INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
Ministério da Educação
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
Campus Catanduva
Curso superior de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Catanduva, SP
Agosto, 2011
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Dilma Vana Rousseff
MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
Fernando Haddad
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Eliezer Moreira Pacheco
REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO
Arnaldo Augusto Ciquielo Borges
PRÓ-REITOR DE ENSINO
Lourdes de Fátima Bezerra Carril
PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO
Yoshikazu Suzumura Filho
PRÓ-REITOR DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
Gersoney Tonini Pinto
PRÓ-REITOR DE PESQUISA E INOVAÇÃO
João Sinohara da Silva Sousa
PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO
Garabed Kenchian
DIRETOR DO CAMPUS CATANDUVA
Márcio Andrey Teixeira
GERENTE EDUCACIONAL DO CAMPUS CATANDUVA
Marcos Rodrigues Costa
COORDENADOR DA ÁREA DE INFORMÁTICA
Daniel Corrêa Lobato
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO
Daniel Corrêa Lobato, Lúcio Rodrigo de Carvalho, Osvaldo Severino Jr., Ricardo Bortolatto
Nunes, Rosemeire Bressan
i
Sumário
Lista de Figuras
iv
Lista de Tabelas
v
1
Identificação da Instituição
1
1.1
Missão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1
1.2
Histórico Institucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2
1.2.1
A Escola de Aprendizes e Artífices de São Paulo . . . . . . . . . . . . . .
4
1.2.2
O Liceu Industrial de São Paulo
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
4
1.2.3
A Escola Industrial de São Paulo e a Escola Técnica de São Paulo . . . .
5
1.2.4
A Escola Técnica Federal de São Paulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
6
1.2.5
O Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo . . . . . . . . . .
7
1.2.6
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo . . . . .
8
1.3
Histórico do Campus Catanduva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
10
1.4
Caracterização do Município de Catanduva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
10
2
Justificativa e caracterização de demanda para o curso
14
2.1
Computação no Brasil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
14
2.1.1
Políticas públicas brasileiras na área de Computação . . . . . . . . . . . .
14
2.1.2
Formação de profissionais na área . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
15
Justificativa de demanda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
15
2.2
3
Objetivos
22
3.1
Objetivo geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
22
3.2
Objetivos específicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
22
ii
4
Requisitos de acesso
23
5
Perfil profissional do egresso
24
5.1
Classes de Problemas que os egressos estarão capacitados a resolver . . . . . . . .
26
5.2
Funções que os egressos poderão exercer no mercado de trabalho . . . . . . . . .
26
5.3
Capacidade de adaptação do egresso à evolução das tecnologias . . . . . . . . . .
27
5.4
Regulamentação da profissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
27
6
7
Organização curricular
29
6.1
Dispositivos legais balizadores da organização proposta . . . . . . . . . . . . . . .
29
6.2
Áreas de conhecimento cobertas pela Matriz Curricular . . . . . . . . . . . . . . .
30
6.3
Matriz curricular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
32
6.4
Ementário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
36
6.4.1
Disciplinas do 1o semestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
36
6.4.2
Disciplinas do 2o semestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
48
6.4.3
Disciplinas do 3o semestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
58
6.4.4
Disciplinas do 4o semestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
70
6.4.5
Disciplinas do 5o semestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
82
6.4.6
Disciplinas do 6o semestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
92
6.4.7
Disciplinas eletivas (5o e 6o semestres) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
6.5
Atividades complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
6.6
Projeto integrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
Estágio supervisionado não obrigatório
7.1
115
Relatórios de estágio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
8
Critérios de aproveitamento de estudos
118
9
Atendimento discente
120
9.1
Acompanhamento dos estudantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120
iii
9.2
Acompanhamento dos egressos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121
10 Processo de avaliação
123
10.1 Avaliação da aprendizagem
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
10.2 Avaliação do Projeto Político Pedagógico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125
11 Modelo de diploma e certificados
127
12 Equipe de trabalho
128
12.1 Núcleo Docente Estruturante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128
12.2 Corpo docente
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128
12.3 Coordenação de área e do curso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
12.4 Corpo técnico-administrativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130
13 Instalações e equipamentos
131
13.1 Infra-estrutura física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131
13.2 Laboratórios de informática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132
13.3 Laboratórios específicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132
13.3.1 Laboratório de hardware . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
13.3.2 Laboratório de redes e teleprocessamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
Referências Bibliográficas
134
Apêndice A -- Código de Ética para uso dos recursos computacionais
136
A.1 Sobre a privacidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136
A.2 Sobre os recursos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137
A.3 Atividades que constituem uso indevido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137
A.4 Sobre as penalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138
Anexo A -- Memorandos encaminhados relacionados com o curso
140
iv
Lista de Figuras
1
Mapa de localização dos campi do IFSP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
11
2
Total de alunos matriculados em 2009 em cada nível escolar . . . . . . . . . . . .
13
3
Evolução do número de alunos matriculados e do número de concluintes, em cursos
de Tecnologia na área de computação no Brasil, por ano . . . . . . . . . . . . . .
4
Participação dos alunos de cursos de tecnologia em relação ao total de alunos de
computação, por ano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5
16
16
Evolução do número de alunos matriculados e do número de concluintes, em cursos
na área de computação no Brasil, por ano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
17
6
Evolução do número de cursos da área de computação no Brasil, por ano . . . . .
17
7
Mapa de localização dos pólos de software no território nacional . . . . . . . . . .
20
8
Distribuição da carga horária obrigatória das áreas de conhecimento por semestre
curricular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
33
9
Matriz curricular para o curso proposto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
34
10
Grafo de relação de dependência entre disciplinas da matriz curricular . . . . . .
35
11
Modelo de diploma e certificados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127
12
Cópia de memorando encaminhando ofício da prefeitura solicitando a instalação
de curso superior na área de informática na cidade de Catanduva. . . . . . . . . . 141
13
Cópia de memorando encaminhando análise favorável do campus sobre a demanda
da prefeitura sobre um curso superior na área de informática na cidade de Catanduva.142
v
Lista de Tabelas
1
Relação de campi do IFSP, com as respectivas datas de início das atividades . . .
9
2
Distribuição dos empregos nos setores de atividade econômica em Catanduva . .
12
3
Pólos de software em operação no País . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
20
4
Distribuição da carga horária por área de conhecimento . . . . . . . . . . . . . .
32
5
Corpo docente do campus na área de informática . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
6
Total de horas de aula de 50min, por área, para a condução do curso . . . . . . . 129
7
Déficit de professores por área, considerando o corpo docente atual, para a condução do curso proposto e dos cursos já em andamento. . . . . . . . . . . . . . . 130
8
Corpo de servidores técnico-administrativos no campus . . . . . . . . . . . . . . . 130
9
Infra-estrutura física necessária para a condução do curso proposto neste Projeto
131
1
1
Identificação da Instituição
NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
SIGLA: IFSP
CNPJ: 10882594/0001-65
NATUREZA JURÍDICA: Autarquia Federal
VINCULAÇÃO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação
(SETEC)
ENDEREÇO: Rua Pedro Vicente, 625 – Canindé – São Paulo, SP
CEP: 01109-010
TELEFONES: (11) 2763-7563 (Reitoria)
FACSÍMILE: (11) 2763-7650
PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET: http://www.ifsp.edu.br
ENDEREÇO ELETRÔNICO: [email protected]
DADOS SIAFI: UG: 153026
GESTÃO: 15220
NORMA DE CRIAÇÃO: Lei 11.892 de 29/12/2008
NORMAS QUE ESTABELECERAM A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ADOTADA
NO PERÍODO: Lei 11.892 de 29/12/2008
FUNÇÃO DE GOVERNO PREDOMINANTE: Educação
1.1
Missão
Consolidar uma práxis educativa que contribua para a inserção social, à formação integradora
e à produção do conhecimento.
2
1.2
Histórico Institucional
Historicamente, principalmente a partir do avanço da industrialização pós-1930, a educação
brasileira passa a ser referência para o desenvolvimento de projetos econômico-sociais
Nesse contexto, a escola como o lugar da aquisição do conhecimento passa a ser esperança
de uma vida melhor, sobretudo, no avanço da urbanização que se processa no país. Apesar de
uma oferta reduzida de vagas escolares, nem sempre a inserção do aluno significou a continuidade, marcando a evasão como elemento destacado das dificuldades de sobrevivência dentro da
dinâmica educacional brasileira, além de uma precária qualificação profissional.
Na década de 1960, a internacionalização do capital multinacional nos grandes centros urbanos do Centro-sul acabou por fomentar a ampliação de vagas para a escola fundamental. O
projeto tinha como princípio básico fornecer algumas habilidades necessárias para a expansão do
setor produtivo, agora identificado com a produção de bens de consumo duráveis. Na medida
que a popularização da escola pública se fortaleceu, as questões referentes à interrupção do processo de escolaridade também se evidenciaram, mesmo porque havia um contexto de estrutura
econômica que, de um lado, apontava para a rapidez do processo produtivo e, por outro, não
assegurava melhorias das condições de vida e nem mesmo indicava mecanismos de permanência
do estudante, numa perspectiva formativa.
A partir da década de 1970, entretanto, a ampliação da oferta de vagas em cursos profissionalizantes apontava um novo estágio da industrialização brasileira ao mesmo tempo em que
privilegiava a educação privada em nível de terceiro grau.
A Lei no 5.692/71 (Reforma do Ensino de 1o e 2o Graus), de certa maneira, tentou obscurecer
esse processo, transformando os níveis “primário” e “ginásio” a escola de nível fundamental num
primeiro grau de oito anos, além da criação do segundo grau como definidor do caminho à profissionalização. No que se referia a esse último grau de ensino, a oferta de vagas não era suficiente
para a expansão da escolaridade da classe média que almejava um mecanismo de acesso à universidade. Nesse sentido, as vagas não contemplavam toda a demanda social e o que de fato ocorria
era uma exclusão das camadas populares. Em termos educacionais, o período caracterizou-se
pela privatização do ensino, institucionalização do ensino “pseudo-profissionalizante” e demasiado
tecnicismo pedagógico.
Deve-se levar em conta que o modelo educacional brasileiro historicamente não valorizou a
profissionalização visto que as carreiras de ensino superior é que eram reconhecidas socialmente
no âmbito profissional. Este fato foi reforçado por uma industrialização dependente e tardia que
não desenvolvia segmentos de tecnologia avançada e, consequentemente, por um contingente de
força de trabalho que não requeria senão princípios básicos de leitura e aritmética destinados,
apenas, aos setores instalados nos centros urbano-industriais, prioritariamente no centro-sul.
3
Mais uma vez, portanto, se colocava o segundo grau numa condição intermediária sem terminalidade profissional e destinado às camadas mais favorecidas da população. É importante
destacar que a pressão social por vagas nas escolas, na década de 1980, explicitava essa política.
O aprofundamento da inserção do Brasil na economia mundial trouxe o acirramento da busca
de oportunidades por parte da classe trabalhadora que via perderem-se os ganhos anteriores, do
ponto de vista da obtenção de um posto de trabalho regular e da escola como formativa para as
novas demandas do mercado. Esse processo se refletiu no desemprego em massa constatado na
década de 1990, quando se constitui o grande contingente de trabalhadores na informalidade, a
flexibilização da economia e a consolidação do neoliberalismo. Acompanharam esse movimento:
a migração intraurbana, a formação de novas periferias e a precarização da estrutura educacional
no país.
As Escolas Técnicas Federais surgiram num contexto histórico no qual a industrialização
sequer havia se consolidado no país. Entretanto, indicou uma tradição que formava o artífice
para as atividades prioritárias no setor secundário.
Durante toda a evolução da economia brasileira e sua vinculação com as transformações
postas pela Divisão Internacional do Trabalho, essa escola teve participação marcante e distinguia
seus alunos dos demais candidatos, tanto no mercado de trabalho, quanto na universidade.
Contudo, foi a partir de 1953 que se iniciou um processo de reconhecimento do ensino
profissionalizante como formação adequada que dava acesso à universidade. Esse aspecto foi
reiterado em 1959 com a criação das escolas técnicas e consolidado com a LDB no 4024/61.
Nessa perspectiva, até a LDB no 9394/96, o ensino técnico equivalente ao ensino médio foi
reconhecido como acesso ao ensino superior. Essa situação se rompe com o Decreto no 2.208/96
que é refutado a partir de 2005 quando se assume novamente o ensino médio técnico integrado.
Nesse percurso histórico, pode-se perceber que o IFSP nas suas várias caracterizações (Escolas de Artífices, Escola Técnica, CEFET e Escolas Agrotécnicas) assegurou a oferta de trabalhadores qualificados para o mercado, bem como se transformou numa escola integrada no
nível técnico, valorizando o ensino superior e, ao mesmo tempo, oferecendo oportunidades para
aqueles que, injustamente, não conseguiram acompanhar a escolaridade regular.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) foi instituído
pela Lei no 11.892, de 29 de dezembro de 2008, mas, para abordarmos a sua criação, devemos
observar como o IF foi construído historicamente, partindo da Escola de Aprendizes e Artífices
de São Paulo, o Liceu Industrial de São Paulo, a Escola Industrial de São Paulo e Escola Técnica
de São Paulo, a Escola Técnica Federal de São Paulo e o Centro Federal de Educação Tecnológica
de São Paulo.
4
1.2.1
A Escola de Aprendizes e Artífices de São Paulo
A criação dos atuais Institutos Federais se deu pelo Decreto no 7.566, de 23 de setembro de
1909, com a denominação de Escola de Aprendizes e Artífices, então localizadas nas capitais dos
estados existentes, destinando-as a propiciar o ensino primário profissional gratuito (FONSECA,
1986). Este decreto representou o marco inicial das atividades do governo federal no campo
do ensino dos ofícios e determinava que a responsabilidade pela fiscalização e manutenção das
escolas seria de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio.
Na Capital do Estado de São Paulo, o início do funcionamento da escola ocorreu no dia 24
de fevereiro de 1910, instalada precariamente num barracão improvisado na Avenida Tiradentes,
sendo transferida, alguns meses depois, para as instalações no bairro de Santa Cecília, à Rua
General Júlio Marcondes Salgado, 234, lá permanecendo até o final de 1975. Os primeiros cursos
oferecidos foram de tornearia, mecânica e eletricidade, além das oficinas de carpintaria e artes
decorativas (FONSECA, 1986).
O contexto industrial da Cidade de São Paulo, provavelmente aliado à competição com o
Liceu de Artes e Ofícios, também na Capital do Estado, levou a adaptação de suas oficinas para
o atendimento de exigências fabris não comuns na grande maioria das escolas dos outros Estados.
Assim, a escola de São Paulo foi uma das poucas que ofereceu desde seu início de funcionamento
os cursos de tornearia, eletricidade e mecânica e não ofertou os ofícios de sapateiro e alfaiate
comuns nas demais.
Nova mudança ocorreu com a aprovação do Decreto no 24.558, de 03 de julho de 1934, que
expediu outro regulamento para o ensino industrial, transformando a inspetoria em superintendência.
1.2.2
O Liceu Industrial de São Paulo
O ensino no Brasil passou por uma nova estruturação administrativa e funcional no ano
de 1937, disciplinada pela Lei no 378, de 13 de janeiro, que regulamentou o recém-denominado
Ministério da Educação e Saúde. Na área educacional, foi criado o Departamento Nacional da
Educação que, por sua vez, foi estruturado em oito divisões de ensino: primário, industrial,
comercial, doméstico, secundário, superior, extraescolar e educação física (Lei no 378, 1937).
A nova denominação de Liceu Industrial de São Paulo perdurou até o ano de 1942, quando
o Presidente Getúlio Vargas, já em sua terceira gestão no Governo Federal (10 de novembro de
1937 a 29 de outubro de 1945), baixou o Decreto-Lei no 4.073, de 30 de janeiro, definindo a Lei
Orgânica do Ensino Industrial que preparou novas mudanças para o ensino profissional.
5
1.2.3
A Escola Industrial de São Paulo e a Escola Técnica de São Paulo
Em 30 de janeiro de 1942 foi baixado o Decreto-Lei no 4.073, introduzindo a Lei Orgânica
do Ensino Industrial e implicando a decisão governamental de realizar profundas alterações na
organização do ensino técnico. Foi a partir dessa reforma que o ensino técnico industrial passou a
ser organizado como um sistema, passando a fazer parte dos cursos reconhecidos pelo Ministério
da Educação (MATIAS, 2004).
Esta norma legal foi, juntamente com as Leis Orgânicas do Ensino Comercial (1943) e Ensino
Agrícola (1946), a responsável pela organização da educação de caráter profissional no país. Neste
quadro, também conhecido como Reforma Capanema, o Decreto-Lei no 4.073 traria “unidade de
organização em todo território nacional”. Até então, “a União se limitara, apenas a regulamentar
as escolas federais”, enquanto as demais, “estaduais, municipais ou particulares regiam-se pelas
próprias normas ou, conforme os casos, obedeciam a uma regulamentação de caráter regional”
(FONSECA, 1986).
No momento que o Decreto-Lei no 4.073, de 1942 passava a considerar a classificação das
escolas em técnicas, industriais, artesanais ou de aprendizagem, estava criada uma nova situação
indutora de adaptações das instituições de ensino profissional e, por conta desta necessidade
de adaptação, outras determinações definidas por disposições transitórias para a execução do
disposto na Lei Orgânica foram sendo implementadas.
A primeira disposição foi enunciada pelo Decreto-Lei no 8.673, de 03 de fevereiro de 1942,
que regulamentava o Quadro dos Cursos do Ensino Industrial, esclarecendo aspectos diversos
dos cursos industriais, dos cursos de mestria e, também, dos cursos técnicos. A segunda, pelo
Decreto no 4.119, de 21 de fevereiro de 1942, determinava que os estabelecimentos federais de
ensino industrial passassem à categoria de escolas técnicas ou de escolas industriais e definia,
ainda, prazo até 31 de dezembro daquele ano para a adaptação aos preceitos fixados pela Lei
Orgânica. Pouco depois, era a vez do Decreto-Lei no 4.127, assinado em 25 de fevereiro de 1942,
que estabelecia as bases de organização da rede federal de estabelecimentos de ensino industrial,
instituindo as escolas técnicas e as industriais (FONSECA, 1986).
Foi por conta desse último Decreto, de número 4.127, que se deu a criação da Escola Técnica
de São Paulo, visando à oferta de cursos técnicos e os cursos pedagógicos, sendo eles das esferas
industriais e de mestria, desde que compatíveis com as suas instalações disponíveis, embora ainda
não autorizada a funcionar. Instituía, também, que o início do funcionamento da Escola Técnica
de São Paulo estaria condicionado a construção de novas e próprias instalações, mantendo-a na
situação de Escola Industrial de São Paulo enquanto não se concretizassem tais condições.
Ainda quanto ao aspecto de funcionamento dos cursos considerados técnicos, é preciso mencionar que, pelo Decreto no 20.593, de 14 de Fevereiro de 1946, a escola paulista recebeu autorização
6
para implantar o Curso de Construção de Máquinas e Motores. Outro Decreto, de no 21.609, de
12 de agosto 1946, autorizou o funcionamento de outro curso técnico, o de Pontes e Estradas.
Retornando à questão das diversas denominações do IFSP, apuramos em material documental a existência de menção ao nome de Escola Industrial de São Paulo em raros documentos.
Nessa pesquisa, observa-se que a Escola Industrial de São Paulo foi a única transformada em
Escola Técnica. As referências aos processos de transformação da Escola Industrial à Escola
Técnica apontam que a primeira teria funcionado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, fato
desconhecido pelos pesquisadores da história do IFSP (PINTO, 2004).
Também na condição de Escola Técnica de São Paulo, desta feita no governo do Presidente
Juscelino Kubitschek (31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de 1961), foi baixado outro marco
legal importante da Instituição. Trata-se da Lei no 3.552, de 16 de fevereiro de 1959, que
determinou sua transformação em entidade autárquica. A mesma legislação, embora de maneira
tópica, concedeu maior abertura para a participação dos servidores na condução das políticas
administrativa e pedagógica da escola.
Importância adicional para o modelo de gestão proposto pela Lei no 3.552, foi definida pelo
Decreto n 52.826, de 14 de novembro de 1963, do presidente João Goulart (24 de janeiro de
1963 a 31 de marco de 1964), que autorizou a existência de entidades representativas discentes
nas escolas federais, sendo o presidente da entidade eleito por escrutínio secreto e facultada sua
participação nos Conselhos Escolares, embora sem direito a voto.
Quanto à localização da escola, dados dão conta de que a ocupação de espaços durante a
existência da escola com as denominações de Escola de Aprendizes Artífices, Liceu Industrial
de São Paulo, Escola Industrial de São Paulo e Escola Técnica de São Paulo, ocorreram exclusivamente na Avenida Tiradentes, no início das atividades, e na Rua General Júlio Marcondes
Salgado, posteriormente.
1.2.4
A Escola Técnica Federal de São Paulo
A denominação de Escola Técnica Federal surgiu logo no segundo ano do governo militar,
por ato do Presidente Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco (15 de abril de 1964 a 15
de março de 1967), incluindo pela primeira vez a expressão federal em seu nome e, desta maneira,
tornando clara sua vinculação direta à União.
Essa alteração foi disciplinada pela aprovação da Lei no 4.759, de 20 de agosto de 1965, que
abrangeu todas as escolas técnicas e instituições de nível superior do sistema federal.
No ano de 1971, foi celebrado o Acordo Internacional entre a União e o Banco Internacional de
Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD, cuja proposta era a criação de Centros de Engenharia
de Operação, um deles junto à escola paulista. Embora não autorizado o funcionamento do
7
referido Centro, a Escola Técnica Federal de São Paulo – ETFSP acabou recebendo máquinas e
outros equipamentos por conta do acordo.
Ainda, com base no mesmo documento, o destaque e o reconhecimento da ETFSP iniciou-se
com a Lei no 5.692/71 (Reforma do Ensino de 1o e 2o Graus), possibilitando a formação de
técnicos com os cursos integrados, (médio e técnico), cuja carga horária, para os quatro anos,
era em média de 4.500 horas/aula.
Foi na condição de ETFSP que ocorreu, no dia 23 de setembro de 1976, a mudança para as
novas instalações no Bairro do Canindé, na Rua Pedro Vicente, 625. Essa sede ocupava uma área
de 60 mil m2 , dos quais 15 mil m2 construídos e 25 mil m2 projetados para outras construções.
À medida que a escola ganhava novas condições, outras ocupações surgiram no mundo do
trabalho e outros cursos foram criados. Dessa forma, foram implementados os cursos técnicos
de Eletrotécnica (1965), de Eletrônica e Telecomunicações (1977) e de Processamento de Dados
(1978) que se somaram aos de Edificações e Mecânica, já oferecidos.
No ano de 1986, pela primeira vez, após 23 anos de intervenção militar, professores, servidores
administrativos e alunos participaram diretamente da escolha do diretor, mediante a realização
de eleições. Com a finalização do processo eleitoral, os três candidatos mais votados, de um total
de seis que concorreram, compuseram a lista tríplice encaminhada ao Ministério da Educação
para a definição daquele que seria nomeado.
Foi na primeira gestão eleita (Prof. Antonio Soares Cervila) que houve o início da expansão
das unidades descentralizadas - UNEDs da escola, com a criação, em 1987, da primeira do país, no
município de Cubatão. A segunda UNED do Estado de São Paulo principiou seu funcionamento
no ano de 1996, na cidade de Sertãozinho, com a oferta de cursos preparatórios e, posteriormente,
ainda no mesmo ano, as primeiras turmas do Curso Técnico de Mecânica, desenvolvido de forma
integrada ao ensino médio.
1.2.5
O Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo
No primeiro governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, o financiamento da ampliação e reforma de prédios escolares, aquisição de equipamentos, e capacitação de servidores, no
caso das instituições federais, passou a ser realizado com recursos do Programa de Expansão da
Educação Profissional - PROEP (MATIAS, 2004).
Por força de um Decreto sem número, de 18 de janeiro de 1999, baixado pelo Presidente
Fernando Henrique Cardoso (segundo mandato de 01 de janeiro de 1999 a 01 de janeiro de
2003), se oficializou a mudança de denominação para CEFET- SP.
Igualmente, a obtenção do status de CEFET propiciou a entrada da Escola no oferecimento
8
de cursos de graduação, em especial, na Unidade de São Paulo, onde, no período compreendido
entre 2000 a 2008, foi ofertada a formação de tecnólogos na área da Indústria e de Serviços,
Licenciaturas e Engenharias.
Desta maneira, as peculiaridades da pequena escola criada em 1909 e cuja memória estrutura
sua cultura organizacional, majoritariamente, desenhada pelos servidores da Unidade São Paulo,
foi sendo, nessa década, alterada por força da criação de novas unidades, acarretando a abertura
de novas oportunidades na atuação educacional e discussão quanto aos objetivos de sua função
social.
A obrigatoriedade do foco na busca da perfeita sintonia entre os valores e possibilidades da
Instituição foi impulsionada para atender às demandas da sociedade em cada localidade onde se
inaugurava uma Unidade de Ensino, levando à necessidade de flexibilização da gestão escolar e
construção de novos mecanismos de atuação.
