PROJETO PEDAGÓGICO
FARMÁCIA
2013
SUMÁRIO
1.
CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA ................................................... 6
1.1
NOME ....................................................................................................... 6
1.2
ENDEREÇO ................................................................................................ 6
1.3
ATOS LEGAIS ............................................................................................. 6
2.
CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA ............................................................ 7
2.1.
NOME..................................................................................................... 7
2.2.
ENDEREÇO ............................................................................................. 7
2.3.
ATOS LEGAIS/DATA PUBLICAÇÃO NO DOU ................................................. 7
2.4.
MISSÃO E VISÃO DA IES .......................................................................... 7
2.4.1.
MISSÃO ............................................................................................ 7
2.4.2.
VISÃO .............................................................................................. 7
2.5.
3.
HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO .................................................................... 7
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .............................................................. 10
3.1.
DENOMINAÇÃO ......................................................................................10
3.2.
ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO..............................................................10
3.3.
ATOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO, RECONHECIMENTO E RENOVAÇÃO DE
RECONHECIMENTO DO CURSO ............................................................................10
3.4.
NÚMERO DE VAGAS ANUAIS PRETENDIDAS OU AUTORIZADAS ....................10
3.5.
FORMA DE ACESSO AO CURSO.................................................................10
3.6.
TURNO DE FUNCIONAMENTO ...................................................................10
3.7.
CARGA HORÁRIA TOTAL ..........................................................................11
3.8.
TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO PARA INTEGRALIZAÇÃO ....................................11
3.9.
TITULAÇÃO CONFERIDA ..........................................................................11
3.10.
MODALIDADE .........................................................................................11
3.11.
COORDENAÇÃO (IDENTIFICAÇÃO E PERFIL) ..............................................11
3.12.
COMPOSIÇÃO DO NDE ............................................................................11
3.13.
BREVE HISTÓRICO E JUSTIFICATIVA DO CURSO ........................................12
3.14.
MISSÃO DO CURSO ................................................................................13
3.15.
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO (PDI) .........................13
4.
CONCEPÇÃO DO CURSO ............................................................................ 15
4.1.
OBJETIVOS ............................................................................................15
4.1.1.
OBJETIVO GERAL ..............................................................................15
4.1.2.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS ..................................................................16
4.2.
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ........................................................17
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .................................................. 19
5.
5.1.
ESTRUTURA CURRICULAR ........................................................................19
5.1.1.
FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE E FLEXIBILIDADE
19
5.1.2.
5.1.2.1.
5.1.3.
MODOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA .............................21
INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS21
TEMÁTICA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS
ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO ...........................................................22
5.1.4.
POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................22
5.1.5.
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS ...................................................24
5.1.6.
MATRIZ CURRICULAR ........................................................................25
5.2.
CONTEÚDO CURRÍCULAR.........................................................................27
5.2.1.
EMENTÁRIO/BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3) E COMPLEMENTAR (5) ...............29
5.3.
METODOLOGIA .......................................................................................74
5.4.
ESTÁGIO
CURRICULAR
SUPERVISIONADO
(OBRIGATÓRIO
E
NÃO-
OBRIGATÓRIO) .................................................................................................75
5.5.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..............................................................89
5.6.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .....................................................91
5.7.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO ....................................................................... 108
5.7.1.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ..................... 108
5.7.2.
COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO ........................................... 110
5.7.3.
SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO ........................................ 111
5.7.3.1.
5.8.
AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO .................. 112
ATENDIMENTO AO DISCENTE ................................................................. 113
5.8.1.
ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO ....................................... 113
5.8.2.
APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS ............................................... 113
5.8.3.
APOIO PSICOPEDAGÓGICO .............................................................. 114
5.8.4.
MECANISMOS DE NIVELAMENTO ....................................................... 114
5.8.5.
MONITORIA .................................................................................... 119
5.8.6.
ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS ................................................... 123
5.8.7.
MEIOS DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS E PRODUÇÕES DE ALUNOS .... 124
5.8.8.
PROGRAMAS DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO (BOLSAS) ........... 125
5.9.
ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO ...... 126
5.9.1.
5.9.1.1.
5.9.2.
5.10.
ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISA .......................... 126
EVENTO RELACIONADO ÀS PESQUISAS .......................................... 129
ATIVIDADES DE EXTENSÃO .............................................................. 129
TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) ......................... 132
CORPO DOCENTE .................................................................................... 147
6.
6.1.
COORDENAÇÃO
DE
CURSO
(TITULAÇÃO,
EXPERIÊNCIA,
REGIME
DE
TRABALHO, ATUAÇÃO) ..................................................................................... 147
6.1.1.
TITULAÇÃO DO COORDENADOR: ...................................................... 147
6.1.2.
REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR ........................................ 147
6.1.3.
EXPERIÊNCIA ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DO COORDENADOR ...... 147
6.1.4.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR ..... 147
6.1.5.
ATUAÇÃO DO COORDENADOR .......................................................... 147
6.1.5.1.
PARTICIPAÇÃO
DA
COORDENAÇÃO
DO
CURSO
EM
ÓRGÃOS
COLEGIADOS ACADÊMICOS DA IES .............................................................. 148
6.1.5.2.
PARTICIPAÇÃO DO COORDENADOR E DOS DOCENTES EM COLEGIADO
DE CURSO OU EQUIVALENTE ....................................................................... 149
6.2.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (COMPOSIÇÃO E ATUAÇÃO) ....... 149
6.3.
CONSELHO DE CURSO .......................................................................... 150
6.4.
NÚCLEO DE APOIO EDUCACIONAL - NAE ................................................. 151
6.5.
FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL ............................................... 152
6.5.1.
TITULAÇÃO .................................................................................... 152
6.5.2.
REGIME DE TRABALHO .................................................................... 154
6.5.3.
TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE NA INSTITUIÇÃO
156
6.5.4.
TEMPO DE EXERCÍCIO NO MAGISTÉRIO SUPERIOR ............................. 157
6.5.5.
TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL FORA DO MAGISTÉRIO NA ÁREA DE
FORMAÇÃO .................................................................................................. 160
6.5.6.
PROJETOS DE EXTENSÃO ................................................................. 163
6.5.7.
PROJETOS DE PESQUISA ................................................................. 166
6.5.8.
PUBLICAÇÕES ................................................................................ 173
6.6.
7.
PLANO DE CARREIRA ............................................................................ 192
INFRA-ESTRUTURA ................................................................................ 195
7.1.
INSTALAÇÕES FÍSICAS ......................................................................... 195
7.1.1.
SALAS DE AULA .............................................................................. 196
7.1.2.
INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS ..................................................... 199
7.1.3.
INSTALAÇÕES PARA DOCENTES ........................................................ 202
7.1.4.
INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO E NDE .................... 203
7.1.5.
AUDITÓRIOS .................................................................................. 203
7.1.6.
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS (ADEQUAÇÃO E LIMPEZA) ........................ 204
7.1.7.
ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS ................ 205
7.1.8.
MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS ............... 206
7.1.9.
INFRA-ESTRUTURA DE SEGURANÇA .................................................. 206
7.2.
BIBLIOTECA ......................................................................................... 206
7.2.1.
PESSOAL TÉCNICO ADMINISTRATIVO ................................................ 207
7.2.2.
ESPAÇO FÍSICO PARA ESTUDOS ....................................................... 208
7.2.3.
EQUIPAMENTOS .............................................................................. 208
7.2.4.
ACERVO ......................................................................................... 209
7.3.
7.2.4.1.
INFORMATIZAÇÃO DO ACERVO...................................................... 212
7.2.4.2.
ACERVO VIRTUAL DE PERIÓDICOS (FARMÁCIA) .............................. 213
EQUIPAMENTOS ................................................................................... 216
7.3.1.
LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA .................................................... 216
7.3.2.
ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA ................................ 217
7.3.3.
RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA ......................................... 217
7.3.4.
REDE DE COMUNICAÇÃO ................................................................. 218
7.3.5.
MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ........................ 218
7.4.
LABORATÓRIOS DO CURSO DE FARMÁCIA ............................................... 219
7.4.1.
LABORATÓRIOS DE ENSINO ............................................................. 219
7.4.2.
LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS ................................... 221
7.4.3.
UTILIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS LABORATÓRIOS ............................. 229
7.5.
BIOTÉRIO ............................................................................................ 230
7.6.
CONVÊNIO COM HOSPITAIS PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS................... 231
7.7.
PROTOCOLOS DE EXPERIMENTOS .......................................................... 231
7.8.
COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ............................................................ 232
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA
1.1
NOME
Comunidade Evangélica Luterana São Paulo – CELSP
1.2
ENDEREÇO
Rua Fioravante Milanez, 206, Centro, Canoas/RS
Cep 92.010-240
Telefone: 51 3472.5613 Fax: 51 3477.1313
1.3
ATOS LEGAIS
Declarada de Utilidade Pública: Municipal, pelo Decreto nº 2, de 19 de janeiro de 1970;
Estadual pelo Decreto nº 20.662, de 09 de novembro de 1970; e Federal, pelo Decreto
85.896, de 14 de janeiro de 1981.
Estatuto: Registro de Pessoas Jurídicas, do Registro de Títulos e Documentos e Pessoas
Jurídicas de Canoas/RS, sob o número 2357, do Livro A – nº 13, fls. 84 frente, em 20 de
dezembro de 2012.
-6PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA
2.1. NOME
Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP)
2.2. ENDEREÇO
Avenida Teotônio Segurado 1501 Sul, Palmas/TO
CEP 77.019-900
Telefone: 63 3219.8000
2.3. ATOS LEGAIS/DATA PUBLICAÇÃO NO DOU
Portaria n° 3.607 de 17 de outubro de 2005. Publicada no DOU nº 202, de 20.10.2005,
seção 1, página 12.
2.4. MISSÃO E VISÃO DA IES
2.4.1.
MISSÃO
Produzir conhecimentos, promover a formação profissional e o bem-estar da sociedade
mediante prestação de serviços educacionais, de saúde e tecnológicos, conforme
princípios da fé cristã e da ética luterana.
2.4.2.
VISÃO
Ser referência no ensino superior na região norte.
2.5. HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
O Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP) é uma instituição de direito privado
que se rege por seu Estatuto e Regimento e pela legislação em vigor. É uma instituição
particular e confessional, dedicada ao ensino, à pesquisa e à extensão, mantida pela
Comunidade Evangélica Luterana São Paulo (CELSP) que tem como princípio norteador
divulgar a mensagem cristã.
-7PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Em 1992, a CELSP decide criar em Palmas, capital do Estado do Tocantins, o Centro
Educacional Martinho Lutero (CEML), instituição de ensino infantil, fundamental e médio,
e o CEULP, instituição de ensino superior.
O início das atividades no CEULP deu-se em fevereiro de 1993 com a realização do
primeiro vestibular para os cursos de Administração, Letras e Pedagogia. A instituição
começou a funcionar na Avenida Juscelino Kubitscheck, numa construção de madeira,
modelo arquitetônico da época, pois a capital, Palmas, ainda apresentava-se como um
canteiro de obras.
Em agosto de 1995 os alunos matriculados nos cursos superiores foram transferidos para
o novo campus, localizado na Avenida Teotônio Segurado, distante 10 km do centro da
cidade, com uma área total de 795.533 m2. Hoje o campus possui 7 (sete) prédios,
Campo Experimental, Complexo Esportivo e Laboratorial, todos climatizados, e que
oferecem um ótimo espaço e conforto aos alunos.
Em 1996, recebeu a designação de Instituto Luterano de Ensino Superior. A partir de
julho de 2000, o antigo Instituto transformou-se em Centro Universitário com quase
todas as prerrogativas de uma universidade.
A história do CEULP representa o que foram os anos de luta para a implantação neste
Estado. Não foram poupados investimentos para transformar o CEULP numa instituição
que prima pela qualidade e deseja manter viva a sua Filosofia Cristã Luterana de
Educação. Assim, essa IES está organizada, racionalmente, de forma a garantir eficiência
e "plena utilização dos recursos materiais e humanos".
A Região Metropolitana de Palmas é essencialmente micro-urbana, não deixando,
entretanto, de se preocupar com o setor primário de economia, em que se destacam os
produtos agropastoris.
Hoje, o desenvolvimento das empresas, o crescimento do País e a administração
profissional, que vêm se tornando regra, modificaram significativamente o ambiente
brasileiro. Apesar das falhas do nosso sistema de ensino, há muito mais instrução e
formação, muito mais consciência social, e um número cada vez maior de empresários
tem a convicção de que a empresa não é um fim em si mesmo, e sim um instrumento de
desenvolvimento social.
Nesse contexto é que devemos examinar o tema: empresa e cultura. Há empresários que
têm olhos apenas para a empresa; mas existem outros que se preocupam também com
a cultura e o desenvolvimento educacional do povo, vendo o Centro Universitário como
parceiro no esforço de desenvolvimento tanto da cultura quanto da empresa.
-8PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Esta Instituição (CEULP) tem um novo enfoque de escola superior. Pretende estabelecer
ou fortificar, conforme o caso, o movimento em prol de um bom relacionamento
empresa-IES, a fim de criar condições para o desenvolvimento cultural, científico e
tecnológico. Consideramos, assim, uma obrigação social da empresa e do universitário a
participação no desenvolvimento social.
Tendo em vista as tradições da mantenedora e a própria experiência no ensino superior,
o Centro Universitário Luterano de Palmas - CEULP - elaborou um modelo próprio de
escola confessional e comunitária.
O Centro Universitário Luterano de Palmas entende a si mesmo como comunidade
eticamente responsável. Além de cultivar um relacionamento moral
entre seus
integrantes, procura atuar com consciência crítica na sociedade. Tendo em vista que a fé
atua pelo amor, empenha-se na melhor forma de realizar o bem comum e concebe a
educação não como processo de formação apenas, mas como interação social que
conduz à participação plena, produtiva e crítica das pessoas na sociedade.
Nesta perspectiva, o CEULP valoriza a pesquisa científica não apenas como fim, mas
como meio. Através dela traça as origens do conhecimento científico, testa verdades
estabelecidas,
amplia
as
fronteiras
do
saber,
descobre
novas
aplicações
de
conhecimentos e aperfeiçoa o processo de ensino e aprendizagem.
Nesse enfoque, a extensão se apresenta não como tarefa adicional, mas como forma de
intercâmbio entre a comunidade universitária e a comunidade social. Na verdade, o
CEULP não constitui uma entidade à parte: é antes uma instituição da própria
comunidade social, mantida para o fim específico de promover o bem-estar social pelo
cultivo das ciências, das artes e da técnica. Como vanguarda crítica do corpo social, o
CEULP está sempre em comunicação com o passado, enquanto cultiva a tradição; com a
sociedade contemporânea, na medida em que acolhe, elabora e procura viabilizar os seus
anseios.
O Centro Universitário Luterano de Palmas apresenta-se como instituição de identidade e
características próprias. Destaca-se o ensino profissional, que habilita o aluno a
desenvolver suas características empreendedoras, seu interesse pela pesquisa, com um
forte embasamento humanístico. Nesta perspectiva, o CEULP se apresenta e atua como
centro de estudo de nível superior que promove:
•
a busca da verdade através do ensino, da pesquisa e da extensão;
•
a formação de profissionais competentes;
•
o diálogo entre as culturas e a inserção efetiva em seu meio, assumindo
responsabilidade pelo seu desenvolvimento.
-9PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
3.1. DENOMINAÇÃO
Farmácia.
3.2. ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO
Avenida Teotônio Segurado 1501 Sul Palmas/TO.
CEP 77.019-900
Telefone: 63 3219.8000
3.3. ATOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO, RECONHECIMENTO E RENOVAÇÃO DE
RECONHECIMENTO DO CURSO
O Curso de Farmácia:
- foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Nº 31, de 25 de abril de 2001;
- foi reconhecido pela Portaria n° 3.321, de 18 de outubro de 2004 e
- teve a renovação do reconhecimento emitida pela Portaria n° 775, de 7 de novembro
de 2008.
3.4. NÚMERO DE VAGAS ANUAIS PRETENDIDAS OU AUTORIZADAS
40 vagas anuais autorizadas.
3.5. FORMA DE ACESSO AO CURSO
O ingresso no Curso de Farmácia do CEULP pode ser feito pelo processo seletivo e/ou
pelo PROUNI, transferência externa, reopção de curso, portador de diploma de curso
superior. No entanto, desde 2012, o curso de Farmácia está utilizando como forma de
acesso ao curso: o processo seletivo e/ou PROUNI.
3.6. TURNO DE FUNCIONAMENTO
O turno de funcionamento do Curso de Farmácia do Centro Universitário Luterano de
Palmas é vespertino.
- 10 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
3.7. CARGA HORÁRIA TOTAL
A carga horária total do Curso de Farmácia do Centro Universitário Luterano de Palmas é
de 4582 horas.
3.8. TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO PARA INTEGRALIZAÇÃO
De acordo com a Resolução CONSEPE n° 507 de 21 de novembro de 2012 e
considerando o Art. 2º da Resolução CNE/CES n° 4, de 6 de abril de 2009, que dispõe
sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração de
alguns cursos de graduação, entre eles o Curso de Farmácia, tem-se:
Tempo Mínimo: 5 anos.
Tempo Máximo: 7 anos e meio.
3.9. TITULAÇÃO CONFERIDA
Bacharel em Farmácia.
3.10. MODALIDADE
Presencial.
3.11. COORDENAÇÃO (IDENTIFICAÇÃO E PERFIL)
O Curso de Farmácia é coordenado pela Professora Grace Priscila Pelissari Setti,
designada pela Portaria 274, de 09 de fevereiro de 2009, com a seguinte qualificação:
•
Mestrado em Ciências Farmacêuticas. Área de Concentração: Fármacos e
Medicamentos. Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), 2008.
•
Especialização em Docência do Ensino Superior . Centro Universitário Luterano de
Palmas (CEULP), 2010.
•
Graduação em Farmácia. Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP), 2005.
3.12. COMPOSIÇÃO DO NDE
O Núcleo Docente Estruturante é composto por:
•
Grace Priscila Pelissari Setti (Coordenadora do Curso)
- 11 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Os professores:
•
Aurea Welter
•
Daniele Suzete Persike
•
Juliane Farinelli
•
Márcia Alves Germana de Araújo Lobo
•
Marta Cristina de Menezes Pavlak
3.13. BREVE HISTÓRICO E JUSTIFICATIVA DO CURSO
O curso foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Nº 29, de 25 de abril de 2001,
inicialmente com a duração mínima de três anos e meio para formação de Farmacêutico,
estando apto o egresso para cursar habilitações, Análises Clínicas e/ou Indústria (não
oferecidas por esta instituição).
Atualmente o curso atende a Resolução CNE/CES Nº 02, 19 de fevereiro de 2002, com o
compromisso de formar profissionais farmacêuticos generalistas, com visão humanista,
crítica e reflexiva, capaz de atuar na promoção, proteção e recuperação da saúde, tendo
como atribuições essenciais o desenvolvimento de atividades relacionadas à Atenção
Farmacêutica e ao Uso Racional de Medicamentos. Espera-se, desta forma, formar
profissionais Farmacêuticos capacitados a assumirem posições estratégicas na área da
Saúde Coletiva e motivados a valorizar a flora medicinal brasileira e a cultura associada.
O Curso de Farmácia, em Palmas, é um complemento ao complexo de ensino de saúde
que aqui se realiza, compondo com os cursos de Enfermagem, Educação Física,
Fisioterapia e Biomedicina um conjunto universitário de alta expressão diante dos
problemas regionais de saúde. Justifica-se pelo fato do estado do Tocantins ser rico em
plantas medicinais, porém pobre em assistência farmacêutica necessitando, portanto do
apoio técnico-científico oferecido pela universidade. Além disso, o curso visa formar
novos empreendedores da área de medicamentos, de análises clínicas e toxicológicas, de
controle, produção e análise de alimentos necessários ao desenvolvimento da região e do
País.
Embora pertença formalmente à região Norte, o estado do Tocantins encontra-se em
uma zona denominada ecótono, caracterizada pela transição geográfica entre o cerrado e
a floresta amazônica. Essa heterogeneidade confere à região aspectos de saúde pública
que exigem uma preocupação mais efetiva, em virtude de certos tipos de enfermidades e
- 12 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
sua disseminação. Com efeito, verifica-se nos setores de saúde, certa perplexidade
diante de casos, com sintomas evidentes de males cujas origens e tratamentos
necessitam de melhor compreensão científica.
A demanda por formação de novos profissionais farmacêuticos generalistas é alta,
atualmente atendida, apenas de forma parcial, por três instituições particulares de ensino
superior no Estado do Tocantins, sendo uma em Araguaína, uma em Gurupi e o CEULP
em Palmas.
3.14. MISSÃO DO CURSO
Formar profissionais farmacêuticos generalistas capazes de promover a humanização,
pautada na ética profissional, compromissada com a qualidade de vida da sociedade,
desenvolvendo competências e habilidades na área de medicamento, alimento, análises
clínicas com visão crítica sobre as políticas públicas, especialmente as de saúde.
3.15. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO (PDI)
O CEULP trabalha suas políticas educacionais direcionando-as para que se universalize,
na Instituição, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, temse um modelo didático-pedagógico voltado para a realidade profissional e social, com
ênfase na construção do conhecimento e na dinâmica do “aprender a aprender”, o que
propicia condições para o desenvolvimento de uma educação continuada.
É com esse entendimento que definiu-se uma Política de Graduação concernente às
mudanças exigidas das instituições de ensino superior dentro do cenário mundial e do
país. Frente às expectativas e demandas sociais, são concebidos projetos pedagógicos
com currículos mais flexíveis e atualizados, com ferramentas que coloquem em ação as
diversas propostas para a formação do profissional cidadão.
Ao colocar a qualidade como tema central gerador da proposta para o ensino da
graduação no CEULP, tem-se por finalidade a construção de um processo coletivo de
articulação de ações voltadas para a formação competente dos profissionais. Nessa
direção, torna-se imprescindível a interação da Instituição com a comunidade local
interna e externa, principalmente, em relação aos demais níveis de ensino e aos
segmentos organizados da sociedade civil, como expressão da qualidade social desejada
para o cidadão a ser formado como profissional, pois a missão do Centro Universitário é a
de formar indivíduos com perfis diferenciados e coerentes com as oportunidades de
trabalho.
- 13 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Nesse contexto, o Curso de Farmácia possui um compromisso com a missão institucional,
o que é refletido na missão do curso no que tange a formar profissionais generalistas
capazes de promover a humanização, pautada na ética profissional, compromissada com
a qualidade de vida da sociedade.
Embasado nas políticas institucionais de definir propostas pedagógicas inovadoras e
dinâmicas, o curso de Farmácia tem como meta se consolidar como o melhor no gênero,
definindo seu perfil e o mercado a que se dirige.
A política do Centro Universitário para o ensino de graduação fundamenta-se, ainda, na
integração do ensino com a pesquisa e a extensão, objetivando formação de qualidade
acadêmica e profissional. Assim, é política do CEULP e, em especial, do Curso de
Farmácia, a promoção de uma prática calcada em princípios éticos e cristãos que
possibilite a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e
o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e responsável, que impulsione a
transformação sócio-político-econômica da sociedade.
São princípios básicos dessa política:
•
cuidado e atenção às necessidades da sociedade e região no que concerne à
oferta de cursos e programas para a formação e qualificação profissional;
•
flexibilização dos currículos, de forma a proporcionar ao aluno, na maior medida
possível, a autonomia na sua formação acadêmica;
•
atualização permanente dos projetos pedagógicos, levando-se em consideração as
Diretrizes Curriculares e as demandas sócio-econômico-culturais da região em que
se insere;
•
discussão permanente sobre a qualidade do ensino de graduação, através de
diferentes fóruns, envolvendo direção/coordenadores e Conselhos de Curso;
•
incentivo à produção técnico-científica e didática do corpo docente;
•
qualificação permanente do corpo docente, em termos de titulação acadêmica e
de competências didático-pedagógicas;
•
manutenção e controle da situação legal dos cursos;
•
apoio e acompanhamento da ação pedagógica no âmbito dos cursos.
- 14 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
4. CONCEPÇÃO DO CURSO
O Curso de Farmácia do CEULP foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Num. 29, de
25 de abril de 2001 e atualmente a matriz curricular atende as diretrizes curriculares
nacionais do MEC para a Educação Farmacêutica com compromisso de formação de um
profissional Farmacêutico Generalista, com visão humanista, crítica e reflexiva, capaz de
atuar na promoção, proteção e recuperação da saúde, tendo como atribuições essenciais
o desenvolvimento de atividades relacionadas à Atenção Farmacêutica e ao Uso Racional
de Medicamentos. Os estágios e aulas práticas oportunizam a inserção do acadêmico em
projetos de pesquisa, extensão e atividades extraclasse, incluindo as complementares,
contribuindo assim com a aquisição do conhecimento baseado na prática, desde os
primeiros períodos do curso. Espera-se, desta forma, formar profissionais Farmacêuticos
capacitados a assumirem posições estratégicas na área da Saúde Coletiva e motivados a
valorizar a flora medicinal brasileira e a cultura associada.
Durante o curso, o acadêmico desenvolve habilidades de busca, seleção e avaliação
crítica de dados e informações disponibilizadas em livros, periódicos, bases de dados
além da utilização das fontes pessoais de informação, incluindo a advinda de sua própria
experiência profissional, priorizando o ensino centrado no aluno como sujeito da
aprendizagem e apoiado no professor como facilitador do processo de ensinoaprendizagem.
Nesse sentido, a abordagem do processo de aprendizagem capacita os egressos para
atuarem como agentes de transformação, responsáveis pelo desenvolvimento regional de
ciência, tecnologia, assistência e atenção farmacêutica qualificada e ética, consciente de
seu papel social e ambiental na comunidade.
4.1. OBJETIVOS
4.1.1.
OBJETIVO GERAL
Preparar profissionais com visão generalista para atuarem na perspectiva teórico-prática,
priorizando o ser humano como o principal beneficiário dos conhecimentos adquiridos no
processo de qualificação acadêmica, atendendo às necessidades da sociedade, com
ênfase na área de medicamentos, alimentos, análises clínicas e toxicológicas.
- 15 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
4.1.2.
•
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Desenvolver a capacidade de liderança e comunicação na interação com outros
profissionais da saúde e o público em geral;
•
Formar profissionais capazes de atuar efetivamente nos processos de promoção
da saúde, prevenção e diagnóstico de doenças, assim como na terapêutica
enfocando a resolução e prevenção de problemas individuais e coletivos;
•
Fomentar a formação e as atividades relacionadas à Assistência e Atenção
Farmacêuticas, em vários níveis de atuação, contribuindo para a formação de um
profissional Farmacêutico que atenda as necessidades da sociedade moderna;
•
Preparar Farmacêuticos capazes de promover e gerenciar o uso correto e racional
de medicamentos, em todos os níveis do sistema de saúde, nos setores públicos e
privados;
•
Despertar o interesse do aluno para as atividades relacionadas a Saúde Pública e
atuação nos serviços do SUS;
•
Fornecer condições para a indissociabilidade do tripé ensino/pesquisa/extensão;
•
Formar profissionais capacitados a desenvolver ações relacionadas a pesquisa e
desenvolvimento de novos produtos farmacêuticos, produção, controle e garantia
de qualidade além de assuntos regulatórios;
•
Estimular a educação continuada e a especialização como formas de garantir a
atualização profissional;
•
Capacitar farmacêuticos para desenvolver farmácia clínica - interpretar e avaliar
prescrições, monitorar interações medicamentosas, estudar a utilização do
medicamento;
•
Desenvolver habilidades e competências relacionadas às Análises Clínicas e
Toxicológicas, com vistas à formação de um profissional Farmacêutico capaz de
atuar de forma crítica na realização, desenvolvimento e interpretação de exames
laboratoriais
clínicos
e
relacionados
às
análises
toxicológicas,
humana
e
ambiental;
•
Preparar o profissional para realizar, interpretar, avaliar, emitir laudos e pareceres
e responsabilizar-se tecnicamente por análises de alimentos; de nutracêuticos, de
alimentos de uso enteral e parenteral, suplementos alimentares, desde a
obtenção das matérias primas até o consumo;
- 16 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Preparar o acadêmico para administrar com compromisso, responsabilidade,
empatia e habilidade para as tomadas de decisões, comunicação e gerenciamento
de forma efetiva e eficaz;
•
Desenvolver habilidades e competências relacionadas à Farmácia Hospitalar, com
vistas à formação de um profissional Farmacêutico capaz de atuar de forma crítica
no desenvolvimento da assistência Farmacêutica que envolve o gerenciamento,
dispensação, manipulação, sobretudo o acompanhamento farmacoterapêutico dos
pacientes, promovendo o uso racional de medicamentos.
4.2. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Curso de Farmácia do CEULP propõe a formação de um profissional da saúde com
pensamento crítico e humanístico, que desenvolva habilidades e competências técnicocientíficas para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com capacidade para
tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e educação permanente,
bem como disposição de adequação e adaptação ao exercício profissional no seu contexto
de atuação.
As características dos egressos do Curso de Farmácia, baseadas nas Diretrizes
Curriculares, podem ser divididas em três componentes, englobando aspectos gerais,
técnicos e ético-sociais, como apresentados a seguir:
ASPECTOS GERAIS
Os egressos do curso devem ser profissionais com as seguintes características:
•
tomar decisões no seu âmbito de atuação, aplicando as competências e
habilidades adquiridas, através de condutas baseadas na evidência científica.
Deve estar habilitado para integrar e interagir nas equipes de trabalho, como
também liderar e administrar profissionais da saúde, equipes de trabalho, serviços
de saúde, com compromisso e responsabilidade;
•
expressar-se de forma clara e coesa, tendo domínio da língua pátria, na forma
oral, escrita e leitura, possibilitando a interrelação com outros profissionais da
saúde e do público em geral;
•
ser capaz de liderar, organizar, gerenciar equipes de trabalho ou profissionais da
saúde de forma efetiva e eficaz;
- 17 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
buscar atualização constante de seus saberes, para o enriquecimento de suas
competências e habilidades.
ASPECTOS TÉCNICOS
Os egressos do Curso de Farmácia devem ser profissionais com conhecimentos
específicos para o exercício das seguintes habilidades e competências:
•
atuar
na
atenção
à
saúde,
tanto
nos
serviços
públicos
como
privados,
desenvolvendo ações de atenção e promoção de saúde, diagnóstico e prevenção
no
processo
saúde/doença,
tratamento
e
reabilitação
das
necessidades
levantadas, tanto no nível individual como coletivo;
•
exercer sua profissão com métodos e técnicas atualizadas, condizentes com as
necessidades e baseados em evidências científicas;
•
analisar e interpretar dados epidemiológicos, aplicando seus resultados em
benefício da população;
•
organizar e administrar recursos e serviços de forma efetiva e eficiente;
•
buscar atualização constante de seus saberes, participando de eventos, pesquisas,
investigações científicas relacionados à profissão.
ASPECTOS ÉTICO-SOCIAIS
Os egressos do Curso de Farmácia devem conhecer e respeitar os princípios éticos que
regem a sociedade. Para isso devem:
•
respeitar e aplicar os princípios éticos da profissão;
•
implementar ações que visem melhorar as condições de saúde da população e as
condições de trabalho do farmacêutico;
•
ter uma visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua atuação
profissional na sociedade.
- 18 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
5. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
5.1. ESTRUTURA CURRICULAR
O planejamento da estrutura curricular consiste em um trabalho coordenado e sistêmico
dos professores, Coordenação do Curso, NDE, Conselho do Curso e do Núcleo de Apoio
Educacional. O currículo do curso foi elaborado a partir dos objetivos do curso, sua
concepção, o perfil desejado do egresso e as atribuições do profissional no mercado de
atuação, levando-se em consideração as diretrizes curriculares nacionais e a demanda da
região.
Os períodos foram organizados considerando os núcleos de formação geral, de
concentração e o especializado. O núcleo de formação geral corresponde aos conceitos
gerais e inclusivos e são de base comum para as diferentes áreas do conhecimento. O
núcleo de concentração engloba os conceitos intermediários e relacionam de forma direta
ou indireta os conceitos gerais aos específicos. O núcleo especializado inclui aos conceitos
específicos direcionados para a aplicação nas áreas de atuação do profissional
farmacêutico, são elas: medicamentos, alimentos e análises clínicas e toxicológicas.
As cargas horárias das disciplinas (34 h, 68 h, 102 h, 136 h e 272h) estão dimensionadas
de maneira que permitam a abordagem de todo o conteúdo teórico e prático necessário
para que o aluno tenha uma formação sólida em sua área de atuação.
5.1.1.
FORMAS
DE
REALIZAÇÃO
DA
INTERDISCIPLINARIDADE
E
FLEXIBILIDADE
As mudanças que acontecem na sociedade nas últimas décadas trazem para a educação
o desafio da realização de práticas pedagógicas que acompanhem esse processo. A
compreensão globalizadora dos conhecimentos se constitui em um vetor de mudanças no
atual contexto, impulsionando a superação da visão fragmentada da realidade. Frente a
isso, os professores do Curso de Farmácia realizam práticas pedagógicas na perspectiva
da contextualização com a realidade local e global, da interdisciplinaridade entre as áreas
do conhecimento e da flexibilidade na elaboração da matriz curricular.
Em relação à interdisciplinaridade, entende-se que sua prática acontece em âmbitos
diferentes, desde uma perspectiva micro, como por exemplo, nas aulas de uma
disciplina, até uma perspectiva macro, como as ações realizadas entre cursos diferentes,
- 19 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
rompendo fronteiras mais amplas entre as áreas do conhecimento. Tais vivências
acontecem por meio de situações como:
•
discussões, reflexões e problematizações que os professores propõem nas suas
disciplinas, estabelecendo relações com conteúdos estudados nos semestres
anteriores;
•
realização de experiências em laboratórios em que a análise dos resultados
possibilita que os professores e os acadêmicos estabeleçam relações mais
abrangentes entre os conteúdos do curso, indo além dos assuntos estudados
apenas em uma disciplina específica;
•
realização de visitas técnicas em que a compreensão das vivências desafia o
acadêmico a estabelecer relações entre conteúdos estudados em disciplinas
diferentes;
•
realização de atividades e aulas conjuntas entre dois ou mais professores do
curso, abordando temas que são comuns a diferentes disciplinas a partir de
enfoques específicos a cada uma delas;
•
realização de trabalhos de pesquisa bibliográfica e/ou de campo que são
orientados e avaliados por professores de disciplinas diferentes, em que o
acadêmico aprende a estabelecer a relação entre os saberes das áreas específicas
do curso;
•
participação em eventos científicos institucionais, regionais e nacionais, em que os
acadêmicos têm a oportunidade de ampliar a sua compreensão sobre os
conhecimentos específicos do curso, relacionando-os com questões mais amplas.
Em relação à flexibilidade, o Curso de Farmácia trabalha com a compreensão de que a
aprendizagem acontece por meio de uma rede de relações que os acadêmicos
estabelecem entre os conhecimentos abordados nas aulas e nas suas vivências na
sociedade. Nesse sentido, esse princípio está presente, por exemplo, na elaboração da
matriz curricular, dando ao acadêmico a oportunidade de fazer escolhas, orientadas pela
coordenação, na sequência das disciplinas oferecidas a cada semestre, podendo cursar
disciplinas de períodos diferentes ao mesmo tempo. Tal situação possibilita aos
acadêmicos o desenvolvimento de uma maior autonomia e responsabilidade nas suas
escolhas, pois precisam assumir os desafios propostos em cada disciplina considerando
as suas potencialidades de aprendizagem.
Além disso, outro aspecto da flexibilidade presente na matriz curricular é a oferta das
disciplinas optativas, momentos em que o corpo docente e o NDE elegem temas atuais e
relevantes para estudo, considerando as tendências da profissão.
- 20 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Com
isso,
tais
práticas
pedagógicas
visam
potencializar
nos
acadêmicos
o
desenvolvimento das competências e habilidades profissionais, para que tenham
melhores condições de se inserir no mercado de trabalho com uma visão mais ampla da
sua área de conhecimento, buscando respostas frente aos desafios que vivenciarão no
exercício da profissão.
5.1.2.
MODOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA
A relação entre a teoria e a prática se constitui em uma situação assumida como
pressuposto pedagógico dos cursos desde os primeiros semestres na perspectiva da
superação de um processo de ensino que privilegie a transmissão de conhecimentos.
Nesse
pressuposto
compreende-se
que
o
desenvolvimento
das
competências
e
habilidades acontece principalmente por meio de situações em que os acadêmicos são
desafiados a estabelecer a relação entre a teoria e a prática, aplicando-a em situações
problematizadoras e concretas do exercício profissional exigido pelo mercado de
trabalho. Para tal os professores, no cotidiano das suas aulas, realizam ações como:
•
resolução de situações-problema em que os conteúdos das disciplinas são
aplicados em questões relacionadas ao exercício da profissão;
•
realização de atividades práticas nos laboratórios, aplicando os conhecimentos em
situações concretas das atividades profissionais;
•
realização de atividades de pesquisa, ampliando, por meio da investigação, os
conhecimentos teórico-práticos das áreas de atuação do curso;
•
realização de visitas técnicas, nas quais os conhecimentos das aulas são
vivenciados concretamente em situações da profissão;
•
realização de estágios que possibilitam a vivência das competências e habilidades
profissionais, colocando em prática os conhecimentos aprendidos no decorrer das
disciplinas do curso.
5.1.2.1.
INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS
O curso de Farmácia do CEULP através dos Estágios Supervisionados II e VI e VII
permitem a integração com o sistema local e regional de saúde e o SUS, através de
convênios firmados com a Secretaria Municipal de Saúde para a realização de exames no
Laboratório Escola, bem
como o desenvolvimento de atividades relacionadas à
- 21 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Dispensação de Medicamentos nas Farmácias Municipais. O estágio realizado no Hospital
Geral de Palmas, mediante convênio com a Secretaria Estadual de Saúde, permite a
integração com o SUS no âmbito hospitalar, portanto o acadêmico vivencia o Sistema
Único de Saúde em três diferentes áreas: Análises Clínicas, Dispensação e Hospitalar.
5.1.3.
TEMÁTICA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA
NAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO
A compreensão sobre a história e cultura afro-brasileira e indígena se caracteriza como
uma abordagem de conhecimentos gerais que agregam valor na formação acadêmica,
tendo em vista alcançar uma visão mais ampla dos acadêmicos em relação a sua
inserção profissional no contexto da diversidade da sociedade brasileira.
Na estrutura curricular do CEULP essa abordagem é trabalhada na disciplina de
Sociedade e Contemporaneidade, a qual transversaliza a matriz curricular de todos os
cursos, constituindo um dos componentes do Eixo Básico e, nos cursos da área da Saúde,
como é o caso do Curso de Farmácia, na disciplina Saúde, Bioética e Sociedade. Esse
conteúdo é estudado nas aulas por meio da utilização de estratégias metodológicas
diversificadas, buscando ampliar os conhecimentos dos acadêmicos sobre o assunto.
Esse estudo é realizado na perspectiva crítico-reflexiva, visando ampliar a compreensão
limitada da visão eurocêntrica da história desses povos, maneira como muitas vezes é
abordada no senso comum e inclusive no contexto escolar e acadêmico. Além disso,
trabalha-se também com a contextualização da situação desses grupos étnico-raciais na
realidade atual, analisando-se os vários aspectos que historicamente constituíram sua
situação de exclusão e discriminação social.
5.1.4.
POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
A abordagem sobre a Educação Ambiental se constitui em uma questão imprescindível no
Ensino Superior em virtude da necessidade de ações concretas da sociedade na
superação dos problemas do atual contexto, e das perspectivas que a preparação para o
exercício profissional possibilitam por meio da formação acadêmica. Cada vez mais
torna-se imperativa a necessidade de uma mudança de posturas e de atitudes cotidianas
nas relações socioambientais.
Frente a isso, o CEULP desenvolve ações na perspectiva de trabalhar com a Educação
Ambiental dos acadêmicos, dando continuidade às abordagens que foram trabalhadas na
- 22 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Educação Básica. Tais ações acontecem no decorrer dos semestres letivos em atividades
de pesquisa e extensão, as quais transversalizam as disciplinas e os cursos. Em relação à
pesquisa, a instituição conta com a participação de acadêmicos bolsistas do Programa de
Iniciação Científica e Tecnológica (PROICT) e voluntários, que realizam investigações
sobre vários temas relacionados às questões socioambientais, sob a orientação dos
professores. E na extensão, a cada semestre são submetidos projetos pelos professores,
os quais acontecem com a participação de acadêmicos dos vários cursos. Entre os temas
dos projetos vários se relacionam direta ou indiretamente com as temáticas da Educação
Ambiental.
Além dessas atividades, no decorrer dos semestres acontecem diversas atividades que
possibilitam aos acadêmicos tanto a reflexão sobre as questões socioambientais, como a
prática de situações que os desafiam a vivenciar atitudes de respeito, preservação e
valorização do meio ambiente. Essas atividades fazem parte de ações institucionais, dos
cursos ou de disciplinas. Nas ações institucionais pode-se citar, por exemplo, a Jornada
de Iniciação Científica, com periodicidade anual, na qual parte-se de um tema
normalmente relacionado às questões mais amplas da sociedade, envolvendo a Educação
Ambiental. Nas ações do Curso de Farmácia, por exemplo, tem-se realizado o projeto de
Extensão denominado Projeto de Arrecadação de Medicamentos, em que se promove a
retirada de medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da
população e o encaminhamento para a Vigilância Sanitária Municipal para incineração, de
forma a promover uma ação sustentável para o meio ambiente retirada de agentes
químicos do lixo comum e/ou esgoto, descartes esses inapropriados para fármacos e
medicamentos.
Em relação às disciplinas, o tema da Educação Ambiental é abordado, por exemplo, nos
conteúdos de Sociedade e Contemporaneidade, disciplina que faz parte do Eixo Básico
das matrizes curriculares de todos os cursos. Na disciplina de Instrumentalização
Científica, componente curricular do mesmo eixo, são realizados alguns projetos de
iniciação científica que desafiam os acadêmicos a relacionarem os conhecimentos da área
do seu curso com as questões ambientais, realizando, inclusive, ações junto à
comunidade. E, ainda, na disciplina Módulo de Ecologia e Análises Ambientais, que consta
no rol das disciplinas Optativas do Curso de Farmácia.
Além disso, considerando que a Educação Ambiental relaciona-se também com a
abordagem das questões éticas, as quais implicam as relações humanas, sociais e
ambientais, convém destacar que vários cursos têm na sua matriz curricular disciplinas
específicas que abordam diretamente esse tema. E nos outros cursos a questão da ética
é abordada como um conteúdo que faz parte das discussões de algumas disciplinas,
juntamente com os demais temas do semestre.
- 23 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
5.1.5.
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
A abordagem dos vários princípios que compõem a educação em Direitos Humanos se
apresenta como uma necessidade importante na formação dos acadêmicos no Ensino
Superior, tendo em vista sua atuação direta e indireta com as pessoas na sua inserção
no mercado de trabalho. As decisões e os encaminhamentos do cotidiano da profissão
trazem desafios relacionados com as relações humanas, que precisam ser trabalhados
nas várias atividades que constituem o percurso dos acadêmicos no seu curso de
graduação.
Tal questão destaca-se no CEULP inclusive como filosofia institucional pelo fato de ser
uma instituição confessional, que trabalha em prol do resgate, da valorização e da
vivência dos princípios de uma convivência digna, ética e respeitosa das pessoas consigo
mesmas, com os outros e com a sociedade. Essa questão é trabalhada no cotidiano da
instituição pela Pastoral, que realiza ações periódicas junto à comunidade acadêmica.
Além dessa ação institucional, convém destacar o Alteridade – Núcleo de Atendimento
Educacional Especializado aos Discentes, que tem como objetivo dar suporte psicológico
aos alunos do CEULP no que se trata da acessibilidade, processos de ensino e
aprendizagem, saúde mental e desenvolvimento de habilidades profissionais no contexto
universitário. O trabalho realizado por esse núcleo se situa no âmbito da Educação em
Direitos Humanos em virtude do processo de inclusão social que efetivamente acontece
no cotidiano da instituição, desafiando esse grupo de acadêmicos na perspectiva do seu
desenvolvimento profissional.
Além disso, a Educação em Direitos Humanos é abordada como conteúdo das disciplinas
de Cultura Religiosa, Comunicação e Expressão, e Sociedade e Contemporaneidade, as
quais fazem parte do Eixo Básico da matriz curricular dos cursos da instituição. Essas
abordagens possibilitam aos acadêmicos a reflexão, a discussão e o aprofundamento
teórico de um tema abordado a partir de diferentes perspectivas e que se complementam
de forma interdisciplinar. Essas disciplinas realizam a cada semestre o Projeto Palco
Express, que visa oportunizar aos acadêmicos momentos de expressão de suas
habilidades artísticas e o
envolvimento cultural com a vida no Ensino Superior,
principalmente para os ingressantes. E como tema das apresentações que os acadêmicos
preparam para o projeto, os professores elegem temas relacionados às questões dos
direitos humanos, desafiando-os no processo de criação e manifestação cultural e
artística sobre os mesmos.
As atividades de extensão também se constituem em momentos importantes para a
vivência da prática de ações relacionadas aos direitos humanos. Como exemplo destacase o Projeto Akádemo – Trote Solidário, no qual os acadêmicos calouros realizam várias
- 24 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
atividades de intervenção na comunidade, em que, dentre outras aprendizagens, têm a
oportunidade de vivenciar experiências relacionadas a essa questão.
5.1.6.
MATRIZ CURRICULAR
CÓDIGO
NOME
SEM
CH
CRED
408670
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
0
230
0
992014
ESTUDOS EM MORFOLOGIA HUMANA
1
136
8
408513
INTRODUCAO AS CIENCIAS FARMACEUTICAS
1
68
4
992011
COMUNICACAO E EXPRESSAO
1
68
4
408527
QUIMICA MEDICINAL I
1
68
4
BIOSSEGURANCA E INSTRUMENTALIZACAO
408528
LABORATORIAL
1
34
2
992018
ESTUDOS EM FISIOLOGIA HUMANA
2
136
8
408529
QUIMICA MEDICINAL II
2
68
4
990100
CULTURA RELIGIOSA
2
68
4
408502
GENETICA HUMANA
2
68
4
TERMODINAMICA E CINETICA EM CIENCIAS
408525
FARMACEUTICAS
2
68
4
990103
INSTRUMENTALIZACAO CIENTIFICA
2
68
4
ESTUDOS EM MICROBIOLOGIA E PROCESSOS
408643
IMUNOLOGICOS
3
136
8
408629
QUIMICA MEDICINAL III
3
68
4
992013
SOCIEDADE E CONTEMPORANEIDADE
3
68
4
408185
FISIOPATOLOGIA
3
68
4
408530
BIOQUIMICA APLICADA
3
102
6
992017
SAUDE, BIOETICA E SOCIEDADE
4
136
8
408531
TECNOLOGIA FARMACEUTICA I
4
68
4
408186
FARMACOLOGIA E FARMACOCINETICA
4
68
4
ANALISE E SINTESE ORGANICA DE
408515
FARMACOS
4
68
4
408179
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA I
4
68
4
- 25 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
408532
TECNOLOGIA FARMACEUTICA II
5
68
4
FARMACODINAMICA E QUIMICA
408517
FARMACÊUTICA I
5
68
4
408561
MICROBIOLOGIA CLINICA
5
68
4
408542
ANALISE FARMACEUTICA
5
136
8
408664
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA II
5
102
6
FARMACODINÂMICA E QUÍMICA
408519
FARMACÊUTICA II
6
136
8
408575
BROMATOLOGIA
6
68
4
408198
FARMACOBOTANICA E FARMACOGNOSIA
6
68
4
408518
TECNOLOGIA FARMACEUTICA III
6
136
8
408190
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA III
6
68
4
408631
BIOQUIMICA CLINICA
7
136
8
CONTROLE DE QUALIDADE DE INSUMOS E
408203
PRODUTOS FARMACEUTICOS
7
68
4
408199
FARMACIA HOSPITALAR
7
68
4
408206
FITOQUIMICA
7
68
4
408665
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA IV
7
102
6
408205
HOMEOPATIA
8
68
4
408543
LEGISLAÇÃO FARMACEUTICA
8
34
2
FARMACOTERAPEUTICA E ATENCAO
408200
FARMACEUTICA
8
68
4
408562
IMUNOLOGIA CLINICA
8
68
4
408210
HEMATOLOGIA CLINICA
4
68
4
408204
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA V
8
68
4
408551
ADMINISTRAÇÃO FARMACEUTICA
9
34
2
408669
ANALISES CITOLOGICAS E PARASITOLOGICAS
9
68
4
408636
PESQUISAS EM CIENCIAS BIOMEDICAS
9
34
2
408548
TOXICOLOGIA
9
68
4
408567
BIOTECNOLOGIA
9
68
4
408666
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA VI
9
272
16
- 26 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
900506
OPTATIVA
10
68
4
408633
TCC EM CIENCIAS FARMACEUTICAS
10
34
2
408667
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA VII
10
272
16
Número de créditos: 256 e Carga Horária Total: 4582h
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Ordem
Disciplinas
C/H
Créditos
1
BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA
68
4
2
COSMETOLOGIA
68
4
3
ESTÉTICA CAPILAR
68
4
4
LIBRAS
68
4
5
MÉTODOS
68
4
EM
ECOLOGIA
E
ANÁLISES
AMBIENTAIS
6
MICOLOGIA
68
4
7
RADIOFARMÁCIA
68
4
8
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
68
4
9
VISAGISMO E MAQUIAGEM I
68
4
5.2. CONTEÚDO CURRÍCULAR
O conteúdo das disciplinas constantes na matriz curricular é planejado de forma
globalizada, para que o aluno tenha uma formação ampla e consistente, nas áreas de
medicamentos, alimentos e análises clínicas e toxicológicas, conforme as Diretrizes
Curriculares Nacionais buscando sempre a interdisciplinaridade por meio dos eixos
temáticos: ciências exatas, ciências biológicas e da saúde, ciências farmacêuticas e
ciências sociais e humanas, assim como se segue:
Ciências Exatas
Disciplinas: Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial, Química Medicinal I,
Termodinâmica e Cinética em Ciências Farmacêuticas, Química Medicinal II, Química
Medicinal III, Análise e Síntese e Análise Farmacêutica.
O eixo das ciências exatas possibilita aos alunos o entendimento das propriedades
periódicas dos elementos, ligações químicas, funções orgânicas e inorgânicas, gases,
- 27 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
equilíbrio químico e físico, síntese, purificação e métodos químicos qualitativos,
quantitativos e instrumentais aplicados à análise de insumos farmacêuticos.
Ciências Biológicas e da Saúde
Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana, Estudos em Fisiologia Humana,
Genética
Humana, Estudos em Microbiologia e Processos Imunológicos, Fisiopatologia, Bioquímica
Aplicada e Farmacologia e Farmacocinética.
O eixo das ciências biológicas e da saúde permite o estudo dos principais sistemas
corporais através da abordagem anatômica, da biologia tecidual e do desenvolvimento,
bem como o funcionamento dos principais sistemas do corpo humano através da
abordagem fisiológica, biofísica, bioquímica e molecular.
Ciências Farmacêuticas
Disciplinas: Tecnologia Farmacêutica I, Tecnologia Farmacêutica II, Farmacodinâmica e
Química Farmacêutica I, Microbiologia Clínica, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica
II, Bromatologia, Farmacobotânica e Farmacognosia, Tecnologia Farmacêutica III,
Bioquímica Clínica, Controle de qualidade de insumos e produtos farmacêuticos, Farmácia
Hospitalar,
Imunologia
Fitoquímica,
Clinica,
Homeopatia,
Hematologia
Farmacoterapêutica
Clínica,
Análises
e
Atenção
Citológicas
e
Famacêutica,
Parasitológicas,
Toxicologia e Biotecnologia.
