ambiental deverá ter em
seu processo inicial de funcionamento um plano de avaliação e monitoramento das ações
implementadas nesta fase, onde sejam observados os níveis e dimensões concernentes
ao curso, no que tange a responsabilidade de avaliação de dimensões e indicadores de
28
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
sucesso do curso.
Essas dimensões e indicadores permitirão a avaliação do curso, em posse de seus
instrumentos de auto-avaliação, para que sejam mantidos o compromisso e função da
UFF com Instituição de Ensino Superior, tendo como o eixo central a qualidade de ensino
e os objetivos das demais atividades acadêmicas relacionadas ao ensino: a investigação
científica, a pesquisa, a extensão e a prática profissional.
As seguintes 5 (cinco) dimensões serão acompanhados por um Plano de Avaliação e
Monitoramento do Curso de Graduação em Ciência Ambiental, quais sejam: Conceito
Preliminar de Curso (CPC); Organização Didático-Pedagógica; Corpo Docente;
Aprendizagem e Formação do Corpo Discente; e Perfil do Ingressante, Taxa de
Retenção/Evasão e Perfil do Egresso. A seguir, cada uma delas é detalhada.
Avaliação do Conceito Preliminar de Curso (CPC)
Para agregar ao processo de avaliação da educação superior critérios objetivos de
qualidade e excelência dos cursos, o Inep criou um novo indicador. O Conceito Preliminar
de Curso (CPC) varia de 1 a 5 e, como o próprio nome diz, é um indicador prévio da
situação dos cursos de graduação no país. Para que os valores se consolidem, e
representem efetivamente o que se espera de um curso em termos de qualidade e
excelência, comissões de avaliadores farão visitas in loco para corroborar ou alterar o
conceito obtido preliminarmente.
O Conceito Preliminar de Curso será divulgado anualmente, junto com os resultados do
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, o Enade. Operacionalmente, cursos
que obtiverem CPC 1 e 2 serão automaticamente incluídos no cronograma de visitas dos
avaliadores do Inep. Os demais casos, ou seja, cursos com conceito igual ou maior que
3, podem optar por não receber a visita dos avaliadores e, assim, transformar o CPC em
conceito permanente.
Consolidado o processo de avaliação conduzido pelo Inep, cursos com conceito 3 serão
aqueles que atendem plenamente aos critérios de qualidade para funcionarem. Da
mesma forma, cursos com conceito 5 serão cursos de excelência, devendo ser vistos
como referência pelos demais. O conceito permanente servirá como referência para
subsidiar o processo de regulação dos cursos de graduação no país.
O Conceito Preliminar de Curso é composto por diferentes variáveis, que traduzem
resultados da avaliação de desempenho de estudantes, infra-estrutura e instalações,
recursos didático-pedagógicos e corpo docente. As variáveis utilizadas em sua
composição foram retiradas do Enade, incluindo o Indicador de Diferença entre os
Desempenhos Observado e Esperado (IDD) e o questionário socioeconômico - e do
Cadastro de Docentes.
Avaliação da Organização Didático-Pedagógica
Em nível de Concepção do curso, o Projeto Pedagógico deverá sofrer avaliações
periódicas anuais com base na revisão da fundamentação teórico-metodológica,
avaliação da consonância dos objetivos do curso com a demanda da sociedade e perfil
do egresso. O Currículo poderá ser avaliado cabendo, entretanto, a ressalva que
qualquer reforma curricular somente é possível após a 1ª turma egressa se formar.
Nesta avaliação curricular deverão ser observadas questões sobre o plano de ensino das
disciplinas, suas ementas, súmula dos conteúdos e dimensionamento das cargas
horárias; a metodologia de ensino, atividades discentes, critérios de avaliação e
bibliografia básica e complementar, evidenciando a inter-relação e a integração entre as
disciplinas curriculares e a adequação, atualização e relevância das disciplinas e da
bibliografia indicada.
Outros aspectos a serem utilizados com indicadores são:
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
– Identificar ações inovadoras concernentes à aplicação das diretrizes curriculares
nacionais.
– Buscar, no plano curricular, a consistência do currículo com a fundamentação
teórico-metodológica do curso, com o perfil do egresso, com os objetivos declarados do
curso, com relação às diretrizes curriculares nacionais.
- Buscar a adequação da metodologia de ensino proposta à fundamentação teóricometodológica do curso;
A prática interdisciplinar e transdisciplinar não será uma tarefa fácil e estática. O ensino
interdisciplinar deverá estar se adequando à medida que se estabelece um processo de
auto-avaliação do sucesso da transmissão do conhecimento e permite um diálogo entre
os docentes e representantes do corpo discente. Desta forma, deverão ser feitos
seminários onde serão discutidas as transversalidades dos conteúdos das disciplinas,
procurando uma integração dos temas abordados. As discussões deverão abranger uma
série de temas para o sucesso da integralidade do saber numa graduação, observando a
percepção dos professores e os alunos no quesito pedagógico e filosófico do ensino.
Esses seminários deverão reunir os professores de todas as disciplinas, alunos,
representantes de alunos e especialistas convidados para discutirem o andamento do
curso, das disciplinas e dos professores, gerando uma avaliação e sugestões.
O futuro profissional em Ciência Ambiental, formado pela UFF, além de sua formação
básica, deverá, ao final de seu curso, ter habilidades para utilizar ferramentas modernas.
O Curso fornece instrumentação técnica que possibilite ação eficaz nas áreas onde o
profissional estará inserido, com ênfase em análise e gestão ambiental e, a partir das
técnicas de interpretação de produtos de sensoriamento remoto e de geoprocessamento,
com destaque em sistemas de informações geográficas. O aprendizado do aluno é
complementado através da experiência em realização de trabalhos de campo e de
elaboração de projetos e estudos de caso, bem como do uso de Laboratórios equipados
de forma a atender as necessidades do curso.
Avaliação do Corpo Docente
Em relação ao Corpo Docente, três categorias de análise serão utilizadas: Formação e
qualificação profissional; as condições de trabalho e de capacitação; e atuação ou
desempenho na gestão acadêmica, no ensino e nas demais atividades acadêmicas da
instituição – a pesquisa, a pós-graduação e a extensão.
Na categoria “Formação acadêmica e profissional” serão utilizados os seguintes
indicadores: Titulação, Experiência profissional no magistério superior, Experiência
profissional na área de formação, Desempenho na função docente e Adequação da
formação.
Na categoria “Condições de trabalho” serão utilizados os seguintes indicadores: Regime
de trabalho, Plano de carreira, ,Estímulos (ou incentivos) profissionais, Dedicação aos
cursos, Relação aluno/docente e Relação disciplinas / docente.
Na categoria “Atuação ou desempenho acadêmico e profissional” serão utilizados os
seguintes indicadores: Publicações, Produções intelectuais, técnicas, culturais e
artísticas, Atividades relacionadas ao ensino de graduação, Docentes com orientação de
alunos em atividade de extensão, com orientação de alunos em outros tipos de
atividades e Atuação nas demais atividades acadêmicas.
Avaliação da Aprendizagem e Formação do Corpo Discente
A aprovação do aluno em uma disciplina do curso no qual está matriculado obedecerá
aos critérios previstos no Regimento Geral da Universidade como, freqüência obrigatória
de 75%, obtenção de média aritmética maior ou igual a seis, ou após o exame final com
média cinco. Além das atividades em sala de aula os alunos realizam atividades em
30
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
laboratórios e em campo.
Ao longo dos quatro anos de Curso os alunos têm oportunidades de realizar trabalhos de
campo com enfoque interdisciplinar, com o objetivo de serem desenvolvidas atividades e
aulas práticas pertinentes às diversas disciplinas do curso.
O Curso de Graduação em Ciência Ambiental é naturalmente interdisciplinar, permitindo
que as diversas disciplinas se integrem para o entendimento global dos fenômenos
sociais e naturais que ocorrem na superfície do planeta. A interdisciplinaridade,
característica da ciência ambiental, faz com que os trabalhos dos discentes,
desenvolvidos ao longo do curso, sejam acompanhados, discutidos e analisados por todo
o corpo docente e discentes envolvidos, dentro das especificidades das diferentes áreas,
como a área física e humana, uma vez que os fenômenos não ocorrem de forma isolada
e independente.
Os trabalhos de campo serão realizados em conjunto, ou seja, um grupo de professores,
das diversas áreas do conhecimento, acompanham os alunos visando os estudos em
conjunto.
Avaliação do Perfil do Ingressante, Taxa de Retenção/Evasão e Perfil do Egresso
Considerando os objetivos do curso, o alcance da sua eficácia e efetividade nos levam a
investigar alguns indicadores para acompanhamento do impacto do curso sobre o corpo
discente, recomendando-se o registro e discussão em colegiado do curso das respostas
às seguintes questões:
1. Qual o percentual de candidatos/vaga anualmente?
2. Qual o perfil do ingressante quanto às suas expectativas quanto ao curso e
resultados a serem alcançados ao longo e após a conclusão do curso?
3. Qual o perfil do ingressante quanto ao seu contexto social e econômico e
redes/espaços sociais de interação, visando perceber fatores contribuintes e
limitadores para o sucesso de sua participação efetiva ao longo do curso e sua
inserção social como egresso do curso?
4. Quais as carências de formação do ingressante que precisam de complementação
formativa ao longo do curso ou de apoio/assistência estudantil, visando a sua retenção
e desenvolvimento pessoal e profissional?
5. Qual a taxa de retenção/evasão por ano dos estudantes ingressantes no curso?
6. Qual o tempo decorrido entre o ingresso e a conclusão do curso pelos alunos,
considerando o tempo ideal de 8 (oito) semestres e máximo de 12 (doze) semestres?
7. Qual o perfil do egresso quanto à sua inserção acadêmica e profissional nos
primeiros 2 anos e 5 anos de conclusão do curso?
8. Qual o resultado do corpo discente no Exame Nacional de Avaliação do
Desempenho de Estudantes – ENADE?
9. Qual o resultado dos indicadores de avaliação do curso conforme definidos e
avaliados pelo INEP e pela Comissão Própria de Avaliação e como se relacionam com
o perfil do ingressante, taxa de retenção/evasão e perfil do egresso?
31
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
ESTRUTURA CURRICULAR (EC)
FORMULÁRIO Nº 07 – CONTEÚDOS DE ESTUDOS E OBJETIVOS
CONTEÚDOS DE ESTUDOS
OBJETIVOS
Fornecer conhecimentos sobre aspectos e conceitos
políticos, sociais, culturais e institucionais em sua
Ciências Humanas e Sociais interface com as questões ambientais. Fornecerá a base
conceitual e metodológica das ciências afins à área
Aplicadas
ambiental. Fornecer conhecimentos básicos com vistas
a análise e desenvolvimento de processos de gestão
eficientes, eficazes, congruentes e efetivos.
Ciências da Terra e da
Natureza
Abordar os conhecimentos relacionados a temas
transversais à área ambiental. Fornecer a base
conceitual e metodológica das ciências afins à área
ambiental.
Integração Homem e
Natureza
Problematizar as questões socioambientais com visão
integrada na relação homem e natureza. Debater e
aprofundar conhecimentos sobre temas socioambientais
contemporâneos.
Instrumentais.
Habilitar - com uso de geotecnologias e outros
conhecimentos – no processo de geração, tratamento e
análise socioambiental com abordagem metodológica
interdisciplinar.
Integradoras e
Complementares
Integrar conhecimentos teóricos e práticos entre ensino,
pesquisa e extensão de forma indissociada no contexto
das interações universidade-sociedade e complementar
a formação superior a partir do perfil de interesse do
aluno.
