UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LETRAS
São Luís de Montes Belos
2009
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LETRAS
Projeto Pedagógico do Curso de Letras,
para fins de Renovação de Reconhecimento
do Curso conforme exigências legais.
São Luís de Montes Belos
2009
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO DO CURSO ..............................................................................................
1 CONCEPÇÃO DO CURSO ..................................................................................................
2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO............................................................................................
3 HISTÓRICO DA UEG ..........................................................................................................
3.1 Perfil institucional ..............................................................................................................
3.2 Das Finalidades: .................................................................................................................
3.3 Área de atuação ..................................................................................................................
3.4 Órgãos de administração superior da UEG.........................................................................
3.4.1 - Conselho Universitário ..................................................................................................
3.4.2 - Reitoria .........................................................................................................................
3.4.3 - Conselho Acadêmico .....................................................................................................
3.5 Pró-Reitoria de Graduação - PrP .........................................................................................
3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE ...........................................
3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP ................................................................
3.7.1 – Iniciação Científica .......................................................................................................
3.7.2 – Pós-Graduação..............................................................................................................
3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças ...................................................
3.9 Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação ...............................................
4 HISTÓRICO DA UnU - SÃO LUÍS DE MONTES BELOS ..................................................
5 JUSTIFICATIVA DO CURSO .............................................................................................
6 OBJETIVOS DO CURSO .....................................................................................................
6.1 Objetivo geral do curso: .....................................................................................................
6.2 Objetivos específicos: .........................................................................................................
7 PERFIL DO EGRESSO FORMADO EM LETRAS NA UEG ..............................................
8 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS ..................................................................................
9 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................................
9.1 Coordenação pedagógica: ...................................................................................................
9.2 Administração Acadêmica ..................................................................................................
9.3 Coordenação de curso.........................................................................................................
9.4 Colegiado do curso .............................................................................................................
9.5 Registro acadêmico ............................................................................................................
9.5.1 Biblioteca: Área 94,2 m2 nº de exemplares: 2461
nº de títulos: .........................
9.5.2 Organização e Funcionamento .........................................................................................
9.5.3 Cadastro do curso ............................................................................................................
10 METODOLOGIA DE ENSINO ..........................................................................................
11 INTERDISCIPLINARIDADE.............................................................................................
12 ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR .................................................
12.1 Seleção dos Conteúdos .....................................................................................................
12.2 Ênfase na formação do professor de Letras como intelectual-crítico-reflexivo .................
12.3 Flexibilização ..................................................................................................................
12.4 Ação coletiva ...................................................................................................................
12.5 A indagação ou a intervenção ..........................................................................................
12.6 Relação entre os conhecimentos específicos e pedagógicos...............................................
12.7 Formação inicial e continuada .........................................................................................
13 ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO .......................................
13.1 Integração do Ensino (teoria e prática) ............................................................................
14 PESQUISA .........................................................................................................................
14.1 Políticas de incentivo e investigação científica ..................................................................
14.1. 1 A Revista Ícone ...........................................................................................................
14.2 Os eventos .......................................................................................................................
14.3 Projetos de Pesquisa do curso ...........................................................................................
14. 4 Projetos de extensão ........................................................................................................
15 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ...............................................................................
16 ESTÁGIO CURRICULAR (Obrigatório) ............................................................................
17 ATIVIDADE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (Licenciaturas) ...........
18 O TRABALHO DE CURSO ...............................................................................................
19 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM .....................................
20 ESTRUTURA CURRICULAR ...........................................................................................
20.1 ATIVIDADES ................................................................................................................
20.1.1. prática – conhecimento/intervenção, elaboração e comunicação. ...................................
20.1.2 partilhada e coletiva .......................................................................................................
20.1.3. independente – o aluno direciona seus estudos. .............................................................
20.1.3.1 Disciplinas ..................................................................................................................
20.1.3.2 Jornadas científicas estudantis.....................................................................................
20.1.3.3 Simpósios temáticos ...................................................................................................
20.1.3.4 Oficinas ......................................................................................................................
20.1.3.5 Investigações colaborativas .........................................................................................
20.1.4 Atividades independentes ............................................................................................
21 MATRIZ CURRICULAR ...................................................................................................
20.1 MATRIZ CURRICULAR UNIFICADA DO CURSO DE LETRAS ................................
22 DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA DAS ÁREAS E ATIVIDADES............
22.1 Áreas de formação e atividades de aprofundamento ........................................................
22.2.1 Área de formação de um sistema de referência para análise e ação crítica ....................
22.2.2 Área de formação pedagógica docente .........................................................................
22.2.3 Área de formação específica .........................................................................................
22.2.4 Área de formação, de investigação e de prática profissional ..........................................
22.2.5 Pesquisa através de trabalho de curso. ...........................................................................
22.2.6 Estágio Supervisionado.................................................................................................
22.2.7 Prática profissional dos conteúdos das áreas de estudo ..................................................
22.3 Currículo de Aprofundamento e Ampliação .....................................................................
22.3.1 Oferta optativa curricular ............................................................................................
22.3.2 Experiências pedagógicas .............................................................................................
22.3.3 Participação em eventos científicos. ..............................................................................
22.4 Carga horária regulamentada nas diretrizes curriculares nacionais ....................................
22.5 Eixos Temáticos ..............................................................................................................
23 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ........................................................................................
23 RECURSOS HUMANOS ...................................................................................................
23.1 Corpo Docente .................................................................................................................
23.2 Corpo Discente ................................................................................................................
23.3 Corpo Técnico-Administrativo .........................................................................................
24. INSTALAÇÕES.................................................................................................................
24.1 Salas de aula .....................................................................................................................
24.2 Secretaria .........................................................................................................................
24.3 Biblioteca .........................................................................................................................
24.4 Laboratórios .....................................................................................................................
25 SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA DO CURSO ....................................................
Soma do 1º Ano .......................................................................................................................
Atividades Complementares .....................................................................................................
5
APRESENTAÇÃO DO CURSO
A Universidade Estadual de Goiás (UEG), apresenta o Projeto Pedagógico do curso
de Letras das Unidades Universitárias de Anápolis, Campos Belos, Cidade de Goiás,
Formosa, Goianésia, Inhumas, Iporá, Itapuranga, Jussara, Morrinhos, Pires do Rio, Porangatu,
Quirinópolis, São Luís de Montes Belos, São Miguel do Araguaia e Extensão Universitária de
Caçu. Por meio desses Cursos de Letras, nas suas respectivas regiões, a
universidade
pretende desenvolver a sua função social que é a de formação de professores para o Ensino
Fundamental e Ensino Médio. Ao acreditar que esse é um dos melhores caminhos para uma
melhoria qualitativa da educação não só em Goiás, mas no Brasil, a UEG confirma a
importância da renovação de reconhecimento desses cursos.
Trata-se de um documento de estudo e elaboração conjunta das coordenações do
Curso de Letras, com esforços de todas as Unidades Universitárias da UEG em avaliar suas
concepções e suas ações pedagógicas, curriculares e organizacionais, a partir das necessidades
e interesses das comunidades regionais as quais os cursos atendem.
A concretização do presente projeto e sua dinamização é fruto do compromisso
coletivo com a proposta de mudança das discussões, de modo que, a UEG possa desempenhar
seu papel educativo frente às transformações da sociedade e às demandas da Universidade.
O engajamento e a mobilização de todos os docentes dos cursos de Letras nos debates,
nas análises e na elaboração deste projeto, foi de fundamental importância. Este trabalho
resulta numa diretriz norteadora efetiva da política de formação de professores de Letras na
UEG. Este documento reflete o esforço dos próprios docentes e da pró-reitoria de Graduação,
que há muito, vem caminhando nesta direção.
O Projeto Pedagógico do Curso de Letras surgiu da necessidade de se criar um espaço
aglutinador de proposições e discussões das políticas educacionais, no que se refere ao Curso
de Letras da UEG. As comissões regionais foram compostas pelos Coordenadores dos Cursos
de Letras, por dois professores e por dois discentes do curso. A comissão central é composta
pelos coordenadores e por um docente do curso das Unidades Universitárias. Esse projeto foi
desempenhado por essas comissões locais e regionais, frente às transformações, demandas e
necessidades da sociedade nas quais as Unidades Universitárias estão inseridas.
A necessidade de se definir um perfil do Profissional de Letras da UEG, o papel e a
função do curso no âmbito da UEG foi o que levou o grupo a definir um plano de trabalho
coletivo que fosse capaz de garantir a proposta de unicidade da Matriz curricular, das ementas
que compõem o Projeto Político Pedagógico do curso, mas que respeite e considere também
as peculiaridades e as necessidades de cada realidade onde o curso se instala.
As reuniões destinaram-se ao estudo e à discussão dos problemas comuns a todas as
Unidades e, em seqüência, à realização das atividades planejadas. A partir dessas discussões e
estudos, incluindo o relato das experiências de cada Unidade, percebeu-se com maior clareza
a necessidade de elaboração de um Projeto, que indicasse uma melhor diretriz para os Cursos
de Letras da UEG.
O compromisso das comissões para com o Projeto Pedagógico, visa oferecer aos
alunos do Curso de Letras conhecimentos teórico-práticos acerca dos estudos
lingüísticos e literários, proporcionando uma compreensão crítica do mundo através
dos processos de transmissão, construção e reconstrução do conhecimento, ou seja,
possibilitar a esses alunos condições para que mudem a sua prática pedagógica, até
então voltada para a reprodução do conhecimento, transformando-a numa práxis em
que a produção de saberes norteie o ensino das línguas materna e estrangeira e de suas
respectivas literaturas.
Neste sentido, estão alocados neste projeto: a apresentação, concepção do curso,
identificação do curso, histórico da UEG, histórico da UnU, justificativa do curso, objetivo do
curso, objetivo geral, objetivos específicos, perfil do egresso, habilidades e competências,
organização didático-pedagógica administração acadêmica, coordenação do curso, colegiado
do curso, registro acadêmico, metodologia de ensino, interdisciplinaridade, estratégias de
flexibilização curricular, articulação entre ensino, pesquisa e extensão, pesquisa política de
incentivo à investigação científica, projetos de pesquisa, extensão, projetos de extensão,
estágio curricular, atividades práticas como componentes curricular, trabalho de curso,
avaliação do processo de ensino e aprendizagem,estrutura curricular, matriz curricular,
dimensionamento da carga horária das áreas e atividades, ementas e bibliografias, recursos
humanos, instalações, biblioteca, laboratórios, sistema de avaliação do curso, planilha de
custo e alteração e reestruturação curricular.
O Projeto Pedagógico do Curso de Letras tem como finalidade oferecer referências, a
partir das exigências atuais para a formação adequada e consistente de professores para o
Ensino Fundamental e Ensino Médio, tanto do ponto de vista legal, implementado pela nova
LDBEN nº 9.394/96, bem como dos resultados de vários estudos e pesquisas sobre o tema.
O Projeto se concretiza em diretrizes relacionadas ao currículo, à organização
institucional e às ações de implantação com saberes e competências profissionais de
professores, propondo uma estrutura organizacional e curricular. É necessário esclarecer ainda
que este projeto, assume a concepção de um sistema unitário de formação do profissional de
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Letras, superando as dicotomias do modelo vigente do bacharelado e da licenciatura.
O que se considera como diretriz prioritária neste documento é o entendimento de
que, a formação do profissional de Letras, se constitue na Universidade como um processo
autônomo, integral e terminal. Este documento terá sua identidade própria que o distinguirá
claramente dos cursos de bacharelado e dos demais cursos profissionalizantes, embora
mantendo com eles a interface determinada pela própria natureza dos conhecimentos
envolvidos na formação.
É pertinente acrescentar ainda que, o fato do curso habilitar para duas licenciaturas
(Língua Portuguesa e Língua Inglesa), faz dele um curso compromissado com a formação
docente de qualidade assim como a formação específica nas áreas afins. Pois, a formação do
profissional da docência e da atividade técnica pressupõe, não apenas a formação pedagógica,
mas também a construção científica do conhecimento na área, mediante procedimentos
investigativos.
1 CONCEPÇÃO DO CURSO
O curso de Letras da UEG-UnU-São Luís de Montes Belos-Go é um curso que tem
como meta a formação de professores para o Ensino Fundamental, Ensino Médio e para
atuação em outros espaços que requeiram conhecimentos específicos de línguas. E, para isso
terá que orientar os acadêmicos para a busca dos interesses e das necessidades pertinentes à
construção do projeto de aprendizagem de cada um. Nesse intento, a concepção
epistemológica que o curso toma como embasamento teórico para suas ações, atitudes,
normas e rotinas é a de que os conhecimentos têm função adaptativa, isto é, eles servem para
dar sentido às experiências que os sujeitos realizam no mundo de limitações impostas pelo
contexto físico. Assim, os conhecimentos têm função de viabilizar as experiências do homem,
para abandonar e evitar as que constituem fracasso e controlar as que representam um
sucesso.
A concretização do presente projeto e sua dinamização permitirão que o acadêmico, ao
longo de sua trajetória de estudos e pesquisas, estará discutindo e analisando realidades
análogas às que poderá enfrentar futuramente, e que, para isso, precisa estar preparado. Por
isso, esse Projeto
é fruto do compromisso coletivo com a proposta de mudança das
discussões, de modo que, a UEG possa desempenhar seu
papel educativo frente às
transformações da sociedade em rede e às necessidades dos ingressantes no curso.
O Projeto Pedagógico do Curso de Letras traz também no seu intento, a concepção de
que a Universidade dos tempos atuais não pode se limitar à reprodução do conhecimento. Seu
compromisso é com a produção, com qualidade, do conhecimento propulsor da justiça social,
da liberdade, da criatividade e da consciência crítica e investigativa.
O Projeto se concretizará em diretrizes relacionadas ao currículo, à organização
institucional e às ações de implantação com saberes e competências profissionais de
professores, propondo uma estrutura organizacional e curricular.
O compromisso com a qualidade da licenciatura em Língua Portuguesa e Língua
Inglesa se faz pela necessidade de garantir o objetivo da universidade e do curso: formação
integral do ser como pesquisador, observador, investigador e crítico da realidade.
A UEG como universidade pública e democrática tem compromisso com a
produção do conhecimento, dos valores, da cultura e das relações sociais no contexto da
sociedade contemporânea, tanto no âmbito local quanto no cenário nacional e internacional.
Desse modo, registra, também, o compromisso de manter uma educação de qualidade social.
Assim, pensar o papel da universidade exige o reconhecimento de que se vive numa
sociedade marcada pela era da velocidade da informação, a chamada sociedade do
conhecimento, na qual a flexibilidade e as constantes transformações no mundo do trabalho se
dão de formas cada vez mais intensas e velozes. Esta realidade, determinada e determinante
do desenvolvimento científico e tecnológico, tem proporcionado mudanças radicais na
capacidade de acesso da sociedade à produção do conhecimento.
Uma questão importante que se apresenta para esta proposta é a da globalização,
caracterizada pelos seus efeitos homogeneizantes nas esferas das finanças e da política, e
também pela cristalização regionalizada das mazelas socioeconômicas, hajam vista que os
sistemas de proteção e desenvolvimento social permanecem nacionalizados.
Desse modo, o Curso de Letras deve contribuir, para que a tecnologia continue se
desenvolvendo através da formação de quadros e da geração de conhecimento para esta
sociedade concreta, e estar a serviço de “uma concepção radical e universal da cidadania”
(PNG, ForGRAD, 2000). É importante considerar ainda que, embora a Universidade divida a
produção e a sistematização do conhecimento com as empresas produtoras de bens e serviços
vinculadas ao sistema econômico vigente, ainda mantenha a sua função de agência formadora
dos técnicos e dos pesquisadores que integram as instituições que atuam no mercado. (PNG,
ForGRAD, 2000).
Outro dado importante é a tendência atual de se enfatizar o aspecto tecnológico do
conhecimento nas relações sociais de produção em detrimento de outros aspectos, tais como
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filosófico, ético e seu comprometimento social. A UEG e o curso de Letras, por meio deste
projeto e consequentemente de sua operacionalização, refuta essa tendência por considerar
que a formação acadêmica amplia a visão de mundo exatamente por oferecer pressupostos
teóricos, éticos e científicos possíveis para a análise crítica do contexto real.
Como desdobramento desses aspectos, uma questão fundamental se apresenta, a
relação entre o curso e o mercado de trabalho. Quanto a isso, é necessário ressaltar que a
função da Universidade oscila entre duas perspectivas, uma de apenas preparar tecnicamente
para o mercado de trabalho, outra, de pensar criticamente sua realidade, identificando as
contradições do sistema. Esses dados na verdade, se complementam para atender a
concretização da função política do Curso – contrapondo-se à tendência privatizante da
produção do conhecimento.
Ademais, outro princípio necessário à estruturação do curso é o da indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão, como o tripé da formação universitária proporcionada pela
UEG. Este princípio se fundamenta nos seguintes nortes teóricos: a) a relação não dicotômica
entre teoria e prática; b) a interdisciplinaridade; c) a utilização da pesquisa e serviços
comunitários com fins pedagógicos e científicos d) e as monitorias.
Quanto à relação ensino e extensão, essa indissociabilidade é necessária porque
desenvolve a noção de cidadania, permitindo atender às demandas da sociedade. No que se
refere à relação ensino e pesquisa, ela permite o domínio dos instrumentos peculiares a cada
profissão (PNG, ForGRAD, 2000).
Essa proposta acadêmica se fundamenta, portanto, em uma formação científica,
profissional e cidadã, comprometida com um processo de emancipação humana que prepare
para conquistar, garantir e ampliar a qualidade de vida para todos, por meio da prática dos
direitos e deveres sociais. Com a necessidade de oferecer uma nova constituição ao Curso,
este Projeto de “renovação e revitalização” procura adequar-se a uma nova realidade de
currículo.
2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
O curso de Letras foi criado e autorizado por meio do Decreto nº 5.101 de 13/03/2000,
tendo o primeiro vestibular em janeiro daquele mesmo ano, oferecendo 40 (quarenta) vagas.
O curso foi criado para atender a demanda de professores qualificados nas áreas de Línguas,
Comunicação Expressão, Redação e Literatura, nas escolas Estaduais, Municipais e
Particulares de São Luís de Montes Belos e região.
O curso de Letras da UnU-São Luís de Montes Belos – Go, é um curso que funciona
em regime seriado anual de licenciatura plena em Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Tem
duração mínima de quatro anos e máxima de seis anos com uma carga horária total de 3.240
horas. O curso funciona no turno matutino oferecendo, no máximo, 40 vagas por ano.
A primeira Matriz curricular do curso a ser chancelada tinha a carga horária de 3.570
horas e a última turma que integralizou currículo nessa matriz foram os concluintes de 2006.
A Matriz Curricular deste projeto terá vigência a partir do ano de 2009 com o ingresso
da turma selecionada pelo vestibular do mesmo ano. Assim, durante três anos seguidos (2009,
2010, 2011) o curso terá duas Matrizes em vigência. Uma aprovada e chancelada em 2004,
com carga horária de 4.072 horas, conforme a Resolução CsU nº 33/03, que a partir de 2004,
foi unificada para todos os cursos de Letras da UEG. Essa Matriz foi chancelada por meio da
Resolução nº 049/2006, em 18 de dezembro de 2006 com a carga horária de 3.672 horas,
distribuídas em teoria e prática e a Habilitação em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e suas
respectivas Literaturas. E a outra, a atual, com vigência a partir de 2009, com carga horária de
3.240 e Habilitação em Língua Portuguesa e Inglesa, conforme descrita acima.
3 HISTÓRICO DA UEG
A proposta de criação da UEG não é recente. A mobilização entre diversos segmentos
da sociedade para implantação de uma Instituição de Ensino Superior pública, gratuita e de
qualidade, no Estado de Goiás, tem seus primeiros registros datados da década de 1950.
A Reforma Universitária, ocorrida em 02 de novembro de 1968, através da Lei 5.540,
facilitou a disseminação do Ensino Superior, e em Goiás, foram criadas as Faculdades
Isoladas.
Nos anos de 1968 e 1987 foram organizados, pela Delegacia Regional do Ministério
da Educação e Cultura em Goiás (DEMEC), o I e II Seminários sobre a Expansão do Ensino
de 3º Grau, e, durante os mesmos, os movimentos sociais, tanto de professores quanto de
alunos, evidenciaram o desejo de interiorização do Ensino Superior. A década de 1980
também foi marcada por uma série de mobilizações da União Estadual dos Estudantes (UEE)
para a estruturação de uma Universidade Multicampi em Goiás.
Até o ano de 1986, o Estado de Goiás, em termos de Ensino Superior, dispunha de 10
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autarquias em funcionamento nos seguintes municípios: Goiânia, Anápolis, Goiás, Porto
Nacional, Porangatu, Araguaina, Morrinhos, Iporá, Itapuranga e Quirinópolis. Através de
outras treze leis autorizativas, o Chefe do Poder Executivo dispunha do poder de criá-las, mas
algumas ficaram no papel, inclusive a lei nº 10.018, de 22 de maio de 1985, “... Fica o Chefe
do Poder Executivo autorizado a criar a Universidade Estadual de Anápolis - UNIANA”.
A Lei nº 11.655/91 criou a Universidade Estadual de Goiás com sede em Anápolis,
originada a partir da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis (FACEA) e a
incorporação das treze demais IES existentes, mantidas pelo Estado, o que veio fortalecer a
luta de diversos segmentos interessados na criação de uma Universidade Pública Estadual em
Goiás.
Um projeto de Universidade Estadual, elaborado pela Assembléia Legislativa, ainda
no governo de Ary Ribeiro Valadão, através da Lei de nº 8772, de 15 de janeiro de 1980,
delegava ao Poder Executivo autorização para criar a Universidade do Estado de Goiás com
sede em Anápolis, sob a forma de Fundação; porém, o Decreto somente foi assinado pelo
governador Dr. Henrique Antônio Santillo, que instituiu a Fundação Estadual de Anápolis,
mantenedora da UNIANA, sob nº 3355, de 9 de fevereiro de 1990.
A partir do sonho de se construir um projeto de Universidade democrática,
solidamente enraizada em todas as regiões em que estivesse presente como instrumento de
transformação regional e de inclusão social, nasce a Universidade Estadual de Goiás - UEG,
resultado do processo de transformação da UNIANA e da incorporação das Instituições de
Ensino Superior (IES) isoladas, mantidas pelo Poder Público Estadual, pelo Governador
Marconi Ferreira Perillo Júnior, por força da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999,
vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Goiás. A UEG foi organizada
como uma Universidade Multicampi, tendo como sede central o campus da anteriormente
denominada UNIANA.
O artigo 2º da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999, ao transformar a
UNIANA e as demais faculdades na Universidade Estadual de Goiás, com sede em Anápolis,
procedeu também à transformação da Fundação Universidade Estadual de Anápolis na
Fundação Universidade Estadual de Goiás.
As Unidades Universitárias, localizadas nas várias regiões do Estado, oferecendo
cursos a distância, tecnológicos, seqüenciais e programas emergenciais de formação superior,
além dos cursos regulares, integrados numa organização maior, conforme as peculiaridades
regionais, cumpre suas finalidades estratégicas, oportunizando o acesso da juventude ao
ensino superior público e gratuito, elevando o nível de formação técnico-profissional e
cultural do povo goiano, contribuindo para o processo de modernização e desenvolvimento,
colocando o Estado de Goiás a patamares respeitáveis de competitividade econômica e
política, seja em níveis regionais, seja em níveis nacionais.
Com a publicação da Lei nº 16.272, de 30 de maio de 2008, a UEG é transformada em
autarquia, com a denominação de Universidade Estadual de Goiás.
3.1 Perfil institucional
Da Missão Institucional da UEG:
Missão original constante do Estatuto da Fundação Universidade Estadual de Goiás:
Pesquisar, desenvolver, organizar, divulgar e partilhar conhecimentos, ciências e
percepções, ampliando o saber e a formação do ser humano para a atuação sócioprofissional solidária e coerente com as necessidades e a cultura regionais, com o
objetivo de que homens e mulheres conquistem sua cidadania, num projeto de
sociedade equilibrada, nos parâmetros da eqüidade.
Por ocasião da elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Institucional (2001 a
2004), a missão da UEG passou a ser:
Produzir e socializar o conhecimento científico e o saber, desenvolver a cultura e a
formação integral de profissionais e indivíduos capazes de inserirem-se criticamente
na sociedade e promoverem a transformação da realidade sócio-econômica do
Estado de Goiás e do Brasil. (PDI, 2003, v. 1, p. 26).
3.2 Das Finalidades:
As finalidades da UEG constam do artigo 5º do Estatuto da Instituição, homologado pelo
Decreto nº 5.130, de 03/11/1999.
3.3 Área de atuação
A UEG, através de suas Unidades Universitárias e Pólos, atua em todas as áreas do
conhecimento, segundo a classificação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico – CNPq, com 35 cursos regulares que se desdobram em 131, 3 cursos de
ensino à distância, desdobrados em 12 e 10 cursos de graduação tecnológica, desdobrados em
19. Oferece, ainda, cursos de graduação para formação de professores, por meio de programas
especiais de valorização dos Profissionais de Educação, além de prestar outros serviços
relevantes à sociedade.
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3.4 Órgãos de administração superior da UEG
3.4.1 - Conselho Universitário
O Conselho Universitário é o órgão normativo e deliberativo supremo da Instituição,
com atribuições definidas no Estatuto da UEG, sendo a última instância de recurso da
Instituição.
3.4.2 - Reitoria
A Reitoria, composta pelo Reitor e Pró-Reitores, é o órgão executivo superior da
UEG, cabendo-lhe representá-la, coordená-la, fiscalizá-la, bem como acompanhar e
supervisionar o desenvolvimento dos trabalhos de suas Unidades Universitárias, prover meios
e recursos para Ensino, Pesquisa e Extensão, implementar políticas e estratégias de
desenvolvimento e avaliar os resultados das atividades acadêmicas, em todos os níveis e em
todas as Unidades Universitárias, executando as deliberações do Conselho Universitário e do
Conselho Acadêmico da Universidade.
3.4.3 - Conselho Acadêmico
O Conselho Acadêmico da Universidade supervisiona e delibera, técnica e
administrativamente, sobre Graduação, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão, Cultura,
Assuntos Estudantis e Cursos Seqüenciais.
O Conselho Acadêmico da Universidade é composto pelas Câmaras de Graduação, de
Pesquisa e de Pós-Graduação, as quais, dentre as competências específicas da sua área de
atuação, instruem processos a serem deliberados pelo CsA.
As Pró-Reitorias são órgãos executivos responsáveis pelo planejamento, coordenação,
execução, controle, supervisão e avaliação das atividades de Graduação, Pesquisa, PósGraduação, Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis.
3.5 Pró-Reitoria de Graduação - PrP
A Pró-Reitoria de Graduação, parte integrante da Reitoria, tem como papel principal
implementar, no âmbito da graduação, ações que viabilizem o cumprimento da missão
institucional da UEG, no que diz respeito à produção e socialização do conhecimento
científico e do saber, realizando ações e procedimentos que busquem desenvolver a cultura e a
formação integral dos alunos, para que se tornem capazes de inserção crítica na sociedade,
buscando assegurar novos horizontes sócio-culturais, científicos, tecnológicos e econômicos,
além de valorizar e implementar as diferentes vocações e potencialidades da cada uma das
regiões que integram nosso Estado.
A principal responsabilidade desta Pró-Reitoria é gerir o ensino de graduação,
primando pela excelência de seus cursos, dando ênfase à construção do conhecimento e
contribuição com a transformação dos sujeitos e da sociedade. Essa tarefa dá-se através de
ações que buscam o aprimoramento científico-cultural e humanístico do corpo discente,
docente e administrativo da UEG e também de procedimentos acadêmicos, integradores de
nossos alunos, desde o ingresso até a conclusão de curso de graduação ou de curso superior de
formação específica.
Para tal, guia-se pelo princípio de que a formação é um processo contínuo e deve ser
pautado pelo desenvolvimento da capacidade de ação crítica dos cidadãos, que deverá refletirse numa atuação profissional, ética, competente e de participação nos processos de
desenvolvimento e transformação da sociedade.
Compõe a Pró-Reitoria de Graduação: Coordenação Geral de Legislação e Normas,
Coordenação Geral de Acompanhamento e Registro Acadêmico e Coordenação Geral de
Gestão Curricular e Acadêmica.
Compõem, ainda, a PrG:
1º – Câmara de Graduação
A Câmara de Graduação é um órgão deliberativo, com espaços de participação e
representatividade estudantil na discussão dos rumos acadêmicos da UEG. A implantação e
consolidação de uma política estudantil, em consonância com os objetivos e missão
institucional é uma das suas obrigações, pois o ensino de graduação da UEG deve estimular e
promover a participação dos acadêmicos em projetos de investigação científica e comunitária,
que contextualizem com a realidade e o conhecimento científico adquirido durante o
desenvolvimento do curso.
A Câmara de Graduação destina-se ao acompanhamento, deliberação, orientação de
todos os processos necessários ao desenvolvimento do ensino-aprendizagem conforme a
legislação vigente em todas as instâncias e as estabelecidas no Estatuto e Regimento Geral da
UEG.
2º - Sistema Acadêmico de Gestão Unificada - SAGU
15
O Sistema Acadêmico de Gestão Unificada – SAGU foi concebido visando agilizar o
processo dentro das secretarias acadêmicas e gerenciar todo o relacionamento do aluno com a
Instituição.
Ele permite o gerenciamento otimizado de todos os recursos envolvidos, de forma
unificada, padronizando os documentos, como: histórico, declaração, certidão (com o mesmo
modelo entre as Unidades Universitárias), possibilitando a interligação direta com outros
sistemas como o UEGONLINE (sistema onde os professores podem cadastrar notas,
freqüências, e os alunos acessarem as mesmas), o GNUTECA (Sistema de automação de
todos os processos das bibliotecas) e o MATVET (Sistema de Cadastro de Matrizes
Curriculares).
3º - Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais - SIBRE
O Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais – SIBRE, implantado em janeiro de
2001, integra 42 bibliotecas das Unidades Universitárias da UEG. Os acervos bibliográficos
estão sendo automatizados no Software GNUTECA e serão interligados por redes, oferecendo
acesso à informação a toda a comunidade acadêmica. O SIBRE tem como objetivo dar
suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão, a fim de estimular a produção técnicocientífica, acadêmica e cultural da UEG.
4º - Laboratórios
Os laboratórios, implantados na UEG, têm por fim a qualificação dos acadêmicos, por
meio do treinamento profissional, da cooperação, do intercâmbio técnico e do
desenvolvimento de ações sociais. São ambientes que promovem a integração, a formação
profissional do aluno e a operacionalização da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão
em atividades de cunho acadêmico com reflexos sociais por meio, inclusive, da prestação de
serviços à comunidade.
3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE
A Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis – PrE, órgão executivo da
UEG, tem a atribuição de coordenar e superintender as atividades de extensão, cultura e
assuntos estudantis, enfatizando a missão e os objetivos da UEG, bem como as políticas
regionais e nacionais nessas áreas. Responsabiliza-se também pelo desenvolvimento e
implementação de uma política de acompanhamento e apoio estudantil.
As atividades extensionistas são pautadas, em seu desenvolvimento pela relação social
de impacto, a bilateralidade, a interdisciplinaridade e a indissociabilidade ensino-pesquisa-
extensão.
3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP tem como atribuição coordenar o
ensino de pós-graduação stricto e lato sensu e as atividades de pesquisa na UEG.
A pesquisa desenvolvida na Universidade é pautada nos princípios e elementos do
método científico, salvaguardando as peculiaridades das ciências não-empíricas e das ciências
naturais e sociais, praticadas e ensinadas na Universidade, objetivando a produção do saber e
tendo a investigação científica como suporte, para a resolução de questões pertinentes à
melhoria da qualidade de vida da sociedade.
A Pós-Graduação é o processo de formação continuada para a superação no confronto
de problemas, visando atender aos anseios da sociedade, contribuindo para a formação e a
qualificação de cidadãos com consciência crítica, sob os critérios de equidade e
democratização sociais.
Sendo indissociáveis da Pesquisa, os Programas de Pós-Graduação orientam-se por
eixos temáticos e grupos de pesquisa emergentes da Universidade, contribuindo para a
consolidação dos mesmos, buscando a integração das atividades inerentes ao ensino, à
pesquisa e à extensão.
São metas prioritárias da PrP a elevação da qualidade, por meio da qualificação do corpo
decente, a inovação pela utilização de recursos tecnológicos na pesquisa e programas de
formação continuada e a expansão pela busca de novas formas de financiamento e parcerias
para as atividades programadas.
3.7.1 – Iniciação Científica
A Iniciação Científica é um instrumento de formação do aluno e tem por objetivo
despertar a vocação científica, incentivar potenciais de novos talentos, estimular o
pensamento científico e a criatividade nos estudantes de graduação. O aluno de iniciação
científica participa de atividades de pesquisa sob a orientação de um pesquisador qualificado,
tendo a possibilidade de aprender técnicas, métodos de pesquisa e de se qualificar para os
programas de pós-graduação.
17
3.7.2 – Pós-Graduação
A Coordenação de Pós-Graduação Stricto-Sensu – é responsável pelos cursos de pós,
oferecidos pela UEG e, ainda, pelo levantamento de demanda e tramitação junto à CAPES de
propostas de cursos stricto-sensu de mestrado e doutorado assim como pela análise de
solicitação de afastamento para qualificação docente, em programas de mestrado, doutorado e
pós-doutorado, consolidados e reconhecidos pelo Sistema Federal de Educação.
3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças
Além das atividades rotineiras das Pró-Reitorias existentes, são realizados alguns
Programas que colaboram com a UEG no processo do desenvolvimento educacional, tanto
regional como nacional, inserindo o cidadão no verdadeiro contexto do exercício da
cidadania.
3.9 Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação
Ministrado em todas as unidades universitárias e nos 9 pólos localizados em: Águas
Lindas, Anápolis, Aruanã, Cristalina, Itapaci, Piranhas, Planaltina, Pontalina e Santo Antônio
do Descoberto.
A Universidade Estadual de Goiás implantou, em 1999, o Programa Universidade para
Trabalhadores da Educação, incampando o maior Projeto de Formação de Professores do
país: a Licenciatura Plena Parcelada. O programa, hoje, com nova denominação: Cursos
Especiais de Formação em Licenciatura tem o objetivo de promover a graduação de
professores das redes: pública, municipal e estadual, e da rede particular de ensino, para
atender à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – 9.294/96 – a qual estabeleceu
prazo, para que todos os professores em sala de aula fossem licenciados para tal,
proporcionando melhores condições para o exercício profissional no campo da docência e da
gestão escolar, contribuindo para o desenvolvimento educacional na região e a formação
continuada dos profissionais.
O Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação - uma experiência de
sucesso na formação de professores, por meio dos Cursos Especiais de Formação em
Licenciatura concretiza-se através de parcerias com a Secretaria de Estado da Educação,
Associação Goiana de Municípios – AGM, com adesão das prefeituras, sindicatos e
associações de professores da rede particular de ensino.
Atualmente, a UEG conta com 42 Unidades Universitárias nos seguintes municípios:
Anápolis – CSEH, CET e EAD, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Campos Belos,
Ceres, Crixás, Edéia, Formosa, Goianésia, Goiânia – ESEFFEGO e Laranjeiras, Goiás,
Inhumas, Ipameri, Iporá, Itaberaí, Itapuranga, Itumbiara, Jaraguá, Jataí, Jussara, Luziânia,
Minaçu, Mineiros, Morrinhos, Niquelândia, Palmeiras de Goiás, Pirenópolis, Pires do Rio,
Porangatu, Posse, Quirinópolis, Sanclerlândia, Santa Helena de Goiás, São Luis de Montes
Belos, São Miguel do Araguaia, Senador Canedo, Silvânia, Trindade e Uruaçu.
Assim, em 2008, a UEG está presente em 51 cidades do Estado de Goiás, atingindo
cerca de 20% da totalidade dos municípios, o que a coloca na posição de segunda maior
Universidade Estadual do Brasil.
4 HISTÓRICO DA UnU - SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
Em funcionamento desde 1993, quando foi realizado o primeiro vestibular, a UnU de São
Luís de Montes Belos-GO1, tem sido de suma importância para a cidade e a região, formando
profissionais na área de educação, zootecnia, gestão pública e gestão do agronegócio.
Ela tem se destacado por atender uma demanda desses profissionais na comunidade local,
em vários municípios circunvizinhos, de outras regiões do Estado e, nos últimos anos, de
outros Estados.
Embora a UnU tenha realizado seu primeiro processo seletivo em 1993, a sua criação já
havia sido idealizada a mais de 20 anos, surgindo em 1973 as primeiras manifestações para a
implantação do Ensino Superior na cidade.
O caminho foi longo e, como em todo processo de desenvolvimento, surgiram
dificuldades e muitos obstáculos para concretização desse projeto. Foi uma luta que se
caracterizou pela participação da sociedade, representada por vários segmentos e por
entidades locais.
O movimento que deu início à mobilização foi o que criou a Associação montebelense do
Ensino Superior (AMES). Liderada por alguns membros da comunidade, chamou a atenção
de outros segmentos da sociedade local. Dentre eles o Bispo Dom Stanislaw, funcionários da
1
Inicialmente a Unidade recebeu o nome de FECIL-BELOS – Faculdade de Educação Ciências e Letras
de São Luís de Montes Belos. Este nome foi utilizado até a junção com as outras Faculdades Isoladas no Estado
para a criação da Universidade Estadual de Goiás.
19
Delegacia Regional de Educação, da Secretaria Municipal de Educação, Sindicatos, Liga
Montebelense de Futebol, Igrejas, Rotary Clube, Lojas Maçônicas, Câmara dos Diretores
Lojistas (CDL), Câmara de Vereadores, Profissionais Liberais e outros2.
Foram realizadas várias campanhas para arrecadar fundos para implantação da Faculdade
de São Luís de Montes Belos. Nesta ocasião foi adquirido um terreno e contratou-se um
profissional para a elaboração do Projeto de criação da Faculdade de São Luís.
Porém, vários fatores impediram a realização desse projeto. A sanção do Ministério de
Educação e Cultura (MEC) proibindo a abertura de Faculdades em todo território nacional foi
um deles. Mas a luta não parou. Em 1982 foi feita uma reivindicação verbal ao prefeito, na
época o Sr. Waldemir Xerife de Souza Guimarães, para que se implantasse a Faculdade,
havendo uma manifestação pública na inauguração do Ginásio de Esportes José Neto. Na
oportunidade, várias lideranças políticas, dentre elas o Governador do Estado o Sr. Íris
Rezende Machado, prometeu viabilizar a instalação da mesma.
Vale ressaltar que, de acordo com Germano (1994), o início da década de 1980 foi
marcado por uma significativa mobilização da sociedade civil brasileira, em prol da
organização de várias entidades que representavam um movimento de oposição ao regime
militar. Além do fortalecimento dessas entidades, os partidos de oposição já vinham ganhando
espaço político e se tornando uma ameaça ao regime militar. O Partido do Movimento
Democrático Brasileiro (PMDB), por exemplo, nas Eleições de 1982 sagrou-se vitorioso e
elegeu o novo governador no Estado de Goiás, Sr. Íris Rezende Machado.
Como ressalta a Justificativa no 3 do Documento (UnU de São Luís de Montes Belos,
2005), datado de 30/05/1985, entregue ao Governador Íris Rezende, requerendo a criação de
uma Faculdade em São Luís de Montes Belos, a cidade foi um “marco da oposição ao Regime
Militar”. Logo, fica implícito que a implantação de uma Faculdade na cidade representava um
reconhecimento do Governo ao povo montebelense na ocasião do apoio oferecido ao
movimento de abertura política liderado pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB).
Em dezembro do mesmo ano, a reivindicação foi atendida e, por meio da Lei no 9.7773 de
10 de setembro de 1985 e do Decreto no 2.532 de 19 de Dezembro de 1985, o Governo do
2
Foi elaborado um documento, requerendo a implantação de uma Faculdade em São Luís de Montes
Belos, foi assinado por entidades (Lojas Maçônicas, Representantes de várias Igrejas, Representantes de
Sindicatos, Representantes esportivos), órgãos públicos (Câmara Municipal e Prefeitura, Delegacia Regional),
Escolas Estaduais e Particulares.
3
Essa Lei autoriza o Governo a criar, em forma de autarquia, Faculdade de Educação, Ciências e Letras
nos municípios de: Morrinhos, Gurupi, Iporá, Jussara Goianésia, Quirinópolis, São Luís de Montes Belos,
Formosa, Luziânia, e Santa Helena de Goiás.
Estado de Goiás criou a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Luís de Montes
Belos - FECIL-BELOS. Posteriormente o Decreto no 3.891 de 26 de novembro de 1992,
alterou o Art. 3o da Lei 2.532/1985, que propunha formar profissionais nas áreas de Ciências
Humanas e Letras, por meio dos Cursos de Letras, História, Geografia e Estudos Sociais.
A partir do Decreto 3.891/92, a instituição deveria formar profissionais de nível superior
nas áreas de Letras, Ciências Humanas e Ciências da Saúde por meio dos Cursos de
Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitações em Administração Escolar e Magistério
das Séries aniciais, Curso de Administração Escolar e Curso de Zootecnia.
Embora o MEC tenha dificultado a criação de instituições de ensino superior na
década de 1980, essa atitude do Governo do Estado representa um caminho inverso tanto em
relação à política do MEC para a contensão da expansão do ensino superior, quanto em
relação à proposta de diminuir os investimentos públicos nesse nível de ensino.
A FECIL-BELOS funcionava como uma instituição autárquica, com duração
indeterminada e personalidade jurídica de direito público, dotada de autonomia patrimonial,
financeira, administrativa, disciplinar e didático-científico, sendo jurisdicionada à Secretaria
da Educação (Art. 8o do Dec. 2532/85).
Embora houvesse um esforço local para ampliação do ensino superior público, em nível
nacional isso não acontecia. Apesar ter sido criada em 1985 a FECIL-BELOS só realizou o
seu primeiro processo seletivo em 1993, quando o Curso de Pedagogia, por meio do Parecer
nº 131/93 – Conselho Estadual de Educação de 20/01/93 e da Portaria de Autorização do dia
09 de Setembro de 1.993 (Decreto Federal), foi autorizado a funcionar.
Sob a direção da professora Luiza de Paula Correia e a Coordenação da professora
Ederlaine Fernandes Braga, no ano de 1993, realizou-se o primeiro vestibular, oferecendo 60
vagas, divididas em 02 (duas) turmas, sendo 30 (trinta) para Habilitação em Magistério e
30(trinta) para Habilitação em Administração Escolar, iniciando as aulas em janeiro de 1994.
O Curso de Pedagogia foi reconhecido pelo Decreto nº 4.937, de 10 de agosto de 1998,
publicado no DOE-GO de 14 de agosto do mesmo ano. De acordo com este Decreto, o Curso
ficaria reconhecido a partir de 1997 por 05 (cinco) anos letivos. No ano de 2000, cria-se o
curso de Letras por meio do Decreto nº 5.101. O curso funciona no período matutino e atende
a clientela que deseja formar-se na área, mas não podem e/ou não desejam estudar no período
noturno.
Em 2008, a UnU-São Luís de Montes Belos conta com quatro cursos regulares
reconhecidos pelo MEC: Letras, Pedagogia, Zootecnia e Tecnologia em Laticínios. Além
21
desses cursos regulares, a unidade possui Licenciatura curta em Educação Física e História.
5 JUSTIFICATIVA DO CURSO
Os fatores que justificam o curso de Letras na região de São Luís de Montes Belos
estão relacionados principalmente a duas realidades. A primeira diz respeito à importância da
interiorização da Educação Superior no Estado de Goiás, dadas as dificuldades de acesso da
população de baixa renda, aos grandes centros. Além disso, as estatísticas revelam as
necessidades de profissionais qualificados para atuarem na Educação Básica, já que são
grandes as deficiências de leitura, de escrita e de interpretação nas escolas de todos os níveis,
especialmente no ensino básico. Esses fatores, acrescidos de outros problemas de
aprendizagem, requerem profissionais qualificados para enfrentar essa situação. A segunda
realidade inerente à primeira, diz respeito às habilitações oferecidas pelo curso: a falta de
profissional qualificado para trabalhar a Língua Inglesa nas escolas de Ensino Fundamental e
Médio. Essa carência é evidente no início de todo ano letivo quando a Subsecretaria de
Educação do Estado lança mão dos contratos pró-labore e as escolas particulares buscam
esses profissionais em outras localidades.
Considerando as metas do PNE/2001 de matricular pelo menos 30% de jovens entre
18 a 24 anos e elevar para 40% das matrículas no Ensino Superior em instituições públicas
(BRASIL, 2001), o curso de Letras desta UnU tem contribuído significativamente uma vez
que 58,3% dos alunos classificados nos processos seletivos 2005-1 a 2008-14 tem até 22 anos.
Outro fator importante que justifica a existência do curso de letras é a contribuição
para com as políticas de interiorização e democratização do acesso ao ensino superior. Nesse
sentido, os dados do Núcleo de Seleção da UEG apontam que 93,4% dos alunos residem em
cidades do interior do Estado de Goiás e de outros estados. Além disso, 77% desses alunos
afirmaram ter renda familiar de até três salários mínimos mensais e 82% deles têm três ou
mais pessoas que vivem desta renda. Portanto, mais de ¾ das famílias dos alunos vivem com
média de até um salário mínimo por pessoa. Conclui-se com isso, que esses estudantes não
teriam condições econômicas de pagar mensalidades em instituições privadas ou condições de
se manterem nos grandes centros para estudar.
Os dados mostram também que diferente de outras universidades públicas, a UEG tem
4
Dados fornecidos pelo Núcleo de Seleção da UEG.
possibilitado o ingresso de alunos que concluíram a educação básica em escolas públicas. Dos
alunos do curso, 88,5 afirmaram ter estudado na educação básica apenas em escolas públicas.
Outra informação importante é o fato de 29,5% dos alunos ter escolhido esse curso da UEG
por acreditar na sua qualidade e 53,8% terem escolhido cursar Letras na UEG por ser gratuito.
Desde que o curso de Letras foi criado em São Luís de Montes Belos, toda a região é
beneficiada com a formação de profissionais qualificados para atuarem nas escolas estaduais,
municipais e particulares, proporcionando mudança significativa na qualidade de ensino dessa
área.
Considerando que as deficiências na leitura e na escrita são os principais entraves na
educação brasileira e que a formação de bons professores é fundamental para solucionar o
problema, as contribuições do curso nessa região justificam a sua existência. Por entender que
a UEG é uma instituição pública e democrática e, por isso mesmo, se põe como o lugar da
oportunidade para aqueles que desejam se formar conforme seu desejo, necessidade e
interesse devem sustentar-se pela qualidade e não pela quantidade.
A realidade que serve de base para a existência
do curso é uma realidade
diversificada, contraditória, exigente, multifacetada e multicultural. Em face a essa
diversidade, a universidade atual só tem um caminho a construir, o da participação com os
grupos que a ela se aliam por áreas afins. No caso da formação humana, as ciências da
educação e, especificamente, as ações pedagógicas responsáveis pela formação do professor
competente para trabalhar na realidade das escolas estaduais e municipais, não podem ignorar
esse local como campo de pesquisa e experiência.
A tônica difundida hoje pela comunidade recai sobre a relevância da formação de
professores para atuarem na formação básica. Cerca de 80% dos alunos que concluem o
Ensino Médio procuram a Universidade para prosseguir seus estudos, dentre estes 60% dão
prioridade aos cursos de Licenciaturas, inclusive ao próprio curso de Letras. O Curso atua na
qualificação dos professores que trabalham na Educação Básica, a fim de garantir
aprendizagens essenciais à sua formação, possibilitando-lhes competências suficientes para
difundir o desenvolvimento social, econômico e cultural da região.
É notório que só a existência de educadores capacitados e comprometidos com o
processo ensino-aprendizagem poderá garantir condições básicas para o funcionamento da
escola como uma dimensão pedagógica da qual ela tanto se ressente nos dias de hoje.
As mudanças na maneira de se pensar a formação do profissional de Letras, porém,
não garantiram inovações e alterações imediatas nas licenciaturas, e alguns dilemas ainda
persistem e que no geral, são:
23
•
separação entre disciplinas de conteúdos e disciplinas pedagógicas;
•
bacharelado versus licenciatura;
•
desarticulação entre formação acadêmica e realidade prática;
•
licenciaturas noturnas com precárias condições de funcionamento, entre
outros problemas.
Para discutir o último dilema apontado, é preciso destacar ainda, que o curso de Letras
da UnU-São Luís de Montes Belos funciona no período matutino para atender aqueles que
não podem ou não querem estudar à noite. Essa condição minimiza problemas de qualidade
que normalmente enfrentam os cursos de licenciatura noturnos.
Nas últimas décadas do século XX, constitui-se em âmbito mundial novas exigências
no campo educacional, em conseqüência do avanço da ciência, da implementação, da
microeletrônica na base de produção e da globalização dos mercados. Tais ocorrências,
vinculadas ao modelo político-econômico neoliberal, caracterizam-se pelas transformações
sociais, econômicas, políticas e culturais que afetam a sociedade como um todo e os sistemas
educacionais em especial. Junto com um intenso progresso no campo tecnológico, a
intensificação da informação e dos processos comunicacionais incidem problemas sociais,
especialmente relacionados com a ampliação da exclusão social.
A educação escolar, nesse contexto, assume responsabilidades cruciais, uma vez que a
inserção crítica das novas realidades do mundo contemporâneo depende substancialmente de
um processo de escolarização que valorize o conhecimento, o desenvolvimento das
capacidades cognitivas, a formação ética e a formação da cidadania crítica e participativa
através da formação de professores.
A proposta de formação de professores tem sido alvo de crítica dos mais diversos
setores da sociedade. As reformas educacionais, em curso desde a década de 70, tanto no
Brasil como nos outros países da América Latina, apresentam como principais objetivos
adequar o sistema educacional ao processo de reestruturação produtiva e à nova organização
do Estado, bem como colocam a formação de professores na centralidade desse processo.
Uma questão importante que se apresenta para esta proposta é a da globalização,
caracterizada pelos seus efeitos homogeneizantes nas esferas das finanças e da política, e
também pela cristalização regionalizada das mazelas socioeconômicas, haja vista que os
sistemas de proteção e desenvolvimento social permanecem nacionalizados.
Desse modo, o Curso de Letras deve contribuir, para que a tecnologia continue se
desenvolvendo através da formação de quadros e da geração de conhecimento para esta
sociedade concreta. E, para isso, a adequação da Matriz curricular feita e aprovada em reunião
com os coordenadores das 14 unidades onde funciona o curso, apresenta disciplinas que
atendem às exigências legais da Educação Inclusiva e da formação tecnológica.
E para sustentar essa proposta de curso, é imprescindível que os professoresformadores se auto-responsabilizem pela sua melhor qualificação profissional. Assim, é
preciso que eles exijam políticas públicas e boas condições de formação, aprendendo a
conceber, a organizar e a dirigir situações de ensino-aprendizagem e a mobilizar
conhecimentos, capacidades e tecnologias para intervirem eficazmente em situações
pedagógicas concretas.
Nesse sentido, é necessário que a formação do profissional de Letras promova a
discussão em torno de um conjunto de objetivos para a educação de qualidade. E que
contemple a internalização de conhecimentos, a partir do desenvolvimento das capacidades de
pensar, da preparação para a vida pessoal e profissional, da cidadania crítica e participativa e
da formação ética.
As considerações até aqui elencadas, somam-se, enfim, à importância da universidade
na região para promover parcerias ativas no domínio pedagógico e científico com as escolas
públicas. E a necessidade de fazer uma reforma coerente com os critérios de qualidade de
formação dos profissionais que atuarão futuramente nas escolas, justificam a existência do
curso de Letras na UnU – São Luís de Montes Belos como a oportunidade que alguns desejam
ou precisam para construir-se como sujeitos de uma outra história da educação no Brasil.
6 OBJETIVOS DO CURSO
6.1 Objetivo geral do curso:
O objetivo maior do curso de Letras é a produção do conhecimento científico-social,
filosófico e pedagógico que garanta a qualidade da atuação do profissional nas escolas do
Ensino Fundamental e Médio e em outros espaços, para formar habilidades no campo afetivo,
cognitivo e psicomotor, que identifiquem as competências do novo profissional e cidadão.
Formar gerentes de informação e não meros acumuladores de dados é o papel do curso na
realidade social que ora se apresenta.
25
6.2 Objetivos específicos:
Promover o desenvolvimento cultural e científico na área de Letras, junto à
comunidade em que a UEG está inserida, buscando através do Curso o aprimoramento e a
capacitação de profissionais na área de Língua Materna (Língua Portuguesa) e da Língua
Estrangeira (Língua Inglesa) e para que isso ocorra será preciso:
formar profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar de forma
crítica com as linguagens, especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, e
conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o outro;
contribuir para a formação do pensamento crítico do graduando, necessário para
compreender a importância da busca permanente do aprimoramento profissional,
através do desenvolvimento da investigação teórica, científica, técnica e didáticopedagógica como forma de produzir e de divulgar conhecimentos científicos
através da integração de atividades de ensino, pesquisa e extensão;
fornecer subsídios aos graduandos para uma análise crítica da realidade, nos seus
aspectos políticos, econômicos, sociais e culturais, com vistas à transformação
dessa realidade, conscientizando-os de sua responsabilidade como formador de
opinião e de consciência, através da sua atividade docente e de sua participação na
vida social;
formar profissionais que demandem o domínio das línguas estudadas e suas
culturas, para atuarem como profissionais competentes e conscientes de seu papel
na sociedade, oferecendo ao licenciando uma formação direcionada para a sua
atuação na educação básica, em termos de sua estrutura, funcionamento e
manifestações culturais;
promover a integração entre graduação e pós-graduação através do incentivo à
formação contínua dos graduandos;
desenvolver no licenciando em Letras, o domínio do uso da língua materna, da
língua estrangeira e das respectivas literaturas, bem como a consciência das
variedades lingüísticas e culturais dos povos que falam essas línguas;
atualizar e aperfeiçoar os conhecimentos teóricos sobre fatos da linguagem e sobre
as diversas variedades e registros lingüísticos, com ênfase na variedade padrão das
línguas estudadas;
propiciar a atualização quanto às abordagens e metodologias para o ensino de
línguas e possibilitar o desenvolvimento de novas metodologias que contribuam
para a evolução da prática educativa adequada às exigências atuais.
7 PERFIL DO EGRESSO FORMADO EM LETRAS NA UEG
O perfil do profissional intelectual crítico-reflexivo tem uma base teórica sólida nos
saberes pedagógicos e culturais, nos conteúdos específicos e nos procedimentos didáticopedagógicos, suficientes para realizar com competência e com compromisso o seu trabalho
profissional na escola e na sala de aula. De posse desse perfil, o profissional é capaz de uma
prática reflexiva e crítica.
Trata-se de um profissional que atue como intelectual crítico na contextualização
sociocultural de suas aulas e na transformação social mais ampla, que se torne um
investigador (em suas próprias aulas), para analisar suas práticas revendo as rotinas e criando
novas soluções. Esse novo profissional deve participar ativamente na organização e na gestão
da escola, desenvolvendo habilidades de participação grupal e em tomada de decisões, tanto
na elaboração do projeto pedagógico e da proposta curricular, quanto nas várias atividades da
escola. Estas atividades compreendem execução de ações, análise de problemas, discussão de
pontos de vista e avaliação de situações. Enfim, o profissional formado em Letras pela UEG
assume continuamente uma atitude crítica, que indaga sobre o fundamento e o sentido da
definição dos conteúdos, dos métodos, dos objetivos e tem como referência à afirmação de
uma sociedade democrática.
O Curso de Letras, baseado na Proposta de Formação Global de Profissionais da
Educação da UEG, deverá formar um profissional intelectual crítico-reflexivo, através de uma
base teórica sólida em todos os âmbitos dos saberes: pedagógicos, culturais e dos
conhecimentos específicos, bem como nos procedimentos didático-pedagógicos.
Essa atitude Crítico-Reflexiva deve permear toda a formação do graduando em Letras,
como condição necessária para o desempenho com competência e compromisso de suas
atividades profissionais.
8 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
27
Para Perrenoud (1999), “competência” é a capacidade de mobilizar recursos para
resolver situações problemas. Nesse sentido, observa-se que o verbo “mobilizar” traz um
sentido especial: o de ação, transformação, mudança de uma situação para outra. É o que se
faz em toda situação de construção, reunir recursos, meios, instrumentos, materiais para
edificar algo novo. No caso da educação, o termo “competência” com sentido de ação,
movimento e dinamicidade nos remete à compreensão de que formar competência ou formar
o indivíduo competente significa formar capacidades para agir quando uma situação requer
mudança. É, com certeza, uma concepção bem diferente da concepção de educação que se
teve até então.
A escola tradicional pautou-se pela reprodução do conhecimento, ela fez regulação e
controle, ditou regras e normas, “vigiou e puniu” os alunos que não enquadraram no sistema
padronizado pelas concepções ideológicas das classes dominantes. Esse modelo de escola,
que, segundo Paulo Freire, fez “educação bancária”, plantou, regou e colheu passividade,
medo, angústias, corrupções, miséria e violência. Essa escola não pode mais existir no
contexto do mundo globalizado, para esse tipo de escola a sociedade contemporânea não tem
mais espaço. A escola que reproduz a violência do sistema capitalista perdeu seu papel na
sociedade, pelo menos por parte dela, ou seja, daquela parte que refuta a violência.
Para Perrenoud (2004) “Quando as ameaças vêm de fora, a escola só pode criar um
espaço protegido”. E que escola daria conta disso? Com certeza, a escola que respeita o
indivíduo como ser humano. Isso significa ajudá-lo a se construir como um lutador, um
dinamizador, um mobilizador de recursos (conhecimentos adquiridos com sentido para a
vida), para atuar contra a miséria e a violência no mundo contemporâneo.
A escola que daria conta disso seria, certamente, aquela promotora de situações de
aprendizagem mais mobilizadoras e com mais sentido. Nesse sentido, as competências
necessárias ao curso seriam desenvolver capacidades:
de concentração profunda que absorve e canaliza a atenção;
de apropriar-se dos saberes para se questionar, refletir sobre si mesmo, se
investir fortemente na tarefa de aprender;
de compreensão, de integração cognitiva, de relação entre dados e idéias,
da construção de hipóteses;
de pesquisa, de observação, de análise, de questionamento e de síntese;
de crítica fundamentada, de escrita com coesão e coerência, de leitura e
interpretação.
No que se refere às habilidades é importante considerar que na produção do
conhecimento, é preciso respeitar as diferenças e as individualidades que cada indivíduo
apresenta na construção de seu projeto de aprendizagem. Cada aluno tem sua forma peculiar
de organizar seu pensamento, suas formas de aprender, de pesquisar, experimentar e explorar
os objetos de estudo. No entanto, a pedagogia do curso direciona metodologias que
desenvolvam habilidades comuns a atividades pertinentes à área do curso. Assim, para que os
alunos desenvolvam sua capacidade de refletir sobre os fenômenos da linguagem,
particularmente os que tocam a questão da variedade lingüística, combatendo a
estigmatização, discriminação e preconceitos relativos ao uso da língua, é preciso construir
habilidades para comunicar-se em diferentes situações orais e escrita.
O Curso de Letras deverá proporcionar ao graduando a possibilidade de adquirir
domínio e capacidade no repertório dos conhecimentos específicos, a saber:
1.conhecimento dos recursos da língua oral e escrita, demonstrando capacidade para
organizar, expressar e comunicar o pensamento em situações formais e em linguagem
culta;
2.capacidade para interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros e registros
lingüísticos, e de explicar seus processos e argumentos de formação;
3.capacidade para investigar fenômenos lingüísticos e questões ligadas ao ensino de
Línguas, a partir de diferentes teorias e abordagens;
4.ao ensinar línguas e literaturas, o graduado deve ser conhecedor do contexto onde
vive, atua ou atuará, consciente das forças sociais, capazes de analisar a realidade,
usando sua capacidade de contextualização sócio-cultural e desempenhando o seu
papel de multiplicador, através da formação de leitores críticos e produtores de textos
de diferentes gêneros;
5.concepção de língua como fenômeno sócio-cultural e compreensão de ensino como
realidade social, com domínio de diferentes noções de gramática e conhecimento das
variedades lingüísticas existentes e dos vários níveis e registros de linguagem;
6.capacidade para analisar, descrever e explicar diacrônica e sincronicamente a
estrutura e o funcionamento das línguas que são objeto de estudo do Curso;
7.domínio ativo e crítico de um repertório representativo de literaturas em língua
materna e em língua estrangeira, bem como da capacidade para identificar relações
intertextuais com obras da literatura universal;
8.atitude investigativa que favoreça o processo contínuo de construção do
conhecimento na área, e a capacidade de responder aos desafios que a prática social e
docente apresentam no cotidiano;
29
9.habilidade para utilizar novas tecnologias no processamento de informações e de
análise das línguas estudadas.
Em suma, o Curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás, pretende formar
profissionais intelectuais com capacidade crítica e reflexiva e competência lingüística,
literária e didático-pedagógica. O profissional em Letras deverá, ainda, estar compromissado
com a ética, com a responsabilidade social e educacional e com as conseqüências de sua
atuação no mundo do trabalho.
Para tanto, a comunidade acadêmica, composta por todos os envolvidos no processo
de formação desses profissionais, assume uma postura de incentivo à atitude investigativa,
valorizando a idéia de que conhecer implica trabalhar com as informações, classificando-as,
analisando-as e contextualizando-as, promovendo, assim, a formação crítico-reflexiva dos
discentes de Letras. Ao longo do curso, o graduando deverá ter oportunidade de aprimorar e
refletir sobre os conhecimentos e experiências que traz da vida cotidiana, familiar, social e
escolar, contrapondo-os aos novos conhecimentos adquiridos e produzidos na Universidade,
com o objetivo de desenvolver e/ou adquirir as seguintes competências e habilidades:
•
ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem e que esteja apto a atuar
interdisciplinarmente em áreas afins;
•
ter domínio dos conteúdos básicos, que são objeto dos processos de ensinoaprendizagem no Ensino Fundamental e no Ensino Médio;
•
ter domínio das abordagens e metodologias para o Ensino de Línguas que permitam a
transposição dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino;
•
fazer uso de novas tecnologias e compreender sua formação profissional como
processo contínuo, autônomo, permanente, articulado na pesquisa e na extensão;
•
ter preparação profissional atualizada de acordo com a dinâmica da sociedade e do
mundo do trabalho;
•
ter capacidade de reflexão crítica sobre termos e questões relativas aos conhecimentos
lingüísticos e literários;
•
ter reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
•
ter percepção de diferentes contextos interculturais;
•
ter visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações lingüísticas e
literárias, que fundamentam sua formação profissional;
•
ter domínio do uso da Língua Materna e da Língua Estrangeira nas suas diferentes
manifestações orais e escritas, em termos de recepção e produção de textos.
Adquirindo essas habilidades, os graduados em Letras estarão aptos a desenvolver
suas atividades profissionais exercendo as funções de professores pesquisadores, críticos
literários, revisores de textos, secretários e assessores culturais.
9 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
A organização didático-pedagógica do curso de Letras de São Luís de Montes Belos é
composta pela direção acadêmica, administração acadêmica, coordenação pedagógica, pela
coordenação de curso, pelo colegiado do curso e pelo registro acadêmico.
9.1 Coordenação pedagógica:
A Coordenação Pedagógica não está definida no Regimento Interno. No entanto, a
partir do ano de 2005, ela foi instituída na UnU com o objetivo de assessorar as Coordenações
dos Cursos e demais Coordenações e Professores, quanto às questões pedagógicas. Além da
assessoria pedagógica, ela tem também o objetivo de proporcionar uma maior interação e
articulação entre as propostas pedagógicas de todos os cursos. Essa Coordenação foi indicada
pela Direção, aprovada pela Congregação e nomeada por meio de Portaria pela Reitoria.
9.2 Administração Acadêmica
A administração acadêmica é indicada pela Direção, aprovada pela Congregação e
nomeada pela Reitoria. A coordenação acadêmica é responsável pela organização
administrativa da unidade no que se refere a coordenar os serviços administrativos,
conservação e controle do patrimônio, fazer diagnósticos das necessidades administrativas,
coordenar e supervisionar, controlar freqüência e atividades dos servidores.
O coordenador administrativo deve atuar em permanente sintonia com o Diretor,
complementando a atuação deste e substituindo-o, quando receber delegação específica.
Cumprir as funções de gestor do Fundo Rotativo e coordenar as atividades administrativas da
Unidade Universitária de forma a garantir o bom desempenho do Ensino, da Pesquisa e da
Extensão, responsabilizando-se pelos aspectos administrativos e financeiros no seu âmbito de
atuação.
31
9.3 Coordenação de curso
A coordenação do curso de Letras da UnU-São Luís de Montes Belos, professora
Margarida Conceição Cunha Santana, é graduada em Letras e Pedagogia, pós-graduada em
Língua Portuguesa e Literatura Brasileira é mestre em Educação, tem trinta anos de
experiência como professora no Ensino Fundamental e Médio e treze anos no Ensino
Superior. Começou na UEG desde 1996, como professora do curso de Pedagogia, trabalhando
na área de planejamento e avaliação. A professora fez parte do NAI (Núcleo de Avaliação
Institucional da UEG- UnU-São Luís de Montes Belos), coordenou o curso de Pedagogia por
dois anos, atua na área de Práticas de Ensino, foi eleita coordenadora do curso de Letras em
2004 com início de mandato em 2005, foi reeleita em 2007 permanecendo nessa função até
final de 2008. A professora é membro do Conselho de editores da Revista Eletrônica Ícone,
do curso de Letras e durante os quatro anos de exercício como coordenadora desenvolveu de
forma democrática um Projeto Pedagógico de coordenação voltado para a qualidade do curso.
A Coordenação do Curso de Letras é eleita pelos alunos e professores do respectivo
curso para assumir um mandato de 02 (dois) anos. Conforme determinações legais, cada
coordenador poderá ser reeleito uma vez. Na falta de um candidato para participar de eleição,
o colegiado do curso apresentará à Congregação, a pessoa que deverá ser nomeada pela
Reitoria da UEG. A coordenação do curso trabalha de forma interativa e democrática com o
Colegiado do curso. Suas atribuições estão previstas no Art. 59 do Regimento Geral da UEG
e no Art. 24 do Regimento Interno da UnU.
Apesar das atribuições regimentadas serem as mesmas para todos os cursos, a
dinâmica de trabalho se diferencia, tanto pela proposta de trabalho de cada Coordenador como
pela proposta pedagógica de cada curso. Além das reuniões previstas no Calendário Escolar, o
trabalho de discussão e/ou auxílio aos docentes e discentes acontece sempre que necessário.
Quando necessário, acontecem reuniões extraordinárias com docentes e/ou com discentes.
A coordenação do curso de Letras terá que reunir com o Colegiado no final de cada
bimestre para ouvir as reivindicações dos alunos, conhecer as necessidades e os interesses dos
acadêmicos e professores e ainda deliberar sobre assuntos e questões pedagógicas do curso.
Incentivar os professores e os acadêmicos à produção do conhecimento por meio de projetos
de pesquisa e de extensão.
9.4 Colegiado do curso
O Colegiado do curso de Letras é formado por professores representantes eleitos no
início do ano letivo pelos seus pares. Cada área elege um professor representante para
participar do colegiado durante um ano, da mesma forma procedem os acadêmicos. Assim, no
início de cada ano letivo são eleitos pelos professores e pelos alunos, os respectivos
representantes para formar o Colegiado do curso.
É função principal do Colegiado discutir e deliberar sobre questões pedagógicas e
administrativas do curso.
Nas reuniões do Colegiado para deliberações das questões pedagógicas apresentadas
pelos professores e alunos e em reuniões extraordinárias, caso necessário, convocadas pela
coordenação de curso, cada sala de aula apresenta por escrito as reivindicações, reclamações,
problemas pedagógicos, sugestões e propostas para a reflexão em grupo e delibera conforme
os critérios estabelecidos pelas normas do Colegiado. O mesmo procedimento é direito dos
professores. As apreciações dos assuntos tratados no Colegiado são feitas democraticamente
com a coordenação de curso e pedagógica da UnU. Um relatório escrito de cada reunião do
Colegiado será entregue juntamente com um ofício de encaminhamento, à Direção da
Unidade para a tomada de consciência e providências cabíveis sobre os fatos tratados na
reunião.
Este Projeto Pedagógico do Curso de Letras será implementado a partir do mês de
fevereiro do ano de 2009. Após a sua implantação, haverá reuniões para avaliação e replanejamento das atividades pedagógicas.
Todas as atividades desenvolvidas no planejamento e nas orientações do Colegiado
sobre as atividades de ensino-aprendizagem terão sempre, diagnósticos das situações
educativas em que serão aplicadas. A elaboração e execução de projetos nas áreas de Estudos
em Letras terão como base a proposta deste Projeto Pedagógico, sempre referendando o perfil
do aluno que se quer formar para atuar nas diversas situações de vida. Por isso, faz-se
necessário um longo trabalho de desconstrução dos velhos e atuais paradigmas e uma firme e
constante implementação, para construir um espaço que possibilite o enfrentamento entre as
teorias e as práticas desenvolvidas ao longo do Curso. O marco epistemológico críticoreflexivo, que ora fundamenta a Matriz Curricular, será o eixo norteador das ações do
Colegiado, o qual determinará as ações necessárias para o desenvolvimento e a implantação
deste projeto. A consolidação de um novo perfil profissional de Letras será a principal meta
de trabalho do Colegiado do Curso.