O eixo das ciências farmacêuticas possibilita o conhecimento e a vivência das múltiplas
funções que o profissional pode desenvolver no planejamento, aquisição, manipulação,
estocagem, controle, distribuição, dispensação e orientação adequada para o uso racional
de medicamentos, drogas, insumos químicos e correlatos.
Ciências Humanas e Sociais
Disciplinas: Comunicação e Expressão, Cultura Religiosa, Instrumentalização Científica,
Sociedade e Contemporaneidade, Introdução às Ciências Farmacêuticas, Saúde, Bioética
e Sociedade, Administração Farmacêutica, Legislação Farmacêutica.
O eixo das ciências humanas e sociais faz com o que o aluno conheça os aspectos
culturais, econômicos, políticos e sociais, perpassando pela epidemiologia e exigências
legais ao exercício da profissão de farmacêutico em todo o seu âmbito de atuação,
aspectos fundamentais para o planejamento das ações de caráter individual e coletivo do
profissional farmacêutico.
- 28 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
O aluno para integralizar o Curso de Farmácia deverá cursar 43 disciplinas obrigatórias, o
que corresponde a 202 créditos, sendo uma delas optativa (4 créditos), perfazendo uma
carga horária total de 3434 horas distribuídas pelos 10 períodos letivos. Para concluir, a
carga horária total de 4582, o aluno deverá realizar ainda 952 horas de estágios
curriculares, o trabalho de conclusão do curso (34 h) e as atividades complementares
(230 h), validadas conforme Regulamento específico.
As ementas, conteúdos e bibliografia
das disciplinas são atualizados no início de cada
semestre, mediante apontamentos do Núcleo Docente Estruturante e a partir de
discussões do Colegiado do Curso sobre as deficiências percebidas durante as aulas, bem
como as necessidades atuais, pertinente a área da saúde.
5.2.1.
EMENTÁRIO/BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3) E COMPLEMENTAR (5)
1° PERÍODO
Disciplina: Estudos em Morfologia Humana
Ementa:
Estudo
dos
principais
sistemas
C/H: 136
corporais
através
Créditos: 8
da
abordagem
anatômica, da biologia tecidual e do desenvolvimento.
Bibliografia Básica:
DÂNGELO, J. G. Anatomia Humana Sistêmica e segmentar.2ed.Atheneu,2003
JUNQUEIRA,LC; Carneiro,J. Histologia Básica.10ª ed. Guanabara Koogan, 2008.
MOORE, K; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Básica. 5 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000
Bibliografia Complementar:
GARTNER, L. P. E HIATT, J. L. Atlas de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
MOORE, K. Anatomia Orientada para a Clínica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001
NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006
MOORE, K. L. Embriologia clínica. 7. ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2004.
TORTORA, G. J. Corpo humano : fundamentos de anatomia e fisiologia. 6. ed.
- 29 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Porto Alegre : ARTMED, 2006.
Disciplina:
Introdução
as
Ciências C/H: 68
Créditos: 4
Farmacêuticas
Ementa: Situa o aluno que ingressa no curso de farmácia no contexto do Centro
Universitário
Luterano
de
Palmas,
do
Curso
de
Farmácia
e
da
profissão
Farmacêutica e estabelecer subsídios para compreensão do modelo de saúde
vigente no Brasil, visualizando o processo de saúde/doença e seus conceitos,
inserido na coletividade e seus movimentos sociais.
Bibliografia Básica:
DANNI,
F.
F.,
WANNMACHER,
L.
Farmacologia
clínica:
fundamentos
da
terapêutica racional . 4. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2010.
ZUBIOLI, A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime, 2006.
MARGOTA, R. História ilustrada da medicina. São Paulo : Manole, 1998. 192 p.
Bibliografia Complementar:
BISSON, M. P. Farmácia clínica e atenção farmacêutica, São Paulo: Medfarma,
2004. 356 p.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A organização Jurídica da Profissão
Farmacêutica. 3ed. Brasília: K&R, 2001. 1516p.
CONSELHO
FEDERAL
DE
FARMÁCIA,
Codigo
de
ética
da
profissão
farmacêutica: resoluções do CFF – n.º 417, 418/2004 e 431/2005, Brasília, 2005.
Dicionário de Especialidades Farmacêuticas, 35 ed. Rio de Janeiro: Publicações
Científicas, 2006.
KOROLKOVAS, A. FRANÇA, F.F.A.C. Dicionário terapêutico. Rio de Janeiro:
Guanabara 2005.
Disciplina: Comunicação e Expressão
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Linguagem, língua e fala. Funções da linguagem. Oralidade, escrita e
variação lingüística. Leitura e estratégias de leitura. Escrita e estratégias de escrita.
Paragrafação. Coesão e coerência textuais. Paráfrase, retextualização e resumo.
Argumentação e persuasão. Tipologias e gêneros textuais. Particularidades léxicas e
gramaticais.
- 30 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Básica:
FARACO, C. R. TEZZA, C. Prática de Texto: para estudantes Universitários. 9. ed.
Petrópolis: Vozes, 2001.
BASTOS, L. K. A Produção escrita e a gramática. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 1992.
SAVIOLI, F. P. Gramática em 44 lições: com mais de 1700 exercícios. 30. Ed.
São Paulo: Ática, 1998.
Bibliografia Complementar:
KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2000.
CINTRA, A.M. Português instrumental: para área de ciências contábeis. São
Paulo: Atlas, 1995.
BAGNO, M. A Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 52. ed. São Paulo:
Loyola, 2009.
KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e Compreender os sentidos dos textos. São
Paulo: Contexto, 2007.
CITELLI, A. Linguagem e Persuasão. 16 ed. São Paulo: Ática, 2007.
FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis:
Vozes, 2001.
Disciplina: Química Medicinal I
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: A disciplina visa levar ao aluno conhecimentos sobre estrutura atômica e
propriedades periódicas dos elementos, ligações químicas, funções inorgânicas,
gases, aritmética química, soluções, reações químicas e equilíbrio químico.
Bibliografia Básica:
ATKINS, P. W. JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e
o meio ambiente. Porto Alegre : Bookman, 2012. 922 p.
KOTZ, J. C. TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro :
LTC, 2002, v. 1.
RUSSEL, J.B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Makron, 1994, 621 p., v. 1
Bibliografia Complementar:
CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo:
EDUSP, 2011. 278 p.
- 31 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
KOTZ, J. C. TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro :
LTC, 2002, v. 2.
MAHAN, B. M. Quimica: um curso universitario. 4. ed., 5 reimp. São Paulo : E.
Blücher, 2002. 582 p.
TARTARI, L. C. NHUCH, E. Laboratório de química geral e química geral
experimental. Canoas: Ed. ULBRA, 2005. 65 p.
UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde: uma introdução a química
geral, orgânica e biológica. 2. ed. São Paulo: Manole, 1992.
Disciplina: Biossegurança e Instrumentalização C/H: 34
Créditos: 2
Laboratorial
Ementa: Estudo da importância da biossegurança em laboratório e seus métodos,
introdução de práticas de laboratório, abordagem de cálculos matemáticos
aplicados e métodos instrumentais de laboratório.
Bibliografia Básica:
HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário
hospitalar. Rio de Janeiro: Medsi, 2004.
MASTERTON, W. L. Princípios da química. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1990.
RUSSEL J. B. Química geral. 2 ed. São Paulo: Markron Books, 1994. v.1.
Bibliografia Complementar:
CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo:
EDUSP, 211. 278 p.
MAHAN, B. M. Quimica: um curso universitario. 4. ed., 5 reimp. São Paulo : E.
Blücher, 2002. 582 p.
NEVES, A. M. Alguns reagentes de laboratório químico. São Paulo: A. M.
Neves. 2000.
TARTARI, L. C. NHUCH, E. Laboratório de química geral e química geral
experimental. Canoas: Ed. ULBRA, 2005. 65 p.
VOGEL, Arthur I.. Análise química quantitativa. 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC.
2002.
- 32 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
2° PERÍODO
Disciplina: Estudos em Fisiologia Humana
C/H: 136
Créditos: 8
Ementa: Estudo integrado do funcionamento dos principais sistemas do corpo humano
através da abordagem fisiológica, biofísica, bioquímica e molecular.
Bibliografia Básica:
CONSTANZO, L.S. Fisiologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
GUYTON, A.C. HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006. 1115 p.
LEHNINGER, A. L. Princípios de bioquímica. 2 ed. São Paulo: Sarvier, 2000. 839 p.
NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5a. ed. Porto
Alegre : ARTMED, 2011.
Bibliografia Complementar:
CHAMPE, P.C. Bioquímica Ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2007.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica [impresso e on-line]. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006.
GUYTON, A.C., Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6.ed. Rio de Janeiro:
STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996
TORTORA, G. J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 9. ed.. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2002.
VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARES-GUIA, M. Bioquímica celular e biologia
molecular. 2a. ed. São Paulo : Atheneu, 1999.
Disciplina: Química Medicinal II
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Abordagem da estrutura atômica e molecular de elementos, estudo das
funções orgânicas, nomenclatura, propriedades químicas e físicas e suas aplicações na
área da saúde.
Bibliografia Básica:
BARBOSA, L. C. A. Introdução à química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall,
- 33 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
2011. 331 p.
MORRISON, R. T. Química orgânica. 13 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1996. 1510 p.
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1.
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.2.
UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde: uma introdução a química geral,
orgânica e biológica. 2 ed. São Paulo : Manole, 1992. 646 p.
Bibliografia Complementar:
CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP,
2011. 278 p
DIAS, A. G. COSTA, M. A.; GUIMARAES, P. I. Guia prático de química orgânica.Rio de
Janeiro : Interciência, 2004. v.
FONSECA, M. R. M. Química: química orgânica. São Paulo: FTD, 1992. 368 p.
SACKHEIM, G.I. LEHMAN, D.D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. 8
ed. Barueri: Manole: 2001, 644 p.
USBERCO, J. Fundamentos de química orgânica / [coordenação de] Marcello de
Moura Campos. 3. reimpr. São Paulo : E. Blücher, 2001. 606 p., il.
Disciplina: Cultura Religiosa
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Visão global da importância do fenômeno religioso e suas implicações.
Principais religiões universais. Valores humanos, sociais, éticos e espirituais legados pelo
Cristianismo.
Bibliografia Básica:
GAARDER, J. NOTAKER, H. HELLERN, V. O Livro das Religiões. São Paulo: Cia de
Bolso, 2009. 334 p.
KUCHENBECKER, V. (org). O Homem e o Sagrado: a religiosidade através dos tempos.
8. edição. Canoas:ULBRA,2004.
WARTH, M. C. A Ética de cada dia. Canoas: Editora da ULBRA, 2002.
FLOR, D. M. Cultura Religiosa. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2007. 164 p.
VARIOS AUTORES. A Bíblia na Linguagem de Hoje. São Paulo, SBB, 2009.
- 34 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Complementar:
WERNECK, H. Quem decide pode errar, quem não decide já errou. 5ª ed.
Petrópolis: Vozes, 2001. 155 p.
GEISLER, N. L. Ética Cristã. São Paulo. Vida Nova, 2002.
HEIMANN, L. (Coordenador) ULBRA, Universidade Confessional. Canoas: ULBRA,
2000.
WARTH, M. C. Fé Existencial num Mundo Secular. Canoas. Ed. ULBRA, 2003.
SANTOS, J. L. O que é Cultura? 16ª ed. São Paulo: Brasiliense, 2003.
FORELL, G. W. Fé ativa no amor. Porto Alegre: Concórdia Editora. Tradução de Geraldo
Korndörfer, 1985.
ALVES, R. O que é Religião? São Paulo. Edições Loyola, 2000.
PIAZZA, W. Religiões da humanidade. 3ª ed.. São Paulo Edições Loyola, 1996
Disciplina: Genética Humana
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Promover o conhecimento da genética humana, enfaztizando a variação e a
hereditariedade dos seres humanos, sendo abordadas a genética mendeliana, a
citogenética, a genética molecular, a genômica e a genética clínica.
Bibliografia Básica:
GRIFFITHS, A. J. F. et.al. Introdução à genética. 8. ed.. Rio de Janeiro:. Guanabara
Koogan, 2006.
PASTERNAK,
Jack
J..
Genética
molecular
humana:
mecanismo
das
doencas
hereditárias. Barueri:. Manole,. 2002.
THOMPSON, M. W. Genética médica . 6. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar:
BURNS, G. W. e BOTTINO, P. J. Genética: uma introdução à hereditariedade. 6 ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2. ed.. Porto Alegre: ARTMED.
2002.
LEWIS, B. Genes VII. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
SALZANO, F. M. Genética e farmácia. 1.ed.. 0. Sao Paulo. Manole. 1990.
VOGEL, F. MOTULSKY, A. G. Genética Humana: Problemas e Abordagem. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2000.
- 35 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Disciplina:
Termodinâmica
e
Cinética
em
C/H: 68
Créditos: 4
Ciências Farmacêuticas
Ementa: Experiências de termodinâmica e de equilíbrio químico e físico em sistemas
simples e/ou em mais de um componente, bem como as propriedades em solução,
aplicando a cinética química e o entendimento dos fenômenos de transporte.
Bibliografia Básica:
Atkins, P. W.. Físico-química – Equilíbrio, - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC. 1999. Vol 1
Atkins, P. W.. Físico-química – Estrutura - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC. 1999. Vol 2
Atkins, P. W.. Físico-química - Processos - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC. 1999. Vol 3
FLORENCE, A. T.; ATTWOOD, D. Princípios físico-químicos em farmácia. 2.ed. São
Paulo : Pharmabooks, 2011.
Bibliografia Complementar:
ATKINS, P.; LORETTA, J. Princípios de química: questionando a vida moderna e o
meio ambiente. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2012.
MAHAN, B. M. MYERS, R. J. Química: Um curso universitario. 4º ed. Americana. São
Paulo SP: Editora Blücher, 2002. 582 p.
MOORE, W. J. Físico-química. 7. reimpr. São Paulo: Editora Blücher, 2000-2002. v.1.
MOORE, W. J. Físico-química. 7. reimpr. São Paulo: Editora Blücher, 2000-2002. v.2.
PUGLIESI, M.; TRINDADE, D. F. Química Básica Teórica. São Paulo - SP: Icone 1992.
Russel John B. Química Geral, - 2 ed. - São Paulo: Markron Books, 1994. Vol 1.
Russel John B. Química Geral, - 2 ed. - São Paulo: Markron Books, 1994. Vol 2.
Disciplina: Instrumentalização Científica
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo da lógica, dos processos lógicos e as regras da lógica. Estudo de
metodologia para compreensão de pesquisa científica. Estrutura básica do conhecimento
humano. Etapas de projeto de pesquisa.
Bibliografia Básica:
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed.
São Paulo : Atlas, 2003. 311 p.
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos na graduação. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 160 p.
LAKATOS, E. M. MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. São Paulo
: Atlas, 2001. 220 p.
- 36 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Complementar:
SILVA, E. L. & MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de
dissertação. Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC, 2001. 121p.
Disponível
em:
<
http://www.portaldeconhecimentos.org.br/index.php/por/content/view/full/10232>.
Acesso em: 05 fev. 2013.
ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: O dilema da educação. São Paulo: Edições
Loyola, 17a Edição: Setembro de 2007. 143p. Disponível em: . Acesso em: 06 fev. 2013
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2. ed.. São Paulo: Pioneira. 2001.
320 p.
THUMS,
Jorge.
Acesso
à
realidade:
técnicas
de
pesquisa
e
construção
do
conhecimento. 3 ed. Porto Alegre: Ed. ULBRA, 2003. 232 p., il.
CERVO, A. L. Metodologia científica:. 5. ed.. São Paulo: Makron. 2005. 242 p.
3° PERÍODO
Disciplina: Estudos em Microbiologia e Processos
C/H: 136
Créditos: 8
Imunológicos
Ementa: Estudo dos mecanismos de defesa gerais e específicos do hospedeiro nas interrelações com o parasito. Células responsáveis pela resposta imune específica. Fatores
humorais específicos e inespecíficos envolvidos na resposta imune. Métodos imunológicos
de prevenção e controle de doenças. Processos patológicos decorrentes de alterações nos
mecanismos normais de resposta imunológica.
Bibliografia Básica:
ABBAS, A. K.; LITCHMAN, A. H. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema
imunológico. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
COICO, R. SUNSHINE, G. Imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, 380p.
JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 25. ed. Porto
Alegre: MGH, 2012, 813 p.
ROITT I., BROSTOFF J. E MALE D. Imunologia, 6o Edição, Mosby, 2003.
TORTORA, G.; FUNKE, B.R.; CASE, L.C. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed,
2005.
TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, 2005.
- 37 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Complementar:
ABBAS, A. K.; LITCHMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. 5. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005. 580p.
BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São Paulo:
ATHENEU. 2010, 196p.
FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
MURRAY, P. R.; ROSENTHAL, K. S. Microbiologia Médica. 5 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006. 979p.
PARHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
WINN JR, W.; ALLEN, S.; JANDA, W.; KONEMAN, E.; PROCOP, G.; SCHERECKENBERGER,
P. WOODS, G. Koneman Diagnóstico Microbiológico: Texto e Atlas. 6. ed. Rio de
Janeiro: MEDSI. 2010, 1565 p.
Disciplina: Química Medicinal III
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo do mecanismo das reações orgânicas, com base nas propriedades
químicas dos compostos.
Bibliografia Básica:
BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução a química orgânica. 2 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2011.
MORRISON, Robert Thornton. Química orgânica / Robert Thornton Morrison, R. Boyd ;
tradução de M. Alves da Silva. 13. ed. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 1996.
1510 p., il.
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.2
Bibliografia Complementar:
CONSTANTINO, M. G. SILVA, G. V. J.; DONATE, P. M. Fundamentos de química
experimental. São Paulo : EDUSP, 2011. 278 p., il.
FONSECA, Martha Reis Marques da. Química : química orgânica / Martha Reis Marques
da Fonseca. São Paulo : FTD, 1992. 368 p., il.
SACKHEIM, George I. Química e bioquímica para ciências biomédicas / George I.
Sackheim, Dennis D. Lehman ; [tradução] Luiz Carlos Carrera. 8. ed. Barueri : Manole,
- 38 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
2001. x, 644 p., il.
UCKO, David A. Química para as ciências da saúde : uma introdução a química geral,
orgânica e biológica / David A. Ucko ; [tradução] José Roberto Giglio. 2. ed. São Paulo :
Manole, 1992. xxxiii, 646 p., il.
USBERCO, J. Fundamentos de química orgânica / [coordenação de] Marcello de Moura
Campos. 3. reimpr. São Paulo : E. Blücher, 2001. 606 p., il.
Disciplina: Sociedade e Contemporaneidade
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo dos fundamentos teóricos e filosóficos das Ciências Sociais, tendo por
base pensadores clássicos e contemporâneos.
Análise dos contextos sociais, políticos,
históricos e econômicos no âmbito nacional e internacional e da história e cultura
afrobrasileira e indígena. Compreensão da realidade brasileira na perspectiva da
educação ambiental e da Política Nacional de Direitos Humanos.
Bibliografia Básica:
SOUZA, N. J. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 1997.
HOBSBAWM, E. Era dos extremos – O breve século XX 1914-1991. 2 ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2000.
TESKE, O. Sociologia – Textos e contextos. 2 ed. Canoas: Editora Ulbra, 2000.
Bibliografia Complementar:
ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes,
2000.
BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
BOBBIO, N. Teoria Geral da Política – A filosofia política e as lições dos clássicos. 5 ed.
Rio de Janeiro: Campus, 2002.
TOURAINE, A. Crítica da modernidade. 7 ed. Petrópolis, Petrópolis: Vozes, 2002.
LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 2000.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A,
1999.
Disciplina: Fisiopatologia
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Apresentar a fisiopatologia dos órgãos e sistemas do corpo humano,
desenvolvendo a capacidade de compreender os mecanismos das patologias com maior
incidência em saúde pública.
Bibliografia Básica:
BRAUN, C. A. Fisiopatologia: alterações funcionais na saúde humana. Porto Alegre:
- 39 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Artmed, 2009.
COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Robbins : patologia estrutural e funcional. 6.
ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2000.
PORTH, C. M. Fisiopatologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Bibliografia Complementar:
DICIONÁRIO ANDREI DE TERMOS DE MEDICINA. 2 ed. São Paulo: Ed. Andrei, 2002.
FARIA, J. L. Patologia Especial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999
GUYTON, A. C. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1998
SILBERNAGL, S.; LANG, F. Fisiopatologia - Texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana, uma abordagem integrada. 2 ed. Barueri,
SP: Ed. Manole, 2003.
Disciplina: Bioquímica Aplicada
C/H: 102
Créditos: 6
Ementa: Estudo da estrutura química das biomoléculas, propriedades químicas, formas
de identificação e solubilidade que proporciona ao aluno a reconhecer e identificar as
moléculas correlacionando-as com suas funções. Estudo da bioquímica do metabolismo
de carboidratos, lipídios, aminoácidos e proteínas na sua teoria, associando aspectos
fisiológicos, nutricionais e patológicos.
Bibliografia Básica:
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 Ed.. Porto Alegre:ARTMED. 2006.
NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5a. ed. Porto
Alegre : ARTMED, 2011.
STRYER, L. Bioquímica. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002
Bibliografia Complementar:
BAYONES, J. DOMINICZAK, M. H.Bioquímica Médica. 1a. ed. São Paulo, Manole, 2000.
CHAMPE, P.; HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada. 2ª edição, Ed. Artes Médicas: Porto
Alegre, 2002.
CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. 4ª. ed. São Paulo: E. Blücher,
2001.
LEHNINGER, A. L. Bioquímica. Albert Lester Lehninger. São Paulo : E. Blücher, 19882002. 4 v., il.
VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de bioquímica. Charlotte W. Pratt. Porto Alegre :
ARTMED, 2002. 931 p., il.
- 40 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
4° PERÍODO
Disciplina: Saúde, Bioética e Sociedade
C/H: 136
Créditos: 8
Ementa: Abordagem de conceitos, princípios, teorias, aspectos legais e políticas de
saúde, epidemiologia, biestatística e bioética na área da saúde. Evolução histórica das
políticas de saúde, indicadores de saúde, estudos epidemiológicos, medidas de doenças,
questões relacionadas à associação e causalidade, bem como a bioética das relações
étnicos-raciais, afro-brasileira e indígena associada. Modelos de atenção à saúde;
planejamento e gestão no âmbito do Sistema Único de Saúde.
Bibliografia Básica:
ANGERAMI, C; VALDEMAR; A. A ética na saúde. São Paulo:Thomson, 2006.
BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R. e KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. São Paulo:
Livraria Santos Editora Ltda, 2003.
MEDRONHO, R et al. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2005.
PEREIRA, M.G. Epidemiologia teoria e prática. 2º edição, Rio de Janeiro: Editora
Guanabara Koogan, S.A., 2003.
VIEIRA, S. Introdução a Bioestatítica. 3ª edição, Rio de Janeiro: Campos, 1980.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA FILHO, N e ROUQUAYROL, M.Z. Introdução à epidemiologia, 4ª edição, Belo
Horizonte: Guanabara Koogan, 2006.
ANDRADE, S.M.; SOARES,D.A;CORDONI JUNIOR, L. (organizadores).Bases da Saúde
Coletiva, Londrina:UEL, 2001.
CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatísca princípio e aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2003.
CAMPOS, G.W.S; MINAYO, M.C.S; AKERMAN, M. et all. Tratado de Saúde Coletiva,
São Paulo – Urcitec; Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2006
GOLDIM JR. Pesquisa em saúde: leis, normas e diretrizes. Porto Alegre: HCPA, 1997.
PESSINI L; BARCHIFONTAINE CP. Problemas atuais de Bioética. 9 ed. São Paulo:
Loyola, 2010.
- 41 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Disciplina: Tecnologia Farmacêutica I
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Introdução à tecnologia farmacêutica com apresentação das diferentes áreas
de produção assim como as instalações necessárias, estudo de operações farmacêuticas,
introdução aos adjuvantes farmacêuticos, suas funções e classificação. Apresentação dos
tipos de água utilizados para a produção de medicamentos, bem como as técnicas para
obtenção, apresentação de materiais de acondicionamento e embalagem. Analise da
legislação relacionada com a fabricação de medicamentos.
Bibliografia Básica:
ANSEL, H. C. POPOVICH, N. G.; ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e
sistemas de liberação de fármacos. 6. ed.. São Paulo: Premier. 2000.
FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral, 4 ed. Juiz de Fora:
Pharmabooks, 2011.
PRISTA, N.L; ALVES, C.A.; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 6ª edição, Lisboa,
Fundação Calouste Gulbenkiam, 2002.
Bibliografia Complementar:
CRESPO, M. S., et.al, Formulárium Compêndio de Fórmulas Magistrais, Vol. 1 , São
Paulo 2002.
FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo: Atheneu, 2004.
GENNARO, A. R.. Remington: the science and practice of pharmacy. 20. ed.. USA: J. B.
Lippincott. 2000.
LANCHMAN, L. LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e prática na indústria
farmacêutica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2010.
LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. São Paulo: Organização Andrei, 1997.
SOUSA, G. B., Manipulação Magistral de Medicamentos em Pediatria, São Paulo,
Ed. Pharmabooks, 1 ed., 2003.
Disciplina: Farmacologia e Farmacocinética
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo dos princípios gerais de farmacologia e farmacocinética, ações e efeitos
de fármacos no organismo.
Bibliografia Básica:
KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 9 ed., Rio de Janeiro: Guanabara
- 42 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Koogan. 2006. 991p.
RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. Farmacologia. 7. ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 768p.
SILVA, P. Farmacologia. 8. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010. 1325p.
Bibliografia Complementar:
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases
farmacológicas da terapêutica . 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p.
CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia Moderna. 4. ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1996, 825p.
GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e
farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2004. 617p.
GUYTON, A. C, HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11 ed., Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006. 1115p.
HOWLAND, R. D.; MYCEK, M. J. Farmacologia ilustrada. 3.ed. Porto Alegre :ARTMED,
2007. 551p.
Disciplina: Análise e Síntese Orgânica de Fármacos
Ementa:
Análise
retrossintética,
síntese,
purificação
C/H: 68
e
análise
Créditos: 4
por
métodos
espectroscópicos da produção de fármacos por síntese química. Estudo de técnicas de
purificação de sólidos e líquidos.
Bibliografia Básica:
A.T. FLORENCE, DAVID ATTWOOD. Princípios físico-químicos em farmácia. 2 ed. São
Paulo: Pharmabooks, 2011, 690 p.
BARBOSA, L. C. A. Introdução à química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall,
2011. 331 p.
CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP,
2004. 272 p.
MORRISON, R. T. Química orgânica. 13 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1996. 1510 p.
SOLOMONS, T. W. G. Química orgânica. 7 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1.
SOLOMONS, T. W. G. Química orgânica. 7 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.2.
- 43 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Complementar:
BARREIRO, E. J. Química medicinal : as bases moleculares da ação dos fármacos.
Porto Alegre: ARTMED, 2008. 536 p.
DIAS, A. G. Guia prático de Química Orgânica. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. v.
FONSECA, M. R. M. Química: química orgânica. São Paulo: FTD, 1992. 368 p.
GARETH, T. Química medicinal : uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2012. 413 p.
WOLF, C. R. Síntese orgânica. Canoas: Ed. ULBRA, 2005. 83 p. (Cadernos
universitários; 232).
Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia I
Ementa:
Conceitos
relacionamento
fundamentais
profissional
e
ético
da
relação
com
C/H: 68
interpessoal,
integração
a
teoria
Créditos: 4
e
conhecimentos
prática
do
gerais
do
funcionamento e organização de empresas farmacêuticas, capacitando o acadêmico a
participar de equipes multidisciplinares em saúde através da realização de atividades
teóricas e práticas em estabelecimentos farmacêuticos.
Bibliografia Básica:
ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G., ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas &
sistemas de liberação de fármacos. . 6. ed. São Paulo : Premier, 2000. 568 p.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, Codigo de ética da profissão farmacêutica:
resoluções do CFF – n.º 417, 418/2004 e 431/2005, Brasília, 2005.
DEL PRETE, A. Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabalho em
grupo. 3ª ed. 2004.
Bibliografia Complementar:
MARIN N. (org). Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro:
OPAS, 2003. 334 p.
CONSELHO
FEDERAL
DE
FARMÁCIA.
A
Organização
jurídica
da
profissão
farmacêutica, 3. ed., rev e atual Brasília : K&R, 2001. 1516 p.,
GENNARO, A. R. , Remington: a ciência e a prática da farmácia . 20. ed. Rio de Janeiro
: Guanabara Koogan, 2012. 2210 p
GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. Ciências farmacêuticas: uma abordagem em
- 44 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011. 558 p
STORPIRTIS, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. 489 p.
5º PERÍODO
Disciplina: Tecnologia Farmacêutica II
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Apresentação das diferentes áreas de produção, equipamentos e técnicas
de preparação de medicamentos e respectivos fundamentos teóricos, estudando
operações unitárias, diferentes tipos de adjuvantes, suas funções e classificação,
material de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com
a
fabricação
de
medicamentos
e
desenvolvimento
tecnológico
de
formas
farmacêuticas líquidas e semi-sólidas estéreis e não estéreis.
Bibliografia Básica:
ANSEL, Howard C.. Farmacotécnica :. 6. ed.. São Paulo: Premier. 2000.
FERREIRA, Andersom de Oliveira. Guia prático da farmácia magistral, 2ª
edição, Juiz de Fora: Pharmabooks, 2002.
PRISTA, N.L; ALVES, C.A.; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 6ª edição,
Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkiam, 2002.
Bibliografia Complementar:
DRAELOS, Zoe Diana, Cosméticos em dermatologia, 2ª edição, editora Revinter,
São Paulo.
FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo: Atheneu, 2004.
ROMANOWISKI, Pierre; SCHUELLER, Randy, Iniciação à química cosmética, Vol
1, editora Tecnopress, 1ª edição, 2001
SOUZA, G. B., Manipulação magistral de medicamentos em pediatria,1ª
edição, editora pharmabooks
ROMANOWISKI, P.; SCHUELLER, R., Iniciação à química cosmética, Vol 2,
editora Tecnopress, 1ª edição, 2002
GIL, ERIC DE SOUZA. Farmacotécnica compacta. São Paulo : Pharmabooks,
2006.
Disciplina:
Farmacodinâmica
e
Química
- 45 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
C/H: 68
Créditos: 4
Farmacêutica I
Ementa: Estudo químico-farmacêutico envolvendo planejamento, modelagem
molecular, latenciação e síntese de fármacos, bem como o estudo da relação
estrutura-atividade, dos efeitos e mecanismos de ação das diversas classes de
fármacos no organismo humano.
Bibliografia Básica:
ANDREI, C. C.; FERREIRA, C. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da química
medicinal à química combinatória e modelagem molecular – um curso
prático. 2. ed. Barueri – SP: Manole, 2012. 168p
BARREIRO, E. J., FRAGA, C. A. M. Química Medicinal: As Bases Moleculares da
Ação dos Fármacos. 2. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2008. 536p.
SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010. 1325 p.
WILLIAMS, D. A., LEMKE, T. L., Foye’s principles of medicinal chemistry, 7 ed.,
Lippincott Williams & Wilkins, 2012. 1408p
Bibliografia Complementar:
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases
farmacológicas da terapêutica . 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p.
GARETH, T. Química Medicinal: uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012. 423p.
GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e
farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2004. 617 p.
KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J.H. Química Farmacêutica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1988. 783 p.
LEE, A. Reações adversas a medicamentos. 2. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2009.
488 p.
Disciplina: Microbiologia Clínica
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Busca a compreensão da análise e identificação dos microrganismos para
o conhecimento das doenças infecciosas e auxílio clínico.
Bibliografia Básica:
- 46 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia Médica. Guanabara
Koogan, 25 ed. Porto Alegre: MGH, 2012. 813 p.
KONEMAN, Elmer W. et al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas. 6ª Ed. Rio
de Janeiro: Medsi, 2010, 1565p.
MURRAY, P. R. et al. Microbiologia Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
TORTORA, G.; FUNKE, B.R.; CASE, L. C. Microbiologia - 8 edição. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São
Paulo: Atheneu. 2010, 196p.
BERNARD, J. Diagnósticos clínicos e tratamento: por métodos laboratoriais. 20ª
Ed. São Paulo: Manole, 2008
BROOKS, G. F. JAWETZ, E.; MELNICK, J.; ADELBERG, E: Microbiologia Médica.
21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000
FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu,
2005.
TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, 2005.
Disciplina: Análise Farmacêutica
C/H: 136
Créditos: 8
Ementa: Estudo dos métodos químicos qualitativos, quantitativos e instrumentais
aplicados à análise de insumos farmacêuticos, bem como de métodos de análise
farmacopéica de matérias-primas e de validação de metodologia analítica.
Bibliografia Básica:
BACCAN,N. Química analítica quantitativa elementar. 3. ed., ampliada São
Paulo : E. Blücher, 2003. 308 p., il.
FLORENCE, A. T. Princípios fisico-quimicos em farmácia. 2 ed. São Paulo:
Pharmabooks, 2011, 690 p.
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de
Química Analítica. São Paulo: Cengage Learning, 2010, 999p.
VOGEL, A. I. Química analítica qualitativa. 5 ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
- 47 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
665 p.
Bibliografia Complementar:
ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e
o meio ambiente. 5 ed. Porto Alegre : Bookman, 2012. 922 p.
CONSTANTINO, M. G. SILVA, G. V. J.; DONATE, P. M. Fundamentos de química
experimental. São Paulo : EDUSP, 2011. 278 p.
TARTARI, L. C. NHUCH, E. N. Laboratório de química geral e química geral
experimental. Canoas : Ed. ULBRA, 2005. 65 p., il.
UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde : uma introdução a química
geral, orgânica e biológica. 2. ed. São Paulo : Manole, 1992. xxxiii, 646 p., il.
VOGEL, A. Il. Análise química quantitativa. 6. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
462 p.
Disciplina:
Estágio
Supervisionado
em
C/H: 102
Créditos: 6
Farmácia II
Ementa: Preparar o egresso do curso de Farmácia da ULBRA para atuação no
Sistema Ùnico de Saúde, com ênfase nos processos relacionados ao medicamento,
tornando-o capaz de selecionar, comprar, armazenar, distribuir e dispensar
medicamentos com racionalidade.
Bibliografia Básica:
CASSIANI, S. H. B. Administração de medicamentos. São Paulo : EPU, 2000.
131 p., il.
STORPIRTIS, S. [et al.]Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro
: Guanabara Koogan, 2012. 489 p.
BRASIL,
Ministério
da
Saúde.Uso
racional
de
medicamentos:
temas
selecionados. Ministério da saúde, 2012. 154 p., il. (Serie A. Normas e manuais
técnicos).
CIANCIARULLO, T. I. Instrumentos básicos para o cuidar : um desafio para a
qualidade de assistência. São Paulo : Atheneu (São Paulo), 2007. 154 p., il.
Bibliografia Complementar:
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Guia para a boa prescrição médica. Porto
- 48 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Alegre : ARTMED, 1998. 124 p., il.
Ética e farmácia:
uma abordagem latinoamericana em saúde. Brasília :
Thesaurus, 2009. 456 p.
BRASIL. Ministério da Saúde, [et al]. Formulário terapêutico nacional: Rename
2010. 2.ed. Brasília : Ministério da Saúde, 2011. 1.136 p., il. (Série B. Textos
Básicos de Saúde).
SACKETT D. ... [et al.].Medicina baseada em evidências : prática e ensino. 2 ed.
Porto Alegre : ARTMED, 2003. 270 p. + 1 CD-ROM
[organizado por] Nelly Marin ... [et al.].Assistência farmacêutica para gerentes
municipais. Rio de Janeiro : OPAS (Editora), 2003. 334 p., il.
6º PERÍODO
Disciplina:
Farmacodinâmica
e
Química
C/H: 136
Créditos: 8
Farmacêutica II
Ementa: Estudo da relação estrutura atividade dos fármacos correlacionada à
farmacodinâmica molecular.
Bibliografia Básica:
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases
farmacológicas da terapêutica . 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p.
SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010. 1325 p.
WILLIAMS, D. A., LEMKE, T. L., Foye’s principles of medicinal chemistry, 7 ed.,
Lippincott Williams & Wilkins, 2012. 1408 p.
Bibliografia Complementar:
CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia Moderna. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1996. 825 p.
GRAHAME-SMITH, D. G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e
farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2004. 617 p.
KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006. 991 p.
KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J. H. Química Farmacêutica. Rio de Janeiro:
- 49 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Guanabara Koogan, 1988. 783 p.
LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de
Janeiro: Medsi, 2004. 2215 p.
Disciplina: Bromatologia
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Capacitar o acadêmico a executar técnicas de análise e determinação da
composição e propriedades físico-químicas, assim como controle de qualidade dos
principais
alimentos
in
natura
e
beneficiados.
Conhecimentos
gerais
da
organização, funcionamento e produção nas indústrias de alimentos.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, 1995.
CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos.
Editora da UNICAMP: 2º. Ed. rev.- Campinas, SP, editora da UNICAMP, 2003.
GOMES, J. C. OLIVEIRA, G. F. Análises físico-químicas de alimentos. Editora
UFV. 2011.
Bibliografia Complementar:
CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre : ARTMED, 2006.
FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9 ed. São Paulo:
Atheneu, 1999
GAVA, J.A. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel,
2008
SIQUEIRA, R.G. Manual de microbiologia de alimentos. Brasília : EMBRAPA,
1995
WITHNEY, E.. ROLFES, S.R. Nutrição: Entendendo os nutrientes. 10. ed. v. 1. São
Paulo : Cengage Learning, 2008.
Disciplina: Farmacobotânica e Farmacognosia
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Conhecimento e abordagem da sistemática vegetal através de estudo da
morfologia e taxonomia vegetal, além da análise farmacognóstica de matériasprimas de interesse farmacêutico.
- 50 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Básica:
OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. Fundamentos de farmacobotânica. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2003.
OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. M.; AKISUE, M. K. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu,
1998.
SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMAN, G.; PALAZZO DE MELO, J. C.;
MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5
ed. Porto Alegre: UFRGS, 2003.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas
medicinais de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
BRASIL. Programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicas. Brasília:
Ministério da Saúde, 2009.
BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2 ed. Zaragoza:
Acribia, 2001.
COSTA, A. F. Farmacognosia. 5 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
v.2.
COSTA, A. F. Farmacognosia. 6 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
v.1.
FETROW, C. W.; AVILA, J. R. Manual de medicina alternativa: para o
profissional da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil : nativas e exóticas.
2 ed. Nova Odessa : Instituto Plantarum, 2008.
NULTSCH, W. O. Botânica geral. 10 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
Disciplina: Tecnologia Farmacêutica III
C/H: 136
Créditos: 8
Ementa: Apresentação das diferentes áreas de produção, equipamentos e técnicas
de preparação de medicamentos e respectivos fundamentos teóricos, estudando
operações unitárias, diferentes tipos de adjuvantes, suas funções e classificação,
material de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com
a
fabricação
de
medicamentos
e
desenvolvimento
tecnológico
farmacêuticas líquidas e semi-sólidas estéreis e não estéreis.
- 51 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
de
formas
Bibliografia Básica:
ALLEN JR. POPOVICH, N.G. ANSEL, H.C. Farmacotécnica:Formas farmacêuticas e
sistemas de liberação de fármacos. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
AULTON, M.E. Delineamento de Formas Farmacêuticas. 2a. Ed. São Paulo:
Artmed, 2005.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria
Farmacêutica. Volume I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed.
Volume I. São Paulo: Pharmabooks, 2011.
FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed.
Volume II. São Paulo: Pharmabooks, 2011.
GIL, E. S. Farmacotécnica compacta. São Paulo : Pharmabooks, 2006
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria
Farmacêutica. Volume II. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.
LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. 6 ed. São Paulo: Organização Andrei,
1997.
PINTO, T. de J. A.; KANEKO, T. M.; PINTO, A.F. Controle biológico de qualidade
de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 3 ed. São Paulo:
Atheneu, 2010.
Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia
C/H: 68
Créditos: 4
III
Ementa: Estudo das principais ferramentas de gestão de qualidade, permitindo
ao acadêmico conhecer e ser capaz de elaborar e aplicar o Manual de Boas
Práticas de Fabricação (BPF) e Procedimentos Operacionais Padrão (POP) de
estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos, com atendimento
à legislação vigente.
Bibliografia Básica:
GERMANO, P. M. L; GERMANO, M. I. S. Higiene e Vigilância Sanitária de
Alimentos. 4. ed. rev., ampl. São Paulo : Manole, 2011
JUCENE,
C.
Manual
de
BPF,
POP
e
registros
- 52 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
em
estabelecimentos
alimentícios. Editora Rubio. 2012.
SILVA JÚNIOR, E.A. Manual de Controle Higiênico Sanitário em Serviços de
Alimentação. Varela, 6ª ed. 2012.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, N.J. MARTYN, E.L.
alimentos. Viçosa: UFV, 1996
Limpeza
e
sanitização
na
indústria
de
FIGUEIREDO, R. M. As armadilhas de uma cozinha. Barueri: Manole, 2003. 217
p.
Brasil. Ministério da Saúde. Boas práticas: no abastecimento de água:
procedimentos para minimização de riscos à saúde. Brasília : Ministério da Saúde,
2006. 249 p., il.
SILVA, N. et al. Manual de métodos de análise microbiológica de água. 4 ed.
São Paulo: Varela, 2010. 632 p.
GAVA, A.J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel,
2008.
7º PERÍODO
Disciplina: Bioquímica Clínica
C/H: 136
Créditos: 8
Ementa: A disciplina visa capacitar os alunos quanto ao entendimento dos analitos
bioquímicos e as respectivas doenças associadas às alterações. Enfatiza ainda o
conhecimento e entendimento da teoria endócrina, relacionando os exames com os
vários distúrbios hormais e as doenças correlacionadas. Dedicamos uma parte do
curso para o estudo dos marcadores tumorais relacionando-os com os vários tipos
de câncer.
Bibliografia Básica:
LIMA,A.O. et al. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e
imterpretação. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2008
MILLER,O. Laboratório para o clínico. 8 ed. São Paulo. Editora Atheneu ( São
Paulo), 1999
RAVEL, Richard. Laboratório Clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6
ed. Rio de Janeiro: Guanabra Koogan, 1997.
Bibliografia Complementar:
CAMPBELLI, M. K. Bioquímica. 3 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006
ESTRIDGE, B. H. Técnicas básicas de laboratório clínico 5 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011
HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por metodos laboratoriais.
- 53 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
20 ed. São Paulo: Manole, 2008.
LAWRENCE, M.A. et al. Manual de diagnostico e tratamento: consulta rápida.
Porto Alegre: Artmed, 1998
MOURA, R. A. et al. Técnica de laboratório. 3 ed. São Paulo: Atheneu (São
Paulo), 2002
PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004
VARELLA, M.D. et al. Biossegurança e biodiversidade: contexto cientifico e
regulamentar. Belo Horizonte: Del Rey, 1999
GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6ª
ed. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan 1998
Disciplina: Controle de Qualidade em Fármacos
C/H: 68
Créditos: 4
e Medicamentos
Ementa: Desenvolvimento do espírito analítico e critico relacionados ao controle de
qualidade de produtos farmacêuticos através, da aplicação de métodos quali e
quantitativos de análise química ou microbiológica.
Bibliografia Básica:
FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed.
Volume II. São Paulo: Pharmabooks, 2011.
GIL, E.S., Controle Físico-Químico de Qualidade de Medicamentos. 2ª. Ed.
São Paulo: Pharmabooks, 2007
PINTO, T. de J. A.; KANEKO, T. M.; PINTO, A.F. Controle biológico de qualidade
de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 3 ed. São Paulo:
Atheneu, 2010.
Bibliografia Complementar:
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria
Farmacêutica. Volume I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria
Farmacêutica. Volume II. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.
LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. 6 ed. São Paulo: Organização Andrei,
1997
ALLEN J., POPOVICH N. G., ANSEL H. C.Formas Farmacêuticas e Sistemas de
- 54 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Liberação de Fármacos. 8 ed. Ed Artmed, 2000
EWING, G. W. Métodos instrumentais de análise química São Paulo: E.
Blu¨cher, 2001.
PELCZAR J., MICHAEL J. C. Microbiologia : conceitos e aplicações. 2. ed. São
Paulo:Makron, 1997.
SIMÕES, C.M.O. Farmacognosia : da planta ao medicamento. Porto Alegre :
UFRGS, 1999.
Disciplina: Farmácia Hospitalar
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Capacita o acadêmico ao exercício da profissão de farmacêutico no
âmbito hospitalar ou a ele equiparado, mediante o conhecimento das múltiplas
funções
que
o
profissional
pode
desenvolver
no
planejamento,
aquisição,
manipulação, estocagem, controle, distribuição, dispensação e orientação adequada
para o uso racional de medicamentos, drogas, insumos químicos e correlatos.
Bibliografia Básica:
CAVALLINI, M. E.; BISSON, M. P. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas
de saúde. Barueri: Manole, 2002.
CIPRIANO, S. L.; PINTO, V. B.; CHAVES, C. E. Gestão estratégica em farmácia
hospitalar : aplicação prática de um modelo de gestão para qualidade . São Paulo
: Atheneu, 2009. 158 p
GOMES, M. J. V. M., Ciências farmacêuticas: uma abordagem em farmácia
hospitalar, Atheneu (São Paulo), 2011. 558 p
WACHTER, R. M. A segurança do paciente, traduzido por] Laura Souza Berquó.
Porto Alegre : ARTMED, 2010. 320 p.
Bibliografia Complementar:
CASSIANI, S. H. B. Administração de medicamentos. São Paulo: EPU, 2000.
COUTO, R. C. Infecção hospitalar - epidemiologia, controle, gestão para a
qualidade. 2 ed. Rio de Janeiro: Medsi. 1999.
FERRACINI, F.T. BORGES FILHO, W.M.; Farmácia clínica: Segurança na prática
hospitalar /São Paulo : Atheneu, 2011
PEREIRA, G. A. Material médico-hospitalar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1997.
- 55 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Storpirtis, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan, 2012. 489 p.
Disciplina: Fitoquímica
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo químico de diferentes metabólitos secundários de origem vegetal,
através
de
manejo
sistemático
de
técnicas
de
extração,
caracterização
e
identificação de substâncias de interesse farmacêutico.
Bibliografia Básica:
COSTA, A. F. Farmacognosia. 3 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
v.3
COSTA, A. F. Farmacognosia. 5 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
v.2.
COSTA, A. F. Farmacognosia. 6 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
v.1.
SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMAN, G.; PALAZZO DE MELO, J. C.;
MENTZ, L.A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5 ed.
Porto Alegre: UFRGS, 2003.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas
medicinais de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
BRASIL. Programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicas. Brasília:
Ministério da Saúde, 2009.
BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2 ed. Zaragoza:
Acribia, 2001.
DI STASI, L. C. Plantas medicinais: arte e ciência - um guia de estudo. São
Paulo: UNESP, 1996.
FETROW, C. W.; AVILA, J. R. Manual de medicina alternativa: para o
profissional da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil : nativas e exóticas.
2 ed. Nova Odessa : Instituto Plantarum, 2008.
OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. M.; AKISUE. M. K. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu,
1998.
- 56 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
SKOOG, D. A. [et al.]Fundamentos de química analítica. São Paulo : Cengage
Learning, 2010.
THOMAS, G. Química medicinal : uma introdução. Rio de Janeiro : Guanabara
Koogan, 2012.
Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia
C/H: 102
Créditos: 6
IV
Ementa: Fornecer ao acadêmico conhecimentos gerais do funcionamento e
organização de um laboratório de análises clínicas, farmácias de manipulação e
hospital, através de atividades que fazem parte do fluxograma das empresas que
atuam nesta área.
Bibliografia Básica:
CAVALLINI, M. E.; BISSON, M. P. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas
de saúde. Barueri: Manole, 2002.
FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral. 4. ed. Juiz de Fora:
Pharmabooks, 2011, 736 p.
HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais.
20. ed. São Paulo: Manole, 2008. 1734 p.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos
de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e auto-imunes.
Correlação clínico-laboratorial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 3. ed. São
Paulo: Pharmabooks, 2011. 511 p.
GOMES, R. K. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. 3 ed. São
Paulo: 2009. 402 p.
MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 607 p.
RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997, 616 p.
8º PERÍODO
- 57 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Disciplina: Homeopatia
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo dos princípios e fundamentos da homeopatia, da farmacologia
homeopática, farmacotécnica e Boas Práticas de Manipulação homeopática.
Bibliografia Básica:
DANTAS, F. O que é homeopatia. 4 ed., São Paulo: Brasiliense, 1989. 115 p.
FARMACOPÉIA HOMEOPÁTICA BRASILEIRA, 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
FONTES, O. L. Farmácia homeopática: teoria e prática. 2 ed. Barueri: Manole,
2005. 354 p.
Bibliografia Complementar:
CAIRO, N. Tratado de medicina homeopática. 21 ed. São Paulo: Gráfica círculo,
1994.
CORNILLOT, P. Tratado de Homeopatia. Porto Alegre: ARTMED, 3 ed. 2005.
FONTES, O. L. Farmácia Homeopática - teoria e prática. São Paulo: Editora
Manole, 2001.
SOARES, A. A. D. Dicionário de medicamentos homeopáticos: São Paulo:
Livraria Santos, 2002.
FERREIRA, A. O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. 2 Vol.
São Paulo: Pharmabooks, 2011.
Disciplina: Legislação Farmacêutica
C/H: 34
Créditos: 2
Ementa: Conhecimento das exigências legais ao exercício da profissão de
farmacêutico em todo o seu âmbito de atuação, mediante o conhecimento da
legislação ético-profissional, trabalhista e sanitária.
Bibliografia Básica:
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A organização jurídica da profissão
farmacêutica. 3ed. 2001.
Pessini, L. Problemas atuais de bioética . 9. ed., rev. e ampl. São Paulo :
Loyola, 2010. 632 p
ZUBIOLI. A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime. 2005
Bibliografia Complementar:
BITTAR, E. C. B. Curso de ética jurídica : ética geral e profissional . 3. ed., rev.
São Paulo : Saraiva, 2005. 624 p
BRITES, C. M. Ética e práxis profissional 4. ed. Brasília: CFESS, 2007. 82 p.
- 58 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
CONSELHO
FEDERAL
DE
FÁRMÁCIA.
Código
de
ética
da
profissão
farmacêutica: resoluções do CFF - Nº417, 418/2004 e 431/2005 /Brasília, 2005
DIAS, H. P. Direitos e obrigações em saúde. Brasília: ANVISA, 2002. 387 p.
ANGERAMI-CAMON, V. A. A ética na saúde. São Paulo: Thomson, 2006.
Disciplina:
Farmacoterapêutica
e
Atenção
C/H: 68
Créditos: 4
Farmacêutica
Ementa: Fornece subsídios para atenção farmacêutica a pacientes e integração à
equipe multidisciplinar, promovendo o uso racional de medicamentos.
Bibliografia Básica:
ARONSON, J. K; GRAHAME-SMITH, D.G.; Tratado de farmacologia clínica e
farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. 617 p.
Storpirtis, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan, 2012. 489 p.
LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
Bibliografia Complementar:
NITA, M. E. et al. Avaliação De Tecnologias Em Saúde Evidência Clínica,
Análise Econômica E Análise De Decisão. Porto Alegre: Editora Artmed, 2010.
600 p.
BRUNTON, L.L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B.; Goodman & Gilman: as bases
farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p.
FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L.; Farmacologia clínica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010. 1261 p.
GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M.; Ciências farmacêuticas: Uma abordagem em
farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011. 558 p.
LIMA, D. R.; Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia . Rio
de Janeiro : Medsi, 2003. 3 v.
