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ORHAL
POLITÉCNICA
colaboração
para o próximo
número
do Jornal da
Politécnica
ÓRGÃO DOS ALUNOS DA ESCOLA NACIONAL DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO BRASIL
O "VI
-Chefe: ROMEU DE SA FREIRE F I t « Q
N.* 2 2
Rio de Janeiro. 31 ^ Agosto ae 1948
i ' ^
DIRKTOR :
JOÃO BAPTISTA PIZARRO DRUMMOND
Gerente : PAULO EGYDIO MARTINS
XV CONGRESSO DE ESTUDANTES
Etio foi cenário, no último mês de Julho, de um magni^etáculo de fé na democracia da juvèntudo brasileira.
-se, 3flui, o JXI" Çt>n£re$so £ii± .J^studantes, ^promovida
•ião Nacional dos Estudantes, orsrão máxíinn .**«• —*-
cão. Manobras, como a do empréstimo à Light, forair condenadas pelo Congresso, A tese nacionalista do General Horta Barbosa, da exploração esíatai d«i « - ' • ^ J - ' '
NOTA
Devido a mr\.a série de acoi
tedmentos
independentes ^
nossa vontade, tais como a mu- I ;X
1"*
fico espetáculo de fé na democracia da juventudo brasileira.
Reuniu-se, aj^ui, o ^ I " Çpngresso J/as JE&Hdantetvwromovkfo
pela União Nacional dos Estudantes, órgão máximo dos estudantes brasileiros.
A abertura do Congresso foi feita sob a presidência do governador Milton Campos, de Minas Gerais, que na qualidade
de convidado de honra saudou a juventude em magnifica alocução. Passadas as emoções do primeiro dia, completamente
tomado pela sessão solene, começaram os trabalhos.
O plenário estudou e aprovou teses do maior interesse,
seja no cenário político nacional, seja no que concerne, exclusivamente, ã classe estudantil.
NA POLÍTICA FEDERAL
No sentido político, apartidário, o Congresso tomou posição de defesa intransigente da Constituição brasileira, contra
as politicagens que ameaçam os alicerces democráticos da na-
ALGO SOBRE EL INGENIERO CHILENO
SÉRGIO CABALLERO DELFINO
V Ano Ingeniería Civil Universidad de Chile
(Corresponsal dei Jornal da Politech nica).
Tal vez sea de interès para
los compafieros brasileros conocer algunos detalles <ie Ia labor
que los Grémios de Ingenieros
de Chile desarrollan en bien de
sus associados y el papel preponderante que el Ingeniero está
tomando en ia vida pública chilena.
Contamos actualmente con 3
grandes instituciones ingenieriles, a saber: el Insttiuto de Ingenieros, Ia Asociación de Ingenieros y el Instituto de Ingenieros de Minas, que agrupan a todos los profecionales dei pais.
Los dos primexos reunen en su
(Continua na pág. 3}
UMA EXPLICAÇÃO
J. B. PIZARRO DRVMMOND
Senão este o último número do "Jornal da Politécnica"
extraído por esta Diretoria, cabe uma explicação e um relatório de nossas ativiãaães.
Entristece-nos bastante deixar este Departamento sem
que tivéssemos cumprido até o fim o programa a que nos propusemos, embora o soubéssemos, de ante-mão longo e dificultoso. Estabelecemos, em princípio, tirar um mínimo de seis
números durante o ano de 1948, e com esse fito recebemos dos
colegas as respectivas assinaturas que, ou por falta de confiança ou por falta de espírito de colaboração, só no 2P e no
5.° ano deram os resultados que esperávamos.
Assim, logo de inicio tivemos frustrada a nossa "Campanha Financeira", obtendo apenas um total de Cr$ 3.730,00,
em toda a Escola! Temos, portanto, apenas 373 assinantes, o
que só representa 37 % dos alunos da E. N. E., contando como
1.000 ao todo
(Continua na pás. 2'
das pelo Congresso. A tese nacionalista do General Horta Barbosa, da nxploraç&o «statafc d« 3ásíj*éíeo, recebeu aprôração em
meio o grande ent-isr imo do: ti?!egados presentes. Também
foi repudiada a Lei de Segurança; a lei de imprensa e a propalada intervenção em S. Paulo, projetos, atualmente, em
grande evidência.
TESE DA NOSSA ESCOLA
Uma das nossas teses no Congresso era de lutar pela libertação do nosso colega, herói da FEB, Salomão Malina. A
questão foi levada à tribuna pelo nosso delegado João Batista
Moreira, que apresentou em conjunto com o outro delegado,
Alberto Caruso, uma moção pró-Iibertação do colega preso e
condenado a seis anos de prisão.
Salomão Malina está preso, incomunicável» no Batalhão
de Guardas. Em vista disso, o Congresso resolveu enviar-lhe
uma comissão, da qual fez parte o colega João Batista.
(Continua na pág. 6)
muuui
LUiil JUU
aauec^âhento |£fo nosso <
este número sai c&ni bt
atraso, pelo que pedimos
pas aos nossos colegas.
Temos outrosim, o pre
anunciar o número de an
rio de nosso jornal a sair
28 próximo futuro, já soi
reção de RENATO M1LL.
tanto esforço tem dedicada
órgão e -para o qual ag;
mos desde já as colaborai
A REI
o
0 XI . CONGRESSO DE ESTUDANT
UMA MANIFESTAÇÃO DE VIITALIDADE DEMOCRA1
COMENTANDO, A LUZ DO CONGRESSO, A POSIÇÃO DA CLASSE ESTUDANTIL E DA E
DE ENGENHARIA — UM CAMINHO A SEGUIR
Escreve
JAIME ROTSTEIN
do pela Camará, que I
um voto de louvor, aber
Todos os anos os estudantes escadas da UNE, na qual esta- governador Milton Car
se reúnem era Congresso, para va escrito:
encerrado pelo senado
o qual vêem jovens dos mais
"— eu vim de Campinas..." Américo, o Congresso m
longínquos recantos do Brasil.
O Congresso é o orientador tou-se com coragem so
Representantes de todas as fa- da classe estudantil. Prestigia(Continua na
culdades, cora diversos acentos
no falar, de tez morena ou clara, pretos ou de ascendência
india, juntam-se para falar em A E. N. E. CAMPEÃ DOTEORNEIO INÍ
nome da mocidade estudiosa
DE FOOT-BALL UNIVERSITÁRIO
da nação.
Nestes dias, em que o conNa noite do dia 11 de Agosto obteve o direito de contir
clave trabalha, a UNE fervi- a A.A.A. da E.N.E. colheu mais torneio.
lha. São tirados jornais para e um triunfo vencendo o Torneio
2.° jogo: — F. Direito i
entre os congressistas. Jovens Início de Foot-Ball, realizado no x F. Católica de Direito •
das mais diversas tendências Estádio Tricolor. O Torneio, do ceu a F. Direito do Rio
políticas se manifestam, num qual participaram 8 equipes uni- neiro por 2 x 1 .
clima de liberdade e de supe- versitárias, foi renhidamente
3.0 j O g o : _ E.N. Ed. í
rior compreensão.
**
disputado, e as partidas tiveram F. Ciências Políticas e E(
cas — venceu Ed. Física
Uma coisa, porém, fot una- o seguinte desenvolvimento:
nime no Congresso: o repudio
1.° jogo : E.N.E x E. N. Quími- x 0.
4.° jogo: — E. N. Arqu
ao fascismo caboclo. A repul- ca — Terminada sem abertura
sa estudantil ao Congresso de de contagem. Na cobrança dos x E. N. Agronomia — Ven<
Campinas — simulacro de reu- penalties, a E.N.Q. desperdiçou quitetura por 1 x 0 .
5.° jogo: — E.N.E. x F.
nião estudantil, promovida pe- os seus três tiros (dois defendilo Partido de Representação dos por Clovis), e a E.N.E. apro- R. j. _ Venceu a E.N.E.
Popular — estam representa- veitando logo o primeiro tiro série de penalties por 2
da por uma galinha verde, nas (por intermédio de Gabriel)
(Conclui na ]
na 2
JORNAL
ALGUÉM O CONHECE?
Cara feia, zangado e resmungão,
Seu saber impõe respeito à mocidade,
Só dá aulas, porém, em alemão,
Mania que lhe veio com a idade.
Mesmo andando, seus dedos sempre armam
Jeitoso triedro fundamental,
Se no bonde os vizinhos todos pasmam,
Põe-se a falar em eclipse., total.
Todos têm de saber os seus complexos;
Ê preciso pensar só em reflexos,
P'ra passar no Oral sem sofrer dano.
Pretendendo mudar a sua norma.
Vai propor ao Conselho uma reforma;
De aprovar um aluno só por ano.
C. A. R. F
:NJAMIN O INJUSTIÇADO
LIOR
EXALTAÇÃO AOS PRÓCERES E' REVOCAR A SUA VIDA
- ativiàade de Benjamin
anfno Magistério resumité 1879:
1858, creando-se na EscoGuerra a cadeira de maica elementar, Benjamin a
candidatou. A cátedra foi
ateada ao Tenente Barros
correu ao lugar de Repetiie matemática no Colégio
II. Foi o primeiro, mas a
a foi dada ao Dr. Rego Maum dos dois aprovados.
Macedo depois de oito meteve seis de licença e Bensubstitui-o. Dois anos e
mais tarde foi dispensado:
a Macedo.
3u-se naquele colégio, uma
3a cátedra de matemática
reencher em concorrência.
autorização do Ministro da Guerra para que o vencedor assumisse a função. Dois dias mais tarde exigia a demissão do Exército
para assegurar a permanência do
professor na Escola. Querenta e
oito horas após a entrada do requerimento de demissão, o Presidente informava que o decreto
deveria chegar-lhes às mãos em
oito dias. Benjamin compreendeu. .. e foi nomeado Alcântara
Lisboa. Alguns meses passados
Lisboa deu más provas de si.
Para não ser humilhado concordou em pedir férias e não voltar.
Chamou-se o famoso explicador.
Antes que Benjamin soubesse
para que. Lisboa disse-lhe ter
tomado licença e o indicado para
'substituto interino; obteve a palavra de que não perderia a efe-
DA
POLITÉCNICA
REALIZAÇÕES
INTELECTUAIS
Se formos pesquisar toda
obra da realização humana; Se
formos procurar tudo que se
escreveu nos diversos caminhos
do conhecimento, a nossa cabeça talvez estoure no início da
jornada.
Cada cientista e cada subdivisão de ciência, encerram
uma imensidão de coisas e sistemas. Chegaremos algum dia
à anarquia, ou o homem sofrerá uma transformação completa na sua capacidade aditiva e
compreensiva.
Enfim, existem equações em
número infinito, e suas representações não passam ãe substâncias semelhantes — elas representam muitas ideias comuns. E possível que no futuro
possamos reduzir os termos semelhantes e encontrar poucas
equações finais. O presente já
indica esta tendência — e é
naturalmente o que convém à
realidade.
, Os fatos elementares, ínfimos, por sua soma chegam a
nos fornecer soluções definitivas de problemas diretores.
Daí vermos, portanto, a utilidade possivelmente justa, da
incontável biblioteca dos diversos saberes a que se chegou
nesta era.
Com a especialização da especialidade, chegaremos talvez
ao fundo do túnel da sabedoria
humana — aí faltará a luz para
iluminar tanta ciência — porque o primeiro princípio ficou
muito para traz — esquecido.
MXRES LAGIOTO
do 1." ano do E.N.E.
31 de Agosto de 1948
Honra ao Mérito
Quem não o conhece ?. Só
quem não fez Vestibular na Escola. Desde lá êle atrai a atenção de todos embora não seja
uma figura dada a se pôr em
evidência.
No Vestibular seu riso ferino
é o descoflSolo de muito pre-
Prof. OTON NOGUEIRA
tendente a calouro. O seu modo
característico de fazer perguntas desconcerta qualquer um:
tira uma fumaça do cigarro,
com calma e segurança, pensa
um pouco, lança a sua pergunta, fita o candidato, olha fixamente as primeiras fitas de carteiras e então abre aquele sorriso, ferino, sádico, cruel e
exasperante. Ri maldosamente
com toda a satisfação e parece
querer dizer: eu sou pequeno,
mas esse aí com tofla essa al-
tura, nao sabe nada coitado,
como é ingénuo !.
Quem o vê nesse primeiro
contato tem má impressão, não
há dúfida, mas modifica, súa
opinião.
Como professor ê]e é exímio,
gosando do melhor conceito
entre todos os alunos. Muitas
vezes ouvimoé colegas mais
adiantados dizer: Como êle,
nunca mais ! e de fato o homem é mesmo excepcional.
Professor cem por cento, em
que o perfeito conhecimento da
matéria á qualidade que se torna pequena em presença de
tantas outras como didata e
como psicólogo.
Conhece seus alunos pelos
nomes completos e muita vez
sabe as notas que conquistaram em todas as sabatinas.
Quando dá aula é notável.
Sua maneira de expor a matéria, é corretíssima, suas pausas
sãST calculadas para possibilitar aos alunos tomar notas e
mesmo os intervalos para acender seus cigarros são os mais
propícios para o aluno.
Quando se trata de dissipar
dúvidas, êle se mostra excepcional. Parece ter o dom de adivinha-las e explicalas antes
que seja a isso solicitado.
C O L E G A
Não te limites a criticar o que
está mal feito. A melhoria do
nosso jornal depende do teu esforço também. Faze alguma
cousa por ele.
UMA EXPLICAÇÃO
substitui-o. Dois anos e
_ais tarde foi dispensado:
Macedo.
n-se naquele colégio, uma
a cátedra de matemática
eencher em concorrência,
-o fundador da República
3u-'se, porém a cadeira foi
_e sem concurso a quejn.
. professor.
^ " .'
Ufcse para concorrer à caercial do Rio de Jaixeii J.
de encerramento das insavisaram-no de que seus
istavam incompletos. Ve.se que era falso e o Mi.0 Império, Sousa Ramos,
0 prazo. Acabou a prore nomeou-se um proe geografia também insS62 Benjamin podia com1 cadeira de matemática
3a Normal da Província;
pediu permissão. Dias
D, então professor na JSs"ítral e membro oda banlassificou: em I lugar:
in Constant
Botelho de
ies; em 2 o ,oninguém; em
uém; em 4 lugar: o Dr.
le Alcântara Lisboa. O
ite da Província exigiu
(jnamou-se o famoso explicador.
Antes que Benjamin soubesse
para que, Lisboa disse-lhe ter
tomado licença e o indicado para
'substituto interino; obteve a palavra de que não perderia a etttividade em caso algum. Benjamin Constant veio a se inteirar
de tudo e manteve a palavra de
tornem! Mudou o Presidente <ia
Província e o Ur. Lisboa apresentou-se desistido da licença; dis-_
pensou-se o ferande republicano^
Em 1875 fdi nomeado para o
lugar de Repetidor do Curso Superior da Escola Militar como
primeiro em competição. A vaga
•cie catedrático que sobreveio por
lei de então tornava-o dono da
•cadeira, mas o Imperador fez
questão de a preencher por concurso (o mestre insigne declarara não mais concorrer).
A Congregação da Escola Politécnica convidou-o a lecionar
pela primeira vez no Brasil
análise hiper-transcedente. Depois de difundir os conhecimentos relativos ao assunto, o lugar foi dado a Américo Monteiro de Barros.
Por ocasião da transformação
da Escola Central em Politéc(Continua na pag. 5)
A E A ENGENHARIA
há poucos anos era raro
iresentante do chamado
•co na Escola Nacional
iharia. Hoje vevws crésino para ano, o númecças em nossa Escola.
'-ais motivo de espanto
em se dedicar à penosa
das matemáticas. Qual
o dessa invasão, dessa
ncia, mor parte de Eva?
lente a emancipação da
que è hoje mais dona
zsjna, mais senhora de
ães. Surge, no entanto,
errogação em nossa
poderão elas concorrer
2 igualdade com os seus
lomens, quanto à capantelectual ? Serão elas
s,Tteraunta
iguais ou de
inferiores ?
com maior aplicação aos estudos
e zobressairem-se nas notas: è a
força das minorias... E quanto
ao exercício da profissão ? Sem
intenção de ofender minhas colegas, sou obrigado a confessar
não ter a Engenharia uma carreira para moças: sim, reafirmo, e abalizo minha opinião no
fato de serem poucas as que trabalham na profissão, a não ser
que arranjem um emprego público. A maioria casa (de preferência com engenheiros), e pascttm a vida felizes, na intimidade do lar, a cuidar dos bebés e
fazer croché.
Creio pois, colegas, que tudo
devemos fazer para auxiliar as
nossas condiscípulas; têm elas'
maior dificuldade que nós, e
que
p
muito para traz — esquecido.
.MY.RES LAGIOTO
do 1." ano do E.N.E.
Se você quer praticar algum esporte pela E. N. E.
procure o A. A. A.
CLUBE DE FOTOGRAFIA DA E. N. E.
