MOISÉS ARAÚJO
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CONSEQUÊNCIAS DE UM TRÂNSITO INTENSO:
• MENOR MOBILIDADE / MAIOR TEMPO POR PERCURSO;
• ELEVADAS TAXAS DE POLUENTES;
• MAIORES RISCOS DR ACIDENTES / MORTES;
• MAIORES ÍNDICES DE ESTRESSE E VIOLÊNCIA;
• MENOS TEMPO DE SONO / DESCANSO;
• GRANDE ALTERAÇÃO DA PAISAGEM URBANA;
• MAIOR NÍVEL DE RUÍDO / DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS
MOISÉS ARAÚJO
QUESTÃO 01. A busca de um ideal de vida saudável é percebível
em grande parte da população, que hoje está cada vez mais
preocupada com a sua saúde. Da mesma maneira, o sistema
nacional de saúde brasileiro tem focalizado essa demanda em
programas e estratégias de cuidados para que o indivíduo possa
manter se vigilante ao seu estado de saúde. Assim também se
espera que o profissional de saúde, além de cuidar dos “outros”,
lembre-se dos cuidados consigo mesmo, pois, a formação desse
profissional exige toda uma estruturação do cuidado à saúde, a
partir de um domínio técnico e científico, em que seu trabalho
deve ser estendido a toda uma realidade social, para elevação da
qualidade de saúde da população, sem deixar de evidenciar a
sua própria saúde. Caso contrário, o exercício profissional acaba
por ficar em desarmonia com o objetivo principal dessa profissão.
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I. Dr. Felipe curte aventuras. No dia a dia, ele
salva vidas. Nas horas vagas, corre atrás de
adrenalina. E, em momento algum, esquece
a própria saúde.
II. Dr. Renato não fica parado no trabalho.
Nem quando sai para os seus dois
quilômetros diários de corrida.
III. Dra. Karina tem em si a tranquilidade de
quem medita, porque sabe, perfeitamente, o
bem que isso faz para a saúde.
IV. Dr. Marcos tem aquele espírito
aventureiro. Qualquer final de semana
prolongado é motivo pra sair por aí sem
rumo definido.
PARA CUIDAR bem dos outros.... Disponível em:
<http://www.
hcoral.com.br/dados/temp/thumbs Acesso em: 20
abr. 2013. Adaptado.
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O anúncio publicitário, através da linguagem verbal e não verbal,
apresenta como principal estratégia argumentativa para ressaltar a
importância da saúde do profissional de Medicina:
01) exemplos de médicos que conseguem conciliar sua prática de cuidar
do próximo com hábitos que dão qualidade à própria vida.
02) depoimentos de profissionais que têm conseguido convencer seus
pacientes por meio de seus próprios exemplos de autocuidado.
03) sugestões de atividades físicas apropriadas para o profissional de
Medicina que pretende garantir a continuidade da saúde de seu coração.
04) propostas de lazer para todos os médicos que se encontram em
situações de estresse e que buscam reencontrar seu equilíbrio mental.
05) relação condicionada entre a qualidade de vida dos pacientes e a de
seus médicos, que precisam dar-lhes exemplos por meio de hábitos
saudáveis.
GABARITO 01
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QUESTÃO 02. Especialistas afirmam que, além da absorção do oxigênio e liberação
do gás carbônico, respirar profundamente na hora de lidar com um desafio
estressante, oxigena as células cerebrais e serve para tranquilizar o indivíduo,
entretanto, com os níveis de poluentes derivados do trânsito nas cidades, essa
“tarefa” fisiológica fica cada vez mais prejudicada e, em casos extremos, até
inviabilizada. Considerando-se essas informações, os componentes do ar
atmosférico e as propriedades das substâncias químicas envolvidas na respiração, é
correto afirmar:
01) O gás carbônico produzido durante o processo da respiração é uma substância
quimicamente inerte e, por isso, é eliminada pelo organismo.
02) A presença de poluentes como o monóxido de carbono, o dióxido de enxofre e
o dióxido de nitrogênio pode ser detectada com o uso de filtros de papel poroso.
03) O ar atmosférico inspirado no campo ou em um parque arborizado é
considerado puro porque apresenta como único componente o gás oxigênio.
04) A densidade absoluta do gás nitrogênio é maior que a do oxigênio, nas mesmas
condições de temperatura e pressão, o que dificulta a sua absorção pelo
organismo.
05) O monóxido de carbono, obtido na queima incompleta de combustíveis como
gasolina e etanol, é tóxico ao organismo porque ao se ligar a hemoglobina do
sangue impede o transporte do oxigênio.