Disciplina: Imunologia Clínica
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Conceitos gerais do sistema imunitário. Bases das reações antígenoanticorpo. Parâmetros para validação dos métodos imunológicos. Técnicas de
valiação da imunidade celular. Aspectos clínicos e do diagnóstico imunológico de
- 59 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
doenças infecciosas e parasitárias. Diagnóstico imunológico das alergias e doenas
autoimunes. Ensaios de histocompatibilidade. Diagnóstico e avaliação imunológica
de imunodeficiências. Avaliação imunológica de marcadores tumorais. Diagnóstico
imunológico da gravidez.
Bibliografia Básica:
ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. 5. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005. 580 p., il.
NAIRN, R. Imunologia: para estudantes de medicina. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004. 326 p., il.
PARSLOW, T.G., STITES, D.P., TERR, A.I., IMBODEN, J.B. Imunologia Médica.
10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 684p., il.
Bibliografia Complementar:
COICO, R.; SUNSHINE, G. Imunologia. Tradução: TOROS, E. F. Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan, 2010. 380 p., il.
FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos
de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e autoimunes.
Correlação clínico-laboratorial. 2. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2011.
443 p., il.
HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais.
20. ed. São Paulo : Manole, 2008. 1734 p., il.
JANEWAY,
C.A.;
TRAVERS,
P.;
WALPORT,
M.
Imunobiologia:
o
sistema
imunológico na saúde e na doença. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 767p + 1CDROM.
PEAKMAN, M., VERGANI, D. Imunologia : básica e clínica. Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan, 1999. 327 p., il.
ROITT, I. M.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. 6. ed. Barueri : Manole, 2003.
481 p., il.
Disciplina: Hematologia Clínica
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Fundamentar a hematologia clínica e laboratorial em relação à fisiologia e
fisiopatogenia
das
células
tronco.
Anemias,
doenças
leucocitárias.
Citologia
hematológica. Classificação morfológica das leucemias. Princípio da automação em
- 60 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
hematologia e controle de qualidade em laboratório de hematologia.
Bibliografia Básica:
FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretação. 4 ed. Porto Alegre: ARTMED,
2003
HOFFBRAND, A V. Fundamentos em hematologia. 5 Ed. Porto Alegre:ARTMED,
2008
SILVA, P. H. Hematologia laboratorial. Rio de Janeiro: REVINTER, 2009
TKACHUK, D. C. Wintrobe: Atlas colorido de hematologia [DVD], Rio de Janeiro:
REVINTER, 2010
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, W. F. Técnicas médicas de hematologia e imuno-hematologia, 8ª
Ed.,2008
HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais.
20. ed. São Paulo : Manole, 2008. 1734 p.
HOFFBRAND, A. V. Atlas colorido de hematologia clínica. 3 Ed. Artmed, 2001
RAVEL, R. Laboratório Clínico. 6 Ed. Guanabara Koogan, 1997
VERRASTRO, T. Hematologia e Hemoterapia fundamentos em morfologia,
fisiologia, patologia e clinica. São Paulo: Atheneu, 2006
Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia
C/H: 68
Créditos: 4
V
Ementa: Preparar o egresso do curso de Farmácia para a prática da Atenção
Farmaceutica à pacientes, promovendo o uso racional de medicamentos através da
detecção e resolução de PRM (Problemas Relacionados a Medicamentos) e RNM
(Reações Não Medicamentosas) e da integração do profissional farmacêutico às
equipes multidisciplinares de saúde.
Bibliografia Básica:
ARONSON, J. K; GRAHAME-SMITH, D.G.; Tratado de farmacologia clínica e
farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. 617 p.
BISSON, M.P.; Farmacologia clínica e atenção farmacêutica. São Paulo:
Medfarma, 2004. 356 p
FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L.; Farmacologia clínica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010. 1261 p
- 61 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Complementar:
BRUNTON, L.L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B.; Goodman & Gilman: as bases
farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 1821 p.
CRAIG, C.R.; STILTZEL, R.E.; Farmacologia Moderna. 4. Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1996. 825 p.
GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M.; Ciências farmacêuticas: Uma abordagem em
farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011. 558 p.
HOWLAND, R. D.; MYCEK, M. J.; Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre:
ARTMED, 2007. 551 p.
KATZUNG, B. G.; Farmacologia Básica e Clínica. 9. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006. 991 p.
9º PERÍODO
Disciplina: Administração Farmacêutica
C/H: 34
Créditos: 2
Ementa: Estudo do planejamento do negócio, noções organizacionais de empresas
farmacêuticas, finanças, administração de recursos humanos, administração da
produção, gestão da qualidade e custos. A disciplina visa capacitar o aluno à
abertura e administração de negócios farmacêuticos.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7ª Ed. Elsevier,
Rio de Janeiro, 2004.
ROBBINS, S. P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2003.
MAXIMIANO, A C A. Introdução à Administração. 5ª Ed., São Paulo, Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar:
BERNARDES, C. Sociologia aplicada à administração: o comportamento
organizacional. São Paulo: Atlas, 2001.
ALMEIDA,
M.
C.
Princípios
fundamentais
de
contabilidade
e
normas
brasileiras de contabilidade. São Paulo: Atlas, 2000.
ALVAREZ, F. J. S.; MENDIZABAL. Trade marketing: a conquista do consumidor no
ponto de venda. São Paulo: Saraiva, 2010
- 62 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
BULGACOV, S. Manual de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 2006.
WAGNER, J.; HOLLENBECK, J. R. Comportamento Organizacional. São Paulo:
Saraiva, 2002.
Disciplina: Análises Citológicas e Parasitológicas
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Desenvolvimento de metodologias que possibilitem ao acadêmico analisar
e inferir conclusões osbre os diversos aspectos (infecções, câncer, alterações
metabólicas) em que se pode encontrar os líquidos corporais. Coleta, preparação e
abordagem das técnicas de diagnóstico dos parasitas intestinais, sangüíneos e
teciduais, fixados ou in natura.
Bibliografia Básica:
HENRY, John Bernard. Diagnósticos Clínicos e Tratamentos por Métodos
Laboratoriais. 19ª ed. São Paulo: Ed. Manole, 1999.
MARKEL, E. K.; JOHN, D. T.; KROTOSKI. W. A. Parasitologia médica. 8. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 447 p.
NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M.; VITOR, R. W. A . Parasitologia
Humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 494 p.
Bibliografia Complementar:
CIMERMAN,
B.;
FRANCO,
M.
A.
Atlas
de
Parasitologia
-
Artrópodes,
Protozoários e Helmintos. São Paulo: Editora Atheneu, 2005. 105 p.
LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica: texto e atlas. 4. ed. São
Paulo Premier,1997. 160 p.
NEVES, D. P. Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2003. 474 p.
MILLER, O. Laboratório para o Clínico. 8ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 1999.
MOURA, R. A. Técnicas de Laboratório. 3ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 2002.
Disciplina: Pesquisa em Ciências Biomédicas
C/H: 34
Créditos: 2
Ementa: Desenvolvimento de projeto de pesquisa nas áreas da Saúde. Redação de
texto científico. Estruturação e utilização adequada de Metodologia Científica na
elaboração do projeto. Apresentação de projeto de pesquisa de campo ou
planejamento de execução para pesquisa teórica.
- 63 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Básica:
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico : elaboração
de trabalhos na graduação. 8. ed. São Paulo : Atlas, 2007. 160 p., il.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica : teoria da ciência e
iniciação à pesquisa / José Carlos Köche. 21. ed. Petrópolis : Vozes, 2003. 182 p.,
il.
LAKATOS, E. M. MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5.
ed. São Paulo : Atlas, 2003. 311 p., il.
Bibliografia Complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 10520. NBR 10520:
apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, 1992. 2 p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 6023. NBR 6023:
informação e documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
24 p.
BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução a metodologia
científica. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
CERVO, A. L. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Makron, 2005. 242 p.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2 ed. São Paulo: Pioneira,
2001. 320 p.
Disciplina: Toxicologia
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: A disciplina de Toxicologia visa transmitir ao aluno conhecimentos das
fontes de Intoxicações inseridos em um contexto que abranja as diferentes áreas
da Toxicologia. Características dos acidentes, mecanismos de ação dos venenos,
vias de exposição, manifestações clínicas, diagnóstico diferencial, tratamento, uso
de antídotos, aspectos de primeiros socorros e prevenção destes acidentes.
Bibliografia Básica:
MOREAU, R. L. de M. Siqueira, M. E. P. B. de Toxicologia analítica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
SCHVARTSMAN, S. Intoxicações Agudas. 4 ed. São Paulo: SARVIER, 1991.
OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
- 64 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Complementar:
GOODMAN, L. S.; GILMAN, A. As bases farmacológicas da terapêutica. 12 ed.
Porto Alegre: Mc Graw-Hill, 2012.
LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de
Janeiro: Medsi, 2003. 3 v. 3.
F. SCHATZBERG, F. A.;NEMEROFF, C.B. Fundamentos de psicofarmacologia
clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 543 p
FILHO,
D.
X.S.
Drogas:
uma
compreensão
psicodinâmica
das
farmacodependências. São Paulo : Casa do Psicólogo, 1995. 80 p.
SANTOS, J. L. Drogas: psicologia e crime. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 1997.
150 p.
SCHUCKIT, M. Abuso de álcool e drogas: uma orientação clínica ao diagnóstico e
tratamento. Porto Alegre : ARTMED, 1991. 356 p
Disciplina: Biotecnologia
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo sobre a utilização de células e moléculas biológicas para a solução
de problemas ou produção de produtos úteis no campo da saúde, da agricultura e
do ambiente.
Bibliografia Básica:
BORZANI, W. et al. Biotecnologia industrial - Fundamentos. São Paulo: Blucher,
2001.
KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2 ed. Porto Alegre:
ARTMED, 2002.
SCHMIDELL et al. Biotecnologia industrial - Engenharia bioquímica. São Paulo:
Blucher, 2001.
Bibliografia Complementar:
AQUARONE, E. et al. Biotecnologia industrial - Biotecnologia na produção de
alimentos. São Paulo: Blucher, 2001.
DE ROBERTIS, E. M. F. Bases da biologia celular e molecular. 3 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
LIMA et al. Biotecnologia - Processos fermentativos e enzimáticos. São Paulo:
Blucher, 2001.
OLIVEIRA, F. Engenharia genética: o sétimo dia da criação. 10 ed. São Paulo:
Moderna, 2001.
WISEMAN, A. Princípios de biotecnologia. Zaragoza: Acribia, 1986. 252 p. il.
- 65 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia
VI
C/H: 272
Créditos:
16
Ementa: Proporcionar ao acadêmico a vivência e a aplicação dos conhecimentos
adquiridos ao longo do curso através da atuação nas áreas de análises clínicas e
manipulação (pequena ou grande escala).
Bibliografia Básica:
ANSEL, H. C. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação de
fármacos. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000. 568 p.
ESTRIDGE, B. H.; REYNOLDS, A. P. Técnicas básicas de laboratório clínico. 5.
ed. Porto Alegre: ARTMED, 2011, 800 p.
FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral. 4. ed. Juiz de Fora:
Pharmabooks, 2011, 736 p.
FLORENCE, A. T. Princípios físico-químicos em farmácia. 2 ed. São Paulo:
Pharmabooks, 2011. 690 p.
HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais.
20. ed. São Paulo: Manole, 2008. 1734 p.
MOURA, R. A.; WADA, C. S.; PURCHIO, A.; ALMEIDA, T. V. Técnicas de
laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 511 p.
PRISTA, L. N. Tecnologia Farmacêutica. 8. ed. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 2011.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos
de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e auto-imunes.
Correlação clínico-laboratorial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 3. ed. São
Paulo: Pharmabooks, 2011. 511 p.
GOMES, R. K. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. 3 ed. São
Paulo: 2009. 402 p.
MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 607 p.
RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997, 616 p.
- 66 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
10º PERÍODO
Disciplina:
Optativa
(Biologia
Molecular
C/H: 68
Créditos: 4
Aplicada)
Ementa: Estudo da composição química, estrutura e organização do genoma
humano e de microrganismos e processos biológicos a nível molecular que se
desenrolam no interior das células.
Bibliografia Básica:
KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2 ed. Porto Alegre: Artmed,
2002. 434 p. 434 p.
GRIFFITHS, A.J. F. et al. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009. 743 p
JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular . 7. ed. Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan, 2000. 339 p
Bibliografia Complementar:
ALBERTS B. Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre : ARTMED, 2004.
1294p
BROWN, T. A.. Clonagem gênica e análise de DNA. 4. ed. Porto Alegre :
Artmed, 2003. 376 p.
DE ROBERTIS, E. D. P. Bases da biologia celular e molecular. 2. ed. Rio de
Janeiro : Guanabara Koogan, 1993. 307 p.
BURNS, G. W. Genética : uma introdução a hereditariedade. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1991. 381 p
PASTERNAK, J. J., Genética molecular humana: mecanismos das doenças
hereditárias. Barueri : Manole, 2002. 497 p
Disciplina: Optativa (Cosmetologia)
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo da cosmetologia, com foco na estrutura da pele e cabelo, formas
farmacêuticas de ação cosmética, tecnologia de produção,
novos sistemas
empregados em cosméticos, boas práticas de fabricação, controle de qualidade e
legislação brasileira de cosméticos.
- 67 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Bibliografia Básica:
HERNANDEZ, M., et al., Manual de Cosmetologia, 3a. Ed. Editora Revinter, Rio
de Janeiro, 1999.
ROMANOWSKI, P, et al, Iniciação a química cosmética: um sumário para
químicos formuladores, farmacêuticos de manipulação e outros profissionais com
interesse na cosmetologia, 3 vol., São Paulo: Tecnopress, 2001 - 2003.
DRAELOS, Z. D., Cosméticos em Dermatologia, 2a. Ed. Editora Revinter, Rio de
Janeiro, 1999.
Bibliografia Complementar:
ANSEL,
H.
C.
POPOVICH,
N.
G.
ALLEN,
L.
V.
Farmacotécnica:
formas
farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6. ed.. São Paulo: Premier.
2000.
LE HIR, A. Noções de Farmácia galênica. São Paulo: Organização Andrei, 1997.
LANCHMAN, L. Teoria e prática na indústria farmacêutica. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian. 2001.
FERREIRA, A. O., Guia Prático da Farmácia Magistral, 2ª.Ed. Juiz de Fora;
2002.
CRESPO, M. S., et.al, Formulárium Compêndio de Fórmulas Magistrais, Vol. 1
, São Paulo 2002
Disciplina: Optativa (Libras)
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: A LIBRAS como língua materna para os sujeitos surdos; O surdo no
espaço escolar; Estudos de diferentes áreas que se propõem a ampliar a reflexão
sobre a exclusão social dos grupos minoritários e problemas de letramento;
Discussões de base antropológica e culturalista, buscando referenciais que
permitam conceber os surdos como sujeitos culturais.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Especial.
Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica.
Brasília: MEC, 2004.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. 3 ed.
- 68 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Campinas: Autores
Associados, 2002.
QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
ARTMED, 1997.
Bibliografia Complementar:
TESKE, O. Letramento e minorias. 4 ed. Porto Alegre: Mediação, 2010.
SOARES, M. A. L. Educação do surdo no Brasil. Campinas: Autores Associados,
1999.
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL. Libras. Curitiba: IBPEX, 2011.
ROSA, F. S.; GOES, A. M.; KARNOPP, L. B. Estudos surdos: uma abordagem
lingüística. Em: Revista de iniciação científica da Ulbra – n. 3. 2004. p. 259269.
MARTINS, R. V. Língua de sinais no litoral norte, Caminhos da Água. Em:
Conversas Interdisciplinares – ano 2, n, 2. 2003. p. 119-121.
Disciplina: Optativa (Micologia)
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo, investigação e identificação dos diferentes fungos e micoses
auxiliando no diagnóstico e tratamento clínico.
Bibliografia Básica:
JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. Tradução:
José P. Moreno Senna. 25.ed. Porto Alegre: MGH, 2012, 813 p
KONEMAN, E. W. et al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas. 6ª Ed. Rio de
Janeiro: Medsi, 2010, 1565p
MURRAY, P. R. et al. Microbiologia Médica.3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
TORTORA, G.;FUNKE, B. R.; CASE L. C. Microbiologia.8 ed. Porto Alegre: Artmed,
2005.
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São
Paulo: Atheneu. 2010, 196p.
BERNARD, J. Diagnósticos clínicos e tratamento: por métodos laboratoriais.
20ª Ed. São Paulo: Manole, 2008.
FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu,
- 69 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
2005
OPLUSTIL, C.P. Procedimentos básicos em Microclínica. 3ª Ed. São Paulo:
Sarvier, 2010.
TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, 2005.
Disciplina: Optativa (Tecnologia de Alimentos)
Ementa:
Introdução
ao
estudo
da
tecnologia
C/H: 68
de
Créditos: 4
alimentos,
métodos
de
conservação, alterações decorrentes de processamentos de matérias primas
animais e vegetais (frutas e hortaliças, leite e derivados, carnes, cereais, raízes e
oleaginosas).
Bibliografia Básica:
ANDRADE, N. J. MARTYN, M.E.L. Limpeza e sanitização na indústria de
alimentos. Viçosa: UFV, 1996.
CHITARRA, M. I. F. CHITARRA, A.B. Pós colheita de frutos e hortaliças:
Fisiologia e manuseio. Lavras : ESAL/FAEPE, 1990.
GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, 2008.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, J. M. de A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa : UFV, 1995
CRUZ, G. A.Desidratação de alimentos : frutas, vegetais, ervas, temperos,
carnes, peixes, nozes, sementes. 2. ed. São Paulo : Globo, 1990.
GOMES, M. S. O. Conservação pós-colheita: frutas e hortaliças. Brasília:
Embrapa, 1996.
FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo :
Atheneu (São Paulo), 1999.
JACKIX, M. H. Doces, geléias e frutas em calda: teórico e prática. Campinas :
Ícone, 1988.
Disciplina: Optativa (Radiofarmácia)
C/H: 34
Créditos: 2
Ementa: Estudo da origem, produção e utilização dos radioisótopos na obtenção de
radiofármacos e suas aplicações diagnósticas e terapêuticas correlacionando os
aspectos
bioquímicos,
físicos,
farmacológicos
e
fisiológicos
marcadas.
- 70 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
das
substâncias
Bibliografia Básica:
GARCIA, E.A.C.; Biofísica. São Paulo: Sanvier, 2002.387p
OKUNO,
E.;
IBERÊ,
L.C.;
CHOW,C.;
Física
para
ciências
biológicas
e
biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986. 490 p
OLIVEIRA, R.S.; Radiofarmácia- Com Monografias de Radiofármacos extraídas da
Farmacopéia Internacional. São Paulo: Editora Atheneu,2010. 161 p.
Bibliografia Complementar:
FELTRE, R.; Atomística: teoria e exercícios. São Paulo: Moderna, 1974. 477p
BACCAN, N.; Et al.; Química analítica elementar. São Paulo: E. Blucher, 3. ed.
2003. 308 p
DURAN, J.E.R.; Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson, 2006.318
p
HENEINE, I.F.; Biofísica básica. São Paulo: Atheneu (São Paulo), 2007.391 p.
VOGEL, A. I. Análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462
p
Disciplina: Optativa (Módulo de Ecologia e
C/H: 68
Créditos: 4
Análises Ambientais)
Ementa: Estudo de conceitos básicos de ecologia e da inter-relação do homem com
o ambiente. Estudo dos recursos naturais e sua preservação.
Bibliografia Básica:
CAIRNCROSS, F. Meio ambiente: custos e benefícios. São Paulo: Nobel, 1992.
ODUM, E.P. Ecologia. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1988.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Artmed: Porto Alegre, 2000.
Bibliografia Complementar:
BRANCO, S. M. Ecologia da cidade. 2. ed. São Paulo : Moderna, 2003
BRANCO, S.M. MURGEL, E. Poluição do ar. Editora Moderna: São Paulo, 2004.
BRANCO, S.M. O meio ambiente em debate. Editora Moderna: São Paulo, 1997
LAGO, A. PADUA, J.A. O que e ecologia. São Paulo : Brasiliense, 2001
TORRES, H. COSTA, H. População e meio ambiente : debates e desafios. São
Paulo : SENAC/SP, 2000.
Disciplina: Optativa (Visagismo e Maquiagem)
C/H: 68
Créditos: 4
Ementa: Estudo dos conceitos de visagismo. Técnicas de maquiagem. Harmonia
- 71 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
das cores. Aspectos anatômicos considerados no realce facial.
Bibliografia Básica:
PHILIP, H. Visagismo harmonia estética. 6 Ed. São Paulo: SENAC, 2002.
PHILIP, H. Visagismo integrado estilo e beleza. 2 Ed. São Paulo: SENAC, 2010.
SOBOTTA: atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
21.ed.
Bibliografia Complementar:
HERNANDEZ, M. FRESNEL, M. M. M. Manual de Cosmetologia. 3ª Ed. Tradução
Ana Lúcia Mazzali. Rio de Janeiro: Revinter, 1999.
GOMES, R. K. DAMAZIO, M. G. Cosmetologia: descomplicado os princípios ativos.
3 ed. São Paulo: LMP, 2009.
DRAELOS, Z. D. Cosméticos em Dermatologia. 2ª Ed.Tradução Paula Chermeont
P. Estima. Rio de Janeiro: Revinter.
LEONARDI, G. R. Cosmetologia aplicada. 2 ed. São Paulo: Santa Isabel, 2008.
TORTORA, G.J., GRABOWSKI, S.R., Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
Disciplina: Optativa (Estética Capilar)
C/H: 68
Créditos:
04
Ementa: Estudo sobre os aspectos anatômicos, morfológicos e funcionais do cabelo
e couro cabeludo. Princípios dos tratamentos estético-capilares. Ativos cosméticos
usuais na estética capilar. Higienização capilar. Anamnese e técnicas aplicáveis na
estética capilar.
Bibliografia Básica:
HERNANDEZ, M. Manual de cosmetologia. 3 ed. Editora: Revinter, 1999
Leonardi, G. R. Comestologia aplicada. 2 ed. São Paulo: Santa Isabel, 2008
Draelos, Zoe Kececioglu. Cosméticos em dermatologia. 2 ed. Rio de Janeiro :
Revinter, 1999
Bibliografia Complementar:
- 72 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
AZULAY, R. D.Dermatologia. 5ed.,Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2008
BAUMANN, L.Dermatologia Cosmética - Princípios e Prática. Editora: Revinter,
2004
GAWKRODGER, D. J.Dermatologia : um texto ilustrado em cores. 2ed. Rio de
Janeiro : Guanabara Koogan, 2002
GOMES, R. K. DAMAZIO, M. G. Cosmetologia: descomplicado os princípios ativos.
3 ed. São Paulo: LMP, 2009.
SOUZA, V.M e JUNIOR, D.A. ATivos dermatológicos . vol 4. Editora:
Pharmabooks, 2006
Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia
C/H: 272
VII
Créditos:
16
Ementa: Apresentação da legislação relacionada as atividades de dispensação de
medicamentos e acompanhamento de pacientes na atenção terciária a saúde,
aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas hospitalares,
drogarias particulares e SUS.
Bibliografia Básica:
CIPRIANO, S.L. Gestão estratégica em farmácia hospitalar : aplicação prática
de um modelo de gestão para qualidade. São Paulo:Atheneu, 2009.
FUCHS, D.; WANNMACHER, L. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica
racional. 4. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2010.
GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M. Ciências Farmacêuticas. Uma abordagem em
Farmácia Hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2011.
Bibliografia Complementar:
CAVALLINI, M. E. Farmácia hospitalar. Barueri:Manole, 2002
GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J.K. Tratado de Farmacologia Clínica e
Farmacoterapia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004.
HARDMAN, J.G.; LIMBIRD, L.E . Goodman e Gilman -As bases farmacológicas da
terapêutica. 9. ed. Rio de Janeiro: Mc GrawHill,, 1996
SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010
STORPIRTIS, S. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012.
- 73 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
5.3. METODOLOGIA
A adequação da metodologia de ensino à concepção do curso estrutura-se em um
processo de ensino-aprendizagem onde o professor deixa de ser o protagonista e passa a
ser um facilitador e orientador do aluno-educando. No decorrer desse processo serão
valorizados conhecimentos prévios, experiências vivenciadas pelo acadêmico, associando
isso à aplicação de conceitos, estimulando assim o desenvolvimento do potencial
intelectual para a transformação de si mesmo dentro do ambiente de formação
acadêmica.
A abordagem metodológica privilegia a compreensão e análise crítica dos fenômenos da
área da saúde, com procedimentos de ensino adequados e adaptados aos conteúdos
específicos lecionados em cada eixo temático, privilegiando o desenvolvimento da
consciência crítica e ativa nos alunos por meio de atividades que permitam a socialização
do conhecimento e descoberta de novos caminhos e métodos para produção acadêmica.
A metodologia que norteia o processo de ensino-aprendizagem do curso é realizada nas
seguintes modalidades:
a) ensino teórico:
Aulas expositivas dialogadas, nas quais os conteúdos programáticos podem ser
abordados em nível básico, avançado ou aprofundado, consoante a natureza da matéria
ou localização curricular, quer do ponto de vista conceitual ou experimental.
b) ensino prático:
Exposições e atividades dirigidas, com o objetivo não apenas de estimular e desenvolver
as capacidades de reflexão e crítica do acadêmico, mas também de proporcionar a
realização de exercícios de revisão e aplicação dos conhecimentos construídos. Estes
objetivos podem ser atingidos através da resolução de problemas, estudo e discussão de
casos, consulta de fontes bibliográficas bem como compilação e sistematização das
mesmas.
c) ensino laboratorial
Aulas de práticas laboratoriais para habilitação e capacitação do discente na organização
das atividades na área de Medicamentos, Alimentos, Análises Clínicas e Toxicológicas,
através do conhecimento e manuseio de vidrarias, reagentes e equipamentos destinados
a pesquisa, síntese, análise, manipulação e controle de qualidade de fármacos e
- 74 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
medicamentos, além do diagnóstico clínico e sequente aplicação dos mesmos nas mais
diversas áreas do diagnóstico laboratorial.
d) Atividades semipresenciais
Em conformidade com a Portaria n° 4059 de 10 de dezembro de 2004, o currículo
desenvolvido em aula com os acadêmicos é complementado com a realização de duas
atividades semipresenciais em cada disciplina. Tais atividades são elaboradas pelos
professores com o objetivo de proporcionar momentos de aprendizagem dos conteúdos e
de desenvolvimento das habilidades propostas no Plano de Ensino. Seu planejamento
consiste na sistematização de momentos de autoaprendizagem, com a utilização de
recursos das tecnologias da informação, organizados com estratégias didáticas como, por
exemplo, estudos dirigidos, estudos de caso, pesquisas bibliográficas, resolução de
exercícios, dentre outras, conforme a proposta de cada disciplina. A realização dessas
atividades pelos discentes segue um cronograma organizado e publicado no Calendário
Acadêmico da IES, o qual é explicado pelos professores no decorrer das suas aulas.
e) Atividades Complementares
Tem a finalidade de proporcionar maior interação entre o discente e a sociedade, através
de atividades que envolvem o tripé ensino, pesquisa e extensão. A ideia básica destas
atividades é estimular uma maior autonomia do discente de forma que este participe
mais
ativamente
de
eventos
da
área,
bem
como
busque
aprimoramento
em
determinadas vertentes do curso a partir da realização de ações extracurriculares.
5.4. ESTÁGIO
CURRICULAR
SUPERVISIONADO
(OBRIGATÓRIO
E
NÃO-
OBRIGATÓRIO)
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
FARMÁCIA
I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades referentes
ao Estágio Supervisionado do Curso de Farmácia.
II - DA APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
- 75 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 2º - Denomina-se Estágio Supervisionado as atividades práticas de aprendizagem
social, profissional e cultural proporcionadas ao aluno pela participação em situações
reais de vida e de trabalho de seu meio, sendo realizadas na comunidade em geral ou
junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob a responsabilidade e
coordenação de um professor supervisor, profissional da área vinculado à Instituição de
Ensino.
Art. 3º - Os Estágios Supervisionados fazem parte do currículo do curso de graduação
em Farmácia do CEULP/ULBRA e seguem as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Farmácia (Res. CNE/CES 2 de 19/02/2002), oferecendo desta forma, aos
alunos regularmente matriculados, a oportunidade de relacionamento com o futuro
campo de trabalho.
Art. 4º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia do CEULP/ULBRA são
distribuídos do quarto ao décimo semestre, expandindo-se gradativamente ao longo do
curso, tanto em relação à carga horária quanto à complexidade das atividades a serem
desenvolvidas e obedecem às diretrizes gerais do CEULP/ULBRA e o Projeto Pedagógico
do Curso.
Art. 5º - O Estágio Curricular não proverá vínculo empregatício de qualquer natureza
com a Instituição que acolher o estagiário, mesmo que este venha a receber bolsa ou
ajuda de custo proveniente de convênios e projetos especiais.
Art. 6º - Recomenda-se que, para matrícula nos Estágios Supervisionados, o acadêmico
tenha cumprido com aprovação todas as disciplinas do período anterior ao período do
estágio em que irá se matricular.
III - DOS OBJETIVOS
Art. 7º - O Estágio Curricular Supervisionado em Farmácia é entendido como um
conjunto de atividades curriculares indispensáveis ao processo de formação profissional
com o intuito de sensibilizar os estudantes para a necessidade de complementar sua
formação acadêmica, para capacitá-los tecnicamente a encontrar soluções adequadas
aos problemas de saúde e, ao mesmo tempo, atuar buscando a redução da dependência
tecnológica no setor. Apresenta como objetivos:
I – Geral:
- 76 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
a. Proporcionar ao aluno do curso de Farmácia do CEULP/ULBRA experiência
prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico
desenvolvido pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão
do campo de trabalho, das relações humanas, da ética profissional e
propiciando a aplicação da ciência farmacêutica na assistência ao paciente e
treinamento no exercício profissional competente nas áreas de atuação do
farmacêutico.
II - Específicos:
a. Oportunizar o relacionamento ético-profissional no ambiente de trabalho;
b. Desenvolver
comportamentos
e
atitudes
para
a
integração
e
relacionamento com os demais membros da equipe, propiciando a
identificação do farmacêutico como membro participante e atuante da
equipe.
Matriz Curricular
Estágio Supervisionado em Farmácia I (68h)
a. Desenvolver a capacidade de reflexão crítica diante da complexidade do
comportamento humano, especialmente frente a situações de crise e de
doença;
b. Conhecer as diferentes dimensões envolvidas na comunicação: psíquicas,
cognitivas e técnicas;
c. Discutir o manejo de situações do dia a dia do profissional, na sua relação
com pacientes e membros da equipe de saúde;
d. Conhecer os fluxos das atividades do farmacêutico, gerenciamento de rotinas;
e. Conhecer os locais de atuação do farmacêutico - Empresas Farmacêuticas;
f.
Problematizar a atuação profissional;
g. Introduzir o aluno no estudo dos medicamentos;
h. Introduzir o aluno no ambiente da Farmácia de dispensação, hospitalar,
manipulação, análises clínicas.
Estágio Supervisionado em Farmácia II (102h)
a. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício
de suas atividades em unidades públicas de dispensação municipais;
- 77 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
b. Conscientizar a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a
função, atitudes e atividades do farmacêutico em unidades públicas de
dispensação municipais como profissional da área de saúde, junto à
população;
c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem a prestação de uma
assistência farmacêutica voltada ao paciente e sua terapia medicamentosa.
Estágio Supervisionado em Farmácia III (68h)
a.
Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de empresas ligadas ao
ramo de alimentos;
b.
Vivenciar o ambiente de trabalho, do comportamento e relacionamento
profissional;
c.
Desenvolver atividades técnico-científicas aplicando-as na elaboração de
alimentos e no controle de qualidade destes.
Estágio Supervisionado em Farmácia IV (102h)
a. Conhecer o organograma, fluxograma, procedimentos operacionais e boas
práticas da farmácia de manipulação, laboratório de análises clínicas, farmácia
hospitalar e drogaria.
Estágio Supervisionado em Farmácia V (68h)
a. Exercitar programas de Atenção Farmacêutica, como ferramenta importante para
qualificação da terapêutica do paciente;
b. Utilizar diferentes instrumentos de controle da qualidade da terapêutica;
c.
Capacitar e conscientizar a respeito da necessidade e relatar reações adversas a
medicamentos.
Estágio Supervisionado em Farmácia VI (272h)
Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de manipulação de
medicamentos e do laboratório de análises clínicas.
Farmácia de Manipulação
a. Conhecer e vivenciar as funções exercidas pelo farmacêutico no fluxograma
de uma farmácia magistral através de atividades no laboratório de tecnologia
farmacêutica.
b. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho da farmácia com
manipulação;
- 78 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
c. Propiciar o desenvolvimento das atividades técnico-científicas e aplicação
das mesmas na elaboração de produtos farmacêuticos com qualidade e
eficácia, no âmbito da farmácia com manipulação;
d. Proporcionar
a
visualização
da
farmácia
com
manipulação
como
estabelecimento de prestação de serviços de saúde e de assistência
farmacêutica e não somente como estabelecimento comercial.
Indústria de Medicamentos ou Cosméticos
a. Vivenciar
o
ambiente
de
trabalho
da
indústria
farmacêutica,
do
comportamento e relacionamento ético-profissional. Desenvolver atividades
técnico-científicas e aplicação das mesmas na elaboração de medicamentos.
Laboratório de Análises Clínicas
a. Conhecer e vivenciar as funções exercidas pelo farmacêutico na rotina
laboratorial capacitando-o para atuar nas diversas áreas das análises
clínicas;
b. Conscientizar
sobre
a
necessidade
da
Assistência
Farmacêutica,
identificando a função, atitudes e atividades do farmacêutico no laboratório
de análises clínicas como profissional da área de saúde, junta a população;
c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem aliar o aspecto
comercial do laboratório com a prestação de uma assistência farmacêutica
voltada ao paciente;
d. Proporcionar a visualização do laboratório de análises clínicas como
estabelecimento de prestação de serviços de saúde e de diagnóstico
complementar.
Estágio Supervisionado em Farmácia VII (272h)
Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de
dispensação de medicamentos e correlatos e da farmácia hospitalar;
Farmácia de Dispensação
a. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício de
suas atividades na farmácia de dispensação;
b. Conscientizar a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a função,
atitudes e atividades do farmacêutico em farmácias e drogarias como profissional
da área de saúde, junto à população;
- 79 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem aliar o aspecto comercial da
farmácia com a prestação de uma assistência farmacêutica voltada ao paciente e
sua terapia medicamentosa.
Farmácia Hospitalar
a. Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de farmácias hospitalares;
b. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico no exercício de
suas
atividades
na
farmácia
hospitalar,
comportamento
ético-profissional,
relacionamento pessoal e profissional;
c. Desenvolver comportamentos e atitudes que permitam o relacionamento com as
demais equipes de profissionais do hospital: administrativa, financeira e outras;
d. Desenvolver
a
assistência
farmacêutica
voltada
ao
paciente,
propiciando
evidenciar as funções e atividades práticas da atuação do farmacêutico.
IV - DA CARGA HORÁRIA
Art. 8º - A carga horária estabelecida no currículo do curso obedece à legislação e às
diretrizes vigentes do Ministério da Educação e Cultura – MEC, que determinam para
Estágios Supervisionados, carga horária mínima de 20% em relação à carga horária total
do curso.
Art. 9º - As disciplinas de Estágio em Farmácia são subdivididas em áreas para que os
acadêmicos possam presenciar, na prática, um maior número de especialidades possível
sendo que cada área corresponde a um ciclo de estágio, com carga horária corrida,
correspondente à semestral, que o acadêmico deverá cumprir, conforme descrito no
quadro abaixo.
Grade Curricular
ESTÁGIO
Período
CR
CH
TOTAL
ÁREAS
CH PARCIAL
Relações
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM
Interpessoais e
4º
4
68h
FARMÁCIA I
Organização da
-
Assistência
Farmacêutica
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM
Dispensação em
5º
6
102h
FARMÁCIA II
Unidades
Públicas
- 80 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
-
ESTÁGIO
Empresas ligadas
SUPERVISIONADO EM
6º
4
68h
ao ramo de
FARMÁCIA III
-
Alimentos
Procedimentos
7º
6
102h
operacionais e
ESTÁGIO
boas práticas
SUPERVISIONADO EM
aplicáveis às
FARMÁCIA IV
áreas de atuação
-
do farmacêutico
generalista
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM
8º
4
Atenção
68h
Farmacêutica
FARMÁCIA V
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM
9º
16
272h
Análises Clínicas
136h
Manipulação
136h
Hospitalar
136h
FARMÁCIA VI
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM
10º
16
272h
Dispensação em
FARMÁCIA VII
-
Drogarias
136h
Art. 10º- Os Estágios Supervisionados são realizados nos turnos, matutino e vespertino,
salvo exceções em função da disponibilidade de locais conveniados.
Art. 11º - Os acadêmicos do curso devem passar por todas as áreas de estágio
realizando-os na seqüência crescente conforme dispostos na matriz curricular e
obedecendo os co-requisitos e pré-requisitos estabelecidos.
V - DOS PRÉ-REQUISITOS/CO-REQUISITOS
Art. 12º - Será considerado apto a cursar os estágios, o aluno que tiver cursado com
aprovação (pré-requisito) ou cursando (co-requisito), as disciplinas profissionalizantes do
curso de farmácia citadas a seguir:
I - Estágio Supervisionado em Farmácia I - como pré-requisito Introdução às Ciências
Farmacêuticas.
II - Estágio Supervisionado em Farmácia II - como pré-requisito Estágio Supervisionado
em Farmácia I e Farmacologia e Farmacocinética.
- 81 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
III - Estágio Supervisionado em Farmácia III - como co-requisito Bromatologia e como
pré-requisitos Bioquímica Aplicada, Estudos em Microbiologia e Processos Imunológicos e
Estágio Supervisionado em Farmácia I;
IV
-
Estágio
Supervisionado
em
Farmácia
IV
-
como
pré-requisitos
Estágio
Supervisionado em Farmácia II, Tecnologia Farmacêutica I e II, Bioquímica Aplicada,
Microbiologia Clínica e como co-requisito Farmácia Hospitalar;
V - Estágio Supervisionado em Farmácia V - como pré-requisitos Estágio Supervisionado
em Farmácia II, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica I, II e co-requisito
Farmacoterapêutica e Assistência Farmacêutica.
VI
-
Estágio
Supervisionado
em
Farmácia
VI
-
como
pré-requisitos
Estágio
Supervisionado em Farmácia IV, Estágio Supervisionado em Farmácia V, Bioquímica
Clínica, Toxicologia, Imunologia Clínica, Hematologia Clínica, Tecnologia Farmacêutica III
e Controle de Qualidade de Insumos e Produtos Farmacêuticos e como co-requisito
Análises Citológicas e Parasitológicas.
VII
-
Estágio
Supervisionado
em
Farmácia
VII
-
como
pré-requisitos
Estágio
Supervisionado em Farmácia VI, Legislação Farmacêutica, Administração Farmacêutica e
Farmácia Hospitalar.
VI - DOS LOCAIS DE ESTÁGIO
Art. 13º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia são oferecidos aos
acadêmicos em locais próprios ou em Instituições conveniadas, organizados em função
das exigências do local de estágio e na conformidade do acordo prévio entre o CEULP e a
Instituição de estágio.
Art. 14º - Os Estágios Supervisionados do curso de Farmácia ocorrem no Laboratório
Escola do CEULP/ULBRA, e em locais conveniados, sendo estes instituições particulares e
públicas (Secretaria Municipal e Estadual de Saúde).
Art. 15º - Será permitida a realização dos estágios somente no Laboratório Escola e em
estabelecimentos conveniados junto a FULBRA e que tenham Responsável Técnico,
cabendo à Coordenação de Estágios e Departamento Jurídico do CEULP/ULBRA a
avaliação e credenciamento dos locais apropriados.
- 82 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 16º - O aluno que optar pelo estágio em Indústria Farmacêutica deverá fazer
contato com a indústria de interesse e informar à coordenação de curso no momento da
matrícula na disciplina de Estágio Supervisionado VI. A indústria procederá à avaliação e
supervisão, devendo o aluno apresentar a documentação de desempenho e carga horária
no final do estágio.
Art. 17º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia estão atualmente
distribuídos nos locais, a saber:
Matriz curricular
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA I (4º período)
Relações interpessoais e organização da assistência farmacêutica através de vivência nos
locais de atuação do profissional farmacêutico Análises Clínicas (Laboratório Escola),
Dispensação (Farmácias Municipais), Hospitalar (Hospital e Maternidade Cristo Rei),
Manipulação (Farmácia de Manipulação Dose Exata ou Farmácia de Manipulação
Floramed) e Centro de Informação sobre Medicamentos – CIM (CEULP/ULBRA).
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA II (5º período)
Aspectos
administrativos
e
gerenciais
de
empresas
farmacêuticas
públicas
de
dispensação de medicamentos e correlatos Dispensação: unidades públicas de
dispensação municipais.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
Ferramentas para gestão da qualidade em indústrias de alimentos (Boas Práticas de
Manipulação - BPF e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle - APPCC).
Aspectos práticos: fluxo de produção, higiene e saúde de manipuladores, limpeza e
sanitização de equipamentos e utensílios Restaurantes Comunitários de Palmas.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA IV (7º período)
Organograma, fluxograma, procedimentos operacionais e boas práticas relativas à
empresas farmacêuticas de manipulação de medicamentos, laboratório de análises
clínicas, drogarias e hospitais Complexo Laboratorial do CEULP, Laboratório Escola e
Drogarias conveniadas.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA V (8º período)
Estudo dos problemas relacionados aos medicamentos e planejamento da atenção
farmacêutica Comunidade de bairros no município de Palmas.
- 83 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA VI (9º período)
Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de manipulação de
medicamentos
e
Laboratório
de
Análises
Clínicas
Farmácias
de
Manipulação
conveniadas – 136 horas; Laboratório Escola do CEULP/ULBRA – 136 horas.
ESTÁGIO SUPERVISIONADOEM FARMÁCIA VII (10º período)
Aspectos administrativos e gerenciais de farmácias hospitalares Hospital Geral de
Palmas (HGP) ou Hospital e Maternidade Cristo Rei – 136 horas.
Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas particulares de
dispensação de medicamentos Dispensação: Drogarias Conveniadas - 136 horas.
VII - DOS ACADÊMICOS ESTAGIÁRIOS
Art. 18º - Para matricular-se nos Estágios Supervisionados em Farmácia o acadêmico
deverá:
a. ser aluno do CEULP/ULBRA e estar regularmente matriculado no semestre, nas
disciplinas correspondentes aos estágios que realizará;
b. matricular-se nas datas determinadas pelo calendário acadêmico ou estipuladas
pela coordenação do curso;
c. realizar a
matrícula dos estágios bloqueados exclusivamente de modo
presencial;
d. apresentar à coordenação do curso no ato da matrícula dos estágios II, III, VI
e VII, uma cópia do CPF, RG e da carteira da vacinação atualizada incluindo as
vacinas BCG, Hepatite B, Tétano, Febre Amarela e Rubéola, que são obrigatórias;
e. preencher e assinar o termo de compromisso;
f. seguir o regime didático que compreenderá:
i. realização de atividades de cunho teórico e prático;
ii. realização de provas teóricas e práticas, discussões de casos clínicos,
apresentação de seminários, palestras e entrega de relatórios e trabalhos, de
acordo com o Plano de Ensino da área de estágio;
iii. participação de visitas, palestras e atividades previamente informadas pelo
supervisor de estágio;
iv. cumprimento na íntegra do Plano de Ensino proposto pela área;
v. ser avaliado de acordo com a ficha de avaliação conceitual, além de
seminários, palestras, prova teórico-prática e/ou prova prática;
vi. registrar suas presenças nas fichas de frequência e nas atas de assinatura
(diário).
- 84 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 19º - Os acadêmicos serão designados para as áreas de estágio em grupos de
aproximadamente 5 alunos, conforme estabelecido pelos convênios, tendo em vista o
espaço físico dos locais.
Art. 20º - As horas excedentes efetuadas nos estágios não serão computadas para a
integralização do tempo útil e mínimo do curso.
VIII - DA CONDUTA DO DISCENTE
Art. 21º - Todo acadêmico estagiário do curso de Farmácia deverá obrigatoriamente
utilizar crachá de identificação padrão do CEULP/ULBRA.
Art. 22º - É de responsabilidade dos acadêmicos cumprir as normas e rotinas de cada
local de estágio.
Art. 23º - O acadêmico em estágio deverá manter unhas curtas, cabelos presos e estar
vestido adequadamente conforme as exigências de cada local. Salvo exceções, entendese como vestimenta adequada e necessária aos estágios, roupa e sapatos brancos e
jaleco com mangas. É vetado o uso de tamancos, chinelos em geral, decotes, bermudas,
camisetas cavadas, mini-saias, mini-blusas, roupas transparentes e bonés. Nos hospitais,
laboratório escola e farmácias de manipulação o uso de calçados fechados é obrigatório e
não é permitido o uso de esmaltes, brincos, anéis, pulseiras e congêneres, objetivando
salvaguardar a segurança dos estudantes e pacientes além da garantia da qualidade dos
produtos e exames.
Art. 24º - Não é permitida a entrada e a permanência de estagiários nos locais de
estágio fora do período de estágio sendo que, quando houver necessidade, o acadêmico
deverá solicitar autorização do supervisor responsável pela área.
Art. 25º - O acadêmico estagiário deverá responsabilizar-se pelo cuidado dos aparelhos
e materiais utilizados bem como informar ao supervisor sobre defeitos de funcionamento
ou possíveis danos em materiais e aparelhos utilizados.
Art. 26° - A responsabilidade sobre pertences pessoais é de exclusiva responsabilidade
do acadêmico, portanto, sugere-se portar o mínimo de objetos pessoais nos campos de
estágios supervisionados. O CEULP/ULBRA, bem como seus parceiros nos estágios
supervisionados, não se responsabilizam por eventuais perdas, furtos ou avariações.
- 85 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 27º - O acadêmico não deverá questionar publicamente outros profissionais que
atuam nos campos de estágio, buscando sempre manter um relacionamento de
cordialidade e respeito. Em caso de discordância entre o acadêmico e qualquer
profissional de saúde de uma das instituições conveniadas, o supervisor acadêmico
responsável
deverá
ser
comunicado
e,
caberá
a
ele
a
responsabilidade
pelos
encaminhamentos necessários.
Art. 28º - Não é permitido questionar os supervisores (local/acadêmico) ou os demais
colegas na presença de pacientes ou acompanhantes. Quando houver discordância entre
acadêmicos ou entre acadêmicos e supervisores, as discussões deverão ocorrer em local
adequado, visando à ética profissional.
Art. 29º - Qualquer intercorrência ou dúvida, o acadêmico deverá dirigir-se ao
supervisor local, ao supervisor acadêmico ou ao coordenador do curso, seguindo essa
ordem para resolução.
IX - DOS HORÁRIOS
Art. 30º - Cada estágio tem suas características e horários específicos de início e
término. Esses horários serão disponibilizados aos acadêmicos na primeira reunião
semestral dos estágios e no Portal do CEULP.
Art. 31º - Cabe ao acadêmico chegar e sair do local de estágio pontualmente, não sendo
permitido o atraso superior a 15 minutos. Após os 15 minutos de atraso o aluno poderá
desenvolver as atividades, mas ficará com falta sem direito a reposição da mesma.
X - DA FREQUÊNCIA
Art. 32º - A frequência mínima exigida nos estágios é de 75% (setenta e cinco por
cento) da carga horária total de cada estágio.
Art. 33º - A avaliação dos estágios é um processo contínuo, portanto, a cada falta o
acadêmico estagiário estará sujeito à perda de pontos em sua avaliação.
Art. 34º - Os estágios não prevêem exercícios domiciliares de acordo a Resolução
CONSEPE n° 304 de 25 de junho de 2008 e não se aplica a Lei Nº 6202/75, referente às
alunas gestantes.
XI - DOS SUPERVISORES ACADÊMICOS
- 86 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 35º - O supervisor acadêmico será um profissional da área, vinculado ao
CEULP/ULBRA designado para a função pelo coordenador do curso.
Art. 36º - São atribuições do supervisor acadêmico:
a. abrir campos de estágios, viabilizando ações burocráticas e facilitando as
práticas pedagógicas;
b. conferir os acadêmicos matriculados em estágio, e distribuí-los em grupos,
seguindo as especificações necessárias;
c. no início do semestre letivo, reunir-se com acadêmicos matriculados nos
estágios para informá-los sobre os procedimentos, normas e rotinas relativas a
cada área;
d. entregar nas unidades responsáveis a documentação necessária para a
prática dos estágios e realizar as correções que forem solicitadas;
e. comparecer às reuniões com instituições parceiras;
f. manter o coordenador do curso informado sobre o andamento dos
estágios;
g. promover a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade, desenvolvendo
suas atividades de campo em estreita e planejada colaboração com o professor do
respectivo conteúdo teórico e das disciplinas afins;
h. ao receber o Diário de Classe, verificar se o mesmo está completo e correto
quanto à listagem dos alunos e preenchê-lo durante o semestre;
i. manter postura ética e profissional adequada, exigindo o mesmo de seus
alunos;
f. cumprir e fazer cumprir normas e rotinas relativas à vestimenta adequada,
crachá de identificação, material necessário e procedimentos gerais de cada área
de estágio;
g. informar ao coordenador do curso, por meio de relatório, sobre qualquer
dificuldade, problema ou conflito ocorrido no campo;
h. participar das reuniões e/ou atividades programadas pela coordenação de
curso;
j. realizar reuniões sistemáticas e supervisão com os estagiários objetivando
orientação, acompanhamento e avaliação das atividades em desenvolvimento,
promovendo discussão de situações vivenciadas, análise e compreensão crítica
das ações e do trabalho realizado, estabelecendo relações entre teoria e prática;
k. prestar assistência aos alunos e incentivá-los na sua formação profissional,
através de atividades didáticas e científicas, contribuindo para a sua formação
integral, mantendo um relacionamento amigável e de respeito;
- 87 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
l. informar ao estagiário de forma sistemática ou a qualquer tempo quando de
situações irregulares, sobre seu desempenho de maneira que haja tempo hábil
para recuperação dos atos falhos;
m. avaliar continuamente, durante o processo de estágio os alunos de acordo
com os critérios pré-estabelecidos no plano de ensino;
n. contemplar na avaliação escrita, os aspectos do conhecimento teórico,
desempenho profissional, habilidades técnicas e postura ética dos alunosestagiários;
o. informar ao aluno, sua nota e seu desempenho, discutindo os critérios com
o mesmo ao final de cada ciclo do estágio;
p. seguir as normas da Instituição quanto a elaboração do plano de ensino,
preenchimento e entrega do Diário de Classe e a Ata Final, dentro do prazo
determinado pelo calendário acadêmico anual do CEULP/ULBRA. No caso de
estágios com
mais de um professor supervisor, estes deverão reunir-se
periodicamente e realizar conjuntamente os procedimentos;
r. entregar ao final de cada semestre para o coordenador de curso as fichas
de avaliação contendo as notas de cada aluno.
s. ausências ou atrasos do supervisor, deverão ser avisados a coordenação de
curso e caso não sejam justificados ou autorizados, serão passíveis de
penalidades, determinadas pelo regimento interno do CEULP/ULBRA.
XII - DO SUPERVISOR LOCAL
Art. 37º - O supervisor local será obrigatoriamente o responsável técnico vinculado ao
local de estágio.
Art. 38º - São atribuições do supervisor local:
a. Elaborar junto à supervisão acadêmica o programa de estágio com as
atividades a serem desenvolvidas pelos estagiários;
b. Acompanhar e orientar o estagiário quanto a questões técnico-científicas, éticas
e comportamentais;
c. Reunir-se periodicamente com os supervisores acadêmicos de estágio;
d. Comunicar ao supervisor acadêmico qualquer problema relacionado ao estágio;
e. Acompanhar o estagiário registrando seu comportamento e freqüência;
f. Encaminhar as fichas com os registros de frequência e comportamento ao
supervisor acadêmico.
