RELATÓRIO
ANUAL 2O12
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RELATÓRIO
ANUAL 2O12
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presidente: Abram Szajman
diretor executivo: Antonio Carlos Borges
Editora
Publisher: Neusa Ramos MTB: 20596
Diretora de comunicação: Neusa Ramos
Diretor de conteúdo: André Rocha
Editora executiva: Selma Panazzo
Projeto Gráfico
Editores de arte: Maria Clara Voegeli e Demian Russo
Chefe de arte: Carolina Lusser
Designer: Kareen Sayuri
Assistentes de arte: Camila Marques e Laís Brevilheri
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Prezado participante,
O objetivo da Fecomercio-FPA Previdência Associativa é administrar o seu Plano de Aposentadoria seguindo os preceitos
da governança, fundamentais para a boa gestão.
Divulgar nossas ações e os resultados alcançados em 2012 é
um caminho para aprimorar a comunicação e transparência
com você.
Este Relatório Anual resume as informações mais relevantes
sobre os resultados da gestão do seu Plano em 2012.
Boa leitura.
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INTRODUÇåAO
A Fundação Fecomercio | FPA passou 2012 realizando processo
de escolha de novas parcerias, visando o desenvolvimento do
plano com os instituidores, com o objetivo de promover o aumento do número de participantes.
No processo de escolha do parceiro, estão sendo levadas em
consideração a experiência e tradição da empresa no mercado, a estrutura física mais adequada ao perfil das nossas
necessidades, pois temos instituidores em vários Estados do
País, a equipe de comercialização e a estratégia apresentada
para alavancar o número de participantes.
Ao longo desse ano, foram realizadas diversas reuniões e ampliada a parceria com a seguradora Mongeral em outubro
2012, para iniciarmos as novas atividades a partir de 2013.
Em relação ao número de participantes, no fim de 2012, a FPA
contava com 429.
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Demonstraçoões
ContAbeis
As demonstrações contábeis são apresentadas segundo as
práticas contábeis adotadas no Brasil, e estão em conformidades com a Resolução do Conselho de Gestão de Previdência
Complementar n°5, de 30/1/2002, e alterações posteriores.
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Balanço Patrimonial - Plano FPA
(Em milhares R$)
ATIVO
31/12/2012
31/12/2011
Disponível
140
17
Realizável
3.817
3.211
Gestão Administrativa (Nota 3)
4
5
Gestão Previdencial (Nota 3)
39
33
Investimentos
3.774
3.173
Permanente
-
1
Fundos de Investimentos (Nota 4)
Imobilizado (Nota 5)
3.774
-
3.173
1
TOTAL DO ATIVO
3.957
3.229
PASSIVO
31/12/2012
31/12/2011
Exigível Operacional
33
38
Gestão Previdencial (Nota 6)
16
25
Gestão Administrativa (Nota 6)
17
13
Patrimônio Social
3.924
3.191
Patrimônio de Cobertura do Plano
3.912
3.175
Provisões Matemáticas
3.912
3.175
Benefícios a Conceder (Nota 7)
3.912
3.175
Fundos (Nota 8)
12
16
Fundos Previdenciais
7
8
Fundos Administrativos
5
8
TOTAL DO PASSIVO
3.957
3.229
9
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Demonstração da Mutação do Patrimônio Social
(Em milhares R$)
31/11/2012
31/11/2011
3.191
2.372
35
(+) Contribuições Previdenciais
671
623
(8)
(+) Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Previdencial
260
282
(8)
(+) Receitas Administrativas
205
209
2
1.136
1.114
2
(-) Benefícios
(195)
(83)
(135)
(-) Despesas Administrativas
(208)
(212)
(2)
(403)
(295)
37
(+/-) Provisões Matemáticas
737
825
(11)
(+/-) Fundos Previdenciais
(1)
(3)
(67)
(+/-) Fundos Administrativos
(3)
(3)
-
733
819
(11)
3.924
3.191
23
A) PATRIMÔNIO SOCIAL
INÍCIO DO EXERCÍCIO
Variação (%)
1. ADIÇÕES
2. DESTINAÇÕES
3. ACRÉSCIMO/ DECRÉSCIMO
NO ATIVO LÍQUIDO (1+2)
B) PATRIMÔNIO SOCIAL
FINAL DO EXERCÍCIO (4+3)
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Demonstração da Mutação do Ativo Líquido - Plano FPA
31/12/2012
31/12/2011
Variação (%)
3.183
2.361
35
(+) Contribuições Previdenciais
836
796
5
(+) Resultado Positivo dos Investimentos
Gestão Previdencial
