PROJETO PEDAGÓGICO FARMÁCIA 2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA ................................................... 6 1.1 NOME ....................................................................................................... 6 1.2 ENDEREÇO ................................................................................................ 6 1.3 ATOS LEGAIS ............................................................................................. 6 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA ............................................................ 7 2.1. NOME..................................................................................................... 7 2.2. ENDEREÇO ............................................................................................. 7 2.3. ATOS LEGAIS/DATA PUBLICAÇÃO NO DOU ................................................. 7 2.4. MISSÃO E VISÃO DA IES .......................................................................... 7 2.4.1. MISSÃO ............................................................................................ 7 2.4.2. VISÃO .............................................................................................. 7 2.5. 3. HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO .................................................................... 7 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .............................................................. 10 3.1. DENOMINAÇÃO ......................................................................................10 3.2. ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO..............................................................10 3.3. ATOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO, RECONHECIMENTO E RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO DO CURSO ............................................................................10 3.4. NÚMERO DE VAGAS ANUAIS PRETENDIDAS OU AUTORIZADAS ....................10 3.5. FORMA DE ACESSO AO CURSO.................................................................10 3.6. TURNO DE FUNCIONAMENTO ...................................................................10 3.7. CARGA HORÁRIA TOTAL ..........................................................................11 3.8. TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO PARA INTEGRALIZAÇÃO ....................................11 3.9. TITULAÇÃO CONFERIDA ..........................................................................11 3.10. MODALIDADE .........................................................................................11 3.11. COORDENAÇÃO (IDENTIFICAÇÃO E PERFIL) ..............................................11 3.12. COMPOSIÇÃO DO NDE ............................................................................11 3.13. BREVE HISTÓRICO E JUSTIFICATIVA DO CURSO ........................................12 3.14. MISSÃO DO CURSO ................................................................................13 3.15. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO (PDI) .........................13 4. CONCEPÇÃO DO CURSO ............................................................................ 15 4.1. OBJETIVOS ............................................................................................15 4.1.1. OBJETIVO GERAL ..............................................................................15 4.1.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ..................................................................16 4.2. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ........................................................17 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .................................................. 19 5. 5.1. ESTRUTURA CURRICULAR ........................................................................19 5.1.1. FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE E FLEXIBILIDADE 19 5.1.2. 5.1.2.1. 5.1.3. MODOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA .............................21 INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS21 TEMÁTICA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO ...........................................................22 5.1.4. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................22 5.1.5. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS ...................................................24 5.1.6. MATRIZ CURRICULAR ........................................................................25 5.2. CONTEÚDO CURRÍCULAR.........................................................................27 5.2.1. EMENTÁRIO/BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3) E COMPLEMENTAR (5) ...............29 5.3. METODOLOGIA .......................................................................................74 5.4. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (OBRIGATÓRIO E NÃO- OBRIGATÓRIO) .................................................................................................75 5.5. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..............................................................89 5.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .....................................................91 5.7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO ....................................................................... 108 5.7.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ..................... 108 5.7.2. COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO ........................................... 110 5.7.3. SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO ........................................ 111 5.7.3.1. 5.8. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO .................. 112 ATENDIMENTO AO DISCENTE ................................................................. 113 5.8.1. ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO ....................................... 113 5.8.2. APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS ............................................... 113 5.8.3. APOIO PSICOPEDAGÓGICO .............................................................. 114 5.8.4. MECANISMOS DE NIVELAMENTO ....................................................... 114 5.8.5. MONITORIA .................................................................................... 119 5.8.6. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS ................................................... 123 5.8.7. MEIOS DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS E PRODUÇÕES DE ALUNOS .... 124 5.8.8. PROGRAMAS DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO (BOLSAS) ........... 125 5.9. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO ...... 126 5.9.1. 5.9.1.1. 5.9.2. 5.10. ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISA .......................... 126 EVENTO RELACIONADO ÀS PESQUISAS .......................................... 129 ATIVIDADES DE EXTENSÃO .............................................................. 129 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) ......................... 132 CORPO DOCENTE .................................................................................... 147 6. 6.1. COORDENAÇÃO DE CURSO (TITULAÇÃO, EXPERIÊNCIA, REGIME DE TRABALHO, ATUAÇÃO) ..................................................................................... 147 6.1.1. TITULAÇÃO DO COORDENADOR: ...................................................... 147 6.1.2. REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR ........................................ 147 6.1.3. EXPERIÊNCIA ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DO COORDENADOR ...... 147 6.1.4. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR ..... 147 6.1.5. ATUAÇÃO DO COORDENADOR .......................................................... 147 6.1.5.1. PARTICIPAÇÃO DA COORDENAÇÃO DO CURSO EM ÓRGÃOS COLEGIADOS ACADÊMICOS DA IES .............................................................. 148 6.1.5.2. PARTICIPAÇÃO DO COORDENADOR E DOS DOCENTES EM COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE ....................................................................... 149 6.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (COMPOSIÇÃO E ATUAÇÃO) ....... 149 6.3. CONSELHO DE CURSO .......................................................................... 150 6.4. NÚCLEO DE APOIO EDUCACIONAL - NAE ................................................. 151 6.5. FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL ............................................... 152 6.5.1. TITULAÇÃO .................................................................................... 152 6.5.2. REGIME DE TRABALHO .................................................................... 154 6.5.3. TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE NA INSTITUIÇÃO 156 6.5.4. TEMPO DE EXERCÍCIO NO MAGISTÉRIO SUPERIOR ............................. 157 6.5.5. TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL FORA DO MAGISTÉRIO NA ÁREA DE FORMAÇÃO .................................................................................................. 160 6.5.6. PROJETOS DE EXTENSÃO ................................................................. 163 6.5.7. PROJETOS DE PESQUISA ................................................................. 166 6.5.8. PUBLICAÇÕES ................................................................................ 173 6.6. 7. PLANO DE CARREIRA ............................................................................ 192 INFRA-ESTRUTURA ................................................................................ 195 7.1. INSTALAÇÕES FÍSICAS ......................................................................... 195 7.1.1. SALAS DE AULA .............................................................................. 196 7.1.2. INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS ..................................................... 199 7.1.3. INSTALAÇÕES PARA DOCENTES ........................................................ 202 7.1.4. INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO E NDE .................... 203 7.1.5. AUDITÓRIOS .................................................................................. 203 7.1.6. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS (ADEQUAÇÃO E LIMPEZA) ........................ 204 7.1.7. ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS ................ 205 7.1.8. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS ............... 206 7.1.9. INFRA-ESTRUTURA DE SEGURANÇA .................................................. 206 7.2. BIBLIOTECA ......................................................................................... 206 7.2.1. PESSOAL TÉCNICO ADMINISTRATIVO ................................................ 207 7.2.2. ESPAÇO FÍSICO PARA ESTUDOS ....................................................... 208 7.2.3. EQUIPAMENTOS .............................................................................. 208 7.2.4. ACERVO ......................................................................................... 209 7.3. 7.2.4.1. INFORMATIZAÇÃO DO ACERVO...................................................... 212 7.2.4.2. ACERVO VIRTUAL DE PERIÓDICOS (FARMÁCIA) .............................. 213 EQUIPAMENTOS ................................................................................... 216 7.3.1. LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA .................................................... 216 7.3.2. ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA ................................ 217 7.3.3. RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA ......................................... 217 7.3.4. REDE DE COMUNICAÇÃO ................................................................. 218 7.3.5. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ........................ 218 7.4. LABORATÓRIOS DO CURSO DE FARMÁCIA ............................................... 219 7.4.1. LABORATÓRIOS DE ENSINO ............................................................. 219 7.4.2. LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS ................................... 221 7.4.3. UTILIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS LABORATÓRIOS ............................. 229 7.5. BIOTÉRIO ............................................................................................ 230 7.6. CONVÊNIO COM HOSPITAIS PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS................... 231 7.7. PROTOCOLOS DE EXPERIMENTOS .......................................................... 231 7.8. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ............................................................ 232 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA 1.1 NOME Comunidade Evangélica Luterana São Paulo – CELSP 1.2 ENDEREÇO Rua Fioravante Milanez, 206, Centro, Canoas/RS Cep 92.010-240 Telefone: 51 3472.5613 Fax: 51 3477.1313 1.3 ATOS LEGAIS Declarada de Utilidade Pública: Municipal, pelo Decreto nº 2, de 19 de janeiro de 1970; Estadual pelo Decreto nº 20.662, de 09 de novembro de 1970; e Federal, pelo Decreto 85.896, de 14 de janeiro de 1981. Estatuto: Registro de Pessoas Jurídicas, do Registro de Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas de Canoas/RS, sob o número 2357, do Livro A – nº 13, fls. 84 frente, em 20 de dezembro de 2012. -6PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA 2.1. NOME Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP) 2.2. ENDEREÇO Avenida Teotônio Segurado 1501 Sul, Palmas/TO CEP 77.019-900 Telefone: 63 3219.8000 2.3. ATOS LEGAIS/DATA PUBLICAÇÃO NO DOU Portaria n° 3.607 de 17 de outubro de 2005. Publicada no DOU nº 202, de 20.10.2005, seção 1, página 12. 2.4. MISSÃO E VISÃO DA IES 2.4.1. MISSÃO Produzir conhecimentos, promover a formação profissional e o bem-estar da sociedade mediante prestação de serviços educacionais, de saúde e tecnológicos, conforme princípios da fé cristã e da ética luterana. 2.4.2. VISÃO Ser referência no ensino superior na região norte. 2.5. HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO O Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP) é uma instituição de direito privado que se rege por seu Estatuto e Regimento e pela legislação em vigor. É uma instituição particular e confessional, dedicada ao ensino, à pesquisa e à extensão, mantida pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo (CELSP) que tem como princípio norteador divulgar a mensagem cristã. -7PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Em 1992, a CELSP decide criar em Palmas, capital do Estado do Tocantins, o Centro Educacional Martinho Lutero (CEML), instituição de ensino infantil, fundamental e médio, e o CEULP, instituição de ensino superior. O início das atividades no CEULP deu-se em fevereiro de 1993 com a realização do primeiro vestibular para os cursos de Administração, Letras e Pedagogia. A instituição começou a funcionar na Avenida Juscelino Kubitscheck, numa construção de madeira, modelo arquitetônico da época, pois a capital, Palmas, ainda apresentava-se como um canteiro de obras. Em agosto de 1995 os alunos matriculados nos cursos superiores foram transferidos para o novo campus, localizado na Avenida Teotônio Segurado, distante 10 km do centro da cidade, com uma área total de 795.533 m2. Hoje o campus possui 7 (sete) prédios, Campo Experimental, Complexo Esportivo e Laboratorial, todos climatizados, e que oferecem um ótimo espaço e conforto aos alunos. Em 1996, recebeu a designação de Instituto Luterano de Ensino Superior. A partir de julho de 2000, o antigo Instituto transformou-se em Centro Universitário com quase todas as prerrogativas de uma universidade. A história do CEULP representa o que foram os anos de luta para a implantação neste Estado. Não foram poupados investimentos para transformar o CEULP numa instituição que prima pela qualidade e deseja manter viva a sua Filosofia Cristã Luterana de Educação. Assim, essa IES está organizada, racionalmente, de forma a garantir eficiência e "plena utilização dos recursos materiais e humanos". A Região Metropolitana de Palmas é essencialmente micro-urbana, não deixando, entretanto, de se preocupar com o setor primário de economia, em que se destacam os produtos agropastoris. Hoje, o desenvolvimento das empresas, o crescimento do País e a administração profissional, que vêm se tornando regra, modificaram significativamente o ambiente brasileiro. Apesar das falhas do nosso sistema de ensino, há muito mais instrução e formação, muito mais consciência social, e um número cada vez maior de empresários tem a convicção de que a empresa não é um fim em si mesmo, e sim um instrumento de desenvolvimento social. Nesse contexto é que devemos examinar o tema: empresa e cultura. Há empresários que têm olhos apenas para a empresa; mas existem outros que se preocupam também com a cultura e o desenvolvimento educacional do povo, vendo o Centro Universitário como parceiro no esforço de desenvolvimento tanto da cultura quanto da empresa. -8PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Esta Instituição (CEULP) tem um novo enfoque de escola superior. Pretende estabelecer ou fortificar, conforme o caso, o movimento em prol de um bom relacionamento empresa-IES, a fim de criar condições para o desenvolvimento cultural, científico e tecnológico. Consideramos, assim, uma obrigação social da empresa e do universitário a participação no desenvolvimento social. Tendo em vista as tradições da mantenedora e a própria experiência no ensino superior, o Centro Universitário Luterano de Palmas - CEULP - elaborou um modelo próprio de escola confessional e comunitária. O Centro Universitário Luterano de Palmas entende a si mesmo como comunidade eticamente responsável. Além de cultivar um relacionamento moral entre seus integrantes, procura atuar com consciência crítica na sociedade. Tendo em vista que a fé atua pelo amor, empenha-se na melhor forma de realizar o bem comum e concebe a educação não como processo de formação apenas, mas como interação social que conduz à participação plena, produtiva e crítica das pessoas na sociedade. Nesta perspectiva, o CEULP valoriza a pesquisa científica não apenas como fim, mas como meio. Através dela traça as origens do conhecimento científico, testa verdades estabelecidas, amplia as fronteiras do saber, descobre novas aplicações de conhecimentos e aperfeiçoa o processo de ensino e aprendizagem. Nesse enfoque, a extensão se apresenta não como tarefa adicional, mas como forma de intercâmbio entre a comunidade universitária e a comunidade social. Na verdade, o CEULP não constitui uma entidade à parte: é antes uma instituição da própria comunidade social, mantida para o fim específico de promover o bem-estar social pelo cultivo das ciências, das artes e da técnica. Como vanguarda crítica do corpo social, o CEULP está sempre em comunicação com o passado, enquanto cultiva a tradição; com a sociedade contemporânea, na medida em que acolhe, elabora e procura viabilizar os seus anseios. O Centro Universitário Luterano de Palmas apresenta-se como instituição de identidade e características próprias. Destaca-se o ensino profissional, que habilita o aluno a desenvolver suas características empreendedoras, seu interesse pela pesquisa, com um forte embasamento humanístico. Nesta perspectiva, o CEULP se apresenta e atua como centro de estudo de nível superior que promove: • a busca da verdade através do ensino, da pesquisa e da extensão; • a formação de profissionais competentes; • o diálogo entre as culturas e a inserção efetiva em seu meio, assumindo responsabilidade pelo seu desenvolvimento. -9PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 3.1. DENOMINAÇÃO Farmácia. 3.2. ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO Avenida Teotônio Segurado 1501 Sul Palmas/TO. CEP 77.019-900 Telefone: 63 3219.8000 3.3. ATOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO, RECONHECIMENTO E RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO DO CURSO O Curso de Farmácia: - foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Nº 31, de 25 de abril de 2001; - foi reconhecido pela Portaria n° 3.321, de 18 de outubro de 2004 e - teve a renovação do reconhecimento emitida pela Portaria n° 775, de 7 de novembro de 2008. 3.4. NÚMERO DE VAGAS ANUAIS PRETENDIDAS OU AUTORIZADAS 40 vagas anuais autorizadas. 3.5. FORMA DE ACESSO AO CURSO O ingresso no Curso de Farmácia do CEULP pode ser feito pelo processo seletivo e/ou pelo PROUNI, transferência externa, reopção de curso, portador de diploma de curso superior. No entanto, desde 2012, o curso de Farmácia está utilizando como forma de acesso ao curso: o processo seletivo e/ou PROUNI. 3.6. TURNO DE FUNCIONAMENTO O turno de funcionamento do Curso de Farmácia do Centro Universitário Luterano de Palmas é vespertino. - 10 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 3.7. CARGA HORÁRIA TOTAL A carga horária total do Curso de Farmácia do Centro Universitário Luterano de Palmas é de 4582 horas. 3.8. TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO PARA INTEGRALIZAÇÃO De acordo com a Resolução CONSEPE n° 507 de 21 de novembro de 2012 e considerando o Art. 2º da Resolução CNE/CES n° 4, de 6 de abril de 2009, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração de alguns cursos de graduação, entre eles o Curso de Farmácia, tem-se: Tempo Mínimo: 5 anos. Tempo Máximo: 7 anos e meio. 3.9. TITULAÇÃO CONFERIDA Bacharel em Farmácia. 3.10. MODALIDADE Presencial. 3.11. COORDENAÇÃO (IDENTIFICAÇÃO E PERFIL) O Curso de Farmácia é coordenado pela Professora Grace Priscila Pelissari Setti, designada pela Portaria 274, de 09 de fevereiro de 2009, com a seguinte qualificação: • Mestrado em Ciências Farmacêuticas. Área de Concentração: Fármacos e Medicamentos. Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), 2008. • Especialização em Docência do Ensino Superior . Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP), 2010. • Graduação em Farmácia. Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP), 2005. 3.12. COMPOSIÇÃO DO NDE O Núcleo Docente Estruturante é composto por: • Grace Priscila Pelissari Setti (Coordenadora do Curso) - 11 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Os professores: • Aurea Welter • Daniele Suzete Persike • Juliane Farinelli • Márcia Alves Germana de Araújo Lobo • Marta Cristina de Menezes Pavlak 3.13. BREVE HISTÓRICO E JUSTIFICATIVA DO CURSO O curso foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Nº 29, de 25 de abril de 2001, inicialmente com a duração mínima de três anos e meio para formação de Farmacêutico, estando apto o egresso para cursar habilitações, Análises Clínicas e/ou Indústria (não oferecidas por esta instituição). Atualmente o curso atende a Resolução CNE/CES Nº 02, 19 de fevereiro de 2002, com o compromisso de formar profissionais farmacêuticos generalistas, com visão humanista, crítica e reflexiva, capaz de atuar na promoção, proteção e recuperação da saúde, tendo como atribuições essenciais o desenvolvimento de atividades relacionadas à Atenção Farmacêutica e ao Uso Racional de Medicamentos. Espera-se, desta forma, formar profissionais Farmacêuticos capacitados a assumirem posições estratégicas na área da Saúde Coletiva e motivados a valorizar a flora medicinal brasileira e a cultura associada. O Curso de Farmácia, em Palmas, é um complemento ao complexo de ensino de saúde que aqui se realiza, compondo com os cursos de Enfermagem, Educação Física, Fisioterapia e Biomedicina um conjunto universitário de alta expressão diante dos problemas regionais de saúde. Justifica-se pelo fato do estado do Tocantins ser rico em plantas medicinais, porém pobre em assistência farmacêutica necessitando, portanto do apoio técnico-científico oferecido pela universidade. Além disso, o curso visa formar novos empreendedores da área de medicamentos, de análises clínicas e toxicológicas, de controle, produção e análise de alimentos necessários ao desenvolvimento da região e do País. Embora pertença formalmente à região Norte, o estado do Tocantins encontra-se em uma zona denominada ecótono, caracterizada pela transição geográfica entre o cerrado e a floresta amazônica. Essa heterogeneidade confere à região aspectos de saúde pública que exigem uma preocupação mais efetiva, em virtude de certos tipos de enfermidades e - 12 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA sua disseminação. Com efeito, verifica-se nos setores de saúde, certa perplexidade diante de casos, com sintomas evidentes de males cujas origens e tratamentos necessitam de melhor compreensão científica. A demanda por formação de novos profissionais farmacêuticos generalistas é alta, atualmente atendida, apenas de forma parcial, por três instituições particulares de ensino superior no Estado do Tocantins, sendo uma em Araguaína, uma em Gurupi e o CEULP em Palmas. 3.14. MISSÃO DO CURSO Formar profissionais farmacêuticos generalistas capazes de promover a humanização, pautada na ética profissional, compromissada com a qualidade de vida da sociedade, desenvolvendo competências e habilidades na área de medicamento, alimento, análises clínicas com visão crítica sobre as políticas públicas, especialmente as de saúde. 3.15. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO (PDI) O CEULP trabalha suas políticas educacionais direcionando-as para que se universalize, na Instituição, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, temse um modelo didático-pedagógico voltado para a realidade profissional e social, com ênfase na construção do conhecimento e na dinâmica do “aprender a aprender”, o que propicia condições para o desenvolvimento de uma educação continuada. É com esse entendimento que definiu-se uma Política de Graduação concernente às mudanças exigidas das instituições de ensino superior dentro do cenário mundial e do país. Frente às expectativas e demandas sociais, são concebidos projetos pedagógicos com currículos mais flexíveis e atualizados, com ferramentas que coloquem em ação as diversas propostas para a formação do profissional cidadão. Ao colocar a qualidade como tema central gerador da proposta para o ensino da graduação no CEULP, tem-se por finalidade a construção de um processo coletivo de articulação de ações voltadas para a formação competente dos profissionais. Nessa direção, torna-se imprescindível a interação da Instituição com a comunidade local interna e externa, principalmente, em relação aos demais níveis de ensino e aos segmentos organizados da sociedade civil, como expressão da qualidade social desejada para o cidadão a ser formado como profissional, pois a missão do Centro Universitário é a de formar indivíduos com perfis diferenciados e coerentes com as oportunidades de trabalho. - 13 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Nesse contexto, o Curso de Farmácia possui um compromisso com a missão institucional, o que é refletido na missão do curso no que tange a formar profissionais generalistas capazes de promover a humanização, pautada na ética profissional, compromissada com a qualidade de vida da sociedade. Embasado nas políticas institucionais de definir propostas pedagógicas inovadoras e dinâmicas, o curso de Farmácia tem como meta se consolidar como o melhor no gênero, definindo seu perfil e o mercado a que se dirige. A política do Centro Universitário para o ensino de graduação fundamenta-se, ainda, na integração do ensino com a pesquisa e a extensão, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. Assim, é política do CEULP e, em especial, do Curso de Farmácia, a promoção de uma prática calcada em princípios éticos e cristãos que possibilite a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e responsável, que impulsione a transformação sócio-político-econômica da sociedade. São princípios básicos dessa política: • cuidado e atenção às necessidades da sociedade e região no que concerne à oferta de cursos e programas para a formação e qualificação profissional; • flexibilização dos currículos, de forma a proporcionar ao aluno, na maior medida possível, a autonomia na sua formação acadêmica; • atualização permanente dos projetos pedagógicos, levando-se em consideração as Diretrizes Curriculares e as demandas sócio-econômico-culturais da região em que se insere; • discussão permanente sobre a qualidade do ensino de graduação, através de diferentes fóruns, envolvendo direção/coordenadores e Conselhos de Curso; • incentivo à produção técnico-científica e didática do corpo docente; • qualificação permanente do corpo docente, em termos de titulação acadêmica e de competências didático-pedagógicas; • manutenção e controle da situação legal dos cursos; • apoio e acompanhamento da ação pedagógica no âmbito dos cursos. - 14 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 4. CONCEPÇÃO DO CURSO O Curso de Farmácia do CEULP foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Num. 29, de 25 de abril de 2001 e atualmente a matriz curricular atende as diretrizes curriculares nacionais do MEC para a Educação Farmacêutica com compromisso de formação de um profissional Farmacêutico Generalista, com visão humanista, crítica e reflexiva, capaz de atuar na promoção, proteção e recuperação da saúde, tendo como atribuições essenciais o desenvolvimento de atividades relacionadas à Atenção Farmacêutica e ao Uso Racional de Medicamentos. Os estágios e aulas práticas oportunizam a inserção do acadêmico em projetos de pesquisa, extensão e atividades extraclasse, incluindo as complementares, contribuindo assim com a aquisição do conhecimento baseado na prática, desde os primeiros períodos do curso. Espera-se, desta forma, formar profissionais Farmacêuticos capacitados a assumirem posições estratégicas na área da Saúde Coletiva e motivados a valorizar a flora medicinal brasileira e a cultura associada. Durante o curso, o acadêmico desenvolve habilidades de busca, seleção e avaliação crítica de dados e informações disponibilizadas em livros, periódicos, bases de dados além da utilização das fontes pessoais de informação, incluindo a advinda de sua própria experiência profissional, priorizando o ensino centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador do processo de ensinoaprendizagem. Nesse sentido, a abordagem do processo de aprendizagem capacita os egressos para atuarem como agentes de transformação, responsáveis pelo desenvolvimento regional de ciência, tecnologia, assistência e atenção farmacêutica qualificada e ética, consciente de seu papel social e ambiental na comunidade. 4.1. OBJETIVOS 4.1.1. OBJETIVO GERAL Preparar profissionais com visão generalista para atuarem na perspectiva teórico-prática, priorizando o ser humano como o principal beneficiário dos conhecimentos adquiridos no processo de qualificação acadêmica, atendendo às necessidades da sociedade, com ênfase na área de medicamentos, alimentos, análises clínicas e toxicológicas. - 15 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 4.1.2. • OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver a capacidade de liderança e comunicação na interação com outros profissionais da saúde e o público em geral; • Formar profissionais capazes de atuar efetivamente nos processos de promoção da saúde, prevenção e diagnóstico de doenças, assim como na terapêutica enfocando a resolução e prevenção de problemas individuais e coletivos; • Fomentar a formação e as atividades relacionadas à Assistência e Atenção Farmacêuticas, em vários níveis de atuação, contribuindo para a formação de um profissional Farmacêutico que atenda as necessidades da sociedade moderna; • Preparar Farmacêuticos capazes de promover e gerenciar o uso correto e racional de medicamentos, em todos os níveis do sistema de saúde, nos setores públicos e privados; • Despertar o interesse do aluno para as atividades relacionadas a Saúde Pública e atuação nos serviços do SUS; • Fornecer condições para a indissociabilidade do tripé ensino/pesquisa/extensão; • Formar profissionais capacitados a desenvolver ações relacionadas a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos farmacêuticos, produção, controle e garantia de qualidade além de assuntos regulatórios; • Estimular a educação continuada e a especialização como formas de garantir a atualização profissional; • Capacitar farmacêuticos para desenvolver farmácia clínica - interpretar e avaliar prescrições, monitorar interações medicamentosas, estudar a utilização do medicamento; • Desenvolver habilidades e competências relacionadas às Análises Clínicas e Toxicológicas, com vistas à formação de um profissional Farmacêutico capaz de atuar de forma crítica na realização, desenvolvimento e interpretação de exames laboratoriais clínicos e relacionados às análises toxicológicas, humana e ambiental; • Preparar o profissional para realizar, interpretar, avaliar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises de alimentos; de nutracêuticos, de alimentos de uso enteral e parenteral, suplementos alimentares, desde a obtenção das matérias primas até o consumo; - 16 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Preparar o acadêmico para administrar com compromisso, responsabilidade, empatia e habilidade para as tomadas de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; • Desenvolver habilidades e competências relacionadas à Farmácia Hospitalar, com vistas à formação de um profissional Farmacêutico capaz de atuar de forma crítica no desenvolvimento da assistência Farmacêutica que envolve o gerenciamento, dispensação, manipulação, sobretudo o acompanhamento farmacoterapêutico dos pacientes, promovendo o uso racional de medicamentos. 4.2. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Curso de Farmácia do CEULP propõe a formação de um profissional da saúde com pensamento crítico e humanístico, que desenvolva habilidades e competências técnicocientíficas para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com capacidade para tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e educação permanente, bem como disposição de adequação e adaptação ao exercício profissional no seu contexto de atuação. As características dos egressos do Curso de Farmácia, baseadas nas Diretrizes Curriculares, podem ser divididas em três componentes, englobando aspectos gerais, técnicos e ético-sociais, como apresentados a seguir: ASPECTOS GERAIS Os egressos do curso devem ser profissionais com as seguintes características: • tomar decisões no seu âmbito de atuação, aplicando as competências e habilidades adquiridas, através de condutas baseadas na evidência científica. Deve estar habilitado para integrar e interagir nas equipes de trabalho, como também liderar e administrar profissionais da saúde, equipes de trabalho, serviços de saúde, com compromisso e responsabilidade; • expressar-se de forma clara e coesa, tendo domínio da língua pátria, na forma oral, escrita e leitura, possibilitando a interrelação com outros profissionais da saúde e do público em geral; • ser capaz de liderar, organizar, gerenciar equipes de trabalho ou profissionais da saúde de forma efetiva e eficaz; - 17 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • buscar atualização constante de seus saberes, para o enriquecimento de suas competências e habilidades. ASPECTOS TÉCNICOS Os egressos do Curso de Farmácia devem ser profissionais com conhecimentos específicos para o exercício das seguintes habilidades e competências: • atuar na atenção à saúde, tanto nos serviços públicos como privados, desenvolvendo ações de atenção e promoção de saúde, diagnóstico e prevenção no processo saúde/doença, tratamento e reabilitação das necessidades levantadas, tanto no nível individual como coletivo; • exercer sua profissão com métodos e técnicas atualizadas, condizentes com as necessidades e baseados em evidências científicas; • analisar e interpretar dados epidemiológicos, aplicando seus resultados em benefício da população; • organizar e administrar recursos e serviços de forma efetiva e eficiente; • buscar atualização constante de seus saberes, participando de eventos, pesquisas, investigações científicas relacionados à profissão. ASPECTOS ÉTICO-SOCIAIS Os egressos do Curso de Farmácia devem conhecer e respeitar os princípios éticos que regem a sociedade. Para isso devem: • respeitar e aplicar os princípios éticos da profissão; • implementar ações que visem melhorar as condições de saúde da população e as condições de trabalho do farmacêutico; • ter uma visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua atuação profissional na sociedade. - 18 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 5. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 5.1. ESTRUTURA CURRICULAR O planejamento da estrutura curricular consiste em um trabalho coordenado e sistêmico dos professores, Coordenação do Curso, NDE, Conselho do Curso e do Núcleo de Apoio Educacional. O currículo do curso foi elaborado a partir dos objetivos do curso, sua concepção, o perfil desejado do egresso e as atribuições do profissional no mercado de atuação, levando-se em consideração as diretrizes curriculares nacionais e a demanda da região. Os períodos foram organizados considerando os núcleos de formação geral, de concentração e o especializado. O núcleo de formação geral corresponde aos conceitos gerais e inclusivos e são de base comum para as diferentes áreas do conhecimento. O núcleo de concentração engloba os conceitos intermediários e relacionam de forma direta ou indireta os conceitos gerais aos específicos. O núcleo especializado inclui aos conceitos específicos direcionados para a aplicação nas áreas de atuação do profissional farmacêutico, são elas: medicamentos, alimentos e análises clínicas e toxicológicas. As cargas horárias das disciplinas (34 h, 68 h, 102 h, 136 h e 272h) estão dimensionadas de maneira que permitam a abordagem de todo o conteúdo teórico e prático necessário para que o aluno tenha uma formação sólida em sua área de atuação. 5.1.1. FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE E FLEXIBILIDADE As mudanças que acontecem na sociedade nas últimas décadas trazem para a educação o desafio da realização de práticas pedagógicas que acompanhem esse processo. A compreensão globalizadora dos conhecimentos se constitui em um vetor de mudanças no atual contexto, impulsionando a superação da visão fragmentada da realidade. Frente a isso, os professores do Curso de Farmácia realizam práticas pedagógicas na perspectiva da contextualização com a realidade local e global, da interdisciplinaridade entre as áreas do conhecimento e da flexibilidade na elaboração da matriz curricular. Em relação à interdisciplinaridade, entende-se que sua prática acontece em âmbitos diferentes, desde uma perspectiva micro, como por exemplo, nas aulas de uma disciplina, até uma perspectiva macro, como as ações realizadas entre cursos diferentes, - 19 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA rompendo fronteiras mais amplas entre as áreas do conhecimento. Tais vivências acontecem por meio de situações como: • discussões, reflexões e problematizações que os professores propõem nas suas disciplinas, estabelecendo relações com conteúdos estudados nos semestres anteriores; • realização de experiências em laboratórios em que a análise dos resultados possibilita que os professores e os acadêmicos estabeleçam relações mais abrangentes entre os conteúdos do curso, indo além dos assuntos estudados apenas em uma disciplina específica; • realização de visitas técnicas em que a compreensão das vivências desafia o acadêmico a estabelecer relações entre conteúdos estudados em disciplinas diferentes; • realização de atividades e aulas conjuntas entre dois ou mais professores do curso, abordando temas que são comuns a diferentes disciplinas a partir de enfoques específicos a cada uma delas; • realização de trabalhos de pesquisa bibliográfica e/ou de campo que são orientados e avaliados por professores de disciplinas diferentes, em que o acadêmico aprende a estabelecer a relação entre os saberes das áreas específicas do curso; • participação em eventos científicos institucionais, regionais e nacionais, em que os acadêmicos têm a oportunidade de ampliar a sua compreensão sobre os conhecimentos específicos do curso, relacionando-os com questões mais amplas. Em relação à flexibilidade, o Curso de Farmácia trabalha com a compreensão de que a aprendizagem acontece por meio de uma rede de relações que os acadêmicos estabelecem entre os conhecimentos abordados nas aulas e nas suas vivências na sociedade. Nesse sentido, esse princípio está presente, por exemplo, na elaboração da matriz curricular, dando ao acadêmico a oportunidade de fazer escolhas, orientadas pela coordenação, na sequência das disciplinas oferecidas a cada semestre, podendo cursar disciplinas de períodos diferentes ao mesmo tempo. Tal situação possibilita aos acadêmicos o desenvolvimento de uma maior autonomia e responsabilidade nas suas escolhas, pois precisam assumir os desafios propostos em cada disciplina considerando as suas potencialidades de aprendizagem. Além disso, outro aspecto da flexibilidade presente na matriz curricular é a oferta das disciplinas optativas, momentos em que o corpo docente e o NDE elegem temas atuais e relevantes para estudo, considerando as tendências da profissão. - 20 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Com isso, tais práticas pedagógicas visam potencializar nos acadêmicos o desenvolvimento das competências e habilidades profissionais, para que tenham melhores condições de se inserir no mercado de trabalho com uma visão mais ampla da sua área de conhecimento, buscando respostas frente aos desafios que vivenciarão no exercício da profissão. 5.1.2. MODOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA A relação entre a teoria e a prática se constitui em uma situação assumida como pressuposto pedagógico dos cursos desde os primeiros semestres na perspectiva da superação de um processo de ensino que privilegie a transmissão de conhecimentos. Nesse pressuposto compreende-se que o desenvolvimento das competências e habilidades acontece principalmente por meio de situações em que os acadêmicos são desafiados a estabelecer a relação entre a teoria e a prática, aplicando-a em situações problematizadoras e concretas do exercício profissional exigido pelo mercado de trabalho. Para tal os professores, no cotidiano das suas aulas, realizam ações como: • resolução de situações-problema em que os conteúdos das disciplinas são aplicados em questões relacionadas ao exercício da profissão; • realização de atividades práticas nos laboratórios, aplicando os conhecimentos em situações concretas das atividades profissionais; • realização de atividades de pesquisa, ampliando, por meio da investigação, os conhecimentos teórico-práticos das áreas de atuação do curso; • realização de visitas técnicas, nas quais os conhecimentos das aulas são vivenciados concretamente em situações da profissão; • realização de estágios que possibilitam a vivência das competências e habilidades profissionais, colocando em prática os conhecimentos aprendidos no decorrer das disciplinas do curso. 5.1.2.1. INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS O curso de Farmácia do CEULP através dos Estágios Supervisionados II e VI e VII permitem a integração com o sistema local e regional de saúde e o SUS, através de convênios firmados com a Secretaria Municipal de Saúde para a realização de exames no Laboratório Escola, bem como o desenvolvimento de atividades relacionadas à - 21 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Dispensação de Medicamentos nas Farmácias Municipais. O estágio realizado no Hospital Geral de Palmas, mediante convênio com a Secretaria Estadual de Saúde, permite a integração com o SUS no âmbito hospitalar, portanto o acadêmico vivencia o Sistema Único de Saúde em três diferentes áreas: Análises Clínicas, Dispensação e Hospitalar. 5.1.3. TEMÁTICA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO A compreensão sobre a história e cultura afro-brasileira e indígena se caracteriza como uma abordagem de conhecimentos gerais que agregam valor na formação acadêmica, tendo em vista alcançar uma visão mais ampla dos acadêmicos em relação a sua inserção profissional no contexto da diversidade da sociedade brasileira. Na estrutura curricular do CEULP essa abordagem é trabalhada na disciplina de Sociedade e Contemporaneidade, a qual transversaliza a matriz curricular de todos os cursos, constituindo um dos componentes do Eixo Básico e, nos cursos da área da Saúde, como é o caso do Curso de Farmácia, na disciplina Saúde, Bioética e Sociedade. Esse conteúdo é estudado nas aulas por meio da utilização de estratégias metodológicas diversificadas, buscando ampliar os conhecimentos dos acadêmicos sobre o assunto. Esse estudo é realizado na perspectiva crítico-reflexiva, visando ampliar a compreensão limitada da visão eurocêntrica da história desses povos, maneira como muitas vezes é abordada no senso comum e inclusive no contexto escolar e acadêmico. Além disso, trabalha-se também com a contextualização da situação desses grupos étnico-raciais na realidade atual, analisando-se os vários aspectos que historicamente constituíram sua situação de exclusão e discriminação social. 5.1.4. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL A abordagem sobre a Educação Ambiental se constitui em uma questão imprescindível no Ensino Superior em virtude da necessidade de ações concretas da sociedade na superação dos problemas do atual contexto, e das perspectivas que a preparação para o exercício profissional possibilitam por meio da formação acadêmica. Cada vez mais torna-se imperativa a necessidade de uma mudança de posturas e de atitudes cotidianas nas relações socioambientais. Frente a isso, o CEULP desenvolve ações na perspectiva de trabalhar com a Educação Ambiental dos acadêmicos, dando continuidade às abordagens que foram trabalhadas na - 22 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Educação Básica. Tais ações acontecem no decorrer dos semestres letivos em atividades de pesquisa e extensão, as quais transversalizam as disciplinas e os cursos. Em relação à pesquisa, a instituição conta com a participação de acadêmicos bolsistas do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PROICT) e voluntários, que realizam investigações sobre vários temas relacionados às questões socioambientais, sob a orientação dos professores. E na extensão, a cada semestre são submetidos projetos pelos professores, os quais acontecem com a participação de acadêmicos dos vários cursos. Entre os temas dos projetos vários se relacionam direta ou indiretamente com as temáticas da Educação Ambiental. Além dessas atividades, no decorrer dos semestres acontecem diversas atividades que possibilitam aos acadêmicos tanto a reflexão sobre as questões socioambientais, como a prática de situações que os desafiam a vivenciar atitudes de respeito, preservação e valorização do meio ambiente. Essas atividades fazem parte de ações institucionais, dos cursos ou de disciplinas. Nas ações institucionais pode-se citar, por exemplo, a Jornada de Iniciação Científica, com periodicidade anual, na qual parte-se de um tema normalmente relacionado às questões mais amplas da sociedade, envolvendo a Educação Ambiental. Nas ações do Curso de Farmácia, por exemplo, tem-se realizado o projeto de Extensão denominado Projeto de Arrecadação de Medicamentos, em que se promove a retirada de medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da população e o encaminhamento para a Vigilância Sanitária Municipal para incineração, de forma a promover uma ação sustentável para o meio ambiente retirada de agentes químicos do lixo comum e/ou esgoto, descartes esses inapropriados para fármacos e medicamentos. Em relação às disciplinas, o tema da Educação Ambiental é abordado, por exemplo, nos conteúdos de Sociedade e Contemporaneidade, disciplina que faz parte do Eixo Básico das matrizes curriculares de todos os cursos. Na disciplina de Instrumentalização Científica, componente curricular do mesmo eixo, são realizados alguns projetos de iniciação científica que desafiam os acadêmicos a relacionarem os conhecimentos da área do seu curso com as questões ambientais, realizando, inclusive, ações junto à comunidade. E, ainda, na disciplina Módulo de Ecologia e Análises Ambientais, que consta no rol das disciplinas Optativas do Curso de Farmácia. Além disso, considerando que a Educação Ambiental relaciona-se também com a abordagem das questões éticas, as quais implicam as relações humanas, sociais e ambientais, convém destacar que vários cursos têm na sua matriz curricular disciplinas específicas que abordam diretamente esse tema. E nos outros cursos a questão da ética é abordada como um conteúdo que faz parte das discussões de algumas disciplinas, juntamente com os demais temas do semestre. - 23 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 5.1.5. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS A abordagem dos vários princípios que compõem a educação em Direitos Humanos se apresenta como uma necessidade importante na formação dos acadêmicos no Ensino Superior, tendo em vista sua atuação direta e indireta com as pessoas na sua inserção no mercado de trabalho. As decisões e os encaminhamentos do cotidiano da profissão trazem desafios relacionados com as relações humanas, que precisam ser trabalhados nas várias atividades que constituem o percurso dos acadêmicos no seu curso de graduação. Tal questão destaca-se no CEULP inclusive como filosofia institucional pelo fato de ser uma instituição confessional, que trabalha em prol do resgate, da valorização e da vivência dos princípios de uma convivência digna, ética e respeitosa das pessoas consigo mesmas, com os outros e com a sociedade. Essa questão é trabalhada no cotidiano da instituição pela Pastoral, que realiza ações periódicas junto à comunidade acadêmica. Além dessa ação institucional, convém destacar o Alteridade – Núcleo de Atendimento Educacional Especializado aos Discentes, que tem como objetivo dar suporte psicológico aos alunos do CEULP no que se trata da acessibilidade, processos de ensino e aprendizagem, saúde mental e desenvolvimento de habilidades profissionais no contexto universitário. O trabalho realizado por esse núcleo se situa no âmbito da Educação em Direitos Humanos em virtude do processo de inclusão social que efetivamente acontece no cotidiano da instituição, desafiando esse grupo de acadêmicos na perspectiva do seu desenvolvimento profissional. Além disso, a Educação em Direitos Humanos é abordada como conteúdo das disciplinas de Cultura Religiosa, Comunicação e Expressão, e Sociedade e Contemporaneidade, as quais fazem parte do Eixo Básico da matriz curricular dos cursos da instituição. Essas abordagens possibilitam aos acadêmicos a reflexão, a discussão e o aprofundamento teórico de um tema abordado a partir de diferentes perspectivas e que se complementam de forma interdisciplinar. Essas disciplinas realizam a cada semestre o Projeto Palco Express, que visa oportunizar aos acadêmicos momentos de expressão de suas habilidades artísticas e o envolvimento cultural com a vida no Ensino Superior, principalmente para os ingressantes. E como tema das apresentações que os acadêmicos preparam para o projeto, os professores elegem temas relacionados às questões dos direitos humanos, desafiando-os no processo de criação e manifestação cultural e artística sobre os mesmos. As atividades de extensão também se constituem em momentos importantes para a vivência da prática de ações relacionadas aos direitos humanos. Como exemplo destacase o Projeto Akádemo – Trote Solidário, no qual os acadêmicos calouros realizam várias - 24 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA atividades de intervenção na comunidade, em que, dentre outras aprendizagens, têm a oportunidade de vivenciar experiências relacionadas a essa questão. 