32
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N 08 – RELAÇÃO DE DISCIPLINAS/ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS
Conteúdos de Estudos
(classificação pelo Projeto
Pedagógico
INSTRUMENTAIS
Conteúdos de Estudos
(classificação pelo
CH
Nome da Disciplina
Formulário 13)
Matemática
Cálculo I-A
68
Matemática
Cálculo II-A
68
Estatística
Estatística V
60
Métodos Quantitativos
Métodos e Técnicas Quantitativas
60
Geoambiental
Cartografia
72
Geoambiental
Técnicas de Posicionamento e Navegação
60
Metodologia Científica
Metodologia Científica
60
Geoambiental
Geoprocessamento
72
Geoambiental
Geoprocessamento para Estudos Ambientais
60
Geoambiental
Sensoriamento Remoto
72
Geoambiental
Processamento Digital de Imagens
60
Código
33
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
CIÊNCIAS HUMANAS E
SOCIAIS APLICADAS
CIÊNCIAS DA TERRA E DA
NATUREZA
Socioeconômico e
ambiental
Socioeconômico e
ambiental
Socioeconômico e
ambiental
Socioeconômico e
ambiental
Saúde Ambiental
Epistemologia do Meio Ambiente
60
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental I
60
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental II
60
Políticas Públicas, Governança e Meio Ambiente
60
Saúde Coletiva, Produção e Ambiente III
60
Socioeconômico e
ambiental
Socioeconômico e
ambiental
Socioeconômico e
ambiental
Socioeconômico e
ambiental
Ecologia Natural
Mediação de Conflitos Socioambientais
60
Planejamento e Gestão Ambiental
60
Gestão do Ambiente Urbano
60
Gestão do Ambiente Rural
60
Fundamentos de Ecologia
90
Ecologia Natural
Ciências da Terra I
72
Ecologia Natural
Ciências da Terra II
72
Ecologia Natural
Climatologia Ecológica
72
Ecologia Natural
Processos Físico-Químicos da Natureza
72
34
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
INTEGRAÇÃO HOMEMNATUREZA
INTEGRADORAS E
COMPLEMENTARES
Integração Homem-Natureza
Recursos Energéticos
60
Integração Homem-Natureza
Recursos Bióticos
60
Integração Homem-Natureza
Recursos Hídricos
60
Integração Homem-Natureza
Recursos Naturais Não Renováveis
60
Integração Homem-Natureza
Ecologia e Manejo Florestal
60
Integração Homem-Natureza
Riscos Ambientais
60
Integração Homem-Natureza
Avaliação de Impactos Ambientais
60
Integração Homem-Natureza
Gestão de Resíduos Sólidos
60
Ciência Ambiental
Tópicos Ambientais Contemporâneos
60
Atividades Complementares
Atividades complementares I a XI
240
Integradoras e Complementares
Eletiva I
60
Integradoras e Complementares
Eletiva II
60
Integradoras e Complementares
Eletiva III
60
Integradoras e Complementares
Optativa I
60
Integradoras e Complementares
Optativa II
60
Integradoras e Complementares
Estágio Supervisionado I
180
Integradoras e Complementares
Estágio Supervisionado II
180
Integradoras e Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso
120
35
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N 09 - RELAÇÃO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS
Conteúdos de Estudos
Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas
Nome da Disciplina
CH
Código
Libras I
60
GLC00292
Introdução à Filosofia
60
GFL00024
Economia do Meio Ambiente
60
SEN00153
Tópicos Especiais em Economia do Meio Ambiente
60
SEN00154
Economia da Energia
60
SEN00149
Tópicos Especiais em Economia da Energia
60
SEN00150
Economia de Recursos Naturais
60
SEN00151
Tópicos Especiais em Economia de Recursos Naturais
60
SEN00152
Ciências da Terra e da Natureza Tópicos Especiais em Geoquímica
60
Integração Homem e Natureza
Análise Espacial de Poluentes
60
GAG00028
Instrumentais
Cartografia Cadastral
60
GAG04020
36
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N 10 – RELAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Conteúdos de Estudos
Nome da Atividade
CH (teto por
atividade)
Atividades Complementares
Atividades Complementares I - Iniciação científica,
participação em projeto de pesquisa, de inovação ou de
extensão
60
Atividades Complementares II - Trabalhos apresentados em
eventos ou meios científicos
10
Atividades Complementares III - Participação em seminários,
palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de
atualização e eventos estudantis
20
Atividades Complementares IV - Organização de eventos
científicos e estudantis
10
Atividades Complementares V - Monitorias em disciplinas do
curso e iniciação à docência
20
Atividades Complementares VI - Estágios extra-curriculares,
atividades em representação estudantil e empresas juniores
Atividades Complementares VII - Disciplinas cursadas com
aproveitamento na UFF ou em outra IES (exceto as
obrigatórias e eletivas) que excedam ao número de horas
estabelecidas
Atividades Complementares VIII - Participação em atividades
de grupos de estudos, núcleos de pesquisa e práticas de
laboratórios
30
30
30
Código
37
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Atividades Complementares IX - Publicação de trabalhos
acadêmicos em anais e periódicos
Atividades Complementares X - Desenvolvimento de material
didático
Atividades Complementares XI - Outras atividades, de acordo
com a regulamentação de atividades complementares
Total
FORMULÁRIO Nº 11 - DISTRIBUIÇÃO
PERÍODO
DAS
DISCIPLINAS/ATIVIDADES DESDOBRADAS
CÓDIGOS
10
240
CARGA
PRÉ-REQUISITOS
CÓREQUISITOS
HORÁRIA
(CÓDIGOS)
(CÓDIGOS)
90
Cálculo I-A
GMA00108
68
Estatística V
GET00040
60
Metodologia Científica
60
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental I
Atividades Complementares I a XI(média de 30 horas por
período)
60
30
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
368
Epistemologia do Meio Ambiente
Cálculo II-A
Segundo
Período
10
DISCIPLINAS/ATIVIDADES - PERIODIZAÇÃO
Fundamentos de Ecologia
Primeiro
Período
10
60
Ciências da Terra I
68
72
Cartografia
72
Climatologia Ecológica
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
72
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
GMA00109
30
374
Cálculo I-A
Fundamentos de Ecologia
38
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Terceiro
Período
Recursos Energéticos
60
Métodos e Técnicas Quantitativas
60
Estatística V
Ciências da Terra II
72
Ciências da Terra I
Técnicas de Posicionamento e Navegação
60
Cartografia
Processos Físico-Químicos da Natureza
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
72
Cálculo II-A
30
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
354
Recursos Bióticos
Saúde Coletiva, Produção e Ambiente III
Quarto
Período
60
60
Sensoriamento Remoto
72
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental II
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
60
Ciências da Terra II
Técnicas de Posicionamento
e Navegação
Crítica, Consciência e
Cidadania Socioambiental I
30
342
Recursos Hídricos
60
Ciências da Terra II
Processamento Digital de Imagens
60
Sensoriamento Remoto
Riscos Ambientais
60
Geoprocessamento
72
Políticas Públicas, Governança e Meio Ambiente
60
Eletiva I
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
60
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
Sexto
Período
MPS00014
Ecologia e Manejo Florestal
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
Quinto
Período
60
Cartografia
30
402
Recursos Naturais Não Renováveis
60
Gestão de Resíduos Sólidos
60
Riscos Ambientais
39
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Avaliação de Impactos Ambientais
60
Riscos Ambientais
Geoprocessamento para Estudos Ambientais
60
Geoprocessamento
Mediação de Conflitos Socioambientais
60
Eletiva II
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
60
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
30
390
40
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Sétimo
Período
Planejamento e Gestão Ambiental
60
Gestão do Ambiente Rural
60
Gestão do ambiente Urbano
60
Estágio Supervisionado I
180
Eletiva III
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
60
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
Oitavo
Período
30
450
Tópicos Ambientais Contemporâneos
60
Trabalho de Conclusão de Curso
120
Estágio Supervisionado II
180
Optativa I
60
Optativa II
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
60
30
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO
510
TOTAL GERAL
319
CARGA HORÁRIA TOTAL DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS :
2.650
CARGA HORÁRIA TOTAL DISCIPLINAS OPTATIVAS :
120
CARGA HORÁRIA TOTAL ATIVIDADES COMPLEMENTARES :
240
CARGA HORÁRIA TOTAL DISCIPLINAS ELETIVAS :
180
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO :
3.190
41
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FORMULÁRIO Nº 12 – QUADRO GERAL DA CARGA HORÁRIA
Especificação
Carga Horária
OPTATIVAS
OBRIGATÓRIAS
Total
DISCIPLINAS
2.170
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
120
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
360
DISCIPLINAS
120
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
ELETIVAS
TOTAL GERAL
240
180
3.190
OBS:
42
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
CURSO DE GRADUAÇÃO
EM
CIÊNCIA AMBIENTAL
FORMULÁRIO Nº 13 – ESPECIFICAÇÃO
DAS
DISCIPLINAS/ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS
43
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Conteúdos de estudos
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH
( )
Avaliação de Impactos Ambientais
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica:
Obrigatória (X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Conscientizar sobre a importância dos Estudos de Impactos Ambientais (EIA).
Preparar para a identificação, qualificação e valoração dos impactos ambientais.
Capacitar o aluno sobre a estrutura e funcionamento dos EIA/RIMA.
Preparar para participar em equipes na elaboração dos EIA/RIMA.
Descrição da Ementa:
Conceituação de impactos ambientais. Estrutura do EIA/RIMA. Caracterização dos impactos ambientais nos
meios físico, biótico e sócio-econômico. Valoração e qualificação dos impactos. Medidas mitigadoras e
compensatórias. Métodos de avaliação. Elaboração e análise dos EIA/RIMA e RAP. Política e legislação dos
EIA/RIMA. Audiências Públicas. Estudos de casos de EIA/RIMA.
Bibliografia Básica:
GUERRA, AJT. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 2004, 416 p.
MULLER-PLATENBERG e AB’SABER. Previsão de Impactos. 2006, 576 p.
ROMEIRO, AR. Avaliação e Contabilização de Impactos Ambientais. 2004, 400 p.
SÁNCHEZ, LE. Avaliação de Impacto Ambiental – Conceitos e Métodos. 2006, 495 p.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares I
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
60
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
Prática:
)
Optativa (
Estágio/AC: 60
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Iniciação científica, participação em projeto de pesquisa, de inovação ou de extensão
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares II
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
10
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 10
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Trabalhos apresentados em eventos ou meios científicos
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares III
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
20
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 20
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Participação em seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de
atualização e eventos estudantis
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares IV
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
10
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 10
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Organização de eventos científicos e estudantis
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares V
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
20
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 20
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Monitorias em disciplinas do curso e iniciação à docência
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares VI
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
30
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 30
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Estágios extra-curriculares, atividades em representação estudantil e empresas juniores
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares VII
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
30
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
Prática:
)
Optativa (
Estágio/AC: 30
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Disciplinas cursadas com aproveitamento na UFF ou em outra IES (exceto as
obrigatórias e eletivas) que excedam ao número de horas estabelecidas
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares VIII
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
30
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 30
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Participação em atividades de grupos de estudos, núcleos de pesquisa e práticas de
laboratórios
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares IX
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
10
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 10
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Publicação de trabalhos acadêmicos em anais e periódicos
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares X
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
10
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 10
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Desenvolvimento de material didático
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Atividades Complementares XI
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
10
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória (
)
Prática:
Estágio/AC: 10
Optativa (
)
AC ( X )
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Reconhecimento de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive quando adquirida fora do
ambiente escolar, e que estimula a prática de estudos independentes e opcionais, permitindo, como
complementação de estudos, a permanente e contextualizada atualização profissional específica do aluno.
Descrição da Ementa:
Outras atividades, de acordo com a regulamentação de atividades complementares
Bibliografia Básica:
Não se aplica
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
MATEMÁTICA
Nome da Disciplina
Código
Criação
()
Cálculo I-A
GMA00108
Alteração: nome ( ) CH ( )
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA
Carga Horária total: 68
Disciplina:
Teórica: 68
Obrigatória (X)
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Introdução ao cálculo visando possibilitar um embasamento eficaz em sua aplicação em outras disciplinas.
Descrição da Ementa:
Funções de uma variável real. Limites. Continuidade. Derivadas. Aplicações da derivada. Fórmula de Taylor.
Antidiferenciação.
Bibliografia Básica:
James Stewart. Cálculo, volume 1. Quarta edição, Editora Pioneira, 2001.
George B. Thomas. Cálculo, volume 1. Décima Edição, Editora Addison-Wesley, 2003.
Howard Anton. Cálculo – Um Novo Horizonte, volume 1. Sexta edição, Editora Bookman, 2000.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
MATEMÁTICA
Nome da Disciplina
Código
Criação
()
Cálculo II-A
GMA00109
Alteração: nome ( ) CH ( )
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA
Carga Horária total: 68
Disciplina:
Teórica:
Obrigatória (X)
68
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Introdução ao cálculo visando possibilitar um embasamento eficaz em sua aplicação em outras disciplinas.
Descrição da Ementa:
Integral Definida. Técnicas de integração. Integrais impróprias. Equações diferenciais de primeira ordem.
Equações diferenciais de segunda ordem. Equações diferenciais lineares de ordem N.
Bibliografia Básica:
Leithold L., Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1, Editora Harbra, 3a edição, 1994.
Stewart, James; Cálculo; Vol. 1; Editora Pioneira Thomson Learning, 4ª edição, 2001.
Thomas, Georges Brinton; Finney, Ross L.; Weir, Maurice D.; Giordano, Frank R. Cálculo, Vol. 1, Editora Addison
Wesley, 10a edição, 2002.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
GEOAMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Cartografia
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 72
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 42
Prática: 30
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
O objetivo da disciplina é fornecer subsídios para o entendimento dos fundamentos básicos da cartografia, a fim
de facilitar a leitura do material cartográfico disponível, ou seja, do modelo bidimensional da superfície terrestre,
para fins de localização geográfica e compreensão da organização do espaço, do ponto de vista planimétrico e
altimétrico. E ainda abordar métodos de representação no mapeamento temático e proporcionar noções de
cartografia para uso nos sistemas de informação geográfica no processo de representação dos fenômenos
espaciais.
Descrição da Ementa:
Conceituações: Cartografia, Representações cartográficas (Mapa, Carta Topográfica, Carta Temática, Planta);
Propriedades cartográficas básicas: projeção, sistemas de referência, sistemas de coordenadas (geográficas e
UTM), escala, articulação de folhas, codificação internacional de cartas representação altimétrica, Convenções
Cartográficas, Orientação Terrestre; Interpretação de cartas topográficas: Perfis topográficos longitudinais e
transversais; declividade do terreno, delimitação de bacias hidrográficas. Cartografia temática e comunicação
visual. Geotecnologias na Cartografia.