33
É função ainda, do Colegiado do curso, deliberar sobre:
a eleição do coordenador de curso, apresentando o nome, ou os nomes de consenso
dos acadêmicos e dos professores do curso;
os recursos próprios do curso, referentes à liberações para serem aplicadas quanto à
estrutura de apoio: estrutura física, biblioteca (aquisição de obras necessárias ao
ensino, pesquisa e extensão), informática e qualificação do corpo docente. A
implantação deste projeto utilizará também a atual estrutura física da Unidade
Universitária, a qual corresponde às necessidades mínimas exigidas pelo MEC para
oferecimento do Curso;
a contratação qualificada do Corpo Docente. É necessário salientar que 70,6% dos
professores do curso de Letras são mestres e doutores. Caso haja vacância, por
motivos de força maior, o novo docente será contratado mediante concurso público
promovido pela Unidade e pelo curso.
Mesmo assim, o ingresso de profissionais qualificados, via concurso público realizado
pela UEG, trará uma nova concepção sobre as teorias que ora apresentamos. Esta nova
concepção será conciliada de modo a somar com este projeto.
9.5 Registro acadêmico
A Secretaria Acadêmica da Unidade é composta por cinco servidores: Secretária
Acadêmica Maria Luceny de Paula - Pedagoga - Especialista, e mais quatro servidores todos
de nível superior. A servidora responsável pelo Curso de Letras é a Pedagoga Isabel Cortes de
Oliveira Silva, que presta serviços à Unidade desde fevereiro de 1.999.
Professores, servidores e alunos são cadastrados em um programa próprio da Unidade
com o nome SAUEG (Sistema Acadêmico da UEG), criado por um servidor da própria
Unidade, o coordenador do Laboratório de Informática Leônidas José de Oliveira. Nesse
cadastro contém todos os dados necessários, número de matrícula, dados pessoais,
escolaridade e titulação. E, agora a secretaria também está operando com outro programa
SAGU (Sistema Acadêmico de Gestão Unificada). Este sistema está sendo implantado em
todas as unidades da UEG, o qual veio para unificar o controle entre as unidades, e assim que
estiver em pleno funcionamento estará facilitando o serviço na secretaria, e o outro programa
ficará desativado.
O sistema de registro acadêmico é operacionalizado por meio de avaliações
tradicionais, os lançamentos feitos igualmente, pelas também tradicionais folhas de chamada,
transferida ao sistema eletrônico, apresentado alto grau de confiabilidade graças ao programa
de operacionalização
O controle e a segurança das atividades acadêmicas dos alunos é feito pela secretaria
acadêmica da Unidade. O material de notas é feito em primeiro lugar manual, os professores
trabalham com os diários em sala de aula no dia-a-dia e no final do bimestre são entregues na
secretaria preenchidos: diários de classe, canhotos de notas, atas das provas e uma prova
aplicada no final do bimestre. Caso o aluno não tenha atingido a média 7,0 (sete), faz a prova
final ou a N-5, nesse caso, além do diário e a ata da prova, também fica arquivada a prova
final. As provas são arquivadas parte na secretaria em espaço reservado para arquivo e outra
parte, devido espaço não ser suficiente está sendo arquivada em uma sala separada, com toda
segurança necessária. Após entregue na secretaria, pelo professor, no final do bimestre o
material e após conferência da servidora responsável e pela secretária, as notas são digitas no
programa (no momento nos dois programas). A partir daí está disponível ao aluno em um
computador instalado exclusivamente para este fim. Por meio da carteira estudantil, o aluno
poderá consultar suas notas e faltas. Declarações de Regularidade Acadêmica, Certidões de
Conclusão de Curso, são emitidos na hora para o aluno, quando solicitado. Os Históricos
Escolares, de acordo com a entrega das notas pelo professor na secretaria e digitadas pelo
responsável, vão ficando prontos, e são disponibilizados aos alunos através de solicitação.
Para atendimento, além do pessoal administrativo, a Secretaria possui:
04 computadores;
07 mesas;
07 cadeiras;
02 armários;
07 arquivos;
01 estante de madeira;
02 prateleiras em uma outra sala que são utilizadas para arquivo;
03 ventiladores;
01 impressora;
Horário de Funcionamento da Secretaria: Das 7 h. às 11:30h. , 12:30h. às 22:40 hs.
Área total: 5.652 m2
Área construída: 1.951 m2
Presidente do C.A. Nome: Marcela Ferreira da Silva
Fone:64- 3601 1480
Fax: - 64 3601 1480
35
E-mail:
O Turno de funcionamento do curso é matutino:
- Curso de Letras: 152 alunos
Média de egressos por ano:
06 (entre transferidos e desistentes)
28 – concluintes
Recebemos em média por ano 02 - acadêmicos transferidos e 02 – Portadores de Diplomas
além dos vestibulandos.
9.5.1 Biblioteca: Área 94,2 m2
nº de exemplares: 2461
Assinaturas de periódicos: Sim ( X ) Não (
)
nº de títulos: ___
Quantos:__01_____
Sala de Leitura com 08 mesas e 32 cadeiras 04 computadores para pesquisa dos acadêmicos
01 computador, 02 mesas e 04 cadeiras para quatro servidores que se revezam das 7 horas às
22h e 40 minutos.
Não temos Bibliotecário formado em Biblioteconomia, mas com exceção de uma servidora
todos possuem nível superior.
Para uso dos alunos temos 04 computadores e 04 cadeiras para pesquisa.
Temos entre a Secretaria e Biblioteca um amplo espaço com mesas e cadeiras para o uso de
leitura e pesquisa, nesse espaço temos mesas cadeiras e iluminação adequada.
9.5.2 Organização e Funcionamento
A UEG - Universidade Estadual de Goiás - é uma Instituição de Ensino de pesquisa e
extensão, com caráter público, gratuito e com vínculo administrativo governamental. O
reflexo do controle exercido sobre esta UnU pela entidade mantenedora sobre a direção e
órgãos colegiados, acontece respeitosamente, de acordo com plano apresentado, os recursos
são liberados e dadas as orientações necessárias para o bom andamento das atividades.
Podemos afirmar que mantemos uma relação muito próxima e cordial. Somos atendidos nas
nossas solicitações facilitando o desenvolvimento das ações administrativas Didáticopedagógicas.
9.5.3 Cadastro do curso
Data de Autorização: Parecer 266/05 de 02/12/2005 CEE
Reconhecimento: Portaria nº 827, de 18 de Julho de 2006, publicado no DOE dia 21 de Julho
de 2006. Prorrogado pela Portaria de nº 976, de 09 de julho de 2008, publicado no D.O.E em
14/07/2008.
N.º do Decreto de Criação: 5.101 de 13 de março de 2000
N.º de Vagas: 40
N.º de alunos: 154
N.º de turmas: 04
Turno de funcionamento: Matutino
10 METODOLOGIA DE ENSINO
A concepção metodológica adotada no curso é coerente com a idéia de qualidade do
curso de Letras que, avaliado pelo Provão em 2003, recebeu conceito A e Avaliado em 2005
pelo ENADE, obteve conceito C.
Essas duas avaliações propiciaram uma análise
significativa da produção do conhecimento no interior do curso. A principal revelação foi que
o nível de aprendizagem dos alunos que ingressam na universidade está cada vez mais baixo.
A produção acadêmica do curso tem se esmerado a cada ano e, na verdade, o esforço precisa
ser redobrado porque as dificuldades de leitura, interpretação e escrita são enormes.
Outra análise que se pode fazer é que a realidade do fracasso escolar no nível do
Ensino Médio atinge diretamente o nível
do Ensino Superior. Ou seja, os analfabetos
funcionais que as estatísticas tem apresentado chegam na universidade com um défict de
aprendizagem assustador. Que metodologia de aprendizagem no Ensino Superior daria conta
de recuperar as falhas do Ensino Fundamental e Médio e ainda garantir a qualidade da
aprendizagem na graduação? Boaventura de Sousa Santos (2004), um grande pesquisador e
estudioso da universidade no Brasil, diz que é o Ensino Superior o local para se “fomentar
articulações cooperativas entre a universidade e os interesses sociais que representam”.
A proposta de Boaventura Santos (1989) é a de que a universidade desenvolva uma
prática pedagógica que denomina de “paradigma emergente”, uma aliança entre os
pressupostos das abordagens sistêmica, progressista e o ensino com pesquisa. Nessa linha de
pensamento, pesquisas feitas por Behrens (2005) revelaram que o ensino com pesquisa e
extensão pode provocar um salto qualitativo no projeto de aprendizagem dos professores e
dos alunos.
37
Se o objetivo maior do curso de Letras é a busca da qualidade e se tem como meta
principal resgatar o professor e o estudante pesquisador, observador, investigador e construtor
de críticas fundamentadas na realidade limitada que vivencia, então, é preciso, antes de tudo,
construir posturas de estudo, comportamentos e atitudes pedagógicas. Assim, a idéia de
Glasersfeld (1988) de que o conhecimento tem função adaptativa adequaria perfeitamente à
realidade do curso acima descrita. Seria
a viabilidade, isto é, os conhecimentos das
metodologias sistêmicas, progressista e o ensino com pesquisa viabilizando as
conscientizações dos professores e estudantes para dar sentido às experiências do fracasso ou
do sucesso.
Nesse sentido, a metodologia que viabiliza o desenvolvimento das habilidades e
competências propostas por esse projeto é a “metodologia ativa” baseada na concepção de que
se “aprende-se a fazer fazendo”. E, neste caso, valem as sugestões de Behrens (2005) para os
docentes:
Reduzir gradativamente o espaço das aulas teóricas procurando utilizar o maior
tempo disponível para a pesquisa, a busca de informações, o acesso a banco de
dados, para instrumentalizar a construção de atividades e textos próprios;
Instigar o envolvimento do aluno em trabalhos coletivos bem sistematizados,
com responsabilidades definidas e produção individual e de grupo;
Organizar atividades diferenciadas , de eventos que demandem criação, projetos
desafiadores que provoquem enfrentamento, diálogo com autores e construção
própria;
Buscar resultados consensuais, nos seminários, nas discussões coletivas nas
proposições de grupo, como exercício efetivo de cidadania, instrumentalizando
a vivência do voto e do consenso como recursos para a vida em comunidade;
Provocar a utilização dos meios eletrônicos, de informática, de multimídia e de
telecomunicações com os recursos disponíveis no complexo universitário;
Valorizar mais a elaboração própria, a construção coletiva, a apresentação de
textos, as propostas criativas. Dar um peso muito menor a provas e
questionários;
Dinamizar o espaço acadêmico aproveitando os recursos e as oportunidades de
desenvolver projetos de pesquisa e de extensão;
Estimular o uso da biblioteca e dos laboratórios para que os acadêmicos
pesquisem, estudem, discutam e critiquem “aprendendo a ler e interpretar de
modo questionador”, construindo argumentos e textos, e discutindo com seus
pares os fracassos e os caminhos conquistados;
Ter a preocupação de demonstrar e valorizar o lado prático dos conhecimentos
propostos;
Discutir acentuadamente os espaços nos quais os conteúdos serão utilizados;
Aliar procedimentos teóricos a vivências práticas;
Propor construção própria de textos com os avanços detectados pelos estudantes
em suas jornadas acadêmicas;
Criar para o aluno e com o aluno, uma universidade que apresente um ambiente
inovador, transformado e participativo, em que o acadêmico seja reconhecido
como indivíduo capaz de propor e inovar;
Contemplar as inteligências múltiplas, reconhecendo o aluno como um todo e
como sujeito de sua própria aprendizagem;
Correr risco, ousar, ir em busca de outros caminhos e acreditar na própria
capacidade de fazer melhor e diferente.
Nessa proposta, o professor passa a ter uma outra proposição metodológica em que se
torna um mediador, um articulador e um orquestrador do processo de aprendizagem.
11 INTERDISCIPLINARIDADE
Na dinâmica metodológica do curso de Letras de São Luís de Montes Belos, a
interdisciplinaridade acontece entre as disciplinas do núcleo específico e entre as disciplinas
do núcleo pedagógico. No caso do núcleo específico, as disciplinas como Literaturas
(brasileira e portuguesa) pode-se planejar e buscar uma metodologia que contemple o estudo
interdisciplinar do contexto histórico, das tendências ou das temáticas. Nas disciplinas de
Lingüística e Língua Portuguesa a interdisciplinaridade se faz na realização de pesquisas e
estudos por meio de projetos para serem apresentados no seminário específico que se realiza
no segundo semestre do ano letivo.
No núcleo pedagógico, a interdisciplinaridade deve ocorrer com mais freqüência entre
as disciplinas de Filosofia e Fundamentos da Educação quando se estuda os filósofos e suas
contribuições para o processo educacional. O mesmo acontece com os estudos dos conteúdos
da disciplina de Psicologia da Educação: desenvolvimento e aprendizagem. A disciplina de
Didática é aberta à interdisciplinaridade com qualquer outra disciplina do núcleo pedagógico
como as práticas e orientações para o Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e de
39
Língua Inglesa.
A disciplina de Produção de texto técnico científico do 1º ano de Letras é trabalhada
de forma interdisciplinar com todas as disciplinas do mesmo ano. Ou seja, o professor da
disciplina orienta e organiza com os acadêmicos, os trabalhos com produção de textos
científicos como artigos, resenhas, síntese, resumos análise e ensaios em Lingüística, Teoria
Literária, Língua Portuguesa, Fundamentos da Educação e Língua Inglesa.
No que se refere às atividades complementares, a interdisciplinaridade no curso de
Letras da unidade de São Luís de Montes Belos, se viabiliza quando os professores realizam
Projetos de Extensão que envolvem pesquisa científica ou estudos teóricos sobre a prática na
extensão.
12 ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
12.1 Seleção dos Conteúdos
Esta organização curricular propõe um currículo, que vise assegurar a formação do
graduado em Letras, como profissional intelectual-crítico-reflexivo. Esse profissional
protagonista de ações sociais apropria, constrói e reconstrói o conhecimento, intervém na
realidade através da sua atuação na docência, na gestão e na investigação educacional. Tem
por intencionalidade a busca da consolidação da cidadania ativa.
A Matriz Curricular do Curso de Letras é a tradução prática de um projeto de
formação, comprometida com a formação das competências do profissional, no sentido de ser
autor de sua prática, como a capacidade de realizar e de possibilitar uma tomada de ação.
Para o professor ter essas competências, exige-se que o processo formativo contemple
a apropriação de conhecimentos e de domínio de tecnologia. Essa competência será
desenvolvida por meio de habilidades, de capacidades cognitivas e afetivas, e da
responsabilidade com o compromisso social e ético. As bases processuais da formação têm
como foco a prática crítico-reflexiva. Esses processos são traduzidos por componentes
curriculares que são expressos nos seguintes eixos de formação: a) formação investigativa; b)
formação profissional; c) formação cultural; e d) formação prático-profissional.
Os critérios que orientam a organização e a flexibilização dos eixos do currículo,
explicitam o trajeto da formação, expressa nas seguintes categorias:
12.2 Ênfase na formação do professor de Letras como intelectual-crítico-reflexivo
Ao definir os professores de Letras como intelectuais, ressalta-se a capacidade humana
de integrar o pensamento e a prática, superando a fragmentação do currículo na seqüência
temporal e espacial da teoria e da prática. Resgata-se também o papel da teoria na construção
de uma estrutura teórica sólida e coerente pelos alunos, como instrumento necessário para
manter a prática ao seu alcance. Ressalta-se a relação que se estabelece entre o “capital
cultural” que o aluno dispõe e os saberes trabalhados no currículo. Como intelectual, o
professor teoriza e intervém em sua própria fala com responsabilidade e compromisso social,
ético e político fundamentado numa perspectiva histórico-crítico-social. Essa categoria coloca
a necessidade de que o currículo envolva um contínuo e permanente processo de prática,
constituindo o foco dos processos de formação, como o ponto de “partida” e de “chegada”.
12.3 Flexibilização
O currículo de Letras visa superar a concepção disciplinar, que mantém uma estrutura
curricular rígida e fechada, em um grande número de disciplinas isoladas e justapostas, por
meio de práticas interdisciplinares. Esta concepção mais flexível significa uma nova
organização, que possibilita aos alunos a construção de caminhos particulares e, ao mesmo
tempo, o aprofundamento e a ampliação de conhecimentos sobre diferentes temas
educacionais. Esta flexibilização também se relaciona com o eixo de formação que permite a
complementação curricular por meio de disciplinas em outros cursos de áreas afins, como por
exemplo no curso de Pedagogia oferecido nesta Unidade.
12.4 Ação coletiva
As atividades pedagógicas serão desenvolvidas de forma coletiva, constituindo a base
de uma nova organização curricular, que possibilitem superar o individualismo e o excesso de
disciplinaridade. Esta ação permite entender que o Projeto Pedagógico Curricular é a
concepção coletiva do processo formativo. A partir do planejamento conjunto entre os
professores, torna-se possível coordenar o trabalho disciplinar, de modo a integrar os
diferentes saberes em ações comuns. A viabilização da relação entre os saberes, mediante
41
trabalhos interdisciplinares se dá por temas norteadores, oriundos das próprias disciplinas que
compõem o referido ano de estudo ou pelo trabalho com temáticas emergentes dos saberes
culturais. Sendo assim, o trabalho em equipe não é uma “alternativa” opcional, é uma
necessidade intrínseca ao processo que possibilita a convivência interativa, a aprendizagem
colaborativa e a produção coletiva.
12.5 A indagação ou a intervenção
A atitude em relação ao conhecimento é mais do que dominar produtos préelaborados: é dominar o processo da própria produção dos conhecimentos. É um meio de o
aluno aprender a aprender e pensar sobre a aprendizagem, para construir sua autonomia
intelectual, profissional e para enfrentar situações problemáticas da realidade. Este currículo
foi elaborado com tais características, que possibilitam ao estudante desenvolver a capacidade
de pesquisar, produzir conhecimento, de elaborar e de intervir. Juntamente com a categoria da
formação do intelectual, a atitude indagadora se expressa na dimensão prática do currículo,
em que o estudante vai se “debruçar” sobre a realidade, orientado pelo saber teórico, para
elaborar projetos de intervenção que exijam acompanhamento, orientação e avaliação
recorrentes do professor.
O Curso de Letras fundamenta a pesquisa como princípio cognitivo e investiga com os
alunos a realidade escolar, desenvolvendo nestes uma atitude em suas atividades
profissionais, configurando, assim, a pesquisa como princípio formador da docência e da
gestão.
O currículo do Curso de Letras é organizado de modo a garantir que os professores e
alunos alternem sua permanência no curso de formação e no campo de atuação profissional.
12.6 Relação entre os conhecimentos específicos e pedagógicos
Existe no currículo a correspondência entre os conteúdos que se ensina e o modo como
se devem ser ensinados. Os alunos do Curso de Letras aprendem “Línguas” para
posteriormente, ensiná-las. Isso implica, por exemplo, que as aulas de Língua Materna e
Língua Estrangeira, ministradas no curso de formação devem ser dadas na mesma orientação
que se espera que os futuros professores trabalhem com seus alunos. Os professoresformadores fazem a transposição didática de sua disciplina, tal como deve ocorrer nas aulas
do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Desta forma, os alunos vivenciam na
Universidade a mesma concepção de ensino-aprendizagem, que aplicarão em suas aulas.
12.7 Formação inicial e continuada
A formação permanente do professor de Letras implica que ele saiba sempre aprender
para orientar quanto à aprendizagem dos alunos. Deve existir articulação da graduação com a
pós-graduação e com as atividades de extensão, que estão previstas na organização deste
projeto curricular. Outra preocupação do Curso, no tocante à formação continuada, é que os
alunos egressos estejam aptos a ingressarem nos Programas de Mestrado e Doutorado
reconhecidos pela CAPES. Além dessa formação contínua fora da escola, o curso de Letras de
São Luís de Montes Belos orienta para a formação continuada dentro da escola, local de
trabalho do professor, por meio da formação de grupos de estudos, da prática reflexiva e da
metodologia ativa, investigativa e processual no desenvolvimento de projetos didáticopedagógicos.
13 ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A formação tem como princípio a desconstrução e a construção de uma cultura de
formação, atuação e desenvolvimento do profissional de Letras que supere a “desabilitação” e
a desvalorização do trabalho docente. Em outras palavras, é preciso superar a concepção
depreciativa de Licenciatura em Letras, como “curso de segunda categoria, como curso fácil,
e como curso sem maiores exigências teórico-metodológicas”.
A revalorização da profissão do professor de Letras significa superar a autonegação de
sua identidade profissional, presente nas representações e na própria sociedade, atitude esta,
que tem prejudicado a categoria no sentido do profissionalismo necessário ao exercício
pedagógico. Dessa forma, o curso articula os três pilares acadêmicos: ensino pesquisa e
extensão por meio de atitudes que possibilitam a qualidade, o rigor científico e a formação
profissional. Essas atitudes se realizam por meio da:
13.1 Integração do Ensino (teoria e prática)
43
A teoria não determina a prática; ela fornece compreensão e antecipa a prática de modo a
influenciar o seu desenvolvimento. A teoria, por si só, não produz mudanças reais, transforma
a nossa consciência sobre os fatos; o produto da consciência, por sua vez, deve materializar-se
para que a transformação idealizada se insira no próprio fato. Como escreve Toschi (1999: p.
243):
A manutenção da consciência sempre ativa ao longo do processo prático vai permitir
o vai-e–vem de um plano ao outro. A atividade prática não se separa dos fins
traçados pela consciência. Os fins obtidos pela atividade prática não são produtos,
mas um processo que conclui apenas quando o resultado ideal, depois de sofrer
alterações do processo prático, for um produto real.
A formação teórica e prática implica, pois, a interação entre o estudar e o fazer, cujo
resultado é o saber fazer com consciência. Ou seja, “é saber fazer pensando naquilo que faz”.
É com esse entendimento em mente que a integração da teoria e da prática na
formação do profissional de Letras possibilita afirmar a atividade docente como trabalho
teórico-prático, restituindo aos professores a condição de protagonistas de ações sociais no
interesse do desenvolvimento de uma sociedade democrática e no fortalecimento do controle
sobre seu trabalho, defendendo-se, assim, os professores como intelectuais e profissionais
crítico-reflexivos.
A adoção deste princípio implicará o redimensionamento do Projeto Pedagógico do
Curso de Letras da UEG, de modo que na organização curricular:
•
Haja articulação da prática profissional com os
conhecimentos teóricos das disciplinas pedagógicas e específicas, no início e ao
longo do curso, de modo a integrar os conteúdos das disciplinas em situações da
prática, colocando problemas aos futuros professores que lhes possibilitem
experimentar soluções. Isto significa ter a prática como referente direto, para que
os alunos possam contrastar seus estudos e formar seus próprios conhecimentos e
convicções;
•
seja garantida, na gestão das unidades, um
espaço e um tempo para desenvolver nas disciplinas teóricas e práticas,
dispositivos de formação profissional que proporcionem um redimensionamento
constante entre a prática profissional e a formação teórica, entre a experiência
concreta e a pesquisa;
•
sejam elaboradas ementas que contenham tanto a
estrutura teórica e conceitual da disciplina quanto a prática, que será fundamento
para este estudo;
•
sejam selecionadas, reavaliadas ementas e
bibliografias que expressem os diferentes modelos teóricos que sustentam a
estrutura da disciplina.
14 PESQUISA
Na concepção de Paoli (1990, p.31) a pesquisa na Universidade “[...] não se trata apenas
de introduzir inovações ao nível de disseminar atitudes científicas, ou seja, predisposições
para conhecer de forma inteligente e não apenas repetitiva e reprodutiva”. Mais do que isso, a
pesquisa precisa produzir qualidade acadêmica e para Chauí (2001, p. 150) é preciso refletir e
indagar sobre:
A relevância dos temas escolhidos;
O pesquisador e suas metodologias, linhas de pesquisa, implicações científicas,
políticas e ideologias;
O pesquisador conhece o estado da arte no tema que está pesquisando: as
discussões clássicas e as discussões mais recentes? O pesquisador dispõe de tempo
para várias horas seguidas de trabalho?
O orientador estimula caminhos novos para seus orientandos e é cientificamente
receptivo a conclusões mesmo quando estas contrariam os resultados e idéias a que
ele próprio havia chegado em suas de pesquisas?
O orientador estimula a formação de pequenos grupos de discussão e de
seminários de seus orientandos?
A universidade reconhece a importância da pesquisa e cria condições para que se
realize, renove e amplie seus recursos (bibliotecas, laboratórios, instrumentos
equipamentos, intercâmbios nacionais e internacionais, verbas para publicação de
revistas; para editora universitária, para co-edições com editoras comerciais,
bolsas)?
O pesquisador pode contar com o reconhecimento público de seu trabalho, tanto
pela publicação quanto pela utilização acadêmica, profissional ou social que dele é
ou será feito?
14.1 Políticas de incentivo e investigação científica
45
O curso de Letras de São Luís de Montes Belos prima-se pela qualidade do trabalho
em pesquisa realizado nos últimos anos. A organização do grupo de pesquisa “A narrativa
contemporânea” liderado pela Profª Drª Rejane Cristina Rocha e registrato pelo CNPQ, em
2007 e 2008, com bolsa de iniciação científica foi um estímulo para os acadêmicos do curso.
É grande a quantidade de alunos que vêm procurando os professores mestres e doutores para
participar em projetos de pesquisa.
O curso conta hoje com três (3) professoras doutoras em Literatura Brasileira, uma (1)
doutora em Lingüística aplicada, dos quais, duas são efetivas, conta ainda com dez (10)
professores mestres. Esse quantitativo de professores mestres e doutores tem garantido ao
curso, nos últimos dois anos, muitos projetos de pesquisa e de extensão.
14.1. 1 A Revista Ícone
No tocante ainda à articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão, o curso conta com a
Revista Eletrônica Ícone que já está no 2º ano de edição, ISSN nº1982-7717. A revista é um
importante meio para incentivar e orientar pesquisa acadêmica. É um importante meio para a
divulgação dos resultados das pesquisas acadêmicas.
14.2 Os eventos
Outro meio articulador entre Ensino, Pesquisa e Extensão são os eventos realizados
durante o ano letivo com a participação dos professores e acadêmicos do curso de Letras. São
realizados ao todo, cinco eventos científicos. No primeiro semestre, realiza-se o ENALEncontro dos Acadêmicos de Letras; o Colóquio de Pesquisa (oportunidade para os
acadêmicos pesquisadores apresentarem seus projetos de iniciação científica). No segundo
semestre o SELI-Seminário de Língua Inglesa; o Seminário de Estágio Supervisionado de
Língua Portuguesa e Língua Inglesa e o Seminário de Lingüística e Língua Portuguesa. O
objetivo principal dos cinco eventos científicos durante o ano letivo no curso de Letras é o de
incentivar e provocar os acadêmicos para a pesquisa.
14.3 Projetos de Pesquisa do curso
Nos últimos cinco anos, a quantidade de projetos de pesquisa desenvolvidos no curso
tem incentivado os acadêmicos a participar cada vez mais da pesquisa, da extensão e dos
cinco eventos científicos oferecidos pelo curso durante o ano letivo, além de participar ainda
de eventos oferecidos por outras universidades. Alunos pesquisadores graduados no curso de
Letras estão sendo aprovados no Programa de Mestrado da Universidade Federal e da
Universidade Católica de Goiás.
Os Projetos de Pesquisa desenvolvidos nos últimos cinco anos foram:
2003-As convenções ortográficas da Língua Portuguesa e a produção escrita dos alunos da 8ª
série: um estudo de caso;
2004-Conhecendo a arte na história do homem;
2004-A presença da escritora goiana na literatura;
2004-A solidão na poesia de Drummond;
2004-O traço ante-utópico da sátira em dois romances da Literatura brasileira contemporânea;
2005-Estudo sobre a formação prática dos futuros docentes do curso de Letras na UnU-São
Luís de Montes Belos;
2005-As variedades Lingüísticas na presença da hipercorreção, em sala de aula;
2005-De fato a ficção: literatura e história em dois romances da literatura brasileira
contemporânea;
2005-Universidade e cultura popular em São Luís de Montes Belos;
2005-A relação Língua/falantes e a interdição do dizer;
2005-“Um discurso pedagógico em questão - jovem não gosta de ler: um estudo sobre a
relação entre juventude e leitura, seus efeitos de sentido”
2006- Dicionário básico do Latim-Português e Português-Latim;
2006-Estupefação e o esmaecimento do projeto utópico na ficção de 70: Quarup;
2006-Para (além da ) ode: o pastiche em Memorial do fim;
2006- Um estudo sobre a relação entre as variáveis lingüísticas e as variáveis sociais presentes
nos falares de naturais de São Luís de Montes Belos e Firminópolis;
2007-Apócope e Vocalização: um estudo sobre metaplasmos no falar urbano montebelense;
2007-O dom de transmitir à transmissão de um dom: a inter-relação psicanálise e educação;
2007-“O sertão não é mais o mesmo: o regionalismo e a prosa brasileira";
2007- Lírica brasileira contemporânea;
2007 - No encalço da contemporaneidade: um olhar para a narrativa brasileira da década de
90;
2008-Literatura e Filosofia: um corte literário/filosófico em Memórias Póstumas de Brás
Cubas, a partir da obra Discurso de metafísica de Leibniz de Cândido de Voltaire;
47
2008-O Diálogo entre Literatura e Filosofia na ficção brasileira no século XX;
2008-Histórias de leituras e de leitores: a contribuição da biblioteca pública “Fagundes Varela
de São Luís de Montes Belos”.
2008-Interatividade virtual: leitura e produção de sentido do signo e do símbolo.
14. 4 Projetos de extensão
A extensão no curso de Letras tem significado especial, pois representa a possibilidade
de trabalho de apoio, de cooperação, de interação e de parceria com a escola de Ensino
Fundamental e Médio, o campo das práticas pedagógicas da licenciatura. A extensão é uma
área que, para ser levada a cabo com êxito, exige cooperação entre parceiros. Ela pode
garantir, na formação acadêmica, a inovação e a promoção da cultura científica e técnica,
atividades culturais no domínio das artes e literatura e, ainda, colaborar na luta contra a
exclusão social e a degradação ambiental, na defesa da diversidade cultural.
A coordenação de extensão tem como função organizar os projetos de extensão
desenvolvidos na Unidade. Esta coordenação é feita por indicação do Diretor. Os projetos de
extensão apresentados pelos professores e alunos a esta coordenação são apresentados,
conforme o tempo estipulado pela PrE, à Congregação para apreciação e votação.
A Extensão Universitária tem sua sustentação legal na Constituição Federal (art. 207)
de 1988, na LDB (Lei 9.394 de 1996), no Plano Nacional de Educação (objetivos e metas n°
23, item B-Educação Superior de 2001) e regulamentada pelo Regimento da UEG.
O artigo 207 da Constituição Brasileira dispõe que “as universidades gozam de
autonomia didático-científica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial e obedecerão
ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”.
O cap. 4, art. 43, parágrafo 7 da LDB determina que a promoção da extensão seja
“aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e beneficios resultantes
da criação cultural e pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição”.
O Plano Nacional de Educação (Lei n° 10.172, de 09/01/2001) preconiza que, através
da implantação do Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária, deve-se destinar
10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior público à atuação dos
alunos em ações extensionistas, para os cursos que assim o desejarem.
De acordo com a política de extensão em vigor na UEG, as ações de extensão
apresentam grande diversidade e derivam de sua natureza que se propõe consolidar como a
Universidade da Inclusão Social e da Transformação, cuja função é educativa, cultural e
científica, articulando Ensino e Pesquisa e viabilizando a relação transformadora entre a
Universidade e a Sociedade.
Os projetos de extensão desenvolvidos pelo curso de Letras nos últimos anos foram:
2005- Dicas de Português (Programa de Rádio);
2006- Reedição do projeto “Dicas de Português”;
2006- Educação Ambiental fazendo a nossa parte;
2007-Reedição do projeto “Educação Ambiental fazendo a nossa parte”;
2007-Curso de Francês Instrumental para professores, alunos e pessoas da comunidade;
2007- Reedição do projeto de “Francês instrumental para professores, alunos e pessoas da
comunidade”;
2007-O Ensino Lúdico da leitura e produção de textos;
2008-Revista Ícone;
2008-Temas e formas da narrativa brasileira contemporânea;
2008- Conhecendo as Letras- Preparatório para o Vestibular de Letras;
15 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são obrigatórias no curso, de acordo com as Diretrizes
Curriculares do Curso de Letras, Conselho Nacional de Educação-Resolução CP nº 01 de 18
de fevereiro de 2002, Conselho Nacional de Educação-Resolução CP n° 02
de 19 de
fevereiro de 2002. A carga horária a ser cumprida ao longo do curso é de 200 horas. O
cumprimento das atividades complementares é um requisito indispensável para a colação de
grau.
As atividades complementares no curso de Letras, objetivam ampliar a formação
cultural dos estudantes e se organizam em torno de três eixos, que contemplam múltiplas
atividades, são elas: a) atividades científicas, b) as de extensão, iniciação científica, monitoria
e estágios extra- curriculares e; c) as artístico-culturais. São consideradas atividades
complementares:
α) Iniciação científica (PIBIC, PBIC, PVIC). no máximo de 80 horas cada uma;
β) Atividades de extensão, como organização e participação em eventos na área de
49
Letras ou áreas a fins, tais como congresso, simpósio, colóquio, palestra, oficina,
Teleconferência, Seminários de Estudos Lingüísticos e Literários, workshop,
jornada, atuação em projetos extensionistas, visitas técnicas e outros; (no máximo
120 horas);
χ) Estágio extra-curriculares (no máximo de 50 horas);
δ) Participação em grupos de estudo aprovados pela UEG (no máximo 100 horas);
ε) Monitoria em instituições educacionais credenciadas pelo MEC/CEE (no máximo
100 horas);
φ) Curso de línguas (no máximo 50 horas);
γ) Curso de informática (no máximo de 50 horas),
η) Mostras de filmes culturais, exposições, apresentações musicais, teatrais e de dança,
com apresentação de certificados e/ou comprovada por canhotos de ingresso (no
máximo 30 horas);
ι) Matrícula e aprovação em disciplinas de nível superior não previstas na matriz
curricular do curso de origem (no máximo 120 horas);
ϕ) Representação estudantil (no máximo 30 horas);
κ) Organização de eventos acadêmicos e artísticos culturais (no máximo 30 horas);
Os Certificados aceitos devem conter:
Ι.Nome do evento;
ΙΙ.Nome do participante;
ΙΙΙ.Data e ano;
Ις.Carga horária;
ς.Estar assinado.