5.1.6. MATRIZ CURRICULAR CÓDIGO NOME SEM CH CRED 408670 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 0 230 0 992014 ESTUDOS EM MORFOLOGIA HUMANA 1 136 8 408513 INTRODUCAO AS CIENCIAS FARMACEUTICAS 1 68 4 992011 COMUNICACAO E EXPRESSAO 1 68 4 408527 QUIMICA MEDICINAL I 1 68 4 BIOSSEGURANCA E INSTRUMENTALIZACAO 408528 LABORATORIAL 1 34 2 992018 ESTUDOS EM FISIOLOGIA HUMANA 2 136 8 408529 QUIMICA MEDICINAL II 2 68 4 990100 CULTURA RELIGIOSA 2 68 4 408502 GENETICA HUMANA 2 68 4 TERMODINAMICA E CINETICA EM CIENCIAS 408525 FARMACEUTICAS 2 68 4 990103 INSTRUMENTALIZACAO CIENTIFICA 2 68 4 ESTUDOS EM MICROBIOLOGIA E PROCESSOS 408643 IMUNOLOGICOS 3 136 8 408629 QUIMICA MEDICINAL III 3 68 4 992013 SOCIEDADE E CONTEMPORANEIDADE 3 68 4 408185 FISIOPATOLOGIA 3 68 4 408530 BIOQUIMICA APLICADA 3 102 6 992017 SAUDE, BIOETICA E SOCIEDADE 4 136 8 408531 TECNOLOGIA FARMACEUTICA I 4 68 4 408186 FARMACOLOGIA E FARMACOCINETICA 4 68 4 ANALISE E SINTESE ORGANICA DE 408515 FARMACOS 4 68 4 408179 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA I 4 68 4 - 25 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 408532 TECNOLOGIA FARMACEUTICA II 5 68 4 FARMACODINAMICA E QUIMICA 408517 FARMACÊUTICA I 5 68 4 408561 MICROBIOLOGIA CLINICA 5 68 4 408542 ANALISE FARMACEUTICA 5 136 8 408664 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA II 5 102 6 FARMACODINÂMICA E QUÍMICA 408519 FARMACÊUTICA II 6 136 8 408575 BROMATOLOGIA 6 68 4 408198 FARMACOBOTANICA E FARMACOGNOSIA 6 68 4 408518 TECNOLOGIA FARMACEUTICA III 6 136 8 408190 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA III 6 68 4 408631 BIOQUIMICA CLINICA 7 136 8 CONTROLE DE QUALIDADE DE INSUMOS E 408203 PRODUTOS FARMACEUTICOS 7 68 4 408199 FARMACIA HOSPITALAR 7 68 4 408206 FITOQUIMICA 7 68 4 408665 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA IV 7 102 6 408205 HOMEOPATIA 8 68 4 408543 LEGISLAÇÃO FARMACEUTICA 8 34 2 FARMACOTERAPEUTICA E ATENCAO 408200 FARMACEUTICA 8 68 4 408562 IMUNOLOGIA CLINICA 8 68 4 408210 HEMATOLOGIA CLINICA 4 68 4 408204 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA V 8 68 4 408551 ADMINISTRAÇÃO FARMACEUTICA 9 34 2 408669 ANALISES CITOLOGICAS E PARASITOLOGICAS 9 68 4 408636 PESQUISAS EM CIENCIAS BIOMEDICAS 9 34 2 408548 TOXICOLOGIA 9 68 4 408567 BIOTECNOLOGIA 9 68 4 408666 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA VI 9 272 16 - 26 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 900506 OPTATIVA 10 68 4 408633 TCC EM CIENCIAS FARMACEUTICAS 10 34 2 408667 ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA VII 10 272 16 Número de créditos: 256 e Carga Horária Total: 4582h DISCIPLINAS OPTATIVAS Ordem Disciplinas C/H Créditos 1 BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA 68 4 2 COSMETOLOGIA 68 4 3 ESTÉTICA CAPILAR 68 4 4 LIBRAS 68 4 5 MÉTODOS 68 4 EM ECOLOGIA E ANÁLISES AMBIENTAIS 6 MICOLOGIA 68 4 7 RADIOFARMÁCIA 68 4 8 TECNOLOGIA DE ALIMENTOS 68 4 9 VISAGISMO E MAQUIAGEM I 68 4 5.2. CONTEÚDO CURRÍCULAR O conteúdo das disciplinas constantes na matriz curricular é planejado de forma globalizada, para que o aluno tenha uma formação ampla e consistente, nas áreas de medicamentos, alimentos e análises clínicas e toxicológicas, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais buscando sempre a interdisciplinaridade por meio dos eixos temáticos: ciências exatas, ciências biológicas e da saúde, ciências farmacêuticas e ciências sociais e humanas, assim como se segue: Ciências Exatas Disciplinas: Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial, Química Medicinal I, Termodinâmica e Cinética em Ciências Farmacêuticas, Química Medicinal II, Química Medicinal III, Análise e Síntese e Análise Farmacêutica. O eixo das ciências exatas possibilita aos alunos o entendimento das propriedades periódicas dos elementos, ligações químicas, funções orgânicas e inorgânicas, gases, - 27 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA equilíbrio químico e físico, síntese, purificação e métodos químicos qualitativos, quantitativos e instrumentais aplicados à análise de insumos farmacêuticos. Ciências Biológicas e da Saúde Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana, Estudos em Fisiologia Humana, Genética Humana, Estudos em Microbiologia e Processos Imunológicos, Fisiopatologia, Bioquímica Aplicada e Farmacologia e Farmacocinética. O eixo das ciências biológicas e da saúde permite o estudo dos principais sistemas corporais através da abordagem anatômica, da biologia tecidual e do desenvolvimento, bem como o funcionamento dos principais sistemas do corpo humano através da abordagem fisiológica, biofísica, bioquímica e molecular. Ciências Farmacêuticas Disciplinas: Tecnologia Farmacêutica I, Tecnologia Farmacêutica II, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica I, Microbiologia Clínica, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica II, Bromatologia, Farmacobotânica e Farmacognosia, Tecnologia Farmacêutica III, Bioquímica Clínica, Controle de qualidade de insumos e produtos farmacêuticos, Farmácia Hospitalar, Imunologia Fitoquímica, Clinica, Homeopatia, Hematologia Farmacoterapêutica Clínica, Análises e Atenção Citológicas e Famacêutica, Parasitológicas, Toxicologia e Biotecnologia. O eixo das ciências farmacêuticas possibilita o conhecimento e a vivência das múltiplas funções que o profissional pode desenvolver no planejamento, aquisição, manipulação, estocagem, controle, distribuição, dispensação e orientação adequada para o uso racional de medicamentos, drogas, insumos químicos e correlatos. Ciências Humanas e Sociais Disciplinas: Comunicação e Expressão, Cultura Religiosa, Instrumentalização Científica, Sociedade e Contemporaneidade, Introdução às Ciências Farmacêuticas, Saúde, Bioética e Sociedade, Administração Farmacêutica, Legislação Farmacêutica. O eixo das ciências humanas e sociais faz com o que o aluno conheça os aspectos culturais, econômicos, políticos e sociais, perpassando pela epidemiologia e exigências legais ao exercício da profissão de farmacêutico em todo o seu âmbito de atuação, aspectos fundamentais para o planejamento das ações de caráter individual e coletivo do profissional farmacêutico. - 28 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA O aluno para integralizar o Curso de Farmácia deverá cursar 43 disciplinas obrigatórias, o que corresponde a 202 créditos, sendo uma delas optativa (4 créditos), perfazendo uma carga horária total de 3434 horas distribuídas pelos 10 períodos letivos. Para concluir, a carga horária total de 4582, o aluno deverá realizar ainda 952 horas de estágios curriculares, o trabalho de conclusão do curso (34 h) e as atividades complementares (230 h), validadas conforme Regulamento específico. As ementas, conteúdos e bibliografia das disciplinas são atualizados no início de cada semestre, mediante apontamentos do Núcleo Docente Estruturante e a partir de discussões do Colegiado do Curso sobre as deficiências percebidas durante as aulas, bem como as necessidades atuais, pertinente a área da saúde. 5.2.1. EMENTÁRIO/BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3) E COMPLEMENTAR (5) 1° PERÍODO Disciplina: Estudos em Morfologia Humana Ementa: Estudo dos principais sistemas C/H: 136 corporais através Créditos: 8 da abordagem anatômica, da biologia tecidual e do desenvolvimento. Bibliografia Básica: DÂNGELO, J. G. Anatomia Humana Sistêmica e segmentar.2ed.Atheneu,2003 JUNQUEIRA,LC; Carneiro,J. Histologia Básica.10ª ed. Guanabara Koogan, 2008. MOORE, K; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Básica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 Bibliografia Complementar: GARTNER, L. P. E HIATT, J. L. Atlas de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. MOORE, K. Anatomia Orientada para a Clínica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001 NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006 MOORE, K. L. Embriologia clínica. 7. ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2004. TORTORA, G. J. Corpo humano : fundamentos de anatomia e fisiologia. 6. ed. - 29 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Porto Alegre : ARTMED, 2006. Disciplina: Introdução as Ciências C/H: 68 Créditos: 4 Farmacêuticas Ementa: Situa o aluno que ingressa no curso de farmácia no contexto do Centro Universitário Luterano de Palmas, do Curso de Farmácia e da profissão Farmacêutica e estabelecer subsídios para compreensão do modelo de saúde vigente no Brasil, visualizando o processo de saúde/doença e seus conceitos, inserido na coletividade e seus movimentos sociais. Bibliografia Básica: DANNI, F. F., WANNMACHER, L. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional . 4. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2010. ZUBIOLI, A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime, 2006. MARGOTA, R. História ilustrada da medicina. São Paulo : Manole, 1998. 192 p. Bibliografia Complementar: BISSON, M. P. Farmácia clínica e atenção farmacêutica, São Paulo: Medfarma, 2004. 356 p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A organização Jurídica da Profissão Farmacêutica. 3ed. Brasília: K&R, 2001. 1516p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, Codigo de ética da profissão farmacêutica: resoluções do CFF – n.º 417, 418/2004 e 431/2005, Brasília, 2005. Dicionário de Especialidades Farmacêuticas, 35 ed. Rio de Janeiro: Publicações Científicas, 2006. KOROLKOVAS, A. FRANÇA, F.F.A.C. Dicionário terapêutico. Rio de Janeiro: Guanabara 2005. Disciplina: Comunicação e Expressão C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Linguagem, língua e fala. Funções da linguagem. Oralidade, escrita e variação lingüística. Leitura e estratégias de leitura. Escrita e estratégias de escrita. Paragrafação. Coesão e coerência textuais. Paráfrase, retextualização e resumo. Argumentação e persuasão. Tipologias e gêneros textuais. Particularidades léxicas e gramaticais. - 30 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Básica: FARACO, C. R. TEZZA, C. Prática de Texto: para estudantes Universitários. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. BASTOS, L. K. A Produção escrita e a gramática. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1992. SAVIOLI, F. P. Gramática em 44 lições: com mais de 1700 exercícios. 30. Ed. São Paulo: Ática, 1998. Bibliografia Complementar: KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2000. CINTRA, A.M. Português instrumental: para área de ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1995. BAGNO, M. A Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 52. ed. São Paulo: Loyola, 2009. KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e Compreender os sentidos dos textos. São Paulo: Contexto, 2007. CITELLI, A. Linguagem e Persuasão. 16 ed. São Paulo: Ática, 2007. FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis: Vozes, 2001. Disciplina: Química Medicinal I C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: A disciplina visa levar ao aluno conhecimentos sobre estrutura atômica e propriedades periódicas dos elementos, ligações químicas, funções inorgânicas, gases, aritmética química, soluções, reações químicas e equilíbrio químico. Bibliografia Básica: ATKINS, P. W. JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre : Bookman, 2012. 922 p. KOTZ, J. C. TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2002, v. 1. RUSSEL, J.B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Makron, 1994, 621 p., v. 1 Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, 2011. 278 p. - 31 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA KOTZ, J. C. TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2002, v. 2. MAHAN, B. M. Quimica: um curso universitario. 4. ed., 5 reimp. São Paulo : E. Blücher, 2002. 582 p. TARTARI, L. C. NHUCH, E. Laboratório de química geral e química geral experimental. Canoas: Ed. ULBRA, 2005. 65 p. UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde: uma introdução a química geral, orgânica e biológica. 2. ed. São Paulo: Manole, 1992. Disciplina: Biossegurança e Instrumentalização C/H: 34 Créditos: 2 Laboratorial Ementa: Estudo da importância da biossegurança em laboratório e seus métodos, introdução de práticas de laboratório, abordagem de cálculos matemáticos aplicados e métodos instrumentais de laboratório. Bibliografia Básica: HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. Rio de Janeiro: Medsi, 2004. MASTERTON, W. L. Princípios da química. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1990. RUSSEL J. B. Química geral. 2 ed. São Paulo: Markron Books, 1994. v.1. Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, 211. 278 p. MAHAN, B. M. Quimica: um curso universitario. 4. ed., 5 reimp. São Paulo : E. Blücher, 2002. 582 p. NEVES, A. M. Alguns reagentes de laboratório químico. São Paulo: A. M. Neves. 2000. TARTARI, L. C. NHUCH, E. Laboratório de química geral e química geral experimental. Canoas: Ed. ULBRA, 2005. 65 p. VOGEL, Arthur I.. Análise química quantitativa. 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC. 2002. - 32 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 2° PERÍODO Disciplina: Estudos em Fisiologia Humana C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Estudo integrado do funcionamento dos principais sistemas do corpo humano através da abordagem fisiológica, biofísica, bioquímica e molecular. Bibliografia Básica: CONSTANZO, L.S. Fisiologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. GUYTON, A.C. HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115 p. LEHNINGER, A. L. Princípios de bioquímica. 2 ed. São Paulo: Sarvier, 2000. 839 p. NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5a. ed. Porto Alegre : ARTMED, 2011. Bibliografia Complementar: CHAMPE, P.C. Bioquímica Ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2007. CAMPBELL, M. K. Bioquímica [impresso e on-line]. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006. GUYTON, A.C., Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6.ed. Rio de Janeiro: STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996 TORTORA, G. J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 9. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002. VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARES-GUIA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2a. ed. São Paulo : Atheneu, 1999. Disciplina: Química Medicinal II C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Abordagem da estrutura atômica e molecular de elementos, estudo das funções orgânicas, nomenclatura, propriedades químicas e físicas e suas aplicações na área da saúde. Bibliografia Básica: BARBOSA, L. C. A. Introdução à química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, - 33 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 2011. 331 p. MORRISON, R. T. Química orgânica. 13 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. 1510 p. SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1. SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.2. UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde: uma introdução a química geral, orgânica e biológica. 2 ed. São Paulo : Manole, 1992. 646 p. Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, 2011. 278 p DIAS, A. G. COSTA, M. A.; GUIMARAES, P. I. Guia prático de química orgânica.Rio de Janeiro : Interciência, 2004. v. FONSECA, M. R. M. Química: química orgânica. São Paulo: FTD, 1992. 368 p. SACKHEIM, G.I. LEHMAN, D.D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. 8 ed. Barueri: Manole: 2001, 644 p. USBERCO, J. Fundamentos de química orgânica / [coordenação de] Marcello de Moura Campos. 3. reimpr. São Paulo : E. Blücher, 2001. 606 p., il. Disciplina: Cultura Religiosa C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Visão global da importância do fenômeno religioso e suas implicações. Principais religiões universais. Valores humanos, sociais, éticos e espirituais legados pelo Cristianismo. Bibliografia Básica: GAARDER, J. NOTAKER, H. HELLERN, V. O Livro das Religiões. São Paulo: Cia de Bolso, 2009. 334 p. KUCHENBECKER, V. (org). O Homem e o Sagrado: a religiosidade através dos tempos. 8. edição. Canoas:ULBRA,2004. WARTH, M. C. A Ética de cada dia. Canoas: Editora da ULBRA, 2002. FLOR, D. M. Cultura Religiosa. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2007. 164 p. VARIOS AUTORES. A Bíblia na Linguagem de Hoje. São Paulo, SBB, 2009. - 34 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Complementar: WERNECK, H. Quem decide pode errar, quem não decide já errou. 5ª ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 155 p. GEISLER, N. L. Ética Cristã. São Paulo. Vida Nova, 2002. HEIMANN, L. (Coordenador) ULBRA, Universidade Confessional. Canoas: ULBRA, 2000. WARTH, M. C. Fé Existencial num Mundo Secular. Canoas. Ed. ULBRA, 2003. SANTOS, J. L. O que é Cultura? 16ª ed. São Paulo: Brasiliense, 2003. FORELL, G. W. Fé ativa no amor. Porto Alegre: Concórdia Editora. Tradução de Geraldo Korndörfer, 1985. ALVES, R. O que é Religião? São Paulo. Edições Loyola, 2000. PIAZZA, W. Religiões da humanidade. 3ª ed.. São Paulo Edições Loyola, 1996 Disciplina: Genética Humana C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Promover o conhecimento da genética humana, enfaztizando a variação e a hereditariedade dos seres humanos, sendo abordadas a genética mendeliana, a citogenética, a genética molecular, a genômica e a genética clínica. Bibliografia Básica: GRIFFITHS, A. J. F. et.al. Introdução à genética. 8. ed.. Rio de Janeiro:. Guanabara Koogan, 2006. PASTERNAK, Jack J.. Genética molecular humana: mecanismo das doencas hereditárias. Barueri:. Manole,. 2002. THOMPSON, M. W. Genética médica . 6. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2002. Bibliografia Complementar: BURNS, G. W. e BOTTINO, P. J. Genética: uma introdução à hereditariedade. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2. ed.. Porto Alegre: ARTMED. 2002. LEWIS, B. Genes VII. Porto Alegre: ARTMED, 2001. SALZANO, F. M. Genética e farmácia. 1.ed.. 0. Sao Paulo. Manole. 1990. VOGEL, F. MOTULSKY, A. G. Genética Humana: Problemas e Abordagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2000. - 35 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Disciplina: Termodinâmica e Cinética em C/H: 68 Créditos: 4 Ciências Farmacêuticas Ementa: Experiências de termodinâmica e de equilíbrio químico e físico em sistemas simples e/ou em mais de um componente, bem como as propriedades em solução, aplicando a cinética química e o entendimento dos fenômenos de transporte. Bibliografia Básica: Atkins, P. W.. Físico-química – Equilíbrio, - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC. 1999. Vol 1 Atkins, P. W.. Físico-química – Estrutura - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC. 1999. Vol 2 Atkins, P. W.. Físico-química - Processos - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC. 1999. Vol 3 FLORENCE, A. T.; ATTWOOD, D. Princípios físico-químicos em farmácia. 2.ed. São Paulo : Pharmabooks, 2011. Bibliografia Complementar: ATKINS, P.; LORETTA, J. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2012. MAHAN, B. M. MYERS, R. J. Química: Um curso universitario. 4º ed. Americana. São Paulo SP: Editora Blücher, 2002. 582 p. MOORE, W. J. Físico-química. 7. reimpr. São Paulo: Editora Blücher, 2000-2002. v.1. MOORE, W. J. Físico-química. 7. reimpr. São Paulo: Editora Blücher, 2000-2002. v.2. PUGLIESI, M.; TRINDADE, D. F. Química Básica Teórica. São Paulo - SP: Icone 1992. Russel John B. Química Geral, - 2 ed. - São Paulo: Markron Books, 1994. Vol 1. Russel John B. Química Geral, - 2 ed. - São Paulo: Markron Books, 1994. Vol 2. Disciplina: Instrumentalização Científica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo da lógica, dos processos lógicos e as regras da lógica. Estudo de metodologia para compreensão de pesquisa científica. Estrutura básica do conhecimento humano. Etapas de projeto de pesquisa. Bibliografia Básica: LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo : Atlas, 2003. 311 p. ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 160 p. LAKATOS, E. M. MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. São Paulo : Atlas, 2001. 220 p. - 36 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Complementar: SILVA, E. L. & MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC, 2001. 121p. Disponível em: < http://www.portaldeconhecimentos.org.br/index.php/por/content/view/full/10232>. Acesso em: 05 fev. 2013. ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: O dilema da educação. São Paulo: Edições Loyola, 17a Edição: Setembro de 2007. 143p. Disponível em: . Acesso em: 06 fev. 2013 OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2. ed.. São Paulo: Pioneira. 2001. 320 p. THUMS, Jorge. Acesso à realidade: técnicas de pesquisa e construção do conhecimento. 3 ed. Porto Alegre: Ed. ULBRA, 2003. 232 p., il. CERVO, A. L. Metodologia científica:. 5. ed.. São Paulo: Makron. 2005. 242 p. 3° PERÍODO Disciplina: Estudos em Microbiologia e Processos C/H: 136 Créditos: 8 Imunológicos Ementa: Estudo dos mecanismos de defesa gerais e específicos do hospedeiro nas interrelações com o parasito. Células responsáveis pela resposta imune específica. Fatores humorais específicos e inespecíficos envolvidos na resposta imune. Métodos imunológicos de prevenção e controle de doenças. Processos patológicos decorrentes de alterações nos mecanismos normais de resposta imunológica. Bibliografia Básica: ABBAS, A. K.; LITCHMAN, A. H. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema imunológico. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. COICO, R. SUNSHINE, G. Imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, 380p. JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 25. ed. Porto Alegre: MGH, 2012, 813 p. ROITT I., BROSTOFF J. E MALE D. Imunologia, 6o Edição, Mosby, 2003. TORTORA, G.; FUNKE, B.R.; CASE, L.C. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, 2005. - 37 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Complementar: ABBAS, A. K.; LITCHMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 580p. BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São Paulo: ATHENEU. 2010, 196p. FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2005. MURRAY, P. R.; ROSENTHAL, K. S. Microbiologia Médica. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 979p. PARHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: ARTMED, 2001. WINN JR, W.; ALLEN, S.; JANDA, W.; KONEMAN, E.; PROCOP, G.; SCHERECKENBERGER, P. WOODS, G. Koneman Diagnóstico Microbiológico: Texto e Atlas. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI. 2010, 1565 p. Disciplina: Química Medicinal III C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo do mecanismo das reações orgânicas, com base nas propriedades químicas dos compostos. Bibliografia Básica: BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução a química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011. MORRISON, Robert Thornton. Química orgânica / Robert Thornton Morrison, R. Boyd ; tradução de M. Alves da Silva. 13. ed. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. 1510 p., il. SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1 SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.2 Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. SILVA, G. V. J.; DONATE, P. M. Fundamentos de química experimental. São Paulo : EDUSP, 2011. 278 p., il. FONSECA, Martha Reis Marques da. Química : química orgânica / Martha Reis Marques da Fonseca. São Paulo : FTD, 1992. 368 p., il. SACKHEIM, George I. Química e bioquímica para ciências biomédicas / George I. Sackheim, Dennis D. Lehman ; [tradução] Luiz Carlos Carrera. 8. ed. Barueri : Manole, - 38 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 2001. x, 644 p., il. UCKO, David A. Química para as ciências da saúde : uma introdução a química geral, orgânica e biológica / David A. Ucko ; [tradução] José Roberto Giglio. 2. ed. São Paulo : Manole, 1992. xxxiii, 646 p., il. USBERCO, J. Fundamentos de química orgânica / [coordenação de] Marcello de Moura Campos. 3. reimpr. São Paulo : E. Blücher, 2001. 606 p., il. Disciplina: Sociedade e Contemporaneidade C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos fundamentos teóricos e filosóficos das Ciências Sociais, tendo por base pensadores clássicos e contemporâneos. Análise dos contextos sociais, políticos, históricos e econômicos no âmbito nacional e internacional e da história e cultura afrobrasileira e indígena. Compreensão da realidade brasileira na perspectiva da educação ambiental e da Política Nacional de Direitos Humanos. Bibliografia Básica: SOUZA, N. J. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 1997. HOBSBAWM, E. Era dos extremos – O breve século XX 1914-1991. 2 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. TESKE, O. Sociologia – Textos e contextos. 2 ed. Canoas: Editora Ulbra, 2000. Bibliografia Complementar: ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BOBBIO, N. Teoria Geral da Política – A filosofia política e as lições dos clássicos. 5 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002. TOURAINE, A. Crítica da modernidade. 7 ed. Petrópolis, Petrópolis: Vozes, 2002. LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 2000. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1999. Disciplina: Fisiopatologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Apresentar a fisiopatologia dos órgãos e sistemas do corpo humano, desenvolvendo a capacidade de compreender os mecanismos das patologias com maior incidência em saúde pública. Bibliografia Básica: BRAUN, C. A. Fisiopatologia: alterações funcionais na saúde humana. Porto Alegre: - 39 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Artmed, 2009. COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Robbins : patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2000. PORTH, C. M. Fisiopatologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Bibliografia Complementar: DICIONÁRIO ANDREI DE TERMOS DE MEDICINA. 2 ed. São Paulo: Ed. Andrei, 2002. FARIA, J. L. Patologia Especial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999 GUYTON, A. C. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998 SILBERNAGL, S.; LANG, F. Fisiopatologia - Texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2006. SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana, uma abordagem integrada. 2 ed. Barueri, SP: Ed. Manole, 2003. Disciplina: Bioquímica Aplicada C/H: 102 Créditos: 6 Ementa: Estudo da estrutura química das biomoléculas, propriedades químicas, formas de identificação e solubilidade que proporciona ao aluno a reconhecer e identificar as moléculas correlacionando-as com suas funções. Estudo da bioquímica do metabolismo de carboidratos, lipídios, aminoácidos e proteínas na sua teoria, associando aspectos fisiológicos, nutricionais e patológicos. Bibliografia Básica: CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 Ed.. Porto Alegre:ARTMED. 2006. NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5a. ed. Porto Alegre : ARTMED, 2011. STRYER, L. Bioquímica. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002 Bibliografia Complementar: BAYONES, J. DOMINICZAK, M. H.Bioquímica Médica. 1a. ed. São Paulo, Manole, 2000. CHAMPE, P.; HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada. 2ª edição, Ed. Artes Médicas: Porto Alegre, 2002. CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. 4ª. ed. São Paulo: E. Blücher, 2001. LEHNINGER, A. L. Bioquímica. Albert Lester Lehninger. São Paulo : E. Blücher, 19882002. 4 v., il. VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de bioquímica. Charlotte W. Pratt. Porto Alegre : ARTMED, 2002. 931 p., il. - 40 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 4° PERÍODO Disciplina: Saúde, Bioética e Sociedade C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Abordagem de conceitos, princípios, teorias, aspectos legais e políticas de saúde, epidemiologia, biestatística e bioética na área da saúde. Evolução histórica das políticas de saúde, indicadores de saúde, estudos epidemiológicos, medidas de doenças, questões relacionadas à associação e causalidade, bem como a bioética das relações étnicos-raciais, afro-brasileira e indígena associada. Modelos de atenção à saúde; planejamento e gestão no âmbito do Sistema Único de Saúde. Bibliografia Básica: ANGERAMI, C; VALDEMAR; A. A ética na saúde. São Paulo:Thomson, 2006. BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R. e KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. São Paulo: Livraria Santos Editora Ltda, 2003. MEDRONHO, R et al. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2005. PEREIRA, M.G. Epidemiologia teoria e prática. 2º edição, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, S.A., 2003. VIEIRA, S. Introdução a Bioestatítica. 3ª edição, Rio de Janeiro: Campos, 1980. Bibliografia Complementar: ALMEIDA FILHO, N e ROUQUAYROL, M.Z. Introdução à epidemiologia, 4ª edição, Belo Horizonte: Guanabara Koogan, 2006. ANDRADE, S.M.; SOARES,D.A;CORDONI JUNIOR, L. (organizadores).Bases da Saúde Coletiva, Londrina:UEL, 2001. CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatísca princípio e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003. CAMPOS, G.W.S; MINAYO, M.C.S; AKERMAN, M. et all. Tratado de Saúde Coletiva, São Paulo – Urcitec; Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2006 GOLDIM JR. Pesquisa em saúde: leis, normas e diretrizes. Porto Alegre: HCPA, 1997. PESSINI L; BARCHIFONTAINE CP. Problemas atuais de Bioética. 9 ed. São Paulo: Loyola, 2010. - 41 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Disciplina: Tecnologia Farmacêutica I C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Introdução à tecnologia farmacêutica com apresentação das diferentes áreas de produção assim como as instalações necessárias, estudo de operações farmacêuticas, introdução aos adjuvantes farmacêuticos, suas funções e classificação. Apresentação dos tipos de água utilizados para a produção de medicamentos, bem como as técnicas para obtenção, apresentação de materiais de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com a fabricação de medicamentos. Bibliografia Básica: ANSEL, H. C. POPOVICH, N. G.; ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6. ed.. São Paulo: Premier. 2000. FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral, 4 ed. Juiz de Fora: Pharmabooks, 2011. PRISTA, N.L; ALVES, C.A.; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 6ª edição, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkiam, 2002. Bibliografia Complementar: CRESPO, M. S., et.al, Formulárium Compêndio de Fórmulas Magistrais, Vol. 1 , São Paulo 2002. FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo: Atheneu, 2004. GENNARO, A. R.. Remington: the science and practice of pharmacy. 20. ed.. USA: J. B. Lippincott. 2000. LANCHMAN, L. LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e prática na indústria farmacêutica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2010. LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. São Paulo: Organização Andrei, 1997. SOUSA, G. B., Manipulação Magistral de Medicamentos em Pediatria, São Paulo, Ed. Pharmabooks, 1 ed., 2003. Disciplina: Farmacologia e Farmacocinética C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos princípios gerais de farmacologia e farmacocinética, ações e efeitos de fármacos no organismo. Bibliografia Básica: KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 9 ed., Rio de Janeiro: Guanabara - 42 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Koogan. 2006. 991p. RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. Farmacologia. 7. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 768p. SILVA, P. Farmacologia. 8. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010. 1325p. Bibliografia Complementar: BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica . 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p. CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia Moderna. 4. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996, 825p. GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2004. 617p. GUYTON, A. C, HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p. HOWLAND, R. D.; MYCEK, M. J. Farmacologia ilustrada. 3.ed. Porto Alegre :ARTMED, 2007. 551p. Disciplina: Análise e Síntese Orgânica de Fármacos Ementa: Análise retrossintética, síntese, purificação C/H: 68 e análise Créditos: 4 por métodos espectroscópicos da produção de fármacos por síntese química. Estudo de técnicas de purificação de sólidos e líquidos. Bibliografia Básica: A.T. FLORENCE, DAVID ATTWOOD. Princípios físico-químicos em farmácia. 2 ed. São Paulo: Pharmabooks, 2011, 690 p. BARBOSA, L. C. A. Introdução à química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011. 331 p. CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, 2004. 272 p. MORRISON, R. T. Química orgânica. 13 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. 1510 p. SOLOMONS, T. W. G. Química orgânica. 7 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1. SOLOMONS, T. W. G. Química orgânica. 7 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.2. - 43 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Complementar: BARREIRO, E. J. Química medicinal : as bases moleculares da ação dos fármacos. Porto Alegre: ARTMED, 2008. 536 p. DIAS, A. G. Guia prático de Química Orgânica. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. v. FONSECA, M. R. M. Química: química orgânica. São Paulo: FTD, 1992. 368 p. GARETH, T. Química medicinal : uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 413 p. WOLF, C. R. Síntese orgânica. Canoas: Ed. ULBRA, 2005. 83 p. (Cadernos universitários; 232). Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia I Ementa: Conceitos relacionamento fundamentais profissional e ético da relação com C/H: 68 interpessoal, integração a teoria Créditos: 4 e conhecimentos prática do gerais do funcionamento e organização de empresas farmacêuticas, capacitando o acadêmico a participar de equipes multidisciplinares em saúde através da realização de atividades teóricas e práticas em estabelecimentos farmacêuticos. Bibliografia Básica: ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G., ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação de fármacos. . 6. ed. São Paulo : Premier, 2000. 568 p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, Codigo de ética da profissão farmacêutica: resoluções do CFF – n.º 417, 418/2004 e 431/2005, Brasília, 2005. DEL PRETE, A. Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabalho em grupo. 3ª ed. 2004. Bibliografia Complementar: MARIN N. (org). Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro: OPAS, 2003. 334 p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A Organização jurídica da profissão farmacêutica, 3. ed., rev e atual Brasília : K&R, 2001. 1516 p., GENNARO, A. R. , Remington: a ciência e a prática da farmácia . 20. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2012. 2210 p GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. Ciências farmacêuticas: uma abordagem em - 44 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011. 558 p STORPIRTIS, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 489 p. 5º PERÍODO Disciplina: Tecnologia Farmacêutica II C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Apresentação das diferentes áreas de produção, equipamentos e técnicas de preparação de medicamentos e respectivos fundamentos teóricos, estudando operações unitárias, diferentes tipos de adjuvantes, suas funções e classificação, material de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com a fabricação de medicamentos e desenvolvimento tecnológico de formas farmacêuticas líquidas e semi-sólidas estéreis e não estéreis. Bibliografia Básica: ANSEL, Howard C.. Farmacotécnica :. 6. ed.. São Paulo: Premier. 2000. FERREIRA, Andersom de Oliveira. Guia prático da farmácia magistral, 2ª edição, Juiz de Fora: Pharmabooks, 2002. PRISTA, N.L; ALVES, C.A.; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 6ª edição, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkiam, 2002. Bibliografia Complementar: DRAELOS, Zoe Diana, Cosméticos em dermatologia, 2ª edição, editora Revinter, São Paulo. FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo: Atheneu, 2004. ROMANOWISKI, Pierre; SCHUELLER, Randy, Iniciação à química cosmética, Vol 1, editora Tecnopress, 1ª edição, 2001 SOUZA, G. B., Manipulação magistral de medicamentos em pediatria,1ª edição, editora pharmabooks ROMANOWISKI, P.; SCHUELLER, R., Iniciação à química cosmética, Vol 2, editora Tecnopress, 1ª edição, 2002 GIL, ERIC DE SOUZA. Farmacotécnica compacta. São Paulo : Pharmabooks, 2006. Disciplina: Farmacodinâmica e Química - 45 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA C/H: 68 Créditos: 4 Farmacêutica I Ementa: Estudo químico-farmacêutico envolvendo planejamento, modelagem molecular, latenciação e síntese de fármacos, bem como o estudo da relação estrutura-atividade, dos efeitos e mecanismos de ação das diversas classes de fármacos no organismo humano. Bibliografia Básica: ANDREI, C. C.; FERREIRA, C. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da química medicinal à química combinatória e modelagem molecular – um curso prático. 2. ed. Barueri – SP: Manole, 2012. 168p BARREIRO, E. J., FRAGA, C. A. M. Química Medicinal: As Bases Moleculares da Ação dos Fármacos. 2. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2008. 536p. SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010. 1325 p. WILLIAMS, D. A., LEMKE, T. L., Foye’s principles of medicinal chemistry, 7 ed., Lippincott Williams & Wilkins, 2012. 1408p Bibliografia Complementar: BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica . 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p. GARETH, T. Química Medicinal: uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 423p. GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2004. 617 p. KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J.H. Química Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 783 p. LEE, A. Reações adversas a medicamentos. 2. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2009. 488 p. Disciplina: Microbiologia Clínica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Busca a compreensão da análise e identificação dos microrganismos para o conhecimento das doenças infecciosas e auxílio clínico. Bibliografia Básica: - 46 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia Médica. Guanabara Koogan, 25 ed. Porto Alegre: MGH, 2012. 813 p. KONEMAN, Elmer W. et al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2010, 1565p. MURRAY, P. R. et al. Microbiologia Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. TORTORA, G.; FUNKE, B.R.; CASE, L. C. Microbiologia - 8 edição. Porto Alegre: Artmed, 2005. Bibliografia Complementar: BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu. 2010, 196p. BERNARD, J. Diagnósticos clínicos e tratamento: por métodos laboratoriais. 20ª Ed. São Paulo: Manole, 2008 BROOKS, G. F. JAWETZ, E.; MELNICK, J.; ADELBERG, E: Microbiologia Médica. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2005. TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, 2005. Disciplina: Análise Farmacêutica C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Estudo dos métodos químicos qualitativos, quantitativos e instrumentais aplicados à análise de insumos farmacêuticos, bem como de métodos de análise farmacopéica de matérias-primas e de validação de metodologia analítica. Bibliografia Básica: BACCAN,N. Química analítica quantitativa elementar. 3. ed., ampliada São Paulo : E. Blücher, 2003. 308 p., il. FLORENCE, A. T. Princípios fisico-quimicos em farmácia. 2 ed. São Paulo: Pharmabooks, 2011, 690 p. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Cengage Learning, 2010, 999p. VOGEL, A. I. Química analítica qualitativa. 5 ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981. - 47 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 665 p. Bibliografia Complementar: ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5 ed. Porto Alegre : Bookman, 2012. 922 p. CONSTANTINO, M. G. SILVA, G. V. J.; DONATE, P. M. Fundamentos de química experimental. São Paulo : EDUSP, 2011. 278 p. TARTARI, L. C. NHUCH, E. N. Laboratório de química geral e química geral experimental. Canoas : Ed. ULBRA, 2005. 65 p., il. UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde : uma introdução a química geral, orgânica e biológica. 2. ed. São Paulo : Manole, 1992. xxxiii, 646 p., il. VOGEL, A. Il. Análise química quantitativa. 6. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462 p. Disciplina: Estágio Supervisionado em C/H: 102 Créditos: 6 Farmácia II Ementa: Preparar o egresso do curso de Farmácia da ULBRA para atuação no Sistema Ùnico de Saúde, com ênfase nos processos relacionados ao medicamento, tornando-o capaz de selecionar, comprar, armazenar, distribuir e dispensar medicamentos com racionalidade. Bibliografia Básica: CASSIANI, S. H. B. Administração de medicamentos. São Paulo : EPU, 2000. 131 p., il. STORPIRTIS, S. [et al.]Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2012. 489 p. BRASIL, Ministério da Saúde.Uso racional de medicamentos: temas selecionados. Ministério da saúde, 2012. 154 p., il. (Serie A. Normas e manuais técnicos). CIANCIARULLO, T. I. Instrumentos básicos para o cuidar : um desafio para a qualidade de assistência. São Paulo : Atheneu (São Paulo), 2007. 154 p., il. Bibliografia Complementar: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Guia para a boa prescrição médica. Porto - 48 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Alegre : ARTMED, 1998. 124 p., il. Ética e farmácia: uma abordagem latinoamericana em saúde. Brasília : Thesaurus, 2009. 456 p. BRASIL. Ministério da Saúde, [et al]. Formulário terapêutico nacional: Rename 2010. 2.ed. Brasília : Ministério da Saúde, 2011. 1.136 p., il. (Série B. Textos Básicos de Saúde). SACKETT D. ... [et al.].Medicina baseada em evidências : prática e ensino. 2 ed. Porto Alegre : ARTMED, 2003. 270 p. + 1 CD-ROM [organizado por] Nelly Marin ... [et al.].Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro : OPAS (Editora), 2003. 334 p., il. 6º PERÍODO Disciplina: Farmacodinâmica e Química C/H: 136 Créditos: 8 Farmacêutica II Ementa: Estudo da relação estrutura atividade dos fármacos correlacionada à farmacodinâmica molecular. Bibliografia Básica: BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica . 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p. SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010. 1325 p. WILLIAMS, D. A., LEMKE, T. L., Foye’s principles of medicinal chemistry, 7 ed., Lippincott Williams & Wilkins, 2012. 1408 p. Bibliografia Complementar: CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia Moderna. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 825 p. GRAHAME-SMITH, D. G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2004. 617 p. KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 991 p. KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J. H. Química Farmacêutica. Rio de Janeiro: - 49 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Guanabara Koogan, 1988. 783 p. LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, 2004. 2215 p. Disciplina: Bromatologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Capacitar o acadêmico a executar técnicas de análise e determinação da composição e propriedades físico-químicas, assim como controle de qualidade dos principais alimentos in natura e beneficiados. Conhecimentos gerais da organização, funcionamento e produção nas indústrias de alimentos. Bibliografia Básica: ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, 1995. CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Editora da UNICAMP: 2º. Ed. rev.- Campinas, SP, editora da UNICAMP, 2003. GOMES, J. C. OLIVEIRA, G. F. Análises físico-químicas de alimentos. Editora UFV. 2011. Bibliografia Complementar: CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre : ARTMED, 2006. FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9 ed. São Paulo: Atheneu, 1999 GAVA, J.A. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2008 SIQUEIRA, R.G. Manual de microbiologia de alimentos. Brasília : EMBRAPA, 1995 WITHNEY, E.. ROLFES, S.R. Nutrição: Entendendo os nutrientes. 10. ed. v. 1. São Paulo : Cengage Learning, 2008. Disciplina: Farmacobotânica e Farmacognosia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Conhecimento e abordagem da sistemática vegetal através de estudo da morfologia e taxonomia vegetal, além da análise farmacognóstica de matériasprimas de interesse farmacêutico. - 50 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Básica: OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. Fundamentos de farmacobotânica. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2003. OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. M.; AKISUE, M. K. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu, 1998. SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMAN, G.; PALAZZO DE MELO, J. C.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5 ed. Porto Alegre: UFRGS, 2003. Bibliografia Complementar: BRASIL. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. BRASIL. Programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2 ed. Zaragoza: Acribia, 2001. COSTA, A. F. Farmacognosia. 5 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. v.2. COSTA, A. F. Farmacognosia. 6 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. v.1. FETROW, C. W.; AVILA, J. R. Manual de medicina alternativa: para o profissional da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil : nativas e exóticas. 2 ed. Nova Odessa : Instituto Plantarum, 2008. NULTSCH, W. O. Botânica geral. 10 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000. Disciplina: Tecnologia Farmacêutica III C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Apresentação das diferentes áreas de produção, equipamentos e técnicas de preparação de medicamentos e respectivos fundamentos teóricos, estudando operações unitárias, diferentes tipos de adjuvantes, suas funções e classificação, material de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com a fabricação de medicamentos e desenvolvimento tecnológico farmacêuticas líquidas e semi-sólidas estéreis e não estéreis. - 51 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA de formas Bibliografia Básica: ALLEN JR. POPOVICH, N.G. ANSEL, H.C. Farmacotécnica:Formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. AULTON, M.E. Delineamento de Formas Farmacêuticas. 2a. Ed. São Paulo: Artmed, 2005. LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010. Bibliografia Complementar: FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. Volume I. São Paulo: Pharmabooks, 2011. FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. Volume II. São Paulo: Pharmabooks, 2011. GIL, E. S. Farmacotécnica compacta. São Paulo : Pharmabooks, 2006 LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume II. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010. LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. 6 ed. São Paulo: Organização Andrei, 1997. PINTO, T. de J. A.; KANEKO, T. M.; PINTO, A.F. Controle biológico de qualidade de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia C/H: 68 Créditos: 4 III Ementa: Estudo das principais ferramentas de gestão de qualidade, permitindo ao acadêmico conhecer e ser capaz de elaborar e aplicar o Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e Procedimentos Operacionais Padrão (POP) de estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos, com atendimento à legislação vigente. Bibliografia Básica: GERMANO, P. M. L; GERMANO, M. I. S. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 4. ed. rev., ampl. São Paulo : Manole, 2011 JUCENE, C. Manual de BPF, POP e registros - 52 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA em estabelecimentos alimentícios. Editora Rubio. 2012. SILVA JÚNIOR, E.A. Manual de Controle Higiênico Sanitário em Serviços de Alimentação. Varela, 6ª ed. 2012. Bibliografia Complementar: ANDRADE, N.J. MARTYN, E.L. alimentos. Viçosa: UFV, 1996 Limpeza e sanitização na indústria de FIGUEIREDO, R. M. As armadilhas de uma cozinha. Barueri: Manole, 2003. 217 p. Brasil. Ministério da Saúde. Boas práticas: no abastecimento de água: procedimentos para minimização de riscos à saúde. Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 249 p., il. SILVA, N. et al. Manual de métodos de análise microbiológica de água. 4 ed. São Paulo: Varela, 2010. 632 p. GAVA, A.J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2008. 7º PERÍODO Disciplina: Bioquímica Clínica C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: A disciplina visa capacitar os alunos quanto ao entendimento dos analitos bioquímicos e as respectivas doenças associadas às alterações. Enfatiza ainda o conhecimento e entendimento da teoria endócrina, relacionando os exames com os vários distúrbios hormais e as doenças correlacionadas. Dedicamos uma parte do curso para o estudo dos marcadores tumorais relacionando-os com os vários tipos de câncer. Bibliografia Básica: LIMA,A.O. et al. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e imterpretação. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2008 MILLER,O. Laboratório para o clínico. 8 ed. São Paulo. Editora Atheneu ( São Paulo), 1999 RAVEL, Richard. Laboratório Clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabra Koogan, 1997. Bibliografia Complementar: CAMPBELLI, M. K. Bioquímica. 3 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006 ESTRIDGE, B. H. Técnicas básicas de laboratório clínico 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011 HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por metodos laboratoriais. - 53 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 20 ed. São Paulo: Manole, 2008. LAWRENCE, M.A. et al. Manual de diagnostico e tratamento: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 1998 MOURA, R. A. et al. Técnica de laboratório. 3 ed. São Paulo: Atheneu (São Paulo), 2002 PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004 VARELLA, M.D. et al. Biossegurança e biodiversidade: contexto cientifico e regulamentar. Belo Horizonte: Del Rey, 1999 GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6ª ed. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan 1998 Disciplina: Controle de Qualidade em Fármacos C/H: 68 Créditos: 4 e Medicamentos Ementa: Desenvolvimento do espírito analítico e critico relacionados ao controle de qualidade de produtos farmacêuticos através, da aplicação de métodos quali e quantitativos de análise química ou microbiológica. Bibliografia Básica: FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. Volume II. São Paulo: Pharmabooks, 2011. GIL, E.S., Controle Físico-Químico de Qualidade de Medicamentos. 2ª. Ed. São Paulo: Pharmabooks, 2007 PINTO, T. de J. A.; KANEKO, T. M.; PINTO, A.F. Controle biológico de qualidade de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Bibliografia Complementar: LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010. LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume II. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010. LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. 6 ed. São Paulo: Organização Andrei, 1997 ALLEN J., POPOVICH N. G., ANSEL H. C.Formas Farmacêuticas e Sistemas de - 54 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Liberação de Fármacos. 8 ed. Ed Artmed, 2000 EWING, G. W. Métodos instrumentais de análise química São Paulo: E. Blu¨cher, 2001. PELCZAR J., MICHAEL J. C. Microbiologia : conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo:Makron, 1997. SIMÕES, C.M.O. Farmacognosia : da planta ao medicamento. Porto Alegre : UFRGS, 1999. Disciplina: Farmácia Hospitalar C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Capacita o acadêmico ao exercício da profissão de farmacêutico no âmbito hospitalar ou a ele equiparado, mediante o conhecimento das múltiplas funções que o profissional pode desenvolver no planejamento, aquisição, manipulação, estocagem, controle, distribuição, dispensação e orientação adequada para o uso racional de medicamentos, drogas, insumos químicos e correlatos. Bibliografia Básica: CAVALLINI, M. E.; BISSON, M. P. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. Barueri: Manole, 2002. CIPRIANO, S. L.; PINTO, V. B.; CHAVES, C. E. Gestão estratégica em farmácia hospitalar : aplicação prática de um modelo de gestão para qualidade . São Paulo : Atheneu, 2009. 158 p GOMES, M. J. V. M., Ciências farmacêuticas: uma abordagem em farmácia hospitalar, Atheneu (São Paulo), 2011. 558 p WACHTER, R. M. A segurança do paciente, traduzido por] Laura Souza Berquó. Porto Alegre : ARTMED, 2010. 320 p. Bibliografia Complementar: CASSIANI, S. H. B. Administração de medicamentos. São Paulo: EPU, 2000. COUTO, R. C. Infecção hospitalar - epidemiologia, controle, gestão para a qualidade. 2 ed. Rio de Janeiro: Medsi. 1999. FERRACINI, F.T. BORGES FILHO, W.M.; Farmácia clínica: Segurança na prática hospitalar /São Paulo : Atheneu, 2011 PEREIRA, G. A. Material médico-hospitalar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. - 55 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Storpirtis, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2012. 489 p. Disciplina: Fitoquímica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo químico de diferentes metabólitos secundários de origem vegetal, através de manejo sistemático de técnicas de extração, caracterização e identificação de substâncias de interesse farmacêutico. Bibliografia Básica: COSTA, A. F. Farmacognosia. 3 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. v.3 COSTA, A. F. Farmacognosia. 5 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. v.2. COSTA, A. F. Farmacognosia. 6 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. v.1. SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMAN, G.; PALAZZO DE MELO, J. C.; MENTZ, L.A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5 ed. Porto Alegre: UFRGS, 2003. Bibliografia Complementar: BRASIL. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. BRASIL. Programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2 ed. Zaragoza: Acribia, 2001. DI STASI, L. C. Plantas medicinais: arte e ciência - um guia de estudo. São Paulo: UNESP, 1996. FETROW, C. W.; AVILA, J. R. Manual de medicina alternativa: para o profissional da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil : nativas e exóticas. 2 ed. Nova Odessa : Instituto Plantarum, 2008. OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. M.; AKISUE. M. K. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu, 1998. - 56 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA SKOOG, D. A. [et al.]Fundamentos de química analítica. São Paulo : Cengage Learning, 2010. THOMAS, G. Química medicinal : uma introdução. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2012. Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia C/H: 102 Créditos: 6 IV Ementa: Fornecer ao acadêmico conhecimentos gerais do funcionamento e organização de um laboratório de análises clínicas, farmácias de manipulação e hospital, através de atividades que fazem parte do fluxograma das empresas que atuam nesta área. Bibliografia Básica: CAVALLINI, M. E.; BISSON, M. P. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. Barueri: Manole, 2002. FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral. 4. ed. Juiz de Fora: Pharmabooks, 2011, 736 p. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo: Manole, 2008. 1734 p. Bibliografia Complementar: FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e auto-imunes. Correlação clínico-laboratorial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 3. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2011. 511 p. GOMES, R. K. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: 2009. 402 p. MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 607 p. RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997, 616 p. 8º PERÍODO - 57 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Disciplina: Homeopatia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos princípios e fundamentos da homeopatia, da farmacologia homeopática, farmacotécnica e Boas Práticas de Manipulação homeopática. Bibliografia Básica: DANTAS, F. O que é homeopatia. 4 ed., São Paulo: Brasiliense, 1989. 115 p. FARMACOPÉIA HOMEOPÁTICA BRASILEIRA, 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2003. FONTES, O. L. Farmácia homeopática: teoria e prática. 2 ed. Barueri: Manole, 2005. 354 p. Bibliografia Complementar: CAIRO, N. Tratado de medicina homeopática. 21 ed. São Paulo: Gráfica círculo, 1994. CORNILLOT, P. Tratado de Homeopatia. Porto Alegre: ARTMED, 3 ed. 2005. FONTES, O. L. Farmácia Homeopática - teoria e prática. São Paulo: Editora Manole, 2001. SOARES, A. A. D. Dicionário de medicamentos homeopáticos: São Paulo: Livraria Santos, 2002. FERREIRA, A. O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. 2 Vol. São Paulo: Pharmabooks, 2011. Disciplina: Legislação Farmacêutica C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Conhecimento das exigências legais ao exercício da profissão de farmacêutico em todo o seu âmbito de atuação, mediante o conhecimento da legislação ético-profissional, trabalhista e sanitária. Bibliografia Básica: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A organização jurídica da profissão farmacêutica. 3ed. 2001. Pessini, L. Problemas atuais de bioética . 9. ed., rev. e ampl. São Paulo : Loyola, 2010. 632 p ZUBIOLI. A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime. 2005 Bibliografia Complementar: BITTAR, E. C. B. Curso de ética jurídica : ética geral e profissional . 3. ed., rev. São Paulo : Saraiva, 2005. 624 p BRITES, C. M. Ética e práxis profissional 4. ed. Brasília: CFESS, 2007. 82 p. - 58 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA CONSELHO FEDERAL DE FÁRMÁCIA. Código de ética da profissão farmacêutica: resoluções do CFF - Nº417, 418/2004 e 431/2005 /Brasília, 2005 DIAS, H. P. Direitos e obrigações em saúde. Brasília: ANVISA, 2002. 387 p. ANGERAMI-CAMON, V. A. A ética na saúde. São Paulo: Thomson, 2006. Disciplina: Farmacoterapêutica e Atenção C/H: 68 Créditos: 4 Farmacêutica Ementa: Fornece subsídios para atenção farmacêutica a pacientes e integração à equipe multidisciplinar, promovendo o uso racional de medicamentos. Bibliografia Básica: ARONSON, J. K; GRAHAME-SMITH, D.G.; Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. 617 p. Storpirtis, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2012. 489 p. LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Bibliografia Complementar: NITA, M. E. et al. Avaliação De Tecnologias Em Saúde Evidência Clínica, Análise Econômica E Análise De Decisão. Porto Alegre: Editora Artmed, 2010. 600 p. BRUNTON, L.L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B.; Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p. FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L.; Farmacologia clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1261 p. GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M.; Ciências farmacêuticas: Uma abordagem em farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011. 558 p. LIMA, D. R.; Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia . Rio de Janeiro : Medsi, 2003. 3 v. Disciplina: Imunologia Clínica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Conceitos gerais do sistema imunitário. Bases das reações antígenoanticorpo. Parâmetros para validação dos métodos imunológicos. Técnicas de valiação da imunidade celular. Aspectos clínicos e do diagnóstico imunológico de - 59 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA doenças infecciosas e parasitárias. Diagnóstico imunológico das alergias e doenas autoimunes. Ensaios de histocompatibilidade. Diagnóstico e avaliação imunológica de imunodeficiências. Avaliação imunológica de marcadores tumorais. Diagnóstico imunológico da gravidez. Bibliografia Básica: ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 580 p., il. NAIRN, R. Imunologia: para estudantes de medicina. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 326 p., il. PARSLOW, T.G., STITES, D.P., TERR, A.I., IMBODEN, J.B. Imunologia Médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 684p., il. Bibliografia Complementar: COICO, R.; SUNSHINE, G. Imunologia. Tradução: TOROS, E. F. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2010. 380 p., il. FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e autoimunes. Correlação clínico-laboratorial. 2. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2011. 443 p., il. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo : Manole, 2008. 1734 p., il. JANEWAY, C.A.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Imunobiologia: o sistema imunológico na saúde e na doença. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 767p + 1CDROM. PEAKMAN, M., VERGANI, D. Imunologia : básica e clínica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1999. 327 p., il. ROITT, I. M.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. 6. ed. Barueri : Manole, 2003. 481 p., il. Disciplina: Hematologia Clínica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Fundamentar a hematologia clínica e laboratorial em relação à fisiologia e fisiopatogenia das células tronco. Anemias, doenças leucocitárias. Citologia hematológica. Classificação morfológica das leucemias. Princípio da automação em - 60 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA hematologia e controle de qualidade em laboratório de hematologia. Bibliografia Básica: FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretação. 4 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2003 HOFFBRAND, A V. Fundamentos em hematologia. 5 Ed. Porto Alegre:ARTMED, 2008 SILVA, P. H. Hematologia laboratorial. Rio de Janeiro: REVINTER, 2009 TKACHUK, D. C. Wintrobe: Atlas colorido de hematologia [DVD], Rio de Janeiro: REVINTER, 2010 Bibliografia Complementar: CARVALHO, W. F. Técnicas médicas de hematologia e imuno-hematologia, 8ª Ed.,2008 HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo : Manole, 2008. 1734 p. HOFFBRAND, A. V. Atlas colorido de hematologia clínica. 3 Ed. Artmed, 2001 RAVEL, R. Laboratório Clínico. 6 Ed. Guanabara Koogan, 1997 VERRASTRO, T. Hematologia e Hemoterapia fundamentos em morfologia, fisiologia, patologia e clinica. São Paulo: Atheneu, 2006 Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia C/H: 68 Créditos: 4 V Ementa: Preparar o egresso do curso de Farmácia para a prática da Atenção Farmaceutica à pacientes, promovendo o uso racional de medicamentos através da detecção e resolução de PRM (Problemas Relacionados a Medicamentos) e RNM (Reações Não Medicamentosas) e da integração do profissional farmacêutico às equipes multidisciplinares de saúde. Bibliografia Básica: ARONSON, J. K; GRAHAME-SMITH, D.G.; Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. 617 p. BISSON, M.P.; Farmacologia clínica e atenção farmacêutica. São Paulo: Medfarma, 2004. 356 p FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L.; Farmacologia clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1261 p - 61 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Complementar: BRUNTON, L.L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B.; Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p. CRAIG, C.R.; STILTZEL, R.E.; Farmacologia Moderna. 4. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 825 p. GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M.; Ciências farmacêuticas: Uma abordagem em farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011. 558 p. HOWLAND, R. D.; MYCEK, M. J.; Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2007. 551 p. KATZUNG, B. G.; Farmacologia Básica e Clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 991 p. 9º PERÍODO Disciplina: Administração Farmacêutica C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Estudo do planejamento do negócio, noções organizacionais de empresas farmacêuticas, finanças, administração de recursos humanos, administração da produção, gestão da qualidade e custos. A disciplina visa capacitar o aluno à abertura e administração de negócios farmacêuticos. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7ª Ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2004. ROBBINS, S. P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2003. MAXIMIANO, A C A. Introdução à Administração. 5ª Ed., São Paulo, Atlas, 2004. Bibliografia Complementar: BERNARDES, C. Sociologia aplicada à administração: o comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 2001. ALMEIDA, M. C. Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade. São Paulo: Atlas, 2000. ALVAREZ, F. J. S.; MENDIZABAL. Trade marketing: a conquista do consumidor no ponto de venda. São Paulo: Saraiva, 2010 - 62 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA BULGACOV, S. Manual de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 2006. WAGNER, J.; HOLLENBECK, J. R. Comportamento Organizacional. São Paulo: Saraiva, 2002. Disciplina: Análises Citológicas e Parasitológicas C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Desenvolvimento de metodologias que possibilitem ao acadêmico analisar e inferir conclusões osbre os diversos aspectos (infecções, câncer, alterações metabólicas) em que se pode encontrar os líquidos corporais. Coleta, preparação e abordagem das técnicas de diagnóstico dos parasitas intestinais, sangüíneos e teciduais, fixados ou in natura. Bibliografia Básica: HENRY, John Bernard. Diagnósticos Clínicos e Tratamentos por Métodos Laboratoriais. 19ª ed. São Paulo: Ed. Manole, 1999. MARKEL, E. K.; JOHN, D. T.; KROTOSKI. W. A. Parasitologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 447 p. NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M.; VITOR, R. W. A . Parasitologia Humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 494 p. Bibliografia Complementar: CIMERMAN, B.; FRANCO, M. A. Atlas de Parasitologia - Artrópodes, Protozoários e Helmintos. São Paulo: Editora Atheneu, 2005. 105 p. LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica: texto e atlas. 4. ed. São Paulo Premier,1997. 160 p. NEVES, D. P. Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2003. 474 p. MILLER, O. Laboratório para o Clínico. 8ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 1999. MOURA, R. A. Técnicas de Laboratório. 3ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 2002. Disciplina: Pesquisa em Ciências Biomédicas C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Desenvolvimento de projeto de pesquisa nas áreas da Saúde. Redação de texto científico. Estruturação e utilização adequada de Metodologia Científica na elaboração do projeto. Apresentação de projeto de pesquisa de campo ou planejamento de execução para pesquisa teórica. - 63 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Básica: ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico : elaboração de trabalhos na graduação. 8. ed. São Paulo : Atlas, 2007. 160 p., il. KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica : teoria da ciência e iniciação à pesquisa / José Carlos Köche. 21. ed. Petrópolis : Vozes, 2003. 182 p., il. LAKATOS, E. M. MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo : Atlas, 2003. 311 p., il. Bibliografia Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 10520. NBR 10520: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, 1992. 2 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 6023. NBR 6023: informação e documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24 p. BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução a metodologia científica. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 2000. CERVO, A. L. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Makron, 2005. 242 p. OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 2001. 320 p. Disciplina: Toxicologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: A disciplina de Toxicologia visa transmitir ao aluno conhecimentos das fontes de Intoxicações inseridos em um contexto que abranja as diferentes áreas da Toxicologia. Características dos acidentes, mecanismos de ação dos venenos, vias de exposição, manifestações clínicas, diagnóstico diferencial, tratamento, uso de antídotos, aspectos de primeiros socorros e prevenção destes acidentes. Bibliografia Básica: MOREAU, R. L. de M. Siqueira, M. E. P. B. de Toxicologia analítica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. SCHVARTSMAN, S. Intoxicações Agudas. 4 ed. São Paulo: SARVIER, 1991. OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. - 64 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Complementar: GOODMAN, L. S.; GILMAN, A. As bases farmacológicas da terapêutica. 12 ed. Porto Alegre: Mc Graw-Hill, 2012. LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 3 v. 3. F. SCHATZBERG, F. A.;NEMEROFF, C.B. Fundamentos de psicofarmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 543 p FILHO, D. X.S. Drogas: uma compreensão psicodinâmica das farmacodependências. São Paulo : Casa do Psicólogo, 1995. 80 p. SANTOS, J. L. Drogas: psicologia e crime. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 1997. 150 p. SCHUCKIT, M. Abuso de álcool e drogas: uma orientação clínica ao diagnóstico e tratamento. Porto Alegre : ARTMED, 1991. 356 p Disciplina: Biotecnologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo sobre a utilização de células e moléculas biológicas para a solução de problemas ou produção de produtos úteis no campo da saúde, da agricultura e do ambiente. Bibliografia Básica: BORZANI, W. et al. Biotecnologia industrial - Fundamentos. São Paulo: Blucher, 2001. KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2002. SCHMIDELL et al. Biotecnologia industrial - Engenharia bioquímica. São Paulo: Blucher, 2001. Bibliografia Complementar: AQUARONE, E. et al. Biotecnologia industrial - Biotecnologia na produção de alimentos. São Paulo: Blucher, 2001. DE ROBERTIS, E. M. F. Bases da biologia celular e molecular. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. LIMA et al. Biotecnologia - Processos fermentativos e enzimáticos. São Paulo: Blucher, 2001. OLIVEIRA, F. Engenharia genética: o sétimo dia da criação. 10 ed. São Paulo: Moderna, 2001. WISEMAN, A. Princípios de biotecnologia. Zaragoza: Acribia, 1986. 252 p. il. - 65 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia VI C/H: 272 Créditos: 16 Ementa: Proporcionar ao acadêmico a vivência e a aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso através da atuação nas áreas de análises clínicas e manipulação (pequena ou grande escala). Bibliografia Básica: ANSEL, H. C. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação de fármacos. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000. 568 p. ESTRIDGE, B. H.; REYNOLDS, A. P. Técnicas básicas de laboratório clínico. 5. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2011, 800 p. FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral. 4. ed. Juiz de Fora: Pharmabooks, 2011, 736 p. FLORENCE, A. T. Princípios físico-químicos em farmácia. 2 ed. São Paulo: Pharmabooks, 2011. 690 p. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo: Manole, 2008. 1734 p. MOURA, R. A.; WADA, C. S.; PURCHIO, A.; ALMEIDA, T. V. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 511 p. PRISTA, L. N. Tecnologia Farmacêutica. 8. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2011. Bibliografia Complementar: FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e auto-imunes. Correlação clínico-laboratorial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 3. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2011. 511 p. GOMES, R. K. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: 2009. 402 p. MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 607 p. RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997, 616 p. - 66 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 10º PERÍODO Disciplina: Optativa (Biologia Molecular C/H: 68 Créditos: 4 Aplicada) Ementa: Estudo da composição química, estrutura e organização do genoma humano e de microrganismos e processos biológicos a nível molecular que se desenrolam no interior das células. Bibliografia Básica: KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 434 p. 434 p. GRIFFITHS, A.J. F. et al. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 743 p JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular . 7. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2000. 339 p Bibliografia Complementar: ALBERTS B. Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre : ARTMED, 2004. 1294p BROWN, T. A.. Clonagem gênica e análise de DNA. 4. ed. Porto Alegre : Artmed, 2003. 376 p. DE ROBERTIS, E. D. P. Bases da biologia celular e molecular. 2. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1993. 307 p. BURNS, G. W. Genética : uma introdução a hereditariedade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 381 p PASTERNAK, J. J., Genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. Barueri : Manole, 2002. 497 p Disciplina: Optativa (Cosmetologia) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo da cosmetologia, com foco na estrutura da pele e cabelo, formas farmacêuticas de ação cosmética, tecnologia de produção, novos sistemas empregados em cosméticos, boas práticas de fabricação, controle de qualidade e legislação brasileira de cosméticos. - 67 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Bibliografia Básica: HERNANDEZ, M., et al., Manual de Cosmetologia, 3a. Ed. Editora Revinter, Rio de Janeiro, 1999. ROMANOWSKI, P, et al, Iniciação a química cosmética: um sumário para químicos formuladores, farmacêuticos de manipulação e outros profissionais com interesse na cosmetologia, 3 vol., São Paulo: Tecnopress, 2001 - 2003. DRAELOS, Z. D., Cosméticos em Dermatologia, 2a. Ed. Editora Revinter, Rio de Janeiro, 1999. Bibliografia Complementar: ANSEL, H. C. POPOVICH, N. G. ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6. ed.. São Paulo: Premier. 2000. LE HIR, A. Noções de Farmácia galênica. São Paulo: Organização Andrei, 1997. LANCHMAN, L. Teoria e prática na indústria farmacêutica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2001. FERREIRA, A. O., Guia Prático da Farmácia Magistral, 2ª.Ed. Juiz de Fora; 2002. CRESPO, M. S., et.al, Formulárium Compêndio de Fórmulas Magistrais, Vol. 1 , São Paulo 2002 Disciplina: Optativa (Libras) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: A LIBRAS como língua materna para os sujeitos surdos; O surdo no espaço escolar; Estudos de diferentes áreas que se propõem a ampliar a reflexão sobre a exclusão social dos grupos minoritários e problemas de letramento; Discussões de base antropológica e culturalista, buscando referenciais que permitam conceber os surdos como sujeitos culturais. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Especial. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Brasília: MEC, 2004. GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. 3 ed. - 68 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Campinas: Autores Associados, 2002. QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: ARTMED, 1997. Bibliografia Complementar: TESKE, O. Letramento e minorias. 4 ed. Porto Alegre: Mediação, 2010. SOARES, M. A. L. Educação do surdo no Brasil. Campinas: Autores Associados, 1999. UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL. Libras. Curitiba: IBPEX, 2011. ROSA, F. S.; GOES, A. M.; KARNOPP, L. B. Estudos surdos: uma abordagem lingüística. Em: Revista de iniciação científica da Ulbra – n. 3. 2004. p. 259269. MARTINS, R. V. Língua de sinais no litoral norte, Caminhos da Água. Em: Conversas Interdisciplinares – ano 2, n, 2. 2003. p. 119-121. Disciplina: Optativa (Micologia) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo, investigação e identificação dos diferentes fungos e micoses auxiliando no diagnóstico e tratamento clínico. Bibliografia Básica: JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. Tradução: José P. Moreno Senna. 25.ed. Porto Alegre: MGH, 2012, 813 p KONEMAN, E. W. et al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2010, 1565p MURRAY, P. R. et al. Microbiologia Médica.3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. TORTORA, G.;FUNKE, B. R.; CASE L. C. Microbiologia.8 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. Bibliografia Complementar: BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu. 2010, 196p. BERNARD, J. Diagnósticos clínicos e tratamento: por métodos laboratoriais. 20ª Ed. São Paulo: Manole, 2008. FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, - 69 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 2005 OPLUSTIL, C.P. Procedimentos básicos em Microclínica. 3ª Ed. São Paulo: Sarvier, 2010. TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, 2005. Disciplina: Optativa (Tecnologia de Alimentos) Ementa: Introdução ao estudo da tecnologia C/H: 68 de Créditos: 4 alimentos, métodos de conservação, alterações decorrentes de processamentos de matérias primas animais e vegetais (frutas e hortaliças, leite e derivados, carnes, cereais, raízes e oleaginosas). Bibliografia Básica: ANDRADE, N. J. MARTYN, M.E.L. Limpeza e sanitização na indústria de alimentos. Viçosa: UFV, 1996. CHITARRA, M. I. F. CHITARRA, A.B. Pós colheita de frutos e hortaliças: Fisiologia e manuseio. Lavras : ESAL/FAEPE, 1990. GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, 2008. Bibliografia Complementar: ARAÚJO, J. M. de A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa : UFV, 1995 CRUZ, G. A.Desidratação de alimentos : frutas, vegetais, ervas, temperos, carnes, peixes, nozes, sementes. 2. ed. São Paulo : Globo, 1990. GOMES, M. S. O. Conservação pós-colheita: frutas e hortaliças. Brasília: Embrapa, 1996. FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo : Atheneu (São Paulo), 1999. JACKIX, M. H. Doces, geléias e frutas em calda: teórico e prática. Campinas : Ícone, 1988. Disciplina: Optativa (Radiofarmácia) C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Estudo da origem, produção e utilização dos radioisótopos na obtenção de radiofármacos e suas aplicações diagnósticas e terapêuticas correlacionando os aspectos bioquímicos, físicos, farmacológicos e fisiológicos marcadas. - 70 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA das substâncias Bibliografia Básica: GARCIA, E.A.C.; Biofísica. São Paulo: Sanvier, 2002.387p OKUNO, E.; IBERÊ, L.C.; CHOW,C.; Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986. 490 p OLIVEIRA, R.S.; Radiofarmácia- Com Monografias de Radiofármacos extraídas da Farmacopéia Internacional. São Paulo: Editora Atheneu,2010. 161 p. Bibliografia Complementar: FELTRE, R.; Atomística: teoria e exercícios. São Paulo: Moderna, 1974. 477p BACCAN, N.; Et al.; Química analítica elementar. São Paulo: E. Blucher, 3. ed. 2003. 308 p DURAN, J.E.R.; Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson, 2006.318 p HENEINE, I.F.; Biofísica básica. São Paulo: Atheneu (São Paulo), 2007.391 p. VOGEL, A. I. Análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462 p Disciplina: Optativa (Módulo de Ecologia e C/H: 68 Créditos: 4 Análises Ambientais) Ementa: Estudo de conceitos básicos de ecologia e da inter-relação do homem com o ambiente. Estudo dos recursos naturais e sua preservação. Bibliografia Básica: CAIRNCROSS, F. Meio ambiente: custos e benefícios. São Paulo: Nobel, 1992. ODUM, E.P. Ecologia. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1988. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Artmed: Porto Alegre, 2000. Bibliografia Complementar: BRANCO, S. M. Ecologia da cidade. 2. ed. São Paulo : Moderna, 2003 BRANCO, S.M. MURGEL, E. Poluição do ar. Editora Moderna: São Paulo, 2004. BRANCO, S.M. O meio ambiente em debate. Editora Moderna: São Paulo, 1997 LAGO, A. PADUA, J.A. O que e ecologia. São Paulo : Brasiliense, 2001 TORRES, H. COSTA, H. População e meio ambiente : debates e desafios. São Paulo : SENAC/SP, 2000. Disciplina: Optativa (Visagismo e Maquiagem) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos conceitos de visagismo. Técnicas de maquiagem. Harmonia - 71 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA das cores. Aspectos anatômicos considerados no realce facial. Bibliografia Básica: PHILIP, H. Visagismo harmonia estética. 6 Ed. São Paulo: SENAC, 2002. PHILIP, H. Visagismo integrado estilo e beleza. 2 Ed. São Paulo: SENAC, 2010. SOBOTTA: atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 21.ed. Bibliografia Complementar: HERNANDEZ, M. FRESNEL, M. M. M. Manual de Cosmetologia. 3ª Ed. Tradução Ana Lúcia Mazzali. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. GOMES, R. K. DAMAZIO, M. G. Cosmetologia: descomplicado os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: LMP, 2009. DRAELOS, Z. D. Cosméticos em Dermatologia. 2ª Ed.Tradução Paula Chermeont P. Estima. Rio de Janeiro: Revinter. LEONARDI, G. R. Cosmetologia aplicada. 2 ed. São Paulo: Santa Isabel, 2008. TORTORA, G.J., GRABOWSKI, S.R., Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Disciplina: Optativa (Estética Capilar) C/H: 68 Créditos: 04 Ementa: Estudo sobre os aspectos anatômicos, morfológicos e funcionais do cabelo e couro cabeludo. Princípios dos tratamentos estético-capilares. Ativos cosméticos usuais na estética capilar. Higienização capilar. Anamnese e técnicas aplicáveis na estética capilar. Bibliografia Básica: HERNANDEZ, M. Manual de cosmetologia. 3 ed. Editora: Revinter, 1999 Leonardi, G. R. Comestologia aplicada. 2 ed. São Paulo: Santa Isabel, 2008 Draelos, Zoe Kececioglu. Cosméticos em dermatologia. 2 ed. Rio de Janeiro : Revinter, 1999 Bibliografia Complementar: - 72 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA AZULAY, R. D.Dermatologia. 5ed.,Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2008 BAUMANN, L.Dermatologia Cosmética - Princípios e Prática. Editora: Revinter, 2004 GAWKRODGER, D. J.Dermatologia : um texto ilustrado em cores. 2ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2002 GOMES, R. K. DAMAZIO, M. G. Cosmetologia: descomplicado os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: LMP, 2009. SOUZA, V.M e JUNIOR, D.A. ATivos dermatológicos . vol 4. Editora: Pharmabooks, 2006 Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia C/H: 272 VII Créditos: 16 Ementa: Apresentação da legislação relacionada as atividades de dispensação de medicamentos e acompanhamento de pacientes na atenção terciária a saúde, aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas hospitalares, drogarias particulares e SUS. Bibliografia Básica: CIPRIANO, S.L. Gestão estratégica em farmácia hospitalar : aplicação prática de um modelo de gestão para qualidade. São Paulo:Atheneu, 2009. FUCHS, D.; WANNMACHER, L. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 4. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2010. GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M. Ciências Farmacêuticas. Uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011. Bibliografia Complementar: CAVALLINI, M. E. Farmácia hospitalar. Barueri:Manole, 2002 GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J.K. Tratado de Farmacologia Clínica e Farmacoterapia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004. HARDMAN, J.G.; LIMBIRD, L.E . Goodman e Gilman -As bases farmacológicas da terapêutica. 9. ed. Rio de Janeiro: Mc GrawHill,, 1996 SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010 STORPIRTIS, S. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. - 73 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 5.3. METODOLOGIA A adequação da metodologia de ensino à concepção do curso estrutura-se em um processo de ensino-aprendizagem onde o professor deixa de ser o protagonista e passa a ser um facilitador e orientador do aluno-educando. No decorrer desse processo serão valorizados conhecimentos prévios, experiências vivenciadas pelo acadêmico, associando isso à aplicação de conceitos, estimulando assim o desenvolvimento do potencial intelectual para a transformação de si mesmo dentro do ambiente de formação acadêmica. A abordagem metodológica privilegia a compreensão e análise crítica dos fenômenos da área da saúde, com procedimentos de ensino adequados e adaptados aos conteúdos específicos lecionados em cada eixo temático, privilegiando o desenvolvimento da consciência crítica e ativa nos alunos por meio de atividades que permitam a socialização do conhecimento e descoberta de novos caminhos e métodos para produção acadêmica. A metodologia que norteia o processo de ensino-aprendizagem do curso é realizada nas seguintes modalidades: a) ensino teórico: Aulas expositivas dialogadas, nas quais os conteúdos programáticos podem ser abordados em nível básico, avançado ou aprofundado, consoante a natureza da matéria ou localização curricular, quer do ponto de vista conceitual ou experimental. b) ensino prático: Exposições e atividades dirigidas, com o objetivo não apenas de estimular e desenvolver as capacidades de reflexão e crítica do acadêmico, mas também de proporcionar a realização de exercícios de revisão e aplicação dos conhecimentos construídos. Estes objetivos podem ser atingidos através da resolução de problemas, estudo e discussão de casos, consulta de fontes bibliográficas bem como compilação e sistematização das mesmas. c) ensino laboratorial Aulas de práticas laboratoriais para habilitação e capacitação do discente na organização das atividades na área de Medicamentos, Alimentos, Análises Clínicas e Toxicológicas, através do conhecimento e manuseio de vidrarias, reagentes e equipamentos destinados a pesquisa, síntese, análise, manipulação e controle de qualidade de fármacos e - 74 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA medicamentos, além do diagnóstico clínico e sequente aplicação dos mesmos nas mais diversas áreas do diagnóstico laboratorial. d) Atividades semipresenciais Em conformidade com a Portaria n° 4059 de 10 de dezembro de 2004, o currículo desenvolvido em aula com os acadêmicos é complementado com a realização de duas atividades semipresenciais em cada disciplina. Tais atividades são elaboradas pelos professores com o objetivo de proporcionar momentos de aprendizagem dos conteúdos e de desenvolvimento das habilidades propostas no Plano de Ensino. Seu planejamento consiste na sistematização de momentos de autoaprendizagem, com a utilização de recursos das tecnologias da informação, organizados com estratégias didáticas como, por exemplo, estudos dirigidos, estudos de caso, pesquisas bibliográficas, resolução de exercícios, dentre outras, conforme a proposta de cada disciplina. A realização dessas atividades pelos discentes segue um cronograma organizado e publicado no Calendário Acadêmico da IES, o qual é explicado pelos professores no decorrer das suas aulas. e) Atividades Complementares Tem a finalidade de proporcionar maior interação entre o discente e a sociedade, através de atividades que envolvem o tripé ensino, pesquisa e extensão. A ideia básica destas atividades é estimular uma maior autonomia do discente de forma que este participe mais ativamente de eventos da área, bem como busque aprimoramento em determinadas vertentes do curso a partir da realização de ações extracurriculares. 5.4. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (OBRIGATÓRIO E NÃO- OBRIGATÓRIO) REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades referentes ao Estágio Supervisionado do Curso de Farmácia. II - DA APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO - 75 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 2º - Denomina-se Estágio Supervisionado as atividades práticas de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionadas ao aluno pela participação em situações reais de vida e de trabalho de seu meio, sendo realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob a responsabilidade e coordenação de um professor supervisor, profissional da área vinculado à Instituição de Ensino. Art. 3º - Os Estágios Supervisionados fazem parte do currículo do curso de graduação em Farmácia do CEULP/ULBRA e seguem as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Farmácia (Res. CNE/CES 2 de 19/02/2002), oferecendo desta forma, aos alunos regularmente matriculados, a oportunidade de relacionamento com o futuro campo de trabalho. Art. 4º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia do CEULP/ULBRA são distribuídos do quarto ao décimo semestre, expandindo-se gradativamente ao longo do curso, tanto em relação à carga horária quanto à complexidade das atividades a serem desenvolvidas e obedecem às diretrizes gerais do CEULP/ULBRA e o Projeto Pedagógico do Curso. Art. 5º - O Estágio Curricular não proverá vínculo empregatício de qualquer natureza com a Instituição que acolher o estagiário, mesmo que este venha a receber bolsa ou ajuda de custo proveniente de convênios e projetos especiais. Art. 6º - Recomenda-se que, para matrícula nos Estágios Supervisionados, o acadêmico tenha cumprido com aprovação todas as disciplinas do período anterior ao período do estágio em que irá se matricular. III - DOS OBJETIVOS Art. 7º - O Estágio Curricular Supervisionado em Farmácia é entendido como um conjunto de atividades curriculares indispensáveis ao processo de formação profissional com o intuito de sensibilizar os estudantes para a necessidade de complementar sua formação acadêmica, para capacitá-los tecnicamente a encontrar soluções adequadas aos problemas de saúde e, ao mesmo tempo, atuar buscando a redução da dependência tecnológica no setor. Apresenta como objetivos: I – Geral: - 76 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA a. Proporcionar ao aluno do curso de Farmácia do CEULP/ULBRA experiência prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das relações humanas, da ética profissional e propiciando a aplicação da ciência farmacêutica na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de atuação do farmacêutico. II - Específicos: a. Oportunizar o relacionamento ético-profissional no ambiente de trabalho; b. Desenvolver comportamentos e atitudes para a integração e relacionamento com os demais membros da equipe, propiciando a identificação do farmacêutico como membro participante e atuante da equipe. Matriz Curricular Estágio Supervisionado em Farmácia I (68h) a. Desenvolver a capacidade de reflexão crítica diante da complexidade do comportamento humano, especialmente frente a situações de crise e de doença; b. Conhecer as diferentes dimensões envolvidas na comunicação: psíquicas, cognitivas e técnicas; c. Discutir o manejo de situações do dia a dia do profissional, na sua relação com pacientes e membros da equipe de saúde; d. Conhecer os fluxos das atividades do farmacêutico, gerenciamento de rotinas; e. Conhecer os locais de atuação do farmacêutico - Empresas Farmacêuticas; f. Problematizar a atuação profissional; g. Introduzir o aluno no estudo dos medicamentos; h. Introduzir o aluno no ambiente da Farmácia de dispensação, hospitalar, manipulação, análises clínicas. Estágio Supervisionado em Farmácia II (102h) a. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício de suas atividades em unidades públicas de dispensação municipais; - 77 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA b. Conscientizar a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a função, atitudes e atividades do farmacêutico em unidades públicas de dispensação municipais como profissional da área de saúde, junto à população; c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem a prestação de uma assistência farmacêutica voltada ao paciente e sua terapia medicamentosa. Estágio Supervisionado em Farmácia III (68h) a. Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de empresas ligadas ao ramo de alimentos; b. Vivenciar o ambiente de trabalho, do comportamento e relacionamento profissional; c. Desenvolver atividades técnico-científicas aplicando-as na elaboração de alimentos e no controle de qualidade destes. Estágio Supervisionado em Farmácia IV (102h) a. Conhecer o organograma, fluxograma, procedimentos operacionais e boas práticas da farmácia de manipulação, laboratório de análises clínicas, farmácia hospitalar e drogaria. Estágio Supervisionado em Farmácia V (68h) a. Exercitar programas de Atenção Farmacêutica, como ferramenta importante para qualificação da terapêutica do paciente; b. Utilizar diferentes instrumentos de controle da qualidade da terapêutica; c. Capacitar e conscientizar a respeito da necessidade e relatar reações adversas a medicamentos. Estágio Supervisionado em Farmácia VI (272h) Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de manipulação de medicamentos e do laboratório de análises clínicas. Farmácia de Manipulação a. Conhecer e vivenciar as funções exercidas pelo farmacêutico no fluxograma de uma farmácia magistral através de atividades no laboratório de tecnologia farmacêutica. b. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho da farmácia com manipulação; - 78 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA c. Propiciar o desenvolvimento das atividades técnico-científicas e aplicação das mesmas na elaboração de produtos farmacêuticos com qualidade e eficácia, no âmbito da farmácia com manipulação; d. Proporcionar a visualização da farmácia com manipulação como estabelecimento de prestação de serviços de saúde e de assistência farmacêutica e não somente como estabelecimento comercial. Indústria de Medicamentos ou Cosméticos a. Vivenciar o ambiente de trabalho da indústria farmacêutica, do comportamento e relacionamento ético-profissional. Desenvolver atividades técnico-científicas e aplicação das mesmas na elaboração de medicamentos. Laboratório de Análises Clínicas a. Conhecer e vivenciar as funções exercidas pelo farmacêutico na rotina laboratorial capacitando-o para atuar nas diversas áreas das análises clínicas; b. Conscientizar sobre a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a função, atitudes e atividades do farmacêutico no laboratório de análises clínicas como profissional da área de saúde, junta a população; c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem aliar o aspecto comercial do laboratório com a prestação de uma assistência farmacêutica voltada ao paciente; d. Proporcionar a visualização do laboratório de análises clínicas como estabelecimento de prestação de serviços de saúde e de diagnóstico complementar. Estágio Supervisionado em Farmácia VII (272h) Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de dispensação de medicamentos e correlatos e da farmácia hospitalar; Farmácia de Dispensação a. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício de suas atividades na farmácia de dispensação; b. Conscientizar a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a função, atitudes e atividades do farmacêutico em farmácias e drogarias como profissional da área de saúde, junto à população; - 79 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem aliar o aspecto comercial da farmácia com a prestação de uma assistência farmacêutica voltada ao paciente e sua terapia medicamentosa. Farmácia Hospitalar a. Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de farmácias hospitalares; b. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico no exercício de suas atividades na farmácia hospitalar, comportamento ético-profissional, relacionamento pessoal e profissional; c. Desenvolver comportamentos e atitudes que permitam o relacionamento com as demais equipes de profissionais do hospital: administrativa, financeira e outras; d. Desenvolver a assistência farmacêutica voltada ao paciente, propiciando evidenciar as funções e atividades práticas da atuação do farmacêutico. IV - DA CARGA HORÁRIA Art. 8º - A carga horária estabelecida no currículo do curso obedece à legislação e às diretrizes vigentes do Ministério da Educação e Cultura – MEC, que determinam para Estágios Supervisionados, carga horária mínima de 20% em relação à carga horária total do curso. Art. 9º - As disciplinas de Estágio em Farmácia são subdivididas em áreas para que os acadêmicos possam presenciar, na prática, um maior número de especialidades possível sendo que cada área corresponde a um ciclo de estágio, com carga horária corrida, correspondente à semestral, que o acadêmico deverá cumprir, conforme descrito no quadro abaixo. Grade Curricular ESTÁGIO Período CR CH TOTAL ÁREAS CH PARCIAL Relações ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM Interpessoais e 4º 4 68h FARMÁCIA I Organização da - Assistência Farmacêutica ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM Dispensação em 5º 6 102h FARMÁCIA II Unidades Públicas - 80 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA - ESTÁGIO Empresas ligadas SUPERVISIONADO EM 6º 4 68h ao ramo de FARMÁCIA III - Alimentos Procedimentos 7º 6 102h operacionais e ESTÁGIO boas práticas SUPERVISIONADO EM aplicáveis às FARMÁCIA IV áreas de atuação - do farmacêutico generalista ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM 8º 4 Atenção 68h Farmacêutica FARMÁCIA V ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM 9º 16 272h Análises Clínicas 136h Manipulação 136h Hospitalar 136h FARMÁCIA VI ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM 10º 16 272h Dispensação em FARMÁCIA VII - Drogarias 136h Art. 10º- Os Estágios Supervisionados são realizados nos turnos, matutino e vespertino, salvo exceções em função da disponibilidade de locais conveniados. Art. 11º - Os acadêmicos do curso devem passar por todas as áreas de estágio realizando-os na seqüência crescente conforme dispostos na matriz curricular e obedecendo os co-requisitos e pré-requisitos estabelecidos. V - DOS PRÉ-REQUISITOS/CO-REQUISITOS Art. 12º - Será considerado apto a cursar os estágios, o aluno que tiver cursado com aprovação (pré-requisito) ou cursando (co-requisito), as disciplinas profissionalizantes do curso de farmácia citadas a seguir: I - Estágio Supervisionado em Farmácia I - como pré-requisito Introdução às Ciências Farmacêuticas. II - Estágio Supervisionado em Farmácia II - como pré-requisito Estágio Supervisionado em Farmácia I e Farmacologia e Farmacocinética. - 81 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA III - Estágio Supervisionado em Farmácia III - como co-requisito Bromatologia e como pré-requisitos Bioquímica Aplicada, Estudos em Microbiologia e Processos Imunológicos e Estágio Supervisionado em Farmácia I; IV - Estágio Supervisionado em Farmácia IV - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia II, Tecnologia Farmacêutica I e II, Bioquímica Aplicada, Microbiologia Clínica e como co-requisito Farmácia Hospitalar; V - Estágio Supervisionado em Farmácia V - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia II, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica I, II e co-requisito Farmacoterapêutica e Assistência Farmacêutica. VI - Estágio Supervisionado em Farmácia VI - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia IV, Estágio Supervisionado em Farmácia V, Bioquímica Clínica, Toxicologia, Imunologia Clínica, Hematologia Clínica, Tecnologia Farmacêutica III e Controle de Qualidade de Insumos e Produtos Farmacêuticos e como co-requisito Análises Citológicas e Parasitológicas. VII - Estágio Supervisionado em Farmácia VII - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia VI, Legislação Farmacêutica, Administração Farmacêutica e Farmácia Hospitalar. VI - DOS LOCAIS DE ESTÁGIO Art. 13º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia são oferecidos aos acadêmicos em locais próprios ou em Instituições conveniadas, organizados em função das exigências do local de estágio e na conformidade do acordo prévio entre o CEULP e a Instituição de estágio. Art. 14º - Os Estágios Supervisionados do curso de Farmácia ocorrem no Laboratório Escola do CEULP/ULBRA, e em locais conveniados, sendo estes instituições particulares e públicas (Secretaria Municipal e Estadual de Saúde). Art. 15º - Será permitida a realização dos estágios somente no Laboratório Escola e em estabelecimentos conveniados junto a FULBRA e que tenham Responsável Técnico, cabendo à Coordenação de Estágios e Departamento Jurídico do CEULP/ULBRA a avaliação e credenciamento dos locais apropriados. - 82 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 16º - O aluno que optar pelo estágio em Indústria Farmacêutica deverá fazer contato com a indústria de interesse e informar à coordenação de curso no momento da matrícula na disciplina de Estágio Supervisionado VI. A indústria procederá à avaliação e supervisão, devendo o aluno apresentar a documentação de desempenho e carga horária no final do estágio. Art. 17º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia estão atualmente distribuídos nos locais, a saber: Matriz curricular ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA I (4º período) Relações interpessoais e organização da assistência farmacêutica através de vivência nos locais de atuação do profissional farmacêutico Análises Clínicas (Laboratório Escola), Dispensação (Farmácias Municipais), Hospitalar (Hospital e Maternidade Cristo Rei), Manipulação (Farmácia de Manipulação Dose Exata ou Farmácia de Manipulação Floramed) e Centro de Informação sobre Medicamentos – CIM (CEULP/ULBRA). ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA II (5º período) Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas públicas de dispensação de medicamentos e correlatos Dispensação: unidades públicas de dispensação municipais. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Ferramentas para gestão da qualidade em indústrias de alimentos (Boas Práticas de Manipulação - BPF e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle - APPCC). Aspectos práticos: fluxo de produção, higiene e saúde de manipuladores, limpeza e sanitização de equipamentos e utensílios Restaurantes Comunitários de Palmas. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA IV (7º período) Organograma, fluxograma, procedimentos operacionais e boas práticas relativas à empresas farmacêuticas de manipulação de medicamentos, laboratório de análises clínicas, drogarias e hospitais Complexo Laboratorial do CEULP, Laboratório Escola e Drogarias conveniadas. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA V (8º período) Estudo dos problemas relacionados aos medicamentos e planejamento da atenção farmacêutica Comunidade de bairros no município de Palmas. - 83 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA VI (9º período) Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de manipulação de medicamentos e Laboratório de Análises Clínicas Farmácias de Manipulação conveniadas – 136 horas; Laboratório Escola do CEULP/ULBRA – 136 horas. ESTÁGIO SUPERVISIONADOEM FARMÁCIA VII (10º período) Aspectos administrativos e gerenciais de farmácias hospitalares Hospital Geral de Palmas (HGP) ou Hospital e Maternidade Cristo Rei – 136 horas. Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas particulares de dispensação de medicamentos Dispensação: Drogarias Conveniadas - 136 horas. VII - DOS ACADÊMICOS ESTAGIÁRIOS Art. 18º - Para matricular-se nos Estágios Supervisionados em Farmácia o acadêmico deverá: a. ser aluno do CEULP/ULBRA e estar regularmente matriculado no semestre, nas disciplinas correspondentes aos estágios que realizará; b. matricular-se nas datas determinadas pelo calendário acadêmico ou estipuladas pela coordenação do curso; c. realizar a matrícula dos estágios bloqueados exclusivamente de modo presencial; d. apresentar à coordenação do curso no ato da matrícula dos estágios II, III, VI e VII, uma cópia do CPF, RG e da carteira da vacinação atualizada incluindo as vacinas BCG, Hepatite B, Tétano, Febre Amarela e Rubéola, que são obrigatórias; e. preencher e assinar o termo de compromisso; f. seguir o regime didático que compreenderá: i. realização de atividades de cunho teórico e prático; ii. realização de provas teóricas e práticas, discussões de casos clínicos, apresentação de seminários, palestras e entrega de relatórios e trabalhos, de acordo com o Plano de Ensino da área de estágio; iii. participação de visitas, palestras e atividades previamente informadas pelo supervisor de estágio; iv. cumprimento na íntegra do Plano de Ensino proposto pela área; v. ser avaliado de acordo com a ficha de avaliação conceitual, além de seminários, palestras, prova teórico-prática e/ou prova prática; vi. registrar suas presenças nas fichas de frequência e nas atas de assinatura (diário). - 84 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 19º - Os acadêmicos serão designados para as áreas de estágio em grupos de aproximadamente 5 alunos, conforme estabelecido pelos convênios, tendo em vista o espaço físico dos locais. Art. 20º - As horas excedentes efetuadas nos estágios não serão computadas para a integralização do tempo útil e mínimo do curso. VIII - DA CONDUTA DO DISCENTE Art. 21º - Todo acadêmico estagiário do curso de Farmácia deverá obrigatoriamente utilizar crachá de identificação padrão do CEULP/ULBRA. Art. 22º - É de responsabilidade dos acadêmicos cumprir as normas e rotinas de cada local de estágio. Art. 23º - O acadêmico em estágio deverá manter unhas curtas, cabelos presos e estar vestido adequadamente conforme as exigências de cada local. Salvo exceções, entendese como vestimenta adequada e necessária aos estágios, roupa e sapatos brancos e jaleco com mangas. É vetado o uso de tamancos, chinelos em geral, decotes, bermudas, camisetas cavadas, mini-saias, mini-blusas, roupas transparentes e bonés. Nos hospitais, laboratório escola e farmácias de manipulação o uso de calçados fechados é obrigatório e não é permitido o uso de esmaltes, brincos, anéis, pulseiras e congêneres, objetivando salvaguardar a segurança dos estudantes e pacientes além da garantia da qualidade dos produtos e exames. Art. 24º - Não é permitida a entrada e a permanência de estagiários nos locais de estágio fora do período de estágio sendo que, quando houver necessidade, o acadêmico deverá solicitar autorização do supervisor responsável pela área. Art. 25º - O acadêmico estagiário deverá responsabilizar-se pelo cuidado dos aparelhos e materiais utilizados bem como informar ao supervisor sobre defeitos de funcionamento ou possíveis danos em materiais e aparelhos utilizados. Art. 26° - A responsabilidade sobre pertences pessoais é de exclusiva responsabilidade do acadêmico, portanto, sugere-se portar o mínimo de objetos pessoais nos campos de estágios supervisionados. O CEULP/ULBRA, bem como seus parceiros nos estágios supervisionados, não se responsabilizam por eventuais perdas, furtos ou avariações. - 85 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 27º - O acadêmico não deverá questionar publicamente outros profissionais que atuam nos campos de estágio, buscando sempre manter um relacionamento de cordialidade e respeito. Em caso de discordância entre o acadêmico e qualquer profissional de saúde de uma das instituições conveniadas, o supervisor acadêmico responsável deverá ser comunicado e, caberá a ele a responsabilidade pelos encaminhamentos necessários. Art. 28º - Não é permitido questionar os supervisores (local/acadêmico) ou os demais colegas na presença de pacientes ou acompanhantes. Quando houver discordância entre acadêmicos ou entre acadêmicos e supervisores, as discussões deverão ocorrer em local adequado, visando à ética profissional. Art. 29º - Qualquer intercorrência ou dúvida, o acadêmico deverá dirigir-se ao supervisor local, ao supervisor acadêmico ou ao coordenador do curso, seguindo essa ordem para resolução. IX - DOS HORÁRIOS Art. 30º - Cada estágio tem suas características e horários específicos de início e término. Esses horários serão disponibilizados aos acadêmicos na primeira reunião semestral dos estágios e no Portal do CEULP. Art. 31º - Cabe ao acadêmico chegar e sair do local de estágio pontualmente, não sendo permitido o atraso superior a 15 minutos. Após os 15 minutos de atraso o aluno poderá desenvolver as atividades, mas ficará com falta sem direito a reposição da mesma. X - DA FREQUÊNCIA Art. 32º - A frequência mínima exigida nos estágios é de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total de cada estágio. Art. 33º - A avaliação dos estágios é um processo contínuo, portanto, a cada falta o acadêmico estagiário estará sujeito à perda de pontos em sua avaliação. Art. 34º - Os estágios não prevêem exercícios domiciliares de acordo a Resolução CONSEPE n° 304 de 25 de junho de 2008 e não se aplica a Lei Nº 6202/75, referente às alunas gestantes. XI - DOS SUPERVISORES ACADÊMICOS - 86 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 35º - O supervisor acadêmico será um profissional da área, vinculado ao CEULP/ULBRA designado para a função pelo coordenador do curso. Art. 36º - São atribuições do supervisor acadêmico: a. abrir campos de estágios, viabilizando ações burocráticas e facilitando as práticas pedagógicas; b. conferir os acadêmicos matriculados em estágio, e distribuí-los em grupos, seguindo as especificações necessárias; c. no início do semestre letivo, reunir-se com acadêmicos matriculados nos estágios para informá-los sobre os procedimentos, normas e rotinas relativas a cada área; d. entregar nas unidades responsáveis a documentação necessária para a prática dos estágios e realizar as correções que forem solicitadas; e. comparecer às reuniões com instituições parceiras; f. manter o coordenador do curso informado sobre o andamento dos estágios; g. promover a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade, desenvolvendo suas atividades de campo em estreita e planejada colaboração com o professor do respectivo conteúdo teórico e das disciplinas afins; h. ao receber o Diário de Classe, verificar se o mesmo está completo e correto quanto à listagem dos alunos e preenchê-lo durante o semestre; i. manter postura ética e profissional adequada, exigindo o mesmo de seus alunos; f. cumprir e fazer cumprir normas e rotinas relativas à vestimenta adequada, crachá de identificação, material necessário e procedimentos gerais de cada área de estágio; g. informar ao coordenador do curso, por meio de relatório, sobre qualquer dificuldade, problema ou conflito ocorrido no campo; h. participar das reuniões e/ou atividades programadas pela coordenação de curso; j. realizar reuniões sistemáticas e supervisão com os estagiários objetivando orientação, acompanhamento e avaliação das atividades em desenvolvimento, promovendo discussão de situações vivenciadas, análise e compreensão crítica das ações e do trabalho realizado, estabelecendo relações entre teoria e prática; k. prestar assistência aos alunos e incentivá-los na sua formação profissional, através de atividades didáticas e científicas, contribuindo para a sua formação integral, mantendo um relacionamento amigável e de respeito; - 87 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA l. informar ao estagiário de forma sistemática ou a qualquer tempo quando de situações irregulares, sobre seu desempenho de maneira que haja tempo hábil para recuperação dos atos falhos; m. avaliar continuamente, durante o processo de estágio os alunos de acordo com os critérios pré-estabelecidos no plano de ensino; n. contemplar na avaliação escrita, os aspectos do conhecimento teórico, desempenho profissional, habilidades técnicas e postura ética dos alunosestagiários; o. informar ao aluno, sua nota e seu desempenho, discutindo os critérios com o mesmo ao final de cada ciclo do estágio; p. seguir as normas da Instituição quanto a elaboração do plano de ensino, preenchimento e entrega do Diário de Classe e a Ata Final, dentro do prazo determinado pelo calendário acadêmico anual do CEULP/ULBRA. No caso de estágios com mais de um professor supervisor, estes deverão reunir-se periodicamente e realizar conjuntamente os procedimentos; r. entregar ao final de cada semestre para o coordenador de curso as fichas de avaliação contendo as notas de cada aluno. s. ausências ou atrasos do supervisor, deverão ser avisados a coordenação de curso e caso não sejam justificados ou autorizados, serão passíveis de penalidades, determinadas pelo regimento interno do CEULP/ULBRA. XII - DO SUPERVISOR LOCAL Art. 37º - O supervisor local será obrigatoriamente o responsável técnico vinculado ao local de estágio. Art. 38º - São atribuições do supervisor local: a. Elaborar junto à supervisão acadêmica o programa de estágio com as atividades a serem desenvolvidas pelos estagiários; b. Acompanhar e orientar o estagiário quanto a questões técnico-científicas, éticas e comportamentais; c. Reunir-se periodicamente com os supervisores acadêmicos de estágio; d. Comunicar ao supervisor acadêmico qualquer problema relacionado ao estágio; e. Acompanhar o estagiário registrando seu comportamento e freqüência; f. Encaminhar as fichas com os registros de frequência e comportamento ao supervisor acadêmico. XIV - DA RELAÇÃO ALUNO/SUPERVISOR - 88 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 39º - O número de supervisores por aluno é definido no convênio estabelecido pelos locais de estágio de forma a garantir o bom aproveitamento do estagiário. No caso do estágio hospitalar a supervisão acadêmica é integral. Na dispensação, manipulação, alimentos e análises clínicas a supervisão acadêmica é parcial, porém com acompanhamento do supervisor local. XIII- DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Art. 40º - A avaliação das disciplinas de Estágio em Farmácia é um processo contínuo, portanto, o acadêmico será avaliado durante todo o período no qual se encontra em uma área de estágio; Art. 41º - A avaliação dos estágios será desenvolvida de acordo com o estabelecido no Plano de Ensino de cada estágio; Art. 42º - A nota dos estágios supervisionados em farmácia VI e VII obtida a partir da média aritmética simples de todos os campos frequentados pelo aluno será considerada como G1 e G2. Art. 43º - Para ser aprovado nas disciplinas de estágio, o acadêmico deverá atingir média igual ou superior a 6,0 (seis) e freqüência igual ou superior a 75% da carga horária total; Art. 44º - Por suas características, não haverá avaliação de substituição de grau para as disciplinas de estágio. Art. 45º - Casos omissos neste regulamento serão analisados pelo Conselho do Curso de Farmácia. 5.5. ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE FARMÁCIA DO CEULP/ULBRA Art. 1º. As atividades Complementares têm por finalidade oportunizar ao acadêmico a realização, concomitante às disciplinas do currículo, de atividades autônomas e flexíveis - 89 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA centradas em temáticas da área de saúde, que representem instrumentos úteis e válidos para a formação e aprimoramento básico do futuro profissional Farmacêutico. Art. 2º.As Atividades Complementares do Curso de Farmácia do CEULP serão compostas de uma carga horária mínima de duzentos e dez (230) horas, a serem cumpridas por todos os acadêmicos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, não previstas na matriz curricular. Art. 3º. As atividades de ensino compreenderão as seguintes modalidades: I –Assistência a disciplinas diversas das previstas na matriz curricular do Curso de Farmácia ou eletivas, excetuadas as obrigatórias; II –Atuação em monitorias de ensino; III – Desenvolvimento de estágios extracurriculares; IV - Assistência a defesas de: a) monografias finais de cursos da área e afins; b) dissertações de mestrado da área e afins; c) teses de doutorado da área e afins. V – Desenvolvimento de cursos e palestras como ministrante. Art. 4º. As atividades de pesquisa compreenderão as seguintes modalidades: I – Atuação em projetos de pesquisa e de iniciação científica, de forma remunerada ou voluntária; II – Publicação de trabalhos científicos; Art. 5°. As atividades de extensão compreenderão as seguintes modalidades: I - Atuação em projetos e programas de extensão; II – Atuações em projetos voluntários (ações sociais); III–Participação em eventos científicos ou não científicos, tais como seminários, simpósios, congressos, conferências e palestras ou outros cursos pertinentes e úteis à formação do farmacêutico; IV - Cursos de aperfeiçoamento, informática e/ou idioma; V- Participação em órgãos de Conselho (Conselho de Curso, DCE e CA). Art. 6º. No caso de atividades realizadas em áreas afins à farmácia, caberá ao Conselho de Curso avaliar e autorizar o registro da atividade e o cômputo da carga horária, considerando sua pertinência e utilidade à formação do acadêmico, que fixará, nestes casos específicos, o limite de horas a serem computadas. - 90 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 7º. O acadêmico não necessita realizar todas as atividades elencadas nos artigos anteriores, mas é obrigatória a participação de todos os acadêmicos em pelo menos duas modalidades de atividade, sendo de ensino, pesquisa e extensão. Art. 8º. O controle, o registro e o cômputo da carga horária das atividades complementares são realizados em formulário próprio, mediante a apresentação, pelo acadêmico, na Central de Atendimento, dos documentos comprobatórios das respectivas cargas horárias. O protocolo das atividades complementares é realizado apenas uma vez por semestre, em data divulgada no Calendário Acadêmico da IES. Art. 9º. A Coordenação é responsável por informar à Secretaria do CEULP/ULBRA o resultado final das atividades complementares, atestando em ata o cumprimento ou não da carga horária mínima de 230 horas. Art. 10. Todas as atividades complementares a carga horária curricular realizadas a partir do ingresso no Curso de Farmácia serão válidas desde que atendidas as disposições deste regulamento. Parágrafo Único. Quando o aluno ingressa através de transferência de outra instituição de ensino superior é possível aproveitar as Atividades Complementares desenvolvidas, cabendo ao Conselho de Curso analisar a pertinência ou não da atividade e atribuir-lhe carga horária. Art. 11. Casos omissos neste regulamento serão analisados pelo Conselho do Curso de Farmácia. Art. 12. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos competentes, revogando-se todas as demais disposições em contrário existentes sobre a matéria. 5.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO DE CURSO DO CEULP/ULBRA FARMÁCIA TÍTULO I - 91 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA DA FINALIDADE E OBJETIVOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Art. 1º. O presente regulamento tem como finalidade normatizar as atividades relacionadas com o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, requisito indispensável para obtenção do título de Bacharel em Ciências Farmacêuticas. Art. 2º. O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - constitui-se numa atividade acadêmica de sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à área de atuação profissional, e mediante orientação e avaliação docente, cuja exigência é um requisito essencial e obrigatório para a integralização curricular. Parágrafo Único - Entende-se por atividades acadêmicas aquelas que articulam e interrelacionam os conteúdos das disciplinas estudadas com as experiências cotidianas, dentro e fora da instituição, para ratificar, retificar e/ou ampliar o campo de conhecimento. Art. 3º. No Curso de Farmácia, o TCC será desenvolvido por meio da disciplina TCC em Ciências Farmacêuticas, denominado Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. § 1º O TCC será desenvolvido durante o decorrer do último semestre e deverá contemplar aspectos teóricos e metodológicos de forma a possibilitar ao acadêmico a elaboração, desenvolvimento, apresentação na forma escrita e oral a uma Banca examinadora para avaliação além de defesa pública. § 2º O TCC obrigatoriamente deverá ser elaborado de forma individual. Art. 4º. A elaboração do TCC implicará em rigor metodológico e científico, organização e contribuição para a ciência, sistematização e aprofundamento do tema abordado, sem ultrapassar, contudo, o nível de graduação. São objetivos do TCC: I - possibilitar ao acadêmico a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições para a publicação de artigos e trabalhos científicos; II - sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso; III - garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida na dinâmica da realidade local, regional e nacional; - 92 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA IV - subsidiar o processo de ensino, contribuindo para a realimentação dos conteúdos programáticos das disciplinas integrantes do currículo. Art. 5º. O TCC do Curso de Farmácia pode ser desenvolvido em três (3) modalidades: I - Revisão bibliográfica: tais trabalhos objetivam a elaboração de monografias sobre temas diversos compilando dados recentes da literatura científica; como, por exemplo, através de revisão farmacológica de novos fármacos, manejo de pacientes e, monografias de plantas medicinais; II - Pesquisa de Campo: trabalhos desenvolvidos no âmbito da assistência farmacêutica, que visam analisar e discutir o uso racional de medicamentos ou aspectos gerais da Assistência Farmacêutica em diferentes níveis de atenção à saúde, individual ou coletiva no setor público ou privado; III - Experimentos Laboratoriais: em geral os TCC práticos estão concentrados nas áreas de análise farmacêutica, bioquímica, fisiologia, farmacognosia, farmacologia, microbiologia, parasitologia, imunologia, biologia molecular e tecnologia farmacêutica. Esses trabalhos podem ser realizados nos Laboratórios do Complexo Laboratorial, Laboratório Escola, bem como em outras Instituições de Pesquisa e Pós-graduação através de convênios, desde que seja orientado por professor do CEULP/ULBRA. TÍTULO II DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 6º. O Coordenador do Curso de Farmácia indicará professor, dentre aqueles pertencentes ao corpo docente do Curso de Farmácia, que será responsável pela Coordenação do Trabalho Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas. Art 7°. Compete ao Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas: I – proporcionar, com o auxílio de professores orientadores, orientação metodológica e acompanhamento aos estudantes matriculados na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas; II – publicar a relação de professores orientadores com as respectivas disponibilidades de orientação, bem como as linhas de pesquisa ou área de interesse; - 93 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA III – convocar, sempre que necessário, reuniões com os professores orientadores e estudantes matriculados na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas; IV – Indicar professores orientadores para os estudantes que não os tiverem; V – elaborar, semestralmente, o calendário das atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas, que deverá ser publicado na primeira reunião do semestre letivo; VI – atender os estudantes matriculados na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas; VII – encaminhar aos professores orientadores as fichas de acompanhamento da atividade de orientação; VIII – designar e publicar os membros das bancas examinadoras bem como o local e data das defesas; IX – receber os Trabalhos de Conclusão de Curso e encaminhá-los aos membros participantes das bancas examinadoras. X – designar comissão especial de sindicância para casos de fraude no Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas, composta por três professores orientadores; XI - arquivar os documentos referentes ao TCC; XII - encaminhar a Secretaria Geral, no final do período letivo, os resultados das avaliações do TCC; XIII – tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste Regulamento. TÍTULO III DOS ORIENTADORES, BANCA EXAMINADORA E ORIENTANDOS CAPÍTULO I DOS ORIENTADORES Art. 8º. A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didáticopedagógico, será de responsabilidade dos docentes do Curso de Farmácia e áreas relacionadas (devidamente cadastrados) do CEULP/ULBRA, - 94 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA preferencialmente componentes da lista de Professores Orientadores e com titulação mínima de especialização. Parágrafo Único - O Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de tempo de ensino dos professores à atividade de orientação, sendo como tal remunerados na forma fixada pela Direção Geral e pelo Regimento Geral do CEULP/ULBRA. Art. 9º. Cabe ao acadêmico escolher o professor orientador de TCC, devendo, para esse efeito, realizar o convite e informar através do termo de compromisso do orientador, no ato da matrícula na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas; Parágrafo Único - Ao assinar o termo de compromisso de orientação, o professor está aceitando a orientação do aluno, bem como o aluno está aceitando as condições de orientação impostas por este Regulamento. Art. 10. Na situação em que o aluno não encontre um professor que se disponha a assumir a sua orientação deve procurar a Coordenação de TCC, a fim de que lhe indique um orientador dentre aqueles presentes na lista de orientadores. Parágrafo Único. Cada professor poderá orientar no máximo cinco (05) alunos por semestre, levando-se em consideração a ordem de procura. O vínculo será estabelecido a partir da aceitação do professor através de sua assinatura em Termo de Compromisso. Art. 11. A substituição de orientador é permitida somente quando outro docente assumir formalmente a orientação, mediante aquiescência expressa do professor substituído, sendo a decisão definitiva de competência da Coordenação do TCC. Art. 12. O Professor Orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos: I – freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC; II – atender seus alunos orientandos, no CEULP/ULBRA, em horário previamente fixado; - 95 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA III – elaborar, em conjunto com o estudante, um cronograma de encontros e tarefas específicas para desenvolvimento da pesquisa; IV – auxiliar o estudante na elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas acerca do conteúdo e quanto às normas da ABNT; V – revisar o trabalho, recomendando as correções e complementações necessárias; VI – preencher a ficha de acompanhamento de orientação e entregá-las ao coordenador de TCC; VII – comunicar, por escrito, ao Coordenador do TCC os casos de alunos que não compareçam nas reuniões de orientação ou que não cumpram as tarefas atribuídas e prazos; VIII- agendar em conjunto com a banca examinadora o dia, local e horário do exame de qualificação e informar por escrito ao coordenador do TCC; IX - emitir parecer de admissibilidade para defesa pública, juntamente com os membros demais membros da banca examinadora; X – informar ao orientando sobre o parecer de admissibilidade com no mínimo 72 horas de antecedência da data estabelecida para a defesa; XI – compor as Bancas Examinadoras da qualificação e defesa dos seus orientandos, exercendo a Presidência; XII – assinar, juntamente com os demais membros das bancas examinadoras, as atas finais das sessões de qualificação e defesa; XIII – acompanhar o processo de correção do trabalho após a qualificação e defesa; XIV – cumprir este Regulamento. Art. 13. A responsabilidade pela elaboração do TCC, tanto no conteúdo quanto nas normas, é integralmente do estudante, o que não exime o Professor Orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas neste Regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. CAPÍTULO II DA BANCA EXAMINADORA - 96 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 14. A banca examinadora será composta pelo Professor Orientador, que a preside, por 01 (um) membro indicado pela Coordenação de TCC, e outro convidado pelo aluno e pelo professor orientador, desde que seja de área afim ao tema do trabalho; § 1º - A Coordenação do TCC indicará o prazo máximo para que o aluno informe o professor convidado, mediante assinatura do Termo de Compromisso. § 2º - Caso o aluno deixe de indicar professor convidado, a Coordenação indicará outro professor do Curso de Farmácia da Instituição para compor a banca. § 3º - Constituem membros da banca examinadora indicados pela Coordenação do TCC e convidados os professores do curso de Farmácia e de áreas afins ao tema do trabalho vinculados ao CEULP/ULBRA. Art. 15. A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com a presença do Presidente (professor orientador) e os 2 (dois) membros. § 1º - No caso de não comparecimento por justa causa de qualquer um dos membros da banca, devidamente justificada para o coordenador de TCC, a banca deverá ser remarcada em um prazo máximo de 5 (cinco) dias após a data estabelecida. § 2º - O professor orientador conduzirá os trabalhos da banca, porém não poderá apresentar questionamentos nem elogios ao orientando ao longo da apresentação e defesa. Art. 16. Será mantida, sempre que possível, a equidade no número de indicações de cada professor para compor as bancas examinadoras, procurando ainda, evitar-se a designação de qualquer docente para um número superior a 10 (dez) bancas examinadoras por semestre. Art. 17. Os membros da banca, com exceção do orientador têm, entre outros, os seguintes deveres específicos: I – informar-se sobre as normas e os instrumentos de avaliação estabelecidos; II- agendar em conjunto com o orientador e acadêmico o local e horário do exame de qualificação; III – compor as Bancas Examinadoras da qualificação e defesa, executando a avaliação do trabalho; IV – revisar o trabalho, recomendando as correções e complementações necessárias; - 97 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA V – questionar ao acadêmico, aspectos relacionados tanto a apresentação quanto ao trabalho escrito, bem como assuntos relacionados ao tema do trabalho; VI - emitir parecer de admissibilidade para defesa pública, juntamente com o orientador; VII – preencher as fichas de avaliação do exame de qualificação, o registro da correção do exame de qualificação e da defesa; VII – assinar as atas finais das sessões de qualificação e defesa; IX – cumprir este Regulamento. CAPÍTULO III DOS ORIENTANDOS Art. 18. Considera-se orientando o acadêmico regularmente matriculado na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas do Curso de Graduação em Ciências Farmacêuticas do CEULP/ULBRA. Art. 19. Os acadêmicos em fase de realização do TCC têm, entre outros, os seguintes deveres específicos: I – freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC e pelo seu Orientador; II – manter contatos semanais com o Professor Orientador para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas; III – cumprir o calendário divulgado pela Coordenação de TCC para entrega das versões parciais e versão final do Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas; IV – firmar com o orientador a ficha de acompanhamento de orientação das versões parciais; V – desenvolver as atividades relacionadas à elaboração do TCC de acordo com o presente Regulamento, as instruções de seu Professor Orientador e da Coordenação de TCC; VI – utilizar fontes fidedignas para o desenvolvimento do TCC; VII submeter seu trabalho à revisão do orientador, tantas vezes quantas necessárias, assim como providenciar as modificações e acréscimos recomendados; VIII - elaborar as versões parciais e a versão final de acordo com as normas da ABNT; - 98 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA IX– entregar ao orientador mensalmente, versões parciais, as quais devem conter o conteúdo pesquisado no período respectivo com no máximo 48 horas de antecedência dos prazos previamente definidos para a entrega pelo coordenador do TCC. X- entregar à Coordenação de TCC, 3 (três) cópias de seu Trabalho de Conclusão de Curso para a qualificação e 3 (três) cópias para a defesa, devidamente assinadas pelo orientador, acompanhadas de 1 CD contendo o TCC em formato digital bem como todos os documentos digitais acessados para a elaboração do trabalho e a carta de encaminhamento para a banca examinadora; XI– comparecer em dia, hora e local determinados pelo orientador na qualificação e desenvolver as correções solicitadas em conjunto com o professor orientador; XII – informar-se junto ao professor orientador sobre o parecer de admissibilidade; XIII – apresentar e defender oralmente o TCC de forma pública, perante a banca examinadora, a menos que o parecer emitido pelo orientador e banca examinadora seja desfavorável; XIV – assinar as atas finais das sessões de qualificação e defesa; XV- corrigir o trabalho após a qualificação e a defesa juntamente com o professor orientador; XVI – entregar a versão final impressa e encadernada acompanhada de 1 (um) CD contendo os documentos digitais empregados na elaboração, bem como o TCC no formato digital (Word ou PDF); XVII – cumprir os prazos estabelecidos pelo orientador e coordenador do TCC; XVIII – cumprir este Regulamento. Parágrafo único. O não cumprimento do disposto em qualquer um dos itens deste regulamento, a qualquer tempo, autoriza o professor a solicitar o desligamento dos encargos de orientação, através de comunicação escrita e motivada à Coordenação de TCC. TÍTULO IV DO DESENVOLVIMENTO E DA DEFESA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS CAPÍTULO I DAS VERSÕES PARCIAIS - 99 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 20. A primeira e a segunda versão parcial devem ser entregues ao orientador mensalmente, com no máximo 48 horas de antecedência das datas estabelecidas de entrega pelo coordenador de TCC. § 1º - A primeira versão parcial será constituída do registro de orientações e desenvolvimento do referencial teórico; a segunda versão parcial, do registro de orientações e desenvolvimento dos elementos textuais conforme estabelecido no Art 28. Art. 21. A terceira versão deve ser entregue pelo acadêmico na Secretaria da Coordenação na data estabelecida pelo coordenador de TCC, sendo apenas o registro de orientações desta etapa entregue pelo orientador ao coordenador de TCC. § 1º - A terceira versão parcial será constituída de 3 (três) cópias do TCC para o exame de qualificação, acompanhadas de 2 CDs contendo todos os arquivos digitais utilizados como referência. Artigo 22. O não cumprimento por parte do orientando das disposições previstas nos artigos 20 e 21, autoriza o professor a solicitar o seu desligamento dos encargos de orientação, mediante comunicação escrita e motivada à Coordenação de TCC. CAPÍTULO II DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO Art. 23. O exame de qualificação será realizado com no máximo 1 (um) mês de antecedência da data prevista para a defesa e agendada pelo orientador mediante a entrega de documento específico. Parágrafo Único – O exame de qualificação não será aberto ao público e a avaliação será exclusivamente do trabalho escrito. - 100 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 24. A versão para a qualificação deve ser elaborada e entregue, em 3 (três) vias, ao coordenador de TCC com no máximo 07 dias de antecedência da data agendada para o exame de qualificação. Art. 25. A avaliação será desenvolvida pela mesma banca examinadora estabelecida para a defesa e de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo documento específico, tendo como nota máxima 3,0 (três) pontos obtidos a partir da média aritmética simples das notas atribuídas por cada um dos membros avaliadores. Art. 26. O registro das correções da qualificação deve ser realizado e entregue ao coordenador de TCC, juntamente com a ficha de avaliação do exame de qualificação. Art. 27. O exame de qualificação terá a duração de no máximo 45 minutos sendo 15 minutos para cada um dos membros da banca, incluindo o orientador. Art. 28. A norma do trabalho a ser avaliado no exame de qualificação compõe-se de: I- na sua estrutura formal o trabalho deverá ser elaborado segundo os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, e à padronização estabelecida pela Coordenação do TCC, no que forem a elas aplicáveis; II – no seu conteúdo, se faz necessária a vinculação direta do tema com uma das linhas do conhecimento na área das Ciências Farmacêuticas; III – seu caráter de idoneidade e de autenticidade. IV – referentes aos elementos textuais o mínimo permitido é de 20 (vinte) laudas, e o máximo de 40 (quarenta) laudas para trabalhos de revisão bibliográfica e para pesquisas de campo e experimentos laboratoriais o mínimo permitido é de 30 (trinta), e o máximo de 50 (cinquenta) laudas. Parágrafo único. Os casos que não atenderem a estes critérios estarão sujeitos à aplicação das sanções disciplinares regimentais. Art. 29. A estrutura do trabalho a ser avaliado no exame de qualificação compõe-se de: I – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS - 101 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA a) capa padronizada; b) folha de rosto; c) errata; d) folha de aprovação; e) dedicatória (opcional); f) agradecimento (opcional); g) epígrafe (opcional); h) resumo – seguido das palavras-chave; i) listas; j) sumário. II- ELEMENTOS TEXTUAIS Revisão Bibliográfica a) introdução; b) objetivos; c) metodologia; d) referencial teórico; f) considerações finais. Pesquisas de campo e Experimentos laboratoriais a) introdução; b) objetivos; c) referencial teórico; d) metodologia; e) resultados e discussão f) considerações finais III- ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS a) referências bibliográficas; - 102 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA b) glossário (elemento condicionado à necessidade); c) apêndice (elemento condicionado à necessidade); d) anexos (elemento condicionado à necessidade). Art. 30. As cópias da versão para o exame de qualificação devem ser encaminhadas às bancas examinadoras com vistas à apresentação formal, devidamente encadernadas em espiral, além de preencherem os seguintes requisitos: I - digitadas ou impressas, em espaço um e meio (1,5), em papel branco tamanho A4 (21 cm x 29,7), tipo de letra Times New Roman ou Arial, tamanho 12 (doze), conforme regras da ABNT; II - as margens deverão ter as seguintes medidas: a esquerda 3 cm; superior 3 cm; direita 2 cm e a inferior 2 cm. Parágrafo Único. O aluno deverá entregar também a versão digital do trabalho e os arquivos dos documentos digitais empregados na elaboração do trabalho. CAPÍTULO III DA DEFESA Art.31. As defesas serão realizadas nas datas divulgadas pelo coordenador de TCC e afixados no mural da coordenação do curso. Parágrafo Único. As sessões de defesa dos trabalhos são públicas, não sendo permitido aos membros das bancas examinadoras tornarem públicos os conteúdos dos mesmos antes de sua apresentação. Art. 32. Tanto as normas quanto a estrutura da versão para a defesa obedecerão aos mesmos padrões estabelecidos para a versão apresentada no exame de qualificação e que se encontram descritos nos artigos 26, 27 e 28. Art. 33. A versão para a defesa deve ser elaborada e entregue, em 3 (três) vias, ao coordenador de TCC na data previamente estabelecida por este, independentemente da data da defesa. - 103 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Parágrafo Único - Quando o TCC for entregue com atraso, a relevância do motivo será avaliada pelo Coordenador de TCC. Art. 34. Ao término da data limite para a entrega das cópias dos Trabalhos de Conclusão de Curso, a Coordenação de TCC, afixará no mural da coordenação de curso a composição das bancas examinadoras, os horários e as salas destinadas às suas apresentações. Art. 35. A avaliação será desenvolvida pela mesma banca examinadora estabelecida para o exame de qualificação e de acordo com os parâmetros estabelecidos, tendo como nota máxima 4,0 (quatro) pontos obtidos a partir da média aritmética simples das notas atribuídas por cada um dos membros avaliadores, correspondentes a defesa oral e ao trabalho escrito. Art. 36. Na realização da banca, o estudante terá até 20 (vinte) minutos, para sua apresentação oral e cada um dos membros avaliadores da banca até 15 (quinze) minutos para a argüição do aluno. §1º - Após a exposição oral do TCC, o uso da palavra será retomado pelo Presidente da Banca que o concederá ao membro convidado para as suas considerações e argüições ao examinando. Em seguida concedê-lo-á ao professor indicado, e por fim, o presidente retomará a palavra para encerrar a fase de apresentação oral. § 2º - Poderá o Presidente da Banca Examinadora cassar a palavra do membro da Banca que a utilizar inadequadamente ou com excesso de tempo no momento da argüição. § 3º - Esgotada a etapa das argüições passar-se-á à avaliação do examinando, em sessão secreta. § 4º - Reabertos os trabalhos, será divulgado ao examinando o resultado final da avaliação, sendo facultado o uso da palavra aos membros da banca e ao examinando para considerações finais. - 104 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA § 5º - Encerrados os trabalhos, o presidente da banca examinadora preencherá em duas vias a ata com o resultado final, que será assinada pelos demais membros. Art. 37. O aluno que não entregar o trabalho, ou que não comparecer para a sua apresentação formal sem motivo justificado na forma da legislação em vigor, estará automaticamente reprovado na disciplina com o grau obtido até o momento (máximo 3,0 pontos). Art. 38. A ata da defesa, assinada pelos membros da banca examinadora, não poderá ter rasuras e deve ser entregue pelo Presidente da Banca Examinadora à Coordenação de TCC. §1º - Em caso de reprovação após a defesa, além da ata e ficha de defesa, deverão ser entregues ao coordenador de TCC as 3 (três) cópias do trabalho contendo as correções dos membros da banca examinadora, que ficarão arquivadas na coordenação do curso. §2º - Depois de efetuadas as correções confirmadas pela assinatura de todos os membros da banca examinadora, o trabalho deverá ser encadernado em capa dura, azul escuro com letras douradas e entregue ao coordenador de TCC, obedecendo às datas determinadas juntamente com uma cópia em CD-R incluindo os documentos digitais empregados na elaboração do trabalho. CAPITULO IV DOS RECURSOS REFERENTES AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Art. 39. No caso de inconformidade, o aluno terá o prazo de 05 (cinco) dias úteis a contar da decisão para contestá-la, endereçando o pedido escrito à Coordenação de TCC, devidamente fundamentada e juntando documentos quando for o caso. § 1º - O Coordenador do TCC designará três professores, para conhecer e julgar os recursos interpostos contra as decisões da Banca Examinadora; - 105 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA § 2º. O recurso deverá conter os seguintes requisitos: I – nome e qualificação do recorrente; II – a exposição do fato e do direito; III – o pedido de nova decisão; § 3º. O julgamento proferido pelos professores designados substituirá a decisão recorrida no que tiver sido objeto de recurso. § 4º. Em caso de deferimento do recurso impetrado, será designada nova banca examinadora, no prazo de até 10 (dez) dias após a decisão de deferimento. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 40. Quando a versão para o exame de qualificação e/ou defesa for entregue com atraso, o estudante deverá justificar o atraso à Coordenação de TCC mediante requerimento protocolado na Central de Atendimento. Parágrafo Único - Não sendo a justificativa, dentre aquelas previstas no regimento do Centro Universitário Luterano de Palmas, a Coordenação de TCC informará o atraso à banca examinadora, que considerará tal aspecto na avaliação, em 1,0 (um) ponto na qualificação e 1,0 (um) ponto na defesa. Art. 41. O professor seja ele o orientador ou membro da banca examinadora, que entender não ser adequado emitir parecer de admissibilidade para a defesa, poderá não fazê-lo, justificando para a Coordenação de TCC, por escrito. Art. 42. Caso, em qualquer momento do processo de elaboração, apresentação ou defesa do Trabalho de Conclusão de Curso, for cogitado pelo professor orientador ou pela banca examinadora a existência de plágio, fraude ou comercialização do respectivo trabalho, será o acadêmico comunicado, reservadamente, constituindo-se imediatamente uma Comissão Especial de Sindicância, composta por três professores, na qual será - 106 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA assegurada ampla defesa do estudante no prazo de 05 (cinco) dias, e, sendo os fatos comprovados, implicará na reprovação imediata e, em caráter definitivo, na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas. Art. 43. Ao estudante matriculado na disciplina, cujo trabalho tenha sido reprovado, só será permitido a apresentação do mesmo trabalho no semestre posterior, caso os problemas que ocasionaram a reprovação forem sanados. Art. 44. Os trabalhos aprovados poderão ser utilizados pelos professores do curso, com objetivo didático-pedagógico e científico, ressalvados os direitos autorais. Parágrafo único. Os trabalhos poderão ficar arquivados na biblioteca ou na coordenação do curso, conforme a disponibilidade de espaço e critérios da própria coordenação, ou ainda serem depositados na biblioteca mediante via digitalizada em CDROM. Art. 45. Os trabalhos poderão ser apresentados em eventos, publicados em revista e/ou em sistema eletrônico. Art. 46. Estará impedido de ser orientador, convidado ou professor indicado pelo Curso de Farmácia, o cônjuge ou parente do aluno em até 3º grau, a qualquer título. Art. 47. As situações que não estejam previstas neste Regulamento serão analisadas e decididas pela Coordenação de TCC em conjunto com a Coordenação do Curso de Farmácia. Art. 48. Este Regulamento entra em vigor no segundo semestre de 2011. - 107 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 5.7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO 5.7.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM O processo de avaliação da aprendizagem é parte integrante do processo de ensino e obedece às normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), conforme Resolução Nº 363, de 21 de Julho de 2010, cujo texto determina: Art. 1º. A avaliação constitui processo contínuo, sistemático e cumulativo. Art. 2°. A aprendizagem do aluno, nas disciplinas regulares constantes no currículo, será avaliada ao longo do semestre letivo e será expressa, para fins de registro acadêmico, em dois graus, a saber: • Grau Um (G1) relativo aos saberes elaborados no primeiro bimestre letivo, que o habilitem a aplicar e construir ou reconstruir conhecimentos, metodologias e processos. • Grau Dois (G2) relativo à totalidade dos saberes elaborados ao longo do semestre e ao desenvolvimento de competências que o habilitem a utilizar, criativamente, as aprendizagens propostas pela disciplina. Parágrafo 1° - O grau final do semestre nessas disciplinas regulares resulta da média ponderada entre o G1, com peso um, e o G2, com peso dois; Parágrafo 2° - A composição do G1 e do G2 deverá ser na forma de prova individual e trabalhos diversos durante o bimestre. A pontuação dos trabalhos será de até 4,0 (quatro) pontos e a da prova a diferença necessária para complementar 10 (dez) pontos. Art. 3°. A avaliação da aprendizagem nas Práticas de Ensino, Estágios e Trabalhos de Conclusão do Curso (TCC) segue o disposto nos respectivos regulamentos dos cursos. Parágrafo Único - Nas disciplinas de características similares, devidamente identificadas na forma regimental, aplica-se a sistemática definida no Art. 2º e § 1º. - 108 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Art. 4°. As atividades complementares realizadas para cumprir requisito curricular serão registradas em documento próprio, desde que atendam às normas do Centro Universitário. Art. 5°. A descrição dos procedimentos e instrumentos de avaliação da aprendizagem, tais como testes, provas e outros trabalhos, constará no Plano de Ensino da Disciplina referendado pelo Conselho do Curso, que estará à disposição dos alunos ao iniciar-se semestre letivo. Art. 6°. A avaliação da aprendizagem é expressa numericamente numa escala de zero (0) a dez (10). Art. 7°. É considerado aprovado o aluno que, tendo 75% de freqüência na disciplina, alcançar na média ponderada entre os dois graus, G1 e G2, nota igual ou superior a seis (6,0). Art. 8°. Qualquer aluno, independente da média alcançada, tem direito a realizar a prova de substituição de grau. Parágrafo 1° - O aluno deverá indicar ao professor, antes realização da prova em caráter definitivo, Parágrafo 2° - o grau que deseja substituir. O grau obtido nesta avaliação cumulativa substituirá, obrigatoriamente, o grau correspondente. Parágrafo 3° - O grau da substituição cumulativa terá peso correspondente ao do substituído para fins de cálculo da média. Art. 9°. O aluno impedido de comparecer a uma das avaliações tem direito a substituição cumulativa, cujo resultado suprirá o grau deixado em aberto, com o peso que lhe corresponde, no cálculo da media ponderada do semestre. Art. 10°. É considerado reprovado na disciplina o aluno que, ao concluir o semestre letivo: a) não obteve, na média dos graus, inclusive aquele obtido na prova de substituição, nota igual ou superior a 6,0 (seis), mesmo que tenha 75% de freqüência na disciplina; b) deixou de realizar o G1 e o G2 no semestre, não dispondo de amparo legal - 109 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA para justificar ausência; c) não obteve, no mínimo, 75% de freqüência na disciplina, independente da nota obtida, salvo nos casos que se enquadram na legislação específica (Decreto-Lei n° 1.044/69 Reed. Parecer CEB n° 6/98). Art. 11°. Os resultados das avaliações são comunicados pelo professor em sala de aula, bem como eletronicamente por meio do sistema do auto-atendimento. Art. 12°. O aluno que discordar do resultado da avaliação poderá solicitar revisão com exposição de motivos na Central de Atendimento ao Aluno, em documento endereçado ao professor, com cópia ao Coordenador do Curso, no prazo de 5 (cinco) dias letivos após a divulgação da nota. Parágrafo Único: Caso não seja atendido pelo professor ou não concorde com a solução recebida, poderá encaminhar pedido de reconsideração ao Coordenador do Curso, por escrito, junto à Central de Atendimento ao Aluno do Centro Universitário, no prazo máximo de 5 (cinco) dias letivos, contado a partir da data da resposta da revisão solicitada ao professor. Art. 13°. A presente resolução, após sua aprovação, passa a vigorar a partir do semestre letivo de 2010/2, revogando-se as disposições em contrário. 5.7.2. COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO O acompanhamento das avaliações em períodos específicos, G1 e G2, permitirá que o Curso, reunido em Conselho, verifique o desenvolvimento de seus alunos em diferentes disciplinas, bem como a análise da metodologia aplicada pelos professores. Desta forma, é possível verificar questões relacionadas à interdisciplinaridade, às competências e habilidades necessárias em dado nível, bem como ao desempenho geral do aluno e do professor. As disciplinas que necessitarem, devido as suas características, de diferentes formatos de avaliação, terão tais propostas discutidas em Conselho de Curso para posteriormente serem aplicados em sala de aula, devidamente documentadas nos Planos de Ensino no início do semestre. Fica facultado, assim, ao Curso o estabelecimento de formas de avaliação diferenciadas para as disciplinas que se julgar necessárias, devendo, entretanto seguir o caráter contínuo, sistemático e cumulativo definido para o processo de avaliação - 110 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA da Instituição. Assim, será possível ao Curso ter diferencial nas avaliações de disciplinas teórico/práticas e práticas. 5.7.3. SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO A proposta de Avaliação do CEULP baseia-se na concepção da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior – CONAES/SINAES, e visa a um triplo objetivo. Primeiro, o aperfeiçoamento da qualidade acadêmica; segundo, a melhoria da gestão universitária, gerando dados e diagnósticos confiáveis; e, enfim, a contribuição com a sociedade através da formação de indivíduos criticamente preparados para intervir no processo social, político e econômico da comunidade. O processo de autoavaliação da instituição promove também a autoavaliação dos cursos, que tem como objetivo estimular a reflexão sobre os projetos pedagógicos, desde as questões relativas à interdisciplinaridade e organização curricular até melhorias nas metodologias e sistemas avaliativos das disciplinas. Este processo é contínuo, de permanente interação, visando ao aperfeiçoamento e melhorias no âmbito institucional como um todo. O atual processo de autoavaliação teve seu início com a formalização da Comissão Própria de Avaliação (CPA), prevista no Art. 11 da Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004. O CEULP orientando-se pela portaria nº127 de 28 de maio de 2004, legislação em questão, instituiu sua CPA, com vistas não somente a atender ao exigido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas, principalmente, com o objetivo de consolidar a Avaliação Institucional já praticada nesta Instituição desde 1997. A avaliação institucional, realizada pela CPA, tem a participação de todas as instâncias e segmentos da comunidade do CEULP, considerando as diferentes dimensões de ensino, pesquisa, extensão e gestão. Ao final desta etapa, elabora-se o relatório das atividades ou autoavaliação. A CPA é quem elabora esse relatório final, que integra todos os resultados da avaliação (interna e externa), indicando as deficiências acadêmicas ou institucionais e propondo, juntamente com a participação dos professores e alunos dos cursos, bem como dos dirigentes da instituição, medidas de superação. A partir da análise dos dados, a CPA realiza reuniões sistemáticas com os dirigentes da IES, os docentes e os discentes. Tais reuniões tem como propósito a análise e reflexão dos resultados: da avaliação institucional, das avaliações dos cursos e do ENADE. Estes instrumentos apresentam uma variedade de informações sobre os cursos, as quais são - 111 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA consideradas no processo de análise e incorporação dos resultados no planejamento da gestão acadêmico-administrativa. 5.7.3.1. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO O resultado do ENADE, um dos procedimentos de avaliação do SINAES, analisado pela coordenação do curso, NDE e o conselho do curso, foi especialmente preponderante na definição de algumas ações do curso para os anos de 2012 e 2013, a saber: • Reuniões sistemáticas para reflexão sobre a organização didático-pedagógica, especialmente no que tange a reavaliação dos planos de ensino (de forma a intensificar o processo de interdisciplinaridade) e no planejamento de turmas a partir da definição de eixos temáticos. • Reuniões mais constantes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) com o objetivo de refletir sobre o Projeto Pedagógico do Curso, especialmente no que se refere ao tripé ensino-pesquisa-extensão, de forma a tornar tal processo mais presente na definição da estrutura e nos conteúdos curriculares. • Atualização das bibliografias básicas e complementares a partir da aquisição de novo livros e das discussões realizadas nas reuniões do colegiado e do NDE. • Aumento da qualificação docente, no que tange à titulação, a partir da contratação de doutores para ministrar disciplinas específicas do curso e para orientar projetos científicos. • Intensificação dos processos de seleção de monitoria para as disciplinas teóricas e práticas contribuindo com a melhoria no ensino. O direcionamento das atividades dos monitores é realizado a partir de reuniões da coordenação do curso e professores envolvidos com o grupo de monitores. • Reuniões bimestrais do Colegiado do Curso, em datas que coincidem com o término das avaliações de Grau 1 e Grau 2, garantindo o acompanhamento do desempenho dos alunos. • Avaliação dos estágios mediante reuniões da coordenação do curso e dos acadêmicos com os respectivos supervisores, no início e término do semestre. • Aquisição de novos equipamentos Bioquímica/Imunoquímica, e materiais Hematologia/Líquidos para os Corporais, laboratórios de Microbiologia, Parasitologia, Farmacognosia, Homeopatia, Farmacotécnica e Farmacognosia proporcionando a inserção de novas aulas práticas. - 112 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Reflexões sobre o resultado dos processos de avaliação do curso e/ou da IES a partir da interação entre a Comissão Própria de Avaliação (CPA) e os professores e alunos do curso. 5.8. ATENDIMENTO AO DISCENTE 5.8.1. ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO A organização acadêmico-administrativa dos cursos de graduação do CEULP e oferecem atendimento nos 03 (três) turnos: • A Secretaria Geral é o setor responsável pela documentação, registro e acompanhamento da vida acadêmica do estudante, bem como pela emissão de documentos para o acadêmico, desde o seu ingresso até a sua formatura. Possui, ainda, a incumbência procedimentos e de dar preparativos suporte para as aos coordenadores matrículas, ao quanto aos cadastramento dos candidatos para o processo seletivo, cadastros de turmas etc. Possui 09 (nove) funcionários e dispõe de 07 computadores e 03 impressoras. • A Central de Atendimento ao Acadêmico: é o setor no qual os acadêmicos protocolam os seus requerimentos (documentos, reingresso, documentação de transferência, solicitação de colação de grau etc.) e obtêm as respostas a estes requerimentos. Possui 07 (sete) funcionários e dispõe de 05 guichês de atendimento com computadores, 02 computadores para trabalhos internos e 03 impressoras. Na instituição, os alunos podem acessar o Portal da IES (www.ulbra-to.br) nos Labins e, caso precisem imprimir alguma documentação, podem usar o Autoatendimento, que consiste em um espaço ao lado da Central de Atendimento ao Acadêmico, no qual são oferecidos 06 (seis) computadores e 02 (duas) impressoras. 5.8.2. APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS O CEULP estimula os cursos a promoverem congressos, seminários, simpósios, dentre outros, que propiciem a participação dos alunos seja como organizadores, seja como apresentadores de trabalhos. Dois exemplos disso são o Congresso Científico do CEULP que acontece desde 1999 e a Jornada de Iniciação Científica que ocorre anualmente - 113 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA desde 2001 e os eventos específicos do Curso como a Jornada de Biomedicina e Farmácia e Semana Farmacêutica (evento organizado em parceria com o Conselho Regional de Farmácia). 5.8.3. APOIO PSICOPEDAGÓGICO O CEULP possui um Núcleo de Atendimento Educacional Especializado, que é estruturado em três eixos: atenção aos alunos com deficiência, conceituados como aqueles com impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; atenção aos alunos com transtornos globais de desenvolvimento; atenção aos alunos com dificuldades particulares no processo ensino-aprendizagem. De forma geral, nestes três eixos, busca-se oferecer um acompanhamento dos alunos em sua vida acadêmica desde o processo seletivo até a conclusão do curso; promover a conscientização de alunos e funcionários de seus direitos e deveres junto a instituição e reconhecer potenciais deficiências e/ou necessidades que não tenham se apresentado como tal em algum momento de sua vida acadêmica, mas que necessitem do devido acompanhamento. Também se busca detectar problemas recorrentes no processo ensino-aprendizagem, tais como dificuldades de expressão oral e escrita; dificuldades de comunicação; frustrações etc, bem como auxiliar o corpo docente da instituição no que se refere ao cuidado e atenção com os alunos e as necessidades decorrentes de seus impedimentos. Para isso, trabalha-se com a coordenação de grupos de apoio, tais como intérpretes, cuidadores etc e a estruturação de material de apoio aos alunos que enfrentam dificuldades específicas no processo ensino-aprendizagem, aliados à organização de workshops, cursos e eventos que se fizerem necessários para apoio a todos os agentes envolvidos no processo: discentes, docentes, corpo técnico-administrativo. Por fim, este núcleo preocupa-se em realizar os requerimentos e encaminhamentos que se fizerem necessários aos demais atores envolvidos no processo como um todo, como clínica-escola e atendimento especializado no serviço público de saúde e de assistência social. 5.8.4. MECANISMOS DE NIVELAMENTO Laboratórios de Produção de Conhecimento O CEULP oferece apoio ao acadêmico em disciplinas que servem de base para a produção do conhecimento necessário ao seu desenvolvimento técnico-científico. Este apoio, além - 114 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA de proporcionar oportunidade de nivelamento também oferece condições para o aprimoramento pessoal e profissional nas áreas trabalhadas: comunicação e expressão, matemática e instrumentalização científica. O laboratório de produção de conhecimento está localizado na sala 409, do prédio 4. As atividades são distribuídas nos laboratórios descritos a seguir. Laboratório de Leitura e Produção Textual O Laboratório de Leitura e Produção Textual é um importante suporte pedagógico para o nivelamento dos acadêmicos do CEULP. Nele, o CEULP disponibiliza professores para atenderem a alunos de todos os cursos, gratuitamente, com a intenção de tornar os discentes aptos a lerem, compreenderem e produzirem textos adequadamente e com desenvoltura. Assim, espera-se que eles concluam o terceiro grau com a consciência de que comunicar, ou seja, falar, compreender e produzir texto de forma adequada é fundamental para obter sucesso em todas as áreas do conhecimento. Este projeto tem como público-alvo prioritário os discentes que apresentam dificuldades mais sérias em termos de leitura, compreensão, interpretação e produção de textos orais e escritos. Duas professoras do Curso de Letras têm atendido em horários distintos para atingirem maior quantidade de interessados. Além delas, geralmente monitores, que são selecionados a partir de edital interno, colaboram com os colegas. Objetivos Geral Desenvolver habilidades de leitura, compreensão, interpretação e produção textual a fim de aperfeiçoar a comunicação oral e escrita. Específicos • ler, compreender e interpretar textos de distintos gêneros; • reconhecer desvios gramaticais e problemas de coesão e coerência no próprio texto; • desenvolver habilidade de correção e refacção do próprio texto; • compreender e interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros, especialmente os argumentativos; • identificar os principais gêneros textuais que circulam na realidade, especialmente os que são trabalhados nas disciplinas dos distintos cursos. • Espera-se do acadêmico que frequenta o Laboratório com certa regularidade: - 115 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • melhorar a estruturação de parágrafo, resumo, retextualização, paráfrase e demais textos propostos; • produzir pequenos textos com adequação; • participar efetivamente das aulas e melhorar as notas, especialmente da disciplina de Comunicação e Expressão; • aperfeiçoar a habilidade de compreensão e interpretação de texto; • obter resultados positivos, inclusive, em concursos públicos; • confiar no laboratório como espaço de apoio quando sentir dificuldade. Atendimento O aluno comparece nos horários definidos para o que não é preciso agendar ou inscrever-se. O atendimento do laboratório é realizado de acordo com as necessidades individuais dos participantes. Quando tais necessidades são comuns ao grupo presente, as atividades são realizadas coletivamente. Se o acadêmico demonstra incerteza por onde começar, a professora propõe leitura de texto, seguida de conversa ou debate a partir de questões de compreensão e complementa com atividades de interpretação textual. Na segunda parte, o acadêmico produz texto escrito, seguido de correção e refacção do próprio texto com ajuda da docente. As informações sobre objetivos e funcionamento do laboratório de leitura e produção textual são divulgadas através do portal da instituição (http://ulbra- to.br/2011/03/02/Laboratorio-de-Leitura-e-Producao-Textual). Além disso, cartazes com o quadro de horários e nomes dos atendentes são afixados nos principais quadros de avisos da Instituição. Alguns docentes divulgam o laboratório e os horários previstos nas aulas. Laboratório de Produção de Conhecimento Matemático O Laboratório de Produção de Conhecimento Matemático propõe-se a oferecer assistência aos alunos na solução de problemas relacionados aos conteúdos das disciplinas relacionadas à Matemática no CEULP, buscando propiciar oportunidade de nivelamento bem como dar suporte e apoio à evolução dos alunos nas disciplinas cursadas. Esse trabalho dá-se com o desenvolvimento de técnicas de raciocino lógico para resolver problemas práticos relacionados aos conteúdos das disciplinas, principalmente aqueles que, por suas características são difíceis de serem abordados sem conhecimentos prévios necessários. Esses problemas são dados previamente por meio de listas de exercícios. - 116 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA São esperados, dos alunos que participam ativamente do laboratório, diminuição do índice de reprovação e também diminuição da evasão escolar relacionada a dificuldade com a matemática. Atendimento Atendimento personalizado no uso de técnicas de raciocínio para solução de problemas concretos relacionados com conteúdos matemáticos. Laboratório de Instrumentalização Científica O Laboratório de Instrumentalização Científica surge com o intuito de servir como apoio aos acadêmicos da instituição quanto à utilização dos diferentes instrumentos científicos e de normatização das produções formais do ensino superior e suas etapas sequenciais. O Laboratório conta com um professor e dois monitores que prestam serviço de orientação; elaboram atividades e exercícios de fixação, materiais para compartilhamento dos conhecimentos e discussão das produções, normas e instrumentos entre outros; organizam, coordenam e ministram oficinas sobre a utilização dos instrumentos e das normas aos alunos e aos professores da instituição que tiverem interesse em participar. O público-alvo prioritário deste Laboratório são os acadêmicos que iniciaram suas práticas de produções acadêmicas (elaboração de Projetos de Pesquisa, produção de Artigos Científicos, Resumos Expandidos, Fichamentos, Resenhas, Trabalhos de Conclusão de Curso, Relatórios Técnicos, entre outros), no entanto, os serviços estão disponíveis a qualquer discente, bem como aos docentes que tiverem interesse em usufruí-los. Objetivos Geral Disponibilizar apoio aos acadêmicos que o solicitarem quanto à utilização dos instrumentos científicos, normas para formatação, citação, referenciação e apresentação de trabalhos científicos, além de ser um espaço para discussão e ampliação do aprendizado. Específicos • Oferecer serviço de orientação sobre formatação de trabalhos científicos aos acadêmicos; - 117 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Produzir materiais de orientação sobre normas para formatação, citação, referenciação e apresentação de trabalhos científicos, disponibilizando-as aos acadêmicos e demais professores da instituição; • Confeccionar e disponibilizar materiais contendo atividades e exercícios sobre utilização de instrumentos, normas e formatação de trabalhos científicos aos demais professores da instituição, bem como aos alunos que os buscarem; • Promover oficinas bimestrais sobre utilização de instrumentos. • Espera-se do acadêmico que frequenta o Laboratório com certa regularidade: • Desenvolver as habilidades inerentes ao manejo adequado dos instrumentos e utilização das normas através da participação em atividades e da resolução de exercícios; • Apropriar-se dos conhecimentos necessários para conseguir utilizar outras normas e instrumentos pela inter-relação e associação dos conhecimentos com as habilidades aperfeiçoadas pelo laboratório e com os conhecimentos adquiridos; • Melhorar seu desempenho acadêmico nas disciplinas que utilizam os instrumentos e normas seja de forma direta ou indireta. Atendimento Aos interessados, basta comparecer ao Laboratório nos horários especificados e estabelecer um contato inicial onde serão discutidas as necessidades e expectativas dos interessados e proposto um Programa de Participação com a finalidade de alcançar os objetivos pretendidos dentro das possibilidades do Laboratório. O atendimento é realizado de acordo com as necessidades individuais dos participantes, ou coletivas no caso de grupos de participantes com uma mesma demanda. Ao longo do processo e, especialmente, ao final do mesmo, é realizada reflexão com os frequentadores sobre as atividades e os resultados alcançados, com a intenção de propor melhorias. OUTRAS AÇÕES Reuniões semestrais do Núcleo de Apoio Educaional (NAE) com os professores responsáveis pelas disciplinas institucionais (as disciplinas que perpassam todos os cursos da IES, a saber: Comunicação e Expressão, Instrumentalização Científica, Sociedade e Contemporaneidade e Cultura Religiosa), já que a maior parte destas disciplinas está nos períodos iniciais dos cursos e cujo conteúdo e objetivos tem relação com as maiores deficiências dos alunos, ou seja, leitura, escrita e interpretação. - 118 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 5.8.5. MONITORIA O CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Luterano de Palmas, no uso de suas competências regimentais e estatutárias, e tendo vista a aprovação em reunião realizada em 19 de agosto de 2010 RESOLVE: Art. 1°. Ficam aprovadas as normas gerais, para a função de Monitor, destinadas aos discentes da educação superior deste Centro Universitário. Art. 2º. contextualização A monitoria tem o objetivo de proporcionar ao acadêmico a da prática-educativa-profissional, vivenciada através do ensino, pesquisa e extensão. Art. 3º. Ao monitor cabe as seguintes atribuições: I. Ajudar os alunos nas suas dificuldades de aprendizagem; II. Auxiliar no preparo de material didático e de apoio; III. Participar na organização e execução de seminários e/ou atividades afins; IV. Elaborar relatório sobre a execução das suas atividades, incluída a sua auto-avaliação; V. Zelar pelo cumprimento dos horários estabelecidos em comum acordo com os professores ou chefias imediatas; VI. Atender às solicitações dos professores e auxiliar os colegas alunos nos períodos destinados à monitoria; VII. Comunicar às chefias imediatas eventuais anormalidades, constatadas no local de monitoria e solicitar o seu pronto atendimento; VIII. Definir, em comum acordo com os professores, ou chefias imediatas, as atividades que serão desenvolvidas durante o período de vigência da monitoria; Art. 4º. Cabem aos monitores bolsistas e voluntários os seguintes direitos e deveres: I. O monitor exercerá suas funções em, no mínimo quatro (4) e, no máximo, vinte (20) horas semanais. Para viabilizar oportunidades a outros pretendentes, o aluno poderá ser monitor da mesma disciplina no - 119 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA período de um semestre, podendo ser renovado por mais 3 (três) semestres; II. O horário destinado às atividades de monitoria não deverá, em hipótese alguma, coincidir com o horário das aulas do monitor; III. A nomeação do monitor poderá ser revogada a qualquer momento, por ambas as partes; IV. Ao final do período de monitoria, o monitor terá direito ao certificado assinado pelo Coordenador do Curso e pela Diretora Geral; V. Se não cumprida a carga horária prevista em, no mínimo, 75% o aluno não receberá o certificado de monitoria; VI. As monitorias são consideradas Atividades Complementares, computadas o número de horas desenvolvidas, conforme o Projeto Pedagógico do Curso. Art. 5º. O professor interessado nos serviços de monitoria remunerada, através de bolsa, deverá apresentar o pedido, utilizando formulário próprio, ao Coordenador do Curso; Art. 6º. A divulgação das inscrições deve ser feita de forma que todos os alunos tenham acesso, através de edital, sob a responsabilidade do Coordenador do curso; Art. 7º. Para a inscrição, o candidato à monitoria deverá: • Ser aluno regularmente matriculado no Centro Universitário, no mínimo, em 12 créditos no semestre de exercício da monitoria; • Ter cursado, com aprovação, a disciplina para a qual se destina à monitoria; • Estar em dia com as obrigações acadêmicas e financeiras perante a IES; • Anexar histórico escolar; • Preencher ficha de inscrição; • Não possuir nenhum tipo de bolsa ou financiamento estudantil; Art. 8º. São os seguintes critérios para a seleção dos candidatos: • A aprovação em prova específica de avaliação de sua capacidade em atividades técnico didáticas; - 120 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Ter bom relacionamento interpessoal com colegas, professores, evidenciando princípios éticos e ações pautadas através de iniciativa, organização, criatividade, responsabilidade e assiduidade; • O interesse pela disciplina; • O parecer do professor da disciplina e do Coordenador do Curso. Art. 9º. O contrato com o aluno monitor será firmado entre a Direção Geral e aluno monitor. Art. 10. Os monitores firmarão contrato com a Instituição de Ensino, no qual conste o número de horas semanais, a remuneração mensal e a forma de pagamento; § 1º - A nomeação dos monitores seguirá o seguinte critério: 20 horas de monitoria remunerada para cada 100 (cem) alunos matriculados no curso; § 2º - Cabe a Direção Geral, alterar o critério acima estabelecido, de acordo com as peculiaridades de cada curso; § 3º - É fixada pela Direção Geral a remuneração pelas horas semanais de atividades de monitoria dos bolsistas, bem como o início da efetivação da bolsa-monitor; § 4º - O contrato poderá ser rescindido a qualquer momento pela Direção Geral, mediante pedido do professor ao Coordenador do Curso, observado o prazo de 30 dias; § 5º - O Edital com o número de vagas de monitores bolsistas, por curso, será único e assinado pela Diretora Geral; Art. 11. O exercício de monitoria não cria vínculo empregatício com o Centro Universitário; Art. 12. O professor orientador será o que ministra a disciplina junto à qual o aluno exerce a monitoria; Parágrafo único. Ao professor orientador cabe o exercício da docência, a avaliação do desempenho dos alunos, a correção de provas e o controle de freqüência. Art. 13. Para a Direção Geral e para o Núcleo de Apoio Educacional, bimestralmente devem ser prestadas contas da efetividade das monitorias remuneradas, através de formulário próprio, onde é apresentado relatório descritivo das atividades. Tal relatório deverá ser apresentado até o segundo (2º) dia útil dos meses de: abril e junho (1º semestre); outubro e dezembro (2º semestre), com base no controle diário da efetividade. Art. 14. No final do semestre serão avaliadas as tarefas executadas, ressaltandose que o valor humano e profissional do monitor não serão alvo de julgamento. - 121 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA § 1º - São critérios para a avaliação das atividades do monitor: I - As observações durante o semestre no acompanhamento direto do professor orientador; II - O relatório bimestral apresentado pelo monitor; III - A execução do plano de trabalho apresentado; § 2º - O desempenho do monitor será motivo para novas nomeações. Art. 15. A cada semestre, deve ser renovada a solicitação dos serviços de monitorias. Art. 16. Ao final do exercício, para emissão do certificado, o acadêmico deverá requerê-lo à Assessoria Jurídica, junto à Central de Atendimento ao Acadêmico, por meio de protocolo devidamente assinado. Art. 17. O Coordenador do Curso e a Diretora Geral, ao final de cada semestre, irão emitir e assinar o certificado, que será fornecido ao aluno monitor, pelo exercício da monitoria. Parágrafo único: Este certificado será emitido se, e somente se, o monitor cumprir com a entrega de todos os relatórios relativos ao exercício da monitoria por ele realizada. Art. 18. São os seguintes critérios para a renovação da monitoria: • Entrega de relatório dentro do prazo estabelecido pela Coordenação do Núcleo de Apoio Educacional - NAE; • Estar em dia com as obrigações acadêmicas e financeiras perante a IES; • Não possuir nenhum tipo de bolsa ou financiamento estudantil; • Ter cumprido, no mínimo, 75% da carga horária contratada no exercício anterior da monitoria; • Ser aluno regularmente matriculado no Centro Universitário, no mínimo, em 12 créditos no semestre de exercício da monitoria; Parágrafo único: A monitoria poderá ser renovada por no máximo 3 semestres. Art. 19. Poderá haver o cancelamento do contrato de monitoria quando: • Não houver a entrega de algum dos relatórios na data estabelecida pela Coordenação do Núcleo de Apoio Educacional - NAE; - 122 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Não houver o cumprimento de, no mínimo, 75% da carga horária estabelecida, salvo nos caso de faltas devidamente justificadas e comprovadas por atestado ou documentação comprobatória; • O monitor obtiver, durante o exercício da monitoria, algum tipo de bolsa ou financiamento estudantil; Art. 20. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário. 5.8.6. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS O CEULP procura, constantemente, inovar na relação com o aluno. Uma das inovações recentes é quanto a ferramentas que permitem o estabelecimento de uma rede social, através da internet, que tem o objetivo de promover a relação entre alunos, egressos e professores da instituição. Anteriormente à implantação da rede social é feito um trabalho diferenciado com egressos, através de um formulário por meio do qual o egresso pode informar dados pessoais e de contato, como telefone e e-mail, como demonstra a figura a seguir. Formulário de Cadastro de Egressos Além das informações de contato, o egresso também informa dados profissionais e acadêmicos, como empresa onde trabalha, ano e semestre de ingresso e formatura. - 123 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Estas informações permitem que a Instituição entre em contato com os egressos e acompanhe sua atuação no mercado. Este formulário está disponível para cada curso, portanto, ao acessar o formulário dentro do site do curso, o egresso não necessita informar o curso que fez na instituição. A Figura a seguir ilustra o formulário para o Curso de Farmácia. Formulário de egressos - Dados acadêmicos e profissionais Estas funcionalidades permitem que egresso e CEULP continuem mantendo contato. Esta relação, ainda que virtual, apresenta novas possibilidades ao egresso, como continuar em contato com seus professores, inserir-se em programas de pós-graduação e extensão, conhecer novos alunos e, através dos conteúdos disponíveis nas comunidades e pelos usuários, desenvolver um processo de aprendizagem contínuo, que supera os limites da sala de aula. 5.8.7. MEIOS DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS E PRODUÇÕES DE ALUNOS O Centro Universitário Luterano de Palmas procura valorizar a pesquisa científica e tecnológica e, em especial, a formação do jovem discente. Para tanto, implantou, em maio de 2000, o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica – PROICT. O PROICT é de grande relevância para a Instituição porque contribui para uma melhor qualificação do aluno, incentiva a formação de recursos humanos em Ciência e Tecnologia, estimula o desenvolvimento do pensar criativo e a aplicação do método - 124 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA científico, melhorando o processo ensino-aprendizagem, além de incrementar a produtividade científica da Instituição. Dentro do PROICT, o CEULP instituiu a realização anual da Jornada de Iniciação Científica. Nessa oportunidade, os trabalhos dos alunos são divulgados através dos anais, e os trabalhos mais relevantes são premiados, por áreas de conhecimento, recebendo seu autor troféu e certificado. Também há outros meios de divulgação de trabalhos de alunos, como revistas, murais, o portal Encena (www.ulbra-to.br/encena), nas áreas de notícias do portal do CEULP e através dos TCCs, que ficam na Biblioteca da Instituição para serem consultados pela comunidade acadêmica. 5.8.8. PROGRAMAS DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO (BOLSAS) Os alunos recebem, quando selecionados, bolsas de monitoria, de iniciação científica, extensão, entre outras. O número de bolsistas depende do orçamento anual do CEULP e do número de alunos inscritos. Além disso, os alunos das licenciaturas de Educação Física, Pedagogia, Letras, Ciências Biológicas, Matemática e graduação em Serviço Social recebem um desconto em créditos, configurando-se esse benefício como bolsa de estudo. São várias as formas de apoio que o CEULP mantém para o programa contínuo de bolsas: • bolsa CELSP; • bolsa de convenção coletiva de trabalho; • bolsa de iniciação científica; • bolsa monitoria; • bolsa social; • bolsa extensão; • convênios empresariais e governamentais; • desconto de antecipação; • desconto familiar; • desconto fidelidade; e • desconto idade. - 125 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 5.9. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO 5.9.1. ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISA O CEULP tem, no desenvolvimento da investigação científica e tecnológica, um valioso instrumental pedagógico e social para a consecução de seus objetivos educacionais. O fazer ciência, participando de atividades de pesquisa básica ou aplicada, tem um importante papel na formação do estudante universitário, no despertar e aprimorar de qualidades que se refletem no preparo de um profissional capacitado a enfrentar os problemas do dia a dia. Espera-se do novo profissional a capacidade de dar respostas concretas e imediatas aos problemas que surgem em sua atividade diária, quando engajado no mercado de trabalho. A investigação do desconhecido ajuda a formar uma mente organizada no método científico, na análise crítica frente a novos desafios e na proposição e verificação experimental de hipóteses de trabalho a serem testadas de forma sistemática. O espírito analítico-crítico, a inovação de soluções, a engenhosidade e o empreendedorismo, entre outras, são qualidades trabalhadas no cotidiano da pesquisa, importantes, também, no processo de formação do acadêmico por desenvolver neste, características desejáveis como autoconfiança, liderança e versatilidade. Por sua vez o participar em pesquisas de ponta, assim consideradas por representarem avanços significativos no conhecimento humano ou tecnologicamente melhorias importantes na qualidade de vida do cidadão, contribuem para o desenvolvimento no estudante universitário de um sentimento participativo com sua comunidade. Estas pesquisas de ponta, na maioria das vezes de caráter multidisciplinar, estimulam a formação do cidadão, capacitado a trabalhar integrado a equipes, reconhecendo o papel do indivíduo e valorizando o trabalho do conjunto, aspectos estes hoje considerados fundamentais na formação de um profissional de sucesso. Para a inclusão do corpo discente em atividades de pesquisa, criou-se o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PROICT) que tem objetivos bem definidos: • Aplicar o método científico como coadjuvante do processo ensino-aprendizagem; • Avaliar e acompanhar o desempenho do acadêmico de iniciação científica até sua graduação e possível ingresso na Pós-graduação; • Contribuir para uma melhor qualificação de acadêmicos candidatos a programas de Pós-graduação; - 126 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Vincular pesquisadores e docentes da Pós-graduação a atividades relacionadas com a formação do graduando; • Estimular a produtividade científica no Campus; • Estimular o desenvolvimento do pensar criativo do acadêmico de graduação; • Incentivar a formação de recursos humanos em ciência e tecnologia; • Proporcionar, ao graduando, conhecimentos práticos e metodologias próprias de áreas do conhecimento específico, pela participação em projetos de pesquisa desenvolvidos por pesquisadores qualificados; • Vincular pesquisadores e docentes da Pós-graduação a atividades relacionadas à formação do graduando. São candidatos ao Programa os acadêmicos de cursos de graduação, regularmente matriculados no CEULP. PESQUISA NO CURSO DE FARMÁCIA Considerando a biodiversidade ambiental da região Norte e a reemergência de diversas doenças transmissíveis nota-se a existência de fatores individuais, ambientais e relacionados a organização do serviços de saúde que interferem diretamente na morbimortalidade dos tocantinenses, por isso a importância de trabalhar-se em linhas de pesquisa voltadas para a atenção a saúde e ao bem-estar no Estado. As pesquisas atualmente desenvolvidas no curso estão inseridas no grupo Bioprospecção Química e Microbiológica, especificamente nas linhas Prospecção Bioquímica e Prospecção de Bioativos. Linha de pesquisa: Prospecção Bioquímica Essa linha de pesquisa está relacionada a bioquímica clínica e o eixo central que orienta as pesquisas é a relação dos parâmetros bioquímicos com determinadas doenças . • Pesquisadoras: o Msc. Erminiana Damiani de Mendonça o Dra. Daniele Suzete Persike - 127 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Linha de Pesquisa: Prospecção de Bioativos As plantas constituem uma fonte importante para a obtenção de novos fármacos, ou de substâncias que sirvam de modelo para a síntese de novas substâncias ativas. Nesse sentido, nosso grupo tem por objetivo estudar espécies vegetais. O Estado do Tocantins está localizado na Amazônia Legal, onde existem vegetais que contém moléculas farmacologicamente ativas de interesse na indústria de alimentos, cosméticos e medicamentos. Em razão da existência de poucos estudos publicados sobre o bioma cerrado, o atual corpo docente, que já possui trabalhos de pesquisa em andamento, inseriu-se na linha de pesquisa denominada produtos naturais, englobando a extração, quantificação e atividades antioxidante e antimicrobiana de extratos e suas frações, bem como sua estabilidade e incorporação em formulações cosméticas. Tendo em vista que a qualidade de uma droga vegetal é dependente de um conjunto de fatores que incluem os aspectos da matéria prima vegetal, informações dos laudos e rótulos, aspectos da embalagem, além dos aspectos microbliológicos a qualidade físico-química e microbiológica de drogas vegetais comercializadas no município de Palmas também são avaliadas. • Sub-área: Corantes naturais • Pesquisadoras o Msc. Isis Prado Meirelles de Castro o Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak o Msc. Juliane Farinelli • Sub-área: Controle físico-químico e microbiológico de drogas vegetais • Pesquisadoras: o Msc. Grace Priscila Pelissari Setti o Msc. Juliane Farinelli • Sub-área: Toxicidade de extratos vegetais com propriedades medicinais • Pesquisadoras: o Esp. Emília Jacinto Trindade o Msc. Grace Priscila Pelissari Setti o Msc. Juliane Farinelli - 128 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Sub-área: Atividade antibacteriana e antifúngica de extratos vegetais • Pesquisadora: o Msc. Áurea Welter • Sub-área: Microbiologia de Alimentos • Pesquisadora: o 5.9.1.1. Marta Cristina de Menezes Pavlak EVENTO RELACIONADO ÀS PESQUISAS JORNADA ACADÊMICA DE BIOMEDICINA E FARMÁCIA Público-Alvo: Acadêmicos de Biomedicina e Farmácia e áreas afins; Professores do CEULP/ULBRA; Profissionais biomédicos e farmacêuticos; Acadêmicos de outras Instituições de Ensino Superior. Objetivo Geral: Proporcionar aos acadêmicos dos cursos de Biomedicina, Farmácia e profissionais da área da saúde novos conhecimentos acerca de doenças negligenciadas. Objetivos Específicos: • Possibilitar o contato de acadêmicos com profissionais de renome nacional; • Promover a discussão de assuntos atuais referentes à atuação profissional; • Confrontar os conteúdos estudados em sala de aula com a experiência profissional relacionada aos aspectos regionais; • Apresentar as pesquisas realizadas pelos acadêmicos e professores dos cursos de Farmácia e Biomedicina nos Trabalhos de Conclusão de Curso e pelo Programa de Iniciação Científica do CEULP. 5.9.2. ATIVIDADES DE EXTENSÃO O curso de Farmácia vem desenvolvendo atividades com a meta primordial de sensibilizar os acadêmicos frente à importância - 129 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA de estarem engajados no desenvolvimento da sociedade, atuando na interação com o mercado. Entendida como uma das funções básicas da universidade, a extensão é a forma de intercâmbio dessa com a comunidade, contribuindo para o seu desenvolvimento e buscando, pela ação integrada, conhecimentos e experiências para subsidiar a avaliação e a qualificação do ensino e da pesquisa. A extensão é uma forma de complementar, aprofundar, atualizar e difundir os conhecimentos, estabelecendo com a comunidade um processo de troca e participação, sem caráter assistencialista e/ou sem tomar a si ações e deveres do estado. Por ser uma via de transformação dentro da universidade, numa nova concepção de universidade cidadã, a extensão rompe barreiras, contribuindo, assim, para a modificação do conceito de educação, passando esta a ser um processo de formação inter e transdisciplinar. A política de extensão, como uma das atividades fundamentais da graduação, tem sua principal justificativa, no âmbito deste curso, no fato de estar ocorrendo, na cidade de Palmas (estado do Tocantins – Região Norte), onde se observa um elevado crescimento populacional. Esse crescimento indica um aumento na demanda de necessidades, e à oportunidade de vincular a instituição e o curso às necessidades da comunidade. Outro aspecto relevante está relacionado às características do corpo docente e discente que, por serem naturais deste estado ou estarem domiciliados nele há expressivo tempo, compreendem a dinâmica das relações sociais, as necessidades da região e transformam o desejo normalmente teórico de transposição do ambiente acadêmico em oportunidade de intervenção associada ao desenvolvimento das habilidades e capacidades no perfil profissiográfico. O curso de graduação em Farmácia, em parceria com outras instituições, ou pela ação de professores em grupos de trabalho ou isoladamente promoveu nos últimos três anos duas atividades de extensão, cujo foco foi aproximar-se da comunidade, construindo, compartilhando saberes e oportunizando experiências, visando sempre a melhoria das práticas educacionais e dos ambientes sociais em que ocorrem. EXPRO (Exposição das profissões) A EXPRO (Exposição das Profissões), evento que ocorre anualmente no CEULP, é utilizada de forma intensa para a divulgação do curso, enfatizando sempre o aspecto da qualidade do trabalho que vem sendo realizado pelos professores e alunos. O objetivo da EXPRO, de forma geral, é apresentar todas as profissões que são "oferecidas" a partir dos cursos do CEULP, sendo recebidos alunos de todos os colégios de Palmas e de algumas cidades do estado. É um evento que oportuniza a divulgação das atividades e da dimensão do perfil do egresso do curso. - 130 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA O Objetivo da realização da EXPRO é fornecer um intercâmbio entre alunos de outros cursos, centros universitários e escolas, proporcionando ao acadêmico e aos visitantes um maior conhecimento sobre a área de atuação do curso. O Objetivo da realização da EXPRO é fornecer um intercâmbio entre alunos de outros cursos, centros universitários e escolas, proporcionando ao acadêmico e aos visitantes um maior conhecimento sobre a área de atuação do curso. AKADEMO Projeto institucional cujo objetivo é promover a interação entre alunos veteranos e calouros a partir da realização de ações sociais na comunidade. CENTRO DE INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS (CIM) Período: 2005-atual Resumo: Este projeto visa inserir o Centro Universitário Luterano de Palmas no Sistema Brasileiro de Informação sobre medicamentos através do desenvolvimento de atividades sistematizadas de pesquisas bibliográficas técnicas e científicas a fim de elaborar respostas para atender as perguntas da comunidade sobre medicamentos, constituindo portanto, campo de atuação da Assistência Farmacêutica. ARRECADAÇÃO E REDISTRIBUIÇÃO RESPONSÁVEL DE MEDICAMENTOS SUBUTILIZADOS NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO (PAM) Período: 2011-atual Resumo: Além da prática de sustentabilidade ambiental realizando coleta de medicamentos vencidos e inapropriados para o descarte correto, a retirada de medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da população evitando intoxicações domiciliares e automedicação; Além da seleção dos medicamentos recolhidos os acadêmicos envolvidos levam a comunidade (escolas públicas e privadas), informações relativas ao uso correto de medicamentos, portanto relacionam a importância da responsabilidade ambiental com o exercício da Atividade Farmacêutica. CICLO DE PALESTRAS DO CURSO DE FARMÁCIA Período: 2013 Resumo: Esse projeto consiste na organização de seminários mensais, com duração de cinqüenta minutos a uma hora, envolvendo diversos temas da área farmacêutica e afins, de interesse dos estudantes, professores e profissionais da área. - 131 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA FARMÁCIA: ESTABELECIMENTO DE SAÚDE Período: 2013 Resumo: O projeto Farmácia: estabelecimento de saúde consiste na prestação de serviços farmacêuticos e realização de campanhas informativas em drogarias do município de Palmas – TO. INFORMAÇÃO O MELHOR REMÉDIO Período: 2013 Resumo: Esse projeto tem como objetivo realizar ações educativas, através de palestras, cursos e campanhas em parceria com o Sincato dos Farmacêuticos do Tocantins (SINDIFATO), Conselho Regional de Farmácia do Estado do Tocantins (CRFTO) e o Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM-CEULP/ULBRA). EVENTO DOS 10 ANOS DE FARMÁCIA Período: 2011 Resumo: O evento comemorativo proporcionou um contato dos egressos do curso com os atuais alunos através de palestras que abordaram temas atuais, tais como a Pirataria de Medicamentos e a Responsabilidade Criminal do Farmacêutico nos Serviços de Saúde. 5.10. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) Dentro de uma proposta pedagógica que abrange teoria e prática, o curso X aborda o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como ferramentas para auxílio a docentes e discentes no sentido de alcançar as linhas gerais do plano pedagógico. Dentro de uma perspectiva pedagógica que envolve docente e discente em um processo de troca de informações e conhecimento que permeia tanto o contexto da disciplina quanto incentiva a interdisciplinaridade, o uso das TICs é motivado e incentivado como ferramenta dentro e fora da sala de aula. Durante a aula professor e aluno mantêm um canal de comunicação que estende-se para o momento fora da sala de aula. Desta forma, o uso das TICs é um desafio constante, que depende de ambas as partes do processo ensino-aprendizagem e, ao mesmo tempo, as estimula a desempenhar constantemente suas funções. Estas práticas estão alinhadas com as definições pedagógicas do curso, no sentido de que servem como uma extensão das mesmas no contexto de um ambiente virtual de aprendizagem. Docentes e discentes utilizam uma plataforma de gestão acadêmica que permite a troca de informações sobre as disciplinas (como plano de ensino e programa didático), - 132 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA conteúdo didático e a realização de atividades extraclasse. Por meio desta ferramenta, docentes cadastram planos de ensino e consultam planos de ensino de semestres anteriores. A figura a seguir ilustra a tela do sistema por meio da qual os professores gerenciam os planos de ensino de suas turmas. Figura 1: Tela de gerenciamento de planos de ensino (lista de planos de ensino por turma) A tela que permite o gerenciamento dos planos de ensino apresenta também a situação do plano de ensino conforme o conteúdo cadastrado (completo, incompleto, ou não cadastrado). Além disso, o professor pode consultar planos de ensino de semestres anteriores. A figura a seguir ilustra a tela do sistema por meio da qual os professores cadastram o conteúdo dos planos de ensino. - 133 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 2: Tela que ilustra o cadastro do plano de ensino, com campos como Metodologia e Avaliação Por meio do formulário de cadastro o professor informa dados do plano de ensino: Competências, Habilidades, Programa, Metodologia, Avaliação e Bibliografia. Estas informações estão disponíveis para consulta pelo aluno. Professores cadastram conteúdo (material) didático das suas turmas. A figura a seguir ilustra a tela de gerenciamento do material didático. Figura 3: Tela de gerenciamento do material didático Por meio da tela de gerenciamento de material didático o professor mantém um registro dos materiais didáticos do semestre atual e de semestres anteriores. Os materiais didáticos são: arquivos, links ou textos simples (sem formatação) cadastrados pelo - 134 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA professor diretamente pelo sistema. A figura a seguir ilustra a tela de cadastro do material didático. Figura 4: Tela de cadastro de material didático Por meio da tela de cadastro de material didático o professor indica em quais turmas o material estará disponível e informa dados do material (nome, descrição) e o arquivo para download. Outra funcionalidade disponível para o professor é o gerenciamento das atividades extraclasse. Esta funcionalidade permite que o professor cadastre questões que precisam ser respondidas pelos alunos em uma data específica e, além disso, devem ser corrigidas pelo professor também conforme um prazo. A figura a seguir ilustra a tela de gerenciamento das atividades extraclasse. Figura 5: Tela de gerenciamento das atividades extraclasse A funcionalidade de gerenciamento das atividades extraclasse permite ao professor cadastrar e editar atividades (atendendo aos prazos) e corrigir as respostas dos alunos. A figura a seguir ilustra a tela de cadastro de uma atividade extraclasse. - 135 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 6: Tela de cadastro de atividade extraclasse Por meio da tela de cadastro da atividade extraclasse o professor seleciona as turmas para as quais a atividade será atribuída e também a descrição da atividade. Além de fornecer funcionalidades para os professores, o sistema de gerenciamento das informações acadêmicas permite que os alunos consultem as informações cadastradas pelos professores. Ao acessar o sistema o aluno visualiza uma lista de suas turmas no semestre atual e, ao escolher uma turma, tem acesso a informações de atividades extraclasse, material didático e plano de ensino da turma. A figura a seguir ilustra a tela de leitura do plano de ensino da turma. Figura 7: Tela de leitura do plano de ensino da turma - 136 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA A tela de leitura do plano de ensino apresenta as informações cadastradas pelo professor. Geralmente, esta funcionalidade representa o primeiro contato entre professor e aluno no contexto desta ferramenta TIC. Além do plano de ensino o aluno pode consultar os materiais didáticos, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir. Figura 8: Tela de consulta dos materiais didáticos da turma A funcionalidade de consulta de materiais didáticos é utilizada como complemento à funcionalidade de cadastro do material didático pelo professor. Por meio desta, professor e aluno realizam a troca de conhecimento e de conteúdo que é utilizado na disciplina no decorrer do semestre. Por fim, a última funcionalidade de consulta pelo aluno é a de resposta das atividades extraclasse. A figura a seguir ilustra a tela que lista as atividades extraclasse disponíveis para o aluno responder. Figura 9: Tela que lista as atividade extraclasse disponíveis para resposta do aluno Por meio da lista de atividade extraclasse disponíveis para resposta, o aluno pode responder a atividade extraclasse desejada, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir. - 137 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 10: Tela para o aluno responder uma atividade extraclasse Ao responder a atividade extraclasse o aluno procura corresponder às expectativas do professor ao disponibilizar a atividade extraclasse para a turma, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir. Figura 11: Tela de correção da resposta do aluno Ao corrigir a resposta do aluno o professor pode corrigir a resposta do aluno, indicando ao aluno o seu desempenho ao responder a questão proposta anteriormente. Além destas funcionalidades, por meio do “Auto atendimento”, sistema disponibilizado nacionalmente para todos as unidades da ULBRA no Brasil, alunos e professores têm acesso a outras ferramentas tecnológicas de apoio ao ensino. A Biblioteca Virtual permite leitura de livros nas mais diversas áreas, como demonstra a figura a seguir. - 138 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 12: Página inicial da Biblioteca Virtual Em relação às ferramentas para auxílio às atividades nas suas turmas, o professor tem acesso à lista de turmas do semestre atual e à relação de alunos das mesmas, além de detalhes de informações pessoais de cada um, como mostra a figura a seguir. - 139 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 13: Página que mostra detalhes dos dados do aluno Além disso, por meio do “Diário eletrônico”, o professor cadastra e publica notas dos seus alunos, como mostra a figura a seguir. - 140 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 14: Diário Eletrônico Assim que as notas são publicadas pelos professores, estas tornam-se disponíveis para os alunos. Além destas ferramentas, todos os funcionários da instituição têm acesso a funcionalidades como Comprovantes de rendimentos e Contracheques. Aos alunos estão disponíveis funcionalidades de consulta das suas informações acadêmicas, como: • • • • Acesso Acesso Acesso Acesso ao comprovante de matrícula (para consulta e impressão) ao histórico financeiro (mensalidades) ao histórico acadêmico às notas (publicadas pelos professores) As figuras a seguir apresentam telas conforme as funcionalidades para os alunos. - 141 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 15: Tela de consulta e impressão do comprovante de matrícula O Comprovante de matrícula apresenta a relação das turmas nas quais o aluno está matriculado no semestre e a carga horária e quantidade de créditos de cada uma. Figura 16: Tela de consulta ao histórico financeiro (mensalidades) O Histórico financeiro apresenta a relação de mensalidades do aluno e informações como vencimento, valor e opção para geração do boleto para pagamento. - 142 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 17: Tela de consulta ao histórico acadêmico O Histórico acadêmico apresenta a relação de turmas cursadas, período, situação e nota (média) obtida. De forma semelhante, o aluno pode consultar notas individuais de cada turma cursada e, ainda, analisar seu desempenho em relação aos demais alunos da turma. Figura 18: Tela de consulta às notas publicadas pelos professores - 143 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Completando o conjunto de ferramentas de TIC, o CEULP fornece à comunidade acadêmica e comunidade geral um “Portal institucional”, que apresenta notícias e informações atualizadas sobre a instituição e suas atividades de ensino e pesquisa e dá acesso a sites internos, como sites de eventos e congressos acadêmicos realizados no CEULP, site da biblioteca e sites dos cursos. O sistema de bibliotecas do CEULP pode ser utilizado para consulta ao acervo e reservas de livros, como ilustram as figura a seguir. Figura 19: Página no Portal do CEULP que dá acesso a bibliotecas A página “Bibliotecas”, no Portal do CEULP, dá acesso ao Sistema de bibliotecas e a outras bibliotecas e portais acadêmicos e científicos, como o Portal Domínio Público, Scielo e Pubmed. - 144 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 20: Página inicial do sistema de bibliotecas O Sistema de bibliotecas permite consulta ao acervo do catálogo da biblioteca e, ainda, renovações, reservas e consultas de reservas de exemplares. Os sites dos cursos permitem ao público a leitura de notícias relacionadas ao curso, bem como acesso a informações acadêmicas, como lista de professores, turmas e matriz curricular. A figura a seguir apresenta a página inicial do site do curso. Figura 21: Página inicial do site do curso Dentre as funcionalidades para egressos está um cadastro de informações que permitirá ao egresso e à instituição a manutenção de um contato constante, por meio de notificações e envio de informações. A figura a seguir demonstra a página inicial do cadastro do egresso. - 145 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Figura 22: Tela de cadastro do egresso As funcionalidades apresentadas demonstram as ferramentas TIC disponíveis para os professores e alunos e indicam a sua relação com o processo de ensino-aprendizagem. - 146 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 6. CORPO DOCENTE 6.1. COORDENAÇÃO DE CURSO (TITULAÇÃO, EXPERIÊNCIA, REGIME DE TRABALHO, ATUAÇÃO) O Curso de Farmácia é coordenado pela Professora Grace Priscila Pelissari Setti, designada pela Portaria 274, de 09 de fevereiro de 2009. 6.1.1. TITULAÇÃO DO COORDENADOR: A Coordenadora de Curso possui a seguinte qualificação: • Mestrado em Ciências Farmacêuticas – Área de Concentração Farmacognosia: Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FCFAr/UNESP), 2008. • Especialização na área de Docência do Ensino Superior – Centro Universitário Luterano e Palmas, 2010. • 6.1.2. Graduação em Farmácia pelo Centro Universitário Luterano de Palmas, 2006. REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR O regime de trabalho da coordenadora é Tempo Integral (40 horas). 