260
282
(8)
1.096
1.078
2
(-) Benefícios
(195)
(82)
138
(-) Custeio Administrativo
(165)
(174)
(5)
(360)
(256)
41
( +/-) Provisões Matemáticas
737
825
(11)
(+/-) Fundos Previdenciais
(1)
(3)
100
736
822
(10)
C) FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS
5
8
(38)
(+/-) Fundos Administrativos
5
8
(38)
3.919
3.183
23
A) ATIVO LÍQUIDO - INÍCIO DO EXERCÍCIO
1. ADIÇÕES
2. DESTINAÇÕES
3. ACRÉSCIMO/ DECRÉSCIMO
NO ATIVO LÍQUIDO (1 +2)
B) ATIVO LÍQUIDO
FINAL DO EXERCÍCIO (A +3)
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Demonstração do Ativo Líquido - Plano FPA
(Em milhares R$)
Descrição
31/12/2012
31/12/2011
Variação (%)
Disponível
140
17
724
Recebível
44
42
5
Investimento
3.756
3.157
19
Fundos de investimento
3.756
3.157
19
3.940
3.216
23
16
25
(36)
16
25
(36)
5
8
(38)
5
8
(38)
3.919
3.183
23
Provisões Matemáticas
3.912
3.175
23
Fundos Previdenciais
7
8
(13)
3.919
3.183
23
1. ATIVOS
2. Obrigações
Operacional
3. FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS
Fundos Administrativos
TOTAL DOS ATIVOS LÍQUIDOS (1-2-3)
5. ATIVO LÍQUIDO (1-2-3-4)
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Demonstração do plano de gestão administrativa
Plano FPA Previdência
(Em milhares R$)
Descrição
31/12/2012
31/12/2011
Variação (%)
A) FUNDO ADMINISTRATIVO
DO EXERCÍCIO ANTERIOR
8
11
(27)
165
174
(5)
Custeio Administrativo
dos Investimentos
35
27
30
Outras Receitas
5
8
(38)
205
209
(2)
Serviços de Terceiros
(152)
(161)
(6)
Despesas Gerais
(20)
(23)
(13)
Depreciações e amortizações
(1)
(1)
-
(173)
(185)
(6)
(35)
(27)
30
(35)
(27)
30
(3)
(3)
-
(3)
(3)
-
5
8
(38)
1. CUSTEIO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA
1.1 RECEITAS
Custeio Administrativo
da Gestão Previdencial
2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS
2.1 ADMINISTRAÇÃO PREVIDENCIAL
2.1.1 DespesasEspecíficas
2.2 ADMINISTRAÇÃO
DOS INVESTIMENTOS
2.2.1 Despesas Específicas
Serviços de Terceiros
4. Sobra/Insuficiência
da Gestão Administrativa (1-2-3)
5. Constituição/Reversão
do Fundo Administrativo (4)
B) FUNDO ADMINISTRATIVO
DO EXERCÍCIO ATUAL (A+5)
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Demonstração do plano de gestão administrativa
(Em milhares R$)
Descrição
31/12/2012
31/12/2011
Variação (%)
A) FUNDO ADMINISTRATIVO
DO EXERCÍCIO ANTERIOR
8
11
(27)
1. CUSTEIO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA
205
209
(2)
165
174
(5)
Custeio Administrativo
dos Investimentos
35
27
30
Outras Receitas
5
8
(38)
205
209
(2)
Serviços de Terceiros
(152)
(161)
(6)
Despesas Gerais
(20)
(23)
(13)
Depreciações e amortizações
(1)
(1)
-
(173)
(185)
(6)
(35)
(27)
30
(35)
(27)
30
(3)
(3)
-
(3)
(3)
-
5
8
(38)
1.1 RECEITAS
Custeio Administrativo
da Gestão Previdencial
2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS
2.1 ADMINISTRAÇÃO PREVIDENCIAL
3. ADMINISTRAÇÃO
DOS INVESTIMENTOS
Serviços de Terceiros
4. Sobra/Insuficiência
da Gestão Administrativa (1-2-3)
5. Constituição/Reversão
do Fundo Administrativo (4)
B) FUNDO ADMINISTRATIVO
DO EXERCÍCIO ATUAL (A+5)
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Demonstração das Obrigações Atuariais
por Plano de Benefícios - Plano FPA
(Em milhares R$)
Descrição
31/12/2012
31/12/2011
Variação (%)
Patrimônio de cobertura
do Plano (1+2)
3.912
3.175
23
1.2 Benefícios a Conceder
3.912
3.175
23
Contribuição
Definida
3.912
3.175
23
Saldo de Contas - Parcela
Patrocinadores/Instituidores
407
317
28
Saldo de Contas - Parcela Participantes
3.505
2.858
23
3.912
3.175
23
1. Provisões Matemáticas
15
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DOS INVESTIMENTOS
Os Investimentos já ultrapassaram a marca de R$ 3,2 milhões,
que podem ser explicados novamente pela excelente rentabilidade alcançada, diante dos resultados das outras opções de
investimento disponível para esse nível de recursos, o que demonstra a boa política de investimentos traçada e a boa escolha
da instituição especializada para realizar os investimentos.
Os recursos continuam aplicados na modalidade de Renda