Bibliografia Básica:
FITZ, P.R. Cartografia Básica. Oficina de Textos. São Paulo, 2008.
IBGE.
Noções
Básicas
de
Cartografia.
1999,
http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/indice.htm
Disponível
em:
MARTINELLI, M. Curso de Cartografia Temática. Ed. Contexto, São Paulo, 1991.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ECOLOGIA NATURAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Ciências da Terra I
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
Carga Horária total: 72
Disciplina:
Obrigatória ( x )
Teórica: 60
Prática:
12
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Capacitar o aluno para reconhecer a importância sobre a origem e evolução da Terra, através do registro
geológico. Prover informações sobre os materiais que compõem a Terra e sobre os processos superficiais e
subsuperficiais responsáveis por sua formação e transformações.
Descrição da Ementa:
História evolutiva do Universo e da Terra. Estrutura e Composição da Terra. O relevo da Terra. Morfologia dos
continentes e do fundo oceânico e sua relação com a tectônica global. Deriva continental e tectônica de placas.
Os materiais que compõem a Terra: minerais, rochas magmátic as, metamórficas e sedimentares. Dinâmica
interna da Terra: vulcanismo e plutonismo. Metamorfismo e orogênese. Dinâmica externa da Terra:: Ação
geológica das águas de superfície e da água subterrânea. Ação geológica do vento. Intemperismo dos minerais
e rochas e formação dos solos. Histórico, conceitos e importância da pedologia. Solo como fator ecológico.
Características morfogenéticas e processos. Princípios básicos de classificação dos solos. O tempo geológico e
a escala de tempo geológico. Conceitos básicos de estratigrafia. Os fósseis e o registro geológico sobre a
origem e evolução da vida.
Bibliografia Básica:
1. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.DE; FAIRCHILD, T.R. E TAIOLI, F., 2000, DECIFRANDO A TERRA.
OFICINA DE TEXTOS, SÃO PAULO, 568 PP.
2. PRESS, F.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J.; JORDAN, T., 2006, PARA ENTENDER A TERRA. 4ª. EDIÇÃO.
PORTO ALEGRE, BOOKMAN, 656 PP.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdos de estudos
ECOLOGIA NATURAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Ciências da Terra II
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 72
Disciplina:
Teórica: 60
Obrigatória ( x )
Prática:
12
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer dados e informações sobre a atuação dos agentes externos no modelado da superfície terrestre.
Apresentar formas de monitoramento da dinâmica externa da Terra.
Descrição da Ementa:
Dinâmica externa da Terra: Principais Conceitos. Escalas de Tempo e Transformações da paisagem.
Intemperismo e origem dos sedimentos. Erosão, transporte, deposição e formas resultantes. Ambiente fluvial.
Ambientes de sedimentação costeira. Classificações de linha de Costa. Compartimentação do litoral brasileiro:
critérios utilizados. Variações do nível do Mar durante o Holoceno até os dias atuais. Monitoramento de
ambientes Costeiros e Geotecnologias.
Bibliografia Básica:
Florenzano, T.G. (2008). Geomorfologia: Conceitos e tecnologias atuais. São Paulo: Oficina de Textos. 318p.
Guerra. A. T.; Cunha, S. B. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos, Rio de Janeiro, Bertrand
Brasil, 1995;
Gracia, F.J. e Andres, J.R. (2001). Geomorfologia Litoral:Processos activos.1 ed. Madri: Instituto de Tecnologico
Geomineiro. 255p.
Martin, L; Suguio, K. Dominguez, J.M.L. e Flexor,J.M. (1997). Geologia do Quaternário Costeiro do Litoral Norte
do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Belo Horizonte, CPRM.112p.
Medeiros, R.A.; Schaller, H. e Friedman, G.M. (1975). Fácies Sedimentares: Análise e Critérios para o
reconhecimento de Ambientes Deposicionais.. Rio de Janeiro, CENPES. 123p.
Oliveira,A.M; Souza, C.R.G, Suguio,K. e Oliveira, P.E. (2005). Quaternário do Brasil. São Paulo, Holos Editora.
378p.
Suguio, K. (1992). Dicionário de Geologia Marinha. São Paulo: T.A. Queiroz.171p.
Teixeira, W.; Toledo, M. C. M.; Fairchild, T. R.; Taioli, F. (2000). Decifrando a Terra. Oficina de textos. São Paulo,
558 pp.
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
60
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdos de estudos
ECOLOGIA NATURAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Climatologia Ecológica
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 72
Teórica: 60
Disciplina:
Optativa ( )
Obrigatória ( X )
Prática:
12
Estágio:
Objetivos da Disciplina:
Fornecer conhecimentos para a integração da ecologia e da climatologia em uma área interdisciplinar
denominada climatologia ecológica, que explica como os ecossistemas afetam e são afetados pelo clima.
Descrição da Ementa:
Elementos de climatologia: atmosfera terrestre, radiação solar, temperatura e umidade do ar, circulação
atmosférica global. Variação espacial do clima e anomalias climáticas. Mudanças climáticas globais. Dinâmica
clima-ecossistemas. Mecanismos de retroalimentação. Modelagem de ecossistemas.
Bibliografia Básica:
AYOADE, J.O. Introdução à climatologia para os trópicos. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. 332p.
BONAN, G. B. Ecological climatology: concepts and applications. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.
678 p.
LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. 2ª ed. São Paulo: RIMA, 2000. 531p.
NIMER, E. Climatologia do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1989. 421p.
OMETTO, J.C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: CERES, 1981. 400p.
TUBELLIS, A.; NASCIMENTO, F.J.L. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicações brasileiras. São Paulo:
Nobel, 1988. 374p.
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
61
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina/Atividade
Crítica,
Consciência
Socioambiental I
Código
e
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Cidadania
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
60
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória ( x )
44
Prática: 16
Optativa (
)
Estágio:
AC (
)
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Contribuir para a reflexão do ser humano na interação pessoal com o outro, o coletivo, o território e na
construção de identidade social nos espaços de convívio privado e público, compreendendo as relações entre
situações, fatores contribuintes e derivados. Contribuição para a formação do profissional cidadão engajando-o
para a inovação e transformação socioambiental pela consciência e ação crítica sobre as relações sociais no
contexto das interações em diversas mídias e contextos sociais: pessoa, família, comunidades, etnias, culturas.
Descrição da Ementa:
Crítica, consciência e cidadania socioambiental aplicadas ao contexto da pessoa em seu cotidiano. Reflexão
sobre o ser humano, limites e potencialidades na interação, verbo e ação da pessoa em seu cotidiano, territórios
e meios de interação. Reconhecimento da multiculturalidade, solidariedade e cidadania como valores de
enriquecimento da consciência orientada para transformação socioambiental. Reconhecimento das iniqüidades
econômicas, políticas, sociais e ambientais como limites para a realização e desenvolvimento humano e social.
Conhecimento crítico a ser gerado e aplicado no território socioambiental local das interações cotidianas da
pessoa, a partir da produção de conhecimento coletivo construído entre alunos-professor e segmentos sociais na
comunidade acadêmica e externa da universidade. O trabalho de aprendizagem centrado no aluno integrará a
pesquisa temática e processos de grupos de aprendizagem e produção de conhecimento contextualizado.
Reflexão teórica sobre a realidade aprendida contribuindo para a aprendizagem, consciência e cidadania
socioambiental. Politização do conhecimento construído pela relação ativa da pessoa e coletivos sociais, a partir
da consciência e exercício da cidadania nos espaços e relações sociais do contexto da pessoa.
Bibliografia Básica:
Capra, Fritjof. As conexões ocultas : ciência para uma vida sustentável [Livro] / Fritjof Capra ; tradução Marcelo
Brandão Cipolla. 4.ed. São Paulo, SP : : Cultrix, , 2005. .296 p Tradução de: The hidden connections.
Bibliografia: p. [289]-296. Inclui índice. ISBN 8531607485
Freitas, Giovanina Gomes de. O esquema corporal, a imagem corporal, a consciência corporal e a corporeidade
[Livro] / Giovanina Gomes de Freitas. 2.ed. Ijuí, RS : : Ed. da UNIJUÍ, , 2004. .96 p (Educação física). Bibliografia
: p.[93]-96. Bibliografia básica/Educação física. ISBN 8574291226
Keyes, Ken. O centésimo macaco : o despertar da consciência ecológica [Livro] / Ken Keyes, Jr.; tradução
Carmen Youssef. São Paulo, SP : : Pensamento, , 1990. .175 p. : il Tradução de: The Hundredth Monkey.
Medeiros, João Leonardo Gomes. Trabalho, conhecimento e sociedade: breves notas sobre a relação entre ser e
consciência / João Leonardo Medeiros. . Política & Sociedade , v. 7, n.13, p.265-278, out. 2008. O periódico
Política & Sociedade faz parte da coleção da Biblioteca Central do Gragoatá. ISBN 1677-4140
Mello, Suely Amaral. Linguagem, consciência e alienação: o óbvio como obstáculo ao desenvolvimento da
consciência crítica [Livro] / Suely Amaral Mello. Marília, SP : : Unesp. Marília Publicações, , 2000. .111 p
Bibliografia: p. 109-111.
Mészáros, István. Estrutura social e formas de consciência : a determinação do método [Livro] / István Mészáros
; tradução de Luciana Pudenzi, Francisco Raul Cornejo e Paulo Cezar Castanheira. São Paulo, SP : : Boitempo, ,
2009. .309 p (Mundo do trabalho). ISBN 978-85-7559-140-6
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30 de junho de 2010
Morin, Edgar, 1921-. Ciência com consciência [Livro] / Edgar Morin ; tradução Maria D. Alexandre e Maria Alice
Sampaio Dória. 9. ed., rev e modificada pelo autor. : Bertrand Brasil, , 2005. .344 p Tradução de: Science avec
conscience. Bibliografia: p.[343]-344. ISBN 8528605795
Santos, Milton, 1926-2001. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal [Livro] /
Milton Santos. : Record, , 2008. .174p ISBN 978-85-01-05878-2
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina/Atividade
Crítica,
Consciência
Socioambiental II
Código
e
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Cidadania
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
60
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória ( x )
60
Prática:
Optativa (
)
Estágio:
AC (
)
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Contribuir para a reflexão sobre a ação, identidade e impacto das organizações, estado, sociedade e mercados
na interação social, econômica e ambiental nos territórios locais, regionais, nacionais e internacionais,
compreendendo as relações entre situações, fatores contribuintes e derivados. Contribuição para a formação do
profissional cidadão engajando-o para a inovação e transformação socioambiental pela consciência e ação
crítica sobre as relações sociais no contexto das interações em diversas mídias e contextos sociais: pessoa,
família, comunidades, etnias, culturas.
Descrição da Ementa:
Crítica, consciência e cidadania socioambiental aplicadas ao contexto da sociedade, estado e mercados, por
meio de estruturas sociais e instituições em territórios locais, regionais, nacionais e internacionais. Conceito de
instituições e estruturas sociais e econômicas, expressos nas organizações do poder estatal, de produção e
comércio, de conhecimento e educação, de defesa de direitos, de exercício político e demais organizações da
sociedade. O modus operandi dos modelos de desenvolvimento nas relações de produção, distribuição e
consumo entre a sociedade, estados, mercados e meio ambiente. Intolerâncias e conflitos locais, nacionais e
internacionais e os limites e oportunidades de ação interinstitucional para a cidadania socioambiental ao nível
das organizações e instituições. Panorama dos desafios e caminhos contemporâneos da organização e relação
interinstitucional nos territórios locais, regionais, nacionais e internacionais. O trabalho de aprendizagem
centrado no aluno integrará a pesquisa temática e processos de grupos de aprendizagem e produção de
conhecimento contextualizado. Reflexão teórica sobre a realidade aprendida contribuindo para a aprendizagem,
consciência e cidadania socioambiental. Politização do conhecimento construído pela relação ativa da pessoa e
coletivos sociais, a partir da consciência e exercício da cidadania nos espaços e relações sociais do contexto da
pessoa.
Bibliografia Básica:
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: O Desafio do Século XXI. Editora Garamond, 2008. ISBN13: 9788576170518
SEN, Amartya. Desenvolvimento como Liberdade. Companhia das Letras: 2000. ISBN-13: 9788571649781
SACHS, Ignacy. Rumo à Ecossocioeconomia. Editora Cortez, 2007. ISBN-13: 9788524911538
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina
Código
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Ecologia e Manejo Florestal
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 60
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Propiciar conhecimentos básicos para o cultivo e o aproveitamento e a conservação de ecossistemas naturais
como parte da produção agrícola. O cultivo e a aqüicultura como fator de conservação dos solos, recursos
hídricos e biodiversidade e, ainda, para aumentar a produtividade dos atuais sistemas de produção.
Aproveitamento apropriado dos recursos naturais em projetos agrícolas.