Temos o prazer de comunicar que preencheram propostas
e acham-se quites com o clube
os seguintes sócios:
Agrícola Betlem
Alberto Caruso
Alberto Molinari de Azevedo
i Alfredo Bittencourt Costa
Arthur C. G. Santos
^,Ary Pimentel Gomes
'Carlos A. A. Mateus
Carlos A. C. Cabral
Carlos A. R. Ferreira
Carlos H. O. A. Peixoto
Célio úe Castilho Ribeiro
César Moreira
Delphim Mazon Fernandes
Edmo Martins
Ernesto Mendes Júnior
Fernando Augusto Pereira
Fernando Freire
Fernando Petruchi Conceição
Fernando Venàncio Filho
Francisco M. B. Lima
Geraldo Miranda
Hélio Ayres
Jerònimo Henriques Júnior
João B. A. London
João dos Santos Silva
José Diniz
José Nunes Rodrigues
Henry Uziel
Manoel Navarro
Mário J. F. P. Miward
Mário 'Ramos Vieira
Moacyr Custódio Varejào
Guy Castier
Paulo Caneca Pesoa
Pedro P. de L. e Silva
Romildo Duarte Ramos
Renato Graça Couto
Roberto Usiglio
tínhan i
querer dizer: eu sou pequeno,
mas esse aí com tofla essa al-
.IMW-WW
forço também. Fuze alguma
cousa por ele.
UMA E X P L I C A Ç Ã O
(Conclusão da 1." pág.)
Ainda acerca de dinheiro, que afinal de contas, pode-se
dizer que é a mola das atividades desse Departamento, vimos
novamente os nossos planos furados quando o D. A., em reunião de — :—rt948r nos deduziu aiverba pedida de Cr$, 9,0.0,0,00
para Cr$ 4.500,00. Deu-nos, pois, 50% do que necessitávavios.
Por outro lado, graças ã nossa vontade tíe levar avante
o nosso órgão, conseguimos um total de Cr$ 2.250,00, até este
número em anúncios, o que vem a dar uma média de
CrS 750,00, por número, ultrapassando, assim, os limites com
que contávamos.
Não obstante, vínhamos lutando para nos colocarmos em
dia com a nossa promessa e, podemos adiantar que já havíamos conseguido do D. X. que se demitiu uma promessa de aumento de verba, afim de suprirmos as nossas necessidades.
Quanto ao nível intelectual de nosso órgão, temos a
lembrar que pouca ou nenhuma culpa nos caberá se não tivermos satisfeito a todos. Pudemos observar os altos e baixos dos
artigos que apareceravi nestas colunas. Trata-se, entretanto
de colaborações, de esforços de colegas que teem de ser divulgados, quer agradem ou não aos outros ou a nós mesmos. Somos de opinião que o esforço de qualquer colega deve ser aproveitado, mesmo porque aqueles que nos vieram reclamar ou
que se lamentaram de não termos um jornal à altura de uma
Escola de .Engenharia,, não se dignaram a nos mandar sua colaboração ou sequer sugestões que nos ajudassem a melhorar
o nosso jornal!
Ainda em Julho, quando preparávamos este número, jà
que o de 10 de Junho se achava em circulação, tivemos oportunidade de procurar pessoalmente colegas que nos podiam
trazer melhores colaborações: obtivemos sempre promessas
animadoras, que não sabemos porque logo passaram ao esquecimento. Esta falta de ajuda por parte dos colegas, vem há
muito apagando o nosso ardor e retardando a retirada dos números que ficam sempre esperando matéria ou colaboração
mais interessante que nunca nos chega...
Isto é apenas uma queixa que nos cala no fundo da
alma !
Não foi, entretanto, este o motivo que nos levou a pedir
demissão. Apresentamo-la, principalmente por solidariedade á
Diretoria do D. A. que se demitiu.
Estamos solidários, pois achamo-nos no direito de errar;
temos, pois, por obrigação, perdoar os erros dos outros, principalmente quando estamos cientes de que em nenhuma ação daquela Diretoria houve má fé ou abuso de autoridade, mas que
os seus atos eram regidos única e exclusivamente pelo bem dos
colegas e pela grandeza de nossa Escola.
Neste Departamento contámos sempre com o apoio e a
dedicação daquela Diretoria, pelo que lhe somos gratos.
Achamos, por outro lado, que o cargo de Diretor do De-
Agosto de 1948
JORNAL
DA
fo sobre el Ingeniero Chileno
Diitinuação da l. a pág.)
los Ingenieros civiles,
.stas e industriales, en
me el tercero a los Ing.
as. Sin embargo no se
na Ia idea de llegar a
3ión de Ias instituciones
organización ítnica que
arla como Colégio. Tamiy que nombrar ai Inst.
_ Químicos, La labor de
.nstituciones es múltiple
.s. Mereceu destacarse:
;nsa profesional y ecode sus asociados que se
preferentemente de tratécnicos; el perfeccionade le eficiência profesioi el fin de mantener aí
:ro chileno dentro dei
que le corresponde, de
D con los progresos técniientíficos; ampliación dei
de actividades de los In«s en conformadad a Ias
orientaciones mundiales
suerdo con Ias posibilida-onómicas y sociales dei
•olaboración en el sentido
- y económico en Ia soluce problemas de interés
ai y colectivo, mediante
ación y opinión de los inas en estas matérias. Otro
Importante es el fomento
vinculaciones profesiona;ociales entre los ingerieel establecimiento de re;s con Ias organizaciones
ales y obreras que tengan
ad con Ia Ingeniería y con
instituciones prefesionaemás de mantener estrer
cordiales relaciones con
ociaciones e xtranjeras de
eros .especialmente cou
tino-Americanas. En este
de trascendência, ya que con Ia
colaboración de todos los profesionales dei país en importantes
jornadas de estúdio se ventilan
temas relacionados con problemas económicos, sociales y políticos; se desarrolan sesiones especíales sobre Defensa Profesional y Ensenanza de Ia Ingeniería; foros sobre problemas técnicos y su aplicación par un me :
joramento e incremento de Ia
producción nacional. Conjuntamente se inaugura una exposición que muestra el progreso
industrial de Chile y donde se
exhiben maquettes, fotografias
gráficos y estúdios, estadísticos
sobre plantas hidroelétricas, ex~
ploraciones petrolíferas, industria siderúrgica, cuprifera y salitrera, y otras importantes obras
que dicen relación con Ia Ingeniería .
De acuerdo con Ias especialidades de sus miembros y para
un mejor estúdio y conocimiento de los problemas nacionales,
Ias Insttiuciones de Ingenieros
cuentan entre otras con Ias sU
guientes Divisiones Técnicas:
Comunicación y Transportes —
Ferroearriles — Hidráulica —
Obras marítimas — Construcción — Caminos — Minas y Petróleo — Pavimentación — Riego — Energia y Fuerza Motriz —
Electricidad — Industriais —
Aguas Potable y Alcantarillado
— Economia y Pinanzas.
Es ínteresante anotar otro aspecto de Ia labor de estas Asociaciones en Io que se refiere a
Ia vinculacióni de sus miembros
con los estudiantes de Ingeniería en Ias diversas Universidarioo rtí»i «ais
Esta nolítica aue
Página 3
POLITÉCNICA
Respecto a Ia participación dei
Ingeniero chileno en Ias actividades rectoras dei país, diremos
que aunque hasta hace poço fué
escasa, hoy dia está resultando
decisiva.
No sé si en Brasil sucede Io
mismo que entre nosotros ~especto a como juzga e l hombre
de Ia calle ai ingeniero. Aqui
dirá que "es un ciudano que se
dedica a complicados cálculos
y ajena a Ia realidad está siendo abandonada, y aunque los ingenieros en Ia vida diária trabajan en silencio, laboran en el
anonimato y se retan tal vez demasiado de Ias apariencias, e/i
buena hora se les está valorando Ia labor eminentemente constructiva que realizan e n bien dei
país. En este sentido los grémios de Ingenieros de Chile se
encuentran empenhados en hacer pesar sobre Ia opinión pública Ia labor eminentemente
social de sus miembros y Ia importância de Ias obras de bienesar colectivo que proyectan y
construyen dentro de Ia economia nacional.
La capacidad mental dei Ingienero, su integridad nunca
desmentida, su espíritu creador
y de realización prácticamente
demostrado y en fin su sólida
preparación, son atributos más
que suficientes para exigir que
tenga él mayor autoridad y participación en los problemas que
afectan a Ia Nación. .
Afortunadamente los Poderes
Públicos dei país se han dado
per rectamente cuenta de Io anterior y han llamado a colaborar en Ias tareas de Gobierno
a prestigiosos Ingenieros que
NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA
1 — O estudante Emo Duarte,
aluno da Faculdade Nacional de Direito e redator do
jornal "A Noticia", foi preso pela polícia de Franco a
bordo no navio Santarém,
de nacionalidade brasileira.
A prisão do jovem estudante, contra todas as leis internacionais, fere, profundamente, a soberania do
Brasil. Os estudantes estão
revoltados com a indigna
atitude da polícia franquísta e esperam que o governo solucione o impasse libertando Emo Duarte. Em
virtude da prisão do jovem
académico de Direito encontram-se em greve as
faculdades de direito do
Rio de Janeiro e a Nacional.
2 — A policia especial espancou
barbaramente o povo por
ocasião de uma homenagem ao "Marechal de Fer-
ro". As cenas de vandalismo que se deram na praça
Floriano s ã o indesculpáveis, porque a homenagem
fora permitida pelo representante do chefe de polícia, que se demitiu em sinal de protesto.
Na ocasião do assalto da
polícia foram agredidos, indistintamente, deputados,
vereadores, generais, estudantes, etc. . . Muitos estudantes e s t ã o baleados,
pelo que lançamos também
o nosso protesto.
2
O Congresso da UNE está
se realizando com grande
atraso. Representam a Escola os seguintes alunos.:
Bento Ribeiro, Tupy Corrêa Porto, Ronaldo Monteiro, Cleone Velasco, César
Pamplona, Luiz Loureiro,
Juarès Fhegalli, J a i m e
Rotstein, Pedro Coutinho e
Américo de Oliveira.
L I V R A R I A
LUSO-ESPANHOLA
E
BRASILEIRA
(IMPORTADORA, E DISTRIBUIDORA)
LITROS TÉCNICOS, LITERATURA, BELAS ARTES, ETC.
J
M A T E M Á T I C A S :
— ALCAYDE Y CARVAJAL
— Cálculo de Probalidades — 4.a edição — 1 vol. com 135
págfi
— ALVAREZ VALDÊS — Formulário Matemático
— 1 vol. com 318 págs. — 1942
— ALVAREZ VALDÉS
— Memento de Matemáticas — 5.a edição — 1946
— AVELINO OGALDE — Trigonometria Rectilínea y Esférica — 1 vol. com 150 págs. —
1947
— PERNANDEZ BOLLO — Formulário de Geometria y Trigonometria — 2 vols. com 320
págs. e gravuras — 1945/46
— FOSSI — Álgebra Superior (Elementos) y Cálculo Algebráico — 4.a edição, com 553 págs.
Broc.
Cr$
30,00
Ene.
Cr$
70,00
"
Cart.
Cr$ 100,00
Cr$
78f00
I
Broc. 1 Cr$ 200,00
31 de Agosto de 1948
JORNAL
DA
Algo sobre el Ingeniero Chileno
(Continuação da l. a pág.)
seno a los Ingenieros civiles,
electricistas e industriales, en
tanto que el tercero a los Ing.
de minas. Sin embargo no se
abandona Ia idea de Uegar a
una fusión de Ias instituciones
e una organización única que
funcionaria como Colégio. También hay que nombrar ai Inst.
de Ing. Químicos. La labor de
estas instituciones es múltiple
aspectos. Mereceu destacarse:
Ia defensa profesional y económica de sus asociados que se
ocupen preferentemente de trabajos técnicos; el perfeccionamiento de le eficiência profesional con el fin de mantener ai
Ingeniero chileno dentro dei
piano que le corresponde, de
acuerdo con los progresos técnicos y científicos; ampliaeión dei
campo de actividades de los Ingenieros en conformadad a Ias
nuevas orientaciones mundiales
y de acuerdo con Ias posibilidades económicas y sociales dei
país; colaboración en el sentido
técnico y económico en Ia solución de problemas de interés
nacional y colectivo, mediante
Ia actuación y opinión de los ingenieros en estas matérias. Otro
punto importante es el fomento
de Ias vinculaciones profesionales y sociales entre los ingerieros y el establecimiento de relaciones con Ias organizaciones
patronales y obreras qu e tengan
afinadad con Ia Ingeniería y con
otras instituciones prefesionaies, adernas de mantener estrechas y cordiales relaciones con
Ias Asociaciones extranjeras de
Ingenieros .especialmente con
Ias Latino-Americanas. En este
de trascendência, ya que con Ia
colaboración de todos los profesionales dei país en importantes
jornadas de estúdio se ventilan
temas relacionados con problemas económicos, sociales y políticos; se desarrolan sesiones especiales sobre Defensa Profesional y Ensenanza de Ia Ingeniería; foros sobre problemas técnicos y su aplicación par un me,joramento e incremento de ia
producción nacional. Conjunta mente se inaugura una exposición que muestra el progreso
industrial de Chile y donde se
exhiben maquettes, fotografias
gráficos y estúdios, estadísticos
sobre plantas hidroelétricas, exploracíones petrolíferas, industria siderúrgica, cuprifera y salitrera, y otras importantes obras
que dicen relación con Ia Ingeniería.
De acuerdo con Ias especialidades de sus miembros y para
un mejor estúdio y conocimiento de los problemas nacionales,
Ias Insttiuciones de Ingenieros
cuentan entre otras con Ias siguientes Divisiones Técnicas:
Comunicación y Transportes —
Ferrocarriles — Hidráulica —
Obras marítimas — Constmcción — Caminos — Minas y Petróleo — Pavimentación — Riego — Energia y Fuerza Motriz —
Electricidad — Industriais —
Aguas Potable y Alcantarillado
— Economia y Pínanzas.
Es interesante anotar otro aspecto de Ia labor de estas Asociaciones e° Io que se refiere a
Ia vinculacióni de sus miembros
con los estudiantes de Ingenieria en Ias diversas Universidaífee
H*»1
TMÍÍ1
VLita
TVílít.Íí*Il f i l i e
Página
P O L I T É C N IC A
Respecto a Ia participación dei
Ingeniero chileno en Ias actividades rectoras dei pais, diremos
que aunque hasta hace poço fué
escasa, hoy dia está resultando
decisiva.
No sé si en Brasil sucede Io
mismo que entre nosotros -especto a como juzga el hombre
de Ia calle ai ingeniero. Aqui
dirá que "es un ciudano que se
dedica a complicados cálculos
y ajena a Ia realidad está siendo abandonada, y aunque los ingenieros en Ia vida diária traba]an en silencio, laboran en el
anonimato y se retan tal vez demasiado de Ias apariencias, e;i
buena hora se les está valorando Ia labor eminentemente constructiva que realizan en bien dei
pais. En este sentido los grémios de Ingenieros de Chile se
encuentran empenhados en hacer pesar sobre Ia opinión pública Ia labor eminentemente
social de sus miembros y Ia importância de Ias obras de bienesar colectivo que proyectan y
construyen dentro de Ia economia nacional.
La capacidad mental dei Ingienero, su integridad nunca
desmentida, su espíritu creador
y de realización prácticamente
demostrado y en fin su sólida
preparación, son atributos más
que suficientes para exigir que
tenga él mayor autoridad y participación en los problemas que
afectan a Ia Nación. .
Afortunadamente los Poderes
Públicos dei país se han dado
perfectamente cuenta úe Io anterior y han llamado a colaborar en Ias tareas de Gobierno
a r>restiffiosos Ingenieros que
NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA
1 — O estudante Emo Duarte,
aluno da Faculdade Nacional de Direito e redator do
jornal "A Noticia*', foi preso pela polícia de Franco a
bordo no navio Santarém,
de nacionalidade brasileira.
A prisão do jovem estudante, contra todas as leis internacionais, fere, profundamente, a soberania do
Brasil. Os estudantes estão
revoltados com a indigna
atitude da polícia franquista e esperam que o governo solucione o impasse libertando Emo Duarte. Em
virtude da prisão do jovem
académico de Direito encontram-se em greve as
faculdades de direito do
Rio de Janeiro e a Nacional.
2 — A polícia especial espancou
barbaramente o povo por
ocasião de uma homenagem ao "Marechal de Fer-
ro", As cenas de vaiul
mo que se deram na pi
Floriano s ã o indescu
veis, porque a homena
fora permitida pelo re
sentante do chefe de
cia, que se demitiu en
nal de protesto.
Na ocasião do assaltí
polícia foram agredidos
distintamente, depu t;
vereadores, generais,
dantes, etc. .. Muitos
íudantes e s t ã o bale;
pelo que lançamos tam|
o nosso protesto.
2 — O Congresso da UNE
se realizando com grs
atraso. Representam
cola os seguintes alui
Bento Ribeiro, Tupy
rêa Porto, Ronaldo Moi
ro, Cleone Velasco,
Pamplona, Luiz Lourl
Juarès Fhegalli, J a:
Rotstein, Pedro Coutin|
Américo de Oliveira
L I V R A R I A
LUSOESPANHOLA
E
BRASILEIRA
(IMPORTADORA E DISTRIBUIDORA)
LIVROS TÉCNICOS, LITERATURA, BELAS ARTES, ETC.