Fixa, em Fundo de Investimentos lastreados em Títulos Públicos Federais, privados e classificados com baixo risco de crédito.
Dezembro
2011
2012
Investimentos
2.332
3.770
Rentabilidade
10,79%
8,96%
16
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DA ALOCAÇaO
DE RECURSOS PARA
O EXERCÍCIO DE 2012
Apesar de ter alcançado bom volume no fim de 2012, os
recursos existentes ainda não permitem maior diversificação em outras modalidades de investimento e assim continua definida a política de investimentos para a aplicação de
100% recursos no segmento de renda fixa, sendo 70% títulos
públicos e 30% títulos privados, classificado como baixo risco
de crédito. No entanto, ficaremos atentos a alguma oportunidade no segmento de renda variável.
No caso de boa oportunidade, poderá ser utilizada uma
parcela dos recursos, respeitando os limites operacionais
de investimentos.
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DOS RESUMOS
DOS PARECERES
ATUARIAIS E
DE AUDITORIA
Parecer Atuarial
A Avaliação Atuarial do Plano FECOMERCIO | FPA, relativa
ao encerramento do exercício de 2012, demonstrou os valores
das provisões matemáticas, conforme segue (valores em R$).
Os dados individuais, posicionados em 31/12/2012, dos participantes do plano foram informados através de arquivo
eletrônico para fins do estudo anual, cuja a responsabilidade sobre a veracidade de tais informações é inteiramente da Fundação e de seus representantes legais. Tais
informações foram consideradas adequadas para fins do
estudo atuarial anual.
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V4 Consultoria
Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2013.
Vera Piccoli – MIB N° 516
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PARECER
DO AUDITOR
INDEPENDENTE
Aos participantes e às patrocinadoras da FUNDAÇÃO
FECOMERCIO DE PREVIDÊNCIA ASSOCIATIVA
São Paulo – SP
Examinamos as demonstrações contábeis da Fundação
Fecomércio de Previdência Associativa, que compreendem o
balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações da mutação do patrimônio social, do
ativo líquido, da mutação do ativo líquido, do plano de gestão administrativa e das obrigações atuariais do plano para
o exercício findo naquela data, assim como o resumo das
principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da administração
sobre as demonstrações contábeis
A Administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações
contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil aplicáveis a entidades reguladas pelo Conselho
Nacional de Previdência Complementar – CNPC, e pelos
controles Internos que ela determinou como necessários
para permitir a elaboração de demonstrações financeiras
livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
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Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento
de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja
planejada e executada com o objetivo de obter segurança
razoável de que as demonstrações contábeis estão livres
de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos
selecionados para obtenção de evidência a respeito dos
valores e divulgações apresentados nas demonstrações
financeiras da Entidade. Os procedimentos selecionados
dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações
financeiras, independentemente se causada por fraude
ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os
controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que
são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de
expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles
internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a
avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas
e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela
Administração, bem como a avaliação da apresentação
das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente
e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.