Descrição da Ementa:
Florestas e sociedade. Estrutura e dinâmica dos ecossistemas florestais: clima, relevo, solos, hidrologia, ciclos
biogeoquímicos, populações e comunidades. Manejo florestal: inventário, avaliação, silvicultura, proteção e
exploração de produtos florestais. Extrativismo e sistemas agroflorestais. Legislação e política florestal.
Economia, planejamento e conservação florestal.
Bibliografia Básica:
Bergallo, H.G., Fidalgo, E.C.C., Rocha, C.F.D., Uzêda, M.C., Costa, M.B., Alves, M.A.S., Van Sluys, M., Santos,
M.A., Castro, T.C.C, Cozzolino, A.C.R. (Orgs) Estratégias e Ações para a Conservação da Biodiversidade no
Estado do Rio de Janeiro. Instituto Biomas. 2009.
Capobianco, J.P.R., Veríssimo, A., Moreira, A., Sawyer, D., Santos, I. & Pinto, L.P. (Orgs) Biodiversidade na
Amazônia Brasileira: avaliação e ações prioritárias para a conservação, uso sustentável e repartição de
benefícios. Estação Liberdade-ISA. 2001.
Dean, W. A Ferro e Fogo: a história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. Cia. das Letras. 1996.
Deitenbach, A., Floriani, G.S., Dubois, J.C.L. & Vivan, J.L. (Orgs) Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica.
MDA-SAF. 2008.
Puig, H. A Floresta Tropical Úmida. UNESP-IOSP-IRD. 2008.
OBS: VIDE ASSINATURA NA PÁGINA 129
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Epistemologia do Meio Ambiente
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 60
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Identificar a emergência dos paradigmas centrais sobre natureza e sociedade com o surgimento e a
consolidação das ciências experimentais e empíricas;
Compreender como a filosofia das ciências apresenta a evolução dos paradigmas científicos modernos;
Identificar o debate sobre a natureza, sociedade e meio ambiente, no interior das ciências naturais e sociais
contemporâneas;
Resgatar as idéias centrais sobre a problemática ambiental, socioambiental e do desenvolvimento sustentável,
em alguns dos principais autores contemporâneos.
Descrição da Ementa:
História das ciências naturais e humanas. Fundamentos legitimadores dos paradigmas modernos em Meio
Ambiente. Questionamentos contemporâneos em torno do debate sobre a natureza, a sociedade e suas mútuas
implicações. Racionalidade Ambiental, reapropriação social da natureza e cultura ecológica.
Bibliografia Básica:
LEFF, Enrique. Ecologia, Capital e Cultura: Racionalidade Ambiental,
desenvolvimento sustentável. Editora da FURB. 2000. ISBN: 85-7114-091-X.
democracia
participativa
e
Morin, Edgar. A religação dos saberes: O desafio do século XXI. 2007. ISBN: 978-85-286-0841-0.
SACHS, Ignacy. Rumo à Ecossocioeconomia. Editora Cortez, 2007.
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30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRADORAS E COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Estágio Supervisionado I
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
180
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória ( x )
Prática:
Optativa (
Estágio: 180
)
AC (
)
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Contribuir para a articulação teoria e prática em ambiente de trabalho para o futuro profissional em Ciência
Ambiental, dentro ou fora do ambiente da UFF. Preparar o aluno para a elaboração de plano de trabalho em
Estágio Supervisionado. Oportunizar o convívio do estudante em ambientes de trabalho, considerando aspectos
comportamentais em equipe e responsabilidade por tarefas supervisionadas visando alcance de objetivos de
projeto ou de unidades organizacionais. Oportunidades de estágios serão oferecidas aos alunos dentro da UFF
nas áreas de abrangência do curso em laboratórios de pesquisa, através do engajamento nos projetos em
andamento. Também será incentivada a participação dos acadêmicos em estágios fora da Instituição, visando o
aperfeiçoamento e a diversificação no desenvolvimento de suas atividades.
Descrição da Ementa:
Reconhecimento das atividades profissionais de aplicação da formação teórica e prática em Ciência Ambiental.
Investigação de referências teóricas e levantamentos empíricos para compreensão dos fenômenos sociais,
ambientais e econômicos nas unidades organizacionais ou projetos em que o estágio supervisionado seja
realizado. Preparação de plano de trabalho de estágio, contemplando os objetivos, método, indicadores de
processo e produção e gestão do tempo e resultados.
Bibliografia Básica:
Creswell, John W.. Projeto de pesquisa : métodos qualitativo, quantitativo e misto [Livro] / John W. Creswell;
Tradução: Luciana de Oliveira da Rocha. 2. ed. : ArTmed, , 2007. .248 p Tradução de: Resarch design :
qualitative, quantitative, and mixed methods approaches - Second Edition. ISBN 978-85-363-0892-0
Niskier, Arnaldo, Nathanael, Paulo. Educação, estágio e trabalho [Livro] / Arnaldo Niskier, Paulo Nathanael. São
Paulo, SP : : Integrare, , 2006. .231 p ISBN 85-99362-10-0
Portela, Keyla Christina Almeida; Schumacher, Alexandre Jose. Estagio Supervisionado - Teoria E Pratica.
Editora: Alexandre Schumacher, 2007. ISBN-13: 9788537101087
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30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRADORAS E COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Estágio Supervisionado II
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
180
Teórica:
Disciplina/Atividade: Obrigatória ( x )
Prática:
Optativa (
Estágio: 180
)
AC (
)
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Contribuir para a articulação teoria e prática em ambiente de trabalho para o futuro profissional em Ciência
Ambiental, dentro ou fora do ambiente da UFF. Preparar o aluno para a elaboração de plano de trabalho em
Estágio Supervisionado. Oportunizar o convívio do estudante em ambientes de trabalho, considerando aspectos
comportamentais em equipe e responsabilidade por tarefas supervisionadas visando alcance de objetivos de
projeto ou de unidades organizacionais. Oportunidades de estágios serão oferecidas aos alunos dentro da UFF
nas áreas de abrangência do curso em laboratórios de pesquisa, através do engajamento nos projetos em
andamento. Também será incentivada a participação dos acadêmicos em estágios fora da Instituição, visando o
aperfeiçoamento e a diversificação no desenvolvimento de suas atividades.
Descrição da Ementa:
Reconhecimento das atividades profissionais de aplicação da formação teórica e prática em Ciência Ambiental.
Investigação de referências teóricas e levantamentos empíricos para compreensão dos fenômenos sociais,
ambientais e econômicos nas unidades organizacionais ou projetos em que o estágio supervisionado seja
realizado. Preparação de relatório final de estágio, contemplando avaliação dos resultados alcançados e
contribuições para a formação profissional e para o projeto e ambiente organizacional.
Bibliografia Básica:
Creswell, John W.. Projeto de pesquisa : métodos qualitativo, quantitativo e misto [Livro] / John W. Creswell;
Tradução: Luciana de Oliveira da Rocha. 2. ed. : ArTmed, , 2007. .248 p Tradução de: Resarch design :
qualitative, quantitative, and mixed methods approaches - Second Edition. ISBN 978-85-363-0892-0
Niskier, Arnaldo, Nathanael, Paulo. Educação, estágio e trabalho [Livro] / Arnaldo Niskier, Paulo Nathanael. São
Paulo, SP : : Integrare, , 2006. .231 p ISBN 85-99362-10-0
Portela, Keyla Christina Almeida; Schumacher, Alexandre Jose. Estagio Supervisionado - Teoria E Pratica.
Editora: Alexandre Schumacher, 2007. ISBN-13: 9788537101087
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ESTATÍSTICA
Nome da Disciplina
Código
Criação
()
Estatística V
GET00040
Alteração: nome ( ) CH ( )
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 60
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Proporcionar o entendimento dos conceitos básicos de estatística e sua aplicabilidade na tratativa dos dados
numéricos.
Descrição da Ementa:
Distribuição de freqüência. Cálculo de probabilidades. Distribuições de probabilidade. Amostragem. Estimativa de
parâmetros. Testes de hipóteses. Controle estatístico de qualidade.
Bibliografia Básica:
MEYER, Paul L. Probabilidade: Aplicações à Estatística, 2a Edição. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1983
MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística,
3a. Edição. São Paulo: EDUSP, 2001
MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística Básica, 5a Edição. São Paulo: Saraiva, 2002
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Probabilidade. São Paulo: Makron Books, 1999
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Inferência. São Paulo: Makron Books, 2000
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ECOLOGIA NATURAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Fundamentos de Ecologia
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 90
Disciplina:
Teórica: 90
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Apresentar os fundamentos da ecologia terrestre, marinha e de águas continentais. Proporcionar ao aluno um
conhecimento integrado do meio ambiente em termos de fauna, flora e ecossistemas.
Descrição da Ementa:
Definição, objetivos e histórico de ecologia. Fatores ambientais. Conceitos de populações, comunidades,
ecossistemas e biosfera. Transformações de matéria e energia dos ecossistemas: Cadeia alimentar, fluxo de
energia, produtividade e pirâmides ecológicas. Fatores ecológicos no equilíbrio das comunidades: Fatores
bióticos e abióticos. Sucessão ecológica: Biogeografia. Principais conceitos em biologia marinha. Característica
química da água do mar. Mecanismos de osmoregulação e termoregulação. Adaptações dos organismos
marinhos aos fatores ambientais. Adaptações à vida em ambiente profundo. Reprodução e ciclo de vida no mar.
Caracterização das principais variáveis físicas, químicas e geológicas do ambiente marinho. Processos
biológicos na coluna d´água e sedimentos marinhos. Ciclagem de nutrientes e fluxo de energia no ambiente
marinho. Comparação do meio ambiente terrestre, marinho e dulcícola. Principais conceitos em Limnologia.
Biogeografia das águas continentais, propriedades e características físico-químicas dos ecossistemas de água
doce. Fontes e tipos de poluição em águas superficiais.
Bibliografia Básica:
Ricklefs, R.E. 2003. A economia da natureza. Guanabara Koogan.
Townsend, C. R.; Begon, M. & Harper, J. L 2006. Fundamentos em Ecologia. 2ª ed. Artmed, Porto Alegre.
Pereira, Renato Crespo e Soares-Gomes, Abílio. 2002. Biologia Marinha. 2ª edição.
Esteves, Francisco de Assis. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998.
5. Schafer, Alois. 1984. Fundamentos de ecologia e biogeografia das águas continentais. Editora da
Universidade, Porto Alegre.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
GEOAMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Geoprocessamento
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 72
Disciplina:
Teórica: 30
Obrigatória ( X )
Prática: 42
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer conhecimentos de Geoprocessamento direcionados a estudos ambientais.
Capacitar na aplicação de Sistemas de Informação Geográfica e outras Geotecnologias em estudos ambientais.
Descrição da Ementa:
Conceitos de Geoprocessamento. Sistemas de Informação Geográfica (SIG): conceitos e aplicações.
Caracterização dos dados geográficos. Modelos de representação matricial e vetorial. Aquisição de dados
geográficos. Estrutura e armazenamento de um banco de dados geográficos. Propriedades cartográficas
aplicadas ao Geoprocessamento. Principais funções de SIG: georreferenciamento, edição de tabelas, cálculos
de medidas lineares e de área, consultas espaciais e por atributos, classificação e representação dos dados
geográficos, geração de cartogramas.
Bibliografia Básica:
- PINA, Maria de Fátima; CRUZ, Carla Madureira; MOREIRA, Ronaldo Ismério. Conceitos Básicos de Sistemas
de Informação Geográfica e Cartografia Aplicados à Saúde. Brasília: Organização Panamericana da Saúde,
Ministério da Saúde, 2000.
- ROCHA, Cezar Henrique Barra. Geoprocessamento - Tecnologia Transdisciplinar. Juiz de Fora, 2001.
- CÂMARA, Gilberto; DAVIS, Clodoveu; MONTEIRO, Antonio M.V. Introdução à Ciência da Geoinformação.
http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/index.html.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
GEOAMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Geoprocessamento para Estudos
Ambientais
Criação
(X )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 20
Prática: 40
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer conhecimentos avançados de Geoprocessamento direcionados a estudos ambientais. Capacitar na
elaboração de Modelos de Distribuição Espacial e na aplicação de Sistemas de Informação Geográfica em
estudos ambientais.
Descrição da Ementa:
Conceitos e levantamento de dados topográficos. Modelos de Distribuição Espacial: conceitos e aplicações.
Aquisição automática e análise de dados de relevo: variáveis geomorfométricas, perfis topográficos, medidas
lineares, de área e de volume. Aquisição automática e análise de bacias hidrográficas. Álgebra de mapas:
aplicações em estudos ambientais.
Bibliografia Básica:
- CÂMARA, Gilberto; DAVIS, Clodoveu; MONTEIRO, Antonio M.V. Introdução à Ciência da Geoinformação.
http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/index.html.
- FLORENZANO, T.G. (Org.). Geomorfologia: Conceitos e Tecnologias atuais. São Paulo: Oficina dos Textos,
2008.
- MENDES, C.A.B.; CIRILO, J. A. Geoprocessamento em Recursos Hídricos: princípios, integração e aplicação.
Porto Alegre: ABRH, 2001.