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— Cálculo de Probalidades — 4.a edição — 1 vol. com 135
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— ALVAREZ VALDÉS — Formulário Matemático
— 1 vol. com 318 págs. — 1942
— ALVAREZ VALDÉS
— Memento de Matemáticas — 5.a edição — 1946
— AVELINO UGALDE — Trigonometria Rectilinea y Esférica — 1 vol. com 150 págs. —
1947
— FERNANDEZ BOLLO — Formulário de Geometria y Trigonometria — 2 vols. com 320
págs. e gravuras — 1945/46
— FOSSI — Álgebra Superior (Elementos) y Cálculo Algebráico — 4.* edição, com 553 págs.
Broc.
Cr$
30,i
Ene.
Cr*
70,
"
Cr$
100;
Cart.
Cr$
78.
Broc.
Cr*
200.
gresso Interamericalieros Sanitários, ce.1 en Santiago, en el
11 pasado, constituyó
xación palpable de Ia
americana, y es así
.siones de trabajo dei
se desarrollarón en
imaradería entre los
os que representaban
amigos. La delegada, compuesta de 11
tuvo una destacada
•el Sr, Ataulpho Coulegido presidente dei
Sstatutos.
i en líneas generales
des que cumplen Ias
3S nombradas. Sin
ly otra serie de inteiciativas,
nte, en el mes de Nosne lugar Ia Semana
•el Ingerieros, torneo
esta
aicaiizaimo tsspiciai im^ui-
tancia se ha visto acrescentada
ultimamente con el auspicio por
parte dei Instituto y Asociaciórt
de Ingenieros de Ias competencias deportivas anuales de 'a
Esc. de Ingenierta de Ia Universidad de Chile. Esta demostración de los profesionales de confraternizar y estrechar Ias relaciones con los futuros colegas
tendrá luego que rendir sus frutos en bi-en de Ia profesión.
Entre Ias publicaciones técnicas merecen destacarse: Ia Revista Chilena de Ingenieria, los
Anales dei Instituto de Ingenieros, Revista de Caminos, Norte
Industrial, Economia y Pinanzas, e t c . . . que deben llegar h
ta Ias organazaciones de I
nieros de Brasil, como llegan
hasta nosotros numerosas publicaciones brasileras.
muy satisfactoria. Tal es el caso,
entre otros, dei Ministro de Hacienda, Ing. Jorge Alessandri
que se está desempenando como
experto financista.
V
Los Gobernantes se han posesionado de los decisivos momentos porque atravesamos y
han llamado no a los políticos,
Ia mayoría de Ias vecas poço indicados para atender los problemas técnicos y económicos, sino
a los hombros más capacitados
para resolverlos, como son los
Ingenieros.
•Es indispensable propender a
un fortalecimiento de Ias relaciones entre todos los Ingenieros de América, como un médio
de afrontar con êxito el porvenir y atender ai desarrollo económico e industrial de nuestros
pueblos.
J\ BELO EXEMPLO
em acompanhou de
rso de Estradas, por
será novidade o que
or nestas poucas li3cessário, porém, que
s o esforço e a dedi:éles que o merecem,
coisas que mais animo a estudar e intepela matéria, o amaula e o modo de mi r
3ào as mais imporj.demos observar na
; Estradas esses fa3sor Jeronimo Moné, sem dúvida algus que, em nossa esco.m fazer do estudo, a
Engenharia.
Ducas cadeiras têm o
ão livro editado em
e de autoria do próTático, o que se pode
io curso do -professor
do.
Outro ponto capital no interesse despertado por esta cadeira, È o seu corpo de assistententes, assíduos e zelosos, compreendendo que o principal objetivo de sua função não é apenas receber vencimentos, mas
sim ensinar engenharia a um
grupo de jovens seus futuros colegas e que amanhã abrirão estradas do norte ao sul do pais.
Podemos dizer com satisfação,
que nunca chegamos à escola
para asistir a esta aula, sem
que houvesse sempre a postos
um professor, quer fosse o catedrático, quer um dos seus assistentes, sempre prontos a ministrá-la. Isto entretanto não
acontece em certas cadeiras, em
que os professores faltam até no
dia de uma prova, deixando os
alunos a espera sem uma satisfação sequer.
Infelizmente,éassim; nem todos encaram o ensino com responsabilidade. É preciso qu e os
professores fiquem cientes de
sabem. É muito mais proveitoso
diminuir o volume de teoria em
grande parte inútil, e encarar
os problemas práticos referentes
à profissão. As projeções, os filmes, os esquemas, a realização
de projetos e as visitas a obras
completam muito melhor os conhecimentos teóricos, do que as
célebres "aulas a práticas", que.
na sua maioria nada têm de
práticas.
•È necessário que reconheça- ,
mos o mérito daqueles que fazem jús a êle.
Quem, como nós, acompanhou
a cadeira de Estradas, pode estar certo que sairá da escola com
base neste ramo de Engenharia.
Assistimos a um curso teórico
bem ministrado, adquirimos conhecimentos práticos por meio
(Cont. na última pág.)
Comece desde já a concorrer aos prémios oferecidos pelo Clube de Fotografias da E . N . E . , nos seus
— FOSSI — Trigonometria Rectilínea y Esférica
— 1 vol. com 368 págs. — 1943
"
Cr$ 140,00
— GALLEGO DIAZ — Curso de Matemática en
Forma de Problemas — 1 vol. com 300
i
páge- — 1944
"
Cr$ \ S8,0Q
— GIL COÔA — Formulário de Geometria Analítica^,— 1 vol. com 184 págs. — 1943
"
Cr* 62,0u
— GôMEZ ÀRGUESO — Prãcticas de Geometria
Analítica — 1 vol. com 450 págs. e 267 gravuras — 1947
"
Cr$ 255,00
— IBÂUTEZ GARCIA — Teoria y Manejo de Ia
Regia de Cálculo Logarytmica — 2 edições,
240 págs. — 1944
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Broc.
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— IRIBAS DE MIGUEL — Nociones de Geometria
Analítica — 1 vol. com 496 págs. e 273
figuras — 1945
Ene.
Cr$ 210,00
— JUAN-ARACIL — Conversión de Unidades dei
Sistema Inglês o Norteamericano ai Sistema Métrico Decimal y Vice-Versa — 1 vol.
com numerosas tabelas — 1947
"
Cr$ 95,00
— MATAIX ARACIL — Álgebra Práctica — 1 tomo com 446 págs. — 1945
"
Cr$ 195,00
— MATAIX ARACIL — Análisis Algebráico Infinitesimal — 2a vols. tomo I — Cálculo diferencial — 3 edição •— 200 págs. a — 1946
"
Cr$ 210,00
Tomo II — Cálculo integral — 3. edição
— 324 págs. — 1935
"
Cr$ 195,00
— MATAIX ARACIL
— Aritmética General y Mera
cantil — 3. edição, com 320 págs. — 1946
"
Cr$ 200,00
— MATAIX ARACIL
— Cálculo Vectorial Intrínseco — 2.ft edição, com 148 págs. — 1946 Broc.
CrS 75,00
— MATAIX ARACIL
— Elementos de Nomograa
f ias — 2. edição — 1946
"
Cr$ 45,00
— MATAIX ARACIL — Elementos de Matemáticas Superiores — Cálculo Diferencial —
200 páfts. — 1946
"
Cr$ 70,00
— MATAIX ARACIL — Elementos de Matemáticas Superiores — Cálculo Integral — 223
págs. — 1946
Cart.
Cr$ 70,00
— MATAIX ARACIL — Iniciación Matemática —
Tomo I — Aritmética — 142 págs. — 1939
"
Cr$ 20,00
Tomo II — Geometria — 197 págs e 115
gravuras — 1944
"
Cr$ 30,00
— MATAIX ARACILa — Tratado de Geometria
Analítica — 3 edição — 736 págs. — 1945 Ene.
Cr$ 265,00
— MATAIX PLANA — Formulário de Matemáti'•.
cas Elementales — 1 vol. com 196 págs.
I
— 1940
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Cr$ 45,00
— MATAIX PLANA — Formulário
de Matemáticas Superiores — 2.a edição — 237 págs. Ene.
Cr$ 60,00
— MATAIX PLANA — Formulário de Cálculo Infinitesimal — 1 vol. com 114 págs. — 1939 Cart.
Cr$ 30,00
MATAIX PLANA — Problemas Propuestos en los
I
. Exámenes de Ingenieros Industriales —•• 3
!
>
vols. — cada vol
"
í Cr$ 20,00
MATAIX PLANA — Problemas Propuestos en los
I
Exámenes de Ingenieros de Minas •— 3 vols.
— cada vol
"
, Cr$ 30,00
— MATAIX PLANA — Teoria dea Errores e Números Aproximados — 3. edição, com 64
págs. — 1946
Broc.
Cr$ 25,00
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1;.'
Ene.
Cr$- 310,00
— PARELLADA GARCÍA — Teoria de Errores —
1 vol.. com 125 págs. — 1942
Broc.
CrS 35,00
— PARELLADA GARCÍA — Gráficas y Nomogramas — 1 vol., com 14 páçs
"
"
' Cr$ 35,00
— PUENTE -- Tablas Maestray Taquimétricas —
1 vol.. com 220 págs. — 1947
Ene. .
Cr$ 270,00
— RAMOS CARPIO — Problemas de Homologias
f
Geométricas — 1 vol., com 153 págs — 1945 . v
| Cr$ 110,00
— RUBIO SANJUAN — Ampliación de Matemáticas — 1 vol., com 828 págs. — 1943
"
Cr$ 275.00
— SOTO HIDALGO — Geometria Descriptiva —
Perspectiva y Sombras — 1 vol. com 404
págs. e 469 gravuras — 1945
Brocl
CrS 210,00
— VICTOR PARET —a Vademécun de Cálculos
Mercantiles — 4 edição — 1946
Ene: .1 Cr$ 125.00
Pii"i nc alnnnc Ha F
IV. E_
Primer Congresso
no de Ingenieros Sanitários, celebrado aqui en Santiago, en ei
mes de Abril pasado, constituyó
una demostración palpable de Ia
íraternidad americana, y es así
como Ias sesiones de trabajo dei
Congreso se desarrollarón en
amistosa camaradería entre los
200 delegados que representaban
a 20 paises amigos. La delegación brasilera, compuesta de 11
miembros tuvo una destacada
atuación y el Sr. Ataulpho Coutlntto fúe elegido presidente dei
Comité de Estatutos.
Estas son en líneas generales
Ias finalidades que cumplen Ias
Instituciones nombradas. Sin
embargo hay otra serie de interesantes iniciativas.
Anualmente, en el rnes de Noviembre, tiene lugar Ia Semana
Nacional dei Ingerieros, torneo
tancia se ha visto acrescentada
ultimamente con el auspicio por
parte dei Instituto y Asociación
de Ingenieros de Ias competencias deportivas anuales de 'a
Esc. de Ingeniería de Ia Universidad de Chile. Esta demostración de los profesionales de confraternizar y estrechar Ias relaciones con los futuros colegas
tendrá luego que rendir sus frutos en bien de Ia profesión.
Entre Ias publicaciones técnicas merecen destacarse: ia Revista Chilena de Ingeniería, los
Anales dei Instituto de Ingenieros, Revista de Caminos, Norte
Industrial, Economia y Finanzas, e t c . . . que deben llegar haóta Ias organazaciones de Ingenieros de Brasil, como llegan
hasta nosotros numerosas publicaciones brasileras.
muy satisfactoria. Tal es el caso,
entre otros, dei Ministro de Hacienda, Ing. Jorge Alessandri
que se está desempenando como
experto financista.
'
Los Gobernantes se han posesionado de los decisivos momentos porque atravesamos y
han llamado no a los políticos,
Ia mayoría de Ias vecas poço indicados para atender los problemas técnicos y económicos, sino
a los hombros más capacitados
para resolverlos, como son los
Ingenieros.
Es indispensable propender a
un fortalecimiento de Ias relaciones entre todos los Ingenieros de América, como un medk>
de afrontar con êxito el porvenir y atender ai desarrollo económico e industrial de nuestros
pueblos.
UM BELO EXEMPLO
Para quem acompanhou de
perto o curso de Estradas, por
certo não será novidade o que
vamos expor nestas poucas linhas. É necessário, porém, que
ressaltemos o esforço e a dedicação daqueles que o merecem .
Entre as coisas que mais animam o aluno a estudar e interessar-se pela matéria, o ambiente da aula e o modo de ministrá-la são as mais importantes . Pudemos observar na
cadeira de Estradas esses fatôres.
O professor Jeronimo Monteiro Filho é, sem dúvida alguma, um dos que, em nossa escola, procuram fazer do estudo, a
verdadeira Engenharia.
Muito poucas cadeiras têm o
seu próprio livro editado em
português, e de autoria do próprio catedrático,
o que se pode
observa*1- no curso do -professor
acima citado.
Envie sua colaboração para
Outro ponto capital no interesse despertado por esta cadeira, é o seu corpo de assistententes, assíduos e zelosos, compreendendo que o principal objetivo de sua função não é apenas receber vencimentos, mas
sim ensinar engenharia a um
grupo de jovens seus futuros colegas e que amanhã abrirão estradas do norte ao sul do país.
Podemos dizer com satisfação,
que nunca chegamos à escola
para asistir a esta aula, sem
que houvesse sempre a postos
um professor, quer fosse o catedrático, quer um dos seus assistentes, sempre prontos a ministrá-la . Isto entretanto não
acontece em certas cadeiras, em
que os professores faltam até no
dia de uma prova, deixando os
alunos a espera sem uma satisfação sequer.
sabem. É muito mais proveitoso
diminuir o volume de teoria em
grande parte inútil, e encarar
os problemas práticos referentes
à profissão. As projeções, os filmes, os esquemas, a realização
de projetos e as visitas a obras
completam muito melhor os conhecimentos teóricos, do que as
célebres "aulas a práticas", que,
na sua maioria nada têm de
práticas.
É necessário que reconheça- ,
mos o mérito daqueles que fazem yús a êle.
•
Quem, como nós, acompanhou
a cadeira de Estradas, pode estar certo que sairá da escola com
base neste ramo de Engenharia.
Assistimos a um curso teórico
bem ministrado, adquirimos conhecimentos práticos por meio
Infelizmente, é assim; nem todos encaram o ensino com responsabilidade. É preciso qu'e os
professores fiquem cientes de
que ensinar não é encher o quadro negro com •deduções de fór-
Comece desde já a concorrer aos prémios oferecidos pelo Clube de Fotografias da E . N . E . , nos seus
grandes concursos.
(Cont. na última pãg.)
— FOSST^^ Trigonometria Rectilínea y Esférica
— 1 voi. com 368 págs. — 1943
— GALLEGO DIAZ — Curso de Matemática en
Porrna de Problemas — 1 vol. com 300
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Analítica — 1 vol. com 450 págs. e 267 gravuras — 1947
— LBÁKrEZ GARCIA — Teoria y Manejo de Ia
Regia de Cálculo Logarytmica — 2 edições,
240 págs. — 1944
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Broc.
— IRIBAS DE MIGUEL — Nociones de Geometria
Analítica — 1 vol. com 496 págs. e 273
figuras — 1945
Ene.
— JUAN-ARACIL — Conversión de Unidades dei
Sistema Inglês o Norteamericano ai Sistema Métrico Decimal y Vice-Versa — 1 vol.
com numerosas tabelas — 1947
— MATAIX ARACIL — Álgebra Práctica — 1 tomo com 446 págs. — 1945
— MATAIX ARACIL — Análisis Algebráico Infinitesimal — 2n vols. tomo I — Cálculo diferencial — 3. edição — 200 págs. a— 1946
Tomo n — Cálculo integral — 3. edição
— 324 págs. — 1935
— MATAIX ARACIL
— Aritmética General y Mercantil -r- 3.a edição, com 320 págs. — 1946
— MATAIX ARACIL — Cálculo Vectorial Intrínseco — 2." edição, com 148 págs. — 1946 Broc.
— MATAIX ARACIL
— Elementos de Nomografias — 2.a edição — 1946
— MATAIX ARACIL — Elementos de Matemáticas Superiores —• Cálculo Diferencial —
200 págs. — 1946
— MATAIX ARACIL — Elementos de Matemáticas Superiores — Cálculo Integral — 223
págs. — 1946
Cart
— MATAIX ARACIL — Iniciación Matemática —
Tomo I — Aritmética — 142 págs. — 1939
"
Tomo II — Geometria — 197 págs e 115
gravuras — 1944
"
— MATAIX ARACIL a — Tratado de Geometria
Analítica — 3, edição — 736 págs. — 1945 Ene.
— MATAIX PLANA — Formulário de Matemáticas Elementales — 1 vol. com 196 págs.
— 1940
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de Matemáticas Superiores — 2.3 edição — 237 págs. Ene.
— MATAIX PLANA — Formulário de Cálculo Infinitesimal — 1 vol. com 114 págs. — 1939 Cart.
MATAIX PLANA — Problemas Fropuestos en los
Exámenes de Ingenieros Industriales ~*i.3
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vols. — cada vol
,.,.,.
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MATAIX PLANA — Problemas Propuestos en l&s
Exámenes de Ingenieros de Minas •'— 3 vols.