Atividades que ocorram no horário de aula não poderão ser computadas como
atividades complementares, exceto que o coordenador do curso autorize.
Os cinco eventos científicos anuais realizados pelo curso de Letras da UnU – São Luís
de Montes Belos (ENAL, SELI, Colóquio de Literatura, Seminário de Pesquisa e Seminário
de Lingüística e Língua Portuguesa), serão computados como atividade complementar. Os
alunos deverão entregar as cópias dos certificados de participação nas atividades
complementares quando estiverem no 4º ano do Curso, no mês de novembro.
Compete à coordenação de curso validar ou não os certificados ou indicar um
professor para tal. E compete ao coordenador do curso fazer a comunicação das atividades
complementares dos acadêmicos do último semestre do curso à secretaria geral.
16 ESTÁGIO CURRICULAR (Obrigatório)
A Prática e o Estágio
A prática incluída no currículo com a denominação de Projeto e Prática Profissional,
refere-se ao reconhecimento do campo de atuação pautada em vivências críticas reflexivas. O
aluno, desde o início do curso, estará em contato com a área de atuação profissional,
problematizando-a, e ao mesmo tempo, delineando o melhor meio de uma reflexão orientada
por seus professores, para PERFIL DO PROFISSIONAL FORMADO EM LETRAS NA UEG
O perfil do profissional intelectual crítico-reflexivo tem uma base teórica sólida nos
saberes pedagógicos e culturais, nos conteúdos específicos e nos procedimentos didáticopedagógicos, suficientes para realizar com competência e com compromisso o seu trabalho
profissional na escola e na sala de aula. De posse desse perfil, o profissional é capaz de uma
prática reflexiva e crítica.
Trata-se de um profissional que atue como intelectual crítico na contextualização
sociocultural de suas aulas e na transformação social mais ampla, que se torne um
investigador (em suas próprias aulas), para analisar suas práticas revendo as rotinas e criando
novas soluções. Esse novo profissional deve participar ativamente na organização e na gestão
da escola, desenvolvendo habilidades de participação grupal e em tomada de decisões, tanto
na elaboração do projeto pedagógico e da proposta curricular, quanto nas várias atividades da
escola. Estas atividades compreendem execução de ações, análise de problemas, discussão de
pontos de vista e avaliação de situações. Enfim, o profissional formado em Letras pela UEG,
assume continuamente uma atitude crítica, que indaga sobre o fundamento e o sentido da
definição dos conteúdos, dos métodos, dos objetivos e tem como referência a afirmação de
uma sociedade democrática.
O Curso de Letras, baseado na Proposta de Formação Global de Profissionais da
Educação da UEG, deverá formar um profissional intelectual crítico-reflexivo, através de uma
base teórica sólida em todos os âmbitos dos saberes: pedagógicos, culturais e dos
51
conhecimentos específicos, bem como nos procedimentos didático-pedagógicos.
Essa atitude Crítico-Reflexiva deve permear toda a formação do graduando em Letras,
como condição necessária para o desempenho com competência e compromisso de suas
atividades profissionais. Elaborar propostas que venham a intervir em sua prática.
O Estágio Supervisionado do Curso de Letras objetiva-se ser o momento em que são
criadas as condições curriculares que possibilitem ao aluno o contato com as atividades
profissionais em locais (também chamado de campo de estágio) onde estejam estruturadas as
condições para o exercício da profissão. O Estágio Curricular previsto na Lei 9.394/96 é uma
modalidade obrigatória e é regido por princípios, ações e metas da Universidade.
Além das atividades voltadas para a formação do profissional, cabe ao Estágio
Supervisionado ser o momento em que essa formação esteja referenciada por valores e
princípios da formação plena do ser humano.
Sabemos que as atividades curriculares de Estágio Supervisionado têm referências em
concepções e teorias que o caracterizam e o orientam deixando de ser atividades
eminentemente práticas. Neste sentido, o Estágio Supervisionado deve ser considerado
enquanto atividade que permita ao aluno um contato com a realidade do campo profissional,
objetivando apreender e refletir sobre tal realidade; propor e participar de todo processo
relacionado ao exercício profissional; articular a perspectiva do currículo com a realidade,
utilizando-se das teorias existentes como possibilitadoras da reflexão e da ação no campo
profissional e da formação humana.
O estagiário deverá empreender um olhar crítico a fim de caracterizar a realidade,
tendo nas situações-problema as perspectivas de suas ações, as quais, certamente, necessitarão
de teorias para solucioná-las. É na busca da superação das dificuldades que se encontrará a
ampliação da formação acadêmica do profissional.
Sobre o Estágio Supervisionado, percebe-se uma forte presença da concepção
chamada de modelo da racionalidade técnica nos estudos. A UEG, que se tem colocado
essencialmente como instituição formadora de professores, não é uma exceção, apesar desse
debate se fazer presente na Universidade e de existirem professores que demonstram o
interesse de superar esta perspectiva.
Considerando as bases necessárias para uma mudança significativa para o Estágio
Supervisionado na UEG, constata-se que uma série de fatores é bastante questionável:
•
falta de formação continuada dos professores que supervisionam o estágio como
forma de criar as condições propícias para orientar as reflexões dos estagiários
sobre as situações profissionais;
•
falta de uma prática de pesquisa sobre a formação profissional;
•
ausência de uma formação científica prevalecendo, ainda, as orientações impostas
pelo mercado.
Em decorrência das fraquezas identificadas, o Estágio Supervisionado deve objetivar
ações mais qualitativas na formação profissional do que o mero cumprimento das horas
previstas em Lei. Além destes aspectos a serem superados, a UEG conta ainda com uma
situação ímpar: por ser uma Instituição multicampi, ela atende um grande número de
estudantes que não residem na cidade sede da Unidade Universitária. Tem sido muito
recorrente a falta de condições para o professor acompanhar o aluno em sua cidade, bem
como a dificuldade de o aluno se dirigir para a cidade sede da Unidade para fazer seu estágio
fora do período de funcionamento do curso. Isso tem dificultado a realização do estágio numa
perspectiva voltada para a formação acadêmica.
Percebe-se que a superação destes entraves depende de projetos institucionais, de
projetos oriundos dos professores pertencentes a esse campo do currículo, além da
contribuição de cada um participando do debate e propondo projetos que se orientem pela
mudança.
Neste sentido, a Prática Profissional tem a pesquisa como seu componente
constitutivo, que melhor viabiliza a aproximação do estudante com a realidade em que vai
atuar. Essa ação de pesquisa não deve ser traduzida em mera vivência empírica, ela deve ser
uma vivência reflexiva. Significa dizer que a pesquisa deve ser o motivo de construção
intelectual metodologicamente conduzida pelos professores. Essa atividade deve ser
articulada com o estágio e com as demais atividades acadêmicas, conforme está previsto no
desenvolvimento dos trabalhos dos eixos temáticos.
O estágio refere-se ao exercício profissional, de cunho obrigatório, presente no
currículo com tempo e espaço específicos a partir do terceiro ano, ou seja, da segunda metade
do curso como determina os atos legais.
No Curso de Letras da UEG – São Luís de Montes Belos, considera-se que o estágio
possa ocorrer da seguinte forma:
•
As observações necessárias ao diagnóstico da realidade das escolas-campo serão feitas
por meio de projetos de práticas curriculares realizadas pelos professores juntamente
com os alunos (esses trabalhos podem acontecer de forma interdisciplinar) por meio
de pesquisas de iniciação científica, trabalhos de disciplinas em sala de aula das
escolas –campo, projetos de extensão ou outra atividade em que o acadêmico entre em
contato com a realidade onde vai atuar como profissional.
53
•
As observações podem ocorrer a partir do 1º ano do curso, estendendo-se no 2º ano,
por meio das atividades interdisciplinares como os projetos de pesquisa, extensão,
monitoria e outras atividades disciplinares, desde que planejadas, acompanhadas e
supervisionadas pelos professores do curso. Nesse caso, é necessário ainda, que seja
feito, pelo acadêmico, relatórios parciais e finais os quais, acompanhados da
declaração do professor, farão parte do portifólio que terá que ser entregue no 3º ano
do curso juntamente com os projetos e as fichas da semi-regência.
•
o Estágio do Ensino Fundamental ocorrerá no terceiro ano do Curso e do Ensino
Médio no quarto ano;
•
projetos de Estágio Supervisionado construídos colaborativamente pela Universidade
e pelo sistema que recebe os professores em formação e seus resultados devem ser
discutidos e avaliados no colegiado do Curso. Esta atividade é indispensável a todos
os alunos do Curso de Letras;
•
desenvolvido no interior da UEG, em programas de iniciação científica, de extensão
ou monitoria, quando for possível oferecê-los pela UnU. Esse tipo de atividade é
opcional para o aluno, e não pode ultrapassar 50% (cinqüenta por cento) do tempo
destinado ao estágio. Essa flexibilidade curricular terá validade mediante a
apresentação de uma declaração assinada pelo professor responsável pela monitoria
ou projeto;
•
Estágio Supervisionado de forma interdisciplinar, cuja existência de uma visão
diversificada sobre um trabalho, pode ajudar na superação de dificuldades que talvez
fossem difíceis de serem conduzidas solitariamente por um professor. Deve também
envolver professores de outras disciplinas do currículo, embora nem todas as etapas do
projeto sejam, necessariamente, interdisciplinares;
•
apontar prioridades para as ações a serem desenvolvidas no estágio com clareza de
objetivos e metas. A formação de qualidade requer um aprofundamento sobre aspectos
que são considerados imprescindíveis ao exercício da profissão;
•
articular devidamente os conteúdos curriculares das disciplinas com a metodologia
interdisciplinar como objeto pedagógico epistemológico, exigindo a concorrência de
campos diversos do conhecimento para sua elucidação.
Essa
abordagem
multidisciplinar deve avançar para uma relação recíproca entre os diversos
componentes disciplinares – a interdisciplinaridade – a fim de assegurar a conexão
entre os conteúdos estudados.
Compete ao professor-orientador, conforme regulamento do Estágio, planejar,
acompanhar e avaliar as atividades de estágio, esclarecer ao aluno estagiário sobre o processo
de avaliação do mesmo, manter contato com a escola-campo, analisar a documentação
comprobatória do aluno estagiário referente ao cumprimento do estágio, visitar e acompanhar
o aluno estagiário na escola-campo apresentando comprovante da atividade.
O professor-orientador do estágio deve ter disponibilidade de carga horária para
orientação no contra turno uma vez por semana e para acompanhar o aluno estagiário em suas
semi-regências e regências nos dois períodos conforme carga horária.
O Estágio Supervisionado requer a utilização de uma documentação específica
fundamental para o êxito desse processo. Essa documentação se resume basicamente em:
fichas de observação, semi-regência e regência, fichas de controle do desempenho do
estagiário, de freqüência e de avaliação dos planos de aula, os relatórios referentes a cada fase
do estágio e as declarações de participação em projetos de pesquisa, extensão e monitoria.
Toda essa documentação deverá ser reunida num portifólio com os Projetos didáticos –
pedagógicos realizados durante a semi-regência e regência e, ainda, os planos de aulas
referentes à última fase do Estágio.
A realização do estágio nas escolas deverá se realizar por meio de convênios
institucionais entre a Universidade e o sistema que recebe os estudantes e/ou por meio de
cartas de aceite. Os casos omissos nesse documento, serão resolvidos conforme
regulamentação e em Colegiado.
17 ATIVIDADE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (Licenciaturas)
As atividades práticas como componentes curriculares do curso de Letras de São Luís
de Montes Belos foram discutidas e aprovadas em Colegiado e constam em ata. Conforme
parâmetros legais, as práticas curriculares devem fazer parte da vida dos acadêmicos desde o
início do curso e se estenderem ao longo do processo formativo. Por meio dessas atividades,
são colocados em uso, no âmbito do ensino, os conhecimentos, as competências e as
habilidades adquiridas nas diversas atividades formativas que compõem o currículo do curso.
O objetivo maior das atividades práticas é colocar o acadêmico em atividade de
reflexão-ação-reflexão sobre os estudos, análises e pesquisas realizadas por exigências das
ementas das disciplinas. Assim, os professores e os acadêmicos membros do Colegiado do
curso discutiram e acordaram como práticas as seguintes atividades curriculares:
os seminários temáticos, realizados em sala de aula, referentes aos conteúdos de
55
formação;
as atividades de discussão e socialização dos conhecimentos adquiridos por meio
da pesquisa;
as pesquisas de campo realizadas para diagnosticar as necessidades e as
dificuldades de aprendizagem do aluno;
as práticas de leitura, discussão e socialização das idéias de textos selecionados
conforme bibliografia da disciplina;
os debates em grupo na sala de aula com apresentações orais;
a pesquisa bibliográfica para fundamentar problematizações e questões práticas
pertinentes ao processo de aprendizagem;
as aulas simuladas gerenciadas em sala de aula, para observação da prática
docente;
a análise de filmes para mostrar situações práticas de metodologias de ensino;
as oficinas de estruturação de textos realizadas em sala de aula como: estruturar
uma resenha crítica ou descritiva, um resumo, uma síntese, uma análise, um
artigo, um ensaio...
as oficinas de estruturação de textos dissertativos, narrativos e descritivos;
o desenvolvimento de Projeto didático-pedagógico em sala de aula;
A carga horária das atividades de prática curricular é correspondente à carga horária
de práticas das disciplinas conforme o estabelecido na Matriz curricular. E sua distribuição ao
longo do curso se faz conforme a distribuição dos conteúdos trabalhados nas disciplinas
durante os quatro bimestres do ano letivo.
18 O TRABALHO DE CURSO
O TC (Trabalho de Curso) é uma atividade realizada pelos alunos do Curso de Letras,
familiarizando-os com a produção de trabalho científico e preparando-os para a continuação
dos estudos. As escolhas das temáticas das atividades de estágio e do Trabalho de Curso
devem ser feitas conforme previsto na proposta dos eixos temáticos. Os espaços nas matrizes
são flexíveis, de modo que o aluno dedique-se aos Trabalhos de Curso e de Estágio.
O Trabalho de Curso é uma monografia elaborada sob orientação acadêmica seguindo
as regras que lhe são próprias, normatizadas pela ABNT. É finalidade do Trabalho de Curso, a
sistematização do conhecimento construído ao longo da formação e a capacitação do
acadêmico à iniciação científica, por meio da pesquisa e investigação de temas de interesse da
comunidade acadêmica e da sociedade.
O objetivo do Trabalho de Curso é fomentar o interesse do acadêmico pela pesquisa,
provocando-o a:
profundar teoricamente o conhecimento da sua área de formação;
dentificar
problemas,
desenvolvendo
o
interesse
para
a
investigação de suas causas e busca de soluções;
esenvolver competências e habilidades para a pesquisa científica;
apacitar-se para a elaboração de trabalhos científicos, observando
a correta elaboração dos mesmos, de acordo com as normas da
ABNT.
O Coordenador adjunto do TC (Trabalho de Curso) é indicado pelo coordenador do
curso após consulta ao Colegiado do Curso e nomeado pelo Diretor da Unidade. Esse será
indicado para um mandato de dois anos, renovável por mais dois anos, sendo ambos os
mandatos com aprovação do Colegiado. O coordenador do TC deve ter formação pertinente
com o curso e titulação mínima de mestre, competências e habilidades voltadas para a
pesquisa, metodologia do trabalho científico e para as normas técnicas
da Associação
Brasileira de Normas Técnicas, que se comprovarão a partir de sua formação e/ou atuação.
O coordenador de TC deverá organizar um encontro semanal com os professores –
orientadores e orientandos. A documentação dos encontros do professor-orientador e
orientando (ficha de freqüência) deverá ser entregue ao Coordenador de TC no final de cada
bimestre. A disciplina de Produção de Trabalho de Curso deverá ser ministrada pelo professor
coordenador de TC.
Quanto à elaboração do Trabalho de Curso, é importante que o mesmo tenha início a
partir do momento em que o acadêmico tenha clareza da linha de pesquisa e da temática que
deseja estudar. Oficialmente, o Projeto do Trabalho de Curso terá que ser feito e entregue ao
coordenador, no 3º ano, conforme previsto no Projeto Pedagógico do curso. O TC deverá ser
escrito individualmente ou em dupla.
57
Os casos de violação dos direitos autorais, caracterizada pelo plágio, ou seja, cópias de
publicações, sem menção dos autores, é considerada crime (Lei nº 9.610 de 1998, Art. 184 do
Código Penal). Os Trabalhos de Curso, nos quais forem comprovados o plágio, devem ser
recolhidos antes de irem para as bancas da apresentação e ser-lhe-á solicitado que sejam
realizadas as correções e adequações necessárias.
Nos casos em que o plágio só foi percebido na banca e nos casos em que as
adequações não forem possíveis, o acadêmico será reprovado com registro do ocorrido em
ata, contendo assinatura do orientador, quando constatado apenas pelo mesmo. Quando
constatado pela banca de apresentação, todos os membros da banca assinam a ata, ficando o
trabalho e a ata arquivados.
A apresentação do Trabalho de Curso será obrigatória e normatizada no manual de
TC, elaborado em cada curso da Unidade universitária e aprovado pelo Colegiado. A banca de
apresentação do TC terá que ser formada, no mínimo, pelo professor – orientador e um
examinador que pode ser da instituição ou convidado, sem ônus para a UEG, normatizado no
manual de TC de cada curso, em comum acordo entre o professor orientador e o orientando.
O leitor ou os leitores do Trabalho de Curso terá que atender aos seguintes requisitos:
possuir formação na área e ou atuação profissional de pesquisa;
possuir titulação mínima de mestre;
ter sido vinculado a uma instituição de Ensino Superior;
e
star vinculado ao quadro docente de uma instituição de Ensino
Superior e ou experiência profissional;
A avaliação do Trabalho de Curso será realizada por meio da banca de apresentação.
O conceito mínimo para obtenção de aprovação no Trabalho de Curso será a nota 70 (sete) ou
sua conceituação equivalente com registro em ata
e ficha de avaliação devidamente
preenchida e assinada pelos membros da banca. Caso o conceito varie de 50 (cinco) 6,9 (seis
vírgula nove), o trabalho deverá ser refeito nos pontos críticos e entregue à banca para uma
nova leitura, sem a necessidade de apresentação oral. O prazo de reorganização não poderá
ser superior a trinta dias. Caso o conceito seja inferior a 50 (cinco), ou conceituação
equivalente, o trabalho será reprovado e o aluno deverá refazê-lo e apresentá-lo ao final do
próximo ano letivo.
Não poderá colar grau e nem receber diploma de conclusão de curso o acadêmico que
não cumprir as normas da Regulamentação vigente e não obtiver aprovação no Trabalho de
Curso, conforme as regulamentações específicas. Os casos omissos não previstos no Projeto
Pedagógico do curso de Letras serão resolvidos pela Regulamentação do TC (Trabalho de
Curso), pela Coordenação Adjunta do TC, pelo professor orientador e, havendo necessidade,
pelo Colegiado do Curso.
19 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
A avaliação é um processo sistemático de coleta e análise de dados e informações para
tomada de decisão em função dos objetivos, dos critérios de qualidade e dos resultados
esperados por todos que compõem as atividades do Curso de Letras.
A avaliação, em primeiro lugar, é funcional porque realiza-se em função dos objetivos
propostos a partir de critérios pré-estabelecidos, sendo uma afirmação qualitativa sobre o
Curso de Letras. Em segundo lugar, ela deve estar pautada nos caracteres relevantes da
realidade, ou seja, apesar de ser uma afirmação qualitativa, não deve ser totalmente subjetiva;
é necessário que se desenvolvam critérios objetivos para registrar os “sinais” do curso,
permitindo assim a formação de um juízo de valor sobre o que está sendo avaliado. Em
terceiro lugar, a avaliação deve conduzir a uma tomada de decisão nem estanque e nem
pontual. Esta decisão deve ser um encaminhamento processual para que seja possível a
melhoria qualitativa da realidade avaliada do curso.
A avaliação do curso integra o processo cíclico do planejamento-avaliação-melhoria,
tendo em vista contribuir para a formação geral e profissional, preparando os alunos do
curso, para a convivência e para a participação na sociedade. A garantia desse processo de
avaliação e auto-avaliação dos atores da UEG se concretizará constantemente, pela
operacionalização de projetos de Avaliação interna da qualidade do curso. E para afirmar essa
garantia, o curso de Letras de São Luís de Montes Belos realizou o projeto AVALIAÇÃO E
AUTO_AVALIAÇÃO: a hermenêutica da prática pedagógica, do professor e do acadêmico.
A avaliação será sistemática, processual, formativa e contínua, considerando-se os
aspectos contidos no Capítulo V – Da Avaliação do Rendimento Escolar, Artigos 121 a 126
do Regimento Geral da Universidade.
Esta avaliação formativa deve desenvolver, como aspecto substantivo, os seus próprios
instrumentos, que vão desde o teste criterioso, descrevendo de modo analítico um nível de
aquisição ou de domínio, até à observação in loco dos métodos de trabalho, dos
procedimentos e dos processos intelectuais do aluno.
59
É importante lembrar que o diagnóstico será inútil se não for o ponto de partida para
uma ação apropriada em relação às necessidades identificadas. A avaliação formativa é
necessariamente acompanhada de uma intervenção que exige: a) adesão a uma visão
igualitarista na escola e ao princípio da educabilidade, acreditando que ela é possível para o
maior número de pessoas; b) o rompimento com a excessiva complexidade dos modelos da
avaliação formativa, tornando estes modelos mais simples e objetivos; c) a recusa à chamada
avaliação normativa que privilegia notas e redação de apreciações formais.
Quando a avaliação é formativa, nestes moldes acima descritos, ela se torna uma
dimensão do ato de ensinar e das situações didáticas. Isso significa que não pode ser pensada
até o fim, sem tomar como referência os saberes em questão e as opções didáticas do
professor.
Nesta concepção de avaliação, há que se considerar ainda: a) as relações entre
sociedade-família-escola; b) a organização das turmas e as possibilidades de individualização;
c) a didática e os métodos de ensino; d) o contrato didático, a relação pedagógica e o ofício do
aluno.
Alguns outros princípios devem ser observados nas práticas avaliativas. O primeiro
deles é que deve privilegiar aspectos qualitativos em relação aos quantitativos. Daí surge a
necessidade de uma avaliação que incorpore mecanismos de recuperação imediata, caso os
resultados, num primeiro momento, não sejam satisfatórios.
Outro princípio a ser observado é o de que a avaliação deve estar pautada numa lógica
prognóstica e não apenas classificatória. Quanto a isto, deve ser entendida como uma correção
de trajetória que se faz num processo contínuo, no qual os resultados obtidos sempre são
provisórios e registros de um determinado momento.
A avaliação deve ser cumulativa, proporcionando oportunidades para a retomada
daqueles aspectos que porventura não alcançaram os objetivos propostos. Neste sentido, a
avaliação compõe um par dialético com os objetivos da ação pedagógica, pois ela somente
tem sentido se contiver parâmetros das finalidades pré-definidas no planejamento
educacional.
Avaliar, portanto, é privilegiar um modo de estar em sala de aula e no mundo e, nesta
perspectiva formativa, não deve parecer uma tarefa suplementar; ela é um desdobramento da
concepção crítico-reflexiva do fazer educativo. A avaliação não deve limitar as capacidades
humanas, mas deve estar a serviço da emancipação do ser humano e do seu desenvolvimento
contínuo.
19.1 Avaliação da aprendizagem
A avaliação do processo de aprendizagem é feita de forma contínua no decorrer do
bimestre por meio de atividades como elaboração de textos científicos como artigos, ensaios;
seminários temáticos, apresentações orais, atividades de análises, de sínteses, resenhas,
resumos, esquemas e estruturação de textos de opinião.
Conforme o que estabelece o Regimento Interno, as avaliações bimestrais são efetivadas
de acordo com o planejamento dos professores e alunos, não podendo ser utilizadas menos de
duas atividades que devem envolver teoria e prática.
19.2 Avaliação do Curso
Na UnU – São Luís de Montes Belos, há uma coordenação de Avaliação Institucional,
que é composta por representantes do corpo docente, do corpo discente e do corpo técnicoadministrativo das Unidades Universitárias. Esta comissão é responsável em fazer o
levantamento e o diagnóstico das condições didáticas, pedagógicas e administrativas, em que
cada Unidade Universitária oferece seus cursos. Além desta Comissão Central de Avaliação, a
Unidade Universitária dispõe de comissões internas responsáveis em pensar a avaliação da
Instituição na comunidade.
O Curso de Letras, através do seu colegiado, avalia todas as suas atividades,
desenvolvidas bimestralmente, e sugere uma nova postura diante dos pontos fracos
encontrados. Além disso, a cada avaliação faz-se um novo re-planejamento das atividades
acadêmicas do ano.
No âmbito externo, o Curso também é avaliado pelo MEC através do Sistema
Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES) – e pela organização da Estrutura da
Unidade, a qualidade de operacionalização do Projeto Pedagógico do Curso e a Qualificação
do Corpo Docente.
19.3 Núcleo de Avaliação Institucional (NAI)
Embora a Coordenação do Núcleo de Avaliação Institucional não seja previsto no
Regimento Interno, e não ter sido reconhecido pela Administração Central da UEG como
função remunerada, a UnU já desenvolvia esta atividade desde 2000. A função era assumida
por voluntário escolhido em Congregação. Embora o NAI coordenasse algum trabalho de
61
avaliação institucional durante o ano letivo, as atividades do NAI se concentravam mais nos
finais de semestres e anos letivos. Como a função era assumida de forma voluntária, esta
poderia ter o auxílio de colaboradores para o desenvolvimento das atividades de autoavaliação institucional.
Em 2005, sob a orientação e coordenação da Comissão da Assessoria de Avaliação
Institucional da UEG (CAAI), o NAI de São Luis de Montes Belos foi revitalizado, e passou a
existir institucionalmente. Na ocasião, coube à UnU a responsabilidade de indicação de dois
membros (preferencialmente docentes com alguma experiência em pesquisa) para o NAI que,
posteriormente foram nomeados pela Reitoria por meio de Portaria. Os membros do NAI
passaram a ter o direito de 10 (dez) horas-aulas exclusivas para o desenvolvimento das
atividades de planejamento e pesquisa em avaliação institucional.
As atribuições dos membros do NAI foram definidas na Portaria 147/2005, que prevê
também a permanência no cargo por no mínimo 03 (três) anos e exigência de participar do
Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Avaliação Institucional entre 2005 e 2006.
19.4 Periodicidade das avaliações
A avaliação é realizada bimestralmente, pelo Colegiado do Curso; semestralmente,
através da Comissão de Avaliação Institucional; anualmente, no mês de julho de cada ano,
pelo MEC; trienalmente,
para renovação do Reconhecimento do Curso, pelo Conselho
Estadual de Educação.
19.5 Mecanismos de Avaliação
Os mecanismos de avaliação externa são feitos de forma sistêmica, de modo que se
possa perceber como está a qualidade e a operacionalização do curso, junto à comunidade em
que está sendo oferecido. Além dos dados de qualificação, há também a necessidade de se
mensurar, através de eventos realizados pelo curso, a aceitação e a participação da
comunidade junto ao próprio evento. Estes eventos servem de termômetro para sentir o grau
de satisfação da comunidade para com o curso.
Um outro processo, que se utiliza para avaliar o curso junto à comunidade, são os
conceitos obtidos pelo SINAES, realizado pelo MEC de três em três os anos.
20 ESTRUTURA CURRICULAR
A estruturação e a organização do Projeto Pedagógico do Curso de Letras, das Unidades Universitária da UEG, constará das seguintes
áreas seus respectivos nomes e tempos, do eixo comum da “Área de formação de um sistema de referência para análise e ação crítica” e da
“Área de formação pedagógica docente”. As disciplinas destas áreas de formação perpassam as diferentes áreas específicas do conhecimento e
definem a natureza pedagógica da atuação profissional do professor de Letras. Busca-se assim, dar unidade e organicidade ao processo de
formação, possibilitando a construção da identidade própria ao profissional de Letras da UEG.
CURRÍCULO BÁSICO
Área de formação de um sistema de
referências para análise e ação
crítica
Área de formação pedagógica
docente
Área de formação, de investigação e
de prática profissional
DISCIPLINAS
TOTAL
165 h/a
Disciplinas
Do eixo comum das
licenciaturas
•
•
•
Fundamentos da Educação
Filosofia
Libras
•
•
•
•
•
Políticas Educacionais
Psicologia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem
Didática
Produção de texto técnico-científico
Novas tecnologias em Educação
•
Prática profissional dos conteúdos das áreas de estudo das disciplinas
190 h/a
específicas
prática
de ensino específico
Oficinas e atividades desenvolvidas em sala de aula, como práxis das
concepções teóricas
•
330 h/a
disciplinas pedagógicas
comuns às licenciaturas
•
Estágio Supervisionado proporcionando conhecimento in loco das
escolas e de seu funcionamento; concepção, construção e gestão de
situações de ensino-aprendizagem; reflexão sobre a prática docente
observada e exercida; trabalho pedagógico final.
400 h/a
estágio supervisionado
Currículo de Aprofundamento e
Ampliação:
•
construídas em nível de pesquisa com a elaboração própria, podendo
200 h/a
ser: participação em projeto de pesquisa, de extensão, de cultura, de
atividades acadêmicas,
artes e extramurais; participação em grupos de estudo; estudos
científicas e culturais
mediatizados pelos veículos de informação, tais como revistas,
internet, periódicos, jornais, televisão; monitoria.
•
trata de ofertas curriculares organizadas para um tempo e um espaço
específicos; corresponde aos conteúdos culturais e científicos; oferta
de disciplinas optativas, dentre as quais o aluno deve fazer opção por
uma delas, e a mesma deve ter correspondência com a área de
atuação e formação do discente; poderão ser disciplinas do eixo de
formação ou de outros cursos afins
compreende o domínio dos conhecimentos específicos e do currículo
da Educação Básica, relacionados à área de atuação, bem como ao
modo de ensinar esses conhecimentos, traduzidos nas disciplinas de
conteúdos específicos das áreas de estudo
a)Oferta optativa curricular
b)Experiências pedagógicas;
c)Participação em eventos científicos
Área de formação específica
20.1 ATIVIDADES
•
55 h/a Disciplinas Optativas
1.475 h/a
Disciplinas Específicas
As atividades deste Projeto Pedagógico são organizadas observando as seguintes áreas:
20.1.1. prática – conhecimento/intervenção, elaboração e comunicação.
20.1.2 partilhada e coletiva - interdisciplinar x disciplinar, aprofundamento e ampliação do conhecimento;
20.1.3. independente – o aluno direciona seus estudos.
Observando os conteúdos presentes nas áreas propostas, serão desenvolvidas em diferentes modalidades, explicitadas a seguir:
20.1.3.1 Disciplinas
•
•
Pré-estabelecidas de caráter obrigatório para os estudantes;
Flexíveis - organizadas em núcleos temáticos para determinado espaço de tempo e grupo de alunos.
20.1.3.2 Jornadas científicas estudantis
•
organizadas pelo Colegiado do Curso de Letras da UEG, consistem na comunicação do Trabalho de Curso e da prática. Estas
atividades permitem a articulação, o entrosamento e a troca de experiências entre as UnUs da UEG e desenvolvem nos alunos a
vivência científica. Os trabalhos apresentados serão publicados em cadernos ou revistas criados para este fim.
20.1.3.3 Simpósios temáticos
•
os simpósios temáticos contemplam temas interdisciplinares, apresentados pelos alunos e professores como resultado de estudos e
pesquisas desenvolvidos ao longo de cada semestre ou ano letivo.
•
os grupos de estudo compreendem a participação em trabalhos e programas de iniciação científica, eventos de extensão, com natureza
de comunicação, palestras e conferências organizadas pelas próprias UnUs.
20.1.3.4 Oficinas
• a oferta de conteúdos de natureza instrumental, favorecendo a integração da teoria com a prática e a articulação dos diferentes
conhecimentos específicos e pedagógicos. Oferecidas aos alunos e/ou por eles desenvolvidas internamente na unidade universitária ou
em escolas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
20.1.3.5 Investigações colaborativas
• compreendem a investigação de temáticas definidas por grupo da comunidade ligado à área da educação em cooperação com docentes
e discentes da UnU, que se responsabilizam pelo desenvolvimento do trabalho.
20.1.4 Atividades independentes
• será requisito dentro das atividades de integralização curricular para conclusão do curso de Letras, componentes optativos de escolha
do aluno, pesquisa em projetos nos quais o aluno poderá optar pelo aprofundamento de estudos relacionados com o campo do saber
pertinente à sua formação. As atividades independentes desenvolvidas pelos alunos do Curso de Letras podem ocorrer de forma
interna e externa da UnU e da UEG:
o internas - através de matrículas em disciplinas afins à área de formação oferecidas em outros cursos que não o curso de
origem, e/ou disciplinas temáticas oferecidas pelas coordenações de curso. Compreendem ainda, a participação em projetos
coletivos de estudo, programas de extensão e iniciação científica e outras atividades reconhecidas e normatizadas pelas UnU;
o externas - significa que podem ser reconhecidas as atividades relacionadas ao seu curso, desenvolvidas pelos alunos em
instituições de ensino exteriores à UEG.
Para efeito de integralização das atividades complementares, no currículo do aluno, faz-se necessário que sejam avaliadas e aprovadas
pelo colegiado do curso. Portanto, é indispensável que as UnUs normatizem e estabeleçam critérios a serem incorporados no currículo, atentando
para o estabelecido na Resolução n.º 002, do Conselho Nacional de Educação, que trata das diretrizes para a formação de professores.