Base para opinião com ressalva
Depois da saída da patrocinadora Banco Itaú, em março
de 2008 a Fundação Fecomércio de Previdência Associativa passou a ser custeada quase que na sua totalidade
pela patrocinadora, Federação do Comércio – Fecomércio.
Nos pagamentos registrados na Fundação em 2012, referentes aos aportes da Federação do Comércio, não há o
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registro das despesas custeadas diretamente pela patrocinadora, pois não houve qualquer rateio de despesas, na
medida em que a Fundação Fecomércio de Previdência
Associativa ocupa pessoal e espaço da Federação do Comércio – Fecomércio. A ausência desses ajustes contábeis
para o exercício de 2012 impossibilitou-nos de avaliar seus
efeitos nas demonstrações contábeis da Fundação Fecomércio de Previdência Associativa.
Opinião com ressalva
Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos do assunto descrito no parágrafo “Base para opinião com ressalva”,
as demonstrações contábeis acima referidas apresentam
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fundação de Previdência
Associativa em 31 de dezembro 2012 e o desempenho de
suas operações para o exercício findo naquela data, de
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pelo Conselho Nacional de
Previdência Complementar – CNPC.
Outros assuntos
Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de
dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, são oriundos das demonstrações contábeis anteriormente auditadas por outros auditores independentes,
que emitiram relatório datado de 29 de março de 2012, no
qualconteve ressalva semelhante à apresentada no parágrafo “Base para opinião com ressalva”.
São Paulo, 22 de fevereiro de 2013.
BOUCINHAS, CAMPOS & CONTI
Auditores Independentes S/S
CRC–SP–5.528/O
Toshio Nishioka
Contador CRC–1SP–104.690/O–5
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Notas
Explicativas
1. Contexto operacional
A Fundação Fecomércio de Previdência Associativa, Fecomercio FPA, constituída pela Federação do Comércio do Estado de
São Paulo – é uma Entidade Fechada de Previdência Complementar, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e
financeira, tendo como objetivo a administração e execução
de planos de caráter previdenciário, complementar e facultativo ao regime de previdência social na forma da LC no 109/91,
na modalidade de contribuição definida.
Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a quantidade de participantes era:
Dezembro
2012
2011
Participantes
415
421
22
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2. Apresentação das demonstrações contábeis e principais práticas contábeis
2.1. Apresentação das demonstrações contábeis
As demonstrações contábeis estão apresentadas em atendimento às disposições legais dos órgãos normativos e reguladores das atividades das EFPC, especificamente a Resolução
CNPC nº 08, de 31 de outubro de 2011; Instrução Normativa
MPS/SPC nº 34, de 24 de setembro de 2009; Instrução SNPC
nº 5, de 8 de setembro de 2011 e Resolução CFC nº 1.272, de
22 de janeiro de 2010, que aprova a NBC TE 11, e as práticas
contábeis brasileiras.
As demonstrações contábeis da Entidade são apresentadas
na estrutura de gestão individualizada, considerando os
registros contábeis em gestões (Previdencial e Administrativa) e o Fluxo dos Investimentos, que é comum às Gestões
Previdencial e Administrativa, segundo a natureza e a finalidade das transações, formando um conjunto de informações que caracterizam as atividades destinadas à realização das funções da Entidade.
• Gestão Previdencial: Atividade de registro e de controle
das contribuições, dos benefícios e dos institutos previstos
no art. nº 14 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio
de 2001, bem como do resultado do plano de benefícios de
natureza previdenciária.
• Gestão Administrativa: Atividade de registro e de controle
inerentes à administração dos planos de benefícios.