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págs. — 1946
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temáticas — 2 tomos — 1944
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Ene.
— PARELLADA GARCÍA — Teoria de Errores —
1 Cr.$ 35
1 vol.. com 125 págs. — 1942
Broc.
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mas — 1 vol., com 14 págs
v
"
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Cr$
27O.<
1 vol., com 220 págs. — 1947
Ene.
— RAMOS CARPIO — Problemas de Homologias
Cr$
110.1
Geométricas — 1 vol., com 153 págs — 1945 .,'•*•
— RUBIO SANJUÁN — Ampliación de Materna-'
C r $ : 275,1
ticas — 1 vol.. com 828 págs. — 1943
"
— SOTO HIDALGO ^ Geometria Descriptiva —
Perspectiva y Sombras — 1 vol. com 404
págs. e 469 gravuras — 1945
Broc.
— VICTOR PARET — a Vademécun de Cálculos
Mercantiles — 4. edição — 1946
• Ene:Xovo endereço :
E D I F Í C I O UARKE
P a r a os alutios da E. N.
i»rocurar GIL. diàriament
ea 4
JORNAL
Jornal da Politécnica
io dos alunos da Escola Nacional de Engenharia
Diretor :
João Baptista Pizarro Drummond
NTE:
REDATOR-CHEFE :
XO EGYDIO MARTINS
ROMEU DE SA FREIRE PILHO
ETÁRIO :
RE DATO R-SECRETARIO :
^IO WINICKI
HERSECK CHAIN ROTSTEIN
I Kl IRO :
ILUSTRAÇÕES:
ENTE LÍVIO NARDELLI
FERNANDO BARATA
TO R-AUXILIAR :
LUIZ ROBERTO BRITTO
SERTO F. SILVA PINHÃO
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CORRESPONDENTES:
CHILE :
ARGENTINA :
I O CABALLERO DELPINO
HECTOR RODRIGUEZ
me, 270 — Casilla, 3804
T r e í t a y T r ê s , 1117
SANTIAGO
BUENOS AIRES
ícao
ESCOLA NACIONAL DE ENGENHARIA
Largo
de
S.
Francisco
RIO DE JANEIRO — BRASIL
não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em artigos assinados
Permuta
Canje
Exchange
Desejamos estabelecer permuta com jornais similares.
Nous désiron etablir éehange avec des jornaux du mème genre.
Desçamos establecer canje con periódicos similares.
We wish to establish exchange with similar newspapers.
VI
—
31 de Agosto de 1948
N.° 22
GAS E PILARES
. "SALA DO BAR"
uma vez entra em foco
mosa "sala do bar",
vamos acostumados a
-á-la sempre lotada de
etas e alguns bancos
~-nált ainda serviam como
as, e onde eram sempre
"ados colegas estudando,
é sabido, é um luxo
riam. circular entre os alunos,
principalmente, quase nunca nos
podem, vir às mãos. Quando os
pedimos recebemos a resposta:
— Está no Gabinete do Catedrático .
. . . e o que é pior já se encontra lá há muito tempo. ..
Pedimos aos nossos professores que nos faciíitem pelo menos isso, pois bem sabem o custo
DA
31 de Agosto de 1948
P O L I T É C N I C A
UTA
DAI-NOS UM
LUGAR PARA
-ESTUDAREm meio aos movimentos de
provas parciais e de lutas e m exerícos do nosso Diretório, bem
poucos colegas puderam observar a necessidade que temos de
uma sala de estudos.
Talvez já habituados à falta
de conforto, estejamos vacinados contra certas coisas que vemos, que a outros colegas de outras Escolas ou Faculdades falasse mais alto na alma.
No ano passado, apareceram,
não sabemos de que origem, al-1
gumas pranchetas, que fora"
colocadas na chamada "Sala do
Bar" e na sala contígua a esta.
A qualquer hora que por ali
passássemos, podíamos ver colegas entregues ao estudo, não
obstante o barulho dos que passavam ou do que os "camelots"
e transeuntes faziam na rua. De
qualquer maneira, era um lugar
onde podia estar num sossego
relativo aquele que quisesse ler
ou estudar.
Poucos dias antes das nossas
provas parciais, porém, as pranchetas foram retiradas em quase a sua totalidade, e substituídas por cadeiras cuja origem
nos é também desconhecida e
que formam longas filas à guisa
de plateia de casa de espetáculo. . . espetáculo triste é bem
verdade, verem-se paredes desc a í d a s e minando água ! ..
Foi, então que nos cortou o
coração ver colegas que mesmo
assim continuavam ali estudando, e, espetáculo n»ais triste, sobre os mármores da cozinha,
porque nem sequer as pranchetas estavam ali!
por MARIA JOSÉ NEGRÃO
da F. Nacional de Filosofia
III
Olhar para a frente!
Seguir! Seguir!
Seguir para onde ?
Olhar para quê ?
A estrada é escura
Mais negra que a noite
Sem luz, sem luar...
Avante! Avançar!
Olhar em frente
Seguir ! Seguir .'—
E o pé vacilante.,.
Avante! Avançar!
E a estrada é escura..
P'ra frente ! Avançar !
E a alma vazia
O corpo cansado
Não quer suportar...
As forças ficaram
Além, muito além...
Na curva da estrada
Havia ejitão Luz...
IV
Nas sombras da estrada
A morte esperar
Deixai-me
ficar.'?...
Avante! Avançar!
Nas sombras da morte
A luz encontrar !
Não quero! Não quero !
Deixai-me ficar!
Minha alma sombria
Nas sombras da estrada
Deve ficar
Avante! Avançar!
"II
Olhar para a frente !
Seguir! Avançar!
E o corpo cansado
Só pede ficar.. .
A estrada é escura
A alma sem luz
O corpo cansado
Só pede ficar;..
V
E o corpo caiu na sombra da estrada
Nas sombras caiu, na estrada ficou...
E enfim, a alma livre no espaço voou
E avante í Avante ! Avante, marchou.
Página 4
JORNAL
Jornal da Politécnica
Órgão dos alunos da Escola Nacional de Engenharia
Diretor :
João Baptista Pizarro Drummond
REDATOR-CHEFE :
GERENTE:
PAULO EGYDIO MARTINS
ROMEU DE SA FREIRE FILHO
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REDATOR-SECRETARIO :
MÁRIO WINICKI
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TESOUREIRO :
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HECTOR
RODRIGUEZ
SÉRGIO CABALLERO DELPINO
T r e l t a y T r ê s ,
1117
Riquelme. 270 — Casilla, 3804
BUENOS AIRES
SANTIAGO
Redocòo : ESCOLA NACIONAL DE ENGENHARIA
L a r g o de S. F r a n c i s c o
RIO DE JANEIRO — BRASIL
A Direcão não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em artigos assinados
Permuta
Canje
Exchange
Desejamos estabelecer permuta com jornais similares.
Nous désiron etablir échange avec des jornaux du méme genre.
Desçamos establecer canje con periódicos similares.
We wish to establish exchange with similar newspapers.
ANO VI
—
31 de Agosto de 1948
—
N.° 22
VIGAS E PILARES
A "SALA DO BAR"
Mais uma vez entra em foco
a já famosa "sala do bar".
Estávamos acostumados a
encontrá-la sempre lotada de
pranchetas e alguns bancos
que, afinal, ainda serviam como
carteiras, e onde eram sempre
encontrados colegas estudando,
pois, como é sabido, é um luxo
pensar em sala de estudo ou
riam circular entre os alunos.
principalmente, quase nunca nos
podem vir às mãos. Quando os
pedimos recebemos a resposta:
— Está no Gabinete do Catedrático.
. . . e o que é pior já se encontra lá há muito tempo...
Pedimos aos nossos professores que nos faciíitem pelo menos isso, pois bem sabem o custo
DA
31 de Agosto de 1
P O L I T É C N I C A
DAI-NOS UM
LUGAR PARA
—ESTUDAR—
Em meio aos movimentos de
provas parciais e de lutas e m exericos do nosso Diretório, bem
poucos colegas puderam observar a necessidade que temos de
uma sala de estudos.
Talvez já habituados à falta
de conforto, estejamos vacinados contra certas coisas que vemos, que a outros colegas de outras Escolas ou Faculdades falasse mais alto na alma.
No ano passado, apareceram,
não sabemos de que origem, algumas pranchetas, que foram
colocadas na chamada "Sala do
Bar" e na sala contígua a esta.
A qualquer hora que por ali
passássemos, podíamos ver colegas entregues ao estudo, não
obstante o barulho dos que passavam ou do que os "camelots"
e transeuntes faziam na rua. De
qualquer maneira, era um lugar
onde podia estar num sossego
relativo aquele que quisesse ler
ou estudar.
Poucos dias antes das nossas
provas parciais, porém, as pranchetas foram retiradas em quase a sua totalidade, e substituídas por cadeiras cuja origem
nos é também desconhecida e
que formam longas filas à guisa
de plateia de casa de espetáculo. .. espetáculo triste é bem
verdade, verem-se paredes descaiadas e minando água í. ..
Foi, então que nos cortou o
coração ver colegas que mesmo
assim continuavam ali estudando, e, espetáculo mais triste, sobre os mármores da cozinha,
porque nem sequer as pranchetas estavam ali!
Apelamos oara a
L.TJT
por MARIA JOSÉ NEGR<
da F. Nacional de Filosoi
III
Olhar em frente
Seguir ! Seguir!—
E o pé vacilante...
Avante ! Avançar!
E a estrada é escura..
P'ra frente / Avançar !
E a alma vazia
O corpo cansado
Não quer suportar...
As forças ficaram
Além, muito além...
Na curva da estrada
Havia então Luz...
II
Olhar para a frente !
Seguir! Avançar !
E o corpo cansado
Sõ pede ficar...
A estrada é escura
A alma: sem luz
O corpo cansado
Só pede ficar...
Olhar para a frente!
Seguir! Seguir!
Seguir para onde ?
Olhar para quê ?
A estrada é escura
Mais negra que a noite
Sem luz, sem luar...
Avante! Avançar!
IV
Nas sombras da estrada
A morte esperar
Deixai-me ficar !?...
Avante ! Avançar !
Nas sombras da morte
A luz encontrar !
Não quero ! Não quero !
Deixai-me ficar!
Minha alma sombria
Nas sombras da estrada
Deve ficar
Avante! Avançar!
E o corpo caiu na sombra da estrada
Nas sombras caiu, na estrada ficou...
E enfim, a alma livre no espaço voou...
E avante! Avante! Avante, marchou...
•radas colegas estudando,
orno é sabido, é um luxo
em sala de estudo ou
tira nesta querida E.N.E.
vens, embora a todos
e TTi p T e revoltados,
;ão ctffe os estudantes
fm um gruv.de estio Àgnação e porisso,
^formávamos com a
nsaãa sala de estudos.
-a, porém, as pranchetas
retiradas e lá estão alguideiras dispostas como se
poltronas de teatro ou
1 a espera dos espectado'nda se houvesse algum
• ou se a sala apresenIgo de novo... Mas, senpara ver o que ? Aquela
•da encharcada ou as paiescascadas com os tijonostra ? A "sala do bar"
um exemplo de "como
deve construir um comento".
a retirada das pranchee caracterizavam a refela e que também serviam
trenãer o vegetal de aibiscates, ela deixou prà•nte de existir para nós...
ú que vão mesmo fazer
r?
•os dar tempo ao tempo
.rdar os acontecimentos.
UM CASO DOS LIVROS
3os mais sérios problemas
•udantes atual é o custo
ros, sobre o qual já tiveortunidade de nos referir
número deste jornal,
nsiderado luxo ter-se em
ivros só para consulta,
obrigados a adquirir apejeles que nos são impresis, aqueles que em hipóuma podemos riscar da
ista.
amenizar este problema,
temos a Biblioteca da
que nos empresta os li2 consulta ou mesmo os
ie que precisamos continte.
ntretanto, vimos há muiindo uma iregularidade.
•se todos os livros, a nos-
res que nus faciíitem pslo menos isso, pois bem sabem o custo
dos livros e a dificuldade do estudante em se manter.
A QUEM CABE A CARAPUÇA ?
Inúmeras vezfes deram estas
colunas lugar a reclamações
contra a verdadeira falta de
educação de alguns colegas, que,
ou por serem de fato "moleques"
como já foram classificados no
ano passado em artigos assinados, ou por demonstração da
aludida falta, ainda não atenderam às solicitações aqui transcritas .
No nosso 20° número, o primeiro deste ano, já nos referimos à lei do silêncio, tendo oportunidade de salientar a fase
psicológica em que se encontra
a maioria dos colegas. Mas, tudo
tem seus limites. Não é possível,
francamente, continuar e s t e
abuso que fazem certos colegas
das suas tendências artísticas
para circos ou casas congéneres
de diversões. Sim. colegas, somente em circos há necessidade
de palhaços e parece que até
agora nenhum deles se estabeleceu no Largo de S. Francisco.
Já é por demais conhecido o
que se passa no páteo, geralmente durante as aulas; certos
alunos que julgam ser uma grande qualidade não assistir às aulas para não serem taxados com
conhecidas iniciais, julgam-se
também com direitos de praticar atos que nada condizem com
a sua situação de estucrantes de
uma escola superior.
Se fosse só no páteo. .. Acontece que alguns dos nossos amigos de vez em quando resolvem
ir à aula a ai de quem não puder sentar num dos lugares da
frente... Se o professor se engana em algum sinal, se um aluno faz alguma pergunta, ou se
um outro chega atrasado, enfim qualquer fato que não tem a
mínima importância serve para
os referidos "colegas" darem
início a uma sucessão de vaias,
assobios, earealhadas especial -
tas estavam ali!
Apelamos para a Diretoria ou
para quem seja, que nos possa
ser útil no caso: é preciso que
se crie dentro da própria Escola um ambiente de estudo e dedicação. Já não reclamamos a
fa.lt* de outros materiais, as aulas práticas, o material de laboratório que é escasso e antiquado... enfim seria um rosário de
reclamações !
Estamos certos de que seremos atendidos neste pedido, já
que temos merecido tanto apoio
e tanta dedicação por parte dos
dirigentes desta casa.
E avante: Avante! Avante, marchou
Correu os espaços, os mundos correu
E até o Infinito em busca da luz
Da luz que fizera da vida fugir;
Da luz, que na morte sonhara encontrar...
E tudo foi vãc ! Enganoso sonho...
VI
E na escuridão infinita
Na mesma estrada torna a vagar:
Avante! Avançar!
A estrada é escura
Deixai-me ficar!
CURIOSIDADES E PENSAMENTOS MATEMÁTICOS
MATEMÁTICA EM VERSO
O matemático nor mando
Juan de Meurs (em latim, de
Muris) que chegou a ocupar
uma cátedra na Universidade
de Paris era músico, poeta e astrónomo. Em princípios do século XTV publicou de Muris um
livro intitulado "Quadripartitum numerarum" que apresenta a seguinte e surpreendente
singularidade: todas as proposições e problemas de Aritmética (cálculo) e de Álgebra eram
apresentados em versos seguidos de comentários e esclarecimentos em prosa.
A equação do 2.° grau era
ensinada em versos rimados,
dentro da rigorosa métrica, e
resolvida pelo mesmo processo
complicadíssimo dos árabes.
Pitagoras e o mundo
daLua
Pitagoras, um dos grandes
génios da Matemática, calculou a distância da Terra a Lua
e achou 126 mil estádios!
O estádio era uma unidade
de comprimento adotada nos
jogos olímpicos e valia (mais
ou menos) 185 metros.
Teremos, assim, a distância
da Terra à Lua (calculada por
Pitagoras) igual a 23290000
tni. melhor 23290 mi.iln-
Tôdá educação científica que
não se inicia com a Matemática é naturalmente imperfeita
em sua base.
A. Comte
Uma ciência natural é apenas uma ciência matemática.
Kant
Matemática é a linguagem
do definitivo, o vocabulário necessário daqueles que sabem.
White
As leis da natureza nada
mais são do que pensamentos
matemáticos de Deus.
Kepler
wníaVi\
MATRIZ - AV. RIO BR/*iNCO,
T E L . 2 3 - 4 2 68
129-1.°
Engenharia — Desenho — Fotografia
Ótica -- Cirurgia —- Química
FILIAIS:
Caixa Postal 3678
Tu retiradas e lá estão algucadeiras dispostas como se
zm poltronas de teatro ou
ma a espera dos espectaãoAinda se houvesse algum
Iro ou se a sala apresen2 algo de novo... Mas, sen'á para ver o que ? Aquela
toda encharcada ou as pas descascadas com os tijoi mostra ? A "sala do bar"
-m. um exemplo de "como
se deve construir um comimento".
rm a retirada das pranchejue caracterizavam a refesala e que também serviam
prender o vegetal de al• biscates, ela deixou prànente de existir para nós...
erá que vão mesmo fazer
bar?
imos dar tempo ao tempo
ziardar os acontecimentos.
3 UM CASO DOS LIVROS
3 dos mais sérios problemas
tftuáantes atual é o custo
ivros, sobre o qual já tiveoportunidade de nos referir
D° número deste jornal,
considerado luxo ter-se ern
livros só para consulta.