1.2.6
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
O Brasil vem experimentando, nos últimos anos, um crescimento consistente de sua economia, o que demanda da sociedade uma população com níveis crescentes de escolaridade, educação
básica de qualidade e profissionalização. A sociedade começa a reconhecer o valor da educação
profissional, sendo patente a sua vinculação ao desenvolvimento econômico.
Um dos propulsores do avanço econômico é a indústria que, para continuar crescendo, necessita de pessoal altamente qualificado: engenheiros, tecnólogos e, principalmente, técnicos de
nível médio. O setor primário tem se modernizado, demandando profissionais para manter a
produtividade. Essa tendência se observa também no setor de serviços, com o aprimoramento
da informática e das tecnologias de comunicação, bem como a expansão do segmento ligado ao
turismo.
Se de um lado temos uma crescente demanda por professores e profissionais qualificados,
por outro temos uma população que foi historicamente esquecida no que diz respeito ao direito
a educação de qualidade e que não teve oportunidade de formação para o trabalho.
Considerando-se, portanto, essa grande necessidade pela formação profissional de qualidade
por parte dos alunos oriundos do ensino médio, especialmente nas classes populares, aliada à proporcional baixa oferta de cursos superiores públicos no Estado de São Paulo, o IFSP desempenha
um relevante papel na formação de técnicos, tecnólogos, engenheiros, professores, especialistas,
mestres e doutores, além da correção de escolaridade regular por meio do PROEJA e PROEJA
FIC.
A oferta de cursos está sempre em sintonia com os arranjos produtivos, culturais e educacionais, de âmbito local e regional. O dimensionamento dos cursos privilegia, assim, a oferta
9
daqueles técnicos e de graduações nas áreas de licenciaturas, engenharias e tecnologias.
Além da oferta de cursos técnicos e superiores, o IFSP atua na formação inicial e continuada
de trabalhadores, bem como na pós-graduação e pesquisa tecnológica. Avança no enriquecimento
da cultura, do empreendedorismo e cooperativismo, e no desenvolvimento socioeconômico da
região de influência de cada campus, da pesquisa aplicada destinada à elevação do potencial das
atividades produtivas locais e da democratização do conhecimento à comunidade em todas as
suas representações.
A Educação Científica e Tecnológica ministrada pelo IFSP é entendida como um conjunto de
ações que buscam articular os princípios e aplicações científicas dos conhecimentos tecnológicos
à ciência, à técnica, à cultura e às atividades produtivas. Este tipo de formação é imprescindível
para o desenvolvimento social da nação, sem perder de vista os interesses das comunidades locais
e suas inserções no mundo cada vez mais definido pelos conhecimentos tecnológicos, integrando
o saber e o fazer por meio de uma reflexão crítica das atividades da sociedade atual, em que
novos valores reestruturam o ser humano.
Assim, a educação exercida no IFSP não está restrita a uma formação meramente profissional, mas contribui para a iniciação na ciência, nas tecnologias, nas artes e na promoção de
instrumentos que levem à reflexão sobre o mundo.
Atualmente, o IFSP conta com 17 campi e 3 campi avançados, listados na Tabela 1, sendo
que o primeiro campus é o de São Paulo, cujo histórico já foi relatado neste panorama.
Campus
Autorização de funcionamento
São Paulo
Cubatão
Sertãozinho
Guarulhos
São João da Boa Vista
Caraguatatuba
Bragança Paulista
Salto
São Carlos
São Roque
Campos do Jordão
Birigui
Piracicaba
Itapetininga
Catanduva
Araraquara
Suzano
Barretos
Boituva (campus avançado)
Capivari (campus avançado)
Avaré
Hortolândia
Registro
Votuporanga
Presidente Epitácio
Campinas
Decreto
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
Portaria
no 7.566, de 23/09/1909
Ministerial no 158, de 12/03/1987
Ministerial no 403, de 30/04/1996
Ministerial no 2.113, de 06/06/2006
Ministerial no 1.715, de 20/12/2006
Ministerial no 1.715, de 20/12/2006
Ministerial no 1.715, de 20/12/2006
Ministerial no 1.715, de 20/12/2006
Ministerial no 1.008, de 29/10/2007
Ministerial no 710, de 09/06/2008
Ministerial no 116, de 29/01/2010
Ministerial no 116, de 29/01/2010
Ministerial no 104, de 29/01/2010
Ministerial no 127, de 29/01/2010
Ministerial no 120, de 29/01/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.366, de 06/12/2010
Ministerial no 1.366, de 06/12/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Ministerial no 1.170, de 21/09/2010
Início das atividades
1o
1o
1o
1o
1o
1o
24/02/1910
01/04/1987
Janeiro de 1996
13/02/2006
02/01/2007
12/02/2007
30/07/2007
02/08/2007
01/08/2008
11/08/2008
Fevereiro de 2009
16/08/2010
16/08/2010
16/08/2010
16/08/2010
16/08/2010
16/08/2010
16/08/2010
16/08/2010
16/08/2010
semestre de 2011
semestre de 2011
semestre de 2011
semestre de 2011
semestre de 2011
semestre de 2011
Tabela 1. Relação de campi do IFSP, com as respectivas datas de início das atividades
10
1.3
Histórico do Campus Catanduva
O Campus Catanduva, edificado em atendimento à Chamada Pública do MEC/SETEC
no 001/2007 — Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Tecnológica – FASE II, está
localizado no município de Catanduva, na região noroeste do estado de São Paulo. Teve sua
autorização de funcionamento através da Portaria no 120, de 29 de janeiro de 2010 e iniciou suas
atividades educacionais em 16 de agosto de 2010. Catanduva está situada no centro da região
Sucroalcooleira do noroeste paulista, abrigando a maior parte de seus trabalhadores e recebendo
muitos migrantes durante a safra de cana de açúcar.
Uma das principais características da indústria local é o pequeno porte das unidades, especialmente nos setores de bens de consumo não-duráveis e de bens intermediários. Com exceção de
alguns segmentos, a produção industrial tem característica doméstica, visto que a maior parte
da sua receita bruta provém de vendas realizadas dentro do próprio Estado e região.
O IFSP Campus Catanduva conta com uma área total construída composta por um conjunto
edificado de padrão escolar com 3 blocos de edifícios interligados, com área total construída de
3.193 m2 , sendo bloco administrativo, bloco de salas de aula, bloco de biblioteca, convívio e
cantina, com mais um bloco com laboratórios de ensino em construção, com previsão de conclusão
para dezembro de 2011.
A presença do IFSP em Catanduva permitirá a ampliação das opções de qualificação profissional e formação técnica e tecnológica para as indústrias e serviços da região, por meio de
educação gratuita e de qualidade.
1.4
Caracterização do Município de Catanduva
O núcleo primitivo que deu origem à cidade chamou-se, inicialmente, Cerradinho, e começou
a partir de uma doação de dez alqueires para a constituição do patrimônio da Paróquia de São
Domingos, feita pelo Sr. Antonio Maximiano Rodrigues, em 1892. Cerradinho teve um longo
período de estagnação, tanto em sua economia como em seu crescimento populacional, porque
outras localidades mais próximas à Imperial Estrada do Taboado — na época, a principal via
de penetração do alto sertão — se desenvolviam mais e absorviam o movimento comercial da
região.
Esta situação começou a se modificar a partir de 16 de dezembro de 1909, quando foi elevada
à categoria de distrito de São José do Rio Preto, com o nome de Vila Adolfo, em homenagem ao
coronel Adolfo Guimarães Corrêa, então prefeito daquele município. Sua evolução se consolidou
com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Araraquara, em 1910. A lavoura do café e as
incursões ferroviárias foram os fatores primordiais para seu desenvolvimento. Em 14 de novembro
11
Figura 1. Mapa de localização dos campi do IFSP, tendo a unidade de Catanduva destacada na cor
vermelha. (Fonte: INAV/Geosistemas SRL, Maplink, Google, 2011; IFSP/PRX, 2009)
de 1917, foi criado o município com a denominação de Catanduva (vocábulo de origem tupi, que
significa “mato cerrado”) (SEADE, 2010).
O município de Catanduva faz parte da Região Administrativa de São José do Rio Preto, que
compreende 05 (cinco) Regiões de Governo do Estado de São Paulo: Catanduva, Fernandópolis,
Jales, São José do Rio Preto e Votuporanga. O município de Catanduva está localizado na região
noroeste do Estado, distante 385 km da capital. Sua área geográfica é de 291 km2 , a uma altitude
de 503 metros e clima tropical seco. Fazem parte da microrregião de Catanduva os municípios:
Ariranha, Itajobi, Catiguá, Elisário, Embaúba, Novais, Palmares Paulista, Paraíso, Pindorama,
Santa Adélia, Severínia e Tabapuã. O município conta com os seguintes municípios limítrofes:
Pindorama, Palmares Paulista, Ariranha, Novais, Itajobi, Elisiário e Catiguá. A Figura 1 ilustra
o mapa dos campi do IFSP, onde a localização da cidade de Catanduva está destacada através
de um marcador vermelho.
Segundo dados do IBGE de 2010, o município de Catanduva é composto por 112.843 habitantes, com cerca de 99% na área urbana. A faixa etária da população é composta por cerca de
23% de habitantes com menos de 15 anos, 10% com idade entre 15 e 19 anos, 55% com idade
entre 20 e 59 anos e 12% com 60 anos ou mais.
De acordo com o IPRS (Índice Paulista de Responsabilidade Social), Catanduva foi classificada, em 2006, no Grupo 1: município com nível elevado de riqueza e bons níveis nos indicadores
12
sociais. Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito à
riqueza, escolaridade e longevidade, e quando combinados geram uma tipologia que classifica os
municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos1 .
Catanduva apresenta características de polo micro regional, com comércio, setor de serviços
e indústria. Mais de 550 indústrias estão instaladas na cidade. Os setores que se destacam são:
ventiladores, citros, café, laticínios, álcool e açúcar. No setor industrial a produção e o comércio
de ventiladores se sobressaem, o que tornou Catanduva conhecida como a “capital nacional dos
ventiladores”. As fábricas da cidade são responsáveis por cerca de 90% da produção nacional de
ventiladores e empregam 60% da mão-de-obra alocada no setor industrial do município.
Em uma visão mais ampla, de acordo com os dados do CAGED/MTE de 2011, há 36.539
trabalhadores no mercado formal de trabalho, sendo que praticamente todos eles estão alocados
na indústria de transformação (33,6%), comércio (27,1%) ou serviços (26,7%). Na Tabela 2
é possível observar a distribuição do emprego formal entre as diversas atividades, os salários
médios daquelas já empregados e o salário médio dos ingressantes no mercado de trabalho de um
determinado setor de atividade econômica.
Atividade
Indústria de Transformação
Serviços Industriais de Utilidade Pública
Construção Civil
Comércio
Serviços
Administração Pública
Agropecuária
Total/média ponderada
Empregos formais
%
SM (R$)
SMI (R$)
12.268
80
1.220
9.918
9.748
2.752
553
36.539
33,6%
0,2%
3,3%
27,1%
26,7%
7,5%
1,5%
100,0%
R$1.550,35
R$2.083,36
R$1.234,14
R$1.209,94
R$1.282,23
R$1.839,06
R$1.192,69
R$1.393,36
R$851,75
R$925,33
R$1.094,41
R$833,23
R$890,55
R$1.004,17
R$696,72
R$874,47
Tabela 2. Distribuição dos empregos nos setores de atividade econômica, salários médios (SM) e salário
médio dos ingressantes (SMI) no mercado de trabalho em Catanduva. (Fonte: CAGED/MTE, 2011;
RAIS/MTE, 2010).
Segundo indicadores do SEADE referentes ao ano de 2000, a taxa de analfabetismo da
população com 15 anos ou mais é de 7,6%. Cerca de 60,34% da população com 25 anos ou mais
possui menos de 8 anos de estudo; 48,28% da população entre 18 e 24 anos possui o ensino médio
completo.
De acordo com os dados do Censo Educacional INEP/MEC de 2009, o município possui 36
escolas de nível fundamental, 31 pré-escolas e 19 estabelecimentos de nível médio. No ano de
2009, foram registradas 13.886 matrículas no Ensino Fundamental, 4,712 no Ensino Médio foram
matriculados e 2.281 no Ensino Pré-Escolar. Esses dados estão apresentados na Figura 2, com a
divisão por alunos da rede Municipal, Estadual ou Particular.
1
A metodologia completa pode ser encontrada em http://www.seade.gov.br/projetos/iprs/ajuda/
metodologia.pdf
13
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Figura 2. Total de alunos matriculados em cada nível escolar, separados por escolas públicas municipais e
estaduais e escolas particulares. (Fonte: Censo educacional INEP/MEC, 2009)
14
2
Justificativa e caracterização de demanda para o
curso
2.1
Computação no Brasil
O termo “computação” pode ser entendido como o conjunto de conhecimento a respeito de
computadores, sistemas de computação e suas aplicações, englobando hardware e software em
seus aspectos teóricos, experimentais, de modelagem e de projeto.
Os cursos da área dividem-se naqueles que têm computação como atividade-fim e naqueles
que têm a computação como atividade-meio. Os cursos que têm a computação como atividadefim são Bacharelado em Ciência da Computação ou Engenharia de Computação, e aqueles que
têm computação como atividade-meio, Bacharelado em Sistemas de Informação e os cursos de
Tecnologia, como o de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas apresentado neste
Projeto.
2.1.1
Políticas públicas brasileiras na área de Computação
O fim da reserva de mercado no Brasil e a tendência de globalização do comércio mundial no
final da década de 1990 – incluindo serviços e bens relacionados à Tecnologia da Informação (TI) –
despertaram a necessidade das empresas instaladas no Brasil de melhorar a sua competitividade
em TI. Essas mesmas empresas perceberam que tecnologia atualizada e processos produtivos
de custo competitivo e de alta qualidade eram as principais condições para a manutenção do
mercado interno e a expansão do mercado externo.
No sentido de estimular a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico, o governo criou uma
série de iniciativas para aumentar a interação entre as empresas e o mundo acadêmico. A Lei
de Informática, no 8.248/911 , regulamentada pelo Decreto no 792/932 , e modificada pelas Leis
no 10.176/013 e 11.077/044 , estabeleceu uma política de incentivos baseada na renúncia fiscal,
onde as empresas beneficiárias passaram a aplicar em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e
1
Disponível
Disponível
3
Disponível
4
Disponível
2
em
em
em
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8248compilado.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D792.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10176compilado.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L11077.htm
15
qualidade 5% do faturamento líquido em bens de informática no país, dos quais 3% internamente
e 2% em parceria com instituições de P&D, deixando de recolher valores significativos de IPI.
A necessidade de investimento interno em P&D gera uma demanda por profissionais capacitados que precisa ser suprida pelas instituições de ensino superior (IES), proporcionando a
possibilidade de maior integração entre as IES e as empresas, por meio do desenvolvimento de
pesquisa aplicada e, em alguns casos, básica, que podem ser compartilhadas entre as IES e as
empresas, impactando assim na formação de profissionais em Computação. Além disso, essa
sinergia propicia a atualização constante do pesquisador e do profissional empresário de espírito
inovador, estimulando o aperfeiçoamento em cursos formais (graduação, mestrado e doutorado)
e a atualização contínua.
2.1.2
Formação de profissionais na área
Os primeiros cursos superiores na área de computação no Brasil são da década de 1970, em
decorrência da consolidação da informática brasileira. Desde lá, o número de cursos tem aumentado rapidamente, em parte estimulado pelo peculiar fascínio e certo glamour que a área exerce
sobre muitas pessoas, pelas possibilidades de emprego, boa remuneração e pelas oportunidades
favoráveis ao empreendedorismo, mesmo em períodos de crise econômica do país.
De acordo com o Censo da Educação Superior (CENSO) de 2009 há, no Brasil, 918 (novecentos e dezoito) cursos superiores de tecnologia na área de computação. Para chegar a esse
total, foram computados todos os cursos de tecnologia da área de computação com denominações
constantes do Catálogo de Cursos de Tecnologia ou que mantém ainda denominações antigas.
Nesses cursos, há cerca de 114.000 (cento e quatorze mil) alunos matriculados e cerca de 19.000
(dezenove mil) se formaram em 2009, como pode ser visto na Figura 3. Em 2009, os alunos de
cursos de tecnologia eram aproximadamente 38% do total de alunos matriculados, ao passo que
responderam, no mesmo ano, por cerca de 42% do total de concluintes da área (Figura 4). O
comportamento dos cursos de tecnologia está alinhado com o comportamento dos demais cursos
da área, como pode ser visto na Figura 5.
Na Figura 6 é possível observar um gráfico com a evolução do número de cursos superiores
na área de computação entre 2001 e 2009 e, desse total, o número de cursos de tecnologia.
2.2
Justificativa de demanda
O mercado brasileiro de Tecnologia da Informação movimentou em 2010 US$ 85 bilhões
(cerca de R$ 137 bilhões). Os dados foram apresentados como resultado da primeira pesquisa
encomendada pelo setor para medir efetivamente o peso desse mercado na economia nacional e
o posicionamento das tecnologias de informação e comunicações brasileiras no mundo (GROSS-
16
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Figura 3. Evolução do número de alunos matriculados e do número de concluintes, em cursos de Tecnologia
na área de computação no Brasil, por ano (Fonte: Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e
Informática/MEC/SESu e MEC/INEP).
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Figura 4. Participação dos alunos de cursos de tecnologia em relação ao total de alunos de computação, por
ano (Fonte: Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática/MEC/SESu e MEC/INEP).
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Figura 5. Evolução do número de alunos matriculados e do número de concluintes, em cursos na área de
computação no Brasil, por ano (Fonte: Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática/MEC/SESu e MEC/INEP).
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Figura 6. Evolução do número de cursos da área de computação no Brasil, por ano (Fonte: Comissão de
Especialistas de Ensino de Computação e Informática/MEC/SESu e MEC/INEP).
18
MANN, 2011).
Ainda segundo Grossmann (2011), “o valor representa o tamanho da TI nacional em seus
diferentes segmentos: software, US$ 5,51 bilhões; serviços, US$ 14,62 bilhões; serviços relacionados à exportação de software, US$ 0,31 bilhões; hardware, US$ 20 bilhões; BPO (terceirização),
US$ 4,83 bilhões; TI in house, US$ 39,5 bilhões e operações internacionais, US$ 0,31 bilhões.”.
Isso coloca o Brasil como 11o mercado de TI do mundo.
É importante perceber que o mercado de software responde por US$ 5,81 bilhões, e se
considerarmos as outras áreas de serviços em TI (excluindo hardware, que está mais relacionada
com a área de Engenharia Eletrônica), temos um total de US$ 65 bilhões.
O valor total representa cerca de 4% do PIB brasileiro em 2010, e a previsão é que chegue a 6,5% do PIB em 2020. Para isso, profissionais qualificados e incentivos à inovação são
fundamentais.
O mercado identifica, no primeiro semestre de 2011, um déficit de cerca de 200 mil profissionais de TI para o ano de 2013 (NOGUEIRA, 2011). Para os gestores de empresas de TI, parte
dessa carência é causada por “discrepância entre a formação acadêmica e a realidade mercadológica”. O Núcleo Docente Estruturante deste Projeto acredita que parte dessa discrepância é
causada pelo desconhecimento, tanto por parte dos ingressantes nos cursos superiores, quanto
dos próprios gerentes, sobre os perfis de profissionais formados nos diversos cursos da área de
computação.
O perfil de um aluno egresso de um curso que tem computação como atividade-meio (por
exemplo, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas), como o proposto neste Projeto
Político Pedagógico, está mais alinhado com as demandas das empresas, do que um egresso de
cursos que têm computação como atividade-fim (por exemplo, Ciência da Computação).
A principal diferença nos dois perfis de egresso está na forma como a computação é encarada nos cursos. Aqueles cursos que mantém computação como atividade-fim buscam aplicar os
conhecimentos adquiridos durante o curso na melhoria da própria área de computação, com propostas de novos modelos e paradigmas e com a pesquisa básica na área. Os cursos de computação
como atividade-meio buscam aplicar os conhecimentos gerados pela computação na solução de
problemas de outras áreas, como indústria e sistemas comerciais e, eventualmente, desenvolvendo
pesquisa aplicada.
Além disso, um curso superior de tecnologia, em contraste com um curso de bacharelado, tem
um ciclo de formação mais curto (máximo de 3 anos, com saídas intermediárias), o que permite
inserir o egresso no mercado de trabalho em menos tempo, suprindo a demanda existente.
Não há, na região de atuação do campus, nenhum curso superior de tecnologia na área
de computação, obrigando os alunos com interesse pela área a, ou se deslocarem para outros
19
municípios, como São José do Rio Preto (70Km), Taquaritinga (70Km), Barretos (110Km),
Araraquara (120Km) ou Ribeirão Preto (140Km), ou se matricularem em um curso superior que
tem computação como atividade-fim (Ciência da Computação), na única Instituição de Ensino
Superior da cidade que oferece tal curso, uma Autarquia Municipal com cursos pagos.
Em função do perfil da região, focada em serviços, comércio e indústria de transformação, um
curso que tem computação como atividade-fim forma um profissional que não atende diretamente
a demanda do mercado regional que precisa da computação como agente de melhora dos processos
de serviço, comércio e/ou indústria, ou seja, de computação como atividade-meio. Um curso de
tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas pode formar profissionais com um perfil
mais adequado às demandas regionais.
Além disso, houve manifestação5 da Prefeitura no sentido de implantar um pólo de software
na cidade. Essa manifestação foi encaminhada à Reitoria do IFSP no início do mês de julho de
2011, junto com o pedido de instalação de um curso superior em Tecnologia da Informação na
cidade, para atender à demanda por profissionais na região.
Durante a pesquisa de demanda para o curso, foram identificados os pólos de software listados
na Tabela 3. A Figura 7 representa a localização espacial desses Pólos no território nacional. É
possível perceber que no interior de São Paulo, na área de atuação do campus, há apenas dois
pólos de software constituídos, um em São José do Rio Preto (70Km), e outro em Ribeirão Preto
(140Km). Em contato com ambos os pólos, houve a manifestação de que faltam técnicos com
boa formação do mercado e, apesar de sediados a uma certa distância de Catanduva, é possível
ter empresas da região associadas a qualquer um deles.
Considerando este cenário, concebe-se um curso para a formação, em nível superior, do
profissional Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, por meio de um Projeto
Pedagógico que assegure competência técnica aos alunos, considerando os pressupostos da Ciência
e da Ética. Ao concluírem seu curso, os alunos terão condições para competir e participar
efetivamente do processo de desenvolvimento da sociedade e do progresso da região, e realizar-se
tanto no campo profissional quanto no exercício consciente da cidadania.
A identificação das necessidades de conhecimento, habilidades e atitudes apresenta-se como
uma preocupação permanente das áreas/instituições envolvidas com a oferta de produtos/serviços
de sistemas e processos de gestão empresarial. Hoje toda empresa, independente de seu porte,
não importando a área de atuação, necessita de sistemas de informação para controlar e automatizar o fluxo de informação entre os seus setores internos, prestadores de serviços, fornecedores e
apoio à decisão. Sendo assim, o curso contribuirá com esta demanda de profissionais que atuam
no projeto e implementação de Sistemas de Informação de acordo com as necessidades institucionais, que coordene as infra-estruturas de tecnologia da informação, elaborando políticas e
5
Ofício no 2.907/11, Gabinete do Prefeito.
20
Pólo
Cidade
ADETEC: Associação do Desenvolvimento Tecnológico de Londrina
APETI: Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação
Blusoft: Blumenau pólo tecnológico de informática
CEI: Instituto de Informática, UFRGS
CITS: Centro Internacional de Tecnologia de Software
Fumsoft: Sociedade mineira de software
GENE Blumenau
GeNESS
Infomar: Incubadora Tecnológica do Paraná
Insoft: Instituto do Software do Ceará
ITIC: Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação
ITS: Instituto de Tecnologia do Software
Núcelo Softex Campinas
Núcleo Softex Brasília
Núcleo Softex Caxias do Sul
Núcleo Softex do Triângulo
Núcleo Softex Florianópolis
Núcleo Softex Joinville
Núcleo Softex Porto Alegre
Núcleo Softex Recife
Núcleo Softex Salvador
PaqTcPB: Fundação Parque Tecnológico da Paraíba
Parasoft: Núcleo de Tecnologia de Software do Pará
Parqtec: Parque de Tecnologia de São Carlos
PISO: Pólo Industrial de Software de Ribeirão Preto e Região
Recife BEAT
Riosoft
Tecnópolis
Tecvitória: Incubadora de Empresas de Base Tecnológica
Londrina, PR
São José do Rio Preto, SP
Blumenau, SC
Porto Alegre, RS
Curitiba, PR
Belo Horizonte, MG
Blumenau, SC
Florianópolis, SC
Maringá, PR
Fortaleza, CE
Fortaleza, CE
São Paulo, SP
Campinas, SP
Brasília, DF
Caxias do Sul, RS
Uberlândia, MG
Florianópolis, SC
Joinville, SC
Porto Alegre, RS
Recife, PE
Salvador, BA
Campina Grande, PB
Belém, PA
São Carlos, SP
Ribeirão Preto, SP
Recife, PE
Rio de Janeiro, RJ
Petrópolis, RJ
Vitória, ES
Tabela 3. Pólos de software em operação no País.
Figura 7. Mapa de localização dos pólos de software no território nacional
21
diretrizes a partir da análise de necessidades e, que, atuem na forma de consultoria em Sistemas
de Informação, avaliando e selecionando recursos de software e hardware.