• Investimentos: Registro e controle referentes à aplicação
dos recursos de cada plano de benefício.
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2.2. Principais práticas contábeis adotadas
As principais práticas contábeis que foram adotadas na elaboração das referidas demonstrações contábeis estão descritas a seguir.
2.2.1. Gestão Previdencial
• Gestão Previdencial: compreende os valores transferidos
dos investimentos, relativos ao resultado dos recursos garantidores correspondentes às atividades da Gestão Previdencial.
• Gestão Administrativa: compreende os valores e direitos
relativos ao custeio de despesas administrativas efetuado
pela patrocinadora e outros eventos administrativos.
• Investimentos: os principais critérios de avaliação e de reconhecimento de receitas são:
a) Fundos de investimentos
Os títulos e valores mobiliários que compõem a carteira dos fundos investidos estão registrados pelo valor de custo, acrescido
dos rendimentos auferidos de forma pro rata até a data de encerramento do balanço e deduzidos, quando aplicável, das provisões para perdas, sendo classificados nas seguintes categorias:
Títulos para negociação: Quando adquiridos com o propósito
de serem negociados, independentemente de prazo a decorrer da data de aquisição, sendo avaliados pelo valor de mercado e seus efeitos reconhecidos do resultado do exercício.
O valor de mercado das cotas dos fundos de investimento
foi apurado com base nos valores de cota divulgados pelos
administradores dos fundos de investimento nos quais a Entidade aplica seis recursos. As carteiras desses fundos estão
compostas por títulos registrados a valor de mercado.
24
Títulos mantidos até o vencimento: Quando a intenção da
Administração for manter os referidos títulos em carteira até
o vencimento, considerando a capacidade financeira da entidade, os prazos mínimos de vencimento e a classificação de
risco do título. Estes são avaliados pelo custo de aquisição,
acrescido dos rendimentos auferidos.
As rendas/variações positivas e deduções/variações negativas da carteira são apropriadas em contas específicas diretamente vinculadas à modalidade de aplicação (Demonstrações das mutações do patrimônio social e demonstrações
das mutações do ativo líquido).
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2.2.2. Permanente
É composto pelos ativos imobilizados que são avaliados ao
custo, depreciados e amortizados, respectivamente, pelo
método linear, tendo como contrapartida a conta de resultado do Plano de Gestão Administrativa – PGA. A taxa anual
aplicada aos bens computadores e periféricos é de 20%.
2.2.3. Exigível opcional
São demonstrados os valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos. São registradas as obrigações
decorrentes de pagamento de benefícios aos participantes,
prestação de serviços por terceiros, obrigações tributárias e
provisões de folha de pagamento e respectivos encargos.
2.2.4. Plano de Gestão Administrativa – PGA
Os registros das operações administrativas são efetuados através do Plano de Gestão Administrativa – PGA, que possui patrimônio próprio segregado dos planos de benefícios previdenciais.
O patrimônio do PGA é constituído pelas receitas e reembolsos
administrativos, deduzidos das despesas comuns e específicas da administração previdencial e dos investimentos, sendo
as sobras ou insuficiências administrativas alocadas ou revertidas ao fundo administrativo.
O saldo do fundo administrativo é segregado por plano de benefício previdencial, não caracterizando obrigações ou direitos
aos instituidores, participantes e assistidos dos planos.
As receitas administrativas da Entidade são debitadas ao plano
previdencial em conformidade com o plano de custeio vigente.
2.2.5. Registro das adições, deduções, receitas, despesas,
rendas/variações positivas e deduções/variações negativas
As adições e deduções da gestão previdencial, receitas e despesas
da gestão administrativa e as rendas/deduções positivas e deduções variações negativas do fluxo de investimentos são escrituradas pelo regime contábil de competência de exercício.
2.2.6. Imposto de renda
Em 29 de dezembro de 2004, foi sancionada a Lei nº 11.053, que
revogou a Medida Provisória nº 2.222, de 4 de setembro de 2001, e
introduziu alterações no sistema de tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário. Conforme previsto no artigo
5º dessa Lei, a partir de 1º de janeiro de 2005, ficaram dispensados
a retenção na fonte e o pagamento em separado do imposto de
renda sobre os rendimentos e ganhos auferidos nas aplicações
de recursos das provisões, reservas técnicas e fundos de planos
de benefícios de entidade de previdência complementar.