»s obrigados a adquirir apeiqueles que nos são impresveis, aqueles que em hipóIguma podemos riscar da
. lista.
-a amenizar este problema,
n. temos a Biblioteca da
a, que nos empresta os lide consulta ou mesmo os
: de que precisamos conti•ente.
entretanto, vimos há muiatando uma iregularidade.
jase todos os livros, a nosblioteca possue dois exems: um fica para consulta
rópria Biblioteca, enquanto
ro pode estar circulando,
•vros de que mais precisaporém, aqueles que deve-
í
ou por serem de fato "moleques" "reclamações
Estados certos de que serecomo já foram classificados no mos
atendidos neste pedido, já
ano passado em artigos assinatemos merecido tanto apoio
dos, ou por demonstração da equetanta
dedicação por parte dos
aludida falta, ainda não atende- dirigentes
desta casa.
ram às solicitações aqui transcritas.
No nosso 20° número, o priCURIOSIDADES
meiro deste ano, já nos referimos à lei do silêncio, tendo oporMATEMÁTICA EM VERSO
tunidade de salientar a fase
O matemático normando
psicológica em que se encontra
a maioria dos colegas. Mas, tudo Juan de Meurs {em latim, de
tem seus limites. Não é possivel, Muris) que chegou a ocupar
francamente, continuar e s t e uma cátedra na Universidade
abuso que fazem certos colegas de Paris era músico, poeta e asdas suas tendências artísticas trónomo. Em princípios do sépara circos ou casas congéneres culo XFV publicou de Muris um
de diversões. Sim, colegas, so- livro intitulado "Quadripartimente em circos há necessidade tum numerarum" que apresende palhaços e parece que até ta a seguinte e surpreendente
agora nenhum deles Se estabe- singularidade: todas as proposições e problemas de Aritmétileceu no Largo de S. Francisco
(cálculo) e de Álgebra eram
Já é por demais conhecido o ca
apresentados
em versos seguique se passa no páteo, geral- dos de comentários
mente durante as aulas; certos mentos em prosa. e esclarecialunos que julgam ser uma granA equação do 2.° grau era
de qualidade não assistir às aulas para não serem taxados com ensinada em versos rimados,
conhecidas iniciais, j ulgam-se dentro da rigorosa métrica, e
também com direitos de prati- resolvida pelo mesmo processo
car atos que nada condizem com complicadíssimo dos árabes.
a sua situação de estucrantes de
uma escola superior.
Se fosse só no páteo... Acon- Pitagoras e o mundo
tece que alguns dos nossos amida Lua
gos de vez em quando resolvem
Pitagoras, um dos grandes
ir à aula a ai de quem não pu- génios da Matemática, calcuder sentar num dos lugares da lou a distância da Terra a Lua
frente... Se o professor se en- e achou 126 mil estádios !
gana em algum sinal, se um aluO estádio era uma unidade
no faz alguma pergunta, ou s& de comprimento adotada nos
um outro chega atrasado, en- jogos olímpicos e valia (mais
fim qualquer fato que não tem A ou menos) 185 metros.
minima importância serve para
assim, á distância
os referidos "colegas" darem daTeremos,
Terra
à
Lua
por
início a uma sucessão de vaias, Pitagoras) igual(calculada
a
23290000
assobios, gargalhadas especial- metros ou melhor 23290 quilómente treinadas.
metros.
Esperamos que sejamos finalO cálculo de Pitagoras estamente atendidos nessa solicita- va muito afastado da verdade.
ção para que a carapuça possa A distância média da Terra à
ser rasgada por falta de cabe- Lua é de 450000 quilómetros
ças em quem caiba.
aproximadamen te.
Na mesma estrada torna a vagar:
Avante! Avançar !
A estrada è escura
Deixai-me ficar.'
E
PENSAMENTOS
MATEMÁTICOS
Toda educaçfío científica que
não se inicia com a Matemática é naturalmente imperfeita
em sua base.
A. Comte
Matemática é a linguagem
do definitivo, o vocabulário necessário daqueles que sabem.
White
Uma ciência natural é apenas uma ciência matemática.
Kant
As leis da natureza nada
mais são do que pensamentos
matemáticos de Deus.
Kepler
MATRIZ
- A V . RJO BRANCO, 129-1.°
TE L.
23-4268
Engenharia — Desenho — Fotografia
Ótica — Cirurgia — Química
FILIAIS :
Rua Sete de Setembro. 39
Avenida Rio Branco, 61
Caixa Postal 3678
*
Rio de Janeiro — BRASIL
End. Tel. "INSTRUÕTICO"
JORNAL
DA
31 de Agosto de 1948
POLITÉCNICA
.o CONGRESSO DE ESTUDANTES Se eu fosse Engenheiro
onclusão da l. a pág.)
problemas da naciona?iente de sua missão no
tudantil, o Congresso
. a Constituição do esmanif estou-se sobre
rtos técnicos, como o
a do livro, dos prátiiciados, do hospital de
etc...
gresso recém-findo contambém, as violações
3tituição, as manobras
.cionistas, com os olhos
ssão presidencial, a lei
rança, os espancamenfamosa lei de arrolhala imprensa.
E' interessante assinalar que
o Congresso, condenando as
violações da Constituição, reconheceu que elas existiram e
existem. Mas, colegas da nossa Escola, quando foi tentado
um protesto, bateram-se pela
tese de que tudo decorria num
mar de rosas, nada havendo
digno de protesto...
Outra resolução importante
do Congresso, foi o inteiro
apoio prestado a tese nacionalista do general Horta Barbosa,
pela exploração estatal do petróleo. Aliás, neste particular,
a Escola se havia adeantado,
não sem haver, porém, a opo-
1OR ESTUDANTE :
Editora Científica
agora na
AV. RIO BRANCO, 116 - 8.° ANDAR
(Edifício do Banco de Crédito Real)
*ECE EM SUA SECÇÃO DE OBRAS TÉCNICAS
síhores vantagens para V. S. adquirir os seus livros.
gosar dessas vantagens, procure-nos diretamente
e compre ganhando a comissão que seria
dada ao vendedor.
Faça-nos uma visita sem compromisso,
e certifique-se da nossa oferta,
na obra indispensável aos senhores estudantes :
IERÔNIMO
M O N T E I R O :
sição de praxe, que, não tendo
outros argumentos, agitou o
espantalho do partidarismo.
Felizmente, nossos colegas do
Congresso ,em nome de toda a
mocidade, repudiaram estas
alegações, fundamentando-se,
para Isso, no exemplo do passado: para sufocar certos "partidarismos", sufocava-se a própria democracia.
Uma lição magnifica que,
também, se pode tirar da convenção estudantina, é de que
é preciso alertar os colegas e
convocá-los para o trabalho.
Geralmente, no meio estudantil, reina completa indiferença
face aos magnos problemas da
nação. Os que comparecem as
Assembleias acham que já fizeram muito, e levam a coisa
na piada... E' preciso por cobro, energicamente, a e s t a
mentalidade suicida ! Cada estudante tem um dever com a
pátria; se amanhã ela ingressar pelo caminho da opressão
e ele nada tiver feito, ele será
responsável, moralmente, pela
morte dos Democritos de Souza Filho, e pelas chacinas como
a de S. Paulo, Aí teremos uma
pátria cheia de hérois estudantes, ct£n entelTos com muito
acompanhamento, isto é, caso
a policia permita...
O salão estava repleto na
UNE. Todos os presentes vibravam. Sabiam que estavam
assistindo a um espetáculo de
democracia, num dos seus últimos redutos. Resoluções contra o empréstimo a Light, pró
liberdade do colega Salomão
Malina, e outras, foram, delí-
(Conclusão do número anterior)
Quando alguém escreve, não
visa o prazer estético, e sim
tansmitir seu pensamento, fácil
e claramente. Por isso deve preferir frases curtas, em palavras
escolhidas e colocadas cuidadosamente. Será demais pedir a
um engenheiro que, ao desenhar
máquinas, trabalhe pacientemente durante horas para assegurar uma tolerância de milésimo de polegada? Grande parte
da dificuldade pode se atribuir
puramente à falta de cuidado e
indiferença. Deve ser lembrado
que muitas vezes é áspera a leitura de uma prosa fluente, e por
outro lado uma boa leitura pode resultar de mâ escrita. Precisa evitar-se a frase desleixada
e nebulosa sem os característicos gerais de.um bom trabalho.
É preferível matar o esquilo
com uma só bala no olho a disparar tiros por toda a árvore, a
esmo.
O que disse acima sobre a escrita aplica-se em boa parte aos
discursos. Note-se também aqui:
não vou aconselhar orações como as de Quatro de Julho, ou
de abertura de sessões. Precisará sobretudo o engenheiro, em
seus negócios, da habilidade de
expor suas ideias a pequenos
grupos, de modo que, em pri~
meiro lugar, seja ouvido e compreendido; e depois que o auditório seja impressionado, convencido e levado a agir adequadamente. No correr de sua profissão, o engenheiro terá necessidade de falar perante comissões.
Nao devemos nos apegar muito ao mecanismo da fala. Só
produzem efeito os discursos ou
vidos com clareza. O orador
precisa de uma voz clara e ressonante; nada de palavras trinadas ou com má dicção. Dirija-se ao ouvinte mais distante;
desse modo, os mais próximos
certamente ouvirão. Sobretudo,
íaz-se necessário ao orador abrir
a boca e pronunciar suas palavras claramente articuladas. No
ano passado, vi alguns argumentos admiráveis não serem
acatados em virtude de má exposição. O estudante de engenharia pode atingir estes objetivos através de uma constante
prática, falando sempre que tenha algo a dizer. Aprenderá assim a pensar por si próprio, a
ordenar apropriadamente suas
ideias, e achar palavras edequadas para exprimi-las. No editorial abaixo, tirado do ENGENEERING NEWS-RECORD de Maio
de 1931, se poderá ver a importância, para o engenheiro, da
habilidade na arte da expressão:
"Recentemente, numa sessão
do congresso em Washington,
um engenheiro civil, ocupante
de um cargo de responsabilidade, foi criticado pelo Presidente
da sessão porque sua voz não
podia ser ouvida por todos do
pequeno grupo presente. Infelizmente, isso não constitui um
exemplo isolado, É mais regra
que exceção, quando engenheiros falam em público. Precisam
JORNAL
Página 6
DA
31 de Agosto de 1
POLITÉCNICA
0 Xí.o CONGRESSO DE ESTUDANTES Se eu fosse Engenheir
(Conclusão da 1.* pâg.)
dos os problemas da nacionalidade. Ciente de sua missão no
meio estudantil, o Congresso
elaborou a Constituição cio estudante, manifestou-se sobre
os aspectos técnicos, como o
problema do livro, dos práticos licenciados, do hospital de
clinicas, e t c . . .
O Congresso recém-findo condenou, também, as violações
da Constituição, as manobras
intervencionistas, com os olhos
na sucessão presidencial, a lei
de segurança, os espancamentos e a famosa lei de arrolhamento da imprensa.
E! interessante assinalar que
o Congresso, condenando as
violações da Constituição, reconheceu que elas existiram e
existem. Mas, colegas da nossa Escola, quando foi tentado
um protesto, bateram-se pela
tese de que tudo decorria num
mar de rosas, nada havendo
digno de protesto...
Outra resolução importante
do Congresso, foi o inteiro
apoio prestado a tese nacionalista do general Horta Barbosa,
pela exploração estatal do petróleo. Aliás, neste particular,
a Escola se havia adeantado,
não sem haver, porém, a opo-
SENHOR ESTUDANTE :
A Editora Científica
agora na
AV. RIO BRANCO, 116 - 8.° ANDAR
(Edifício do Banco de Crédito Real)
OFERECE EM SUA SECÇÃO DE OBRAS TÉCNICAS
as melhores vantagens para V. S. adquirir os seus livros.
Para gosar dessas vantagens, procure-nos diretamente
e compre ganhando a comissão que seria
dada ao vendedor.
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Uma obra indispensável aos senhores estudantes :
j E R Ô N I M O
M O N T E I R O :
PROIEO DAS ESTRADAS
sição de praxe, que, não tendo
outros argumentos, agitou o
espantalho do partidarismo.
Felizmente, nossos colegas do
Congresso ,em nome de toda a
mocidade, repudiaram estas
alegações, fundamentando-se,
para isso, no exemplo do passado: para sufocar certos "partidarismos", sufocava-se a própria democracia.
Uma lição magnifica que,
também, se pode tirar da convenção estudantina, é de que
é preciso alertar os colegas e
convocá-los para o trabalho.
Geralmente, no meio estudantil, reina completa indiferença
face aos magnos problemas da
nação. Os que comparecem as
Assembleias acham que já fizeram muito, e levam a coisa
na piada... E' preciso por cobro, energicamente, a e s t a
mentalidade suicida ! Cada estudante tem um dever com a
pátria; se amanhã ela ingressar pelo caminho da opressão
e êle nada tiver feito, ele será
responsável, moralmente, pela
morte dos Democritos de Souza Filho, e pelas chacinas como
a de S. Paulo, Aí teremos uma
pátria cheia de hérois estudantes, ccjm enteVros com muito
acompanhamento, isto é, caso
a policia permita...
O salão estava repleto na
UNE. Todos os presentes vibravam. Sabiam que estavam
assistindo a um espetáculo de
democracia, num dos seus últimos redutos. Resoluções contra o empréstimo a Light, pró
liberdade do colega Salomão
Malina, e outras, foram, delirantemente, aplaudidas. Ao colega Malina, o Congresso enviou uma cainissão e prome-
(Conclusão do número anterior)
Quando alguém escreve, não
visa o prazer estético, e sim
tansmitir seu pensamento, fácil
e claramente. Por isso deve preferir frases curtas, em palavras
escolhidas e colocadas cuidadosamente. Será demais pedir a
um engenheiro que, ao desenhar
máquinas, trabalhe pacientemente durante horas para assegurar uma tolerância de milésimo de polegada? Grande parte
da dificuldade pode se atribuir
puramente à falta de cuidado e
indiferença. Deve ser lembrado
que muitas vezes é áspera a leitura de uma prosa fluente, e por
outro lado uma boa leitura pode resultar de má escrita. Precisa evitar-se a frase desleixada
e nebulosa sem os característicos gerais de um bom trabalho.
É preferível matar o esquilo
com uma só bala no olho a disparar tiros por toda a árvore, a
esmo.
O que disse acima sobre a escrita aplica-se em boa parte aos
discursos. Note-se também aqui:
nào vou aconselhar orações como as de Quatro de Julho, ou
de abertura de sessões. Precisará sobretudo o engenheiro, em
seus negócios, da habilidade de
expor suas ideias a pequenos
grupos, de modo que, em primeiro lugar, seja ouvido e compreendido; e depois que o auditório seja impressionado, convencido e levado a agir adequadamente. No correr de sua profissão, o engenheiro terá necessidade de falar perante comiss õ e s , conselhos de diretores,
conselhos escolares ou grupos de
legisladores. Seu objetivo será
rip nlanns p ideias
Não devemos nos apegar
to ao mecanismo da fal
produzem efeito os discur
vidos com clareza. O
precisa de uma voz clara
sonante; nada de palavn
nadas ou com má dicção
3a-se ao ouvinte mais di;
desse modo, os mais pr<
certamente ouvirão. Sob]
faz-se necessário ao orado
a boca e pronunciar sua
vras claramente articula
ano passado, vi alguns
mentos admiráveis não
acatados em virtude de
posição. O estudante de
nharia pode atingir estes
vos através de uma co
prática, falando sempre
nha algo a dizer. Apren
sim a pensar por si pr<3
ordenar apropriadamen
ideias, e achar palavras
das para exprimi-las. N
rial abaixo, tirado do EN
RING NEWS-RECORD
de 1931, se poderá ver a
tãncia, para o engenh
habilidade na arte da
são:
"Recentemente, numí
do congresso em Wasll
um engenheiro civil, o|
de um cargo de respom
de, foi criticado pelo Pr|
da sessão porque sua
podia ser ouvida p o r
pequeno grupo presente
lizmente, isso não
exemplo isolado. É
que exceção, quando ei
ros falam em público,
reconhecer tal fato todi
reclamam contra uma
público em relação aí
nheiros como um grupe
j E R O N I M O
M O N T E I R O :
PROJEO DAS ESTRADAS
CONSTRUÇÃO DAS ESTRADAS
:òo completo, 2 volumes encadernados Çr$ 400,00
sso
de
(Conclusão da I.a página)
REINVIDICAÇÕES
5 estudantes formularam através seus legítimos represen:, uma série de reclamações e sugestões. Assim, foi dis. o reconhecimento de algumas Escolas de Comércio, a
na do ensino, a Constituição da União Nacional dos Estes, e muitos outros problemas momentosos da nossa juie estudiosa. Infelizmente, devido a premência de temeleições impossibilitaram a promulgação da Constituio Congresso se encerrou, sob a presidência do senador
Américo de Almeida, sem que tão importante trabalho
sido ratificado.
NOVA DIRETORIA
União Nacional dos Estudantes tem, agora, uma nova
ria, eleita no último Congresso. Pela primeira vez, a UNE
Jrigída por um nortista, Genival Barbosa Guimarães, da
de Engenharia de Pernambuco. A chapa eleita está
constituída:
•esidente — Genival Barbosa Guimarães
.ce-pesidente — Célio Borja
• Vice-presi dente — Ubaldo de Matos
* Vice-presidente — Evaldo S. Martins
=c.