XIV - DA RELAÇÃO ALUNO/SUPERVISOR
- 88 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 39º - O número de supervisores por aluno é definido no convênio estabelecido pelos
locais de estágio de forma a garantir o bom aproveitamento do estagiário. No caso do
estágio hospitalar a supervisão acadêmica é integral. Na dispensação, manipulação,
alimentos
e
análises
clínicas
a
supervisão
acadêmica
é
parcial,
porém
com
acompanhamento do supervisor local.
XIII- DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Art. 40º - A avaliação das disciplinas de Estágio em Farmácia é um processo contínuo,
portanto, o acadêmico será avaliado durante todo o período no qual se encontra em uma
área de estágio;
Art. 41º - A avaliação dos estágios será desenvolvida de acordo com o estabelecido no
Plano de Ensino de cada estágio;
Art. 42º - A nota dos estágios supervisionados em farmácia VI e VII obtida a partir da
média aritmética simples de todos os campos frequentados pelo aluno será considerada
como G1 e G2.
Art. 43º - Para ser aprovado nas disciplinas de estágio, o acadêmico deverá atingir
média igual ou superior a 6,0 (seis) e freqüência igual ou superior a 75% da carga
horária total;
Art. 44º - Por suas características, não haverá avaliação de substituição de grau para as
disciplinas de estágio.
Art. 45º - Casos omissos neste regulamento serão analisados pelo Conselho do Curso de
Farmácia.
5.5. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE FARMÁCIA
DO CEULP/ULBRA
Art. 1º. As atividades Complementares têm por finalidade oportunizar ao acadêmico a
realização, concomitante às disciplinas do currículo, de atividades autônomas e flexíveis
- 89 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
centradas em temáticas da área de saúde, que representem instrumentos úteis e válidos
para a formação e aprimoramento básico do futuro profissional Farmacêutico.
Art. 2º.As Atividades Complementares do Curso de Farmácia do CEULP serão compostas
de uma carga horária mínima de duzentos e dez (230) horas, a serem cumpridas por
todos os acadêmicos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, não previstas na matriz
curricular.
Art. 3º. As atividades de ensino compreenderão as seguintes modalidades:
I –Assistência a disciplinas diversas das previstas na matriz curricular do Curso
de Farmácia ou eletivas, excetuadas as obrigatórias;
II –Atuação em monitorias de ensino;
III – Desenvolvimento de estágios extracurriculares;
IV - Assistência a defesas de:
a) monografias finais de cursos da área e afins;
b) dissertações de mestrado da área e afins;
c) teses de doutorado da área e afins.
V – Desenvolvimento de cursos e palestras como ministrante.
Art. 4º. As atividades de pesquisa compreenderão as seguintes modalidades:
I – Atuação em projetos de pesquisa e de iniciação científica, de forma
remunerada ou voluntária;
II – Publicação de trabalhos científicos;
Art. 5°. As atividades de extensão compreenderão as seguintes modalidades:
I - Atuação em projetos e programas de extensão;
II – Atuações em projetos voluntários (ações sociais);
III–Participação em eventos científicos ou não científicos, tais como seminários,
simpósios, congressos, conferências e palestras ou outros cursos pertinentes e úteis à
formação do farmacêutico;
IV - Cursos de aperfeiçoamento, informática e/ou idioma;
V- Participação em órgãos de Conselho (Conselho de Curso, DCE e CA).
Art. 6º. No caso de atividades realizadas em áreas afins à farmácia, caberá ao Conselho
de Curso avaliar e autorizar o registro da atividade e o cômputo da carga horária,
considerando sua pertinência e utilidade à formação do acadêmico, que fixará, nestes
casos específicos, o limite de horas a serem computadas.
- 90 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 7º. O acadêmico não necessita realizar todas as atividades elencadas nos artigos
anteriores, mas é obrigatória a participação de todos os acadêmicos em pelo menos duas
modalidades de atividade, sendo de ensino, pesquisa e extensão.
Art. 8º. O controle, o registro e o cômputo da carga horária das atividades
complementares são realizados em formulário próprio, mediante a apresentação, pelo
acadêmico, na Central de Atendimento, dos documentos comprobatórios das respectivas
cargas horárias. O protocolo das atividades complementares é realizado apenas uma vez
por semestre, em data divulgada no Calendário Acadêmico da IES.
Art. 9º.
A Coordenação é responsável por informar à Secretaria do CEULP/ULBRA o
resultado final das atividades complementares, atestando em ata o cumprimento ou não
da carga horária mínima de 230 horas.
Art. 10.
Todas as atividades complementares a carga horária curricular realizadas a
partir do ingresso no Curso de Farmácia serão válidas desde que atendidas as
disposições deste regulamento.
Parágrafo Único. Quando o aluno ingressa através de transferência de outra instituição
de ensino superior é possível aproveitar as Atividades Complementares desenvolvidas,
cabendo ao Conselho de Curso analisar a pertinência ou não da atividade e atribuir-lhe
carga horária.
Art. 11. Casos omissos neste regulamento serão analisados pelo Conselho do Curso de
Farmácia.
Art. 12.
Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos
competentes, revogando-se todas as demais disposições em contrário existentes sobre a
matéria.
5.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO DE CURSO DO CEULP/ULBRA FARMÁCIA
TÍTULO I
- 91 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
DA FINALIDADE E OBJETIVOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
Art. 1º. O presente regulamento tem como finalidade normatizar as atividades
relacionadas com o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, requisito indispensável para
obtenção do título de Bacharel em Ciências Farmacêuticas.
Art. 2º. O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - constitui-se numa atividade
acadêmica de sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à
área de atuação profissional, e mediante orientação e avaliação docente, cuja exigência é
um requisito essencial e obrigatório para a integralização curricular.
Parágrafo Único - Entende-se por atividades acadêmicas aquelas que articulam e interrelacionam os conteúdos das disciplinas estudadas com as experiências cotidianas,
dentro e fora da instituição, para ratificar, retificar e/ou ampliar o campo de
conhecimento.
Art. 3º. No Curso de Farmácia, o TCC será desenvolvido por meio da disciplina TCC em
Ciências Farmacêuticas, denominado Trabalho de Conclusão de Curso - TCC.
§ 1º O TCC será desenvolvido durante o decorrer do último semestre e deverá
contemplar aspectos teóricos e metodológicos de forma a possibilitar ao acadêmico a
elaboração, desenvolvimento, apresentação na forma escrita e oral a uma Banca
examinadora para avaliação além de defesa pública.
§ 2º O TCC obrigatoriamente deverá ser elaborado de forma individual.
Art. 4º. A elaboração do TCC implicará em rigor metodológico e científico, organização e
contribuição para a ciência, sistematização e aprofundamento do tema abordado, sem
ultrapassar, contudo, o nível de graduação. São objetivos do TCC:
I - possibilitar ao acadêmico a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições para a
publicação de artigos e trabalhos científicos;
II - sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso;
III - garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida
na dinâmica da realidade local, regional e nacional;
- 92 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
IV - subsidiar o processo de ensino, contribuindo para a realimentação dos conteúdos
programáticos das disciplinas integrantes do currículo.
Art. 5º. O TCC do Curso de Farmácia pode ser desenvolvido em três (3) modalidades:
I - Revisão bibliográfica: tais trabalhos objetivam a elaboração de monografias sobre
temas diversos compilando dados recentes da literatura científica; como, por exemplo,
através de revisão
farmacológica
de novos fármacos, manejo
de pacientes
e,
monografias de plantas medicinais;
II - Pesquisa de Campo: trabalhos desenvolvidos no âmbito da assistência farmacêutica,
que visam analisar e discutir o uso racional de medicamentos ou aspectos gerais da
Assistência Farmacêutica em diferentes níveis de atenção à saúde, individual ou coletiva
no setor público ou privado;
III - Experimentos Laboratoriais: em geral os TCC práticos estão concentrados nas áreas
de
análise
farmacêutica,
bioquímica,
fisiologia,
farmacognosia,
farmacologia,
microbiologia, parasitologia, imunologia, biologia molecular e tecnologia farmacêutica.
Esses trabalhos podem ser realizados nos Laboratórios do Complexo Laboratorial,
Laboratório Escola, bem como em outras Instituições de Pesquisa e Pós-graduação
através de convênios, desde que seja orientado por professor do CEULP/ULBRA.
TÍTULO II
DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 6º. O Coordenador do Curso de Farmácia indicará professor, dentre aqueles
pertencentes ao corpo docente do Curso de Farmácia, que será responsável pela
Coordenação do Trabalho Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas.
Art 7°. Compete ao Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências
Farmacêuticas:
I – proporcionar, com o auxílio de professores orientadores, orientação metodológica e
acompanhamento aos estudantes matriculados na disciplina de TCC em Ciências
Farmacêuticas;
II – publicar a relação de professores orientadores com as respectivas disponibilidades de
orientação, bem como as linhas de pesquisa ou área de interesse;
- 93 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
III – convocar, sempre que necessário, reuniões com os professores orientadores e
estudantes matriculados na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas;
IV – Indicar professores orientadores para os estudantes que não os tiverem;
V – elaborar, semestralmente, o calendário das atividades relativas ao Trabalho de
Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas, que deverá ser publicado na primeira
reunião do semestre letivo;
VI – atender os estudantes matriculados na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso
em Ciências Farmacêuticas;
VII – encaminhar aos professores orientadores as fichas de acompanhamento da
atividade de orientação;
VIII – designar e publicar os membros das bancas examinadoras bem como o local e
data das defesas;
IX – receber os Trabalhos de Conclusão de Curso e encaminhá-los aos membros
participantes das bancas examinadoras.
X – designar comissão especial de sindicância para casos de fraude no Trabalho de
Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas, composta por três professores
orientadores;
XI - arquivar os documentos referentes ao TCC;
XII - encaminhar a Secretaria Geral, no final do período letivo, os resultados das
avaliações do TCC;
XIII – tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias ao
efetivo cumprimento deste Regulamento.
TÍTULO III
DOS ORIENTADORES, BANCA EXAMINADORA E ORIENTANDOS
CAPÍTULO I
DOS ORIENTADORES
Art. 8º. A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didáticopedagógico, será de responsabilidade dos docentes do Curso de Farmácia e áreas
relacionadas
(devidamente
cadastrados)
do
CEULP/ULBRA,
- 94 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
preferencialmente
componentes da
lista de Professores Orientadores e com
titulação mínima de
especialização.
Parágrafo Único - O Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas é
atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de tempo de ensino dos
professores à atividade de orientação, sendo como tal remunerados na forma fixada pela
Direção Geral e pelo Regimento Geral do CEULP/ULBRA.
Art. 9º. Cabe ao acadêmico escolher o professor orientador de TCC, devendo, para esse
efeito, realizar o convite e informar através do termo de compromisso do orientador, no
ato da matrícula na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas;
Parágrafo Único - Ao assinar o termo de compromisso de orientação, o professor está
aceitando a orientação do aluno, bem como o aluno está aceitando as condições de
orientação impostas por este Regulamento.
Art. 10. Na situação em que o aluno não encontre um professor que se disponha a
assumir a sua orientação deve procurar a Coordenação de TCC, a fim de que lhe indique
um orientador dentre aqueles presentes na lista de orientadores.
Parágrafo Único. Cada professor poderá orientar no máximo cinco (05) alunos por
semestre, levando-se em consideração a ordem de procura. O vínculo será estabelecido a
partir da aceitação do professor através de sua assinatura em Termo de Compromisso.
Art. 11. A substituição de orientador é permitida somente quando outro docente assumir
formalmente a orientação, mediante aquiescência expressa do professor substituído,
sendo a decisão definitiva de competência da Coordenação do TCC.
Art. 12. O Professor Orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos:
I – freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC;
II – atender seus alunos orientandos, no CEULP/ULBRA, em horário previamente fixado;
- 95 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
III – elaborar, em conjunto com o estudante, um cronograma de encontros e tarefas
específicas para desenvolvimento da pesquisa;
IV – auxiliar o estudante na elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências
Farmacêuticas acerca do conteúdo e quanto às normas da ABNT;
V – revisar o trabalho, recomendando as correções e complementações necessárias;
VI – preencher a ficha de acompanhamento de orientação e entregá-las ao coordenador
de TCC;
VII – comunicar, por escrito, ao Coordenador do TCC os casos de alunos que não
compareçam nas reuniões de orientação ou que não cumpram as tarefas atribuídas e
prazos;
VIII- agendar em conjunto com a banca examinadora o dia, local e horário do exame de
qualificação e informar por escrito ao coordenador do TCC;
IX - emitir parecer de admissibilidade para defesa pública, juntamente com os membros
demais membros da banca examinadora;
X – informar ao orientando sobre o parecer de admissibilidade com no mínimo 72 horas
de antecedência da data estabelecida para a defesa;
XI – compor as Bancas Examinadoras da qualificação e defesa dos seus orientandos,
exercendo a Presidência;
XII – assinar, juntamente com os demais membros das bancas examinadoras, as atas
finais das sessões de qualificação e defesa;
XIII – acompanhar o processo de correção do trabalho após a qualificação e defesa;
XIV – cumprir este Regulamento.
Art. 13. A responsabilidade pela elaboração do TCC, tanto no conteúdo quanto nas
normas, é integralmente do estudante, o que não exime o Professor Orientador de
desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas neste Regulamento, as
atribuições decorrentes da sua atividade de orientação.
CAPÍTULO II
DA BANCA EXAMINADORA
- 96 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 14. A banca examinadora será composta pelo Professor Orientador, que a preside,
por 01 (um) membro indicado pela Coordenação de TCC, e outro convidado pelo aluno e
pelo professor orientador, desde que seja de área afim ao tema do trabalho;
§ 1º - A Coordenação do TCC indicará o prazo máximo para que o aluno informe o
professor convidado, mediante assinatura do Termo de Compromisso.
§ 2º - Caso o aluno deixe de indicar professor convidado, a Coordenação indicará outro
professor do Curso de Farmácia da Instituição para compor a banca.
§ 3º - Constituem membros da banca examinadora indicados pela Coordenação do TCC e
convidados os professores do curso de Farmácia e de áreas afins ao tema do trabalho
vinculados ao CEULP/ULBRA.
Art. 15. A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com a presença do
Presidente (professor orientador) e os 2 (dois) membros.
§ 1º - No caso de não comparecimento por justa causa de qualquer um dos membros da
banca, devidamente justificada para o coordenador de TCC, a banca deverá ser
remarcada em um prazo máximo de 5 (cinco) dias após a data estabelecida.
§ 2º - O professor orientador conduzirá os trabalhos da banca, porém não poderá
apresentar questionamentos nem elogios ao orientando ao longo da apresentação e
defesa.
Art. 16. Será mantida, sempre que possível, a equidade no número de indicações de
cada professor para compor as bancas examinadoras, procurando ainda, evitar-se a
designação de qualquer docente para um número superior a 10 (dez) bancas
examinadoras por semestre.
Art. 17. Os membros da banca, com exceção do orientador têm, entre outros, os
seguintes deveres específicos:
I – informar-se sobre as normas e os instrumentos de avaliação estabelecidos;
II- agendar em conjunto com o orientador e acadêmico o local e horário do exame de
qualificação;
III – compor as Bancas Examinadoras da qualificação e defesa, executando a avaliação
do trabalho;
IV – revisar o trabalho, recomendando as correções e complementações necessárias;
- 97 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
V – questionar ao acadêmico, aspectos relacionados tanto a apresentação quanto ao
trabalho escrito, bem como assuntos relacionados ao tema do trabalho;
VI - emitir parecer de admissibilidade para defesa pública, juntamente com o orientador;
VII – preencher as fichas de avaliação do exame de qualificação, o registro da correção
do exame de qualificação e da defesa;
VII – assinar as atas finais das sessões de qualificação e defesa;
IX – cumprir este Regulamento.
CAPÍTULO III
DOS ORIENTANDOS
Art. 18. Considera-se orientando o acadêmico regularmente matriculado na disciplina de
TCC em Ciências Farmacêuticas do Curso de Graduação em Ciências Farmacêuticas do
CEULP/ULBRA.
Art. 19. Os acadêmicos em fase de realização do TCC têm, entre outros, os seguintes
deveres específicos:
I – freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC e pelo seu Orientador;
II –
manter contatos semanais com
o Professor Orientador para discussão e
aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas;
III – cumprir o calendário divulgado pela Coordenação de TCC para entrega das versões
parciais e versão final do Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas;
IV – firmar com o orientador a ficha de acompanhamento de orientação das versões
parciais;
V – desenvolver as atividades relacionadas à elaboração do TCC de acordo com o
presente Regulamento, as instruções de seu Professor Orientador e da Coordenação de
TCC;
VI – utilizar fontes fidedignas para o desenvolvimento do TCC;
VII submeter seu trabalho à revisão do orientador, tantas vezes quantas necessárias,
assim como providenciar as modificações e acréscimos recomendados;
VIII - elaborar as versões parciais e a versão final de acordo com as normas da ABNT;
- 98 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
IX– entregar ao orientador mensalmente, versões parciais, as quais devem conter o
conteúdo pesquisado no período respectivo com no máximo 48 horas de antecedência
dos prazos previamente definidos para a entrega pelo coordenador do TCC.
X- entregar à Coordenação de TCC, 3 (três) cópias de seu Trabalho de Conclusão de
Curso para a qualificação e 3 (três) cópias para a defesa, devidamente assinadas pelo
orientador, acompanhadas de 1 CD contendo o TCC em formato digital bem como todos
os documentos digitais acessados para a elaboração do trabalho e a carta de
encaminhamento para a banca examinadora;
XI– comparecer em dia, hora e local determinados pelo orientador na qualificação e
desenvolver as correções solicitadas em conjunto com o professor orientador;
XII – informar-se junto ao professor orientador sobre o parecer de admissibilidade;
XIII – apresentar e defender oralmente o TCC de forma pública, perante a banca
examinadora, a menos que o parecer emitido pelo orientador e banca examinadora seja
desfavorável;
XIV – assinar as atas finais das sessões de qualificação e defesa;
XV- corrigir o trabalho após a qualificação e a defesa juntamente com o professor
orientador;
XVI – entregar a versão final impressa e encadernada acompanhada de 1 (um) CD
contendo os documentos digitais empregados na elaboração, bem como o TCC no
formato digital (Word ou PDF);
XVII – cumprir os prazos estabelecidos pelo orientador e coordenador do TCC;
XVIII – cumprir este Regulamento.
Parágrafo único. O não cumprimento do disposto em qualquer um dos itens deste
regulamento, a qualquer tempo, autoriza o professor a solicitar o desligamento dos
encargos de orientação, através de comunicação escrita e motivada à Coordenação de
TCC.
TÍTULO IV
DO DESENVOLVIMENTO E DA DEFESA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
CAPÍTULO I
DAS VERSÕES PARCIAIS
- 99 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 20. A primeira e a segunda versão parcial devem ser entregues ao orientador
mensalmente, com no máximo 48 horas de antecedência das datas estabelecidas de
entrega pelo coordenador de TCC.
§ 1º - A primeira versão parcial será constituída do registro de orientações e
desenvolvimento do referencial teórico; a segunda versão parcial, do registro de
orientações e desenvolvimento dos elementos textuais conforme estabelecido no Art 28.
Art. 21. A terceira versão deve ser entregue pelo acadêmico na Secretaria da
Coordenação na data estabelecida pelo coordenador de TCC, sendo apenas o registro de
orientações desta etapa entregue pelo orientador ao coordenador de TCC.
§ 1º - A terceira versão parcial será constituída de 3 (três) cópias do TCC para o exame
de qualificação, acompanhadas de 2 CDs contendo todos os arquivos digitais utilizados
como referência.
Artigo 22. O não cumprimento por parte do orientando das disposições previstas nos
artigos 20 e 21, autoriza o professor a solicitar o seu desligamento dos encargos de
orientação, mediante comunicação escrita e motivada à Coordenação de TCC.
CAPÍTULO II
DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO
Art. 23. O exame de qualificação será realizado com no máximo 1 (um) mês de
antecedência da data prevista para a defesa e agendada pelo orientador mediante a
entrega de documento específico.
Parágrafo Único – O exame de qualificação não será aberto ao público e a avaliação
será exclusivamente do trabalho escrito.
- 100 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 24. A versão para a qualificação deve ser elaborada e entregue, em 3 (três) vias,
ao coordenador de TCC com no máximo 07 dias de antecedência da data agendada para
o exame de qualificação.
Art. 25. A avaliação será desenvolvida pela mesma banca examinadora estabelecida
para a defesa e de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo documento específico,
tendo como nota máxima 3,0 (três) pontos obtidos a partir da média aritmética simples
das notas atribuídas por cada um dos membros avaliadores.
Art. 26. O registro das correções da qualificação deve ser realizado e entregue ao
coordenador de TCC, juntamente com a ficha de avaliação do exame de qualificação.
Art. 27. O exame de qualificação terá a duração de no máximo 45 minutos sendo 15
minutos para cada um dos membros da banca, incluindo o orientador.
Art. 28. A norma do trabalho a ser avaliado no exame de qualificação compõe-se de:
I-
na sua estrutura formal o trabalho deverá ser elaborado segundo os critérios
técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, e à padronização
estabelecida pela Coordenação do TCC, no que forem a elas aplicáveis;
II – no seu conteúdo, se faz necessária a vinculação direta do tema com uma das linhas
do conhecimento na área das Ciências Farmacêuticas;
III – seu caráter de idoneidade e de autenticidade.
IV – referentes aos elementos textuais o mínimo permitido é de 20 (vinte) laudas, e o
máximo de 40 (quarenta) laudas para trabalhos de revisão bibliográfica e para pesquisas
de campo e experimentos laboratoriais o mínimo permitido é de 30 (trinta), e o máximo
de 50 (cinquenta) laudas.
Parágrafo único. Os casos que não atenderem a estes critérios estarão sujeitos à
aplicação das sanções disciplinares regimentais.
Art. 29. A estrutura do trabalho a ser avaliado no exame de qualificação compõe-se de:
I – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
- 101 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
a) capa padronizada;
b) folha de rosto;
c) errata;
d) folha de aprovação;
e) dedicatória (opcional);
f) agradecimento (opcional);
g) epígrafe (opcional);
h) resumo – seguido das palavras-chave;
i) listas;
j) sumário.
II- ELEMENTOS TEXTUAIS
Revisão Bibliográfica
a) introdução;
b) objetivos;
c) metodologia;
d) referencial teórico;
f) considerações finais.
Pesquisas de campo e Experimentos laboratoriais
a) introdução;
b) objetivos;
c) referencial teórico;
d) metodologia;
e) resultados e discussão
f) considerações finais
III- ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
a) referências bibliográficas;
- 102 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
b) glossário (elemento condicionado à necessidade);
c) apêndice (elemento condicionado à necessidade);
d) anexos (elemento condicionado à necessidade).
Art. 30. As cópias da versão para o exame de qualificação devem ser encaminhadas às
bancas examinadoras com vistas à apresentação formal, devidamente encadernadas em
espiral, além de preencherem os seguintes requisitos:
I - digitadas ou impressas, em espaço um e meio (1,5), em papel branco tamanho A4
(21 cm x 29,7), tipo de letra Times New Roman ou Arial, tamanho 12 (doze), conforme
regras da ABNT;
II - as margens deverão ter as seguintes medidas: a esquerda 3 cm; superior 3 cm;
direita 2 cm e a inferior 2 cm.
Parágrafo Único. O aluno deverá entregar também a versão digital do trabalho e os
arquivos dos documentos digitais empregados na elaboração do trabalho.
CAPÍTULO III
DA DEFESA
Art.31. As defesas serão realizadas nas datas divulgadas pelo coordenador de TCC e
afixados no mural da coordenação do curso.
Parágrafo Único. As sessões de defesa dos trabalhos são públicas, não sendo permitido
aos membros das bancas examinadoras tornarem públicos os conteúdos dos mesmos
antes de sua apresentação.
Art. 32. Tanto as normas quanto a estrutura da versão para a defesa obedecerão aos
mesmos padrões estabelecidos para a versão apresentada no exame de qualificação e
que se encontram descritos nos artigos 26, 27 e 28.
Art. 33. A versão para a defesa deve ser elaborada e entregue, em 3 (três) vias, ao
coordenador de TCC na data previamente estabelecida por este, independentemente da
data da defesa.
- 103 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Parágrafo Único - Quando o TCC for entregue com atraso, a relevância do motivo será
avaliada pelo Coordenador de TCC.
Art. 34. Ao término da data limite para a entrega das cópias dos Trabalhos de Conclusão
de Curso, a Coordenação de TCC, afixará no mural da coordenação de curso a
composição das bancas examinadoras, os horários e as salas destinadas às suas
apresentações.
Art. 35. A avaliação será desenvolvida pela mesma banca examinadora estabelecida
para o exame de qualificação e de acordo com os parâmetros estabelecidos, tendo como
nota máxima 4,0 (quatro) pontos obtidos a partir da média aritmética simples das notas
atribuídas por cada um dos membros avaliadores, correspondentes a defesa oral e ao
trabalho escrito.
Art. 36. Na realização da banca, o estudante terá até 20 (vinte) minutos, para sua
apresentação oral e cada um dos membros avaliadores da banca até 15 (quinze) minutos
para a argüição do aluno.
§1º - Após a exposição oral do TCC, o uso da palavra será retomado pelo Presidente da
Banca que o concederá ao membro convidado para as suas considerações e argüições ao
examinando. Em seguida concedê-lo-á ao professor indicado, e por fim, o presidente
retomará a palavra para encerrar a fase de apresentação oral.
§ 2º - Poderá o Presidente da Banca Examinadora cassar a palavra do membro da Banca
que a utilizar inadequadamente ou com excesso de tempo no momento da argüição.
§ 3º - Esgotada a etapa das argüições passar-se-á à avaliação do examinando, em
sessão secreta.
§ 4º - Reabertos os trabalhos, será divulgado ao examinando o resultado final da
avaliação, sendo facultado o uso da palavra aos membros da banca e ao examinando
para considerações finais.
- 104 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
§ 5º - Encerrados os trabalhos, o presidente da banca examinadora preencherá em duas
vias a ata com o resultado final, que será assinada pelos demais membros.
Art. 37. O aluno que não entregar o trabalho, ou que não comparecer para a sua
apresentação formal sem motivo justificado na forma da legislação em vigor, estará
automaticamente reprovado na disciplina com o grau obtido até o momento (máximo 3,0
pontos).
Art. 38. A ata da defesa, assinada pelos membros da banca examinadora, não poderá
ter rasuras e deve ser entregue pelo Presidente da Banca Examinadora à Coordenação de
TCC.
§1º - Em caso de reprovação após a defesa, além da ata e ficha de defesa, deverão ser
entregues ao coordenador de TCC as 3 (três) cópias do trabalho contendo as correções
dos membros da banca examinadora, que ficarão arquivadas na coordenação do curso.
§2º - Depois de efetuadas as correções confirmadas pela assinatura de todos os
membros da banca examinadora, o trabalho deverá ser encadernado em capa dura, azul
escuro com letras douradas e entregue ao coordenador de TCC, obedecendo às datas
determinadas juntamente com uma cópia em CD-R incluindo os documentos digitais
empregados na elaboração do trabalho.
CAPITULO IV
DOS RECURSOS REFERENTES AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
Art. 39.
No caso de inconformidade, o aluno terá o prazo de 05 (cinco) dias úteis a
contar da decisão para contestá-la, endereçando o pedido escrito à Coordenação de TCC,
devidamente fundamentada e juntando documentos quando for o caso.
§ 1º - O Coordenador do TCC designará três professores, para conhecer e julgar os
recursos interpostos contra as decisões da Banca Examinadora;
- 105 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
§ 2º. O recurso deverá conter os seguintes requisitos:
I – nome e qualificação do recorrente;
II – a exposição do fato e do direito;
III – o pedido de nova decisão;
§ 3º. O julgamento proferido pelos professores designados substituirá a decisão
recorrida no que tiver sido objeto de recurso.
§ 4º. Em caso de deferimento do recurso impetrado, será designada nova banca
examinadora, no prazo de até 10 (dez) dias após a decisão de deferimento.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 40. Quando a versão para o exame de qualificação e/ou defesa for entregue com
atraso, o estudante deverá justificar o atraso à Coordenação de TCC mediante
requerimento protocolado na Central de Atendimento.
Parágrafo Único - Não sendo a justificativa, dentre aquelas previstas no regimento do
Centro Universitário Luterano de Palmas, a Coordenação de TCC informará o atraso à
banca examinadora, que considerará tal aspecto na avaliação, em 1,0 (um) ponto na
qualificação e 1,0 (um) ponto na defesa.
Art. 41.
O professor seja ele o orientador ou membro da banca examinadora, que
entender não ser adequado emitir parecer de admissibilidade para a defesa, poderá não
fazê-lo, justificando para a Coordenação de TCC, por escrito.
Art. 42. Caso, em qualquer momento do processo de elaboração, apresentação ou
defesa do Trabalho de Conclusão de Curso, for cogitado pelo professor orientador ou pela
banca examinadora a existência de plágio, fraude ou comercialização do respectivo
trabalho, será o acadêmico comunicado, reservadamente, constituindo-se imediatamente
uma Comissão Especial de Sindicância, composta por três professores, na qual será
- 106 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
assegurada ampla defesa do estudante no prazo de 05 (cinco) dias, e, sendo os fatos
comprovados, implicará na reprovação imediata e, em caráter definitivo, na disciplina de
TCC em Ciências Farmacêuticas.
Art. 43. Ao estudante matriculado na disciplina, cujo trabalho tenha sido reprovado, só
será permitido a apresentação do mesmo trabalho no semestre posterior, caso os
problemas que ocasionaram a reprovação forem sanados.
Art. 44. Os trabalhos aprovados poderão ser utilizados pelos professores do curso, com
objetivo didático-pedagógico e científico, ressalvados os direitos autorais.
Parágrafo
único.
Os
trabalhos
poderão
ficar
arquivados
na
biblioteca
ou
na
coordenação do curso, conforme a disponibilidade de espaço e critérios da própria
coordenação, ou ainda serem depositados na biblioteca mediante via digitalizada em CDROM.
Art. 45. Os trabalhos poderão ser apresentados em eventos, publicados em revista e/ou
em sistema eletrônico.
Art. 46. Estará impedido de ser orientador, convidado ou professor indicado pelo Curso
de Farmácia, o cônjuge ou parente do aluno em até 3º grau, a qualquer título.
Art. 47. As situações que não estejam previstas neste Regulamento serão analisadas e
decididas pela Coordenação de TCC em conjunto com a Coordenação do Curso de
Farmácia.
Art. 48. Este Regulamento entra em vigor no segundo semestre de 2011.
- 107 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
5.7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
5.7.1.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
O processo de avaliação da aprendizagem é parte integrante do processo de ensino e
obedece às normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão (CONSEPE), conforme Resolução Nº 363, de 21 de Julho de 2010,
cujo texto determina:
Art. 1º. A avaliação constitui processo contínuo, sistemático e cumulativo.
Art. 2°. A aprendizagem do aluno, nas disciplinas regulares constantes no currículo, será
avaliada ao
longo do semestre letivo e será expressa, para fins de registro acadêmico,
em dois graus, a saber:
•
Grau Um (G1) relativo aos saberes elaborados no primeiro bimestre letivo, que o
habilitem a aplicar
e construir ou reconstruir conhecimentos, metodologias e
processos.
•
Grau Dois (G2) relativo à totalidade dos saberes elaborados ao longo do semestre
e ao desenvolvimento de competências que o habilitem a utilizar, criativamente,
as aprendizagens propostas pela disciplina.
Parágrafo 1° - O grau final do semestre nessas disciplinas regulares resulta da
média ponderada entre o G1, com peso um, e o G2, com peso dois;
Parágrafo 2° - A composição do G1 e do G2 deverá ser na forma de prova
individual e trabalhos diversos durante o bimestre. A pontuação dos trabalhos
será de até 4,0 (quatro) pontos e a da prova a diferença necessária para
complementar 10 (dez) pontos.
Art. 3°. A avaliação da aprendizagem nas Práticas de Ensino, Estágios e Trabalhos de
Conclusão do Curso (TCC) segue o disposto nos respectivos regulamentos dos cursos.
Parágrafo Único - Nas disciplinas de características similares, devidamente
identificadas na forma regimental, aplica-se a sistemática definida no Art. 2º e §
1º.
- 108 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Art. 4°. As atividades complementares realizadas para cumprir requisito curricular serão
registradas
em
documento próprio, desde
que atendam às normas do Centro
Universitário.
Art. 5°. A descrição dos procedimentos e instrumentos de avaliação da aprendizagem,
tais como testes,
provas e outros trabalhos, constará no Plano de Ensino da Disciplina
referendado pelo Conselho do Curso, que estará à disposição dos alunos ao iniciar-se
semestre letivo.
Art. 6°. A avaliação da aprendizagem é expressa numericamente numa escala de zero
(0) a dez (10).
Art. 7°. É considerado aprovado o aluno que, tendo 75% de freqüência na disciplina,
alcançar na média ponderada entre os dois graus, G1 e G2, nota igual ou superior a seis
(6,0).
Art. 8°. Qualquer aluno, independente da média alcançada, tem direito a realizar a prova
de substituição de grau.
Parágrafo 1° - O aluno deverá indicar ao professor, antes realização da prova em
caráter definitivo,
Parágrafo
2°
-
o grau que deseja substituir.
O
grau
obtido
nesta
avaliação
cumulativa
substituirá,
obrigatoriamente, o grau correspondente.
Parágrafo 3° - O grau da substituição cumulativa terá peso correspondente ao do
substituído para fins de cálculo da média.
Art. 9°. O aluno impedido de comparecer a uma das avaliações tem direito a substituição
cumulativa, cujo resultado suprirá o grau deixado em aberto, com o peso que lhe
corresponde, no cálculo da media ponderada do semestre.
Art. 10°. É considerado reprovado na disciplina o aluno que, ao concluir o semestre
letivo:
a) não obteve, na média dos graus, inclusive aquele obtido na prova de
substituição, nota igual ou superior a 6,0 (seis), mesmo que tenha 75% de
freqüência na disciplina;
b) deixou de realizar o G1 e o G2 no semestre, não dispondo de amparo legal
- 109 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
para justificar ausência;
c) não obteve, no mínimo, 75% de freqüência na disciplina, independente da
nota obtida, salvo nos casos que se enquadram na legislação específica
(Decreto-Lei n° 1.044/69 Reed. Parecer CEB n° 6/98).
Art. 11°. Os resultados das avaliações são comunicados pelo professor em sala de aula,
bem como eletronicamente por meio do sistema do auto-atendimento.
Art. 12°. O aluno que discordar do resultado da avaliação poderá solicitar revisão com
exposição de motivos na Central de Atendimento ao Aluno, em documento endereçado
ao professor, com cópia ao Coordenador do Curso, no prazo de 5 (cinco) dias letivos
após a divulgação da nota.
Parágrafo Único: Caso não seja atendido pelo professor ou não concorde com a
solução recebida, poderá encaminhar pedido de reconsideração ao Coordenador
do Curso, por escrito, junto à Central de Atendimento ao Aluno do Centro
Universitário, no prazo máximo de 5 (cinco) dias letivos, contado a partir da data
da resposta da revisão solicitada ao professor.
Art. 13°. A presente resolução, após sua aprovação, passa a vigorar a partir do semestre
letivo de 2010/2, revogando-se as disposições em contrário.
5.7.2.
COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO
O acompanhamento das avaliações em períodos específicos, G1 e G2, permitirá que o
Curso, reunido em Conselho, verifique o desenvolvimento de seus alunos em diferentes
disciplinas, bem como a análise da metodologia aplicada pelos professores. Desta forma,
é possível verificar questões relacionadas à interdisciplinaridade, às competências e
habilidades necessárias em dado nível, bem como ao desempenho geral do aluno e do
professor.
As disciplinas que necessitarem, devido as suas características, de diferentes formatos de
avaliação, terão tais propostas discutidas em Conselho de Curso para posteriormente
serem aplicados em sala de aula, devidamente documentadas nos Planos de Ensino no
início do semestre. Fica facultado, assim, ao Curso o estabelecimento de formas de
avaliação diferenciadas para as disciplinas que se julgar necessárias, devendo, entretanto
seguir o caráter contínuo, sistemático e cumulativo definido para o processo de avaliação
- 110 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
da Instituição. Assim, será possível ao Curso ter diferencial nas avaliações de disciplinas
teórico/práticas e práticas.
5.7.3.
SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
A proposta de Avaliação do CEULP baseia-se na concepção da Comissão Nacional de
Avaliação do Ensino Superior – CONAES/SINAES, e visa a um triplo objetivo. Primeiro, o
aperfeiçoamento da qualidade acadêmica; segundo, a melhoria da gestão universitária,
gerando dados e diagnósticos confiáveis; e, enfim, a contribuição com a sociedade
através da formação de indivíduos criticamente preparados para intervir no processo
social, político e econômico da comunidade.
O processo de autoavaliação da instituição promove também a autoavaliação dos cursos,
que tem como objetivo estimular a reflexão sobre os projetos pedagógicos, desde as
questões relativas à interdisciplinaridade e organização curricular até melhorias nas
metodologias e sistemas avaliativos das disciplinas. Este processo é contínuo, de
permanente interação, visando ao aperfeiçoamento e melhorias no âmbito institucional
como um todo.
O atual processo de autoavaliação teve seu início com a formalização da Comissão
Própria de Avaliação (CPA), prevista no Art. 11 da Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004.
O CEULP orientando-se pela portaria nº127 de 28 de maio de 2004, legislação em
questão, instituiu sua CPA, com vistas não somente a atender ao exigido pelo Ministério
da Educação e Cultura (MEC), mas, principalmente, com o objetivo de consolidar a
Avaliação Institucional já praticada nesta Instituição desde 1997.
A avaliação institucional, realizada pela CPA, tem a participação de todas as instâncias e
segmentos da comunidade do CEULP, considerando as diferentes dimensões de ensino,
pesquisa, extensão e gestão. Ao final desta etapa, elabora-se o relatório das atividades
ou autoavaliação.
A CPA é quem elabora esse relatório final, que integra todos os resultados da avaliação
(interna e externa), indicando as deficiências acadêmicas ou institucionais e propondo,
juntamente com a participação dos professores e alunos dos cursos, bem como dos
dirigentes da instituição, medidas de superação.
A partir da análise dos dados, a CPA realiza reuniões sistemáticas com os dirigentes da
IES, os docentes e os discentes. Tais reuniões tem como propósito a análise e reflexão
dos resultados: da avaliação institucional, das avaliações dos cursos e do ENADE. Estes
instrumentos apresentam uma variedade de informações sobre os cursos, as quais são
- 111 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
consideradas no processo de análise e incorporação dos resultados no planejamento da
gestão acadêmico-administrativa.
5.7.3.1.
AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO
O resultado do ENADE, um dos procedimentos de avaliação do SINAES, analisado pela
coordenação do curso, NDE e o conselho do curso, foi especialmente preponderante na
definição de algumas ações do curso para os anos de 2012 e 2013, a saber:
•
Reuniões sistemáticas para reflexão sobre a organização didático-pedagógica,
especialmente no que tange a reavaliação dos planos de ensino (de forma a
intensificar o processo de interdisciplinaridade) e no planejamento de turmas a
partir da definição de eixos temáticos.
•
Reuniões mais constantes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) com o objetivo
de refletir sobre o Projeto Pedagógico do Curso, especialmente no que se refere
ao tripé ensino-pesquisa-extensão, de forma a tornar tal processo mais presente
na definição da estrutura e nos conteúdos curriculares.
•
Atualização das bibliografias básicas e complementares a partir da aquisição de
novo livros e das discussões realizadas nas reuniões do colegiado e do NDE.
•
Aumento da qualificação docente, no que tange à titulação, a partir da
contratação de doutores para ministrar disciplinas específicas do curso e para
orientar projetos científicos.
•
Intensificação dos processos de seleção de monitoria para as disciplinas teóricas e
práticas contribuindo com a melhoria no ensino. O direcionamento das atividades
dos monitores é realizado a partir de reuniões da coordenação do curso e
professores envolvidos com o grupo de monitores.
•
Reuniões bimestrais do Colegiado do Curso, em datas que coincidem com o
término das avaliações de Grau 1 e Grau 2, garantindo o acompanhamento do
desempenho dos alunos.
•
Avaliação dos estágios mediante reuniões da coordenação do curso e dos
acadêmicos com os respectivos supervisores, no início e término do semestre.
•
Aquisição
de
novos
equipamentos
Bioquímica/Imunoquímica,
e
materiais
Hematologia/Líquidos
para
os
Corporais,
laboratórios
de
Microbiologia,
Parasitologia, Farmacognosia, Homeopatia, Farmacotécnica e Farmacognosia
proporcionando a inserção de novas aulas práticas.
- 112 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Reflexões sobre o resultado dos processos de avaliação do curso e/ou da IES a
partir da interação entre a Comissão Própria de Avaliação (CPA) e os professores
e alunos do curso.
5.8. ATENDIMENTO AO DISCENTE
5.8.1.
ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO
A organização acadêmico-administrativa dos cursos de graduação do CEULP e oferecem
atendimento nos 03 (três) turnos:
•
A Secretaria Geral é o setor responsável pela documentação, registro e
acompanhamento da vida acadêmica do estudante, bem como pela emissão de
documentos para o acadêmico, desde o seu ingresso até a sua formatura. Possui,
ainda,
a
incumbência
procedimentos
e
de
dar
preparativos
suporte
para
as
aos
coordenadores
matrículas,
ao
quanto
aos
cadastramento
dos
candidatos para o processo seletivo, cadastros de turmas etc. Possui 09 (nove)
funcionários e dispõe de 07 computadores e 03 impressoras.
•
A Central de Atendimento ao Acadêmico: é o setor no qual os acadêmicos
protocolam os seus requerimentos (documentos, reingresso, documentação de
transferência, solicitação de colação de grau etc.) e obtêm as respostas a estes
requerimentos. Possui 07 (sete) funcionários e dispõe de 05 guichês de
atendimento com computadores, 02 computadores para trabalhos internos e 03
impressoras.
Na instituição, os alunos podem acessar o Portal da IES (www.ulbra-to.br) nos Labins e,
caso precisem imprimir alguma documentação, podem usar o Autoatendimento, que
consiste em um espaço ao lado da Central de Atendimento ao Acadêmico, no qual são
oferecidos 06 (seis) computadores e 02 (duas) impressoras.
5.8.2.
APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
O CEULP estimula os cursos a promoverem congressos, seminários, simpósios, dentre
outros, que propiciem a participação dos alunos seja como organizadores, seja como
apresentadores de trabalhos. Dois exemplos disso são o Congresso Científico do CEULP
que acontece desde 1999 e a Jornada de Iniciação Científica que ocorre anualmente
- 113 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
desde 2001 e os eventos específicos do Curso como a Jornada de Biomedicina e Farmácia
e Semana Farmacêutica (evento organizado em parceria com o Conselho Regional de
Farmácia).
5.8.3.
APOIO PSICOPEDAGÓGICO
O CEULP possui um Núcleo de Atendimento Educacional Especializado, que é estruturado
em três eixos: atenção aos alunos com deficiência, conceituados como aqueles com
impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial;
atenção aos alunos com transtornos globais de desenvolvimento; atenção aos alunos
com dificuldades particulares no processo ensino-aprendizagem.
De forma geral, nestes três eixos, busca-se oferecer um acompanhamento dos alunos em
sua vida acadêmica desde o processo seletivo até a conclusão do curso; promover a
conscientização de alunos e funcionários de seus direitos e deveres junto a instituição e
reconhecer potenciais deficiências e/ou necessidades que não tenham se apresentado
como tal em algum momento de sua vida acadêmica, mas que necessitem do devido
acompanhamento.
Também se busca detectar problemas recorrentes no processo ensino-aprendizagem, tais
como dificuldades de expressão oral e escrita; dificuldades de comunicação; frustrações
etc, bem como auxiliar o corpo docente da instituição no que se refere ao cuidado e
atenção com os alunos e as necessidades decorrentes de seus impedimentos. Para isso,
trabalha-se com a coordenação de grupos de apoio, tais como intérpretes, cuidadores etc
e a estruturação de material de apoio aos alunos que enfrentam dificuldades específicas
no processo ensino-aprendizagem, aliados à organização de workshops, cursos e eventos
que se fizerem necessários para apoio a todos os agentes envolvidos no processo:
discentes, docentes, corpo técnico-administrativo.
Por fim, este núcleo preocupa-se em realizar os requerimentos e encaminhamentos que
se fizerem necessários aos demais atores envolvidos no processo como um todo, como
clínica-escola e atendimento especializado no serviço público de saúde e de assistência
social.
5.8.4.
MECANISMOS DE NIVELAMENTO
Laboratórios de Produção de Conhecimento
O CEULP oferece apoio ao acadêmico em disciplinas que servem de base para a produção
do conhecimento necessário ao seu desenvolvimento técnico-científico. Este apoio, além
- 114 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
de proporcionar oportunidade de nivelamento também oferece condições para o
aprimoramento pessoal e profissional nas áreas trabalhadas: comunicação e expressão,
matemática e instrumentalização científica. O laboratório de produção de conhecimento
está localizado na sala 409, do prédio 4.
As atividades são distribuídas nos laboratórios descritos a seguir.
Laboratório de Leitura e Produção Textual
O Laboratório de Leitura e Produção Textual é um importante suporte pedagógico para o
nivelamento dos acadêmicos do CEULP. Nele, o CEULP disponibiliza professores para
atenderem a alunos de todos os cursos, gratuitamente, com a intenção de tornar os
discentes aptos a lerem, compreenderem e produzirem textos adequadamente e com
desenvoltura. Assim, espera-se que eles concluam o terceiro grau com a consciência de
que comunicar, ou seja, falar, compreender e produzir texto de forma adequada é
fundamental para obter sucesso em todas as áreas do conhecimento.
Este projeto tem como público-alvo prioritário os discentes que apresentam dificuldades
mais sérias em termos de leitura, compreensão, interpretação e produção de textos orais
e escritos. Duas professoras do Curso de Letras têm atendido em horários distintos para
atingirem maior quantidade de interessados. Além delas, geralmente monitores, que são
selecionados a partir de edital interno, colaboram com os colegas.
Objetivos
Geral
Desenvolver habilidades de leitura, compreensão, interpretação e produção textual a fim
de aperfeiçoar a comunicação oral e escrita.
Específicos
•
ler, compreender e interpretar textos de distintos gêneros;
•
reconhecer desvios gramaticais e problemas de coesão e coerência no próprio
texto;
•
desenvolver habilidade de correção e refacção do próprio texto;
•
compreender
e
interpretar
adequadamente
textos
de
diferentes
gêneros,
especialmente os argumentativos;
•
identificar os principais gêneros textuais que circulam na realidade, especialmente
os que são trabalhados nas disciplinas dos distintos cursos.
•
Espera-se do acadêmico que frequenta o Laboratório com certa regularidade:
- 115 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
melhorar a estruturação de parágrafo, resumo, retextualização, paráfrase e
demais textos propostos;
•
produzir pequenos textos com adequação;
•
participar efetivamente das aulas e melhorar as notas, especialmente da disciplina
de Comunicação e Expressão;
•
aperfeiçoar a habilidade de compreensão e interpretação de texto;
•
obter resultados positivos, inclusive, em concursos públicos;
•
confiar no laboratório como espaço de apoio quando sentir dificuldade.
Atendimento
O aluno comparece nos horários definidos para o que não é preciso agendar ou
inscrever-se. O atendimento do laboratório é realizado de acordo com as necessidades
individuais dos participantes. Quando tais necessidades são comuns ao grupo presente,
as atividades são realizadas coletivamente. Se o acadêmico demonstra incerteza por
onde começar, a professora propõe leitura de texto, seguida de conversa ou debate a
partir de questões de compreensão e complementa com atividades de interpretação
textual. Na segunda parte, o acadêmico produz texto escrito, seguido de correção e
refacção do próprio texto com ajuda da docente.
As informações sobre objetivos e funcionamento do laboratório de leitura e produção
textual
são
divulgadas
através
do
portal
da
instituição
(http://ulbra-
to.br/2011/03/02/Laboratorio-de-Leitura-e-Producao-Textual). Além disso, cartazes com
o quadro de horários e nomes dos atendentes são afixados nos principais quadros de
avisos da Instituição. Alguns docentes divulgam o laboratório e os horários previstos nas
aulas.
Laboratório de Produção de Conhecimento Matemático
O Laboratório de Produção de Conhecimento Matemático propõe-se a oferecer assistência
aos alunos na solução de problemas relacionados aos conteúdos das disciplinas
relacionadas à Matemática no CEULP, buscando propiciar oportunidade de nivelamento
bem como dar suporte e apoio à evolução dos alunos nas disciplinas cursadas.
Esse trabalho dá-se com o desenvolvimento de técnicas de raciocino lógico para resolver
problemas práticos relacionados aos conteúdos das disciplinas, principalmente aqueles
que, por suas características são difíceis de serem abordados sem conhecimentos prévios
necessários. Esses problemas são dados previamente por meio de listas de exercícios.
- 116 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
São esperados, dos alunos que participam ativamente do laboratório, diminuição do
índice de reprovação e também diminuição da evasão escolar relacionada a dificuldade
com a matemática.
Atendimento
Atendimento personalizado no uso de técnicas de raciocínio para solução de problemas
concretos relacionados com conteúdos matemáticos.
Laboratório de Instrumentalização Científica
O Laboratório de Instrumentalização Científica surge com o intuito de servir como apoio
aos acadêmicos da instituição quanto à utilização dos diferentes instrumentos científicos
e de normatização das produções formais do ensino superior e suas etapas sequenciais.
O Laboratório conta com um professor e dois monitores que prestam serviço de
orientação;
elaboram
atividades
e
exercícios
de
fixação,
materiais
para
compartilhamento dos conhecimentos e discussão das produções, normas e instrumentos
entre outros; organizam, coordenam e ministram oficinas sobre a utilização dos
instrumentos e das normas aos alunos e aos professores da instituição que tiverem
interesse em participar.
O público-alvo prioritário deste Laboratório são os acadêmicos que iniciaram suas
práticas de produções acadêmicas (elaboração de Projetos de Pesquisa, produção de
Artigos
Científicos,
Resumos
Expandidos,
Fichamentos,
Resenhas,
Trabalhos
de
Conclusão de Curso, Relatórios Técnicos, entre outros), no entanto, os serviços estão
disponíveis a qualquer discente, bem como aos docentes que tiverem interesse em
usufruí-los.
Objetivos
Geral
Disponibilizar apoio aos acadêmicos que o solicitarem
quanto à
utilização dos
instrumentos científicos, normas para formatação, citação, referenciação e apresentação
de trabalhos científicos, além de ser um espaço para discussão e ampliação do
aprendizado.
Específicos
•
Oferecer serviço de orientação sobre formatação de trabalhos científicos aos
acadêmicos;
- 117 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Produzir materiais de orientação sobre normas para formatação, citação,
referenciação e apresentação de trabalhos científicos, disponibilizando-as aos
acadêmicos e demais professores da instituição;
•
Confeccionar e disponibilizar materiais contendo atividades e exercícios sobre
utilização de instrumentos, normas e formatação de trabalhos científicos aos
demais professores da instituição, bem como aos alunos que os buscarem;
•
Promover oficinas bimestrais sobre utilização de instrumentos.
•
Espera-se do acadêmico que frequenta o Laboratório com certa regularidade:
•
Desenvolver as habilidades inerentes ao manejo adequado dos instrumentos e
utilização das normas através da participação em atividades e da resolução de
exercícios;
•
Apropriar-se dos conhecimentos necessários para conseguir utilizar outras normas
e instrumentos pela inter-relação e associação dos conhecimentos com as
habilidades aperfeiçoadas pelo laboratório e com os conhecimentos adquiridos;
•
Melhorar seu desempenho acadêmico nas disciplinas que utilizam os instrumentos
e normas seja de forma direta ou indireta.