GABARITO 05
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QUESTÃO 03. “A cidade é uma das mais complexas manifestações culturais humanas,
mas não é um ecossistema; é um sistema urbano” (MACHADO, 2003). A cidade não é
um ecossistema porque é um ambiente modificado pelas atividades humanas, não
havendo equilíbrio entre o meio e os seres vivos, resultando em estresse e em consumo,
ou seja, não é autossustentável. Outro grande problema é poluição derivada da
mobilidade da população, que, na maioria das metrópoles é dependente de
combustíveis fósseis.
Sobre os temas abordados no fragmento de texto, pode-se identificar como alternativa
aos problemas do crescimento não planejado das cidades:
01) A utilização de veículos automotores individuais propicia maior conforto ao usuário, diminuindo
sensação de insegurança e, portanto, o estresse.
02) Transporte coletivo inteligente, como metrô e VLT, devem ser priorizados e associados à
construção de ciclovias nas regiões mais planas, gerando a otimização da mobilidade associada
ainda à melhoria da saúde individual e coletiva.
03) O risco de acidentes e mortes por atropelamentos a ciclistas, refuta a ideia de incremento de
ciclovias, a despeito dos problemas gerados pela poluição dos veículos motorizados.
04) Redução da frota de veículos movidos a combustíveis fósseis e implementação de transporte de
massa movidos à eletricidade, certamente reverterão os danos da poluição.
05) A substituição gradativa de veículos movidos a combustão por veículos elétricos, como metrô e
VLT, diminuem bastante as emissões gasosas nocivas, mas a destruição de áreas verdes para a sua
implementação inviabiliza essa substituição.
GABARITO 02
QUESTÃO 04. Além de contribuir para o aumento do estresse, o trânsito caótico
das grandes cidades aumenta a concentração de poluentes atmosféricos.
Com relação à poluição atmosférica, é correto afirmar:
01) a utilização de veículos automotores movidos a biodiesel diminui a concentração
de gases na atmosfera.
02) a preservação de áreas verdes contribui para a absorção de gás carbônico
liberado na combustão de etanol e de gasolina.
03) a liberação de NO(g) pelos escapamentos de automóveis forma ácido nitroso,
HNO2(aq), ao reagir com água.
04) a formação de monóxido de carbono está relacionada com a combustão total
de biomassa utilizada como combustível alternativo para veículos automotores.
05) o aumento da concentração de monóxido e dióxido de carbono na atmosfera
afeta diretamente a quantidade de moléculas de ozônio presentes na estratosfera.
GABARITO 02
QUESTÃO 05 (ENEM/2011)
Os biocombustíveis de primeira geração são derivados da soja, milho e
cana-de-açúcar e sua produção ocorre através da fermentação.
Biocombustíveis derivados de material celulósico ou biocombustíveis de
segunda geração — coloquialmente chamados de “gasolina de capim” —
são aqueles produzidos a partir de resíduos de madeira (serragem, por
exemplo), talos de milho, palha de trigo ou capim de crescimento rápido e
se apresentam como uma alternativa para os problemas enfrentados pelos
de primeira geração, já que as matérias-primas são baratas e abundantes.
DALE, B. E.; HUBER, G. W. Gasolina de capim e outros vegetais.
Scientific American Brasil. Ago. 2009, nº 87 (adaptado).
O texto mostra um dos pontos de vista a respeito do uso dos biocombustíveis
na atualidade, os quais:
01) são matrizes energéticas com menor carga de poluição para o ambiente e podem
propiciar a geração de novos empregos, entretanto, para serem oferecidos com baixo
custo, a tecnologia da degradação da celulose nos biocombustíveis de segunda geração
deve ser extremamente eficiente.
02) oferecem múltiplas dificuldades, pois a produção é de alto custo, sua implantação
não gera empregos, e deve-se ter cuidado com o risco ambiental, pois eles oferecerem
os mesmos riscos que o uso de combustíveis fósseis.
03) sendo de segunda geração, são produzidos por uma tecnologia que acarreta
problemas sociais, sobretudo decorrente do fato de a matéria-prima ser abundante e
facilmente encontrada, o que impede a geração de novos empregos.
04) sendo de primeira e segunda geração, são produzidos por tecnologias que devem
passar por uma avaliação criteriosa quanto ao uso, pois uma enfrenta o problema da
falta de espaço para plantio da matéria-prima e a outra impede a geração de novas
fontes de emprego.
05) podem acarretar sérios problemas econômicos e sociais, pois a substituição do uso
de petróleo afeta negativamente toda uma cadeia produtiva na medida em que exclui
diversas fontes de emprego nas refinarias, postos de gasolina e no transporte de
petróleo e gasolina.
GABARITO 01
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