21 MATRIZ CURRICULAR
20.1 MATRIZ CURRICULAR UNIFICADA DO CURSO DE LETRAS
Curso
Letras Português/Inglês
Modalidade:
Licenciatura
Integralização do Curso:
mínimo: 04 (quatro) anos
máximo: 06 (seis) anos
Carga-Horária Total do Curso:
3240 horas
Regime:
Seriado Anual
Turno:
matutino
Vagas
40
Início de vigência:
2009
Ano
Conteúdo de Formação
Componentes Curriculares
CHS
CH - Anual
CHT
Prática
Língua Portuguesa I
4
100
10
110
Língua Inglesa I
4
100
10
110
Lingüística I
2
50
05
55
Prática
Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa I
2
25
30
55
Básica
Libras
2
50
05
55
Produção de Texto Técnico-Científico
2
30
25
55
Teoria Literária
4
100
10
110
Filosofia
2
55
-
55
Fundamentos da Educação
2
50
5
55
Atividades Acadêmico-científico-culturais
-
-
-
50
24
560
Básica
1º
Teórica
Pedagogica
ANO
Básica
Quantitativa
Complementar
CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO
Ano
Período/Eixos
Componentes Curriculares
CHS
710
100
CH - Anual
CHT
Teórica
Prática
Língua Portuguesa II
4
100
10
110
Língua Inglesa II
4
100
10
110
2º
ANO
Básica
Lingüística II
2
50
05
55
Língua Latina
2
55
-
55
Prática
Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa II
2
25
30
55
Básica
Literatura Portuguesa I
2
45
10
55
Literatura Brasileira I
2
45
10
55
2
50
05
55
Didática
2
45
10
55
Novas Tecnologias em Educação
2
45
10
55
Atividades Acadêmico-científico-culturais
-
-
-
50
24
560
100
710
Psicologia da Educação: Desenvolvimento e
Aprendizagem I
Pedagógica
Complementar
CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO
Ano
3º
ANO
Conteúdo de Formação
Componentes Curriculares
CHS
CHT
CH - Anual
Teórica
Prática
Língua Portuguesa III
4
100
10
110
Língua Inglesa III
4
100
10
110
Lingüística III
2
45
10
55
Literatura Portuguesa II
2
45
10
55
Básica
Prática
Literatura Brasileira II
2
45
10
55
Produção de Trabalho de Curso
2
25
30
55
2
45
10
55
2
45
10
55
2
55
*
55
2
55
*
55
-
-
-
100
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa I
-
-
-
100
Atividades Acadêmico-científico-culturais
-
-
-
50
24
560
100
910
Psicologia da Educação: Desenvolvimento e
Pedagógica
Aprendizagem II
Políticas Educacionais
Orientações para o Estágio Supervisionado de
Língua Portuguesa e Literaturas I
Orientações para o Estágio Supervisionado de
Prática
Língua Inglesa I
Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e
Literaturas I
Complementar
CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO
Ano
Conteúdo de Formação
Componentes Curriculares
CHS
CH - Anual
CHT
Teórica
Prática
Básica
Língua Portuguesa IV
4
95
15
110
Básica
Língua Inglesa IV
4
95
15
110
4º
ANO
110
Básica
Literatura Brasileira III
4
100
10
Básica
Literaturas de Língua Inglesa
4
100
10
2
20
35
55
2
55
*
55
2
55
*
Disciplina Optativa
2
40
15
55
Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa II
-
-
-
100
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa II
-
-
-
100
Atividades Acadêmico-científico-culturais
-
-
-
50
24
560
100
Laboratório de Comunicação Escrita em Língua
Prática
Inglesa
Orientações para o Estágio Supervisionado de
Prática
Língua Portuguesa e Literaturas II
Orientações para o Estágio Supervisionado de
Prática
Complementar
Prática
Complementar
Língua Inglesa II
CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO
Carga Horária Total de Teoria
110
55
910
2240
400
Carga Horária Total da Prática Pedagógica
400
Carga Horária Total do Estágio
200
Carga Horária Total das Atividades Complementares
3240
Carga Horária Total do Curso
Apresentar forma de escolha da disciplina optativa.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Conteúdo de Formação
Componentes Curriculares
CHS
CH - Anual
CHT
Teórica
Prática
Complementar
Literatura Africana de Língua Portugusa
2
40
15
55
Complementar
História da Língua Inglesa
2
40
15
55
Complementar
Metodologia da Pesquisa
2
40
15
55
Complementar
Correntes da Crítica Literária Contemporânea
2
40
15
55
Complementar
Tópicos em Lingüística
2
40
15
55
Complementar
Literatura Goiana
2
40
15
55
Complementar
Literatura infantil e juvenil
2
40
15
55
Complementar
Produção e Revisão de Texto
2
40
15
55
Complementar
Espanhol Instrumental
2
40
15
55
Complementar
Literatura Comparada
2
40
15
55
Abordagens e Metodologias para o Ensino de
Complementar
40
15
2
40
15
55
Língua Estrangeira
Abordagens e Metodologias para o Ensino de
Complementar
2
55
Língua Portuguesa
Complementar
Cultura Brasileira
2
40
15
55
Complementar
Disciplinas de Outros Cursos
2
40
15
55
Complementar
Disciplinas de Outras Unidades
2
40
15
55
22 DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA DAS ÁREAS E ATIVIDADES
22.1 Áreas de formação e atividades de aprofundamento
A formação do professor de Letras tem como foco a identidade profissional do
intelectual crítico-reflexivo e uma estrutura curricular composta por dois eixos que se
desenvolvem em concomitância e ao longo do curso: a) Currículo básico e b) Currículo de
aprofundamento e ampliação.
22.2 O currículo básico e sua formação
22.2.1 Área de formação de um sistema de referência para análise e ação
crítica – compreende estudos históricos, sociais, pedagógicos e lingüísticos
traduzidos nas disciplinas:
•
Fund
amentos da Educação
•
Filos
ofia
•
Libra
s
22.2.2 Área de formação pedagógica docente – compreende os conhecimentos
diretamente relacionados com o exercício de professor do campo de Letras e de
ensino-aprendizagem, traduzida nas disciplinas:
•
Políti
cas Educacionais
•
Psico
logia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem
•
Didá
tica
•
Prod
ução de Texto Técnico Científico
•
Nova
s Tecnologias em Educação
22.2.3 Área de formação específica – compreende o domínio dos conhecimentos
específicos e do currículo da Educação Básica, relacionados à área de Língua
Portuguesa, Língua Inglesa e Literaturas (Brasileira, Afro-Brasileira, Portuguesa e
de Língua Inglesa), bem como, ao modo de ensinar esses conhecimentos,
traduzidos nas seguintes disciplinas:
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
Língua Latina
Lingüística
Literatura Portuguesa
Literatura Brasileira
Literaturas de Língua Inglesa
Teoria Literária
Literatura Africana de Língua Brasileira
22.2.4 Área de formação, de investigação e de prática profissional –
compreende os processos, os métodos de investigação, o reconhecimento e o
exercício in locu da prática profissional, traduzidos nas disciplinas:
22.2.5 Pesquisa através de trabalho de curso: Produção de Trabalho de Curso,
além dos trabalhos de investigação como princípio formativo, que serão realizados
ao longo do curso na prática de ensino.
22.2.6 Estágio Supervisionado: proporcionado por meio do conhecimento in loco
das escolas e de seu funcionamento; da concepção, da construção e da gestão de
situações de ensino – aprendizagem; do trabalho pedagógico final e da reflexão
sobre a prática docente observada e exercida pelas disciplinas:
• Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa
•
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa
22.2.7 Prática profissional dos conteúdos das áreas de estudo – oferecido por
meio da prática dos conteúdos das disciplinas específicas; de oficinas e atividades
desenvolvidas em sala de aula, como práxis das concepções teóricas e das práticas
nas disciplinas de:
• Prática de Inglês: oral e escrita; Língua Inglesa I a IV
•
Língua Portuguesa, Língua Latina, Lingüística.
•
Literatura Portuguesa, Literatura Brasileira, Literaturas de
Língua Inglesa e Teoria Literária.
22.3 Currículo de Aprofundamento e Ampliação
Tem um caráter reflexivo que contempla a possibilidade de opções de escolha
pelos alunos, proporcionando tempo para leitura, para pesquisa e para outras atividades
acadêmicas, observando outras modalidades de ensino-aprendizagem em sua estruturação.
22.3.1 Oferta optativa curricular – trata de ofertas curriculares organizadas para
um tempo e um espaço específicos; corresponde aos conteúdos culturais e
científicos; ao oferecimento de disciplinas optativas, dentre as quais o aluno deve
fazer opção por uma delas. A disciplina escolhida deve ter correspondência com a
área de atuação e formação do aluno, podendo ser disciplinas do eixo de formação
ou de outros eixos, de cursos afins, e podem ser oferecidas anualmente ou
semestralmente para dar maior flexibilidade ao currículo:
•
Abordagens e Metodologias para o Ensino de Língua
Estrangeira
•
Abordagens e Metodologias para o Ensino de Língua
Portuguesa
•
Produção e Revisão de Texto
•
Espanhol Instrumental
•
Literatura Comparada
•
Literatura Goiana
•
Literatura Africana de Língua Portuguesa
•
Literatura Infantil e Juvenil
•
Tópicos de Lingüística
•
Correntes da Crítica Literária Contemporânea
•
Tópicos de Literaturas de Língua Inglesa
•
Lingüística Aplicada
•
utras
opções
de
Disciplina
Optativa,
conforme necessidade das Unidades
•
Disciplinas de outros cursos
•
Disciplinas de outras Unidades
22.3.2
Experiências pedagógicas – construídas em nível de pesquisa com
elaboração própria, podendo ser:
-
participação em projeto de pesquisa, de extensão, de cultura, de
artes e extramurais;
-
participação em grupos de estudo;
-
estudos mediatizados pelos veículos de informação, tais como
revistas, internet, periódicos, jornais, televisão...
-
monitoria.
A formação de grupos de estudos interdisciplinares e intracoordenações com
participação de acadêmicos terá como finalidade o aprofundamento e a interação das áreas de
conhecimento, estudando os principais autores e modelos teóricos que oferecem uma
investigação da realidade. Estes grupos proporcionarão a operacionalização da leitura
contextualizada, crítica e aprofundada, atividade nem sempre possível, na heterogeneidade
das ações em sala de aula.
Serão realizados no início de cada atividade letiva, programas e cursos de formação e
atualização dos professores de Letras, abordando principalmente as correntes do pensamento,
a metodologia do trabalho acadêmico e científico e o aperfeiçoamento em Língua Portuguesa,
Língua Inglesa e Literaturas, voltados aos professores e aos alunos.
22.3.3 Participação em eventos científicos – será normatizada pelo Colegiado do
curso conforme determina a Resolução 002/02, do Conselho Nacional de Educação.
22.4 Carga horária regulamentada nas diretrizes curriculares nacionais
Considerando o Artigo 47 da Lei 9.394/96, em que o ano letivo regular determina
cumprir no mínimo 200 (duzentos) dias letivos anuais, com 4 (quatro) horas em média de
atividade diária, o Curso de Letras, terá uma duração de 4 (quatro) anos com a carga horária
de no mínimo 3.240 (três mil duzentos e quarenta horas) horas, sendo que 2.240 (duas mil,
duzentos e quarenta) horas/relógio serão destinadas às atividades acadêmicas das disciplinas
específicas do Curso, ou seja, carga horária total de teoria. 400 (quatrocentas) horas/relógio
serão destinadas às disciplinas de práticas pedagógicas. 400 (quatrocentas) horas/aula para
Estágio Supervisionado - sendo 200 (duzentas) de
Estágio Supervisionado de Língua
Portuguesa e 200 (duzentas) horas/aula de Língua Inglesa - e 200 (duzentas) horas/aula de
atividades complementares, de acordo com as Diretrizes Curriculares para a Formação de
Professores.
A carga horária destinada para o Curso de Letras é a seguinte:
Á CARGA HORÁRIA
R
E
A
T
e
o
r
i
a
2.240 h
P
r
á
t
i
c
a
P
e
d
a
g
ó
g
i
c
a
400 h
E
s
t
á
g
i
o
S
u
p
e
r
v
i
s
i
o
n
a
d
o
400 h
A
t
i
v
i
d
a
d
e
s
c
o
m
p
l
e
m
e
n
t
a
r
e
s
200 h
T
3.240 h
o
t
a
l
d
e
H
o
r
a
s
d
o
c
u
r
s
o
22.5 Eixos Temáticos
Os eixos temáticos são organizados a partir das várias áreas de conhecimento que dão
sustentação aos estudos sobre Educação, tanto do ponto de vista teórico, quanto no que se
refere às questões práticas que envolvem o futuro profissional formado pelo curso de Letras.
a) EIXO TEMÁTICO DA 1ª SÉRIE: O PAPEL DA
PESQUISA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR
OBJETIVO: Analisar teoricamente o papel da pesquisa na formação e na atuação do
professor de Língua Portuguesa e Inglesa, utilizando para isto a pesquisa bibliográfica e
produzindo uma resenha, devendo ser capaz também de apresentar os resultados da
investigação através dos recursos das Novas Tecnologias da Comunicação e da Informação
(NTCI).
Disciplina responsável pela articulação: Produção de texto técnico-científico.
Habilidades que deverão ser desenvolvidas:
•
Utilizar as NTCIs e compreender sua formação profissional como processo contínuo,
autônomo, permanente, articulado na pesquisa e na extensão.
•
Dominar o uso da Língua Portuguesa e Inglesa nas suas manifestações orais e escritas,
emtermos de recepção e produção de textos;
•
Refletir criticamente sobre termos e questões relativas aos conhecimentos lingüísticos
e literários;
•
Refletir teoricamente sobre a linguagem e atuar interdisciplinarmente em áreas afins.
•
buscar, selecionar, sintetizar e transmitir a informação
b) EIXO TEMÁTICO DA 2ª SÉRIE: ASPECTOS DO
PROCESSO
ENSINO/APRENDIZAGEM
NO
CONTEXTO ESCOLAR
OBJETIVO: Refletir os aspectos subjetivos das interações existentes no processo de
ensino/aprendizagem no contexto escolar utilizando os conhecimentos sobre a linguagem
enquanto fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico
que permeiam estas interações, sendo capaz de produzir um relatório como forma de registro
do trabalho de pesquisa, devendo ser organizado um seminário para apresentação dos
resultados do trabalho.
Disciplina responsável pela articulação: Didática
•
Habilidades que deverão ser desenvolvidas:
refletir analítica e criticamente sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
•
posicionar criticamente diante das perspectivas teóricas adotadas nas investigações
lingüísticas e literárias, que fundamentam sua formação profissional;
•
refletir teoricamente sobre a linguagem e estar apto a atuar interdisciplinarmente;
•
adotar atitude crítica, responsável e comprometida com a elevação da humanização de
todos os seres humanos os quais tem oportunidade de interagir.
•
Comunicar-se com seus pares e com um público em geral.
c) EIXO TEMÁTICO DA 3ª SÉRIE: ASPECTOS
HISTÓRICOS, SÓCIO-CULTURAIS E
IDEOLÓGICOS DO ENSINO DE LÍNGUA E
LITERATURA
OBJETIVO: Produzir artigos científicos sobre os aspectos históricos, sócio-culturais e
ideológicos do ensino de Línguas e Literaturas, de modo a contribuir para a superação de
problemas encontrados na aprendizagem das Línguas e das Literaturas nas escolas campo.
Disciplina responsável pela articulação: Estágio Supervisionado
Habilidades que deverão ser desenvolvidas:
•
refletir teoricamente sobre a linguagem e estar apto a atuar interdisciplinarmente;
•
dominar as abordagens metodológicas para o ensino de Línguas que permitam a
transposição didática dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino da
Educação Básica.
•
refletir analítica e criticamente sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
•
Identificar diferentes contextos interculturais no qual os estudantes estão imersos e
devendo saber intervir de modo a garantir a aprendizagem se todos que procuram a
escola;
•
Comprometer-se com a aprendizagem de todos os estudantes que procuram a escola;
•
Comunicar-se com seus pares e com um público em geral.
•
Exercer papel catalisador do processo educativo, possibilitando a articulação dos
sujeitos escolares entre si com os movimentos socioculturais da comunidade em geral,
assim como contribuir com a construção e organização coletiva de sua categoria
profissional
•
Ser capaz de estabelecer um diálogo entre sua área de atuação e as demais áreas do
conhecimento – das ciências humanas e sociais, da natureza e das tecnologias-,
relacionando o conhecimento científico e a realidade social, conduzindo e
aprimorando suas práticas educativas e propiciando aos seus estudantes a percepção
da abrangência dessas relações.
•
Exercer papel catalisador do processo educativo, possibilitando a articulação dos
sujeitos escolares entre si com os movimentos socioculturais da comunidade em geral,
assim como contribuir com a construção e organização coletiva de sua categoria
profissional
d) EIXO TEMÁTICO DA 4ª SÉRIE E DO TC: DESAFIOS
E PERSPECTIVAS DA PRÁTICA DOCENTE E DA
PESQUISA EM LÍNGUA E LITERATURA
OBJETIVOS: Identificar, analisar e propor soluções para os desafios e perspectivas da
prática docente e estimular a produção de pesquisas acadêmicas na área dos Estudos
Lingüísticos e/ou Literários de modo a preparar o futuro profissional para o exercício pleno de
suas funções na Educação. Como resultado de tal estudo, será produzida uma Monografia a
ser apresentada em evento acadêmico.
Disciplina responsável pela articulação: Produção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Habilidades que deverão ser desenvolvidas:
•
Conscientização, do futuro profissional em Letras, sobre sua área de atuação e sobre a
importância da pesquisa como elemento norteador das ações práticas em sala de aula,
com vistas à melhoria efetiva da qualidade de ensino na Educação Básica.
•
Reflexão sobre a importância do conhecimento dos conteúdos básicos, que são objeto
dos processos de ensino/aprendizagem no ensino fundamental (anos finais) e médio;
•
Compreensão das abordagens e metodologias para o ensino de línguas, de modo a
permitir a transposição dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino
•
Preparo profissional atualizado de acordo com a dinâmica da sociedade e do mundo
do trabalho;
•
Utilizar as NTCI e compreender sua formação profissional como processo contínuo,
autônomo, permanente, articulado na pesquisa.
•
Capacidade crítica sobre os temas e questões relativas aos conhecimentos lingüísticos
e literários, que fundamentam sua formação profissional.
•
Identificar problemas sócio-culturais e educacionais propondo respostas criativas às
questões da qualidade do ensino e medidas que visem superar a exclusão social
•
Exercer papel catalisador do processo educativo, possibilitando a articulação dos
sujeitos escolares entre si com os movimentos socioculturais da comunidade em geral,
assim como contribuir com a construção e organização coletiva de sua categoria
profissional.
Portanto, neste documento, a Estruturação da Matriz Curricular do Curso de Letras foi
estabelecida a partir dos objetivos de cada série do curso, como instrumentos de integração
dos programas das disciplinas, frente ao profissional que queremos formar. O resultado dessa
formação será observado como critério de avaliação. Na formação do professor
multidisciplinar, o currículo contempla, de forma sólida, os conteúdos que serão objetos de
ensino. Os professores das disciplinas que compõem o currículo terão formação no conteúdo
específico e na área pedagógica.
23 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
1º ANO
LÍNGUA PORTUGUESA I
Ano
Componente
Letivo
Curricular
1º ano Língua Portuguesa I
Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária
Total
Prática
Semanal
Teórica
04
100
10
110
EMENTA: Texto e textualidade: elementos de coesão e coerência textuais tendo em vista a
produção textual. Tipologia dos textos e gêneros textuais. Mecanismos de organização
textual. Efeitos de sentido provocados pelas diferentes construções gramaticais. Prática de
leitura e produção de textos.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ANTUNES, Irandé. Lutar com as palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Prática de texto para estudantes
universitários. Petrópolis: Vozes, 2001.
GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas,
1969.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília. Resenha. São
Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília. Resumo. São
Paulo: Parábola Editorial, 2006.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília. Planejar textos
acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São
Paulo: Cortez, 2001.
COMPLEMENTAR
BEAUGRANDE, Robert-Alain de; DRESSLER, Wolfgang Ulrich.
Introduction to text
linguistics. New York: Longman, 1981.
DOLZ, Joaquim; SCHENEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas:
Mercado de Letras, 2004.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
GALVES, C. et al. (orgs.). Leitura e escrita. Campinas: Pontes, 1989.
KARWORSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, B; BRITO, K S (orgs.) Gêneros textuais:
reflexões e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.
KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Introdução à lingüística textual: trajetórias e grandes
temas. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
KOCH, Ingedore Villaça e TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo:
Contexto, 1990.
MARCUSCHI, Luiz. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
LÍNGUA INGLESA I
Ano
Componente
Carga Horária
Letivo
Curicular
Semanal
1º ano
Língua Inglesa I
04
Carga Horária Carga Horária Carga Horária
Total
Teórica l
Prática
100
10
110
EMENTA: Competência (meta) linguístico-comunicativa na língua inglesa através da
aquisição
de
funções
da
linguagem
nas
quatro
habilidades
(ouvir,
falar,
ler,
escrever).Introdução à Fonética e Fonologia.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
AVERY, P. & ERLICH, S. Teaching american english pronunciation. Oxford, V. Press, 1992.
RICCHARDS, jack C. New Interchamge – Intro. Cambridge University Press.
FISHER, Peter. NTC vocabulary builder. Red book. Illinouis, 1992.
_____. NTC vocabulary builder. Yellow book. Illinouis, 1992.
PASSWORD. English dictionary for speakers of portuguese. Martins Fontes, 1999.
KIMBROUGH, V. & FRANKET, Irene. Gateways book 1 and book 2. Oxford.
COMPLEMENTARES
JONES, Leo. Let’s talk: speaking and listening for beginner students. Cambridge: Cambridge
University Press, 1996.
LOCK, Graham. Functional english grammar: introduction for second language teachers and
learners. Cambridge University Press, 1996.
LEE, Linda. Transitions. Book 1 and book 2. Oxford.
MACMILLAN ENGLISH DICTIONARY. For advanced learners of american and british
english.
OXFORD STUDENTS DICTIONARY OF ENGLISH: Elementary to intermediate level.
Oxford.
SEAL, Bernard. American vocabulary builder 1. Longman, 1990.
_____. American vocabulary builder 2. Longman, 1990.
LINGUÍSTICA I
Ano Letivo
1º ano
Componente Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Total
Curricular
Semanal
teórica
Prática
Lingüística I
02
50
05
55
EMENTA: A Lingüística e seus objetos de estudo: língua, linguagem, texto e discurso.
Abordagens científicas da linguagem. As concepções de linguagem segundo abordagens
formalistas e funcionalistas. A comunicação humana. A teoria dos signos. A competência
lingüística.
REFERÊNCIAS
BÁSICA:
FIORIN, José Luiz. (org.) Introdução à lingüística. Vol. I e II. São Paulo: Contexto, 2002.
JAKOBSON, Roman. Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1992.
MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina. Introdução à lingüística: domínios e
fronteiras. V.1 e V.II, São Paulo: Cortez, 2001.
NEVES, Mª Helena de Moura. A gramática funcional. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
SAUSSURE, Ferdinand. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1989.
COMPLEMENTAR:
BENVENISTE, Émile. Problemas de lingüística geral I. 3ª Ed. Campinas, São Paulo: Pontes,
1991.
_____. Problemas de lingüística geral II. Campinas, São Paulo: Pontes, 1989.
CABRAL, Leonor Scliar. Introdução à lingüística. Porto Alegre: Globo, 1982.
CARVALHO, C. de. Para compreender Saussure. Petrópolis: Vozes, 2000.
CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de Análise do
Discurso. São Paulo: Contexto, 2004.
CRYSTAL, David. Dicionário de lingüística e fonética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.
DUBOIS, Jean et alii. Dicionário de lingüística. 1999.
DUCROT, Oswald & TODOROV, T. Dicionário enciclopédico das ciências da linguagem.
São Paulo: Perspectiva, 1972.
LYONS, John. Linguagem e lingüística: uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
_______. Introdução à lingüística teórica. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1979.
MARTINET, André. Elementos de lingüística geral. 4. ed. Lisboa: Sá da Costa, 1972.
RAPOSO, Eduardo. Teoria da Gramática: a faculdade da linguagem. Lisboa: Editorial
Caminho, 1992.
SAUSSURE, Ferdinand de. Escritos de Lingüística Geral. (Orgs. Simon Bouquet e Rudolf
Engler) São Paulo: Cultrix, 2004.
LABORATÓRIO DE PRÁTICA ORAL EM LÍNGUA INGLESA I
Ano Letivo
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Curricular
Semanal
Teórica
Pratica
Total
02
25
30
Laboratório de
Prática Oral em
1º ano
Língua Inglesa
55
I
EMENTA: Situações pratico-discursivas da língua inglesa para o desenvolvimento das
habilidades áudio-orais, enfatizando estruturas léxico-gramaticais de nível intermediário e
aspectos sócio-culturais e interculturais das comunidades falantes da língua inglesa.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
BIBER, D. S. S. Johansson et al. Longman grammar spoken and written english. London:
Longman, 1999.
NOLASCO, Rob & ARTHUR, Lois. Conversation. Oxford: Oxford University Press, 1996.
MARTINEZ, Ron. Conversation lessons.Hove: LTP, 1997.
* Ficará a criterio do professor a seleção da bibliografia complementar, que deveráconstar no
programa anual do curso.
LIBRAS
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Pratica
Total
02
50
05
1º ano Libras
55
EMENTA: Aspectos históricos, culturais, educacionais e sociolingüísticos da surdez.
Dactilografia e Soletração rítmica. Configuração das Mãos na expressão de Conceitos.
Vocabulário e expressões gramaticais em Língua de Sinais. O uso de expressões faciais e
corporais como componentes da Língua de Sinais. A estrutura da frase na Língua de Sinais.
Análise reflexiva da estrutura do discurso em Língua de Sinais e variação lingüística.
Ampliação do vocabulário em LIBRAS. Conversação em LIBRAS.
Referências
Básica
KOJIMA, Catarina Kiguti & SEGALA, Sueli Ramalho. Língua de Sinais: a imagem do
pensamento. Ed. Escala.
RABELO, Annete Scotti. Português Sinalizado: comunicação total. Vol. 1 – Série Educação
Especial. Goiânia: Ed. UCG, 1992.
CONDERMARIN, Mabel & BLOMQUIST, Marlus. Dislexia manual de Leitura Corretiva.
3ed. Porto Alegre: artes Médicas, 1989.
RINALDI, Giuseppe. A Educação dos Surdos, Brasil. Secretaria de Educação Especial,
MEC/SEESP, 1997.
GOMES, Edson Franco.Curso Básico de Libras: Nível I e II- Apostilamento. Curso Chaplin.
Bibliografia Complementar
BAUTISTA, Rafael. Necessidades Educativas Especiais. 2ed. Lisboa: dinalivros, 1993.
DROVET, Ruth Caribe da Rocha. Distúrbios da Aprendizagem. 4ed.São Paulo: Ática, 2000.
LAUNAX, Clement & MAISONNY, Borel. Distúrbios da Aprendizagem, da Fala e da Voz
na infância. São Paulo: Livraria rocha, 1989.
NOVAES, Maria Helena. Psicologia Escolar. 9ed. Rio de Janeiro: vozes, 1996.
PAIN, Sara. Diagnóstico e Tratamento dos problemas de Aprendizagem. 2ed. Porto Alegre.
Artes Médicas, 1996.
EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA – Apostila da Federação das APAEs do Estado de
Minas Geais, Belo Horizonte: PUC Minas Virtual, 2004.
MONTOAN, Maria Tereza e. A Integraçção de Pessoas com Deficiências. Mennon, 1997.
STAINBACK, Susan & Wielian. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1999.
CORREA, Rosa M. Dificuldades no aprender: um outro modo de olhar. Campinas: Mercado
de Letras, 2001.
Sites indicados
www. Mec.gov.br.
www.inclusao.com.br/projet-textos-23-h.tm
PRODUÇÃO DE TEXTO TÉCNICO-CIENTÍFICO
Carga Horária
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
de Prática
Total
02
30
25
55
Produção de
1º ano
texto TécnicoCientífico
EMENTA: Iniciação à Ciência. Introdução à redação técnica. Distinção entre redação técnica
e redação literária. Tipos de redação técnica. Leitura, análise e produção de textos técnicocientíficos básicos para atividades de iniciação científica: resumos, resenhas, fichamentos,
trabalhos acadêmicos, ensaios, artigos, relatórios, seminários e painéis.
REFERÊNCIAS
BÁSICA:
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – NBR 14724, Dez/ 2005 (Trabalho
Acadêmico); NBR 6028, Novembro/ 2003 (Resumo); NBR 10520, Ago/ 2002 (Citações);
NBR 6023, Ago/ 2002 (Referências Bibliográficas).
ALVES, Rubem. O que é científico? I – VIII. In: Entre a ciência e a sapiência: o dilema da
educação. 7. ed. São Paulo: Loyola, 2002.
BASTOS, Cleverson; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 1996.
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. São Paulo: Ática, 2002.
CÂMARA–JR, Joaquim Matoso. Manual de expressão oral e escrita. 21 ed. Petrópolis:
Vozes, 2002.
FEITOSA, Vera Cristina. Redação de textos técnico-científicos. 6. ed. São Paulo: Papirus,
1991.
COMPLEMENTARES:
BARTHES, Roland. O prazer do texto. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2002.
D’ONOFRIO, Salvatore. O texto literário: teoria e aplicação. São Paulo: Ática, 1990.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Fundamentos da metodologia científica.
4. ed. São Paulo: Atlas: 2001.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. A prática de textos para estudantes
universitários. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da
pesquisa. 14 ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
São Paulo: Atlas, 2004.
PROENÇA-FILHO, Domício. A linguagem literária. São Paulo: Ática, 1990.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez,
2001.
SILVA, Débora C. S. et al. Do contexto ao texto: os desafios da linguagem científica.
Goiânia: Kelps, 2006.
TEORIA LITERÁRIA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
04
100
10
110
1º ano Teoria Literária
EMENTA:
Conceitos fundamentais de teoria literária. Literariedade: funções e prerrogativas da
Literatura. Genologia: estudo dos gêneros literários – o épico, o lírico, o narrativo e o
dramático. Procedimentos de análise e interpretação de textos dos diferentes gêneros e estilos
literários. Literatura comparada.
REFERÊNCIAS
BÁSICA:
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Trad. Cleonice
Paes Barreto Mourão e Consuelo Fortes Santiago. Belo Horizonte: UFMG, 2002.
COSTA LIMA, Luís. Teoria da literatura e suas fontes. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1983.
STAIGER, Emil. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1975.
COMPLEMENTAR:
ABDALA-JR, Benjamin. Introdução à análise da narrativa. São Paulo: Scipione, 1995.
(Margens do Texto).
______. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione, 1995.
D’ONOFRIO, Salvatore. Literatura ocidental: Autores e obras fundamentais. 2. ed. São
Paulo: Ática, 2002.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
CHEVALIER; CHEERBRANT. Dicionário de Símbolos. 8 ed. Rio de Janeiro: José
Olímpio, 1994.
GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar narrativas. 7. ed. São Paulo: Ática, 1999.
(Princípios, 207)
GOLDSTEIN, Norma. Versos, sons e ritmos. São Paulo: Ática, 1989. (Princípios, 6).
GRIMAL, Pierre. Dicionário da mitologia grega e romana. 2. ed. Trad. Victor Jaboville.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1993.
LAJOLO, Marisa. O que é Literatura. São Paulo: Brasiliense, 1997. (Primeiros passos,)
MOISÉS, Massaud. Dicionário de Termos Literários. São Paulo: Cultrix, 1995.
______. A Criação Literária: Prosa. 9. ed. São Paulo: Cultrix, 1994.
______. A Criação Literária: Poesia. 10. ed., rev. São Paulo: Cultrix, 1987.
REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
SOARES, Angélica. Gêneros Literários. 2. ed. São Paulo: Ática, 1987. (Princípios, 166)
SOUZA, Roberto Acízeto de. Teoria da Literatura. 2. ed. São Paulo: Ática, 1987.
(Princípios, 46).
* Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada
ano, que deverá constar no programa do curso anual.
FILOSOFIA
Ano
Componente Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
total
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
1º ano
Filosofia
02
55
-
55
EMENTA: Visões de mundo: mítico, filosófico, teológico e conhecimento vulgar. Problemas
teoréticos, práticos e poéticos. Ideologia, ciência, teoria do conhecimento e política.
REFERÊNCIAS
BÁSICA:
ABAGNANO,N. Dicionário de filosofia. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
CORBISIER,E.R.C. de. A introdução à filosofia. São Paulo: Civilização Brasileira, 1983.
JASPERS,K. Iniciação filosófica. Lisboa: Guimarães, 1960.
NIELSON NETO,H. Filosofia básica. São Paulo: Atual, 1995.
PRADO JR.,C. O que é filosofia. 16.ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.
COMPLEMENTAR:
ABAGNANO,N. História da filosofia. Lisboa: Presença, 1978.
FARIA,A.L.G. de. Ideologia no livro didático. 12.ed. São Paulo: Cortez, 1996.
CHAUÍ,M. Convite à filosofia. 7.ed. São Paulo: Ática, 1998.
RAJAGOPALAN,K. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e a questão ética.
São Paulo: Parábola, 2003.
RORTY, R. Filosofia e o espelho da natureza. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1994.
SKOBLE, A. J.; CONARD, M. T.; IRWIN, W. Os Simpsons e a filosofia. São Paulo:
Madras, 2004.
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO
Ano
Componente
Letivo
Curricular
1º ano
Fundamentos
da Educação
Carga Horária Carga Horária Carga Horária
Carga Horária
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
50
05
55
EMENTA:
O homem e a dinâmica da educação. Surgimento e consolidação da escola na
sociedade ocidental. Inserção do Brasil no processo histórico-educacional: do período
jesuítico à atual Constituição Federal; visão filosófica e sociológica da evolução da educação
brasileira.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA:
ARANHA,Maria Lúcia de Arruda.Filosofia da Educação. São Paulo:Moderna, 1996
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação. São Paulo: Moderna, 1989.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. 33. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.
(Primeiros Passos).
COTRIM,Gilberto e PARISI, Mário. Fundamentos da Educação. MANACORDA, Mário
Alighiero. História da Educação. 8 ed. São Paulo: Cortez,2000.
RIBEIRO, Maria Luísa S. História da Educação Brasileira. Petrópolis: Vozes, 1994.
.
COMPLEMENTAR:
ASSMANN, H. Reencantar a Educação. Rumo à Sociedade aprendente. Petrópolis: Vozes,
1998.
FREIRE, Paulo. Política e educação. São Paulo: Cortez, 1993.
SANTOS. B. S. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. São Paulo:
Cortez, 1995.
SILVA, Tomás Tadeu; GENTILI, Pablo. Neoliberalismo, qualidade total e educação:
visões críticas. Petrópolis: Vozes,1995.
2º ANO
LINGUA PORTUGUESA II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
de Prática
Anual
04
100
10
2º ano
Língua
Portuguesa II
110
EMENTA:
Conceitos básicos em Sociolingüística. Modelos de teoria e análise sociolingüística.
Variedade padrão e não-padrão, registro, estilo. Iniciação à pesquisa sociolingüística.
Variação e ensino de língua materna. Abordagem diacrônica sobre as características do
Português do Brasil. História interna e externa da Língua Portuguesa. Hipóteses sobre a
origem e a formação do Português do Brasil. Variação e mudança lingüísticas nas
perspectivas sincrônica e diacrônica.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BUENO, Francisco da Silveira. A formação histórica da língua portuguesa. São Paulo:
Saraiva, 1967.