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2.2.7. PIS e Cofins
São as contribuições calculadas às alíquotas de 0,65% para o
PIS e 4% para a Cofins, sobre as receitas administrativas conforme Anexo III da Instrução Normativa nº 247, de 21 de novembro
de 2002 (receita bruta excluída, entre outros, dos rendimentos
auferidos nas aplicações financeiras destinadas a pagamentos
de benefícios de aposentadoria, pensão, pecúlio e de resgate.
2.2.8. Transferência entre gestões
Os critérios utilizados nas transferências entre gestões relativas a cada uma das gestões, constantes das demonstrações
de resultados, foram:
Gestão de investimentos
Debitado pela transferência para a gestão previdencial e administrativa dos recursos relativos ao resultado positivo dos investimentos de cada gestão a cada mês e para a gestão administrativa pelas despesas relativas à administração dos investimentos.
Creditado pela transferência para a gestão previdencial e administrativa dos recursos relativos ao resultado negativo dos
investimentos de cada gestão a cada mês.
Gestão previdencial
Debitado pela transferência para a gestão administrativa,
dos recursos relativos à contribuição administrativa, conforme previsto no regulamento e avaliação atuarial, para cobertura das despesas administrativas. Debitado ou creditado
pela transferência da gestão de investimentos dos recursos
relativos ao resultado negativo ou positivo dos investimentos
previdenciais de cada mês.
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Gestão administrativa
Creditado pela transferência de gestão previdencial, dos recursos relativos à contribuição administrativa, para cobertura de despesas administrativas, conforme previsto no regulamento e avaliação atuarial. Debitado ou creditado pela
transferência da gestão de investimentos dos recursos relativos ao resultado negativo ou positivo dos investimentos
previdenciais de cada mês. Creditado pela transferência para
a gestão de investimentos das despesas relativas à administração dos investimentos.
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2.2.9. Provisões matemáticas
As provisões matemáticas são determinadas em bases atuariais e representam os compromissos acumulados no encerramento do exercício, em relação aos benefícios concedidos e
a conceder aos participantes ou aos seus beneficiários.
2.2.10. Estimativas contábeis
A elaboração das demonstrações contábeis, de acordo com
as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pela Previc, requer que a Administração use
de julgamento na determinação e registro de estimativas
contáveis. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas
estimativas e premissas incluem: os ajustes pelos valores de
mercado dos ativos classificados em títulos para negociação,
as provisões para contingências e as provisões matemáticas,
dentre outros. A liquidação das transações envolvendo essas
estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua
determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas periodicamente.
2.2.11. Custeio administrativo
As despesas administrativas previdenciais da Entidade são
mensalmente reembolsadas pela Instituidora, sendo que os
custos com a administração dos investimentos são deduzidos
dos rendimentos dos investimentos obtidos em cada mês.
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27
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3. Realizável
2012
2011
Contribuições a receber 1
35
33
Adiantamentos 2
4
-
4
5
415
421
Gestão previdencial
Gestão administrativa
Contribuições a receber 1
1. Contribuições a receber dos instituidores
2. Adiantamentos feitos pelos instituidores referentes ao repasse para cobertura de benefício de risco de janeiro de 2013
4. investimentos
a) Títulos para negociação
2012
2011
3.774
3.173
3.774
3.173
Fundos de investimentos
Quotas de fundos
de investimentos
b) Títulos mantidos até o vencimento
Não foram classificados títulos na condição de “mantidos
até o vencimento”.
c) Títulos para negociação
As cotas dos Fundos de investimento estão valorizadas pelo
valor da cota divulgada pelo administrador dos Fundos na
data do balanço.
Esses investimentos são os recursos garantidores das reservas técnicas, conforme prevista na Resolução CMN nº 3.792
de 24 de setembro de 2009.