Além de permitir a inserção do egresso no mercado de trabalho, o curso proposto permitirá
que aqueles que tenham interesse empreendam um negócio próprio na área. Como há interesse
da Prefeitura em transformar a cidade em um pólo de software, acredita-se que a Prefeitura
envidará esforços no sentido de oferecer condições de acesso a operações de micro crédito para
que esses egressos possam constituir a sua empresa e inserí-las no mercado regional, estadual,
nacional ou internacional por meio do pólo de software municipal.
A matriz curricular proposta valoriza tanto as disciplinas teóricas quanto as práticas, indo
ao encontro do modelo de formação unitária, integrando assim, ciência e tecnologia, o pensar e
o fazer. Espera-se que a vivência prática traga um constante pensar sobre “o que fazer”, “como
fazer” e “para quê fazer”, buscando constantemente, com criatividade, soluções para os problemas
da área.
22
3
Objetivos
3.1
Objetivo geral
Capacitar os estudantes, por meio de um itinerário formativo interdisciplinar e prático, a
atuarem na área de TI (Tecnologia da Informação) com as atividades de análise, projeto, desenvolvimento, gerenciamento e implantação de sistemas de informação computacionais direcionados
para o mercado de trabalho corporativo.
3.2
Objetivos específicos
Podem ser identificados como objetivos específicos do curso proposto:
• Possuir sólido domínio nas matérias de Programação, Engenharia de Software e Sistemas
de Informação Aplicados. Essas matérias desdobram-se nos saberes apresentados nas disciplinas constantes da matriz curricular proposta;
• Possuir outros saberes básicos, tais como arquitetura de computadores; sistemas operacionais; redes de computadores e desenvolvimento Web;
• Explorar, de forma enfática, o uso de recursos computacionais para o projeto e construção
de software;
• Possuir alguns saberes coadjuvantes, como inglês técnico; comunicação e expressão e gestão
de serviços, permitindo que o mesmo atue como empreendedor em sua área de atuação, e;
• Desenvolver uma visão interdisciplinar dos saberes que foram transmitidos e da aplicação
destes saberes no contexto profissional que irá exercer.
23
4
Requisitos de acesso
Para o Ensino Superior, o IFSP oferece 100% de suas vagas por meio do SISU (Sistema de
Seleção Unificada) utilizando a nota do candidato no ENEM e, dessa forma, de acordo com os
procedimentos vigentes para o ENEM no momento da redação deste plano, terá ingresso anual.
Para concorrer às vagas do SISU, o candidato deve fazer sua inscrição de acordo com o Edital
de procedimentos de inscrição/SISU no endereço eletrônico http://www.sisu.mec.gov.br/.
Serão ofertadas 40 vagas no período noturno com duração do curso de 6 (seis) semestres.
Para matricular-se no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas oferecido
pelo IFSP, campus Catanduva, o aluno candidato deverá:
• ter concluído o Ensino Médio ou equivalente, e;
• ter sido aprovado em processo seletivo, de caráter classificatório (vestibular) para ingresso
no primeiro período e/ou por transferência ou por reingresso, conforme estabelecido no Regulamento dos Cursos Superiores oferecidos pelo IFSP. Alternativamente ter sido aprovado
pelo SISU.
Além do acesso por meio do SISU, é possível o acesso às vagas:
• por transferência externa, conforme normas estabelecidas em edital próprio;
• por transferência interna desde que o candidato esteja matriculado em curso de mesma
área oferecido em outro campus do IFSP (processo regulado por edital específico), e;
• por portadores de diplomas de curso superior reconhecimentos pelo MEC. O ingresso será
concedido desde que haja vagas e mediante critérios estabelecidos em Edital próprio para
este fim.
24
5
Perfil profissional do egresso
O Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas analisa, projeta, documenta, especifica, testa, implanta e mantém sistemas computacionais de informação. Esse profissional trabalha, também, com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e metodologia
de projetos na produção de sistemas. Raciocínio lógico, emprego de linguagens de programação
e de metodologias de construção de projetos, preocupação com a qualidade, usabilidade, robustez, integridade e segurança de programas computacionais são fundamentais à atuação desse
profissional.
O profissional estará preparado para atuar na sociedade em que está inserido de forma a
contribuir para a solução de problemas das organizações e da sociedade em geral, utilizando
saberes, habilidades e competências adquiridas nos seis semestres da grade curricular. Calcadas
nos saberes que englobam as diversas áreas do conhecimento as habilidades e competências desse
profissional devem apresentar-se em três categorias:
Habilidades pessoais
Aquelas que são características intrínsecas do aluno e que podem ser
aprimoradas durante o processo formativo. Dentre elas, serão enfatizadas:
• O pensamento sistêmico;
• A prontidão para solucionar problemas;
• O pensamento crítico;
• A prontidão para análise de riscos;
• A autodisciplina;
• A perseverança;
• O espírito de curiosidade e prontidão para auto-aprendizagem;
• A mentalidade aberta a mudanças;
• A criatividade.
25
Conhecimentos, habilidades e competências técnicas
Aquelas que serão construídas ou
desenvolvidas pela atividade curricular a partir das habilidades pessoais, dos conteúdos apresentados pelas disciplinas e das práticas exercidas no decorrer do curso. Dentre elas são enfatizadas:
• Abstrair, representar e organizar a informação;
• Em face do fenômeno, ou seja, da realidade física, mobilizar o conhecimento/informações
para representar esse fenômeno em um modelo computacional fundamentado na lógica e
na matemática e que seja bem sucedido em relação ao usuário;
• Dominar tecnologias da informação acompanhando e incorporando suas constantes mudanças;
• Conhecer a lógica fundamental de um sistema de processamento eletrônico de dados, com o
estudo e apresentação de planos consistentes e de avaliação de seus efeitos e de fatos novos
no seu planejamento;
• Modelar e implementar sistemas computacionais que promovam a solução de problemas,
utilizando paradigmas de computação;
• Conhecer o comportamento humano em sua interação com computadores.
• Compreender a dinâmica das mudanças;
• Usar ferramentas computacionais para aplicação dos conhecimentos.
• Selecionar e distribuir, com eficiência, economia e segurança, recursos humanos, recursos
de hardware e de software, no gerenciamento de sistemas de informação;
• Resolver problemas operacionais referentes à adaptação dos sistemas à realidade da empresa
e dos seus serviços; problemas estes que demandem diagnósticos, estudos e avaliação para
reorientação do serviço, no que concerne a software ou hardware.
• Pesquisar novas aplicações de programas existentes e desenvolver novos, face às necessidades
organizacionais no tratamento dos dados e informações, mantendo-se permanentemente
atualizado em relação ao avanço da informática.
Habilidades inter-pessoais
Aquelas que serão desenvolvidas e aprimoradas mediante a
interação com os pares e com os professores, no curso, e com profissionais da área em atividades
extra-curriculares, como seminários, workshops, entre outras possíveis:
• Habilidade de comunicação;
• Habilidade de trabalho colaborativo;
• Habilidade de resolução de problemas em grupo.
26
5.1
Classes de Problemas que os egressos estarão capacitados a
resolver
As classes de problemas que os egressos estarão capacitados a resolver incluem problemas
típicos tratados por um Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Os egressos
estarão capacitados também a resolver problemas de áreas que podem fazer fronteiras com a
ciência da computação, engenharia de computação e com sistemas de informação.
• Problemas de projeto e configuração de sistemas computacionais em que sejam exigidas
as capacidades de: determinar as funções que podem ser implementadas em software; de
seleção dos componentes básicos de software;
• Problemas que requeiram o desenvolvimento de software suficientemente complexo para
exigir a aplicação de conhecimentos instrumentais das áreas de engenharia de software,
e/ou conhecimento abrangente e profundo das tecnologias tradicionais da computação;
• Problemas que exijam conhecimentos de programação e de sistemas computacionais;
• Problemas que exijam clara compreensão das diferentes atividades envolvidas no desenvolvimento de um software;
• Problemas que exijam a familiaridade com as tecnologias e ferramentas de projeto e o
discernimento de como, quando e em que proporção utilizar tais ferramentas;
• Problemas que envolvam o desenvolvimento criativo e o projeto de novas aplicações, produtos e serviços que requeiram boa formação nas tecnologias básicas da computação;
• Problemas de concepção do software para funcionar conforme projetado, através da combinação da codificação, validação e teste das unidades.
5.2
Funções que os egressos poderão exercer no mercado de trabalho
No progresso de sua carreira profissional, agregando experiência prática e aperfeiçoamentos
realizados, os egressos deverão estar capacitados a assumir funções em diferentes níveis dentro
das organizações, seja de execução, gerenciamento ou de direção, para as quais seguem algumas atividades e responsabilidades técnicas inerentes à função (diretor, administrador, gerente,
projetista e coordenador, dentre outras):
• Desenvolvimento de sistemas de software;
27
• Pesquisa e desenvolvimento de novas aplicações, produtos, e serviços relacionados e/ou
dependentes de Tecnologias de Informação;
• Manutenção de software;
• Projeto, desenvolvimento e gerenciamento de Bancos de Dados;
5.3
Capacidade de adaptação do egresso à evolução das tecnologias
A Matriz Curricular inclui disciplinas básicas e tecnológicas clássicas, abordadas de maneira a
desenvolver nos alunos os conceitos essenciais da Computação de maneira sólida e a propiciar-lhes
facilidades para o acompanhamento futuro da evolução da Computação, seja através de autoestudo ou através de cursos de pós-graduação ou de aperfeiçoamento. Deve-se ressaltar o caráter
essencialmente formativo adotado no curso. As atividades práticas e as aulas demonstrativas
devem contribuir para o reforço do aprendizado e solidificar o conhecimento necessário para
a evolução do egresso. As ações destinadas a promover a aptidão “disposição e postura de
permanente busca da atualização profissional”, devem contribuir com a capacidade de adaptação
do egresso.
Outro ponto que merece destaque nas disciplinas propostas para a matriz curricular do
curso diz respeito ’a inexistência de referências explícitas a produtos e/ou linguagens. O Núcleo
Docente Estruturante responsável pelo Projeto acredita que a ementa de uma disciplina deve ser
específica o bastante para indicar os conteúdos que precisam ser cobertos, mas sem especificar a
amplitude ou profundidade com a qual o conteúdo será coberto, bem como não deve obrigar o uso
de uma ferramenta o produto específico, cabendo à área, durante as atividades de planejamento
semestrais, identificar os produtos e ferramentas que são ou serão adotados pelo mercado e
instanciar os tópicos das ementas com essas ferramentas ou produtos. Isso dá, ao curso, um
caráter dinâmico que não pode ser obtido ao se associar um produto ou ferramenta específico a
um componente curricular no Projeto Pedagógico.
Além disso, a presença de disciplinas eletivas nos módulos finais permite selecionar conteúdos
adicionais que merecem ser discutidos com os estudantes em função do perfil do mercado, do
perfil da turma e das demandas das empresas para o ano no qual as disciplinas serão ministradas.
Mais detalhes sobre as disciplinas eletivas são apresentados na Organização Curricular.
5.4
Regulamentação da profissão
No Brasil não existe legislação regulamentando a atuação profissional na área de computação.
O exercício da profissão é livre, não sendo necessário possuir diploma de curso superior ou estar
28
vinculado a um conselho de classe.
Diversos projetos de lei foram elaborados sobre o tema, e alguns ainda se encontram em
tramitação no Congresso Nacional. A Sociedade Brasileira de Computação (SBC1 ), entidade
que reúne os profissionais de computação e informática no Brasil, é favorável à regulamentação
da profissão nos moldes que se seguem:
1. O exercício da profissão deve ser livre e independente de diploma;
2. Não deve haver obrigatoriedade de registro em associação de classe;
3. O setor deve ser auto-regulamentado através de instrumentos como entidade congregando
profissionais e empresas, código de ética, conselho para solução de disputas de natureza
técnica, e prova de certificação não obrigatória.
Essas premissas foram apresentadas no Projeto de Lei 1651/2003, apensado ao Projeto de
Lei 981/1999, por fim apensado ao Projeto de Lei 815/1995 de autoria do Deputado Federal
Silvio Abreu. O projeto em questão foi arquivado em Fevereiro de 2008, e não há outro projeto
de lei que defenda a visão da Sociedade Brasileira de Computação em tramitação nas casas
Legislativas.
Outros modelos de regulamentação também foram propostos e os projetos de lei correspondente encontram-se em tramitação, como é o caso do Projeto de Lei 607/2007, de autoria do
Senador Expedito Júnior2 .
Apesar de não haver regulamentação da profissão, a ocupação de Tecnólogo em Analista e Desenvolvimento de Sistemas consta da Classificação Brasileira de Ocupações, sob o código 2124-05,
e engloba outras denominações, entre elas Analista de comércio eletrônico (e-commerce), Analista de sistemas de informática administrativa, Analista de sistemas web (webmaster), Analista
de tecnologia da informação e Consultor de tecnologia da informação.
1
http://www.sbc.org.br/
Os detalhes de tramitação do Projeto de Lei podem ser consultados em http://www.senado.gov.br/
atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82918.
2
29
6
Organização curricular
6.1
Dispositivos legais balizadores da organização proposta
Os seguintes documentos legais foram utilizados como base para a organização curricular
proposta.
Lei Federal no 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996
Estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional.
Parecer CNE/CES no 436/2001
Trata dos Cursos Superiores de Tecnologia – Formação
de Tecnólogo.
Parecer CNE/CEB no 29/2002
Resolução CNE/CP No 03/2002
Trata das Diretrizes Nacionais no Nível Tecnológico.
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para
a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Decreto no 5.296/2004, de 02 de dezembro de 2004
Regulamenta as Leis nos 10.048,
de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098,
de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção
da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras
providências.
Parecer CNE/CES no 277/2006
Nova forma de organização da educação profissional e
tecnológica de graduação.
Parecer CNE/CES no 261/2006
Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto
ao conceito de hora-aula e dá outras providências.
30
Portaria Ministerial no 1024, 11 de maio de 2006
Institui o catalogo nacional dos
cursos Superiores de Tecnologia e prazo para aceite de contribuições.
Portaria Normativa no 12, 14 de agosto de 2006
Dispõe sobre adequação da denomina-
ção dos cursos superiores de tecnologia ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia,
nos termos do art. 71, § 1 e 2, do Decreto no 5.774/2006.
Lei Federal no 11.741, de 16 de julho de 2008
Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar,
institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação
de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica.
Lei Federal no 11.788, de 25 de setembro de 2008
Dispõe sobre o estágio de estudantes;
altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo DecretoLei no 5.452, de 01 de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis
no s 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art.
82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de
24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
Lei Federal no 11.892, de 29 de dezembro de 2008
Institui a Rede Federal de Edu-
cação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e
Tecnologia, e dá outras providências.
Portaria Ministerial no 1, 05 de janeiro de 2009
Aprova, em extrato, o instrumento
de avaliação para reconhecimento dos cursos superiores de tecnologia do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – SINAES.
Parecer CONAES no 04, 17 de junho de 2010
Sobre o Núcleo Docente Estruturante.
Resolução CONAES no 01, 17 de junho de 2010
Normatiza o Núcleo Docente Estru-
turante e dá outras providências.
6.2
Áreas de conhecimento cobertas pela Matriz Curricular
A matriz curricular vigente contempla 5 (cinco) grandes áreas de conhecimento, a saber:
ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento; programação, computação
31
e algoritmos; matemática; sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos, e; engenharia de
software e bancos de dados. As disciplinas indicadas com (E) fazem parte do rol de eletivas, e
podem não ser oferecidas a todas as turmas.
Ciências Humanas, Sociais e Ambiente de Aplicação do Conhecimento
Os conhe-
cimentos desse grupo buscam, em um primeiro momento, proporcionar entendimento sobre o
domínio de aplicação dos conhecimentos técnicos. Para isso, envolve a compreensão do ciclo da
inovação tecnológica, do desenvolvimento científico, e as possibilidades da atuação profissional
nas empresas. Além do domínio de aplicação dos conhecimentos, esse grupo busca também a
formação humanística dos egressos, contribuindo para desenvolver sua atitude perante a vida,
pautada em valores como empreendedorismo, ética, responsabilidade social e cidadania. Fazem
parte desse grupo as disciplinas Administração geral; Comunicação e expressão; Gestão de serviços informatizados; Gestão da tecnologia de informação; História da ciência e da tecnologia;
Inglês técnico; Metodologia de pesquisa científica e tecnológica; Organização, sistemas e métodos; Projeto integrado; Segurança da informação, e; Sistemas de informações gerenciais. Apesar
de não obrigatório, o aluno pode desenvolver um estágio supervisionado de 300h, cujas diretrizes
gerais estão definidas no capítulo 7
Programação, computação e algoritmos
Engloba os conhecimentos básicos da área da
Computação que são essenciais para o estabelecimento de abstrações e abordagens algorítmicas
voltados à resolução de problemas usando computadores, aliados à representação, estruturação
e organização de dados, além dos diferentes paradigmas de linguagens, que permitem diferentes
formas de representar algoritmos. Essa área é coberta pelas disciplinas Desenvolvimento para
Web I; Desenvolvimento para Web II; Estruturas, pesquisa e ordenação de dados; Fundamentos
em linguagens e teoria da computação (E); Lógica de Programação; Linguagem de programação
I, e; Linguagem de programação II.
Matemática
Encerra o grupo de conhecimentos básicos essenciais que permitem o estabele-
cimento e abstração dos principais conceitos envolvidos em Computação de maneira sistemática
e formal. Fazem parte dessa área as disciplinas Avaliação de desempenho de sistemas (E); Matemática discreta I; Matemática discreta II, e; Probabilidade e estatística.
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Compreende o grupo de conheci-
mentos necessários que permitem um completo entendimento do computador como uma máquina
constituída por vários recursos de hardware e de software integrados, gerenciados por um programa. Compreende também os conhecimentos fundamentais e especializados que permitem
desenvolver/integrar sistemas computacionais que envolvem várias máquinas interconectadas.
32
Área / Semestre
1
2
3
4
5
6
Total
Programação, computação e algoritmos
Matemática
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Engenharia de software e bancos de dados
C. humanas, sociais e amb. de aplic. do conhecimento
95,00
31,67
63,33
126,67
95,00
31,67
126,67
63,33
-
63,33
31,67
63,33
158,33
-
63,33
63,33
158,33
31,67
63,33
63,33
126,67
63,33
221,67
443,33
95,00
316,67
443,33
506,67
CH total de disciplinas não-eletivas no semestre
316,67
316,67
316,67
316,67
253,33
285,00
1.805,00
Tabela 4. Distribuição da carga horária das disciplinas não-eletivas por área de conhecimento. As somas
não são exatas por erros de arredondadmento.
As disciplinas que compõem a área são Arquitetura de computadores; Implantação de servidores; Redes de computadores I; Redes de computadores II; Sistemas distribuídos (E), e; Sistemas
operacionais.
Engenharia de Software e Bancos de Dados
Compreende os conhecimentos relacionados
ao software e ao desenvolvimento de sistemas computacionais, à organização e recuperação de
informações utilizadas, geradas e/ou atualizadas por sistemas computacionais e às várias formas
de interação humano-computacional existentes. Essa área é coberta pelas disciplinas Análise de
sistemas I; Análise de sistemas II; Bancos de dados I; Bancos de dados II; Engenharia de software
I; Engenharia de software II (E); Interfaces homem-máquina I; Interfaces homem-máquina II;
Projeto de sistemas, e; Trabalho cooperativo com suporte computacional (E).
A Tabela 4 apresenta a distribução da carga horária por área de conhecimento durante o
curso. É importante destacar que a carga horária das disciplinas eletivas não foram computadas
na Tabela. A Figura 8 apresenta de forma gráfica os dados da Tabela 4. A decisão de postegar
a introdução de disciplinas da área de Engenharia de software e banco de dados, preferindose disciplinas básicas, é justificada pela necessidade de discussão e apresentação de conceitos
básicos da área nos anos iniciais. Isso permite que o aluno ambiente-se na área de computação,
que auxilia o desenvolvimento da capacidade de abstração necessária durante todo o curso.
6.3
Matriz curricular
A matriz curricular proposta para o curso é apresentada na Figura 9. O certificado intermediário de “Programador de Sistemas de Informação” será conferido ao egresso que concluir os
módulos I, II, III e IV do curso, estando este capacitado a desenvolver sistemas e aplicações;
projetar, implantar e realizar manutenção de sistemas e aplicações; fazer uso de linguagem de
programação e ferramentas de desenvolvimento.
Além da certificação intermediária, o egresso terá direito ao final da conclusão de todos os
módulos da certificação que outorgará o direito de exercer a ocupação profissional de Tecnólogo
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
33
350,00 -­‐ -­‐ 31,67 300,00 63,33 250,00 126,67 Carga horária, em horas 158,33 200,00 Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento 158,33 -­‐ 126,67 Engenharia de soDware e bancos de dados 126,67 221,67 150,00 63,33 MatemáJca 63,33 100,00 31,67 Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos 31,67 Programação, computação e algoritmos 63,33 63,33 -­‐ -­‐ -­‐ 63,33 63,33 63,33 63,33 3 4 5 6 31,67 50,00 95,00 95,00 -­‐ 1 2 Semestre Figura 8. Distribuição da carga horária obrigatória das áreas de conhecimento por semestre curricular
A Figura 10 representa a relação de dependência e/ou co-dependência que existe entre as
disciplinas da Matriz Curricular. As setas com linhas sólidas indicam relação de dependência,
ou seja, a disciplina no final da seta depende de conceitos e competência que são apresentados
ou estimuladas na disciplina no início da seta. As linhas pontilhadas indicam relação de codependência entre as disciplinas, ou seja, conceitos e competências trabalhados em uma disciplina
funcionam como catalisador para os conceitos ou competências trabalhados na outra disciplina.
As cores utilizadas representam as áreas de conhecimento, seguindo a mesma codificação da
Figura 8, e os tamanhos dos retângulos são proporcionais às cargas horárias das disciplinas.
As disciplinas “Eletiva 1” e “Eletiva 2” são escolhidas dentre as seguintes:
• Avaliação de desempenho de sistemas (Eletiva 2, área de Matemática)
• Engenharia de software II (Eletiva 2, área de Engenharia de software e bancos de dados)
• Fundamentos em linguagens e teoria da computação (Eletiva 1, área de Programação,
computação e algoritmos)
• Sistemas distribuídos (Eletiva 1, área de Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos)
• Trabalho cooperativo com suporte computacional (Eletiva 2, área de Engenharia de software e bancos de dados)
34
INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO
Carga
(Criação: Lei nº 11.892 de 29/12/2008)
Campus Catanduva
Portaria de Criação Ministerial nº 120, de 29/01/2010
Horária
do Curso:
ESTRUTURA CURRICULAR DO ENSINO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
Base Legal: Lei 9394/96, Resolução CNE/CP nº 3, de 18/12/2002 e Decreto 5154 de 23/07/2004
2300,0
Resolução de autorização do curso no IFSP, data
Habilitação Profissional:
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Início:
Componente Curricular
Códigos
Teoria/
No.
Prática
Profs.
SEMESTRES - Aulas/semana
1o.
2o.
3o.
4o.
5o.
6o.
6o. Sem.
5o. Sem.
4o. Sem.
3o. Sem.
2o. Sem.
1o. Sem.
Lógica de Programação
LOG
2/4
2
6
Comunicação e expressão
COE
2/0
1
2
História da ciência e da tecnologia
HCT
2/0
1
2
Inglês técnico
ING
4/0
1
4
Matemática discreta I
MD1
2/0
1
2
Arquitetura de computadores
ADC
2/2
2
4
Estruturas, pesquisa e ordenação de dados
EPO
2/4
2
6
Redes de computadores I
RC1
2/2
2
4
Análise de sistemas I
AS1
4/0
1
4
Matemática discreta II
MD2
2/0
1
2
Sistemas operacionais
SOP
4/0
1
4
Análise de sistemas II
AS2
2/2
2
4
Bancos de dados I
BD1
2/2
2
4
Linguagem de programação I
LP1
2/2
2
4
Redes de computadores II
RC2
2/2
2
4
Probabilidade e estatística
PEE
2/0
1
2
Interfaces homem-máquina I
IHM1
2/0
1
2
Bancos de dados II
BD2
1/1
2
4
Implantação de servidores
IDS
0/4
2
4
Linguagem de programação II
LP2
2/2
2
4
Projeto de sistemas
PRS
2/2
2
4
Interfaces homem-máquina II
IHM2
0/2
2
2
Administração geral
ADM
2/0
1
2
Desenvolvimento para Web I
DW1
2/2
2
4
Organização, sistemas e métodos
OSM
2/0
1
2
Engenharia de software I
ES1
4/0
1
4
Metodologia de pesquisa científica e tecnológica
MPC
2/0
1
2
Sistemas de informações gerenciais
SIG
4/0
1
4
Eletiva 1
EL1
4/0
1
4
Desenvolvimento para Web II
DW2
0/4
2
4
Projeto integrado
PIN
0/4
2
4
Gestão de serviços informatizados
GSI
2/0
1
2
Eletiva 2
EL2
2/0
1
2
Gestão da tecnologia de informação
GTI
4/0
1
4
Segurança da informação
SEG
4/0
1
4
TOTAL ACUMULADO DE AULAS
20
20
20
20
20
20
TOTAL ACUMULADO DE HORAS
316,7 316,7 316,7 316,7 316,7 316,7
ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO
TOTAL GERAL
OBS: AULAS COM DURAÇÃO DE 50 MINUTOS
Figura 9. Matriz curricular para o curso proposto
Total
Total
Aulas
Horas
6
2
2
4
2
4
6
4
4
2
4
4
4
4
4
2
2
4
4
4
4
2
2
4
2
4
2
4
4
4
4
2
2
4
4
120
95,0
31,7
31,7
63,3
31,7
63,3
95,0
63,3
63,3
31,7
63,3
63,3
63,3
63,3
63,3
31,7
31,7
63,3
63,3
63,3
63,3
31,7
31,7
63,3
31,7
63,3
31,7
63,3
63,3
63,3
63,3
31,7
31,7
63,3
63,3
2280,0
1900,0
100,0
300,0
2300,0
35
Semestre 1
MD1
LOG
Semestre 2
MD2
EPO
ING
COE
HCT
ADC
AS1
Semestre 3
BD1
LP1
IH1
Semestre 4
BD2
LP2
IH2
Semestre 5
DW1
Semestre 6
DW2
PEE
SOP
AS2
PRS
MPC
RC2
IDS
ES1
PIN
RC1
ADM
SIG
SEG
OSM
GTI
Figura 10. Grafo de relação de dependência entre disciplinas da matriz curricular
EL1
GSI
EL2
36
6.4
Ementário
As ementas das disciplinas identificadas na matriz curricular estão apresentadas nesta seção,
ordenadas pelo semestre curricular no qual são ofertadas.
6.4.1
Disciplinas do 1o semestre
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Arquitetura de computadores (ADC)
SEMESTRE/ANO
1o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
EMENTA
Estudo de um computador visando a arquitetura de seus componentes e analisando a estrutura individual e o relacionamento entre os componentes fundamentais.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Entender o que é e como funciona um computador. Compreender os conceitos da arquitetura de
um computador clássico, seus fundamentos e os princípios de funcionamento. Enfatizar o conceito
de memória com suas diferentes funções e medidas de desempenho. Elucidar a função principal de
um processador: a execução de programas. Conhecer os principais mecanismos para a realização de
operações de entrada e saída bem como os principais dispositivos envolvidos. Entender o fluxo de
dados entre os componentes de um computador por meio de uma linguagem de máquina.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Representação de dados: sistemas de numeração. Aritmética de máquina. Álgebra booleana. Circuitos
combinacionais. Circuitos sequenciais. Arquitetura básica de um processador: memória, entrada/saída,
interrupções, barramentos e UCP. Fluxo de dados e de instruções. Programação em linguagem de
máquina e simbólica.
Continua na próxima página. . .
37
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Arquitetura de computadores (ADC)
Continuação do plano de ensino da página anterior
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (100%). 2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios
em sala (20%), trabalho prático (30%). A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta
de atividades complementares para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de
recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BITTENCOURT, R. A.. Montagem de computadores e hardware. 6. ed. Rio de Janeiro:
Brasport, 2009. 336p.
• MANZANO, J. A. N. G.. Fundamentos em programação assembly para computadores
IBM-PC. 1. ed. São Paulo: Érica, 2004. 304p.
• MURDOCCA, M. J.; HEURING, V. P.. Introdução à arquitetura de computadores. 1. ed.
Rio de Janeiro: Campus, 2001. 536p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CARTER, N.. Arquiteturas de Computadores. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
• MONTEIRO, M. A.. Introdução à organização de computadores. 5. ed. São Paulo: LTC,
2007.
• MORIMOTO, C. E.. Hardware II: o guia definitivo. Porto Alegre: GDH Press e Sul Editores,
2010.
• TORRES, G.. Montagem de Micros para autoditadas, estudantes e técnicos. 1. ed. Rio
de Janeiro: Nova Terra, 2010.
• WEBER, R. F.. Fundamentos de arquitetura de computadores. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.
38
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Comunicação e expressão (COE)
SEMESTRE/ANO
1o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Desenvolvimento do conhecimento básico da língua portuguesa no sentido de facilitar o processo de
entendimento e o uso das comunicações escrita e oral em suas diversas situações.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Ler, compreender e interpretar textos. Identificar a natureza de textos: resumos, resenhas e dissertações. Desmontar e montar textos dissertativos, resumos e resenhas. Pontuar corretamente orações.
Identificar ambigüidades nos textos. Instrumentalizar para interpretar adequadamente questões de
caráter analítico-dedutivo que requeiram reflexão e raciocínio lógico.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Aspectos semântico-gramaticais da coesão e coerência na produção de textos. Regência nominal e
verbal corretas para o uso dos pronomes relativos e pessoais. Reconhecimento de palavras e expressões
de difícil emprego essenciais à fluência do texto oral e escrito na vida profissional. Análise, domínio
e classificação dos recursos morfológicos, sintáticos, semânticos e estilísticos nas diferentes situações
discursivas. Construção e reconstrução de frases. Paráfrase e a polissemia. Análise do discurso por meio
do estudo das intenções subjacentes ao texto e do processo de comunicação. Uso e reconhecimento
de vícios de linguagem. Pontuação
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, listas de exercícios e resenhas de textos. A recuperação paralela deverá ocorrer
por meio de proposta de atividades complementares para a fixação de conteúdo. O instrumento final
de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os
conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
39
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Comunicação e expressão (COE)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• AZEREDO, J. C.. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo: Publifolha,
2010. 584p.
• MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S.. Português instrumental: de acordo com as normas
atuais da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 560p.
• NEVES, M. H. M.. Guia de uso do Português: confrontando regras e usos. São Paulo:
UNESP, 2003. 829p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• AZEVEDO, I. B.. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável
elaborar trabalhos acadêmicos. 10. ed. São Paulo: Hagnos, 2002.
• FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P.. Para entender o texto. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008.
• GARCIA, O. M.. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever aprendendo a
pensar. 27. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2010. 548p.
• MEDEIROS, J. B.. Português instrumental: contém técnicas de elaboração de trabalho
de conclusão de curso (TCC). 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 464p.
• TEIXEIRA, L.. Comunicação na empresa. Rio de Janeiro: FGV, 2007.
40
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
História da ciência e da tecnologia (HCT)
SEMESTRE/ANO
1o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Pró-reitoria de ensino
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Aos conceitos científicos e suas aplicações tecnológicas ao longo da história, analisadas sobre o enfoque
da Educação, da Ciência e da Tecnologia e suas relações com o desenvolvimento econômico-social.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Conhecer e considerar os processos históricos vinculados ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia.
Apropriar-se de um saber articulado que facilite a reflexão-ação autônoma, crítica e criativa comprometida com uma sociedade mais justa, em consonância com os avanços da tecnologia em todas as
suas dimensões. Rrefletir sobre os impactos da ciência e da tecnologia nas várias etapas da história da
civilização. Analisar a Ciência e a Tecnologia no âmbito do desenvolvimento econômico-social atua.
Analisar as diferentes estratégias possíveis para a inserção da História da Ciência e da Tecnologia na
profissionalização e sua relevância social. Conhecer os processos de produção da existência humana e
suas relações com o trabalho, a ciência e a tecnologia
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
A história do universo, a história da vida e a história do ser humano, da inteligência e da consciência.
Relações entre ciência e tecnologia. Os papéis das revoluções científicas. Um breve histórico da
História da Ciência ao longo dos tempos. Perspectivas para o futuro da Ciência e da Tecnologia. O
senso comum e o saber sistematizado. A transformação do conceito de ciência ao longo da história. As
relações entre ciência, tecnologia e desenvolvimento social. O debate sobre a neutralidade da ciência.
A produção imaterial e o desenvolvimento das novas tecnologias.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
O processo de avaliação envolverá diferentes instrumentos, dentre os quais: uma avaliação diagnóstica
inicial individual e em grupo; provas individuais; trabalhos práticos realizados em grupo; pesquisas
históricas e conceituais; relatórios de atividades; seminários. O instrumento final de avaliação e de
recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
41
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
História da ciência e da tecnologia (HCT)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ALFONSO-GOLDFARB, A. M.. O que é história da ciência. São Paulo: Brasiliense, 1995.
• ANDERY, M. A.. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. São Paulo:
Garamond, 1996. 436p.
• CHASSOT, A.. A Ciência através dos tempos. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2006. 280p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• ALVES, R.. Filosofia da ciência. São Paulo: Loyola, 2008.
• BERNSTEIN, P.. A história dos mercados de capitais: o impacto da ciência e da tecnologia nos investimentos. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
• DAGNINO, R.. Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas: Editora
da Unicamp, 2008.
• HOBSBAWM, E.. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009. 600p.
• HOBSBAWM, E.. A era dos extremos. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. 598p.
42
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Inglês técnico (ING)
SEMESTRE/ANO
1o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Desenvolvimento da habilidade de compreensão escrita através da interpretação de textos acadêmicos
e técnicos, a partir do conhecimento prévio do aluno em língua inglesa, com a utilização do suporte
da língua portuguesa.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Habilitar o aluno a ler, interpretar e compreender textos acadêmicos e técnicos da área da computação/informática através da utilização de estratégias de leitura.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Habilidades utilizadas para a compreensão de textos. Inferência do significado de itens lexicais desconhecidos. Entendimento de informações explícitas e implícitas no texto. Entendimento das relações dos
elementos da sentença. Identificação de idéias principais. Distinção entre idéias-chave e idéias-suporte
do texto. Análise e avaliação da informação transmitida pelo texto. Aspectos lingüísticos relevantes
comuns à linguagem técnica em textos e manuais de computação: tipos de textos; classificação de
dados; anotações de leitura; interação textual, e; referências textuais. Habilidades de estudo. Resumir
parágrafos e textos breves através do reconhecimento das idéias principais. Transferir informações
para/de quadros e tabelas.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, listas de exercícios e resenhas de textos. A recuperação paralela deverá ocorrer
por meio de proposta de atividades complementares para a fixação de conteúdo. O instrumento final
de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os
conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
43
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Inglês técnico (ING)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• LINS, L. M. A.. Inglês instrumental: estratégias de leitura e compreensão textual. 1. ed.
LM Lins, 2010. 138p.
• MUNHOZ, R.. Inglês instrumental: estratégias de leitura. 1. ed. São Paulo: Texto Novo,
2004. (Módulo 1)
• QUANN, S. C.; SATIN, D. R.. Learning computers, speaking english: cooperative activities for learning english and basic word processing. University of Michigan Press, 2007.
208p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• EAYRS, M.. Computer english. 1. ed. Longman, 2001. 160p. (Penguin Quick Guides)
• GALLO, L. R.. Inglês instrumental para informática. 1. ed. Ícone, 2008. 170p. (Módulo 1)
• GLENDINNING, E. H.; MCEWAN, J.. Basic english for computing: revised & updated.
Oxford: Oxford University Press, 2003. (1 CD, 65min 25s)
• ROSE, L. H. P.. 1001 palavras que você precisa saber em inglês. 1. ed. Disal, 2006. 132p.
• SUMMERS, D. (DIR).. Longman: dictionary of contemporary english. 5. ed. England:
Longman, 2009. 2082p.
44
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Lógica de Programação (LOG)
SEMESTRE/ANO
1o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
6 aulas (2 teóricas, 4 práticas) / 95,00 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (10 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Programação, computação e algoritmos
EMENTA
Estudo da representação do raciocínio lógico através do formalismo de linguagem de programação.
Estudo de uma linguagem de programação quanto a representação, armazenamento, recuperação e
processamento da informação.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Introduzir conhecimento e técnicas necessários para projeto e desenvolvimento de linguagens de programação, através da construção de algoritmos e programas que utilizam os princípios da programação
estruturada. Capacitar o aluno para analisar problemas e elaborar programas que os solucionem,
utilizando para isto a linguagem de programação. Dominar os comando básicos da linguagem de
programação adotada. Estruturar os dados em tipos simples e estruturados. Utilizar conceitos de
subprogramação e recursão, além de manipular arquivos.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Representações de algoritmos em diagrama de bloco e português estruturado. Tipos de Dados Básicos. Identificadores. Operadores Aritméticos, Relacionais e Lógicos. Expressões Lógicas e Aritméticas.
Programação sequencial, instruções de seleção (desvios), instruções de repetição (laços). Variáveis
Compostas Homogêneas (unidimensionais e bidimensionais) e Heterogêneas (registros). Programação Modular (Procedimentos, Funções e passagem de parâmetros). Concepção e implementação de
programas.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (60%), exercícios em sala (20%), tarefas de programação (20%).
2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios em sala (20%), trabalho prático (30%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
45
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Lógica de Programação (LOG)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• FORBELLONE, A. L.; EBERSPACHER, H. F.. Lógica de programação. 3. ed. São Paulo:
Pearson, 2005. 232p.
• KERNIGHAN, B. W.; RITCHIE, D. M.. C: a linguagem de programação, padrão ANSI. Rio
de Janeiro: Campus, 1995. 289p.
• MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F.. Algoritmos: lógica para o desenvolvimento da
programação de computadores. 24. ed. São Paulo: Érica, 2009. 320p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C.. Algoritmos: teoria e
prática. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 936p.
• KELLEY, A.; POHL, I.. A book on C: programming in C. 4. ed. Boston: Addison Wesley,
1997. 726p.
• MANZANO, J. A. N. G.. Estudo Dirigido de Linguagem C.. 8. ed. São Paulo: Érica, 2002.
• MONTGOMERY, E.. Programando com C: Simples e Prático. 1. ed. São Paulo: Alta
Books, 2006.
• ZIVIANI, N.. Projeto de algoritmos com implementação em C e Pascal. 3. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2011. 660p.
46
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Matemática discreta I (MD1)
SEMESTRE/ANO
1o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Matemática
EMENTA
Discussão dos conceitos matemáticos que suportam os conceitos computacionais fundamentais discretos, como algoritmos e autômatos.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar conceitos básicos de provas matemáticas e da teoria dos conjuntos para o desenvolvimento
da capacidade de raciocínio abstrato, da organização e síntese de idéias. Obter uma visão abrangente
de conceitos matemáticos que fundamentam a construção de teorias em computação. Apresentar conceitos básicos de provas matemáticas e da teoria dos conjuntos para o desenvolvimento da capacidade
de raciocínio abstrato, da organização e síntese de idéias. Obter uma visão abrangente de conceitos matemáticos que fundamentam a construção de teorias em computação. Integrar a prática dos
conhecimentos adquiridos em aplicações na informática.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Noções de Lógica e Técnicas de Demonstração. Teoria dos Conjuntos. Relações e Funções. Indução
e Recursão.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão avaliações escrita e trabalhos realizados individualmente e/ou em
grupo. A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares
para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma
avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
47
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Matemática discreta I (MD1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C.. Algoritmos: teoria e
prática. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 936p.
• LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M.. Matemática discreta. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
512p. (Coleção Schaum)
• MENEZES, P. B.; TOSCANI, L. V.; LÓPEZ, J. G.. Aprendendo matemática discreta com
exercícios. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 356p. (Série livros didáticos informática
UFRGS, v. 19)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• GERSTING, J. L.. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2004. 616p.
• GRAHAM, R. L.; KNUTH, D. E.; PATASHNIK, O.. Matemática concreta: fundamentos
para ciência da computação. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 475p.
• ROSEN, K. H.. Matemática discreta e suas aplicações. 6. ed. Porto Alegre: McGrawHill/Artmed, 2010. 1008p.
• SCHEINERMAN, E.R.. Matemática discreta: uma introdução. São Paulo: CENGAGE
Learning, 2010. 600p.
• SOUZA, J. N.. Lógica para ciência da computação: uma introdução concisa. 1. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2008. 240p. (Coleção Campus/SBC)
48
6.4.2
Disciplinas do 2o semestre
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Análise de sistemas I (AS1)
SEMESTRE/ANO
2o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Ricardo Bortolatto Nunes
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
O processo de levantamento de requisitos e sua relação com o projeto e evolução de sistemas
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Interpretar e aplicar a fase de análise de requisitos de um sistema computacional. Compreender as
etapas envolvidas de um projeto de sistemas e sua evolução.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Representação de projetos de software. Metodologia de levantamento de requisitos. Métodos de especificação de software. Técnicas de extração de informação do usuário referente ao projeto. Ferramentas
de documentação de requisitos. Diagramação de requisitos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%) e atividades extra-sala (15%).
2o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%), trabalho prático (15%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• GANE, C.; SARSON, T.. Análise estruturada de sistemas. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 257p.
• PETERS, J. F.; PEDRYCZ, W. Engenharia de software: teoria e prática. 1. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2001. 624p.
• PRESSMAN, R. S.; Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
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49
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Análise de sistemas I (AS1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CHIOSI, T. C. S.; MORAES, R. L.. Especificação de sistemas de software utilizando análise
e projeto estruturados. 1. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2006.
• ENGHOLM JUNIOR, H..; Engenharia de Software na Prática. São Paulo: Novatec, 2010.
440p.
• PRESSMAN, R. S.; Engenharia de Software. São Paulo: Makron Books, 1995. 1056p.
• SCHACH, S. R. Engenharia de Software: os paradigmas clássico e orientado a objetos.
7. ed. São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana, 2009. 640p.
• YOURDON, E.. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1990. 836p.
50
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Estruturas, pesquisa e ordenação de dados (EPO)
SEMESTRE/ANO
2o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
6 aulas (2 teóricas, 4 práticas) / 95,00 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (10 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Programação, computação e algoritmos
EMENTA
Estudo das principais formas, técnicas e estruturas para armazenar, organizar e recuperar as informações
na memória de sistemas computacionais. Avaliação da complexidade das soluções adotadas para o
armazenamento da informação nos sistemas computacionais.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Capacitar o aluno a escolher e implementar a estrutura de dados que seja mais adequada a uma
determinada aplicação. Identificar qual o método de ordenação é mais recomendado considerando
restrições de espaço e tempo. Selecionar a forma mais eficiente de armazenar dados com vistas a uma
recuperação rápida, considerando a eficiência dessa operação. Discutir as bases teóricas por trás das
escolhas de algoritmos de pesquisa e ordenação e as estruturas para armazenamento de dados.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Vetores. Pilhas. Políticas de acesso em pilhas. Listas estáticas. Listas dinâmicas. Políticas de acesso
em listas. Filas Estáticas. Filas Dinâmicas. Políticas de acesso em filas. Pesquisa sequencial, binária
e hashing. Árvores. Árvores binárias. Árvores-B. Tries. Algoritmos de ordenação em memória interna.
Algoritmos de ordenação em memória externa. Noções sobre complexidade e eficiência dos algoritmos
e estruturas discutidos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (60%), exercícios em sala (20%), tarefas de programação (20%).
2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios em sala (20%), trabalho prático (30%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
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CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Estruturas, pesquisa e ordenação de dados (EPO)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C.. Algoritmos: teoria e
prática. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 936p.
• EDELWEISS, N; GALANTE, R.. Estruturas de dados. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
262p. (Série livros didáticos informática UFRGS, v. 18)
• ZIVIANI, N.. Projeto de algoritmos com implementação em C e Pascal. 3. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2011. 660p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• KNUTH, D. E.. The Art of Computer Programming, Fundamental Algorithms. 3. ed.
Boston: Addison Wesley, 1997. 672p. (vol 1)
• KNUTH, D. E.. The Art of Computer Programming, Sorting and Searching. 3. ed.
Boston: Addison Wesley, 1997. 800p. (vol 3)
• LOUDON, K.. Dominando Algoritmos em C. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000. 585p.
• SZWARCFITER, J. L.; MARKENZON, L.. Estruturas de dados e seus algoritmos. 3. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2010.
• TENENBAUM, A. M.; LANGSAM, Y.; AUGENST, M. J.. Estruturas de dados usando C.
São Paulo: Makron Books, 1995. 904p.
52
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Matemática discreta II (MD2)
SEMESTRE/ANO
2o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Matemática
EMENTA
Aplicação de conceitos de matemática discreta na resolução de problemas computacionais.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Aplicar os conceitos básicos da Matemática Discreta como uma ferramenta Matemática para investigações e aplicações precisas em Computação e Informática. Via Matemática Discreta, abordar problemas
aplicados e enfrentar ou propor com naturalidade novas tecnologias.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução a Teoria dos Números. Combinatória. Introdução a Teoria de Grafos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão avaliações escrita e trabalhos realizados individualmente e/ou em
grupo. A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares
para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma
avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C.. Algoritmos: teoria e
prática. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 936p.
• LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M.. Matemática discreta. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
512p. (Coleção Schaum)
• MENEZES, P. B.; TOSCANI, L. V.; LÓPEZ, J. G.. Aprendendo matemática discreta com
exercícios. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 356p. (Série livros didáticos informática
UFRGS, v. 19)
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53
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Matemática discreta II (MD2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• GERSTING, J. L.. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2004. 616p.
• GRAHAM, R. L.; KNUTH, D. E.; PATASHNIK, O.. Matemática concreta: fundamentos
para ciência da computação. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 475p.
• SCHEINERMAN, E.R.. Matemática discreta: uma introdução. São Paulo: CENGAGE
Learning, 2010. 600p.
• SIPSER, M.. Introduction to the theory of computation. 2. ed. Florence: CENGAGE
Learning, 2006. 400p.
• SOUZA, J. N.. Lógica para ciência da computação: uma introdução concisa. 1. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2008. 240p. (Coleção Campus/SBC)
54
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Redes de computadores I (RC1)
SEMESTRE/ANO
2o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato e Lúcio Rodrigo de Carvalho
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
EMENTA
Conceitos básicos sobre o funcionamento de uma rede local de computadores, seus componentes
principais e como projetá-la
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Capacitar o aluno a classificar redes de computadores. Identificar os principais tipos de dispositivos
de redes. Identificar topologias e tecnologias básicas de LANs. Conhecer os mecanismos básicos dos
protocolos de comunicação. Reconhecer os aspectos básicos do modelo TCP/IP. Habilitar para a
definição do projeto e montagem de uma rede.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Classificar redes de computadores. Identificar os principais tipos de dispositivos de redes. Identificar
topologias e tecnologias básicas de LANs. Conhecer os mecanismos básicos dos protocolos de comunicação. Reconhecer os aspectos básicos do modelo TCP/IP. Prática de projeto e montagem de uma
rede local.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão atividades prático-teóricas, trabalhos e projetos. A recuperação
paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação de conteúdo.
O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo
questões sobre os conteúdos estudados.
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55
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Redes de computadores I (RC1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• Associação Brasileira de Normas Técnicas. Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicações para rede interna estruturada. Rio de janeiro:
ABNT, 2000. 48p. (NBR 14565)
• KUROSE, J. F.; ROSS, K. W.. Redes de computadores e a Internet. 5. ed. São Paulo:
Addison Wesley, 2010.
• TANENBAUM, A. S.; WETHERALL, D.. Redes de computadores. 5. ed. São Paulo:
Pearson, 2011. 600p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• AI, A.; RYAN, B.. Redes de computadores: use a cabeça!. 2. ed. Rio de Janeiro: Altabooks,
2010.
• CARISSIMI, A.; ROCHOL, J.; GRANVILLE, L. Z.. Redes de computadores. 1. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2009. 392p. (Série livros didáticos informática UFRGS, v. 20)
• COMER, D.. Interligação em redes com TCP/IP: princípios, protocolos e arquitetura.
5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 468p. (Volume 1)
• OLIFER, V.. Redes de computadores: princípios, tecnologias e protocolos para o projeto
de redes. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
• PINHEIRO, J. M. S.. Guia completo de cabeamento de redes. 1. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
56
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Sistemas operacionais (SOP)
SEMESTRE/ANO
2o semestre, 1o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Lúcio Rodrigo de Carvalho
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
EMENTA
A disciplina aborda os conceitos fundamentais de sistemas operacionais modernos, além de suas características e particularidades.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Compreender os conceitos de Sistemas Operacionais e sua finalidade na implantação de sistemas de
informação. Possuir uma visão geral dos principais mecanismos envolvidos na concepção de um sistema
operacional moderno. Compreender o funcionamento interno dos principais sistemas operacionais
modernos.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
História dos Sistemas Operacionais. Processos e Threads. Gerenciamento de Memória. Sistema de
Entrada e Saída. Sistema de Arquivo. Segurança. Estudo comparativo entre sistemas operacionais
existentes
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão avaliações escritas, trabalhos realizados individualmente e/ou em
grupo, seminários e pesquisas. A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades
complementares para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final
envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R.. Sistemas operacionais. 3. ed. São
Paulo: Pearson, 2005. 784p.
• MCHOES, A. M.; FLYNN, I. M.. Introdução aos sistemas operacionais. 1. ed. São Paulo:
Pioneira Thomson, 2009. 434p.
• TANENBAUM, A. S.. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2010. 712p.
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57
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Sistemas operacionais (SOP)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• HOLCOMBE, C.; HOLCOMBE, J.. Dominando os sistemas operacionais: teoria e prática.
1. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2003. 400p.
• MACHADO, F. B.; MAIA, L. P.. Arquitetura de sistemas operacionais. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2007.
• OLIVEIRA, R. S.; CARISSIMI, A.; TOSCANI, S.. Sistemas operacionais. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2010. 375p. (Série livros didáticos informática UFRGS, v. 11)
• SILBERSCHATZ, A.; GAGNE, G.; GALVIN, P. B.. Fundamentos de sistemas operacionais.
8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 208p.
• STUART, B. L. Princípios de sistemas operacionais: projetos e aplicações. 1. ed. São
Paulo: CENGAGE Learning, 2010. 680p.
58
6.4.3
Disciplinas do 3o semestre
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Análise de sistemas II (AS2)
SEMESTRE/ANO
3o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Ricardo Bortolatto Nunes e Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
O ciclo de vida dos sistemas computacionais e sua representação utilzando a linguagem unificada de
modelagem (UML).
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Aplicar a análise orientado à objeto, utilizando ferramentas de modelagem de dados. Conhecer, compreender e utilizar corretamente os componentes da linguagem unificada de modelagem (UML)
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Metodologias e Tecnologias orientadas por objetos. RUP (Rational Unified Process). Introdução a
linguagem UML (Unified Modeling Language). Diagramas da UML: Caso de Uso, de Classes, de
Seqüência, Colaboração, Estado e de Atividade. Diagrama de Componentes e de Execução. Estudos
de caso onde o aluno possa exercitar a análise de sistemas, bem como detalhamento dos diagramas da
UML.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%) e atividades extra-sala (15%).
2o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%), trabalho prático (15%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
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59
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Análise de sistemas II (AS2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• GUEDES, G. T. A.. UML: uma abordagem prática. 3. ed. São Paulo: Novatec, 2008.
• MEDEIROS, E.. Desenvolvimento software com UML 2.0: definitivo. São Paulo: Pearson,
2004. 264p.
• WAZLAWICK, R. S.. Análise e projeto de sistemas de informação orientados a objetos.
2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 344p. (Coleção Campus/SBC)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• FURLAN, J. D.. Modelagem de objetos através da UML: análise e desenho orientados
a objeto. São Paulo: Makron Books, 1998. 330p.
• MARTIN, F.; SCOTT, K.. UML essencial: um breve guia para a linguagem padrão de
modelagem de objetos. Porto Alegre: Bookman, 2000. 169p.
• NOGUEIRA, M.. Engenharia de Software: um framework para a gestão de riscos em
projetos de software. São Paulo: Ciência Moderna, 2009. 224p.
• PAULA FILHO, W. P. Engenharia de Software: Fundamentos, Métodos e Padrões. 3. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2009. 1256p.
• PRESSMAN, R. S.. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
60
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Bancos de dados I (BD1)
SEMESTRE/ANO
3o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Rinaldo Morais
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
Apresentação dos conceitos gerais de sistemas de banco de dados e aplicação de técnicas e ferramentas
para modelagem, definição, implementação, manutenção e consultas de bancos de dados, através dos
modelos entidade-relacionamento e relacional e da linguagem SQL.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Conceituar sistemas e projetos de bancos de dados. Capacitar o aluno no desenvolvimento de projetos
de bancos de dados, em nível conceitual, lógico e físico. Conhecer as linguagens de criação e manipulação de bancos de dados (DDL/SQL). Implementar e manter de bancos de dados com uso de um
SGBD comercial.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Sistemas de bancos de dados. Projetos de bancos de dados. Modelagem Conceitual. Modelo EntidadeRelacionamento. Modelo Relacional. Mapeamento MER-Relacional. Normalização de dados. Linguagens em bancos de dados. Linguagem de Definição de Dados (DDL) e linguagem de Consulta e
manipulação de dados (SQL). Implementação de bancos de dados.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações prático-teóricas, trabalhos e projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B.. Sistemas de Banco de Dados. 6. ed. São Paulo: Pearson,
2011.
• HEUSER, C.. Projeto de Banco de Dados. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2000. (Série livros
didáticos informática UFRGS, v. 4).
• MACHADO, F. N. R.. Banco de dados: projeto e implementação. 1. ed. São Paulo: Érica,
2004. 400p.
Continua na próxima página. . .
61
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Bancos de dados I (BD1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CHEN, P.. Gerenciando banco de dados: a abordagem entidade-relacionamento para
projeto lógico. São Paulo: MCGraw-Hill, 1990.
• DATE, C. J.. Introdução a sistemas de bancos de dados. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus,
2004. 975p.
• GILLENSON, M. L.. Fundamentos de sistemas de gerência de banco de dados. 1. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006. 324p.
• KORTH, H.F.; SILBERCHATZ, A.. Sistema de Banco de Dados. 3a ed. São Paulo: Makron
Books, 1999.
• MARCON, A. M.. Aplicações e Bancos de Dados para internet. São Paulo: Érica, 2000.
62
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Interfaces homem-máquina I (IHM1)
SEMESTRE/ANO
3o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
Principais paradigmas de interface e de interação com o usuário e como eles abordam os problemas de
ergonomia e usabilidade das aplicações
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar ao aluno conceitos fundamentais da interação entre o usuário e o computador. Capacitar
o aluno a discutir os tópicos envolvidos em áreas atuais de pesquisa. Dar ao aluno experiência na
avaliação de interfaces.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Interfaces homem-máquina: conceitos, ergonomia, aplicações, concepção. Paradigmas de interação.
Uso de cores e sons.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão avaliações escritas, trabalhos realizados individualmente e/ou em
grupo, seminários e pesquisas. A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades
complementares para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final
envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• DIX, A.; FINLAY, J.; ABOWD, G.; BEALE, R.. Human Computer Interaction. 3. ed.
Prentice Hall, 2004. 834p.
• OLIVEIRA NETO, A. A.. IHC: modelagem e gerência de interfaces com o usuário. Florianópolis: Visual Books, 2004. 120p.
• PREECE, J.; ROGERS, Y.; SHARP, H.. Design de interação: além da interação homemcomputador. Porto Alegre: Bookman, 2005.
Continua na próxima página. . .
63
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Interfaces homem-máquina I (IHM1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BARBOSA, S. D. J.; SILVA, B. S.. Interação humano-computador. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
• BUXTON, B.. Sketching user experiences: getting the design right and the right design.
1. ed. Morgan Kauffman, 2007. 448p.
• FRAZER, T.; BANKS, A.. O guia completo da cor. São Paulo: SENAC, 2007.
• NIELSEN, J; TAHIR, M.. Usabilidade: 50 websites descontruídos. Rio de Janeiro: Campus,
2002.
• ROGERS, Y.; SHARP, H.; PREECE, J.. textbfInteraction design: beyond human-computer
interaction. 3. ed. John Wiley & Sons, 2011. 602p.
64
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Linguagem de programação I (LP1)
SEMESTRE/ANO
3o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Programação, computação e algoritmos
EMENTA
Estudo do paradigma orientado a objetos. Utilização de uma linguagem de programação que permita
a aplicação do paradigma orientado a objetos. Implementações de soluções pelo uso do paradigma
orientado a objetos.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Aplicar habilidades de raciocínio lógico na elaboração de programas e implementar soluções computacionais utilizando uma linguagem de programação moderna.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Trabalhando com variáveis, operadores e expressões; utilizando instruções de decisão e de repetição,
arrays e coleções; gerenciamento de erros e exceções; criando e gerencindo de classes e objetos;
escrevendo métodos e aplicando escopo; trabalhando com herança, polimorfismo e encapsulamento;
definição de classes abstratas; sobrecarga de operadores; utilizando a coleta de lixo e gerenciamento
de recursos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (60%), exercícios em sala (20%), tarefas de programação (20%).
2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios em sala (20%), trabalho prático (30%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
65
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Linguagem de programação I (LP1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• DEITEL, H.; DEITEL, P.. Como programar Visual C# 2010. 4. ed. São Paulo: Pearson
Education, 2011.
• MARTIN, R.;MARTIN, C.. Princípios, padrões e práticas ágeis em C#. 1. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2011.
• SHARP, J.. Microsoft Visual C# 2010: Passo a Passo. 1. ed. Porto Alegre: Bookman,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• LIPPMAN, S. B.. C#: um guia prático. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
• NORTHRUP, T.; WILDERMUTH, S.; RYAN, B.. MCTS self-paced training kit (exam
70-536): Microsoft .NET. Microsoft Press, 2006.
• RICHTER, J.. Programação aplicada com Microsoft .NET Framework. Porto Alegre:
Bookman, 2005.
• ROBINSON, S. et al.. Profissional C# programando. São Paulo: Pearson Education, 2004.
• STELLMAN, A.. Use a cabeça: C#. 1. ed. São Paulo: Alta Books, 2008.
66
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Probabilidade e estatística (PEE)
SEMESTRE/ANO
3o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Matemática
EMENTA
Compreensão de conceitos probabilísticos e estatísticos e suas aplicações à área de computação.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Propiciar ao aluno a oportunidade de aplicar o ferramental estatístico desenvolvido/aprendido ao longo
do curso de graduação, a uma situação real. Desenvolver sistemas de apuração de dados utilizando
ferramenta de informática. Capacitar o aluno a planejar e desenvolver pesquisa estatística baseada na
natureza do trabalho científico.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução à análise exploratória de dados. Noções sobre correlação e regressão linear simples. Noções
básicas de probabilidade. Variáveis aleatórias discretas. Modelos discretos de probabilidade. Variáveis aleatórias contínuas. Modelos contínuos de probabilidade. Variáveis aleatórias bidimensionais.
Introdução à inferência estatística. Testes de hipóteses.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão avaliações escrita e trabalhos realizados individualmente e/ou em
grupo. A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares
para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma
avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A.. Estatística básica. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
560p.
• MEYER, P. L.. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
426p.
• SPIEGEL, M. R.. Estatística. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2009. 600p. (Coleção Schaum)
Continua na próxima página. . .
67
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Probabilidade e estatística (PEE)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• DEVORE, J. L. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. 1. ed. São Paulo:
Pioneira Thomson, 2006. 706p.
• MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P.. Noções de probabilidade e estatística. 6. ed. São
Paulo: EDUSP, 2005.
• MORETTIN, L. G.. Estatística básica: probabilidade e inferência. 1. ed. São Paulo:
Pearson, 2009.
• RUNGER, G. C.. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009. 514p.
• SPECTOS, P.. Data manipulation with R. 1. ed. Springer, 2008. 164p.
68
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Redes de computadores II (RC2)
SEMESTRE/ANO
3o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
EMENTA
Conceitos avançados sobre o funcionamento de redes locais e conceitos básicos sobre redes sem fio.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Desenvolver conhecimento necessário para projetar, configurar, implementar, documentar e administrar
redes de computadores abordando os aspectos físico e lógico em relação às tecnologias de rede existentes na atualidade. Apresentar conceitos básicos de VoIP. Discutir aspectos de projeto e implementação
de redes sem fio locais e enlaces ponto-a-ponto.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Redes sem fio e redes móveis: CDMA, arquitetura 802.11, GSM, IP móvel. Redes multimídia: mecanismos de escalonamento, protocolos RTSP, RTCP e RTP, RSVP e SIP. Gerenciamento de redes:
MIB e SNMP. Implantação, configuração e manutenção de redes Linux. Grupos de trabalho Windows.
Implantação e Configuração do Active Directory. Windows, Linux, MacOS
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão atividades prático-teóricas, trabalhos e projetos. A recuperação
paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação de conteúdo.
O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo
questões sobre os conteúdos estudados.
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69
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Redes de computadores II (RC2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• Hacker Friendly LLC. Redes sem fio no Mundo em Desenvolvimento: um guia prático
para o planejamento e a construção de uma infra-estrutura de telecomunicações. 1.
ed. Hacker Friendly, 2007 (Tradução da 2. ed. Americana. Obra em CC-SA, disponível em
http://wndw.net/)
• KUROSE, J. F.; ROSS, K. W.. Redes de computadores e a Internet. 5. ed. São Paulo:
Addison Wesley, 2010.
• TANENBAUM, A. S.; WETHERALL, D.. Redes de computadores. 5. ed. São Paulo:
Pearson, 2011. 600p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CARISSIMI, A.; ROCHOL, J.; GRANVILLE, L. Z.. Redes de computadores. 1. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2009. 392p. (Série livros didáticos informática UFRGS, v. 20)
• COSTA, D. G.. Administração de redes com ccripts: Bash script, Phyton e VBScript. 2.
ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2010. 172p.
• RAPPAPORT, T. S.. Wireless communications: principles and practice. 2. ed. PrenticeHall, 2002. 736p.
• SOUSA, L. B. Redes de computadores: dados, voz e imagem. 7. ed. São Paulo: Érica, 2004.
484p.
• STALLINGS, W. Data and Computer Communications. 8. ed., Prentice-Hall, 2006. 896p.
70
6.4.4
Disciplinas do 4o semestre
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Administração geral (ADM)
SEMESTRE/ANO
4o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Rinaldo Morais
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Os conceitos de organizações e as teorias da administração, pontuando suas diferentes escolas em uma
perspectiva histórica.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar ao aluno a evolução dos diversos conceitos da teoria da administração, suas escolas e as
relações entre elas, destacando o caráter contingencial e situacional da administração, determinada
pela dinâmica do contexto político, econômico e social dos respectivos momentos históricos e pela
cultura do meio. Capacitar o aluno a perceber as diversas influências que as diferentes escolas podem
proporcionar para os processos de gestão empresarial.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conceitos de administração e origens históricas. Taylor e a administração científica. Ford e a produção
em série. Fayol e o processo administrativo. Weber e a burocracia. Teoria da Contingência Estrutural.
Enfoque Sistêmico. Teoria Crítica. Cultura organizacional.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, apresentação de seminários e resenhas de textos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• MAXIMIANO, A. A.. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução
digital. São Paulo: Editora Atlas, 2006.
• MONTANA, P. J.; CHARNOV, B. H.. Administração. São Paulo: Saraiva, 1998.
• MOTTA, F. C. P.. Teoria das Organizações: evolução e crítica. São Paulo: Thomsom/Pioneira, 2001.
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71
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Administração geral (ADM)
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CHIAVENATO, I.. Introdução à teoria geral da administração. 5. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
• MAXIMIANO, A. C. A.. Teoria geral da administração: da escola científica à competitividade na economia globalizada. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
• MOTTA, F. C. P.; CALDAS, M. P.. Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo:
Atlas, 1997.
• RIBEIRO, A. L.. Teorias da administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
• ROBBINS, S.. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000.
72
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Bancos de dados II (BD2)
SEMESTRE/ANO
4o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Rinaldo Morais
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
Utilização de sistemas gerenciadores de bancos de dados para criação e manipulação de dados integrados com aplicações, configuração de segurança, otimização, gerenciamento de transações, controle de
concorrência, recuperação e falhas e apresentação de tecnologias avançadas em bancos de dados.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar o desenvolvimento de bancos de dados integrados com aplicações. Discutir e implementar
conceitos associados a sistemas de bancos de dados, como segurança e integridade de dados, melhoria
de desempenho, mecanismos de controle de transações e concorrência. Discutir tecnologias emergentes
em bancos de dados.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Integração dados-aplicação. Segurança e integridade de dados. Controle de transações e concorrência.
Administração de banco de dados e desempenho (tunning). Tecnologias emergentes (bancos de dados
multimídia, geográficos e espaciais, XML e dados semi-estruturados e bancos de dados de objetos).
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações prático-teóricas, trabalhos, seminários e projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• DATE, C. J.. Bancos de dados: tópicos avançados. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
• ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B.. Sistemas de Banco de Dados. 6. ed. São Paulo: Pearson,
2011.
• KORTH, H.F.; SILBERCHATZ, A.. Sistema de Banco de Dados. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 1999.
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73
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EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Bancos de dados II (BD2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BERNSTEIN, P. A.; HADZILACOS,V.; GOODMAN, N.. Concurrency control and recovery
in database systems. Massachusetts: Addison-Wesley, 1997.
• GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J.D.; WIDOM, J. D.. Database Systems: the complete
book. Prentice Hall, 2001.
• MACHADO, F. N. R.. Banco de dados: projeto e implementação. 1. ed. São Paulo: Érica,
2004. 400p.
• MELO, R. N.. Bancos de dados não convencionais: a tecnologia do BD e suas novas
áreas de aplicação. Campinas: UNICAMP, 1988. 200p.
• OZSU, M.; VALDURIEZ, P.. Princípios de Sistemas de Banco de Dados Distribuídos. 2a
ed. Editora Campus, 2001.
74
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INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Implantação de servidores (IDS)
SEMESTRE/ANO
4o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (0 teóricas, 4 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (8 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Lúcio Rodrigo de Carvalho
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
EMENTA
A disciplina aborda a implantação de servidores, configuração de serviços e aplicações
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Capacitar o aluno a planejar, implantar e configurar sistemas operacionais multiusuário (servidores),
além de seus serviços e aplicações.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução. Instalação de sistema operacional multiusuário. Instalação e configuração de servidor
DHCP. Instalação e configuração de servidor DNS. Instalação e configuração de servidor de arquivos
e servidor Web. Instalação e adequação de sistema gerenciador de banco de dados em sistemas
operacionais multiusuário. Implantação do Active Directory. Adequação de sistemas operacionais,
possibilitando o acesso remoto. Técnicas de backup e manutenção.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão atividades prático-teóricas, trabalhos e projetos. A recuperação
paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação de conteúdo.
O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo
questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BATTISTI, J.; SANTANA, F.. Windows 2008 server: guia de estudos completo. 1. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2009.
• LIMA, J. P.. Administração de redes Linux. 1. ed. Terra, 2003.
• SCHRODER, C.. Redes Linux: Livro de receitas. 1. ed. São Paulo: Alta Books, 2009.
569p.
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75
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EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
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COMPONENTE CURRICULAR
Implantação de servidores (IDS)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• GRAHAM, S.; SHAH, S.. Linux: administração, teoria e prática. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2003. 310p.
• HANSSELL, J.. Windows Server 2008: o Guia Definitivo. Rio de Janeiro: Alta Books,
2008.
• SILVA, G. M.. Segurança em sistemas Linux. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008.
240p.
• THOMAS, T.. Segurança de redes: primeiros passos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2007.
• THOMPSON, M. A.. Windows Server 2008 R2: Fundamentos. São Paulo: Érica, 2010.
192p.
76
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EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
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COMPONENTE CURRICULAR
Interfaces homem-máquina II (IHM2)
SEMESTRE/ANO
4o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (0 teóricas, 2 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
Como especificar, implementar, testar e avaliar interfaces de interação entre usuários e aplicações
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar ao aluno conceitos fundamentais da interação entre o usuário e o computador. Capacitar
o aluno a discutir os tópicos envolvidos em áreas atuais de pesquisa. Dar ao aluno experiência na
avaliação de interfaces.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Interfaces homem-máquina: desenvolvimento e implementação de interfaces utilizando arcabouços de
software
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão atividades prático-teóricas, trabalhos e projetos. A recuperação
paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação de conteúdo.
O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual contendo
questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• OLIVEIRA NETO, A. A.. IHC: modelagem e gerência de interfaces com o usuário. Florianópolis: Visual Books, 2004. 120p.
• PREECE, J.; ROGERS, Y.; SHARP, H.. Design de interação: além da interação homemcomputador. Porto Alegre: Bookman, 2005.
• ROGERS, Y.; SHARP, H.; PREECE, J.. textbfInteraction design: beyond human-computer
interaction. 3. ed. John Wiley & Sons, 2011. 602p.
Continua na próxima página. . .
77
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EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
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COMPONENTE CURRICULAR
Interfaces homem-máquina II (IHM2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BARBOSA, S. D. J.; SILVA, B. S.. Interação humano-computador. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
• BUXTON, B.. Sketching user experiences: getting the design right and the right design.
1. ed. Morgan Kauffman, 2007. 448p.
• DIX, A.; FINLAY, J.; ABOWD, G.; BEALE, R.. Human Computer Interaction. 3. ed.
Prentice Hall, 2004. 834p.
• FRAZER, T.; BANKS, A.. O guia completo da cor. São Paulo: SENAC, 2007.
• NIELSEN, J; TAHIR, M.. Usabilidade: 50 websites descontruídos. Rio de Janeiro: Campus,
2002.
78
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Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
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EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Linguagem de programação II (LP2)
SEMESTRE/ANO
4o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Programação, computação e algoritmos
EMENTA
Estudo da orientação a objetos e a sua relação com a programação visual. Desenvolvimento de
aplicações orientadas a objetos com acesso a um gerenciador de banco de dados. Validação de dados
do usuário com o uso da orientação a objetos.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Compreender e aplicar conceitos de programação orientada a objetos e propiciar a utilização das técnicas
e ferramentas para a implementação de soluções orientadas a objetos.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conceitos Básicos de RAD (Rapid Application Development); ambientes de desenvolvimento atuais;
conceitos de interface Gráfica com o usuário e a orientação a objetos; formulários; componentes;
controles; acesso a Banco de Dados com o uso do IDE; obtendo a entrada do usuário; realização de
validações; distribuição de uma aplicação; estudos de casos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (60%), exercícios em sala (20%), tarefas de programação (20%).
2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios em sala (20%), trabalho prático (30%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
79
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Linguagem de programação II (LP2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• DEITEL, H.; DEITEL, P.. Como programar Visual C# 2010. 4. ed. São Paulo: Pearson
Education, 2011.
• MARTIN, R.;MARTIN, C.. Princípios, padrões e práticas ágeis em C#. 1. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2011.
• SHARP, J.. Microsoft Visual C# 2010: Passo a Passo. 1. ed. Porto Alegre: Bookman,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• LIPPMAN, S. B.. C#: um guia prático. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
• NORTHRUP, T.; WILDERMUTH, S.; RYAN, B.. MCTS self-paced training kit (exam
70-536): Microsoft .NET. Microsoft Press, 2006.
• RICHTER, J.. Programação aplicada com Microsoft .NET Framework. Porto Alegre:
Bookman, 2005.
• ROBINSON, S. et al.. Profissional C# programando. São Paulo: Pearson Education, 2004.
• STELLMAN, A.. Use a cabeça: C#. 1. ed. São Paulo: Alta Books, 2008.
80
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Projeto de sistemas (PRS)
SEMESTRE/ANO
4o semestre, 2o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Ricardo Bortolatto Nunes
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
Aplicação de UML como ferramenta de implementação e documentação da fase de projetos lógicos e
físicos
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Permitir o desenvolvimento da fase de projetos lógicos e físicos de um sistema computacional, aplicando
técnicas de testes e validações.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Uso da UML como ferramenta de implementação e documentação da fase de projetos lógicos e físicos.
Determinação e execução de testes e validações. Ferramenta de simulações e testes. Tendências no
desenvolvimento de sistemas
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%) e atividades extra-sala (15%).
2o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%), trabalho prático (15%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• GAMMA, E.; HELM, R.; JOHNSON, R.; VLISSIDES, J.. Padrões de projeto: soluções
reutilizáveis de software orientado a objetos. Porto Alegre: Bookman, 2000. 368p.
• RUMBAUGH, J.; BLAHA, M.. Modelagem e projeto baseados em objetos. 1. ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2006.
• WAZLAWICK, R.. Análise e projetos de sistemas de informação orientados a objetos.
Rio de Janeiro: Campus, 2004. 253p.
Continua na próxima página. . .
81
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Projeto de sistemas (PRS)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• LUCK, H.. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 7. ed.
Petrópolis: Vozes, 2009.
• NEILL, H. O.; NUNES, M..; Exercícios de UML. FCA, 2010. 274p.
• PRADO, D.. Gerência de projetos em tecnologia da informação. 1. ed. Belo Horizonte:
EDG, 1999.
• PRESSMAN, R. S.; Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
• VALERIANO, D.. Moderno gerenciamento de projetos. 1. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2005.
82
6.4.5
Disciplinas do 5o semestre
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Desenvolvimento para Web I (DW1)
SEMESTRE/ANO
5o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (2 teóricas, 2 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (6 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Programação, computação e algoritmos
EMENTA
Estudo dos principais componentes estáticos e dinâmicos aplicados em documentos Web, como separar conteúdo e apresentação nesse documento, e como adicionar comportamento por meio de script
embarcado.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Capacitar o aluno a desenvolver e implementar paginas, sítios e portais com utilização de páginas
estáticas e dinâmicas, bem como interfaces de aplicações.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução ao HTML. Padrões HTML. Principais Tags HTML. Adicionando imagens. Trabalhando
com tabelas. Criando links. Trabalhando com Frames. CSS: Seletores. Formatando com CSS.
Classes. Pseudo-classes. JavaScript: Objetos do JavaScript. Inserir texto na página web. Formatação
dos caracteres. Formatação do documento. Variáveis. Palavras reservadas. Formulários. Operadores.
Funções. Eventos. Condições. Mensagens de erro. Caixas de mensagem. Objetos window. String,
math e date. Array.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (60%), exercícios em sala (20%), tarefas de programação (20%).
2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios em sala (20%), trabalho prático (30%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
Continua na próxima página. . .
83
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Desenvolvimento para Web I (DW1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• FREEMAN, E.; FREEMAN, E.. Use a cabeça: HTML com CSS e XHTML. 2. ed. Rio de
Janeiro: Alta Books, 2008.
• LEWIS, J. R. ; MOSCOVITZ, M.. CSS avançado. São Paulo: Novatec, 2010.
• SILVA, M. S.. JavaScript: guia do programador. São Paulo: Novatec, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• MCFARLAND, D. S..CSS: o manual que faltava. 1. ed. São Paulo: Digerati, 2010.
• MCLAUGHLIN, B.. Use a cabeça: iniciação rápida em AJAX. 1. ed. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2006.
• SILVA, M. S.. Construindo sites com (X)HTML: sites controlados por folhas de estilo
em cascata. 1. ed. São Paulo: Novatec, 2008.
• TISATTO, R. M.. Relatórios fáceis com XML & XHTML/CSS. 1. ed. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2011.
• ZAKAS, N. C..JavaScript de Alto Desempenho. São Paulo: Novatec, 2010.
84
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Engenharia de software I (ES1)
SEMESTRE/ANO
5o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Ricardo Bortolatto Nunes
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
As metodologias de análise e ferramentas para elaboração de projetos de software e suas relações com
os ciclos de vida de um sistema.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Compreender as etapas que envolvem o desenvolvimento de um software possibilitando que este consiga
atuar nas fases de aquisição e projeto de software com eficiência. Identificar necessidades de software
e desenvolver a técnica de como projetar software.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Representação de projetos de software. Metodologia de levantamento de requisitos. Métodos de especificação de software. Projeto e Design de Software. Prototipação de telas, utilização de ferramentas
case. Linguagens de Modelagem de Software (UML) e seus diagramas.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%) e atividades extra-sala (15%).
2o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%), trabalho prático (15%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• PAULA FILHO, W. P. Engenharia de Software: Fundamentos, Métodos e Padrões. 3. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2009. 1256p.
• PRESSMAN, R. S.. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
• SOMMERVILLE, I.. Engenharia de Software. 9. ed. São Paulo: Pearson Education, 2011.
568p.
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85
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Engenharia de software I (ES1)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• ENGHOLM JUNIOR, H..; Engenharia de Software na Prática. São Paulo: Novatec, 2010.
440p.
• GUSTAFSON, D. A. Engenharia de Software. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. 208p.
(Coleção Schaum).
• NOGUEIRA, M.. Engenharia de Software: um framework para a gestão de riscos em
projetos de software. São Paulo: Ciência Moderna, 2009. 224p.
• SCHACH, S. R. Engenharia de Software: os paradigmas clássico e orientado a objetos.
7. ed. São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana, 2009. 640p.
• TONSIG, S. L.. Engenharia de software: análise e projeto de sistemas. 2. ed. São Paulo:
Ciência Moderna, 2008. 336p.
86
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Metodologia de pesquisa científica e tecnológica (MPC)
SEMESTRE/ANO
5o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Rinaldo Morais
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Processos e procedimentos que envolvem a introdução ao fazer científico, incluindo normativas para
redação científica, pesquisa científica e planejamento da construção do saber científico.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar ao aluno as técnicas para pesquisa e realização de trabalhos científicos e tecnológicos
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Natureza do conhecimento científico. Técnicas de pesquisa. Normativas para elaboração de citações
e referências bibliográficas. Roteiro para elaboração de projetos de pesquisa. Composição do trabalho
científico. Redação de trabalhos científicos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, listas de exercícios, apresentação de projetos, seminários e resenhas de textos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• AZEVEDO, C. B.. Metodologia científica ao alcance de todos. 2. ed. Barueri: Manole,
2009.
• CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R.. Metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
• WAZLAWICK, R. S.. Metodologia de pesquisa para ciência da computação. 1. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2009. 184p. (Coleção Campus/SBC)GIL,)
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87
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Metodologia de pesquisa científica e tecnológica (MPC)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• ANDRADE, M. M. A.. Introdução à metodologia do trabalho científico. 9. ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
• DEMO, P.. Pesquisa: princípio científico e educativo. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
• LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A.. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. rev.
e ampl. São Paulo: Atlas, 2001. 288p.
• RUDIO, F.V.. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 22 ed. Petrópolis:Vozes.,1998.
111p.
• YIN, R. K.. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001, 205p.
88
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Organização, sistemas e métodos (OSM)
SEMESTRE/ANO
5o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Rinaldo Morais
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Apresentação dos conceitos de organizações, sistemas e métodos, dos processos organizacionais e o
suporte oferecido pelos sistemas de informação e técnicas para otimização e melhoria.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Compreender os procedimentos de organização, sistemas e métodos. Refletir sobre as melhores alternativas para organizar e estruturar uma organização. Discutir os primórdios e evolução da organização,
sistemas e métodos, enquanto instrumento da gestão sistêmica da organização, suas funções e principais métodos de racionalização do trabalho. Desenvolver discernimento e criatividade na aplicação de
metodologias para elaboração de planos de melhoria.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Processos gerenciais e a OSM. Sistemas de informação e tecnologia de informação nos processos
gerenciais. Estruturas organizacionais e departamentalização: primórdios e tendências. Técnicas de
análise de rotinas e estudo de racionalização do trabalho. Gestão por processos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, listas de exercícios, apresentação de projetos e seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CHIAVENATO, I.. Introdução à teoria geral da administração. 5. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
• MAXIMINIANO, A. C. A.. Introdução à administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
• OLIVEIRA, D. P. R.. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. 13.
ed. São Paulo: Atlas, 2002.
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89
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Organização, sistemas e métodos (OSM)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• ARAUJO, L.. Organização, sistemas e métodos e as modernas ferramentas de gestão
organizacional. São Paulo: Atlas, 2000.
• BALLESTERO-ALVAREZ M. E.. Manual de organização, sistemas e métodos: abordagem
teórica e prática da engenharia da informação. São Paulo: Atlas, 1997.
• CAULLIRAUX, H.; PAIM, R.; CARDOSO, V.; CLEMENTE, R.. Gestão de Processos: pensar,
agir e aprender. Porto Alegre: Bookman, 2009.
• CURY, A.. Organização e métodos: uma visão holística. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
• ROCHA, L. O. L.. Organização e métodos: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas,
1995.
90
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Sistemas de informações gerenciais (SIG)
SEMESTRE/ANO
5o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Rinaldo Morais
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Apresentação dos conceitos e aplicações de sistemas de informação nos 3 níveis de uma organização
? estratégico, tático e operacional ? destacando-se os sistemas e abordagens que são peculiares em
cada nível.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Conceituar e aplicar teorias e desenvolvimento prático dos sistemas de informações como solução de
informação para gerência da informação em uma organização empresarial.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Importância e utilização dos Sistemas de Suporte a Decisão nas organizações. Nível Operacional
(dados, processos e eventos) como base para o Nível Tático. (Sistema de Informação Gerencial).
Data Warehouse com sua análise dimensional e processo de ETL. Data Mining com seus algoritmos
de Correlação. Nível Estratégico e as estratégias da informação. Business Intelligence. Aplicações em
negócios eletrônicos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, listas de exercícios, apresentação de projetos e seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BATISTA, E. O.. Sistemas de informação: o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2004.
• CRUZ, T.. Sistemas de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa
do século XXI. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
• LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P.. Sistemas de informação gerencias. 7. ed. São Paulo:
Prentice-Hall, 2007.
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91
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Sistemas de informações gerenciais (SIG)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BEUREN, I. M.. Gerenciamento da Informação: um recurso estratégico no processo de
gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 2000
• BIO, S. R.. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
184p.
• IMONIANA, J. O.. Auditoria de sistemas de informação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
• MACHADO, F. N. R.. Tecnologia e projeto de data warehouse. 1. ed. São Paulo: Érica,
2004
• O’BRIEN, J. A.. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na Internet. 2. ed. São
Paulo: Saraiva, 2004.
92
6.4.6
Disciplinas do 6o semestre
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Desenvolvimento para Web II (DW2)
SEMESTRE/ANO
6o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (0 teóricas, 4 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (8 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Programação, computação e algoritmos
EMENTA
Desenvolvimento de aplicações Web em ambientes totalmente integrado com a facilidade WYSIWYG
(What You See Is What You Get). Consolidação do conceito de Web Semântica.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Capacitar o aluno em procedimentos e técnicas de desenvolvimento de aplicações para a WEB, com
a utilização de um ambiente RAD (Rapid Application Development). Desenvolver um estudo de caso
para consolidar o conhecimento adquirido.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Web Forms. Controle. Master Page. Themes e Skins. Navigation. WebParts. Acesso a dados. LINQ.
MemberShip e Roles. Manutenção de Estado. AJAX. Criando e Consumindo WebServices. Criando
uma página de erros personalizada. Eventos da aplicação. Distribuindo a aplicação. Relatórios.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (60%), exercícios em sala (20%), tarefas de programação (20%).
2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios em sala (20%), trabalho prático (30%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
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93
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Desenvolvimento para Web II (DW2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BORGES JR., M. P.. APS.NET: utilizando C# de programador para programador. 1. ed.
São Paulo: Ciência Moderna, 2006.
• GIBBS, M.; WAHLIN, D.. Professional ASP.Net AJAX. 1. ed. Rio de Janeiro:Alta Books,
2008.
• LOTAR, A.. Como Programar com ASP.NET e C#. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• GALLO, A.; BARKOL, D.; VAVILALA, R. K.. ASP.Net AJAX em ação. 1. ed. Rio de
Janeiro: Ciência Moderna, 2009.
• HADDAD, R.. LINQ E C# 3.0: a solução em consultas para desenvolvedores. 1. ed. São
Paulo: Érica, 2009.
• MARGUERIE, F.; EICHERT, S.; WOOLEY, J.. LINQ em ação. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2009.
• SNELL, M.; NORTHRUP, T.; JOHNSON, G.. MCTS Self-Paced Training Kit (Exam 70562): Microsoft .NET Framework 3.5 ASP.NET Application Development. Microsoft
Press, 2009. 1076p.
• ZABIR, O.. Construindo um portal Web 2.0 com ASP.Net 3.5. 1. ed. São Paulo: Alta
Books, 2009.
94
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Gestão de serviços informatizados (GSI)
SEMESTRE/ANO
6o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Aspectos básicos de uma empresa de serviços de TI, da sua concepção à operação
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Procurar despertar nos educandos o espírito empreendedor e alertá-los sobre as exigências, encargos
e riscos inerentes ao trabalho inovador. Discutir as razões que tornam o tema empreendedorismo um
tópico de elevado interesse entre os estudiosos de administração. Investigar os elementos psicológicos
e sociológicos que influenciam os empreendedores. Tratar do perfil, das motivações e as competências
específicas do empreendedor.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Empreendedorismo e espírito empreendedor. Habilidades, atitudes e características dos empreendedores: fatores psicológicos e sociológicos. Início e ciclo de vida de uma empresa. Oportunidades de
negócios; identificação, seleção e definição do negócio. Elementos essenciais para iniciar um novo
negócio: o plano de negócio. Informações ambientais, estratégias de marketing, plano operacional e
gerencial e plano financeiro.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, listas de exercícios, apresentação de projetos, seminários e resenhas de textos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BERNARDI, L. A.. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e
dinâmicas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
• DOLABELA, F. O segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios. 1. ed.
São Paulo: Sextante, 2008. 304p.
• SILVA, Z. C. Como abrir uma empresa: das idéias ao lucro. 1. ed. Campinas: Minelli, 2008.
140p.
Continua na próxima página. . .
95
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Gestão de serviços informatizados (GSI)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• DEGEN, R. J. (Org.). Empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. 1. ed. São
Paulo: Pearson, 2005.
• LIVINGSTON, J.. Startup. 1. ed. Rio de Janeiro: Agir, 2009. 287p.
• LOPES NETO, A.; PANIGASSI, R. (Org.). Propriedade intelectual: o caminho para o
desenvolvimento. 1. ed. São Paulo; Microsoft Brasil, 2005. 102p.
• SALIM, C. S.. Administração empreendedora: teoria e prática usando estudos de caso.
1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
• VIEIRA, E.. Os bastidores da internet no Brasil: as histórias de sucesso e de fracasso
que marcaram a Web brasileira. 1. ed. Barueri: Manole, 2003. 286p.
96
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Gestão da tecnologia de informação (GTI)
SEMESTRE/ANO
6o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Ricardo Bortolatto Nunes
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Importância das estratégias empresariais, gestão de processos e gestão do conhecimento nas organizações
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar o uso de Tecnologia da Informação nas organizações. Fornecer uma visão geral das Tecnologias da Informação existentes no mercado. Estimular a busca de informações para melhor gerir uma
organização a partir do uso dessas tecnologias.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Estratégia empresarial. Sistemas de informação na organização. Gestão de processos. Gestão do
conhecimento.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%) e atividades extra-sala (15%).
2o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%), trabalho prático (15%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CRUZ, T.. Sistemas de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa
do século XXI. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
• FERRARI, R.. Empreendedorismo para computação: criando negócios de tecnologia. 1.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 176p. (Coleção Campus/SBC)
• PHILLIPS, J.; Guia de Estudo do Project Management Professional: PMP Exame Completo. Rio de Janeiro: Alta Books, 2006. 368p.
Continua na próxima página. . .
97
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Gestão da tecnologia de informação (GTI)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• ABREU, V. F.; Implantando a governança de TI: da estratégia à gestão dos processos e
serviços. São Paulo: Brasport, 2008. 480p.
• MAGALHAES, I.L., PINHEIRO, W.B.. Gerenciamento de serviços de TI na prática: uma
abordagem com base na ITIL. São Paulo: Novatec, 2007. 672p.
• O’BRIEN, J. A.. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na Internet. 2. ed. São
Paulo: Saraiva, 2004.
• PRESSMAN, R. S.. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
• SOUZA, C. A. S.; ZANELA, A.. Sistemas ERP no Brasil. São Paulo: Atlas, 2010.
98
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Projeto integrado (PIN)
SEMESTRE/ANO
6o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (0 teóricas, 4 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
2 (8 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto integrando os conhecimentos discutidos durante o curso.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Subsidiar o aluno para o emprego de técnicas de investigação em uma atividade teórica e/ou prática
de pesquisa. Capacitar o aluno a elaborar uma apresentação de monografia científica e/ou tecnológica
e apresentá-la perante uma banca examinadora.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento. As aulas práticas serão
desenvolvidas nos laboratórios adequados, onde os alunos poderão desenvolver as atividades práticas
previstas no plano de aulas elaborado pelo docente responsável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Normativas para elaboração de citações e referências bibliográficas.Composição do trabalho científico.
Redação de trabalhos científicos. Técnicas para elaboração de apresentações de artigos científicos e
tecnológicos.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Os mecanismos de avaliação da disciplina são descritos em detalhes no manual de projeto integrado
do curso, elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante. Em síntese, a avaliação envolverá a entraga
de relatórios parciais e, ao final da disciplina, o depósito e defesa, perante banca examinadora, de uma
monografia de pesquisa científica e/ou tecnológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• AZEVEDO, C. B.. Metodologia científica ao alcance de todos. 2. ed. Barueri: Manole,
2009.
• CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R.. Metodologia científica. 4. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
• WAZLAWICK, R. S.. Metodologia de pesquisa para ciência da computação. 1. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2009. 184p. (Coleção Campus/SBC)GIL,)
Continua na próxima página. . .
99
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Projeto integrado (PIN)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• ANDRADE, M. M. A.. Introdução à metodologia do trabalho científico. 9. ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
• DEMO, P.. Pesquisa: princípio científico e educativo. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
• LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A.. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. rev.
e ampl. São Paulo: Atlas, 2001. 288p.
• RUDIO, F.V.. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 22 ed. Petrópolis:Vozes.,1998.
111p.
• YIN, R. K.. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001, 205p.
100
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Segurança da informação (SEG)
SEMESTRE/ANO
6o semestre, 3o ano
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Ricardo Bortolatto Nunes e Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Ciências humanas, sociais e ambiente de aplicação do conhecimento
EMENTA
A importância e os mecanismos de segurança da informação para a organização
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Apresentar os conceitos de segurança de dados, segurança em redes e segurança de computadores
pessoais. Discutir os principais tipos de ataques e as principais ferramentas utilizadas. Permitir que
o aluno compreenda e saiba analisar as características de um sistema de computação quanto a sua
segurança. Capacitar o aluno em normas de segurança, políticas de segurança, avaliação de riscos,
analise e reconhecimento de vulnerabilidade.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Segurança de dados, de redes e de computadores. Tipos de atacantes - ataques ativos e passivos.
Intrusão. Criptografia tradicional. Métodos de substituição e Permutação. Algoritmos de chave única
(simétrica) e pública (assimétrica). Assinatura digital. Funções de hash unidirecionais. Protocolos
criptográficos. Segurança em rede. Intrusão e Firewalls. Filtro de pacotes e servidores proxies. Redes
virtuais privadas e Sistemas de detecção de intrusão. Engenharia social e ataques mais comuns.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%) e atividades extra-sala (15%).
2o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%), trabalho prático (15%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
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101
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Segurança da informação (SEG)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CERT.br.
Cartilha de Segurança para a Internet v 3.1.
Disponível on line em http:
//cartilha.cert.br/
• DAWEL, G.; A segurança da informação nas empresas: ampliando horizontes além da
tecnologia. São Paulo: Moderna, 2005. 136p.
• NAKAMURA, E. T.; GEUS, P. L.. Segurança de redes em ambientes cooperativos. São
Paulo: Novatec, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• HATCH, B.; LEE, J.; KURTZ, G.. Hackers Linux Expostos. São Paulo: Makron Books, 2002.
• NORTHCUT, S. et al. Desvendando Segurança em Redes. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
• RUFINO, N. M. O.. Segurança nacional: técnicas e ferramentas de ataque e defesa de
redes de computadores. 1. ed. São Paulo: Novatec, 2002.
• SILVA, P. C.. Certificação digital: conceitos e aplicações. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2008.
• THOMAS, T.. Segurança de redes: primeiros passos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2007.
102
6.4.7
Disciplinas eletivas (5o e 6o semestres)
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Avaliação de desempenho de sistemas (ADS)
SEMESTRE/ANO
Disciplina eletiva
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Matemática
EMENTA
Estudo e aplicação de diferentes ferramentas e técnicas de modelagem para avaliação de desempenho
e planejamento de capacidade de sistemas computacionais.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Compreender e aplicar técnicas de avaliação de desempenho eme sistemas computacionais. Entender
o processo de geração de número pseudoaleatórios. Ser capaz de modelar e construir redes de filas
para a simulação do funcionamento de sistemas computacionais.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Cadeias de Markov. Redes de filas. Geração de números aleatórios. Simulação discreta de sistemas.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão avaliações escritas, trabalhos realizados individualmente e/ou em
grupo, seminários e pesquisas. A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades
complementares para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final
envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BOLCH, G; GREINER, S.; DE MEER, H.; TRIVEDI, K. S.. Queueing networks and markov
chains: modeling and performance evaluation with computer science applications. 2.
ed. Wiley, 2006. 878p.
• FORTIER, P. J.; MICHEL, H. E.. Computer systems performance evaluation and prediction. Digital Press, 2003. 525p.
• JOHNSON, T.; MARGALHO, M.. Avaliação de desempenho de sistemas computacionais.
1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 204p.
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103
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Avaliação de desempenho de sistemas (ADS)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• HIGGINBOTTOM, G.. Performance evaluation of communication networks. Artech House,
1998. 366 p.
• JAIN, R. K.. The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for
Experimental Design, Measurement, Simulation, and Modeling. New York, NY: Wiley,
1991.
• MENASCE, D. A.; ALMEIDA, V. A. F. Capacity planning for web Services: metrics, models, and methods. New Jersey: Prentice Hall, 2001.
• MENASCE, D. A.; DOWDY, L. W.; ALMEIDA, V. A. F.. Performance by design: capacity
planning by example. New Jersey: Prentice Hall, 2004.
• MONTEIRO, M. A.. Introdução à organização de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2007.
104
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Engenharia de software II (ES2)
SEMESTRE/ANO
Disciplina eletiva
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Ricardo Bortolatto Nunes
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
Técnicas, mecanismos e ferramentas para garantir a qualidade do software desenvolvido
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Introduzir o conceito de qualidade de software. Compreender os aspectos fundamentais de ferramentas,
métodos e técnicas para garantir a qualidade do software produzido.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Aspectos de Qualidade. Modelos de Qualidade de Produto de Software: Modelo de McCall e ISO 9126.
Gerenciamento de Processo de Software: Aspectos de Melhoria Contínua do Processo de Software,
Modelo IDEAL e Ciclo PDCA. Modelos de Qualidade do Processo de Software: Normas ISO, CMM,
SPICE, PSP (entre outros). Garantia da Qualidade de Software. Gerenciamento de Configuração de
Software.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%) e atividades extra-sala (15%).
2o bimestre: prova escrita individual (70%), exercícios em sala (15%), trabalho prático (15%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• PAULA FILHO, W. P. Engenharia de Software: Fundamentos, Métodos e Padrões. 3. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2009. 1256p.
• PRESSMAN, R. S.. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011.
• ROCHA, A. R. C.; MALDONADO, J. C.; WEBER, K. C. (ORG.). Qualidade de software:
teoria e prática. São Paulo: Prentice-Hall, 2001. 303p.
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105
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Engenharia de software II (ES2)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• GIL, A. L.. Qualidade Total em Informática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 160p.
• ISO. NBR ISO 9000-3: normas de gestão da qualidade e garantia da qualidade, parte
3; diretrizes para aplicação da NBR 19001 ao desenvolvimento, fornecimento e manutenção de software. São Paulo: ABNT, 1995.
• NEILL, H. O.; NUNES, M..; Exercícios de UML. FCA, 2010. 274p.
• RIOS, E.; MOREIRA FILHO, T. Teste de software. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2006.
232p.
• Spice Project Organisation. SPICE Software Process Assessment: Part 1 : Concepts and
introductory guide, Version 1.00. 1999. Disponível on-line em: http://www-sqi.cit.gu.
edu.au/spice/.
106
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Fundamentos em linguagens e teoria da computação (FLTC)
SEMESTRE/ANO
Disciplina eletiva
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Osvaldo Severino Jr.
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Programação, computação e algoritmos
EMENTA
Estudo do formalismo de uma linguagem de programação gerada a partir das diversas gramáticas
(Regular, sensível ao contexto, livre de contexto, enumeráveis). Estudo do processo de análise léxica,
sintática e semântica de uma linguagem. Estudo da complexidade de um algoritmo.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Introduzir os conceitos e técnicas de uma lingugaem de programção gerada partir de uma determinda
gramática . Capacitar o aluno a compreender o funcionamento de um compilador e/ou interpretador
para linguagem de alto nível nas técnicas de análise léxica, sintática e semântica.introduzir ao alunos os
conceitos básicos de complexidade de algoritmos, apresentando técnicas de avaliação de complexidades
pessimista e média.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Linguagens e suas representações;Gramáticas;Linguagem gerada por uma Gramática;Linguagens Regulares;Autômatos Finito;Autômato Finito não Determinístico;Linguagens livre de contexto;Autômatos
com pilha;Linguagens enumeráveis Recursivamente e sensível ao contexto;Máquinas de Turing;As fases
e a estrutura de um compilador;Analisador Léxico;Analisador Sintático;Analisador Semântico;Geração
de Código e otimização de código intermediário; Complexidade mínima de problemas; Classes de
problemas P, NP e NP-Completa.
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
1o bimestre: prova escrita individual (60%), exercícios em sala (20%), tarefas de programação (20%).
2o bimestre: prova escrita individual (50%), exercícios em sala (20%), trabalho prático (30%). A
recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades complementares para a fixação
de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final envolverá uma avaliação individual
contendo questões sobre os conteúdos estudados.
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107
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Fundamentos em linguagens e teoria da computação (FLTC)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• AHO, A. V.; LAM, M. S.; SETHI, R.. Compiladores: princípios, técnicas e ferramentas. 2.
ed. São Paulo: Pearson, 2007.
• DIVERIO, T. A.; MENEZES, P. B.. Teoria da computação: máquinas universais e computabilidade. 3. ed. Porto Alegre: Bookman,2011.
• MENEZES, P. B.. Linguagens formais e autômatos. 5. ed. Porto Alegre:Bookman, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• DELAMARO, M. E.. Como construir um compilador utilizando ferramentas Java. São
Paulo: Novatec, 2004.
• HOPCROFT, J. E.; ULLMAN, J. D.; MONTWANI, R.. Introdução à teoria de autômatos,
linguagens e computação. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
• LOUDEN, K. C.. Compiladores: princípios e práticas. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thomson,
2004.
• ROSA, J. L. G.. Linguagens formais e autômatos. São Paulo: LTC, 2010.
• SIPSER, M.. Introdução da Teoria da Computação. 2. ed. São Paulo: CENGAGE Learning,
2007.
108
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Sistemas distribuídos (SD)
SEMESTRE/ANO
Disciplina eletiva
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
4 aulas (4 teóricas, 0 práticas) / 63,33 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (4 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Lúcio Rodrigo de Carvalho e Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
EMENTA
Abordagem de sistemas distribuídos por meio de sua arquitetura, particularidades, casos de uso e
problemas ligados à distribuição de sistemas.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Capacitar o aluno a diferenciar os tipos de sistema não distribuído e distribuído, além dos problemas
advindos da distribuição. Caracterizar as principais estratégias e protocolos utilizados na comunicação e
sincronização de sistemas distribuídos. Descrever as técnicas de segurança e tolerância à falhas ligadas
a um sistema distribuído. Caracterizar processamento distribuído, sistemas de arquivos distribuídos e
mecanismos de memória compartilhada. Descrever os principais modelos e arquiteturas de software no
desenvolvimento de sistemas distribuídos.