CÂMARA Jr., Joaquim Mattoso. História e estrutura da língua portuguesa. Rio de Janeiro:
Padrão, 1975.
COUTINHO, Ismael L. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1971.
FARACO, Carlos Alberto. Lingüística histórica: uma introdução ao estudo da história das
línguas. São Paulo: Parábola, 2005.
FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à lingüística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto,
2002.
MOLLICA, Maria Cecília; BRAGA, Maria Luiza (orgs.). Introdução à Sociolingüística. São
Paulo: Contexto, 2000.
MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). Introdução à lingüística:
domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez, 2001.
PRETI, Dino. Sociolingüística: os níveis da fala. 9. ed. São Paulo: Edusp, 2000.
TARALLO, Fernando. A pesquisa sociolingüística. 4. ed. São Paulo: Ática, 1994.
COMPLEMENTAR
HAUAY, Amini Boiainain. História da Língua Portuguesa: séc. XII a XIV. São Paulo, Ática,
1988.
LUCCHESI, Dante. Sistema, mudança e linguagem: um percurso na história da lingüística
moderna. São Paulo: Parábola, 2004.
MATTOS e SILVA, Rosa Virgínia. O português arcaico: fonologia, morfologia e sintaxe
Editora Contexto, 2006.
PAIVA, Dulce de Faria; SPINA, Sigismundo. História da Língua Portuguesa: séc. XV e XVI.
São Paulo, Ática, 1988.
PINTO, Rolando Morel; SPINA, Sigismundo. História da Língua Portuguesa: séc. XVIII.
São Paulo, Ática, 1988.
RIBEIRO, Branca Telles; GARCEZ, Pedro M. (Orgs.). Sociolingüística interacional. 2. ed.
São Paulo: Loyola, 2002.
SPINA, Sigismundo. História da Língua Portuguesa: séc. XVI e XVII. São Paulo, Ática,
1987.
TARALLO, Fernando. Tempos lingüísticos. Itinerário histórico da língua portuguesa. São
Paulo: Ática, 1990.
TEYSSIER, Paul. História da Língua Portuguesa , Martins Fontes, 2001.
WEINREICH, Uriel; LABOV, William; HERZOG, Marvin I. Fundamentos empíricos para
um teoria da mudança lingüística. Trad. Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, [1968] 2006.
2º ano
LÍNGUA INGLESA II
Ano
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Semanal
Teórica
Pratica
Total
04
100
10
Componente Carga Horária
Letivo
2º ano
Curricular
Língua
Inglesa II
110
EMENTA:
Estudo das estruturas morfológicas e sintáticas básicas para a aquisição de funções da
linguagem nas habilidades ouvir, falar, ler e escrever.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
MACMILLAN ENGLISH DICTIONARY. For advanced learners of american and british
english.
OXFORD STUDENTS DICTIONARY OF ENGLISH: Elementary to intermediate level.
Oxford.
OXFORD STUDENTS WORDFINGER DICTIONARY: Intermediate to Advanced. Oxford.
PASSWORD. English dictionary for speakers of portuguese. Martins Fontes, 1999.
SOARS, Liz and john. American Headway 1. New York: Oxford. 2001.
COMPLEMENTAR
AVERY, P. & ERLICH, S. Teaching american english pronunciation. Oxford, V. Press, 1992.
FISHER, Peter. NTC vocabulary builder. Red book. Illinouis, 1992.
_____. NTC vocabulary builder. Yellow book. Illinouis, 1992.
JONES, Leo. Let’s talk: speaking and listening for beginner students. Cambridge: Cambridge
University Press, 1996.
KIMBROUGH, V. & FRANKET, Irene. Gateways book 1 and book 2. Oxford.
LEE, Linda. Transitions. Book 1 and book 2. Oxford.
LOCK, Graham. Functional english grammar: introduction for second language teachers and
learners. Cambridge University Press, 1996.
QUIRK, R. S. Greenbaum. A university grammar english, london, longman. 1980.
SEAL, Bernard. American vocabulary builder 1. Longman, 1990.
2º ano
LINGUÍSTICA II
Ano
Componente Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Total
Letivo
Curricular
Semanal
teórica
prática
2º ano
Lingüística
02
50
5
55
EMENTA:
Introdução à Fonética e à Fonologia. Fonética articulatória: a produção dos sons da
fala. Os conceitos de fone, fonema, alofone. Teorias e métodos de análise fonológica.
Análises fonéticas e fonológicas do Português segundo diversos modelos.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BISOL, Leda (org.). Introdução a estudos de fonologia do português do Brasil. Porto
Alegre: PUCRS,1997.
CAGLIARI, Luiz C. Análise fonológica. Campinas: Mercado de Letras, 2002.
MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). Introdução à lingüística I. São
Paulo: Cortez, 2001.
PIKE, Keneth L. Phonemics: technique for reducing languages to writing. Ann
Arbor: The University of Michigan Press, 1961.
SILVA, Thaïs Cristórfaro. Fonética e fonologia: roteiro de estudos e guia de exercícios. São
Paulo: Contexto, 2001.
COMPLEMENTAR
CALLOU, Dinah; LEITE, Yonne. Iniciação à fonética e fonologia. Rio de Janeiro:
Zahar,1990.
FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à lingüística II. São Paulo: Contexto, 2003.
MAIA, Eleonora Motta. No reino da fala: a linguagem e seus sons. 3. ed. São Paulo: Ática,
1991.
SCLIAR-CABRAL, Leonor. Princípios do sistema alfabético do português do Brasil. São
Paulo: Contexto, 2003.
SILVA, Thaïs CHristófaro. Exercícios de fonética e fonologia. São Paulo: Contexto, 2003.
SIMÕES, D. Considerações sobre a fala e a escrita: fonologia em nova chave. São
Paulo: Parábola, 2006.
LÍNGUA LATINA
Ano Letivo
1º ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Anual
Língua Latina
02
55
-
55
EMENTA: Breve histórico da língua e literatura latina. Fonética e ortografia do Latim. A
relação entre os casos latinos e a morfossintaxe da língua portuguesa. As cinco declinações.
As quatro conjugações verbais e o verbo “esse”. Os adjetivos de primeira e segunda classe.
Os pronomes. Os numerais. Os advérbios e os conetivos.
BÁSICA
ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Latina: curso único e completo. 23 ed. São
Paulo: Saraiva, 1997.
BERGE, Frei Damião et al. ARS latina. Petrópolis:Vozes,1998.
COMBA, Júlio. Programa de Latim: introdução aos clássicos latinos. V.2. São Paulo:
Salesiana - Dom Bosco, 1981.
GARCIA, Janete Melasso. Língua Latina. Brasília: Ed. da UNB, 1995.
JÚNIOR, João Welter. Aforismos Latinos. Londrina, PR: UEL, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CART. A., GRIMAL P., LAMAISON J., NOVILLE R. Gramática Latina. São Paulo: 1986.
COMBA,Júlio. Gramática Latina. São Paulo: S.D.B, 1991.
FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino-português. 6 ed. Rio de Janeiro: FAE, 1994.
FONTANA, Dino F. Curso de latim. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 1987.
GARCIA, Janete Melasso. Introdução á Teoria e Prática do Latim. Brasília: Ed da UNB,
2000.
______ . Língua Latina: A Teoria sintática na prática dos textos. Brasília:Ed. da UNB, 1997.
______.; OTTONI, Jane Adriana Ramos. Dicionário Gramatical de Latim. Brasília: Ed. da
UNB,2003.
SMITH, F. Kin chin. Curso de latim. São Paulo: Livraria Pioneira, 1972.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CART. A., GRIMAL P., LAMAISON J., NOVILLE R. Gramática Latina. São Paulo: 1986.
COMBA,Júlio. Gramática Latina. São Paulo: S.D.B, 1991.
FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino-português. 6 ed. Rio de Janeiro: FAE, 1994.
FONTANA, Dino F. Curso de latim. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 1987.
GARCIA, Janete Melasso. Introdução á Teoria e Prática do Latim. Brasília: Ed da UNB,
2000.
______ . Língua Latina: A Teoria sintática na prática dos textos. Brasília:Ed. da UNB, 1997.
______.; OTTONI, Jane Adriana Ramos. Dicionário Gramatical de Latim. Brasília: Ed. da
UNB,2003.
SMITH, F. Kin chin. Curso de latim. São Paulo: Livraria Pioneira, 1972. REFERÊNCIAS
2ºANO
LABORATÓRIO DE PRÁTICA ORAL EM LÍNGUA INGLESA II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Carga Horária Carga Horária
Total
Pratica
Laboratório de
Prática Oral
2º ano
02
em Língua
25
55
30
Inglesa II
EMENTA:
Produção oral em situações do cotidiano. Uso da língua inglesa em diversos contextos
discursivos.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
FERREIRA, Linda. Notion by notion. 1 ed. Newbury, 1981.
GEDDES, Marion & STURTRIDGE, Gill. Intermediate conversation. Hertfordshire: Prentice
Hall Europe, 1994.
HEATH, S. B. Ways with words language, life and work in communities and classrooms.
Cambridge: Cambridge University Press, 1983.
WHITE, Ronald V. Functional english 2. Exploitation. 1 ed. Ed. Nelson, 1979.
COMPLEMENTAR
* Ficará a critério do professor a seleção da referencia complementar a ser trabalhada a cada
ano, que constar no programa do curso anual.
LITERATURA PORTUGUESA I
Ano
Letivo
2º ano
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
45
10
55
Componente Carga Horária
Curricular
Literatura
Portuguesa I
EMENTA: Visão das correntes estéticas da Literatura Portuguesa do período medieval à
metade do Séc. XIX. Abordagem crítica dos seguintes movimentos: Trovadorismo,
Humanismo, Renascimento, Maneirismo, Barroco, Arcadismo e Romantismo.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ABDALA JÚNIOR, Benjamin; PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da
literatura portuguesa. São Paulo: Ática, 1990.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. 25. ed. São Paulo: Cultrix,
1999.
_______. Pequeno dicionário de literatura portuguesa. São Paulo: Cultrix,1987.
SARAIVA, Antônio José , LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa.15 ed. Porto:
Ed. Porto, 1980.
COMPLEMENTAR
ABDALA JÚNIOR, Benjamin. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione, 1995.
(Margens do Texto).
_______. Introdução à análise da narrativa. São Paulo: Scipione, 1995.
_______. Camões: épica e lírica. São Paulo: Scipione, 1995.
CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo:Cultrix, 1978.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
SPINA, Segismundo. Gil Vicente (autos e farsas). 32. ed. São Paulo:Ateliê Editorial,1998.
TEIXEIRA, Ivan.Os Lusíadas (Luís de Camões). São Paulo: Ateliê Editorial,1999.
* Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada
ano, que deverá constar no programa do curso anual.
2º ano
LITERATURA BRASILEIRA I
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
45
10
55
2º ano
Literatura
Brasileira I
EMENTA: Visão das estéticas literárias brasileiras da era colonial até meados do Séc. XIX.
Abordagem crítica dos seguintes movimentos: literatura de viagem e jesuítica, Barroco,
Arcadismo e Romantismo.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 33. ed. São Paulo: Cultrix, 1994.
CANDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 1959.
CASTRO, Silvio. A carta de Pero Vaz de Caminha: o descobrimento do Brasil. Porto
Alegre: L&PM, 1996. (Descobertas).
COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: J. O. Editora, 1986. v.1,2 e 3
______. Introdução à literatura no Brasil. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,1990.
MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides: breve história da literatura brasileira.
3. ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 1990.
COMPLEMENTAR
ABDALA JÚNIOR, Benjamin. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione, 1995.
______. Introdução à análise da narrativa. São Paulo: Scipione, 1995.(Margens do texto).
______. O romance social brasileiro. São Paulo: Scipione, 1995. (Margens do texto).
PAZ, Otávio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1990.(Debates).
SANTOS, Rubens Pereira dos. Poetas românticos brasileiros. São Paulo: Scipione, 1995.
SILVA RAMOS, Péricles Eugênio da. Do barroco ao modernismo: estudos de poesia
brasileira. Rio de Janeiro: LTC, 1979.
SILVA, Domingos Carvalho da. Uma teoria do poema. Brasília: Thesaurus, 1986.
* Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá
constar no programa do curso anual.
2º ANO
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM I
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Carga Horária Carga Horária
Total
Prática
Psicologia da
2º ano
Educação:
02
Desenvolvimento e
50
55
05
Aprendizagem I
História
EMENTA:
da
Psicologia
enquanto
ciência,
focando
a
Psicologia
no
desenvolvimento. Teorias relativas ao desenvolvimento psicológico – interacionista,
construtivista e psicanalítica. Relações entre desenvolvimento e aprendizagem. Psicologia do
desenvolvimento e educação. Ênfase às interações sócio-culturais, a construção do
conhecimento e a constituição dos sujeitos nas práticas sociais.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
Bibliografia básica:
BOCK, Ana Maria M.; FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma
introdução ao estudo da Psicologia. São Paulo : Saraiva, 1991.
D’ANDRÉA, Flávio Fortes. Desenvolvimento da personalidade. São Paulo : Difel, 1984.
OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky. Aprendizado e desenvolvimento. São Paulo : Scipione,
1997.
PIAGET, Jean. A psicologia da criança. Rio de Janeiro : Bertrand do Brasil, 1994.
Bibliografia complementar:
GOULART, Íris. Psicologia da Educação. Petrópolis : Vozes, 1987.
MOREIRA, Paulo R. Psicologia da Educação. Interação e individualidade. São Paulo : FTD,
1994.
WINNICOT, Donald. A família e o desenvolvimento individual. 3 ed. São Paulo : Martins
Fontes, 2005.
2º ano
DIDÁTICA
Ano
Letivo
Componente Carga Horária
Curricular
Semanal
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
2º ano
Didática
02
45
10
55
EMENTA: Princípios básicos da didática, fundamentos e tendências pedagógicas, didática
como disciplina teórica, prática investigativa do processo ensino-aprendizagem: diagnóstico
de aprendizagem, planejamento, metodologia e avaliação; compreensão das modalidades
organizacionais da sala de aula (permanente, ocasional, seqüência didática e projeto didático).
Os saberes da docência: o que, quando, como e a quem ensinar; ensino numa perpectiva
intermultidisciplinar numa visão crítica e reflexiva.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BRZEZZINSKZ, Iria. (Org). Profissão Professor: identidade e profissionalização docente.
Brasília: Plano Editora, 2002.
FREIRE, Paulo: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários a prática educativa. São
Paulo: Paz e Terra, 1996.
NOGUEIRA e NOGUEIRA, Maria Alice. Bourdieu e a Educação. Belo Horizonte:
Autentica, 2004.
VEIGA-NETO, Alfredo. Foucault e a Educação. Belo Horizonte: Autentica, 2004.
FAZENDA, Ivani C. A (Org) Práticas Interdisciplinares na Escola. São Paulo: Cortez,
1993.
COMPLEMENTAR
CANDAU, Vera Maria. (Org). Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2001.
______ . A Didática em questão. 20. ed. Petrópolis: Vozes, 1983.
______ . Reinventar a Escola. 2ª ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2001.
DALMAS, Ângelo. Planejamento participativo na escola: elaboração, acompanhamento
e avaliação. Petrópolis: Vozes, 1994.
GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras
instituições, grupos e movimentos dos campos cultural, social, político, religiosos e
governamental. Petrópolis: Vozes, 1994.
LIBANEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1995.
ROSA, Dalva E. Gonçalves. (Org). Didática e praticas de ensino interfaces com diferentes
saberes e lugares formativos. Goiânia: Alternativa, 2002.
SACRISTAN, G.; GOMEZ, P. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre:
Artmed, 1998.
VERA, Lúcia Oliver Martins. Didática Teórica, Didática Prática. São Paulo: Loyola, 2002.
LUCHESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1999
NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
45
10
Novas
2º ano Tecnologias em
55
Educação
EMENTA: Educação: Práticas educativas e processos contemporâneos de educação. A
utilização de tecnologias como recurso didático para o desenvolvimento das habilidades e
competências intelectuais e sociais, na transposição didática. Utilização de softwares
específicos da área educacional do Ensino Básico.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ALMEIDA, José Fernando de. Educação e informática: os computadores na escola. São
Paulo: Cortez, 1987.
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do
mundo do trabalho. 2 ed. São Paulo: Cortez, Campinas-SP: Ed. da Universidade Estadual de
Campinas.
PRETO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia. CampinasSP: Papirus Editora, 1996.
COMPLEMENTAR
FRANCO, Maria Laura; ZIBAS, Dagmar. (Org.) Final do século: desafios da educação na
América Latina. São Paulo: Cortez, 1990.
FRIGOTO, Gaudêncio. Educação e a crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995.
IANNI, Octavio. A sociedade global. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.
LOJKINE, Jean. A revolução informacional. Trad. José Paulo Netto. São Paulo: Cortez,
1995.
MARQUES, Mario Osório. A formação do profissional da educação. Injuí: Ed. Unijuí,
1992.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? novas exigências educacionais
e profissão docente. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1998. (Questões de Nossa Época, 17).
OLIVEIRA, Flávia Arlanch Martins. (Org.) Globalização, regionalização e nacionalismo.
São Paulo: Ed. UNESP, 1999.
3º ANO
LINGUA PORTUGUESA III
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
04
100
10
3º ano
Língua
Portuguesa III
110
EMENTA: Morfologia geral: as noções de morfe, morfema, alomorfe, palavra. Teorias e
modelos de análise morfológica. Processos morfológicos: morfologia lexical e flexional.
Formação e classe das palavras em Português. Análise sintática e sintagmática. A estrutura da
sentença em Português: a morfologia e a sintaxe na Gramática Tradicional.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
AZEREDO, J. C. Iniciação à sintaxe do português. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 1990.
BECHARA. Evanildo. Lições de português pela análise sintática. 16. ed. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2002.
BECHARA. Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37ª ed. Rio de Janeiro: Lucerna,
2001.
CAMARA Jr., J. Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970.
FIORIN, José Luíz. Introdução à lingüística II. São Paulo: Contexto, 2003.
KEHDI, Valter. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 1990.
LAROCA, Maria Nazaré de Carvalho. Manual de morfologia do português. 3. ed. Campinas,
SP: Pontes; Juiz de Fora, MG: UFJF, 2003.
LEMLE, M. Análise sintática: teoria geral e descrição do português. São Paulo: Àtica, 1984.
MACAMBIRA, J. R. A estrutura morfossintática do português. São Paulo: Pioneira, 1987.
MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina. Introdução à Lingüística: domínios e
fronteiras, v.1. São Paulo: Cortez, 2001.
NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática de usos do português. São Paulo: Editora da
UNESP, 2000.
ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2000.
SANDMANN, A. J. Morfologia geral. São Paulo: Contexto, 1991.
COMPLEMENTAR
BASILIO, Margarida. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São Paulo:
Contexto, 2004.
CÂMARA JR, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 28. ed. Petrópolis: Vozes,
1998.
CARLOTA, M. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2001.
CARONE, Flávia de B. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1988.
ELSON, B. & PICKETT, B. Introdução à morfologia e à sintaxe. Rio de Janeiro: Vozes,
1978.
KEHDI, V. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 2000.
KEHDI, V. Formação de palavras em português. São Paulo: Ática, 1992.
MIOTO, C.; SILVA, M. C. F; LOPES, R. E. V. Novo manual de sintaxe. Florianópolis:
Insular, 2005.
MONTEIRO, J. L. Morfologia portuguesa. Campinas: Pontes, 1991.
PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. 4. Ed. São Paulo: Ática, 2002.
SÂNDALO, Filomena. Morfologia. In: MUSSALIM, F. & BENTES, A. C. Introdução à
lingüística. São Paulo: Cortês, 2001.
SANDMANN, A. J. Formação de palavras no português brasileiro contemporâneo. Curitiba:
Scientia et Labor/Ícone, 1989.
SANDMANN, A. J. Morfologia geral. São Paulo: Contexto, 1991.
SILVA, Maria Cecília Pérez de Souza e KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Lingüística
aplicada ao português: morfologia. 11 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
SILVA, Maria Cecília Pérez de Souza e KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Lingüística
aplicada ao português: sintaxe. 11 ed. São Paulo: Cortez, 1987.
3º ANO
LÍNGUA INGLESA III
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
04
100
3º ano
Língua Inglesa
III
Carga Horária Carga Horária
Total
Pratica
10
110
EMENTA: Estudo das situações prático–discursivas da língua inglesa, mediante estruturas
léxico–gramaticais de nível intermediário para o desenvolvimento das quatro habilidades
comunicativas.
REFERÊNCIAS
BÁSICA:
AVERY, Peter. American pronunciation. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
BWLER, Bill; CUNINGHAM, Sarah; MOOR, Peter; PARAMINTER, Sue. New Headway
Pronunciation Course. Intermediate. Cambridge University Press, 2003
JONES, Daniel. English Pronoucing Dictionary. 16º edition. Cambbridge: Cambridge
University Press, 2005.
ROACH, Peter. English phonetics and phonology – a practical course. 2nd edition.
Cambridge: Cambridge University Press, 1991.
COMPLEMENTARES
BAKER, Ann. Sheep or ship? an intermediate pronunciation course. New Edition,
Cambridge: Cambridge University Press, 1981.
_____. Tree or trhee? an intermediate pronunciation course. New Edition,
Cambridge:
Cambridge University Press, 1982.
BAKER, Ann & GOLDSTEIN, Sharon. Pronunciation pairs. Cambridge: Cambridge
University Press, 1990. (Conjunto Completo).
CELCE-MURCIA, Mariane; BRITONTON, Donna 7 GOODWIN, Janet. Teaching
Pronunciation American English. Cambridge University Press, 2004
JENKINS, Jennifer. The Phonology of English as an International Language. Oxforde:
Oxford University Press.
OXFORD STUDENTS DICTIONARY OF ENGLISH: Elementary to intermediate level.
Oxford.
3º ano
LINGUISTICA III
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
3º ano
Lingüística III
02
45
Carga Horária Carga Horária
Total
Prática
10
55
EMENTA: Objetos de estudo da Lingüística Textual. Fatores de textualidade. Mecanismos
de articulação textual. Gêneros do discurso. Discurso das relações entre condições de
produção, história e ideologia. As tendências da Análise do Discurso. Formação discursiva,
interdiscursividade e intertextualidade.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS:
BAKHTIN, Mikhail (Volochinov) Marxismo e filosofia da linguagem.10. ed. São Paulo:
Hucitec/Annablume, [1929] 2002.
BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução à Análise do Discurso. 7. ed. Campinas: Ed.
da UNICAMP, s/d.
FÁVERO, Leonor Lopes; KOCH, Ingedore G. Villaça. Lingüística textual: introdução. 5. ed.
São Paulo: Cortez, 2000.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça . Introdução à lingüística textual: trajetórias e grandes
temas. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez,
2002.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1996. 79 p.
FOUCAULT. Michel. A arqueologia do saber. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2002.
MAINGUENEAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. 3. ed. Campinas:
Pontes / Ed Unicamp, 1997.
ORLANDI, Eni Pucinelli. Análise de Discurso. 4. ed. Campinas, SP: Pontes, 2002.
PÊCHEUX, Michel. O discurso: estrutura ou acontecimento. Tradução Eni Puccinelli
Orlandi. 2. ed. Campinas, SP: Pontes, 1997.
COMPLEMENTARES
ANTUNES, Irandé. Lutar com as palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, Mikhail.Estética da criação
verbal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, [1979] 2000.
BEAUGRANDE, Robert-Alain de; DRESSLER, Wolfgang Ulrich. Introduction to Text
Linguistics. New York: Longman, 1981.
BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral I. 4. ed. Campinas: Pontes/Ed
Unicamp, [1966] 1995.
BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral II. Campinas: Pontes, [1974] 1989.
BROWN, Gillian & YULE, George. Discourse analysis. Cambridge: Cambridge University
Press, 1983.
CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de Análise do
Discurso. São Paulo: Contexto, 2004.
GADET, Françoise ; HAK Tony. Por uma análise automática do discurso: uma introdução ä
obra de Miclhel Pêcheux. 3. ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2001.
HALLIDAY, M. A. K. & HASAN, Ruqaiya. Cohesion in English. London/New York:
Longman, 1976.
HANKS, William F. Língua como prática social:
das relações entre língua, cultura e
sociedade partir de Bourdieu e Bakhtin [Organização: BENTES, A. C.; REZENDE, R. C.;
MACHADO, M. A. R.]. São Paulo: Cortez, 2008.
JUBRAN, Clélia Cândia Abreu Spinardi; KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Gramática do
Português culto falado no Brasil – Vol. I: A construção do texto falado. Campinas, SP:
Editora da Unicamp, 2006.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça e TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. 7. ed.
São Paulo: Cortez, 2000.
KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São
Paulo: Parábola, 2008.
MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs.). Introdução à lingüística: domínios
e fronteiras. Vol. 1 e 2. São Paulo: Cortez, 2001.
MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs.). Introdução à lingüística:
fundamentos epistemológicos. Vol. 3. São Paulo: Cortez, 2004.
PÊCHEUX, Michel.
Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. 3. ed.
Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1997.
SIGNORINI, Inês (org.); BENTES, Anna Christina; REZENDE, Renato Cabral et al.
[Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola, 2008.
TRASK, R. L. Dicionário de Lingüística. São Paulo: Contexto, 2004.
3º ano
LITERATURA PORTUGUESA II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
45
10
55
3º ano
Literatura
Portuguesa II
EMENTA: Estudo das manifestações literárias portuguesas a partir da segunda metade do
Séc. XIX: Realismo-Naturalismo, Decadentismo-Simbolismo, Modernismo e tendências
contemporâneas.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
ABDALA – JUNIOR, Benjamin. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione,
1995. (Margens do Texto).
______ . PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. 3. ed.
São Paulo: Ática, 1990.
CALBUCCI, Eduardo. Saramago: um roteiro para os romances. São Paulo: Ateliê Editorial,
1999.
D’ONÓFRIO, Salvatore. Literatura Ocidental: autores e obras fundamentais. São Paulo:
Ática, 2002.
MONIZ, António. Para uma leitura de sete poetas contemporâneos. Lisboa: Editorial
Presença,1997.
SARAIVA, Antônio José; LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 15. ed. Porto:
Ed. Porto, 1980.
COMPLEMENTAR
CALBUCCI, Eduardo. Saramago: um roteiro para os romances.São Paulo: Ateliê
Editorial, 1999.
CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo: Cultrix, 1978
FRIEDRICH, Hugo. A estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 2001.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
MOISÉS, Carlos Felipe. Roteiro de Leitura: MENSAGEM de Fernando Pessoa. São Paulo:
Ática, 1996.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. 25. ed. São Paulo, Cultrix,
1999.
OLIVEIRA, Clenir Bellezi de. Arte Literária – Portugal/Brasil. São Paulo: Moderna, 1999
REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
SHÜLER, Donaldo. Teoria do Romance. São Paulo: Ática, 2002.
TAVARES, Hênio. Teoria Literária. Belo Horizonte, MG: Itatiaia, 2002.
* Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada
ano, que deverá constar no programa do curso anual.
3º ano
LITERATURA BRASILEIRA II
An
o
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Leti
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
45
10
55
vo
3º
Literatura
ano
Brasileira II
EMENTA: Visão das estéticas literárias brasileiras da segunda metade do Séc. XIX aos seus
últimos anos. Abordagem crítica dos seguintes movimentos: Realismo-Naturalismo e
Parnasianismo, Simbolismo, a Belle Époque e sua influência no Brasil.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
ABDALA – JUNIOR, Benjamin. O romance social brasileiro. São Paulo, Scipione, 1995.
BALAKIAN, A. O simbolismo. São Paulo: Perspectiva, 1985.
BAUDELAIRE, C. As flores do mal. Trad. Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1985. (edição bilíngüe)
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 33 ed. São Paulo: Cultrix, 1994.
COMPLEMENTAR
BRADLEY, F. Surrealismo. São Paulo: Cosac; Naify Ed., 1999.
CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo, Cultrix, 1978.
CAMPOS, Haroldo. de A operação do texto. São Paulo: Perspectiva, 1976. 156 p. (Col.
Debates: crítica).
CAMPOS, Augusto. et al. Mallarmé. São Paulo: Perspectiva, 1974. (Col. Signos, V. 2).
CANDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 1959.
COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: JO. Editora, v.1,2,3 e 4 1986.
PAZ, Otávio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1990.(Col. Debates)
REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
SILVA, Domingos Carvalho da. Uma teoria do poema. Brasília: Thesaurus, 1986.
SILVA RAMOS, Péricles Eugênio da. Do barroco ao modernismo: estudos de poesia
brasileira. Rio de Janeiro: LTC, 1990.
•
Ficará a critério do professor a
seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá
constar no programa do curso anual.
3º ano
PRODUÇÃO DE TRABALHO DE CURSO (TC)
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
25
30
Produção de
3º ano
Trabalho de
55
Curso
EMENTA: Projeto de pesquisa: estrutura e elaboração. Monografia: definição e estrutura.
Tipos de monografia: teórica, teórico-empírica e estudo de caso. Relação entre tipo de
pesquisa e trabalho monográfico em estudos lingüísticos e literários. Normas da ABNT para
elaboração de monografias: formatação do texto, elementos estruturais, resumo, uso de
citações e referências bibliográficas.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – NBR 15287, Dez/2005 (Projeto de
Pesquisa); NBR 14724, Dez/ 2005 (Trabalho Acadêmico); NBR 6028, Novembro/ 2003
(Resumo); NBR 10520, Ago/ 2002 (Citações); NBR 6023, Ago/ 2002 (Referências
Bibliográficas),
AZEVEDO, Israel B. de. 0 prazer da produção científica. São Paulo: Hagnos, 2001.
D’ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. São Paulo: Atlas, 1999.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia do trabalho científico:
pesquisa bibliográfica, projeto e relatório. 4 ed. São Paulo: Ed. Atlas, 2000.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2004.
TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. Rio de Janeiro; Ed.
Fundação Getúlio Vargas, 1998.
COMPLEMENTAR
ANTUNES, Celso. Manual de técnicas. 10 ed. Petrópolis: Vozes, 1996.
FEITOSA, Vera C. Redação de textos científicos. 6 ed. São Paulo: Papirus, 1991.
FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. 4 ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000/2003.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Fundamentos da Metodologia
Científica. São Paulo: Atlas, 2001.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da
pesquisa. 14 ed. Petrópolis: Ed. Vozes, 1997.
LITTON, Gaston. A pesquisa bibliográfica em nível universitário. São Paulo: Megraw-Hill
do Brasil, Biblioteconomia, n. 6, 1975.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes,
1986.
SALOMON, Décio V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo; Cortez,
2001.
SILVA, Débora C. S. et al. Do contexto ao texto: os desafios da linguagem científica.
Goiânia: Kelps, 2006.
3º ANO
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Pratica
Total
02
45
10
Psicologia da
Educação:
3º ano
Desenvolvimen
to e
55
Aprendizagem
II
Ementa: Bases epistemológicas das explicações sobre o processo de aprendizagem. As
dimensões interacionistas e construtivistas sobre o processo de aprendizagem. Limitações e
perspectivas de outras teorias da aprendizagem em relação às teorias interacionistas e
construtivistas. Aprendizagem e educação. Dificuldades e problemas de aprendizagem.
Bibliografia básica:
DAVIDOFF, L. L. Introdução à Psicologia. São Paulo : MacGrawHill, 1983.
DOLLE, J. M. Para compreender Jean Piaget. São Paulo : MacGrawHill, 1983.
FLAVELL, J. A Psicologia do Desenvolvimento de Jean Piaget. São Paulo : Pioneira, 1975.
MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo. Petrópolis : Vozes, 2003.
PFROMM NETTO, S. Psicologia da Aprendizagem e do Ensino. São Paulo : Papelivros,
S.Paulo, 2002.
SALVADOR, C.C. et al. Psicologia da Educação. São Paulo : ARTMED, 1999.
TAILLE, Y.L.; OLIVEIRA, M.K. e DANTAS, H. Piaget, Vygotsky e Wallon. 13 ed. São
Paulo : Summus, 1992.
Bibliografia complementar:
GOULART, I. B. Psicologia da Eduacação: fundamentos teóricos e aplicações à prática
pedagógica. Petrópolis : Vozes, 1987.
MAHONEY, A.A. e ALMEIDA, L.R. (org.) Henri Wallon – Psicologia e Educação. São
Paulo : Loyola, 2000.
PENTEADO, W. M. A. Psicologia e Ensino. São Paulo : Papelivros, 1990.
3° ANO
POLÍTICAS EDUCACIONAIS
Ano Letivo
3º ano
Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária
de Total
Semanal
Teórica
Pratica
Curricular
Políticas
Educacionais
02
45
10
55
EMENTA: Estudos das leis que norteiam o ensino e análises de seus determinantes sóciopolíticos e seus reflexos no pedagógico (CF, LDB, Resoluções e Política Neo-liberal e seus
reflexos no pedagógico). Estudo crítico enfatizando questões atuais do sistema brasileiro de
Educação Básica e Ensino Superior. Organização da gestão escolar; Projeto Político
Pedagógico. Profissionalização docente.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
BRZEZINSKI, Iria (coord.). “LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam”. Cortez:
São Paulo, 1986.
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola. Goiânia: Editora do Autor, 2000.
MENEZES, João Gualberto de Carvalho. “Estrutura e funcionamento da educação básica –
leituras”. São Paulo: Pioneira, 1997.
SILVA, Tomás Tadeu & GENTILI, Pablo (orgs.) Neoliberalismo, qualidade total e educação.
Visões críticas. Petrópolis: Vozes, 1995.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Projeto político-pedagógico: uma construção
possível. Campinas, SP: Papirus, 1996.
DEMO, Pedro. A Nova LDB: ranços e avanços. São Paulo: Papirus, 1997.
COMPLEMENTAR
BRASIL – PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Fundamental.
BRASIL – CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA FEDERAL DO BRASIL (05.10.1998).
Mauricio Antonio Ribeiro
BRASIL – LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL N.º 9394/96
Lei n.º. 9.424/96 – Fundo de Valorização e Desenvolvimento do Ensino
Fundamental e Valorização do Magistério.
Lei n.º. 26 – Diretrizes da Educação do Estado de Goiás
ENGUITA, Mariano. Trabalho, escola e ideologia. Marx e a crítica da educação. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1993.
FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.
GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1995.
NOVOA, Antonio. Para o estudo sócio histórico da gênese e desenvolvimento da profissão
docente. Porto Alegre: Pannonica Editora, 1997.
UNESCO, MEC. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1999.
SOUZA, Paulo Nathanael Pereira de & SILVA, Eurides Brito da. Como entender e aplicar a
nova LDB Lei nº 9394/96 São Paulo: Thomson, 1997.