28
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5. Permanente
O permanente está registrado no Plano de Gestão Administrativa – PGA e está classificado em Imobilizado, Intangível e Diferido.
Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, o permanente possui a
seguinte composição:
2012
2011
Imobilizado
-
1
Operacional Corpóreo
-
1
Bens Móveis
-
1
PErmanente
1
29
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6. Exigível operacional
Os compromissos do Exigível Operacional são demonstrados:
2012
2011
Benefícios a pagar
13
-
Retenções a recolher
1
-
Recursos Antecipados
-
3
Valores a pagar 1
2
22
Obrigações com serviços
de terceiros
13
12
Retenções de impostos
4
1
33
38
gestão previdencial
gestão administrativa
1. Repasse para cobertura de benefício de risco e contribuição
recebida a mais a ser devolvida.
30
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7. Provisões matemáticas
As provisões matemáticas foram calculadas por atuários,
cujos pareceres evidenciam o cumprimento às normas de
atuária pertinentes, considerando-se as características peculiares do Estatuto e do Regulamento do plano de benefícios e incluem os compromissos correspondentes aos participantes que já adquiriram direitos, e estão representados por:
a) Benefícios a conceder
Correspondem à totalidade dos saldos efetivamente acumulados nas contas individuais dos participantes que ainda não
estão em gozo do benefício.
b) Fundo previdencial
É constituído por aportes de terceiros que não foram resgatados, quando da data de desligamento do participante, por ser
inferior a carência de 18 meses no plano.
7.1. Premissas e hipóteses atuariais (aguardando DA)
Os cálculos das provisões matemáticas consideram as seguintes premissas e hipóteses atuariais e econômicas:
• Indexador do plano: rentabilidade
• Taxa de juros: 6% a.A.
• Projeção de crescimento real de salário: não aplicável
• Projeção de crescimento real dos benefícios do plano:
não aplicável
• Inflação futura estimada: não aplicável
Hipóteses biométricas e demográficas:
• Tábua de mortalidade geral: ibge/2009
• Tábua de mortalidade de inválidos: não aplicável
• Tábua de entrada em invalidez: não aplicável
• Rotatividade: não aplicável
• Geração futura: não aplicável
2011
Constituição 2012
Benefícios
a conceder
Contribuição
definida
Saldo de contas -
parcelas instituidores
Saldo de contas -
parcelas participantes
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317
90
407
2.858
647
3.505
3.175
737
3.912
31
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8. Fundos
8.1. Fundo previdencial
Composto pelas parcelas de contribuição dos instituidores
que não foram utilizadas para o pagamento de benefícios
em função das condições de elegibilidade e tipo de benefício
pago ao participante no momento de seu desligamento.
8.2. Fundo administrativo
O Fundo Administrativo corresponde à diferença entre as
receitas e despesas administrativas, acrescida do retorno
dos investimentos.
2011
Fundos
Previdenciais
Fundos
Administrativos
Constituição/
2012
(reversão)
8
(1)
7
8
(3)
5
16
(4)
12
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Órgaos de
Administraçao
Membros dos Conselhos – Deliberativo e Fiscal
Abram Szajman
Airton Nogueira
Akira Kido
Amauri dos Santos
Anna Luiza Muller Caravellas
Antonio Carlos Borges
Arlindo Liberatti
Benedito Toso de Arruda
Euclides Carli
Fábio Augusto Luiz Pina
Fernando Martins da Fonseca
Gener Silva
George Assad Chadade
Ivo Dall Ácqua Junior
Jona Locatelli
Jorge Jamal Ayyad Badra
José Maria Faria
José Maria Ferrer
Kézia Coutinho de Lima
Laércio Baptista da Silva
Manuel Henrique Farias Ramos
Paulo João de Oliveira Alonso
Rachid José Jaudi
Raphael Mário Noschese
Raul Milton Souza Sulzbacher
Reinaldo Pedro Correa
Romeu Chap Chap
Ruy Pedro Moraes Nazariam
Wilson Hiroshi Tanaka
Atenciosamente,
A Diretoria
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Aqui tem a presença do
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sença do
Aqui tem a pre
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