- XAVIER-DA-SILVA, J; ZAIDAN, R.(Org.). Geoprocessamento e Análise Ambiental: Aplicações. Rio de Janeiro:
Bertand Brasil, 2004.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Gestão de Resíduos Sólidos
Departamento/Coordenação de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
60
Teórica:
52
Disciplina/Atividade: Obrigatória ( x )
Prática: 8
Optativa (
Estágio:
)
AC (
)
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Prepara o estudante para conhecer e aplicar tecnologias sociais e ambientais, modelos de gestão e tecnologias
de prevenção e redução de resíduos sólidos no processo produtivo, no contexto da Política Nacional de
Resíduos Sólidos e demais políticas nacionais pertinentes. Desenvolver habilidade para identificar e aplicar
modelos de gestão e governança local para a elaboração de plano de gestão integrada de resíduos sólidos e
planos de atuação para resíduos sólidos, incluindo o contexto de projetos consorciados de logística reversa e
políticas de fomentos ou incentivos creditícios à gestão de resíduos sólidos.
Descrição da Ementa:
Análise do ciclo de vida do produto, fluxo de resíduos sólidos, logística reversa e identificação de formas de
redução, reuso, tratamento e destino de resíduos sólidos ambiental, econômica e socialmente correta.
Classificação de resíduos sólidos. Sistemas de manejo de resíduos sólidos, incluindo coleta, transporte,
tratamento e destino final de resíduos sólidos. Política Nacional de Resíduos Sólidos. Etapas e casos de
elaboração de Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, executados em função dos resíduos sólidos
gerados ou administrados em um de território municipal. Etapas e casos de elaboração de Planos de Atuação
para os Resíduos Sólidos.
Bibliografia Básica:
Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Alternativas de disposição de resíduos sólidos urbanos para
pequenas comunidades [Livro] / organizadores Armando Borges de Castilhos Junior... [et al.]. : Associação
Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, , 2002. .92 p ISBN 85-86552-35-6
Da pá virada: revirando o tema lixo: vivências em educação ambiental e resíduos sólidos [Livro] 2007. :
Universidade de São Paulo, 245p ISBN 978-84-7314-037-8
Gestão integrada de resíduos sólidos [Livro] / Coordenado por Karin Segala. : Instituto Brasileiro de
Administração Municipal, , 2007. .39p ( Mecanismo de desenvolvimento limpo aplicado a resíduos sólidos )
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Gestão do Ambiente Rural
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
Disciplina:
60
Obrigatória ( X )
Teórica: 52
Prática: 8
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer dados e informações e através de discussões progressivas permitir uma visão mais concreta da
realidade rural e as implicações dos processos ambientais. Interface entre a questão rural e as questões
ambientais relevantes.
Descrição da Ementa:
O Espaço Rural; A Bacia Hidrográfica; A Microbacia Hidrográfica; O uso do solo; A interação rural/urbano e seus
impactos no ambiente e na sociedade; As Fronteiras Agropecuárias e a Infra-estrutura Rural.
Bibliografia Básica:
Hidrologia Florestal – Molcorv – Fundação Caloustre Gulbelkiau – Lisboa.Hidrologia Fluvial – Christofoletti –
Edgard Bleidrer
O Código Florestal Brasileiro
O Código Mineral Brasileiro
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30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Gestão do Ambiente Urbano
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 52
Prática:
8
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer dados e informações e através de discussões progressivas permitir uma visão mais concreta da
realidade urbana e as implicações dos processos ambientais. Interface entre a questão urbana e as questões
ambientais relevantes.
Descrição da Ementa:
As atuações dos municípios, estados e da União no ambiente urbano. Políticas públicas e intervenções globais e
setoriais no espaço urbano. As relações entre a Constituição Federal, as Leis Orgânicas municipais e as
intervenções sobre o ambiente urbano. Planejamento, plano diretor, plano estratégico. Políticas setoriais de uso
e ocupação do solo, meio ambiente, infra-estrutura, habitação e terra. A implementação de políticas e os
instrumentos de intervenção a serem utilizados. Experiências em cidades brasileiras.
Bibliografia Básica:
MARQUES, José Roberto. Meio ambiente urbano. Forense Universitária, , 2005. .233p ISBN 852180373-7
COSTA, Geraldo Magela; MENDONÇA, Jupira Gomes de (org.). Planejamento urbano no Brasil: trajetória,
avanços e perspectivas. Belo Horizonte, MG : : C/Arte, , 2008. .304p (Coleção Estado da Arte). ISBN 978-857654-067-0
SILVA, Antônio Nélson Rodrigues da; SOUZA, Léa Cristina Lucas de; MENDES, José Fernando Gomes
(editores). Planejamento urbano, regional, integrado e sustentável. São Carlos, SP : : EESC-USP, , 2005. .298 p
ISBN 85-85205-59-8
NUNES, Brasilmar Ferreira; RIBEIRO, Ana Clara Torres et. al. Sociologia de capitais brasileiras: participação e
planejamento urbano: Liber Livro, 2006. .204p ISBN 8598843458
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Mediação de Conflitos Socioambientais
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 52
Obrigatória ( X )
Prática: 8
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer conhecimentos e habilidades para desenvolver capacidade de organizar e facilitar processos coletivos
de resolução de problemas e conflitos entre grupos de interesse.
Descrição da Ementa:
Conflitos Socioambientais (Elementos constituintes, atos, percepções e estratégias) Métodos de Resolução de
Conflitos (Negociação, Conciliação, Mediação, Arbitragem), Mediação (Concepção do processo de Mediação,
função do Mediador, uso da Mediação). Mediação (O procedimento, simulação de Mediação)
Bibliografia Básica:
AZEVEDO, A. G. Estudos em arbitragem, mediação e negociação. Brasília: Brasília Jurídica, 2002
BARRAL, W. A arbitragem e seus mitos. Florianópolis: OAB/SC, 2000.
COLAIÁCOVO, J. L. COLAIÁCOVO, C.. Negociação, Mediação e Arbitragem. SP. Ed. Forense, 1999.
GARCEZ, J. M. R.. Negociação, Mediação, Conciliação e Arbitragem. Lúmen Juris, 2003.
GOMMA, A. A. Estudos de arbitragem, mediação e negociação. Ed. Brasília Jurídica, 2002.
SIX, J. F. Dinâmica da mediação. Belo Horizonte: Ed. Del Rey, 2001.
WALDO, W. Mediação. Brasília: Ed. MSD, 2004.
WARAT, L. A. Surfando na pororoca: ofício do Mediador. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. 424p.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Metodologia Científica
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 60
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Discutir os conhecimentos sobre os princípios e passos fundamentais da pesquisa científica. Interpretar e redigir
trabalhos científicos.
Descrição da Ementa:
Evolução histórica do conhecimento científico. Método científico. Fontes na pesquisa bibliográfica. Utilização de
bases de dados. Revisão bibliográfica. Projeto de Pesquisa. Linguagem técnico-científica. Normas de citações
bibliográficas. Normas de referências bibliográficas. Elaboração de trabalhos monográficos.
Bibliografia Básica:
Bastos, Cleverson Leite. Aprendendo a aprender: introdução a metodologia científica [Livro] / Cleverson Leite
Bastos, Vicente Keller. 10.ed. : Vozes, , 1998. .104 p ISBN 8532605869 (broch.)
Construindo o saber : metodologia científica-fundamentos e técnicas [Livro] / Maria Cecília M. de Carvalho (org.).
9.ed. Campinas, SP : : Papirus, , 2000. .175 p Inclui bibliografia. ISBN 8530800710 (broch.)
Köche, José Carlos, 1944. Fundamentos de metodologia científica : teoria da ciência e prática da pesquisa [Livro]
/ José Carlos Köche. 19. ed. : Vozes, , 2001. .180 p Bibliografia: p. 175-180. ISBN 8532618049 (broch.)
Soares, Edvaldo. Metodologia científica: lógica, epistemologia e normas [Livro] / Edvaldo Soares. São Paulo, SP
: : Atlas, , 2003. .138p
Creswell, John W.. Projeto de pesquisa : métodos qualitativo, quantitativo e misto [Livro] / John W. Creswell;
Tradução: Luciana de Oliveira da Rocha. 2. ed. : ArTmed, , 2007. .248 p Tradução de: Resarch design :
qualitative, quantitative, and mixed methods approaches - Second Edition. ISBN 978-85-363-0892-0
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
MÉTODOS QUANTITATIVOS
Nome da Disciplina
Código
Criação
( X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Métodos e Técnicas Quantitativas
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE GEOQUÍMICA AMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 60
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Apresentar os conceitos fundamentais relacionados à aplicação das técnicas e métodos quantitativos na
ecologia, mostrando a utilização das técnicas de campo e fornecendo proficiência na aplicação das técnicas
quantitativas tanto na pesquisa ecológica quanto nas atividades técnicas de planejamento, avaliação e perícia.
Descrição da Ementa:
Métodos quantitativos no estudo de comunidades. Conceitos Básicos de Amostragem. Fitossociologia. Métodos
Amostrais no estudo de comunidades. Técnicas amostrais de levantamento. Estudo quantitativo da
biodiversidade. A curva de acumulação de espécies e suas aplicações.
Bibliografia Básica:
- Carmouze, J-P. 1994. O metabolismo dos Ecossistemas Aquáticos: Fundamentos teóricos, métodos de estudos e
análises químicas. Ed. Fapesp.
- Christian, G.D., 1994. Analytical chemistry, 5th. ed. John Wiley & Sons. NY.
- Fisher, R.B. & Peter, D.G., 1971. Compendio de analisis químico cuantativo. Interamericana.
- Olsen, E.D., 1975. Modern optical methods of analysis. McGraw Hill.
- Wainardi, R.E. & Uken, E.A., 1971. Modern methods of geochimical analysis. Plenun Press. NY.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Planejamento e Gestão Ambiental
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 60
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
O objetivo fundamental do curso de Planejamento e Gestão Ambiental é fornecer ferramentas para o
planejamento, operacionalização e avaliação de Sistemas de Gestão Ambiental em empresas e na gestão
pública, dentro do contexto contemporâneo de modelos de sistema de gestão para a qualidade ambiental total
dos processos e relações humanas no contexto econômico, ambiental e social das organizações e redes de
valor em âmbito local, nacional e internacional.
1) Gerar instrumentos que sirvam para aprimorar as práticas de planejamento e gestão ambiental; 2) Produzir
informações e conhecimentos que contribuam para elucidação, diagnóstico, quantificação, monitoramento e
prevenção de danos ao meio ambiente; 3) Desenvolver metodologias e abordagens interdisciplinares que
permitam a integração de profissionais de origens disciplinares diversas, em equipes capacitadas para o manejo
de problemas ambientais que são de natureza transdisciplinar; 4) Contribuir, através da formação de recursos
humanos de alto nível, para o fortalecimento institucional de órgãos atuantes nas áreas ambiental e de Ciência e
Tecnologia; 5) Adaptar ferramentas e métodos de saberes diversos ao campo ambiental. 6) Fornecer subsídios
que habilitem os profissionais a prevenir e a enfrentar os problemas ambientais decorrentes dos impactos
causados pela ação humana na natureza.
Descrição da Ementa:
Planejamento ambiental das atividades e processos objeto de licenciamento ambiental. O Processo de
Licenciamento ambiental: documentação; aspectos e requisitos tratados pelo processo de fiscalização;
características das atividades para licenciamento ambiental; atividades de impacto local e global; adequações
dos sistemas de licenciamento. Planejamento e gestão ambiental no âmbito do ciclo de vida do produto.
Abordagens sobre Gestão da Qualidade Ambiental Total: Produção sustentável, produção mais limpa,
ecoeficiência, ecologia industrial, Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001, Saúde e Segurança no Trabalho
(OHSAS 18001). Políticas e Instrumentos de gestão ambiental em nível nacional e internacional.
Selos
ambientais. Relatórios e Indicadores de Desempenho Ambiental.
Bibliografia Básica:
BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: Conceitos, modelos e instrumentos.
Paulo: SARAIVA, (2007) . 342 páginas. ISBN: 9788502064485
2ª Edição São
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14001) e Saúde e Segurança
Ocupacional (OHSAS 18001). São Paulo: ATLAS, (2008). 187 páginas. ISBN: 9788522451111
FARIAS, Talden. Licenciamento ambiental: Aspectos teóricos e práticos. 2ª Edição. Editora Forum, (2010). 214
páginas. ISBN 978-85-7700-298-6
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Políticas Públicas, Governança e Meio
Ambiente
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 60
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Oferecer conhecimentos relativos à estrutura, à organização do Estado e dos seus Poderes, suas competências,
limites de atuação e controles institucionais, ao regime dos direitos fundamentais, e à sua inserção na ordem
internacional, a partir das normas constitucionais que, no Brasil, definem a titularidade do poder e os modos de
formação e manifestação da vontade política estatal. Conhecer a organização do Estado, as atribuições e fontes
de financiamento das Políticas Públicas quanto ao Meio Ambiente em nível federal, estadual e municipal.
Discutir a governança da política ambiental em nível nacional, estadual e municipal, considerando a estrutura de
conselhos nacional, estaduais e municipais de meio ambiente e a representação das diversas forças sociais.