6.1.3. EXPERIÊNCIA ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DO COORDENADOR Possui experiência de magistério superior de mais de quatro anos, pois foi contratada como Professora pelo Centro Universitário Luterano de Palmas, em agosto de 2008 e coordena o curso a 4 anos. 6.1.4. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR A coordenadora do curso não possui nenhuma experiência não acadêmica. 6.1.5. ATUAÇÃO DO COORDENADOR - 147 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 6.1.5.1. PARTICIPAÇÃO DA COORDENAÇÃO DO CURSO EM ÓRGÃOS COLEGIADOS ACADÊMICOS DA IES A estrutura do curso é constituída do Coordenador e do Conselho de Curso. No CEULP, o Coordenador de Curso reporta-se ao Diretor Geral e à Coordenação do Núcleo de Apoio Educacional nos assuntos relativos à implementação do projeto Pedagógico do curso e sua interação com o projeto institucional-pedagógico do CEULP, bem como ao Conselho de Curso, a quem cabe supervisionar as atividades acadêmicas e o cumprimento dos indicadores e padrões de qualidade e a integração das atividades em âmbito local. Reporta-se ao Diretor Geral para os assuntos de ordem administrativa, política e institucional. Pelo Regimento do CEULP, o coordenador do curso tem as seguintes atribuições: 1. Exercer a supervisão das atividades de ensino, pesquisa e extensão do Curso e representá-lo junto às autoridades e órgãos do Centro; 2. Cumprir e fazer cumprir as decisões, bem como as resoluções e normas emanadas do Conselho de Curso e dos órgãos superiores; integrar, convocar e presidir o Conselho de Curso; 3. Supervisionar o cumprimento da integralização curricular e a execução dos conteúdos programáticos e da carga horária das disciplinas; 4. Emitir parecer sobre matrículas, trancamentos de matrículas, transferências, aproveitamento de estudos, adaptações e dependências de disciplinas e atividades, para aprovação pelo Conselho de Curso; 5. Exercer o poder disciplinar no âmbito do Curso; tomar decisões ad referendum do Conselho de Curso, em casos de urgência ou emergência comprovados; designar secretário para as reuniões, bem como manter a ordem no desenvolvimento dos trabalhos; 6. Acompanhar a freqüência dos docentes, discentes e pessoal técnico- administrativo; zelar pela qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão; emitir parecer nos processos que lhe forem submetidos; 7. Cumprir e fazer cumprir as normas constantes do Estatuto e do Regimento Geral, assim como da legislação pertinente, emanada dos órgãos superiores; 8. Sugerir ao Conselho de Curso alterações curriculares e medidas que visem ao aperfeiçoamento das atividades do Curso; 9. Desenvolver ações para avaliação permanente das funções do Curso e de suas atividades de apoio técnico-administrativo; e - 148 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 10. Delegar competência. O exercício da função de Coordenação de Curso é periodicamente acompanhado e avaliado pelos órgãos superiores da administração do Centro Universitário Luterano de Palmas visando ao atendimento das demandas dos discentes e docentes, bem como da gestão do curso como um todo. 6.1.5.2. PARTICIPAÇÃO DO COORDENADOR E DOS DOCENTES EM COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE O Coordenador do Curso participa do Conselho do seu curso como presidente nato e também participa do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, por força da função, com direito a voto. No Conselho Superior, os coordenadores participam com um representante eleito pelos seus pares, com direito a voto. 6.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (COMPOSIÇÃO E ATUAÇÃO) Composição A tabela a seguir apresenta a composição do NDE (Núcleo Docente Estruturante do Curso), relacionando os componentes com a experiência no magistério superior e a experiência profissional fora do magistério na área de formação: PROFESSOR TEMPO DE EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR TEMPO DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 7 3 7 4,5 3,5 14 3,5 4 0 4 17 0 Aurea Welter Daniele Suzete Persike Grace Priscila Pelissari Setti Juliane Farinelli Márcia Germana Alves de Araújo Lobo Marta Cristina de Menezes Pavlak Atuação O Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso de Farmácia atua em processos acadêmicos relacionados à concepção, acompanhamento, consolidação e contínua - 149 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA atualização do Projeto Pedagógico. Sendo assim, conforme previsto no Regulamento dos NDEs do Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP), compete ao Núcleo: I) contribuir para consolidação do perfil profissional do egresso do Curso; II) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; III) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do Curso; IV) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso; V) elaborar e atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso; VI) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Conselho do Curso, sempre que necessário. 6.3. CONSELHO DE CURSO Composição A Tabela a seguir apresenta os membros do conselho do curso no período de 2013 a 2014. PROFESSOR REPRESENTATIVIDADE Aurea Welter Flavia Pereira Barbosa Grace Priscila Pelissari Setti Isis Prado Meirelles de Castro Marta Cristina de Menezes Pavlak Professora Acadêmica Coordenadora do Curso Professora Professora Atuação O conselho de curso é um órgão da administração básica, de natureza consultiva e deliberativa, para todos os assuntos acadêmicos. Ele é formado pelo coordenador e representantes dos profesores do curso, além de um representante do corpo discente. Compete ao Conselho de Curso: I - definir a missão, a concepção e os objetivos do curso de graduação e o perfil profissiográfico pretendido; II - sugerir alterações no currículo pleno do curso e deliberar sobre o conteúdo programático de cada disciplina e atividade; III - promover a avaliação periódica do curso, na forma definida pela administração superior; - 150 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA IV – decidir sobre aceitação de matrículas de alunos transferidos ou portadores de diplomas de graduação, aproveitamento de estudos, adaptação e dispensa de disciplinas, de acordo com o Estatuto, com este Regimento e demais normas aplicáveis; V - deliberar, em primeira instância, sobre os projetos de ensino, pesquisa e extensão; VI - desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o ensino, pesquisa e extensão; VII - promover e coordenar seminários, grupos de estudos e outros programas para o aperfeiçoamento de seu quadro docente; VIII - indicar, à Diretoria, professores para participarem dos programas de capacitação docente; IX - exercer as demais funções que lhe forem delegadas. 6.4. NÚCLEO DE APOIO EDUCACIONAL - NAE Para orientar o trabalho pedagógico, os cursos contam com o apoio do NAE – Núcleo de Apoio Educacional. É função do NAE desenvolver ações de cunho administrativo e pedagógico que sirvam de apoio à gestão dos cursos. Para tanto, o núcleo é composto por um grupo multidisciplinar de professores das áreas de Pedagogia, Computação, Psicologia e Licenciatura em Matemática. O NAE tem como objetivos: • identificar os processos executados em cada curso. • analisar as atividades inerentes à gestão do curso. • sistematizar ações em conjunto com a coordenação dos cursos que dinamizem os processos acadêmicos. • desenvolver ações de suporte a atividades acadêmicas. - 151 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 6.5. FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL 6.5.1. TITULAÇÃO O corpo docente do curso apresenta a seguinte titulação: PROFESSOR TITULAÇÃO Aline Aires Aguiar Mestre Ari Armando Schulz: Especialista Ana Beatriz Dupré Silva Doutora Áurea Welter Mestre Conceição Aparecida Previero Doutora Daniel Francisco Padilha Setti Mestre Daniele Suzete Persike Doutora Dayane Otero Rodrigues Doutora Débora Guedes Leonardo de Jesus Especialista Divino José Otaviano Especialista Elisângela Luiza Vieira L. B. dos Santos Especialista Emilia Trindade Especialista Erminiana Damiani de Mendonça Mestre Ernane Gerre Pereira Bastos Mestre Fernando Vieira Machado Mestre Grace Priscila Pelissari Setti - 152 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Mestre Isis Prado Meirelles de Castro Mestre Iolanda Pereira Castro Especialista Juliane Farinelli Mestre Larissa Almeida Brasil Especialista Luiz Fernando Castagnino Sesti Mestre Márcia Germana Alves de Araújo Lobo Mestre Marcos Evaristo Paixão Amorim Mestre Marcos Rodrigues Cintra Especialista Maria de Fátima Rocha Medina Doutora Marta Cristina de Menezes Pavlak Mestre Micheline Pimentel Ribeiro Mestre Solange Maria Miranda Silva Doutora Waldete Jesus de Mendonça Especialista A tabela a seguir apresenta os totais de professores por titulação: TITULAÇÃO Especialização Mestrado Doutorado TOTAL PROFESSORES POR TITULAÇÃO QUANT. 9 14 6 29 - 153 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA % 31 48,3 20,7 100 6.5.2. REGIME DE TRABALHO O corpo docente do curso apresenta o seguinte regime de trabalho: PROFESSOR REGIME DE TRABALHO Aline Aires Aguiar TEMPO PARCIAL Ari Armando Schulz TEMPO INTEGRAL Ana Beatriz Dupré Silva TEMPO PARCIAL Áurea Welter TEMPO PARCIAL Conceição Aparecida Previero TEMPO INTEGRAL Daniel Francisco Padilha Setti TEMPO INTEGRAL Daniele Suzete Persike TEMPO INTEGRAL Dayane Otero Rodrigues TEMPO PARCIAL Débora Guedes Leonardo de Jesus HORISTA Divino José Otaviano TEMPO PARCIAL Elisângela Luiza Vieira L. B. dos Santos TEMPO PARCIAL Emilia Trindade TEMPO PARCIAL Erminiana Damiani de Mendonça TEMPO PARCIAL Ernane Gerre Pereira Bastos TEMPO PARCIAL Fernando Vieira Machado TEMPO PARCIAL Grace Priscila Pelissari Setti TEMPO INTEGRAL - 154 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Isis Prado Meirelles de Castro TEMPO PARCIAL Iolanda Pereira Castro TEMPO INTEGRAL Juliane Farinelli TEMPO INTEGRAL Larissa Almeida Brasil TEMPO PARCIAL Luiz Fernando Castagnino Sesti TEMPO INTEGRAL Márcia Germana Alves de Araújo Lobo TEMPO PARCIAL Marcos Evaristo Paixão Amorim TEMPO PARCIAL Marcos Rodrigues Cintra TEMPO INTEGRAL Maria de Fátima Rocha Medina TEMPO INTEGRAL Marta Cristina de Menezes Pavlak TEMPO INTEGRAL Micheline Pimentel Ribeiro TEMPO PARCIAL Solange Maria Miranda Silva TEMPO INTEGRAL Waldete Jesus de Mendonça TEMPO PARCIAL A tabela a seguir apresenta os totais de professores por titulação: REGIME DE TRABALHO Tempo Parcial Tempo Integral Horista TOTAL PROFESSOR POR REGIME DE TRABALHO QUANT. % 16 55,2 12 41,4 1 3,4 29 100 - 155 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 6.5.3. TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE INSTITUIÇÃO A Tabela a seguir apresenta o tempo de permanência do corpo docente na instituição. PROFESSOR TEMPO NA INSTITUIÇÃO Ari Armando Schulz 42 meses Ana Beatriz Dupré Silva 96 meses Áurea Welter 67 meses Conceição Aparecida Previero 168 meses Daniel Francisco Padilha Setti 42 meses Daniele Suzete Persike 1 mês Dayane Otero Rodrigues 13 meses Débora Guedes Leonardo de Jesus 6 meses Divino José Otaviano 42 meses Ernane Gerre Pereira Bastos 132 meses Elisângela Luiza Vieira L. B. dos Santos 85 meses Emilia Trindade 108 meses Erminiana Damiani de Mendonça 108 meses Fernando Vieira Machado 24 meses Grace Priscila Pelissari Setti 55 meses Isis Prado Meirelles de Castro 60 meses - 156 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA NA Iolanda Pereira Castro 115 meses Juliane Farinelli 41 meses Larissa Almeida Brasil 61 meses Luiz Fernando Castagnino Sesti 4 meses Márcia Germana Alves de Araújo Lobo 127 meses 6.5.4. Marcos Evaristo Paixão Amorim 81 meses Marcos Rodrigues Cintra 115 meses Maria de Fátima Rocha Medina 132 meses Marta Cristina de Menezes Pavlak 42 anos Micheline Pimentel Ribeiro 128 meses Solange Maria Miranda Silva 120 meses Waldete Jesus de Mendonça 101 meses TEMPO DE EXERCÍCIO NO MAGISTÉRIO SUPERIOR A Tabela a seguir apresenta o tempo de exercício no magistério superior do corpo docente na instituição. EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉORIO SUPERIOR PROFESSOR o TEMPO NO MAGISTÉRIO SUPERIOR 2 anos (08/2011 – atualmente): CEULP/U Aline Aguiar Araújo o 1 ano (2003/1 – 2003/2): PUC 3 Goiás Ana Beatriz Dupré Silva o 3 anos (2006 – 2008): IESPEN o 8 anos (2005/1 – atualmente) - 157 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 8 o Ari Armando Schulz 3,5 anos (2009 – atualmente): 3,5 CEULP/ULBRA. o 2,5 anos (07/2010 – atualmente): UFT. o Aurea Welter 5,5 (08/2007 – atualmente): 7 CEULP/ULBRA o 1,5 (02/2006 – 07/2007): UNICEN o Conceição Aparecida Previero 14 anos (1999 – atualmente): 14 CEULP/ULBRA; o Daniel Francisco Padilha Setti 3,5 anos (2009 – atualmente): 3,5 CEULP/ULBRA Daniele Suzete Persike o 2 anos (1999 - 2001): UFPR o 5 anos (2000 – 2005): UTP o 6 anos (2000 – 2006): 7 UniAndrade o 1 anos (01/2012 – atualmente): CEULP/ULBRA; Dayane Otero Rodrigues o 4 meses (08/2011 – 12/2011): 1 ano e 4 meses FAG Débora Guedes Leandro de Jesus o 6 meses o 3 anos e 6 meses (2009 – Divino José Otaviano 6 meses atualmente): CEULP/ULBRA. o Elisângela Luiza Vieira Lopes 7 anos (2006 – atualmente): 7 CEULP/ULBRA o 3,5 10 anos ( 2003 – atualmente): CEULP/ULBRA. Emília Jacinto Trindade o 1 ano (2010 – 2011): RACINE o 4 anos (2007 – 2011): ITOP o 8 anos (2004 – atualmente): CEULP/ULBRA. Erminiana Damiani de Mendonça 10 8 o 1 ano (2011): UGF o 11 anos (2002 – atualmente): CEULP/ULBRA. Ernane Gerre Pereira Bastos o 2 anos (2006 – 2008): IESPEN o 3 anos (1999 – 2001): UEG o 2 anos (2011 – atualmente): 14 CEULP/ULBRA. Fernando Vieira Machado o 2 anos (2011 – atualmente): Fac Rio Sono o 3 anos (2010 - - 158 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA atualmente): 11 Objetivo o 1 ano (2003 – 2004): IESB o 8 anos (1996 – 2004): UNICEUB o Grace Priscila Pelissari Setti 4,5 anos (2008 – atualmente): CEULP/ULBRA o Iolanda Pereira Castro 10 anos (2003 – atualmente): CEULP/ULBRA o 10 6 anos (2007 – atualmente): CEULP/ULBRA Isis Prado Meirelles de Castro 4,5 o 1 ano (2010): Objetivo o 2 anos (2011 – atualmente): 6 UGF Juliane Farinelli o 3,5 anos (2009 – atualmente): 3,5 CEULP/ULBRA o Larissa Almeida Brasil 4 anos (2008 – atualmente): CEULP/ULBRA. o Luís Fernando Castagnino Sesti 6 anos (2007 – atualmente): CEULP/ULBRA. o 6 11 anos (2002 – atualmente): CEULP/ULBRA Márcia Germana Alves de A. Lobo 4 o 3 anos (1999 – 2001): UNIPAR o 8 anos (2005 – atualmente): 14 CEULP/ULBRA. Marcos Evaristo da Paixão Amorim o 2 anos (2011 – atualmente): 9 UFT. o 2 anos (2004 – 2006): IESPEN o 10 anos (2003– atualmente): Marcos Rodrigues Cintra CEULP/ULBRA. o 10 18 anos (1995 – atualmente): CEULP/ULBRA. Maria de Fátima Rocha Medina o 2 anos (2005 – 2007): FECIPAR o 2 anos (2004 – 2006): UFT o 1 ano (2002 – 2003): UNITINS o 3,5 anos (2009– atualmente): Marta Cristina de Menezes Pavlak CEULP/ULBRA. o Micheline Pimentel Ribeiro Cavalcante 3,5 7 anos (2001 – atualmente): CEULP/ULBRA. o Solange Maria Miranda Silva 18 11 10 anos (2003 – atualmente): CEULP/ULBRA. - 159 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 32 22 anos (1980 – 2002): UFPB o 6.5.5. TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL FORA DO MAGISTÉRIO NA ÁREA DE FORMAÇÃO A Tabela a seguir apresenta o tempo de exercício profissional fora do magistério superior do corpo docente na instituição. TEMPO DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL PROFESSOR o 2 anos (2009 – CEULP/ULBRA. 2011): Função: Técnico de nível superior. Aline Aguiar Araújo o 8 anos (2005/01 atualmente): - 8 Laboratório Central. Função: Diretor de TI. o Ana Beatriz Dupré Silva 8 anos (1998-2005): 8 Consultório Particular o Ari Armando Schulz 8 anos (1993 – 2001): 8 CELCS. Função: Pastor. o 1 anos (12/2005 11/2006): – Responsável Técnica; Aurea Welter o 2 3 anos (03/2001 – 02/2003): Bioquímica o Conceição Aparecida Previero 10 anos (1979 – 1989): Coord. Administrativa o 10 5 meses (2004): Campos de Palmas S.A. Daniel Francisco Padilha Setti o 12 meses (2008 – 2009): 1,5 Tuboplás o 1 ano (1999): farmacêutica o 2 Daniele Suzete Persike anos (2006 – 2007): 4 farmacêutica o 2 anos (2008 – 2009) - Dayane Otero Rodrigues o 2 anos 0 (2008-2009): intérpetre de libras Débora Guedes Leandro de Jesus o 2 anos Professora - 160 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA (2009-2010): 5 o 3 anos (2010- atual): intérpetre de libras o 12 anos (2001 – atual): servidor público Divino José Otaviano o 14 anos (1998 – atual): 14 responsável técnico Elisângela Luiza Vieira Lopes Bassani o 1 ano (2005): farmacêutica o 2 anos (2004 – 2005): – 2004): 3 farmacêutica o 3 anos (2001 Neoquímica; Função: analista técnico; o 1 ano (2003 – Distribuidora 2004): Executiva. Função: responsável técnico; Emília Jacinto Trindade o 1 ano 8 (2003 – 2004): Droganita. Função: responsável técnico; o 4 anos (2005 responsável – 2009): técnico e proprietária; - Erminiana Damiani de Mendonça 0 2 anos (1996-1998) Professor de Ensino Médio Ernane Gerre Pereira Bastos 2 anos (1999-2001) Professor 4 de Ensino Médio o 3 anos (2005 – 2008): (2003 – 2005): consultor; o 2 anos consultor e coord. projetos Fernando Vieira Machado o 4 anos (2000 – 2003): (1998 – 2004): 10 consultor o 6 anos psicólogo - Grace Priscila Pelissari Setti o Iolanda Pereira Castro 0 7 anos – (1999 – 2006) Farmogral: Função: 7 farmacêutica responsável; o Isis Prado Meirelles de Castro 1 ano e 3 meses (2006 – 2007): SEDUC; - 161 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Função: 2 servidor público; o 10 meses (2007 – 2008): Marista: professor de ensino médio; o 9 meses (2010): Objetivo; Função: professor de ensino médio; o 3 anos (2007 – 2009): – 2007): – atual): farmacêutica Juliane Farinelli o 3 anos (2005 4 farmacêutica o 1 ano (2012 responsável técnica o 3 anos (2008 – 2011): responsável técnica o Larissa Almeida Brasil 1 ano (2006 – 2007): 13 responsável técnica o 4 anos (2001 – 2005): (2000 – 2001): – 2007): Biomédica o 1 ano biomédica o 1 ano (2006 biomédico Luís Fernando Castagnino Sesti o 2 anos (2007 -2008): 3 plantonista o 10 anos (2003 – atualmente): serv pública o 4 anos (1996 – 1999): – 1999): farmacêutica o 8 anos (1992 farmacêutica o Marcia Germana Alves de Araujo Lobo 5 anos (1992 -1997): 17 farmacêutica o 2 anos (1993 -1995): farmacêutica o 1 ano (1992 – 1993): – 1991): farmacêutica o 2 anos (1989 farmacêutica - Marcos Evaristo da Paixão Amorim Marcos Rodrigues Cintra o 10 anos (1996 – 2006): - 162 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 0 14 prestador de serviço o 4 anos (1991 – 1996): prestador de serviço Maria de Fátima Rocha Medina - Marta Cristina de Menezes Pavlak o 5 anos (2002 gerente de 0 0 – 2007): vigilância epidemiologia Micheline Pimentel Ribeiro Cavalcante o 1 ano (2001): instrutora o 13 anos (2000 atualmente): 13 – servidor público o Santa Casa de Misericórdia de Santos – Ubatão Solange Maria Miranda Silva Waldete de Jesus Mendonça 6.5.6. o Hospital dos Estivadores o Hospital da Unicon - Paraná o 1988 – atual (Farmacêutica Hospitalar) 7 24 PROJETOS DE EXTENSÃO A seguir são apresentados os 04 projetos de pesquisa desenvolvidos no curso, no período de 2010 até o ano vigente: CENTRO DE INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS (CIM) Período: 2005-atual Professores: Profa Msc. Márcia Germana Alves de Araújo Lobo Voluntários: (2010) Adriana Freitas Damascena, Ana Gabriela Silva Bastos, Beatriz Alves, Cíntia Daiane dos Reis, Debora Rodrigues, Débora Regis, Marília de Castro, Elisandra Otoni Vieira, Elenice Andrade de Souza, Elisete Aparecida, Estefane P. Silva Alves, Fabiana Abreu e Silva, Fernanda Rodrigues, Ivana Cerqueira de Souza, Mércia Cristina C. Parente, Nayara Batista, Paula Kelli S. Voltarelli, Thiago Maia, Ranedy Fontoura, Renata Aquino Lacerda, Suzane de Oliveira, Sheila C. Cardoso Lima, Vanúsia Lourenço, Wilzenir Benvindo; (2011) Aloísio Pereira Bispo da Costa, Aryanne Alves de Souza, Brenda Pelegrini Alvares, Claudiane Mendes Machado, Enia Almeida Silva, Geysa Souza Ferreira, Kalyne Souza Barros, Larisa Mota Aguiar, Leandro Pitaluga de Souza, Maressa Gomes Araújo, Meiry Barros Araújo, Mércia Cristina P. Parente, Nayara Aires da - 163 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Costa, Priscylla Karoline A. Aguiar, Salomão Bandeira Morais Sandes, Sanny Caroline Carreiro, Sheylla Maria Dias Couto, Soraia Souza Terreço, Suênio Patrício Reis Cavalcante Tainah Pedreira Reis Cavalcante, Thaís Borges Marinho, Ulisses Katter Valcari, Verônica Costa Farias, Watylla Melisa Gomes Resplandes; (2012) Alekssandra Jasiunas Froio, Angélica Pasini, Claudiane Mendes Machado, Débora N. Regis, Gleiciane Rodrigues Cesário, Helem Maria Cicotti Silva, Herika Rufino de Souza Cost, Hildo Soares da Mota, Jocilene R. Barros, Kalyne Sousa Barros, Kedma Maria Carneiro, Lara Laryse Souza Soares, Lídia Caroline Brito Teixeira, Lucenir A. Dutra, Lurdiana Dias Queiroz, Maressa Gomes Araújo, Maria de Bonfim G. Silva, Marília de Castro Alves, Marilia Esteves dos Santos, Mayara Oliveira Ferrari, Nayara Aires da Rocha, Príscilla Maysa Vieira de Sousa, Rânedy Lopes Fontoura, Samara Viana Meireles, Ulisses Kattes Valcari, Veronia Costa Farias, Zora Carreiro A. Silva. (2013) Endy Taylla Costa Xavier, Marilia de Castro Aires, Samara Neres Rezende, Samara Souza Soares, Suzana da Conceicao Leite, Marilia de Castro Aires, Plynio Henrique Dantas Barros, Anderson Dalla Nora, Lara Luyse Souza Soares, Renata Carine Silvestre, Tissiane Gomes Costa. Bolsistas: Andreiza Bezerra Rodrigues e Janaína Almeida Corrêia. Resumo: Este projeto visa inserir o Centro Universitário Luterano de Palmas no Sistema Brasileiro de Informação sobre medicamentos através do desenvolvimento de atividades sistematizadas de pesquisas bibliográficas técnicas e científicas a fim de elaborar respostas para atender as perguntas da comunidade sobre medicamentos, constituindo portanto, campo de atuação da Assistência Farmacêutica. ARRECADAÇÃO E REDISTRIBUIÇÃO RESPONSÁVEL DE MEDICAMENTOS SUBUTILIZADOS NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO (PAM) Período: 2011-atual Professores: Profa Esp. Emília Jacinto Trindade Voluntários: (2011) Fabrícia F. Fortaleza, Fernanda Paula Atavila, Mayara Oliveira Ferrari, Ranaya Goes Soares, Tainah Pedreira Thomaz Maya; (2012) Kedma Carneiro Silvânia Costa; (2013) Fernanda Paula Atavila. Bolsistas: (2012) Fernanda Paula Atavila; (2013) Elisete Prado e Caroline Carvalho. Resumo: Além da prática de sustentabilidade ambiental realizando coleta de medicamentos vencidos e inapropriados para o descarte correto, a retirada de medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da população evitando intoxicações domiciliares e automedicação; Além da seleção dos medicamentos recolhidos os acadêmicos envolvidos levam a comunidade (escolas públicas e privadas), informações relativas ao uso correto de medicamentos, portanto relacionam importância da responsabilidade ambiental com o exercício da Atividade Farmacêutica. - 164 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA a CICLO DE PALESTRAS DO CURSO DE FARMÁCIA Período: 2013 Professores: Profa Msc. Grace P. Pelissari Setti, Profa Msc. Juliane Farinelli, Profa Msc. Marta Cristina de M. Pavlak Voluntários: Acadêmicos do curso de Farmácia vinculados aos Estágios VI e VII Resumo: Esse projeto consiste na organização de seminários mensais, com duração de cinqüenta minutos a uma hora, envolvendo diversos temas da área farmacêutica e afins, de interesse dos estudantes, professores e profissionais da área. FARMÁCIA: ESTABELECIMENTO DE SAÚDE Período: 2013 Professores: Profa Msc. Juliane Farinelli, Profª Esp. Elisângela L. V. L. dos Santos e Profª Esp. Emília Jacinto Trindade. Profa Msc. Grace P. Pelissari Setti. Voluntários: Acadêmicos do curso de Farmácia em geral. Resumo: O projeto Farmácia: estabelecimento de saúde consiste na prestação de serviços farmacêuticos e realização de campanhas informativas em drogarias do município de Palmas – TO. INFORMAÇÃO O MELHOR REMÉDIO Período: 2013 Professores: Profª Msc. Márcia G. A. de A. Lobo, Profª Esp. Elisângela L. V. L. dos Santos, Profª Esp. Emília Jacinto Trindade, Profª Msc. Marta C. de M. Pavlak, Profª Msc. Grace P. Pelissari Setti. Voluntários: Acadêmicos do curso de Farmácia em geral. Resumo: Esse projeto tem como objetivo realizar ações educativas, através de palestras, cursos e campanhas em parceria com o Sincato dos Farmacêuticos do Tocantins (SINDIFATO), Conselho Regional de Farmácia do Estado do Tocantins (CRFTO) e o Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM-CEULP/ULBRA). EVENTO DOS 10 ANOS DE FARMÁCIA Período: 2011 Professores: Profa Msc. Grace Priscila Pelissari Setti, Profa Msc. Marta C. de M. Pavlak e Profª Esp. Emília Jacinto Trindade. Resumo: O evento comemorativo proporcionou um contato dos egressos do curso com os atuais alunos através de palestras que abordaram temas atuais, tais como a Pirataria de Medicamentos e a Responsabilidade Criminal do Farmacêutico nos Serviços de Saúde. - 165 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 6.5.7. PROJETOS DE PESQUISA A seguir são apresentados os 16 projetos de pesquisa desenvolvidos no curso, no período de 2010 até o ano vigente: Pseudomonas aeruginosa multiresistente produtora de metalo-β-lactamase Período: atual Pesquisadora: Profa Dra. Dayane Otero Rodrigues Voluntários: Rayane Santos de Seles, Sinara Mizael dos Santos, Tuanny Cristian Bispo Cadore, Wellington Ribeiro da Silva. Resumo: A importância clinica da infecção por P. aeruginosa caracteriza-se pela expressão de múltipla resistência a antibacterianos associada a uma difícil erradicação da doença, consequentemente com elevados índices de morbidade e mortalidade. Na última década, as metalo-β-lactamases (MBLs) têm emergido como um dos mais potentes mecanismos de resistência aos antibióticos por inativarem virtualmente todos os β-lactamâmicos, inclusive os carbapenemas; com exceção do aztreonam; conferindo o fenótipo de multiresistência e dificultando a conduta terapêutica. Dessa forma será realizado um estudo de coorte envolvendo todos pacientes internados no HGP-TO infectados com Pseudomonas aeruginosa multiresistente, no período de fevereiro/2013 a julho/2013, pela busca ativa de amostras de Pseudomonas aeruginosa multiresistentes identificadas pelo Laboratório de Microbiologia e identificação do fenótipo produtor de MBL. Serão resgatadas e analisadas estatisticamente, as características demográficas e os fatores de risco intrínsecos dos pacientes infectados por P.aeruginosa produtora de MBLs, como idade, doença de base, co-morbidades, tempo de internação hospitalar, condição clínica, imunocomprometimento e extrínsecos: uso de antiácidos, uso de antimicrobianos, cirurgia, procedimentos invasivos (prótese ventilatória, catéter vascular central, sonda vesical, e outros), sendo que os resultados serão divulgados no HGPP, objetivando fornecer conhecimento da ocorrência deste fenótipo multiresistente. - 166 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Avaliação da atividade da α-amilase salivar e pesquisa de sua correlação com o tabagismo e com farmacoterapia Período: atual Pesquisadora: Profa Dra. Daniele Suzete Persike Voluntárias: Ana Keila Alencar Sousa e Flávia Pereira Barbosa Resumo: A digestão dos carboidratos tem início com a mastigação, que facilita o acesso das enzimas digestivas ao amido. A saliva contém a enzima alfa-amilase, cuja função é iniciar na boca a digestão do amido. A ação da α-amilase salivar continua até que o alimento no estômago esteja misturado com o ácido gástrico, que inativa a enzima. Depois que a α-amilase salivar é inativada pelo ácido gástrico com o pH em torno de 4,0, não haverá no estômago nenhum processamento adicional dos carboidratos. É bem conhecida a influência do fumo na atividade de algumas enzimas, como por exemplo, da elastase, que se encontra mais ativada em fumantes, aumentando a destruição da elastina e propiciando o enfisema pulmonar. Estudos têm sido realizados para averiguar a relação entre parar de fumar e o ganho de peso. Muitos deles não acham relação entre parar de fumar e o ganho de peso, contudo alguns estudos têm demonstrado um aumento real no peso após a retirada do tabaco. Dessa forma o projeto objetiva avaliar a atividade da alfa-amilase salivar em voluntários e investigar a presença de correlação de alterações desta atividade enzimática com o tabagismo e com a utilização de farmacoterapia. Avaliação microbiológica de caldo de cana e água de coco comercializadas no município de Palmas-TO Período: atual Pesquisadora: Profa Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak Bolsistas: Jocilene Rodrigues Barros e Samara Viana Meireles Voluntários: Alessandra Cardoso Pereira Resumo: Com o passar dos anos, a segurança alimentar vem sendo motivo de grandes preocupações, assim, despertando o interesse tanto de organizações governamentais, quanto das instituições de ensino e indústrias alimentícias. A manutenção da integridade e saúde de todo ser vivo depende da ingestão diária de alimentos que sejam quantitativa e qualitativamente adequados, saudáveis, e que não coloquem em risco a saúde do consumidor. Dessa forma, o presente trabalho busca avaliar as condições higiênicosanitárias do comércio ambulante e quantificar microrganismos que possam desencadear uma toxi-infecção alimentar. - 167 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Extração, caracterização e avaliação da estabilidade de ativos de plantas nativas do Parque Estadual do Cantão TO Período: 2012 – atual Pesquisadora: Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro Bolsistas: Jordana Frugere Campos Voluntários: Kedma Maria Carneiro Resumo: Ativos vegetais podem ser potenciais substitutos à substâncias conservantes sintéticas. Pela triagem fitoquímica e atividade antioxidante é possível obter classes fitoquímicas que, ao serem adicionadas em formulações farmacêuticas podem conferir estabilidade e propriedades anti-envelhecimento, substituindo aditivos sintéticos. Avaliação microbiológica de caldo de cana e água de coco comercializadas no município de Palmas-TO Período: atual Pesquisadora: Profa Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak Bolsistas: Jocilene Rodrigues Barros e Samara Viana Meireles Voluntários: Alessandra Cardoso Pereira Resumo: Com o passar dos anos, a segurança alimentar vem sendo motivo de grandes preocupações, assim, despertando o interesse tanto de organizações governamentais, quanto das instituições de ensino e indústrias alimentícias. A manutenção da integridade e saúde de todo ser vivo depende da ingestão diária de alimentos que sejam quantitativa e qualitativamente adequados, saudáveis, e que não coloquem em risco a saúde do consumidor. Dessa forma, o presente trabalho busca avaliar as condições higiênicosanitárias do comércio ambulante e quantificar microrganismos que possam desencadear uma toxi-infecção alimentar. Biocosméticos: Tecnologia de obtenção e estudo de estabilidade de cosméticos a partir de plantas do Tocantins Período: 2010 – atual Pesquisadoras: Prof. MSc. Juliane Farinelli e Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro Bolsistas: Brenda Pelegrine Alvares, Fernanda Paula Atávila e Zora Carneiro Azevedo da Silva. Voluntários: Débora do Nascimento Regis, Hiago Sebastião de Souza, Príscila Maysa Vieira De Sousa e Sanny Caroline Carreiro Silva. - 168 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Resumo: O cerrado tocantinense possui muitas variedades de plantas com potencial para serem incorporadas em cosméticos. O objetivo deste projeto de pesquisa é desenvolver formulações cosméticas acrescidas de extratos de plantas tocantinenses e realizar estudos de estabilidade destes cosméticos. Investigação parasitológica em hortaliças comercializadas nos restaurantes self service de Palmas – TO. Período: 2012 Pesquisadora: Prof. MSc. Áurea Welter Voluntários: Alessandra Cardoso Pereira e Gracyelli Freire de Souza Resumo: O exame parasitológico de hortaliças consumidas in natura possibilita identificar os ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários de importância para a saúde pública, fornecendo assim dados do estado higiênico das hortaliças, além de permitir o controle das condições em que foram cultivadas, armazenadas ou preparadas. Embora seja uma questão de saúde pública, e apesar do grande consumo de hortaliças, pouca atenção é dada à análise da qualidade das hortaliças que se encontram a disposição do consumidor em restaurantes self-service em nosso País. Em vista disso, o presente estudo tem por objetivo avaliar a possível contaminação por parasitas intestinais das folhas de alface (Lactuca sativa), rúcula (Eruca sativa) e o agrião (Nasturtium officinale), servidos em restaurantes self-service por quilo da cidade de Palmas, Tocantins, a fim de analisar a segurança alimentar no momento do consumo destas hortaliças. Controle de qualidade físico-química e microbiológica de mel produzido no estado do Tocantins Período: 2012 Pesquisadora: Prof. MSc. Marta Cristina de Menezes Pavlak Bolsista: Juliana da Cruz Araújo Resumo: O mel produzido no estado do Tocantins destina-se ao consumo. Com o crescimento do consumo, aumentam também as possibilidades de fraudes, adulterações e manipulação inadequada. Por isso, avaliar a qualidade desse produto natural é de fundamental importância para o crescimento da produção, assegurando a sua qualidade e produtividade, a fim de atender às exigências para comercialização no mercado interno e abrir possibilidade de ser comercializado no mercado eterno. Em função deste potencial, se faz necessário a condução de pesquisas que visem a caracterização dos - 169 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA diferentes tipos de méis produzidos na região, para a sua devida agregação de valor. Por isso, este projeto objetiva realizar controle de qualidade em amostras de mel comercializadas no estado do Tocantins, por meio da análise da rotulagem das embalagens; da comparação das características físico-quimicas com a legislação vigente; da verificação da presença de adulterantes nas amostras e da pesquisa de contaminantes microbiológicos. Avaliação da atividade antioxidante e antimicrobiana de corantes naturais extraídos de frutas do cerrado tocantinense Período: 2011 Pesquisadora: Prof. MSc. Marta Cristina de Menezes Pavlak Bolsistas: Mayara Batista Valadares Voluntários: Nahimann Maria de Sousa e Clarissa Souza Lira Resumo: O objetivo deste projeto é encontrar frutos do bioma cerrado que sejam fontes de corantes naturais, e que estes, além de conferir cor, possam também, garantir a estabilidade química e microbiológica de formulações farmacêuticas, propiciando maior vida de prateleira a esses produtos, e uma redução na utilização de compostos sintéticos. Avaliação da qualidade de três espécies medicinais obtidas de diferentes fornecedores comercializadas no município de Palmas – TO Período: 2011 Pesquisadora: Prof. MSc. Grace Priscilla Pelissari Setti Bolsistas: Abeides Bernandes da Cruz e Vinicius Gonçalves Lopes Voluntários: Estefane Pereira da Silva Alves e Sheila Christina Cardoso Lima Resumo: Como o aumento do uso de plantas medicinais pela população brasileira tem afetado negativamente a qualidade destes produtos à avaliação da pureza e presença de ativos nas drogas vegetais comercializadas no município de Palmas, tais como a espinheira santa, guaco e macela, contribui para a garantia de eficácia e segurança ao usuário. Extração, quantificação e avaliação da estabilidade de corantes naturais obtidos de frutos nativos do cerrado Período: 2011 - 170 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Pesquisadora: Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro Bolsistas: Eduardo Arruda Rodrigues e Lucas Chaves Bastos Voluntários: Hugo Maia Fonseca e Kedma Maria Carneiro Resumo: Os corantes naturais são moléculas bioativas que têm sido estudadas com a finalidade de detectarmos atividade antioxidante e antibacteriana com possíveis aplicações na área farmacêutica, aplicando-as em formulações cosméticas. A extração estes corantes deve ser otimizada em relação ao solvente extrator e a técnica de separação e purificação, bem como deve ser conhecida sua estabilidade na solução final, em relação ao tempo de estocagem e condições ótimas de armazenamento. Avaliação da atividade antimicrobiana e antifúngica do extrato etanólico de Eugenia involucrata DC Período: 2011 Pesquisadora: Prof. MSc. Áurea Welter Bolsista: Adriana Freitas Damascena Voluntários: Adryeli de Oliveira Marques e Elisandra Otoni Vieira Resumo: A falência das terapias antimicrobianas vigentes tem motivado a busca de novas moléculas terapêuticas contra os micro-organismos resistentes. Neste contexto, o objetivo do presente estudo é avaliar in vitro a susceptibilidade de cepas bacterianas padrão bem como do fungo leveduriforme Candida albicans aos extratos etanólicos das partes aéreas (folhas e caule) de Eugenia involucrata DC. Controle de qualidade microbiológico de plantas medicinais comercializadas no estado do Tocantins Período: 2010 – 2012 Pesquisadora: Prof. MSc. Juliane Farinelli Bolsista: Ana Carolina Matte Garcia Voluntários: Sirlene Soares Moura e Suzana da Conceição Leite; Juliana de Abreu Miceli; Elisandra Otoni Vieira; Tomás Pelizari Labanca e Nestor Teixeira Resumo: A utilização de plantas medicinais para tratamento de doenças é utilizado desde o início da humanidade. A busca da qualidade microbiológica de plantas medicinais e um instrumento para a garantia da segurança do paciente. O objetivo deste trabalho é realizar controle de qualidade microbiológica de plantas comercializadas em farmácias, drogarias e ervanarias do estado do Tocantins. - 171 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Atividade antimicrobiana de corantes naturais extraídos de frutos do cerrado Período: 2010 Pesquisadoras: Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro; Prof. Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak Bolsistas: Aline Furukawa; Fernando Rodrigues da Costa; Lucas Chaves Bastos e Mayara Batista Valadares Voluntários: Hugo Maia Fonseca; Everly Souza Brito; Deny Alves Macedo e Suzanne de Oliveira Miranda Resumo: Aperfeiçoar a técnica de extração por solventes de corantes naturais presentes em frutas do cerrado. Quantificar flavonóides e carotenóides presentes nestes corantes e detectar a atividade antimicrobiana e antioxidante destes compostos. Atividade antidiarreica e citotoxicidade do extrato aquoso da casca de Punica granatum Linn Período: 2010 Pesquisadora: Prof. MSc. Áurea Welter Bolsistas: Sheyla Dryelli Souza Noronha e Bruna Silva Rezende Voluntários: Aldelice Vieira de Melo e Aryclenes César Costa Resumo: A busca de substâncias bioativas de origem vegetal vem despertando interesse da comunidade científica e vários trabalhos têm sido publicados confirmando atividades farmacológicas de ervas usadas pela população na profilaxia ou tratamento de doenças. Neste contexto, nos propomos a avaliar a atividade antidiarreica e citotóxica do extrato aquoso obtido da casca do fruto maduro de Punica granatum L. deste composto de uso popular no tratamento de diarréia na região Sul do Brasil. Avaliação do sombreamento arbóreo na produção de plantas medicinais Período: 2010 Pesquisadora: Prof. MSc. Grace Priscilla Pelissari Setti Bolsistas: Abeides Bernardes da Cruz e Robsayd Wynnycyus Cunha Dias Resumo: Este trabalho teve por objetivo, verificar a qualidade microbiológica de plantas medicinais comercializadas, a priori na cidade de Palmas e com o desenvolver do projeto - 172 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA em todo o Estado do Tocantins, avaliando frente às especificações farmacopeicas ou fornecidas pelos fabricantes das mesmas. 6.5.8. PUBLICAÇÕES A seguir é apresentada uma amostragem das publicações científicas do curso, no período de 2010 até 2013: CAPÍTULOS DE LIVROS OTAVIANO, D. J. ; Pedro, M.B. ; Souza, A.L. ; Silva, I.N. . Segurança Transfusional: um olhar sobre os serviços de hemoterapia das regiões Norte e Centro Oeste do Brasil. Brasilia: Ministerio da Saude, 2012 CINTRA, Marcos Rodrigues ; MARTINS, O. A. R. ; Reis, Arione Alves . Segurança transfusional: um olhar sobre o serviço de hemoterapia das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. 1. ed. Brasilia: MS, 2012. v. 1. 466p . FERNANDES, M. J. S. ; ROSIM, F. E. ; PERSIKE, D. S. . Modelos Animais para o Estudo de Drogas Antiepilépticas e Uso da Imuno-histoquímica como Técnica Complementar. In: Carlini, E.A.; Mendes, F.R.. (Org.). Protocolos em psicofarmacologia comportamental: um guia para a pesquisa de drogas com ação sobre o SNC, com ênfase nas plantas medicinais.. São Paulo: Editora Fap-Unifesp, 2011, v. , p. 231-266. FERNANDES, M. J. S. ; CAVALHEIRO, E. A. ; Leite, JP ; PERSIKE, D. S. . Temporal Lobe Epilepsy: Cell Death and Molecular Targets. In: Fatima Shad Kaneez; Dragana Manestar. (Org.). Underlying Mechanisms of Epilepsy. Rijeka: InTech - Open Access Publisher, 2011, v. , p. 117-134. ARAUJO, A. A. ; Araújo, Aline A. ; Batista, Camilla L. ; Oliveira, Milton A. P. ; Oliveira, Valeria ; Lino Junior, Ruy S. ; Vinaud, Marina C. ; Bezerra, Jose C. B. . Morphological alterations and growth inhibition of Leishmania (L.)amazonensis promastigotes exposed to zidovudine (AZT). Parasitology Research (1987. Print), v. 108, p. 547551, 2011. ROSIM, F. E. ; SILVA, I. R. ; PERSIKE, D. S. ; VIGNOLI, T. ; FERNANDES, M. J. S. . Adenosina e Neuroproteção em Epilepsia.. In: Li Li Min, Paula Teixeira Fernandes, - 173 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Roberto JM Covolan, Fernando Cendes.. (Org.). Cinapce.. São Paulo: Pleiades, 2010, v. 2, p. 193-197. FERNANDES, M. J. S. ; ROSIM, F. E. ; PERSIKE, D. S. ; DONA, F. . Receptores Purinérgicos e Epilepsia. In: In: Li Li Min; Fernando Cendes. (Org.).. (Org.). Epilepsia - Cinapce. São Paulo: Pleiades, 2010, v. 2, p. 199-207. PERSIKE, D. S. ; ROSIM, F. E. ; FERNANDES, M. J. S. Pathophysiological aspects of temporal lobe epilepsy. In: Chief Editor: ASHOK KUMAR. (Org.). Epilepsy - A Review.. 1ed.Patna: Bihar Chapter, 2010, v. 1, p. 75-99. FERNANDES, M. J. S. ; ROSIM, F. E. ; SILVA, I. R. ; PERSIKE, D. S. ; CAVALHEIRO, E. A. . Papel Neuroprotetor da Adenosina na Epilepsia. In: Carlos Beas-Zárate, Mónica Elisa Urena-Guerrero, Martha C. Rivera-Cervantes, Mercè Pallàs-Lliberia y Antoni Camins. (Org.). Tópicos de Actualización en Neurobiología. Excitotoxicidad y Cognición en Enfermedades Neurodegenerativas: Aspectos Básicos, Clínicos y Sociales. 1ed.Guadalajara: La Noche, 2010, v. 1, p. 307-323. TRABALHOS COMPLETOS MEDINA, M. F. R. ; AQUILERA, A.H.U. As fronteiras da alteridade: "O outro indígena" como provocador do discurso em Colombo e Pero Vaz de Caminha. Série-Estudos (UCDB), v. único, p. 13-268, 2011. VIGNOLI, THIAGO ; NEHLIG, ASTRID ; MASSIRONI, SILVIA GOMES ; COIMBRA, RITA DE CÁSSIA SINIGAGLIA ; MAZZACORATTI, MARIA DA GRAÇA NAFFAH ; SILVA, IARA RIBEIRO ; NETO, EDUARDO FERREIRA DE CASTRO ; PERSIKE, DANIELE SUZETE ; FERNANDES, MARIA JOSÉ DA SILVA . Consequences of pilocarpine-induced status epilepticus in immunodeficient mice. Brain Research, v. 1450, p. 125-137, 2012. PERSIKE, D. S. ; LIMA, M. L. ; Amorim, R.P. ; CAVALHEIRO, Esper Abrão ; YACUBIAN, E. M. T. ; CENTENO, Ricardo da Silva ; SCHENKMAN, S. ; CARRETE JR, Henrique ; CANZIAN, M. ; FERNANDES, Maria Jose da Silva ; FERNANDES, Maria Jose da Silva . Hippocampal Proteomic Profile in Temporal Lobe Epilepsy. Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology (Impresso), v. 18, p. 53-56, 2012. CARVALHO, ANDREZZA SOSSAI RODRIGUES ; TORRES, LAILA BRITO ; PERSIKE, DANIELE SUZETE ; FERNANDES, MARIA JOSÉ SILVA ; AMADO, DEBORA ; NAFFAHMAZZACORATTI, MARIA DA GRAÇA ;CAVALHEIRO, ESPER ABRÃO ; DA SILVA, ALEXANDRE VALOTTA . Neuroprotective effect of pyruvate and oxaloacetate during - 174 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA pilocarpine induced status epilepticus in rats. Neurochemistry International, v. 58, p. 385-390, 2011. SILVA, IARA RIBEIRO ; NEHLIG, ASTRID ; ROSIM, FERNANDA ELISA ; VIGNOLI, THIAGO ; PERSIKE, DANIELE SUZETE ; FERRANDON, ARIELLE ; SINIGAGLIA-COIMBRA, RITA ; FERNANDES, MARIA JOSÉ DA SILVA . The A1 receptor agonist R-Pia reduces the imbalance between cerebral glucose metabolism and blood flow during status epilepticus: Could this mechanism be involved with neuroprotection?. Neurobiology of Disease, v. 41, p. 169-176, 2011. ROSIM, FERNANDA ELISA ; PERSIKE, D. S. ; NEHLIG, ASTRID ; AMORIM, R. P. ; OLIVEIRA, MÔNICA SÍLVIA RODRIGUES DE ; FERNANDES, MARIA JOSÉ DA SILVA . Differential neuroprotection by A(1) receptor activation and A(2A) receptor inhibition following pilocarpine-induced status epilepticus. Epilepsy & Behavior (Print), v. 22, p. 207-213, 2011. CARVALHO, ANDREZZA SOSSAI RODRIGUES ; TORRES, L. B. ; TORRES, LAILA BRITO; PERSIKE, D. S. ; FERNANDES, MARIA JOSÉ SILVA ; AMADO, DEBORA ; NAFFAHMAZZACORATTI, MARIA DA GRAÇA ; CAVALHEIRO, ESPER ABRÃO ; DA SILVA, ALEXANDRE VALOTTA . Neuroprotective effect of pyruvate and oxaloacetate during pilocarpine induced status epilepticus in rats. Neurochemistry International, v. 58, p. 385-390, 2011. DE OLIVEIRA, MÔNICA SÍLVIA RODRIGUES ; DA SILVA FERNANDES, MARIA JOSÉ; SCORZA, FULVIO ALEXANDRE ; PERSIKE, DANIELLE SUZETE ; SCORZA, CARLA ALESSANDRA ; DA PONTE, JAQUELINE BOTELHO ; DE ALBUQUERQUE, MARLY ; CAVALHEIRO, ESPER ABRÃO ; ARIDA, RICARDO MARIO . Acute and chronic exercise modulates the expression of MOR opioid receptors in the hippocampal formation of rats. Brain Research Bulletin, v. 83, p. 278-283, 2010. LOBO, M. G. A. A.; PINHEIRO, S. M. B.; CASTRO, J. G. D.; MOMENTÉ, V. G.; PRANCHEVICIUS, M. S. Adverse drug reaction monitoring: support for pharmacovigilance at a tertiary care hospital in Northern Brazil. BMC Pharmacology and Toxicology, v. 14, p. 5, 2013. CASTRO, I. P. M.; ALVIM, T. C.; SANTANA, W. R.; CARVALHO, V. D. P.; SILVEIRA, M. A. Efeito da adição de soro de queijo no processo de obtenção de etanol a partir de batatadoce. Revista Ciência e Agrotecnologia (UFLA), v. 35, p. 980-986, 2011. - 175 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA PAVLAK, M. C. M. ; ABREU-LIMA, T.L. ; CARREIRO, S.C. ; PAULILLO, S.C.L. . Estudo da fermentação do hidrolisado de batata-doce utilizando diferentes linhagens de Saccharomyces cerevisiae. Química Nova (Online), v. 34, p. 82-86, 2011. RODRIGUES, D. O.; GONTIJO FILHO, P. P. ; TAVARES, M. ; PINTO, R. M. C. . Risk factors for ventilation associated-pneumonia by multi-drug resistant Pseudomonas aeruginosa producing metallo-B-lacatamase. International Journal of Medicine and Medical Sciences, v. Vol 2, p. 271-276, 2010. PELISSARI, G. P. ; Pietro, Rosemeire Cristina Linhari Rodrigue ; Moreira, Raquel Regina Duarte . Atividade antibacteriana do óleo essencial de Melampodium divaricatum (Rich.) DC., Asteraceae. Revista Brasileira de Farmacognosia (Impresso), v. 20, p. 70-74, 2010. RODRIGUES, D. O. ; GONTIJO FILHO, P. P. ; TAVARES, M. ; PINTO, R. M. C. . Risk factors for ventilation associated-pneumonia by multi-drug resistant Pseudomonas aeruginosa producing metallo-B-lacatamase. International Journal of Medicine and Medical Sciences, v. Vol 2, p. 271-276, 2010. RESUMOS EXPANDIDOS PUBLICADOS EM ANAIS DE CONGRESSOS PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; MORAES, E. D. S. ; GONCALVES, L. P. . EFEITO DO PERÍODO DE ARMAZENAMENTO NA VIABILIDADE DE SEMENTES DE CUPUAÇU. In: X Congreso Latinoamericano y del Caribe de Ingeniería Agrícola e XLI Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola, 2012, Londrina. A Engenharia Agrícola na Evolução dos Sistemas de Produção, 2012. CAMPELO, P. H. ; PREVIERO, C. A. . Efeito de diferentes substratos na germinação de sementes medicinais em Palmas - TO. In: XII Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP/ULBRA, 2012, Palmas. Educação e meio ambiente: quando a euforia reclama atitude coerente, 2012. BARROS, R. C. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; Parrião, B.C. ; GONCALVES, L. P.. Comparação entre testes de vigor em sementes de milho crioulo durante o armazenamento em Palmas, Tocantins. In: XII Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP/ULBRA, 2012, Palmas. Educação e meio ambiente: quando a euforia reclama atitude coerente, 2012. - 176 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA PARRIÃO, B.C. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; GONCALVES, L. P. ; BARROS, R. C. . Viabilidade de sementes de milho crioulo durante o armazenamento em Palmas, Tocantins. In: XII Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP/ULBRA, 2012. Educação e meio ambiente: quando a euforia reclama atitude coerente. GONCALVES, L. P. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; Barros, R. C. ; Parrião, B.C.. Avaliação de infestação de insetos em sementes de milho crioulo armazenadas em condições de ambiente natural em Palmas, Tocantins. In: XII Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP/ULBRA, 2012, Palmas. Educação e meio ambiente: quando a euforia reclama atitude coerente, 2012. GONCALVES, L. P. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; MORAES, E. D. S. . Características físicas do fruto Cupuaçu (Theobroma grandiflorum) produzidas na região de Tocantinópolis, Tocantins. In: 64ª Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012. PARRIÃO, B.C. ; PREVIERO, C. A. ; SACCOL, D. B. . Uso do Nin (Azadirachta indica A. Juss) na conservação da qualidade fisiológica de sementes de Feijão Caupi (Vigna Unguiculata (L) Walp.) durante o armazenamento em Palmas, Tocantins. In: 64ª Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012. PARENTE, H. V. M. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. . Efeito da desidratação na germinação de sementes nativas de Cagaita (Eugenia Dysenterica Dc.) em Palmas, Tocantins. In: 64ª Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012. SANTOS, D. L. ; PREVIERO, C. A. ; PARENTE, H. V. M. . Extrativismo sustentável do Baru (Dipteryx Alata Vogel) no Vale do São João, em Palmas, Tocantins. In: 64ª Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012. MILHOMEM, K. B. ; PREVIERO, C. A. ; LIMA, A.M.T. . A relevância do Milho (Zea Mays) para os agricultores do Assentamento Mariana, Palmas-TO. In: 64ª Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012. - 177 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA TONACO, K. L. ; FERREIRA, H. C. ; PREVIERO, C. A. ; RIBEIRO, F. H. M. . Análise e propostas de técnicas de conforto ambiental para as moradias do Assentamento Mariana, em Palmas, Tocantins. In: XI Jornada de Iniciação Científica do Centro Universitário Luterano de Palmas, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica Ciência e Sabedoria Popular, 2011. SANTOS, D. L. ; PREVIERO, C. A. ; LIMA, B. C. ; FLORENCIO, L. K. . Uso de produtos vegetais na conservação da qualidade fisiológica de sementes de feijão caupi (Vigna unguiculata (L) Walp.) durante o armazenamento, em Palmas, Tocantins. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2010, Palmas. Anais X Jornada de Iniciação Científica, 2010. PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; LIMA, B. C. . Influência do teor de umidade e da embalagem na infestação de insetos em sementes de feijão caupi (Vigna unguiculata (L) Walp.) armazenadas em Palmas, Tocantins. In: IX Congreso Latinoamerciano y del Caribe de Engeniería Agrícola e XXXIX Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola, 2010, Vitória - ES. ANAIS do CLIA 2010 e CONBEA 2010, 2010. SANTOS, D. L. ; PREVIERO, C. A. . Isotermas de sorção de capítulos e hastes de capim dourado (Syngonanthus nitens) coletadas no Estado do Tocantins. In: X Congreso Latinoamerciano y del Caribe de Engeniería Agrícola e XXXIX Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola, 2010. ANAIS CLIA 2010 e CONBEA 2010. PARRIÃO, B.C. ; Silva, J.G.D. ; PREVIERO, C. A. . Índice de saturação de sódio de um latossolo vermelho amarelo ao aplicar diferentes lâminas de esgoto sanitário. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2010, Palmas - TO. Anais X Jornaa de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2010. BARROS, R. C. ; OLIVEIRA, P. R. ; SILVA, J.G.D. ; PREVIERO, C. A. . Produtividade de matéria seca do capim mombaça fertirrigado com água residuária de curtume. In: Anais X Jornada de Iniciação Científica, 2010, Palmas - TO. Anais X Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2010. ALVES, N. C.; WELTER, A. Perda por secagem, triagem fitoquímica e atividade antimicrobiana de Myrciaria cauliflora. In: Anais do VIII Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal do Tocantins –UFT, 2012, Palmas. VIII Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal do Tocantins –UFT, 2012, Palmas – TO. - 178 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA CARNEIRO, K.M.; VALADARES, M.B.; PAVLAK, M.C.M.; CASTRO, I.P.M.; FARINELLI, J. A influência da temperatura média e do índice pluviométrico na síntese de corantes no fruto acerola (Malpighia glabra linn.). e análise da estabilidade de xampus corados com antocianinas. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. VALADARES, M.B.; FONSECA, H.M.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M.; FARINELLI, J. Análise da atividade antioxidante da casca do jambolão (Syzygium cumini l. Skeels) coletados em Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. SODRÉ, L.; BASTOS, L.C.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M.; FARINELLI, J. Quantificação e avaliação da estabilidade do β-caroteno extraído do óleo da polpa do buriti (Mauritia flexuosa l.) adquirido de produtores rurais de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. SILVA, Z.C.A.; BASTOS, L.C.; FARINELLI, J.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M. Tecnologia de obtenção e estudo de estabilidade de formulações cosméticas a partir do óleo da polpa de buriti (Mauritia flexuosa L.). In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. MOURA, J.A.C.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M.; FARINELLI, J. Obtenção e estabilidade de sabonete em barra com óleo de babaçu (Orbignya phalerata Mart.). In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. VALADARES, M.B.; FONSECA, H.M.; PAVLAK, M.C.M.; CASTRO, I.P.M.; FARINELLI, J. Atividade antioxidante de β-caroteno extraído de acerola (Malpighia glabra Linn). In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. BASTOS, L.C.; FARINELLI, J.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação da atividade antioxidante dos tipos de chás obtidos a partir da Camellia sinensis. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. CARNEIRO, K.M.; CAMPOS, J.F.; CARREIRO, S.C.; ALAVARES, B.P.; CASTRO, I.P.M.; FARINELLI, J. Triagem fitoquímica e quantificação da atividade antioxidante dos extratos da casca e folha do pequizeiro (Caryocar brasiliense camb.) nativo do Parque Estadual do - 179 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Cantão. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. TEIXEIRA, N.; LABANCA, T.P.; SANTOS, R.V.; CASTRO, I.P.M.; FARINELLI, J. Controle de qualidade de embalagem, rótulos, parâmetros físico químicos e microbiológicos de cápsulas de ácido acetilsalicílico, ibuprofeno e ácido ascórbico comercializados em farmácias magistrais de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. FONSÊCA, H.M.; BASTOS, L.C.; BRITO, E.S.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M. Efeito da sazonalidade sobre a concentração e a estabilidade da antocianina do fruto de Syzygium cumini L. Skeels coletados em Palmas – TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. GARCIA, A.C.M.; SOUZA, E.O.V.; MICELI, J.A.; TEIXEIRA, N.; MENDES, F.F.A.; CARDOSO, C.D.; LIMA, S.C.C.; SETTI, G.P.P.; FARINELLI, J. Controle de qualidade físicoquímico e determinação de coliformes termotolerantes de amostras comerciais de Calendula officinalis, Matricaria recutita, Peumus boldus e Rhamnus purshiana adquiridas em Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. LOPES, V.G.; ALVES, E.P.S.; LIMA S.C.C.; SILVA, E.A.; MOURA, S.S.; LEITE, S.C.; DAMASCENA, A.F.; SETTI, G.P.P.; FARINELLI, J. Controle de qualidade físico-químico e microbiológico de Achyrocline satureiroides, Maytenus ilicifoia, Mikania glomerata e Phyllanthus niruri comercializados na cidade de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. BORGES, N.A.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação microbiológica de queijos artesanais produzidos por pequenos produtores rurais do município de Pindorama-To. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. MACECDO, R.L.A.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação microbiológica em farinhas de mandioca comercializadas na cidade de Palmas –TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. SANTOS, K.N.; PAVLAK, M.C.M. Triagem fitoquímica e atividade antibacteriana do látex seco de Dioscorea SP. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. - 180 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA CAMPOS, A.P.; PAVLAK, M.C.M. Qualidade microbiológica de cortes de frango “in natura” refrigerados comercializados em supermercados do município de Palmas- TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. SANTOS, R.X.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação microbiologica de tortas doces comercializdas em feiras municipais de Palmas – TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. DIAS, R.W.C.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação microbiológica de cachorros-quentes comercializados por ambulantes na cidade de Palmas – TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. MACEDO, D.A.; FONSECA, H.M.; CASTRO, I.P.M. Avaliação do ph e da concentração de ácido fosfórico em diferentes marcas de refrigerante tipo cola e a prevalência da erosão dentária infanto-juvenil: acidez ou consumo exagerado? In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. PACHECO, F.G.; SILVA, S.C.C.; CASTRO, I.P.M. Caracterização fisico-química do óleo de mamona (Ricinus communis l.) produzido por comunidade extrativista rural de PalmasTO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. MAYA, T.P.T.; CARNEIRO, K.M.; CASTRO, I.P.M. Identificação de ativos fitoquímicos e atividade antibacteriana do latex da Euphorbia tirucalli (avelóz) coletado no município de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. HAMPEL, C.; TRINDADE, E.J. Toxicologia clinica e analítica do álcool. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. FREITAS, H.C.D.; TRINDADE, E.J. Toxicologia analítica da intoxicação ocupacional e alimentar por piretróides. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. FERREIRA, B.B.; TRINDADE, E.J. Toxicologia clínica e analítica dos esteróides anabólico androgênicos. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. - 181 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA COSTA, A.A. TRINDADE, E.J. Aspectos clínicos, laboratoriais e terapêuticos das síndromes hipertensivas gestacionais: pré-eclampsia e eclampsia. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. LACERDA, R.A.; SANTOS, E.L.V.L.B. Atenção farmacêutica ao idoso portador da doença de Alzheimer. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. SANDES, S.B.M.; SANTOS, E.L.V.L.B. Depressão geriátrica: diagnóstico e tratamento. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. ANDRADE, L.F.; ARAUJO, A.A. Parasitos intestinais em hortaliças de feiras livres da região sul de Palmas, Tocantins, 2011. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. LIRA, C.S.; ARAUJO, A.A. Perfil epidemiológico da tuberculose no estado do Tocantins de 2005 a 2010. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. TEIXEIRA, N.C.; SILVA, K.B.M. Intoxicação exógena por medicamentos: uma revisão. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. SOARES, R.G.; SILVA, K.B.M. Análise de rótulos de protetores solares comercializados no município de Palmas-TO de acordo a RDC 237/02. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. VALADARES, M.B.; FONSECA, H.M.; WELTER, A. Análise da contaminação de sanitários públicos por enteroparasitos no município de Palmas –TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. LOPES, V.G.; WELTER, A. Análise parasitológica das hortaliças comercializadas em supermercados de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. FURUKAWA, A.; WELTER, A.; DANTAS, H.O. Pesquisa parasitológica em areias de parques infantis presentes nas praças públicas de Palmas – TO, 2012. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. - 182 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA SILVEIRA, G..; LOBO, M.G.A.A. Avaliação do uso de crack: uma abordagem toxicológica social. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. CARVALHO, P.O.; LOBO, M.G.A.A. Seleção de medicamentos promovendo uso racional em hospitais. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. LIMA, T.T.M.; RODRIGUES, D.O. Infecção hospitalar em neonatos: uma visão geral. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012. VALADARES, M. B. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M ; FARINELLI, J. . Atividade antioxidante, antimicrobiana de corantes naturais extraídos de acerola e estudo da estabilidade de condicionador com óleo de babaçu corado com antocianinas de acerola. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012. LIRA, C. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M ; FARINELLI, J. Avaliação da atividade antioxidante e antimicrobiana de corantes naturais extraídos de frutos do cerrado tocantinense. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012. SOUSA, N. M. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M ; FARINELLI, J. . Avaliação da atividade antioxidante e antimicrobiana de corantes naturais extraídos de frutos do cerrado tocantinense. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012. BASTOS, L. C. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Avaliação da estabiliade de carotenóides extraídos do óleo do buriti e análise da estabilidade de formulações cosméticas após sua incorporação. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012. FONSECA, H. M. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Biocosméticos: extração, quantificação e avaliação da estabilidade das antocianinas totais do fruto do jambolão e verificação da estabilidade de condicionador incorporado com óleo de algodão e corado com antocianinas. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012. CARNEIRO, K. M. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Extração, - 183 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA quantificação, estabilidade de corantes naturais e adição em xampus a partir do fruto acerola. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012. SILVA, Z. C. A.; FARINELLI, J. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. . Tecnologia de Obtenção e estudo de estabilidade de xampu a partir de óleo de buriti. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012. RESENDE, B. S. ; NORONHA, S. D. S. ; MELO, A. V. ; WELTER, A. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO EXTRATO ETANÓLICO DA CASCA DE Punica granatum L.. In: XI Jornada de Iniciação Científica do Centro Universitário Luterano de Palmas, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica. Palmas, 2011. MELO, A. V. ; RESENDE, B. S. ; NORONHA, S. D. S. ; WELTER, A. . CONCENTRAÇÃO INIBITÓRIA MÍNIMA (CIM) E CONCENTRAÇÃO BACTERICIDA MÍNIMA (CBM) DO EXTRATO ETANOLICO DA CASCA DE Punica granatum L.. In: XI Jornada de Iniciação Científica do Centro Universitário Luterano de Palmas, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica. Palmas, 2011. DAMASCENA, A. F. ; MARQUES, A. O. ; VIEIRA, E. O. ; WELTER, A. . AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO EXTRATO ETANÓLICO DA CASCA DO CAULE DE Eugenia involucrata DC.. In: XI Jornada de Iniciação Científica do Centro Universitário Luterano de Palmas, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica. Palmas, 2011. BASTOS, L. C. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M . Atividade antimicrobiana de corantes naturais extraídos da polpa do jambolão (Syzygium cumini L.) coletados na cidade de Palmas-TO. In: XI Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica, 2011. FURUKAWA, A. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. . Avaliação da atividade antimicrobiana de corantes naturais extraídos da casca da manga (Mangifera indica) cv. Tommy Atkis, De Palmas-TO. In: XI Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica, 2011. VALADARES, M. B. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M . Análise da atividade antimicrobiana de corantes naturais extraídos da polpa de acerola (Malpighia glabra Linn) adquiridos em cultivos domésticos na cidade de palmas-TO. In: XI Jornada de - 184 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica, 2011. COSTA, F. R. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. Atividade antimicrobiana de corantes naturais extraídos da casca de goiaba (Psidium guajava L.) obtidas no municipio de Palmas/TO. In: XI Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica, 2011. MIRANDA, S. O. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M . Atividade antimicrobiana de corantes naturais extraídos do caju (Anacardium occidentale L) coletados na cidade de Palmas-TO. In: XI Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica, 2011. SOUSA, O.G. ; BONATO, J. L. ; Furukawa, A. ; MENDONÇA, E. D.; FELTRIM, E. N. . Análise Macroscópica de Lesões Cutâneas Experimentais Tratadas com Eletroacupuntura e Fibrase(R). In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas-TO. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010. v. 1. FURUKAWA, A. ; BONATO, J. L. ; Sousa, O.G. ; MENDONÇA, E. D.; FELTRIM, E. N. . Análise Macroscópica de Lesões Cutâneas Experimentais em Ratos Associando o Extrato Aquoso de Rizoma de Curcuma zedaria de Palmas-TO com Eletroacupuntura. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas-TO. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010. BONATO, J. L. ; Sousa, O.G. ; Furukawa, A. ; MENDONÇA, E. D.; FELTRIM, E. N. . Análise do Uso de Extrato Aquoso de Gengibre (Zingiber officinale Roscoe) Associado à Aplicação de Eletroacupuntura em Lesões Cutâneas Experimentais. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas-TO. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010. OLIVEIRA, A. C. B. ; PELISSARI, G. P. . Controle de qualidade de amostras comercias de Endopleura uchi (HUMIRIACEAE) uxi-amarelo adquiridas em Palmas-TO. In: X Jornada de Iniciação Científica, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica, 2010. FALEIRO, D. P. V. ; PELISSARI, G. P. . Avaliação da qualidade de amostras do gênero Baccharis sp. comercializados no município de Palmas-TO. In: X Jornada de Iniciação Científica, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica, 2010. - 185 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA LOPES, VC ; CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; FARINELLI, J . Controle de qualidade microbiológico de folhas de sene comercializado em feira e farmácia de Palmas-TO. In: X Jornada de Iniciação Científica CEULP, 2010, Palmas. X jornada de Iniciação Científica, 2010. CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; LOPES, VC ; PELISSARI, G.P. ; FARINELLI, Juliane . Análise fitoquímica da multimistura comercializada em Palmas -TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, Porto Alegre. XX congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010. LOPES, VC ; MUNIZ, A ; FARINELLI, J . Análise da água do córrego Taquaruçu, em uma residência em Taquaralto e em uma escola municipal. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA, 2010. ALVES, N. C. ; CARVALHO, F. C. ; NORONHA, S. D. ; FARINELLI, J ; PAVLAK, M. C. M . Avaliação da atividade antioxidante de extratos aquosos e/ou etanólicos das folhas de pequi e jambolão por DPPH. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA, 2010. LOPES, V. G. ; CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; FERREIRA, R. L. ; FARINELLI, J . Controle de qualidade microbiológico de folhas de sene comercializado em feira e farmácia de Palmas-TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA, 2010. FERREIRA, R. L. ; CRUZ, A. B. ; LOPES, V. G. ; FARINELLI, J . Controle de qualidade microbiológico de multimistura utilizada na pastoral da criança em Palmas-TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SULAMERICANA, 2010. LOBO, M.G.; FARINELLI, J. Perfil das solicitações do Centro de Informações sobre Medicamentos do Hospital Geral de Palmas no segundo semestre de 2009. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SULAMERICANA, 2010. - 186 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA FONSÊCA, H.M. ; VALADARES, M. B. ; FONTOURA, R.L. ; CASTRO, I.P.M. ; FARINELLI, J . Controle de qualidade de etanol carburante em três postos e combustíveis de Palmas-TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA, 2010. VALADARES, M. B. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Extração e quantificação de corantes naturais em polpa de acerola (Malpighia glabra Linn) de cultivos doméstico na cidade de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010. BASTOS, L.C. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Extração e quantificação de corantes naturais extraídos da polpa do jambolão (Syzigium cumini) coletado na cidade de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010. FURUKAWA, A. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Análise de corantes naturais extraídos da casca da manga (Mangifera indica) cv. Tommy Atkins, de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010. FONSECA, H.M. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Extração e quantificação de corantes naturais na casca de jambolão (Syzigium cumini, L. SKEELS) coletados em Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP, 2010. MIRANDA, S.O. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Análise de corantes naturais extraídos de caju (Anacardium occidentale L.) adquiridos no comércio de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010. MACEDO, D.A. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Extração e quantificação de antocianinas e carotenóides presentes na polpa de manga (Mangifera indica) cv. Tommy Atkins comercializada na cidade de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010. COSTA, F.R. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Extração e quantificação de corantes naturais das cascas de goiaba (Psidium guajava) obtidas no município de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010. - 187 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA BRITO, E.S. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Avaliação da concentração de antocianinas e carotenóides na polpa da goiaba (Psidium guajava) comercializada em Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010 ALVES N.C. ; CARVALHO, F.C. ; NORONHA, S.D. ; FARINELLI, J. ; PAVLAK, M. C. M. . Avaliação da Atividade Antioxidante de Extratos Aquosos e/ou Etanólicos de Folhas de Pequi e Jambolão por DPPH. In: XX Congresso Pan-Americano de Farmácia, 2010, Porto Alegre - RS. XX Congresso Pan-Americano de Farmácia, 2010. RESUMOS SIMPLES CASTRO, I. P. M.; ABRANTES, M. V. ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Comparation of in vitro antibacterial Internacional de Pós activity of Graduação commercial e Pesquisa, antiseptics 2012, soaps. Ribeirão In: V Preto. Simpósio Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012. v. 1. p. 16-16. COUTO, S. M. D.; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I. P. M.; FARINELLI, J. . Development and stability study of cream obtained with cotton oil. In: V Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa, 2012, Ribeirão Preto. Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012. v. 1. p. 21-21. ALVARES, B. P. ; SILVA, Z. C. A. ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. ; CASTRO, I. P. M.;. Development and stability study of shampoo obtained with Mauritia flexuosa oil. In: V Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa, 2012, Ribeirão Preto. Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012. v. 1. p. 22-22. FARINELLI, J. ; CASTRO, I. P. M.; PAVLAK, M. C. M. ; FONSECA, H. M. ; VALADARES, M. B. ; Isaac, Vera Lucia . Rheology of hair conditioner formulated with two different vegetable oils and pigment extract solution from Syzygium cumini L. fruit. In: V Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa, 2012, Ribeirão Preto. Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012. v. 1. p. 28-28. FARINELLI, J. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M ; FONSÊCA, H.M. ; VALADARES, M. B. ; ISAAC, V. L. . Rheology of hair conditioner formulated with two different vegetable oils - 188 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA and pigment extract solution from Syzygium cumini L. fruit. In: 5th International Symposium of Post Graduation and Research, 2012, Ribeirão Preto. 5th International Symposium of Post Graduation and Research, 2012. COUTO, S. M. D. ; PAVLAK, M. C. M ; CASTRO, I.P.M. ; FARINELLI, J. . Development and stability study of cream obtained with cotton oil. In: 5th International Symposium of Post Graduation and Research, 2012, Ribeirão Preto. 5th International Symposium of Post Graduation and Research, 2012. MOURA, S. S. ; SILVA, D. A. ; SILVA, E. A. ; LEITE, S. C. ; FARINELLI, J. . Controle de qualidade microbiológico de Maytenus ilicifoia (espinheira santa) comercializada na cidade de Palmas-TO.. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012. LEITE, S. C. ; SILVA, E. A. ; MOURA, S. S. ; SILVA, D. A. ; FARINELLI, J. . Controle de qualidade microbiológica da Achyrocline satureoides (macela) comercializadas na cidade de palmas-tocantins. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012. SILVA, D. A. ; SILVA, E. A. ; MOURA, S. S. ; LEITE, S. C. ; FARINELLI, J. . Controle de qualidade microbiológico de Phyllanthus niruri (quebra-pedra) comercializada na cidade de Palmas -Tocantins.. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012. SILVA, E. A. ; MOURA, S. S. ; LEITE, S. C. ; SILVA, D. A. ; FARINELLI, J. . Controle de qualidade microbiológico de Mikania glomerata (guaco) comercializadas na cidade de Palmas -Tocantins. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012. ALVES, N. C. ; FARINELLI, J. ; CRUZ, A. B. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M . biocosmetics: evaluation of antioxidant activity of jambolão's extract (Syzygium cumini l. skeels) and its stability in cream.. In: 8th International Congress of Pharmaceutical Sciences - CIFARP, 2011, Ribeirão Preto. New Trends in Pharmaceutical Sciences "Open media", 2011. GARCIA, A. C. M. ; FARINELLI, J . MICROBIOLOGICAL Control of Peumus boldus L. acquired in drugstores and fairs at Palmas - Tocantins, Brazil.. In: 8th International - 189 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Congress of Pharmaceutical Sciences CIFARP, 2011, Ribeirão Preto. New Trends in Pharmaceutical Sciences "Open media", 2011. TEIXEIRA, N.; MADALENA, L. J. A.; FARINELLI, J. . Microbiological control of Matricaria recutita l. acquired in drugstores and street fairs and health foodstores at Palmas Tocantins, Brazil.. In: 8th International Congress of Pharmaceutical Sciences CIFARP, 2011, Ribeirão Preto. New Trends in Pharmaceutical Sciences "Open media", 2011. RODRIGUES, W. S. F ; FARINELLI, J. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M . Technology obtention and stability study of shampoo added from Syzygium cumini extract.. In: 8th International Congress of Pharmaceutical Sciences - CIFARP, 2011, Ribeirão Preto. New Trends in Pharmaceutical Sciences, 2011. CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; LOPES, VC ; PELISSARI, G.P. ; FARINELLI, Juliane . Análise fitoquímica da multimistura comercializada em Palmas -TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, Porto Alegre. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010. LOPES, VC ; MUNIZ, A ; FARINELLI, Juliane . Análise da água do córrego Taquaruçu, em uma residência em Taquaralto e em uma escola municipal. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010. ALVES, N. C. ; CARVALHO, F. C. ; NORONHA, S. D. ; FARINELLI, J ; PAVLAK, M. C. M . Avaliação da atividade antioxidante de extratos aquosos e/ou etanólicos das folhas de pequi e jambolão por DPPH. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010. LOPES, V. G. ; CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; FERREIRA, R. L. ; FARINELLI, J . Controle de qualidade microbiológico de folhas de sene comercializado em feira e farmácia de Palmas-TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica SulAmericana, 2010. FERREIRA, R. L. ; CRUZ, A. B. ; LOPES, V. G. ; FARINELLI, J . Controle de qualiade microbiológico de multimistura utilizada na pastoral da criança em Palmas-TO. In: XX - 190 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010. LOBO, M.G. ; FARINELLI, Juliane . Perfil das solicitações do Centro de Informações sobre Medicamentos do Hospital Geral De Palmas no segundo semestre de 2009. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010. FONSÊCA, H.M. ; VALADARES, M. B. ; FONTOURA, R.L. ; CASTRO, I.P.M. ; FARINELLI, J . Controle de qualidade de etanol carburante em três postos e combustíveis de Palmas-TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010. MELO, P. C. ; RODRIGUES, D. O. ; DOLINGER, D. V. ; DOLINGER, E. J. O. V. ; NADERFILHO, A. . Presença de Pseudomonas multiresistentes a antimicrobianos em ambiente de ordenha e nas mãos de ordenhador. In: VI Encontro de Pós Graduandos da UNESP/FCAV, 2010, Jaboticabal. VI Encontro de Pós Graduandos da UNESP/FCAV (CD), 2010. RODRIGUES, D. O. ; Santos, KR ; GONTIJO FILHO, P. P. . Pneumonias associadas à ventilação mecânica por Pseudomonas aeruginosa produtora de metalo-β-lactamases: aspectos epidemiológicos e moleculares. In: XII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar, 2010, Olinda. Anais do XII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar, 2010. A tabela a seguir apresenta o total de publicações científicas do curso, no período de 2010 até 2013 PUBLICAÇÕES QUANT. Capítulos de Livro Trabalhos Completos Resumos Expandidos Resumo Simples Produção Artística e Cultural Produção Tecnológica TOTAL - 191 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 8 14 91 23 136 6.6. PLANO DE CARREIRA A seguir é apresentado um resumo do plano de carreira do CEULP, implantado em março de 2012. • Objetivo o Normatizar os critérios de ingresso e progressão da carreira docente do ensino superior no CEULP • • • Categorias e níveis o I - Professor Auxiliar – Níveis I, II, III, IV e V o II - Professor Assistente – Níveis I, II, III, IV e V o III – Professor Adjunto – Níveis I, II, III o IV – Professor Titular - Níveis I, II, III Critérios para enquadramento o titulação acadêmica o experiência em funções docentes o tempo de atuação no CEULP o desempenho no CEULP o produção técnico-científica, científica, acadêmica e profissional Progressão por antiguidade e merecimento A progressão por antiguidade, em níveis dentro da categoria em que estiver enquadrado, ou a progressão por merecimento, em níveis dentro da categoria ou do último nível da categoria anterior para o primeiro nível da categoria seguinte, obedecerá aos seguintes critérios: Para progressão Categoria Critérios Nível I Auxiliar Titulação Pontuação Tempo Nível Anterior Assistente Titulação Pontuação Tempo Nível Anterior Nível II Nível III Nível IV Nível V Especialista Especialista Especialista Especialista 400 (Não avaliar) 438 (Não avaliar) 03 anos 03 anos 03 anos 03 anos Mestre Mestre Mestre Mestre 559 (Não avaliar) 635 (Não avaliar) 03 anos 03 anos 03 anos 03 anos Especialista (Progressão) 507 03 anos Ou Titulação Mestre (Titulação) Pontuação Tempo Nível Anterior Adjunto Titulação Mestre (Progressão) - 192 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Pontuação 763 Tempo Nível Anterior 03 anos Ou Titulação Doutor (Titulação) Pontuação Tempo Nível Anterior Titular Doutor Doutor 869 (Não avaliar) 03 anos 03 anos Titulação Doutor Doutor Doutor Pontuação 1060 1256 1488 Vagas Corpo Docente 14% 3% 3% Tempo Nível Anterior 03 anos 03 anos 03 anos A progressão em categorias se dará com base na titulação do docente, conforme os seguintes requisitos: o os portadores de título de especialista, enquadrados em qualquer Nível da Categoria de Professor Auxiliar e que concluam os estudos e apresentem a documentação oficial de titulação de Mestre serão automaticamente enquadrados no Nível I da categoria de Professor Assistente. o os portadores de título de especialista ou mestre, enquadrados em qualquer Nível da Categoria de Professor Auxiliar ou Assistente e que concluam os estudos e apresentem a documentação oficial de titulação de Doutor serão automaticamente enquadrados no Nível I da categoria de Professor Adjunto. o para a categoria de Titular será exigida titulação de Doutor sendo a progressão condicionada a existência de vagas, no limite de 20% do total de docentes do CEULP, distribuídos em 14% para o Nível I, 3% para o Nível II e 3% para o Nível III, do total de professores enquadrados nesta categoria. • Observações: o a Progressão ocorrerá sempre no dia 1º de março do ano subsequente ao processo seletivo; o deve haver um lapso temporal de 3 anos entre os níveis; o o docente poderá candidatar-se apenas à progressão ao nível subsequente ao seu nível atual. • Tabela de hora-aula* Categoria Titulação Nível I Nível II Nível III Nível IV Nível V Especialista 30,42 31,03 31,66 32,30 32,95 Assistente Mestre 34,91 35,98 36,99 38,09 39,20 Adjunto Doutor 40,32 42,11 44,26 Titular Doutor 47,37 48,79 50,21 Auxiliar - 193 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA *Os valores serão atualizados ano a ano, de acordo com os índices estabelecidos nas Convenções Coletivas de Trabalho. - 194 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 7. INFRA-ESTRUTURA 7.1. INSTALAÇÕES FÍSICAS O CEULP, no seu campus, dispõe de um terreno de 287.000,00 m². A área construída é de 50.016,99 m², distribuída em várias edificações, conforme tabela disponibilizada a seguir. DESCRIÇÃO ÁREA CONSTRUÍDA PRÉDIO 01 Setores administrativos, sala de reuniões, biblioteca e auditório 3.452,16 m² central PRÉDIO 02 2.202,84 m² salas de aula e coordenações de cursos PRÉDIO 03 2.484,72 m² salas de aula e coordenações de cursos PRÉDIO 04 salas de aula, sala de convivência dos professores, apoio 2.202,84 m² docente, salas de projeção e coordenações de cursos PRÉDIO 05 6.038,08 m² Complexo Laboratorial PRÉDIO 06 salas de aula, almoxarifado central e laboratórios, coordenação 3.418,66 m² do curso de Direito e centro de convivência de professores e funcionários PRÉDIO 07 Laboratórios de Informática, CPD, coordenações dos cursos da 1.369,42 m² área de computação PRÉDIO 08 1848,32 m² TCD Direito (superior) e praça de alimentação (inferior) PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO: restaurante universitário, cantinas - 195 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 924,16 m² Central de atendimento ao acadêmico 416,56 m² DCE – Diretório Central dos Estudantes 135,00 m² PRÉDIO 10 Complexo Esportivo: quadra poliesportiva, 8 alojamentos, 4 5.331,28 m² vestiários, 4 sanitários, palco, 13 salas de aula, sala de musculação, sala de judô, administração e cantina Campo de Futebol Gramado 5.507,00 m² Terraquarium – estrutura para educação ambiental 175,56 m² Garagem e marcenaria 857,59 m² Laboratório de Construção Civil 138,00 m² Arquivo Morto Institucional 178,80 m² Biotério 280,00 m² Casa de Força 144,00 m² Estacionamento 12.912,00 m² TOTAL 50.016,99 m2 Além da estrutura física apresentada na tabela, o CEULP possui um prédio de 6.914,99 m² localizado no centro da cidade, no qual funciona o NAC - Núcleo de Atendimento à Comunidade. Esse núcleo presta atendimento especializado no serviço de saúde, assistência jurídica e assistência social. Os estacionamentos são arborizados e, assim como as demais instalações do Campus, é totalmente cercado por alambrados, o que garante maior segurança para instalações e para os veículos dos funcionários e acadêmicos. 7.1.1. SALAS DE AULA Atualmente, o CEULP disponibiliza 110 salas de aula climatizadas, com luminosidade, acústica, e mobiliário que propiciam um ambiente adequado ao aprendizado e, visando preservar saúde dos professores, todos os quadros de giz foram substituídos por quadros brancos, de fórmica. Dessas salas, cinco são configuradas como salas de projeção, com televisor de 42’’ e computador. - 196 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA A quantidade de alunos é definida de acordo com a dimensão da sala: salas de 59 metros quadrados têm capacidade para até 50 alunos e salas de 39 metros quadrados têm capacidade para até 30 alunos. Essas salas de aula são reservadas de acordo com a necessidade dos cursos, em relação a quantidade de turmas e ao número de alunos matriculados nas mesmas. A tabela a seguir apresenta a relação de salas de aula do CEULP. SALAS DE AULAS 202 203 205 207 209 211 212 213 214 215 216 217 218 219 221 222 223 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 302 304 306 308 310 312 314 317 319 320 321 ESPAÇO FÍSICO GERAL ÁREA (M²) PRÉDIO 2 39 59 39 39 39 39 39 39 39 39 39 59 39 59 59 39 59 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 59 59 PRÉDIO 3 39 39 39 39 59 59 59 39 39 39 39 - 197 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA CAPACIDADE 30 50 30 30 30 30 30 30 30 30 30 50 30 50 50 30 50 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 50 50 30 30 30 30 50 50 50 30 30 30 30 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 405 ( Projeção ) 407 ( Projeção ) 409A ( Projeção ) 410 ( Projeção ) 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 431 ( Projeção ) 616 617 618 619 620 621 622 623 624 625 626 627 628 629 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 59 59 59 59 PRÉDIO 4 59 59 59 59 59 59 59 39 39 59 39 59 59 39 59 59 39 59 59 59 59 59 39 PRÉDIO 6 75 75 75 75 75 75 75 75 75 75 75 75 75 75 - 198 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 30 30 50 30 50 50 30 50 50 30 50 50 50 50 50 30 65 65 65 65 65 65 65 65 65 65 65 65 65 65 630 631 1021 1022 1023 1024 1025 1031 1032 1033 1034 1035 102 103 104 302 75 75 PRÉDIO 10 – Ginásio de Esportes 83 80 94 80 95 80 47 47 95 47 PRÉDIO NAC 14 14 14 33 65 65 50 50 50 50 50 50 30 30 50 30 10 10 10 25 Legenda: ⇒ SALA DE AULA identificar a sala (Ex: Sala 01); ⇒ ÁREA é a área total construída em m²; ⇒ CAPACIDADE é a capacidade da área em número de usuários; A limpeza das salas é realizada sistematicamente, da seguinte forma: • a partir das 06 horas: é realizada limpeza e organização geral em todas as salas; • entre 12h e 13h30: a equipe de limpeza passa por todas as salas e recolhe o lixo, organiza as carteiras e, se necessário, realiza limpeza emergencial; • entre 17h e 18h30: a equipe de limpeza passa por todas as salas e recolhe o lixo, organiza as carteiras e, se necessário, realiza limpeza emergencial. 7.1.2. INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS As salas administrativas estão dispostas de forma a oferecer boas condições de trabalho ao corpo técnico que desenvolve atividades de direção, secretaria, tesouraria e de assessoramento: acadêmico, jurídico, de comunicação e informática. A exemplo das salas de aula, os ambientes são climatizados com luminosidade, acústica, equipamentos e mobiliário que propiciam um ambiente adequado para o trabalho. A distribuição obedece a uma estrutura que oferece o entrosamento entre as diversas funções mencionadas, assim como favorece a logística no atendimento ao público. A tabela a seguir apresenta informações sobre as instalações administrativas atual. - 199 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA PRÉDIO 1 DESCRIÇÃO Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala ÁREA (M²) 101 – Central Telefônica 102 – Biblioteca 103 – Coordenação de Compras 104 – Recepção Geral 106 – Registro de Diploma 107 – Assessoria Jurídica 108 – Anexo Secretaria 109 – Contabilidade e Financeiro 110 – Secretaria Geral 111 – Departamento de Pessoal 112 – Telefonia 113 – Direção Geral 114 – Coordenação de Ensino e Assessoria NAE 114A – NAE 115 – Copa 116 – Assessoria Administrativa 117 – Sala de Reuniões - Apoio 118 – Sala de Reuniões 119 – Refeitório 120 – Coordenação COPPEX 121 – Assessoria COPPEX 122 – Reserva 123 – A.C.S. 124 – Comitê de Ética 125 – Vestiário / Formaturas 126 – Sala de Leitura 127 – Auditório Central 128 – Sala VIP - Apoio 129 – Sala de Multimeios 130 – Sala VIP - Apoio 131 - Capela / Pastoral PRÉDIO 2 INSTALAÇÕES Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala 201 204 206 208 210 238 239 – – – – – – – 18 773 39 26 10 10 11 30 68 21 30 103 34 34 4 34 24 180 40 33 50 30 104 24 36 420 505 19 11 19 118 ÁREA (M²) Banco do Brasil Depósito Água Coordenações de Cursos Recepção de Coordenações de Cursos Coordenações de Cursos Recursos Humanos Deposito Multimeios 39 36 39 39 39 29 11 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 22h 14h às 22h 8h às 18h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 18h HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 9h às 14h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 18h PRÉDIO 3 INSTALAÇÕES ÁREA (M²) Sala 300 – Ouvidoria Sala 300A – CIM - Centro de Informação sobre Medicamentos Sala 300B – Alteridade Administrativo Sala 300C – Espaço Ulbra Sala 303 – Coordenações de Cursos Sala 305 - Recepção de Coordenações de Cursos Sala 307 - Coordenações de Cursos Sala 309 - Coordenações de Cursos Sala 311 - Recepção de Coordenações de Cursos Sala 313 - Coordenações de Cursos 49 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h 39 8h às 22h 22 39 39 39 39 39 39 59 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h - 200 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA às às às às às às às às 22h 22h 22h 22h 22h 22h 22h 22h PRÉDIO 4 INSTALAÇÕES Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala 401 402 403 404 406 408 411 430 – – – – – – – – ÁREA (M²) Central Apoio Docente Alteridade Atendimento Reprografia Sala dos Professores Coordenações de Cursos Recepção de Coordenações de Cursos Reprografia Terceirizada Ensino a Distância PRÉDIO 5 INSTALAÇÕES Sala Sala Sala Sala 514 543 545 563 – – – – 39 39 36 59 59 39 59 22 ÁREA (M²) Recepção do Complexo Mini Auditório Administração do Complexo Mini Auditório 14 185 42 185 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h 8h às 22h 8h às 18h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h PRÉDIO 6 INSTALAÇÕES Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala ÁREA (M²) 601A – Arquivo Morto Secretaria 601B – Arquivo Morto Financeiro 602 – Almoxarifado 608 – Vestiário Feminino 608 – Vestiário Masculino 611 – Refeitório 612 – Deposito Patrimônio 613 – Lavanderia 614 – Centro de Convivência 632 – Coordenações de Cursos / NDE 633 – Sala de Professores PRÉDIO 7 INSTALAÇÕES Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala 700 701 707 708 713 714 715 – – – – – – – ÁREA (M²) HARDWARE C.P.D. LINC - Coordenações de Cursos / NDE Coordenações de Cursos Recepção Portal Coordenação do LABINS Sala dos Professores PRÉDIO 8 INSTALAÇÕES Sala 801 – TCD – Direito 36 63 31 29 38 63 62 ÁREA (M²) 924,16 PRÉDIO 10 – GINASIO INSTALAÇÕES Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala Sala 75 30 218 44 44 35 71 23 52 82 37 ÁREA (M²) 1001 – Academia 1002 – Laboratório de Medidas 1003 – Coordenação de Curso 1004 - Sala dos Professores / NDE 1005 – Lanchonete 1006A – Alojamento I 1006B - Alojamento II 1006C - Alojamento II 1006D- Alojamento II 1007 - Vestiários 1007 - Camarim 129 32 47 47 68 33 33 33 33 144 45 - 201 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 18h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h Sala Sala Sala Sala Sala 1008 – Fisioterapia 1010 – Departamento Médico 1011 – Vestiários 1020 – Salão de Dança 1020A – Sala de Vivência 45 14 144 150 150 8h 8h 8h 8h 8h às às às às às 22h 22h 22h 22h 22h PRÉDIO 11 – NAC INSTALAÇÕES ÁREA (M²) HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO TERREO – FISIOTERAPIA E ENFERMAGEM Sala 100 – Copa 5 Sala 101 - Coordenação Clinica Fisioterapia 12 Sala 113 – Almoxarifado 7 Sala 120 – Clínica de Enfermagem 39 PRIMEIRO PISO – PSICOLOGIA – DIREITO – SER. SOCIAL Sala 201 – Copa 8 Sala 202 – Coordenação Serviços Social 10 Sala 203 – Coordenação da Psicologia 73 Sala 204 – Coordenação do Direito 10 Sala 205 – Biblioteca do Direito 7 Sala 206 - Almoxarifado 3 Sala 207 – Secretaria do SEPSI 18 Sala 217 – Arquivo 3 Sala 221 – Auditório SAJULP 55 Sala 224 – Secretaria do SAJULP 17 Sala 225 – Sala Informática SAJULP 17 Sala 226 – DML 8 TERCEIRO PISO – BIOMEDICINA E FARMÁCIA Sala 301 - Sala de Coleta 23 Sala 302 - Vestiário 6 Sala 302 - Copa 4 Sala 303 – Almoxarifado 11 Sala 304 - Coordenação Laboratório 13 Sala 306 - Lavagem de Materiais 12 Sala 307 - Controle de Qualidade 12 Sala 1011 – Vestiários 144 Sala 1020 – Salão de Dança 150 Sala 1020A – Sala de Vivência 150 CENTRAL DE ATENDIMENTO AO ACADÊMICO INSTALAÇÕES ÁREA (M²) Atendimento Financeiro Atendimento Acadêmico 7.1.3. 24,3 40 8h 8h 8h 8h às às às às 18h 18h 18h 18h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h às às às às às às às às às às às às 18h 18h 18h 18h 18h 18h 18h 18h 18h 18h 18h 18h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h 8h às às às às às às às às às às 18h 18h 18h 18h 18h 18h 18h 22h 22h 22h HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 8h às 22h 8h às 22h INSTALAÇÕES PARA DOCENTES A instituição disponibiliza vários ambientes para o corpo docente, sendo que os professores do curso têm a sua disposição: • 01 (uma) sala de trabalho no Complexo Laboratorial, prédio 7, com acesso à Internet, via rede sem fio, que oferece a seguinte infraestrutura: o bancada com 05 (cinco) computadores; bancada para notebook; 08 (oito) escaninhos individuais; e mesa pequena para reunião. - 202 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • 01 (uma) sala para o NDE, ao lado da coordenação do curso, com mesa de reunião pequena, armário com chave e computador; • sala de professores, prédio 4, que é um ambiente de convivência que possui mesa de reunião grande, sofás e escaninhos individuais com chave, na qual é disponibilizado café e água (bebedouro); • em 05 (cinco) laboratórios são oferecidos espaços de trabalho para 01 (um) professor, com ponto de acesso a rede/Internet • sala de professores no Complexo de Informática, prédio 7, que é um ambiente de trabalho com acesso a Internet, via rede sem fio, que contém 05 (cinco) computadores para uso individual, mesa de reunião pequena e 02 (duas) bancadas para uso de notebook. O CEULP, também, possui um clube com piscinas, campo de futebol, entre outras áreas de lazer, que é utilizado para projetos de extensão, aulas e lazer, como a confraternização de funcionários e festa junina. O clube é gerenciado pela associação dos funcionários do CEULP – AFUNCEULSP. 7.1.4. INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO E NDE O espaço de trabalho para a coordenação, localizado no Prédio 3, apresenta a seguinte infraestrutura: sala do coordenador, com mobiliário adequado, computador e telefone; sala para o NDE do curso, com mesa de reunião, armário com chave e computador; sala de apoio, com computador e impressora; e recepção, com 02 (dois) computadores, impressora e 03 (três) funcionários que atendem a coordenação, nos três turnos. 7.1.5. AUDITÓRIOS O CEULP dispõe de três auditórios climatizados, com cadeiras estofadas, equipamento de projeção e computador. A tabela a seguir apresenta informações sobre os auditórios da instituição. - 203 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA INSTALAÇÕES PARA AUDITÓRIO / SALA DE CONFERÊNCIA HORÁRIO DE INSTALAÇÕES ÁREA (M²) CAPACIDADE FUNCIONAMENTO PRÉDIO 4 Sala 116 – Auditório 485 620 8h às 22h PRÉDIO 5 Sala 543 – Auditório Sala 563 – Auditório 200 200 130 180 8h às 22h 8h às 22h Os auditórios são destinados a eventos da Instituição e dos cursos. Porém, quando não existem eventos agendados, os professores podem utilizá-los para aulas, por exemplo, para a projeção de filmes, palestras e apresentação de seminários. 7.1.6. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS (ADEQUAÇÃO E LIMPEZA) Os sanitários estão distribuídos equitativamente em todos os prédios e estão adaptados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais. A tabela a seguir apresenta informações sobre as instalações sanitárias do CEULP. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS INSTALAÇÕES PRÉDIO 1 Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Masculinos – térreo masculinos – 1º piso Femininos – térreo Femininos – 1º piso Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Masculinos – térreo masculinos – 1º piso Femininos – térreo Femininos – 1º piso Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Masculinos – térreo masculinos – 1º piso Femininos – térreo Femininos – 1º piso Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Masculinos – térreo masculinos – 1º piso Femininos – térreo Femininos – 1º piso Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Masculinos – térreo Masculinos – 1º piso Masculinos – 2º piso Masculinos – 3º piso Femininos – térreo Femininos – 1º piso ÁREA (M²) 15,50 15,50 15,50 15,50 PRÉDIO 2 18,50 18,50 18,50 18,50 PRÉDIO 3 18,50 18,50 18,50 18,50 PRÉDIO 4 18,50 18,50 18,50 18,50 PRÉDIO 5 28,00 28,00 28,00 28,00 28,00 28,00 - 204 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Banheiros Femininos – 2º piso Banheiros Femininos – 3º piso 28,00 28,00 PRÉDIO 6 Banheiros Banheiros Banheiros Banheiros Masculinos – térreo Masculinos – 1º piso Femininos – térreo Femininos – 1º piso 43,00 37,00 43,00 37,00 PRÉDIO 7 Banheiros Masculinos – térreo Banheiros Femininos – térreo 20,00 20,00 PRÉDIO 8 - Direito Banheiros Masculinos – 1º piso Banheiros Femininos – 1º piso 17,55 17,55 PRÉDIO 10 - GINASIO Banheiros Masculinos Banheiros Masculinos Banheiros Femininos Banheiros Femininos Vestiários Masculinos Vestiários Masculinos Vestiários Femininos Vestiários Femininos 25,00 25,00 25,00 25,00 36,00 36,00 36,00 36,00 PRÉDIO 11 - NAC Banheiros Masculinos – térreo Banheiros Masculinos – térreo Banheiros Masculinos – 1º piso Banheiros Masculinos – 2º piso Banheiros Femininos – térreo Banheiros Femininos - térreo Banheiros Femininos – 1º piso Banheiros Femininos – 2º piso Banheiro de Deficiente – térreo Banheiro de Deficiente – 1º piso Banheiro de Deficiente – 2º piso 7.1.7. 13,00 13,00 13,00 13,00 11,00 11,00 11,00 11,00 4,00 4,00 4,00 ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS Os prédios do campus estão interligados por passarelas, com rampas de ultrapassagem de desníveis, o que facilita o deslocamento dos alunos, professores, funcionários, bem como dos portadores de necessidades especiais. Dessa forma, é possibilitado o acesso de todos os alunos às instalações da instituição. Nos locais em que existe degraus ou calçadas para acessar algum dos ambientes da instituição são oferecidas rampas de acesso. O Complexo Laboratorial e o prédio do NAC, ambos com três andares, possuem elevador com espaço para cadeirantes e amplas escadas que conduzem aos andares superiores. Os sanitários oferecem portas amplas que permitem o acesso de cadeirantes e estão equipados com corrimãos, que foram instalados ou especialmente adaptados para atender portadores de necessidades especiais. - 205 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Nos estacionamentos, tanto o e alunos quanto o de professores e funcionários, existem vagas reservadas para portadores de necessidades especiais, próximas ao acesso principal. 7.1.8. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS Em relação a política de conservação, pode-se destacar que: • as instalações físicas são bem conservadas e mantidas através de colaboradores que são contratados para este fim. A instituição possui oficina de manutenção de equipamentos, oficina mecânica e marcenaria, que contam com uma equipe de profissionais capacitados - marceneiros, pedreiros, carpinteiros, pintores, técnicos em eletrônica, eletricistas e jardineiros. • existe um trabalho de prevenção e, no caso de sinistros, as manutenções necessárias são realizadas por empresas especializadas; • o responsável pelo Patrimônio tem a função básica de zelar pelo patrimônio da instituição, responsabilizando-se pelo controle, manutenção e conservação das instalações físicas, mobiliário, equipamentos e bens móveis. 7.1.9. INFRA-ESTRUTURA DE SEGURANÇA O CEULP conta com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - para ajudar no trabalho de prevenção à segurança e saúde dos funcionários e comunidade acadêmica. A Comissão faz reuniões mensalmente, para discutir e avaliar as medidas referentes à prevenção citada. Todos os prédios possuem equipamentos contra incêndio e saídas de emergência em locais e quantidades adequadas. Essa estrutura de segurança foi vistoriada e aprovada pelo corpo de bombeiros no último trimestre de 2013. 7.2. BIBLIOTECA A Biblioteca Martin Luther/CEULP atende a comunidade universitária, no âmbito do ensino, pesquisa e extensão. Seu acervo abrange todas as áreas do conhecimento, para apoio às atividades acadêmicas, científicas e culturais. - 206 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA A Biblioteca encontra-se instalada em uma área de 1.199,23 m² com dependências específicas para cada atividade docente ou discente. A tabela a seguir apresenta a descrição e as medidas dessas dependências. DEPENDÊNCIA ÁREA Leitura Estudo individual Estudo em grupo Sala de projeção Biblioteca Virtual Administração (Coordenação) Processamento técnico do acervo Recepção e atendimento ao usuário Guarda-volumes Sala de Periódicos (Hemeroteca) Sala de restauração Banheiro feminino Banheiro masculino Acervo Local Acervo geral Acervo Jurídico TOTAL 348.93 m² 51 m² 35 m² 50.11 m² 17,14 m² 23.97 m² 77,30 m² 17,85 m² 102.23 m² 17.45 m² 17,40 m² 17,40 m² 78.75 m² 254.17 m² 107.23 m² 1.199,23 m² Os ambientes são climatizados e possuem ventilação e iluminação adequada. Além disso, existem extintores de incêndio em ponto estratégicos. O horário de funcionamento da biblioteca é o seguinte: • Segunda à sexta-feira: 8h20 até 22h30 • Sábado: 8h20 até 17h30 7.2.1. PESSOAL TÉCNICO ADMINISTRATIVO O pessoal técnico administrativo da biblioteca é capacitado e atende adequadamente a demanda, no que diz respeito à quantidade de pessoas e a qualificação, como pode ser verificado na tabela a seguir. PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CARGOS Coordenador Bibliotecária Auxiliar de Biblioteca NOME Francisco de Assis Rodrigues dos Santo Maria Madalena Bruna Sena Gomes de Araújo Daiany Feitosa Motta Danuzia Grasiela Souza e Silva Douglas Alves da Silva Santos - 207 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA GRAU DE INSTRUÇÃO Superior Superior Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CARGOS NOME Erica Monteiro dos Santos Fabio Souza Aguiar Gilvane Alves de Almeida Hudson Igo de Sousa Silva Jordan de Paiva Santana Kelly dos Santos Cardim de Souza Kerry Allyne Massom Affonso Luana Costa Gomes Magda Alves Aguiar Maiara de Velasco Amaral Curado Pablo Gelain Thalles Rangel Aquino Câmara Aguiar 7.2.2. GRAU DE INSTRUÇÃO Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto Sup. Incompleto ESPAÇO FÍSICO PARA ESTUDOS São disponibilizados vários ambientes de estudo para os acadêmicos, que são: • sala de leitura: ambiente amplo com várias mesas e cadeiras estofadas, com capacidade para noventa e três pessoas; • cabines para estudos individuais: trinta e uma cabines localizadas na sala de leitura, oferecem privacidade e condições elétricas para utilização de notebooks; • sala de estudo em grupo: dispõe de cinco mesas, com capacidade para vtrinta e um usuários, e três cabines de estudos em grupo, com capacidade para quatro pessoas. Para que os acadêmicos possam utilizar um desses ambientes, os professores devem fazer reserva antecipadamente, pessoalmente ou por telefone; • sala de vídeo (projeção): dvd player, vídeo cassete e televisor de 42”, com capacidade para 30 pessoas. Para utilizá-la o professor deve fazer reserva com antecedência; • biblioteca virtual - disponibiliza aos usuários sete computadores para acesso à Internet. 