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução. Arquiteturas. Processos. Comunicação. Nomeação. Sincronização. Consistência e
replicação. Tolerância à falhas. Segurança. Sistemas distribuídos baseados em objetos. Sistema
de arquivos distribuídos. Sistemas distribuídos baseados na web. Sistemas distribuídos baseados em
coordenação. Arquitetura cliente/servidor e par-a-par. Aplicações móveis
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações bimestrais incluirão avaliações escritas, trabalhos realizados individualmente e/ou em
grupo, seminários e pesquisas. A recuperação paralela deverá ocorrer por meio de proposta de atividades
complementares para a fixação de conteúdo. O instrumento final de avaliação e de recuperação final
envolverá uma avaliação individual contendo questões sobre os conteúdos estudados.
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109
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Sistemas distribuídos (SD)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• COULOURIS, G.; DOLLIMORE, J.; KINDBERG, T.. Sistemas distribuídos: conceitos e
projetos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 784p.
• TANENBAUM, A. S.. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2010. 712p.
• VAN STEEN, M.; TANENBAUM, A. S.. Sistemas distribuídos: princípios e paradigmas. 2.
ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2007. 416p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BIRMAN, K. P.. Reliable distributed system: technologies, web services and applications.
1. ed. Springer-Verlag, 2006. 690p.
• FLENNER, R.; ABBOTT, M.; BOUBEZ, T.; COHEN, F.; KRISHNAN, N.; MOFFET, A.;
RAMAMURTI, R.; SIDDIQUI, B.; SOMMERS, F.. Java P2P unleashed: with JXTA, Web
Services, XML, Jini, JavaSpaces, and J2EE. 1. ed. Indianapolis: Sams Publishing, 2002.
752p.
• LAGES, N. A. C.; NOGUEIRA, J. M. S.. Introdução aos sistemas distribuídos. Campinas:
Editora da Unicamp, 1986. 229p.
• NICOLAI, J.. SOA na prática. 1. ed. Alta Books, 2008. 280p.
• OLIVEIRA, R. S.; CARISSIMI, A. S.; TOSCANI, S. S. Sistemas Operacionais e Programação
Concorrente. 1. ed. Porto Alegre: Sagra-Luzzato, 2003. 274p.
110
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Trabalho cooperativo com suporte computacional (TSC)
SEMESTRE/ANO
Disciplina eletiva
AULAS POR SEMANA/CH SEMESTRAL
2 aulas (2 teóricas, 0 práticas) / 31,67 horas
NUM. DE PROFESSORES
1 (2 horas-aula)
PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO PLANO
Daniel Corrêa Lobato
ÁREA DE ATUAÇÃO ESPERADA DO DOCENTE
Engenharia de software e bancos de dados
EMENTA
Formas de oferecer suporte computacional aos indivíduos que tentam resolver um problema em cooperação com outros, sem que todos estejam no mesmo local, ao mesmo tempo.
OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
Perceber a classificação teórica dos sistemas de apoio ao trabalho em grupo. Saber modelar processos
organizacionais. Ter sensibilidade para identificar a necessidade de sistemas colaborativos. Saber
parametrizar sistemas colaborativos. Perceber utilizações de sistemas colaborativos
METODOLOGIA
As aulas serão desenvolvidas em sala de aula com o uso de quadro negro e, em alguns casos, sistema
de projeção multimídia. Durante as aulas, em momentos específicos, serão desenvolvidos exercícios
individuais ou em grupo, de acordo com o conteúdo trabalhado no momento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Modelos para ambientes de trabalho cooperativo baseado em computador (CSCW). Tecnologias de
comunicação, sistemas distribuídos e engenharia de software para suportar o trabalho cooperativo.
Sistemas de apoio à decisão em grupo. Projeto e desenvolvimento de ferramentas para suportar o
trabalho em grupo cooperativo nas organizações
MECANISMOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas, listas de exercícios, apresentação de projetos, seminários e resenhas de textos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CRUZ, T.. Uso e desuso de sistemas de Workflow: Porque as organizações não conseguem obter retorno, nem sucesso, com investimentos em projetos de Workflow. Rio de
Janeiro: E-Papers Serviços Editoriais, 2006.
• FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JR., M. M. (Ed). Gestão estratégica do conhecimento:
integrando aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2001. 349p.
• PRIKLADNICKI, R., AUDY, J. L. N.. Desenvolvimento Distribuído de Software. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2007.
Continua na próxima página. . .
111
CURSO
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
COMPONENTE CURRICULAR
Trabalho cooperativo com suporte computacional (TSC)
Continuação do plano de ensino da página anterior
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CARATTI, R. L.; SILVA, L. M.. Joomla! Avançado. 2. ed. Sâo Paulo: Novatec, 2011. 408p.
• FUCKS, H.; RAPOSO, A. B.; GEROSA, M.A.. Engenharia de Groupware: Desenvolvimento de
Aplicações Colaborativas. Anais do XXII Congresso da Sociedade Brasileira de Computação. Porto Alegre: SBC, 2002. (XXI Jornada de Atualização em Informática).
• SILVA, R. S.. Moodle para tutores e autores. 1. ed. São Paulo: Novatec, 2011. 184p.
• SMITH. D. E. (Ed) Knowledge, groupware and the internet. 1. ed. Butterworth-Heinemann,
2000.
• SOMMERVILLE, I.. Engenharia de Software. 9. ed. São Paulo: Pearson Education, 2011.
568p.
6.5
Atividades complementares
A organização curricular do curso prevê que todos os estudantes devem integralizar, no
mínimo, 100 horas de atividades complementares durante o curso. Elas permitem, em última
instância, a articulação entre a teoria e a prática e ajudam o aluno a contextualizar os conceitos
vistos e a integrar na prática os conteúdos trabalhados ao longo do curso.
Todas as atividades complementares são contabilizadas pela Coordenação de Extensão, mediante apresentação de documentação comprobatório por parte do estudante interessado. As
atividades complementares relacionadas ao curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento
de Sistemas, são as seguintes:
• Pesquisas de iniciação científica, com a orientação de professor do curso, durante o
mínimo de um semestre, dentro dos programas institucionais de Iniciação Científica;
• Programas de extensão, assim considerados, aqueles definidos pela Coordenação de
Extensão, de conformidade com suas peculiaridades tecno-científicas;
• Cursos de extensão correlato com o conteúdo de formação propedêutica ou profissionalizante, ou adequado para o desempenho de atividades meio ou fim, incluindo os de idioma,
redação, oratória, tecnologias e/ou produtos específicos e outros;
112
• Seminários, simpósios, congressos, conferências, workshops e palestras na área
do curso ou afim;
• Visitas técnicas em empresas com atividade-fim relacionada ao curso;
• Participação em trabalhos voluntários coordenadas por docentes ou profissionais de nível
universitário
• Monitoria de componentes curriculares previstos na matriz curricular, e;
• Trabalhos de Pesquisa sob indicação e orientação de professores do curso.
Os seguintes documentos são considerados válidos para a comprovação da participação em
atividades complementares:
Encontro, seminário, congresso, fórum ou similar: certificado e relatório;
Semana Telemática, jornada, ciclo de palestras ou de debatas: folha de freqüência ou
declaração e relatório;
Exposição, feira, mostra ou similar: comprovante de participação e relatório;
Palestra ou conferência: comprovante de participação e relatório;
Peças teatrais: comprovante de participação e relatório;
Cursos de extensão: certificado ou declaração e relatório;
Apresentação de artigos científicos: cópia da publicação ou certificado de apresentação ou
cópia do sumário onde aparece a publicação;
Disciplinas extra-curriculares: histórico escolar analisado e registrado pela coordenação do
curso;
Trabalhos voluntários em projetos de extensão: declaração do responsável pelo projeto e
relatório;
Cursos de língua estrangeira ou de tecnologias específicas: certificado de conclusão com
aproveitamento;
Visitas técnicas: folha de freqüência e relatório;
Videoconferências, fórum de discussão e salas de bate-papo: estas atividades serão registradas pela Coordenação do Curso;
Teleconferências e palestras: folha de freqüência e relatório.
113
Não é permitido ao aluno compor a carga horária de atividades complementares com mais de
75% de horas de uma mesma classe de atividades (iniciação científica, por exemplo). Ou seja, não
é permitido a um aluno contabilizar 100h de iniciação científica como atividade complementar,
a menos que haja 34h de atividades de algum outro tipo, como por exemplo, cursos de extensão.
6.6
Projeto integrado
Esta seção tem por objetivo definir as diretrizes gerais para o desenvolvimento do Projeto
Integrado, componente curricular do sexto semestre letivo do curso apresentado neste Projeto.
Além de ser um componente curricular obrigatório para a obtenção do grau de Tecnólogo,
o Projeto Integrado permite que o aluno: (a) aplique teorias, conceitos, modelos e metodologias
aprendidas durante o curso, na elaboração de um trabalho completo; (b) crie familiaridade com o
desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e de implementação; (c) desenvolva proficiência escrita,
adequada a relatórios técnicos, e; (d) sintetize e sistematize os principais elementos desenvolvidos
ao longo do curso de graduação.
Caso seja de interesse do aluno, o Projeto Integrado pode ser desenvolvido na forma de um
estágio supervisionado, de acordo com as diretrizes apresentadas no capítulo 7.
O Projeto Integrado deve ser apresentado na forma de monografia, independente da natureza
teórica ou prática do trabalho desenvolvido pelo aluno. Deve ainda, respeitar as regras definidas
pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) quanto ao formato do documento produzido. Deve ser um texto formal e argumentativo, redigido na terceira pessoa, expondo idéias
e opiniões baseadas em aspectos científicos e/ou tecnológicos.
Por uma questão didática e no sentido de facilitar o seu planejamento e o seu desenvolvimento, a monografia do Projeto Integrado deve demonstrar, na versão final de sua redação, de
maneira bastante clara, fundamentos dos seus três componentes:
Metodologia: Métodos e processos aplicados durante o desenvolvimento do trabalho;
Conteúdo: Refere-se à essência do trabalho, ou seja, embasamentos teóricos, textos, tabelas
e gráficos elaborados com o objetivo de apresentar as idéias, para colocar em discussão
teorias e tendências, para registrar abordagens e opiniões, para comentar os resultados das
pesquisas efetuadas e para apresentar as conclusões relativas ao trabalho. O conteúdo, em
resumo, apresenta o desenvolvimento das pesquisas levadas a efeito, seja na fundamentação
teórica, seja na pesquisa de campo ou outro tipo de pesquisa;
Forma: A forma ou formatação do trabalho, termo muito utilizado atualmente, engloba, entre
outros, a apresentação física do trabalho, especificações de tipos e medidas de páginas,
114
margens, fontes, espaços e referências bibliográficas. Essa forma é regulamentada por
normas da ABNT.
O Núcleo Docente Estruturante é responsável por produzir um manual específico para o
desenvolvimento do Projeto Integrado no qual são definidos claramente os formulários, processos
e resultados esperados durante o desenvolvimento do Projeto e, ao início de cada período letivo,
as datas finais para entrega dos formulários, depósito da monografia resultante e defesa perante
banca examinadora.
A disciplina de Projeto Integrado está fortemente relacionada com a disciplina “Metodologia
de pesquisa científica e tecnológica” (MPC), oferecida durante o quinto semestre curricular. O
resultado final da disciplina em questão é o projeto de pesquisa que será desenvolvido durante a
disciplina de Projeto Integrado por aqueles alunos que não optarem pelo estágio supervisionado.
De maneira sintética, os parágrafos seguintes apresentam as atividades que devem ser desenvolvidas durante a disciplina de Projeto Integrado.
Um aluno regularmente matriculado na disciplina MPC deve encaminhar, no prazo definido,
um projeto de pesquisa que será desenvolvido como Projeto Integrado. Esse projeto terá o
mérito avaliado por comissão designada para tal fim e, se aprovado, o aluno deve iniciar as suas
atividades de acordo com o cronograma previsto.
No meio da disciplina Projeto Integrado, e no prazo estipulado, o aluno deverá produzir uma
monografia parcial, a qual deve conter, no mínimo, uma revisão bibliográfica suficientemente
ampla e minimamente profunda da área na qual o seu Projeto está inserido, bem como um
cronograma das atividades que ainda serão desenvolvidas. Essa monografia será avaliada por uma
comissão de três professores designada para tal fim, que emitirão pareceres e notas individuais.
Ao final da disciplina Projeto Integrado, e no prazo estipulado, o aluno deve produzir a
monografia final. Essa monografia será defendida, em sessão pública, perante uma banca composta por três professores que, ao final da apresentação, argüirão o aluno a cerca do Projeto e
emitirão pareceres e notas individuais. Ao final da defesa, a banca pode recomendar mudanças,
que deverão ser incorporadas à versão final da monografia.
115
7
Estágio supervisionado não obrigatório
O Núcleo Docente Estruturante responsável por este projeto acredita que o estágio é uma
forma importante de intercâmbio entre o IFSP e a empresa. Ele apresenta-se como uma oportunidade para que o aluno possa aplicar seus conhecimentos acadêmicos, aprimorando-os e
qualificando-se para o exercício profissional.
O estágio somente poderá ser realizado em locais que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação, devendo o estudante para esse fim, ter cursado disciplinas
que lhe ofereçam subsídios teóricos relacionados com a área que deseja estagiar. Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem, portanto devem ser planejados,
executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento
prático, de aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e de relacionamento humano.
Ao mesmo tempo, o retorno de informações propiciado pelo aluno ao IFSP permite aos
profissionais de ensino o acesso a novos conhecimentos e torna os cursos mais eficazes na sua
própria adequação à realidade de mercado.
De modo complementar, além da aplicação dos conteúdos teóricos e do exercício da prática,
que integram as atividades do estágio e são imprescindíveis à formação do aluno, esse é o momento em que se viabiliza o contato do discente com profissionais já formados em empresas que
necessitam de seus conhecimentos e no mercado de trabalho que irá recebê-lo.
A Coordenação de Extensão do campus é responsável pelo estabelecimento de convênios
entre o IFSP e as empresas que abrigarão os alunos durante seus estágios e, para isso, possui
regulamentação própria no que tange à documentação e procedimentos necessários, estando esses
últimos descritos em documento específico disponibilizado por ela aos estudantes e às coordenações de área.
Ao aluno é facultado escolher entre o desenvolvimento de um projeto de pesquisa tecnológica
na disciplina Projeto Integrado, ou apresentar no prazo final da disciplina a documentação comprobatória do desenvolvimento de estágio supervisionado devidamente aprovado, em especial os
relatórios de atividades desenvolvidas.
116
As atividades de estágio na área de atuação do egresso do curso de Tecnologia em Análise
e Desenvolvimento de Sistemas seguem padrões semelhantes aos dos demais cursos superiores,
devendo-se observar que existe uma série de atividades, de cunho profissional, que não são válidas
para efeito de cumprimento das obrigações do estágio. Espera-se que, durante o estágio, o
aluno possa desenvolver atividades que tenham relação direta com os conhecimentos trabalhados
durante o curso e, assim, a lista a seguir apresenta de forma não exaustiva atividades consideradas
adequadas para a formação de um tecnólogo na visão do Núcleo Docente Estruturante:
• Desenvolver software básico ou aplicativo;
• Participar do processo de coleta de requisitos e especificação de software básico ou aplicativo;
• Analisar e projetar software básico ou aplicativo;
• Participar do processo de modelagem, implantação e operação de bases de dados;
• Especificar, instalar, configurar e operar servidores;
• Especificar, instalar, configurar e operar equipamentos de rede;
• Especificar, implementar e avaliar alternativas de interfaces com o usuário para software
básico ou aplicativo;
• Participar do gerenciamento de processos de tecnologia de informação;
• Participar da especificação, implementação e acompanhamento de políticas de segurança
da informação.
7.1
Relatórios de estágio
Seguidos os formalismos definidos no manual específico de estágio publicado pela Coordenação de Extensão, os relatórios de estágio, sejam eles parciais ou finais, devem conter, no mínimo
os seguintes itens:
Síntese do Estágio
deve apresentar um breve comentário sobre o que foi o estágio quanto
a:
• Objetivos;
• Condições de trabalho;
• Dificuldades encontradas;
117
• Relacionamento no trabalho;
• Outros fatos e observações que julgar importantes.
Desenvolvimento
esta seção constitui o corpo do relatório e visa relatar, de forma detalhada,
as atividades realizadas no decorrer do estágio. Sempre que possível, a exposição das atividades
devem seguir a ordem cronológica em que ocorreram. Para efeito de melhor compreensão do tema,
pode ser necessário fazer-se uma breve apresentação da teoria associada às tarefas executadas. O
relato do conteúdo deve ser impessoal e deve descrever o trabalho realizado no estágio, procurando
detalhar todas as fases, observando entre outros, os seguintes aspectos:
• Área em que estagiou;
• Programa de trabalho (previsto e executado);
• Atividades realizadas;
• Métodos e técnicas utilizadas;
• Equipamentos e instrumentos utilizados;
• Ocorrências que direta ou indiretamente tenham influído no seu desempenho;
• Forma de relacionamento com o pessoal;
• Outros.
Sugestões
apresentar as sugestões que julgar importantes, relacionadas com o estágio em si e
com o curso, e que possam ser úteis para a Instituição, para a Empresa e para futuros estagiários.
Conclusão
a conclusão deve limitar-se à abordagem sintética dos principais resultados en-
contrados, realçando-lhes a importância em relação ao tema abordado. Não deve relatar aspectos
subjetivos e dificuldades encontradas durante a realização do estágio. A conclusão deve ser escrita
abordando os seguintes pontos:
• O estágio de modo geral;
• A participação como estagiário;
• O aproveitamento no estágio;
• A orientação e a supervisão que recebeu (da instituição e da empresa);
• O mercado de trabalho.
118
8
Critérios de aproveitamento de estudos
De acordo com o § 2, artigo 47 da Lei no 9.394/96:
Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado
por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por
banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos,
de acordo com as normas dos sistemas de ensino.
Como o curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é um curso superior,
este é um critério válido para avaliar aqueles alunos que demonstrem um desempenho extraordinário e desejam fazer uma avaliação para reduzir o prazo de seu curso, sendo este direito
garantido ao discente que assim requerer na secretaria do curso superior do campus.
O aproveitamento de estudos de componente curricular será concedido aos alunos interessados, se as competências, habilidades, bases e carga horária cumpridos pelo aluno na escola
de origem forem equivalentes aos do IFSP, devendo seguir as orientações dadas nas Normas
Acadêmicas do Ensino Superior vigentes.
Quanto aos critérios para concessão de aproveitamento de estudos nos componentes curriculares, este ocorrerá conforme os seguintes itens:
1. Dispensa de cursar os componentes curriculares ao aluno que já tiver cursado os mesmos na
escola de origem, no mesmo nível de ensino, desde que os conteúdos desenvolvidos sejam
equivalentes aos do IFSP e a carga horária cursada e nota sejam maiores ou iguais às
exigidas pelo IFSP;
2. Nos casos em que houver dúvidas ou impossibilidade de análise do conteúdo da disciplina
para aproveitamento de estudos, o aluno poderá ser submetido a uma avaliação para efetivar
o aproveitamento;
3. A avaliação das competências citadas no item II ocorrerá dentro do trajeto formativo e
deverá ser solicitado pelo aluno através de requerimento e aplicada em período determinado
pelo responsável pelo campus;
4. O processo de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores dar-se-á através
da aplicação de avaliação escrita e/ou prática, que poderá abranger parte ou o total das
119
competências do módulo;
5. A atribuição de conceitos de avaliação será o previsto no plano de curso;
6. O aluno que demonstrar possuir as competências relacionadas para o módulo dos cursos
técnicos receberá o certificado do mesmo, estando dispensado da frequência obrigatória.
120
9
Atendimento discente
9.1
Acompanhamento dos estudantes
O atendimento ao aluno será amplo e restrito às disponibilidades de recursos do campus e a
estrutura do regimento interno do campus.
Como proposta de atendimento, sugere-se a utilização de complementação de carga horária
do professor para atendimento ao aluno e, além disso, a utilização de monitores para o apoio das
atividades de ensino.
Além do programa sistemático de atendimento extraclasse, aproveitando os horários das
pré-aulas e pós-aulas, serão organizados plantões de dúvidas e grupos de estudos nos quais
os professores possam realizar um atendimento individualizado que atenda às necessidades dos
alunos que apresentem dificuldades de aprendizagem. Essa ação está alinhada com as diretrizes
propostas pela PRE/IFSP no Projeto de Contenção da Evasão de 2010.
O serviço de orientação educacional se faz necessário, atendendo e encaminhando os alunos,
principalmente os que apresentarem resultados ou comportamentos inadequados para sua boa
formação. Sendo assim, o aluno que faltar por um período a ser determinado será encaminhado
ao setor de orientação educacional, bem como aquele que não apresentar um resultado satisfatório
em suas avaliações. O professor deverá encaminhar o aluno ao setor, sempre que achar necessário.
O atendimento educacional deverá motivar, envolver e ajudar o aluno para que este continue
na escola e supere seus problemas. Todo aluno, antes de trancar ou cancelar sua matrícula deverá
passar pela orientação educacional, buscando as condições para que o aluno possa acompanhar
o curso.
O conselho de classe cumprirá o Art. 14 da lei 9.394/96, bem como a normatização interna
vigente, e também deverá auxiliar no que for possível os encaminhamentos dados aos problemas
dos alunos.
O envolvimento da sociedade é fundamental neste processo. A Instituição deverá trabalhar
com estratégia de motivação e desenvolvimento de atratividades para os alunos.
121
9.2
Acompanhamento dos egressos
O acompanhamento de egressos constitui uma forma de avaliar os resultados de uma instituição, e a partir disso, introduzir modificações na entrada de alunos em uma escola ao longo
de toda a sua permanência nela e inserir melhorias contínuas no processo de ensino, sendo por
tanto fundamental um mecanismo formal de acompanhamento do egresso.
Consideramos egresso do curso aquele aluno que efetivamente concluiu os estudos regulares,
estágio e está apto ou já recebeu o diploma. Não consideramos como egresso aquele aluno
desistente, transferido ou jubilado, apesar de etimologia de palavra1 considerar alunos nessa
situação como egressos do curso.
São considerados como objetivos do processo de acompanhamento do egresso do curso apresentado neste Projeto:
• Verificar a inserção dos egressos no mercado de trabalho;
• Fornecer oportunidades de participação do egresso na vida da instituição;
• Contribuir para a inserção profissional do egresso;
• Obter indicadores sobre a pertinência dos componentes curriculares às necessidades do
mundo do trabalho;
• Construir um banco de dados sobre os egressos que possibilite manter com eles uma comunicação permanente e um vínculo institucional;
• Criar condições para a avaliação de desempenho dos egressos em seus postos de trabalho,
e;
• Obter informações que orientem a implantação de cursos e programas de pós-graduação.
O Núcleo Docente Estruturante acredita que diversas ações podem ser utilizadas de forma
efetiva para o acompanhamento dos egressos e, de certa forma, como motivador para os alunos
ainda matriculados no curso. Dentre as ações sugeridas estão:
• Manutenção de um portal com oportunidades de emprego para os egressos, nos moldes das
oportunidades de estágio para os alunos ainda matriculados no curso;
1
[Do lat. egressu] Adj. 1. Que saiu, que se afastou. “Espírito revoltado [...] egresso das enxovias” (Mário
Sete, Senhora do Engenho, p.49). 2. Que deixou de pertencer a uma comunidade. S.m. 3. Indivíduo que deixou
o convento; ex-frade. 4. Detento ou recluso que, tendo cumprido sua pena, ou por outra causa legal, se retirou
do estabelecimento penal. 5. Saída, retirada. (FERREIRA, A. B. H.. Novo Aurélio século XXI: o dicionário da
língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.)
122
• Convite aos egressos para visitar o campus e, por meio de palestra para os alunos, apresentar
a sua trajetória profissional;
• Convite aos egressos para participar de eventos promovidos pelo curso e, assim, participar
do seu processo de formação continuada;
• Mala-direta com notícias sobre a área de atuação profissional, o campus e o curso em
especial;
A maior parte das ações propostas conta com o auxílio da Coordenação de Extensão do
campus.
123
10 Processo de avaliação
10.1
Avaliação da aprendizagem
A avaliação da aprendizagem será realizada através da Avaliação de Conhecimentos e Competências e da Avaliação de Desempenho, de acordo com orientações dadas nas Normas Acadêmicas
do Ensino Superior vigente, levando em conta que as competências profissionais pressupõem a
mobilização de conhecimentos e considerando que o desenvolvimento destas poderá ser verificado
através de habilidades demonstradas em aulas práticas e estágios profissionais.
O artigo 24 da Lei no 9.394/96 trata da verificação do rendimento escolar, e determina como
critério básico para a avaliação o seu desenvolvimento de forma contínua e cumulativa, prevalecendo os aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre
os de eventuais provas finais incluindo, como condição para a aprovação do aluno, a frequência
mínima de 75%.
Está em vigor, no âmbito do IFSP, a Resolução 402/08 de 09 de dezembro de 20081 . Esse é
o documento oficial, normatizador, de conduta acadêmica de todos os campi do IFSP. Os artigos
14 a 23 da referida Resolução definem os procedimentos de verificação do rendimento acadêmico,
dependência e promoção do discente, não cabendo por tanto a sua reprodução integral no corpo
deste Projeto.