Reconhecer aspectos institucionais necessários para a Política Ambiental Municipal, considerando órgão
executivo municipal, corpo técnico qualificado, conselho municipal, fundo municipal de meio ambiente, lei
ambiental municipal.
Descrição da Ementa:
Estado, Governo e Sociedade. A estrutura do Estado nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. As
atribuições e fontes de financiamento do Governo Federal, Estadual e Municipal quanto às Políticas Públicas na
área ambiental. Processo decisório e representativo em nível nacional, estadual e municipal e a participação da
comunidade na governança local das políticas de meio ambiente.
Relações entre arenas decisórias e grupos
de pressão As questões ambientais globais e a proteção internacional do meio ambiente que se articulam na
construção de regimes internacionais ambientais e da governança ambiental local e global. Formulação e
implementação de políticas públicas: estudo de casos de políticas ambientais sociais, econômicas etc. estudos
comparados sobre a tomada de decisões sobre políticas públicas.
Bibliografia Básica:
BENTO, Leonardo Valles. Governança e governabilidade na reforma do estado : entre eficiência e
democratização [Livro] / Leonardo Valles Bento. 1. ed. Barueri, SP : : Manole, , 2003. .259 p ISBN 8520416136
SANTOS JUNIOR, Orlando Alves dos. Governança Democrática e Poder Local: A experiências dos conselhos
municipais no Brasil. Revan, 2004. ISBN-13: 9788571062979
ESTY, Daniel C.; IVANOVA, Maria H. Governança Ambiental Global. Brasília: SENAC, 2006.- ISBN-13:
9788573594584
ANDRADE, Nilton de Aquino. Planejamento Governamental para Municípios. 2a. edição. São Paulo: Atlas, 2008.
ISBN-13: 9788522449446
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
GEOAMBIENTAL
Nome da Disciplina
Processamento
Imagens
Código
Digital
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
de
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60h
Disciplina:
Teórica: 20
Obrigatória ( X )
Prática:
40
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Apresentar as principais técnicas de processamento digital de imagens. Técnicas de pré processamento;
Classificação digital; Técnicas complemetares. Aplicações. Desenvolver habilidades para processamento e
classificação de imagens digitais de sensoriamento remoto.
Descrição da Ementa:
Comportamento espectral de alvos. Processamento Digital de Imagens (correções geométricas e
radiométricas). Interpretação e classificação digital de imagens. Aplicações de Sensoriamento Remoto em
estudos ambientais. Aplicações: Monitoramento e Mapeamento temático. Práticas de campo e laboratoriais.
Bibliografia Básica:
CROSTA, A.P. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. ed. rev. – Campinas-SP:
IG/UNICAMP, 1992.
JENSEN, J.R. Sensoriamento Remoto do Ambiente: Uma Perspectiva em Recursos Terrestres. Tradução da 2ª
edição por EPIPHANIO J.C. et al., São José dos Campos-SP: Parêntese Editora, 2009.
MOREIRA, M.A. Fundamentos de Sensoriamento Remoto e metodologias de aplicação, 3.ed. Viçosa-MG:
Editora da Universidade Federal de Viçosa, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IBGE. Introdução ao processamento digital de imagens. Rio de Janeiro : IBGE, 1999. Disponível em:
http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20%20RJ/ManuaisdeGeociencias/Introducao%20ao%20Processamento%20Digital%20de%20Imagens.pdf
MENESES, P.R.; NETTO, M.J.S. Sensoriamento remoto. Reflectância dos alvos naturais. Brasília: UnB;
Planaltina: Embrapa Cerrados, 2001. 262p.
NOVO, E.M.L.M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. Louisville, Ky. Edgard Blücher, 3ª Edição 2008.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ECOLOGIA NATURAL
Nome da Disciplina
Código
Processos Físico-Químicos
Natureza
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
da
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 72
Disciplina:
Teórica: 72
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer conhecimentos sobre os principais aspectos físico-químicos relacionados aos processos ambientais.
Descrição da Ementa:
Conceitos Fundamentais: Equilíbrio, Equações de Estado, Diagramas de Fase. As Leis da Termodinâmica e
suas Aplicações. Ciclos Biogeoquímicos X Intervenções do Homem
Bibliografia Básica:
BRAGA et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2005, 336 p.
CURRY e WEBSTER. Thermodynamics of Atmospheres and Oceans. Academic Press, 1999, 471 p.
HESS, SL. Introduction to Theoretical Meteorology. Krieger Pub Co, 1979, 362 p.
ROCHA et al. Introdução à Química Ambiental. 2009, 256 p.
SPIRO e STIGLIANI. Química Ambiental. 2008, 334 p.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Recursos Bióticos
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 60
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer dados e informações sobre os seres vivos existentes de importância para a economia mundial.
Descrição da Ementa:
Fontes de variabilidade genética, expressão da variabilidade genética. Os órgãos nacionais e internacionais
relacionados com a administração dos recursos bióticos. Populações tradicionais e a biodiversidade. Uso e
conservação dos recursos biológicos. Recursos pesqueiros marinhos e dulcícolas; aquacultura; recursos fitogenéticos e florestais; Uso de micro-organismos no tratamento de efluentes. Manejo de espécies nativas.
Conservação e manejo de recursos biológicos; Manejo ecológico de agroecossistemas e dos recursos naturais.
Conservação da agro-biodiversidade. Sustentabilidade ecológica em sistemas de produção; Estrutura e
funcionamento de agroecossistemas. Variabilidade genética e erosão genética. Invasão e contaminação
biológica. As principais ameaças à biodiversidade e ferramentas para a conservação e manejo. Alterações e
manipulação do material genético e suas relações com o desenvolvimento de novos usos de material biológico
geneticamente modificado. Transgênicos. Manejo de espécies silvestres.
Bibliografia Básica:
Agrobiodiversidade e diversidade cultural [Livro] / Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Biodiversidade e
Florestas. Brasília, DF : : MMA, , 2006. .84 p. : il (Biodiversidade; 20). ISBN 85-87166-90-5
Avaliação e ações prioritárias para a conservação da biodiversidade das Zonas Costeira e Marinha. [Livro] /
Fundação Bio-Rio (et al...). s.l., 2002. .72p ISBN 85-87166-37-9
Deutsch, Ladislau A., Puglia, Lázaro Ronaldo R.. Os animais silvestres : proteção, doenças e manejo [Livro] /
Ladislau A. Deutsch, Lazaro Ronaldo R. Puglia. : Globo, , 1988. .191 p
Lewinsohn, Thomas Michael, Prado, Paulo Inácio. Biodiversidade brasileira: síntese do estado atual do
conhecimento [Livro] / Thomas Michael Lewinsohn e Paulo Inácio Prado. 2ª ed.. São Paulo, SP : : Contexto, ,
2004. .176p ISBN 85-7244-211-1
Ojasti, Juhani. Manejo de fauna silvestre neotropical [Livro] / por Juhani Ojasti; Editor Francisco Dallmeier. :
Smithsonian Institution Press, , c2000. .290p ISBN 1-893912-06-X
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina
Código
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Recursos Energéticos
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 60
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Examinar e interpretar dados sobre a situação do Brasil em relação aos recursos energéticos que possui, em
face da demanda e produção anual de energia, das necessidades futuras, e da política energética do país.
Estudo dos energéticos convencionais e alternativos.
Descrição da Ementa:
Uso, disponibilidade e importância dos recursos energéticos. Combustíveis fósseis. Minerais úteis na produção
de energia nuclear. Fontes não convencionais de energia. Energia e meio ambiente. A análise da demanda.
Bibliografia Básica:
CONANT, M.A.; GOLD, F.R. A geopolítica energética. Atlântida Ed. e Distr., Rio de Janeiro, 1981, 239 p.
(trad.Ronaldo Sérgio de Biasi).
FONSECA, E. Carvão. Biblioteca Educação é Cultura, v.4, MEC-MME, Bloch, 1980, p. 63. GOLDEMBERG, J.
Energia no Brasil. Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1979, p.171.
KELLER, E.A. Environmental Geology. Macmillan Pub.Co., NY, 6th Ed., 1992, p. 521. PETROBRÁS. Análise do
setor petróleo. Petrobrás-Serplan, 1993, p. 71.
WILSON, C.L. (coord.). Energy: Global prospects 1985-2000. Report of the Workshop on Alternative Energy
Strategies. McGraw-Hill, Boston, 1977, 291 p.
---------. Balanço energético nacional - ano base 2008. Empresa de Planejamento Energético, 2009.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
CONTEÚDO DE ESTUDOS
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina/Atividade
Código
CRIAÇÃO
(X )
ALTERAÇÃO: NOME ( ) CH ( )
Recursos Hídricos
DEPARTAMENTO/COORDENAÇÃO DE EXECUÇÃO: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
CARGA HORÁRIA TOTAL:
60
TEÓRICA: 60
DISCIPLINA/ATIVIDADE: OBRIGATÓRIA ( X )
OPTATIVA (
PRÁTICA:
)
ESTÁGIO:
AC (
)
OBJETIVOS DA DISCIPLINA/ATIVIDADE:
Promover a formação em recursos hídricos com ênfase nos aspectos legais e institucionais da gestão de
bacias hidrográficas.
DESCRIÇÃO DA EMENTA:
Disponibilidade e demanda dos recursos hídricos. Fundamentos e características fisiográficas das bacias
hidrográficas. Regime hidrológico e mensuração dos recursos hídricos. Fundamentos e diretrizes da Política
Nacional de Recursos Hídricos. Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos no Brasil. Instrumentos de
gestão de recursos hídricos no Brasil: o enquadramento dos corpos de água em classes, a outorga de direitos
de uso de recursos hídricos, a cobrança pelo uso de recursos hídricos, a compensação a municípios, Planos
de Recursos Hídricos, Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- LEAL, M. S. Gestão ambiental dos recursos hídricos: princípios e aplicações. Rio de Janeiro: CPRM, 1998.
- MMA, Secretaria de Recursos Hídricos. Plano nacional de recursos hídricos: Programas de desenvolvimento
da gestão integrada de recursos hídricos do Brasil. Volume 1 e 2. Brasília: MMA, 2008. 152 p.
- MMA, Secretaria de Recursos Hídricos. Plano Nacional de Recursos Hídricos. Panorama e estado dos
recursos hídricos do Brasil. Volume 1. Brasília: MMA, 2006. 351 p.
- SETTI, A. A. - Introdução ao gerenciamento de recursos hídricos, Brasília, Agência Nacional de Águas, ANA,
2001. Disponível em http://www.ana.gov.br/AcoesAdministrativas/CDOC/biblioteca_CatalogoPublicacoes.asp.
- PAIVA, J.B.D.; PAIVA, E.M.C.D. Hidrologia aplicada a gestão de pequenas bacias hidrográficas. Porto
Alegre: ABRH, 2001.
- TUCCI, C. E. M. (org.). Hidrologia - ABRH/ EDUSP, 1993.
- VILLELA, S. M.; MATOS, A. Hidrologia Aplicada. Editora McGraw-Hill, São Paulo, 1975.
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Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina
Recursos
Naturais
Renováveis
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
não
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 60
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Estabelecer relações entre o mundo orgânico e o mundo inorgânico. Conceituar recursos naturais "renováveis" e
"não-renováveis". Reconhecer a importância da conservação dos recursos naturais tanto para a economia,
quanto para a sobrevivência da humanidade.
Descrição da Ementa:
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS RECURSOS NATURAIS E MEIO AMBIENTE. Conceituação de recurso
natural básico. Tipos de recursos. Conservação dos recursos naturais. RECURSOS NATURAIS NÃO
RENOVÁVEIS. Recursos minerais. Áreas de ocorrência.Importância econômica. Conservação. Combustíveis
fósseis. Petróleo. Gás natural. Rochas oleígenas. Rochas betuminosas. Turfa. Linhito. Carvão mineral. Metais
básicos não ferrosos. Isolantes e abrasivos. Materiais utilizados na indústria. Materiais para cerâmica e
construção. Pedras preciosas e semi-preciosas.
Bibliografia Básica:
Taioli, F. 2000. Recursos energéticos. In: Teixeira, W., Toledo, M.C.M. de, Fairchild,
2000. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos. p. 471-492.
T.R. e Taioli, F. (orgs.)
Bettencourt, J.S. e Moreeschi, J.B. 2000. Recursos energéticos. In: Teixeira, W., Toledo, M.C.M. de, Fairchild,
T.R. e Taioli, F. (orgs.) 2000. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos. p. 445-470.
Press, F., Siever, R., Grotzinger, J. e Jordan, T.H. 2006. Para entender a Terra. 451-483.
Open University. 2003. Os recursos físicosda Terra-Bloco I Recursos, econo0mia e geologia: uma introdução.
Campinas: Unicamp
Shobbenhaus, C. Queiroz, E.T. e Coelho, C.E.S. (eds.), 1997.
Brasília:DNPM
Os principais depósitos minerais do Brasil.
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
86
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRAÇÃO HOMEM-NATUREZA
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Riscos Ambientais
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 60
Obrigatória ( X )
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Dar subsídios para a identificação de ocorrências de situações de risco provocadas por fatores naturais e
antrópicos sobre o meio ambiente, contemplando a legislação vigente.