Atendimento
Aos interessados, basta comparecer ao Laboratório nos horários especificados e
estabelecer um contato inicial onde serão discutidas as necessidades e expectativas dos
interessados e proposto um Programa de Participação com a finalidade de alcançar os
objetivos pretendidos dentro das possibilidades do Laboratório.
O atendimento é realizado de acordo com as necessidades individuais dos participantes,
ou coletivas no caso de grupos de participantes com uma mesma demanda. Ao longo do
processo
e,
especialmente,
ao
final
do
mesmo,
é
realizada
reflexão
com
os
frequentadores sobre as atividades e os resultados alcançados, com a intenção de propor
melhorias.
OUTRAS AÇÕES
Reuniões semestrais do Núcleo de Apoio Educaional (NAE) com os professores
responsáveis pelas disciplinas institucionais (as disciplinas que perpassam todos os
cursos da IES, a saber: Comunicação e Expressão, Instrumentalização Científica,
Sociedade e Contemporaneidade e Cultura Religiosa), já que a maior parte destas
disciplinas está nos períodos iniciais dos cursos e cujo conteúdo e objetivos tem relação
com as maiores deficiências dos alunos, ou seja, leitura, escrita e interpretação.
- 118 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
5.8.5.
MONITORIA
O CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Luterano
de Palmas, no uso de suas competências regimentais e estatutárias, e tendo vista a
aprovação em reunião realizada em 19 de agosto de 2010
RESOLVE:
Art. 1°. Ficam aprovadas as normas gerais, para a função de Monitor, destinadas
aos discentes da educação superior deste Centro Universitário.
Art. 2º.
contextualização
A monitoria tem o objetivo de proporcionar ao acadêmico a
da
prática-educativa-profissional,
vivenciada
através
do
ensino,
pesquisa e extensão.
Art. 3º. Ao monitor cabe as seguintes atribuições:
I. Ajudar os alunos nas suas dificuldades de aprendizagem;
II. Auxiliar no preparo de material didático e de apoio;
III. Participar na organização e execução de seminários e/ou atividades afins;
IV. Elaborar relatório sobre a execução das suas atividades, incluída a sua
auto-avaliação;
V. Zelar pelo cumprimento dos horários estabelecidos em comum acordo com
os professores ou chefias imediatas;
VI. Atender às solicitações dos professores e auxiliar os colegas alunos nos
períodos destinados à monitoria;
VII. Comunicar às chefias imediatas eventuais anormalidades, constatadas no
local de monitoria e solicitar o seu pronto atendimento;
VIII. Definir, em comum acordo com os professores, ou chefias imediatas, as
atividades que serão desenvolvidas durante o período de vigência da
monitoria;
Art. 4º. Cabem aos monitores bolsistas e voluntários os seguintes direitos e
deveres:
I. O monitor exercerá suas funções em, no mínimo quatro (4) e, no
máximo, vinte (20) horas semanais. Para viabilizar oportunidades a
outros pretendentes, o aluno poderá ser monitor da mesma disciplina no
- 119 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
período de um semestre, podendo ser renovado por mais 3 (três)
semestres;
II. O horário destinado às atividades de monitoria não deverá, em hipótese
alguma, coincidir com o horário das aulas do monitor;
III. A nomeação do monitor poderá ser revogada a qualquer momento, por
ambas as partes;
IV. Ao final do período de monitoria, o monitor terá direito ao certificado
assinado pelo Coordenador do Curso e pela Diretora Geral;
V. Se não cumprida a carga horária prevista em, no mínimo, 75% o aluno
não receberá o certificado de monitoria;
VI. As monitorias são consideradas Atividades Complementares, computadas
o número de horas desenvolvidas, conforme o Projeto Pedagógico do
Curso.
Art. 5º. O professor interessado nos serviços de monitoria remunerada, através
de bolsa, deverá apresentar o pedido, utilizando formulário próprio, ao Coordenador do
Curso;
Art. 6º. A divulgação das inscrições deve ser feita de forma que todos os alunos
tenham acesso, através de edital, sob a responsabilidade do Coordenador do curso;
Art. 7º. Para a inscrição, o candidato à monitoria deverá:
•
Ser aluno regularmente matriculado no Centro Universitário, no mínimo, em
12 créditos no semestre de exercício da monitoria;
•
Ter cursado, com aprovação, a disciplina para a qual se destina à monitoria;
•
Estar em dia com as obrigações acadêmicas e financeiras perante a IES;
•
Anexar histórico escolar;
•
Preencher ficha de inscrição;
•
Não possuir nenhum tipo de bolsa ou financiamento estudantil;
Art. 8º. São os seguintes critérios para a seleção dos candidatos:
•
A aprovação em prova específica de avaliação de sua capacidade em
atividades técnico didáticas;
- 120 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Ter bom relacionamento interpessoal com colegas, professores, evidenciando
princípios
éticos
e
ações
pautadas
através
de
iniciativa,
organização,
criatividade, responsabilidade e assiduidade;
•
O interesse pela disciplina;
•
O parecer do professor da disciplina e do Coordenador do Curso.
Art. 9º. O contrato com o aluno monitor será firmado entre a Direção Geral e
aluno monitor.
Art. 10. Os monitores firmarão contrato com a Instituição de Ensino, no qual
conste o número de horas semanais, a remuneração mensal e a forma de pagamento;
§ 1º - A nomeação dos monitores seguirá o seguinte critério: 20 horas de
monitoria remunerada para cada 100 (cem) alunos matriculados no curso;
§ 2º - Cabe a Direção Geral, alterar o critério acima estabelecido, de acordo com
as peculiaridades de cada curso;
§ 3º - É fixada pela Direção Geral a remuneração pelas horas semanais de
atividades de monitoria dos bolsistas, bem como o início da efetivação da bolsa-monitor;
§ 4º - O contrato poderá ser rescindido a qualquer momento pela Direção Geral,
mediante pedido do professor ao Coordenador do Curso, observado o prazo de 30 dias;
§ 5º - O Edital com o número de vagas de monitores bolsistas, por curso, será
único e assinado pela Diretora Geral;
Art. 11. O exercício de monitoria não cria vínculo empregatício com o Centro
Universitário;
Art. 12. O professor orientador será o que ministra a disciplina junto à qual o
aluno exerce a monitoria;
Parágrafo único. Ao professor orientador cabe o exercício da docência, a
avaliação do desempenho dos alunos, a correção de provas e o controle de freqüência.
Art. 13. Para a Direção Geral e para o Núcleo de Apoio Educacional,
bimestralmente devem ser prestadas contas da efetividade das monitorias remuneradas,
através de formulário próprio, onde é apresentado relatório descritivo das atividades. Tal
relatório deverá ser apresentado até o segundo (2º) dia útil dos meses de: abril e junho
(1º semestre); outubro e dezembro (2º semestre), com base no controle diário da
efetividade.
Art. 14. No final do semestre serão avaliadas as tarefas executadas, ressaltandose que o valor humano e profissional do monitor não serão alvo de julgamento.
- 121 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
§ 1º - São critérios para a avaliação das atividades do monitor:
I - As observações durante o semestre no acompanhamento direto do professor
orientador;
II - O relatório bimestral apresentado pelo monitor;
III - A execução do plano de trabalho apresentado;
§ 2º - O desempenho do monitor será motivo para novas nomeações.
Art. 15. A cada semestre, deve ser renovada a solicitação dos serviços de
monitorias.
Art. 16. Ao final do exercício, para emissão do certificado, o acadêmico deverá
requerê-lo à Assessoria Jurídica, junto à Central de Atendimento ao Acadêmico, por meio
de protocolo devidamente assinado.
Art. 17. O Coordenador do Curso e a Diretora Geral, ao final de cada semestre,
irão emitir e assinar o certificado, que será fornecido ao aluno monitor, pelo exercício da
monitoria.
Parágrafo único: Este certificado será emitido se, e somente se, o monitor
cumprir com a entrega de todos os relatórios relativos ao exercício da monitoria por ele
realizada.
Art. 18. São os seguintes critérios para a renovação da monitoria:
•
Entrega de relatório dentro do prazo estabelecido pela Coordenação do Núcleo
de Apoio Educacional - NAE;
•
Estar em dia com as obrigações acadêmicas e financeiras perante a IES;
•
Não possuir nenhum tipo de bolsa ou financiamento estudantil;
•
Ter cumprido, no mínimo, 75% da carga horária contratada no exercício
anterior da monitoria;
•
Ser aluno regularmente matriculado no Centro Universitário, no mínimo, em
12 créditos no semestre de exercício da monitoria;
Parágrafo único: A monitoria poderá ser renovada por no máximo 3
semestres.
Art. 19. Poderá haver o cancelamento do contrato de monitoria quando:
•
Não houver a entrega de algum dos relatórios na data estabelecida pela
Coordenação do Núcleo de Apoio Educacional - NAE;
- 122 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Não houver o cumprimento de, no mínimo, 75% da carga horária estabelecida,
salvo nos caso de faltas devidamente justificadas e comprovadas por atestado
ou documentação comprobatória;
•
O monitor obtiver, durante o exercício da monitoria, algum tipo de bolsa ou
financiamento estudantil;
Art. 20. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em
contrário.
5.8.6.
ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
O CEULP procura, constantemente, inovar na relação com o aluno. Uma das inovações
recentes é quanto a ferramentas que permitem o estabelecimento de uma rede social,
através da internet, que tem o objetivo de promover a relação entre alunos, egressos e
professores da instituição. Anteriormente à implantação da rede social é feito um
trabalho diferenciado com egressos, através de um formulário por meio do qual o
egresso pode informar dados pessoais e de contato, como telefone e e-mail, como
demonstra a figura a seguir.
Formulário de Cadastro de Egressos
Além das informações de contato, o egresso também informa dados profissionais e
acadêmicos, como empresa onde trabalha, ano e semestre de ingresso e formatura.
- 123 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Estas informações permitem que a Instituição entre em contato com os egressos e
acompanhe sua atuação no mercado. Este formulário está disponível para cada curso,
portanto, ao acessar o formulário dentro do site do curso, o egresso não necessita
informar o curso que fez na instituição. A Figura a seguir ilustra o formulário para o
Curso de Farmácia.
Formulário de egressos - Dados acadêmicos e profissionais
Estas funcionalidades permitem que egresso e CEULP continuem mantendo contato. Esta
relação, ainda que virtual, apresenta novas possibilidades ao egresso, como continuar
em contato com seus professores, inserir-se em programas de pós-graduação e
extensão, conhecer novos alunos e, através dos conteúdos disponíveis nas comunidades
e pelos usuários, desenvolver um processo de aprendizagem contínuo, que supera os
limites da sala de aula.
5.8.7.
MEIOS DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS E PRODUÇÕES DE ALUNOS
O Centro Universitário Luterano de Palmas procura valorizar a pesquisa científica e
tecnológica e, em especial, a formação do jovem discente. Para tanto, implantou, em
maio de 2000, o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica – PROICT.
O PROICT é de grande relevância para a Instituição porque contribui para uma melhor
qualificação do aluno, incentiva a formação de recursos humanos em Ciência e
Tecnologia, estimula o desenvolvimento do pensar criativo e a aplicação do método
- 124 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
científico,
melhorando
o
processo
ensino-aprendizagem,
além
de
incrementar
a
produtividade científica da Instituição.
Dentro do PROICT, o CEULP instituiu a realização anual da Jornada de Iniciação
Científica. Nessa oportunidade, os trabalhos dos alunos são divulgados através dos anais,
e os trabalhos mais relevantes são premiados, por áreas de conhecimento, recebendo
seu autor troféu e certificado.
Também há outros meios de divulgação de trabalhos de alunos, como revistas, murais, o
portal Encena (www.ulbra-to.br/encena), nas áreas de notícias do portal do CEULP e
através dos TCCs, que ficam na Biblioteca da Instituição para serem consultados pela
comunidade acadêmica.
5.8.8.
PROGRAMAS DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO (BOLSAS)
Os alunos recebem, quando selecionados, bolsas de monitoria, de iniciação científica,
extensão, entre outras. O número de bolsistas depende do orçamento anual do CEULP e
do número de alunos inscritos. Além disso, os alunos das licenciaturas de Educação
Física, Pedagogia, Letras, Ciências Biológicas, Matemática e graduação em Serviço Social
recebem um desconto em créditos, configurando-se esse benefício como bolsa de estudo.
São várias as formas de apoio que o CEULP mantém para o programa contínuo de
bolsas:
•
bolsa CELSP;
•
bolsa de convenção coletiva de trabalho;
•
bolsa de iniciação científica;
•
bolsa monitoria;
•
bolsa social;
•
bolsa extensão;
•
convênios empresariais e governamentais;
•
desconto de antecipação;
•
desconto familiar;
•
desconto fidelidade; e
•
desconto idade.
- 125 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
5.9. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO
5.9.1.
ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISA
O CEULP tem, no desenvolvimento da investigação científica e tecnológica, um valioso
instrumental pedagógico e social para a consecução de seus objetivos educacionais. O
fazer ciência, participando de atividades de pesquisa básica ou aplicada, tem um
importante papel na formação do estudante universitário, no despertar e aprimorar de
qualidades que se refletem no preparo de um profissional capacitado a enfrentar os
problemas do dia a dia. Espera-se do novo profissional a capacidade de dar respostas
concretas e imediatas aos problemas que surgem em sua atividade diária, quando
engajado no mercado de trabalho. A investigação do desconhecido ajuda a formar uma
mente organizada no método científico, na análise crítica frente a novos desafios e na
proposição e verificação experimental de hipóteses de trabalho a serem testadas de
forma sistemática. O espírito analítico-crítico, a inovação de soluções, a engenhosidade e
o empreendedorismo, entre outras, são qualidades trabalhadas no cotidiano da pesquisa,
importantes, também, no processo de formação do acadêmico por desenvolver neste,
características desejáveis como autoconfiança, liderança e versatilidade. Por sua vez o
participar em pesquisas de ponta, assim consideradas por representarem avanços
significativos no conhecimento humano ou tecnologicamente melhorias importantes na
qualidade de vida do cidadão, contribuem para o desenvolvimento no estudante
universitário de um sentimento participativo com sua comunidade. Estas pesquisas de
ponta, na maioria das vezes de caráter multidisciplinar, estimulam a formação do
cidadão, capacitado a trabalhar integrado a equipes, reconhecendo o papel do indivíduo e
valorizando o trabalho do conjunto, aspectos estes hoje considerados fundamentais na
formação de um profissional de sucesso.
Para a inclusão do corpo discente em atividades de pesquisa, criou-se o Programa de
Iniciação Científica e Tecnológica (PROICT) que tem objetivos bem definidos:
•
Aplicar o método científico como coadjuvante do processo ensino-aprendizagem;
•
Avaliar e acompanhar o desempenho do acadêmico de iniciação científica até sua
graduação e possível ingresso na Pós-graduação;
•
Contribuir para uma melhor qualificação de acadêmicos candidatos a programas
de Pós-graduação;
- 126 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Vincular pesquisadores e docentes da Pós-graduação a atividades relacionadas
com a formação do graduando;
•
Estimular a produtividade científica no Campus;
•
Estimular o desenvolvimento do pensar criativo do acadêmico de graduação;
•
Incentivar a formação de recursos humanos em ciência e tecnologia;
•
Proporcionar, ao graduando, conhecimentos práticos e metodologias próprias de
áreas do conhecimento específico, pela participação em projetos de pesquisa
desenvolvidos por pesquisadores qualificados;
•
Vincular pesquisadores e docentes da Pós-graduação a atividades relacionadas à
formação do graduando.
São candidatos ao Programa os acadêmicos de cursos de graduação, regularmente
matriculados no CEULP.
PESQUISA NO CURSO DE FARMÁCIA
Considerando a biodiversidade ambiental da região Norte e a reemergência de diversas
doenças transmissíveis nota-se a existência de fatores individuais, ambientais e
relacionados a organização do serviços de saúde que interferem diretamente na
morbimortalidade dos tocantinenses, por isso a importância de trabalhar-se em linhas de
pesquisa voltadas para a atenção a saúde e ao bem-estar no Estado. As pesquisas
atualmente desenvolvidas no curso estão inseridas no grupo Bioprospecção Química e
Microbiológica, especificamente nas linhas Prospecção Bioquímica e Prospecção de
Bioativos.
Linha de pesquisa: Prospecção Bioquímica
Essa linha de pesquisa está relacionada a bioquímica clínica e o eixo central que orienta
as pesquisas é a relação dos parâmetros bioquímicos com determinadas doenças .
•
Pesquisadoras:
o
Msc. Erminiana Damiani de Mendonça
o
Dra. Daniele Suzete Persike
- 127 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Linha de Pesquisa: Prospecção de Bioativos
As plantas constituem uma fonte importante para a obtenção de novos fármacos, ou de
substâncias que sirvam de modelo para a síntese de novas substâncias ativas. Nesse
sentido, nosso grupo tem por objetivo estudar espécies vegetais. O Estado do Tocantins
está localizado na Amazônia Legal, onde existem vegetais que contém moléculas
farmacologicamente ativas de interesse na indústria de alimentos, cosméticos e
medicamentos. Em razão da existência de poucos estudos publicados sobre o bioma
cerrado, o atual corpo docente, que já possui trabalhos de pesquisa em andamento,
inseriu-se na linha de pesquisa denominada produtos naturais, englobando a extração,
quantificação e atividades antioxidante e antimicrobiana de extratos e suas frações, bem
como sua estabilidade e incorporação em formulações cosméticas. Tendo em vista que a
qualidade de uma droga vegetal é dependente de um conjunto de fatores que incluem os
aspectos da matéria prima vegetal, informações dos laudos e rótulos, aspectos da
embalagem,
além
dos
aspectos
microbliológicos
a
qualidade
físico-química
e
microbiológica de drogas vegetais comercializadas no município de Palmas também são
avaliadas.
•
Sub-área: Corantes naturais
•
Pesquisadoras
o
Msc. Isis Prado Meirelles de Castro
o
Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak
o
Msc. Juliane Farinelli
•
Sub-área: Controle físico-químico e microbiológico de drogas vegetais
•
Pesquisadoras:
o
Msc. Grace Priscila Pelissari Setti
o
Msc. Juliane Farinelli
•
Sub-área: Toxicidade de extratos vegetais com propriedades medicinais
•
Pesquisadoras:
o
Esp. Emília Jacinto Trindade
o
Msc. Grace Priscila Pelissari Setti
o
Msc. Juliane Farinelli
- 128 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Sub-área: Atividade antibacteriana e antifúngica de extratos vegetais
•
Pesquisadora:
o
Msc. Áurea Welter
•
Sub-área: Microbiologia de Alimentos
•
Pesquisadora:
o
5.9.1.1.
Marta Cristina de Menezes Pavlak
EVENTO RELACIONADO ÀS PESQUISAS
JORNADA ACADÊMICA DE BIOMEDICINA E FARMÁCIA
Público-Alvo: Acadêmicos de Biomedicina e Farmácia e áreas afins; Professores do
CEULP/ULBRA;
Profissionais
biomédicos
e
farmacêuticos;
Acadêmicos
de
outras
Instituições de Ensino Superior.
Objetivo Geral:
Proporcionar aos acadêmicos dos cursos de Biomedicina, Farmácia e profissionais da área
da saúde novos conhecimentos acerca de doenças negligenciadas.
Objetivos Específicos:
•
Possibilitar o contato de acadêmicos com profissionais de renome nacional;
•
Promover a discussão de assuntos atuais referentes à atuação profissional;
•
Confrontar os conteúdos estudados em sala de aula com a experiência profissional
relacionada aos aspectos regionais;
•
Apresentar as pesquisas realizadas pelos acadêmicos e professores dos cursos de
Farmácia e Biomedicina nos Trabalhos de Conclusão de Curso e pelo Programa de
Iniciação Científica do CEULP.
5.9.2.
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
O curso de Farmácia vem desenvolvendo atividades com a meta primordial de
sensibilizar
os
acadêmicos
frente
à
importância
- 129 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
de
estarem
engajados
no
desenvolvimento da sociedade, atuando na interação com o mercado. Entendida como
uma das funções básicas da universidade, a extensão é a forma de intercâmbio dessa
com a comunidade, contribuindo para o seu desenvolvimento e buscando, pela ação
integrada, conhecimentos e experiências para subsidiar a avaliação e a qualificação do
ensino e da pesquisa.
A extensão é uma forma de complementar, aprofundar, atualizar e difundir os
conhecimentos, estabelecendo com a comunidade um processo de troca e participação,
sem caráter assistencialista e/ou sem tomar a si ações e deveres do estado. Por ser uma
via de transformação dentro da universidade, numa nova concepção de universidade
cidadã, a extensão rompe barreiras, contribuindo, assim, para a modificação do conceito
de educação, passando esta a ser um processo de formação inter e transdisciplinar. A
política de extensão, como uma das atividades fundamentais da graduação, tem sua
principal justificativa, no âmbito deste curso, no fato de estar ocorrendo, na cidade de
Palmas (estado do Tocantins – Região Norte), onde se observa um elevado crescimento
populacional. Esse
crescimento indica um aumento na demanda de necessidades, e à
oportunidade de vincular a instituição e o curso às necessidades da comunidade.
Outro aspecto relevante está relacionado às características do corpo docente e discente
que, por serem naturais deste estado ou estarem domiciliados nele há expressivo tempo,
compreendem a dinâmica das relações sociais, as necessidades da região e transformam
o desejo normalmente teórico de transposição do ambiente acadêmico em oportunidade
de intervenção associada ao desenvolvimento das habilidades e capacidades no perfil
profissiográfico. O curso de graduação em Farmácia, em parceria com outras instituições,
ou pela ação de professores em grupos de trabalho ou isoladamente promoveu nos
últimos três anos duas atividades de extensão, cujo foco foi aproximar-se da
comunidade, construindo, compartilhando saberes e oportunizando experiências, visando
sempre a melhoria das práticas educacionais e dos ambientes sociais em que ocorrem.
EXPRO (Exposição das profissões)
A EXPRO (Exposição das Profissões), evento que ocorre anualmente no CEULP, é utilizada
de forma intensa para a divulgação do curso, enfatizando sempre o aspecto da qualidade
do trabalho que vem sendo realizado pelos professores e alunos. O objetivo da EXPRO,
de forma geral, é apresentar todas as profissões que são "oferecidas" a partir dos cursos
do CEULP, sendo recebidos alunos de todos os colégios de Palmas e de algumas cidades
do estado. É um evento que oportuniza a divulgação das atividades e da dimensão do
perfil do egresso do curso.
- 130 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
O Objetivo da realização da EXPRO é fornecer um intercâmbio entre alunos de outros
cursos, centros universitários e escolas, proporcionando ao acadêmico e aos visitantes
um maior conhecimento sobre a área de atuação do curso. O Objetivo da realização da
EXPRO é fornecer um intercâmbio entre alunos de outros cursos, centros universitários e
escolas, proporcionando ao acadêmico e aos visitantes um maior conhecimento sobre a
área de atuação do curso.
AKADEMO
Projeto institucional cujo objetivo é promover a interação entre alunos veteranos e
calouros a partir da realização de ações sociais na comunidade.
CENTRO DE INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS (CIM)
Período: 2005-atual
Resumo: Este projeto visa inserir o Centro Universitário Luterano de Palmas no Sistema
Brasileiro de Informação sobre medicamentos através do desenvolvimento de atividades
sistematizadas de pesquisas bibliográficas técnicas e científicas a fim de elaborar
respostas para atender as perguntas da comunidade sobre medicamentos, constituindo
portanto, campo de atuação da Assistência Farmacêutica.
ARRECADAÇÃO
E
REDISTRIBUIÇÃO
RESPONSÁVEL
DE
MEDICAMENTOS
SUBUTILIZADOS NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO (PAM)
Período: 2011-atual
Resumo:
Além
da
prática
de
sustentabilidade
ambiental
realizando
coleta
de
medicamentos vencidos e inapropriados para o descarte correto, a retirada de
medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da população
evitando intoxicações domiciliares e automedicação; Além da seleção dos medicamentos
recolhidos os acadêmicos envolvidos levam a comunidade (escolas públicas e privadas),
informações
relativas
ao
uso
correto
de
medicamentos,
portanto
relacionam
a
importância da responsabilidade ambiental com o exercício da Atividade Farmacêutica.
CICLO DE PALESTRAS DO CURSO DE FARMÁCIA
Período: 2013
Resumo: Esse projeto consiste na organização de seminários mensais, com duração de
cinqüenta minutos a uma hora, envolvendo diversos temas da área farmacêutica e afins,
de interesse dos estudantes, professores e profissionais da área.
- 131 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
FARMÁCIA: ESTABELECIMENTO DE SAÚDE
Período: 2013
Resumo: O projeto Farmácia: estabelecimento de saúde consiste na prestação de
serviços farmacêuticos e realização de campanhas informativas em drogarias do
município de Palmas – TO.
INFORMAÇÃO O MELHOR REMÉDIO
Período: 2013
Resumo: Esse projeto tem como objetivo realizar ações educativas, através de
palestras, cursos e campanhas em parceria com o Sincato dos Farmacêuticos do
Tocantins (SINDIFATO), Conselho Regional de Farmácia do Estado do Tocantins (CRFTO) e o Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM-CEULP/ULBRA).
EVENTO DOS 10 ANOS DE FARMÁCIA
Período: 2011
Resumo: O evento comemorativo proporcionou um contato dos egressos do curso com
os atuais alunos através de palestras que abordaram temas atuais, tais como a Pirataria
de Medicamentos e a Responsabilidade Criminal do Farmacêutico nos Serviços de Saúde.
5.10. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS)
Dentro de uma proposta pedagógica que abrange teoria e prática, o curso X aborda o uso
das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como ferramentas para auxílio a
docentes e discentes no sentido de alcançar as linhas gerais do plano pedagógico. Dentro
de uma perspectiva pedagógica que envolve docente e discente em um processo de troca
de informações e conhecimento que permeia tanto o contexto da disciplina quanto
incentiva a interdisciplinaridade, o uso das TICs é motivado e incentivado como
ferramenta dentro e fora da sala de aula. Durante a aula professor e aluno mantêm um
canal de comunicação que estende-se para o momento fora da sala de aula. Desta
forma, o uso das TICs é um desafio constante, que depende de ambas as partes do
processo ensino-aprendizagem e, ao mesmo tempo, as estimula a desempenhar
constantemente suas funções. Estas práticas estão alinhadas com as definições
pedagógicas do curso, no sentido de que servem como uma extensão das mesmas no
contexto de um ambiente virtual de aprendizagem.
Docentes e discentes utilizam uma plataforma de gestão acadêmica que permite a troca
de informações sobre as disciplinas (como plano de ensino e programa didático),
- 132 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
conteúdo didático e a realização de atividades extraclasse. Por meio desta ferramenta,
docentes cadastram planos de ensino e consultam planos de ensino de semestres
anteriores. A figura a seguir ilustra a tela do sistema por meio da qual os professores
gerenciam os planos de ensino de suas turmas.
Figura 1: Tela de gerenciamento de planos de ensino (lista de planos de ensino por turma)
A tela que permite o gerenciamento dos planos de ensino apresenta também a situação
do plano de ensino conforme o conteúdo cadastrado (completo, incompleto, ou não
cadastrado). Além disso, o professor pode consultar planos de ensino de semestres
anteriores. A figura a seguir ilustra a tela do sistema por meio da qual os professores
cadastram o conteúdo dos planos de ensino.
- 133 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 2: Tela que ilustra o cadastro do plano de ensino, com campos como Metodologia e Avaliação
Por meio do formulário de cadastro o professor informa dados do plano de ensino:
Competências, Habilidades, Programa, Metodologia, Avaliação e Bibliografia. Estas
informações estão disponíveis para consulta pelo aluno. Professores cadastram conteúdo
(material) didático das suas turmas. A figura a seguir ilustra a tela de gerenciamento do
material didático.
Figura 3: Tela de gerenciamento do material didático
Por meio da tela de gerenciamento de material didático o professor mantém um registro
dos materiais didáticos do semestre atual e de semestres anteriores. Os materiais
didáticos são: arquivos, links ou textos simples (sem formatação) cadastrados pelo
- 134 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
professor diretamente pelo sistema. A figura a seguir ilustra a tela de cadastro do
material didático.
Figura 4: Tela de cadastro de material didático
Por meio da tela de cadastro de material didático o professor indica em quais turmas o
material estará disponível e informa dados do material (nome, descrição) e o arquivo
para download. Outra funcionalidade disponível para o professor é o gerenciamento das
atividades extraclasse. Esta funcionalidade permite que o professor cadastre questões
que precisam ser respondidas pelos alunos em uma data específica e, além disso, devem
ser corrigidas pelo professor também conforme um prazo. A figura a seguir ilustra a tela
de gerenciamento das atividades extraclasse.
Figura 5: Tela de gerenciamento das atividades extraclasse
A funcionalidade de gerenciamento das atividades extraclasse permite ao professor
cadastrar e editar atividades (atendendo aos prazos) e corrigir as respostas dos alunos. A
figura a seguir ilustra a tela de cadastro de uma atividade extraclasse.
- 135 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 6: Tela de cadastro de atividade extraclasse
Por meio da tela de cadastro da atividade extraclasse o professor seleciona as turmas
para as quais a atividade será atribuída e também a descrição da atividade.
Além de fornecer funcionalidades para os professores, o sistema de gerenciamento das
informações acadêmicas permite que os alunos consultem as informações cadastradas
pelos professores. Ao acessar o sistema o aluno visualiza uma lista de suas turmas no
semestre atual e, ao escolher uma turma, tem acesso a informações de atividades
extraclasse, material didático e plano de ensino da turma. A figura a seguir ilustra a tela
de leitura do plano de ensino da turma.
Figura 7: Tela de leitura do plano de ensino da turma
- 136 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
A tela de leitura do plano de ensino apresenta as informações cadastradas pelo
professor. Geralmente, esta funcionalidade representa o primeiro contato entre professor
e aluno no contexto desta ferramenta TIC. Além do plano de ensino o aluno pode
consultar os materiais didáticos, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir.
Figura 8: Tela de consulta dos materiais didáticos da turma
A funcionalidade de consulta de materiais didáticos é utilizada como complemento à
funcionalidade de cadastro do material didático pelo professor. Por meio desta, professor
e aluno realizam a troca de conhecimento e de conteúdo que é utilizado na disciplina no
decorrer do semestre. Por fim, a última funcionalidade de consulta pelo aluno é a de
resposta das atividades extraclasse. A figura a seguir ilustra a tela que lista as atividades
extraclasse disponíveis para o aluno responder.
Figura 9: Tela que lista as atividade extraclasse disponíveis para resposta do aluno
Por meio da lista de atividade extraclasse disponíveis para resposta, o aluno pode
responder a atividade extraclasse desejada, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir.
- 137 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 10: Tela para o aluno responder uma atividade extraclasse
Ao responder a atividade extraclasse o aluno procura corresponder às expectativas do
professor ao disponibilizar a atividade extraclasse para a turma, funcionalidade ilustrada
pela figura a seguir.
Figura 11: Tela de correção da resposta do aluno
Ao corrigir a resposta do aluno o professor pode corrigir a resposta do aluno, indicando
ao aluno o seu desempenho ao responder a questão proposta anteriormente.
Além destas funcionalidades, por meio do “Auto atendimento”, sistema disponibilizado
nacionalmente para todos as unidades da ULBRA no Brasil, alunos e professores têm
acesso a outras ferramentas tecnológicas de apoio ao ensino. A Biblioteca Virtual permite
leitura de livros nas mais diversas áreas, como demonstra a figura a seguir.
- 138 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 12: Página inicial da Biblioteca Virtual
Em relação às ferramentas para auxílio às atividades nas suas turmas, o professor tem
acesso à lista de turmas do semestre atual e à relação de alunos das mesmas, além de
detalhes de informações pessoais de cada um, como mostra a figura a seguir.
- 139 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 13: Página que mostra detalhes dos dados do aluno
Além disso, por meio do “Diário eletrônico”, o professor cadastra e publica notas dos seus
alunos, como mostra a figura a seguir.
- 140 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 14: Diário Eletrônico
Assim que as notas são publicadas pelos professores, estas tornam-se disponíveis para
os alunos.
Além
destas
ferramentas,
todos
os
funcionários
da
instituição
têm
acesso
a
funcionalidades como Comprovantes de rendimentos e Contracheques.
Aos alunos estão disponíveis funcionalidades de consulta das suas informações
acadêmicas, como:
•
•
•
•
Acesso
Acesso
Acesso
Acesso
ao comprovante de matrícula (para consulta e impressão)
ao histórico financeiro (mensalidades)
ao histórico acadêmico
às notas (publicadas pelos professores)
As figuras a seguir apresentam telas conforme as funcionalidades para os alunos.
- 141 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 15: Tela de consulta e impressão do comprovante de matrícula
O Comprovante de matrícula apresenta a relação das turmas nas quais o aluno está
matriculado no semestre e a carga horária e quantidade de créditos de cada uma.
Figura 16: Tela de consulta ao histórico financeiro (mensalidades)
O Histórico financeiro apresenta a relação de mensalidades do aluno e informações como
vencimento, valor e opção para geração do boleto para pagamento.
- 142 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 17: Tela de consulta ao histórico acadêmico
O Histórico acadêmico apresenta a relação de turmas cursadas, período, situação e nota
(média) obtida. De forma semelhante, o aluno pode consultar notas individuais de cada
turma cursada e, ainda, analisar seu desempenho em relação aos demais alunos da
turma.
Figura 18: Tela de consulta às notas publicadas pelos professores
- 143 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Completando o conjunto de ferramentas de TIC, o CEULP fornece à comunidade
acadêmica e comunidade geral um “Portal institucional”, que apresenta notícias e
informações atualizadas sobre a instituição e suas atividades de ensino e pesquisa e dá
acesso a sites internos, como sites de eventos e congressos acadêmicos realizados no
CEULP, site da biblioteca e sites dos cursos. O sistema de bibliotecas do CEULP pode ser
utilizado para consulta ao acervo e reservas de livros, como ilustram as figura a seguir.
Figura 19: Página no Portal do CEULP que dá acesso a bibliotecas
A página “Bibliotecas”, no Portal do CEULP, dá acesso ao Sistema de bibliotecas e a
outras bibliotecas e portais acadêmicos e científicos, como o Portal Domínio Público,
Scielo e Pubmed.
- 144 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 20: Página inicial do sistema de bibliotecas
O Sistema de bibliotecas permite consulta ao acervo do catálogo da biblioteca e, ainda,
renovações, reservas e consultas de reservas de exemplares.
Os sites dos cursos permitem ao público a leitura de notícias relacionadas ao curso, bem
como acesso a informações acadêmicas, como lista de professores, turmas e matriz
curricular. A figura a seguir apresenta a página inicial do site do curso.
Figura 21: Página inicial do site do curso
Dentre as funcionalidades para egressos está um cadastro de informações que permitirá
ao egresso e à instituição a manutenção de um contato constante, por meio de
notificações e envio de informações. A figura a seguir demonstra a página inicial do
cadastro do egresso.
- 145 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Figura 22: Tela de cadastro do egresso
As funcionalidades apresentadas demonstram as ferramentas TIC disponíveis para os
professores e alunos e indicam a sua relação com o processo de ensino-aprendizagem.
- 146 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
6. CORPO DOCENTE
6.1. COORDENAÇÃO
DE
CURSO
(TITULAÇÃO,
EXPERIÊNCIA,
REGIME
DE
TRABALHO, ATUAÇÃO)
O Curso de Farmácia é coordenado pela Professora Grace Priscila Pelissari Setti,
designada pela Portaria 274, de 09 de fevereiro de 2009.
6.1.1.
TITULAÇÃO DO COORDENADOR:
A Coordenadora de Curso possui a seguinte qualificação:
•
Mestrado em Ciências Farmacêuticas – Área de Concentração Farmacognosia:
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FCFAr/UNESP), 2008.
•
Especialização na área de Docência do Ensino Superior – Centro Universitário
Luterano e Palmas, 2010.
•
6.1.2.
Graduação em Farmácia pelo Centro Universitário Luterano de Palmas, 2006.
REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR
O regime de trabalho da coordenadora é Tempo Integral (40 horas).
6.1.3.
EXPERIÊNCIA ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DO COORDENADOR
Possui experiência de magistério superior de mais de quatro anos, pois foi contratada
como Professora pelo Centro Universitário Luterano de Palmas, em agosto de 2008 e
coordena o curso a 4 anos.
6.1.4.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR
A coordenadora do curso não possui nenhuma experiência não acadêmica.
6.1.5.
ATUAÇÃO DO COORDENADOR
- 147 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
6.1.5.1.
PARTICIPAÇÃO
DA
COORDENAÇÃO
DO
CURSO
EM
ÓRGÃOS
COLEGIADOS ACADÊMICOS DA IES
A estrutura do curso é constituída do Coordenador e do Conselho de Curso. No CEULP, o
Coordenador de Curso reporta-se ao Diretor Geral e à Coordenação do Núcleo de Apoio
Educacional nos assuntos relativos à implementação do projeto Pedagógico do curso e
sua interação com o projeto institucional-pedagógico do CEULP, bem como ao Conselho
de Curso, a quem cabe supervisionar as atividades acadêmicas e o cumprimento dos
indicadores e padrões de qualidade e a integração das atividades em âmbito local.
Reporta-se ao Diretor Geral para os assuntos de ordem administrativa, política e
institucional.
Pelo Regimento do CEULP, o coordenador do curso tem as seguintes atribuições:
1. Exercer a supervisão das atividades de ensino, pesquisa e extensão do Curso e
representá-lo junto às autoridades e órgãos do Centro;
2. Cumprir e fazer cumprir as decisões, bem como as resoluções e normas
emanadas do Conselho de Curso e dos órgãos superiores; integrar, convocar e
presidir o Conselho de Curso;
3. Supervisionar o cumprimento da integralização curricular e a execução dos
conteúdos programáticos e da carga horária das disciplinas;
4. Emitir parecer sobre matrículas, trancamentos de matrículas, transferências,
aproveitamento
de
estudos,
adaptações
e
dependências
de
disciplinas
e
atividades, para aprovação pelo Conselho de Curso;
5. Exercer o poder disciplinar no âmbito do Curso; tomar decisões ad referendum do
Conselho de Curso, em casos de urgência ou emergência comprovados; designar
secretário para as reuniões, bem como manter a ordem no desenvolvimento dos
trabalhos;
6. Acompanhar
a
freqüência
dos
docentes,
discentes
e
pessoal
técnico-
administrativo; zelar pela qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão; emitir
parecer nos processos que lhe forem submetidos;
7. Cumprir e fazer cumprir as normas constantes do Estatuto e do Regimento Geral,
assim como da legislação pertinente, emanada dos órgãos superiores;
8. Sugerir ao Conselho de Curso alterações curriculares e medidas que visem ao
aperfeiçoamento das atividades do Curso;
9. Desenvolver ações para avaliação permanente das funções do Curso e de suas
atividades de apoio técnico-administrativo; e
- 148 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
10. Delegar competência.
O exercício da função de Coordenação de Curso é periodicamente acompanhado e
avaliado pelos órgãos superiores da administração do Centro Universitário Luterano de
Palmas visando ao atendimento das demandas dos discentes e docentes, bem como da
gestão do curso como um todo.
6.1.5.2.
PARTICIPAÇÃO DO COORDENADOR E DOS DOCENTES EM COLEGIADO
DE CURSO OU EQUIVALENTE
O Coordenador do Curso participa do Conselho do seu curso como presidente nato e
também participa do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, por força da função, com
direito a voto. No Conselho Superior, os coordenadores participam com um representante
eleito pelos seus pares, com direito a voto.
6.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (COMPOSIÇÃO E ATUAÇÃO)
Composição
A tabela a seguir apresenta a composição do NDE (Núcleo Docente Estruturante do
Curso), relacionando os componentes com a experiência no magistério superior e a
experiência profissional fora do magistério na área de formação:
PROFESSOR
TEMPO DE
EXPERIÊNCIA NO
MAGISTÉRIO
SUPERIOR
TEMPO DE
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
7
3
7
4,5
3,5
14
3,5
4
0
4
17
0
Aurea Welter
Daniele Suzete Persike
Grace Priscila Pelissari Setti
Juliane Farinelli
Márcia Germana Alves de Araújo Lobo
Marta Cristina de Menezes Pavlak
Atuação
O Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso de Farmácia atua em processos
acadêmicos relacionados à concepção, acompanhamento, consolidação e contínua
- 149 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
atualização do Projeto Pedagógico. Sendo assim, conforme previsto no Regulamento dos
NDEs do Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP), compete ao Núcleo:
I) contribuir para consolidação do perfil profissional do egresso do Curso;
II) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do Curso;
IV) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso;
V) elaborar e atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso;
VI) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Conselho do
Curso, sempre que necessário.
6.3. CONSELHO DE CURSO
Composição
A Tabela a seguir apresenta os membros do conselho do curso no período de 2013 a
2014.
PROFESSOR
REPRESENTATIVIDADE
Aurea Welter
Flavia Pereira Barbosa
Grace Priscila Pelissari Setti
Isis Prado Meirelles de Castro
Marta Cristina de Menezes Pavlak
Professora
Acadêmica
Coordenadora do Curso
Professora
Professora
Atuação
O conselho de curso é um órgão da administração básica, de natureza consultiva e
deliberativa, para todos os assuntos acadêmicos. Ele é formado pelo coordenador e
representantes dos profesores do curso, além de um representante do corpo discente.
Compete ao Conselho de Curso:
I - definir a missão, a concepção e os objetivos do curso de graduação e o perfil
profissiográfico pretendido;
II - sugerir alterações no currículo pleno do curso e deliberar sobre o conteúdo
programático de cada disciplina e atividade;
III - promover a avaliação periódica do curso, na forma definida pela administração
superior;
- 150 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
IV – decidir sobre aceitação de matrículas de alunos transferidos ou portadores de
diplomas de graduação, aproveitamento de estudos, adaptação e dispensa de disciplinas,
de acordo com o Estatuto, com este Regimento e demais normas aplicáveis;
V - deliberar, em primeira instância, sobre os projetos de ensino, pesquisa e extensão;
VI - desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o ensino, pesquisa e extensão;
VII - promover e coordenar seminários, grupos de estudos e outros programas para o
aperfeiçoamento de seu quadro docente;
VIII - indicar, à Diretoria, professores para participarem dos programas de capacitação
docente;
IX - exercer as demais funções que lhe forem delegadas.
6.4. NÚCLEO DE APOIO EDUCACIONAL - NAE
Para orientar o trabalho pedagógico, os cursos contam com o apoio do NAE – Núcleo de
Apoio Educacional. É função do NAE desenvolver ações de cunho administrativo e
pedagógico que sirvam de apoio à gestão dos cursos. Para tanto, o núcleo é composto
por um grupo multidisciplinar de professores das áreas de Pedagogia, Computação,
Psicologia e Licenciatura em Matemática.
O NAE tem como objetivos:
•
identificar os processos executados em cada curso.
•
analisar as atividades inerentes à gestão do curso.
•
sistematizar ações em conjunto com a coordenação dos cursos que dinamizem os
processos acadêmicos.
•
desenvolver ações de suporte a atividades acadêmicas.
- 151 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
6.5. FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL
6.5.1.
TITULAÇÃO
O corpo docente do curso apresenta a seguinte titulação:
PROFESSOR
TITULAÇÃO
Aline Aires Aguiar
Mestre
Ari Armando Schulz:
Especialista
Ana Beatriz Dupré Silva
Doutora
Áurea Welter
Mestre
Conceição Aparecida Previero
Doutora
Daniel Francisco Padilha Setti
Mestre
Daniele Suzete Persike
Doutora
Dayane Otero Rodrigues
Doutora
Débora Guedes Leonardo de Jesus
Especialista
Divino José Otaviano
Especialista
Elisângela Luiza Vieira L. B. dos Santos
Especialista
Emilia Trindade
Especialista
Erminiana Damiani de Mendonça
Mestre
Ernane Gerre Pereira Bastos
Mestre
Fernando Vieira Machado
Mestre
Grace Priscila Pelissari Setti
- 152 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Mestre
Isis Prado Meirelles de Castro
Mestre
Iolanda Pereira Castro
Especialista
Juliane Farinelli
Mestre
Larissa Almeida Brasil
Especialista
Luiz Fernando Castagnino Sesti
Mestre
Márcia Germana Alves de Araújo Lobo
Mestre
Marcos Evaristo Paixão Amorim
Mestre
Marcos Rodrigues Cintra
Especialista
Maria de Fátima Rocha Medina
Doutora
Marta Cristina de Menezes Pavlak
Mestre
Micheline Pimentel Ribeiro
Mestre
Solange Maria Miranda Silva
Doutora
Waldete Jesus de Mendonça
Especialista
A tabela a seguir apresenta os totais de professores por titulação:
TITULAÇÃO
Especialização
Mestrado
Doutorado
TOTAL
PROFESSORES
POR TITULAÇÃO
QUANT.
9
14
6
29
- 153 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
%
31
48,3
20,7
100
6.5.2.
REGIME DE TRABALHO
O corpo docente do curso apresenta o seguinte regime de trabalho:
PROFESSOR
REGIME DE
TRABALHO
Aline Aires Aguiar
TEMPO PARCIAL
Ari Armando Schulz
TEMPO INTEGRAL
Ana Beatriz Dupré Silva
TEMPO PARCIAL
Áurea Welter
TEMPO PARCIAL
Conceição Aparecida Previero
TEMPO INTEGRAL
Daniel Francisco Padilha Setti
TEMPO INTEGRAL
Daniele Suzete Persike
TEMPO INTEGRAL
Dayane Otero Rodrigues
TEMPO PARCIAL
Débora Guedes Leonardo de Jesus
HORISTA
Divino José Otaviano
TEMPO PARCIAL
Elisângela Luiza Vieira L. B. dos Santos
TEMPO PARCIAL
Emilia Trindade
TEMPO PARCIAL
Erminiana Damiani de Mendonça
TEMPO PARCIAL
Ernane Gerre Pereira Bastos
TEMPO PARCIAL
Fernando Vieira Machado
TEMPO PARCIAL
Grace Priscila Pelissari Setti
TEMPO INTEGRAL
- 154 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Isis Prado Meirelles de Castro
TEMPO PARCIAL
Iolanda Pereira Castro
TEMPO INTEGRAL
Juliane Farinelli
TEMPO INTEGRAL
Larissa Almeida Brasil
TEMPO PARCIAL
Luiz Fernando Castagnino Sesti
TEMPO INTEGRAL
Márcia Germana Alves de Araújo Lobo
TEMPO PARCIAL
Marcos Evaristo Paixão Amorim
TEMPO PARCIAL
Marcos Rodrigues Cintra
TEMPO INTEGRAL
Maria de Fátima Rocha Medina
TEMPO INTEGRAL
Marta Cristina de Menezes Pavlak
TEMPO INTEGRAL
Micheline Pimentel Ribeiro
TEMPO PARCIAL
Solange Maria Miranda Silva
TEMPO INTEGRAL
Waldete Jesus de Mendonça
TEMPO PARCIAL
A tabela a seguir apresenta os totais de professores por titulação:
REGIME DE
TRABALHO
Tempo Parcial
Tempo Integral
Horista
TOTAL
PROFESSOR
POR REGIME DE
TRABALHO
QUANT.
%
16
55,2
12
41,4
1
3,4
29
100
- 155 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
6.5.3.
TEMPO
MÉDIO
DE
PERMANÊNCIA
DO
CORPO
DOCENTE
INSTITUIÇÃO
A Tabela a seguir apresenta o tempo de permanência do corpo docente na instituição.
PROFESSOR
TEMPO NA
INSTITUIÇÃO
Ari Armando Schulz
42 meses
Ana Beatriz Dupré Silva
96 meses
Áurea Welter
67 meses
Conceição Aparecida Previero
168 meses
Daniel Francisco Padilha Setti
42 meses
Daniele Suzete Persike
1 mês
Dayane Otero Rodrigues
13 meses
Débora Guedes Leonardo de Jesus
6 meses
Divino José Otaviano
42 meses
Ernane Gerre Pereira Bastos
132 meses
Elisângela Luiza Vieira L. B. dos Santos
85 meses
Emilia Trindade
108 meses
Erminiana Damiani de Mendonça
108 meses
Fernando Vieira Machado
24 meses
Grace Priscila Pelissari Setti
55 meses
Isis Prado Meirelles de Castro
60 meses
- 156 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
NA
Iolanda Pereira Castro
115 meses
Juliane Farinelli
41 meses
Larissa Almeida Brasil
61 meses
Luiz Fernando Castagnino Sesti
4 meses
Márcia Germana Alves de Araújo Lobo
127 meses
6.5.4.
Marcos Evaristo Paixão Amorim
81 meses
Marcos Rodrigues Cintra
115 meses
Maria de Fátima Rocha Medina
132 meses
Marta Cristina de Menezes Pavlak
42 anos
Micheline Pimentel Ribeiro
128 meses
Solange Maria Miranda Silva
120 meses
Waldete Jesus de Mendonça
101 meses
TEMPO DE EXERCÍCIO NO MAGISTÉRIO SUPERIOR
A Tabela a seguir apresenta o tempo de exercício no magistério superior do corpo
docente na instituição.
EXPERIÊNCIA NO
MAGISTÉORIO SUPERIOR
PROFESSOR
o
TEMPO NO
MAGISTÉRIO
SUPERIOR
2 anos (08/2011 – atualmente):
CEULP/U
Aline Aguiar Araújo
o
1 ano (2003/1 – 2003/2): PUC
3
Goiás
Ana Beatriz Dupré Silva
o
3 anos (2006 – 2008): IESPEN
o
8 anos (2005/1 – atualmente)
- 157 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
8
o
Ari Armando Schulz
3,5 anos (2009 – atualmente):
3,5
CEULP/ULBRA.
o
2,5
anos
(07/2010
–
atualmente): UFT.
o
Aurea Welter
5,5 (08/2007 – atualmente):
7
CEULP/ULBRA
o
1,5
(02/2006
–
07/2007):
UNICEN
o
Conceição Aparecida Previero
14 anos (1999 – atualmente):
14
CEULP/ULBRA;
o
Daniel Francisco Padilha Setti
3,5 anos (2009 – atualmente):
3,5
CEULP/ULBRA
Daniele Suzete Persike
o
2 anos (1999 - 2001): UFPR
o
5 anos (2000 – 2005): UTP
o
6
anos
(2000
–
2006):
7
UniAndrade
o
1 anos (01/2012 – atualmente):
CEULP/ULBRA;
Dayane Otero Rodrigues
o
4 meses (08/2011 – 12/2011):
1 ano e 4
meses
FAG
Débora Guedes Leandro de Jesus
o
6 meses
o
3 anos e 6 meses (2009 –
Divino José Otaviano
6 meses
atualmente): CEULP/ULBRA.
o
Elisângela Luiza Vieira Lopes
7 anos (2006 – atualmente):
7
CEULP/ULBRA
o
3,5
10 anos ( 2003 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
Emília Jacinto Trindade
o
1 ano (2010 – 2011): RACINE
o
4 anos (2007 – 2011): ITOP
o
8 anos (2004 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
Erminiana Damiani de Mendonça
10
8
o
1 ano (2011): UGF
o
11 anos (2002 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
Ernane Gerre Pereira Bastos
o
2 anos (2006 – 2008): IESPEN
o
3 anos (1999 – 2001): UEG
o
2 anos (2011 – atualmente):
14
CEULP/ULBRA.