De maneira sintética, os artigos indicados acima definem que:
• O professor é responsável pelo registro de faltas e notas dos alunos, devendo utilizar pelo
menos dois instrumentos de avaliação distintos e, ao final do semestre, deve encaminhar
uma única nota para cada aluno, em cada um dos componentes curriculares sob sua responsabilidade;
• As notas finais serão graduadas de zero (0,0) a dez (10,0) pontos, admitida apenas a fração
de cinco décimos (0,5);
• Será concedida apenas uma avaliação substitutiva por componente curricular, no final do
1
Disponível em http://www.ifsp.edu.br/index.php?option=com_phocadownload&view=category&id=85:
ensino&Itemid=149.
124
período letivo, para o aluno que deixar de ser avaliado em um instrumento de avaliação,
desde que solicitado no prazo de até cinco dias após a avaliação não realizada pelo aluno;
• A frequência às aulas é obrigatória;
• A média mínima para aprovação em um componente curricular é de seis pontos (6,0) e
frequência mínima de setenta e cinco por cento (75%)
• Alunos com média inferior a quatro pontos (4,0) ou frequência inferior a setenta e cinco
por cento (75%) estarão retidos no componente curricular;
• Alunos com média entre quatro (4,0) e seis (6,0) pontos, e frequência maior que setenta
e cinco por cento (75%), deverão ser submetidos a um processo final de avaliação, que
resultará na aprovação do aluno no componente curricular se a média final desse processo
for igual ou maior a seis pontos (6,0) ou sua retenção caso a média final seja inferior a seis
pontos (6,0);
• O aluno retido em um componente curricular terá direito à dependência, se oferecida pela
Instituição, cabendo exclusivamente às instâncias administrativas e pedagógicas das unidades de ensino envolvidas a decisão pela oferta ou não de turmas para os alunos em
dependência. No caso de opção pela não oferta de turma específica, e em havendo disponibilidade de vagas, os alunos retidos poderão cursar as disciplinas em turmas regulares
oferecidas em outro turno ou em turmas de disciplinas equivalentes em outros cursos;
• No caso de oferta de um número menor de vagas que o número de alunos interessados,
a preferência de matrícula é para os alunos do curso e do período curricular ao qual o
componente curricular pertence, depois para os alunos que tenham possibilidade de concluir
o curso no período letivo em questão e, por fim, para os alunos com prontuários mais
antigos;
• É possível a oferta de regime especial de dependência, com carga horária reduzida – respeitando o mínimo de 40% da carga horária original do componente curricular – e em turma
específica para este fim.
O Núcleo Docente Estruturante acredita que o curso possui um compromisso social que vai
além da mera transmissão de informações técnicas, necessárias às atividades do Tecnólogo em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas. É fundamental desenvolver um conjunto de valores
éticos nos acadêmicos, no sentido de “construir” um ser humano digno e responsável, que seja
consciente de suas obrigações e direitos. Para tanto, procura realçar os valores éticos inerentes à
profissão. Dessa forma, assumem importância central na formação dos acadêmicos, os seguintes
aspectos:
125
Integridade pessoal: adoção de uma conduta reta, quando do trato da “coisa” privada ou
pública, no sentido de promover uma gestão profissional transparente e condizente com as
novas exigências sociais;
Competência profissional: adoção de uma qualidade sólida capaz de apreciar e resolver os
fatos com eficiência e eficácia necessária à consecução dos objetivos delineados no perfil
profissional construído, e;
Argumentação sólida: adoção de um nível de conhecimento estruturado e adequado que possibilite em qualquer situação apresentar formulações, ações, estratégias e procedimentos
que resultem em substanciais soluções para as questões sociais.
Para que isso ocorra, adota-se relação mais estreita entre docente e discente, transformando
este contato num processo contínuo de aprendizagem e de conscientização. Assim, o professor
deixa de ser um mero transmissor de conhecimentos, passando a planejar e compartilhar informações potencialmente significativas para os seus alunos, isto é, os conteúdos ministrados permitem
atribuir significados ligados às suas experiências pessoais e profissionais no dia-a-dia.
Portanto, à medida que o acadêmico vai interagindo com os objetos de conhecimento socialmente construídos, passa a dar uma interpretação própria transformando-os com base em suas
reflexões e interpretações pessoais, e com isso modifica-se a si mesmo. Desta forma, o ensino e a
aprendizagem se transformam num processo dinâmico e contínuo de transformações.
10.2
Avaliação do Projeto Político Pedagógico
O Projeto Político Pedagógico deve ser assumido pela comunidade e pelos gestores para que
o apropriem em suas ações administrativas e pedagógicas. Projeto Político Pedagógico não é
visto aqui apenas um documento burocrático, mas como orientador da efetivação do currículo
do curso.
Esta ação depende da capacidade de gestão do Núcleo Docente Estruturante, em especial do
coordenador do curso, em administrar uma realidade em constante transformação e como essas
transformações afetam o Projeto original, levando a processos de avaliação e atualização.
A avaliação do Projeto Pedagógico será considerada como ferramenta construtiva que contribuirá para melhorias e inovações, permitindo identificar possibilidades, orientar, justificar,
escolher e tomar decisões. A existência de um Projeto Político Pedagógico de curso é importante
para estabelecer referências na compreensão do presente e de expectativas futuras.
Nesse sentido, ao realizarmos atividades de avaliação, o curso considerará seus objetivos e
princípios orientadores, inclusive aqueles que porventura tenham sofrido mudanças legais. Este
126
curso realizará a avaliação do seu Projeto Pedagógico de forma contínua, reavaliando, como processo de reflexão permanente sobre as experiências vivenciadas, os conhecimentos disseminados
ao longo do processo de formação profissional e a interação entre o curso e os contextos local,
regional e nacional.
Tal avaliação analisará a coerência entre os elementos constituintes do Projeto e a adequação
da estrutura curricular em relação ao perfil do egresso. O resultado desta avaliação subsidiará
e justificará as mudanças curriculares, solicitação de recursos humanos e aquisição de material
entre outros.
A avaliação e atualização do Projeto Político Pedagógico ocorrerá anualmente, com a participação da comunidade; contudo, as mudanças curriculares só serão realizadas quando estas forem
imprescindíveis para sua readequação à realidade ou para fundamentar tomadas de decisões institucionais que permitam a melhoria da qualidade do ensino. Esta avaliação é parte indissociável
da avaliação geral da Instituição que segue as orientações do Projeto de Auto-Avaliação da Educação Superior – SINAES. Esta avaliação favorece a reflexão acerca do que a Instituição é e do
que pretende ser e, como afirmado anteriormente, possibilita aprofundar sobre pontos fortes e
fracos, proporcionando maior agilidade e eficiência aos processos decisórios. Seguindo orientação
do SINAES, são elaborados e aplicados instrumentos e indicadores para as diferentes dimensões
do curso, a partir de metodologia disponibilizada pela Comissão de Avaliação.
127
!
11 Modelo de diploma e certificados
Figura 11. Modelo de diploma e certificados
128
12 Equipe de trabalho
12.1
Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante do curso foi composto em consonância com o previsto na
Resolução no 01 da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), de 17 de
junho de 2010, a qual afirma em seu Artigo 3:
Art 3o . As Instituições de Educação Superior, por meio dos seus colegiados
superiores, devem definir as atribuições e os critérios de constituição do NDE,
atendidos, no mínimo, os seguintes critérios:
I- ser constituído por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo
docente do curso;
II- ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de pós-graduação stricto sensu;
III- ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral,
sendo pelo menos 20% em tempo integral;
IV- assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo
a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso.
No momento da redação deste projeto, o Núcleo Docente Estruturante é composto pelos
seguintes docentes:
• Daniel Corrêa Lobato (mestre em ciências, coordenador da área, RDE)
• Lúcio Rodrigo de Carvalho (especialista, RDE)
• Osvaldo Severino Jr (doutor em ciências, 40h)
• Ricardo Bortolatto Nunes (especialista, RDE)
• Rosemeire Bressan (mestre em matemática aplicada, 40h)
12.2
Corpo docente
O campus Catanduva possui hoje, na área de informática, um quadro docente composto
pelos profissionais listados na Tabela 5. Os docentes indicados com (*) possuem aulas atribuídas
129
Docente
Titulação
Regime
Área de atuação
Daniel Corrêa Lobato
Edivaldo Pastori Valentini
Lúcio Rodrigo de Carvalho
Márcio Andrey Teixeira
Osvaldo Severino Jr.
Ricardo Bortollato Nunes
Rinaldo Macedo de Morais
Ronildo Flausino dos Santos
Rosemeire Bressan
Mestrado
Especialização
Especialização
Mestrado
Doutorado
Especialização
Mestrado
Especialização
Mestrado
RDE (Coord. área)
Substituto (20h)
RDE
RDE (Diretor campus)
40 horas
RDE
40 horas (*)
Substituto (20h)
40 horas (*)
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Engenharia de software e bancos de dados
Programação, computação e algoritmos
Engenharia de software e bancos de dados
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Matemática
Tabela 5. Corpo docente do campus na área de informática
Área de atuação
Semestres ímpares
Semestres pares
Total
22
4
12
18
6
4
6
24
2
18
20
20
46
6
30
38
6
4
26
Programação, computação e algoritmos
Matemática
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Engenharia de software e bancos de dados
Línguas
Metodologia de pesquisa
Gestão e sistemas de informação
Tabela 6. Total de horas de aula de 50min, por área, para a condução do curso
em cursos de outras áreas no campus, não estando integralmente disponíveis para a área de
informática. É importante destacar que a área já oferta o curso de Técnico em Manutenção e
Suporte em Informática, sendo que o corpo docente listado é compartilhado entre os dois cursos.
A Tabela 6 sintetiza o total de aulas de 50min para cada área de atuação docente necessárias
para a perfeita condução do curso. Considerando o corpo docente disponível e as horas de aula
geradas pelos dois cursos, pode-se obter a demanda de professores que devem ser nomeados
para que o curso possa ser conduzido de maneira adequada. Essa demanda está explicitada na
Tabela 7, onde “Curso” indica o total de horas-aula no curso proposto no semestre com mais
horas-aula alocadas1 ; “Área” corresponde ao número de horas-aula em todos os cursos da área
de informática no campus, incluindo o curso proposto; “HA Disponíveis” indica o número de
horas-aula disponíveis considerando os docentes atuais do quadro; “Saldo” indica o número de
horas-aula por atribuir, e; “No professores” corresponde ao número de professores, em regime de
40 horas, necessários para atender à demanda de aulas.
12.3
Coordenação de área e do curso
Desde novembro de 2010, o prof. Daniel Corrêa Lobato2 está responsável pela Coordenação
da Área de Informática no campus, estando ligados a essa coordenadoria os cursos técnico de
Manutenção e Suporte em Informática e superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento
de Sistemas, apresentado neste Projeto.
1
Como o curso é semestral com entrada anual, durante um determinado semestre letivo estarão sendo ofertadas
apenas as disciplinas dos semestres curriculares pares, ou dos semestres curriculares ímpares, além das eventuais
tumras de disciplinas em regime de dependência, não fazendo sentido dimensionar o quadro docente pelo total de
horas-aula da área de atuação no curso.
2
CV Lattes disponível no sítio http://lattes.cnpq.br/2389356405672150.
130
Área de atuação
Programação, computação e algoritmos
Matemática
Sistemas operacionais, redes e sistemas distribuídos
Engenharia de software e bancos de dados
Línguas
Metodologia de pesquisa
Gestão e sistemas de informação
Curso
Área
HA Disponíveis
Saldo
No professores
24
4
18
20
6
4
20
60
4
68
32
6
6
34
18
42
18
-
42
4
26
14
6
6
34
3
1
2
1
1
1
2
Total de professores
11
Tabela 7. Déficit de professores por área, considerando o corpo docente atual, para a condução do curso
proposto e dos cursos já em andamento.
Servidor técnico-administrativo
Titulação
Cargo / Função
Alex Sandro Rodrigues Ancioto
Cristiano Donizeti Ferrari
Daiene Rocha Bastos
Ednéia Virgínia Pinheiro
Iara Suzana Tiggemann
Izabela Salvador
Marco Antônio Fávaro Teixeira
Maria Eduarda de Souza
Maykon Fernando Pereira Pinto
Milene Rosa de Almeida
Rodrigo Rainho Tanaka
Ronaldo Rodrigues Martins
Sílvia Gisele Venturini
Especialização
Técnico
Graduação
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Graduação
Graduação
Graduação
Graduação
Mestrado
Especialização
Graduação
Técnico de laboratório, informática
Técnico de laboratório / Coordenador de tecnologia da informação
Assistente social
Pedagoga
Técnico em assuntos educacionais
Técnico em assuntos educacionais / Coordenadora de ensino
Assistente em administração / Coordenador de registros escolares
Assistente em administração / Gerente administrativo
Técnico de laboratório, informática
Bibliotecária documentarista
Assistente em administração / Coordenador de administração
Técnico em tecnologia da informação
Assistente em administração / Coordenadora de patrimônio
Tabela 8. Corpo de servidores técnico-administrativos no campus
O coordenador é graduado em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade
da Amazônia – UNAMA (1997). Concluiu a especialização em Análise de Sistemas pela Universidade Federal do Pará – UFPa (1998) e concluiu o programa de Mestrado em Ciências na
Área de Ciências de Computação e Matemática Computacional, sub área de Sistemas Distribuídos pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo –
ICMC/USP (2000). Em janeiro de 2009 iniciou o doutorado, no próprio ICMC/USP, investigando o uso informação de contexto como mecanismo para a meta-adaptação de middlewares
reflexivos.
12.4
Corpo técnico-administrativo
A Tabela 8 apresenta os servidores técnico-administrativos do campus
131
13 Instalações e equipamentos
Do ponto de vista da infra-estrutura física, o curso precisa de salas de aula para as turmas
regulares e para as disciplinas que eventualmente forem oferecidas em regime de dependência,
além de laboratórios de informática e para atividades específicas, de acordo com o detalhamento
apresentado nas seções seguintes.
13.1
Infra-estrutura física
Tabela 9. Infra-estrutura física necessária para a condução do curso proposto
neste Projeto
Espaço físico
Auditório
Qtd. necessária
Qtd. existente
01
–
Descrição
Um auditório tem capacidade para
120 pessoas, sistema de ar condicionado, palanque, oratório, sistema de
som com microfones, computador e
projetor multimídia. Há a previsão de
construção de um mini-auditório com
112m2 na expansão do campus que
já está em andamento, e com previsão de conclusão no início de 2012.
Para a terceira expansão do campus,
ainda sem previsão de início, haverá a
construção de um auditório para 160
pessoas.
Biblioteca
01
01
A biblioteca possui espaço de estudos individual e em grupo, cinco computadores para pesquisas na internet
e acervo bibliográfico.
Quanto ao
acervo da biblioteca, este deve ser
atualizado com no mínimo três referências das bibliografias (básicas) indicadas nas ementas dos diferentes
componentes curriculares do curso.
Instalações administrativas
01
01
Secretaria
Continua na próxima página. . .
132
Tabela 9 – Continuação
Espaço físico
Salas de aula
Qtd. necessária
Qtd. existente
05
06
Descrição
Salas de aula padrão, para 40 alunos, com carteiras, cadeiras, lousa,
sistema de ventilação, cobertura de
rede sem fio e possibilidade de uso
de sistema de projeção multimídia. O
bloco novo em construção prevê o aumento do número total de salas de
aula do campus para 10 até o início
de 2012.
Sala de coordenação
01
01
Mesa, computador com acesso à internet, sistema de ventilação e armários
Salas de docentes
08
–
Salas para acomodar dois docentes,
com mesa, computadores com acesso
à internet, sistema de ventilação e armários. A direção do campus está
avaliando a construção de salas para
docentes de todos os cursos do campus.
13.2
Laboratórios de informática
Como o curso possui uma vertente prática, é fundamental que haja pelo menos 01 laboratório
para cada turma concorrente, ou seja, pelo menos 03 laboratórios de uso exclusivo do curso.
Hoje, no campus, contamos com 4 laboratórios instalados e em operação, mas com a expansão
programada para entrega em 2012, o número total de laboratórios chegará a 08, atendendo ao
curso proposto, e aos demais cursos do campus.
Cada laboratório utilizado pelo curso deve acomodar 20 alunos, em máquinas individuais, e
cada máquina deve possuir, além dos softwares indicados pelos docentes em seus planos de aula,
uma suíte de escritório com editor de texto, planilha eletrônica e software de apresentação, e um
navegador internet.
Os laboratórios devem ter acesso à internet, sendo que esse acesso pode ser interrompido
pelo docente, se necessário, durante a aula.
13.3
Laboratórios específicos
As disciplinas “Arquitetura de computadores”, “Redes de computadores I”, “Redes de computadores II” e “Segurança da informação” precisam de laboratórios específicos, indicados a seguir:
133
13.3.1
Laboratório de hardware
Este laboratório deve permitir ao aluno explorar o hardware de um sistema computacional
e, para isso, deve contar com bancadas, ferramentas e componentes diversos que serão utilizados nas aulas práticas de “Arquitetura de computadores”. Este laboratório está parcialmente
implementado e atende, também, ao curso técnico de Manutenção e Suporte em Informática.
13.3.2
Laboratório de redes e teleprocessamento
As atividades práticas das disciplinas “Redes de computadores I” e “Redes de computadores
II”, além de algumas aulas da disciplina “Segurança da informação” serão desenvolvidas neste
laboratório. Ele deve contar com equipamentos de rede cabeada (placas, computadores, comutadores e roteadores), rede óptica (conversores de mídia e cordões ópticos) e rede sem fio (antenas,
pontos de acesso, bridges e roteadores), além de ferramentas e material de consumo (cabos e
conectores 8P8C) que serão utilizados pelos alunos durante as atividades práticas.
A coordenação de área está elaborando o projeto básico para a aquisição desse laboratório,
que será encaminhado para a direção do campus antes do início da oferta do curso.
134
Referências Bibliográficas
FONSECA, C. História do ensino industrial no Brasil. Rio de Janeiro: SENAI, 1986.
GROSSMANN, L. O. TI brasileira movimenta R$ 137 bilhões em 2010. Convergência Digital, 16
de jun. 2011. Disponível em: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/
sys/start.htm?infoid=26665&sid=5.
MATIAS, C. R. Reforma da educação profissional na unidade de Sertãozinho do CEFET/SP.
Dissertação (Mestrado em Educação) — Centro Universitário Moura Lacerda, Ribeirão Preto,
2004.
NOGUEIRA, R. Procura-se mão de obra qualificada em TI. IT Web,
15
de
jun.
2011.
Disponível
em:
http://itweb.com.br/44007/
artigo-procura-se-mao-de-obra-qualificada-em-ti/.
PINTO, G. T. Oitenta e dois anos depois: relendo o relatório Ludiretz no CEFET São Paulo.
Monografia (Relatório de qualificação em Administração e Liderança) — Universidade de
Santo Amaro, Ribeirão Preto, 2004.
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
Ministério da Educação
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
Campus Catanduva
Apêndices
Catanduva, SP
Agosto, 2011
136
APÊNDICE A -- Código de Ética para uso dos recursos
computacionais
Este Capítulo tem por objetivo apresentar as normas gerais que norteiam a utilização dos
recursos computacionais disponíveis no IFSP, campus Catanduva, pelos alunos e professores dos
cursos da área de informática.
Esses princípios não são conflitantes com as diretrizes institucionais gerais e funcionam,
apenas, como uma adequação das mesmas à realidade do cursos, dos professores e dos alunos.
Ele deve, ainda, ser complementar às portarias que já existem e que se apliquem aos recursos
computacionais do IFSP.
Para a elaboração deste Código de Ética foram consultados, e serviram como base, os códigos
de ética da Association for Computing Machinery (ACM)1 e unificado ACM/IEEE2 .
A.1
Sobre a privacidade
I. Em ambientes de computação onde os recursos são compartilhados, todo o usuário (professor ou aluno) deve possuir uma identificação pessoal, composta por um nome de login e
uma senha, escolhida por ele. Ninguém deve usar os recursos utilizando a identificação de
outro usuário sem sua permissão explícita.
II. Todos os arquivos produzidos, armazenados e/ou em uso no ambiente de computação pertencem a alguém, e são de seu uso privativo e confidencial, a menos que explicitamente tornado público por seu propietário. Os administradores do ambiente de computação podem
acessar os arquivos de outros usuários somente quando for indispensável para a manutenção
do sistema.
III. Os usuários concordam que dados de uso poderão ser armazenados por tempo indeterminado para fins de perícia forense quando necessário.
IV. Toda a mensagem enviada através do ambietne computacional deve conter a identificação
do remetente.
1
2
http://www.acm.org/about/code-of-ethics
http://www.acm.org/about/se-code
137
V. Todo o tráfego na rede é considerado confidencial.
VI. Se uma falha na segurança é detectada, esta deverá ser informada ao administrador do
sistema.
A.2
Sobre os recursos
I. Ninguém deve tentar, de maneira proposital, degradar o desempenho do sistema ou interferir no trabalho de outros usuários.
II. Falhas de configuração, falhas de segurança ou conhecimento de uma senha especial não
devem ser usados para alterar o sistema computacional, obter recursos extra ou tomar
recursos de outra pessoa.
III. A introdução de equipamentos de computação de uso individual e restrito, como computadores portáteis ou de mão, somente poderão ser incorporados ao ambiente computacional
com a autorização expressa de uma pessoa responsável.
IV. Os recursos computacionais do Instituto destinam-se ao uso em atividades de ensino, pesquisa e extensão. Esses recursos necessitam autorização especial para utilização em qualquer outra finalidade e não devem ser extensivamente utilizados para fins privativos.
V. Os recursos oferecidos pelo ambiente computacional devem ser empregados de forma prudente, respeitando o espírito comunitário característico do IFSP.
A.3
Atividades que constituem uso indevido
As atividades a seguir são exemplos de uso indevido do ambiente computacional, e não devem
ser interpretadas como uma lista exaustiva das atividades consideradas indevidas.
I. Produzir e/ou distribuir mensagens eletrônicas indesejáveis (SPAM), mailbomb, ou de teor
indecoroso, ofensivo ou violento.
II. Praticar ou facilitar a prática de pirataria de programas ou dados de qualquer espécie
(filmes, músicas ou livros, por exemplo);
III. Praticar ou facilitar a intrusão de qualquer espécie, tal como quebrar privacidade, utilizar
identificação de usuário alheia, quebrar sigilo e/ou senha, ganhar acesso de super-usuário,
obter senhas de outros usuários, causar prejuízo de operação do sistema em detrimento
dos demais usuários, utilizar programas para burlar o sistema, bloquear as ferramentas de
auditoria automática e/ou outras ações semelhantes;
138
IV. Praticar, de maneira não autorizada, ou facilitar a prática de qualquer atividade alheia aos
interesses do IFSP (ensino, pesquisa e extensão de serviços à comunidade);
V. Instalar ou remover programas/software, a menos que autorizado e devidamente assistido
por um técnico do laboratório;
VI. Alterar a configuração de qualquer equipamento disponível;
A.4
Sobre as penalidades
A não observância das recomendações previstas neste Código de Ética tornará o usuário
passível de punição na forma do Regime Disciplinar previsto no Regimento Geral do IFSP, ao
qual estão sujeitos os membros dos corpos docente e discente do mesmo, sem prejuízo da aplicação
de outras penalidades previstas na legislação civil e penal.
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SÃO PAULO
Ministério da Educação
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
Campus Catanduva
Anexos
Catanduva, SP
Agosto, 2011
140
ANEXO A -- Memorandos encaminhados relacionados com o curso
Este anexo contém cópias dos memorandos trocados entre a Direção do campus e a Reitoria
ou Pré-reitoria de ensino relativos à troca do curso de Tecnologia em Gestão, originalmente
previsto no PDI do campus, pelo curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
apresentado neste projeto.
141
Catanduva, 10 de Julho de 2011.
Memo 67/2011/DCT
Ao Prof. Arnaldo Augusto Ciquielo Borges
Reitor/IFSP
Referência: Encaminhamento de ofício da Prefeitura Municipal de
Catanduva para o Magnífico Reitor
1.
Encaminho o ofício enviado pela Prefeitura Municipal de Catanduva
endereçado ao Magnífico Reitor Prof. Arnaldo Augusto Ciquielo
Borges.
Atenciosamente,
Márcio Andrey Teixeira
Diretor-Geral do Campus Catanduva
Figura 12. Cópia de memorando encaminhando ofício da prefeitura solicitando a instalação de curso superior
na área de informática na cidade de Catanduva.
142
Catanduva, 28 de Julho de 2011.
Memo 72/2011/DCT
Ao Prof. Arnaldo Augusto Ciquielo Borges
Reitor/IFSP
Referência: Manifestação sobre a solicitação da prefeitura referente à
implantação do curso superior em informática.
1.
Analisando o pedido da prefeitura municipal de Catanduva e
verificando o mercado regional, o campus Catanduva é totalmente
favorável a implantação do curso superior de informática, mais
precisamente, o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas
(ADS).
2.
Segue em anexo a esse memorando, um relatório sobre o mercado
de trabalho da área de informática de Catanduva e região.
Atenciosamente,
Márcio Andrey Teixeira
Diretor-Geral do Campus Catanduva
Figura 13. Cópia de memorando encaminhando análise favorável do campus sobre a demanda da prefeitura
sobre um curso superior na área de informática na cidade de Catanduva.
Download

Curso superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de