Descrição da Ementa:
Riscos Naturais e Riscos Antrópicos.
A Legislação Brasileira de Defesa Civil.
A Estrutura Federal, a Estrutura Estadual e a Estrutura Municipal de Defesa Civil e prevenção de desastres.
Bibliografia Básica:
Legislação Federal e Estadual de proteção ambiental (Constituição Federal, Constituição Estadual, Decretos e
Portarias).
Dialogos Geológicos – Álvaro Rodrigues dos Santos – Editora o Nome da rosa.
Climatologia Urbana.
Transporte de Cargas – Legislação Específica do DENATRAN e INEA.
Terre Patrimone Comum – Martine Bariere
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
87
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
SAÚDE AMBIENTAL
Nome da Disciplina
Saúde Coletiva,
Ambiente III
Produção
e
Código
Criação
(x)
MPS00014
Alteração: nome ( ) CH ( )
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO EM SAÚDE
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Obrigatória ( X )
Teórica: 60
Prática:
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Reconhecer os referenciais teóricos e metodológicos da Saúde Coletiva e suas interfaces com as questões
ambientais. Identificar as estratégias e práticas de resolução de problemas. Identificar os estudos e mecanismos
de Bioproteção.
Descrição da Ementa:
Relação histórica e social da natureza, produção e saúde. A saúde coletiva, seus referenciais teóricos,
metodológicos e ferramentas de resolução de problemas. A questão ambiental e o processo de produção como
determinantes e condicionantes das condições de vida, saúde e trabalho. A prática da vigilância no processo de
organização das ações de saúde. Estudo de Casos em saúde ambiental e saúde do trabalhador.
Conceitos de Toxicologia. Metabolismo e Biotransformação. Mecanismos de Ação Tóxica de Xenobióticos.
Princípios de análise em toxicologia ambiental. Marcadores biológicos. Princípios de ensaios biológicos
(bioensaios). Carcinogênicos e mutagênicos. Comportamento de xenobióticos no meio ambiente (biodegradação,
bioacumulação, mobilidade e bioamplificação). Mecanismos de bioproteção. Indicadores de Qualidade do Ar.
Principais poluentes e efeitos ambientais. Bioindicação e Programas de Monitoramento da Qualidade do Ar.
Gerenciamento de Resíduos Perigosos.
Bibliografia Básica:
Misch, A. - Avaliando os Riscos Ambientais à Saúde. In: BROWN,L. (org) - Qualidade de Vida-1994 - Salve o
Planeta. Worldwatch Institute. São Paulo:Globo. 1994. pp 155-178.
Porto, Marcelo Firpo de Souza. Uma Ecologia Política dos Riscos: princípios para integrarmos o local e o global
na promoção da saúde e da justiça ambiental. Rio de Janeiro:Editora FIOCRUZ, 2007.
Miranda, Ary Carvalho; Barcellos, Christovam; Moreira, Josino Costa; Monken, Mauricio. Território, Ambiente e
Saúde. Rio de janeiro: Editora Fiocruz. 2008. 274p.
OBS: VIDE ASSINATURA NA PÁGINA 134
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
88
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
GEOAMBIENTAL
Nome da Disciplina
Código
Criação
( x)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Sensoriamento Remoto
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 72h
Disciplina:
Teórica:
Obrigatória ( X )
42
Prática:
30
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer conhecimentos sobre os conceitos usuais envolvendo princípios físicos fundamentais, ciências e
tecnologias associadas ao sensoriamento remoto; os principais sistemas sensores; os níveis de observação; as
resoluções; os produtos usuais e as principais aplicações. Desenvolver habilidades para pré-processamento de
imagens digitais de sensoriamento remoto.
Descrição da Ementa:
Conceitos básicos de Sensoriamento Remoto. Princípios físicos. Características dos sistemas sensores.
Conceituação e caracterização de fotografias aéreas e imagens orbitais. Resoluções. Aquisição de Imagens.
Interpretação visual e estereoscópica. Critérios de interpretação. Introdução ao pré-processamento de imagens
digitais: Aplicação de Contraste e geração de composições coloridas. Aplicações: Mapeamento temático.
Práticas de campo e laboratoriais.
Bibliografia Básica:
NOVO, E.M.L.M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. Louisville, Ky. Edgard Blücher, 3ª Edição 2008.
MOREIRA, M.A. Fundamentos de Sensoriamento Remoto e metodologias de aplicação, 3.ed. Viçosa-MG:
Editora da Universidade Federal de Viçosa, 2007.
JENSEN, J.R. Sensoriamento Remoto do Ambiente: Uma Perspectiva em Recursos Terrestres. Tradução da 2ª
edição por EPIPHANIO J.C. et al., São José dos Campos-SP: Parêntese Editora, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CROSTA, A.P. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. ed. rev. – Campinas-SP:
IG/UNICAMP, 1992.
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Imagens de Satélite para Estudos Ambientais. São Paulo: Oficina de Textos,
2002. Cap. 4 Interpretação Imagens 41-54p
GARCIA, G. J.; MARCHETTI. D.A.B. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. Ed. Nobel. São Paulo,
1986. Cap.4 e Cap. 8
IBGE.
Manual
Técnico
de
Uso
da
Terra.
2ª
Edição.
2006.
Disponível
<http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/usodaterra/manual_usodaterra.shtm>.
em:
IBGE. Introdução ao processamento digital de imagens. Rio de Janeiro : IBGE, 1999. Disponível em:
<http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20%20RJ/ManuaisdeGeociencias/Introducao%20ao%20Processamento%20Digital%20de%20Imagens.pdf>
MENESES, P.R.; NETTO, M.J.S. Sensoriamento remoto. Reflectância dos alvos naturais. Brasília: UnB;
Planaltina: Embrapa Cerrados, 2001. 262p.
89
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
GEOAMBIENTAL
Nome da Disciplina
Técnicas
de
Navegação
Código
Posicionamento
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
e
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total: 60
Disciplina:
Teórica: 52
Obrigatória ( X )
Prática: 8
Estágio:
Optativa ( )
Objetivos da Disciplina:
Fornecer os conhecimentos básicos e habilidades para uso de instrumentos de posicionamento; Apresentar a
evolução das técnicas de posicionamento, o sistema de posicionamento espacial GNSS (GPS, GLONASS,
GALILEO, COMPASS) e sua aplicação em diferentes estudos; Apresentar outras técnicas de posicionamento e
navegação como VLBI, SLR e DORIS.
Descrição da Ementa:
Introdução, Técnicas de Posicionamento, Posicionamento Espacial, Receptores, Métodos de posicionamento,
Prática de posicionamento, Processamento dos dados e ajustamento de redes. Evolução histórica. Descrição.
Aplicação das técnicas de posicionamento espacial. Levantamentos por GPS, Sinal GPS. Serviços GPS.
Observáveis GPS (pseudo-distância e fase de batimento da onda portadora). Equações de observação.
Diferenças de observações. Combinação de observações. Fontes de erro em GPS. Métodos de resolução de
ambiguidades. Precisão do posicionamento GPS. Métodos de posicionamento e navegação. GPS Diferencial e
RTK. Modelos matemáticos para o processamento de observações GPS.
Bibliografia Básica:
Hofmann-Wellenhof, B. Lichtenegger, H. Collins, J. Global Positioning System: Theory and Practice. 5th. rev. ed.
New York, Springer-Verlag Wien, 2001.
Monico, J.F.G. Posicionamento pelo GNSS: Descrição, fundamentos e aplicações. UNESP, Presidente Prudente,
2008.
Leick, A. GPS: Satellite Surveying. Third Edition, ed. John Wiley & Sons, inc. 2004.
Seeber, G. Satellite Geodesy: Foundations, Methods and Aplications. 2nd Edition, Berlin New York, Walter de
Gruyter, 2003.
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
90
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
CIÊNCIA AMBIENTAL
Nome da Disciplina
CÓDIGO
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Tópicos Ambientais Contemporâneos
DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60
Teórica:
DISCIPLINA:
Optativa ( )
Obrigatória ( X )
60
Prática:
Estágio:
OBJETIVOS DA DISCIPLINA:
Objetivo principal é o de possibilitar uma visão analítica acerca das principais questões ambientais contemporâneas e a
compreensão dos desafios que a humanidade enfrentará nas próximas décadas. Diferenças entre mudanças climáticas e
mudanças globais. Explicar o que é a proteção internacional do meio ambiente e como outras áreas do conhecimento (direito,
economia) estão lidando com essas questões. Discutir alguns conceitos filosóficos e estruturais do desenvolvimento da
sociedade contemporânea: o desenvolvimento sustentável; interesse geral da humanidade; direito de gerações futuras;
patrimônio comum da humanidade; segurança ambiental e responsabilidades comuns.
DESCRIÇÃO DA EMENTA:
A situação atual de diversas questões ambientais globais: depleção da camada de ozônio, mudança climática,
perda de biodiversidade, florestas e desmatamento, segurança alimentar, escassez de água doce, comércio de
lixo tóxico, contaminação radioativa, por metais pesados e pesticidas, saúde pública e riscos
biológicos/epidemiológicos. Evolução das questões ambientais na arena internacional e formação de regimes no
período 1970-2000. Os atores na arena ambiental internacional. Regime de Proteção da Camada de Ozônio:
Convenção de Viena 1985, Protocolo de Quioto 1987, Emendas de Londres (1990); Copenhague (1992);
Montreal (1997) e de Beijing (1999). Regime de mudança climática. Convenção de Rio 1992. Protocolo de Quioto
1987. Obstáculos para a ratificação de acordos internacionais sobre a mudança do clima. Regime de comércio
internacional de lixo tóxico. Convenção da Basiléia de 1989. Regime de Biodiversidade. A Convenção de Rio de
1992. As Conferências das Partes. O Protocolo de Biossegurança, Genebra 2000. A evolução da posição do
Brasil nos regimes de proteção da atmosfera e da biodiversidade.
Bibliografia Básica:
Não se aplica. Será oportunamente disponibilizada a cada semestre oferecida, uma vez que se baseará em
seminários por profissionais e pesquisadores convidados.
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
91
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
INTEGRADORAS E COMPLEMENTARES
Nome da Disciplina/Atividade
Código
Criação
(X)
Alteração: nome ( ) CH ( )
Trabalho de Conclusão de Curso
Departamento de Execução: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Carga Horária total:
120
Teórica: 20
Disciplina/Atividade: Obrigatória ( x )
Prática: 100
Optativa (
)
Estágio:
AC (
)
Objetivos da Disciplina/Atividade:
Contribuir para a integração e construção de conhecimento em Ciência Ambiental, de forma interdisciplinar, sob
orientação de professor. Preparar o aluno para a elaboração de relatório de projeto, identificando o alcance de
objetivos e metas planejadas e gerando conclusões para o campo de conhecimento.
Descrição da Ementa:
Planejamento e elaboração de forma e conteúdo de relatório final de projeto, incluindo folhas iniciais e finais,
introdução, referencial teórico, resultados, discussão e conclusão, além de planejamento de apresentação e
defesa de TCC. O TCC poderá ser apresentado em diferentes formatos, tais como monografia, revisão
sistemática e aprofundada da literatura, artigo, patente, registros de propriedade intelectual, projetos técnicos,
publicações tecnológicas; desenvolvimento de aplicativos, de materiais didáticos e instrucionais e de produtos,
processos e técnicas; produção de programas de mídia, editoria, relatórios finais de pesquisa, softwares, estudos
de caso, relatório técnico com regras de sigilo, manual de operação técnica, protocolo experimental ou de
aplicação em serviços, proposta de intervenção em processos ambientais ou de serviço pertinente, projeto de
aplicação ou adequação tecnológica, protótipos para desenvolvimento ou produção de instrumentos,
equipamentos e kits, projetos de inovação tecnológica, produção artística, de acordo com a natureza da área
interdisciplinar e a finalidade do curso. Outros formatos poderão ser incluídos, desde que previamente propostos
e aprovados pelo Colegiado do Curso. O TCC será apresentado pelo concludente à comunidade acadêmica e
julgado por uma banca examinadora.
Bibliografia Básica:
Creswell, John W.. Projeto de pesquisa : métodos qualitativo, quantitativo e misto [Livro] / John W. Creswell;
Tradução: Luciana de Oliveira da Rocha. 2. ed. : ArTmed, , 2007. .248 p Tradução de: Resarch design :
qualitative, quantitative, and mixed methods approaches - Second Edition. ISBN 978-85-363-0892-0
Köche, José Carlos, 1944. Fundamentos de metodologia científica : teoria da ciência e prática da pesquisa [Livro]
/ José Carlos Köche. 19. ed. : Vozes, , 2001. .180 p Bibliografia: p. 175-180. ISBN 8532618049 (broch.)
Soares, Edvaldo. Metodologia científica: lógica, epistemologia e normas [Livro] / Edvaldo Soares. São Paulo, SP
: : Atlas, , 2003. .138p
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
92
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
CURSO DE GRADUAÇÃO
EM
CIÊNCIA AMBIENTAL
FORMULÁRIO Nº 13 – ESPECIFICAÇÃO
DAS
DISCIPLINAS OPTATIVAS
93
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Libras I
(inserir documento enviado pelo departamento)
94
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
95
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Introdução à Filosofia
(inserir documento enviado pelo departamento)
96
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Introdução à Filosofia
(inserir documento enviado pelo departamento)
97
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
ANÁLISE GEOAMBIENTAL
Nome da Disciplina
Análise Espacial de Poluentes
CÓDIGO
Criação
( )
GAG00028
Alteração: nome ( ) CH ( )
DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60
DISCIPLINA:
Obrigatória ( )
Teórica:
60
Prática:
Estágio:
Optativa ( x )
OBJETIVOS DA DISCIPLINA:
Hoje em dia a questão da contaminação do meio ambiente tornou-se ponto chave no entendimento dos processos que levam a
uma melhoria da qualidade de vida. O aluno de geografia, no exercício de sua profissão pode ser levado a incluir o
comportamento espacial dos poluentes nos cursos que oferecer para o primeiro e segundo graus (visto que poluição é um
tema de atualidade), como também na busca de soluções que melhorem a qualidade de vida de comunidades.
O objetivo desta disciplina é apresentar ao aluno de graduação as possibilidades de aplicação de alguns instrumentos de
análise espacial no entendimento da mobilidade física e química de poluentes nos ambientes deposicionais. A análise espacial
da contaminação constitui-se em uma importante ferramenta de gestão e mitigação da contaminação ambiental, levando à
melhoria da qualidade de vida.
DESCRIÇÃO DA EMENTA:
Poluição por esgotos: poluentes associados; fontes pontuais e difusas; efeitos nos organismos, na paisagem e no homem;
mitigação; noções de modelização espacial. Metais pesados: fontes pontuais e difusas; mobilidade e comportamento químico;
mapeamento da dispersão; os grandes acidentes. Poluentes de petróleo (hidrocarbonetos): fontes pontuais e difusas;
processos de dispersão; degradação; impactos na vegetação; bactérias degradadoras de petróleo (hidrocarbonoclásticas);
Poluentes orgânicos persistentes: pesticidas, PCBs e dioxinas; fontes pontuais e difusas; dispersão e persistência no ambiente.
Detergentes: fontes pontuais e difusas; dispersão e degradação. Radionuclídeos: fontes pontuais e difusas, concentrações
naturais, dispersão, decaimento e impacto no meio ambiente, mobilidade e distribuição espacial.
Bibliografia Básica:
Pérès, J.M. (1979). La Pollution des Eaux Marines. Bordas, Paris.
Cicin-Sain, B., Knecht, R. W., Jang, D., & Fisk, G. W. Integrated Coastal and Ocean Management: Concepts and
Practices. New York: Island Press.1989. 517 p.
FEEMA (1979). Manual do Meio Ambiente. FEEMA, Rio de Janeiro.
Förstner, U. & G.T.W. Wittmann (1983). Metal Pollution in the Aquatic Environment. Springer-Verlag, Berlin
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
98
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário nº 13 – Especificação da Disciplina/Atividade
Conteúdo de estudos
CARTOGRAFIA
Nome da Disciplina
CÓDIGO
Criação
(x )
Alteração: nome ( ) CH ( )
Cartografia Cadastral
DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO: DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60
DISCIPLINA:
Obrigatória ( )
Teórica:
60
Prática:
Estágio:
Optativa ( x )
OBJETIVOS DA DISCIPLINA:
Propiciar ao aluno o conhecimento sobre Cadastro Territorial Multifinalitário e Sistemas de Informação Geográficas (SIG), as
correlações entre a cartografia digital e banco de dados, considerando-os como instrumentos de Planejamento e Gestão
Urbana e Regional. Fornecer ao aluno ferramentas para o desenvolvimento e execução de projetos de Cadastro e Sistemas
de Informações Geográficas.
DESCRIÇÃO DA EMENTA:
A importância do cadastro para o conhecimento do uso do solo. A cartografia cadastral clássica. Cadastros
urbanos e rural, suas aplicações e produtos. Legislação geral e específica. O cadastro do uso do solo com base
no aerolevantamentos, controle e escalas, fotos pretéritas, atualização e a importância na sua preservação. As
técnicas modernas de cartografia e cadastro e suas escalas e representações, geoprocessamento e
sensoriamento remoto: aplicativos. Caracterização do imóvel. Técnicas de avaliação. Disponibilização de
informações cadastrais.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Estatuto da Cidade: Guia para implementação pelos Municípios e Cidadãos. Brasília, 2005.
Erba, D.A. et al. Cadastro multifinalitário como instrumento da política fiscal e urbana. Brasília: Ministério das
Cidades, 2005.
FITZ, P.R. Cartografia Básica. Oficina de Textos. São Paulo, 2008.
IBGE.
Noções
Básicas
de
Cartografia.
1999,
http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/indice.htm
Disponível
em:
MARTINELLI, M. Curso de Cartografia Temática. Ed. Contexto, São Paulo, 1991.
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CHEFE DE DEPARTAMENTO
DATA 30/ 06/2010
99
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Economia da Energia
(substituir
pela
versão
impressa
enviada
pelo
Departamento)
100
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Tópicos Especiais em Economia da Energia
(substituir pela versão impressa enviada pelo Departamento)
101
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Economia dos Recursos Naturais
(substituir pela versão impressa enviada pelo Departamento)
102
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Tópicos Especiais em Economia dos Recursos Naturais
(substituir pela versão impressa enviada pelo Departamento)
103
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Economia do Meio Ambiente
(substituir pela versão impressa enviada pelo Departamento)
104
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Tópicos Especiais em Economia do Meio Ambiente
(substituir pela versão impressa enviada pelo Departamento)
105
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Tópicos Especiais em Geoquímica
(substituir pela versão impressa enviada pelo Departamento)
106
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO Nº 14 - CADASTRAMENTO DAS DISCIPLINAS/ATIVIDADES
CONTEÚDO DE
ESTUDOS
DISCIPLINAS/ATIVIDADES
CIÊNCIAS DA TERRA
E DA NATUREZA
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO
TOTAL
TEÓRICA
PRÁTICA
Fundamentos de Ecologia
90
60
30
Ciências da Terra I
72
60
12
Climatologia Ecológica
72
60
12
Ciências da Terra II
72
60
12
Processos Físico-Químicos da Natureza
72
72
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental I
60
44
Epistemologia do Meio Ambiente
60
60
Saúde Coletiva, Produção e Ambiente III
60
60
Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental II
60
60
60
60
Mediação de Conflitos Socioambientais
60
52
Planejamento e Gestão Ambiental
60
60
Gestão do Ambiente Rural
60
52
8
Gestão do ambiente Urbano
60
52
8
CIÊNCIAS HUMANAS
E SOCIAIS APLICADAS Políticas Públicas, Governança e Meio Ambiente
ESTÁGIO
16
8
107
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Cálculo I-A
GMA00108
68
68
Estatística V
GET00040
60
60
60
60
68
68
Cartografia
72
42
Métodos e Técnicas Quantitativas
60
60
Técnicas de Posicionamento e Navegação
60
52
8
Sensoriamento Remoto
72
42
30
Processamento Digital de Imagens
60
20
40
Geoprocessamento
72
30
42
Geoprocessamento para Estudos Ambientais
60
20
40
Metodologia Científica
Cálculo II-A
INSTRUMENTAIS
GMA00109
30
108
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
INTEGRAÇÃO
HOMEM-NATUREZA
INTEGRADORAS E
COMPLEMENTARES
Recursos Energéticos
60
60
Recursos Bióticos
60
60
Ecologia e Manejo Florestal
60
60
Recursos Hídricos
60
60
Riscos Ambientais
60
60
Recursos Naturais Não Renováveis
60
60
Gestão de Resíduos Sólidos
60
52
Avaliação de Impactos Ambientais
60
Tópicos Ambientais Contemporâneos
60
60
Eletiva I
60
60
Eletiva II
60
60
Eletiva III
60
60
Optativa I
60
60
Optativa II
60
60
Estágio Supervisionado I
180
180
Estágio Supervisionado II
180
180
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares I a XI (média de 30 horas por
período)
120
20
8
100
240
109
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N° 17 – INFRA–ESTRUTURA EXISTENTE
T IPOLOGIA : I NSTALAÇÕES ( X )
L ABORATÓRIOS ( X )
E QUIPAMENTOS ( X )
R ECURSOS H UMANOS ( X )
ESPECIFICAÇÃO
Item
QUANTIDADE
1
Salas de aula
04
Espaço Laboratórios de Cartografia e Topografia
02
Espaço Laboratório de Sensoriamento Remoto
01
Espaço Laboratório de Geoprocessamento
01
Espaço Laboratório de Analises Bioecológicas
01
6
Sala Secretaria para Coordenação
01
7
Pranchetas com cadeira própria
60
Luminárias
60
Quadros brancos
04
Mesa professor
04
11
Projetor multimídia
04
12
Microcomputadores
30
13
Tela branca para projeção
Conjuntos de aparelhos topográficos (mira, nível, tripé,
teodolito)
Estereoscópios
04
Estereoscópios de bolso
60
Aparelho ar condicionado
10
18
Licenças para programas de geoprocessamento
30
19
Mesas trapezoidais
20
20
Kit análises
20
21
Professores
16
Secretário (a)
2
Técnico laboratório
2
Técnico de administração
1
5
8
9
10
14
15
16
17
22
23
24
Equipamentos
4
Recursos
Humanos
3
Mobiliário
Instalações e
Laboratórios
2
20
30
(CONTINUA...)
110
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário n° 17 – Infra–Estrutura Existente (CONTINUAÇÃO)
T IPOLOGIA : BIBLIOTECA ( X )
ESPECIFICAÇÃO
Item
QUANTIDADE
1
GUERRA, AJT. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 2004, 416 p.
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3
4
5
6
7
8
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
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3
2
7
20
39
2
6
2
2
2
2
5
1
1
1
1
6
2
1
1
1
2
111
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
PINA, Maria de Fátima; CRUZ, Carla Madureira; MOREIRA, Ronaldo Ismério.
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Climatologia Urbana
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GARCIA, G. J.; MARCHETTI. D.A.B. Princípios de Fotogrametria e
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40
11
1
1
1
5
2
10
1
1
1
3
1
3
5
2
2
1
3
112
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
FORMULÁRIO N° 18 – INFRA–ESTRUTURA NECESSÁRIA
T IPOLOGIA : I NSTALAÇÕES ( X )
L ABORATÓRIOS ( X )
E QUIPAMENTOS ( X )
R ECURSOS H UMANOS ( X )
ESPECIFICAÇÃO
(CONSIDERANDO TURMAS DE 40 ALUNOS)
Item
Qtd
Salas de aula para turmas de 40 alunos
4
2
Espaço Laboratórios de Cartografia e Topografia
2
Espaço Laboratório de Sensoriamento Remoto
2
Espaço Laboratório de Geoprocessamento
1
Espaço Laboratório de Análise Ambiental
1
Sala da Secretaria da Coordenação do Curso
1
7
Sala do Coordenador do Curso
1
8
Pranchetas com cadeira própria
80
Luminárias
80
Quadros brancos
10
Mesa com cadeira para professor
8
12
Projetor multimídia
8
13
Microcomputadores
48
14
Tela branca para projeção
8
15
GPS portátil
40
16
Régua T
80
17
Conjuntos de aparelhos topográficos (mira, nível, tripé,
teodolito)
30
18
Conjuntos de equipamentos para fotointerpretação digital
02
Estações Totais
03
Estereoscópios
40
Estereoscópios de bolso
80
Aparelho ar condicionado
10
23
Licenças para programas de geoprocessamento
80
24
Mesas trapezoidais com cadeiras
160
25
Câmera de filmagem digital modelo portátil formato HDD com
zoom ótico de 40 x e 60 Gigabytes
Câmera fotográfica digital de 14 Megapixel com zoom ótico de
10 x e zoom digital de 5 x
5
6
9
10
11
19
20
21
22
26
27
Mobiliário
4
Equipamentos
3
Instalações e
Laboratórios
1
Eletrodos/sondas ambientais (oxímetro, pHmetro, Ehmetro,
termo-salinômetro, condutivímetro e turbidímetro)
02
02
02 (de
cada
item)
113
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Aquários de 160 litros completos
04
29
Microscópio
20
30
Lupas
20
31
Kit análises
20
32
Estufa Elétrica
01
33
Balança analítica
01
34
Balança 5 kg
01
35
Professores
22
Secretário (a)
01
Técnico laboratório
03
Técnico de administração
01
36
37
38
Recursos
Humanos
28
(CONTINUA...)
114
PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
30 de junho de 2010
Formulário n° 18 – Infra–Estrutura Necessária (CONTINUAÇÃO)
T IPOLOGIA : BIBLIOTECA ( X )
ESPECIFICAÇÃO
Item
Quantidade
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2004, 400 p.
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1
2
3
4
5
6
3
3
3
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3
3
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9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
23
Referências Bibliográficas
10
3
3
3
3
3
3
3
3
3
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PPC Graduação em Ciência Ambiental – UFF/IG/GAG
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32
33
34
35
36
37
38
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3
3
3
3
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30 de junho de 2010
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ANEXOS
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PPC Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Ambientais – UFF/IG