Geral — Cândido A. M. de Almeida
9
Secretário — Nelson Naseif
" Secretário — Efraim Danilo Bento
• Secretário — Gustavo Dinner
;soureiro —Altino Neves.
DETALHE CURIOSO
colega Genival, que foi eleito presidente, é segundo anisengenharia. Segundo os estatutos da UNE êle deve trans•e para o Rio; aliás, fomos informados pelo Genival que
2tende vir para a nossa velha e querida casa de estudos,
vivem tantas esperanças e onde tivemos tantas decepNOSSOS VOTOS
•m o pensamento superiormente voltado para os grandes
3s do Brasil, do qual os estudantes de hoje serão os di2S de amanhã, felicitamos a nova diretoría. Fazendo
que ela saiba conservar una, como sempre foi, a classe
ntil, retomando a trajetória ílas direíorias passadas, para
Maima, e outras, foram, delirantemente, aplaudidas. Ao colega Malina, o Congresso enviou uma comissão e prometeu tudo fazer pela sua liberdade. Nesta questão destacaram-se os representantes da
Escola, João Batista Moreira e
Alberto Caruso, tendo o primeiro usado da palavra com grande energia..
O caminho mostrado pelo
Congresso — de constante luta
pelas liberdades democráticas
— estará de acordo com a posição da Escola de Engenharia?
Absolutamente ! Nesta velha
casa, discute-se muito nas escadas, reconhece-se que o momento exige ação, mas quando
chega a Assembleia, uma minoria comparece e debate. Muitos alegam que não comparecer é sei' bom estudante. Bom
estudante, talvez... mas máu
brasileiro, egoista, preocupado
só consigo mesmo !
Existe, ainda, na Escola um
perigoso espirito isolacionista.
Fala-se muito que os estudantes devem estudar e não se
preocupar com política, Se assim fosse realmente, a Ordem
dos Advogados devia tratar só
de advocacia, o clube de Engenharia só de questões técnicas,
os literatos só de literatura:.
Este seria o meio eficaz de calar todos os brasileiros, este é
o meio eficaz de sabotar a democracia !
Chega de fazer calar pelo
medo ! Antigamente, para uma
chapa perder na Escola, bastava taxá-la de partidária do cre-,
do vermelho. E o pior é que, geralmente, o rapaz não tinha niquel com o negócio...
Imperou, por muito tempo, a
mentira e os recursos da baixa
politicagem. Sufocou-se uma
• mocidade vibrante e introduziu-se o famigerado "maria vai
com. as outras". Para evitar
discussões^ sempre perigosas
porque esclarecem, resolveu-se:
na Escola não se fala de politica. Mas, a verdade, é que não
falar de política já é uma politica ! Calar é pactuar com-os
crimps
FiiíiPiit.ir
Í»
eirmia.i* rtn
a«m.m, ac THitn—peraiiLti eomiS-
s o e s , conselhos de diretores,
conselhos escolares ou grupos de
legisladores. Seu objetivo será
a exposição de planos e ideias
sobre um projeto ou empreendimento proposto. Ocasionalmen<te também êle desejará falar
em reuniões de seus colegas
profissionais para atacar ou defender certas ideias ou políticas
em discussão. Em tais situações, dois fatores estão sempre
presentes: o que êle tem a dizer, e como dizer. Do primeiro
já tratamos ao aconselharmos o
modo de escrever.
Mas devemos realçar aqui no-,
vãmente o valor de frases curtas; a palavra falada dura pouco, e os ouvintes dificilmente reteem períodos longos. Naturalmente, deve-se variar o suficiente para evitar monotonia. É
mais adequado o estilo simples,
amigável, coloquial. O orador
deve impressionar a audiência
com sua imparcialidade, sinceridade e diligência. Seus argumentos devem ser persuasivos e
fortes. O poder e a orientação
precisam de coerência: os argumentos necessitam continuidade
e sequência lógica.
LIVROS TÉCNICOS :
Especialmente livros de
Engenharia
Procurar Sr. Enéias
Tel. 23-6101, das 8,30
às 9,30 ou diariamente
na E. N. E.
são dos problemas nacionais,
do momento politico e da posição dos estudantes face a
tudo isso.
Nós voltaremos a falar de politica, porque assim o fez a juventude das escolas superiores
em seu Congresso. Nos voltaremos a falar de política, porque
o povo confia em nós, como
t
t
l+
1
ros faTam em ptxDirco .
reconhecer tal fato todos os que
reclamam contra uma apatia do
público em relação aos engenheiros como um grupo. O programa destes para obter o reconhecimento do público começaria dentro da própria profissão.
Os engenheiros não poderão esperar a alta estima pública enquanto não se compenetrarem
(Continua na 5.* pág.)
0 nosso Campeonato...
(Continuação da 8* pág.)
a
7 prova: — Salto em altura:
io — Sérgio Guanabara (3 o
ano) 1.72 (novo record da E.
N. E.); 2 o — Robertoo Levenhagen (30 ano) 1.65; 3 — Alaor
Junqueira (5 o ano) 1.60.
8a prova: — Aremesso de Darão:
\o __ Robertoo Levenhagen (3 o
ano) 38.40; 2 — Angelo Ferreira (4° ano) 37.92; 3o — António
Luiz Vieira de Magalhães
(3 o ano) 37.63; 4o — Perez Becker (2° ano) 34.65;
e mais:
Humberto Rosa (3 oo ano) 34.50;
António Ribeiro (2 ano) 33.33;
Richard Ihns o(4o ano) 28.20;
Mário Rosas (I ano)
. O atleta
Gabriel Correia (2 o ano) lançou 36.95, sem marcar ponto,
pois já obtivera pontos em quatro provas.
9a prova:
300 metros rasos:
\o — Sérgio Guanabara o (3 o
ano) 38"3, igual record; 2 —
Humberto Rosas (3 o ano) 39"2;o
30 — Homilton Marincek (2
(Continua na 7." pág.)
Solução
(Continuação da 7a pág.)
22 — 2 x x2 x 5 52
2
22
2°) No segundo test, na última
JUIIgl DOOU llQblUIiai UD DOlUUaiUDO
(Conclusão da l.a página)
REÍNViniCAÇõES
estudantes formularam através seus legítimos represen. uma série de reclamações e sugestões. Assim, foi diso reconhecimento de algumas Escolas de Comércio, a
ia do ensino, a Constituição da União Nacional dos Es;es, e muitos outros problemas momentosos da nossa jule estudiosa. Infelizmente, devido a premência de temeleições impossibilitaram a promulgação da Constituio Congresso se encerrou, sob a presidência do senador
im eriço de Almeida, sem que tão importante trabalho
sido ratificado.
NOVA DIRETORIA
União Nacional dos Estudantes tem, agora, uma nova
•ia, eleita no último Congresso. Pela primeira vez, a UNE
irigida por um nortista, Genival Barbosa Guimarães, da
de Engenharia de Pernambuco. A chapa eleita está
constituída:
•esidente — Genival Barbosa Guimarães
ee-pesidente — Célio Borja
•1 Vice-presidente — Ubaldo de Matos
Vice-presidente — Evaldo S. Martins
c. Geral — Cândido A. M. de Almeida
•1 Secretário — Nelson Naseif
Secretário — Efraim Danilo Bento
• Secretário — Gustavo Dinner
;soureiro —Altino Neves.
DETALHE CURIOSO
colega Genival, que foi eleito presidente, é segundo anissngenharia. Segundo os estatutos da UNE êle deve transe para o Rio; aliás, fomos informados pelo Genival que
atende vir para a nossa velha e querida casa de estudos,
vivem tantas esperanças e onde tivemos tantas decepNOSSOS VOTOS
im o pensamento superiormente voltado para os grandes
DS do Brasil, do qual os estudantes de hoje serão os diES de amanhã, felicitamos a nova diretoria. Fazendo
«[ue ela saiba conservar una, como sempre foi, a classe
ntil, retomando a trajetória das diretorias passadas, para
•dade, para a democracia e para a grandeza do Brasil.
assas homenagens a Roberto Gusmão, que sai prestigiado
'ido da presidência da UNÉ, e a Genival, que entra com
ande crédito aberto por parte de seus colegas estudantes.
- ~*J -cainnrnu -masrraau peia
Congresso — de constante luta
pelas liberdades democráticas
— estará de acordo com a posição da Escola de Engenharia?
Absolutamente ! Nesta velha
casa, discute-se muito nas escadas, reconhece-se que o momento exige ação, mas quando
chega a Assembleia, uma minoria comparece e debate. Muitos alegam que não comparecer é ser bom estudante. Bom
estudante, talvez... mas máu
brasileiro, egoista, preocupado
só consigo mesmo !
Existe, ainda, na Escola um
perigoso espirito isolacionista.
Fala-se muito que os estudantes devem estudar e não se
preocupar com política. Se assim fosse realmente, a Ordem
dos Advogados devia tratar só
de advocacia, o clube de Engenharia só de questões técnicas,
os literatos só de literatura1.
Este seria o meio eficaz de caiar todos os brasileiros, este é
o meio eficaz de sabotar a democracia !
Chega de fazer calar pelo
medo ! Antigamente, para uma
chapa perder na Escola, bastava taxá-la de partidária do credo vermelho. E o pior é que, geralmente, o rapaz não tinha níquel com o negócio...
Imperou, por muito tempo, a
mentira e os recursos da baixa
politicagem. Sufocou-se uma
mocidade vibrante e introduziu-se o famigerado "maria vai
com as outras". Para evitar
discussões) sempre perigosas
porque esclarecem, resolveu-se:
na Escola não se fala de politica. Mas, a verdade, é que não
falar de política já é uma politiea ! Calar é pactuar cornos
crimes. Discutir, e apoiar ou
não, honestamente, é fazer democracia.
Por isso, nós voltaremos a
falar de política. Não política
partidária, mas a sadia discus-
ç5és, clòls fãíõfès estão sempre
presentes: o que êle tem a dizer, e como dizer. Do primeiro
já tratamos ao aconselharmos o
modo de escrever.
Mas devemos realçar aqui novamente o valor de frases curtas; a palavra falada dura pouco, e os ouvintes dificilmente reteem períodos longos. Naturalmente, deve-se variar o suficiente para evitar monotonia. É
mais adequado o estilo simples,
amigável, coloquial. O orador
deve impressionar a audiência
com sua imparcialidade, sinceridade e diligência. Seus argumentos devem ser persuasivos e
fortes. O poder e a orientação
precisam de coerência: os argumentos necessitam continuidade
e sequência lõ"£ica.
LIVROS TÉCNICOS :
Especialmente livros de
Engenharia
Procurar Sr. Enéias
Tel. 23-6101, das 8,30
às 9,30 ou diariamente
na E. N. E.
são dos pi'oblemas nacionais,
do momento político e da posição dos estudantes face a
tu*do isso.
Nós voltaremos a falar de política, porque assim o fez a juventude das escolas superiores
em seu Congresso. Nos voltaremos a falar de política, porque
o povo confia em nós, como
parte incorrupta e culta da nacionalidade.
Não nos calaremos, para que
o povo do Brasil, amanhã, nao
diga: — Até os estudantes se
acovardaram í
.-.••.-
0 nosso Campeonato...
(Continuação da 8a pág.)
a
7 prova: — Salto em altura:
io _ Sérgio Guanabara (3 o
ano) 1.72 (novo record. da E.
N, E . ) o; 2 o — Robertoo Levenhagen (3 ano) 1.65; 3 — Alaor
Junqueira (5 o ano) 1.60.
8a prova: — Aremesso de Darão:
1° — Roberto
Levenhagen (3 o
o
ano) 38.40; 2 — Angelo Ferreira (4o ano) 37.92; 3o — António
Luiz Vieira de Magalhães
(3 o ano) 37.63; 4o — Perez Becker (2° ano) 34.65;
e inais:
Humberto Rosa (3 oo ano) 34.50;
António Ribeiro (2
ano) 33.33;
Richard Ihns o(4o ano) 28.20;
Mário Rosas (I ano).
O atleta
Gabriel Correia (2 o ano) lançou 36.95, sem marcar ponto,
pois já obtivera pontos em quatro provas.
9a prova: — 300 metros rasos:
\o — Sérgio Guanabara o (3 o
ano) 38**3, igual record;
2 —
Humberto Rosas (3 o ano) 39"2;o
30 — Homilton Marincek (2
(Continua na 7." pág.)
Solução
(Continuação da 7a pág.)
22 — 2 X X2 x 5
52
•
2
2.°) No segundo test, na última
transformação fói efetuada a divisão
por um número n — (a — b — c), e
como a — b = e, fcejnos n = 0 e, a
divisão por zero não tem sentido aritmético.
Paulo Fortes
do 2.° ano
de Agosto de 1948*
Qualquer
^incidência
im fatos ou
zssoas reais
mera sente-
J O R N A L
D A
P O L I T É C N I C A
%ADAS.
Página 7
Qualquer
reclamação
sobre esta página ê melhor
não fazer...
)LIM... PIADAS...
"Jornal da Politécnica"
iou a diversos países cor-ondentes, com a finalidade
dar aos seus leitores uma
a, geral dos preparativos para
Olimpíadas de Londres.
ara os EE. UU. seguiu um
só companheiro, que acomtiou de perto os treinos dos
edares lusos António de Olia e António Silva. Os citaatletas foram para os EE.
para se acostumarem com
"adjetivos" de que, natural.te, serão alvo em Londres.
programa de treinamento
ititue da travessia, de oceano
eano, do grande país.
j percurso ,os atletas recejn diversas "caronas" e nosorrespondente, que não perlance, anotou as seguintes
is:
Los angeles ?
Não, meu amigo, um atleta
ormizado não fuma !
São Francisco ?
Não, somos António !
Kansas ?
Fazes pouco de um luzitahein ?
Beverly ?
Já disse que um atleta não
Por
HUMURISMO
MATEMÁTICO
O examinador (com seriedade absoluta) — Vamos supor,
meu amigo, que eu escrevo o
número pi, sob forma decimal,
com todos os algarismos. Onde
irei acabar ?
O aluno (mais sério ainda)
— O senhor vai acabar em Curitiba .
O examinador (espantadíssimo) — Em Curitiba ? Por que
em Curitiba ?
O aluno — E que eu ouço
todo mundo dizer: No Paranápi-acaba !
*
TEATRINHO ÍNTIMO DO LARGO
DE SÃO FRANCISCO
"A
FAMÍLIA
IMBECIL"
Aquele colega usa um paletó
e uma gravata tão engraçados,
que é obrigado a pagar" "Imposto de diversão".
Se barão não varre casa, para
que existe Barão de Vassouras?
A Escola acaba de contratar
uma equipe de trocadores de
ònibus, que deverá trabalhar
durante as provas parciais. A
função de cada um será ficar
na porta trazeira de cada sala
gritando: "Faz o favor de chegar um pouquinho a frente !".
ÁLGEBRA SENTIMENTAL
Tem também aquela do trocador que, quando o ônibus já
estava "quase" lotado, gritou
para o motorista: "José, dá
uma freiadinha de acomodação !".
A certa jovem sabida
Finório estudante diz:
— Da equação da minha vida
Tu és, minha flor, o "X" !
Nisto o pai entra na sala
E brada ao pobre infeliz:
— Da equação desta bengala
Vou já mostrar-lhe a raiz.
J C L I E l
Peça em 1 ato e 1 quadro
dio: a Marconi ou a Madame
Curte ?
Aquele cozinheiro era tão
besta, tão besta, que dizia: "Lá
r\n "ooii-ic" f»n snn "laiíipr"
31 de Agosto de 1948
Qualquer
coincidência
com fatos ou
pessoas reais
é mera semelhança
JORNAL
DA
P O L I T É C N I C A
%ADAS.
Pógir
Qualqu
reclamaç
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gina é melh
não fazer.
OLIM... PIADAS...
O "Jornal da Politécnica"
enviou a diversos países correspondentes, com a finalidade
de dar aos seus leitores uma
vista geral dos preparativos para
as Olimpíadas de Londres.
Para os EE. UU. seguiu um
nosso companheiro, que acompanhou de perto os treinos dos
corredores lusos António de Oliveira e António Silva. Os citados atletas foram para os EE.
UU. para se acostumarem com
os "adjetivos" de que, naturalmente, serão alvo em Londres.
O programa de treinamento
constltue da travessia, de oceano
a oceano, do grande país.
No percurso ,os atletas receberam diversas "caronas" e nosso correspondente, que não perde lance, anotou as seguintes
cenas:
— Los angeles ?
— Não, meu amigo, um atleta
uniformizado não fuma !
— São Francisco ?
— Não, somos António !
Por
HUMURISMO
MATEMÁTICO
O examinador (com seriedade absoluta) — Vamos supor,
meu amigo, que eu escrevo o
número pi, sob forma decimal,
com todos os algarismos. Onde
irei acabar ?
O aluno (mais sério ainda)
— O senhor vai acabar em Curitiba .
O examinador (espantadíssimo) — Em Curitiba ? Por que
em Curitiba ?
O aluno — E que eu ouço
todo mundo dizer: No Paranápi-acabà !
ÁLGEBRA SENTIMENTAL
A certa jovem sabida
Finório estudante diz:
— Da equação da minha vida
TEATRINHO ÍNTIMO DO LARGO
DE SÃO FRANCISCO
"A
FAMÍLIA
IMBECIL"
J U L I E l '
Aquele colega usa um p
e uma gravata tão engraç;
que é obrigado a paga/
posto de diversão".
Se barão não_ varre casa,
que existe Barão de Vassot
A Escola acaba de conti
uma equipe de trocadore
ônibus, que deverá trabí
durante as provas parcia
função de cada um será
na porta trazeira de cada
gritando: "Faz o favor de
gar um pouquinho a fren
ido
não
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!
Francisco ?
somos António !
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3 pouco de um luzitarrly?
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tá "dando" eu não sei.
estamos correndo dela
idota !
António ?
•s sim, ué !
-e ? Texas, of course...
sê !
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io?!? Vá pró raio que
?ood ?
Ssta última "carona"
3a pela Rita Haiworth.
aendo que não fumaquizeram entrar ao
a, porém preferiu o
•espondente.
estrelas preferem o
:a que discutir com as
LUÇÃO
j número do JORNAL DA
CA sob o título de "Curioaáticas", o colega Fernanc apresenta dois casos de
«mático ; e como êle pede
=m descobrisse os "gatos",
•e, aqui me apresto em
-imeiro test há um eviden3is a expressão :
Nisto o pai entra na sala
E brada ao pobre infeliz:
— Da equação desta bengala
Vou já mostrar-lhe a raiz.
J.B.M.S.
EXPOENTE
Um matemático, ao afirmar
que certa agremiação científica é constituída unicamente
por "expoentes", não proferiu,
com isso, nenhum elogio.
A razão é simples. E' que
para o matemático o expoente
pode ser nulo, negativo e até
mesmo irracional !
(RIO) — "... e quando
rios assobiam..."
triste nem nervosa por
ue mantendo sua atitude,
ne escreveu, "sem dar a,
. Aqui entre nós: quanum rapagão (do tipo do
Peça em 1 ato e 1 quadro
Direção de Julieu
Cenário de Napoleão.
1.° personagem: — filho imbecil.
2.° personagem: — Pai imbecil.
Época: — atualidade.
Os móveis e rádio que aparecem em cena são uma oferta gentil de Papagaios & Cia.
1." personagem: — Papai,
afinal a quem devemos o rá-
NOSSO CAMPEONATO INTERNO...
(Cont. na última pag.)
ano) 39"7; 4o — Aloysio Mello
(1° ano) 39'"7; 5° — Carlos A.
Peixoto (I o ano) 41"9;
depois:
Ostwald Oliveiro (I o ano) 44"0;
Richard Ihns (4 ano) 44"3; José
Vega (3 o ano) 44.6.
10a prova: — 1.500 metros rasos:
Io — Alayr Falcão (I o ano)
4'31"0. novo record da E. N.
E.;
2° — Arnaldo B. Lima (3 oo ano)
5'00"; 3° — João Borges (2 ano;
40 — Richard Gonçalves (2o
ano) .
11 a Prova — Arremesso de disco:
ESPONDÊNCIA
eslava "flUUHU 1UIUUU, .
para o motorista: "José, dá
uma freiadinha de acomodação !".
Finório estudante diz:
— Da equação da minha vida
Tu és, minha flor, o "X" !
Io — Gabriel
B. Correia (2o
o
ano)
35.37; 2 — oPerez Becker
(2 o ano) 32.05;
3 — Orlando
Lacorte (I o ano)
29.96; 4° —o
Galba Porto (I o ano)
28.35; 5
— Carlos Peixoto (I o ano) 24.05.
12a prova:
rasos:
4 x 100 metros
1° — Turma do Io ano 49"2
Orlando Lacorte, Alayr Fal-
Gabriel Correia, Agrícola Bsthelem, Homilton Marincek).
13a prova — Salto em distância:
Io — Luiz
Carlos Rodrigues
(4 ano);o 2 o — Fernando
S. S.
Souza (3 ano); 3oo — Gabriel
Correia (2 ano); 4 — Agrícola
Bethelem o(2 ano); e mais: Alayr
Falcão (I o ano); Thelmo Fernendes (I ano); Galba o Porto
(1° ano); Roberto Cruz (3 ano).
o
Devido ao adiantado da nora,
só foram realizados os três saltos obrigatórios dessa prova;
devido ao frio reinante, o resultado de 5,15 não pode ser considerado ruim.
Marcaram mais pontos para
suas equipes:
Sérgio Guanabara (3 o ano)
14,5 pontos; Orlando Lacorte (I o
ano) 14,5 pontos;
Roberto Levenhagen (3 o ano)
13 pontos;
Gabriel Correia (2o ano)
13 pontos; Alayr Falcão (I o ano) 12,5
pontos.
Aquele cozinheiro era tão
besta, tão besta, que dizia: ("Lá
no "seips" eu sou "laider". -
dio: a Marconi ou a Madame
Curie ?
2.° personagem., — Ora esta!
Devemos á gentileza de Papagaios & Cia.
O pano deve cair num. tempo
dt entre rizos e aplausos (é
claro .').
E tem ainda a do nosso colega gordo, que comia de tudo e
foi estagiar na Central. Ficou
danado porque foi aproveitado
como limpa-trilhos.
Matemática é um instrumento maravilhoso criado pelo génio do homem para a descoberta da verdade.
Laisant
Peor foi aquele que falava
fino e foi estagiar na Telefónica. Ficou danado, porque foi
aproveitado como telefonista...
UM TESTE PARA SEUS CONHECIMENTOS
Afim de tornar mais atraente esta seção, peço-lhes que
mandem com urgência as respostas, as quais, não sei porque motivo, não nos foram enviadas apôs o aparecimento do número anterior. Como prémio, enviaremos ao acertador, uma formidável e estonteante piada autografada. Não se esqueçam porém de, juntamente com as respostas, enviarem CrS 20,00 para a remessa do
prémio.
NOTA: 1 —• Para evitar futuras e muito prováveis agressões ao autor, êle, Pierre Berman, resolveu permanecer no anonimato. E, mais uma coisa, eu não sou o "Osvaldo".
2 — Qualquer coincidência com outros "revistecos" que
andam por ai, é mera homotetia.
E aqui vão elas: *•
1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)
8)
9)
10)
11)
12)
13)
14)
15)
16)
Um recém nascido pode mamar no bico,.. de Bunsen?
Ê possível fazer-se uma tubagem com um tudo em U ?
Uma pequena sabatina é uma proveta ?
Os artistas de teatro podem exercitar-se num tubo de
ensaio ?
A garrafa de Leyde tem chapinha ?
E você já tirou o "Y" cor de rosa ?
Um fabricante ãe vigas é um vigarista ?
Ponte... dentária leva treliça?
E uma "boa dando "trela" é uma treliça ?
Uma ampola de Crookes pode ser injetaãa ?
Um sistema... oscilante pode não ter solução ?
O pingo do "i" molha ? E o do "•}" ?
Podemos acomodar-nos num "acento" circunflexo?
A lei de Lavoisier foi guilhotinada ?
(Onde está lei de..., leia-se Lady).
O piano osculador é metido a gostosão ?
Um condutor... elétrico anda no estribo?
í n T l / h rtí-rV
l A
ri A
^n cmnrt
António ?
3S sim, ué !
re ? Texas, of course...
cê !
?
io?!? Vá pró raio que
?ood ?
3sta última "carona"
jla pela Rita Haiworth.
zendo que não fumaquizeram entrar no
a, porém preferiu o
•espondente.
estrelas preferem o
ra que discutir com as
LUÇÃO
D número cio JORNAL DA
CA sob o título de "Curio•áticas", o colega Fernano apresenta dois casos de
emático ; e como êle pede
§m descobrisse os "gatos",
«, aqui me apresto em
arneiro test há um evidenDis a expressão :
2
Um matemático, ao afirmar
que certa agremiação científica é constituída unicamente
por "expoentes", não proferiu,
com isso, nenhum elogio.
A razão é simples. E' que
para o matemático o expoente
pode ser nulo, negativo e até
mesmo irracional !
NOSSO CAMPEONATO INTERNO...
Gabriel Correia, Agrícola Bethelem, Homilton Marincek) .
(Cont. na última pag.)
ano) 39"7; 4o — Aloysio Mello
(1° ano) 39"7; 5° — Carlos A.
Peixoto (I o ano) 41"9;
depois:
Ostwald Oliveiro Cl0 ano) 44"0;
Richard oIhns (4 ano) 44"3; José
Vega (3 ano) 44.6.
10a prova: —1.500 metros rasos:
1° — Alayr Falcão (I o ano)
4'31*'O,
novo record da E. N. E.;
2o — Arnaldo B. Lima (3 oo ano)
5'00"; 30 _ joão Borges (2 ano;
4o — Richard Gonçalves (2 o
ano).
— 22 — 2 x 2 x 5 — 52
2
22
a:
Ztanclue na t* página)
ESPONDÊNC1A
(RIO) — " . . . e quando
dos assobiam..."
•triste nem nervosa por
_ie mantendo sua atitude,
ie escreveu, "sem dar a
. Aqui entre nós: quannm rapagão (do tipo do
diretor do "HP", por
2è só não assobia porque
Procure compreende e
-eça. Bem antes da priparcial eles já se atros•ão haverá mais assobios,
sempre, gostamos muito
iha.
becil.
2." personagem: — Pai imbecil.
Época: — atualidaãe.
Os móveis e rádio que aparecem em cena são uma oferta gentil ãe Papagaios & Cia.
1." personagem: — Papai,
afinal a quem devemos o rá-
11a Prova — Arremesso de disco:
o
1° — Gabriel
B. Correia (2
o
ano)
35.37;
2
—
Perez Becker
o
(2o ano) 32.05;
3
— Orlando
Lacorte (I o ano)
29.96;
4o —o
o
Galba Porto (I ano) 28.35; 5
— Carlos Peixoto (I o ano) 24.05.
12a prova: — 4 x 190 metros
rasos:
1° — Turma do Io ano 49 "2
Orlando Lacorte, Alayr Falcão. The Imo Fernandes, Aloysio
Mello); 2o — Turma do 3o ano
49 "3 (Fernando Souza, Humberto Rosa, Sérgio Guanabara, Roberto Cruz); 3o — Turma do 2o
ano 50"6 (Ricardo Gonçalves,
13a prova — Salto em distância:
Io — Luiz Carlos Rodrigues
(4o ano);o 2o — Fernando
S. S.
Scuza (3 ano); 3o — Gabriel
Correia (2 ano); 4° — Agrícola
Bethelem o(2 ano); e mais: Alayr
Falcão {I o ano); Thelmo Fernendes (I ano); Galba o Porto
(1° ano); Roberto Cruz (3 ano).
Devido ao adiantado da hora,
só foram realizados os três saltos obrigatórios dessa prova;
devido ao frio reinante, o resultado de 5,15 não pode ser considerado ruim.
Marcaram mais pontos para
suas equipes:
Sérgio Guanabara (3 o ano)o
14,5 pontos; Orlando Lacorte (I
ano) 14,5 pontos;
Roberto Levenhagen (3 o ano)
13 pontos;
Gabriel Correia (2o ano)
13 pontos; Alayr Falcão (I o ano) 12,5
pontos.
O pano deve cair num. tempo
dt entre rizos e aplausos (é
claro /) .
foi estagiar na Central. Ficou
danado porque foi aproveitado
como limpa-trilhos.
Matemática é um instrumento maravilhoso criado pelo génio ão homem para a descoberta da verdade-.
Laisant
Peor foi aquele que falava
fino e foi estagiar na Telefónica. Ficou danado, porque foi
aproveitado como telefonista...
UM TESTE PARA SEUS CONHECIMENTOS
Afim ãe tornar mais atraente esta seção, peço-lhes que
mandem covi urgência as respostas,, as quais, não sei porque motivo, não nos foram enviadas após o aparecimento ão número anterior. Como prémio, enviaremos ao acertador, uma formidável e estonteante piada autografada. Não se esqueçam porém de, juntamente com as respostas, enviarem CrS 20,00 para a remessa do
•prémio.
NOTA: 1 — Para evitar futuras e muito prováveis agressões ao autor, ele, Pierre Berman, resolveu permanecer no •anonimato. E, mais uma coisa, eu não sou o "Osvaldo".
2 — Qualquer coincidência com outros "revistecos" que
andam por ai, é mera homotetia.
E aqui vão elas: l
1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)
8)
9)
10)
11)
12)
13)
14)
15)
16)
17)
ENVIE-NOS SUA COLABORAÇÃO
PARA 0 NÚMERO DE ANIVERSÁRIO 00 J. P.
18)
19)
20)
Um recém nascido pode mamar no bico... de Bunsen?
Ê possível fazer-se uma tubagem com um tudo em V?
Uma pequena sabatina é uma proveta ?
Os artistas de teatro podem exercitar-se num tubo de
ensaio ?
A garrafa de Leyde tem chapinha ?
E você já tirou o "Y" côr de rosa?
Um fabricante de vigas é um vigarista ?
Ponte... dentária leva treliça?
E uma "boa dando "trela" é uma treliça ?
Uma ampola de Crookes pode ser injetada ?
Um sistema... oscilante pode não ter solução?
O pingo do "i" molha ? E o ão "j" ?
Podemos acomodar-nos num "acento" circunflexo?A lei de Lavoisier foi guilhotinada ?
(Onde está lei de..., leia-se Lady).
O plano osculador é metido a gostosão ?
Um condutor... elètrico anda no estribo?
A ponte ãe Wheatstone dá passagem à corrente quando
o sinal está fechado ?
O sinal da mira falante é de nascença ?
Os raios JI são ão tipo dos raios que te partam?
Os gases perfeitos foram utilizados na última guerra ?
H.R.
Base da organização
dos universitários
Há em cada estabelecimento
de ensino superior, uma associação atlética académica, constituída por alunos, e destinada ã
prática de desportos e à realizações de competições esportivas.
Em nossa Escola temos a Associação Atlética Académica da
Escola Nacional de Engenharia,
órgão independente do Diretórío Académico, tendo vida autónoma.
As associações atléticas académicas dos estabelecimentos
isolados de ensino superior, reuni idas, formam uma federação
atléticas académicas de t o d o
Federal ela é representada pela
Federação Atlética dos Estudantes (F. A. E.), que congrega representantes de 19 estabelecimentos de ensino superior, que
elegem anualmente sua diretoria. Por sua vez as federações
atléticas académicas de tod o
país reunidas formam a Confederação Brasileira dos Desportos Universitários (C. B. D. U.).
uom sede no Distrito Federal, e
jue representa 12 federações
atléticas.
ORP1AL
POLITECriC?.
Rio de janeiro, 31 de Agosto de 1948
O NOSSO C A M P E O N A T O
% — A E. N. E. sagrou-se campeã Universitária de remo,
vencendo as 3 últimas provas das regatas, inclusive
a já conhecida "PROVA
DAS AMÉRICAS".
Realizou-se no dia 9 de Agosto na pista do Fluminense F. C.
o campeonato Interno de Atletismo da E. N. E. Dizer do brilhantismo do mesmo, basta citar que 50 atl-etas dele participaram, enquanto que número
ainda maior de torcedores se
encontrava no estádio. Alguns
fatos pareceram conspirar contra a realização do Torneio: primeiro a ausência dos controladores da F. 'M. de Atletismo;
segundo, t) acidente de que foi
vítima o colega Felix Wernick
durante a realização da prova
de lançamento do peso. Mesmo
assim, graças aos esforços dêste grande abnegado esportista
que é o Prof. Alfredo Colombo
pôde o nosso Campeonato ser
realizado até o fim. Fica aqui o
nosso agradecimento ao Fluminense F. € . , ao Prof. Colombo, ao Frederico, Carlos M. Almeida, Francisco Leite e a todos mais que ncs auxiliaram
nessa jornada.
UM BELO EXEMPLO
Apôs a realização das 13 provas do programa foi este o resultado final:
(Con. da 3. a pã&.>
le projeções e filmes, incluindo
ama
viagem de €3111(305 a São
3
aulo. no fim do ano, em com•anhia dos professores em visita
Campeonato Universitário de Atletismo
1° lugar: 3o ano e Io ano, com
47 pontos. o
3° lugar: 2 ano com 43 pontos.
4o lugar: 4o ano com 11 pontnc
I N T E R N O DE A T L E T I S M O
JOSÉ LUIZ P. T. FERREIRA
Roberto Levenhagem (3 o ano)
lançou o peso a 12.82.
Disputaram ainda: Agrícola
Bethelem o(2o ano) 11.05; Paulo
Egydio (2 ano)
11.00; Hamilton
Magalhãeso (2o ano) 10.85; Galba
Porto (I ano) 10.78; Carlos
Henrique Peixoto (1°
ano) 10.30;
Jair C. Gomes (2o o ano) 10.15;
Carlos Ribas o(3 ano) 10.15;
Ruy Chaves (2o ano) 10.12; Alyrio Ribeiro (2 ano) 9.68; Sylvio
Queiroz (4 o ano) 9.38; Aloysio
Mello (io ano)
9.20; Gil Albuquerque (3 o ano) 9.15.
2a prova — Salto com vara:
I o Orlando Lacorte (I o ano)
3.10 (novo record da E.N.E.)
OBRIGADO COLEGAS
Pelo apoio que de vós temos recebido em todos os
nossos jogos; vosso torcida
anima nossos jogadores e os
incita à conquista da vitória.
Pela pronta colaboração
2°o Otto Lima (2o ano) 2.70;
3 Carlos Henrique Á. Peixoto
(1°oano) 2.40
4 Homilton Maricek (2 o ano)
2.40.
3a prova — 100 metros rasos:
Io Homilton
Maricek (2o ano)
o
12"0;
2 — Sérgio Guanabara
(3 o ano) 12"1; 3°
Aloysio Mello
o
(1° ano)
12
"2;
4
Fernando
Souza (3 oo ano); 5o oJosé Luiz C. Pinto (3 ano); 6 Agrcola Bethelen (2° ano) .
4a prova — 75 metros rasos
(Estreantes):
l a série: o — Io — Carlos
A.
o
Peixoto (I ano) 9"5;
2
—
Thelmo Fernandes (I o ano)
10"0; 3o
o
— Nelson Porto (5 ano)o 10"8;
40—Francisco
Almeida (3 ano);o
5o — Henbert
Guimarães (I
ano); 6 o — Mário Rosas (I o
ano).
2a série: — Io — Carlos Cabral (3 o ano) 10"0; 2o —o Gil Botelho (1° ano) 10"4; 3 — Roberto Cruzo (3° ano) o; 4o — José
Pougy (Io ano); o5 — Camilo
Soareso (I ano) ; 6 — Luiz Santos (I ano) .
3a série: — Io — Robertoo Levenhagen (3 o ano)
9 "5; 2 —
Aloysio Mello (I o ano) 9"7; 3o
Encerradas a s inscrições
para o Campeonato Universitário Carioca de Atletismo,
constata-se que dele participarão 16 Associações Atléticas
Académicas, o maior numero
até hoje atingido.
Teve nossa Associação no
ano passado sua primeira vitória em atletismo, graças ao impulso tomado pelo esporte base
com a entrada para a Escola
do atual 2." ano, que forneceu
o maior numero de atletas,
cujas classificações possibilitaram a vitória. Este ano vem a
direção da A. A. A. cuidando
com especial carinho da formação de uma bôa equipe de atletas quq nos represente neste
Campeonato; também a torcida vem merecendo grande
atenção, dada a sua influencia
sobre a moral dos atletas; assim pois o departamento competente organizará intensa propaganda desse campeonato, dado o especial empenho que temos em sagrarmo-nos bi-campeões.
junte o útil ao agradável, aproveitando suas férias
e colecionondo suas melhores fotografias, remetendo-as para o concurso do
Clube de Fotografias da
ENE.
Detalhes serão afixados
na Portaria da Escola.
cola Bethelem (2o ano)
21"0; 4»
Alaor Junqueira (5 o ano).
DELU CACPIKLU
(Con. da 3.' pág.)
2 projeções e filmes, incluindo
ma viagem de estudos a São
aulo, no fim do ano. em comanhia dos professores em visita
s principais estradas daquele
stado.
JJm belo exernpío, pois. que
sve ser seguido por outros pro•ssôres, que aintiarnao tórnaim *nais racionais os seus curis, talvez por ignorarem o que
snsam os alunos e como rea=m a este método antiquado
je professam.
País jovem, e que ainda não
:ingiu seu completo desenvolmento económico, necessita, o
rasil de técnicos à altura, para
^alização de suas grandes obras.
neste grupo de jovens que
Dragaram esta árdua carreira,
Je o Brasil confia.
Ao sairem engenheiros, muiis vezes cheios de entusiasmo
boa vontade, tropeçam frejentemente nos problemas prácos por deficiência de ensino
=ste setor.
Quais os culpados de tudo
to ? Os alunos ?
'Não, em absoluto; a falta vem
= cima, dos organizadores e
.entores do ensino brasileiro.
necessário que nós, os mais
rejudicados, gritemos em altos
rados. Não nos ouvirão agora,
:as outros continuarão a cla.ar e temos certeza que alcanaremos o nosso objetivo.
Fazemos votos para que o Dr.
sronimo Monteiro Filho auxiado pelo seu seleto corpo de
ssistentes, constitue como um
íemplo, prosseguindo na obra
je tão bem iniciou. O que desjamos ê um ensino mais raonal e consequente desenvol-mento da engenharia no Bra1.
OSCAR TAYLOR
DE UMA
do 5 o ano
Aprenda você mesmo a
svelar e
copiar, fazendo
sultado final:
Io lugar: 3o ano e Io anoT com
47 pontos.
3o lugar: 2o ano com 43 pontos.
4o lugar: 4o ano com 11 pontos.
5o lugar: 5o ano com 3 pontos.
Foram retirados 2 pontos ao
colega Levenhagen cio 3o ano,
pois o' mesmo marcara pontos
em mais uma prova que o permitido .
Foi este o resultado das proI
vas:
I
Ia prova — Arremesso de peso:
I o Gabriel Barros Correio (2o
ano) 1360
2o Perez Becker (2oo ano) 13.42
o
3 Richard
Ihans (4 ano) 12.10
4o Angelo Affonso Ferreira (4o
ano) 11.30
nossos Jogos; vossa torcida
anima nossos jogadores e os
incita à conquista da vitória.
Pela pronta colaboração
a nossa campanha financeira cujo êxito foi além de
nossas espectativas.
Pelo incentivo que de vós
recebemos a todos os instantes e que nos anima a
prosseguirmos sem vacilar
em nosso objetivo de difusão do Esporte no meio Universitário.
A Diretoria da A. A. A.
berto Cruzo {3o anoT;o 4® —' Josf
Pougy (Io ano); o5 — Camilo
Soareso (I ano); 6 — Luiz Santosa(I ano) . o
3 série: — I — Robertoo Levenhagen (3 o ano)
9 "5; 2 —
Aloysio Mello (I o ano) 9"7; 3o
— Ostwald
Oliveira (I o ano)o
o
10"5; 4o — Mário Cláudio
(4
o
ano)
;
5
—
Luiz
Mauro
{3
ano);
6o — Alyrio oRibeiro (2o ano) .
Final: — I — Ifcoberto Levenhagen (3 o ano)
9"4; 2o —o
o
Aloysio Mello (I ano) 9"4;
3
— Carlos
A. Peixoto (I o ano)o
o
9 "7; 4 o — Carlos Cabral (3
ano);
5 — Thelmo Fernandes
(I o ano); 6o — Gil Botelho (I o
ano).
5a prova: 100 metros sobre
barreiras médias:
io — Orlando
Lacorte (I o
o
ano) 18"1; 2 — Carlos A. Peixoto (1° ano)) 18"4; 3° — Agri-
no Portaria da Escola
cola Bethelem (2 o ano)
21 "0; 4o
o
Alaor Junqueira (5 ano).
6a prova: — 800 metros rasos:
io — Alayr
Falcão (I o ano)
o oo
2'10"8; 2 — Ricardo Gonçalves (2o ano 2'20"; 3° o — Luiz
Mano (3° ano)
2'28"7; 4 — Galba Porto o (I o ano;o 5 o — Jonir
Barroso (2 ano);o 6 — Luiz Dantas (I ano); o7 — Gil Ferreira (I o ano);
8 — Francisco Almeida (3 o ano); desistiram durante o percurso: Angelo Ferreira (4o ano); Carlos Cabral, Oziel
Costa, José
Luiz C. Pinto. José
Vega (3 o ano); Camilo Soares,
Ostwald
Oliveira, Carlos Peixoto (I o ano) .
(Continua na 6.* pág.)
A E. N. E. Campeã do Inicio de Foot-Ball
(Continuação da l. a pag.)
Seleção dos Atletas Cariocas para os
Jogos Universitários Brasileiros
No dia 9 de Agosto teve lugar
no Estádio do Fluminense.F. C.
a Eliminatória de Atletismo
para os Jogos Universitários Brasileiros a se realizarem em Curitiba, na semana da Pátria.
Os seguintes Atletas foram
classificados, depedendo de futuras performances, no Campeonato Universitário Carioca:
100 metros rasos — Roberto
YpiTanga dos Guaranys (LaFayette) 11 "6
Jorge Pinto Guimarães (Arquitetura) 11"7
Edgard Cabral Menezes (Qui-
1.500 metros rasos. — Alayr Malta Falcão (Engenharia) 4'31"0
Manoel T a n c r e d o Barbosa
(Medicina) 4'45"0.
110 com barreiras — Frederico Huohstatter (Ed. Física) 17"3
Ubirajara de Paula (Medicina) 17 "5
Orlando Salinas Lacorte (Engenharia) 18"1.
Salto com vara — Frederico
Hochstatter (Ed. Física) 3.40
Orlando Salunas Lacorte (Engenharia) 3.10.
Salto em Altura — Sérgio
Guanabara (Engenharia) 1.72
Bertelli Sobrinho (Medicina)
48.33
Tatsuya Iwamoto (•Qumica)
49.00
Amâncio Vasconcelos (Politécnica) 46.50.
Arremesso de Peso —' Gabriel
Barros Correia (Engenharia)
Gelcy W. Geremberg (Medicina) .
400 e 800 metros rasos — David W. Geremberg (Medicina
Gil Carneiro (Medicina).
100 metros rasos — Homilton
Marincek (Engenharia) 11"6.
duas primeiras séries terminaram com 2 x 2. O nosso goleiro
defendeu 3 tiros, sendo 2 na série final.
6." jogo: — E.N. Ed. Física x
F. N. Arquitetura — Venceu Ed.
Física por 1 x 0 .
Final: E.NJ5. x E.N. Ed Física. — o jogo terminou empatado por l x l , nosso goal foi feito
por Gabriel. Na l. a série decisiva de penalties, Ed. Física errou
os 3 tiros (2 defendidos por Clovis), e Gabriel acertando o 1.°
chute deu-nos o título cobiçado.
Jogaram pela E.N.E.: Clovis —
Linhares — Nédio — Quintão —
Rodrigo — Seco — Marincek —
Mjlher — Gabriel — Jair (depois Otto, na final) — e Jyson.
Compareceram, ainda, prontos para qualquer eventualidade:
Galba — Gustavo (Tatu) e Luiz
Carlos.
Destacaram-se na equipe, além
do goleiro Clovis que defendeu
1
nonnltioc
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o tornam rnais racionais os seus curs, talvez por ignorarem o que
nsam os alunos e como ream a este método antiquado
s professam.
País jovem, e que ainda não
-ngiu seu completo desenvolnento económico, necessita, o
ELSÍI de técnicos à altura, para
.lização de suas grandes obras.
neste grupo de jovens que
raçaram esta árdua carreira,
2 o Brasil confia.
\o saírem engenheiros, mui: vezes cheios de entusiasmo
boa vontade, tropeçam fre?ntement e nos problemas práDS por deficiência de ensino
3te setor.
íuais os culpados de tudo
D ? Os alunos ?
«Jão, em absoluto; a falta vem
cima, dos organizadores e
ntores do ensino brasileiro,
necessário que nós, os mais
sjudicados, gritemos em altos
idos. Não nos ouvirão agora,
-s outros continuarão a clar e temos certeza que alcan•emos
o nosso objetivo.
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azemos votos para que o Dr.
•onimo Monteiro Filho auxilio pelo seu seleto corpo de
istentes, constitue como um
sxnplo, prosseguindo na obra
5 tão bem iniciou. O que deamos é um ensino mais ranal e consequente desenvolíento da engenharia no BraOSCAR TAYLOR
DE LIMA
do 5o ano
Aprendo você mesmo o
•elar e
copiar* fazendo
inde economia e aproveiido o seu pouco tempo
ponível, tornando-se sódo Clube de Fotografias
ENE.
pois o mesmo iu
pontos
em mais uma prova que o permitido .
Foi este o resultado das pro-|
vas:
"
t
Ia prova — Arremesso de peso:
1° Gabriel Barros Correio (2o
ano) 1360
2o Perez Becker (2oo ano) 13.42
o
3 Richard Ihans (4 ano) 12.10
4o Angelo Affonso Ferreira (4o
ano) 11.30
nossas espectativas.
Pelo incentivo que de vós
recebemos o todos os instantes e que nos anima a
prosseguirmos sem vacilar
em nosso objetivo de difusão do Esporte no meio Universitário.
A Diretoria da A, A. A.
Final: —o Io —«Coberto Levenhagen (3 ano) 9"4; 2o —o
Aloysio Mello (1° ano) 9 "4; 3
— Carlos A. Peixoto (I o ano)o
9"7; 4° o — Carlos Cabral (3
ano);
5 — Thelmo Fernandes
(I o ano); 6 o — Gil Botelho (I o
ano).
5a prova: 100 metros sobre
barreiras médias:
io — Orlando
Lacorte (I o
o
ano) 18"1; 2 — Carlos
A. Peixoto (1° ano)) 18"4; 3o — Agrí-
ves (2° ano 2'20"; 3* — "tulz
Mano (3° ano)
2'28"7; 4° — Galba Porto (I o ano;o 5 o — Jonír
Barros (2° ano) ;o 6 — Luiz Dantas (1° ano); o7 — Gil Ferreira (I o ano);
8 — Francisco Almeida (3 o ano); desistiram durante o percurso: Angelo Ferreira (4o ano); Carlos Cabral, Oziel
Costa, José Luiz C. Pinto, José
Vega (3 o ano); Camilo Soares,
Ostwald Oliveira, Carlos Peixoto (1° ano) .
(Continua na 6/ pá?.)
A E. N. E. Campeã do Inicio de Foot-Ball
(Continuação da 1." pag.)
Seleção dos Atletas Cariocas para os
Jogos Universitários Brasileiros
No dia 9 de Agosto teve lugar
no Estádio do Fluminense F. C.
a Eliminatória de Atletismo
para os Jogos Universitários Brasileiros a se realizarem em Curitiba, na semana da Pátria.
Os seguintes Atletas foram
classificados, depedendo de futuras performances, no Campeonato Universitário Carioca:
100 metros rasos — Roberto
Ypiranga dos Guaranys (LaFayette) 11"€
Jorge Pinto Guimarães (Arquitetura) 11"7
Edgard Cabral Menezes (Química) 11"8.
300 metros rasos — Sérgio
Guanabara (Engenharia) 38"3
Humberto Mena Rosa (Engenharia) 39"2.
800 metros rasos — Alayr Malta Falcão (Engenharia) 2'10"8.
1.500 metros rasos_ — Alayr Malta Falcão (Engenharia) 4*31 "0
Manoel T a n c r e d o Barbosa
(Medicina) 4'45"0.
110 com barreiras — Frederico Huehstatter (Ed. Física) 17"3
Ubirajara de Paula (Medicina) 17"5
Orlando Salinas Lacorte (Engenharia) 18 " 1 .
Salto com vara — Frederico
Hochstatter (Ed. Física) 3.40
Orlando Salunas Lacorte (Engenharia) 3.10.
Salto em Altura — Sérgio
Guanabara (Engenharia) 1.72
Amâncio Vosconcelos (Politécnica) 1.65.
Além desses, foram selecionados, por resultados obtidos anteriormente :
Arremesso de Dardo — José
Bertelli Sobrinho (Medicina)
48.33
Tatsuya Iwamoto (Qumica)
49.00
Amâncio Vasconcelos (Politécnica) 46.50.
Arremesso de Peso —' Gabriel
Barros Correia (Engenharia)
Gel-cy W. Geremberg (Medicina) .
400 e 800 metros rasos — David W. Geremberg (Medicina
Gil Carneiro (Medicina).
100 metros rasos — Homilton
Marincek (Engenharia) 11 "6.
Se este jornal tem falhas, é
porque ainda não quiseste darlhe a colaboração de que és capaz. Faze o teu artigo e vem aqui
auxiliar os teus colegas.
duas primeiras séries terminaram com 2 x 2. O nosso goleiro
defendeu 3 tiros, sendo 2 na série final.
6." jogo: — E.N. Ed. Física x
F. N. Arquitetura — Venceu Ed.
Física por 1 x 0 .
Final: E.N.E. x E.N. Ed Física. — o jogo terminou empatado por l x l F nosso a goal foi feito
por Gabriel. Na l. série decisiva de penalties, Ed. Física errou
os 3 tiros (2 defendidos por Clovis), e Gabriel acertando o 1."
chute deu-nos o título cobiçado.
Jogaram pela E.N.E.: Clovis —
Linhares — Nédio — Quintão —
Rodrigo — Seco — Marincek —
Milher — Gabriel — Jair (depois Otto, na final) — e Jyson.
Compareceram, ainda, prontos para qualquer eventualidade:
Galba — Gustavo (Tatu) e Luiz
Carlos.
Destacaram-se na equipe, além
do goleiro Clovis que defendeu
7 penalties (o único goal que
deixou passar foi feito em situação duvidosa), os jogadores: Linhares, Rodrigo, Milber e Gabriel, cabendo a Nédio salvar de
cabeça um goal no 1.° jogo, que
nos poderia alijar do TorneioTodos os demais, porém, souberam corresponder à espectativa.