Fernando Vieira Machado
o
2 anos (2011 – atualmente):
Fac Rio Sono
o
3 anos (2010 -
- 158 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
atualmente):
11
Objetivo
o
1 ano (2003 – 2004): IESB
o
8
anos
(1996
–
2004):
UNICEUB
o
Grace Priscila Pelissari Setti
4,5 anos (2008 – atualmente):
CEULP/ULBRA
o
Iolanda Pereira Castro
10 anos (2003 – atualmente):
CEULP/ULBRA
o
10
6 anos (2007 – atualmente):
CEULP/ULBRA
Isis Prado Meirelles de Castro
4,5
o
1 ano (2010): Objetivo
o
2 anos (2011 – atualmente):
6
UGF
Juliane Farinelli
o
3,5 anos (2009 – atualmente):
3,5
CEULP/ULBRA
o
Larissa Almeida Brasil
4 anos (2008 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
o
Luís Fernando Castagnino Sesti
6 anos (2007 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
o
6
11 anos (2002 – atualmente):
CEULP/ULBRA
Márcia Germana Alves de A. Lobo
4
o
3 anos (1999 – 2001): UNIPAR
o
8 anos (2005 – atualmente):
14
CEULP/ULBRA.
Marcos Evaristo da Paixão Amorim
o
2 anos (2011 – atualmente):
9
UFT.
o
2 anos (2004 – 2006): IESPEN
o
10 anos (2003– atualmente):
Marcos Rodrigues Cintra
CEULP/ULBRA.
o
10
18 anos (1995 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
Maria de Fátima Rocha Medina
o
2 anos (2005 – 2007): FECIPAR
o
2 anos (2004 – 2006): UFT
o
1 ano (2002 – 2003): UNITINS
o
3,5 anos (2009– atualmente):
Marta Cristina de Menezes Pavlak
CEULP/ULBRA.
o
Micheline Pimentel Ribeiro Cavalcante
3,5
7 anos (2001 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
o
Solange Maria Miranda Silva
18
11
10 anos (2003 – atualmente):
CEULP/ULBRA.
- 159 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
32
22 anos (1980 – 2002): UFPB
o
6.5.5.
TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL FORA DO MAGISTÉRIO NA ÁREA
DE FORMAÇÃO
A Tabela a seguir apresenta o tempo de exercício profissional fora do magistério superior
do corpo docente na instituição.
TEMPO DE
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
PROFESSOR
o
2
anos
(2009
–
CEULP/ULBRA.
2011):
Função:
Técnico de nível superior.
Aline Aguiar Araújo
o
8
anos
(2005/01
atualmente):
-
8
Laboratório
Central. Função: Diretor de
TI.
o
Ana Beatriz Dupré Silva
8
anos
(1998-2005):
8
Consultório Particular
o
Ari Armando Schulz
8
anos
(1993
–
2001):
8
CELCS. Função: Pastor.
o
1
anos
(12/2005
11/2006):
–
Responsável
Técnica;
Aurea Welter
o
2
3
anos
(03/2001
–
02/2003): Bioquímica
o
Conceição Aparecida Previero
10 anos (1979 – 1989):
Coord. Administrativa
o
10
5 meses (2004): Campos
de Palmas S.A.
Daniel Francisco Padilha Setti
o
12 meses (2008 – 2009):
1,5
Tuboplás
o
1 ano (1999): farmacêutica
o
2
Daniele Suzete Persike
anos
(2006
–
2007):
4
farmacêutica
o
2 anos (2008 – 2009)
-
Dayane Otero Rodrigues
o
2
anos
0
(2008-2009):
intérpetre de libras
Débora Guedes Leandro de Jesus
o
2
anos
Professora
- 160 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
(2009-2010):
5
o
3
anos
(2010-
atual):
intérpetre de libras
o
12 anos (2001 – atual):
servidor público
Divino José Otaviano
o
14 anos (1998 – atual):
14
responsável técnico
Elisângela Luiza Vieira Lopes Bassani
o
1 ano (2005): farmacêutica
o
2
anos
(2004
–
2005):
–
2004):
3
farmacêutica
o
3
anos
(2001
Neoquímica;
Função:
analista técnico;
o
1
ano
(2003
–
Distribuidora
2004):
Executiva.
Função:
responsável
técnico;
Emília Jacinto Trindade
o
1
ano
8
(2003
–
2004):
Droganita.
Função:
responsável técnico;
o
4
anos
(2005
responsável
–
2009):
técnico
e
proprietária;
-
Erminiana Damiani de Mendonça
0
2 anos (1996-1998) Professor
de Ensino Médio
Ernane Gerre Pereira Bastos
2 anos (1999-2001) Professor
4
de Ensino Médio
o
3
anos
(2005
–
2008):
(2003
–
2005):
consultor;
o
2
anos
consultor e coord. projetos
Fernando Vieira Machado
o
4
anos
(2000
–
2003):
(1998
–
2004):
10
consultor
o
6
anos
psicólogo
-
Grace Priscila Pelissari Setti
o
Iolanda Pereira Castro
0
7 anos – (1999 – 2006)
Farmogral:
Função:
7
farmacêutica responsável;
o
Isis Prado Meirelles de Castro
1 ano e 3 meses (2006 –
2007):
SEDUC;
- 161 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Função:
2
servidor público;
o
10 meses (2007 – 2008):
Marista: professor de ensino
médio;
o
9 meses (2010): Objetivo;
Função: professor de ensino
médio;
o
3
anos
(2007
–
2009):
–
2007):
–
atual):
farmacêutica
Juliane Farinelli
o
3
anos
(2005
4
farmacêutica
o
1
ano
(2012
responsável técnica
o
3
anos
(2008
–
2011):
responsável técnica
o
Larissa Almeida Brasil
1
ano
(2006
–
2007):
13
responsável técnica
o
4
anos
(2001
–
2005):
(2000
–
2001):
–
2007):
Biomédica
o
1
ano
biomédica
o
1
ano
(2006
biomédico
Luís Fernando Castagnino Sesti
o
2
anos
(2007
-2008):
3
plantonista
o
10
anos
(2003
–
atualmente): serv pública
o
4
anos
(1996
–
1999):
–
1999):
farmacêutica
o
8
anos
(1992
farmacêutica
o
Marcia Germana Alves de Araujo Lobo
5
anos
(1992
-1997):
17
farmacêutica
o
2
anos
(1993
-1995):
farmacêutica
o
1
ano
(1992
–
1993):
–
1991):
farmacêutica
o
2
anos
(1989
farmacêutica
-
Marcos Evaristo da Paixão Amorim
Marcos Rodrigues Cintra
o
10 anos (1996 – 2006):
- 162 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
0
14
prestador de serviço
o
4
anos
(1991
–
1996):
prestador de serviço
Maria de Fátima Rocha Medina
-
Marta Cristina de Menezes Pavlak
o
5
anos
(2002
gerente
de
0
0
–
2007):
vigilância
epidemiologia
Micheline Pimentel Ribeiro Cavalcante
o
1 ano (2001): instrutora
o
13
anos
(2000
atualmente):
13
–
servidor
público
o
Santa Casa de Misericórdia
de Santos – Ubatão
Solange Maria Miranda Silva
Waldete de Jesus Mendonça
6.5.6.
o
Hospital dos Estivadores
o
Hospital da Unicon - Paraná
o
1988 – atual (Farmacêutica
Hospitalar)
7
24
PROJETOS DE EXTENSÃO
A seguir são apresentados os 04 projetos de pesquisa desenvolvidos no curso, no período
de 2010 até o ano vigente:
CENTRO DE INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS (CIM)
Período: 2005-atual
Professores: Profa Msc. Márcia Germana Alves de Araújo Lobo
Voluntários: (2010) Adriana Freitas Damascena, Ana Gabriela Silva Bastos, Beatriz
Alves, Cíntia Daiane dos Reis, Debora Rodrigues, Débora Regis, Marília de Castro,
Elisandra Otoni Vieira, Elenice Andrade de Souza, Elisete Aparecida, Estefane P. Silva
Alves, Fabiana Abreu e Silva, Fernanda Rodrigues, Ivana Cerqueira de Souza, Mércia
Cristina C. Parente, Nayara Batista, Paula Kelli S. Voltarelli, Thiago Maia, Ranedy
Fontoura, Renata Aquino Lacerda, Suzane de Oliveira, Sheila C. Cardoso Lima, Vanúsia
Lourenço, Wilzenir Benvindo; (2011) Aloísio Pereira Bispo da Costa, Aryanne Alves de
Souza, Brenda Pelegrini Alvares, Claudiane Mendes Machado, Enia Almeida Silva, Geysa
Souza Ferreira, Kalyne Souza Barros, Larisa Mota Aguiar, Leandro Pitaluga de Souza,
Maressa Gomes Araújo, Meiry Barros Araújo, Mércia Cristina P. Parente, Nayara Aires da
- 163 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Costa, Priscylla Karoline A. Aguiar, Salomão Bandeira Morais Sandes, Sanny Caroline
Carreiro, Sheylla Maria Dias Couto, Soraia Souza Terreço, Suênio Patrício Reis Cavalcante
Tainah Pedreira Reis Cavalcante, Thaís Borges Marinho, Ulisses Katter Valcari, Verônica
Costa Farias, Watylla Melisa Gomes Resplandes; (2012) Alekssandra Jasiunas Froio,
Angélica Pasini, Claudiane Mendes Machado, Débora N. Regis, Gleiciane Rodrigues
Cesário, Helem Maria Cicotti Silva, Herika Rufino de Souza Cost, Hildo Soares da Mota,
Jocilene R. Barros, Kalyne Sousa Barros, Kedma Maria Carneiro, Lara Laryse Souza
Soares, Lídia Caroline Brito Teixeira, Lucenir A. Dutra, Lurdiana Dias Queiroz, Maressa
Gomes Araújo, Maria de Bonfim G. Silva, Marília de Castro Alves, Marilia Esteves dos
Santos, Mayara Oliveira Ferrari, Nayara Aires da Rocha, Príscilla Maysa Vieira de Sousa,
Rânedy Lopes Fontoura, Samara Viana Meireles, Ulisses Kattes Valcari, Veronia Costa
Farias, Zora Carreiro A. Silva. (2013) Endy Taylla Costa Xavier, Marilia de Castro Aires,
Samara Neres Rezende, Samara Souza Soares, Suzana da Conceicao Leite, Marilia de
Castro Aires, Plynio Henrique Dantas Barros, Anderson Dalla Nora, Lara Luyse Souza
Soares, Renata Carine Silvestre, Tissiane Gomes Costa.
Bolsistas: Andreiza Bezerra Rodrigues e Janaína Almeida Corrêia.
Resumo: Este projeto visa inserir o Centro Universitário Luterano de Palmas no Sistema
Brasileiro de Informação sobre medicamentos através do desenvolvimento de atividades
sistematizadas de pesquisas bibliográficas técnicas e científicas a fim de elaborar
respostas para atender as perguntas da comunidade sobre medicamentos, constituindo
portanto, campo de atuação da Assistência Farmacêutica.
ARRECADAÇÃO
E
REDISTRIBUIÇÃO
RESPONSÁVEL
DE
MEDICAMENTOS
SUBUTILIZADOS NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO (PAM)
Período: 2011-atual
Professores: Profa Esp. Emília Jacinto Trindade
Voluntários: (2011) Fabrícia F. Fortaleza, Fernanda Paula Atavila, Mayara Oliveira
Ferrari, Ranaya Goes Soares, Tainah Pedreira Thomaz Maya; (2012) Kedma Carneiro
Silvânia Costa; (2013) Fernanda Paula Atavila.
Bolsistas: (2012) Fernanda Paula Atavila; (2013) Elisete Prado e Caroline Carvalho.
Resumo:
Além
da
prática
de
sustentabilidade
ambiental
realizando
coleta
de
medicamentos vencidos e inapropriados para o descarte correto, a retirada de
medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da população
evitando intoxicações domiciliares e automedicação; Além da seleção dos medicamentos
recolhidos os acadêmicos envolvidos levam a comunidade (escolas públicas e privadas),
informações
relativas
ao
uso
correto
de
medicamentos,
portanto
relacionam
importância da responsabilidade ambiental com o exercício da Atividade Farmacêutica.
- 164 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
a
CICLO DE PALESTRAS DO CURSO DE FARMÁCIA
Período: 2013
Professores: Profa Msc. Grace P. Pelissari Setti, Profa Msc. Juliane Farinelli, Profa Msc.
Marta Cristina de M. Pavlak
Voluntários: Acadêmicos do curso de Farmácia vinculados aos Estágios VI e VII
Resumo: Esse projeto consiste na organização de seminários mensais, com duração de
cinqüenta minutos a uma hora, envolvendo diversos temas da área farmacêutica e afins,
de interesse dos estudantes, professores e profissionais da área.
FARMÁCIA: ESTABELECIMENTO DE SAÚDE
Período: 2013
Professores: Profa Msc. Juliane Farinelli, Profª Esp. Elisângela L. V. L. dos Santos e Profª
Esp. Emília Jacinto Trindade. Profa Msc. Grace P. Pelissari Setti.
Voluntários: Acadêmicos do curso de Farmácia em geral.
Resumo: O projeto Farmácia: estabelecimento de saúde consiste na prestação de
serviços farmacêuticos e realização de campanhas informativas em drogarias do
município de Palmas – TO.
INFORMAÇÃO O MELHOR REMÉDIO
Período: 2013
Professores: Profª Msc. Márcia G. A. de A. Lobo, Profª Esp. Elisângela L. V. L. dos
Santos, Profª Esp. Emília Jacinto Trindade, Profª Msc. Marta C. de M. Pavlak, Profª Msc.
Grace P. Pelissari Setti.
Voluntários: Acadêmicos do curso de Farmácia em geral.
Resumo: Esse projeto tem como objetivo realizar ações educativas, através de
palestras, cursos e campanhas em parceria com o Sincato dos Farmacêuticos do
Tocantins (SINDIFATO), Conselho Regional de Farmácia do Estado do Tocantins (CRFTO) e o Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM-CEULP/ULBRA).
EVENTO DOS 10 ANOS DE FARMÁCIA
Período: 2011
Professores: Profa Msc. Grace Priscila Pelissari Setti, Profa Msc. Marta C. de M. Pavlak e
Profª Esp. Emília Jacinto Trindade.
Resumo: O evento comemorativo proporcionou um contato dos egressos do curso com
os atuais alunos através de palestras que abordaram temas atuais, tais como a Pirataria
de Medicamentos e a Responsabilidade Criminal do Farmacêutico nos Serviços de Saúde.
- 165 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
6.5.7.
PROJETOS DE PESQUISA
A seguir são apresentados os 16 projetos de pesquisa desenvolvidos no curso, no período
de 2010 até o ano vigente:
Pseudomonas aeruginosa multiresistente produtora de metalo-β-lactamase
Período: atual
Pesquisadora: Profa Dra. Dayane Otero Rodrigues
Voluntários: Rayane Santos de Seles, Sinara Mizael dos Santos, Tuanny Cristian Bispo
Cadore, Wellington Ribeiro da Silva.
Resumo: A importância clinica da infecção por P. aeruginosa caracteriza-se pela
expressão de múltipla resistência a antibacterianos associada a uma difícil erradicação
da doença, consequentemente com elevados índices de morbidade e mortalidade. Na
última década, as metalo-β-lactamases (MBLs) têm emergido como um dos mais
potentes mecanismos de resistência aos antibióticos por inativarem virtualmente todos
os β-lactamâmicos, inclusive os carbapenemas; com exceção do aztreonam; conferindo
o fenótipo de multiresistência e dificultando a conduta terapêutica. Dessa forma será
realizado um estudo de coorte envolvendo todos pacientes internados no HGP-TO
infectados com Pseudomonas aeruginosa multiresistente, no período de fevereiro/2013 a
julho/2013, pela busca ativa de amostras de Pseudomonas aeruginosa multiresistentes
identificadas pelo Laboratório de Microbiologia e identificação do fenótipo produtor de
MBL. Serão resgatadas e analisadas estatisticamente, as características demográficas e
os fatores de risco intrínsecos dos pacientes infectados por P.aeruginosa produtora de
MBLs, como idade, doença de base, co-morbidades, tempo de internação hospitalar,
condição clínica, imunocomprometimento
e extrínsecos: uso de antiácidos, uso de
antimicrobianos, cirurgia, procedimentos invasivos (prótese ventilatória, catéter vascular
central, sonda vesical, e outros), sendo que os resultados serão divulgados no HGPP,
objetivando fornecer conhecimento da ocorrência deste fenótipo multiresistente.
- 166 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Avaliação da atividade da α-amilase salivar e pesquisa de sua correlação com o
tabagismo e com farmacoterapia
Período: atual
Pesquisadora: Profa Dra. Daniele Suzete Persike
Voluntárias: Ana Keila Alencar Sousa e Flávia Pereira Barbosa
Resumo: A digestão dos carboidratos tem início com a mastigação, que facilita o acesso
das enzimas digestivas ao amido. A saliva contém a enzima alfa-amilase, cuja função é
iniciar na boca a digestão do amido. A ação da α-amilase salivar continua até que o
alimento no estômago esteja misturado com o ácido gástrico, que inativa a enzima.
Depois que a α-amilase salivar é inativada pelo ácido gástrico com o pH em torno de 4,0,
não haverá no estômago nenhum processamento adicional dos carboidratos. É bem
conhecida a influência do fumo na atividade de algumas enzimas, como por exemplo, da
elastase, que se encontra mais ativada em fumantes, aumentando a destruição da
elastina e propiciando o enfisema pulmonar. Estudos têm sido realizados para averiguar
a relação entre parar de fumar e o ganho de peso. Muitos deles não acham relação entre
parar de fumar e o ganho de peso, contudo alguns estudos têm demonstrado um
aumento real no peso após a retirada do tabaco. Dessa forma o projeto objetiva avaliar a
atividade da alfa-amilase salivar em voluntários e investigar a presença de correlação de
alterações desta atividade enzimática com o tabagismo e com a utilização de
farmacoterapia.
Avaliação microbiológica de caldo de cana e água de coco comercializadas no
município de Palmas-TO
Período: atual
Pesquisadora: Profa Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak
Bolsistas: Jocilene Rodrigues Barros e Samara Viana Meireles
Voluntários: Alessandra Cardoso Pereira
Resumo: Com o passar dos anos, a segurança alimentar vem sendo motivo de grandes
preocupações, assim, despertando o interesse tanto de organizações governamentais,
quanto das instituições de ensino e indústrias alimentícias. A manutenção da integridade
e saúde de todo ser vivo depende da ingestão diária de alimentos que sejam quantitativa
e qualitativamente adequados, saudáveis, e que não coloquem em risco a saúde do
consumidor. Dessa forma, o presente trabalho busca avaliar as condições higiênicosanitárias do comércio ambulante e quantificar microrganismos que possam desencadear
uma toxi-infecção alimentar.
- 167 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Extração, caracterização e avaliação da estabilidade de ativos de plantas
nativas do Parque Estadual do Cantão TO
Período: 2012 – atual
Pesquisadora: Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro
Bolsistas: Jordana Frugere Campos
Voluntários: Kedma Maria Carneiro
Resumo: Ativos vegetais podem ser potenciais substitutos à substâncias conservantes
sintéticas. Pela triagem fitoquímica e atividade antioxidante é possível obter classes
fitoquímicas que, ao serem adicionadas em formulações farmacêuticas podem conferir
estabilidade e propriedades anti-envelhecimento, substituindo aditivos sintéticos.
Avaliação microbiológica de caldo de cana e água de coco comercializadas no
município de Palmas-TO
Período: atual
Pesquisadora: Profa Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak
Bolsistas: Jocilene Rodrigues Barros e Samara Viana Meireles
Voluntários: Alessandra Cardoso Pereira
Resumo: Com o passar dos anos, a segurança alimentar vem sendo motivo de grandes
preocupações, assim, despertando o interesse tanto de organizações governamentais,
quanto das instituições de ensino e indústrias alimentícias. A manutenção da integridade
e saúde de todo ser vivo depende da ingestão diária de alimentos que sejam quantitativa
e qualitativamente adequados, saudáveis, e que não coloquem em risco a saúde do
consumidor. Dessa forma, o presente trabalho busca avaliar as condições higiênicosanitárias do comércio ambulante e quantificar microrganismos que possam desencadear
uma toxi-infecção alimentar.
Biocosméticos: Tecnologia de obtenção e estudo de estabilidade de cosméticos
a partir de plantas do Tocantins
Período: 2010 – atual
Pesquisadoras: Prof. MSc. Juliane Farinelli e Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro
Bolsistas: Brenda Pelegrine Alvares, Fernanda Paula Atávila e Zora Carneiro Azevedo da
Silva.
Voluntários: Débora do Nascimento Regis, Hiago Sebastião de Souza, Príscila Maysa
Vieira De Sousa e Sanny Caroline Carreiro Silva.
- 168 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Resumo: O cerrado tocantinense possui muitas variedades de plantas com potencial para
serem incorporadas em cosméticos. O objetivo deste projeto de pesquisa é desenvolver
formulações cosméticas acrescidas de extratos de plantas tocantinenses e realizar
estudos de estabilidade destes cosméticos.
Investigação parasitológica em hortaliças comercializadas nos restaurantes self
service de Palmas – TO.
Período: 2012
Pesquisadora: Prof. MSc. Áurea Welter
Voluntários: Alessandra Cardoso Pereira e Gracyelli Freire de Souza
Resumo: O exame parasitológico de hortaliças consumidas in natura possibilita identificar
os ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários de importância para a saúde
pública, fornecendo assim dados do estado higiênico das hortaliças, além de permitir o
controle das condições em que foram cultivadas, armazenadas ou preparadas. Embora
seja uma questão de saúde pública, e apesar do grande consumo de hortaliças, pouca
atenção é dada à análise da qualidade das hortaliças que se encontram a disposição do
consumidor em restaurantes self-service em nosso País. Em vista disso, o presente
estudo tem por objetivo avaliar a possível contaminação por parasitas intestinais das
folhas de alface (Lactuca sativa), rúcula (Eruca sativa) e o agrião (Nasturtium officinale),
servidos em restaurantes self-service por quilo da cidade de Palmas, Tocantins, a fim de
analisar a segurança alimentar no momento do consumo destas hortaliças.
Controle de qualidade físico-química e microbiológica de mel produzido no
estado do Tocantins
Período: 2012
Pesquisadora: Prof. MSc. Marta Cristina de Menezes Pavlak
Bolsista: Juliana da Cruz Araújo
Resumo: O mel produzido no estado do Tocantins destina-se ao consumo. Com o
crescimento do consumo, aumentam também as possibilidades de fraudes, adulterações
e manipulação inadequada. Por isso, avaliar a qualidade desse produto natural é de
fundamental importância para o crescimento da produção, assegurando a sua qualidade
e produtividade, a fim de atender às exigências para comercialização no mercado interno
e abrir possibilidade de ser comercializado no mercado eterno. Em função deste
potencial, se faz necessário a condução de pesquisas que visem a caracterização dos
- 169 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
diferentes tipos de méis produzidos na região, para a sua devida agregação de valor. Por
isso, este projeto objetiva realizar controle de qualidade em amostras de mel
comercializadas no estado do Tocantins, por meio da análise da rotulagem das
embalagens; da comparação das características físico-quimicas com a legislação vigente;
da verificação da presença de adulterantes nas amostras
e da pesquisa de
contaminantes microbiológicos.
Avaliação da atividade antioxidante e antimicrobiana de corantes naturais
extraídos de frutas do cerrado tocantinense
Período: 2011
Pesquisadora: Prof. MSc. Marta Cristina de Menezes Pavlak
Bolsistas: Mayara Batista Valadares
Voluntários: Nahimann Maria de Sousa e Clarissa Souza Lira
Resumo: O objetivo deste projeto é encontrar frutos do bioma cerrado que sejam fontes
de corantes naturais, e que estes, além de conferir cor, possam também, garantir a
estabilidade química e microbiológica de formulações farmacêuticas, propiciando maior
vida de prateleira a esses produtos, e uma redução na utilização de compostos sintéticos.
Avaliação da qualidade de três espécies medicinais obtidas de diferentes
fornecedores comercializadas no município de Palmas – TO
Período: 2011
Pesquisadora: Prof. MSc. Grace Priscilla Pelissari Setti
Bolsistas: Abeides Bernandes da Cruz e Vinicius Gonçalves Lopes
Voluntários: Estefane Pereira da Silva Alves e Sheila Christina Cardoso Lima
Resumo: Como o aumento do uso de plantas medicinais pela população brasileira tem
afetado negativamente a qualidade destes produtos à avaliação da pureza e presença de
ativos nas drogas vegetais comercializadas no município de Palmas, tais como a
espinheira santa, guaco e macela, contribui para a garantia de eficácia e segurança ao
usuário.
Extração, quantificação e avaliação da estabilidade de corantes naturais obtidos
de frutos nativos do cerrado
Período: 2011
- 170 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Pesquisadora: Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro
Bolsistas: Eduardo Arruda Rodrigues e Lucas Chaves Bastos
Voluntários: Hugo Maia Fonseca e Kedma Maria Carneiro
Resumo: Os corantes naturais são moléculas bioativas que têm sido estudadas com a
finalidade de detectarmos atividade antioxidante e antibacteriana com possíveis
aplicações na área farmacêutica, aplicando-as em formulações cosméticas. A extração
estes corantes deve ser otimizada em relação ao solvente extrator e a técnica de
separação e purificação, bem como deve ser conhecida sua estabilidade na solução final,
em relação ao tempo de estocagem e condições ótimas de armazenamento.
Avaliação da atividade antimicrobiana e antifúngica do extrato etanólico de
Eugenia involucrata DC
Período: 2011
Pesquisadora: Prof. MSc. Áurea Welter
Bolsista: Adriana Freitas Damascena
Voluntários: Adryeli de Oliveira Marques e Elisandra Otoni Vieira
Resumo: A falência das terapias antimicrobianas vigentes tem motivado a busca de
novas moléculas terapêuticas contra os micro-organismos resistentes. Neste contexto, o
objetivo do presente estudo é avaliar in vitro a susceptibilidade de cepas bacterianas
padrão bem como do fungo leveduriforme Candida albicans aos extratos etanólicos das
partes aéreas (folhas e caule) de Eugenia involucrata DC.
Controle de qualidade microbiológico de plantas medicinais comercializadas no
estado do Tocantins
Período: 2010 – 2012
Pesquisadora: Prof. MSc. Juliane Farinelli
Bolsista: Ana Carolina Matte Garcia
Voluntários: Sirlene Soares Moura e Suzana da Conceição Leite; Juliana de Abreu Miceli;
Elisandra Otoni Vieira; Tomás Pelizari Labanca e Nestor Teixeira
Resumo: A utilização de plantas medicinais para tratamento de doenças é utilizado desde
o início da humanidade. A busca da qualidade microbiológica de plantas medicinais e um
instrumento para a garantia da segurança do paciente. O objetivo deste trabalho é
realizar controle de qualidade microbiológica de plantas comercializadas em farmácias,
drogarias e ervanarias do estado do Tocantins.
- 171 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Atividade antimicrobiana de corantes naturais extraídos de frutos do cerrado
Período: 2010
Pesquisadoras: Prof. MSc. Isis Prado Meirelles de Castro; Prof. Msc. Marta Cristina de
Menezes Pavlak
Bolsistas: Aline Furukawa; Fernando Rodrigues da Costa; Lucas Chaves Bastos e Mayara
Batista Valadares
Voluntários: Hugo Maia Fonseca; Everly Souza Brito; Deny Alves Macedo e Suzanne de
Oliveira Miranda
Resumo: Aperfeiçoar a técnica de extração por solventes de corantes naturais presentes
em frutas do cerrado. Quantificar flavonóides e carotenóides presentes nestes corantes e
detectar a atividade antimicrobiana e antioxidante destes compostos.
Atividade antidiarreica e citotoxicidade do extrato aquoso da casca de Punica
granatum Linn
Período: 2010
Pesquisadora: Prof. MSc. Áurea Welter
Bolsistas: Sheyla Dryelli Souza Noronha e Bruna Silva Rezende
Voluntários: Aldelice Vieira de Melo e Aryclenes César Costa
Resumo: A busca de substâncias bioativas de origem vegetal vem despertando interesse
da comunidade científica e vários trabalhos têm sido publicados confirmando atividades
farmacológicas de ervas usadas pela população na profilaxia ou tratamento de doenças.
Neste contexto, nos propomos a avaliar a atividade antidiarreica e citotóxica do extrato
aquoso obtido da casca do fruto maduro de Punica granatum L. deste composto de uso
popular no tratamento de diarréia na região Sul do Brasil.
Avaliação do sombreamento arbóreo na produção de plantas medicinais
Período: 2010
Pesquisadora: Prof. MSc. Grace Priscilla Pelissari Setti
Bolsistas: Abeides Bernardes da Cruz e Robsayd Wynnycyus Cunha Dias
Resumo: Este trabalho teve por objetivo, verificar a qualidade microbiológica de plantas
medicinais comercializadas, a priori na cidade de Palmas e com o desenvolver do projeto
- 172 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
em todo o Estado do Tocantins, avaliando frente às especificações farmacopeicas ou
fornecidas pelos fabricantes das mesmas.
6.5.8.
PUBLICAÇÕES
A seguir é apresentada uma amostragem das publicações científicas do curso, no período
de 2010 até 2013:
CAPÍTULOS DE LIVROS
OTAVIANO, D. J. ; Pedro, M.B. ; Souza, A.L. ; Silva, I.N. . Segurança Transfusional:
um olhar sobre os serviços de hemoterapia das regiões Norte e Centro Oeste do
Brasil. Brasilia: Ministerio da Saude, 2012
CINTRA, Marcos Rodrigues ; MARTINS, O. A. R. ; Reis, Arione Alves . Segurança
transfusional: um olhar sobre o serviço de hemoterapia das regiões Norte e
Centro-Oeste do Brasil. 1. ed. Brasilia: MS, 2012. v. 1. 466p .
FERNANDES, M. J. S. ; ROSIM, F. E. ; PERSIKE, D. S. . Modelos Animais para o
Estudo de Drogas Antiepilépticas e Uso da Imuno-histoquímica como Técnica
Complementar. In: Carlini, E.A.; Mendes, F.R.. (Org.). Protocolos em psicofarmacologia
comportamental: um guia para a pesquisa de drogas com ação sobre o SNC, com ênfase
nas plantas medicinais.. São Paulo: Editora Fap-Unifesp, 2011, v. , p. 231-266.
FERNANDES, M. J. S. ; CAVALHEIRO, E. A. ; Leite, JP ; PERSIKE, D. S. . Temporal
Lobe Epilepsy: Cell Death and Molecular Targets. In: Fatima Shad Kaneez; Dragana
Manestar. (Org.). Underlying Mechanisms of Epilepsy. Rijeka: InTech - Open Access
Publisher, 2011, v. , p. 117-134.
ARAUJO, A. A. ; Araújo, Aline A. ; Batista, Camilla L. ; Oliveira, Milton A. P. ; Oliveira,
Valeria ; Lino Junior, Ruy S. ; Vinaud, Marina C. ; Bezerra, Jose C. B. . Morphological
alterations and growth inhibition of Leishmania (L.)amazonensis promastigotes
exposed to zidovudine (AZT). Parasitology Research (1987. Print), v. 108, p. 547551, 2011.
ROSIM, F. E. ; SILVA, I. R. ; PERSIKE, D. S. ; VIGNOLI, T. ; FERNANDES, M. J. S. .
Adenosina e Neuroproteção em Epilepsia.. In: Li Li Min, Paula Teixeira Fernandes,
- 173 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Roberto JM Covolan, Fernando Cendes.. (Org.). Cinapce.. São Paulo: Pleiades, 2010, v.
2, p. 193-197.
FERNANDES, M. J. S. ; ROSIM, F. E. ; PERSIKE, D. S. ; DONA, F. . Receptores
Purinérgicos e Epilepsia. In: In: Li Li Min; Fernando Cendes. (Org.).. (Org.). Epilepsia
- Cinapce. São Paulo: Pleiades, 2010, v. 2, p. 199-207.
PERSIKE, D. S. ; ROSIM, F. E. ; FERNANDES, M. J. S. Pathophysiological aspects of
temporal lobe epilepsy. In: Chief Editor: ASHOK KUMAR. (Org.). Epilepsy - A Review..
1ed.Patna: Bihar Chapter, 2010, v. 1, p. 75-99.
FERNANDES, M. J. S. ; ROSIM, F. E. ; SILVA, I. R. ; PERSIKE, D. S. ; CAVALHEIRO, E.
A. . Papel Neuroprotetor da Adenosina na Epilepsia. In: Carlos Beas-Zárate, Mónica
Elisa Urena-Guerrero, Martha C. Rivera-Cervantes, Mercè Pallàs-Lliberia y Antoni Camins.
(Org.). Tópicos de Actualización en Neurobiología. Excitotoxicidad y Cognición en
Enfermedades
Neurodegenerativas:
Aspectos
Básicos,
Clínicos
y
Sociales.
1ed.Guadalajara: La Noche, 2010, v. 1, p. 307-323.
TRABALHOS COMPLETOS
MEDINA, M. F. R. ; AQUILERA, A.H.U. As fronteiras da alteridade: "O outro indígena" como provocador do discurso em Colombo e Pero Vaz de Caminha.
Série-Estudos (UCDB), v. único, p. 13-268, 2011.
VIGNOLI, THIAGO ; NEHLIG, ASTRID ; MASSIRONI, SILVIA GOMES ; COIMBRA, RITA DE
CÁSSIA SINIGAGLIA ; MAZZACORATTI, MARIA DA GRAÇA NAFFAH ; SILVA, IARA
RIBEIRO ;
NETO,
EDUARDO
FERREIRA
DE
CASTRO
; PERSIKE,
DANIELE
SUZETE ; FERNANDES, MARIA JOSÉ DA SILVA . Consequences of pilocarpine-induced
status epilepticus in immunodeficient mice. Brain Research, v. 1450, p. 125-137, 2012.
PERSIKE, D. S. ; LIMA, M. L. ; Amorim, R.P. ; CAVALHEIRO, Esper Abrão ; YACUBIAN, E.
M. T. ; CENTENO, Ricardo da Silva ; SCHENKMAN, S. ; CARRETE JR, Henrique ;
CANZIAN, M. ; FERNANDES, Maria Jose da Silva ; FERNANDES, Maria Jose da Silva .
Hippocampal Proteomic Profile in Temporal Lobe Epilepsy. Journal of Epilepsy and
Clinical Neurophysiology (Impresso), v. 18, p. 53-56, 2012.
CARVALHO, ANDREZZA SOSSAI RODRIGUES ; TORRES, LAILA BRITO ; PERSIKE,
DANIELE SUZETE ; FERNANDES, MARIA JOSÉ SILVA ; AMADO, DEBORA ; NAFFAHMAZZACORATTI,
MARIA
DA
GRAÇA
;CAVALHEIRO,
ESPER
ABRÃO ;
DA
SILVA,
ALEXANDRE VALOTTA . Neuroprotective effect of pyruvate and oxaloacetate during
- 174 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
pilocarpine induced status epilepticus in rats. Neurochemistry International, v. 58, p.
385-390, 2011.
SILVA, IARA RIBEIRO ; NEHLIG, ASTRID ; ROSIM, FERNANDA ELISA ; VIGNOLI, THIAGO
; PERSIKE,
DANIELE
SUZETE ;
FERRANDON,
ARIELLE
; SINIGAGLIA-COIMBRA,
RITA ; FERNANDES, MARIA JOSÉ DA SILVA . The A1 receptor agonist R-Pia reduces the
imbalance between cerebral glucose metabolism and blood flow during status epilepticus:
Could this mechanism be involved with neuroprotection?. Neurobiology of Disease, v.
41, p. 169-176, 2011.
ROSIM, FERNANDA ELISA ; PERSIKE, D. S. ; NEHLIG, ASTRID ; AMORIM, R. P. ;
OLIVEIRA, MÔNICA SÍLVIA RODRIGUES DE ; FERNANDES, MARIA JOSÉ DA SILVA .
Differential neuroprotection by A(1) receptor activation and A(2A) receptor inhibition
following pilocarpine-induced status epilepticus. Epilepsy & Behavior (Print), v. 22, p.
207-213, 2011.
CARVALHO, ANDREZZA SOSSAI RODRIGUES ; TORRES, L. B. ; TORRES, LAILA
BRITO; PERSIKE, D. S. ; FERNANDES, MARIA JOSÉ SILVA ; AMADO, DEBORA ; NAFFAHMAZZACORATTI,
MARIA
DA
GRAÇA
; CAVALHEIRO,
ESPER
ABRÃO ;
DA
SILVA,
ALEXANDRE VALOTTA . Neuroprotective effect of pyruvate and oxaloacetate during
pilocarpine induced status epilepticus in rats. Neurochemistry International, v. 58, p.
385-390, 2011.
DE
OLIVEIRA,
MÔNICA
SÍLVIA
RODRIGUES
;
DA
SILVA
FERNANDES,
MARIA
JOSÉ; SCORZA, FULVIO ALEXANDRE ; PERSIKE, DANIELLE SUZETE ; SCORZA, CARLA
ALESSANDRA ;
DA
PONTE,
JAQUELINE
BOTELHO
;
DE
ALBUQUERQUE,
MARLY
; CAVALHEIRO, ESPER ABRÃO ; ARIDA, RICARDO MARIO . Acute and chronic exercise
modulates the expression of MOR opioid receptors in the hippocampal formation of rats.
Brain Research Bulletin, v. 83, p. 278-283, 2010.
LOBO, M. G. A. A.; PINHEIRO, S. M. B.; CASTRO, J. G. D.; MOMENTÉ, V. G.;
PRANCHEVICIUS, M. S. Adverse drug reaction monitoring: support for pharmacovigilance
at a tertiary care hospital in Northern Brazil. BMC Pharmacology and Toxicology, v.
14, p. 5, 2013.
CASTRO, I. P. M.; ALVIM, T. C.; SANTANA, W. R.; CARVALHO, V. D. P.; SILVEIRA, M. A.
Efeito da adição de soro de queijo no processo de obtenção de etanol a partir de batatadoce. Revista Ciência e Agrotecnologia (UFLA), v. 35, p. 980-986, 2011.
- 175 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
PAVLAK, M. C. M. ; ABREU-LIMA, T.L. ; CARREIRO, S.C. ; PAULILLO, S.C.L. . Estudo da
fermentação
do
hidrolisado
de
batata-doce
utilizando
diferentes
linhagens
de
Saccharomyces cerevisiae. Química Nova (Online), v. 34, p. 82-86, 2011.
RODRIGUES, D. O.; GONTIJO FILHO, P. P. ; TAVARES, M. ; PINTO, R. M. C. . Risk factors
for ventilation associated-pneumonia by multi-drug resistant Pseudomonas aeruginosa
producing metallo-B-lacatamase. International Journal of Medicine and Medical
Sciences, v. Vol 2, p. 271-276, 2010.
PELISSARI, G. P. ; Pietro, Rosemeire Cristina Linhari Rodrigue ; Moreira, Raquel Regina
Duarte . Atividade antibacteriana do óleo essencial de Melampodium divaricatum (Rich.)
DC., Asteraceae. Revista Brasileira de Farmacognosia (Impresso), v. 20, p. 70-74, 2010.
RODRIGUES, D. O. ; GONTIJO FILHO, P. P. ; TAVARES, M. ; PINTO, R. M. C. . Risk
factors for ventilation associated-pneumonia by multi-drug resistant Pseudomonas
aeruginosa producing metallo-B-lacatamase. International Journal of Medicine and
Medical Sciences, v. Vol 2, p. 271-276, 2010.
RESUMOS EXPANDIDOS PUBLICADOS EM ANAIS DE CONGRESSOS
PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; MORAES, E. D. S. ; GONCALVES, L. P. . EFEITO DO
PERÍODO DE ARMAZENAMENTO NA VIABILIDADE DE SEMENTES DE CUPUAÇU. In: X
Congreso Latinoamericano y del Caribe de Ingeniería Agrícola e XLI Congresso
Brasileiro de Engenharia Agrícola, 2012, Londrina. A Engenharia Agrícola na Evolução
dos Sistemas de Produção, 2012.
CAMPELO, P. H. ; PREVIERO, C. A. . Efeito de diferentes substratos na germinação de
sementes medicinais em Palmas - TO. In: XII Jornada de Iniciação Cientifica do
CEULP/ULBRA, 2012, Palmas. Educação e meio ambiente: quando a euforia reclama
atitude coerente, 2012.
BARROS, R. C. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; Parrião, B.C. ; GONCALVES, L. P..
Comparação
entre
testes
de
vigor
em
sementes
de
milho
crioulo
durante
o
armazenamento em Palmas, Tocantins. In: XII Jornada de Iniciação Cientifica do
CEULP/ULBRA, 2012, Palmas. Educação e meio ambiente: quando a euforia reclama
atitude coerente, 2012.
- 176 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
PARRIÃO, B.C. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; GONCALVES, L. P. ; BARROS, R. C. .
Viabilidade de sementes de milho crioulo durante o armazenamento em Palmas,
Tocantins. In: XII Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP/ULBRA, 2012.
Educação e meio ambiente: quando a euforia reclama atitude coerente.
GONCALVES, L. P. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; Barros, R. C. ; Parrião, B.C..
Avaliação de infestação de insetos em sementes de milho crioulo armazenadas em
condições de ambiente natural em Palmas, Tocantins. In: XII Jornada de Iniciação
Cientifica do CEULP/ULBRA, 2012, Palmas. Educação e meio ambiente: quando a
euforia reclama atitude coerente, 2012.
GONCALVES, L. P. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; MORAES, E. D. S. .
Características físicas do fruto Cupuaçu (Theobroma grandiflorum) produzidas na região
de Tocantinópolis, Tocantins. In: 64ª Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do
Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012.
PARRIÃO, B.C. ; PREVIERO, C. A. ; SACCOL, D. B. . Uso do Nin (Azadirachta indica A.
Juss) na conservação da qualidade fisiológica de sementes de Feijão Caupi (Vigna
Unguiculata (L) Walp.) durante o armazenamento em Palmas, Tocantins. In: 64ª
Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes
Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012.
PARENTE, H. V. M. ; PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. . Efeito da desidratação na
germinação de sementes nativas de Cagaita (Eugenia Dysenterica Dc.) em Palmas,
Tocantins. In: 64ª Reunião anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência,
Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, 2012.
SANTOS, D. L. ; PREVIERO, C. A. ; PARENTE, H. V. M. . Extrativismo sustentável do Baru
(Dipteryx Alata Vogel) no Vale do São João, em Palmas, Tocantins. In: 64ª Reunião
anual da SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais
para Enfrentar a Pobreza, 2012.
MILHOMEM, K. B. ; PREVIERO, C. A. ; LIMA, A.M.T. . A relevância do Milho (Zea Mays)
para os agricultores do Assentamento Mariana, Palmas-TO. In: 64ª Reunião anual da
SBPC, 2012, São Luis do Maranhão. Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para
Enfrentar a Pobreza, 2012.
- 177 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
TONACO, K. L. ; FERREIRA, H. C. ; PREVIERO, C. A. ; RIBEIRO, F. H. M. . Análise e
propostas de técnicas de conforto ambiental para as moradias do Assentamento Mariana,
em
Palmas,
Tocantins.
In:
XI
Jornada
de
Iniciação
Científica
do
Centro
Universitário Luterano de Palmas, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica Ciência e Sabedoria Popular, 2011.
SANTOS, D. L. ; PREVIERO, C. A. ; LIMA, B. C. ; FLORENCIO, L. K. . Uso de produtos
vegetais na conservação da qualidade fisiológica de sementes de feijão caupi (Vigna
unguiculata (L) Walp.) durante o armazenamento, em Palmas, Tocantins. In: X Jornada
de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2010, Palmas. Anais X Jornada de Iniciação
Científica, 2010.
PREVIERO, C. A. ; SANTOS, D. L. ; LIMA, B. C. . Influência do teor de umidade e da
embalagem na infestação de insetos em sementes de feijão caupi (Vigna unguiculata (L)
Walp.) armazenadas em Palmas, Tocantins. In: IX Congreso Latinoamerciano y del
Caribe de Engeniería Agrícola e XXXIX Congresso Brasileiro de Engenharia
Agrícola, 2010, Vitória - ES. ANAIS do CLIA 2010 e CONBEA 2010, 2010.
SANTOS, D. L. ; PREVIERO, C. A. . Isotermas de sorção de capítulos e hastes de capim
dourado (Syngonanthus nitens) coletadas no Estado do Tocantins. In: X Congreso
Latinoamerciano y del Caribe de Engeniería Agrícola e XXXIX Congresso
Brasileiro de Engenharia Agrícola, 2010. ANAIS CLIA 2010 e CONBEA 2010.
PARRIÃO, B.C. ; Silva, J.G.D. ; PREVIERO, C. A. . Índice de saturação de sódio de um
latossolo vermelho amarelo ao aplicar diferentes lâminas de esgoto sanitário. In: X
Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2010, Palmas - TO. Anais X
Jornaa de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2010.
BARROS, R. C. ; OLIVEIRA, P. R. ; SILVA, J.G.D. ; PREVIERO, C. A. . Produtividade de
matéria seca do capim mombaça fertirrigado com água residuária de curtume. In: Anais
X Jornada de Iniciação Científica, 2010, Palmas - TO. Anais X Jornada de Iniciação
Científica do CEULP/ULBRA, 2010.
ALVES, N. C.; WELTER, A. Perda por secagem, triagem fitoquímica e atividade
antimicrobiana de Myrciaria cauliflora. In: Anais do VIII Seminário de Iniciação Científica
da Universidade Federal do Tocantins –UFT, 2012, Palmas. VIII Seminário de
Iniciação Científica da Universidade Federal do Tocantins –UFT, 2012, Palmas –
TO.
- 178 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
CARNEIRO, K.M.; VALADARES, M.B.; PAVLAK, M.C.M.; CASTRO, I.P.M.; FARINELLI, J. A
influência da temperatura média e do índice pluviométrico na síntese de corantes no
fruto acerola (Malpighia glabra linn.). e análise da estabilidade de xampus corados com
antocianinas. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas –
TO. Anais..., 2012.
VALADARES, M.B.; FONSECA, H.M.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M.; FARINELLI, J.
Análise da atividade antioxidante da casca do jambolão (Syzygium cumini l. Skeels)
coletados em Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012,
Palmas – TO. Anais..., 2012.
SODRÉ, L.; BASTOS, L.C.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M.; FARINELLI, J. Quantificação
e avaliação da estabilidade do β-caroteno extraído do óleo da polpa do buriti (Mauritia
flexuosa l.) adquirido de produtores rurais de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de
Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
SILVA, Z.C.A.; BASTOS, L.C.; FARINELLI, J.; CASTRO, I.P.M.;
PAVLAK, M.C.M.
Tecnologia de obtenção e estudo de estabilidade de formulações cosméticas a partir do
óleo da polpa de buriti (Mauritia flexuosa L.). In: Jornada Acadêmica de Biomedicina
e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
MOURA, J.A.C.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M.; FARINELLI, J. Obtenção e estabilidade
de sabonete em barra com
óleo de babaçu (Orbignya phalerata Mart.). In: Jornada
Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
VALADARES, M.B.; FONSECA, H.M.; PAVLAK, M.C.M.; CASTRO, I.P.M.; FARINELLI, J.
Atividade antioxidante de β-caroteno extraído de acerola (Malpighia glabra Linn). In:
Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
BASTOS, L.C.; FARINELLI, J.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação da atividade
antioxidante dos tipos de chás obtidos a partir da Camellia sinensis. In: Jornada
Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
CARNEIRO, K.M.; CAMPOS, J.F.; CARREIRO, S.C.; ALAVARES, B.P.; CASTRO, I.P.M.;
FARINELLI, J. Triagem fitoquímica e quantificação da atividade antioxidante dos extratos
da casca e folha do pequizeiro (Caryocar brasiliense camb.) nativo do Parque Estadual do
- 179 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Cantão. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO.
Anais..., 2012.
TEIXEIRA, N.; LABANCA, T.P.; SANTOS, R.V.; CASTRO, I.P.M.; FARINELLI, J. Controle de
qualidade de embalagem, rótulos, parâmetros físico químicos e microbiológicos de
cápsulas de ácido acetilsalicílico, ibuprofeno e ácido ascórbico comercializados em
farmácias magistrais de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e
Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
FONSÊCA, H.M.; BASTOS, L.C.; BRITO, E.S.; CASTRO, I.P.M.; PAVLAK, M.C.M. Efeito da
sazonalidade sobre a concentração e a estabilidade da antocianina do fruto de Syzygium
cumini L. Skeels coletados em Palmas – TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e
Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
GARCIA, A.C.M.; SOUZA, E.O.V.; MICELI, J.A.; TEIXEIRA, N.; MENDES, F.F.A.;
CARDOSO, C.D.; LIMA, S.C.C.; SETTI, G.P.P.; FARINELLI, J. Controle de qualidade físicoquímico e determinação de coliformes termotolerantes de amostras comerciais de
Calendula officinalis, Matricaria recutita, Peumus boldus e Rhamnus purshiana adquiridas
em Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas –
TO. Anais..., 2012.
LOPES, V.G.; ALVES, E.P.S.; LIMA S.C.C.; SILVA, E.A.; MOURA, S.S.; LEITE, S.C.;
DAMASCENA, A.F.; SETTI, G.P.P.; FARINELLI, J. Controle de qualidade físico-químico e
microbiológico de Achyrocline satureiroides, Maytenus ilicifoia, Mikania glomerata e
Phyllanthus niruri comercializados na cidade de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de
Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
BORGES,
N.A.;
PAVLAK,
M.C.M.
Avaliação
microbiológica
de
queijos
artesanais
produzidos por pequenos produtores rurais do município de Pindorama-To. In: Jornada
Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
MACECDO, R.L.A.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação microbiológica em farinhas de mandioca
comercializadas na cidade de Palmas –TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e
Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
SANTOS, K.N.; PAVLAK, M.C.M. Triagem fitoquímica e atividade antibacteriana do látex
seco de Dioscorea SP. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012,
Palmas – TO. Anais..., 2012.
- 180 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
CAMPOS, A.P.; PAVLAK, M.C.M. Qualidade microbiológica de cortes de frango “in natura”
refrigerados comercializados em supermercados do município de Palmas- TO. In:
Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
SANTOS, R.X.; PAVLAK, M.C.M. Avaliação microbiologica de tortas doces comercializdas
em feiras municipais de Palmas – TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e
Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
DIAS,
R.W.C.;
PAVLAK,
M.C.M.
Avaliação
microbiológica
de
cachorros-quentes
comercializados por ambulantes na cidade de Palmas – TO. In: Jornada Acadêmica de
Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
MACEDO, D.A.; FONSECA, H.M.; CASTRO, I.P.M. Avaliação do ph e da concentração de
ácido fosfórico em diferentes marcas de refrigerante tipo cola e a prevalência da erosão
dentária infanto-juvenil: acidez ou consumo exagerado? In: Jornada Acadêmica de
Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
PACHECO, F.G.; SILVA, S.C.C.; CASTRO, I.P.M. Caracterização fisico-química do óleo de
mamona (Ricinus communis l.) produzido por comunidade extrativista rural de PalmasTO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO.
Anais..., 2012.
MAYA, T.P.T.; CARNEIRO, K.M.; CASTRO, I.P.M. Identificação de ativos fitoquímicos e
atividade antibacteriana do latex da Euphorbia tirucalli (avelóz) coletado no município de
Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO.
Anais..., 2012.
HAMPEL, C.; TRINDADE, E.J. Toxicologia clinica e analítica do álcool. In: Jornada
Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
FREITAS, H.C.D.; TRINDADE, E.J. Toxicologia analítica da intoxicação ocupacional e
alimentar por piretróides. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012,
Palmas – TO. Anais..., 2012.
FERREIRA, B.B.; TRINDADE, E.J. Toxicologia clínica e analítica dos esteróides anabólico
androgênicos. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas –
TO. Anais..., 2012.
- 181 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
COSTA, A.A. TRINDADE, E.J. Aspectos clínicos, laboratoriais e terapêuticos das síndromes
hipertensivas gestacionais: pré-eclampsia e eclampsia. In: Jornada Acadêmica de
Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
LACERDA, R.A.; SANTOS, E.L.V.L.B. Atenção farmacêutica ao idoso portador da doença
de Alzheimer. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas –
TO. Anais..., 2012.
SANDES, S.B.M.; SANTOS, E.L.V.L.B. Depressão geriátrica: diagnóstico e tratamento. In:
Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
ANDRADE, L.F.; ARAUJO, A.A. Parasitos intestinais em hortaliças de feiras livres da
região sul de Palmas, Tocantins, 2011. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e
Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
LIRA, C.S.; ARAUJO, A.A. Perfil epidemiológico da tuberculose no estado do Tocantins de
2005 a 2010. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas –
TO. Anais..., 2012.
TEIXEIRA, N.C.; SILVA, K.B.M. Intoxicação exógena por medicamentos: uma revisão. In:
Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
SOARES, R.G.; SILVA, K.B.M. Análise de rótulos de protetores solares comercializados no
município de Palmas-TO de acordo a RDC 237/02. In: Jornada Acadêmica de
Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
VALADARES, M.B.; FONSECA, H.M.; WELTER, A. Análise da contaminação de sanitários
públicos por enteroparasitos no município de Palmas –TO. In: Jornada Acadêmica de
Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
LOPES, V.G.; WELTER, A. Análise parasitológica das hortaliças comercializadas em
supermercados de Palmas-TO. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia,
2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
FURUKAWA, A.; WELTER, A.; DANTAS, H.O. Pesquisa parasitológica em areias de
parques infantis presentes nas praças públicas de Palmas – TO, 2012. In: Jornada
Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
- 182 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
SILVEIRA, G..; LOBO, M.G.A.A. Avaliação do uso de crack: uma abordagem toxicológica
social. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO.
Anais..., 2012.
CARVALHO, P.O.; LOBO, M.G.A.A. Seleção de medicamentos promovendo uso racional
em hospitais. In: Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas –
TO. Anais..., 2012.
LIMA, T.T.M.; RODRIGUES, D.O. Infecção hospitalar em neonatos: uma visão geral. In:
Jornada Acadêmica de Biomedicina e Farmácia, 2012, Palmas – TO. Anais..., 2012.
VALADARES, M. B. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M ; FARINELLI, J. . Atividade
antioxidante, antimicrobiana de corantes naturais extraídos de acerola e estudo da
estabilidade de condicionador com óleo de babaçu corado com antocianinas de acerola.
In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012.
LIRA, C. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M ; FARINELLI, J. Avaliação da atividade
antioxidante e antimicrobiana de corantes naturais extraídos de frutos do cerrado
tocantinense. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012.
SOUSA, N. M. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M ; FARINELLI, J. . Avaliação da
atividade antioxidante e antimicrobiana de corantes naturais extraídos de frutos do
cerrado tocantinense. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais...,
2012.
BASTOS, L. C. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Avaliação da
estabiliade de carotenóides extraídos do óleo do buriti e análise da estabilidade de
formulações cosméticas após sua incorporação. In: XII Jornada de Iniciação
Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012.
FONSECA, H. M. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Biocosméticos:
extração, quantificação e avaliação da estabilidade das antocianinas totais do fruto do
jambolão e verificação da estabilidade de condicionador incorporado com óleo de algodão
e corado com antocianinas. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas.
Anais..., 2012.
CARNEIRO, K. M. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Extração,
- 183 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
quantificação, estabilidade de corantes naturais e adição em xampus a partir do fruto
acerola. In: XII Jornada de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012.
SILVA, Z. C. A.; FARINELLI, J. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. . Tecnologia de
Obtenção e estudo de estabilidade de xampu a partir de óleo de buriti. In: XII Jornada
de Iniciação Científica, 2012, Palmas. Anais..., 2012.
RESENDE, B. S. ; NORONHA, S. D. S. ; MELO, A. V. ; WELTER, A. . ATIVIDADE
ANTIMICROBIANA DO EXTRATO ETANÓLICO DA CASCA DE Punica granatum L.. In: XI
Jornada de Iniciação Científica do Centro Universitário Luterano de Palmas, 2011,
Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica. Palmas, 2011.
MELO, A. V. ; RESENDE, B. S. ; NORONHA, S. D. S. ; WELTER, A. . CONCENTRAÇÃO
INIBITÓRIA MÍNIMA (CIM) E CONCENTRAÇÃO BACTERICIDA MÍNIMA (CBM) DO
EXTRATO ETANOLICO DA CASCA DE Punica granatum L.. In: XI Jornada de Iniciação
Científica do Centro Universitário Luterano de Palmas, 2011, Palmas. XI Jornada
de Iniciação Científica. Palmas, 2011.
DAMASCENA, A. F. ; MARQUES, A. O. ; VIEIRA, E. O. ; WELTER, A. . AVALIAÇÃO DA
ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO EXTRATO ETANÓLICO DA CASCA DO CAULE DE
Eugenia involucrata DC.. In: XI Jornada de Iniciação Científica do Centro
Universitário Luterano de Palmas, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica.
Palmas, 2011.
BASTOS, L. C. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M . Atividade antimicrobiana de
corantes naturais extraídos da polpa do jambolão (Syzygium cumini L.) coletados na
cidade de Palmas-TO. In: XI Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA,
2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica, 2011.
FURUKAWA, A. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. . Avaliação da atividade
antimicrobiana de corantes naturais extraídos da casca da manga (Mangifera indica) cv.
Tommy
Atkis,
De
Palmas-TO.
In:
XI
Jornada
de
Iniciação
Científica
do
CEULP/ULBRA, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação Científica, 2011.
VALADARES, M. B. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M . Análise da atividade
antimicrobiana de corantes naturais extraídos da polpa de acerola (Malpighia glabra Linn)
adquiridos em cultivos domésticos na cidade de palmas-TO. In: XI Jornada de
- 184 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas. XI Jornada de Iniciação
Científica, 2011.
COSTA, F. R. ; CASTRO, I.P.M ; PAVLAK, M. C. M. Atividade antimicrobiana de corantes
naturais extraídos da casca de goiaba (Psidium guajava L.) obtidas no municipio de
Palmas/TO. In: XI Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas.
XI Jornada de Iniciação Científica, 2011.
MIRANDA, S. O. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M . Atividade antimicrobiana de
corantes naturais extraídos do caju (Anacardium occidentale L) coletados na cidade de
Palmas-TO. In: XI Jornada de Iniciação Científica do CEULP/ULBRA, 2011, Palmas.
XI Jornada de Iniciação Científica, 2011.
SOUSA, O.G. ; BONATO, J. L. ; Furukawa, A. ; MENDONÇA, E. D.; FELTRIM, E. N. .
Análise Macroscópica de Lesões Cutâneas Experimentais Tratadas com Eletroacupuntura
e Fibrase(R). In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas-TO. X
Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010. v. 1.
FURUKAWA, A. ; BONATO, J. L. ; Sousa, O.G. ; MENDONÇA, E. D.; FELTRIM, E. N. .
Análise Macroscópica de Lesões Cutâneas Experimentais em Ratos Associando o Extrato
Aquoso de Rizoma de Curcuma zedaria de Palmas-TO com Eletroacupuntura. In: X
Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas-TO. X Jornada de Iniciação
Científica do CEULP, 2010.
BONATO, J. L. ; Sousa, O.G. ; Furukawa, A. ; MENDONÇA, E. D.; FELTRIM, E. N. . Análise
do Uso de Extrato Aquoso de Gengibre (Zingiber officinale Roscoe) Associado à Aplicação
de Eletroacupuntura em Lesões Cutâneas Experimentais. In: X Jornada de Iniciação
Científica do CEULP, 2010, Palmas-TO. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP,
2010.
OLIVEIRA, A. C. B. ; PELISSARI, G. P. . Controle de qualidade de amostras comercias de
Endopleura uchi (HUMIRIACEAE) uxi-amarelo adquiridas em Palmas-TO. In: X Jornada
de Iniciação Científica, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica, 2010.
FALEIRO, D. P. V. ; PELISSARI, G. P. . Avaliação da qualidade de amostras do gênero
Baccharis sp. comercializados no município de Palmas-TO. In: X Jornada de Iniciação
Científica, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica, 2010.
- 185 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
LOPES, VC ; CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; FARINELLI, J . Controle de qualidade microbiológico
de folhas de sene comercializado em feira e farmácia de Palmas-TO. In: X Jornada de
Iniciação Científica CEULP, 2010, Palmas. X jornada de Iniciação Científica, 2010.
CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; LOPES, VC ; PELISSARI, G.P. ; FARINELLI, Juliane . Análise
fitoquímica da multimistura comercializada em Palmas -TO. In: XX Congresso
Panamericano de Farmácia, 2010, Porto Alegre. XX congresso Panamericano de
Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010.
LOPES, VC ; MUNIZ, A ; FARINELLI, J . Análise da água do córrego Taquaruçu, em uma
residência
em
Taquaralto
e
em
uma
escola
municipal.
In:
XX
Congresso
Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO
DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA,
2010.
ALVES, N. C. ; CARVALHO, F. C. ; NORONHA, S. D. ; FARINELLI, J ; PAVLAK, M. C. M .
Avaliação da atividade antioxidante de extratos aquosos e/ou etanólicos das folhas de
pequi e jambolão por DPPH. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010,
PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA
FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA, 2010.
LOPES, V. G. ; CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; FERREIRA, R. L. ; FARINELLI, J . Controle de
qualidade microbiológico de folhas de sene comercializado em feira e farmácia de
Palmas-TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX
CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO
FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA, 2010.
FERREIRA, R. L. ; CRUZ, A. B. ; LOPES, V. G. ; FARINELLI, J . Controle de qualidade
microbiológico de multimistura utilizada na pastoral da criança em Palmas-TO. In: XX
Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO
PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SULAMERICANA, 2010.
LOBO, M.G.; FARINELLI, J. Perfil das solicitações do Centro de Informações sobre
Medicamentos do Hospital Geral de Palmas no segundo semestre de 2009. In: XX
Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX CONGRESSO
PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO FARMACÊUTICA SULAMERICANA, 2010.
- 186 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
FONSÊCA, H.M. ; VALADARES, M. B. ; FONTOURA, R.L. ; CASTRO, I.P.M. ; FARINELLI, J .
Controle de qualidade de etanol carburante em três postos e combustíveis de Palmas-TO.
In:
XX
Congresso
Panamericano
de
Farmácia,
2010,
PORTO
ALEGRE.
XX
CONGRESSO PANAMERICANO DE FARMÁCIA E XIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO
FARMACÊUTICA SUL-AMERICANA, 2010.
VALADARES, M. B. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Extração e quantificação de
corantes naturais em polpa de acerola (Malpighia glabra Linn) de cultivos doméstico na
cidade de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010,
Palmas. X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010.
BASTOS, L.C. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Extração e quantificação de
corantes naturais extraídos da polpa do jambolão (Syzigium cumini) coletado na cidade
de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas. X
Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010.
FURUKAWA, A. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Análise de corantes naturais
extraídos da casca da manga (Mangifera indica) cv. Tommy Atkins, de Palmas - TO. In: X
Jornada de Iniciação Científica do CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação
Científica do CEULP, 2010.
FONSECA, H.M. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Extração e quantificação de
corantes naturais na casca de jambolão (Syzigium cumini, L. SKEELS) coletados em
Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP, 2010, Palmas. X
Jornada de Iniciação Cientifica do CEULP, 2010.
MIRANDA, S.O. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Análise de corantes naturais
extraídos de caju (Anacardium occidentale L.) adquiridos no comércio de Palmas - TO.
In: X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação
Científica - CEULP, 2010.
MACEDO, D.A. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M. . Extração e quantificação de
antocianinas e carotenóides presentes na polpa de manga (Mangifera indica) cv. Tommy
Atkins comercializada na cidade de Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica
- CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010.
COSTA, F.R. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Extração e quantificação de corantes
naturais das cascas de goiaba (Psidium guajava) obtidas no município de Palmas - TO.
In: X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010, Palmas. X Jornada de Iniciação
Científica - CEULP, 2010.
- 187 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
BRITO, E.S. ; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I.P.M. . Avaliação da concentração de
antocianinas e carotenóides na polpa da goiaba (Psidium guajava) comercializada em
Palmas - TO. In: X Jornada de Iniciação Científica - CEULP, 2010, Palmas. X Jornada
de Iniciação Científica - CEULP, 2010
ALVES N.C. ; CARVALHO, F.C. ; NORONHA, S.D. ; FARINELLI, J. ; PAVLAK, M. C. M. .
Avaliação da Atividade Antioxidante de Extratos Aquosos e/ou Etanólicos de Folhas de
Pequi e Jambolão por DPPH. In: XX Congresso Pan-Americano de Farmácia, 2010,
Porto Alegre - RS. XX Congresso Pan-Americano de Farmácia, 2010.
RESUMOS SIMPLES
CASTRO, I. P. M.; ABRANTES, M. V. ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. . Comparation of
in
vitro
antibacterial
Internacional
de
Pós
activity
of
Graduação
commercial
e
Pesquisa,
antiseptics
2012,
soaps.
Ribeirão
In:
V
Preto.
Simpósio
Simpósio
Internacional de Pós Graduação e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012. v.
1. p. 16-16.
COUTO, S. M. D.; PAVLAK, M. C. M. ; CASTRO, I. P. M.; FARINELLI, J. . Development and
stability study of cream obtained with cotton oil. In: V Simpósio Internacional de Pós
Graduação e Pesquisa, 2012, Ribeirão Preto. Simpósio Internacional de Pós Graduação
e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012. v. 1. p. 21-21.
ALVARES, B. P. ; SILVA, Z. C. A. ; PAVLAK, M. C. M. ; FARINELLI, J. ; CASTRO, I. P. M.;.
Development and stability study of shampoo obtained with Mauritia flexuosa oil. In: V
Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa, 2012, Ribeirão Preto.
Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012.
v. 1. p. 22-22.
FARINELLI, J. ; CASTRO, I. P. M.; PAVLAK, M. C. M. ; FONSECA, H. M. ; VALADARES, M.
B. ; Isaac, Vera Lucia . Rheology of hair conditioner formulated with two different
vegetable oils and pigment extract solution from Syzygium cumini L. fruit. In: V
Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa, 2012, Ribeirão Preto.
Simpósio Internacional de Pós Graduação e Pesquisa. Ribeirão Preto: ASSINPOSPq, 2012.
v. 1. p. 28-28.
FARINELLI, J. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M ; FONSÊCA, H.M. ; VALADARES, M. B.
; ISAAC, V. L. . Rheology of hair conditioner formulated with two different vegetable oils
- 188 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
and pigment extract solution from Syzygium cumini L. fruit. In: 5th International
Symposium
of
Post
Graduation
and
Research,
2012,
Ribeirão
Preto.
5th
International Symposium of Post Graduation and Research, 2012.
COUTO, S. M. D. ; PAVLAK, M. C. M ; CASTRO, I.P.M. ; FARINELLI, J. . Development and
stability study of cream obtained with cotton oil. In: 5th International Symposium of
Post Graduation and Research, 2012, Ribeirão Preto. 5th International Symposium of
Post Graduation and Research, 2012.
MOURA, S. S. ; SILVA, D. A. ; SILVA, E. A. ; LEITE, S. C. ; FARINELLI, J. . Controle de
qualidade microbiológico de Maytenus ilicifoia (espinheira santa) comercializada na
cidade de Palmas-TO.. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª
Reunião Anual da SBPC, 2012.
LEITE, S. C. ; SILVA, E. A. ; MOURA, S. S. ; SILVA, D. A. ; FARINELLI, J. . Controle de
qualidade microbiológica da Achyrocline satureoides (macela) comercializadas na cidade
de palmas-tocantins. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª
Reunião Anual da SBPC, 2012.
SILVA, D. A. ; SILVA, E. A. ; MOURA, S. S. ; LEITE, S. C. ; FARINELLI, J. . Controle de
qualidade microbiológico de Phyllanthus niruri (quebra-pedra) comercializada na cidade
de Palmas -Tocantins.. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª
Reunião Anual da SBPC, 2012.
SILVA, E. A. ; MOURA, S. S. ; LEITE, S. C. ; SILVA, D. A. ; FARINELLI, J. . Controle de
qualidade microbiológico de Mikania glomerata (guaco) comercializadas na cidade de
Palmas -Tocantins. In: 64ª Reunião Anual da SBPC, 2012, São Luís - MA. 64ª Reunião
Anual da SBPC, 2012.
ALVES, N. C. ; FARINELLI, J. ; CRUZ, A. B. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M .
biocosmetics: evaluation of antioxidant activity of jambolão's extract (Syzygium cumini l.
skeels) and its stability in cream.. In: 8th International Congress of Pharmaceutical
Sciences - CIFARP, 2011, Ribeirão Preto. New Trends in Pharmaceutical Sciences "Open
media", 2011.
GARCIA, A. C. M. ; FARINELLI, J . MICROBIOLOGICAL Control of Peumus boldus L.
acquired in drugstores and fairs at Palmas - Tocantins, Brazil.. In: 8th International
- 189 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Congress of Pharmaceutical Sciences CIFARP, 2011, Ribeirão Preto. New Trends in
Pharmaceutical Sciences "Open media", 2011.
TEIXEIRA, N.; MADALENA, L. J. A.; FARINELLI, J. . Microbiological control of Matricaria
recutita l. acquired in drugstores and street fairs and health foodstores at Palmas Tocantins, Brazil.. In: 8th International Congress of Pharmaceutical Sciences CIFARP, 2011, Ribeirão Preto. New Trends in Pharmaceutical Sciences "Open media",
2011.
RODRIGUES, W. S. F ; FARINELLI, J. ; CASTRO, I.P.M. ; PAVLAK, M. C. M . Technology
obtention and stability study of shampoo added from Syzygium cumini extract.. In: 8th
International Congress of Pharmaceutical Sciences - CIFARP, 2011, Ribeirão
Preto. New Trends in Pharmaceutical Sciences, 2011.
CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; LOPES, VC ; PELISSARI, G.P. ; FARINELLI, Juliane . Análise
fitoquímica da multimistura comercializada em Palmas -TO. In: XX Congresso
Panamericano de Farmácia, 2010, Porto Alegre. XX Congresso Panamericano de
Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010.
LOPES, VC ; MUNIZ, A ; FARINELLI, Juliane . Análise da água do córrego Taquaruçu, em
uma residência em Taquaralto e em uma escola municipal. In: XX Congresso
Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de
Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana, 2010.
ALVES, N. C. ; CARVALHO, F. C. ; NORONHA, S. D. ; FARINELLI, J ; PAVLAK, M. C. M .
Avaliação da atividade antioxidante de extratos aquosos e/ou etanólicos das folhas de
pequi e jambolão por DPPH. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010,
PORTO ALEGRE. XX Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação
Farmacêutica Sul-Americana, 2010.
LOPES, V. G. ; CRUZ, A. B. ; LUZ, FA ; FERREIRA, R. L. ; FARINELLI, J . Controle de
qualidade microbiológico de folhas de sene comercializado em feira e farmácia de
Palmas-TO. In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX
Congresso Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica SulAmericana, 2010.
FERREIRA, R. L. ; CRUZ, A. B. ; LOPES, V. G. ; FARINELLI, J . Controle de qualiade
microbiológico de multimistura utilizada na pastoral da criança em Palmas-TO. In: XX
- 190 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso
Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana,
2010.
LOBO, M.G. ; FARINELLI, Juliane . Perfil das solicitações do Centro de Informações sobre
Medicamentos do Hospital Geral De Palmas no segundo semestre de 2009. In: XX
Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso
Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana,
2010.
FONSÊCA, H.M. ; VALADARES, M. B. ; FONTOURA, R.L. ; CASTRO, I.P.M. ; FARINELLI, J .
Controle de qualidade de etanol carburante em três postos e combustíveis de Palmas-TO.
In: XX Congresso Panamericano de Farmácia, 2010, PORTO ALEGRE. XX Congresso
Panamericano de Farmácia e XIV Congresso da Federação Farmacêutica Sul-Americana,
2010.
MELO, P. C. ; RODRIGUES, D. O. ; DOLINGER, D. V. ; DOLINGER, E. J. O. V. ; NADERFILHO, A. . Presença de Pseudomonas multiresistentes a antimicrobianos em ambiente
de ordenha e nas mãos de ordenhador. In: VI Encontro de Pós Graduandos da
UNESP/FCAV, 2010, Jaboticabal. VI Encontro de Pós Graduandos da UNESP/FCAV (CD),
2010.
RODRIGUES, D. O. ; Santos, KR ; GONTIJO FILHO, P. P. . Pneumonias associadas à
ventilação mecânica por Pseudomonas aeruginosa produtora de metalo-β-lactamases:
aspectos epidemiológicos e moleculares. In: XII Congresso Brasileiro de Controle de
Infecção e Epidemiologia Hospitalar, 2010, Olinda. Anais do XII Congresso Brasileiro
de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar, 2010.
A tabela a seguir apresenta o total de publicações científicas do curso, no período de
2010 até 2013
PUBLICAÇÕES
QUANT.
Capítulos de Livro
Trabalhos Completos
Resumos Expandidos
Resumo Simples
Produção Artística e Cultural
Produção Tecnológica
TOTAL
- 191 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
8
14
91
23
136
6.6. PLANO DE CARREIRA
A seguir é apresentado um resumo do plano de carreira do CEULP, implantado em março
de 2012.
•
Objetivo
o
Normatizar os critérios de ingresso e progressão da carreira docente do
ensino superior no CEULP
•
•
•
Categorias e níveis
o
I - Professor Auxiliar – Níveis I, II, III, IV e V
o
II - Professor Assistente – Níveis I, II, III, IV e V
o
III – Professor Adjunto – Níveis I, II, III
o
IV – Professor Titular - Níveis I, II, III
Critérios para enquadramento
o
titulação acadêmica
o
experiência em funções docentes
o
tempo de atuação no CEULP
o
desempenho no CEULP
o
produção técnico-científica, científica, acadêmica e profissional
Progressão por antiguidade e merecimento
A progressão por antiguidade, em níveis dentro da categoria em que estiver enquadrado,
ou a progressão por merecimento, em níveis dentro da categoria ou do último nível da
categoria anterior para o primeiro nível da categoria seguinte, obedecerá aos seguintes
critérios:
Para progressão
Categoria
Critérios
Nível I
Auxiliar
Titulação
Pontuação
Tempo Nível Anterior
Assistente
Titulação
Pontuação
Tempo Nível Anterior
Nível II
Nível III
Nível IV
Nível V
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
400
(Não avaliar)
438
(Não avaliar)
03 anos
03 anos
03 anos
03 anos
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
559
(Não avaliar)
635
(Não avaliar)
03 anos
03 anos
03 anos
03 anos
Especialista (Progressão)
507
03 anos
Ou
Titulação
Mestre (Titulação)
Pontuação
Tempo Nível Anterior
Adjunto
Titulação
Mestre (Progressão)
- 192 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Pontuação
763
Tempo Nível Anterior
03 anos
Ou
Titulação
Doutor (Titulação)
Pontuação
Tempo Nível Anterior
Titular
Doutor
Doutor
869
(Não avaliar)
03 anos
03 anos
Titulação
Doutor
Doutor
Doutor
Pontuação
1060
1256
1488
Vagas Corpo Docente
14%
3%
3%
Tempo Nível Anterior
03 anos
03 anos
03 anos
A progressão em categorias se dará com base na titulação do docente, conforme os
seguintes requisitos:
o
os portadores de título de especialista, enquadrados em qualquer Nível da
Categoria de Professor Auxiliar e que concluam os estudos e apresentem a
documentação oficial de titulação de Mestre serão automaticamente
enquadrados no Nível I da categoria de Professor Assistente.
o
os portadores de título de especialista ou mestre, enquadrados em
qualquer Nível da Categoria de Professor Auxiliar ou Assistente e que
concluam os estudos e apresentem a documentação oficial de titulação de
Doutor serão automaticamente enquadrados no Nível I da categoria de
Professor Adjunto.
o
para a categoria de Titular será exigida titulação de Doutor sendo a
progressão condicionada a existência de vagas, no limite de 20% do total
de docentes do CEULP, distribuídos em 14% para o Nível I, 3% para o
Nível II e 3% para o Nível III, do total de professores enquadrados nesta
categoria.
•
Observações:
o
a Progressão ocorrerá sempre no dia 1º de março do ano subsequente ao
processo seletivo;
o
deve haver um lapso temporal de 3 anos entre os níveis;
o
o docente poderá candidatar-se apenas à progressão ao nível subsequente
ao seu nível atual.
•
Tabela de hora-aula*
Categoria
Titulação
Nível I
Nível II
Nível III
Nível IV
Nível V
Especialista
30,42
31,03
31,66
32,30
32,95
Assistente Mestre
34,91
35,98
36,99
38,09
39,20
Adjunto
Doutor
40,32
42,11
44,26
Titular
Doutor
47,37
48,79
50,21
Auxiliar
- 193 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
*Os valores serão atualizados ano a ano, de acordo com os índices estabelecidos nas
Convenções Coletivas de Trabalho.
- 194 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
7. INFRA-ESTRUTURA
7.1. INSTALAÇÕES FÍSICAS
O CEULP, no seu campus, dispõe de um terreno de 287.000,00 m². A área construída é
de 50.016,99 m², distribuída em várias edificações, conforme tabela disponibilizada a
seguir.
DESCRIÇÃO
ÁREA CONSTRUÍDA
PRÉDIO 01
Setores administrativos, sala de reuniões, biblioteca e auditório 3.452,16 m²
central
PRÉDIO 02
2.202,84 m²
salas de aula e coordenações de cursos
PRÉDIO 03
2.484,72 m²
salas de aula e coordenações de cursos
PRÉDIO 04
salas de aula, sala de convivência dos professores, apoio 2.202,84 m²
docente, salas de projeção e coordenações de cursos
PRÉDIO 05
6.038,08 m²
Complexo Laboratorial
PRÉDIO 06
salas de aula, almoxarifado central e laboratórios, coordenação
3.418,66 m²
do curso de Direito e centro de convivência de professores e
funcionários
PRÉDIO 07
Laboratórios de Informática, CPD, coordenações dos cursos da 1.369,42 m²
área de computação
PRÉDIO 08
1848,32 m²
TCD Direito (superior) e praça de alimentação (inferior)
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO: restaurante universitário, cantinas
- 195 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
924,16 m²
Central de atendimento ao acadêmico
416,56 m²
DCE – Diretório Central dos Estudantes
135,00 m²
PRÉDIO 10
Complexo Esportivo: quadra poliesportiva, 8 alojamentos, 4
5.331,28 m²
vestiários, 4 sanitários, palco, 13 salas de aula, sala de
musculação, sala de judô, administração e cantina
Campo de Futebol Gramado
5.507,00 m²
Terraquarium – estrutura para educação ambiental
175,56 m²
Garagem e marcenaria
857,59 m²
Laboratório de Construção Civil
138,00 m²
Arquivo Morto Institucional
178,80 m²
Biotério
280,00 m²
Casa de Força
144,00 m²
Estacionamento
12.912,00 m²
TOTAL
50.016,99 m2
Além da estrutura física apresentada na tabela, o CEULP possui um prédio de 6.914,99
m² localizado no centro da cidade, no qual funciona o NAC - Núcleo de Atendimento à
Comunidade. Esse núcleo presta atendimento especializado no serviço de saúde,
assistência jurídica e assistência social.
Os estacionamentos são arborizados e, assim como as demais instalações do Campus, é
totalmente cercado por alambrados, o que garante maior segurança para instalações e
para os veículos dos funcionários e acadêmicos.
7.1.1.
SALAS DE AULA
Atualmente, o CEULP disponibiliza 110 salas de aula climatizadas, com luminosidade,
acústica, e mobiliário que propiciam um ambiente adequado ao aprendizado e, visando
preservar saúde dos professores, todos os quadros de giz foram substituídos por quadros
brancos, de fórmica. Dessas salas, cinco são configuradas como salas de projeção, com
televisor de 42’’ e computador.
- 196 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
A quantidade de alunos é definida de acordo com a dimensão da sala: salas de 59 metros
quadrados têm capacidade para até 50 alunos e salas de 39 metros quadrados têm
capacidade para até 30 alunos. Essas salas de aula são reservadas de acordo com a
necessidade dos cursos, em relação a quantidade de turmas e ao número de alunos
matriculados nas mesmas.
A tabela a seguir apresenta a relação de salas de aula do CEULP.
SALAS DE AULAS
202
203
205
207
209
211
212
213
214
215
216
217
218
219
221
222
223
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
237
302
304
306
308
310
312
314
317
319
320
321
ESPAÇO FÍSICO GERAL
ÁREA (M²)
PRÉDIO 2
39
59
39
39
39
39
39
39
39
39
39
59
39
59
59
39
59
39
39
39
39
39
39
39
39
39
39
39
59
59
PRÉDIO 3
39
39
39
39
59
59
59
39
39
39
39
- 197 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
CAPACIDADE
30
50
30
30
30
30
30
30
30
30
30
50
30
50
50
30
50
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
50
50
30
30
30
30
50
50
50
30
30
30
30
322
323
324
325
326
327
328
329
330
331
332
333
334
335
336
405 ( Projeção )
407 ( Projeção )
409A ( Projeção )
410 ( Projeção )
412
413
414
415
416
417
418
419
420
421
422
423
424
425
426
427
428
429
431 ( Projeção )
616
617
618
619
620
621
622
623
624
625
626
627
628
629
39
39
39
39
39
39
39
39
39
39
39
59
59
59
59
PRÉDIO 4
59
59
59
59
59
59
59
39
39
59
39
59
59
39
59
59
39
59
59
59
59
59
39
PRÉDIO 6
75
75
75
75
75
75
75
75
75
75
75
75
75
75
- 198 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
50
50
50
50
50
50
50
50
50
50
50
30
30
50
30
50
50
30
50
50
30
50
50
50
50
50
30
65
65
65
65
65
65
65
65
65
65
65
65
65
65
630
631
1021
1022
1023
1024
1025
1031
1032
1033
1034
1035
102
103
104
302
75
75
PRÉDIO 10 – Ginásio de Esportes
83
80
94
80
95
80
47
47
95
47
PRÉDIO NAC
14
14
14
33
65
65
50
50
50
50
50
50
30
30
50
30
10
10
10
25
Legenda:
⇒ SALA DE AULA identificar a sala (Ex: Sala 01);
⇒ ÁREA é a área total construída em m²;
⇒ CAPACIDADE é a capacidade da área em número de usuários;
A limpeza das salas é realizada sistematicamente, da seguinte forma:
•
a partir das 06 horas: é realizada limpeza e organização geral em todas as salas;
•
entre 12h e 13h30: a equipe de limpeza passa por todas as salas e recolhe o lixo,
organiza as carteiras e, se necessário, realiza limpeza emergencial;
•
entre 17h e 18h30: a equipe de limpeza passa por todas as salas e recolhe o lixo,
organiza as carteiras e, se necessário, realiza limpeza emergencial.
7.1.2.
INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS
As salas administrativas estão dispostas de forma a oferecer boas condições de trabalho
ao corpo técnico que desenvolve atividades de direção, secretaria, tesouraria e de
assessoramento: acadêmico, jurídico, de comunicação e informática.
A exemplo das salas de aula, os ambientes são climatizados com luminosidade, acústica,
equipamentos e mobiliário que propiciam um ambiente adequado para o trabalho. A
distribuição obedece a uma estrutura que oferece o entrosamento entre as diversas
funções mencionadas, assim como favorece a logística no atendimento ao público.
A tabela a seguir apresenta informações sobre as instalações administrativas atual.
- 199 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
PRÉDIO 1
DESCRIÇÃO
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
ÁREA (M²)
101 – Central Telefônica
102 – Biblioteca
103 – Coordenação de Compras
104 – Recepção Geral
106 – Registro de Diploma
107 – Assessoria Jurídica
108 – Anexo Secretaria
109 – Contabilidade e Financeiro
110 – Secretaria Geral
111 – Departamento de Pessoal
112 – Telefonia
113 – Direção Geral
114 – Coordenação de Ensino e Assessoria NAE
114A – NAE
115 – Copa
116 – Assessoria Administrativa
117 – Sala de Reuniões - Apoio
118 – Sala de Reuniões
119 – Refeitório
120 – Coordenação COPPEX
121 – Assessoria COPPEX
122 – Reserva
123 – A.C.S.
124 – Comitê de Ética
125 – Vestiário / Formaturas
126 – Sala de Leitura
127 – Auditório Central
128 – Sala VIP - Apoio
129 – Sala de Multimeios
130 – Sala VIP - Apoio
131 - Capela / Pastoral
PRÉDIO 2
INSTALAÇÕES
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
201
204
206
208
210
238
239
–
–
–
–
–
–
–
18
773
39
26
10
10
11
30
68
21
30
103
34
34
4
34
24
180
40
33
50
30
104
24
36
420
505
19
11
19
118
ÁREA (M²)
Banco do Brasil
Depósito Água
Coordenações de Cursos
Recepção de Coordenações de Cursos
Coordenações de Cursos
Recursos Humanos
Deposito Multimeios
39
36
39
39
39
29
11
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 22h
14h às 22h
8h às 18h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 18h
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
9h às 14h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 18h
PRÉDIO 3
INSTALAÇÕES
ÁREA (M²)
Sala 300 – Ouvidoria
Sala 300A – CIM - Centro de Informação sobre
Medicamentos
Sala 300B – Alteridade Administrativo
Sala 300C – Espaço Ulbra
Sala 303 – Coordenações de Cursos
Sala 305 - Recepção de Coordenações de Cursos
Sala 307 - Coordenações de Cursos
Sala 309 - Coordenações de Cursos
Sala 311 - Recepção de Coordenações de Cursos
Sala 313 - Coordenações de Cursos
49
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
39
8h às 22h
22
39
39
39
39
39
39
59
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
- 200 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
às
às
às
às
às
às
às
às
22h
22h
22h
22h
22h
22h
22h
22h
PRÉDIO 4
INSTALAÇÕES
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
401
402
403
404
406
408
411
430
–
–
–
–
–
–
–
–
ÁREA (M²)
Central Apoio Docente
Alteridade Atendimento
Reprografia
Sala dos Professores
Coordenações de Cursos
Recepção de Coordenações de Cursos
Reprografia Terceirizada
Ensino a Distância
PRÉDIO 5
INSTALAÇÕES
Sala
Sala
Sala
Sala
514
543
545
563
–
–
–
–
39
39
36
59
59
39
59
22
ÁREA (M²)
Recepção do Complexo
Mini Auditório
Administração do Complexo
Mini Auditório
14
185
42
185
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
8h às 22h
8h às 18h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
PRÉDIO 6
INSTALAÇÕES
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
ÁREA (M²)
601A – Arquivo Morto Secretaria
601B – Arquivo Morto Financeiro
602 – Almoxarifado
608 – Vestiário Feminino
608 – Vestiário Masculino
611 – Refeitório
612 – Deposito Patrimônio
613 – Lavanderia
614 – Centro de Convivência
632 – Coordenações de Cursos / NDE
633 – Sala de Professores
PRÉDIO 7
INSTALAÇÕES
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
700
701
707
708
713
714
715
–
–
–
–
–
–
–
ÁREA (M²)
HARDWARE
C.P.D.
LINC - Coordenações de Cursos / NDE
Coordenações de Cursos
Recepção Portal
Coordenação do LABINS
Sala dos Professores
PRÉDIO 8
INSTALAÇÕES
Sala 801 – TCD – Direito
36
63
31
29
38
63
62
ÁREA (M²)
924,16
PRÉDIO 10 – GINASIO
INSTALAÇÕES
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
75
30
218
44
44
35
71
23
52
82
37
ÁREA (M²)
1001 – Academia
1002 – Laboratório de Medidas
1003 – Coordenação de Curso
1004 - Sala dos Professores / NDE
1005 – Lanchonete
1006A – Alojamento I
1006B - Alojamento II
1006C - Alojamento II
1006D- Alojamento II
1007 - Vestiários
1007 - Camarim
129
32
47
47
68
33
33
33
33
144
45
- 201 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 18h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
Sala
Sala
Sala
Sala
Sala
1008 – Fisioterapia
1010 – Departamento Médico
1011 – Vestiários
1020 – Salão de Dança
1020A – Sala de Vivência
45
14
144
150
150
8h
8h
8h
8h
8h
às
às
às
às
às
22h
22h
22h
22h
22h
PRÉDIO 11 – NAC
INSTALAÇÕES
ÁREA (M²)
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
TERREO – FISIOTERAPIA E ENFERMAGEM
Sala 100 – Copa
5
Sala 101 - Coordenação Clinica Fisioterapia
12
Sala 113 – Almoxarifado
7
Sala 120 – Clínica de Enfermagem
39
PRIMEIRO PISO – PSICOLOGIA – DIREITO – SER. SOCIAL
Sala 201 – Copa
8
Sala 202 – Coordenação Serviços Social
10
Sala 203 – Coordenação da Psicologia
73
Sala 204 – Coordenação do Direito
10
Sala 205 – Biblioteca do Direito
7
Sala 206 - Almoxarifado
3
Sala 207 – Secretaria do SEPSI
18
Sala 217 – Arquivo
3
Sala 221 – Auditório SAJULP
55
Sala 224 – Secretaria do SAJULP
17
Sala 225 – Sala Informática SAJULP
17
Sala 226 – DML
8
TERCEIRO PISO – BIOMEDICINA E FARMÁCIA
Sala 301 - Sala de Coleta
23
Sala 302 - Vestiário
6
Sala 302 - Copa
4
Sala 303 – Almoxarifado
11
Sala 304 - Coordenação Laboratório
13
Sala 306 - Lavagem de Materiais
12
Sala 307 - Controle de Qualidade
12
Sala 1011 – Vestiários
144
Sala 1020 – Salão de Dança
150
Sala 1020A – Sala de Vivência
150
CENTRAL DE ATENDIMENTO AO ACADÊMICO
INSTALAÇÕES
ÁREA (M²)
Atendimento Financeiro
Atendimento Acadêmico
7.1.3.
24,3
40
8h
8h
8h
8h
às
às
às
às
18h
18h
18h
18h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
às
às
às
às
às
às
às
às
às
às
às
às
18h
18h
18h
18h
18h
18h
18h
18h
18h
18h
18h
18h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
8h
às
às
às
às
às
às
às
às
às
às
18h
18h
18h
18h
18h
18h
18h
22h
22h
22h
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
8h às 22h
8h às 22h
INSTALAÇÕES PARA DOCENTES
A instituição disponibiliza vários ambientes para o corpo docente, sendo que os
professores do curso têm a sua disposição:
•
01 (uma) sala de trabalho no Complexo Laboratorial, prédio 7, com acesso à
Internet, via rede sem fio, que oferece a seguinte infraestrutura:
o
bancada com 05 (cinco) computadores; bancada para notebook; 08 (oito)
escaninhos individuais; e mesa pequena para reunião.
- 202 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
01 (uma) sala para o NDE, ao lado da coordenação do curso, com mesa de
reunião pequena, armário com chave e computador;
•
sala de professores, prédio 4, que é um ambiente de convivência que possui mesa
de reunião grande, sofás e escaninhos individuais com chave, na qual é
disponibilizado café e água (bebedouro);
•
em 05 (cinco) laboratórios são oferecidos espaços de trabalho para 01 (um)
professor, com ponto de acesso a rede/Internet
•
sala de professores no Complexo de Informática, prédio 7, que é um ambiente de
trabalho com acesso a Internet, via rede sem fio, que contém 05 (cinco)
computadores para uso individual,
mesa de reunião pequena e 02 (duas)
bancadas para uso de notebook.
O CEULP, também, possui um clube com piscinas, campo de futebol, entre outras áreas
de lazer, que é utilizado para
projetos
de extensão, aulas e lazer, como a
confraternização de funcionários e festa junina. O clube é gerenciado pela associação dos
funcionários do CEULP – AFUNCEULSP.
7.1.4.
INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO E NDE
O espaço de trabalho para a coordenação, localizado no Prédio 3, apresenta a seguinte
infraestrutura: sala do coordenador, com mobiliário adequado, computador e telefone;
sala para o NDE do curso, com mesa de reunião, armário com chave e computador; sala
de apoio, com computador e impressora; e recepção, com 02 (dois) computadores,
impressora e 03 (três) funcionários que atendem a coordenação, nos três turnos.
7.1.5.
AUDITÓRIOS
O CEULP dispõe de três auditórios climatizados, com cadeiras estofadas, equipamento de
projeção e computador. A tabela a seguir apresenta informações sobre os auditórios da
instituição.
- 203 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
INSTALAÇÕES PARA AUDITÓRIO / SALA DE CONFERÊNCIA
HORÁRIO DE
INSTALAÇÕES
ÁREA (M²) CAPACIDADE
FUNCIONAMENTO
PRÉDIO 4
Sala 116 – Auditório
485
620
8h às 22h
PRÉDIO 5
Sala 543 – Auditório
Sala 563 – Auditório
200
200
130
180
8h às 22h
8h às 22h
Os auditórios são destinados a eventos da Instituição e dos cursos. Porém, quando não
existem eventos agendados, os professores podem utilizá-los para aulas, por exemplo,
para a projeção de filmes, palestras e apresentação de seminários.
7.1.6.
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS (ADEQUAÇÃO E LIMPEZA)
Os sanitários estão distribuídos equitativamente em todos os prédios e estão adaptados
para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais.
A tabela a seguir apresenta informações sobre as instalações sanitárias do CEULP.
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS
INSTALAÇÕES
PRÉDIO 1
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Masculinos – térreo
masculinos – 1º piso
Femininos – térreo
Femininos – 1º piso
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Masculinos – térreo
masculinos – 1º piso
Femininos – térreo
Femininos – 1º piso
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Masculinos – térreo
masculinos – 1º piso
Femininos – térreo
Femininos – 1º piso
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Masculinos – térreo
masculinos – 1º piso
Femininos – térreo
Femininos – 1º piso
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Masculinos – térreo
Masculinos – 1º piso
Masculinos – 2º piso
Masculinos – 3º piso
Femininos – térreo
Femininos – 1º piso
ÁREA (M²)
15,50
15,50
15,50
15,50
PRÉDIO 2
18,50
18,50
18,50
18,50
PRÉDIO 3
18,50
18,50
18,50
18,50
PRÉDIO 4
18,50
18,50
18,50
18,50
PRÉDIO 5
28,00
28,00
28,00
28,00
28,00
28,00
- 204 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Banheiros Femininos – 2º piso
Banheiros Femininos – 3º piso
28,00
28,00
PRÉDIO 6
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Banheiros
Masculinos – térreo
Masculinos – 1º piso
Femininos – térreo
Femininos – 1º piso
43,00
37,00
43,00
37,00
PRÉDIO 7
Banheiros Masculinos – térreo
Banheiros Femininos – térreo
20,00
20,00
PRÉDIO 8 - Direito
Banheiros Masculinos – 1º piso
Banheiros Femininos – 1º piso
17,55
17,55
PRÉDIO 10 - GINASIO
Banheiros Masculinos
Banheiros Masculinos
Banheiros Femininos
Banheiros Femininos
Vestiários Masculinos
Vestiários Masculinos
Vestiários Femininos
Vestiários Femininos
25,00
25,00
25,00
25,00
36,00
36,00
36,00
36,00
PRÉDIO 11 - NAC
Banheiros Masculinos – térreo
Banheiros Masculinos – térreo
Banheiros Masculinos – 1º piso
Banheiros Masculinos – 2º piso
Banheiros Femininos – térreo
Banheiros Femininos - térreo
Banheiros Femininos – 1º piso
Banheiros Femininos – 2º piso
Banheiro de Deficiente – térreo
Banheiro de Deficiente – 1º piso
Banheiro de Deficiente – 2º piso
7.1.7.
13,00
13,00
13,00
13,00
11,00
11,00
11,00
11,00
4,00
4,00
4,00
ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Os prédios do campus estão interligados por passarelas, com rampas de ultrapassagem
de desníveis, o que facilita o deslocamento dos alunos, professores, funcionários, bem
como dos portadores de necessidades especiais. Dessa forma, é possibilitado o acesso de
todos os alunos às instalações da instituição.
Nos locais em que existe degraus ou calçadas para acessar algum dos ambientes da
instituição são oferecidas rampas de acesso.
O Complexo Laboratorial e o prédio do NAC, ambos com três andares, possuem elevador
com espaço para cadeirantes e amplas escadas que conduzem aos andares superiores.
Os sanitários oferecem portas amplas que permitem o acesso de cadeirantes e estão
equipados com corrimãos, que foram instalados ou especialmente adaptados para
atender portadores de necessidades especiais.
- 205 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Nos estacionamentos, tanto o e alunos quanto o de professores e funcionários, existem
vagas reservadas para portadores de necessidades especiais, próximas ao acesso
principal.
7.1.8.
MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS
Em relação a política de conservação, pode-se destacar que:
•
as instalações físicas são bem conservadas e mantidas através de colaboradores
que são contratados para este fim. A instituição possui oficina de manutenção de
equipamentos, oficina mecânica e marcenaria, que contam com uma equipe de
profissionais capacitados - marceneiros, pedreiros, carpinteiros, pintores, técnicos
em eletrônica, eletricistas e jardineiros.
•
existe um trabalho de prevenção e, no caso de sinistros, as manutenções
necessárias são realizadas por empresas especializadas;
•
o responsável pelo Patrimônio tem a função básica de zelar pelo patrimônio da
instituição, responsabilizando-se pelo controle, manutenção e conservação das
instalações físicas, mobiliário, equipamentos e bens móveis.
7.1.9.
INFRA-ESTRUTURA DE SEGURANÇA
O CEULP conta com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - para ajudar
no trabalho de prevenção à segurança e saúde dos funcionários e comunidade
acadêmica. A Comissão faz reuniões mensalmente, para discutir e avaliar as medidas
referentes à prevenção citada.
Todos os prédios possuem equipamentos contra incêndio e saídas de emergência em
locais e quantidades adequadas. Essa estrutura de segurança foi vistoriada e aprovada
pelo corpo de bombeiros no último trimestre de 2013.
7.2. BIBLIOTECA
A Biblioteca Martin Luther/CEULP atende a comunidade universitária, no âmbito do
ensino, pesquisa e extensão. Seu acervo abrange todas as áreas do conhecimento, para
apoio às atividades acadêmicas, científicas e culturais.
- 206 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
A Biblioteca encontra-se instalada em uma área de 1.199,23 m² com dependências
específicas para cada atividade docente ou discente. A tabela a seguir apresenta a
descrição e as medidas dessas dependências.
DEPENDÊNCIA
ÁREA
Leitura
Estudo individual
Estudo em grupo
Sala de projeção
Biblioteca Virtual
Administração (Coordenação)
Processamento técnico do acervo
Recepção e atendimento ao usuário
Guarda-volumes
Sala de Periódicos (Hemeroteca)
Sala de restauração
Banheiro feminino
Banheiro masculino
Acervo Local
Acervo geral
Acervo Jurídico
TOTAL
348.93 m²
51 m²
35 m²
50.11 m²
17,14 m²
23.97 m²
77,30 m²
17,85 m²
102.23 m²
17.45 m²
17,40 m²
17,40 m²
78.75 m²
254.17 m²
107.23 m²
1.199,23 m²
Os ambientes são climatizados e possuem ventilação e iluminação adequada. Além disso,
existem extintores de incêndio em ponto estratégicos.
O horário de funcionamento da biblioteca é o seguinte:
•
Segunda à sexta-feira: 8h20 até 22h30
•
Sábado: 8h20 até 17h30
7.2.1.
PESSOAL TÉCNICO ADMINISTRATIVO
O pessoal técnico administrativo da biblioteca é capacitado e atende adequadamente a
demanda, no que diz respeito à quantidade de pessoas e a qualificação, como pode ser
verificado na tabela a seguir.
PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
CARGOS
Coordenador
Bibliotecária
Auxiliar de Biblioteca
NOME
Francisco de Assis Rodrigues dos Santo
Maria Madalena
Bruna Sena Gomes de Araújo
Daiany Feitosa Motta
Danuzia Grasiela Souza e Silva
Douglas Alves da Silva Santos
- 207 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
GRAU DE INSTRUÇÃO
Superior
Superior
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
CARGOS
NOME
Erica Monteiro dos Santos
Fabio Souza Aguiar
Gilvane Alves de Almeida
Hudson Igo de Sousa Silva
Jordan de Paiva Santana
Kelly dos Santos Cardim de Souza
Kerry Allyne Massom Affonso
Luana Costa Gomes
Magda Alves Aguiar
Maiara de Velasco Amaral Curado
Pablo Gelain
Thalles Rangel Aquino Câmara Aguiar
7.2.2.
GRAU DE INSTRUÇÃO
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
Sup. Incompleto
ESPAÇO FÍSICO PARA ESTUDOS
São disponibilizados vários ambientes de estudo para os acadêmicos, que são:
•
sala de leitura: ambiente amplo com várias mesas e cadeiras estofadas, com
capacidade para noventa e três pessoas;
•
cabines para estudos individuais: trinta e uma cabines localizadas na sala de
leitura, oferecem privacidade e condições elétricas para utilização de notebooks;
•
sala de estudo em grupo: dispõe de cinco mesas, com capacidade para vtrinta e
um usuários, e três cabines de estudos em grupo, com capacidade para quatro
pessoas. Para que os acadêmicos possam utilizar um desses ambientes, os
professores devem fazer reserva antecipadamente, pessoalmente ou por telefone;
•
sala de vídeo (projeção): dvd player, vídeo cassete e televisor de 42”, com
capacidade para 30 pessoas. Para utilizá-la o professor deve fazer reserva com
antecedência;
•
biblioteca virtual - disponibiliza aos usuários sete computadores para acesso à
Internet.
7.2.3.
EQUIPAMENTOS
A biblioteca Martinho Lutero/CEULP é equipada de forma a atender adequadamente o
pessoal administrativo, os acadêmicos e os professores da instituição. A tabela a seguir
apresenta informações sobre os equipamentos disponíveis na biblioteca do CEULP.
- 208 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
DESCRIÇÃO
QT
Microcomputador
Microcomputador
Microcomputador
Microcomputador
Vídeo Cassete
DVD Player
TV 42”
TV 20”
Impressora de comprovante do Serviço de Circulação
Impressora Jato de Tinta
Copiadora
Leitor Ótico
Leitor Ótico
04
04
03
04
01
01
01
01
02
01
01
02
04
FINALIDADE
Serviços Internos
Atendimento aos Acadêmicos
Consulta ao Acervo
Pesquisa – biblioteca virtual
Sala de Projeção
Sala de Projeção
Sala de Projeção
Sala de Projeção
Serviços Internos
Serviços Internos
Serviços Internos
Serviços Internos
Atendimento ao Acadêmico
Em relação à manutenção e atualização, os equipamentos da biblioteca são mantidos
pela equipe de técnicos do CPD e a política atual é, anualmente, atualizar os
equipamentos existentes de forma a descartar equipamentos e materiais obsoletos ou
estragados e substituir por outros novos ou em melhor estado, de acordo com a
solicitação dos coordenadores e verificação da real necessidade.
7.2.4.
ACERVO
O acervo é composto por livros, teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão
de cursos, normas técnicas, folhetos, periódicos, obras raras e históricas, fitas de vídeo,
CD-ROMs, mapas e outros materiais especiais. O acesso é aberto para a comunidade
acadêmica e, para ter um controle sobre o uso e tentar evitar perdas, a Biblioteca possui
sistema de circuito interno de câmeras.
Os livros estão organizados em ordem topográfica de classificação e catalogados no
sistema. Na coordenação estão concentradas as informações e trabalhos técnicos
desenvolvidos pela bibliotecária, assistida por auxiliares.
A tabela a seguir apresenta a relação do acervo completo da biblioteca com as áreas do
CNPq.
ÁREAS DO CNPq
Ciências Exatas e da Terra
Ciências Biológicas
Engenharias
Ciências da Saúde
Ciências Agrárias
Ciências Sociais Aplicadas
Acervo de Livros*
Periódicos Correntes
Títulos
Volumes
Nac.
Estr.
2983
8417
8
0
749
3145
8
0
1002
2829
10
0
2610
7889
38
1
649
1880
11
0
11646
38347
54
0
- 209 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Multimeios**
Volumes
818
121
48
348
191
760
Ciências Humanas
Linguística, Letras e Artes
TOTAL
7855
20942
14
0
4449
9890
7
0
31943
93339
150
1
293
645
3224
Dados coletados no Sistema Liber em 04/02/2013.
* Inclui livros, produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação impressos.
** Inclui produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação em multimeios.
A tabela a seguir apresenta o acervo de livros por áreas do conhecimento, denominadas
macrodescritores, existentes na instituição.
MACRODESCRITOR
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
ADMINISTRAÇÃO
ANATOMIA HUMANA
ARQUEOLOGIA
ARQUITETURA E URBANISMO
ARTES
ASTRONOMIA
BIOGRAFIA
BIOLOGIA
BOTÂNICA
CIÊNCIA E CONHECIMENTO EM GERAL
CIÊNCIAS APLICADAS EM GERAL
CIÊNCIAS EM GERAL
CIÊNCIAS EXATAS EM GERAL
COMPUTAÇÃO
COMUNICAÇÃO SOCIAL
CONTABILIDADE
DEMOGRAFIA
DESENHO INDUSTRIAL
DIREITO
ECOLOGIA
ECONOMIA DOMÉSTICA
ECONOMIA
EDUCAÇÃO FÍSICA
EDUCAÇÃO
ENFERMAGEM
ENGENHARIA AERONÁUTICA
ENGENHARIA AGRÍCOLA
ENGENHARIA CIVIL
ENGENHARIA DE ALIMENTOS
ENGENHARIA DE AUTOMÓVEIS
ENGENHARIA DE CONTROLE
ENGENHARIA DE PLÁSTICOS
ENGENHARIA DE TRANSPORTES
ENGENHARIA ELÉTRICA
ENGENHARIA ELETRÔNICA
ENGENHARIA HIDRÁULICA
ENGENHARIA MECÂNICA
ENGENHARIA MILITAR
ENGENHARIA NUCLEAR
ENGENHARIA QUÍMICA
- 210 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
TITULOS VOLUMES
176
547
2745
7256
139
868
7
9
76
217
108
289
12
28
182
373
214
866
58
207
310
1080
6
20
35
77
2
12
1992
4821
676
2235
667
2063
15
24
41
155
4966
19469
135
329
52
97
840
2342
555
1632
2846
7427
246
625
1
1
590
1755
287
788
37
95
6
12
22
38
6
16
20
61
125
347
36
101
38
126
53
162
2
6
7
19
28
124
ENGENHARIA SANITÁRIA
ENGENHARIA
ESTUDOS DE ÁREA
FARMACOLOGIA
FILOSOFIA
FÍSICA
FISIOLOGIA HUMANA
FISIOTERAPIA
FONOAUDIOLOGIA
FOTOGRAFIA
GEODÉSIA
GEOGRAFIA
GEOLOGIA
HISTÓRIA
INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
INDÚSTRIA
INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO
LINGUÍSTICA
LITERATURA
MATEMÁTICA
MEDICINA POPULAR
MEDICINA VETERINÁRIA
MEDICINA
METROLOGIA
MINERAÇÃO
MINERALOGIA
MÚSICA
NORMALIZAÇÃO E NORMAS
ODONTOLOGIA
OPTOMETRIA
ORGANIZAÇÃO E OUTRAS FORMAS DE COOPERAÇÃO
PALEONTOLOGIA
POLÍTICA
PSICOLOGIA
PSICOTERAPIA
QUÍMICA
RECREAÇÕES E DIVERSÕES
RELIGIÃO
SAÚDE E HIGIENE PESSOAL
SAÚDE PÚBLICA
SERVIÇO SOCIAL
SOCIOLOGIA
TÉCNICA RADIOLÓGICA
TEORIA ESTATÍSTICA
TERAPIAS DIVERSAS
TOXICOLOGIA
TRANSPORTES
TURISMO
ZOOLOGIA
TOTAL
58
81
6
335
749
144
131
126
20
85
32
106
105
547
175
19
319
887
3066
522
11
23
729
3
13
28
43
7
6
3
10
8
432
1798
180
100
78
515
120
251
463
853
12
10
19
12
21
285
60
31965
158
206
8
782
1769
584
685
541
27
257
153
278
303
1612
515
34
903
2127
6530
1889
25
35
2664
7
28
92
80
7
18
9
13
21
1014
5423
543
431
235
1034
328
602
1062
2373
48
33
49
30
69
857
160
93370
Dados coletados no Sistema Liber em 20/02/2013.
* Inclui livros, produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação impressos.
** Inclui produções científicas, trabalhos de graduação e pós-graduação em multimeios.
- 211 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
A Biblioteca oferece acesso a bases de dados on-line e em CD-ROM local, que é gratuito
à comunidade universitária e comunidade em geral.
A localização e busca de material bibliográfico não disponível no acervo das Bibliotecas
do CEULP, dá-se através do programa COMUT - Programa de Comutação Bibliográfica
On-Line, que é oferecido à comunidade universitária, permitindo acesso a documentos
em todas as áreas do conhecimento, através de cópias de artigos de revistas técnicocientíficas, teses e anais de congresso. A participação do CEULP no Programa COMUT é
como biblioteca solicitante.
7.2.4.1.
INFORMATIZAÇÃO DO ACERVO
O sistema de informatização da Biblioteca do CEULP denomina-se Liber e é gerenciado
pelo software Aleph500. O Sistema Liber é composto de um catálogo único, denominado
Catálogo On-line, que reúne o acervo da biblioteca, calçado em uma política de
padronização de processos e serviços.
Registro
Para registro da coleção é utilizado o formato bibliográfico USMARC, visando intercâmbio
de dados (exportação e importação de registros catalográficos), padrão de conteúdo
AACR2 e sistema de classificação CDU. Adota-se sistema de catalogação cooperativa,
visando uniformidade, agilidade e racionalização no processo de catalogação e, em última
análise, maior qualidade nos serviços prestados aos usuários. O acervo da Biblioteca de
Palmas está parcialmente cadastrado no Sistema Liber e identificado com etiquetas de
códigos de barras.
Pesquisa
O Catálogo On-line da Biblioteca permite pesquisa simultânea no acervo de todas as
Bibliotecas ou em catálogos independentes, por biblioteca e/ou tipo de material,
oferecendo recursos de pesquisa dos mais simples aos mais sofisticados:
•
pesquisar por palavras: permite recuperar documentos através de palavras ou
expressões, em todos os campos ou em campo pré-selecionado;
•
percorrer Índices: permite recuperar documentos através de índices alfabéticos de
autor, título, assunto, série e número de chamada;
•
pesquisar por número: permite recuperar documentos através dos números de
código de barras dos exemplares, ISBN e ISSN das obras.
- 212 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Os resultados das consultas podem ser enviados por e-mail ou salvos em arquivos.
A Biblioteca Martin Luther - Palmas, através do Setor da Biblioteca Virtual, oferece
recursos para consulta a bases de dados e periódicos eletrônicos (CD-ROM e on-line),
além de pesquisa na internet. Os resultados das pesquisas podem ser enviados por email ou salvos em arquivo.
Serviço de Circulação
Através do Sistema Liber, a Biblioteca controla todas as funções da circulação:
empréstimos, renovações, reservas, controle de atrasos e cobrança de taxas por
devolução em atraso.
O controle de cotas e prazos de empréstimos são diferenciados por categoria de usuário.
As renovações podem ser feitas nos balcões de atendimento ou pelo próprio usuário
através do acesso ao Catálogo on-line pela Internet.
As reservas de materiais não disponíveis também são efetuadas pelos próprios usuários
através do Catálogo on-line na Internet. Os usuários podem conferir sobre a
disponibilidade ou cancelar seus pedidos de reservas através da mesma interface.
Ainda, através do Catálogo on-line, o usuário pode verificar a situação de seus débitos na
Biblioteca do CEULP.
Estatísticas e relatórios
O sistema Liber oferece diversos relatórios estatísticos pré-definidos. Além disto, sua
estrutura RDBMS (Oracle) e linguagem SQL permitem extração de dados bibliográficos e
administrativos nas combinações e formatos necessários aos relatórios de acordo com a
demanda da comunidade universitária.
7.2.4.2.
ACERVO VIRTUAL DE PERIÓDICOS (FARMÁCIA)
Os alunos e corpo docente do CEULP contam com um acervo de periódicos técnicocientíficos que abrangem tanto o núcleo de formação básica como o de formação
profissional. Esses periódico estão disponíveis para consulta local, além de acesso online
através do Portal de Periódicos da CAPES, base de dados EBSCO, Pubmed, Biblioteca
virtual en salud e Scielo. Listamos abaixo alguns exemplos dos periódicos disponíveis:
•
Acta Botanica Brasílica
•
Acta Parasitologica
- 213 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Anatomia, Histologia, Embryologia
•
Anatomical science international
•
Anatomy and embryology
•
Annals of Clinical Microbiology and Antimicrobials
•
Annual review of microbiology
•
Antioxidants & redox signalling
•
Biochemical pharmacology
•
BMC biochemistry
•
Brasília Médica
•
Brazilian Journal of Medical and Biological Research
•
Brazilian journal of microbiology
•
Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences
•
Cadernos de Saúde Pública
•
Ciência & Saúde Coletiva
•
Cosmetics & Toiletries
•
European journal of biochemistry
•
European Journal of Medicinal Plants
•
Fitoterapia
•
Food microbiology
•
Higiene alimentar
•
Immunological reviews
•
Indian Journal of Clinical Biochemistry
•
Infection and immunity
•
International journal of medical microbiology
•
International Journal of Parasitology Research
•
Journal of anatomy
•
Journal of Biochemistry and Molecular Biology
•
Journal of clinical immunology
•
Journal of clinical laboratory analysis
- 214 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
•
Journal of ethnopharmacology
•
Journal of Medical Biochemistry
•
Journal of natural products
•
Journal of parasitic diseases
•
Microbes and infection
•
Natural Medicines
•
Nature Immunology
•
Parasite immunology
•
Pharmacia Brasileira
•
Phytochemistry
•
Revista Brasileira de Analises Clinicas
•
Revista brasileira de botânica
•
Revista Brasileira de Farmacognosia
•
Revista Brasileira de Fisiologia Vegetal
•
Revista brasileira de plantas medicinais
•
Revista cubana de plantas medicinales
•
Revista de Saúde Pública
•
Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
•
Revista panamericana de infectología
•
Revista Personalité: a estética com ciência
•
The Brazilian journal of infectious diseases
•
The Brazilian journal of infectious diseases
•
The journal of membrane biology
•
The Journal of parasitology
•
Zoonoses and public health
- 215 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
7.3. EQUIPAMENTOS
7.3.1.
LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
O CEULP conta com 12 laboratórios de informática (Labin’s), contabilizando 269
computadores, com acesso a Internet por um Link dedicado de 8 Mb. As tabelas a seguir
apresentam informações sobre os laboratórios de informática.
ESPAÇO FÍSICO LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
ÁREA
HORÁRIO DE
SALAS DE AULAS
CAPACIDADE
(M²)
FUNCIONAMENTO
PRÉDIO 7 – Complexo de Informática
704 – Labin 2
44,9
40
8h às 22h
706 – Labin 3
43,9
25
8h às 22h
710 - Labin 4
60,4
40
8h às 22h
712 - Labin 5
60,4
40
8h às 22h
716 – Labin 6
42,1
30
8h às 22h
718 – Labin 7
44,8
30
8h às 22h
720 – Labin 8
43,9
30
8h às 22h
721 – Labin 9
44,7
40
8h às 22h
717 – Labin 10
59,0
40
8h às 22h
719 – Labin 11
59,0
40
8h às 22h
PRÉDIO 5 – Complexo Laboratorial
542 - Labin 542
42,5
25
8h às 22h
547 – Labin 547
45,4
40
8h às 22h
Relação de equipamentos dos laboratórios de informática
Qtd
16
Descrição
Dual Core
Qtd
15
Descrição
Core i5
Qtd
25
Descrição
Dual Core
Qtd
24
Descrição
Core i5
Qtd
24
Descrição
Core i5
Qtd
18
Descrição
Celeron
Qtd
24
Descrição
Core i5
Labin 2 (Sala 704)
Memória
2 GB
Labin 3 (Sala 706)
Memória
4 GB
Labin 4 (Sala 710)
Memória
2 GB
Labin 5 (Sala 712)
Memória
4 GB
Labin 6 (Sala 716)
Memória
8 GB
Labin 7 (Sala 718)
Memória
2 GB
Labin 8 (Sala 720)
Memória
8 GB
- 216 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
HD
320 GB
HD
160 GB
HD
320/160 GB
HD
160 GB
HD
160 GB
HD
320 GB
HD
160 GB
Labin 9 (Sala 721)
Memória
8 GB
Labin 10 (Sala 717)
Descrição
Memória
Dual Core
4 GB
Labin 11 (Sala 719)
Descrição
Memória
Dual Core/Celeron
2 GB
Labin 549 (Sala 549)
Descrição
Memória
Dual Core
2 GB
Labin 542 (Sala 542)
Descrição
Memória
Dual Core
2 GB
Qtd
25
Descrição
Dual Core
Qtd
24
Qtd
30
Qtd
30
Qtd
14
HD
500 GB
HD
320 GB
HD
320/160 GB
HD
320 GB
HD
320 GB
TOTAL DE MÁQUINAS: 269
7.3.2.
ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
Para que o acadêmico tenha acesso aos laboratórios, é necessário que seja feito um
cadastro junto à Coordenação dos Laboratórios de Informática (sala 714 – prédio 7).
Para tanto, o acadêmico deve apresentar seu comprovante de matrícula e seu
documento
de
identidade.
Desta
forma,
pode-se
garantir
que
somente
alunos
devidamente matriculados tenham acesso aos laboratórios de informática. No momento
de efetivação do cadastro, o aluno tem acesso ao “Regulamento para Utilização dos
Laboratórios de Informática” e tal processo somente é concluído com sua adesão ao
“Termo de Responsabilidade e Compromisso do Usuário do Labin”.
Os laboratórios de informática têm funcionamento periódico diário de segunda à sextafeira das 8h às 22h e aos sábados das 8h às 17h, para aulas e acesso de alunos
cadastrados.
O uso dos laboratórios é permitido apenas para fins acadêmicos, logo é
vetado o acesso a sites de bate-papos (chats), algumas redes sociais, entre outros.
Todas as restrições de acesso estão presentes no termo de compromisso que o
acadêmico tem acesso no ato do seu cadastro. Quanto à segurança, todos os laboratórios
são monitorados por câmeras de vídeos.
7.3.3.
RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA
A instituição oferece os multimeios necessários para auxiliar no processo de ensino, que
são: cinco salas de projeção com televisor de 42’’ e computador no prédio 4; uma sala de
projeção com televisor de 42’’ e computador na biblioteca; uma sala de projeção com
televisor de 42’’ e computador no complexo esportivo, utilizada pelos cursos da área de
Educação Física; três auditórios equipados com datashow e computador; dois datashows
- 217 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
utilizados pelos cursos da área de Comunicação Social; um datashow usado pelos cursos
da área de Computação; um datashow utilizado pelo curso de direito. Ainda, são
disponibilizados retroprojetores e TV`s móveis que são levados à sala de aula de acordo
com a solicitação dos professores.
Atualmente, os recursos atendem adequadamente a demanda e, à medida que
aumentarem a quantidade de turmas e de alunos, novas salas de projeção serão criadas
e, também, poderão ser adquiridos novos recursos móveis, como TVs e computadores,
que possam ser levados às salas de aula de acordo com a solicitação dos professores.
7.3.4.
REDE DE COMUNICAÇÃO
Todos os computadores dos Laboratórios de Informática estão interligados em rede
(LAN) através de uma estrutura física centralizada na Coordenação dos Labins, com
acesso à internet através de um Link dedicado de 8MB de velocidade, provida pela
operadora Oi. Para controle de usuários usam-se servidores Windows Server 2008 com
Active Directory. Desta forma, é permitido o acesso de todos os usuários devidamente
cadastrados nesses servidores.
A rede é gerenciada pelo coordenador dos Labins em parceria com o CPD e as tarefas de
instalação de software e sistemas operacionais são divididas entre os estagiários,
supervisionados pelo coordenador.
7.3.5.
MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
A Assessoria de Informática gerencia os servidores Proxy-cache, WEB, DNS, backup de
arquivos e de e-mail, bem como a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos
de informática do CEULP.
Fica sob responsabilidade da equipe da Coordenação dos Labins as tarefas de instalação
de software e sistemas operacionais, que são divididas entre os 05 funcionários e 06
estagiários, sob sua supervisão do coordenador. Dessa forma, cada estagiário é
responsável por um determinado laboratório e/ou tarefas específicas a partir de um
sistema de gerenciamento que permite à equipe ter uma visualização do todo. Além
disso, fica sob a responsabilidade da equipe da Coordenação dos Labins prestar suporte
técnico operacional aos Labins; avaliar o desempenho dos recursos computacionais,
principalmente após a implantação de hardwares e softwares; controlar e catalogar os
softwares instalados na rede acadêmica; e realizar manutenção preventiva e reparadora
nos equipamentos dos laboratórios.
- 218 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
7.4. LABORATÓRIOS DO CURSO DE FARMÁCIA
Os laboratórios do CEULP se localizam no Complexo Laboratorial, prédio 5, e contam com
normas específicas de funcionamento e segurança que estão descritas no Regulamento
Interno dos Laboratórios da Área da Saúde do CEULP. Esse regulamento foi elaborado
com a finalidade de orientar os usuários e minimizar os riscos inerentes às atividades
dentro
dos
laboratórios.
Acrescenta-se,
ainda,
o
Manual
de
Biossegurança
dos
Laboratórios da Área da Saúde do CEULP, que objetiva a prevenção, eliminação ou
minimização dos riscos de acidentes pessoais e de contaminação ambiental.
Além do Complexo Laboratorial, situado no CEULP, a instituição disponibiliza o Núcleo de
Apoio à Comunidade (NAC), no qual se encontra o Laboratório Escola, que oferece
atendimento a comunidade a partir da realização de exames provenientes do convênio
firmado com a Secretaria Municipal de Saúde e particulares.
Quanto a acessibilidade, o Complexo Laboratorial e o prédio do Núcleo de Atendimento à
Comunidade (NAC) (onde está localizado o Laboratório Escola), ambos com três andares,
possuem elevador com espaço para cadeirantes e amplas escadas que conduzem aos
andares superiores. Os laboratórios oferecem portas amplas que permitem o acesso e os
sanitários estão equipados com corrimãos, que foram instalados ou especialmente
adaptados para atender portadores de necessidades especiais. Nos estacionamentos,
tanto o de alunos quanto o de professores e funcionários, existem vagas reservadas para
portadores de necessidades especiais, próximas ao acesso principal.
7.4.1.
LABORATÓRIOS DE ENSINO
O curso de Farmácia dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares implantados
para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das disciplinas de
anatomia, histologia, bioquímica e genética com espaço físico, equipamentos e material
compatível com a formação prevista no Projeto Pedagógico do Curso.
Os laboratórios de ensino do curso são descritos nas tabelas a seguir.
BIOLOGIA DA CÉLULA/GENÉTICA – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 576– 63,70 m
Aplicação:
Reconhecimento dos tipos de células animais e vegetais, além das funções de cada estrutura celular, domínio
do manuseio do microscópio, estudo do DNA e da estrutura do gene em modelos preparados pelos alunos das
disciplinas que utilizam o laboratório.
Disciplinas:
Estudos em Morfologia Humana e Farmacobotânica e Farmacognosia.
Equipamentos:
- 19 Microscópios binoculares
- 01 Aparelho de televisão Philips 21”
- 219 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
HISTOLOGIA/PATOLOGIA - COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 577 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo prático em lâminas histológicas permanentes para identificação de tecidos e suas características, com
diferenciação dos tipos de tecidos a partir do uso do microscópio; orientações para a confecção de lâminas
histológicas.
Disciplinas:
Estudos em Morfologia Humana.
Equipamentos:
- 31 Microscópios binoculares
- 01 Aparelho de televisão LG 29”
ANATOMIA I/EMBRIOLOGIA - COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 578 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo macroscópico e/ou microscópico, ou seja, a anatomia humana e embriologia, através da análise e
identificação de cada sistema orgânico: quais os órgãos, localização de cada órgão, forma de cada órgão,
funções, estruturas. Reconhecer as fases do desenvolvimento embrionário (primeira semana gestacional à
quinta semana gestacional), por meio da utilização de peças (modelos microscópicos).
Disciplinas:
Estudos em Morfologia Humana.
Equipamentos:
- 01 Esqueleto muscular com base móvel 170 cm
- 02 Esqueletos articulados
ANATOMIA II - COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 579 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo macroscópico e/ou microscópico, ou seja, a anatomia humana e embriologia, através da análise e
identificação de cada sistema orgânico: quais os órgãos, localização de cada órgão, forma de cada órgão,
funções, estruturas.
Disciplinas:
Estudos em Morfologia Humana.
Equipamentos:
- 01 Esqueleto articulado com inserção
- 01 Pele com queimadura
- 01 Boneco com 15 cortes transversais
ANATOMIA III - COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 580– 63,70 m
Aplicação:
Estudo macroscópico e/ou microscópico, ou seja, a anatomia humana e embriologia, através da análise e
identificação de cada sistema orgânico: quais os órgãos, localização de cada órgão, forma de cada órgão,
funções, estruturas.
Disciplinas:
Estudos em Morfologia Humana.
Equipamentos:
- 01 Mesa cirúrgica com balde e bacia
- 01 Esqueleto articulado
- 220 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
BIOQUÍMICA / IMUNOQUÍMICA - COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 522 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo dos aspectos práticos do metabolismo de carboidratos, lipídios, aminoácidos e proteínas.
Disciplinas:
Bioquímica Aplicada.
Equipamentos:
- 01 Balança analítica 500G/0,001 (Marte)
- 01 Banho maria para 80Tb 13x100 mod. Ev-015
- 01 Banho maria biomatic 1051
- 01 Centrífuga de bancada para 12 tubos de ensaio – Centribio
- 01 Colorímetro fotoelétrico AE11D
- 01 Espectrofotômetro biospectro Mod. SP-22
- 01 Aparelho homogeneizador Benfer BHS 300
- 25 Micropipetas
- 01 Fotômetro de chama 7000 - Tecnow
- 01 Agitador de tubos Phoenix - AP 56
- 01 Refrijador eletrolux
- 01 Relógio multiponto
QUÍMICA GERAL/ORGÂNICA E ANÁLISES QUÍMICAS - COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 562 – 63,70 m
Aplicação:
Noções básicas das técnicas laboratoriais dos fenômenos químicos, permitindo ao aluno reconhecer e
manusear equipamentos e vidrarias além de preparar soluções, realizar titulações entre outras atividades
relativas às práticas do ensino de química.
Disciplinas:
Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial, Química Medicinal I, Química Medicinal II, Química
Medicinal III e Termodinâmica e Cinética em Ciências Farmacêuticas.
Equipamentos:
- 05 Aparelhos agitadores magnéticos com aquecimento
- 01 Balança semianalítica BELL
- 01 Capela para exaustão Permution
- 01 Centrifuga Bio Eng BE-5000
- 01 Aparelho conduvímetro portátil
- 01 Aparelho determinador de ponto de fusão
- 01 Estufa de secagem
- 01 Aparelho evaporador ROT. Fisaton Mod. 803
- 01 Aparelho fotocolímetro Photoeletric
- 01 Aparelho fotômetro de chama Mod. FC180 C
- 01 Aparelho medidor digital de oxigênio
- 01 Aparelho medidor de PH de balança digital
- 01 Phmetro digital quimis
- 01 Phmetro PH/MV
- 01 Balança AG-200
- 01 Determinador de ponto de fusão
7.4.2.
LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS
Os laboratórios didáticos do curso de Farmácia do CEULP são utilizados em aulas teóricopráticas e práticas, no desenvolvimento dos estágios supervisionados, em atividades de
- 221 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
pesquisa e outras demandas, funcionando de acordo com a finalidade a que se destinam.
Estes laboratórios foram implantados seguindo normas de funcionamento e utilização,
que visam a segurança do acadêmico e dos docentes durante a realização das suas
atividades e correspondem adequadamente aos objetivos, diretrizes e finalidades
elencadas na proposta do curso.
As tabelas a seguir apresentam os laboratórios didáticos especializados e algumas
informações relevantes sobre os mesmos.
HEMATOLOGIA – LABORATÓRIO ESCOLA
Sala 311 – 24,49 m²
Aplicação:
Realização de técnicas de coloração hematológica, hemograma automatizado e não automatizado, velocidade
de hemossedimentação dos eritrócitos, tipagem sanguínea e Prova de Coombs, possibilitando ao aluno
vivência prática na execução de exames laboratoriais que estabelecem o diagnóstico de doenças
hematológicas.
Disciplinas:
Estágio Supervisionado em Farmácia VI
Equipamentos:
- 01 Agitador Stander Evelab Kline
- 01 ABX Micro 60 OTB 18p
- 01 Banho maria 37° BIOPAR
- 01 Contador de células Kacil Mod. CCS-01
- 04 Contador digital para contagem de células BIO
- 01 Homogeneizador sanguíneo BIO ENG
- 01 Forno micro-ondas eletrolux
- 01 Microscópio binocular Nikon Eclípse
- 07 Microscópios biológicos binoculares L2000A-Bi
- 01 Microscópio trinocular Quimis cin Câmera digital
- 02 Microscópios N-120 Colleman
- 02 Microscópios ópticos binoculares
- 01 Aparelho de televisão
- 01 Aparelho de vídeo cassete
PARASITOLOGIA - LABORATÓRIO ESCOLA
Sala 317 – 21,95 m²
Aplicação:
Execução dos métodos e técnicas coprológicas utilizadas no diagnóstico laboratorial de parasitos, além de
identificar e diferenciar a morfologia dos principais protozoários e helmintos causadores de doenças humanas.
Disciplinas:
Estágio Supervisionado em Farmácia VI
Equipamentos:
- 01 Balança analítica Gehaka BG400
- 01 Banho maria 37° BIOPAR
- 04 Microscópios biológicos binoculares L2000A-Bi
- 01 Microscópio binocular
- 04 Microscópios N-120 Colleman
- 222 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
BIOQUÍMICA - LABORATÓRIO ESCOLA
Sala 318 – 22,10 m²
Aplicação:
Estudo prático dos constituintes orgânicos como uréia, glicose, creatinina, ácido úrico, bilirrubina, proteínas
totais, colesterol total e frações, triglicérides; constituintes inorgânicos como sódio, potássio, cálcio, cloretos,
fósforo e avaliação de marcadores bioquímicos da função hepática, cardíaca e pancreática, possibilitando ao
aluno a realização dos exames laboratoriais de rotina em bioquímica.
Disciplinas:
Estágio Supervisionado em Farmácia VI
Equipamentos:
- 01 Autoclave vertical Phoenix
- 02 Banhos maria 37° BIOPAR
- 01 Bomba de vácuo
- 01 Aparelho fotômetro de chama SELM mod. F
- 01 Deionizador permution 220 V
- 01 Especfotômetro em alumínio com 6 degraus
- 01 Especfotômetro semiautomático
- 01 Pipetador Aut. de 20/200 UL com 8 Canais c/ D
MICROBIOLOGIA - LABORATÓRIO ESCOLA
Sala 320 – 31,16 m²
Aplicação:
Procedimento de coleta de material para exame microbiológico; desenvolvimento das técnicas de coloração
de Gram e Ziehl-Neelsen; cultivo, isolamento e identificação de agentes bacterianos; realização de provas
bioquímicas e/ou sorológicas complementares aos exames de identificação de bactérias e teste de
suscetibilidade de microorganismos a antibióticos.
Disciplinas:
Estágio Supervisionado em Farmácia VI
Equipamentos:
- 01 Autoclave vertical cap. 70 litros BIO ENG
- 01 Banho maria 37° BIOPAR
- 01 Balança analítica BG 400
- 01 Câmera de fluxo lâminar vertical LB130 22
- 06 Microscópios biológicos binoculares L2000A-Bi
- 01 Microscópio binocular Eclípse E200 Nikon
- 01 Microscópio com contraste de fase E200 Nikon
- 02 Microscópios óticos binoculares
- 03 Microscópios binoculares
LÍQUIDOS CORPORAIS - LABORATÓRIO ESCOLA
Sala 321 – 20,17 m²
Aplicação:
Procedimento de coleta e separação de urina por meio de centrifugação; realização do exame físico e químico
da urina; análise do sedimento urinário, possibilitando ao aluno a realização dos exames laboratoriais de
rotina em líquidos corporais com ênfase em urina.
Disciplinas:
Estágio Supervisionado em Farmácia VI
Equipamentos:
- 223 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
-
01 Banho maria 37° BIOPAR
06 Microscópios binoculares 10x ou 16x
01 Microscópio binocular Eclípse E200 Nikon
01 Microscópio biológico binoculares L2000A-Bi
04 Microscópios N-120 Colleman
01 Microscópio ótico binocular
IMUNOLOGIA E HORMÔNIOS - LABORATÓRIO ESCOLA
Sala 322 – 24,40 m²
Aplicação:
Estudo prático de ensaios imunoenzimáticos, reação de aglutinação em látex, imunocromatografia, reação de
floculação e teste de hemaglutinação, permitindo ao aluno o desenvolvimento de técnicas imunológicas que
estabelecem o diagnóstico de doenças infecciosas humanas.
Disciplinas:
Estágio Supervisionado em Farmácia VI
Equipamentos:
- 01 Leitor de Elisa para Micro Placas
- 01 Banho maria de secagem nº 3 Biopar
- 01 Incubadora para placa de Elisa Biopluscelm
- 02 Lavadoras de Elisa
- 01 Microscópio binocular Eclípse E200 Nikon
- 01 Microscópio binoculares
- 04 Microscópios N-120 Colleman
- 02 Pipetas automáticas multicanal
- 01 microscopio trinocular de imunofluorescencia 5 Filtros 220 Volts
BIOQUÍMICA / IMUNOQUÍMICA – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 522 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo prático de técnicas empregadas no diagnóstico de patologias humanas relacionadas ao sistema
imunológico bem como ao metabolismo glicídico, proteico, lipídico, hidroeletrolítico, função renal, hepático,
pancreático e cardíaco. A correlação dos conteúdos teóricos com os resultados obtidos nas reações
executadas permitem que o aluno interprete os resultados dos exames e estabeleça hipótese diagnóstica.
Disciplinas:
Bioquímica Clínica e Imunologia Clínica.
Equipamentos:
- 01 Balança analítica 500G/0,001 (Marte)
- 01 Banho maria para 80Tb 13x100 mod. Ev-015
- 01 Banho maria biomatic 1051
- 01 Centrífuga de bancada para 12 tubos de ensaio – Centribio
- 01 Colorímetro fotoelétrico AE11D
- 01 Espectrofotômetro biospectro Mod. SP-22
- 01 Aparelho homogeneizador Benfer BHS 300
- 25 Micropipetas
- 01 Fotômetro de chama 7000 - Tecnow
- 01 Agitador de tubos Phoenix - AP 56
- 01 Refrijador eletrolux
- 01 Relógio multiponto
- 01 Analisador semi automático BIO 2000 (BIOPLUS)
- 01 Lavadores semi-automático de micro placas – Bras-Serum – BS II
- 01 Leitora de microplacas modelo EZ Reader 400 (vis)
- 224 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
BIOLOGIA MOLECULAR/GENÉTICA
2
Sala 523 -91,20 m
Aplicação:
Aplicação de técnicas em diagnóstico molecular: Técnicas de BLOT, Diagnóstico de doenças pela rt-PCR, e PCR.
Práticas de eletroforese em gel de agarose e poliacrilamida. Estudo prático de técnicas na área de genética e
biologia molecular.
Disciplina(s):
Biologia molecular aplicada;
Estágio supervisionado em biomedicina I.
Equipamentos:
- 01 Agitador Magnético com Aquecimento
- 02 Agitadores de Kline Nova Ética
- 01 Agitador de tubos Quimis
- 01 Aparelho de banho maria
- 01 Micro centrífuga para tubos tipo Eppendorf
- 01 Mini centrífuga C-1200
- 01 Centrífuga de bancada
- 01 Centrífuga EV-04D
- 01 Espectrofotômetro Digital Femto 70
- 01 estufa para secagem e esterilização
- 01 Forno micro-ondas Brastemp
- 03 Fontes de eletroforese Amershan EPS 301
- 01 Aparelho PhmetroQuimis Q400
- 01 Aparelho pipepador eletrônico ACCU-JET
- 01 Aparelho purificador Aquapur Ultra
- 01 Refrigerador Eletrolux FE-22 vertical
- 01 Geladeira Consul 320L
PESQUISA FARMACÊUTICA – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 525 – 63,70 m
Aplicação:
Espaço destinado para o desenvolvimento de projetos de pesquisa com financiamento interno/externo,
iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso.
Disciplinas:
Nenhuma
Equipamentos:
- 01 Aparelho agitador magnético com aquecimento
- 01 Bomba de vácuo tecnal TE-08
- 01 Centrifuga baby BIO ENG BE-5000
- 01 Minicentrifuga C-1200 110 V / 60 Hz Bio Age
- 01 Chapa aquecedora
- 01 Cuba completa para eletroforese Mini VE
- 01 Estufa para esterilização e secagem média Robb
- 01 Fonte de eletroforese Amershan EPS 1001
- 01 Espectro ultrospec 500 Pro
- 01 Centrifuga 5415 R Eppendorf
- 01 Evaporador rotativo TE-211
APOIO À MICROBIOLOGIA – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 528 - 31,50 m
Aplicação:
Aprendizado das operações de preparo de meio de cultura, manipulação e cultivo de microrganismos, além de
técnicas de esterilização de materiais de uso no laboratório de microbiologia.
- 225 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Disciplinas:
Microbiologia Clínica.
Equipamentos:
- 01 Agitador vortex
- 03 Agitadores magnéticos com aquecimento
- 01 Aparelho autoclave Phoenix
- 01 balança eletrônica de precisão
- 01 Capela de fluxo laminar LB80
- 01 Destilador de Água Mod. 3425
- 01 Estufa bacteriológica 355
- 01 Estufa bacteriológica A3C 1007
- 01 Phmetro digital
HEMATOLOGIA / LÍQUIDOS CORPORAIS – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 529 – 63,70 m
Aplicação:
Análise de líquidos corporais a fim de qualificar e quantificar as estruturas neles presentes; executar técnicas
específicas para o diagnóstico das doenças hematológicas.
Disciplinas:
Hematologia Clínica e Análises Citológicas e Parasitológicas.
Equipamentos:
- 02 Aparelhos agitadores de tubos Biomatic
- 01 Centrífuga micro heatócrito 24 tubos Quim
- 01 Centrífuga de bancada para 12 tubos de ensaio
- 04 Aparelhos contadores de células modelo CCD-0
- 01 Aparelho homogeneizador Benfer BHS300
- 15 Microscópios binoculares
- 02 Contadores de células sanguíneas CCS 01
- 01 contador de células automatico completo ccs02 (Kacil)
- 01 Microscópio com câmera de vídeo acoplado
PARASITOLOGIA – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 530 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo prático da morfologia de protozoários e helmintos por meio de laminário permanente e/ou material
biológico, para identificar e diferenciar por meio da morfologia os parasitos causadores de doenças humanas
estabelecendo o diagnóstico laboratorial.
Disciplinas:
Análises Citológicas e Parasitológicas.
Equipamentos:
- 01 Agitador magnético com aquecimento
- 01 Centrífuga Bioeing BE-5000
- 17 Microscópios binoculares
- 01 Refrigerador Eletrolux R 280L
MICROBIOLOGIA GERAL E AMBIENTAL – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 531 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo prático de técnicas de semeadura, identificação e diferenciação de microrganismos causadores de
doenças humanas possibilitando ao aluno planejar e realizar coletas e cultivos, além de avaliar os meios de
cultura, assim como interpretar os testes de sensibilidade aos agentes antimicrobianos.
Disciplinas:
Microbiologia Clínica e Controle de Qualidade de Fármacos e Medicamentos.
- 226 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
Equipamentos:
- 01 Câmara fria glacial Pavan em inox
- 01 Centrífuga Bioeng BE-5000
- 01 Lupa eletrônica Mod. XTB-1B
- 10 Microscópios binoculares
QUÍMICA GERAL/ORGÂNICA E ANÁLISES QUÍMICAS – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 562 – 63,70 m
Aplicação:
Execução de técnicas laboratoriais de síntese, purificação e análise de fármacos.
Disciplinas:
Análise e Síntese e Análise Farmacêutica.
Equipamentos:
- 05 Aparelhos agitadores magnéticos com aquecimento
- 01 Balança semianalítica BELL
- 01 Capela para exaustão Permution
- 01 Centrifuga Bio Eng BE-5000
- 01 Aparelho conduvímetro portátil
- 01 Aparelho determinador de ponto de fusão
- 01 Estufa de secagem
- 01 Aparelho evaporador ROT. Fisaton Mod. 803
- 01 Aparelho fotocolímetro Photoeletric
- 01 Aparelho fotômetro de chama Mod. FC180 C
- 01 Aparelho medidor digital de oxigênio
- 01 Aparelho medidor de PH de balança digital
- 01 Phmetro digital quimis
- 01 Phmetro PH/MV
- 01 Balança AG-200
ANÁLISES BROMATOLÓGICAS – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 564 – 63,70 m
Aplicação:
Estudo prático de técnicas analíticas para determinar a composição físico-química de alimentos.
Disciplinas:
Bromatologia.
Equipamentos:
- 01 Balança de precisão digital MARK220
- 01 Capela de Exaustão Permution
- 01 Aparelho Determinador de Gorduras 044-5 Te
- 01 Banho maria Mod. 120
- 01 Estufa Quimis
HOMEOPATIA – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 569 – 84 m
Aplicação:
Estudo prático de técnicas de manipulação de medicamentos homeopáticos.
Disciplinas:
Homeopatia.
Equipamentos:
- Dinamizador de braço mecânico Denise 18-58
- Balança Analítica 220g, divisão 0,1mg
- ESTUFA EL 1.2 MED INTER 34X34X34X BIV (ODONTOBRAS)
- Medidor de pH de bancada
- 227 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
FARMACOTÉCNICA I SÓLIDOS – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 570A – 84 m
Aplicação:
Estudo prático de técnicas de manipulação de medicamentos e cosméticos, preparação de matérias primas
(pesagem, medição de volumes, tamizações, diluições e correções) e encapsulações.
Disciplinas:
Tecnologia Farmacêutica II, Tecnologia Farmacêutica III e Controle de Qualidade de Fármacos e
Medicamentos.
Equipamentos:
- 03 Cronometros Digitais KENKO K-1046
- 05 Micropipetas de volumes variados
- 35 Pipetadores
FARMACOTÉCNICA II LÍQUIDOS E SEMI-SÓLIDOS – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 570B – 84 m
Aplicação:
Estudo prático de técnicas de formulações para preparo de pomadas, pastas, emulsões, géis, supositórios e
óvulos; Incorporação dos ativos farmacêuticos nos produtos manipulados.
Disciplinas:
Tecnologia Farmacêutica II, Tecnologia Farmacêutica III e Controle de Qualidade de Fármacos e
Medicamentos.
Equipamentos:
- 01 Espectrofotômetro digital
- 01 Compressora excêntrica (de baixa capacidade)
- 01 Drageadeira (lote piloto)
- 01 Desintegrador de comrpimidos 301-1 220 V
- 01 Oscilante Granulador Modelo GMP
- 01 Moinho de Bolas
- 01 Misturador em V
- 01 Durômetro para comprimidos digital portátil 298 DGP versão II
- 01 Dissolutor de comprimidos e cápsulas 299-3 220V
- 01 Aparelho para teste de friabilidade 300-2 220V
- 01 Espectrofotômetro Digital, Faixa De 200-1000nm (Monofeixe), Banda De Passagem De 5nm (Fixa),
Com Software E Suporte Para 4 Cubetas De 10mm, Bivolt. Mod. LABSP-2012
- 01 Contador de colônias Quimis
- 03 Viscosímetros VG200 Gehaca
- 01 Aparelho agitador Mod. 104
- 01 Apareho agitador Mec. Fisaton 722-D
- 01 Aparelho Agitador Mod.104 Nova Técnica
- 01 Balança semianalítica Bell
- 02 Balanças Mod. Ag200 Gehaka
- 01 Estufa para secagem e esterilização
- 01 Seladora
- 01 Ponto de fusão Gehaka PF 1000
- 01 Centrífuga BIO ENG
- 02 Aparelhos chapa aquecedora Nova Técnica
- 03 Aparelhos exautores com filtragem Exaust-Farma
- 02 Impressoras para viscosímetro Gehaka
- 01 Aparelho medidor de PH - Phmetro digital PG 18
- 01 Aparelho ponto de fusão Mod. PF-1000 Geha
- 01 Refrigerador Consul 360 Lts
- 228 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
FARMACOGNOSIA – COMPLEXO LABORATORIAL
2
Sala 571 – 84 m
Aplicação:
Estudo prático de métodos de extração, identificação dos principais metabólitos secundários presentes em
espécies medicinais, por meio de testes de triagem fitoquímica e controle de qualidade de drogas vegetais.
Disciplinas:
Farmacobotânica e Farmacognosia e Fitoquímica
Equipamentos:
- 01 Mufla
- 01 Chama aquecedora Quimis
- 01 Chama aquecedora Nova Técnica
- 01 Moinho de facas
- 01 Manta aquecedora
- 12 Mantas aquecedoras
- 01 Microscópio binocular
- 01 lupa
- 02 Banho maria Nova Técnica
- 01 Estufa para esterilização
- 01 Capela
- 01 Destilador de nitrogênio Tecnal TE-036/1
- 01 Estufa para esterilização e secagem
- 01 Balança PW-3015 Digital
- 01 Evaporador rotativo
- 01 Bomba de vácuo rotativo
7.4.3.
UTILIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS LABORATÓRIOS
A utilização dos laboratórios do curso de Farmácia é administrada pelo coordenador de
laboratórios (Complexo Laboratorial e Laboratório Escola), os quais asseguram o
cumprimento das normas de funcionamento e de biossegurança para fins acadêmicos e
de serviços, além de, através do planejamento estratégico, viabilizar o funcionamento a
contento dos laboratórios, o que garantirá a prestação de um serviço de qualidade.
Os laboratórios e seus respectivos equipamentos são verificados periodicamente,
conforme descrito no Regulamento Interno dos Laboratórios da Área da Saúde do CEULP
pelos técnicos laboratoriais e professores que neles atuam.
A requisição de novos equipamentos, materiais e vidrarias é feita semestralmente
(quando necessário), considerando reuniões dos professores das disciplinas práticas e
mediante solicitação da Coordenação do Curso de Farmácia.
Com o intuito de melhorar o gerenciamento e a organização dos laboratórios, o
Complexo Laboratorial e o Laboratório Escola contam com coordenadores de laboratórios
que viabilizam a rotina de solicitação de materiais para as aulas práticas e acompanham
os registros de temperatura, manutenção e limpeza.
Em relação a manutenção dos equipamentos, o CEULP conta com uma equipe
responsável por realizar a manutenção preventiva e os reparos básicos, e, caso exista
- 229 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
necessidade de um reparo feito por especialista, o equipamento é encaminhado para
assistência especializada.
7.5. BIOTÉRIO
O biotério do CEULP é composto por uma parte restrita, de acesso aos funcionários e
responsáveis (estagiário, um médico veterinário e um coordenador) e os laboratórios de
farmacologia (usado pelos alunos da psicologia para suas aulas teóricas e pelos alunos
em seus projetos de iniciação científica) e psicologia experimental, possuindo uma área
total de 280,05 m2. O acesso a sala criatório /viveiro de animais é permitido somente
para os funcionários do biotério, e na sala de experimentação o acesso é permitido para
aqueles que estão vinculados aos projetos.
Os projetos vinculados ao curso devem apresentar aprovação pelo comitê de ética para
utilização dos animais em
relação aos aspectos toxicológicos de fitocosméticos
manipulados com extratos da flora regional e também ao efeito da farmacologia na
produção de alfa amilase salivar. Estes projetos contribuem para a formação específica e
profissionalizante, contemplando conteúdos teóricos e práticos das disciplinas do curso,
abordando-os dentro de uma visão regionalista no que tange à biodiversidade do cerrado
tocantinense e às condições sociais da população.
A utilização de boas práticas laboratoriais (BPL’s) é obrigatória e de conhecimento tanto
dos responsáveis quanto dos professores e alunos. O manual de Biossegurança é
apresentado aos alunos no primeiro período do curso, bem como a ocorrência de visitas
ao Biotério e laboratórios para que o conhecimento teórico destas práticas também seja
visualizado in loco. Em relação a este aspecto, o biotério do CEULP é considerado de
baixo risco individual e coletivo por manipular agentes biológicos da classe de risco 1
(NBA 1) envolvendo agentes que apresentam um risco potencial mínimo para a equipe
laboratorial e para o meio ambiente.
A ocorrência de manipulação e descarte de material biológico no local é uma
característica ímpar no conhecimento prático sobre estes tópicos. Animais mortos
(carcaças) são colocados em sacos brancos leitosos, adequadamente identificados e
coletados por uma empresa específica (responsável pelo recolhimento de lixo no
município de Palmas-TO), sendo depositado em uma lixeira com trancas que são abertas
pela empresa. Os resíduos das gaiolas são colocados em saco preto e encaminhados para
depósito de lixo comum.
Os envolvidos em atividades no biotério recebem treinamento feito pelos integrantes do
local antes das aulas/pesquisa e durante a vigência destas, os mesmos prestam
- 230 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
assessoria aos professores e acadêmicos e monitoram os animais para possíveis
negligências.
7.6. CONVÊNIO COM HOSPITAIS PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS
O curso de Farmácia do CEULP conta com convênios, desde 2005, com o Hospital Geral
de Palmas, através da Secretaria Estadual de Saúde e com o Hospital e Maternidade
Cristo Rei para a realização do Estágio Supervisionado em Farmácia VII. Neste estágio os
acadêmicos desenvolvem atividades relacionadas à Assistência Farmacêutica, priorizando
o acompanhamento do uso do medicamento, elaboração de ficha farmacoterapêutica,
entrevista ao paciente, estudo e notificação de reação adversa, desenvolvimento assim
atividades junto às demais equipes de saúde dos hospitais. Esses convênios permitem a
vivência com o sistema público e particular de saúde, pois todos os alunos cumprem 68h
em cada um dos hospitais, sob a orientação permanente das supervisoras de estágio.
7.7. PROTOCOLOS DE EXPERIMENTOS
As práticas experimentais e os experimentos do Programa de Iniciação Científica
(PROICT) ocorrem de acordo com um pedido de aula/experimento que prevê os
procedimentos (metodologia), equipamentos, instrumentos, materiais, reagentes P. A. e
soluções com quantidade e concentração discriminadas.
Estes pedidos são entregues aos técnicos responsáveis pelos laboratórios e são
arquivados pela coordenação do complexo laboratorial.
Os estágios supervisionados seguem um roteiro de atividades práticas que inicialmente é
apresentado e discutido com os alunos matriculados. O supervisor local do ambiente de
formação específica segue igualmente este cronograma.
Todas estas atividades mencionadas seguem as boas práticas laboratoriais (BPL’s) que
são
apresentadas
em
uma
manual
de
Biossegurança
disponível
nos
laboratórios/ambientes de ensino, além de fazer parte do conteúdo da disciplina de
Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial, que acontece no primeiro período, com
contínuo feedback nas demais disciplinas do curso. Os conceitos específicos são inerentes
à cada ambiente/laboratório.
Os procedimentos operacionais padrão em relação ao uso de equipamentos estão
disponíveis nos laboratórios assim como os manuais de instrução.
Em relação às metodologias descritas no pedido de aula/pesquisa, os mesmos se
encontram detalhadas em roteiros de aulas disponíveis para os alunos com antecedência,
- 231 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
principalmente nas disciplinas de base e, em disciplinas específicas, elas são discutidas
no momento da aula/estágio para que os protocolos possam ser construídos pelos alunos
após estas atividades.
Os protocolos de experimentos das atividades práticas/pesquisa e das atividades dos
estágios supervisionados são pensados e desenvolvidos não apenas com o objetivo de
proporcionar a formação geral e específica, mas também o de contemplar a consciência
regional, em relação aos recursos naturais e aos aspectos sociais.
7.8. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA
O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é um colegiado interdisciplinar e independente,
criado com objetivo de dar suporte à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP),
no sentido de defender e proteger os interesses dos sujeitos das pesquisas, em sua
integridade e dignidade, bem como para contribuir no desenvolvimento das pesquisas
dentro dos padrões éticos, de acordo com a Resolução CNS 196/96 e demais normativas
da área.
A resolução CNS 196/96 preconiza que todas as pesquisas envolvendo seres humanos
precisam ser submetidas à apreciação de um CEP, sendo que cabe à instituição onde se
realizam as pesquisas, constituir e manter tal unidade.
O CEP é responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as
pesquisas do Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP) no que se refere às
investigações envolvendo seres humanos. A atividade é permeada pela identificação de
conflitos de valores e reflexão crítica sobre os dilemas éticos, tendo como categoria
fundante a proteção da dignidade do ser humano e, assim, assegurando os direitos, a
segurança e o bem estar dos sujeitos das pesquisas.
Tais proposituras ocorrem no sentido de contribuir com a qualidade das pesquisas
desenvolvidas, bem como com a elucidação de seu papel para a comunidade acadêmica,
ou seja, a instituição, os pesquisadores, os sujeitos das pesquisas e a comunidade em
geral. Nesse sentido, o CEP pode ser considerado mais um elemento no processo
educativo da Unidade de Formação Acadêmica.
Além das citadas atribuições, o CEP também exerce a função consultiva e orientadora, na
medida em que se faz referência em relação às análises éticas de protocolos de pesquisa
científica, em todas as áreas do conhecimento.
O CEP/CEULP possui uma demanda regular de protocolos, visto o grande número de
investigações empreendidas por docentes e discentes, no âmbito da graduação e da pós-
- 232 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
graduação. Esse fluxo é percebido com maior intensidade, no âmbito dos cursos da área
da saúde, bem como nas ciências sociais aplicadas.
Em razão de tais tendências, o CEP/CEULP é composto por membros de oito diferentes
áreas de formação, justamente para privilegiar o caráter interdisciplinar, além de
sustentar o olhar e a discussão ampliada das questões levadas à baila.
Como de praxe, o CEP/CEULP é registrado junto à CONEP e está em atividade desde o
ano de 2003. É formado por treze membros, sendo doze professores da instituição de
ensino e um representante da comunidade. A composição obedece ao equilíbrio de
gênero, ou seja, possui paridade na participação de homens e mulheres, conforme
diretrizes superiores.
Os membros participam voluntariamente do comitê e possuem mandato de três anos,
permitindo recondução. Todo o processo participativo é acompanhado por um dos
membros, que seja eleito o coordenador e deve velar para que as decisões do CEP sejam
pautadas
na
independência
de
relações
políticas,
institucionais,
hierárquicas,
corporativas, financeiras, econômicas e mercadológicas.
O CEULP, em conforme com as exigências legais é responsável pela manutenção de seu
CEP, que possui condições de infra-estrutura, sala própria, linha telefônica e uma
secretária de referência, tudo para atender pesquisadores e a comunidade em geral.
As informações acerca da organização, dos membros, da coordenação, do fluxo de
protocolos e demais pormenores do funcionamento cotidiano do CEP/CEULP encontramse disponíveis no portal da instituição.
- 233 PROJETO PEDAGÓGICO – FARMÁCIA
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PROJETO PEDAGÓGICO FARMÁCIA