3º ano
ORIENTAÇÕES
PARA
O
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
DE
LÍNGUA
PORTUGUESA E LITERATURAS I
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Horária Total
02
55
-
Orientações
para o Estágio
3º ano
Supervisionad
o de Língua
55
Portuguesa e
Literaturas I
EMENTA: Conteúdo e objetivos do ensino de língua portuguesa no ensino fundamental. A
relação dialógica teoria-prática e a realidade. Análise das condições de produção do ensinoaprendizagem no Ensino Fundamental. Interdisciplinaridade. Projeto Político Pedagógico da
Escola. O estudo dos métodos e técnicas de ensino da língua e das literaturas de língua
portuguesa, no Ensino Fundamental. O papel da avaliação e da pesquisa no processo de
formação dos professores..
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ALVES, Rubem Azevedo. Conversa com quem gosta de ensinar. São Paulo: Cortez, 1989.
AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas,
dinâmicas e divertidas para o professor de língua portuguesa. 4. ed. Porto Alegre: Padre Reus,
1999.
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 11. ed. São Paulo: Papirus, 1999.
DANTAS, José Maria de Souza. Didática da Literatura. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1982.
HOSS, Miriam da Costa. Prática de Ensino da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro;
São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1981.
COMPLEMENTAR
ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000.
BAGNO, Marcos (Org.) Lingüística da norma. São Paulo: Loyola, 2002.
FRITZEN, Silvino José. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. Vol. 1, Petrópolis, RJ:
Vozes, 1989.
GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. 9. ed. Petrópolis: Vozes,
2001.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
MEDEIROS, Maria D. As três faces da pedagogia. Lisboa: Livros Horizontes, 1975.
MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes,
1985.
SANT’ANNA, Flávia Maria et al. Planejamento de ensino e avaliação. 11. ed. Porto
Alegre: Sagra, 1989.
SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1987.
VASCONCELLOS, Celso dos S. A avaliação: concepção dialética – libertadora do processo
de avaliação escolar. Pedagógicos do Libertad, vol. 3. São Paulo: Cortez, 1994.
_____. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Salesiana Dom Bosco,
1993.
ZILBERMAN, Regina. A leitura no ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1991.
ORIENTAÇÕES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA I
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Horária Total
02
55
-
Orientações para
o Estágio
3º ano
Supervisionado
55
de Língua Inglesa
I
EMENTA: Abordagens, métodos e técnicas de ensino de língua inglesa. Dinâmicas para o
ensino de língua inglesa. Análise das práticas pedagógicas e conteúdos de língua inglesa
ministrados no Ensino Fundamental. Estudo das relações teoria/prática e professor/aluno e a
produção de conhecimentos no contexto da sala de aula de língua inglesa, no Ensino
Fundamental.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ALLWRIFGHT, R.L. e BALEY, K.M. Focus on the Language Classroom: Introduction to
Classroom Research for Language Teachers. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.
ALMEIDA FILHO, J.C.P. (Org.) O Professor de língua estrangeira em formação: São
Paulo: Pontes, 1999.
______ . Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Campinas: Pontes, 1993.
AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas,
dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre
Reus, 1999.
LARSEN-FREEMAN, Diane. English teaching methodology. London: Longman, 1986.
COMPLEMENTAR
BRITO, Heloisa Augusta de Mello. O que está por trás da ação do professor de língua
estrangeira?. In ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000.
CAVALCANTI, Marilda C; MOITA LOPES, L. P. Implementação de pesquisa na sala de
aula de línguas no contexto brasileiro. Trabalhos em Lingüística Aplicada, 17:133-144,
1991.
ELLIS, Rod. Understanding Second Language Acquisistion. Oxford: Oxford University
Press, 1985.
MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
OLIVEIRA, V.L.M. (Org.) Ensino de Língua Inglesa. 2. ed. São Paulo: Pontes Editores,
1997.
RICARDO, José. Como aprender e ensinar inglês e outras línguas estrangeiras. Curitiba:
FURB.
WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991.
______ . Aspects of Language Teaching. O.U.P, 1990
ZÓBOLI, G. Prática de ensino: Subsídios para a atividade docente. 6. ed., São Paulo: Ática,
1995.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS I
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Anual
Teórica
de Prática
-
100
-
Estágio
Supervisionado
3º ano
de Língua
100
Portuguesa e
Literaturas
EMENTA: Elaboração de projetos de língua materna, aplicáveis ao Ensino Fundamental com
vistas à atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas do estágio
supervisionado do Ensino Fundamental, conforme projeto elaborado pelos professores e
aprovado pelo Colegiado do Curso, observado o Regulamento de Estágio Supervisionado.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BRASIL –PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Fundamental.
Brasília: MEC, 1997.
MENEGOLLA, Maximiliano; SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como
Planejar? 11. ed. São Paulo: Vozes, 2001.
REVISTA – Nova Escola. Fundação Victor Civita. Publicação mensal.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos et al. Metodologia e prática de ensino da língua portuguesa. 3.
ed. Uberlândia: Ed. da UFU, 2001.
VALENTE, André. Aulas de Português perspectivas inovadoras. 5. ed. São Paulo: Vozes,
2003.
COMPLEMENTAR
ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000.
MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes,
1985.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo:
Salesiana Dom Bosco, 1993.
ZILBERMAN, Regina. A leitura no ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1991.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA I
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Anual
-
100
Carga Horária Carga Horária
de Prática
Teórica
Estágio
3º ano
Supervisionado
de Língua
-
100
Inglesa I
EMENTA: Elaboração de projetos de língua estrangeira (Inglês), aplicáveis ao Ensino
Fundamental com vistas à atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas
do estágio supervisionado do Ensino Fundamental conforme projeto elaborado pelos
professores e aprovado pelo colegiado do Curso, observado o Regulamento de Estágio
Supervisionado.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BRASIL –PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Fundamental.
Brasília: MEC, 1997.
AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas,
dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre
Reus, 1999.
COMPLEMENTAR
BRITO, Heloisa Augusta de Mello. O que está por trás da ação do professor de língua
estrangeira?. In ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000.
CAVALCANTI, Marilda C; MOITA LOPES, L. P. Implementação de pesquisa na sala de
aula de línguas no contexto brasileiro. Trabalhos em Lingüística Aplicada, 17:133-144,
1991.
MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
RICARDO, José. Como aprender e ensinar inglês e outras línguas estrangeiras. Curitiba:
FURB.
WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991.
4º ano
LINGUA PORTUGUESA IV
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
04
95
15
4º ano
Língua
Portuguesa IV
110
EMENTA: Introdução aos estudos do significado a partir de diferentes teorias. Semântica:
conceito, objeto e histórico da disciplina. Teorias e modelos de análise semântica das línguas
naturais. Pragmática: conceito e objeto de estudo. A língua em uso. As várias abordagens das
relações entre significado e contexto.
REFERÊNCIAS
BASICA
AUSTIN, John Langshaw. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
ILARI, Rodolfo e GERALDI, João Wanderley. Semântica. 3. ed. São Paulo: Ática, 1987.
CANÇADO, Márcia. Manual de Semântica: noções básicas e exercícios. Belo Horizonte:
Editora UFMG, 2005.
HURFORD, James R. e HEASLEY, Brendan. Curso de Semântica. Canoas, RS: Ed. ULBRA,
[1983] 2005.
LEVINSON, Stephen C. Pragmática. São Paulo: Martins Fontes, [1983] 2007.
LYONS, John. Semântica I. Lisboa: Presença; São Paulo: Martins Fontes, [1977] 1980.
COMPLEMENTAR
BRÉAL, Michel. Ensaio de Semântica: Ciência das Significações. São Paulo: EDUC/Pontes,
[1897] 1992.
CHIERCHIA, Gennaro. Semântica. Campinas, SP: Editora da Unicamp; Londrina, PR: Eduel,
2003.
DASCAL, Marcelo (org.). Fundamentos metodológicos da lingüística: Semântica. Vol. III.
Campinas, SP: Edição do Autor, 1982.
DASCAL, Marcelo (org.). Fundamentos metodológicos da lingüística: Pragmática. Vol. IV.
Campinas, SP: Edição do Autor, 1982.
DUCROT, Osvald. Princípios de semântica lingüística: dizer e não dizer. São Paulo: Cultrix,
[1972] 1977.
FREGE, Gottlob. Sobre o sentido e a referência. In: Lógica e Filosofia da Linguagem. São
Paulo: Cultrix, 1978.
LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. 14. ed. São Paulo: Cultrix,
1995.
LYONS, John. Introdução à lingüística teórica. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1979.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Fenômenos da linguagem: reflexões semânticas e discursivas.
Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.
MARQUES, Maria Helena Duarte. Iniciação à semântica. 4. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1999.
OLIVEIRA, Roberta Pires de. Semântica. In: MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna
Christina (orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. Vol. 2. São Paulo: Cortez,
2001.
OLIVEIRA, Roberta Pires de. Semântica formal: uma breve introdução. Campinas: Mercado
de Letras, 2001.
OTTONI, Paulo. Visão performativa da linguagem. Campinas, SP: Editora da Unicamp,
1998.
PINTO, Joana Plaza. Pragmática. In: MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina
(orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. Vol. 2. São Paulo: Cortez, 2001.
SEARLE, John R. Os Actos de fala. Coimbra: Almedina, 1981.
ULLMANN, Stephen. Semântica: uma introdução à ciência do significado. 5.ed. Lisboa:
Calouste Gulbenkiam, [1964] 1987.
4º ANO
LÍNGUA INGLESA IV
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
04
95
Língua Inglesa
4º ano
IV
Carga Horária Carga Horária
Total
Pratica
15
110
EMENTA: Estudo das estruturas léxico-gramaticais de nível intermediário (high
intermidiate) para o desenvolvimento das habilidades comunicativas.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
QUIRK, Randolph & GREENBAUM, Sidney. A university grammar of english. Essex:
Longman, 1985.
RADFORD, Andrew. Transformational grammar: a first course. Cambridge: Cambridge
University Press, 1988.
STEINBERG, Martha. Morfologia inglesa. Noções introdutórias. 2 ed. São Paulo: Ática,
1990.
WEKKER, Herman & HAEGEMAN, Liliane. A modern course in english sintax. London.
COMPLEMENTAR
•
Ficará a critério do professor a seleção da referencia complementar a ser
trabalhada a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual.
4º ano
LITERATURA BRASILEIRA III
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
04
100
10
110
4º ano
Literatura
Brasileira III
EMENTA: Visão das estéticas modernas do pré-modernismo e dos movimentos de vanguarda
até as últimas tendências pós-modernas que constituíram as principais rupturas temáticoformais na literatura brasileira.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, l994.
______ .(Org.). Leitura de poesia. São Paulo:Ática, 1996. (Temas, 59).
______. Conto brasileiro contemporâneo. São Paulo, Cultrix, 1998.
CÂNDIDO, Antônio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: II.
Modernismo. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.
COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: JO. Editora, 1986. v. 4 e 5.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro: apresentação
dos principais poemas, manifestos, prefácios e conferências vanguardistas, de 1857 a 1972.
16. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
COMPLEMENTAR
CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo, Cultrix, 1978.
CAMPOS, Haroldo de. A operação do texto. São Paulo: Perspectiva, 1976. (Debates).
CÂNDIDO, Antônio. Literatura e Sociedade: Estudos de teoria e história literária. São
Paulo: T. A. Queiroz, 2000.
COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil,1990.
FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. 2. ed. São Paulo: Duas Cidades, 1991.
HARRISON, C. Modernismo. Trad. João Moura. São Paulo: Cosac; Naify., 2001.
(Movimentos da Arte Moderna).
HAUSER, A. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São
Paulo:Martins Fontes,1995.
HELENA, Lúcia. Modernismo brasileiro e vanguarda. São Paulo: Ática, 1986. (Princípios,
60).
LAFETÁ, João Luiz. 1930: A crítica e o modernismo. São Paulo: Duas Cidades, 2000.
MOISÉS, Massaud. História da Literatura Brasileira: Modernismo. vol. V. São Paulo:
Cultrix, 1989.
_________ . A literatura brasileira através dos textos. 20. ed. São Paulo: Cultrix, 1997.
SILVA RAMOS, Péricles Eugênio da. Do barroco ao modernismo: estudos de poesia
brasileira. Rio de Janeiro: LTC, 1979.
TELES, Gilberto Mendonça. Retórica do silêncio I: teoria e prática do texto literário. Rio de
janeiro: José Olympio, 1989.
______ . A escrituração da escrita: teoria e prática do texto literário. Petrópolis: Vozes,
1996.
* Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada
ano, que deverá constar no programa do curso anual.
4º ANO
LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Currcular
Semanal
Teórica
Pratica
de Total
04
100
10
4º ano
Literaturas de
Língua Inglesa
110
EMENTA: Produções literárias em poesia, prosa e teatro da literatura inglesa e norteamericana do século VII até o século XXI. Relações de intertextualidade com obras da
literatura mundial. Análises e reflexões críticas dos textos literários em relação ao contexto
histórico em que está inserido e com a realidade.
REFERÊNCIAS
ABRAMS, M. H. ET AL. (Ed) The Norton Anthology of English Literature. V. 1 – 2 ed.
New York: Norton & Company Inc. 1993
BURGESS, Anthony. English Literature. London, Longman1987
DAICHESS, David. A Critical History of English Literature. London, Secker and
Warburg. 1960. 2 vls.
DREISER, Theodoro. An American Tragedy. Trad. Sally Lowe. London: Longman, 1995.
GOWER, Roger. Past into Present – An Anthology of British and American Literature.
Longman,2000.
HARRISON, Major. British Writers. London, Longman,1987.
NABUCO, Carolina. O Retrato dos Estados Unidos à Luz de sua Literatura. São Paulo:
Nova Fronteira, 2004.
PERKINS, George and Barbara. (Ed.) The American Tradition in Literature. 8th ed. New
York: McGraw- Hill, 1994. V. 1-2.
PRIESLEY, J. B. Adventures in American Literature. New York: Harcourt Brace, 1976.
RIEDINGER, Anthony Edward. A Brief View of American Literature. Waldyr Lima
Editora.
THORNLEY, G. C., ROBERTS, GWYNETH. An Outline of American Literature.
Longman, 1996.
Complementar
Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano,
que deverá constar no programa do curso anual.
4º ANO
LABORATÓRIO DE COMUNICAÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Pratica
TOTAL
02
20
35
Laboratório de
4º ano
Comunicação
Escrita em
55
Língua Inglesa
EMENTA: Desenvolvimento da atividade escrita, através do uso de estratégias e convenções
que permitam uma escrita eficiente e apropriada. A geração de idéias e a organização de
informações. Prática de redação de textos nas modalidades formal e informal: cartas,
solicitações, formulários, descrições, narrativas e outros tipos de textos.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
HEDGE, Tricia. Writing. Oxford: Oxford University Press, 1988.
SINGLETON, Jill. Writers at work. A guide to basic writing. New York: St. Martin’s Press,
1998.
WITHROW, Jean. Effective writing. Writing skills for intermediate students of american
english. Cambridge: Cambridge University Press, 1983.
COMPLEMENTAR
** Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada
ano, que deverá constar no programa do curso anual.
4º ano
ORIENTAÇÕES
PARA
O
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
DE
LÍNGUA
PORTUGUESA E LITERATURAS II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga
letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Horária Total
02
55
-
55
Orientações
4º ano
para o Estágio
Supervisionado
de Língua
Portuguesa e
Literaturas II
Ementa:
Relação entre saberes pedagógicos e saberes científicos. O novo e o original na
formação de professores. A Didática como mediadora na construção da identidade do
professor e da práxis docente. A relação dialógica teoria-prática e a realidade: o estágio
superando a separação entre teoria e prática. Análise das condições de produção do ensino-
aprendizagem no Ensino Médio. Educação, epistemologia e didática. Pesquisa e prática
pedagógica em conteúdos de língua e literaturas de Língua Portuguesa no Ensino Médio. A
relação professor/aluno e a prática pedagógica do cotidiano escolar das disciplinas de Língua
Portuguesa e Literatura Brasileira.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000.
BRASIL - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS- ENSINO MÉDIO.
Brasília: MEC, 1998.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua Materna: letramento,
variação e ensino. São Paulo: Parábola, 2002.
________. (org.) Lingüística da Norma. São Paulo: Loyola, 2002.
PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo:
Cortez, 2004. (Coleção Docência em formação. Série saberes pedagógicos).
COMPLEMENTAR
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989.
GERALDI, João Wanderley (org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Àtica, 2000.
ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins fontes,
1997.
Masseto, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
Moreira, Marcos Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes,
1985.
SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1987.
Masseto, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
Moreira, Marcos Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes,
1985.
VALENTE, André. Aulas de Português. Subsídios para atividade docente. 6 ed. São Paulo:
Ática, 1995.
4º ano
ORIENTAÇÕES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
55
-
Orientações
para o Estágio
4º ano Supervisionado
55
de Língua
Inglesa II
EMENTA: Lingüística aplicada ao ensino de língua estrangeira. A relação professor/aluno e a
prática pedagógica no cotidiano escolar do Ensino Médio, da disciplina Língua Inglesa. A
relação educação, sociedade e prática educativa. Análise das condições de produção do
ensino-aprendizagem da língua inglesa. Avaliação de livros didáticos e paradidáticos do
Ensino Médio.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ABRAHÃO, Maria Helena Vieira (Org.). Prática de ensino de língua estrangeira:
experiências e reflexões. São Paulo: Pontes Editores; ArteLíngua, 2004.
BARCELOS, Ana Maria Ferreira. A cultura de aprender línguas (Inglês) de alunos no curso
de Letras. In: ALMEIDA FILHO, José Carlos P. (Org.). O professor de Língua Estrangeira
em Formação. Campinas: Pontes Editores, 1999. p. 157-175.
BRUNO, Fátima Cabral (Org.). Ensino-Aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e
prática. São Carlos: Claraluz, 2005.
FIGUEIREDO, Francisco J. Q. de. Da primeira à segunda língua: algumas teorias
lingüísticas. In: ______. Aprendendo com os erros: uma perspectiva comunicativa de
ensino de línguas. Goiânia: Ed. da UFG, 1997, p. 15-41.
OLIVEIRA E PAIVA, Vera Lúcia Menezes de. Ensino de Língua Inglesa: reflexões e
experiências. 2. ed. Campinas, SP: Pontes; Ed. da UFMG, 1997.
COMPLEMENTAR
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. São
Paulo: Pontes, 1993.
AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas,
dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre
Reus, 1999.
BRITO, Heloisa Augusto de Melo. O que está por trás da ação do professor de língua
estrangeira?. In: ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000.
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989.
ELLIS, Rod. Understanding Second Language Acquisistion. Oxford University Press,
1985.
FIGUEIREDO, Francisco Quaresma de. Aquisição e aprendizagem de segunda língua In:
Signótica, n. 7, Goiânia, Ed. da UFG, p. 39-57, jan./ dez. 1995.
LIGHTBOWN, P. M. & SPADA, N. Popular ideas about language learning: facts and
opinions. In: ______ . How languages are learned. Oxford University Press, 1993. p.111117.
MOITA LOPES, L. P. Oficina de lingüística Aplicada – A natureza social e educacional dos
processos de ensino/aprendizagem de línguas. São Paulo: Campinas: Mercado de Letras,
1996.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Brasília: MEC/SEF, 1998.
RICHARDS, J. C. Exploring teachers’ beliefs. In: ______ . Reflexive teaching in second
language classrooms. New York: CUP, 1996. p. 29-41.
4º ano
ESTAGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga
letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Horária Total
-
-
100
100
Estágio
4º ano
Supervisionado
de Língua
Portuguesa e
Literaturas II
Ementa: Elaboração de projetos de língua materna, aplicáveis ao Ensino Médio com vistas à
atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas do estágio supervisionado
do Ensino Médio, conforme projeto elaborado pelos professores e aprovado pelo Colegiado
do Curso, observado o Regulamento de Estágio Supervisionado.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000.
BRASIL - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS- ENSINO MÉDIO.
Brasília: MEC, 1998.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua Materna: letramento,
variação e ensino. São Paulo: Parábola, 2002.
________. (org.) Lingüística da Norma. São Paulo: Loyola, 2002.
PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo:
Cortez, 2004. (Coleção Docência em formação. Série saberes pedagógicos
COMPLEMENTAR
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989.
ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins fontes,
1997.
Masseto, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
Moreira, Marcos Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes,
1985.
4º ano
ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA II
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
Estágio
4º ano
Supervisionado
de Língua
-
-
100
100
Inglesa II
EMENTA: Elaboração de projetos de língua estrangeira (Inglês), aplicáveis ao Ensino Médio
com vistas à atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas do estágio
supervisionado do Ensino Médio, conforme projeto elaborado pelos professores e aprovado
pelo Colegiado do Curso, observado o Regulamento de Estágio Supervisionado.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BRASIL –PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Médio. Brasília:
MEC, 1998.
ABRAHÃO, Maria Helena Vieira (Org.). Prática de ensino de língua estrangeira:
experiências e reflexões. São Paulo: Pontes Editores; ArteLíngua, 2004.
BRUNO, Fátima Cabral (Org.). Ensino-Aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e
prática. São Carlos: Claraluz, 2005.
OLIVEIRA E PAIVA, Vera Lúcia Menezes de. Ensino de Língua Inglesa: reflexões e
experiências. 2. ed. Campinas, SP: Pontes; Ed. da UFMG, 1997.
COMPLEMENTAR
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. São
Paulo: Pontes, 1993.
AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas,
dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre
Reus, 1999.
BRITO, Heloisa Augusto de Melo. O que está por trás da ação do professor de língua
estrangeira?. In: ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000.
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989.
ELLIS, Rod. Understanding Second Language Acquisistion. Oxford University Press,
1985.
FIGUEIREDO, Francisco Quaresma de. Aquisição e aprendizagem de segunda língua In:
Signótica, n. 7, Goiânia, Ed. da UFG, p. 39-57, jan./ dez. 1995.
LIGHTBOWN, P. M. & SPADA, N. Popular ideas about language learning: facts and
opinions. In: ______ . How languages are learned. Oxford University Press, 1993. p.111117.
MOITA LOPES, L. P. Oficina de lingüística Aplicada – A natureza social e educacional dos
processos de ensino/aprendizagem de línguas. São Paulo: Campinas: Mercado de Letras,
1996.
RICHARDS, J. C. Exploring teachers’ beliefs. In: ______ . Reflexive teaching in second
language classrooms. New York: CUP, 1996. p. 29
COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS
LITERATURA AFRICANA DE LÍNGUA PORTUGUESA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
40
15
Literatura
4º ano
Africana de
Língua
55
Portuguesa
EMENTA:
Leitura e análise de obras (poesia e prosa) representativas na formação da história literária dos
países africanos de língua portuguesa (Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e
São Tomé e Príncipe); Estudo das relações entre literatura e história na construção sóciocultural dos períodos colonial e pós-colonial; Os reflexos do Neo-Realismo português e
brasileiro nas literaturas africanas de engajamento social, no processo de independência à
colonização portuguesa; Tendências atuais das narrativas africanas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ABDALA JR, Benjamin. Literatura, história e política: literaturas de língua portuguesa no
século XX. São Paulo: Ática, 1989.
ANDRADE, Costa. Literatura angolana - opiniões. Lisboa: União dos Escritores Angolanos,
1980.
CAMPINOS, Jorge. Ideologia política do estado salazarista. Lisboa: Portugália, 1975.
FERREIRA, Manuel. Literaturas africanas de expressão portuguesa – I. Lisboa: Instituto de
cultura Portuguesa, 1977.
HAMILTON, Russel G. Literatura africana. Literatura necessária II - Moçambique, Cabo
Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe. Lisboa: Edições 70, 1984.
LABAN, Michel. Angola - Entrevista com escritores. Porto: Fundação Eng. António de
Almeida, 1991. v. 1.
LARANJEIRA, Pires (Org.). Literaturas africanas de expressão portuguesa. [S.l.]:
Universidade Aberta, 1995.
MATA, Inocência. Literatura angolana: silêncios e falas de uma voz inquieta. Lisboa: Mar
além, 2001.
PAIGC. História da Guiné e ilhas de Cabo Verde. Porto: Afrontamento, 1974.
PORTUGAL, Francisco Salinas. Entre próspero e caliban: literaturas africanas de língua
portuguesa. Santiago de Compostela: Laiovento, 1999.
SANTILLI, Maria Aparecida. Africanidade. São Paulo: Ática, 1985.
SARAIVA, José Flávio S. Formação da África contemporânea. São Paulo: Atual, 1987.
(Discutindo a história).
TORRES, A. Pinheiro Torres. O neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes Editores,
1977.
VÁRIOS AUTORES. Encontro neo-realismo: reflexões sobre um movimento, perspectivas
para um museu. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal, 1999.
VEIGA, Manuel. A sementeira. Linda-a-velha: ALAC, 1994.
PRODUÇÃO E REVISÃO DE TEXTO
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
02
40
4º ano
Produção e
Revisão de Texto
Carga Horária Carga Horária
Total
Prática
15
55
EMENTA: A linguagem escrita. Abordagens da aquisição. Inter-relação entre as modalidades
oral e escrita. Registros. Níveis. A norma. Discurso e discursividade. Tipologias textuais.
Técnicas de revisão de texto.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2001.
KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística. São Paulo: Ática,
1986.
KOCH, Ingedore V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
MARCUSCHI, Luiz A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo:
Cortez, 2001.
ORLANDI, Eni Pulcineli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed.
Campinas,SP: Pontes, 1996.
COMPLEMENTAR
BAKHTIN, Mikhail M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BRAGGIO, Silvia L. B. Leitura e alfabetização: da concepção mecanicista à
sóciopsicolinguística. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
GALVES, Charlotte et al. (Orgs.). O texto: leitura e escrita. 2. ed. rev. Campinas; São Paulo:
Pontes, 1997.
GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de
gramática no 1º e 2º graus. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
ESPANHOL INSTRUMENTAL
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
40
15
4º ano
Espanhol
Instrumental
55
EMENTA: Visão genérica da cultura e língua hispânica. Exploração das principais estruturas
linguístico-funcionais. Instrução para compreensão de textos científicos e variados.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
ARTÉS, José Siles & MAZA, Jesús Sánchez. Curso de lectura, conversación y redacción.
Madrid: SGEL, 1997.
BECKER, Idel. Manual de español. São Paulo: São Paulo, 1961.
FERNANDEZ, J. et al. Curso intensivo de español – gramática. Madrid: SGEL, 1990.
GARCÍA, Nicasio H. Plan concéntrico de ortografia. Montevideo: Líberos-Editores, 1959.
HERMOSO, González A. Conjugar es facil. Madrid: Edelsa, 1997.
COMPLEMENTAR
DICCIONARIO ANAYA DE LA LENGUA. México: Edelsa, 1982.
DICCIONARIO PEQUEÑO LARROUSSE ILUSTRADO. Paris: Edicciones Larrousse,
1984.
DICCIONARIO SINÓNIMOS Y ANTÓNIMOS. Buenos Aires: Ruy Diaz, 1995.
MILANI, Ester Maria. Gramática de espanhol. São Paulo: Saraiva, 1999.
PALOMINO, M. Ángeles. Dual pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
SANS, Neus; MIQUEL, Lourdes. Rápido curso intensivo de español. Barcelona: Difusión,
1994.
LITERATURA COMPARADA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
02
40
4º ano
Literatura
Comparada
Carga Horária Carga Horária
Total
Prática
15
55
EMENTA: Introdução aos estudos comparativistas. As relações textuais e o estudo de autores
representativos da literatura universal nas diferentes espécies dos gêneros literários: poesia,
conto, teatro e romance. Ênfase nos estudos comparados entre autores latino-americanos e
brasileiros nas novas tendências do realismo mágico.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
AUERBACH, Erich. Mimesis. São Paulo: Perspectiva, 1987.
BRUNEL, Pierre et al. Que é Literatura Comparada. São Paulo: Perspectiva, 1990.
CARVALHAL, Tânia Franco. Literatura Comparada. São Paulo: Ática, 1986.(Princípios).
GUYARD, Marius François. A Literatura Comparada. São Paulo: Europeu, 2000.
KAISER, Gerhard R. Introdução à Literatura Comparada. Lisboa: Gulbenkian, 1989.
COMPLEMENTAR
ETMBLE. Comparaison nest pas reison. Paris: Gallimard, 1963.
JEUNE, Somon. Literature General et Literature Comparee. Paris: Menard, 1968.
KOTHE, Flávio R. Literatura e Sistemas Intersemióticos. São Paulo: Cortez, 1981.
LUKACS, Georg. Introdução à estética Marxista. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1970.
PICHOIS, Claude e ROSSEAU, Andre M. La Literatura Comparada. Barcelona: Planeta,
1975.
WEISSTEIN, Ulrich. Introduccion a la Literatura Comparada. Barcelona: Planeta, 1975.
* Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada
ano, que deverá constar no programa do curso anual.
ABORDAGENS
E
METODOLOGIAS
PARA
O
ENSINO
DE
LÍNGUA
ESTRANGEIRA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Horária Total
02
40
15
Abordagens e
Metodologias
4º ano
para ensino de
Língua
Estrangeira
55
EMENTA: Processo de aprendizagem/aquisição de língua estrangeira/segunda língua.
Abordagem de metodologias para o ensino-aprendizagem de língua estrangeira. O material
didático e a avaliação da aprendizagem em língua estrangeira.
REFERÊNCIAS
BÁSICA
BROWN, H. Douglas. Teaching by principles. 2nd.ed. White Plains: Longman, 2001.
HARMER, J. The practice of english language teaching. London: Longman, 2000/2001.
LARSEN-FREEMAN, Diane. Techniques and principles in language teaching. Oxford:
Oxford University Press, 1986.
COMPLEMENTAR
ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de (Org.). O professor de língua estrangeira em
formação. Campinas: Pontes, 1999.
MOITA LOPES, José Paulo da. Oficina de linguística aplicada. Campinas: Mercado das
Letras, 1996.
RICHARDS, J.; RODGERS, P. Approaches and methods in language teaching: A
description and analysis. Cambridge: Cambridge University Press, 1986.
ABORDAGENS
E
METODOLOGIAS
PARA
O
ENSINO
DE
LÍNGUA
PORTUGUESA
Ano Letivo
Componente
Carga Horária
Curricular
Semanal
Carga
Carga
Carga Horária
Horária
Horária
Total
Teórica
Prática
40
15
Abordagens e
4º ano
Metodologias para
ensino de Língua
02
55
Portuguesa
EMENTA: Ensino e natureza de linguagem. Discurso e suas condições de produção, gênero e
texto. A reflexão sobre a linguagem. Aprender e ensinar Língua Portuguesa na escola. Novas
e tradicionais técnicas e recursos de ensino de língua portuguesa e literatura. Atividades de
ensino e desenvolvimento de competências. Ensino, aprendizagem e avaliação.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua materna: letramento,
variação e ensino. São Paulo: Parábola, 2002.
GERALDI, João Wanderley (Org). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2000.
ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes,
1997.
______ . Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação. Campinas, SP:
Mercado de Letras – ALB, 1996.
ORLANDI, Eni Pulcineli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. São
Paulo: Brasiliense, 1992.
COMPLEMENTAR
BACCEGA, M. A. Comunicação e linguagem – discurso e ciência. São Paulo: Moderna,
1998.
BAGNO, Marcos. (Org.) Lingüística da norma. São Paulo: Loyola, 2002.
DELL’ISOLA, R. L. P. & MENDES, E. A. M. (Orgs.) Reflexões sobre a língua portuguesa:
ensino e pesquisa. Campinas,SP: Pontes, 1997.
DEMO, Pedro. Saber pensar. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2000.
FIORIN, José L. Linguagem e ideologia. São Paulo: Ática, 1998.
MARTINS, Maria Helena. (Org.) Questões de linguagem. São Paulo: Contexto, 1991.
MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992.
MEC (Ministério da Educação e do Desporto). Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua
Portuguesa. Brasília: MEC, 1998.
MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes,
1985.
SANT’ANNA, Flávia Maria; ENRICONE, Delia; ANDRÉ, Lenir Cancella; TURA, Clódia
Maria Godoy. Planejamento de ensino e avaliação. 11. ed., Porto Alegre: Sagra, 1989.
SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1987.
VALENTE, André. Aulas de Português: subsídios para atividade docente. 6. ed. São Paulo:
Ática, 1995.
VASCONCELLOS, Celso dos S. A avaliação: concepção dialética – libertadora do processo
de avaliação escolar. v. 3. São Paulo: Cortez, 1994.
_____. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Salesiana Dom Bosco,
1993.
ZILBERMAN, Regina. A leitura no ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1991.
CULTURA BRASILEIRA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
40
15
4º ano
Cultura
Brasileira
55
Ementa: Noções de cultura; conceituação; crítica; cultura do povo e ideologias; cultura
popular e cultura de massa; formação do povo brasileiro; o período colonial; o período
monárquico e a cultura; folclore no Brasil; o Brasil e a cultura na atualidade; educação e
política
REFERÊNCIAS
BÁSICA
ARANTE, Antônio Augusto. O que é Cultura Popular. 14. ed. São Paulo: Brasiliense, 1985.
(Primeiros passos).
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A cultura na rua. Campinas: Papirus, 1989.
COUTINHO, Carlos Nelson. Cultura e sociedade no Brasil. (Ensaios sobre idéias e formas)
– 2 ed. rev.e ampl. Rio de Janeiro: DPBA, 2000.
CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Trad.: Viviane Ribeiro. Bauru:
EDUSC, 1999.
VANNUCCHI, Ildo. Cultura Brasileira. São Paulo: Loyola, 1999.
COMPLEMENTAR
HOLANDA, Sérgio Buarque de (Org.). O Brasil monárquico. vols. I, II, III, IV e V. São
Paulo: Difel, 1998. (História geral da civilização Brasileira).
ORTIZ, Remato. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1999.
SODRE, Nelson Werneck. Síntese de História da Cultura Brasileira. 13. ed., São Paulo:
Difel, 1985.
LITERATURA INFANTIL E JUVENIL
Ano
Letivo
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
40
15
55
Componente Carga Horária
Curricular
Literatura
4º ano
Infantil e
Juvenil
EMENTA: Conceituação e abrangência da Literatura Infantil e Juvenil. Funções e adaptações
do gênero. Gramática da narrativa. Evolução diacrônica do gênero. Tendências
contemporâneas da Literatura Infantil e Juvenil Brasileira.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fada. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1980.
BORDINI, Maria da Glória. Poesia Infantil. São Paulo: Ática, 1986.
COMPLEMENTAR
COELHO, Nelly Novaes. A literatura infantil. São Paulo; Quíron, 1984.
______. Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira. São Paulo: Quíron,
1984.
______. Panorama histórico da literatura infantil-juvenil. 3. ed. São Paulo: Quíron, 1985.
CHEVALIER, Jean; CHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos: mitos, sonhos,
figuras...8. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1994.
GRIMAL, Pierre. Dicionário da mitologia grega e romana. 2. ed. Rio de Janeiro: Berthand Brasil,
1993.
LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1985.
SILVA, Vera M. Tietzmann. Literatura infanto-juvenil: seis autores, seis estudos, Goiânia: Ed. da
UFG, 1994.
______. et al. Literatura infanto-juvenil: prosa e poesia. Goiânia: Ed. da UFG, 1995.
VON FRANZ, Marie-Louise. A interpretação dos contos de fada. São Paulo: Edições Paulinas,
1990.
ZILBERMAN, Regina, et al. Literatura de Monteiro Lobato: uma revisão crítica. Porto
Alegre: Mercado Aberto, 1986. (Novas Perspectivas).
______. et al. Atualidade de Monteiro Lobato: uma revisão crítica. Porto Alegre: Mercado
Aberto,1983. (Novas Perspectivas).
______. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 1982.
Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada
ano, que deverá constar no programa do curso anual.
HISTÓRIA DA LÍNGUA INGLESA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Horária Total
02
40
15
4º ano
História da
Língua Inglesa
55
EMENTA: Estudo cronológico da história da língua inglesa dos primórdios ao momento
presente, incluindo o “Old English Period”, “Middle English” e “Modern English”. Aspectos
e características históricas da língua inglesa e sua transformação na produção oral e escrita.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
BURGESS, Anthony. English literature. London: Longman, 1987.
THORNLEY, G. C.; ROBERTS, Gwyneth. An outline of english literature. London:
Longman, 1996.
ALGEO, John. Problems in the origins and development of the english language. New
York: Harcourt Brace Jovanovich, 1982. (Text and workbook).
COMPLEMENTAR
BAUGH, Albert; CABLE, Thomas. A history of the english language. New York: Harcourt
Brace Jovanovich, 1982.
JESPERSON, Otto. Growth and structure of the english language. 9th ed. New York:
University of Chicago Press, 1982.
CORRENTES DA CRÍTICA LITERÁRIA CONTEMPORÂNEA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
02
40
Carga Horária Carga
Horária Total
Prática
Correntes da
4º ano Crítica Literária
15
55
Contemporânea
EMENTA: Abordagens da crítica contemporânea ao estudo da literatura do Formalismo
Russo ao Pós-Estruturalismo: os Formalistas Russos, o New Criticism, o Estruturalismo, a
Crítica Marxista, a Crítica Psicanalítica, a Estética da Recepção e o Desconstrucionismo.
Poéticas da Modernidade e estudos intersemióticos: artes plásticas, literatura e mídias.
REFERÊNCIAS:
BÁSICA
A POÉTICA clássica: Aristóteles, Horário, Longino. Trad. Jaime Bruna. 7 ed. São Paulo:
Cultrix, 1997..
ARGAN, Carlo G. Arte e crítica de arte. Trad. Helena Gubernatis. 2.ed. Lisboa: Editorial
Estampa, 1988. (Teoria da Arte, 4)
______. Arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
CONNOR, S. Cultura pós-moderna: introdução às teorias do contemporâneo. São Paulo:
Loyola, 1986.
TODOROV, T. Teorias do símbolo. Trad. Enid Abreu Dobrànsky. Campinas, SP: Papirus,
1996, (Travessia do Século).
COMPLEMENTAR
ARGAN, Carlo G; FAGIOLO, M. Guia de História da arte. Trad. M. F. Gonçalves. 2.ed.
Lisboa: Editorial Estampa, 1992. (Teoria da Arte, 8).
BENSE, M. Pequena estética .São Paulo: Perspectiva, 1975.
BOSI, A. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, Edusp, 1977..
CUMMING, R. Para entender a arte. São Paulo: Ática, 1995..
CURTIUS, R. Literatura européia e idade média latina. 2. ed. Brasília: INL, MEC, 1979..
CAMPOS, G. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo: Cultrix, 1978.
CHEVALIER, CHEERBRANT. Dicionário de símbolos. 8. ed. Rio de Janeiro: José
Olímpio, 1994.
ECO, U. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. 8. ed. Trad.
Giovani Cutolo. São Paulo: Perspectiva, 1991, (Debates / Estética)
GRIMAL, P. Dicionário da mitologia grega e romana. 2. ed. Trad. Victor Jaboville. Rio de
Janeiro:Bertrand Brasil, 1993.
FERNANDES, José. O poema visual. Goiânia:Vozes, 1997.
FISCHER, E. A necessidade da arte. Trad. Leandro Konder. Rio de Janeiro: Zahar
Editores,1983.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo:
Martins Fontes, 1995.
JAEGER, W. Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira. São Paulo:
Herder, 1936.
JANSON, H. W. História da arte. 2. ed. Lisboa: Fundação Caloustre Gulbenkian, 1977.
LUKÁCS, G. Introdução a uma estética marxista. Trad. Carlos Nelson Coutinho e Leandro
Konder. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
PAZ, O. Signos em rotação .São Paulo: Perspectiva, 1990.
______. O arco e a lira. Trad. Olga Savary. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
(Logos).
PLATÃO. Diálogos: Mênon, Banquete, Fedro. Trad. Jorge Paleikat. Rio de Janeiro: Ediouro,
1988.
PIRES, O. Manual de teoria e técnica literária. 3. ed. Rio de Janeiro: Presença, 1989
(Linguagem, 15).
POUND, E. A arte da poesia: ensaios escolhidos. Trad. Heloysa de Lima Dantas e José
Paulo Paes. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 1988.
RICOIEUR, Paul. A metáfora viva. Trad. Dion Davi Macedo. São Paulo:Loyola, 2000.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro. 10. ed. Rio de
Janeiro: Record, 1987.
______. Retórica do silêncio I: teoria e prática do texto literário. Rio de janeiro: José
Olympio, 1989.
VALÉRY, Paul. Discurso sobre a estética. In: COSTA LIMA, Luis. Teoria da literatura e
suas fontes. 2. ed. Rio de janeiro:Francisco Alves, 1983. p. 35- 45.
TÓPICOS DE LINGÜÍSTICA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
02
40
4º ano
Tópicos de
Lingüística
Carga Horária Carga
Horária Total
Prática
15
55
EMENTA: Disciplina relativa a outros objetos teóricos da área: sociolingüística, pragmática,
lingüística textual, psicolingüística, etc.
REFERÊNCIAS
A bibliografia será escolhida de acordo com a área oferecida.
LITERATURA GOIANA
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
40
15
4º ano
Literatura
Goiana
55
EMENTA
Apreciação e compreensão da criação literária em Goiás – Do período colonial à
atualidade e os estudos sincrônico e comparativo dos textos mais representativos de cada fase.
Os fatores que intensificaram a renovação estética e o desenvolvimento da Literatura Goiana
e a sua relação com a Literatura Brasileira em geral.
BIBLIOGRAFIA
A bibliografia será responsabilidade do professor da disciplina.
METODOLOGIA DA PESQUISA
Carga
Ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Horária
Letivo
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
Total
02
40
15
4º ano
Metodologia
da pesquisa
55
EMENTA
Ciência e conhecimento científico. Métodos científicos. Diretrizes metodológicas para
a leitura, compreensão e documentação de textos e elaboração de seminários, artigo científico,
resenha e monografia. Processos e técnicas de elaboração dotrabalho científico. Pesquisa –
tipos; documentação – didática pessoal, fichamento; projeto e relatório de pesquisa – etapas;
monografia – elaboração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
MEDEIROS, João B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São
Paulo: Atlas, 1991.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 21. ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
DISCIPLINAS DE OUTROS CURSOS
Ano Letivo
4º ano
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
02
40
15
Disciplinas de
outros Cursos
EMENTA: Conteúdo estudado em outros cursos de licenciatura, oferecido pela Unidade
Universitária, que tenha relevância para com a formação crítico-reflexiva do aluno de letras.
REFERÊNCIA
*Obs.: será constituída a referência, de acordo com a disciplina do curso em estudo.
DISCIPLINAS DE OUTRAS UNIDADES
Ano Letivo
Componente
Carga Horária
Carga Horária
Carga Horária
Curricular
Semanal
Teórica
Prática
02
40
15
Disciplina de
4º ano
Outras
Unidades
EMENTA: conteúdo estudado em outros cursos de licenciatura, oferecido por outras
Unidades Universitárias, que tenha relevância para formação crítico-reflexiva do aluno de
letras.
REFERÊNCIA
*Obs.: será constituída a referência, de acordo com a disciplina do curso em estudo.
23 RECURSOS HUMANOS
23.1 Corpo Docente
As políticas de formação e atualização de conhecimentos do corpo docente do curso
de Letras de São Luís de Montes Belos se dão em duas dimensões: a primeira ocorre de forma
interna, por meio de estudos de grupos, participação em projetos de pesquisa, reuniões
pedagógicas para analisar questões metodológicas referentes á docência do Ensino Superior.
Desse projeto de formação auto-avaliativa e reflexiva, nasce o incentivo para a formação
continuada por meio da aquisição de títulos. Essa segunda opção tem levado os docentes do
curso a procurarem os Programas de Pós-Graduação em mestrado e doutorado em instituições
reconhecidas pelo MEC e avaliadas pela CAPES. Vale esclarecer ainda que, 76.4% dos
professores do curso de Letras são mestres e doutores. A meta é que até 2010, todos os
docentes do curso sejam mestres e doutores.
A documentação comprobatória dessa realidade da política de formação docente do
curso segue em anexo conforme exigências legais. A formação continuada situa os saberes
dos Professores de Letras em um quadro dinâmico de situações vivenciadas que, articulandose com a formação inicial para uma reflexão mais apurada sobre a prática, promova o
desenvolvimento pessoal e profissional. Isto implica, na existência de ligação entre formação
inicial e continuada que, apesar de se constituírem por fases distintas, mantêm uma unidade
em torno de princípios epistemológicos, éticos e didático-pedagógicos comuns.
Este princípio possui afirmação no artigo 14, §2o, da Resolução n.9/2001, que trata
das Diretrizes Curriculares para a formação de Professores da Educação Básica:
§ 2o - Na definição da estrutura institucional e curricular do curso, caberá a concepção de um
sistema de oferta de formação continuada que propicie oportunidade de retorno planejado e
sistemático dos professores às agências formadoras.
CORPO DOCENTE DO CURSO DE LETRAS DA UEG – UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS ANO: 2008
NOME
Adriana dos Santos dos Prado
Sadoyama
Edna de Souza Batista
Almeida
Eleno Marques de Araújo
FORMAÇÃO
TITULAÇÃO
Letras
Doutora em
Letras:
Lingüística e
Língua
Portuguesa
Regime de
Trabalho e
Carga Horária
(CH)
8 horas
semanais
Letras
Português
Inglês
Especialista
Docência
Universitária
14 horas
semanais
Filosofia
Mestre
em Ciências
da Religião
16 horas
semanais
Experiência
Profissional
Componente
Curricular/Disciplina(s)
que leciona no Curso
Ensino Superior
desde
2008
Lingüística ILingüística IILingüística IIIProdução e Revisão de
Texto (Optativa)
Temporário
Ensino Superior
desde 2004
Orientação de Estágio
Supervisionado de.
Língua Inglesa I
Estágio Supersionado
de Língua Portuguesa I
Temporário
Ensino Superior
Desde 2005
Filosofia Produção de
Trabalho conclusão de
Curso
Situação
Funcional (Efetivo
ou Temporário)
Temporário
Eliene Padilha Felipe Victor
Pedagogia e
Letras
Português
Inglês
Especialista
em
Língua
Inglesa
24 horas
semanais
Temporário
Ensino Superior
desde 2008
-Laboratório. de Prática
Oral em Língua
Inglesa I
- Língua Inglesa II
Língua Inglesa III
Língua Inglesa IV
Estágio Supervisionado
de Língua Língua
Inglesa II
- Laboratório de
Comunicação Escrita
em Língua Inglesa
23.2 Corpo Discente
O corpo discente do curso de Letras conta atualmente com 152 alunos, sendo que todo
ano ingressam 40 pessoas. Desses ingressantes, cerca de 30 alunos chegam ao final do 4º ano.
Há poucas desistências ou reprovações. Os egressos manifestam sempre a vontade de fazer a
formação continuada ou as especializações na área, em Programas de Pós-Graduações
oferecidas pelo curso na unidade alegando a qualidade do trabalho dos docentes.
De 2006 a 2008, o curso de Letras ofereceu a Pós-Graduação em Lígua Portuguesa e
Literatura e tem projeto para, a partir do segundo semestre de 2009, iniciar novo curso na área
de Ensino e Línguas.
O corpo discente do curso de Letras tem como representação o Centro Acadêmico
com membros eleitos entre seus pares. As eleições atendem às normas estabelecidas nos seus
Estatutos, conforme as disposições legais aplicáveis e conhecidas pelo colegiado do curso.
No que se refere ao sistema de acesso ao curso, é importante esclarecer que os
discentes têm o acesso em Letras por uma das seguintes modalidades:
Processo Seletivo
Transferência
Portador de Diploma de Curso Superior
Convênio Cultural
O ingresso nos cursos de Graduação da UnU é feito por meio de processo seletivo
unificado, em conformidade com a legislação e tem como objetivo:
•
Avaliar a formação e aptidão dos candidatos para cursos superiores;
•
Classificar os candidatos de acordo com o número de vagas para o curso.
No ato da inscrição ao processo seletivo o candidato indica o curso de sua preferência,
tendo em vista o seu interesse. Para a realização das provas do processo seletivo são
observadas as seguintes normas:
•
Abranger conhecimento do ensino médio sem ultrapassar seu nível e
complexidade;
•
Ser idêntico em conteúdo para áreas afins de conhecimentos e unificado em sua
execução.
O planejamento, a execução e a coordenação do processo seletivo são realizados pela
Comissão Central de Vestibular (Núcleo de Seleção), que elabora normas complementares,
aprovadas pelo Conselho Universitário. É vedada a revisão de prova no processo seletivo.
Para a inscrição ao processo seletivo são necessários os seguintes documentos:
•
Requerimento ao Reitor;
•
Prova de identidade;
•
Prova de pagamento da taxa de inscrição;
•
Fotos 3x4;
•
Comprovante de Escolaridade.
A mudança de um curso para outro, dentro da Instituição, poderá ser feita mediante
novo processo seletivo ou prova de aptidão. O aproveitamento de disciplinas já cursadas
deverá obedecer aos dispositivos legais.
Podem ser admitidos, independentes do processo seletivo, os candidatos já diplomados
em curso superior, se houver vagas no curso pretendido, obedecidas as outras normas
estabelecidas pelo conselho acadêmico da Universidade. O requerimento de ingresso de
portadores de diploma de curso superior na Universidade deve ser instruídos com o histórico
escolar completo e diploma registrado no órgão competente, em cópia autenticada, além de
outros que forem necessários.
O Curso de Letras destinar-se-á à formação de profissionais da educação, para atuarem
na docência Ensino Fundamental e no Ensino Médio, nas áreas de Língua Materna e Língua
Estrangeira e suas Literaturas. O graduado em Letras estará apto a desenvolver suas
atividades profissionais, exercendo as funções de professores pesquisadores, críticos
literários, revisores de textos, secretários e assessores culturais.
O Curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás, pretende formar profissionais
intelectuais com capacidade crítica e reflexiva e competência lingüística, literária e didáticopedagógica. O profissional em Letras deverá ainda, estar compromissado com a ética, com a
responsabilidade social e educacional e com as conseqüências de sua atuação no mundo do
trabalho.
Para tanto, a comunidade acadêmica, composta por todos os envolvidos no processo
de formação desses profissionais, assume uma postura de incentivo à atitude investigativa,
valorizando a idéia de que conhecer implica trabalhar com as informações, classificando-as,
analisando-as e contextualizando-as, promovendo, assim, a formação crítico-reflexiva dos
discentes de letras.
23.3 Corpo Técnico-Administrativo
Nome
Cargo
Função
Regime de Trabalho
Auxiliar de Biblioteca
Contrato Temporário
Auxiliar das Coordenações
Contrato Temporário
Auxiliar de Biblioteca
Contrato Temporário
Alda Sebastiana dos Santos
Ribeiro
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Ana Maria Alves de
Mendonça
Técnico Administrativo de
Nível Superior
André Diniz Linhares
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de Biblioteca
Antônia Pereira da Silva
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Arédio Pereira de Lima
Auxiliar Administrativo
Serviços Gerais – Fazenda
Escola
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Benedito Gomes
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Claudia Pereira Luz
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor Acadêmico II
Auxiliar de Secretaria
Contrato Temporário
Dinoel Francisco da Silva
Auxiliar Administrativo
Vigilante-Fazenda Escola
Vigilância na Fazenda Escola Contrato Temporário
Dionatan Vaz Pereira
Auxiliar Administrativo
Vigilante-Fazenda Escola
Vigilância na Fazenda Escola Contrato Temporário
Divartina Silva dos Santos
Supervisor A
Auxiliar de Biblioteca
Atividades Desempenhadas
Auxiliar das Coordenações
Auxiliar de Biblioteca
Auxiliar de Biblioteca
Comissionada
Divina Avelina de Carvalho
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Divina Lúcia Vieira Silva
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Edilson Adão Vieira
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Ercy Alvarenga Silveira
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Hevellin Estrela
Assistente de Gestão
Administrativa
Coordenadora Biblioteca
Coordenadora de Biblioteca
Contrato Temporário
Auxiliar de Secretaria
Contrato Temporário
Isabel Cortes de Oliveira Silva Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor Administrativo II
Isla Maria Nogueira Porto
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor Administrativo II
Jorge Augusto dos Reis Lima
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de Laboratórios
José Carlos Pereira
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de Secretaria
Juliana de Almeida Cruvinel
Bittencourt
Assistente de Gestão
Administrativa
Luciano Magalhães Pinto
Coordenadora do Departamento Contrato Temporário
de Comunicação e Eventos
Auxiliar de Laboratórios
Contrato Temporário
Auxiliar de Secretaria
Contrato Temporário
Gestor do Fundo Rotativo
Assessoria/Fundo Rotativo
Contrato Temporário
Técnico Administrativo de
Nível Superior
Técnico de Laboratório de
Informática
Técnico de Laboratório de
Informática
Contrato Temporário
Ludmila Ferreira Pires
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar das Coordenações
Auxiliar das Coordenações
Contrato Temporário
Maria Aparecida do Carmo
Alves
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor Administrativo II
Telefonista/Auxiliar das
Coordenações
Contrato Temporário
Maria de Lurdes de Souza
Rodrigues
Técnico Administrativo de
Nível Superior
Técnico dos Laboratórios
Técnico dos Laboratórios
Contrato Temporário
Maria Luceny de Paula
Supervisor B
Secretária de Registros
Acadêmicos
Secretária de Registros
Acadêmicos
Comissionada
Maria Lucia de Oliveira
Avelar
Assistente de Gestão
Administrativa
Coordenador Administrativo Coordenadora Administrativa Contrato Temporário
II
Maria Magda Afonso de Lima Auxiliar Administrativo
Silva
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Marlene Alves Adorno
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de Biblioteca
Auxiliar de Biblioteca
Contrato Temporário
Mirian Mirtes Silva Marinho
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de Secretaria
Auxiliar de Secretaria
Contrato Temporário
Olívia Claudina de Faria
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Raquel Nunes da Rocha
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Sebastião Rodrigues da Costa
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Seleni Alvarenga dos Reis
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Tatiany Kássia de Jesus Alves Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar das Coordenações
Telefonista
Contrato Temporário
Tiago David de Jesus
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor Administrativo II
Auxiliar das Coordenações
Contrato Temporário
Waldemar José de Almeida
Auxiliar Administrativo
Motorista do ônibus
Motorista do ônibus
Contrato Temporário
Weiriane Borges de Oliveira
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar das Coordenações
Auxiliar das Coordenações
Contrato Temporário
24. INSTALAÇÕES
24.1 Salas de aula
O curso de Letras conta com 04 salas de aula no segundo pavilhão do prédio que possui ao
todo 12 salas. O estado de conservação das salas é precário não havendo tranca nas portas,
nem ventilação adequada, as cadeiras são todas muito desconfortáveis.
24.2 Secretaria
A Secretaria Acadêmica da UnU funciona em um espaço físico muito aquém de suas
necessidades. A área da Secretaria é de apenas 31,32m2, mais um banheiro de 2,41m2 no seu
interior. O seu funcionamento é dividido em três turnos: 7h:00-11h:00, 13h:00-17h:00 e
19h:00-22h:30.
O trabalho na Secretaria é dividido entre 01 (uma) Secretária Acadêmica e 04
(quatro) Auxiliares, que são distribuídos nos três períodos.
24.3 Biblioteca
A Biblioteca da UnU possui um espaço físico de 61,5m2 e acomodação (mesas e
cadeiras) para apenas 48 (quarenta e oito) acadêmicos. O espaço destinado para a biblioteca
bem como a sua estrutura não são adequados para as suas finalidades e objetivos, tampouco
atende à quantidade de alunos que a UnU possui, bem como as especificidades dos cursos que
oferece.
Além do acervo de 6.672 (seis mil seiscentos e setenta e dois) exemplares, a
biblioteca possui atualmente três microcomputadores, com acesso a internet ADSL, para
cadastro, localização de obras e controle de locações.
É preciso ressaltar além da biblioteca da UnU de São Luis de Montes Belos não ter o
número adequado de exemplares, também falta atualização do acervo. Embora, vez ou outra a
UnU adquira novos exemplares, na prática a biblioteca não atende satisfatoriamente as
necessidades de nenhum dos cursos, o que indica certa negligência da UEG nesta área.
Atualmente, há 04 servidores desempenhando serviços na Biblioteca. Vale ressaltar
que acaba de chegar na unidade, uma bibliotecária formada na área.
O funcionamento da biblioteca é em horário integral, por causa disso, os funcionários
trabalham com revesamento do tempo. As locações são controladas por meio de carteira de
identificação discente ou docente, com códigos barras para registro da locação. O programa
que faz o controle da biblioteca identifica a situação de cada usuário (se existe ou não
devoluções pendentes) liberando ou não a locação.
Advertimos que na UnU não há bibliotecas setoriais para atender as especificidades
de cada curso.
O acervo próprio do curso soma um total de 2.461 exemplares, sendo que 1.512 são
de formação específica. Recebe, eventualmente, periódicos (revistas) da UEG, UCG e UFG.
A relação dos livros consta dos anexos deste Projeto.
24.4 Laboratórios
O curso de Letras tem à disposição um laboratório de informática para uso dos alunos.
Estão disponíveis, nesse espaço, 15 computadores Pentium Dual-Core com 160 GB de HD, 1
GB de RAM, monitor 17 polegadas AOC LCD, com Sistema Operacional Linux Ubuntu e
pacote Open Office. 1 impressora Lexmark E 120 laser, 1 Scanner HP, 1 Data Show LG de
excelente qualidade com uma tela de projeção de 1,80m X 1,80m.
O laboratório possui 21 cadeiras giratórias com rodas mais a cadeira do professor (sem
rodas), 1 mesa para o professor e 2 armários com chaves. Todos os computadores são ligados
em rede com linha telefônica própria. É importante acrescentar ainda que cada computador
possui um fone de ouvido específico para as aulas práticas de Língua Inglesa. As aulas de
Laboratório Oral de Língua Inglesa são ministradas nesse laboratório de informática com os
computadores em rede e com interação com sites sobre o estudo da língua.
Esse fato possibilita aulas práticas de maior interação virtual e qualidade na produção
de sentidos dos signos e dos símbolos, além de contribuir para uma pronúncia mais
aproximada do real fonológico da Língua.
O controle de utilização do Laboratório de Informática é feito por meio do
agendamento para os professores que queiram desenvolver aulas com o auxílio de
computadores. As carteiras de identificação discente com códigos de barras auxiliam a
organização de acesso que está restrita a 03 (três) vezes por semana para cada aluno ou
professor. Após uma hora de acesso o computador desliga automaticamente, impedindo o
mesmo usuário de continuar utilizando o Laboratório. Diante do baixo número de
computadores, esta foi a saída encontrada para tentar disponibilizar o acesso ao Laboratório
ao maior número possível de alunos.
25 SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA DO CURSO
O curso de Letras de São Luís de Montes Belos é avaliado pelo Sistema Nacional de
Avaliação e Desenpenho dos Estudantes do Ensino Superior (SINAES), por meio do Exame
Nacional Desempenho do Estudante
(ENADE) e ainda pelo Núcleo de Avaliação
Institucional (NAI).
A avaliação interna faz-se por meio da auto-avaliação realizada anualmente pelos
alunos e pelos professores quando respondem questionários com questões que avaliam a ação
pedagógica dos professores, atuação dos acadêmicos, realização e participação nos cinco
eventos científicos realizados pelo curso durante o ano letivo, dos projetos de pesquisa e
extensão efetivados e a atuação da coordenação do curso.
A avaliação do processo de formação pode significar muito mais do que a avaliação
do produto. Nesse caso a auto-avaliação contínua por meio das reuniões pedagógicas e das
reuniões do Colegiado do curso pode ser considerada um instrumento de grande contribuição
para a construção da qualidade das ações, dos relacionamentos e da convivência, premissa
básica para a garantia da qualidade da aprendizagem.
A questão não é simplesmente avaliar os atores da construção do processo de
aprendizagens. A aprendizagem da avaliação e da auto-avaliação é muito mais importante
para o professor construir-se profissionalmente e tão mais importante para o aluno construir
seu próprio processo de aprender a aprender. É urgente a necessidade de construção da cultura
de auto-avaliação e da avaliação como instrumento de interpretação do sentido e do
significado da ação pedagógica, tanto para o professor quanto para o estudante da Educação
Superior. Nem sempre esse processo é fácil para ambos, mas é imprescindível construir o hoje
melhor que o ontem. É assim que nos construiremos coletivamente e individualmente.
Nessa linha de compreensão, a avaliação contínua no curso de Letras de São Luís de
Montes Belos se dá pelo levantamento das opiniões dos alunos e dos professores sobre seu
próprio processo de aprendizagem. O professor, cada vez mais compromissado com a
construção de uma ação pedagógica mais coerente com as necessidades e as dificuldades da
realidade dos acadêmicos. E estes, por sua vez, compromissados com a construção do próprio
projeto de aprendizagem.
As reuniões realizadas em sala de aula com acadêmicos e professores com o intuito de
discutir a atuação de ambas as partes no cotidiano da academia, abre oportunidades para a
reflexão, a crítica construtiva, a socialização de experiências e a revelação daquilo que
passou despercebido por cada um na rotina diária pela busca do objetivo. É momento de
estabelecer, profissionalmente, os laços de respeito, compromisso, consideração e cooperação.
A auto-avaliação no curso é objeto de estudo e de pesquisa dentro do próprio curso,
um exercício, um esforço na construção de um paradigma de aprendizagem do aluno e do
professor. Somando-se a tudo isso, é preciso dizer ainda que essa proposta de avaliação não
seria somente um instrumento para a aprovação e reprovação dos alunos, mas um instrumento
de diagnóstico de sua situação, tendo em vista a definição de conhecimentos adequados para
sua aprendizagem. Assim, o mais importante é o envolvimento do acadêmico,
progressivamente, num processo auto-avaliativo e gradual de tomada de consciência de sua
própria aprendizagem.
ANEXOS
Matriz curricular/2004
Acervo bibliográfico do
curso
1. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO
Curso de Graduação em Letras
Modalidade: Licenciatura Plena
Habilitação: Língua Portuguesa, Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas
Carga Horária total: 3.672 horas/aula
Turno: Matutino
Regime escolar: Matrícula anual
Sistema de Organização: Seriado / Optativas semestrais e/ou anuais
Número de vagas no processo seletivo: 40 vagas
Duração e tempo de integralização: mínimo de 4 anos e máximo de 7 anos
1º ANO
Disciplina
Carga
Carga
Horária Horária
Semanal Teoria
Carga
Horária
Prática
Carga
Horária
Total
1.Língua Portuguesa I
4
116
12
128
2.Língua Inglesa I
4
116
12
128
3.Lingüística I
2
56
08
64
2
38
26
64
5.Língua Latina
2
64
-
64
6.Produção de Texto Técnico-Científico
2
38
26
64
7.Teoria Literária
4
120
08
128
8.Filosofia
2
64
-
64
9.Fundamentos da Educação
2
56
08
64
Soma do 1º Ano
24
668
100
4.Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa I
Atividades Complementares
Total do 1º Ano
24
668
768
50
50
150
818
2º ANO
Disciplina
Carga
Horária
Semanal
Carga
Horária
Teoria
Carga
Horária
Prática
1.Língua Portuguesa II
4
116
12
128
2.Língua Inglesa II
4
116
12
128
3.Lingüística II
2
56
08
64
2
38
26
64
5.Literatura Portuguesa I
2
56
08
64
6.Literatura Brasileira I
2
56
08
64
4
118
10
128
8.Didática
2
56
08
64
9.Políticas Educacionais
2
56
08
64
Soma do 2º Ano
24
668
100
768
Carga
Horária
Total
4.Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa II
7.Psicologia da
Aprendizagem
Educação:
Desenvolvimento
e
Atividades Complementares
Total do 2º Ano
24
668
50
50
150
818
3º ANO
Disciplina
Carga
Carga
Horária Horária
Semanal Teoria
Carga
Horária
Prática
Carga
Horária
Total
1.Língua Portuguesa III
4
108
20
128
2.Língua Inglesa III
4
108
20
128
3.Lingüística III
2
48
16
64
4.Literatura Portuguesa II
2
48
16
64
5.Literatura Brasileira II
2
48
16
64
6.Literaturas de Língua Inglesa I
4
116
12
128
7.Orientações para o Estágio Supervisionado de
Língua Portuguesa I
2
64
*
64
8.Orientações para o Estágio Supervisionado de
Língua Inglesa I
2
64
9.Disciplina Optativa I
2
64
Soma do 3º ano
24
668
*
64
64
100
768
* Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa I
100
100
*Estágio Supervisionado de Língua Inglesa I
100
100
*Atividades Complementares
50
50
350
1.018
Total do 3º ano
24
668
DISCIPLINAS OPTATIVAS I
3º ANO
Disciplina
1.Produção e
Revisão de Texto
Carga
Carga
Horária Horária
Semanal Teoria
Carga
Horária
Prática
Carga
Horária
Total
2
16
48
64
2.Espanhol Instrumental
2
64
--
64
3.Literatura
2
64
--
64
2
48
16
64
e Metodologias para o Ensino de
Língua Portuguesa
2
48
16
64
6.Cultura
2
64
--
64
Comparada
4.Abordagens
e Metodologias para o Ensino de
Língua Estrangeira
5.Abordagens
Brasileira
7.Disciplinas
de Outros Cursos
2
64
--
64
8.Disciplinas
de Outras Unidades
2
64
--
64
4º ANO
Carga
Carga
Horária Horária
Semanal Teoria
Disciplina
Carga
Horária
Prática
Carga
Horária
Total
1.Língua
Portuguesa IV
4
116
12
128
2.Língua
Inglesa IV
4
116
12
128
4
120
08
128
2
56
08
64
2
30
34
64
Inglesa
2
38
26
64
7.Orientações para o Estágio Supervisionado de
Língua Portuguesa II
2
64
*
64
8.Orientações para o Estágio Supervisionado de
Língua Inglesa II
2
64
*
64
9.Disciplina
2
64
24
668
3.Literatura
Brasileira III
4.Literaturas
5.Produção
de Língua Inglesa II
de TCC
6.Laboratório
de Comunicação Escrita em Língua
Optativa II
Total do 4º ano
64
100
768
*Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa II
*Estágio Supervisionado de Língua Inglesa II
2
100
100
2
100
100
50
50
350
1.018
*Atividades Complementares
Total do 4º ano
24
668
DISCIPLINAS OPTATIVAS II
4º ANO
Disciplina
1.Novas Tecnologias em Educação
Carga
Carga
Horária Horária
Semanal Teoria
2
48
Carga
Horária
Prática
16
Carga
Horária
Total
64
2.História da Língua Inglesa
2
64
--
64
3.Literatura Infantil e Juvenil
2
64
--
64
4.Correntes da Crítica Literária Contemporânea
2
64
--
64
5.Tópicos em Lingüística
2
64
--
64
6.Disciplinas de Outros Cursos
2
64
--
64
7.Disciplinas de Outras Unidades
2
64
--
64
17.1 RESUMO DA CARGA HORÁRIA POR DISCIPLINAS AO LONGO DO
CURSO DE LETRAS
Carga
Carga Horária
Horária
por
Total
área
Área de
Formação
Carga
Horária
Teoria
Carga
Horária
Prática
1.Língua Portuguesa
Específica
456
56
512
2.Língua Inglesa
Específica
456
56
512
3.Lingüística
Específica
160
32
192
4.Língua Latina
Específica
64
-
64
5.Literatura Portuguesa
Específica
104
24
128
6.Literatura Brasileira
Específica
224
32
256
7.Literatura de Língua Inglesa
Específica
172
20
192
8.Teoria Literária
Específica
120
08
128
9.Didática
Pedagógica
56
08
64
10.Políticas Educacionais
Pedagógica
56
08
64
Pedagógica
38
26
64
Pedagógica
118
10
128
13.Disciplinas Optativas
AFSRAAC
128
-
128
14.Filosofia
AFSRAAC
64
-
64
Disciplina
11.Produção de Texto Técnicocientífico
12.Psicologia da Educação:
Desenvolvimento e Aprendizagem
1984
320
256
AFSRAAC
15.Fundamentos da Educação
56
08
64
128
200
328
128
200
328
Estágio e
Prática
114
78
192
Estágio e
Prática
30
34
64
AACC
200
-
200
2.872
800
3.672
Estágio e
Prática
Estágio e
Prática
16.Estágio Supervisionado de Língua
Inglesa
17.Estágio Supervisionado de Língua
Portuguesa e Literaturas
18.Laboratório de Prática de Oral e
Comunicação Escrita em Língua
Inglesa
19.Produção de TCC
20.Atividades Acadêmicas Científicas
e Culturais
TOTAL
912
200
3.672
17.2 QUANTIDADE DE CARGA HORÁRIA
Série
Carga
Horária
Total
Carga
Horária
Diária
Carga
Horária
Semanal
Carga
Horária
Teórica
Carga
Horária
Prática
04
24
668
150
818
2º Ano
04
24
668
150
818
3º Ano
04
24
668
350
1.018
4º Ano
04
24
668
350
1.018
04
24
2.672
1.000
3.672
1º Ano
Total da Carga Horária
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PPC 2009 - UEG - São Luís de Montes Belos