7.2.3. EQUIPAMENTOS A biblioteca Martinho Lutero/CEULP é equipada de forma a atender adequadamente o pessoal administrativo, os acadêmicos e os professores da instituição. A tabela a seguir apresenta informações sobre os equipamentos disponíveis na biblioteca do CEULP. - 208 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA DESCRIÇÃO QT Microcomputador Microcomputador Microcomputador Microcomputador Vídeo Cassete DVD Player TV 42” TV 20” Impressora de comprovante do Serviço de Circulação Impressora Jato de Tinta Copiadora Leitor Ótico Leitor Ótico 04 04 03 04 01 01 01 01 02 01 01 02 04 FINALIDADE Serviços Internos Atendimento aos Acadêmicos Consulta ao Acervo Pesquisa – biblioteca virtual Sala de Projeção Sala de Projeção Sala de Projeção Sala de Projeção Serviços Internos Serviços Internos Serviços Internos Serviços Internos Atendimento ao Acadêmico Em relação à manutenção e atualização, os equipamentos da biblioteca são mantidos pela equipe de técnicos do CPD e a política atual é, anualmente, atualizar os equipamentos existentes de forma a descartar equipamentos e materiais obsoletos ou estragados e substituir por outros novos ou em melhor estado, de acordo com a solicitação dos coordenadores e verificação da real necessidade. 7.2.4. ACERVO O acervo é composto por livros, teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de cursos, normas técnicas, folhetos, periódicos, obras raras e históricas, fitas de vídeo, CD-ROMs, mapas e outros materiais especiais. O acesso é aberto para a comunidade acadêmica e, para ter um controle sobre o uso e tentar evitar perdas, a Biblioteca possui sistema de circuito interno de câmeras. Os livros estão organizados em ordem topográfica de classificação e catalogados no sistema. Na coordenação estão concentradas as informações e trabalhos técnicos desenvolvidos pela bibliotecária, assistida por auxiliares. A tabela a seguir apresenta a relação do acervo completo da biblioteca com as áreas do CNPq. ÁREAS DO CNPq Ciências Exatas e da Terra Ciências Biológicas Engenharias Ciências da Saúde Ciências Agrárias Ciências Sociais Aplicadas Acervo de Livros* Periódicos Correntes Títulos Volumes Nac. Estr. 2983 8417 8 0 749 3145 8 0 1002 2829 10 0 2610 7889 38 1 649 1880 11 0 11646 38347 54 0 - 209 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Multimeios** Volumes 818 121 48 348 191 760 Ciências Humanas Linguística, Letras e Artes TOTAL 7855 20942 14 0 4449 9890 7 0 31943 93339 150 1 293 645 3224 Dados coletados no Sistema Liber em 04/02/2013. * Inclui livros, produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação impressos. ** Inclui produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação em multimeios. A tabela a seguir apresenta o acervo de livros por áreas do conhecimento, denominadas macrodescritores, existentes na instituição. MACRODESCRITOR ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ADMINISTRAÇÃO ANATOMIA HUMANA ARQUEOLOGIA ARQUITETURA E URBANISMO ARTES ASTRONOMIA BIOGRAFIA BIOLOGIA BOTÂNICA CIÊNCIA E CONHECIMENTO EM GERAL CIÊNCIAS APLICADAS EM GERAL CIÊNCIAS EM GERAL CIÊNCIAS EXATAS EM GERAL COMPUTAÇÃO COMUNICAÇÃO SOCIAL CONTABILIDADE DEMOGRAFIA DESENHO INDUSTRIAL DIREITO ECOLOGIA ECONOMIA DOMÉSTICA ECONOMIA EDUCAÇÃO FÍSICA EDUCAÇÃO ENFERMAGEM ENGENHARIA AERONÁUTICA ENGENHARIA AGRÍCOLA ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA DE ALIMENTOS ENGENHARIA DE AUTOMÓVEIS ENGENHARIA DE CONTROLE ENGENHARIA DE PLÁSTICOS ENGENHARIA DE TRANSPORTES ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELETRÔNICA ENGENHARIA HIDRÁULICA ENGENHARIA MECÂNICA ENGENHARIA MILITAR ENGENHARIA NUCLEAR ENGENHARIA QUÍMICA - 210 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA TITULOS VOLUMES 176 547 2745 7256 139 868 7 9 76 217 108 289 12 28 182 373 214 866 58 207 310 1080 6 20 35 77 2 12 1992 4821 676 2235 667 2063 15 24 41 155 4966 19469 135 329 52 97 840 2342 555 1632 2846 7427 246 625 1 1 590 1755 287 788 37 95 6 12 22 38 6 16 20 61 125 347 36 101 38 126 53 162 2 6 7 19 28 124 ENGENHARIA SANITÁRIA ENGENHARIA ESTUDOS DE ÁREA FARMACOLOGIA FILOSOFIA FÍSICA FISIOLOGIA HUMANA FISIOTERAPIA FONOAUDIOLOGIA FOTOGRAFIA GEODÉSIA GEOGRAFIA GEOLOGIA HISTÓRIA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO INDÚSTRIA INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO LINGUÍSTICA LITERATURA MATEMÁTICA MEDICINA POPULAR MEDICINA VETERINÁRIA MEDICINA METROLOGIA MINERAÇÃO MINERALOGIA MÚSICA NORMALIZAÇÃO E NORMAS ODONTOLOGIA OPTOMETRIA ORGANIZAÇÃO E OUTRAS FORMAS DE COOPERAÇÃO PALEONTOLOGIA POLÍTICA PSICOLOGIA PSICOTERAPIA QUÍMICA RECREAÇÕES E DIVERSÕES RELIGIÃO SAÚDE E HIGIENE PESSOAL SAÚDE PÚBLICA SERVIÇO SOCIAL SOCIOLOGIA TÉCNICA RADIOLÓGICA TEORIA ESTATÍSTICA TERAPIAS DIVERSAS TOXICOLOGIA TRANSPORTES TURISMO ZOOLOGIA TOTAL 58 81 6 335 749 144 131 126 20 85 32 106 105 547 175 19 319 887 3066 522 11 23 729 3 13 28 43 7 6 3 10 8 432 1798 180 100 78 515 120 251 463 853 12 10 19 12 21 285 60 31965 158 206 8 782 1769 584 685 541 27 257 153 278 303 1612 515 34 903 2127 6530 1889 25 35 2664 7 28 92 80 7 18 9 13 21 1014 5423 543 431 235 1034 328 602 1062 2373 48 33 49 30 69 857 160 93370 Dados coletados no Sistema Liber em 20/02/2013. * Inclui livros, produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação impressos. ** Inclui produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação em multimeios. - 211 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA A Biblioteca oferece acesso a bases de dados on-line e em CD-ROM local, que é gratuito à comunidade universitária e comunidade em geral. A localização e busca de material bibliográfico não disponível no acervo das Bibliotecas do CEULP, dá-se através do programa COMUT - Programa de Comutação Bibliográfica On-Line, que é oferecido à comunidade universitária, permitindo acesso a documentos em todas as áreas do conhecimento, através de cópias de artigos de revistas técnicocientíficas, teses e anais de congresso. A participação do CEULP no Programa COMUT é como biblioteca solicitante. 7.2.4.1. INFORMATIZAÇÃO DO ACERVO O sistema de informatização da Biblioteca do CEULP denomina-se Liber e é gerenciado pelo software Aleph500. O Sistema Liber é composto de um catálogo único, denominado Catálogo On-line, que reúne o acervo da biblioteca, calçado em uma política de padronização de processos e serviços. Registro Para registro da coleção é utilizado o formato bibliográfico USMARC, visando intercâmbio de dados (exportação e importação de registros catalográficos), padrão de conteúdo AACR2 e sistema de classificação CDU. Adota-se sistema de catalogação cooperativa, visando uniformidade, agilidade e racionalização no processo de catalogação e, em última análise, maior qualidade nos serviços prestados aos usuários. O acervo da Biblioteca de Palmas está parcialmente cadastrado no Sistema Liber e identificado com etiquetas de códigos de barras. Pesquisa O Catálogo On-line da Biblioteca permite pesquisa simultânea no acervo de todas as Bibliotecas ou em catálogos independentes, por biblioteca e/ou tipo de material, oferecendo recursos de pesquisa dos mais simples aos mais sofisticados: • pesquisar por palavras: permite recuperar documentos através de palavras ou expressões, em todos os campos ou em campo pré-selecionado; • percorrer Índices: permite recuperar documentos através de índices alfabéticos de autor, título, assunto, série e número de chamada; • pesquisar por número: permite recuperar documentos através dos números de código de barras dos exemplares, ISBN e ISSN das obras. - 212 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Os resultados das consultas podem ser enviados por e-mail ou salvos em arquivos. A Biblioteca Martin Luther - Palmas, através do Setor da Biblioteca Virtual, oferece recursos para consulta a bases de dados e periódicos eletrônicos (CD-ROM e on-line), além de pesquisa na internet. Os resultados das pesquisas podem ser enviados por email ou salvos em arquivo. Serviço de Circulação Através do Sistema Liber, a Biblioteca controla todas as funções da circulação: empréstimos, renovações, reservas, controle de atrasos e cobrança de taxas por devolução em atraso. O controle de cotas e prazos de empréstimos são diferenciados por categoria de usuário. As renovações podem ser feitas nos balcões de atendimento ou pelo próprio usuário através do acesso ao Catálogo on-line pela Internet. As reservas de materiais não disponíveis também são efetuadas pelos próprios usuários através do Catálogo on-line na Internet. Os usuários podem conferir sobre a disponibilidade ou cancelar seus pedidos de reservas através da mesma interface. Ainda, através do Catálogo on-line, o usuário pode verificar a situação de seus débitos na Biblioteca do CEULP. Estatísticas e relatórios O sistema Liber oferece diversos relatórios estatísticos pré-definidos. Além disto, sua estrutura RDBMS (Oracle) e linguagem SQL permitem extração de dados bibliográficos e administrativos nas combinações e formatos necessários aos relatórios de acordo com a demanda da comunidade universitária. 7.2.4.2. ACERVO VIRTUAL DE PERIÓDICOS (FARMÁCIA) Os alunos e corpo docente do CEULP contam com um acervo de periódicos técnicocientíficos que abrangem tanto o núcleo de formação básica como o de formação profissional. Esses periódico estão disponíveis para consulta local, além de acesso online através do Portal de Periódicos da CAPES, base de dados EBSCO, Pubmed, Biblioteca virtual en salud e Scielo. Listamos abaixo alguns exemplos dos periódicos disponíveis: • Acta Botanica Brasílica • Acta Parasitologica - 213 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Anatomia, Histologia, Embryologia • Anatomical science international • Anatomy and embryology • Annals of Clinical Microbiology and Antimicrobials • Annual review of microbiology • Antioxidants & redox signalling • Biochemical pharmacology • BMC biochemistry • Brasília Médica • Brazilian Journal of Medical and Biological Research • Brazilian journal of microbiology • Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences • Cadernos de Saúde Pública • Ciência & Saúde Coletiva • Cosmetics & Toiletries • European journal of biochemistry • European Journal of Medicinal Plants • Fitoterapia • Food microbiology • Higiene alimentar • Immunological reviews • Indian Journal of Clinical Biochemistry • Infection and immunity • International journal of medical microbiology • International Journal of Parasitology Research • Journal of anatomy • Journal of Biochemistry and Molecular Biology • Journal of clinical immunology • Journal of clinical laboratory analysis - 214 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA • Journal of ethnopharmacology • Journal of Medical Biochemistry • Journal of natural products • Journal of parasitic diseases • Microbes and infection • Natural Medicines • Nature Immunology • Parasite immunology • Pharmacia Brasileira • Phytochemistry • Revista Brasileira de Analises Clinicas • Revista brasileira de botânica • Revista Brasileira de Farmacognosia • Revista Brasileira de Fisiologia Vegetal • Revista brasileira de plantas medicinais • Revista cubana de plantas medicinales • Revista de Saúde Pública • Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo • Revista panamericana de infectología • Revista Personalité: a estética com ciência • The Brazilian journal of infectious diseases • The Brazilian journal of infectious diseases • The journal of membrane biology • The Journal of parasitology • Zoonoses and public health - 215 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 7.3. EQUIPAMENTOS 7.3.1. LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA O CEULP conta com 12 laboratórios de informática (Labin’s), contabilizando 269 computadores, com acesso a Internet por um Link dedicado de 8 Mb. As tabelas a seguir apresentam informações sobre os laboratórios de informática. ESPAÇO FÍSICO LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA ÁREA HORÁRIO DE SALAS DE AULAS CAPACIDADE (M²) FUNCIONAMENTO PRÉDIO 7 – Complexo de Informática 704 – Labin 2 44,9 40 8h às 22h 706 – Labin 3 43,9 25 8h às 22h 710 - Labin 4 60,4 40 8h às 22h 712 - Labin 5 60,4 40 8h às 22h 716 – Labin 6 42,1 30 8h às 22h 718 – Labin 7 44,8 30 8h às 22h 720 – Labin 8 43,9 30 8h às 22h 721 – Labin 9 44,7 40 8h às 22h 717 – Labin 10 59,0 40 8h às 22h 719 – Labin 11 59,0 40 8h às 22h PRÉDIO 5 – Complexo Laboratorial 542 - Labin 542 42,5 25 8h às 22h 547 – Labin 547 45,4 40 8h às 22h Relação de equipamentos dos laboratórios de informática Qtd 16 Descrição Dual Core Qtd 15 Descrição Core i5 Qtd 25 Descrição Dual Core Qtd 24 Descrição Core i5 Qtd 24 Descrição Core i5 Qtd 18 Descrição Celeron Qtd 24 Descrição Core i5 Labin 2 (Sala 704) Memória 2 GB Labin 3 (Sala 706) Memória 4 GB Labin 4 (Sala 710) Memória 2 GB Labin 5 (Sala 712) Memória 4 GB Labin 6 (Sala 716) Memória 8 GB Labin 7 (Sala 718) Memória 2 GB Labin 8 (Sala 720) Memória 8 GB - 216 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA HD 320 GB HD 160 GB HD 320/160 GB HD 160 GB HD 160 GB HD 320 GB HD 160 GB Labin 9 (Sala 721) Memória 8 GB Labin 10 (Sala 717) Descrição Memória Dual Core 4 GB Labin 11 (Sala 719) Descrição Memória Dual Core/Celeron 2 GB Labin 549 (Sala 549) Descrição Memória Dual Core 2 GB Labin 542 (Sala 542) Descrição Memória Dual Core 2 GB Qtd 25 Descrição Dual Core Qtd 24 Qtd 30 Qtd 30 Qtd 14 HD 500 GB HD 320 GB HD 320/160 GB HD 320 GB HD 320 GB TOTAL DE MÁQUINAS: 269 7.3.2. ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA Para que o acadêmico tenha acesso aos laboratórios, é necessário que seja feito um cadastro junto à Coordenação dos Laboratórios de Informática (sala 714 – prédio 7). Para tanto, o acadêmico deve apresentar seu comprovante de matrícula e seu documento de identidade. Desta forma, pode-se garantir que somente alunos devidamente matriculados tenham acesso aos laboratórios de informática. No momento de efetivação do cadastro, o aluno tem acesso ao “Regulamento para Utilização dos Laboratórios de Informática” e tal processo somente é concluído com sua adesão ao “Termo de Responsabilidade e Compromisso do Usuário do Labin”. Os laboratórios de informática têm funcionamento periódico diário de segunda à sextafeira das 8h às 22h e aos sábados das 8h às 17h, para aulas e acesso de alunos cadastrados. O uso dos laboratórios é permitido apenas para fins acadêmicos, logo é vetado o acesso a sites de bate-papos (chats), algumas redes sociais, entre outros. Todas as restrições de acesso estão presentes no termo de compromisso que o acadêmico tem acesso no ato do seu cadastro. Quanto à segurança, todos os laboratórios são monitorados por câmeras de vídeos. 7.3.3. RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA A instituição oferece os multimeios necessários para auxiliar no processo de ensino, que são: cinco salas de projeção com televisor de 42’’ e computador no prédio 4; uma sala de projeção com televisor de 42’’ e computador na biblioteca; uma sala de projeção com televisor de 42’’ e computador no complexo esportivo, utilizada pelos cursos da área de Educação Física; três auditórios equipados com datashow e computador; dois datashows - 217 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA utilizados pelos cursos da área de Comunicação Social; um datashow usado pelos cursos da área de Computação; um datashow utilizado pelo curso de direito. Ainda, são disponibilizados retroprojetores e TV`s móveis que são levados à sala de aula de acordo com a solicitação dos professores. Atualmente, os recursos atendem adequadamente a demanda e, à medida que aumentarem a quantidade de turmas e de alunos, novas salas de projeção serão criadas e, também, poderão ser adquiridos novos recursos móveis, como TVs e computadores, que possam ser levados às salas de aula de acordo com a solicitação dos professores. 7.3.4. REDE DE COMUNICAÇÃO Todos os computadores dos Laboratórios de Informática estão interligados em rede (LAN) através de uma estrutura física centralizada na Coordenação dos Labins, com acesso à internet através de um Link dedicado de 8MB de velocidade, provida pela operadora Oi. Para controle de usuários usam-se servidores Windows Server 2008 com Active Directory. Desta forma, é permitido o acesso de todos os usuários devidamente cadastrados nesses servidores. A rede é gerenciada pelo coordenador dos Labins em parceria com o CPD e as tarefas de instalação de software e sistemas operacionais são divididas entre os estagiários, supervisionados pelo coordenador. 7.3.5. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS A Assessoria de Informática gerencia os servidores Proxy-cache, WEB, DNS, backup de arquivos e de e-mail, bem como a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos de informática do CEULP. Fica sob responsabilidade da equipe da Coordenação dos Labins as tarefas de instalação de software e sistemas operacionais, que são divididas entre os 05 funcionários e 06 estagiários, sob sua supervisão do coordenador. Dessa forma, cada estagiário é responsável por um determinado laboratório e/ou tarefas específicas a partir de um sistema de gerenciamento que permite à equipe ter uma visualização do todo. Além disso, fica sob a responsabilidade da equipe da Coordenação dos Labins prestar suporte técnico operacional aos Labins; avaliar o desempenho dos recursos computacionais, principalmente após a implantação de hardwares e softwares; controlar e catalogar os softwares instalados na rede acadêmica; e realizar manutenção preventiva e reparadora nos equipamentos dos laboratórios. - 218 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA 7.4. LABORATÓRIOS DO CURSO DE FARMÁCIA Os laboratórios do CEULP se localizam no Complexo Laboratorial, prédio 5, e contam com normas específicas de funcionamento e segurança que estão descritas no Regulamento Interno dos Laboratórios da Área da Saúde do CEULP. Esse regulamento foi elaborado com a finalidade de orientar os usuários e minimizar os riscos inerentes às atividades dentro dos laboratórios. Acrescenta-se, ainda, o Manual de Biossegurança dos Laboratórios da Área da Saúde do CEULP, que objetiva a prevenção, eliminação ou minimização dos riscos de acidentes pessoais e de contaminação ambiental. Além do Complexo Laboratorial, situado no CEULP, a instituição disponibiliza o Núcleo de Apoio à Comunidade (NAC), no qual se encontra o Laboratório Escola, que oferece atendimento a comunidade a partir da realização de exames provenientes do convênio firmado com a Secretaria Municipal de Saúde e particulares. Quanto a acessibilidade, o Complexo Laboratorial e o prédio do Núcleo de Atendimento à Comunidade (NAC) (onde está localizado o Laboratório Escola), ambos com três andares, possuem elevador com espaço para cadeirantes e amplas escadas que conduzem aos andares superiores. Os laboratórios oferecem portas amplas que permitem o acesso e os sanitários estão equipados com corrimãos, que foram instalados ou especialmente adaptados para atender portadores de necessidades especiais. Nos estacionamentos, tanto o de alunos quanto o de professores e funcionários, existem vagas reservadas para portadores de necessidades especiais, próximas ao acesso principal. 7.4.1. LABORATÓRIOS DE ENSINO O curso de Farmácia dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares implantados para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das disciplinas de anatomia, histologia, bioquímica e genética com espaço físico, equipamentos e material compatível com a formação prevista no Projeto Pedagógico do Curso. Os laboratórios de ensino do curso são descritos nas tabelas a seguir. BIOLOGIA DA CÉLULA/GENÉTICA – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 576– 63,70 m Aplicação: Reconhecimento dos tipos de células animais e vegetais, além das funções de cada estrutura celular, domínio do manuseio do microscópio, estudo do DNA e da estrutura do gene em modelos preparados pelos alunos das disciplinas que utilizam o laboratório. Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana e Farmacobotânica e Farmacognosia. Equipamentos: - 19 Microscópios binoculares - 01 Aparelho de televisão Philips 21” - 219 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA HISTOLOGIA/PATOLOGIA - COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 577 – 63,70 m Aplicação: Estudo prático em lâminas histológicas permanentes para identificação de tecidos e suas características, com diferenciação dos tipos de tecidos a partir do uso do microscópio; orientações para a confecção de lâminas histológicas. Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana. Equipamentos: - 31 Microscópios binoculares - 01 Aparelho de televisão LG 29” ANATOMIA I/EMBRIOLOGIA - COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 578 – 63,70 m Aplicação: Estudo macroscópico e/ou microscópico, ou seja, a anatomia humana e embriologia, através da análise e identificação de cada sistema orgânico: quais os órgãos, localização de cada órgão, forma de cada órgão, funções, estruturas. Reconhecer as fases do desenvolvimento embrionário (primeira semana gestacional à quinta semana gestacional), por meio da utilização de peças (modelos microscópicos). Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana. Equipamentos: - 01 Esqueleto muscular com base móvel 170 cm - 02 Esqueletos articulados ANATOMIA II - COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 579 – 63,70 m Aplicação: Estudo macroscópico e/ou microscópico, ou seja, a anatomia humana e embriologia, através da análise e identificação de cada sistema orgânico: quais os órgãos, localização de cada órgão, forma de cada órgão, funções, estruturas. Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana. Equipamentos: - 01 Esqueleto articulado com inserção - 01 Pele com queimadura - 01 Boneco com 15 cortes transversais ANATOMIA III - COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 580– 63,70 m Aplicação: Estudo macroscópico e/ou microscópico, ou seja, a anatomia humana e embriologia, através da análise e identificação de cada sistema orgânico: quais os órgãos, localização de cada órgão, forma de cada órgão, funções, estruturas. Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana. Equipamentos: - 01 Mesa cirúrgica com balde e bacia - 01 Esqueleto articulado - 220 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA BIOQUÍMICA / IMUNOQUÍMICA - COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 522 – 63,70 m Aplicação: Estudo dos aspectos práticos do metabolismo de carboidratos, lipídios, aminoácidos e proteínas. Disciplinas: Bioquímica Aplicada. Equipamentos: - 01 Balança analítica 500G/0,001 (Marte) - 01 Banho maria para 80Tb 13x100 mod. Ev-015 - 01 Banho maria biomatic 1051 - 01 Centrífuga de bancada para 12 tubos de ensaio – Centribio - 01 Colorímetro fotoelétrico AE11D - 01 Espectrofotômetro biospectro Mod. SP-22 - 01 Aparelho homogeneizador Benfer BHS 300 - 25 Micropipetas - 01 Fotômetro de chama 7000 - Tecnow - 01 Agitador de tubos Phoenix - AP 56 - 01 Refrijador eletrolux - 01 Relógio multiponto QUÍMICA GERAL/ORGÂNICA E ANÁLISES QUÍMICAS - COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 562 – 63,70 m Aplicação: Noções básicas das técnicas laboratoriais dos fenômenos químicos, permitindo ao aluno reconhecer e manusear equipamentos e vidrarias além de preparar soluções, realizar titulações entre outras atividades relativas às práticas do ensino de química. Disciplinas: Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial, Química Medicinal I, Química Medicinal II, Química Medicinal III e Termodinâmica e Cinética em Ciências Farmacêuticas. Equipamentos: - 05 Aparelhos agitadores magnéticos com aquecimento - 01 Balança semianalítica BELL - 01 Capela para exaustão Permution - 01 Centrifuga Bio Eng BE-5000 - 01 Aparelho conduvímetro portátil - 01 Aparelho determinador de ponto de fusão - 01 Estufa de secagem - 01 Aparelho evaporador ROT. Fisaton Mod. 803 - 01 Aparelho fotocolímetro Photoeletric - 01 Aparelho fotômetro de chama Mod. FC180 C - 01 Aparelho medidor digital de oxigênio - 01 Aparelho medidor de PH de balança digital - 01 Phmetro digital quimis - 01 Phmetro PH/MV - 01 Balança AG-200 - 01 Determinador de ponto de fusão 7.4.2. LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS Os laboratórios didáticos do curso de Farmácia do CEULP são utilizados em aulas teóricopráticas e práticas, no desenvolvimento dos estágios supervisionados, em atividades de - 221 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA pesquisa e outras demandas, funcionando de acordo com a finalidade a que se destinam. Estes laboratórios foram implantados seguindo normas de funcionamento e utilização, que visam a segurança do acadêmico e dos docentes durante a realização das suas atividades e correspondem adequadamente aos objetivos, diretrizes e finalidades elencadas na proposta do curso. As tabelas a seguir apresentam os laboratórios didáticos especializados e algumas informações relevantes sobre os mesmos. HEMATOLOGIA – LABORATÓRIO ESCOLA Sala 311 – 24,49 m² Aplicação: Realização de técnicas de coloração hematológica, hemograma automatizado e não automatizado, velocidade de hemossedimentação dos eritrócitos, tipagem sanguínea e Prova de Coombs, possibilitando ao aluno vivência prática na execução de exames laboratoriais que estabelecem o diagnóstico de doenças hematológicas. Disciplinas: Estágio Supervisionado em Farmácia VI Equipamentos: - 01 Agitador Stander Evelab Kline - 01 ABX Micro 60 OTB 18p - 01 Banho maria 37° BIOPAR - 01 Contador de células Kacil Mod. CCS-01 - 04 Contador digital para contagem de células BIO - 01 Homogeneizador sanguíneo BIO ENG - 01 Forno micro-ondas eletrolux - 01 Microscópio binocular Nikon Eclípse - 07 Microscópios biológicos binoculares L2000A-Bi - 01 Microscópio trinocular Quimis cin Câmera digital - 02 Microscópios N-120 Colleman - 02 Microscópios ópticos binoculares - 01 Aparelho de televisão - 01 Aparelho de vídeo cassete PARASITOLOGIA - LABORATÓRIO ESCOLA Sala 317 – 21,95 m² Aplicação: Execução dos métodos e técnicas coprológicas utilizadas no diagnóstico laboratorial de parasitos, além de identificar e diferenciar a morfologia dos principais protozoários e helmintos causadores de doenças humanas. Disciplinas: Estágio Supervisionado em Farmácia VI Equipamentos: - 01 Balança analítica Gehaka BG400 - 01 Banho maria 37° BIOPAR - 04 Microscópios biológicos binoculares L2000A-Bi - 01 Microscópio binocular - 04 Microscópios N-120 Colleman - 222 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA BIOQUÍMICA - LABORATÓRIO ESCOLA Sala 318 – 22,10 m² Aplicação: Estudo prático dos constituintes orgânicos como uréia, glicose, creatinina, ácido úrico, bilirrubina, proteínas totais, colesterol total e frações, triglicérides; constituintes inorgânicos como sódio, potássio, cálcio, cloretos, fósforo e avaliação de marcadores bioquímicos da função hepática, cardíaca e pancreática, possibilitando ao aluno a realização dos exames laboratoriais de rotina em bioquímica. Disciplinas: Estágio Supervisionado em Farmácia VI Equipamentos: - 01 Autoclave vertical Phoenix - 02 Banhos maria 37° BIOPAR - 01 Bomba de vácuo - 01 Aparelho fotômetro de chama SELM mod. F - 01 Deionizador permution 220 V - 01 Especfotômetro em alumínio com 6 degraus - 01 Especfotômetro semiautomático - 01 Pipetador Aut. de 20/200 UL com 8 Canais c/ D MICROBIOLOGIA - LABORATÓRIO ESCOLA Sala 320 – 31,16 m² Aplicação: Procedimento de coleta de material para exame microbiológico; desenvolvimento das técnicas de coloração de Gram e Ziehl-Neelsen; cultivo, isolamento e identificação de agentes bacterianos; realização de provas bioquímicas e/ou sorológicas complementares aos exames de identificação de bactérias e teste de suscetibilidade de microorganismos a antibióticos. Disciplinas: Estágio Supervisionado em Farmácia VI Equipamentos: - 01 Autoclave vertical cap. 70 litros BIO ENG - 01 Banho maria 37° BIOPAR - 01 Balança analítica BG 400 - 01 Câmera de fluxo lâminar vertical LB130 22 - 06 Microscópios biológicos binoculares L2000A-Bi - 01 Microscópio binocular Eclípse E200 Nikon - 01 Microscópio com contraste de fase E200 Nikon - 02 Microscópios óticos binoculares - 03 Microscópios binoculares LÍQUIDOS CORPORAIS - LABORATÓRIO ESCOLA Sala 321 – 20,17 m² Aplicação: Procedimento de coleta e separação de urina por meio de centrifugação; realização do exame físico e químico da urina; análise do sedimento urinário, possibilitando ao aluno a realização dos exames laboratoriais de rotina em líquidos corporais com ênfase em urina. Disciplinas: Estágio Supervisionado em Farmácia VI Equipamentos: - 223 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA - 01 Banho maria 37° BIOPAR 06 Microscópios binoculares 10x ou 16x 01 Microscópio binocular Eclípse E200 Nikon 01 Microscópio biológico binoculares L2000A-Bi 04 Microscópios N-120 Colleman 01 Microscópio ótico binocular IMUNOLOGIA E HORMÔNIOS - LABORATÓRIO ESCOLA Sala 322 – 24,40 m² Aplicação: Estudo prático de ensaios imunoenzimáticos, reação de aglutinação em látex, imunocromatografia, reação de floculação e teste de hemaglutinação, permitindo ao aluno o desenvolvimento de técnicas imunológicas que estabelecem o diagnóstico de doenças infecciosas humanas. Disciplinas: Estágio Supervisionado em Farmácia VI Equipamentos: - 01 Leitor de Elisa para Micro Placas - 01 Banho maria de secagem nº 3 Biopar - 01 Incubadora para placa de Elisa Biopluscelm - 02 Lavadoras de Elisa - 01 Microscópio binocular Eclípse E200 Nikon - 01 Microscópio binoculares - 04 Microscópios N-120 Colleman - 02 Pipetas automáticas multicanal - 01 microscopio trinocular de imunofluorescencia 5 Filtros 220 Volts BIOQUÍMICA / IMUNOQUÍMICA – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 522 – 63,70 m Aplicação: Estudo prático de técnicas empregadas no diagnóstico de patologias humanas relacionadas ao sistema imunológico bem como ao metabolismo glicídico, proteico, lipídico, hidroeletrolítico, função renal, hepático, pancreático e cardíaco. A correlação dos conteúdos teóricos com os resultados obtidos nas reações executadas permitem que o aluno interprete os resultados dos exames e estabeleça hipótese diagnóstica. Disciplinas: Bioquímica Clínica e Imunologia Clínica. Equipamentos: - 01 Balança analítica 500G/0,001 (Marte) - 01 Banho maria para 80Tb 13x100 mod. Ev-015 - 01 Banho maria biomatic 1051 - 01 Centrífuga de bancada para 12 tubos de ensaio – Centribio - 01 Colorímetro fotoelétrico AE11D - 01 Espectrofotômetro biospectro Mod. SP-22 - 01 Aparelho homogeneizador Benfer BHS 300 - 25 Micropipetas - 01 Fotômetro de chama 7000 - Tecnow - 01 Agitador de tubos Phoenix - AP 56 - 01 Refrijador eletrolux - 01 Relógio multiponto - 01 Analisador semi automático BIO 2000 (BIOPLUS) - 01 Lavadores semi-automático de micro placas – Bras-Serum – BS II - 01 Leitora de microplacas modelo EZ Reader 400 (vis) - 224 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA BIOLOGIA MOLECULAR/GENÉTICA 2 Sala 523 -91,20 m Aplicação: Aplicação de técnicas em diagnóstico molecular: Técnicas de BLOT, Diagnóstico de doenças pela rt-PCR, e PCR. Práticas de eletroforese em gel de agarose e poliacrilamida. Estudo prático de técnicas na área de genética e biologia molecular. Disciplina(s): Biologia molecular aplicada; Estágio supervisionado em biomedicina I. Equipamentos: - 01 Agitador Magnético com Aquecimento - 02 Agitadores de Kline Nova Ética - 01 Agitador de tubos Quimis - 01 Aparelho de banho maria - 01 Micro centrífuga para tubos tipo Eppendorf - 01 Mini centrífuga C-1200 - 01 Centrífuga de bancada - 01 Centrífuga EV-04D - 01 Espectrofotômetro Digital Femto 70 - 01 estufa para secagem e esterilização - 01 Forno micro-ondas Brastemp - 03 Fontes de eletroforese Amershan EPS 301 - 01 Aparelho PhmetroQuimis Q400 - 01 Aparelho pipepador eletrônico ACCU-JET - 01 Aparelho purificador Aquapur Ultra - 01 Refrigerador Eletrolux FE-22 vertical - 01 Geladeira Consul 320L PESQUISA FARMACÊUTICA – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 525 – 63,70 m Aplicação: Espaço destinado para o desenvolvimento de projetos de pesquisa com financiamento interno/externo, iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso. Disciplinas: Nenhuma Equipamentos: - 01 Aparelho agitador magnético com aquecimento - 01 Bomba de vácuo tecnal TE-08 - 01 Centrifuga baby BIO ENG BE-5000 - 01 Minicentrifuga C-1200 110 V / 60 Hz Bio Age - 01 Chapa aquecedora - 01 Cuba completa para eletroforese Mini VE - 01 Estufa para esterilização e secagem média Robb - 01 Fonte de eletroforese Amershan EPS 1001 - 01 Espectro ultrospec 500 Pro - 01 Centrifuga 5415 R Eppendorf - 01 Evaporador rotativo TE-211 APOIO À MICROBIOLOGIA – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 528 - 31,50 m Aplicação: Aprendizado das operações de preparo de meio de cultura, manipulação e cultivo de microrganismos, além de técnicas de esterilização de materiais de uso no laboratório de microbiologia. - 225 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Disciplinas: Microbiologia Clínica. Equipamentos: - 01 Agitador vortex - 03 Agitadores magnéticos com aquecimento - 01 Aparelho autoclave Phoenix - 01 balança eletrônica de precisão - 01 Capela de fluxo laminar LB80 - 01 Destilador de Água Mod. 3425 - 01 Estufa bacteriológica 355 - 01 Estufa bacteriológica A3C 1007 - 01 Phmetro digital HEMATOLOGIA / LÍQUIDOS CORPORAIS – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 529 – 63,70 m Aplicação: Análise de líquidos corporais a fim de qualificar e quantificar as estruturas neles presentes; executar técnicas específicas para o diagnóstico das doenças hematológicas. Disciplinas: Hematologia Clínica e Análises Citológicas e Parasitológicas. Equipamentos: - 02 Aparelhos agitadores de tubos Biomatic - 01 Centrífuga micro heatócrito 24 tubos Quim - 01 Centrífuga de bancada para 12 tubos de ensaio - 04 Aparelhos contadores de células modelo CCD-0 - 01 Aparelho homogeneizador Benfer BHS300 - 15 Microscópios binoculares - 02 Contadores de células sanguíneas CCS 01 - 01 contador de células automatico completo ccs02 (Kacil) - 01 Microscópio com câmera de vídeo acoplado PARASITOLOGIA – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 530 – 63,70 m Aplicação: Estudo prático da morfologia de protozoários e helmintos por meio de laminário permanente e/ou material biológico, para identificar e diferenciar por meio da morfologia os parasitos causadores de doenças humanas estabelecendo o diagnóstico laboratorial. Disciplinas: Análises Citológicas e Parasitológicas. Equipamentos: - 01 Agitador magnético com aquecimento - 01 Centrífuga Bioeing BE-5000 - 17 Microscópios binoculares - 01 Refrigerador Eletrolux R 280L MICROBIOLOGIA GERAL E AMBIENTAL – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 531 – 63,70 m Aplicação: Estudo prático de técnicas de semeadura, identificação e diferenciação de microrganismos causadores de doenças humanas possibilitando ao aluno planejar e realizar coletas e cultivos, além de avaliar os meios de cultura, assim como interpretar os testes de sensibilidade aos agentes antimicrobianos. Disciplinas: Microbiologia Clínica e Controle de Qualidade de Fármacos e Medicamentos. - 226 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA Equipamentos: - 01 Câmara fria glacial Pavan em inox - 01 Centrífuga Bioeng BE-5000 - 01 Lupa eletrônica Mod. XTB-1B - 10 Microscópios binoculares QUÍMICA GERAL/ORGÂNICA E ANÁLISES QUÍMICAS – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 562 – 63,70 m Aplicação: Execução de técnicas laboratoriais de síntese, purificação e análise de fármacos. Disciplinas: Análise e Síntese e Análise Farmacêutica. Equipamentos: - 05 Aparelhos agitadores magnéticos com aquecimento - 01 Balança semianalítica BELL - 01 Capela para exaustão Permution - 01 Centrifuga Bio Eng BE-5000 - 01 Aparelho conduvímetro portátil - 01 Aparelho determinador de ponto de fusão - 01 Estufa de secagem - 01 Aparelho evaporador ROT. Fisaton Mod. 803 - 01 Aparelho fotocolímetro Photoeletric - 01 Aparelho fotômetro de chama Mod. FC180 C - 01 Aparelho medidor digital de oxigênio - 01 Aparelho medidor de PH de balança digital - 01 Phmetro digital quimis - 01 Phmetro PH/MV - 01 Balança AG-200 ANÁLISES BROMATOLÓGICAS – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 564 – 63,70 m Aplicação: Estudo prático de técnicas analíticas para determinar a composição físico-química de alimentos. Disciplinas: Bromatologia. Equipamentos: - 01 Balança de precisão digital MARK220 - 01 Capela de Exaustão Permution - 01 Aparelho Determinador de Gorduras 044-5 Te - 01 Banho maria Mod. 120 - 01 Estufa Quimis HOMEOPATIA – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 569 – 84 m Aplicação: Estudo prático de técnicas de manipulação de medicamentos homeopáticos. Disciplinas: Homeopatia. Equipamentos: - Dinamizador de braço mecânico Denise 18-58 - Balança Analítica 220g, divisão 0,1mg - ESTUFA EL 1.2 MED INTER 34X34X34X BIV (ODONTOBRAS) - Medidor de pH de bancada - 227 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA FARMACOTÉCNICA I SÓLIDOS – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 570A – 84 m Aplicação: Estudo prático de técnicas de manipulação de medicamentos e cosméticos, preparação de matérias primas (pesagem, medição de volumes, tamizações, diluições e correções) e encapsulações. Disciplinas: Tecnologia Farmacêutica II, Tecnologia Farmacêutica III e Controle de Qualidade de Fármacos e Medicamentos. Equipamentos: - 03 Cronometros Digitais KENKO K-1046 - 05 Micropipetas de volumes variados - 35 Pipetadores FARMACOTÉCNICA II LÍQUIDOS E SEMI-SÓLIDOS – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 570B – 84 m Aplicação: Estudo prático de técnicas de formulações para preparo de pomadas, pastas, emulsões, géis, supositórios e óvulos; Incorporação dos ativos farmacêuticos nos produtos manipulados. Disciplinas: Tecnologia Farmacêutica II, Tecnologia Farmacêutica III e Controle de Qualidade de Fármacos e Medicamentos. Equipamentos: - 01 Espectrofotômetro digital - 01 Compressora excêntrica (de baixa capacidade) - 01 Drageadeira (lote piloto) - 01 Desintegrador de comrpimidos 301-1 220 V - 01 Oscilante Granulador Modelo GMP - 01 Moinho de Bolas - 01 Misturador em V - 01 Durômetro para comprimidos digital portátil 298 DGP versão II - 01 Dissolutor de comprimidos e cápsulas 299-3 220V - 01 Aparelho para teste de friabilidade 300-2 220V - 01 Espectrofotômetro Digital, Faixa De 200-1000nm (Monofeixe), Banda De Passagem De 5nm (Fixa), Com Software E Suporte Para 4 Cubetas De 10mm, Bivolt. Mod. LABSP-2012 - 01 Contador de colônias Quimis - 03 Viscosímetros VG200 Gehaca - 01 Aparelho agitador Mod. 104 - 01 Apareho agitador Mec. Fisaton 722-D - 01 Aparelho Agitador Mod.104 Nova Técnica - 01 Balança semianalítica Bell - 02 Balanças Mod. Ag200 Gehaka - 01 Estufa para secagem e esterilização - 01 Seladora - 01 Ponto de fusão Gehaka PF 1000 - 01 Centrífuga BIO ENG - 02 Aparelhos chapa aquecedora Nova Técnica - 03 Aparelhos exautores com filtragem Exaust-Farma - 02 Impressoras para viscosímetro Gehaka - 01 Aparelho medidor de PH - Phmetro digital PG 18 - 01 Aparelho ponto de fusão Mod. PF-1000 Geha - 01 Refrigerador Consul 360 Lts - 228 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA FARMACOGNOSIA – COMPLEXO LABORATORIAL 2 Sala 571 – 84 m Aplicação: Estudo prático de métodos de extração, identificação dos principais metabólitos secundários presentes em espécies medicinais, por meio de testes de triagem fitoquímica e controle de qualidade de drogas vegetais. Disciplinas: Farmacobotânica e Farmacognosia e Fitoquímica Equipamentos: - 01 Mufla - 01 Chama aquecedora Quimis - 01 Chama aquecedora Nova Técnica - 01 Moinho de facas - 01 Manta aquecedora - 12 Mantas aquecedoras - 01 Microscópio binocular - 01 lupa - 02 Banho maria Nova Técnica - 01 Estufa para esterilização - 01 Capela - 01 Destilador de nitrogênio Tecnal TE-036/1 - 01 Estufa para esterilização e secagem - 01 Balança PW-3015 Digital - 01 Evaporador rotativo - 01 Bomba de vácuo rotativo 7.4.3. UTILIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS LABORATÓRIOS A utilização dos laboratórios do curso de Farmácia é administrada pelo coordenador de laboratórios (Complexo Laboratorial e Laboratório Escola), os quais asseguram o cumprimento das normas de funcionamento e de biossegurança para fins acadêmicos e de serviços, além de, através do planejamento estratégico, viabilizar o funcionamento a contento dos laboratórios, o que garantirá a prestação de um serviço de qualidade. Os laboratórios e seus respectivos equipamentos são verificados periodicamente, conforme descrito no Regulamento Interno dos Laboratórios da Área da Saúde do CEULP pelos técnicos laboratoriais e professores que neles atuam. A requisição de novos equipamentos, materiais e vidrarias é feita semestralmente (quando necessário), considerando reuniões dos professores das disciplinas práticas e mediante solicitação da Coordenação do Curso de Farmácia. Com o intuito de melhorar o gerenciamento e a organização dos laboratórios, o Complexo Laboratorial e o Laboratório Escola contam com coordenadores de laboratórios que viabilizam a rotina de solicitação de materiais para as aulas práticas e acompanham os registros de temperatura, manutenção e limpeza. Em relação a manutenção dos equipamentos, o CEULP conta com uma equipe responsável por realizar a manutenção preventiva e os reparos básicos, e, caso exista - 229 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA necessidade de um reparo feito por especialista, o equipamento é encaminhado para assistência especializada. 7.5. BIOTÉRIO O biotério do CEULP é composto por uma parte restrita, de acesso aos funcionários e responsáveis (estagiário, um médico veterinário e um coordenador) e os laboratórios de farmacologia (usado pelos alunos da psicologia para suas aulas teóricas e pelos alunos em seus projetos de iniciação científica) e psicologia experimental, possuindo uma área total de 280,05 m2. O acesso a sala criatório /viveiro de animais é permitido somente para os funcionários do biotério, e na sala de experimentação o acesso é permitido para aqueles que estão vinculados aos projetos. Os projetos vinculados ao curso devem apresentar aprovação pelo comitê de ética para utilização dos animais em relação aos aspectos toxicológicos de fitocosméticos manipulados com extratos da flora regional e também ao efeito da farmacologia na produção de alfa amilase salivar. Estes projetos contribuem para a formação específica e profissionalizante, contemplando conteúdos teóricos e práticos das disciplinas do curso, abordando-os dentro de uma visão regionalista no que tange à biodiversidade do cerrado tocantinense e às condições sociais da população. A utilização de boas práticas laboratoriais (BPL’s) é obrigatória e de conhecimento tanto dos responsáveis quanto dos professores e alunos. O manual de Biossegurança é apresentado aos alunos no primeiro período do curso, bem como a ocorrência de visitas ao Biotério e laboratórios para que o conhecimento teórico destas práticas também seja visualizado in loco. Em relação a este aspecto, o biotério do CEULP é considerado de baixo risco individual e coletivo por manipular agentes biológicos da classe de risco 1 (NBA 1) envolvendo agentes que apresentam um risco potencial mínimo para a equipe laboratorial e para o meio ambiente. A ocorrência de manipulação e descarte de material biológico no local é uma característica ímpar no conhecimento prático sobre estes tópicos. Animais mortos (carcaças) são colocados em sacos brancos leitosos, adequadamente identificados e coletados por uma empresa específica (responsável pelo recolhimento de lixo no município de Palmas-TO), sendo depositado em uma lixeira com trancas que são abertas pela empresa. Os resíduos das gaiolas são colocados em saco preto e encaminhados para depósito de lixo comum. Os envolvidos em atividades no biotério recebem treinamento feito pelos integrantes do local antes das aulas/pesquisa e durante a vigência destas, os mesmos prestam - 230 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA assessoria aos professores e acadêmicos e monitoram os animais para possíveis negligências. 7.6. CONVÊNIO COM HOSPITAIS PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS O curso de Farmácia do CEULP conta com convênios, desde 2005, com o Hospital Geral de Palmas, através da Secretaria Estadual de Saúde e com o Hospital e Maternidade Cristo Rei para a realização do Estágio Supervisionado em Farmácia VII. Neste estágio os acadêmicos desenvolvem atividades relacionadas à Assistência Farmacêutica, priorizando o acompanhamento do uso do medicamento, elaboração de ficha farmacoterapêutica, entrevista ao paciente, estudo e notificação de reação adversa, desenvolvimento assim atividades junto às demais equipes de saúde dos hospitais. Esses convênios permitem a vivência com o sistema público e particular de saúde, pois todos os alunos cumprem 68h em cada um dos hospitais, sob a orientação permanente das supervisoras de estágio. 7.7. PROTOCOLOS DE EXPERIMENTOS As práticas experimentais e os experimentos do Programa de Iniciação Científica (PROICT) ocorrem de acordo com um pedido de aula/experimento que prevê os procedimentos (metodologia), equipamentos, instrumentos, materiais, reagentes P. A. e soluções com quantidade e concentração discriminadas. Estes pedidos são entregues aos técnicos responsáveis pelos laboratórios e são arquivados pela coordenação do complexo laboratorial. Os estágios supervisionados seguem um roteiro de atividades práticas que inicialmente é apresentado e discutido com os alunos matriculados. O supervisor local do ambiente de formação específica segue igualmente este cronograma. Todas estas atividades mencionadas seguem as boas práticas laboratoriais (BPL’s) que são apresentadas em uma manual de Biossegurança disponível nos laboratórios/ambientes de ensino, além de fazer parte do conteúdo da disciplina de Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial, que acontece no primeiro período, com contínuo feedback nas demais disciplinas do curso. Os conceitos específicos são inerentes à cada ambiente/laboratório. Os procedimentos operacionais padrão em relação ao uso de equipamentos estão disponíveis nos laboratórios assim como os manuais de instrução. Em relação às metodologias descritas no pedido de aula/pesquisa, os mesmos se encontram detalhadas em roteiros de aulas disponíveis para os alunos com antecedência, - 231 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA principalmente nas disciplinas de base e, em disciplinas específicas, elas são discutidas no momento da aula/estágio para que os protocolos possam ser construídos pelos alunos após estas atividades. Os protocolos de experimentos das atividades práticas/pesquisa e das atividades dos estágios supervisionados são pensados e desenvolvidos não apenas com o objetivo de proporcionar a formação geral e específica, mas também o de contemplar a consciência regional, em relação aos recursos naturais e aos aspectos sociais. 7.8. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é um colegiado interdisciplinar e independente, criado com objetivo de dar suporte à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), no sentido de defender e proteger os interesses dos sujeitos das pesquisas, em sua integridade e dignidade, bem como para contribuir no desenvolvimento das pesquisas dentro dos padrões éticos, de acordo com a Resolução CNS 196/96 e demais normativas da área. A resolução CNS 196/96 preconiza que todas as pesquisas envolvendo seres humanos precisam ser submetidas à apreciação de um CEP, sendo que cabe à instituição onde se realizam as pesquisas, constituir e manter tal unidade. O CEP é responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas do Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP) no que se refere às investigações envolvendo seres humanos. A atividade é permeada pela identificação de conflitos de valores e reflexão crítica sobre os dilemas éticos, tendo como categoria fundante a proteção da dignidade do ser humano e, assim, assegurando os direitos, a segurança e o bem estar dos sujeitos das pesquisas. Tais proposituras ocorrem no sentido de contribuir com a qualidade das pesquisas desenvolvidas, bem como com a elucidação de seu papel para a comunidade acadêmica, ou seja, a instituição, os pesquisadores, os sujeitos das pesquisas e a comunidade em geral. Nesse sentido, o CEP pode ser considerado mais um elemento no processo educativo da Unidade de Formação Acadêmica. Além das citadas atribuições, o CEP também exerce a função consultiva e orientadora, na medida em que se faz referência em relação às análises éticas de protocolos de pesquisa científica, em todas as áreas do conhecimento. O CEP/CEULP possui uma demanda regular de protocolos, visto o grande número de investigações empreendidas por docentes e discentes, no âmbito da graduação e da pós- - 232 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA graduação. Esse fluxo é percebido com maior intensidade, no âmbito dos cursos da área da saúde, bem como nas ciências sociais aplicadas. Em razão de tais tendências, o CEP/CEULP é composto por membros de oito diferentes áreas de formação, justamente para privilegiar o caráter interdisciplinar, além de sustentar o olhar e a discussão ampliada das questões levadas à baila. Como de praxe, o CEP/CEULP é registrado junto à CONEP e está em atividade desde o ano de 2003. É formado por treze membros, sendo doze professores da instituição de ensino e um representante da comunidade. A composição obedece ao equilíbrio de gênero, ou seja, possui paridade na participação de homens e mulheres, conforme diretrizes superiores. Os membros participam voluntariamente do comitê e possuem mandato de três anos, permitindo recondução. Todo o processo participativo é acompanhado por um dos membros, que seja eleito o coordenador e deve velar para que as decisões do CEP sejam pautadas na independência de relações políticas, institucionais, hierárquicas, corporativas, financeiras, econômicas e mercadológicas. O CEULP, em conforme com as exigências legais é responsável pela manutenção de seu CEP, que possui condições de infra-estrutura, sala própria, linha telefônica e uma secretária de referência, tudo para atender pesquisadores e a comunidade em geral. As informações acerca da organização, dos membros, da coordenação, do fluxo de protocolos e demais pormenores do funcionamento cotidiano do CEP/CEULP encontramse disponíveis no portal da instituição. - 233 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA