UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LETRAS São Luís de Montes Belos 2009 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LETRAS Projeto Pedagógico do Curso de Letras, para fins de Renovação de Reconhecimento do Curso conforme exigências legais. São Luís de Montes Belos 2009 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DO CURSO .............................................................................................. 1 CONCEPÇÃO DO CURSO .................................................................................................. 2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO............................................................................................ 3 HISTÓRICO DA UEG .......................................................................................................... 3.1 Perfil institucional .............................................................................................................. 3.2 Das Finalidades: ................................................................................................................. 3.3 Área de atuação .................................................................................................................. 3.4 Órgãos de administração superior da UEG......................................................................... 3.4.1 - Conselho Universitário .................................................................................................. 3.4.2 - Reitoria ......................................................................................................................... 3.4.3 - Conselho Acadêmico ..................................................................................................... 3.5 Pró-Reitoria de Graduação - PrP ......................................................................................... 3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE ........................................... 3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP ................................................................ 3.7.1 – Iniciação Científica ....................................................................................................... 3.7.2 – Pós-Graduação.............................................................................................................. 3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças ................................................... 3.9 Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação ............................................... 4 HISTÓRICO DA UnU - SÃO LUÍS DE MONTES BELOS .................................................. 5 JUSTIFICATIVA DO CURSO ............................................................................................. 6 OBJETIVOS DO CURSO ..................................................................................................... 6.1 Objetivo geral do curso: ..................................................................................................... 6.2 Objetivos específicos: ......................................................................................................... 7 PERFIL DO EGRESSO FORMADO EM LETRAS NA UEG .............................................. 8 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS .................................................................................. 9 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .................................................................... 9.1 Coordenação pedagógica: ................................................................................................... 9.2 Administração Acadêmica .................................................................................................. 9.3 Coordenação de curso......................................................................................................... 9.4 Colegiado do curso ............................................................................................................. 9.5 Registro acadêmico ............................................................................................................ 9.5.1 Biblioteca: Área 94,2 m2 nº de exemplares: 2461 nº de títulos: ......................... 9.5.2 Organização e Funcionamento ......................................................................................... 9.5.3 Cadastro do curso ............................................................................................................ 10 METODOLOGIA DE ENSINO .......................................................................................... 11 INTERDISCIPLINARIDADE............................................................................................. 12 ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR ................................................. 12.1 Seleção dos Conteúdos ..................................................................................................... 12.2 Ênfase na formação do professor de Letras como intelectual-crítico-reflexivo ................. 12.3 Flexibilização .................................................................................................................. 12.4 Ação coletiva ................................................................................................................... 12.5 A indagação ou a intervenção .......................................................................................... 12.6 Relação entre os conhecimentos específicos e pedagógicos............................................... 12.7 Formação inicial e continuada ......................................................................................... 13 ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ....................................... 13.1 Integração do Ensino (teoria e prática) ............................................................................ 14 PESQUISA ......................................................................................................................... 14.1 Políticas de incentivo e investigação científica .................................................................. 14.1. 1 A Revista Ícone ........................................................................................................... 14.2 Os eventos ....................................................................................................................... 14.3 Projetos de Pesquisa do curso ........................................................................................... 14. 4 Projetos de extensão ........................................................................................................ 15 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................... 16 ESTÁGIO CURRICULAR (Obrigatório) ............................................................................ 17 ATIVIDADE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (Licenciaturas) ........... 18 O TRABALHO DE CURSO ............................................................................................... 19 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM ..................................... 20 ESTRUTURA CURRICULAR ........................................................................................... 20.1 ATIVIDADES ................................................................................................................ 20.1.1. prática – conhecimento/intervenção, elaboração e comunicação. ................................... 20.1.2 partilhada e coletiva ....................................................................................................... 20.1.3. independente – o aluno direciona seus estudos. ............................................................. 20.1.3.1 Disciplinas .................................................................................................................. 20.1.3.2 Jornadas científicas estudantis..................................................................................... 20.1.3.3 Simpósios temáticos ................................................................................................... 20.1.3.4 Oficinas ...................................................................................................................... 20.1.3.5 Investigações colaborativas ......................................................................................... 20.1.4 Atividades independentes ............................................................................................ 21 MATRIZ CURRICULAR ................................................................................................... 20.1 MATRIZ CURRICULAR UNIFICADA DO CURSO DE LETRAS ................................ 22 DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA DAS ÁREAS E ATIVIDADES............ 22.1 Áreas de formação e atividades de aprofundamento ........................................................ 22.2.1 Área de formação de um sistema de referência para análise e ação crítica .................... 22.2.2 Área de formação pedagógica docente ......................................................................... 22.2.3 Área de formação específica ......................................................................................... 22.2.4 Área de formação, de investigação e de prática profissional .......................................... 22.2.5 Pesquisa através de trabalho de curso. ........................................................................... 22.2.6 Estágio Supervisionado................................................................................................. 22.2.7 Prática profissional dos conteúdos das áreas de estudo .................................................. 22.3 Currículo de Aprofundamento e Ampliação ..................................................................... 22.3.1 Oferta optativa curricular ............................................................................................ 22.3.2 Experiências pedagógicas ............................................................................................. 22.3.3 Participação em eventos científicos. .............................................................................. 22.4 Carga horária regulamentada nas diretrizes curriculares nacionais .................................... 22.5 Eixos Temáticos .............................................................................................................. 23 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ........................................................................................ 23 RECURSOS HUMANOS ................................................................................................... 23.1 Corpo Docente ................................................................................................................. 23.2 Corpo Discente ................................................................................................................ 23.3 Corpo Técnico-Administrativo ......................................................................................... 24. INSTALAÇÕES................................................................................................................. 24.1 Salas de aula ..................................................................................................................... 24.2 Secretaria ......................................................................................................................... 24.3 Biblioteca ......................................................................................................................... 24.4 Laboratórios ..................................................................................................................... 25 SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA DO CURSO .................................................... Soma do 1º Ano ....................................................................................................................... Atividades Complementares ..................................................................................................... 5 APRESENTAÇÃO DO CURSO A Universidade Estadual de Goiás (UEG), apresenta o Projeto Pedagógico do curso de Letras das Unidades Universitárias de Anápolis, Campos Belos, Cidade de Goiás, Formosa, Goianésia, Inhumas, Iporá, Itapuranga, Jussara, Morrinhos, Pires do Rio, Porangatu, Quirinópolis, São Luís de Montes Belos, São Miguel do Araguaia e Extensão Universitária de Caçu. Por meio desses Cursos de Letras, nas suas respectivas regiões, a universidade pretende desenvolver a sua função social que é a de formação de professores para o Ensino Fundamental e Ensino Médio. Ao acreditar que esse é um dos melhores caminhos para uma melhoria qualitativa da educação não só em Goiás, mas no Brasil, a UEG confirma a importância da renovação de reconhecimento desses cursos. Trata-se de um documento de estudo e elaboração conjunta das coordenações do Curso de Letras, com esforços de todas as Unidades Universitárias da UEG em avaliar suas concepções e suas ações pedagógicas, curriculares e organizacionais, a partir das necessidades e interesses das comunidades regionais as quais os cursos atendem. A concretização do presente projeto e sua dinamização é fruto do compromisso coletivo com a proposta de mudança das discussões, de modo que, a UEG possa desempenhar seu papel educativo frente às transformações da sociedade e às demandas da Universidade. O engajamento e a mobilização de todos os docentes dos cursos de Letras nos debates, nas análises e na elaboração deste projeto, foi de fundamental importância. Este trabalho resulta numa diretriz norteadora efetiva da política de formação de professores de Letras na UEG. Este documento reflete o esforço dos próprios docentes e da pró-reitoria de Graduação, que há muito, vem caminhando nesta direção. O Projeto Pedagógico do Curso de Letras surgiu da necessidade de se criar um espaço aglutinador de proposições e discussões das políticas educacionais, no que se refere ao Curso de Letras da UEG. As comissões regionais foram compostas pelos Coordenadores dos Cursos de Letras, por dois professores e por dois discentes do curso. A comissão central é composta pelos coordenadores e por um docente do curso das Unidades Universitárias. Esse projeto foi desempenhado por essas comissões locais e regionais, frente às transformações, demandas e necessidades da sociedade nas quais as Unidades Universitárias estão inseridas. A necessidade de se definir um perfil do Profissional de Letras da UEG, o papel e a função do curso no âmbito da UEG foi o que levou o grupo a definir um plano de trabalho coletivo que fosse capaz de garantir a proposta de unicidade da Matriz curricular, das ementas que compõem o Projeto Político Pedagógico do curso, mas que respeite e considere também as peculiaridades e as necessidades de cada realidade onde o curso se instala. As reuniões destinaram-se ao estudo e à discussão dos problemas comuns a todas as Unidades e, em seqüência, à realização das atividades planejadas. A partir dessas discussões e estudos, incluindo o relato das experiências de cada Unidade, percebeu-se com maior clareza a necessidade de elaboração de um Projeto, que indicasse uma melhor diretriz para os Cursos de Letras da UEG. O compromisso das comissões para com o Projeto Pedagógico, visa oferecer aos alunos do Curso de Letras conhecimentos teórico-práticos acerca dos estudos lingüísticos e literários, proporcionando uma compreensão crítica do mundo através dos processos de transmissão, construção e reconstrução do conhecimento, ou seja, possibilitar a esses alunos condições para que mudem a sua prática pedagógica, até então voltada para a reprodução do conhecimento, transformando-a numa práxis em que a produção de saberes norteie o ensino das línguas materna e estrangeira e de suas respectivas literaturas. Neste sentido, estão alocados neste projeto: a apresentação, concepção do curso, identificação do curso, histórico da UEG, histórico da UnU, justificativa do curso, objetivo do curso, objetivo geral, objetivos específicos, perfil do egresso, habilidades e competências, organização didático-pedagógica administração acadêmica, coordenação do curso, colegiado do curso, registro acadêmico, metodologia de ensino, interdisciplinaridade, estratégias de flexibilização curricular, articulação entre ensino, pesquisa e extensão, pesquisa política de incentivo à investigação científica, projetos de pesquisa, extensão, projetos de extensão, estágio curricular, atividades práticas como componentes curricular, trabalho de curso, avaliação do processo de ensino e aprendizagem,estrutura curricular, matriz curricular, dimensionamento da carga horária das áreas e atividades, ementas e bibliografias, recursos humanos, instalações, biblioteca, laboratórios, sistema de avaliação do curso, planilha de custo e alteração e reestruturação curricular. O Projeto Pedagógico do Curso de Letras tem como finalidade oferecer referências, a partir das exigências atuais para a formação adequada e consistente de professores para o Ensino Fundamental e Ensino Médio, tanto do ponto de vista legal, implementado pela nova LDBEN nº 9.394/96, bem como dos resultados de vários estudos e pesquisas sobre o tema. O Projeto se concretiza em diretrizes relacionadas ao currículo, à organização institucional e às ações de implantação com saberes e competências profissionais de professores, propondo uma estrutura organizacional e curricular. É necessário esclarecer ainda que este projeto, assume a concepção de um sistema unitário de formação do profissional de 7 Letras, superando as dicotomias do modelo vigente do bacharelado e da licenciatura. O que se considera como diretriz prioritária neste documento é o entendimento de que, a formação do profissional de Letras, se constitue na Universidade como um processo autônomo, integral e terminal. Este documento terá sua identidade própria que o distinguirá claramente dos cursos de bacharelado e dos demais cursos profissionalizantes, embora mantendo com eles a interface determinada pela própria natureza dos conhecimentos envolvidos na formação. É pertinente acrescentar ainda que, o fato do curso habilitar para duas licenciaturas (Língua Portuguesa e Língua Inglesa), faz dele um curso compromissado com a formação docente de qualidade assim como a formação específica nas áreas afins. Pois, a formação do profissional da docência e da atividade técnica pressupõe, não apenas a formação pedagógica, mas também a construção científica do conhecimento na área, mediante procedimentos investigativos. 1 CONCEPÇÃO DO CURSO O curso de Letras da UEG-UnU-São Luís de Montes Belos-Go é um curso que tem como meta a formação de professores para o Ensino Fundamental, Ensino Médio e para atuação em outros espaços que requeiram conhecimentos específicos de línguas. E, para isso terá que orientar os acadêmicos para a busca dos interesses e das necessidades pertinentes à construção do projeto de aprendizagem de cada um. Nesse intento, a concepção epistemológica que o curso toma como embasamento teórico para suas ações, atitudes, normas e rotinas é a de que os conhecimentos têm função adaptativa, isto é, eles servem para dar sentido às experiências que os sujeitos realizam no mundo de limitações impostas pelo contexto físico. Assim, os conhecimentos têm função de viabilizar as experiências do homem, para abandonar e evitar as que constituem fracasso e controlar as que representam um sucesso. A concretização do presente projeto e sua dinamização permitirão que o acadêmico, ao longo de sua trajetória de estudos e pesquisas, estará discutindo e analisando realidades análogas às que poderá enfrentar futuramente, e que, para isso, precisa estar preparado. Por isso, esse Projeto é fruto do compromisso coletivo com a proposta de mudança das discussões, de modo que, a UEG possa desempenhar seu papel educativo frente às transformações da sociedade em rede e às necessidades dos ingressantes no curso. O Projeto Pedagógico do Curso de Letras traz também no seu intento, a concepção de que a Universidade dos tempos atuais não pode se limitar à reprodução do conhecimento. Seu compromisso é com a produção, com qualidade, do conhecimento propulsor da justiça social, da liberdade, da criatividade e da consciência crítica e investigativa. O Projeto se concretizará em diretrizes relacionadas ao currículo, à organização institucional e às ações de implantação com saberes e competências profissionais de professores, propondo uma estrutura organizacional e curricular. O compromisso com a qualidade da licenciatura em Língua Portuguesa e Língua Inglesa se faz pela necessidade de garantir o objetivo da universidade e do curso: formação integral do ser como pesquisador, observador, investigador e crítico da realidade. A UEG como universidade pública e democrática tem compromisso com a produção do conhecimento, dos valores, da cultura e das relações sociais no contexto da sociedade contemporânea, tanto no âmbito local quanto no cenário nacional e internacional. Desse modo, registra, também, o compromisso de manter uma educação de qualidade social. Assim, pensar o papel da universidade exige o reconhecimento de que se vive numa sociedade marcada pela era da velocidade da informação, a chamada sociedade do conhecimento, na qual a flexibilidade e as constantes transformações no mundo do trabalho se dão de formas cada vez mais intensas e velozes. Esta realidade, determinada e determinante do desenvolvimento científico e tecnológico, tem proporcionado mudanças radicais na capacidade de acesso da sociedade à produção do conhecimento. Uma questão importante que se apresenta para esta proposta é a da globalização, caracterizada pelos seus efeitos homogeneizantes nas esferas das finanças e da política, e também pela cristalização regionalizada das mazelas socioeconômicas, hajam vista que os sistemas de proteção e desenvolvimento social permanecem nacionalizados. Desse modo, o Curso de Letras deve contribuir, para que a tecnologia continue se desenvolvendo através da formação de quadros e da geração de conhecimento para esta sociedade concreta, e estar a serviço de “uma concepção radical e universal da cidadania” (PNG, ForGRAD, 2000). É importante considerar ainda que, embora a Universidade divida a produção e a sistematização do conhecimento com as empresas produtoras de bens e serviços vinculadas ao sistema econômico vigente, ainda mantenha a sua função de agência formadora dos técnicos e dos pesquisadores que integram as instituições que atuam no mercado. (PNG, ForGRAD, 2000). Outro dado importante é a tendência atual de se enfatizar o aspecto tecnológico do conhecimento nas relações sociais de produção em detrimento de outros aspectos, tais como 9 filosófico, ético e seu comprometimento social. A UEG e o curso de Letras, por meio deste projeto e consequentemente de sua operacionalização, refuta essa tendência por considerar que a formação acadêmica amplia a visão de mundo exatamente por oferecer pressupostos teóricos, éticos e científicos possíveis para a análise crítica do contexto real. Como desdobramento desses aspectos, uma questão fundamental se apresenta, a relação entre o curso e o mercado de trabalho. Quanto a isso, é necessário ressaltar que a função da Universidade oscila entre duas perspectivas, uma de apenas preparar tecnicamente para o mercado de trabalho, outra, de pensar criticamente sua realidade, identificando as contradições do sistema. Esses dados na verdade, se complementam para atender a concretização da função política do Curso – contrapondo-se à tendência privatizante da produção do conhecimento. Ademais, outro princípio necessário à estruturação do curso é o da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, como o tripé da formação universitária proporcionada pela UEG. Este princípio se fundamenta nos seguintes nortes teóricos: a) a relação não dicotômica entre teoria e prática; b) a interdisciplinaridade; c) a utilização da pesquisa e serviços comunitários com fins pedagógicos e científicos d) e as monitorias. Quanto à relação ensino e extensão, essa indissociabilidade é necessária porque desenvolve a noção de cidadania, permitindo atender às demandas da sociedade. No que se refere à relação ensino e pesquisa, ela permite o domínio dos instrumentos peculiares a cada profissão (PNG, ForGRAD, 2000). Essa proposta acadêmica se fundamenta, portanto, em uma formação científica, profissional e cidadã, comprometida com um processo de emancipação humana que prepare para conquistar, garantir e ampliar a qualidade de vida para todos, por meio da prática dos direitos e deveres sociais. Com a necessidade de oferecer uma nova constituição ao Curso, este Projeto de “renovação e revitalização” procura adequar-se a uma nova realidade de currículo. 2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O curso de Letras foi criado e autorizado por meio do Decreto nº 5.101 de 13/03/2000, tendo o primeiro vestibular em janeiro daquele mesmo ano, oferecendo 40 (quarenta) vagas. O curso foi criado para atender a demanda de professores qualificados nas áreas de Línguas, Comunicação Expressão, Redação e Literatura, nas escolas Estaduais, Municipais e Particulares de São Luís de Montes Belos e região. O curso de Letras da UnU-São Luís de Montes Belos – Go, é um curso que funciona em regime seriado anual de licenciatura plena em Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Tem duração mínima de quatro anos e máxima de seis anos com uma carga horária total de 3.240 horas. O curso funciona no turno matutino oferecendo, no máximo, 40 vagas por ano. A primeira Matriz curricular do curso a ser chancelada tinha a carga horária de 3.570 horas e a última turma que integralizou currículo nessa matriz foram os concluintes de 2006. A Matriz Curricular deste projeto terá vigência a partir do ano de 2009 com o ingresso da turma selecionada pelo vestibular do mesmo ano. Assim, durante três anos seguidos (2009, 2010, 2011) o curso terá duas Matrizes em vigência. Uma aprovada e chancelada em 2004, com carga horária de 4.072 horas, conforme a Resolução CsU nº 33/03, que a partir de 2004, foi unificada para todos os cursos de Letras da UEG. Essa Matriz foi chancelada por meio da Resolução nº 049/2006, em 18 de dezembro de 2006 com a carga horária de 3.672 horas, distribuídas em teoria e prática e a Habilitação em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas. E a outra, a atual, com vigência a partir de 2009, com carga horária de 3.240 e Habilitação em Língua Portuguesa e Inglesa, conforme descrita acima. 3 HISTÓRICO DA UEG A proposta de criação da UEG não é recente. A mobilização entre diversos segmentos da sociedade para implantação de uma Instituição de Ensino Superior pública, gratuita e de qualidade, no Estado de Goiás, tem seus primeiros registros datados da década de 1950. A Reforma Universitária, ocorrida em 02 de novembro de 1968, através da Lei 5.540, facilitou a disseminação do Ensino Superior, e em Goiás, foram criadas as Faculdades Isoladas. Nos anos de 1968 e 1987 foram organizados, pela Delegacia Regional do Ministério da Educação e Cultura em Goiás (DEMEC), o I e II Seminários sobre a Expansão do Ensino de 3º Grau, e, durante os mesmos, os movimentos sociais, tanto de professores quanto de alunos, evidenciaram o desejo de interiorização do Ensino Superior. A década de 1980 também foi marcada por uma série de mobilizações da União Estadual dos Estudantes (UEE) para a estruturação de uma Universidade Multicampi em Goiás. Até o ano de 1986, o Estado de Goiás, em termos de Ensino Superior, dispunha de 10 11 autarquias em funcionamento nos seguintes municípios: Goiânia, Anápolis, Goiás, Porto Nacional, Porangatu, Araguaina, Morrinhos, Iporá, Itapuranga e Quirinópolis. Através de outras treze leis autorizativas, o Chefe do Poder Executivo dispunha do poder de criá-las, mas algumas ficaram no papel, inclusive a lei nº 10.018, de 22 de maio de 1985, “... Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a criar a Universidade Estadual de Anápolis - UNIANA”. A Lei nº 11.655/91 criou a Universidade Estadual de Goiás com sede em Anápolis, originada a partir da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis (FACEA) e a incorporação das treze demais IES existentes, mantidas pelo Estado, o que veio fortalecer a luta de diversos segmentos interessados na criação de uma Universidade Pública Estadual em Goiás. Um projeto de Universidade Estadual, elaborado pela Assembléia Legislativa, ainda no governo de Ary Ribeiro Valadão, através da Lei de nº 8772, de 15 de janeiro de 1980, delegava ao Poder Executivo autorização para criar a Universidade do Estado de Goiás com sede em Anápolis, sob a forma de Fundação; porém, o Decreto somente foi assinado pelo governador Dr. Henrique Antônio Santillo, que instituiu a Fundação Estadual de Anápolis, mantenedora da UNIANA, sob nº 3355, de 9 de fevereiro de 1990. A partir do sonho de se construir um projeto de Universidade democrática, solidamente enraizada em todas as regiões em que estivesse presente como instrumento de transformação regional e de inclusão social, nasce a Universidade Estadual de Goiás - UEG, resultado do processo de transformação da UNIANA e da incorporação das Instituições de Ensino Superior (IES) isoladas, mantidas pelo Poder Público Estadual, pelo Governador Marconi Ferreira Perillo Júnior, por força da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Goiás. A UEG foi organizada como uma Universidade Multicampi, tendo como sede central o campus da anteriormente denominada UNIANA. O artigo 2º da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999, ao transformar a UNIANA e as demais faculdades na Universidade Estadual de Goiás, com sede em Anápolis, procedeu também à transformação da Fundação Universidade Estadual de Anápolis na Fundação Universidade Estadual de Goiás. As Unidades Universitárias, localizadas nas várias regiões do Estado, oferecendo cursos a distância, tecnológicos, seqüenciais e programas emergenciais de formação superior, além dos cursos regulares, integrados numa organização maior, conforme as peculiaridades regionais, cumpre suas finalidades estratégicas, oportunizando o acesso da juventude ao ensino superior público e gratuito, elevando o nível de formação técnico-profissional e cultural do povo goiano, contribuindo para o processo de modernização e desenvolvimento, colocando o Estado de Goiás a patamares respeitáveis de competitividade econômica e política, seja em níveis regionais, seja em níveis nacionais. Com a publicação da Lei nº 16.272, de 30 de maio de 2008, a UEG é transformada em autarquia, com a denominação de Universidade Estadual de Goiás. 3.1 Perfil institucional Da Missão Institucional da UEG: Missão original constante do Estatuto da Fundação Universidade Estadual de Goiás: Pesquisar, desenvolver, organizar, divulgar e partilhar conhecimentos, ciências e percepções, ampliando o saber e a formação do ser humano para a atuação sócioprofissional solidária e coerente com as necessidades e a cultura regionais, com o objetivo de que homens e mulheres conquistem sua cidadania, num projeto de sociedade equilibrada, nos parâmetros da eqüidade. Por ocasião da elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Institucional (2001 a 2004), a missão da UEG passou a ser: Produzir e socializar o conhecimento científico e o saber, desenvolver a cultura e a formação integral de profissionais e indivíduos capazes de inserirem-se criticamente na sociedade e promoverem a transformação da realidade sócio-econômica do Estado de Goiás e do Brasil. (PDI, 2003, v. 1, p. 26). 3.2 Das Finalidades: As finalidades da UEG constam do artigo 5º do Estatuto da Instituição, homologado pelo Decreto nº 5.130, de 03/11/1999. 3.3 Área de atuação A UEG, através de suas Unidades Universitárias e Pólos, atua em todas as áreas do conhecimento, segundo a classificação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, com 35 cursos regulares que se desdobram em 131, 3 cursos de ensino à distância, desdobrados em 12 e 10 cursos de graduação tecnológica, desdobrados em 19. Oferece, ainda, cursos de graduação para formação de professores, por meio de programas especiais de valorização dos Profissionais de Educação, além de prestar outros serviços relevantes à sociedade. 13 3.4 Órgãos de administração superior da UEG 3.4.1 - Conselho Universitário O Conselho Universitário é o órgão normativo e deliberativo supremo da Instituição, com atribuições definidas no Estatuto da UEG, sendo a última instância de recurso da Instituição. 3.4.2 - Reitoria A Reitoria, composta pelo Reitor e Pró-Reitores, é o órgão executivo superior da UEG, cabendo-lhe representá-la, coordená-la, fiscalizá-la, bem como acompanhar e supervisionar o desenvolvimento dos trabalhos de suas Unidades Universitárias, prover meios e recursos para Ensino, Pesquisa e Extensão, implementar políticas e estratégias de desenvolvimento e avaliar os resultados das atividades acadêmicas, em todos os níveis e em todas as Unidades Universitárias, executando as deliberações do Conselho Universitário e do Conselho Acadêmico da Universidade. 3.4.3 - Conselho Acadêmico O Conselho Acadêmico da Universidade supervisiona e delibera, técnica e administrativamente, sobre Graduação, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão, Cultura, Assuntos Estudantis e Cursos Seqüenciais. O Conselho Acadêmico da Universidade é composto pelas Câmaras de Graduação, de Pesquisa e de Pós-Graduação, as quais, dentre as competências específicas da sua área de atuação, instruem processos a serem deliberados pelo CsA. As Pró-Reitorias são órgãos executivos responsáveis pelo planejamento, coordenação, execução, controle, supervisão e avaliação das atividades de Graduação, Pesquisa, PósGraduação, Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis. 3.5 Pró-Reitoria de Graduação - PrP A Pró-Reitoria de Graduação, parte integrante da Reitoria, tem como papel principal implementar, no âmbito da graduação, ações que viabilizem o cumprimento da missão institucional da UEG, no que diz respeito à produção e socialização do conhecimento científico e do saber, realizando ações e procedimentos que busquem desenvolver a cultura e a formação integral dos alunos, para que se tornem capazes de inserção crítica na sociedade, buscando assegurar novos horizontes sócio-culturais, científicos, tecnológicos e econômicos, além de valorizar e implementar as diferentes vocações e potencialidades da cada uma das regiões que integram nosso Estado. A principal responsabilidade desta Pró-Reitoria é gerir o ensino de graduação, primando pela excelência de seus cursos, dando ênfase à construção do conhecimento e contribuição com a transformação dos sujeitos e da sociedade. Essa tarefa dá-se através de ações que buscam o aprimoramento científico-cultural e humanístico do corpo discente, docente e administrativo da UEG e também de procedimentos acadêmicos, integradores de nossos alunos, desde o ingresso até a conclusão de curso de graduação ou de curso superior de formação específica. Para tal, guia-se pelo princípio de que a formação é um processo contínuo e deve ser pautado pelo desenvolvimento da capacidade de ação crítica dos cidadãos, que deverá refletirse numa atuação profissional, ética, competente e de participação nos processos de desenvolvimento e transformação da sociedade. Compõe a Pró-Reitoria de Graduação: Coordenação Geral de Legislação e Normas, Coordenação Geral de Acompanhamento e Registro Acadêmico e Coordenação Geral de Gestão Curricular e Acadêmica. Compõem, ainda, a PrG: 1º – Câmara de Graduação A Câmara de Graduação é um órgão deliberativo, com espaços de participação e representatividade estudantil na discussão dos rumos acadêmicos da UEG. A implantação e consolidação de uma política estudantil, em consonância com os objetivos e missão institucional é uma das suas obrigações, pois o ensino de graduação da UEG deve estimular e promover a participação dos acadêmicos em projetos de investigação científica e comunitária, que contextualizem com a realidade e o conhecimento científico adquirido durante o desenvolvimento do curso. A Câmara de Graduação destina-se ao acompanhamento, deliberação, orientação de todos os processos necessários ao desenvolvimento do ensino-aprendizagem conforme a legislação vigente em todas as instâncias e as estabelecidas no Estatuto e Regimento Geral da UEG. 2º - Sistema Acadêmico de Gestão Unificada - SAGU 15 O Sistema Acadêmico de Gestão Unificada – SAGU foi concebido visando agilizar o processo dentro das secretarias acadêmicas e gerenciar todo o relacionamento do aluno com a Instituição. Ele permite o gerenciamento otimizado de todos os recursos envolvidos, de forma unificada, padronizando os documentos, como: histórico, declaração, certidão (com o mesmo modelo entre as Unidades Universitárias), possibilitando a interligação direta com outros sistemas como o UEGONLINE (sistema onde os professores podem cadastrar notas, freqüências, e os alunos acessarem as mesmas), o GNUTECA (Sistema de automação de todos os processos das bibliotecas) e o MATVET (Sistema de Cadastro de Matrizes Curriculares). 3º - Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais - SIBRE O Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais – SIBRE, implantado em janeiro de 2001, integra 42 bibliotecas das Unidades Universitárias da UEG. Os acervos bibliográficos estão sendo automatizados no Software GNUTECA e serão interligados por redes, oferecendo acesso à informação a toda a comunidade acadêmica. O SIBRE tem como objetivo dar suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão, a fim de estimular a produção técnicocientífica, acadêmica e cultural da UEG. 4º - Laboratórios Os laboratórios, implantados na UEG, têm por fim a qualificação dos acadêmicos, por meio do treinamento profissional, da cooperação, do intercâmbio técnico e do desenvolvimento de ações sociais. São ambientes que promovem a integração, a formação profissional do aluno e a operacionalização da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão em atividades de cunho acadêmico com reflexos sociais por meio, inclusive, da prestação de serviços à comunidade. 3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE A Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis – PrE, órgão executivo da UEG, tem a atribuição de coordenar e superintender as atividades de extensão, cultura e assuntos estudantis, enfatizando a missão e os objetivos da UEG, bem como as políticas regionais e nacionais nessas áreas. Responsabiliza-se também pelo desenvolvimento e implementação de uma política de acompanhamento e apoio estudantil. As atividades extensionistas são pautadas, em seu desenvolvimento pela relação social de impacto, a bilateralidade, a interdisciplinaridade e a indissociabilidade ensino-pesquisa- extensão. 3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP tem como atribuição coordenar o ensino de pós-graduação stricto e lato sensu e as atividades de pesquisa na UEG. A pesquisa desenvolvida na Universidade é pautada nos princípios e elementos do método científico, salvaguardando as peculiaridades das ciências não-empíricas e das ciências naturais e sociais, praticadas e ensinadas na Universidade, objetivando a produção do saber e tendo a investigação científica como suporte, para a resolução de questões pertinentes à melhoria da qualidade de vida da sociedade. A Pós-Graduação é o processo de formação continuada para a superação no confronto de problemas, visando atender aos anseios da sociedade, contribuindo para a formação e a qualificação de cidadãos com consciência crítica, sob os critérios de equidade e democratização sociais. Sendo indissociáveis da Pesquisa, os Programas de Pós-Graduação orientam-se por eixos temáticos e grupos de pesquisa emergentes da Universidade, contribuindo para a consolidação dos mesmos, buscando a integração das atividades inerentes ao ensino, à pesquisa e à extensão. São metas prioritárias da PrP a elevação da qualidade, por meio da qualificação do corpo decente, a inovação pela utilização de recursos tecnológicos na pesquisa e programas de formação continuada e a expansão pela busca de novas formas de financiamento e parcerias para as atividades programadas. 3.7.1 – Iniciação Científica A Iniciação Científica é um instrumento de formação do aluno e tem por objetivo despertar a vocação científica, incentivar potenciais de novos talentos, estimular o pensamento científico e a criatividade nos estudantes de graduação. O aluno de iniciação científica participa de atividades de pesquisa sob a orientação de um pesquisador qualificado, tendo a possibilidade de aprender técnicas, métodos de pesquisa e de se qualificar para os programas de pós-graduação. 17 3.7.2 – Pós-Graduação A Coordenação de Pós-Graduação Stricto-Sensu – é responsável pelos cursos de pós, oferecidos pela UEG e, ainda, pelo levantamento de demanda e tramitação junto à CAPES de propostas de cursos stricto-sensu de mestrado e doutorado assim como pela análise de solicitação de afastamento para qualificação docente, em programas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, consolidados e reconhecidos pelo Sistema Federal de Educação. 3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças Além das atividades rotineiras das Pró-Reitorias existentes, são realizados alguns Programas que colaboram com a UEG no processo do desenvolvimento educacional, tanto regional como nacional, inserindo o cidadão no verdadeiro contexto do exercício da cidadania. 3.9 Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação Ministrado em todas as unidades universitárias e nos 9 pólos localizados em: Águas Lindas, Anápolis, Aruanã, Cristalina, Itapaci, Piranhas, Planaltina, Pontalina e Santo Antônio do Descoberto. A Universidade Estadual de Goiás implantou, em 1999, o Programa Universidade para Trabalhadores da Educação, incampando o maior Projeto de Formação de Professores do país: a Licenciatura Plena Parcelada. O programa, hoje, com nova denominação: Cursos Especiais de Formação em Licenciatura tem o objetivo de promover a graduação de professores das redes: pública, municipal e estadual, e da rede particular de ensino, para atender à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – 9.294/96 – a qual estabeleceu prazo, para que todos os professores em sala de aula fossem licenciados para tal, proporcionando melhores condições para o exercício profissional no campo da docência e da gestão escolar, contribuindo para o desenvolvimento educacional na região e a formação continuada dos profissionais. O Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação - uma experiência de sucesso na formação de professores, por meio dos Cursos Especiais de Formação em Licenciatura concretiza-se através de parcerias com a Secretaria de Estado da Educação, Associação Goiana de Municípios – AGM, com adesão das prefeituras, sindicatos e associações de professores da rede particular de ensino. Atualmente, a UEG conta com 42 Unidades Universitárias nos seguintes municípios: Anápolis – CSEH, CET e EAD, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Campos Belos, Ceres, Crixás, Edéia, Formosa, Goianésia, Goiânia – ESEFFEGO e Laranjeiras, Goiás, Inhumas, Ipameri, Iporá, Itaberaí, Itapuranga, Itumbiara, Jaraguá, Jataí, Jussara, Luziânia, Minaçu, Mineiros, Morrinhos, Niquelândia, Palmeiras de Goiás, Pirenópolis, Pires do Rio, Porangatu, Posse, Quirinópolis, Sanclerlândia, Santa Helena de Goiás, São Luis de Montes Belos, São Miguel do Araguaia, Senador Canedo, Silvânia, Trindade e Uruaçu. Assim, em 2008, a UEG está presente em 51 cidades do Estado de Goiás, atingindo cerca de 20% da totalidade dos municípios, o que a coloca na posição de segunda maior Universidade Estadual do Brasil. 4 HISTÓRICO DA UnU - SÃO LUÍS DE MONTES BELOS Em funcionamento desde 1993, quando foi realizado o primeiro vestibular, a UnU de São Luís de Montes Belos-GO1, tem sido de suma importância para a cidade e a região, formando profissionais na área de educação, zootecnia, gestão pública e gestão do agronegócio. Ela tem se destacado por atender uma demanda desses profissionais na comunidade local, em vários municípios circunvizinhos, de outras regiões do Estado e, nos últimos anos, de outros Estados. Embora a UnU tenha realizado seu primeiro processo seletivo em 1993, a sua criação já havia sido idealizada a mais de 20 anos, surgindo em 1973 as primeiras manifestações para a implantação do Ensino Superior na cidade. O caminho foi longo e, como em todo processo de desenvolvimento, surgiram dificuldades e muitos obstáculos para concretização desse projeto. Foi uma luta que se caracterizou pela participação da sociedade, representada por vários segmentos e por entidades locais. O movimento que deu início à mobilização foi o que criou a Associação montebelense do Ensino Superior (AMES). Liderada por alguns membros da comunidade, chamou a atenção de outros segmentos da sociedade local. Dentre eles o Bispo Dom Stanislaw, funcionários da 1 Inicialmente a Unidade recebeu o nome de FECIL-BELOS – Faculdade de Educação Ciências e Letras de São Luís de Montes Belos. Este nome foi utilizado até a junção com as outras Faculdades Isoladas no Estado para a criação da Universidade Estadual de Goiás. 19 Delegacia Regional de Educação, da Secretaria Municipal de Educação, Sindicatos, Liga Montebelense de Futebol, Igrejas, Rotary Clube, Lojas Maçônicas, Câmara dos Diretores Lojistas (CDL), Câmara de Vereadores, Profissionais Liberais e outros2. Foram realizadas várias campanhas para arrecadar fundos para implantação da Faculdade de São Luís de Montes Belos. Nesta ocasião foi adquirido um terreno e contratou-se um profissional para a elaboração do Projeto de criação da Faculdade de São Luís. Porém, vários fatores impediram a realização desse projeto. A sanção do Ministério de Educação e Cultura (MEC) proibindo a abertura de Faculdades em todo território nacional foi um deles. Mas a luta não parou. Em 1982 foi feita uma reivindicação verbal ao prefeito, na época o Sr. Waldemir Xerife de Souza Guimarães, para que se implantasse a Faculdade, havendo uma manifestação pública na inauguração do Ginásio de Esportes José Neto. Na oportunidade, várias lideranças políticas, dentre elas o Governador do Estado o Sr. Íris Rezende Machado, prometeu viabilizar a instalação da mesma. Vale ressaltar que, de acordo com Germano (1994), o início da década de 1980 foi marcado por uma significativa mobilização da sociedade civil brasileira, em prol da organização de várias entidades que representavam um movimento de oposição ao regime militar. Além do fortalecimento dessas entidades, os partidos de oposição já vinham ganhando espaço político e se tornando uma ameaça ao regime militar. O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), por exemplo, nas Eleições de 1982 sagrou-se vitorioso e elegeu o novo governador no Estado de Goiás, Sr. Íris Rezende Machado. Como ressalta a Justificativa no 3 do Documento (UnU de São Luís de Montes Belos, 2005), datado de 30/05/1985, entregue ao Governador Íris Rezende, requerendo a criação de uma Faculdade em São Luís de Montes Belos, a cidade foi um “marco da oposição ao Regime Militar”. Logo, fica implícito que a implantação de uma Faculdade na cidade representava um reconhecimento do Governo ao povo montebelense na ocasião do apoio oferecido ao movimento de abertura política liderado pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Em dezembro do mesmo ano, a reivindicação foi atendida e, por meio da Lei no 9.7773 de 10 de setembro de 1985 e do Decreto no 2.532 de 19 de Dezembro de 1985, o Governo do 2 Foi elaborado um documento, requerendo a implantação de uma Faculdade em São Luís de Montes Belos, foi assinado por entidades (Lojas Maçônicas, Representantes de várias Igrejas, Representantes de Sindicatos, Representantes esportivos), órgãos públicos (Câmara Municipal e Prefeitura, Delegacia Regional), Escolas Estaduais e Particulares. 3 Essa Lei autoriza o Governo a criar, em forma de autarquia, Faculdade de Educação, Ciências e Letras nos municípios de: Morrinhos, Gurupi, Iporá, Jussara Goianésia, Quirinópolis, São Luís de Montes Belos, Formosa, Luziânia, e Santa Helena de Goiás. Estado de Goiás criou a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Luís de Montes Belos - FECIL-BELOS. Posteriormente o Decreto no 3.891 de 26 de novembro de 1992, alterou o Art. 3o da Lei 2.532/1985, que propunha formar profissionais nas áreas de Ciências Humanas e Letras, por meio dos Cursos de Letras, História, Geografia e Estudos Sociais. A partir do Decreto 3.891/92, a instituição deveria formar profissionais de nível superior nas áreas de Letras, Ciências Humanas e Ciências da Saúde por meio dos Cursos de Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitações em Administração Escolar e Magistério das Séries aniciais, Curso de Administração Escolar e Curso de Zootecnia. Embora o MEC tenha dificultado a criação de instituições de ensino superior na década de 1980, essa atitude do Governo do Estado representa um caminho inverso tanto em relação à política do MEC para a contensão da expansão do ensino superior, quanto em relação à proposta de diminuir os investimentos públicos nesse nível de ensino. A FECIL-BELOS funcionava como uma instituição autárquica, com duração indeterminada e personalidade jurídica de direito público, dotada de autonomia patrimonial, financeira, administrativa, disciplinar e didático-científico, sendo jurisdicionada à Secretaria da Educação (Art. 8o do Dec. 2532/85). Embora houvesse um esforço local para ampliação do ensino superior público, em nível nacional isso não acontecia. Apesar ter sido criada em 1985 a FECIL-BELOS só realizou o seu primeiro processo seletivo em 1993, quando o Curso de Pedagogia, por meio do Parecer nº 131/93 – Conselho Estadual de Educação de 20/01/93 e da Portaria de Autorização do dia 09 de Setembro de 1.993 (Decreto Federal), foi autorizado a funcionar. Sob a direção da professora Luiza de Paula Correia e a Coordenação da professora Ederlaine Fernandes Braga, no ano de 1993, realizou-se o primeiro vestibular, oferecendo 60 vagas, divididas em 02 (duas) turmas, sendo 30 (trinta) para Habilitação em Magistério e 30(trinta) para Habilitação em Administração Escolar, iniciando as aulas em janeiro de 1994. O Curso de Pedagogia foi reconhecido pelo Decreto nº 4.937, de 10 de agosto de 1998, publicado no DOE-GO de 14 de agosto do mesmo ano. De acordo com este Decreto, o Curso ficaria reconhecido a partir de 1997 por 05 (cinco) anos letivos. No ano de 2000, cria-se o curso de Letras por meio do Decreto nº 5.101. O curso funciona no período matutino e atende a clientela que deseja formar-se na área, mas não podem e/ou não desejam estudar no período noturno. Em 2008, a UnU-São Luís de Montes Belos conta com quatro cursos regulares reconhecidos pelo MEC: Letras, Pedagogia, Zootecnia e Tecnologia em Laticínios. Além 21 desses cursos regulares, a unidade possui Licenciatura curta em Educação Física e História. 5 JUSTIFICATIVA DO CURSO Os fatores que justificam o curso de Letras na região de São Luís de Montes Belos estão relacionados principalmente a duas realidades. A primeira diz respeito à importância da interiorização da Educação Superior no Estado de Goiás, dadas as dificuldades de acesso da população de baixa renda, aos grandes centros. Além disso, as estatísticas revelam as necessidades de profissionais qualificados para atuarem na Educação Básica, já que são grandes as deficiências de leitura, de escrita e de interpretação nas escolas de todos os níveis, especialmente no ensino básico. Esses fatores, acrescidos de outros problemas de aprendizagem, requerem profissionais qualificados para enfrentar essa situação. A segunda realidade inerente à primeira, diz respeito às habilitações oferecidas pelo curso: a falta de profissional qualificado para trabalhar a Língua Inglesa nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. Essa carência é evidente no início de todo ano letivo quando a Subsecretaria de Educação do Estado lança mão dos contratos pró-labore e as escolas particulares buscam esses profissionais em outras localidades. Considerando as metas do PNE/2001 de matricular pelo menos 30% de jovens entre 18 a 24 anos e elevar para 40% das matrículas no Ensino Superior em instituições públicas (BRASIL, 2001), o curso de Letras desta UnU tem contribuído significativamente uma vez que 58,3% dos alunos classificados nos processos seletivos 2005-1 a 2008-14 tem até 22 anos. Outro fator importante que justifica a existência do curso de letras é a contribuição para com as políticas de interiorização e democratização do acesso ao ensino superior. Nesse sentido, os dados do Núcleo de Seleção da UEG apontam que 93,4% dos alunos residem em cidades do interior do Estado de Goiás e de outros estados. Além disso, 77% desses alunos afirmaram ter renda familiar de até três salários mínimos mensais e 82% deles têm três ou mais pessoas que vivem desta renda. Portanto, mais de ¾ das famílias dos alunos vivem com média de até um salário mínimo por pessoa. Conclui-se com isso, que esses estudantes não teriam condições econômicas de pagar mensalidades em instituições privadas ou condições de se manterem nos grandes centros para estudar. Os dados mostram também que diferente de outras universidades públicas, a UEG tem 4 Dados fornecidos pelo Núcleo de Seleção da UEG. possibilitado o ingresso de alunos que concluíram a educação básica em escolas públicas. Dos alunos do curso, 88,5 afirmaram ter estudado na educação básica apenas em escolas públicas. Outra informação importante é o fato de 29,5% dos alunos ter escolhido esse curso da UEG por acreditar na sua qualidade e 53,8% terem escolhido cursar Letras na UEG por ser gratuito. Desde que o curso de Letras foi criado em São Luís de Montes Belos, toda a região é beneficiada com a formação de profissionais qualificados para atuarem nas escolas estaduais, municipais e particulares, proporcionando mudança significativa na qualidade de ensino dessa área. Considerando que as deficiências na leitura e na escrita são os principais entraves na educação brasileira e que a formação de bons professores é fundamental para solucionar o problema, as contribuições do curso nessa região justificam a sua existência. Por entender que a UEG é uma instituição pública e democrática e, por isso mesmo, se põe como o lugar da oportunidade para aqueles que desejam se formar conforme seu desejo, necessidade e interesse devem sustentar-se pela qualidade e não pela quantidade. A realidade que serve de base para a existência do curso é uma realidade diversificada, contraditória, exigente, multifacetada e multicultural. Em face a essa diversidade, a universidade atual só tem um caminho a construir, o da participação com os grupos que a ela se aliam por áreas afins. No caso da formação humana, as ciências da educação e, especificamente, as ações pedagógicas responsáveis pela formação do professor competente para trabalhar na realidade das escolas estaduais e municipais, não podem ignorar esse local como campo de pesquisa e experiência. A tônica difundida hoje pela comunidade recai sobre a relevância da formação de professores para atuarem na formação básica. Cerca de 80% dos alunos que concluem o Ensino Médio procuram a Universidade para prosseguir seus estudos, dentre estes 60% dão prioridade aos cursos de Licenciaturas, inclusive ao próprio curso de Letras. O Curso atua na qualificação dos professores que trabalham na Educação Básica, a fim de garantir aprendizagens essenciais à sua formação, possibilitando-lhes competências suficientes para difundir o desenvolvimento social, econômico e cultural da região. É notório que só a existência de educadores capacitados e comprometidos com o processo ensino-aprendizagem poderá garantir condições básicas para o funcionamento da escola como uma dimensão pedagógica da qual ela tanto se ressente nos dias de hoje. As mudanças na maneira de se pensar a formação do profissional de Letras, porém, não garantiram inovações e alterações imediatas nas licenciaturas, e alguns dilemas ainda persistem e que no geral, são: 23 • separação entre disciplinas de conteúdos e disciplinas pedagógicas; • bacharelado versus licenciatura; • desarticulação entre formação acadêmica e realidade prática; • licenciaturas noturnas com precárias condições de funcionamento, entre outros problemas. Para discutir o último dilema apontado, é preciso destacar ainda, que o curso de Letras da UnU-São Luís de Montes Belos funciona no período matutino para atender aqueles que não podem ou não querem estudar à noite. Essa condição minimiza problemas de qualidade que normalmente enfrentam os cursos de licenciatura noturnos. Nas últimas décadas do século XX, constitui-se em âmbito mundial novas exigências no campo educacional, em conseqüência do avanço da ciência, da implementação, da microeletrônica na base de produção e da globalização dos mercados. Tais ocorrências, vinculadas ao modelo político-econômico neoliberal, caracterizam-se pelas transformações sociais, econômicas, políticas e culturais que afetam a sociedade como um todo e os sistemas educacionais em especial. Junto com um intenso progresso no campo tecnológico, a intensificação da informação e dos processos comunicacionais incidem problemas sociais, especialmente relacionados com a ampliação da exclusão social. A educação escolar, nesse contexto, assume responsabilidades cruciais, uma vez que a inserção crítica das novas realidades do mundo contemporâneo depende substancialmente de um processo de escolarização que valorize o conhecimento, o desenvolvimento das capacidades cognitivas, a formação ética e a formação da cidadania crítica e participativa através da formação de professores. A proposta de formação de professores tem sido alvo de crítica dos mais diversos setores da sociedade. As reformas educacionais, em curso desde a década de 70, tanto no Brasil como nos outros países da América Latina, apresentam como principais objetivos adequar o sistema educacional ao processo de reestruturação produtiva e à nova organização do Estado, bem como colocam a formação de professores na centralidade desse processo. Uma questão importante que se apresenta para esta proposta é a da globalização, caracterizada pelos seus efeitos homogeneizantes nas esferas das finanças e da política, e também pela cristalização regionalizada das mazelas socioeconômicas, haja vista que os sistemas de proteção e desenvolvimento social permanecem nacionalizados. Desse modo, o Curso de Letras deve contribuir, para que a tecnologia continue se desenvolvendo através da formação de quadros e da geração de conhecimento para esta sociedade concreta. E, para isso, a adequação da Matriz curricular feita e aprovada em reunião com os coordenadores das 14 unidades onde funciona o curso, apresenta disciplinas que atendem às exigências legais da Educação Inclusiva e da formação tecnológica. E para sustentar essa proposta de curso, é imprescindível que os professoresformadores se auto-responsabilizem pela sua melhor qualificação profissional. Assim, é preciso que eles exijam políticas públicas e boas condições de formação, aprendendo a conceber, a organizar e a dirigir situações de ensino-aprendizagem e a mobilizar conhecimentos, capacidades e tecnologias para intervirem eficazmente em situações pedagógicas concretas. Nesse sentido, é necessário que a formação do profissional de Letras promova a discussão em torno de um conjunto de objetivos para a educação de qualidade. E que contemple a internalização de conhecimentos, a partir do desenvolvimento das capacidades de pensar, da preparação para a vida pessoal e profissional, da cidadania crítica e participativa e da formação ética. As considerações até aqui elencadas, somam-se, enfim, à importância da universidade na região para promover parcerias ativas no domínio pedagógico e científico com as escolas públicas. E a necessidade de fazer uma reforma coerente com os critérios de qualidade de formação dos profissionais que atuarão futuramente nas escolas, justificam a existência do curso de Letras na UnU – São Luís de Montes Belos como a oportunidade que alguns desejam ou precisam para construir-se como sujeitos de uma outra história da educação no Brasil. 6 OBJETIVOS DO CURSO 6.1 Objetivo geral do curso: O objetivo maior do curso de Letras é a produção do conhecimento científico-social, filosófico e pedagógico que garanta a qualidade da atuação do profissional nas escolas do Ensino Fundamental e Médio e em outros espaços, para formar habilidades no campo afetivo, cognitivo e psicomotor, que identifiquem as competências do novo profissional e cidadão. Formar gerentes de informação e não meros acumuladores de dados é o papel do curso na realidade social que ora se apresenta. 25 6.2 Objetivos específicos: Promover o desenvolvimento cultural e científico na área de Letras, junto à comunidade em que a UEG está inserida, buscando através do Curso o aprimoramento e a capacitação de profissionais na área de Língua Materna (Língua Portuguesa) e da Língua Estrangeira (Língua Inglesa) e para que isso ocorra será preciso: formar profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar de forma crítica com as linguagens, especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, e conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o outro; contribuir para a formação do pensamento crítico do graduando, necessário para compreender a importância da busca permanente do aprimoramento profissional, através do desenvolvimento da investigação teórica, científica, técnica e didáticopedagógica como forma de produzir e de divulgar conhecimentos científicos através da integração de atividades de ensino, pesquisa e extensão; fornecer subsídios aos graduandos para uma análise crítica da realidade, nos seus aspectos políticos, econômicos, sociais e culturais, com vistas à transformação dessa realidade, conscientizando-os de sua responsabilidade como formador de opinião e de consciência, através da sua atividade docente e de sua participação na vida social; formar profissionais que demandem o domínio das línguas estudadas e suas culturas, para atuarem como profissionais competentes e conscientes de seu papel na sociedade, oferecendo ao licenciando uma formação direcionada para a sua atuação na educação básica, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais; promover a integração entre graduação e pós-graduação através do incentivo à formação contínua dos graduandos; desenvolver no licenciando em Letras, o domínio do uso da língua materna, da língua estrangeira e das respectivas literaturas, bem como a consciência das variedades lingüísticas e culturais dos povos que falam essas línguas; atualizar e aperfeiçoar os conhecimentos teóricos sobre fatos da linguagem e sobre as diversas variedades e registros lingüísticos, com ênfase na variedade padrão das línguas estudadas; propiciar a atualização quanto às abordagens e metodologias para o ensino de línguas e possibilitar o desenvolvimento de novas metodologias que contribuam para a evolução da prática educativa adequada às exigências atuais. 7 PERFIL DO EGRESSO FORMADO EM LETRAS NA UEG O perfil do profissional intelectual crítico-reflexivo tem uma base teórica sólida nos saberes pedagógicos e culturais, nos conteúdos específicos e nos procedimentos didáticopedagógicos, suficientes para realizar com competência e com compromisso o seu trabalho profissional na escola e na sala de aula. De posse desse perfil, o profissional é capaz de uma prática reflexiva e crítica. Trata-se de um profissional que atue como intelectual crítico na contextualização sociocultural de suas aulas e na transformação social mais ampla, que se torne um investigador (em suas próprias aulas), para analisar suas práticas revendo as rotinas e criando novas soluções. Esse novo profissional deve participar ativamente na organização e na gestão da escola, desenvolvendo habilidades de participação grupal e em tomada de decisões, tanto na elaboração do projeto pedagógico e da proposta curricular, quanto nas várias atividades da escola. Estas atividades compreendem execução de ações, análise de problemas, discussão de pontos de vista e avaliação de situações. Enfim, o profissional formado em Letras pela UEG assume continuamente uma atitude crítica, que indaga sobre o fundamento e o sentido da definição dos conteúdos, dos métodos, dos objetivos e tem como referência à afirmação de uma sociedade democrática. O Curso de Letras, baseado na Proposta de Formação Global de Profissionais da Educação da UEG, deverá formar um profissional intelectual crítico-reflexivo, através de uma base teórica sólida em todos os âmbitos dos saberes: pedagógicos, culturais e dos conhecimentos específicos, bem como nos procedimentos didático-pedagógicos. Essa atitude Crítico-Reflexiva deve permear toda a formação do graduando em Letras, como condição necessária para o desempenho com competência e compromisso de suas atividades profissionais. 8 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS 27 Para Perrenoud (1999), “competência” é a capacidade de mobilizar recursos para resolver situações problemas. Nesse sentido, observa-se que o verbo “mobilizar” traz um sentido especial: o de ação, transformação, mudança de uma situação para outra. É o que se faz em toda situação de construção, reunir recursos, meios, instrumentos, materiais para edificar algo novo. No caso da educação, o termo “competência” com sentido de ação, movimento e dinamicidade nos remete à compreensão de que formar competência ou formar o indivíduo competente significa formar capacidades para agir quando uma situação requer mudança. É, com certeza, uma concepção bem diferente da concepção de educação que se teve até então. A escola tradicional pautou-se pela reprodução do conhecimento, ela fez regulação e controle, ditou regras e normas, “vigiou e puniu” os alunos que não enquadraram no sistema padronizado pelas concepções ideológicas das classes dominantes. Esse modelo de escola, que, segundo Paulo Freire, fez “educação bancária”, plantou, regou e colheu passividade, medo, angústias, corrupções, miséria e violência. Essa escola não pode mais existir no contexto do mundo globalizado, para esse tipo de escola a sociedade contemporânea não tem mais espaço. A escola que reproduz a violência do sistema capitalista perdeu seu papel na sociedade, pelo menos por parte dela, ou seja, daquela parte que refuta a violência. Para Perrenoud (2004) “Quando as ameaças vêm de fora, a escola só pode criar um espaço protegido”. E que escola daria conta disso? Com certeza, a escola que respeita o indivíduo como ser humano. Isso significa ajudá-lo a se construir como um lutador, um dinamizador, um mobilizador de recursos (conhecimentos adquiridos com sentido para a vida), para atuar contra a miséria e a violência no mundo contemporâneo. A escola que daria conta disso seria, certamente, aquela promotora de situações de aprendizagem mais mobilizadoras e com mais sentido. Nesse sentido, as competências necessárias ao curso seriam desenvolver capacidades: de concentração profunda que absorve e canaliza a atenção; de apropriar-se dos saberes para se questionar, refletir sobre si mesmo, se investir fortemente na tarefa de aprender; de compreensão, de integração cognitiva, de relação entre dados e idéias, da construção de hipóteses; de pesquisa, de observação, de análise, de questionamento e de síntese; de crítica fundamentada, de escrita com coesão e coerência, de leitura e interpretação. No que se refere às habilidades é importante considerar que na produção do conhecimento, é preciso respeitar as diferenças e as individualidades que cada indivíduo apresenta na construção de seu projeto de aprendizagem. Cada aluno tem sua forma peculiar de organizar seu pensamento, suas formas de aprender, de pesquisar, experimentar e explorar os objetos de estudo. No entanto, a pedagogia do curso direciona metodologias que desenvolvam habilidades comuns a atividades pertinentes à área do curso. Assim, para que os alunos desenvolvam sua capacidade de refletir sobre os fenômenos da linguagem, particularmente os que tocam a questão da variedade lingüística, combatendo a estigmatização, discriminação e preconceitos relativos ao uso da língua, é preciso construir habilidades para comunicar-se em diferentes situações orais e escrita. O Curso de Letras deverá proporcionar ao graduando a possibilidade de adquirir domínio e capacidade no repertório dos conhecimentos específicos, a saber: 1.conhecimento dos recursos da língua oral e escrita, demonstrando capacidade para organizar, expressar e comunicar o pensamento em situações formais e em linguagem culta; 2.capacidade para interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros e registros lingüísticos, e de explicar seus processos e argumentos de formação; 3.capacidade para investigar fenômenos lingüísticos e questões ligadas ao ensino de Línguas, a partir de diferentes teorias e abordagens; 4.ao ensinar línguas e literaturas, o graduado deve ser conhecedor do contexto onde vive, atua ou atuará, consciente das forças sociais, capazes de analisar a realidade, usando sua capacidade de contextualização sócio-cultural e desempenhando o seu papel de multiplicador, através da formação de leitores críticos e produtores de textos de diferentes gêneros; 5.concepção de língua como fenômeno sócio-cultural e compreensão de ensino como realidade social, com domínio de diferentes noções de gramática e conhecimento das variedades lingüísticas existentes e dos vários níveis e registros de linguagem; 6.capacidade para analisar, descrever e explicar diacrônica e sincronicamente a estrutura e o funcionamento das línguas que são objeto de estudo do Curso; 7.domínio ativo e crítico de um repertório representativo de literaturas em língua materna e em língua estrangeira, bem como da capacidade para identificar relações intertextuais com obras da literatura universal; 8.atitude investigativa que favoreça o processo contínuo de construção do conhecimento na área, e a capacidade de responder aos desafios que a prática social e docente apresentam no cotidiano; 29 9.habilidade para utilizar novas tecnologias no processamento de informações e de análise das línguas estudadas. Em suma, o Curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás, pretende formar profissionais intelectuais com capacidade crítica e reflexiva e competência lingüística, literária e didático-pedagógica. O profissional em Letras deverá, ainda, estar compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional e com as conseqüências de sua atuação no mundo do trabalho. Para tanto, a comunidade acadêmica, composta por todos os envolvidos no processo de formação desses profissionais, assume uma postura de incentivo à atitude investigativa, valorizando a idéia de que conhecer implica trabalhar com as informações, classificando-as, analisando-as e contextualizando-as, promovendo, assim, a formação crítico-reflexiva dos discentes de Letras. Ao longo do curso, o graduando deverá ter oportunidade de aprimorar e refletir sobre os conhecimentos e experiências que traz da vida cotidiana, familiar, social e escolar, contrapondo-os aos novos conhecimentos adquiridos e produzidos na Universidade, com o objetivo de desenvolver e/ou adquirir as seguintes competências e habilidades: • ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem e que esteja apto a atuar interdisciplinarmente em áreas afins; • ter domínio dos conteúdos básicos, que são objeto dos processos de ensinoaprendizagem no Ensino Fundamental e no Ensino Médio; • ter domínio das abordagens e metodologias para o Ensino de Línguas que permitam a transposição dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino; • fazer uso de novas tecnologias e compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo, permanente, articulado na pesquisa e na extensão; • ter preparação profissional atualizada de acordo com a dinâmica da sociedade e do mundo do trabalho; • ter capacidade de reflexão crítica sobre termos e questões relativas aos conhecimentos lingüísticos e literários; • ter reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico; • ter percepção de diferentes contextos interculturais; • ter visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações lingüísticas e literárias, que fundamentam sua formação profissional; • ter domínio do uso da Língua Materna e da Língua Estrangeira nas suas diferentes manifestações orais e escritas, em termos de recepção e produção de textos. Adquirindo essas habilidades, os graduados em Letras estarão aptos a desenvolver suas atividades profissionais exercendo as funções de professores pesquisadores, críticos literários, revisores de textos, secretários e assessores culturais. 9 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA A organização didático-pedagógica do curso de Letras de São Luís de Montes Belos é composta pela direção acadêmica, administração acadêmica, coordenação pedagógica, pela coordenação de curso, pelo colegiado do curso e pelo registro acadêmico. 9.1 Coordenação pedagógica: A Coordenação Pedagógica não está definida no Regimento Interno. No entanto, a partir do ano de 2005, ela foi instituída na UnU com o objetivo de assessorar as Coordenações dos Cursos e demais Coordenações e Professores, quanto às questões pedagógicas. Além da assessoria pedagógica, ela tem também o objetivo de proporcionar uma maior interação e articulação entre as propostas pedagógicas de todos os cursos. Essa Coordenação foi indicada pela Direção, aprovada pela Congregação e nomeada por meio de Portaria pela Reitoria. 9.2 Administração Acadêmica A administração acadêmica é indicada pela Direção, aprovada pela Congregação e nomeada pela Reitoria. A coordenação acadêmica é responsável pela organização administrativa da unidade no que se refere a coordenar os serviços administrativos, conservação e controle do patrimônio, fazer diagnósticos das necessidades administrativas, coordenar e supervisionar, controlar freqüência e atividades dos servidores. O coordenador administrativo deve atuar em permanente sintonia com o Diretor, complementando a atuação deste e substituindo-o, quando receber delegação específica. Cumprir as funções de gestor do Fundo Rotativo e coordenar as atividades administrativas da Unidade Universitária de forma a garantir o bom desempenho do Ensino, da Pesquisa e da Extensão, responsabilizando-se pelos aspectos administrativos e financeiros no seu âmbito de atuação. 31 9.3 Coordenação de curso A coordenação do curso de Letras da UnU-São Luís de Montes Belos, professora Margarida Conceição Cunha Santana, é graduada em Letras e Pedagogia, pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira é mestre em Educação, tem trinta anos de experiência como professora no Ensino Fundamental e Médio e treze anos no Ensino Superior. Começou na UEG desde 1996, como professora do curso de Pedagogia, trabalhando na área de planejamento e avaliação. A professora fez parte do NAI (Núcleo de Avaliação Institucional da UEG- UnU-São Luís de Montes Belos), coordenou o curso de Pedagogia por dois anos, atua na área de Práticas de Ensino, foi eleita coordenadora do curso de Letras em 2004 com início de mandato em 2005, foi reeleita em 2007 permanecendo nessa função até final de 2008. A professora é membro do Conselho de editores da Revista Eletrônica Ícone, do curso de Letras e durante os quatro anos de exercício como coordenadora desenvolveu de forma democrática um Projeto Pedagógico de coordenação voltado para a qualidade do curso. A Coordenação do Curso de Letras é eleita pelos alunos e professores do respectivo curso para assumir um mandato de 02 (dois) anos. Conforme determinações legais, cada coordenador poderá ser reeleito uma vez. Na falta de um candidato para participar de eleição, o colegiado do curso apresentará à Congregação, a pessoa que deverá ser nomeada pela Reitoria da UEG. A coordenação do curso trabalha de forma interativa e democrática com o Colegiado do curso. Suas atribuições estão previstas no Art. 59 do Regimento Geral da UEG e no Art. 24 do Regimento Interno da UnU. Apesar das atribuições regimentadas serem as mesmas para todos os cursos, a dinâmica de trabalho se diferencia, tanto pela proposta de trabalho de cada Coordenador como pela proposta pedagógica de cada curso. Além das reuniões previstas no Calendário Escolar, o trabalho de discussão e/ou auxílio aos docentes e discentes acontece sempre que necessário. Quando necessário, acontecem reuniões extraordinárias com docentes e/ou com discentes. A coordenação do curso de Letras terá que reunir com o Colegiado no final de cada bimestre para ouvir as reivindicações dos alunos, conhecer as necessidades e os interesses dos acadêmicos e professores e ainda deliberar sobre assuntos e questões pedagógicas do curso. Incentivar os professores e os acadêmicos à produção do conhecimento por meio de projetos de pesquisa e de extensão. 9.4 Colegiado do curso O Colegiado do curso de Letras é formado por professores representantes eleitos no início do ano letivo pelos seus pares. Cada área elege um professor representante para participar do colegiado durante um ano, da mesma forma procedem os acadêmicos. Assim, no início de cada ano letivo são eleitos pelos professores e pelos alunos, os respectivos representantes para formar o Colegiado do curso. É função principal do Colegiado discutir e deliberar sobre questões pedagógicas e administrativas do curso. Nas reuniões do Colegiado para deliberações das questões pedagógicas apresentadas pelos professores e alunos e em reuniões extraordinárias, caso necessário, convocadas pela coordenação de curso, cada sala de aula apresenta por escrito as reivindicações, reclamações, problemas pedagógicos, sugestões e propostas para a reflexão em grupo e delibera conforme os critérios estabelecidos pelas normas do Colegiado. O mesmo procedimento é direito dos professores. As apreciações dos assuntos tratados no Colegiado são feitas democraticamente com a coordenação de curso e pedagógica da UnU. Um relatório escrito de cada reunião do Colegiado será entregue juntamente com um ofício de encaminhamento, à Direção da Unidade para a tomada de consciência e providências cabíveis sobre os fatos tratados na reunião. Este Projeto Pedagógico do Curso de Letras será implementado a partir do mês de fevereiro do ano de 2009. Após a sua implantação, haverá reuniões para avaliação e replanejamento das atividades pedagógicas. Todas as atividades desenvolvidas no planejamento e nas orientações do Colegiado sobre as atividades de ensino-aprendizagem terão sempre, diagnósticos das situações educativas em que serão aplicadas. A elaboração e execução de projetos nas áreas de Estudos em Letras terão como base a proposta deste Projeto Pedagógico, sempre referendando o perfil do aluno que se quer formar para atuar nas diversas situações de vida. Por isso, faz-se necessário um longo trabalho de desconstrução dos velhos e atuais paradigmas e uma firme e constante implementação, para construir um espaço que possibilite o enfrentamento entre as teorias e as práticas desenvolvidas ao longo do Curso. O marco epistemológico críticoreflexivo, que ora fundamenta a Matriz Curricular, será o eixo norteador das ações do Colegiado, o qual determinará as ações necessárias para o desenvolvimento e a implantação deste projeto. A consolidação de um novo perfil profissional de Letras será a principal meta de trabalho do Colegiado do Curso. 33 É função ainda, do Colegiado do curso, deliberar sobre: a eleição do coordenador de curso, apresentando o nome, ou os nomes de consenso dos acadêmicos e dos professores do curso; os recursos próprios do curso, referentes à liberações para serem aplicadas quanto à estrutura de apoio: estrutura física, biblioteca (aquisição de obras necessárias ao ensino, pesquisa e extensão), informática e qualificação do corpo docente. A implantação deste projeto utilizará também a atual estrutura física da Unidade Universitária, a qual corresponde às necessidades mínimas exigidas pelo MEC para oferecimento do Curso; a contratação qualificada do Corpo Docente. É necessário salientar que 70,6% dos professores do curso de Letras são mestres e doutores. Caso haja vacância, por motivos de força maior, o novo docente será contratado mediante concurso público promovido pela Unidade e pelo curso. Mesmo assim, o ingresso de profissionais qualificados, via concurso público realizado pela UEG, trará uma nova concepção sobre as teorias que ora apresentamos. Esta nova concepção será conciliada de modo a somar com este projeto. 9.5 Registro acadêmico A Secretaria Acadêmica da Unidade é composta por cinco servidores: Secretária Acadêmica Maria Luceny de Paula - Pedagoga - Especialista, e mais quatro servidores todos de nível superior. A servidora responsável pelo Curso de Letras é a Pedagoga Isabel Cortes de Oliveira Silva, que presta serviços à Unidade desde fevereiro de 1.999. Professores, servidores e alunos são cadastrados em um programa próprio da Unidade com o nome SAUEG (Sistema Acadêmico da UEG), criado por um servidor da própria Unidade, o coordenador do Laboratório de Informática Leônidas José de Oliveira. Nesse cadastro contém todos os dados necessários, número de matrícula, dados pessoais, escolaridade e titulação. E, agora a secretaria também está operando com outro programa SAGU (Sistema Acadêmico de Gestão Unificada). Este sistema está sendo implantado em todas as unidades da UEG, o qual veio para unificar o controle entre as unidades, e assim que estiver em pleno funcionamento estará facilitando o serviço na secretaria, e o outro programa ficará desativado. O sistema de registro acadêmico é operacionalizado por meio de avaliações tradicionais, os lançamentos feitos igualmente, pelas também tradicionais folhas de chamada, transferida ao sistema eletrônico, apresentado alto grau de confiabilidade graças ao programa de operacionalização O controle e a segurança das atividades acadêmicas dos alunos é feito pela secretaria acadêmica da Unidade. O material de notas é feito em primeiro lugar manual, os professores trabalham com os diários em sala de aula no dia-a-dia e no final do bimestre são entregues na secretaria preenchidos: diários de classe, canhotos de notas, atas das provas e uma prova aplicada no final do bimestre. Caso o aluno não tenha atingido a média 7,0 (sete), faz a prova final ou a N-5, nesse caso, além do diário e a ata da prova, também fica arquivada a prova final. As provas são arquivadas parte na secretaria em espaço reservado para arquivo e outra parte, devido espaço não ser suficiente está sendo arquivada em uma sala separada, com toda segurança necessária. Após entregue na secretaria, pelo professor, no final do bimestre o material e após conferência da servidora responsável e pela secretária, as notas são digitas no programa (no momento nos dois programas). A partir daí está disponível ao aluno em um computador instalado exclusivamente para este fim. Por meio da carteira estudantil, o aluno poderá consultar suas notas e faltas. Declarações de Regularidade Acadêmica, Certidões de Conclusão de Curso, são emitidos na hora para o aluno, quando solicitado. Os Históricos Escolares, de acordo com a entrega das notas pelo professor na secretaria e digitadas pelo responsável, vão ficando prontos, e são disponibilizados aos alunos através de solicitação. Para atendimento, além do pessoal administrativo, a Secretaria possui: 04 computadores; 07 mesas; 07 cadeiras; 02 armários; 07 arquivos; 01 estante de madeira; 02 prateleiras em uma outra sala que são utilizadas para arquivo; 03 ventiladores; 01 impressora; Horário de Funcionamento da Secretaria: Das 7 h. às 11:30h. , 12:30h. às 22:40 hs. Área total: 5.652 m2 Área construída: 1.951 m2 Presidente do C.A. Nome: Marcela Ferreira da Silva Fone:64- 3601 1480 Fax: - 64 3601 1480 35 E-mail: O Turno de funcionamento do curso é matutino: - Curso de Letras: 152 alunos Média de egressos por ano: 06 (entre transferidos e desistentes) 28 – concluintes Recebemos em média por ano 02 - acadêmicos transferidos e 02 – Portadores de Diplomas além dos vestibulandos. 9.5.1 Biblioteca: Área 94,2 m2 nº de exemplares: 2461 Assinaturas de periódicos: Sim ( X ) Não ( ) nº de títulos: ___ Quantos:__01_____ Sala de Leitura com 08 mesas e 32 cadeiras 04 computadores para pesquisa dos acadêmicos 01 computador, 02 mesas e 04 cadeiras para quatro servidores que se revezam das 7 horas às 22h e 40 minutos. Não temos Bibliotecário formado em Biblioteconomia, mas com exceção de uma servidora todos possuem nível superior. Para uso dos alunos temos 04 computadores e 04 cadeiras para pesquisa. Temos entre a Secretaria e Biblioteca um amplo espaço com mesas e cadeiras para o uso de leitura e pesquisa, nesse espaço temos mesas cadeiras e iluminação adequada. 9.5.2 Organização e Funcionamento A UEG - Universidade Estadual de Goiás - é uma Instituição de Ensino de pesquisa e extensão, com caráter público, gratuito e com vínculo administrativo governamental. O reflexo do controle exercido sobre esta UnU pela entidade mantenedora sobre a direção e órgãos colegiados, acontece respeitosamente, de acordo com plano apresentado, os recursos são liberados e dadas as orientações necessárias para o bom andamento das atividades. Podemos afirmar que mantemos uma relação muito próxima e cordial. Somos atendidos nas nossas solicitações facilitando o desenvolvimento das ações administrativas Didáticopedagógicas. 9.5.3 Cadastro do curso Data de Autorização: Parecer 266/05 de 02/12/2005 CEE Reconhecimento: Portaria nº 827, de 18 de Julho de 2006, publicado no DOE dia 21 de Julho de 2006. Prorrogado pela Portaria de nº 976, de 09 de julho de 2008, publicado no D.O.E em 14/07/2008. N.º do Decreto de Criação: 5.101 de 13 de março de 2000 N.º de Vagas: 40 N.º de alunos: 154 N.º de turmas: 04 Turno de funcionamento: Matutino 10 METODOLOGIA DE ENSINO A concepção metodológica adotada no curso é coerente com a idéia de qualidade do curso de Letras que, avaliado pelo Provão em 2003, recebeu conceito A e Avaliado em 2005 pelo ENADE, obteve conceito C. Essas duas avaliações propiciaram uma análise significativa da produção do conhecimento no interior do curso. A principal revelação foi que o nível de aprendizagem dos alunos que ingressam na universidade está cada vez mais baixo. A produção acadêmica do curso tem se esmerado a cada ano e, na verdade, o esforço precisa ser redobrado porque as dificuldades de leitura, interpretação e escrita são enormes. Outra análise que se pode fazer é que a realidade do fracasso escolar no nível do Ensino Médio atinge diretamente o nível do Ensino Superior. Ou seja, os analfabetos funcionais que as estatísticas tem apresentado chegam na universidade com um défict de aprendizagem assustador. Que metodologia de aprendizagem no Ensino Superior daria conta de recuperar as falhas do Ensino Fundamental e Médio e ainda garantir a qualidade da aprendizagem na graduação? Boaventura de Sousa Santos (2004), um grande pesquisador e estudioso da universidade no Brasil, diz que é o Ensino Superior o local para se “fomentar articulações cooperativas entre a universidade e os interesses sociais que representam”. A proposta de Boaventura Santos (1989) é a de que a universidade desenvolva uma prática pedagógica que denomina de “paradigma emergente”, uma aliança entre os pressupostos das abordagens sistêmica, progressista e o ensino com pesquisa. Nessa linha de pensamento, pesquisas feitas por Behrens (2005) revelaram que o ensino com pesquisa e extensão pode provocar um salto qualitativo no projeto de aprendizagem dos professores e dos alunos. 37 Se o objetivo maior do curso de Letras é a busca da qualidade e se tem como meta principal resgatar o professor e o estudante pesquisador, observador, investigador e construtor de críticas fundamentadas na realidade limitada que vivencia, então, é preciso, antes de tudo, construir posturas de estudo, comportamentos e atitudes pedagógicas. Assim, a idéia de Glasersfeld (1988) de que o conhecimento tem função adaptativa adequaria perfeitamente à realidade do curso acima descrita. Seria a viabilidade, isto é, os conhecimentos das metodologias sistêmicas, progressista e o ensino com pesquisa viabilizando as conscientizações dos professores e estudantes para dar sentido às experiências do fracasso ou do sucesso. Nesse sentido, a metodologia que viabiliza o desenvolvimento das habilidades e competências propostas por esse projeto é a “metodologia ativa” baseada na concepção de que se “aprende-se a fazer fazendo”. E, neste caso, valem as sugestões de Behrens (2005) para os docentes: Reduzir gradativamente o espaço das aulas teóricas procurando utilizar o maior tempo disponível para a pesquisa, a busca de informações, o acesso a banco de dados, para instrumentalizar a construção de atividades e textos próprios; Instigar o envolvimento do aluno em trabalhos coletivos bem sistematizados, com responsabilidades definidas e produção individual e de grupo; Organizar atividades diferenciadas , de eventos que demandem criação, projetos desafiadores que provoquem enfrentamento, diálogo com autores e construção própria; Buscar resultados consensuais, nos seminários, nas discussões coletivas nas proposições de grupo, como exercício efetivo de cidadania, instrumentalizando a vivência do voto e do consenso como recursos para a vida em comunidade; Provocar a utilização dos meios eletrônicos, de informática, de multimídia e de telecomunicações com os recursos disponíveis no complexo universitário; Valorizar mais a elaboração própria, a construção coletiva, a apresentação de textos, as propostas criativas. Dar um peso muito menor a provas e questionários; Dinamizar o espaço acadêmico aproveitando os recursos e as oportunidades de desenvolver projetos de pesquisa e de extensão; Estimular o uso da biblioteca e dos laboratórios para que os acadêmicos pesquisem, estudem, discutam e critiquem “aprendendo a ler e interpretar de modo questionador”, construindo argumentos e textos, e discutindo com seus pares os fracassos e os caminhos conquistados; Ter a preocupação de demonstrar e valorizar o lado prático dos conhecimentos propostos; Discutir acentuadamente os espaços nos quais os conteúdos serão utilizados; Aliar procedimentos teóricos a vivências práticas; Propor construção própria de textos com os avanços detectados pelos estudantes em suas jornadas acadêmicas; Criar para o aluno e com o aluno, uma universidade que apresente um ambiente inovador, transformado e participativo, em que o acadêmico seja reconhecido como indivíduo capaz de propor e inovar; Contemplar as inteligências múltiplas, reconhecendo o aluno como um todo e como sujeito de sua própria aprendizagem; Correr risco, ousar, ir em busca de outros caminhos e acreditar na própria capacidade de fazer melhor e diferente. Nessa proposta, o professor passa a ter uma outra proposição metodológica em que se torna um mediador, um articulador e um orquestrador do processo de aprendizagem. 11 INTERDISCIPLINARIDADE Na dinâmica metodológica do curso de Letras de São Luís de Montes Belos, a interdisciplinaridade acontece entre as disciplinas do núcleo específico e entre as disciplinas do núcleo pedagógico. No caso do núcleo específico, as disciplinas como Literaturas (brasileira e portuguesa) pode-se planejar e buscar uma metodologia que contemple o estudo interdisciplinar do contexto histórico, das tendências ou das temáticas. Nas disciplinas de Lingüística e Língua Portuguesa a interdisciplinaridade se faz na realização de pesquisas e estudos por meio de projetos para serem apresentados no seminário específico que se realiza no segundo semestre do ano letivo. No núcleo pedagógico, a interdisciplinaridade deve ocorrer com mais freqüência entre as disciplinas de Filosofia e Fundamentos da Educação quando se estuda os filósofos e suas contribuições para o processo educacional. O mesmo acontece com os estudos dos conteúdos da disciplina de Psicologia da Educação: desenvolvimento e aprendizagem. A disciplina de Didática é aberta à interdisciplinaridade com qualquer outra disciplina do núcleo pedagógico como as práticas e orientações para o Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e de 39 Língua Inglesa. A disciplina de Produção de texto técnico científico do 1º ano de Letras é trabalhada de forma interdisciplinar com todas as disciplinas do mesmo ano. Ou seja, o professor da disciplina orienta e organiza com os acadêmicos, os trabalhos com produção de textos científicos como artigos, resenhas, síntese, resumos análise e ensaios em Lingüística, Teoria Literária, Língua Portuguesa, Fundamentos da Educação e Língua Inglesa. No que se refere às atividades complementares, a interdisciplinaridade no curso de Letras da unidade de São Luís de Montes Belos, se viabiliza quando os professores realizam Projetos de Extensão que envolvem pesquisa científica ou estudos teóricos sobre a prática na extensão. 12 ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR 12.1 Seleção dos Conteúdos Esta organização curricular propõe um currículo, que vise assegurar a formação do graduado em Letras, como profissional intelectual-crítico-reflexivo. Esse profissional protagonista de ações sociais apropria, constrói e reconstrói o conhecimento, intervém na realidade através da sua atuação na docência, na gestão e na investigação educacional. Tem por intencionalidade a busca da consolidação da cidadania ativa. A Matriz Curricular do Curso de Letras é a tradução prática de um projeto de formação, comprometida com a formação das competências do profissional, no sentido de ser autor de sua prática, como a capacidade de realizar e de possibilitar uma tomada de ação. Para o professor ter essas competências, exige-se que o processo formativo contemple a apropriação de conhecimentos e de domínio de tecnologia. Essa competência será desenvolvida por meio de habilidades, de capacidades cognitivas e afetivas, e da responsabilidade com o compromisso social e ético. As bases processuais da formação têm como foco a prática crítico-reflexiva. Esses processos são traduzidos por componentes curriculares que são expressos nos seguintes eixos de formação: a) formação investigativa; b) formação profissional; c) formação cultural; e d) formação prático-profissional. Os critérios que orientam a organização e a flexibilização dos eixos do currículo, explicitam o trajeto da formação, expressa nas seguintes categorias: 12.2 Ênfase na formação do professor de Letras como intelectual-crítico-reflexivo Ao definir os professores de Letras como intelectuais, ressalta-se a capacidade humana de integrar o pensamento e a prática, superando a fragmentação do currículo na seqüência temporal e espacial da teoria e da prática. Resgata-se também o papel da teoria na construção de uma estrutura teórica sólida e coerente pelos alunos, como instrumento necessário para manter a prática ao seu alcance. Ressalta-se a relação que se estabelece entre o “capital cultural” que o aluno dispõe e os saberes trabalhados no currículo. Como intelectual, o professor teoriza e intervém em sua própria fala com responsabilidade e compromisso social, ético e político fundamentado numa perspectiva histórico-crítico-social. Essa categoria coloca a necessidade de que o currículo envolva um contínuo e permanente processo de prática, constituindo o foco dos processos de formação, como o ponto de “partida” e de “chegada”. 12.3 Flexibilização O currículo de Letras visa superar a concepção disciplinar, que mantém uma estrutura curricular rígida e fechada, em um grande número de disciplinas isoladas e justapostas, por meio de práticas interdisciplinares. Esta concepção mais flexível significa uma nova organização, que possibilita aos alunos a construção de caminhos particulares e, ao mesmo tempo, o aprofundamento e a ampliação de conhecimentos sobre diferentes temas educacionais. Esta flexibilização também se relaciona com o eixo de formação que permite a complementação curricular por meio de disciplinas em outros cursos de áreas afins, como por exemplo no curso de Pedagogia oferecido nesta Unidade. 12.4 Ação coletiva As atividades pedagógicas serão desenvolvidas de forma coletiva, constituindo a base de uma nova organização curricular, que possibilitem superar o individualismo e o excesso de disciplinaridade. Esta ação permite entender que o Projeto Pedagógico Curricular é a concepção coletiva do processo formativo. A partir do planejamento conjunto entre os professores, torna-se possível coordenar o trabalho disciplinar, de modo a integrar os diferentes saberes em ações comuns. A viabilização da relação entre os saberes, mediante 41 trabalhos interdisciplinares se dá por temas norteadores, oriundos das próprias disciplinas que compõem o referido ano de estudo ou pelo trabalho com temáticas emergentes dos saberes culturais. Sendo assim, o trabalho em equipe não é uma “alternativa” opcional, é uma necessidade intrínseca ao processo que possibilita a convivência interativa, a aprendizagem colaborativa e a produção coletiva. 12.5 A indagação ou a intervenção A atitude em relação ao conhecimento é mais do que dominar produtos préelaborados: é dominar o processo da própria produção dos conhecimentos. É um meio de o aluno aprender a aprender e pensar sobre a aprendizagem, para construir sua autonomia intelectual, profissional e para enfrentar situações problemáticas da realidade. Este currículo foi elaborado com tais características, que possibilitam ao estudante desenvolver a capacidade de pesquisar, produzir conhecimento, de elaborar e de intervir. Juntamente com a categoria da formação do intelectual, a atitude indagadora se expressa na dimensão prática do currículo, em que o estudante vai se “debruçar” sobre a realidade, orientado pelo saber teórico, para elaborar projetos de intervenção que exijam acompanhamento, orientação e avaliação recorrentes do professor. O Curso de Letras fundamenta a pesquisa como princípio cognitivo e investiga com os alunos a realidade escolar, desenvolvendo nestes uma atitude em suas atividades profissionais, configurando, assim, a pesquisa como princípio formador da docência e da gestão. O currículo do Curso de Letras é organizado de modo a garantir que os professores e alunos alternem sua permanência no curso de formação e no campo de atuação profissional. 12.6 Relação entre os conhecimentos específicos e pedagógicos Existe no currículo a correspondência entre os conteúdos que se ensina e o modo como se devem ser ensinados. Os alunos do Curso de Letras aprendem “Línguas” para posteriormente, ensiná-las. Isso implica, por exemplo, que as aulas de Língua Materna e Língua Estrangeira, ministradas no curso de formação devem ser dadas na mesma orientação que se espera que os futuros professores trabalhem com seus alunos. Os professoresformadores fazem a transposição didática de sua disciplina, tal como deve ocorrer nas aulas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Desta forma, os alunos vivenciam na Universidade a mesma concepção de ensino-aprendizagem, que aplicarão em suas aulas. 12.7 Formação inicial e continuada A formação permanente do professor de Letras implica que ele saiba sempre aprender para orientar quanto à aprendizagem dos alunos. Deve existir articulação da graduação com a pós-graduação e com as atividades de extensão, que estão previstas na organização deste projeto curricular. Outra preocupação do Curso, no tocante à formação continuada, é que os alunos egressos estejam aptos a ingressarem nos Programas de Mestrado e Doutorado reconhecidos pela CAPES. Além dessa formação contínua fora da escola, o curso de Letras de São Luís de Montes Belos orienta para a formação continuada dentro da escola, local de trabalho do professor, por meio da formação de grupos de estudos, da prática reflexiva e da metodologia ativa, investigativa e processual no desenvolvimento de projetos didáticopedagógicos. 13 ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO A formação tem como princípio a desconstrução e a construção de uma cultura de formação, atuação e desenvolvimento do profissional de Letras que supere a “desabilitação” e a desvalorização do trabalho docente. Em outras palavras, é preciso superar a concepção depreciativa de Licenciatura em Letras, como “curso de segunda categoria, como curso fácil, e como curso sem maiores exigências teórico-metodológicas”. A revalorização da profissão do professor de Letras significa superar a autonegação de sua identidade profissional, presente nas representações e na própria sociedade, atitude esta, que tem prejudicado a categoria no sentido do profissionalismo necessário ao exercício pedagógico. Dessa forma, o curso articula os três pilares acadêmicos: ensino pesquisa e extensão por meio de atitudes que possibilitam a qualidade, o rigor científico e a formação profissional. Essas atitudes se realizam por meio da: 13.1 Integração do Ensino (teoria e prática) 43 A teoria não determina a prática; ela fornece compreensão e antecipa a prática de modo a influenciar o seu desenvolvimento. A teoria, por si só, não produz mudanças reais, transforma a nossa consciência sobre os fatos; o produto da consciência, por sua vez, deve materializar-se para que a transformação idealizada se insira no próprio fato. Como escreve Toschi (1999: p. 243): A manutenção da consciência sempre ativa ao longo do processo prático vai permitir o vai-e–vem de um plano ao outro. A atividade prática não se separa dos fins traçados pela consciência. Os fins obtidos pela atividade prática não são produtos, mas um processo que conclui apenas quando o resultado ideal, depois de sofrer alterações do processo prático, for um produto real. A formação teórica e prática implica, pois, a interação entre o estudar e o fazer, cujo resultado é o saber fazer com consciência. Ou seja, “é saber fazer pensando naquilo que faz”. É com esse entendimento em mente que a integração da teoria e da prática na formação do profissional de Letras possibilita afirmar a atividade docente como trabalho teórico-prático, restituindo aos professores a condição de protagonistas de ações sociais no interesse do desenvolvimento de uma sociedade democrática e no fortalecimento do controle sobre seu trabalho, defendendo-se, assim, os professores como intelectuais e profissionais crítico-reflexivos. A adoção deste princípio implicará o redimensionamento do Projeto Pedagógico do Curso de Letras da UEG, de modo que na organização curricular: • Haja articulação da prática profissional com os conhecimentos teóricos das disciplinas pedagógicas e específicas, no início e ao longo do curso, de modo a integrar os conteúdos das disciplinas em situações da prática, colocando problemas aos futuros professores que lhes possibilitem experimentar soluções. Isto significa ter a prática como referente direto, para que os alunos possam contrastar seus estudos e formar seus próprios conhecimentos e convicções; • seja garantida, na gestão das unidades, um espaço e um tempo para desenvolver nas disciplinas teóricas e práticas, dispositivos de formação profissional que proporcionem um redimensionamento constante entre a prática profissional e a formação teórica, entre a experiência concreta e a pesquisa; • sejam elaboradas ementas que contenham tanto a estrutura teórica e conceitual da disciplina quanto a prática, que será fundamento para este estudo; • sejam selecionadas, reavaliadas ementas e bibliografias que expressem os diferentes modelos teóricos que sustentam a estrutura da disciplina. 14 PESQUISA Na concepção de Paoli (1990, p.31) a pesquisa na Universidade “[...] não se trata apenas de introduzir inovações ao nível de disseminar atitudes científicas, ou seja, predisposições para conhecer de forma inteligente e não apenas repetitiva e reprodutiva”. Mais do que isso, a pesquisa precisa produzir qualidade acadêmica e para Chauí (2001, p. 150) é preciso refletir e indagar sobre: A relevância dos temas escolhidos; O pesquisador e suas metodologias, linhas de pesquisa, implicações científicas, políticas e ideologias; O pesquisador conhece o estado da arte no tema que está pesquisando: as discussões clássicas e as discussões mais recentes? O pesquisador dispõe de tempo para várias horas seguidas de trabalho? O orientador estimula caminhos novos para seus orientandos e é cientificamente receptivo a conclusões mesmo quando estas contrariam os resultados e idéias a que ele próprio havia chegado em suas de pesquisas? O orientador estimula a formação de pequenos grupos de discussão e de seminários de seus orientandos? A universidade reconhece a importância da pesquisa e cria condições para que se realize, renove e amplie seus recursos (bibliotecas, laboratórios, instrumentos equipamentos, intercâmbios nacionais e internacionais, verbas para publicação de revistas; para editora universitária, para co-edições com editoras comerciais, bolsas)? O pesquisador pode contar com o reconhecimento público de seu trabalho, tanto pela publicação quanto pela utilização acadêmica, profissional ou social que dele é ou será feito? 14.1 Políticas de incentivo e investigação científica 45 O curso de Letras de São Luís de Montes Belos prima-se pela qualidade do trabalho em pesquisa realizado nos últimos anos. A organização do grupo de pesquisa “A narrativa contemporânea” liderado pela Profª Drª Rejane Cristina Rocha e registrato pelo CNPQ, em 2007 e 2008, com bolsa de iniciação científica foi um estímulo para os acadêmicos do curso. É grande a quantidade de alunos que vêm procurando os professores mestres e doutores para participar em projetos de pesquisa. O curso conta hoje com três (3) professoras doutoras em Literatura Brasileira, uma (1) doutora em Lingüística aplicada, dos quais, duas são efetivas, conta ainda com dez (10) professores mestres. Esse quantitativo de professores mestres e doutores tem garantido ao curso, nos últimos dois anos, muitos projetos de pesquisa e de extensão. 14.1. 1 A Revista Ícone No tocante ainda à articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão, o curso conta com a Revista Eletrônica Ícone que já está no 2º ano de edição, ISSN nº1982-7717. A revista é um importante meio para incentivar e orientar pesquisa acadêmica. É um importante meio para a divulgação dos resultados das pesquisas acadêmicas. 14.2 Os eventos Outro meio articulador entre Ensino, Pesquisa e Extensão são os eventos realizados durante o ano letivo com a participação dos professores e acadêmicos do curso de Letras. São realizados ao todo, cinco eventos científicos. No primeiro semestre, realiza-se o ENALEncontro dos Acadêmicos de Letras; o Colóquio de Pesquisa (oportunidade para os acadêmicos pesquisadores apresentarem seus projetos de iniciação científica). No segundo semestre o SELI-Seminário de Língua Inglesa; o Seminário de Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e Língua Inglesa e o Seminário de Lingüística e Língua Portuguesa. O objetivo principal dos cinco eventos científicos durante o ano letivo no curso de Letras é o de incentivar e provocar os acadêmicos para a pesquisa. 14.3 Projetos de Pesquisa do curso Nos últimos cinco anos, a quantidade de projetos de pesquisa desenvolvidos no curso tem incentivado os acadêmicos a participar cada vez mais da pesquisa, da extensão e dos cinco eventos científicos oferecidos pelo curso durante o ano letivo, além de participar ainda de eventos oferecidos por outras universidades. Alunos pesquisadores graduados no curso de Letras estão sendo aprovados no Programa de Mestrado da Universidade Federal e da Universidade Católica de Goiás. Os Projetos de Pesquisa desenvolvidos nos últimos cinco anos foram: 2003-As convenções ortográficas da Língua Portuguesa e a produção escrita dos alunos da 8ª série: um estudo de caso; 2004-Conhecendo a arte na história do homem; 2004-A presença da escritora goiana na literatura; 2004-A solidão na poesia de Drummond; 2004-O traço ante-utópico da sátira em dois romances da Literatura brasileira contemporânea; 2005-Estudo sobre a formação prática dos futuros docentes do curso de Letras na UnU-São Luís de Montes Belos; 2005-As variedades Lingüísticas na presença da hipercorreção, em sala de aula; 2005-De fato a ficção: literatura e história em dois romances da literatura brasileira contemporânea; 2005-Universidade e cultura popular em São Luís de Montes Belos; 2005-A relação Língua/falantes e a interdição do dizer; 2005-“Um discurso pedagógico em questão - jovem não gosta de ler: um estudo sobre a relação entre juventude e leitura, seus efeitos de sentido” 2006- Dicionário básico do Latim-Português e Português-Latim; 2006-Estupefação e o esmaecimento do projeto utópico na ficção de 70: Quarup; 2006-Para (além da ) ode: o pastiche em Memorial do fim; 2006- Um estudo sobre a relação entre as variáveis lingüísticas e as variáveis sociais presentes nos falares de naturais de São Luís de Montes Belos e Firminópolis; 2007-Apócope e Vocalização: um estudo sobre metaplasmos no falar urbano montebelense; 2007-O dom de transmitir à transmissão de um dom: a inter-relação psicanálise e educação; 2007-“O sertão não é mais o mesmo: o regionalismo e a prosa brasileira"; 2007- Lírica brasileira contemporânea; 2007 - No encalço da contemporaneidade: um olhar para a narrativa brasileira da década de 90; 2008-Literatura e Filosofia: um corte literário/filosófico em Memórias Póstumas de Brás Cubas, a partir da obra Discurso de metafísica de Leibniz de Cândido de Voltaire; 47 2008-O Diálogo entre Literatura e Filosofia na ficção brasileira no século XX; 2008-Histórias de leituras e de leitores: a contribuição da biblioteca pública “Fagundes Varela de São Luís de Montes Belos”. 2008-Interatividade virtual: leitura e produção de sentido do signo e do símbolo. 14. 4 Projetos de extensão A extensão no curso de Letras tem significado especial, pois representa a possibilidade de trabalho de apoio, de cooperação, de interação e de parceria com a escola de Ensino Fundamental e Médio, o campo das práticas pedagógicas da licenciatura. A extensão é uma área que, para ser levada a cabo com êxito, exige cooperação entre parceiros. Ela pode garantir, na formação acadêmica, a inovação e a promoção da cultura científica e técnica, atividades culturais no domínio das artes e literatura e, ainda, colaborar na luta contra a exclusão social e a degradação ambiental, na defesa da diversidade cultural. A coordenação de extensão tem como função organizar os projetos de extensão desenvolvidos na Unidade. Esta coordenação é feita por indicação do Diretor. Os projetos de extensão apresentados pelos professores e alunos a esta coordenação são apresentados, conforme o tempo estipulado pela PrE, à Congregação para apreciação e votação. A Extensão Universitária tem sua sustentação legal na Constituição Federal (art. 207) de 1988, na LDB (Lei 9.394 de 1996), no Plano Nacional de Educação (objetivos e metas n° 23, item B-Educação Superior de 2001) e regulamentada pelo Regimento da UEG. O artigo 207 da Constituição Brasileira dispõe que “as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial e obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”. O cap. 4, art. 43, parágrafo 7 da LDB determina que a promoção da extensão seja “aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e beneficios resultantes da criação cultural e pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição”. O Plano Nacional de Educação (Lei n° 10.172, de 09/01/2001) preconiza que, através da implantação do Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária, deve-se destinar 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior público à atuação dos alunos em ações extensionistas, para os cursos que assim o desejarem. De acordo com a política de extensão em vigor na UEG, as ações de extensão apresentam grande diversidade e derivam de sua natureza que se propõe consolidar como a Universidade da Inclusão Social e da Transformação, cuja função é educativa, cultural e científica, articulando Ensino e Pesquisa e viabilizando a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Os projetos de extensão desenvolvidos pelo curso de Letras nos últimos anos foram: 2005- Dicas de Português (Programa de Rádio); 2006- Reedição do projeto “Dicas de Português”; 2006- Educação Ambiental fazendo a nossa parte; 2007-Reedição do projeto “Educação Ambiental fazendo a nossa parte”; 2007-Curso de Francês Instrumental para professores, alunos e pessoas da comunidade; 2007- Reedição do projeto de “Francês instrumental para professores, alunos e pessoas da comunidade”; 2007-O Ensino Lúdico da leitura e produção de textos; 2008-Revista Ícone; 2008-Temas e formas da narrativa brasileira contemporânea; 2008- Conhecendo as Letras- Preparatório para o Vestibular de Letras; 15 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares são obrigatórias no curso, de acordo com as Diretrizes Curriculares do Curso de Letras, Conselho Nacional de Educação-Resolução CP nº 01 de 18 de fevereiro de 2002, Conselho Nacional de Educação-Resolução CP n° 02 de 19 de fevereiro de 2002. A carga horária a ser cumprida ao longo do curso é de 200 horas. O cumprimento das atividades complementares é um requisito indispensável para a colação de grau. As atividades complementares no curso de Letras, objetivam ampliar a formação cultural dos estudantes e se organizam em torno de três eixos, que contemplam múltiplas atividades, são elas: a) atividades científicas, b) as de extensão, iniciação científica, monitoria e estágios extra- curriculares e; c) as artístico-culturais. São consideradas atividades complementares: α) Iniciação científica (PIBIC, PBIC, PVIC). no máximo de 80 horas cada uma; β) Atividades de extensão, como organização e participação em eventos na área de 49 Letras ou áreas a fins, tais como congresso, simpósio, colóquio, palestra, oficina, Teleconferência, Seminários de Estudos Lingüísticos e Literários, workshop, jornada, atuação em projetos extensionistas, visitas técnicas e outros; (no máximo 120 horas); χ) Estágio extra-curriculares (no máximo de 50 horas); δ) Participação em grupos de estudo aprovados pela UEG (no máximo 100 horas); ε) Monitoria em instituições educacionais credenciadas pelo MEC/CEE (no máximo 100 horas); φ) Curso de línguas (no máximo 50 horas); γ) Curso de informática (no máximo de 50 horas), η) Mostras de filmes culturais, exposições, apresentações musicais, teatrais e de dança, com apresentação de certificados e/ou comprovada por canhotos de ingresso (no máximo 30 horas); ι) Matrícula e aprovação em disciplinas de nível superior não previstas na matriz curricular do curso de origem (no máximo 120 horas); ϕ) Representação estudantil (no máximo 30 horas); κ) Organização de eventos acadêmicos e artísticos culturais (no máximo 30 horas); Os Certificados aceitos devem conter: Ι.Nome do evento; ΙΙ.Nome do participante; ΙΙΙ.Data e ano; Ις.Carga horária; ς.Estar assinado. Atividades que ocorram no horário de aula não poderão ser computadas como atividades complementares, exceto que o coordenador do curso autorize. Os cinco eventos científicos anuais realizados pelo curso de Letras da UnU – São Luís de Montes Belos (ENAL, SELI, Colóquio de Literatura, Seminário de Pesquisa e Seminário de Lingüística e Língua Portuguesa), serão computados como atividade complementar. Os alunos deverão entregar as cópias dos certificados de participação nas atividades complementares quando estiverem no 4º ano do Curso, no mês de novembro. Compete à coordenação de curso validar ou não os certificados ou indicar um professor para tal. E compete ao coordenador do curso fazer a comunicação das atividades complementares dos acadêmicos do último semestre do curso à secretaria geral. 16 ESTÁGIO CURRICULAR (Obrigatório) A Prática e o Estágio A prática incluída no currículo com a denominação de Projeto e Prática Profissional, refere-se ao reconhecimento do campo de atuação pautada em vivências críticas reflexivas. O aluno, desde o início do curso, estará em contato com a área de atuação profissional, problematizando-a, e ao mesmo tempo, delineando o melhor meio de uma reflexão orientada por seus professores, para PERFIL DO PROFISSIONAL FORMADO EM LETRAS NA UEG O perfil do profissional intelectual crítico-reflexivo tem uma base teórica sólida nos saberes pedagógicos e culturais, nos conteúdos específicos e nos procedimentos didáticopedagógicos, suficientes para realizar com competência e com compromisso o seu trabalho profissional na escola e na sala de aula. De posse desse perfil, o profissional é capaz de uma prática reflexiva e crítica. Trata-se de um profissional que atue como intelectual crítico na contextualização sociocultural de suas aulas e na transformação social mais ampla, que se torne um investigador (em suas próprias aulas), para analisar suas práticas revendo as rotinas e criando novas soluções. Esse novo profissional deve participar ativamente na organização e na gestão da escola, desenvolvendo habilidades de participação grupal e em tomada de decisões, tanto na elaboração do projeto pedagógico e da proposta curricular, quanto nas várias atividades da escola. Estas atividades compreendem execução de ações, análise de problemas, discussão de pontos de vista e avaliação de situações. Enfim, o profissional formado em Letras pela UEG, assume continuamente uma atitude crítica, que indaga sobre o fundamento e o sentido da definição dos conteúdos, dos métodos, dos objetivos e tem como referência a afirmação de uma sociedade democrática. O Curso de Letras, baseado na Proposta de Formação Global de Profissionais da Educação da UEG, deverá formar um profissional intelectual crítico-reflexivo, através de uma base teórica sólida em todos os âmbitos dos saberes: pedagógicos, culturais e dos 51 conhecimentos específicos, bem como nos procedimentos didático-pedagógicos. Essa atitude Crítico-Reflexiva deve permear toda a formação do graduando em Letras, como condição necessária para o desempenho com competência e compromisso de suas atividades profissionais. Elaborar propostas que venham a intervir em sua prática. O Estágio Supervisionado do Curso de Letras objetiva-se ser o momento em que são criadas as condições curriculares que possibilitem ao aluno o contato com as atividades profissionais em locais (também chamado de campo de estágio) onde estejam estruturadas as condições para o exercício da profissão. O Estágio Curricular previsto na Lei 9.394/96 é uma modalidade obrigatória e é regido por princípios, ações e metas da Universidade. Além das atividades voltadas para a formação do profissional, cabe ao Estágio Supervisionado ser o momento em que essa formação esteja referenciada por valores e princípios da formação plena do ser humano. Sabemos que as atividades curriculares de Estágio Supervisionado têm referências em concepções e teorias que o caracterizam e o orientam deixando de ser atividades eminentemente práticas. Neste sentido, o Estágio Supervisionado deve ser considerado enquanto atividade que permita ao aluno um contato com a realidade do campo profissional, objetivando apreender e refletir sobre tal realidade; propor e participar de todo processo relacionado ao exercício profissional; articular a perspectiva do currículo com a realidade, utilizando-se das teorias existentes como possibilitadoras da reflexão e da ação no campo profissional e da formação humana. O estagiário deverá empreender um olhar crítico a fim de caracterizar a realidade, tendo nas situações-problema as perspectivas de suas ações, as quais, certamente, necessitarão de teorias para solucioná-las. É na busca da superação das dificuldades que se encontrará a ampliação da formação acadêmica do profissional. Sobre o Estágio Supervisionado, percebe-se uma forte presença da concepção chamada de modelo da racionalidade técnica nos estudos. A UEG, que se tem colocado essencialmente como instituição formadora de professores, não é uma exceção, apesar desse debate se fazer presente na Universidade e de existirem professores que demonstram o interesse de superar esta perspectiva. Considerando as bases necessárias para uma mudança significativa para o Estágio Supervisionado na UEG, constata-se que uma série de fatores é bastante questionável: • falta de formação continuada dos professores que supervisionam o estágio como forma de criar as condições propícias para orientar as reflexões dos estagiários sobre as situações profissionais; • falta de uma prática de pesquisa sobre a formação profissional; • ausência de uma formação científica prevalecendo, ainda, as orientações impostas pelo mercado. Em decorrência das fraquezas identificadas, o Estágio Supervisionado deve objetivar ações mais qualitativas na formação profissional do que o mero cumprimento das horas previstas em Lei. Além destes aspectos a serem superados, a UEG conta ainda com uma situação ímpar: por ser uma Instituição multicampi, ela atende um grande número de estudantes que não residem na cidade sede da Unidade Universitária. Tem sido muito recorrente a falta de condições para o professor acompanhar o aluno em sua cidade, bem como a dificuldade de o aluno se dirigir para a cidade sede da Unidade para fazer seu estágio fora do período de funcionamento do curso. Isso tem dificultado a realização do estágio numa perspectiva voltada para a formação acadêmica. Percebe-se que a superação destes entraves depende de projetos institucionais, de projetos oriundos dos professores pertencentes a esse campo do currículo, além da contribuição de cada um participando do debate e propondo projetos que se orientem pela mudança. Neste sentido, a Prática Profissional tem a pesquisa como seu componente constitutivo, que melhor viabiliza a aproximação do estudante com a realidade em que vai atuar. Essa ação de pesquisa não deve ser traduzida em mera vivência empírica, ela deve ser uma vivência reflexiva. Significa dizer que a pesquisa deve ser o motivo de construção intelectual metodologicamente conduzida pelos professores. Essa atividade deve ser articulada com o estágio e com as demais atividades acadêmicas, conforme está previsto no desenvolvimento dos trabalhos dos eixos temáticos. O estágio refere-se ao exercício profissional, de cunho obrigatório, presente no currículo com tempo e espaço específicos a partir do terceiro ano, ou seja, da segunda metade do curso como determina os atos legais. No Curso de Letras da UEG – São Luís de Montes Belos, considera-se que o estágio possa ocorrer da seguinte forma: • As observações necessárias ao diagnóstico da realidade das escolas-campo serão feitas por meio de projetos de práticas curriculares realizadas pelos professores juntamente com os alunos (esses trabalhos podem acontecer de forma interdisciplinar) por meio de pesquisas de iniciação científica, trabalhos de disciplinas em sala de aula das escolas –campo, projetos de extensão ou outra atividade em que o acadêmico entre em contato com a realidade onde vai atuar como profissional. 53 • As observações podem ocorrer a partir do 1º ano do curso, estendendo-se no 2º ano, por meio das atividades interdisciplinares como os projetos de pesquisa, extensão, monitoria e outras atividades disciplinares, desde que planejadas, acompanhadas e supervisionadas pelos professores do curso. Nesse caso, é necessário ainda, que seja feito, pelo acadêmico, relatórios parciais e finais os quais, acompanhados da declaração do professor, farão parte do portifólio que terá que ser entregue no 3º ano do curso juntamente com os projetos e as fichas da semi-regência. • o Estágio do Ensino Fundamental ocorrerá no terceiro ano do Curso e do Ensino Médio no quarto ano; • projetos de Estágio Supervisionado construídos colaborativamente pela Universidade e pelo sistema que recebe os professores em formação e seus resultados devem ser discutidos e avaliados no colegiado do Curso. Esta atividade é indispensável a todos os alunos do Curso de Letras; • desenvolvido no interior da UEG, em programas de iniciação científica, de extensão ou monitoria, quando for possível oferecê-los pela UnU. Esse tipo de atividade é opcional para o aluno, e não pode ultrapassar 50% (cinqüenta por cento) do tempo destinado ao estágio. Essa flexibilidade curricular terá validade mediante a apresentação de uma declaração assinada pelo professor responsável pela monitoria ou projeto; • Estágio Supervisionado de forma interdisciplinar, cuja existência de uma visão diversificada sobre um trabalho, pode ajudar na superação de dificuldades que talvez fossem difíceis de serem conduzidas solitariamente por um professor. Deve também envolver professores de outras disciplinas do currículo, embora nem todas as etapas do projeto sejam, necessariamente, interdisciplinares; • apontar prioridades para as ações a serem desenvolvidas no estágio com clareza de objetivos e metas. A formação de qualidade requer um aprofundamento sobre aspectos que são considerados imprescindíveis ao exercício da profissão; • articular devidamente os conteúdos curriculares das disciplinas com a metodologia interdisciplinar como objeto pedagógico epistemológico, exigindo a concorrência de campos diversos do conhecimento para sua elucidação. Essa abordagem multidisciplinar deve avançar para uma relação recíproca entre os diversos componentes disciplinares – a interdisciplinaridade – a fim de assegurar a conexão entre os conteúdos estudados. Compete ao professor-orientador, conforme regulamento do Estágio, planejar, acompanhar e avaliar as atividades de estágio, esclarecer ao aluno estagiário sobre o processo de avaliação do mesmo, manter contato com a escola-campo, analisar a documentação comprobatória do aluno estagiário referente ao cumprimento do estágio, visitar e acompanhar o aluno estagiário na escola-campo apresentando comprovante da atividade. O professor-orientador do estágio deve ter disponibilidade de carga horária para orientação no contra turno uma vez por semana e para acompanhar o aluno estagiário em suas semi-regências e regências nos dois períodos conforme carga horária. O Estágio Supervisionado requer a utilização de uma documentação específica fundamental para o êxito desse processo. Essa documentação se resume basicamente em: fichas de observação, semi-regência e regência, fichas de controle do desempenho do estagiário, de freqüência e de avaliação dos planos de aula, os relatórios referentes a cada fase do estágio e as declarações de participação em projetos de pesquisa, extensão e monitoria. Toda essa documentação deverá ser reunida num portifólio com os Projetos didáticos – pedagógicos realizados durante a semi-regência e regência e, ainda, os planos de aulas referentes à última fase do Estágio. A realização do estágio nas escolas deverá se realizar por meio de convênios institucionais entre a Universidade e o sistema que recebe os estudantes e/ou por meio de cartas de aceite. Os casos omissos nesse documento, serão resolvidos conforme regulamentação e em Colegiado. 17 ATIVIDADE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (Licenciaturas) As atividades práticas como componentes curriculares do curso de Letras de São Luís de Montes Belos foram discutidas e aprovadas em Colegiado e constam em ata. Conforme parâmetros legais, as práticas curriculares devem fazer parte da vida dos acadêmicos desde o início do curso e se estenderem ao longo do processo formativo. Por meio dessas atividades, são colocados em uso, no âmbito do ensino, os conhecimentos, as competências e as habilidades adquiridas nas diversas atividades formativas que compõem o currículo do curso. O objetivo maior das atividades práticas é colocar o acadêmico em atividade de reflexão-ação-reflexão sobre os estudos, análises e pesquisas realizadas por exigências das ementas das disciplinas. Assim, os professores e os acadêmicos membros do Colegiado do curso discutiram e acordaram como práticas as seguintes atividades curriculares: os seminários temáticos, realizados em sala de aula, referentes aos conteúdos de 55 formação; as atividades de discussão e socialização dos conhecimentos adquiridos por meio da pesquisa; as pesquisas de campo realizadas para diagnosticar as necessidades e as dificuldades de aprendizagem do aluno; as práticas de leitura, discussão e socialização das idéias de textos selecionados conforme bibliografia da disciplina; os debates em grupo na sala de aula com apresentações orais; a pesquisa bibliográfica para fundamentar problematizações e questões práticas pertinentes ao processo de aprendizagem; as aulas simuladas gerenciadas em sala de aula, para observação da prática docente; a análise de filmes para mostrar situações práticas de metodologias de ensino; as oficinas de estruturação de textos realizadas em sala de aula como: estruturar uma resenha crítica ou descritiva, um resumo, uma síntese, uma análise, um artigo, um ensaio... as oficinas de estruturação de textos dissertativos, narrativos e descritivos; o desenvolvimento de Projeto didático-pedagógico em sala de aula; A carga horária das atividades de prática curricular é correspondente à carga horária de práticas das disciplinas conforme o estabelecido na Matriz curricular. E sua distribuição ao longo do curso se faz conforme a distribuição dos conteúdos trabalhados nas disciplinas durante os quatro bimestres do ano letivo. 18 O TRABALHO DE CURSO O TC (Trabalho de Curso) é uma atividade realizada pelos alunos do Curso de Letras, familiarizando-os com a produção de trabalho científico e preparando-os para a continuação dos estudos. As escolhas das temáticas das atividades de estágio e do Trabalho de Curso devem ser feitas conforme previsto na proposta dos eixos temáticos. Os espaços nas matrizes são flexíveis, de modo que o aluno dedique-se aos Trabalhos de Curso e de Estágio. O Trabalho de Curso é uma monografia elaborada sob orientação acadêmica seguindo as regras que lhe são próprias, normatizadas pela ABNT. É finalidade do Trabalho de Curso, a sistematização do conhecimento construído ao longo da formação e a capacitação do acadêmico à iniciação científica, por meio da pesquisa e investigação de temas de interesse da comunidade acadêmica e da sociedade. O objetivo do Trabalho de Curso é fomentar o interesse do acadêmico pela pesquisa, provocando-o a: profundar teoricamente o conhecimento da sua área de formação; dentificar problemas, desenvolvendo o interesse para a investigação de suas causas e busca de soluções; esenvolver competências e habilidades para a pesquisa científica; apacitar-se para a elaboração de trabalhos científicos, observando a correta elaboração dos mesmos, de acordo com as normas da ABNT. O Coordenador adjunto do TC (Trabalho de Curso) é indicado pelo coordenador do curso após consulta ao Colegiado do Curso e nomeado pelo Diretor da Unidade. Esse será indicado para um mandato de dois anos, renovável por mais dois anos, sendo ambos os mandatos com aprovação do Colegiado. O coordenador do TC deve ter formação pertinente com o curso e titulação mínima de mestre, competências e habilidades voltadas para a pesquisa, metodologia do trabalho científico e para as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que se comprovarão a partir de sua formação e/ou atuação. O coordenador de TC deverá organizar um encontro semanal com os professores – orientadores e orientandos. A documentação dos encontros do professor-orientador e orientando (ficha de freqüência) deverá ser entregue ao Coordenador de TC no final de cada bimestre. A disciplina de Produção de Trabalho de Curso deverá ser ministrada pelo professor coordenador de TC. Quanto à elaboração do Trabalho de Curso, é importante que o mesmo tenha início a partir do momento em que o acadêmico tenha clareza da linha de pesquisa e da temática que deseja estudar. Oficialmente, o Projeto do Trabalho de Curso terá que ser feito e entregue ao coordenador, no 3º ano, conforme previsto no Projeto Pedagógico do curso. O TC deverá ser escrito individualmente ou em dupla. 57 Os casos de violação dos direitos autorais, caracterizada pelo plágio, ou seja, cópias de publicações, sem menção dos autores, é considerada crime (Lei nº 9.610 de 1998, Art. 184 do Código Penal). Os Trabalhos de Curso, nos quais forem comprovados o plágio, devem ser recolhidos antes de irem para as bancas da apresentação e ser-lhe-á solicitado que sejam realizadas as correções e adequações necessárias. Nos casos em que o plágio só foi percebido na banca e nos casos em que as adequações não forem possíveis, o acadêmico será reprovado com registro do ocorrido em ata, contendo assinatura do orientador, quando constatado apenas pelo mesmo. Quando constatado pela banca de apresentação, todos os membros da banca assinam a ata, ficando o trabalho e a ata arquivados. A apresentação do Trabalho de Curso será obrigatória e normatizada no manual de TC, elaborado em cada curso da Unidade universitária e aprovado pelo Colegiado. A banca de apresentação do TC terá que ser formada, no mínimo, pelo professor – orientador e um examinador que pode ser da instituição ou convidado, sem ônus para a UEG, normatizado no manual de TC de cada curso, em comum acordo entre o professor orientador e o orientando. O leitor ou os leitores do Trabalho de Curso terá que atender aos seguintes requisitos: possuir formação na área e ou atuação profissional de pesquisa; possuir titulação mínima de mestre; ter sido vinculado a uma instituição de Ensino Superior; e star vinculado ao quadro docente de uma instituição de Ensino Superior e ou experiência profissional; A avaliação do Trabalho de Curso será realizada por meio da banca de apresentação. O conceito mínimo para obtenção de aprovação no Trabalho de Curso será a nota 70 (sete) ou sua conceituação equivalente com registro em ata e ficha de avaliação devidamente preenchida e assinada pelos membros da banca. Caso o conceito varie de 50 (cinco) 6,9 (seis vírgula nove), o trabalho deverá ser refeito nos pontos críticos e entregue à banca para uma nova leitura, sem a necessidade de apresentação oral. O prazo de reorganização não poderá ser superior a trinta dias. Caso o conceito seja inferior a 50 (cinco), ou conceituação equivalente, o trabalho será reprovado e o aluno deverá refazê-lo e apresentá-lo ao final do próximo ano letivo. Não poderá colar grau e nem receber diploma de conclusão de curso o acadêmico que não cumprir as normas da Regulamentação vigente e não obtiver aprovação no Trabalho de Curso, conforme as regulamentações específicas. Os casos omissos não previstos no Projeto Pedagógico do curso de Letras serão resolvidos pela Regulamentação do TC (Trabalho de Curso), pela Coordenação Adjunta do TC, pelo professor orientador e, havendo necessidade, pelo Colegiado do Curso. 19 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM A avaliação é um processo sistemático de coleta e análise de dados e informações para tomada de decisão em função dos objetivos, dos critérios de qualidade e dos resultados esperados por todos que compõem as atividades do Curso de Letras. A avaliação, em primeiro lugar, é funcional porque realiza-se em função dos objetivos propostos a partir de critérios pré-estabelecidos, sendo uma afirmação qualitativa sobre o Curso de Letras. Em segundo lugar, ela deve estar pautada nos caracteres relevantes da realidade, ou seja, apesar de ser uma afirmação qualitativa, não deve ser totalmente subjetiva; é necessário que se desenvolvam critérios objetivos para registrar os “sinais” do curso, permitindo assim a formação de um juízo de valor sobre o que está sendo avaliado. Em terceiro lugar, a avaliação deve conduzir a uma tomada de decisão nem estanque e nem pontual. Esta decisão deve ser um encaminhamento processual para que seja possível a melhoria qualitativa da realidade avaliada do curso. A avaliação do curso integra o processo cíclico do planejamento-avaliação-melhoria, tendo em vista contribuir para a formação geral e profissional, preparando os alunos do curso, para a convivência e para a participação na sociedade. A garantia desse processo de avaliação e auto-avaliação dos atores da UEG se concretizará constantemente, pela operacionalização de projetos de Avaliação interna da qualidade do curso. E para afirmar essa garantia, o curso de Letras de São Luís de Montes Belos realizou o projeto AVALIAÇÃO E AUTO_AVALIAÇÃO: a hermenêutica da prática pedagógica, do professor e do acadêmico. A avaliação será sistemática, processual, formativa e contínua, considerando-se os aspectos contidos no Capítulo V – Da Avaliação do Rendimento Escolar, Artigos 121 a 126 do Regimento Geral da Universidade. Esta avaliação formativa deve desenvolver, como aspecto substantivo, os seus próprios instrumentos, que vão desde o teste criterioso, descrevendo de modo analítico um nível de aquisição ou de domínio, até à observação in loco dos métodos de trabalho, dos procedimentos e dos processos intelectuais do aluno. 59 É importante lembrar que o diagnóstico será inútil se não for o ponto de partida para uma ação apropriada em relação às necessidades identificadas. A avaliação formativa é necessariamente acompanhada de uma intervenção que exige: a) adesão a uma visão igualitarista na escola e ao princípio da educabilidade, acreditando que ela é possível para o maior número de pessoas; b) o rompimento com a excessiva complexidade dos modelos da avaliação formativa, tornando estes modelos mais simples e objetivos; c) a recusa à chamada avaliação normativa que privilegia notas e redação de apreciações formais. Quando a avaliação é formativa, nestes moldes acima descritos, ela se torna uma dimensão do ato de ensinar e das situações didáticas. Isso significa que não pode ser pensada até o fim, sem tomar como referência os saberes em questão e as opções didáticas do professor. Nesta concepção de avaliação, há que se considerar ainda: a) as relações entre sociedade-família-escola; b) a organização das turmas e as possibilidades de individualização; c) a didática e os métodos de ensino; d) o contrato didático, a relação pedagógica e o ofício do aluno. Alguns outros princípios devem ser observados nas práticas avaliativas. O primeiro deles é que deve privilegiar aspectos qualitativos em relação aos quantitativos. Daí surge a necessidade de uma avaliação que incorpore mecanismos de recuperação imediata, caso os resultados, num primeiro momento, não sejam satisfatórios. Outro princípio a ser observado é o de que a avaliação deve estar pautada numa lógica prognóstica e não apenas classificatória. Quanto a isto, deve ser entendida como uma correção de trajetória que se faz num processo contínuo, no qual os resultados obtidos sempre são provisórios e registros de um determinado momento. A avaliação deve ser cumulativa, proporcionando oportunidades para a retomada daqueles aspectos que porventura não alcançaram os objetivos propostos. Neste sentido, a avaliação compõe um par dialético com os objetivos da ação pedagógica, pois ela somente tem sentido se contiver parâmetros das finalidades pré-definidas no planejamento educacional. Avaliar, portanto, é privilegiar um modo de estar em sala de aula e no mundo e, nesta perspectiva formativa, não deve parecer uma tarefa suplementar; ela é um desdobramento da concepção crítico-reflexiva do fazer educativo. A avaliação não deve limitar as capacidades humanas, mas deve estar a serviço da emancipação do ser humano e do seu desenvolvimento contínuo. 19.1 Avaliação da aprendizagem A avaliação do processo de aprendizagem é feita de forma contínua no decorrer do bimestre por meio de atividades como elaboração de textos científicos como artigos, ensaios; seminários temáticos, apresentações orais, atividades de análises, de sínteses, resenhas, resumos, esquemas e estruturação de textos de opinião. Conforme o que estabelece o Regimento Interno, as avaliações bimestrais são efetivadas de acordo com o planejamento dos professores e alunos, não podendo ser utilizadas menos de duas atividades que devem envolver teoria e prática. 19.2 Avaliação do Curso Na UnU – São Luís de Montes Belos, há uma coordenação de Avaliação Institucional, que é composta por representantes do corpo docente, do corpo discente e do corpo técnicoadministrativo das Unidades Universitárias. Esta comissão é responsável em fazer o levantamento e o diagnóstico das condições didáticas, pedagógicas e administrativas, em que cada Unidade Universitária oferece seus cursos. Além desta Comissão Central de Avaliação, a Unidade Universitária dispõe de comissões internas responsáveis em pensar a avaliação da Instituição na comunidade. O Curso de Letras, através do seu colegiado, avalia todas as suas atividades, desenvolvidas bimestralmente, e sugere uma nova postura diante dos pontos fracos encontrados. Além disso, a cada avaliação faz-se um novo re-planejamento das atividades acadêmicas do ano. No âmbito externo, o Curso também é avaliado pelo MEC através do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES) – e pela organização da Estrutura da Unidade, a qualidade de operacionalização do Projeto Pedagógico do Curso e a Qualificação do Corpo Docente. 19.3 Núcleo de Avaliação Institucional (NAI) Embora a Coordenação do Núcleo de Avaliação Institucional não seja previsto no Regimento Interno, e não ter sido reconhecido pela Administração Central da UEG como função remunerada, a UnU já desenvolvia esta atividade desde 2000. A função era assumida por voluntário escolhido em Congregação. Embora o NAI coordenasse algum trabalho de 61 avaliação institucional durante o ano letivo, as atividades do NAI se concentravam mais nos finais de semestres e anos letivos. Como a função era assumida de forma voluntária, esta poderia ter o auxílio de colaboradores para o desenvolvimento das atividades de autoavaliação institucional. Em 2005, sob a orientação e coordenação da Comissão da Assessoria de Avaliação Institucional da UEG (CAAI), o NAI de São Luis de Montes Belos foi revitalizado, e passou a existir institucionalmente. Na ocasião, coube à UnU a responsabilidade de indicação de dois membros (preferencialmente docentes com alguma experiência em pesquisa) para o NAI que, posteriormente foram nomeados pela Reitoria por meio de Portaria. Os membros do NAI passaram a ter o direito de 10 (dez) horas-aulas exclusivas para o desenvolvimento das atividades de planejamento e pesquisa em avaliação institucional. As atribuições dos membros do NAI foram definidas na Portaria 147/2005, que prevê também a permanência no cargo por no mínimo 03 (três) anos e exigência de participar do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Avaliação Institucional entre 2005 e 2006. 19.4 Periodicidade das avaliações A avaliação é realizada bimestralmente, pelo Colegiado do Curso; semestralmente, através da Comissão de Avaliação Institucional; anualmente, no mês de julho de cada ano, pelo MEC; trienalmente, para renovação do Reconhecimento do Curso, pelo Conselho Estadual de Educação. 19.5 Mecanismos de Avaliação Os mecanismos de avaliação externa são feitos de forma sistêmica, de modo que se possa perceber como está a qualidade e a operacionalização do curso, junto à comunidade em que está sendo oferecido. Além dos dados de qualificação, há também a necessidade de se mensurar, através de eventos realizados pelo curso, a aceitação e a participação da comunidade junto ao próprio evento. Estes eventos servem de termômetro para sentir o grau de satisfação da comunidade para com o curso. Um outro processo, que se utiliza para avaliar o curso junto à comunidade, são os conceitos obtidos pelo SINAES, realizado pelo MEC de três em três os anos. 20 ESTRUTURA CURRICULAR A estruturação e a organização do Projeto Pedagógico do Curso de Letras, das Unidades Universitária da UEG, constará das seguintes áreas seus respectivos nomes e tempos, do eixo comum da “Área de formação de um sistema de referência para análise e ação crítica” e da “Área de formação pedagógica docente”. As disciplinas destas áreas de formação perpassam as diferentes áreas específicas do conhecimento e definem a natureza pedagógica da atuação profissional do professor de Letras. Busca-se assim, dar unidade e organicidade ao processo de formação, possibilitando a construção da identidade própria ao profissional de Letras da UEG. CURRÍCULO BÁSICO Área de formação de um sistema de referências para análise e ação crítica Área de formação pedagógica docente Área de formação, de investigação e de prática profissional DISCIPLINAS TOTAL 165 h/a Disciplinas Do eixo comum das licenciaturas • • • Fundamentos da Educação Filosofia Libras • • • • • Políticas Educacionais Psicologia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem Didática Produção de texto técnico-científico Novas tecnologias em Educação • Prática profissional dos conteúdos das áreas de estudo das disciplinas 190 h/a específicas prática de ensino específico Oficinas e atividades desenvolvidas em sala de aula, como práxis das concepções teóricas • 330 h/a disciplinas pedagógicas comuns às licenciaturas • Estágio Supervisionado proporcionando conhecimento in loco das escolas e de seu funcionamento; concepção, construção e gestão de situações de ensino-aprendizagem; reflexão sobre a prática docente observada e exercida; trabalho pedagógico final. 400 h/a estágio supervisionado Currículo de Aprofundamento e Ampliação: • construídas em nível de pesquisa com a elaboração própria, podendo 200 h/a ser: participação em projeto de pesquisa, de extensão, de cultura, de atividades acadêmicas, artes e extramurais; participação em grupos de estudo; estudos científicas e culturais mediatizados pelos veículos de informação, tais como revistas, internet, periódicos, jornais, televisão; monitoria. • trata de ofertas curriculares organizadas para um tempo e um espaço específicos; corresponde aos conteúdos culturais e científicos; oferta de disciplinas optativas, dentre as quais o aluno deve fazer opção por uma delas, e a mesma deve ter correspondência com a área de atuação e formação do discente; poderão ser disciplinas do eixo de formação ou de outros cursos afins compreende o domínio dos conhecimentos específicos e do currículo da Educação Básica, relacionados à área de atuação, bem como ao modo de ensinar esses conhecimentos, traduzidos nas disciplinas de conteúdos específicos das áreas de estudo a)Oferta optativa curricular b)Experiências pedagógicas; c)Participação em eventos científicos Área de formação específica 20.1 ATIVIDADES • 55 h/a Disciplinas Optativas 1.475 h/a Disciplinas Específicas As atividades deste Projeto Pedagógico são organizadas observando as seguintes áreas: 20.1.1. prática – conhecimento/intervenção, elaboração e comunicação. 20.1.2 partilhada e coletiva - interdisciplinar x disciplinar, aprofundamento e ampliação do conhecimento; 20.1.3. independente – o aluno direciona seus estudos. Observando os conteúdos presentes nas áreas propostas, serão desenvolvidas em diferentes modalidades, explicitadas a seguir: 20.1.3.1 Disciplinas • • Pré-estabelecidas de caráter obrigatório para os estudantes; Flexíveis - organizadas em núcleos temáticos para determinado espaço de tempo e grupo de alunos. 20.1.3.2 Jornadas científicas estudantis • organizadas pelo Colegiado do Curso de Letras da UEG, consistem na comunicação do Trabalho de Curso e da prática. Estas atividades permitem a articulação, o entrosamento e a troca de experiências entre as UnUs da UEG e desenvolvem nos alunos a vivência científica. Os trabalhos apresentados serão publicados em cadernos ou revistas criados para este fim. 20.1.3.3 Simpósios temáticos • os simpósios temáticos contemplam temas interdisciplinares, apresentados pelos alunos e professores como resultado de estudos e pesquisas desenvolvidos ao longo de cada semestre ou ano letivo. • os grupos de estudo compreendem a participação em trabalhos e programas de iniciação científica, eventos de extensão, com natureza de comunicação, palestras e conferências organizadas pelas próprias UnUs. 20.1.3.4 Oficinas • a oferta de conteúdos de natureza instrumental, favorecendo a integração da teoria com a prática e a articulação dos diferentes conhecimentos específicos e pedagógicos. Oferecidas aos alunos e/ou por eles desenvolvidas internamente na unidade universitária ou em escolas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. 20.1.3.5 Investigações colaborativas • compreendem a investigação de temáticas definidas por grupo da comunidade ligado à área da educação em cooperação com docentes e discentes da UnU, que se responsabilizam pelo desenvolvimento do trabalho. 20.1.4 Atividades independentes • será requisito dentro das atividades de integralização curricular para conclusão do curso de Letras, componentes optativos de escolha do aluno, pesquisa em projetos nos quais o aluno poderá optar pelo aprofundamento de estudos relacionados com o campo do saber pertinente à sua formação. As atividades independentes desenvolvidas pelos alunos do Curso de Letras podem ocorrer de forma interna e externa da UnU e da UEG: o internas - através de matrículas em disciplinas afins à área de formação oferecidas em outros cursos que não o curso de origem, e/ou disciplinas temáticas oferecidas pelas coordenações de curso. Compreendem ainda, a participação em projetos coletivos de estudo, programas de extensão e iniciação científica e outras atividades reconhecidas e normatizadas pelas UnU; o externas - significa que podem ser reconhecidas as atividades relacionadas ao seu curso, desenvolvidas pelos alunos em instituições de ensino exteriores à UEG. Para efeito de integralização das atividades complementares, no currículo do aluno, faz-se necessário que sejam avaliadas e aprovadas pelo colegiado do curso. Portanto, é indispensável que as UnUs normatizem e estabeleçam critérios a serem incorporados no currículo, atentando para o estabelecido na Resolução n.º 002, do Conselho Nacional de Educação, que trata das diretrizes para a formação de professores. 21 MATRIZ CURRICULAR 20.1 MATRIZ CURRICULAR UNIFICADA DO CURSO DE LETRAS Curso Letras Português/Inglês Modalidade: Licenciatura Integralização do Curso: mínimo: 04 (quatro) anos máximo: 06 (seis) anos Carga-Horária Total do Curso: 3240 horas Regime: Seriado Anual Turno: matutino Vagas 40 Início de vigência: 2009 Ano Conteúdo de Formação Componentes Curriculares CHS CH - Anual CHT Prática Língua Portuguesa I 4 100 10 110 Língua Inglesa I 4 100 10 110 Lingüística I 2 50 05 55 Prática Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa I 2 25 30 55 Básica Libras 2 50 05 55 Produção de Texto Técnico-Científico 2 30 25 55 Teoria Literária 4 100 10 110 Filosofia 2 55 - 55 Fundamentos da Educação 2 50 5 55 Atividades Acadêmico-científico-culturais - - - 50 24 560 Básica 1º Teórica Pedagogica ANO Básica Quantitativa Complementar CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO Ano Período/Eixos Componentes Curriculares CHS 710 100 CH - Anual CHT Teórica Prática Língua Portuguesa II 4 100 10 110 Língua Inglesa II 4 100 10 110 2º ANO Básica Lingüística II 2 50 05 55 Língua Latina 2 55 - 55 Prática Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa II 2 25 30 55 Básica Literatura Portuguesa I 2 45 10 55 Literatura Brasileira I 2 45 10 55 2 50 05 55 Didática 2 45 10 55 Novas Tecnologias em Educação 2 45 10 55 Atividades Acadêmico-científico-culturais - - - 50 24 560 100 710 Psicologia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem I Pedagógica Complementar CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO Ano 3º ANO Conteúdo de Formação Componentes Curriculares CHS CHT CH - Anual Teórica Prática Língua Portuguesa III 4 100 10 110 Língua Inglesa III 4 100 10 110 Lingüística III 2 45 10 55 Literatura Portuguesa II 2 45 10 55 Básica Prática Literatura Brasileira II 2 45 10 55 Produção de Trabalho de Curso 2 25 30 55 2 45 10 55 2 45 10 55 2 55 * 55 2 55 * 55 - - - 100 Estágio Supervisionado de Língua Inglesa I - - - 100 Atividades Acadêmico-científico-culturais - - - 50 24 560 100 910 Psicologia da Educação: Desenvolvimento e Pedagógica Aprendizagem II Políticas Educacionais Orientações para o Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e Literaturas I Orientações para o Estágio Supervisionado de Prática Língua Inglesa I Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e Literaturas I Complementar CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO Ano Conteúdo de Formação Componentes Curriculares CHS CH - Anual CHT Teórica Prática Básica Língua Portuguesa IV 4 95 15 110 Básica Língua Inglesa IV 4 95 15 110 4º ANO 110 Básica Literatura Brasileira III 4 100 10 Básica Literaturas de Língua Inglesa 4 100 10 2 20 35 55 2 55 * 55 2 55 * Disciplina Optativa 2 40 15 55 Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa II - - - 100 Estágio Supervisionado de Língua Inglesa II - - - 100 Atividades Acadêmico-científico-culturais - - - 50 24 560 100 Laboratório de Comunicação Escrita em Língua Prática Inglesa Orientações para o Estágio Supervisionado de Prática Língua Portuguesa e Literaturas II Orientações para o Estágio Supervisionado de Prática Complementar Prática Complementar Língua Inglesa II CARGA HORÁRIA TOTAL DO ANO Carga Horária Total de Teoria 110 55 910 2240 400 Carga Horária Total da Prática Pedagógica 400 Carga Horária Total do Estágio 200 Carga Horária Total das Atividades Complementares 3240 Carga Horária Total do Curso Apresentar forma de escolha da disciplina optativa. DISCIPLINAS OPTATIVAS Conteúdo de Formação Componentes Curriculares CHS CH - Anual CHT Teórica Prática Complementar Literatura Africana de Língua Portugusa 2 40 15 55 Complementar História da Língua Inglesa 2 40 15 55 Complementar Metodologia da Pesquisa 2 40 15 55 Complementar Correntes da Crítica Literária Contemporânea 2 40 15 55 Complementar Tópicos em Lingüística 2 40 15 55 Complementar Literatura Goiana 2 40 15 55 Complementar Literatura infantil e juvenil 2 40 15 55 Complementar Produção e Revisão de Texto 2 40 15 55 Complementar Espanhol Instrumental 2 40 15 55 Complementar Literatura Comparada 2 40 15 55 Abordagens e Metodologias para o Ensino de Complementar 40 15 2 40 15 55 Língua Estrangeira Abordagens e Metodologias para o Ensino de Complementar 2 55 Língua Portuguesa Complementar Cultura Brasileira 2 40 15 55 Complementar Disciplinas de Outros Cursos 2 40 15 55 Complementar Disciplinas de Outras Unidades 2 40 15 55 22 DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA DAS ÁREAS E ATIVIDADES 22.1 Áreas de formação e atividades de aprofundamento A formação do professor de Letras tem como foco a identidade profissional do intelectual crítico-reflexivo e uma estrutura curricular composta por dois eixos que se desenvolvem em concomitância e ao longo do curso: a) Currículo básico e b) Currículo de aprofundamento e ampliação. 22.2 O currículo básico e sua formação 22.2.1 Área de formação de um sistema de referência para análise e ação crítica – compreende estudos históricos, sociais, pedagógicos e lingüísticos traduzidos nas disciplinas: • Fund amentos da Educação • Filos ofia • Libra s 22.2.2 Área de formação pedagógica docente – compreende os conhecimentos diretamente relacionados com o exercício de professor do campo de Letras e de ensino-aprendizagem, traduzida nas disciplinas: • Políti cas Educacionais • Psico logia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem • Didá tica • Prod ução de Texto Técnico Científico • Nova s Tecnologias em Educação 22.2.3 Área de formação específica – compreende o domínio dos conhecimentos específicos e do currículo da Educação Básica, relacionados à área de Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Literaturas (Brasileira, Afro-Brasileira, Portuguesa e de Língua Inglesa), bem como, ao modo de ensinar esses conhecimentos, traduzidos nas seguintes disciplinas: Língua Portuguesa Língua Inglesa Língua Latina Lingüística Literatura Portuguesa Literatura Brasileira Literaturas de Língua Inglesa Teoria Literária Literatura Africana de Língua Brasileira 22.2.4 Área de formação, de investigação e de prática profissional – compreende os processos, os métodos de investigação, o reconhecimento e o exercício in locu da prática profissional, traduzidos nas disciplinas: 22.2.5 Pesquisa através de trabalho de curso: Produção de Trabalho de Curso, além dos trabalhos de investigação como princípio formativo, que serão realizados ao longo do curso na prática de ensino. 22.2.6 Estágio Supervisionado: proporcionado por meio do conhecimento in loco das escolas e de seu funcionamento; da concepção, da construção e da gestão de situações de ensino – aprendizagem; do trabalho pedagógico final e da reflexão sobre a prática docente observada e exercida pelas disciplinas: • Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa • Estágio Supervisionado de Língua Inglesa 22.2.7 Prática profissional dos conteúdos das áreas de estudo – oferecido por meio da prática dos conteúdos das disciplinas específicas; de oficinas e atividades desenvolvidas em sala de aula, como práxis das concepções teóricas e das práticas nas disciplinas de: • Prática de Inglês: oral e escrita; Língua Inglesa I a IV • Língua Portuguesa, Língua Latina, Lingüística. • Literatura Portuguesa, Literatura Brasileira, Literaturas de Língua Inglesa e Teoria Literária. 22.3 Currículo de Aprofundamento e Ampliação Tem um caráter reflexivo que contempla a possibilidade de opções de escolha pelos alunos, proporcionando tempo para leitura, para pesquisa e para outras atividades acadêmicas, observando outras modalidades de ensino-aprendizagem em sua estruturação. 22.3.1 Oferta optativa curricular – trata de ofertas curriculares organizadas para um tempo e um espaço específicos; corresponde aos conteúdos culturais e científicos; ao oferecimento de disciplinas optativas, dentre as quais o aluno deve fazer opção por uma delas. A disciplina escolhida deve ter correspondência com a área de atuação e formação do aluno, podendo ser disciplinas do eixo de formação ou de outros eixos, de cursos afins, e podem ser oferecidas anualmente ou semestralmente para dar maior flexibilidade ao currículo: • Abordagens e Metodologias para o Ensino de Língua Estrangeira • Abordagens e Metodologias para o Ensino de Língua Portuguesa • Produção e Revisão de Texto • Espanhol Instrumental • Literatura Comparada • Literatura Goiana • Literatura Africana de Língua Portuguesa • Literatura Infantil e Juvenil • Tópicos de Lingüística • Correntes da Crítica Literária Contemporânea • Tópicos de Literaturas de Língua Inglesa • Lingüística Aplicada • utras opções de Disciplina Optativa, conforme necessidade das Unidades • Disciplinas de outros cursos • Disciplinas de outras Unidades 22.3.2 Experiências pedagógicas – construídas em nível de pesquisa com elaboração própria, podendo ser: - participação em projeto de pesquisa, de extensão, de cultura, de artes e extramurais; - participação em grupos de estudo; - estudos mediatizados pelos veículos de informação, tais como revistas, internet, periódicos, jornais, televisão... - monitoria. A formação de grupos de estudos interdisciplinares e intracoordenações com participação de acadêmicos terá como finalidade o aprofundamento e a interação das áreas de conhecimento, estudando os principais autores e modelos teóricos que oferecem uma investigação da realidade. Estes grupos proporcionarão a operacionalização da leitura contextualizada, crítica e aprofundada, atividade nem sempre possível, na heterogeneidade das ações em sala de aula. Serão realizados no início de cada atividade letiva, programas e cursos de formação e atualização dos professores de Letras, abordando principalmente as correntes do pensamento, a metodologia do trabalho acadêmico e científico e o aperfeiçoamento em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Literaturas, voltados aos professores e aos alunos. 22.3.3 Participação em eventos científicos – será normatizada pelo Colegiado do curso conforme determina a Resolução 002/02, do Conselho Nacional de Educação. 22.4 Carga horária regulamentada nas diretrizes curriculares nacionais Considerando o Artigo 47 da Lei 9.394/96, em que o ano letivo regular determina cumprir no mínimo 200 (duzentos) dias letivos anuais, com 4 (quatro) horas em média de atividade diária, o Curso de Letras, terá uma duração de 4 (quatro) anos com a carga horária de no mínimo 3.240 (três mil duzentos e quarenta horas) horas, sendo que 2.240 (duas mil, duzentos e quarenta) horas/relógio serão destinadas às atividades acadêmicas das disciplinas específicas do Curso, ou seja, carga horária total de teoria. 400 (quatrocentas) horas/relógio serão destinadas às disciplinas de práticas pedagógicas. 400 (quatrocentas) horas/aula para Estágio Supervisionado - sendo 200 (duzentas) de Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e 200 (duzentas) horas/aula de Língua Inglesa - e 200 (duzentas) horas/aula de atividades complementares, de acordo com as Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores. A carga horária destinada para o Curso de Letras é a seguinte: Á CARGA HORÁRIA R E A T e o r i a 2.240 h P r á t i c a P e d a g ó g i c a 400 h E s t á g i o S u p e r v i s i o n a d o 400 h A t i v i d a d e s c o m p l e m e n t a r e s 200 h T 3.240 h o t a l d e H o r a s d o c u r s o 22.5 Eixos Temáticos Os eixos temáticos são organizados a partir das várias áreas de conhecimento que dão sustentação aos estudos sobre Educação, tanto do ponto de vista teórico, quanto no que se refere às questões práticas que envolvem o futuro profissional formado pelo curso de Letras. a) EIXO TEMÁTICO DA 1ª SÉRIE: O PAPEL DA PESQUISA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR OBJETIVO: Analisar teoricamente o papel da pesquisa na formação e na atuação do professor de Língua Portuguesa e Inglesa, utilizando para isto a pesquisa bibliográfica e produzindo uma resenha, devendo ser capaz também de apresentar os resultados da investigação através dos recursos das Novas Tecnologias da Comunicação e da Informação (NTCI). Disciplina responsável pela articulação: Produção de texto técnico-científico. Habilidades que deverão ser desenvolvidas: • Utilizar as NTCIs e compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo, permanente, articulado na pesquisa e na extensão. • Dominar o uso da Língua Portuguesa e Inglesa nas suas manifestações orais e escritas, emtermos de recepção e produção de textos; • Refletir criticamente sobre termos e questões relativas aos conhecimentos lingüísticos e literários; • Refletir teoricamente sobre a linguagem e atuar interdisciplinarmente em áreas afins. • buscar, selecionar, sintetizar e transmitir a informação b) EIXO TEMÁTICO DA 2ª SÉRIE: ASPECTOS DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR OBJETIVO: Refletir os aspectos subjetivos das interações existentes no processo de ensino/aprendizagem no contexto escolar utilizando os conhecimentos sobre a linguagem enquanto fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico que permeiam estas interações, sendo capaz de produzir um relatório como forma de registro do trabalho de pesquisa, devendo ser organizado um seminário para apresentação dos resultados do trabalho. Disciplina responsável pela articulação: Didática • Habilidades que deverão ser desenvolvidas: refletir analítica e criticamente sobre a linguagem como fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico; • posicionar criticamente diante das perspectivas teóricas adotadas nas investigações lingüísticas e literárias, que fundamentam sua formação profissional; • refletir teoricamente sobre a linguagem e estar apto a atuar interdisciplinarmente; • adotar atitude crítica, responsável e comprometida com a elevação da humanização de todos os seres humanos os quais tem oportunidade de interagir. • Comunicar-se com seus pares e com um público em geral. c) EIXO TEMÁTICO DA 3ª SÉRIE: ASPECTOS HISTÓRICOS, SÓCIO-CULTURAIS E IDEOLÓGICOS DO ENSINO DE LÍNGUA E LITERATURA OBJETIVO: Produzir artigos científicos sobre os aspectos históricos, sócio-culturais e ideológicos do ensino de Línguas e Literaturas, de modo a contribuir para a superação de problemas encontrados na aprendizagem das Línguas e das Literaturas nas escolas campo. Disciplina responsável pela articulação: Estágio Supervisionado Habilidades que deverão ser desenvolvidas: • refletir teoricamente sobre a linguagem e estar apto a atuar interdisciplinarmente; • dominar as abordagens metodológicas para o ensino de Línguas que permitam a transposição didática dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino da Educação Básica. • refletir analítica e criticamente sobre a linguagem como fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico; • Identificar diferentes contextos interculturais no qual os estudantes estão imersos e devendo saber intervir de modo a garantir a aprendizagem se todos que procuram a escola; • Comprometer-se com a aprendizagem de todos os estudantes que procuram a escola; • Comunicar-se com seus pares e com um público em geral. • Exercer papel catalisador do processo educativo, possibilitando a articulação dos sujeitos escolares entre si com os movimentos socioculturais da comunidade em geral, assim como contribuir com a construção e organização coletiva de sua categoria profissional • Ser capaz de estabelecer um diálogo entre sua área de atuação e as demais áreas do conhecimento – das ciências humanas e sociais, da natureza e das tecnologias-, relacionando o conhecimento científico e a realidade social, conduzindo e aprimorando suas práticas educativas e propiciando aos seus estudantes a percepção da abrangência dessas relações. • Exercer papel catalisador do processo educativo, possibilitando a articulação dos sujeitos escolares entre si com os movimentos socioculturais da comunidade em geral, assim como contribuir com a construção e organização coletiva de sua categoria profissional d) EIXO TEMÁTICO DA 4ª SÉRIE E DO TC: DESAFIOS E PERSPECTIVAS DA PRÁTICA DOCENTE E DA PESQUISA EM LÍNGUA E LITERATURA OBJETIVOS: Identificar, analisar e propor soluções para os desafios e perspectivas da prática docente e estimular a produção de pesquisas acadêmicas na área dos Estudos Lingüísticos e/ou Literários de modo a preparar o futuro profissional para o exercício pleno de suas funções na Educação. Como resultado de tal estudo, será produzida uma Monografia a ser apresentada em evento acadêmico. Disciplina responsável pela articulação: Produção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Habilidades que deverão ser desenvolvidas: • Conscientização, do futuro profissional em Letras, sobre sua área de atuação e sobre a importância da pesquisa como elemento norteador das ações práticas em sala de aula, com vistas à melhoria efetiva da qualidade de ensino na Educação Básica. • Reflexão sobre a importância do conhecimento dos conteúdos básicos, que são objeto dos processos de ensino/aprendizagem no ensino fundamental (anos finais) e médio; • Compreensão das abordagens e metodologias para o ensino de línguas, de modo a permitir a transposição dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino • Preparo profissional atualizado de acordo com a dinâmica da sociedade e do mundo do trabalho; • Utilizar as NTCI e compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo, permanente, articulado na pesquisa. • Capacidade crítica sobre os temas e questões relativas aos conhecimentos lingüísticos e literários, que fundamentam sua formação profissional. • Identificar problemas sócio-culturais e educacionais propondo respostas criativas às questões da qualidade do ensino e medidas que visem superar a exclusão social • Exercer papel catalisador do processo educativo, possibilitando a articulação dos sujeitos escolares entre si com os movimentos socioculturais da comunidade em geral, assim como contribuir com a construção e organização coletiva de sua categoria profissional. Portanto, neste documento, a Estruturação da Matriz Curricular do Curso de Letras foi estabelecida a partir dos objetivos de cada série do curso, como instrumentos de integração dos programas das disciplinas, frente ao profissional que queremos formar. O resultado dessa formação será observado como critério de avaliação. Na formação do professor multidisciplinar, o currículo contempla, de forma sólida, os conteúdos que serão objetos de ensino. Os professores das disciplinas que compõem o currículo terão formação no conteúdo específico e na área pedagógica. 23 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS 1º ANO LÍNGUA PORTUGUESA I Ano Componente Letivo Curricular 1º ano Língua Portuguesa I Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Total Prática Semanal Teórica 04 100 10 110 EMENTA: Texto e textualidade: elementos de coesão e coerência textuais tendo em vista a produção textual. Tipologia dos textos e gêneros textuais. Mecanismos de organização textual. Efeitos de sentido provocados pelas diferentes construções gramaticais. Prática de leitura e produção de textos. REFERÊNCIAS BÁSICA ANTUNES, Irandé. Lutar com as palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Prática de texto para estudantes universitários. Petrópolis: Vozes, 2001. GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas, 1969. MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília. Resenha. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília. Planejar textos acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001. COMPLEMENTAR BEAUGRANDE, Robert-Alain de; DRESSLER, Wolfgang Ulrich. Introduction to text linguistics. New York: Longman, 1981. DOLZ, Joaquim; SCHENEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991. GALVES, C. et al. (orgs.). Leitura e escrita. Campinas: Pontes, 1989. KARWORSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, B; BRITO, K S (orgs.) Gêneros textuais: reflexões e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006. KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Introdução à lingüística textual: trajetórias e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, 2004. KOCH, Ingedore Villaça e TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1990. MARCUSCHI, Luiz. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. LÍNGUA INGLESA I Ano Componente Carga Horária Letivo Curicular Semanal 1º ano Língua Inglesa I 04 Carga Horária Carga Horária Carga Horária Total Teórica l Prática 100 10 110 EMENTA: Competência (meta) linguístico-comunicativa na língua inglesa através da aquisição de funções da linguagem nas quatro habilidades (ouvir, falar, ler, escrever).Introdução à Fonética e Fonologia. REFERÊNCIAS BÁSICA AVERY, P. & ERLICH, S. Teaching american english pronunciation. Oxford, V. Press, 1992. RICCHARDS, jack C. New Interchamge – Intro. Cambridge University Press. FISHER, Peter. NTC vocabulary builder. Red book. Illinouis, 1992. _____. NTC vocabulary builder. Yellow book. Illinouis, 1992. PASSWORD. English dictionary for speakers of portuguese. Martins Fontes, 1999. KIMBROUGH, V. & FRANKET, Irene. Gateways book 1 and book 2. Oxford. COMPLEMENTARES JONES, Leo. Let’s talk: speaking and listening for beginner students. Cambridge: Cambridge University Press, 1996. LOCK, Graham. Functional english grammar: introduction for second language teachers and learners. Cambridge University Press, 1996. LEE, Linda. Transitions. Book 1 and book 2. Oxford. MACMILLAN ENGLISH DICTIONARY. For advanced learners of american and british english. OXFORD STUDENTS DICTIONARY OF ENGLISH: Elementary to intermediate level. Oxford. SEAL, Bernard. American vocabulary builder 1. Longman, 1990. _____. American vocabulary builder 2. Longman, 1990. LINGUÍSTICA I Ano Letivo 1º ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Total Curricular Semanal teórica Prática Lingüística I 02 50 05 55 EMENTA: A Lingüística e seus objetos de estudo: língua, linguagem, texto e discurso. Abordagens científicas da linguagem. As concepções de linguagem segundo abordagens formalistas e funcionalistas. A comunicação humana. A teoria dos signos. A competência lingüística. REFERÊNCIAS BÁSICA: FIORIN, José Luiz. (org.) Introdução à lingüística. Vol. I e II. São Paulo: Contexto, 2002. JAKOBSON, Roman. Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1992. MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina. Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. V.1 e V.II, São Paulo: Cortez, 2001. NEVES, Mª Helena de Moura. A gramática funcional. São Paulo: Martins Fontes, 1997. SAUSSURE, Ferdinand. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1989. COMPLEMENTAR: BENVENISTE, Émile. Problemas de lingüística geral I. 3ª Ed. Campinas, São Paulo: Pontes, 1991. _____. Problemas de lingüística geral II. Campinas, São Paulo: Pontes, 1989. CABRAL, Leonor Scliar. Introdução à lingüística. Porto Alegre: Globo, 1982. CARVALHO, C. de. Para compreender Saussure. Petrópolis: Vozes, 2000. CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de Análise do Discurso. São Paulo: Contexto, 2004. CRYSTAL, David. Dicionário de lingüística e fonética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. DUBOIS, Jean et alii. Dicionário de lingüística. 1999. DUCROT, Oswald & TODOROV, T. Dicionário enciclopédico das ciências da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1972. LYONS, John. Linguagem e lingüística: uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 1987. _______. Introdução à lingüística teórica. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1979. MARTINET, André. Elementos de lingüística geral. 4. ed. Lisboa: Sá da Costa, 1972. RAPOSO, Eduardo. Teoria da Gramática: a faculdade da linguagem. Lisboa: Editorial Caminho, 1992. SAUSSURE, Ferdinand de. Escritos de Lingüística Geral. (Orgs. Simon Bouquet e Rudolf Engler) São Paulo: Cultrix, 2004. LABORATÓRIO DE PRÁTICA ORAL EM LÍNGUA INGLESA I Ano Letivo Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Curricular Semanal Teórica Pratica Total 02 25 30 Laboratório de Prática Oral em 1º ano Língua Inglesa 55 I EMENTA: Situações pratico-discursivas da língua inglesa para o desenvolvimento das habilidades áudio-orais, enfatizando estruturas léxico-gramaticais de nível intermediário e aspectos sócio-culturais e interculturais das comunidades falantes da língua inglesa. REFERÊNCIAS: BÁSICA BIBER, D. S. S. Johansson et al. Longman grammar spoken and written english. London: Longman, 1999. NOLASCO, Rob & ARTHUR, Lois. Conversation. Oxford: Oxford University Press, 1996. MARTINEZ, Ron. Conversation lessons.Hove: LTP, 1997. * Ficará a criterio do professor a seleção da bibliografia complementar, que deveráconstar no programa anual do curso. LIBRAS Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Pratica Total 02 50 05 1º ano Libras 55 EMENTA: Aspectos históricos, culturais, educacionais e sociolingüísticos da surdez. Dactilografia e Soletração rítmica. Configuração das Mãos na expressão de Conceitos. Vocabulário e expressões gramaticais em Língua de Sinais. O uso de expressões faciais e corporais como componentes da Língua de Sinais. A estrutura da frase na Língua de Sinais. Análise reflexiva da estrutura do discurso em Língua de Sinais e variação lingüística. Ampliação do vocabulário em LIBRAS. Conversação em LIBRAS. Referências Básica KOJIMA, Catarina Kiguti & SEGALA, Sueli Ramalho. Língua de Sinais: a imagem do pensamento. Ed. Escala. RABELO, Annete Scotti. Português Sinalizado: comunicação total. Vol. 1 – Série Educação Especial. Goiânia: Ed. UCG, 1992. CONDERMARIN, Mabel & BLOMQUIST, Marlus. Dislexia manual de Leitura Corretiva. 3ed. Porto Alegre: artes Médicas, 1989. RINALDI, Giuseppe. A Educação dos Surdos, Brasil. Secretaria de Educação Especial, MEC/SEESP, 1997. GOMES, Edson Franco.Curso Básico de Libras: Nível I e II- Apostilamento. Curso Chaplin. Bibliografia Complementar BAUTISTA, Rafael. Necessidades Educativas Especiais. 2ed. Lisboa: dinalivros, 1993. DROVET, Ruth Caribe da Rocha. Distúrbios da Aprendizagem. 4ed.São Paulo: Ática, 2000. LAUNAX, Clement & MAISONNY, Borel. Distúrbios da Aprendizagem, da Fala e da Voz na infância. São Paulo: Livraria rocha, 1989. NOVAES, Maria Helena. Psicologia Escolar. 9ed. Rio de Janeiro: vozes, 1996. PAIN, Sara. Diagnóstico e Tratamento dos problemas de Aprendizagem. 2ed. Porto Alegre. Artes Médicas, 1996. EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA – Apostila da Federação das APAEs do Estado de Minas Geais, Belo Horizonte: PUC Minas Virtual, 2004. MONTOAN, Maria Tereza e. A Integraçção de Pessoas com Deficiências. Mennon, 1997. STAINBACK, Susan & Wielian. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. CORREA, Rosa M. Dificuldades no aprender: um outro modo de olhar. Campinas: Mercado de Letras, 2001. Sites indicados www. Mec.gov.br. www.inclusao.com.br/projet-textos-23-h.tm PRODUÇÃO DE TEXTO TÉCNICO-CIENTÍFICO Carga Horária Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica de Prática Total 02 30 25 55 Produção de 1º ano texto TécnicoCientífico EMENTA: Iniciação à Ciência. Introdução à redação técnica. Distinção entre redação técnica e redação literária. Tipos de redação técnica. Leitura, análise e produção de textos técnicocientíficos básicos para atividades de iniciação científica: resumos, resenhas, fichamentos, trabalhos acadêmicos, ensaios, artigos, relatórios, seminários e painéis. REFERÊNCIAS BÁSICA: ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – NBR 14724, Dez/ 2005 (Trabalho Acadêmico); NBR 6028, Novembro/ 2003 (Resumo); NBR 10520, Ago/ 2002 (Citações); NBR 6023, Ago/ 2002 (Referências Bibliográficas). ALVES, Rubem. O que é científico? I – VIII. In: Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. 7. ed. São Paulo: Loyola, 2002. BASTOS, Cleverson; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 1996. BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. São Paulo: Ática, 2002. CÂMARA–JR, Joaquim Matoso. Manual de expressão oral e escrita. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2002. FEITOSA, Vera Cristina. Redação de textos técnico-científicos. 6. ed. São Paulo: Papirus, 1991. COMPLEMENTARES: BARTHES, Roland. O prazer do texto. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2002. D’ONOFRIO, Salvatore. O texto literário: teoria e aplicação. São Paulo: Ática, 1990. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Fundamentos da metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Atlas: 2001. FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. A prática de textos para estudantes universitários. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2001. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 14 ed. Petrópolis: Vozes, 1997. MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 2004. PROENÇA-FILHO, Domício. A linguagem literária. São Paulo: Ática, 1990. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2001. SILVA, Débora C. S. et al. Do contexto ao texto: os desafios da linguagem científica. Goiânia: Kelps, 2006. TEORIA LITERÁRIA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 04 100 10 110 1º ano Teoria Literária EMENTA: Conceitos fundamentais de teoria literária. Literariedade: funções e prerrogativas da Literatura. Genologia: estudo dos gêneros literários – o épico, o lírico, o narrativo e o dramático. Procedimentos de análise e interpretação de textos dos diferentes gêneros e estilos literários. Literatura comparada. REFERÊNCIAS BÁSICA: COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Trad. Cleonice Paes Barreto Mourão e Consuelo Fortes Santiago. Belo Horizonte: UFMG, 2002. COSTA LIMA, Luís. Teoria da literatura e suas fontes. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. STAIGER, Emil. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975. COMPLEMENTAR: ABDALA-JR, Benjamin. Introdução à análise da narrativa. São Paulo: Scipione, 1995. (Margens do Texto). ______. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione, 1995. D’ONOFRIO, Salvatore. Literatura ocidental: Autores e obras fundamentais. 2. ed. São Paulo: Ática, 2002. EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1988. CHEVALIER; CHEERBRANT. Dicionário de Símbolos. 8 ed. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1994. GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar narrativas. 7. ed. São Paulo: Ática, 1999. (Princípios, 207) GOLDSTEIN, Norma. Versos, sons e ritmos. São Paulo: Ática, 1989. (Princípios, 6). GRIMAL, Pierre. Dicionário da mitologia grega e romana. 2. ed. Trad. Victor Jaboville. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1993. LAJOLO, Marisa. O que é Literatura. São Paulo: Brasiliense, 1997. (Primeiros passos,) MOISÉS, Massaud. Dicionário de Termos Literários. São Paulo: Cultrix, 1995. ______. A Criação Literária: Prosa. 9. ed. São Paulo: Cultrix, 1994. ______. A Criação Literária: Poesia. 10. ed., rev. São Paulo: Cultrix, 1987. REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988. SOARES, Angélica. Gêneros Literários. 2. ed. São Paulo: Ática, 1987. (Princípios, 166) SOUZA, Roberto Acízeto de. Teoria da Literatura. 2. ed. São Paulo: Ática, 1987. (Princípios, 46). * Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. FILOSOFIA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária total Letivo Curricular Semanal Teórica Prática 1º ano Filosofia 02 55 - 55 EMENTA: Visões de mundo: mítico, filosófico, teológico e conhecimento vulgar. Problemas teoréticos, práticos e poéticos. Ideologia, ciência, teoria do conhecimento e política. REFERÊNCIAS BÁSICA: ABAGNANO,N. Dicionário de filosofia. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. CORBISIER,E.R.C. de. A introdução à filosofia. São Paulo: Civilização Brasileira, 1983. JASPERS,K. Iniciação filosófica. Lisboa: Guimarães, 1960. NIELSON NETO,H. Filosofia básica. São Paulo: Atual, 1995. PRADO JR.,C. O que é filosofia. 16.ed. São Paulo: Brasiliense, 1989. COMPLEMENTAR: ABAGNANO,N. História da filosofia. Lisboa: Presença, 1978. FARIA,A.L.G. de. Ideologia no livro didático. 12.ed. São Paulo: Cortez, 1996. CHAUÍ,M. Convite à filosofia. 7.ed. São Paulo: Ática, 1998. RAJAGOPALAN,K. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola, 2003. RORTY, R. Filosofia e o espelho da natureza. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1994. SKOBLE, A. J.; CONARD, M. T.; IRWIN, W. Os Simpsons e a filosofia. São Paulo: Madras, 2004. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO Ano Componente Letivo Curricular 1º ano Fundamentos da Educação Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Semanal Teórica Prática Total 02 50 05 55 EMENTA: O homem e a dinâmica da educação. Surgimento e consolidação da escola na sociedade ocidental. Inserção do Brasil no processo histórico-educacional: do período jesuítico à atual Constituição Federal; visão filosófica e sociológica da evolução da educação brasileira. REFERÊNCIAS: BÁSICA: ARANHA,Maria Lúcia de Arruda.Filosofia da Educação. São Paulo:Moderna, 1996 ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação. São Paulo: Moderna, 1989. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. 33. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995. (Primeiros Passos). COTRIM,Gilberto e PARISI, Mário. Fundamentos da Educação. MANACORDA, Mário Alighiero. História da Educação. 8 ed. São Paulo: Cortez,2000. RIBEIRO, Maria Luísa S. História da Educação Brasileira. Petrópolis: Vozes, 1994. . COMPLEMENTAR: ASSMANN, H. Reencantar a Educação. Rumo à Sociedade aprendente. Petrópolis: Vozes, 1998. FREIRE, Paulo. Política e educação. São Paulo: Cortez, 1993. SANTOS. B. S. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez, 1995. SILVA, Tomás Tadeu; GENTILI, Pablo. Neoliberalismo, qualidade total e educação: visões críticas. Petrópolis: Vozes,1995. 2º ANO LINGUA PORTUGUESA II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica de Prática Anual 04 100 10 2º ano Língua Portuguesa II 110 EMENTA: Conceitos básicos em Sociolingüística. Modelos de teoria e análise sociolingüística. Variedade padrão e não-padrão, registro, estilo. Iniciação à pesquisa sociolingüística. Variação e ensino de língua materna. Abordagem diacrônica sobre as características do Português do Brasil. História interna e externa da Língua Portuguesa. Hipóteses sobre a origem e a formação do Português do Brasil. Variação e mudança lingüísticas nas perspectivas sincrônica e diacrônica. REFERÊNCIAS BÁSICA BUENO, Francisco da Silveira. A formação histórica da língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 1967. CÂMARA Jr., Joaquim Mattoso. História e estrutura da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Padrão, 1975. COUTINHO, Ismael L. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1971. FARACO, Carlos Alberto. Lingüística histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. São Paulo: Parábola, 2005. FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à lingüística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002. MOLLICA, Maria Cecília; BRAGA, Maria Luiza (orgs.). Introdução à Sociolingüística. São Paulo: Contexto, 2000. MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez, 2001. PRETI, Dino. Sociolingüística: os níveis da fala. 9. ed. São Paulo: Edusp, 2000. TARALLO, Fernando. A pesquisa sociolingüística. 4. ed. São Paulo: Ática, 1994. COMPLEMENTAR HAUAY, Amini Boiainain. História da Língua Portuguesa: séc. XII a XIV. São Paulo, Ática, 1988. LUCCHESI, Dante. Sistema, mudança e linguagem: um percurso na história da lingüística moderna. São Paulo: Parábola, 2004. MATTOS e SILVA, Rosa Virgínia. O português arcaico: fonologia, morfologia e sintaxe Editora Contexto, 2006. PAIVA, Dulce de Faria; SPINA, Sigismundo. História da Língua Portuguesa: séc. XV e XVI. São Paulo, Ática, 1988. PINTO, Rolando Morel; SPINA, Sigismundo. História da Língua Portuguesa: séc. XVIII. São Paulo, Ática, 1988. RIBEIRO, Branca Telles; GARCEZ, Pedro M. (Orgs.). Sociolingüística interacional. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2002. SPINA, Sigismundo. História da Língua Portuguesa: séc. XVI e XVII. São Paulo, Ática, 1987. TARALLO, Fernando. Tempos lingüísticos. Itinerário histórico da língua portuguesa. São Paulo: Ática, 1990. TEYSSIER, Paul. História da Língua Portuguesa , Martins Fontes, 2001. WEINREICH, Uriel; LABOV, William; HERZOG, Marvin I. Fundamentos empíricos para um teoria da mudança lingüística. Trad. Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, [1968] 2006. 2º ano LÍNGUA INGLESA II Ano Carga Horária Carga Horária Carga Horária Semanal Teórica Pratica Total 04 100 10 Componente Carga Horária Letivo 2º ano Curricular Língua Inglesa II 110 EMENTA: Estudo das estruturas morfológicas e sintáticas básicas para a aquisição de funções da linguagem nas habilidades ouvir, falar, ler e escrever. REFERÊNCIAS BÁSICA MACMILLAN ENGLISH DICTIONARY. For advanced learners of american and british english. OXFORD STUDENTS DICTIONARY OF ENGLISH: Elementary to intermediate level. Oxford. OXFORD STUDENTS WORDFINGER DICTIONARY: Intermediate to Advanced. Oxford. PASSWORD. English dictionary for speakers of portuguese. Martins Fontes, 1999. SOARS, Liz and john. American Headway 1. New York: Oxford. 2001. COMPLEMENTAR AVERY, P. & ERLICH, S. Teaching american english pronunciation. Oxford, V. Press, 1992. FISHER, Peter. NTC vocabulary builder. Red book. Illinouis, 1992. _____. NTC vocabulary builder. Yellow book. Illinouis, 1992. JONES, Leo. Let’s talk: speaking and listening for beginner students. Cambridge: Cambridge University Press, 1996. KIMBROUGH, V. & FRANKET, Irene. Gateways book 1 and book 2. Oxford. LEE, Linda. Transitions. Book 1 and book 2. Oxford. LOCK, Graham. Functional english grammar: introduction for second language teachers and learners. Cambridge University Press, 1996. QUIRK, R. S. Greenbaum. A university grammar english, london, longman. 1980. SEAL, Bernard. American vocabulary builder 1. Longman, 1990. 2º ano LINGUÍSTICA II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Total Letivo Curricular Semanal teórica prática 2º ano Lingüística 02 50 5 55 EMENTA: Introdução à Fonética e à Fonologia. Fonética articulatória: a produção dos sons da fala. Os conceitos de fone, fonema, alofone. Teorias e métodos de análise fonológica. Análises fonéticas e fonológicas do Português segundo diversos modelos. REFERÊNCIAS BÁSICA BISOL, Leda (org.). Introdução a estudos de fonologia do português do Brasil. Porto Alegre: PUCRS,1997. CAGLIARI, Luiz C. Análise fonológica. Campinas: Mercado de Letras, 2002. MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). Introdução à lingüística I. São Paulo: Cortez, 2001. PIKE, Keneth L. Phonemics: technique for reducing languages to writing. Ann Arbor: The University of Michigan Press, 1961. SILVA, Thaïs Cristórfaro. Fonética e fonologia: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2001. COMPLEMENTAR CALLOU, Dinah; LEITE, Yonne. Iniciação à fonética e fonologia. Rio de Janeiro: Zahar,1990. FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à lingüística II. São Paulo: Contexto, 2003. MAIA, Eleonora Motta. No reino da fala: a linguagem e seus sons. 3. ed. São Paulo: Ática, 1991. SCLIAR-CABRAL, Leonor. Princípios do sistema alfabético do português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2003. SILVA, Thaïs CHristófaro. Exercícios de fonética e fonologia. São Paulo: Contexto, 2003. SIMÕES, D. Considerações sobre a fala e a escrita: fonologia em nova chave. São Paulo: Parábola, 2006. LÍNGUA LATINA Ano Letivo 1º ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Curricular Semanal Teórica Prática Anual Língua Latina 02 55 - 55 EMENTA: Breve histórico da língua e literatura latina. Fonética e ortografia do Latim. A relação entre os casos latinos e a morfossintaxe da língua portuguesa. As cinco declinações. As quatro conjugações verbais e o verbo “esse”. Os adjetivos de primeira e segunda classe. Os pronomes. Os numerais. Os advérbios e os conetivos. BÁSICA ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Latina: curso único e completo. 23 ed. São Paulo: Saraiva, 1997. BERGE, Frei Damião et al. ARS latina. Petrópolis:Vozes,1998. COMBA, Júlio. Programa de Latim: introdução aos clássicos latinos. V.2. São Paulo: Salesiana - Dom Bosco, 1981. GARCIA, Janete Melasso. Língua Latina. Brasília: Ed. da UNB, 1995. JÚNIOR, João Welter. Aforismos Latinos. Londrina, PR: UEL, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CART. A., GRIMAL P., LAMAISON J., NOVILLE R. Gramática Latina. São Paulo: 1986. COMBA,Júlio. Gramática Latina. São Paulo: S.D.B, 1991. FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino-português. 6 ed. Rio de Janeiro: FAE, 1994. FONTANA, Dino F. Curso de latim. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 1987. GARCIA, Janete Melasso. Introdução á Teoria e Prática do Latim. Brasília: Ed da UNB, 2000. ______ . Língua Latina: A Teoria sintática na prática dos textos. Brasília:Ed. da UNB, 1997. ______.; OTTONI, Jane Adriana Ramos. Dicionário Gramatical de Latim. Brasília: Ed. da UNB,2003. SMITH, F. Kin chin. Curso de latim. São Paulo: Livraria Pioneira, 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CART. A., GRIMAL P., LAMAISON J., NOVILLE R. Gramática Latina. São Paulo: 1986. COMBA,Júlio. Gramática Latina. São Paulo: S.D.B, 1991. FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino-português. 6 ed. Rio de Janeiro: FAE, 1994. FONTANA, Dino F. Curso de latim. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 1987. GARCIA, Janete Melasso. Introdução á Teoria e Prática do Latim. Brasília: Ed da UNB, 2000. ______ . Língua Latina: A Teoria sintática na prática dos textos. Brasília:Ed. da UNB, 1997. ______.; OTTONI, Jane Adriana Ramos. Dicionário Gramatical de Latim. Brasília: Ed. da UNB,2003. SMITH, F. Kin chin. Curso de latim. São Paulo: Livraria Pioneira, 1972. REFERÊNCIAS 2ºANO LABORATÓRIO DE PRÁTICA ORAL EM LÍNGUA INGLESA II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Carga Horária Carga Horária Total Pratica Laboratório de Prática Oral 2º ano 02 em Língua 25 55 30 Inglesa II EMENTA: Produção oral em situações do cotidiano. Uso da língua inglesa em diversos contextos discursivos. REFERÊNCIAS: BÁSICA FERREIRA, Linda. Notion by notion. 1 ed. Newbury, 1981. GEDDES, Marion & STURTRIDGE, Gill. Intermediate conversation. Hertfordshire: Prentice Hall Europe, 1994. HEATH, S. B. Ways with words language, life and work in communities and classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 1983. WHITE, Ronald V. Functional english 2. Exploitation. 1 ed. Ed. Nelson, 1979. COMPLEMENTAR * Ficará a critério do professor a seleção da referencia complementar a ser trabalhada a cada ano, que constar no programa do curso anual. LITERATURA PORTUGUESA I Ano Letivo 2º ano Carga Horária Carga Horária Carga Horária Semanal Teórica Prática Total 02 45 10 55 Componente Carga Horária Curricular Literatura Portuguesa I EMENTA: Visão das correntes estéticas da Literatura Portuguesa do período medieval à metade do Séc. XIX. Abordagem crítica dos seguintes movimentos: Trovadorismo, Humanismo, Renascimento, Maneirismo, Barroco, Arcadismo e Romantismo. REFERÊNCIAS BÁSICA ABDALA JÚNIOR, Benjamin; PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São Paulo: Ática, 1990. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. 25. ed. São Paulo: Cultrix, 1999. _______. Pequeno dicionário de literatura portuguesa. São Paulo: Cultrix,1987. SARAIVA, Antônio José , LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa.15 ed. Porto: Ed. Porto, 1980. COMPLEMENTAR ABDALA JÚNIOR, Benjamin. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione, 1995. (Margens do Texto). _______. Introdução à análise da narrativa. São Paulo: Scipione, 1995. _______. Camões: épica e lírica. São Paulo: Scipione, 1995. CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo:Cultrix, 1978. HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995. REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988. SPINA, Segismundo. Gil Vicente (autos e farsas). 32. ed. São Paulo:Ateliê Editorial,1998. TEIXEIRA, Ivan.Os Lusíadas (Luís de Camões). São Paulo: Ateliê Editorial,1999. * Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 2º ano LITERATURA BRASILEIRA I Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 45 10 55 2º ano Literatura Brasileira I EMENTA: Visão das estéticas literárias brasileiras da era colonial até meados do Séc. XIX. Abordagem crítica dos seguintes movimentos: literatura de viagem e jesuítica, Barroco, Arcadismo e Romantismo. REFERÊNCIAS BÁSICA BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 33. ed. São Paulo: Cultrix, 1994. CANDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 1959. CASTRO, Silvio. A carta de Pero Vaz de Caminha: o descobrimento do Brasil. Porto Alegre: L&PM, 1996. (Descobertas). COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: J. O. Editora, 1986. v.1,2 e 3 ______. Introdução à literatura no Brasil. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,1990. MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides: breve história da literatura brasileira. 3. ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 1990. COMPLEMENTAR ABDALA JÚNIOR, Benjamin. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione, 1995. ______. Introdução à análise da narrativa. São Paulo: Scipione, 1995.(Margens do texto). ______. O romance social brasileiro. São Paulo: Scipione, 1995. (Margens do texto). PAZ, Otávio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1990.(Debates). SANTOS, Rubens Pereira dos. Poetas românticos brasileiros. São Paulo: Scipione, 1995. SILVA RAMOS, Péricles Eugênio da. Do barroco ao modernismo: estudos de poesia brasileira. Rio de Janeiro: LTC, 1979. SILVA, Domingos Carvalho da. Uma teoria do poema. Brasília: Thesaurus, 1986. * Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 2º ANO PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM I Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Carga Horária Carga Horária Total Prática Psicologia da 2º ano Educação: 02 Desenvolvimento e 50 55 05 Aprendizagem I História EMENTA: da Psicologia enquanto ciência, focando a Psicologia no desenvolvimento. Teorias relativas ao desenvolvimento psicológico – interacionista, construtivista e psicanalítica. Relações entre desenvolvimento e aprendizagem. Psicologia do desenvolvimento e educação. Ênfase às interações sócio-culturais, a construção do conhecimento e a constituição dos sujeitos nas práticas sociais. REFERÊNCIAS BÁSICA Bibliografia básica: BOCK, Ana Maria M.; FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. São Paulo : Saraiva, 1991. D’ANDRÉA, Flávio Fortes. Desenvolvimento da personalidade. São Paulo : Difel, 1984. OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky. Aprendizado e desenvolvimento. São Paulo : Scipione, 1997. PIAGET, Jean. A psicologia da criança. Rio de Janeiro : Bertrand do Brasil, 1994. Bibliografia complementar: GOULART, Íris. Psicologia da Educação. Petrópolis : Vozes, 1987. MOREIRA, Paulo R. Psicologia da Educação. Interação e individualidade. São Paulo : FTD, 1994. WINNICOT, Donald. A família e o desenvolvimento individual. 3 ed. São Paulo : Martins Fontes, 2005. 2º ano DIDÁTICA Ano Letivo Componente Carga Horária Curricular Semanal Carga Horária Carga Horária Carga Horária Teórica Prática Total 2º ano Didática 02 45 10 55 EMENTA: Princípios básicos da didática, fundamentos e tendências pedagógicas, didática como disciplina teórica, prática investigativa do processo ensino-aprendizagem: diagnóstico de aprendizagem, planejamento, metodologia e avaliação; compreensão das modalidades organizacionais da sala de aula (permanente, ocasional, seqüência didática e projeto didático). Os saberes da docência: o que, quando, como e a quem ensinar; ensino numa perpectiva intermultidisciplinar numa visão crítica e reflexiva. REFERÊNCIAS BÁSICA BRZEZZINSKZ, Iria. (Org). Profissão Professor: identidade e profissionalização docente. Brasília: Plano Editora, 2002. FREIRE, Paulo: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. NOGUEIRA e NOGUEIRA, Maria Alice. Bourdieu e a Educação. Belo Horizonte: Autentica, 2004. VEIGA-NETO, Alfredo. Foucault e a Educação. Belo Horizonte: Autentica, 2004. FAZENDA, Ivani C. A (Org) Práticas Interdisciplinares na Escola. São Paulo: Cortez, 1993. COMPLEMENTAR CANDAU, Vera Maria. (Org). Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2001. ______ . A Didática em questão. 20. ed. Petrópolis: Vozes, 1983. ______ . Reinventar a Escola. 2ª ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2001. DALMAS, Ângelo. Planejamento participativo na escola: elaboração, acompanhamento e avaliação. Petrópolis: Vozes, 1994. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras instituições, grupos e movimentos dos campos cultural, social, político, religiosos e governamental. Petrópolis: Vozes, 1994. LIBANEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1995. ROSA, Dalva E. Gonçalves. (Org). Didática e praticas de ensino interfaces com diferentes saberes e lugares formativos. Goiânia: Alternativa, 2002. SACRISTAN, G.; GOMEZ, P. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artmed, 1998. VERA, Lúcia Oliver Martins. Didática Teórica, Didática Prática. São Paulo: Loyola, 2002. LUCHESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1999 NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 45 10 Novas 2º ano Tecnologias em 55 Educação EMENTA: Educação: Práticas educativas e processos contemporâneos de educação. A utilização de tecnologias como recurso didático para o desenvolvimento das habilidades e competências intelectuais e sociais, na transposição didática. Utilização de softwares específicos da área educacional do Ensino Básico. REFERÊNCIAS BÁSICA ALMEIDA, José Fernando de. Educação e informática: os computadores na escola. São Paulo: Cortez, 1987. ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 2 ed. São Paulo: Cortez, Campinas-SP: Ed. da Universidade Estadual de Campinas. PRETO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia. CampinasSP: Papirus Editora, 1996. COMPLEMENTAR FRANCO, Maria Laura; ZIBAS, Dagmar. (Org.) Final do século: desafios da educação na América Latina. São Paulo: Cortez, 1990. FRIGOTO, Gaudêncio. Educação e a crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995. IANNI, Octavio. A sociedade global. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995. LOJKINE, Jean. A revolução informacional. Trad. José Paulo Netto. São Paulo: Cortez, 1995. MARQUES, Mario Osório. A formação do profissional da educação. Injuí: Ed. Unijuí, 1992. LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? novas exigências educacionais e profissão docente. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1998. (Questões de Nossa Época, 17). OLIVEIRA, Flávia Arlanch Martins. (Org.) Globalização, regionalização e nacionalismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. 3º ANO LINGUA PORTUGUESA III Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 04 100 10 3º ano Língua Portuguesa III 110 EMENTA: Morfologia geral: as noções de morfe, morfema, alomorfe, palavra. Teorias e modelos de análise morfológica. Processos morfológicos: morfologia lexical e flexional. Formação e classe das palavras em Português. Análise sintática e sintagmática. A estrutura da sentença em Português: a morfologia e a sintaxe na Gramática Tradicional. REFERÊNCIAS BÁSICA AZEREDO, J. C. Iniciação à sintaxe do português. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 1990. BECHARA. Evanildo. Lições de português pela análise sintática. 16. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. BECHARA. Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37ª ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2001. CAMARA Jr., J. Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970. FIORIN, José Luíz. Introdução à lingüística II. São Paulo: Contexto, 2003. KEHDI, Valter. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 1990. LAROCA, Maria Nazaré de Carvalho. Manual de morfologia do português. 3. ed. Campinas, SP: Pontes; Juiz de Fora, MG: UFJF, 2003. LEMLE, M. Análise sintática: teoria geral e descrição do português. São Paulo: Àtica, 1984. MACAMBIRA, J. R. A estrutura morfossintática do português. São Paulo: Pioneira, 1987. MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina. Introdução à Lingüística: domínios e fronteiras, v.1. São Paulo: Cortez, 2001. NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática de usos do português. São Paulo: Editora da UNESP, 2000. ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2000. SANDMANN, A. J. Morfologia geral. São Paulo: Contexto, 1991. COMPLEMENTAR BASILIO, Margarida. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2004. CÂMARA JR, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 28. ed. Petrópolis: Vozes, 1998. CARLOTA, M. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2001. CARONE, Flávia de B. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1988. ELSON, B. & PICKETT, B. Introdução à morfologia e à sintaxe. Rio de Janeiro: Vozes, 1978. KEHDI, V. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 2000. KEHDI, V. Formação de palavras em português. São Paulo: Ática, 1992. MIOTO, C.; SILVA, M. C. F; LOPES, R. E. V. Novo manual de sintaxe. Florianópolis: Insular, 2005. MONTEIRO, J. L. Morfologia portuguesa. Campinas: Pontes, 1991. PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. 4. Ed. São Paulo: Ática, 2002. SÂNDALO, Filomena. Morfologia. In: MUSSALIM, F. & BENTES, A. C. Introdução à lingüística. São Paulo: Cortês, 2001. SANDMANN, A. J. Formação de palavras no português brasileiro contemporâneo. Curitiba: Scientia et Labor/Ícone, 1989. SANDMANN, A. J. Morfologia geral. São Paulo: Contexto, 1991. SILVA, Maria Cecília Pérez de Souza e KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Lingüística aplicada ao português: morfologia. 11 ed. São Paulo: Cortez, 2000. SILVA, Maria Cecília Pérez de Souza e KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Lingüística aplicada ao português: sintaxe. 11 ed. São Paulo: Cortez, 1987. 3º ANO LÍNGUA INGLESA III Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica 04 100 3º ano Língua Inglesa III Carga Horária Carga Horária Total Pratica 10 110 EMENTA: Estudo das situações prático–discursivas da língua inglesa, mediante estruturas léxico–gramaticais de nível intermediário para o desenvolvimento das quatro habilidades comunicativas. REFERÊNCIAS BÁSICA: AVERY, Peter. American pronunciation. Cambridge: Cambridge University Press, 1999. BWLER, Bill; CUNINGHAM, Sarah; MOOR, Peter; PARAMINTER, Sue. New Headway Pronunciation Course. Intermediate. Cambridge University Press, 2003 JONES, Daniel. English Pronoucing Dictionary. 16º edition. Cambbridge: Cambridge University Press, 2005. ROACH, Peter. English phonetics and phonology – a practical course. 2nd edition. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. COMPLEMENTARES BAKER, Ann. Sheep or ship? an intermediate pronunciation course. New Edition, Cambridge: Cambridge University Press, 1981. _____. Tree or trhee? an intermediate pronunciation course. New Edition, Cambridge: Cambridge University Press, 1982. BAKER, Ann & GOLDSTEIN, Sharon. Pronunciation pairs. Cambridge: Cambridge University Press, 1990. (Conjunto Completo). CELCE-MURCIA, Mariane; BRITONTON, Donna 7 GOODWIN, Janet. Teaching Pronunciation American English. Cambridge University Press, 2004 JENKINS, Jennifer. The Phonology of English as an International Language. Oxforde: Oxford University Press. OXFORD STUDENTS DICTIONARY OF ENGLISH: Elementary to intermediate level. Oxford. 3º ano LINGUISTICA III Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica 3º ano Lingüística III 02 45 Carga Horária Carga Horária Total Prática 10 55 EMENTA: Objetos de estudo da Lingüística Textual. Fatores de textualidade. Mecanismos de articulação textual. Gêneros do discurso. Discurso das relações entre condições de produção, história e ideologia. As tendências da Análise do Discurso. Formação discursiva, interdiscursividade e intertextualidade. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BAKHTIN, Mikhail (Volochinov) Marxismo e filosofia da linguagem.10. ed. São Paulo: Hucitec/Annablume, [1929] 2002. BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução à Análise do Discurso. 7. ed. Campinas: Ed. da UNICAMP, s/d. FÁVERO, Leonor Lopes; KOCH, Ingedore G. Villaça. Lingüística textual: introdução. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2000. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça . Introdução à lingüística textual: trajetórias e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, 2004. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002. FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1996. 79 p. FOUCAULT. Michel. A arqueologia do saber. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002. MAINGUENEAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. 3. ed. Campinas: Pontes / Ed Unicamp, 1997. ORLANDI, Eni Pucinelli. Análise de Discurso. 4. ed. Campinas, SP: Pontes, 2002. PÊCHEUX, Michel. O discurso: estrutura ou acontecimento. Tradução Eni Puccinelli Orlandi. 2. ed. Campinas, SP: Pontes, 1997. COMPLEMENTARES ANTUNES, Irandé. Lutar com as palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, Mikhail.Estética da criação verbal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, [1979] 2000. BEAUGRANDE, Robert-Alain de; DRESSLER, Wolfgang Ulrich. Introduction to Text Linguistics. New York: Longman, 1981. BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral I. 4. ed. Campinas: Pontes/Ed Unicamp, [1966] 1995. BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral II. Campinas: Pontes, [1974] 1989. BROWN, Gillian & YULE, George. Discourse analysis. Cambridge: Cambridge University Press, 1983. CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de Análise do Discurso. São Paulo: Contexto, 2004. GADET, Françoise ; HAK Tony. Por uma análise automática do discurso: uma introdução ä obra de Miclhel Pêcheux. 3. ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2001. HALLIDAY, M. A. K. & HASAN, Ruqaiya. Cohesion in English. London/New York: Longman, 1976. HANKS, William F. Língua como prática social: das relações entre língua, cultura e sociedade partir de Bourdieu e Bakhtin [Organização: BENTES, A. C.; REZENDE, R. C.; MACHADO, M. A. R.]. São Paulo: Cortez, 2008. JUBRAN, Clélia Cândia Abreu Spinardi; KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Gramática do Português culto falado no Brasil – Vol. I: A construção do texto falado. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2006. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça e TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2000. KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008. MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. Vol. 1 e 2. São Paulo: Cortez, 2001. MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs.). Introdução à lingüística: fundamentos epistemológicos. Vol. 3. São Paulo: Cortez, 2004. PÊCHEUX, Michel. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. 3. ed. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1997. SIGNORINI, Inês (org.); BENTES, Anna Christina; REZENDE, Renato Cabral et al. [Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola, 2008. TRASK, R. L. Dicionário de Lingüística. São Paulo: Contexto, 2004. 3º ano LITERATURA PORTUGUESA II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 45 10 55 3º ano Literatura Portuguesa II EMENTA: Estudo das manifestações literárias portuguesas a partir da segunda metade do Séc. XIX: Realismo-Naturalismo, Decadentismo-Simbolismo, Modernismo e tendências contemporâneas. REFERÊNCIAS: BÁSICA ABDALA – JUNIOR, Benjamin. Movimentos e estilos literários. São Paulo: Scipione, 1995. (Margens do Texto). ______ . PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. 3. ed. São Paulo: Ática, 1990. CALBUCCI, Eduardo. Saramago: um roteiro para os romances. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999. D’ONÓFRIO, Salvatore. Literatura Ocidental: autores e obras fundamentais. São Paulo: Ática, 2002. MONIZ, António. Para uma leitura de sete poetas contemporâneos. Lisboa: Editorial Presença,1997. SARAIVA, Antônio José; LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 15. ed. Porto: Ed. Porto, 1980. COMPLEMENTAR CALBUCCI, Eduardo. Saramago: um roteiro para os romances.São Paulo: Ateliê Editorial, 1999. CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo: Cultrix, 1978 FRIEDRICH, Hugo. A estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 2001. HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995. MOISÉS, Carlos Felipe. Roteiro de Leitura: MENSAGEM de Fernando Pessoa. São Paulo: Ática, 1996. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. 25. ed. São Paulo, Cultrix, 1999. OLIVEIRA, Clenir Bellezi de. Arte Literária – Portugal/Brasil. São Paulo: Moderna, 1999 REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988. SHÜLER, Donaldo. Teoria do Romance. São Paulo: Ática, 2002. TAVARES, Hênio. Teoria Literária. Belo Horizonte, MG: Itatiaia, 2002. * Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 3º ano LITERATURA BRASILEIRA II An o Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Leti Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 45 10 55 vo 3º Literatura ano Brasileira II EMENTA: Visão das estéticas literárias brasileiras da segunda metade do Séc. XIX aos seus últimos anos. Abordagem crítica dos seguintes movimentos: Realismo-Naturalismo e Parnasianismo, Simbolismo, a Belle Époque e sua influência no Brasil. REFERÊNCIAS: BÁSICA ABDALA – JUNIOR, Benjamin. O romance social brasileiro. São Paulo, Scipione, 1995. BALAKIAN, A. O simbolismo. São Paulo: Perspectiva, 1985. BAUDELAIRE, C. As flores do mal. Trad. Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. (edição bilíngüe) BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 33 ed. São Paulo: Cultrix, 1994. COMPLEMENTAR BRADLEY, F. Surrealismo. São Paulo: Cosac; Naify Ed., 1999. CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo, Cultrix, 1978. CAMPOS, Haroldo. de A operação do texto. São Paulo: Perspectiva, 1976. 156 p. (Col. Debates: crítica). CAMPOS, Augusto. et al. Mallarmé. São Paulo: Perspectiva, 1974. (Col. Signos, V. 2). CANDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 1959. COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: JO. Editora, v.1,2,3 e 4 1986. PAZ, Otávio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1990.(Col. Debates) REIS, Carlos et al. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988. SILVA, Domingos Carvalho da. Uma teoria do poema. Brasília: Thesaurus, 1986. SILVA RAMOS, Péricles Eugênio da. Do barroco ao modernismo: estudos de poesia brasileira. Rio de Janeiro: LTC, 1990. • Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 3º ano PRODUÇÃO DE TRABALHO DE CURSO (TC) Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 25 30 Produção de 3º ano Trabalho de 55 Curso EMENTA: Projeto de pesquisa: estrutura e elaboração. Monografia: definição e estrutura. Tipos de monografia: teórica, teórico-empírica e estudo de caso. Relação entre tipo de pesquisa e trabalho monográfico em estudos lingüísticos e literários. Normas da ABNT para elaboração de monografias: formatação do texto, elementos estruturais, resumo, uso de citações e referências bibliográficas. REFERÊNCIAS BÁSICA ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – NBR 15287, Dez/2005 (Projeto de Pesquisa); NBR 14724, Dez/ 2005 (Trabalho Acadêmico); NBR 6028, Novembro/ 2003 (Resumo); NBR 10520, Ago/ 2002 (Citações); NBR 6023, Ago/ 2002 (Referências Bibliográficas), AZEVEDO, Israel B. de. 0 prazer da produção científica. São Paulo: Hagnos, 2001. D’ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. São Paulo: Atlas, 1999. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia do trabalho científico: pesquisa bibliográfica, projeto e relatório. 4 ed. São Paulo: Ed. Atlas, 2000. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2004. TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. Rio de Janeiro; Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1998. COMPLEMENTAR ANTUNES, Celso. Manual de técnicas. 10 ed. Petrópolis: Vozes, 1996. FEITOSA, Vera C. Redação de textos científicos. 6 ed. São Paulo: Papirus, 1991. FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. 4 ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000/2003. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 14 ed. Petrópolis: Ed. Vozes, 1997. LITTON, Gaston. A pesquisa bibliográfica em nível universitário. São Paulo: Megraw-Hill do Brasil, Biblioteconomia, n. 6, 1975. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 1986. SALOMON, Décio V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo; Cortez, 2001. SILVA, Débora C. S. et al. Do contexto ao texto: os desafios da linguagem científica. Goiânia: Kelps, 2006. 3º ANO PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Pratica Total 02 45 10 Psicologia da Educação: 3º ano Desenvolvimen to e 55 Aprendizagem II Ementa: Bases epistemológicas das explicações sobre o processo de aprendizagem. As dimensões interacionistas e construtivistas sobre o processo de aprendizagem. Limitações e perspectivas de outras teorias da aprendizagem em relação às teorias interacionistas e construtivistas. Aprendizagem e educação. Dificuldades e problemas de aprendizagem. Bibliografia básica: DAVIDOFF, L. L. Introdução à Psicologia. São Paulo : MacGrawHill, 1983. DOLLE, J. M. Para compreender Jean Piaget. São Paulo : MacGrawHill, 1983. FLAVELL, J. A Psicologia do Desenvolvimento de Jean Piaget. São Paulo : Pioneira, 1975. MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo. Petrópolis : Vozes, 2003. PFROMM NETTO, S. Psicologia da Aprendizagem e do Ensino. São Paulo : Papelivros, S.Paulo, 2002. SALVADOR, C.C. et al. Psicologia da Educação. São Paulo : ARTMED, 1999. TAILLE, Y.L.; OLIVEIRA, M.K. e DANTAS, H. Piaget, Vygotsky e Wallon. 13 ed. São Paulo : Summus, 1992. Bibliografia complementar: GOULART, I. B. Psicologia da Eduacação: fundamentos teóricos e aplicações à prática pedagógica. Petrópolis : Vozes, 1987. MAHONEY, A.A. e ALMEIDA, L.R. (org.) Henri Wallon – Psicologia e Educação. São Paulo : Loyola, 2000. PENTEADO, W. M. A. Psicologia e Ensino. São Paulo : Papelivros, 1990. 3° ANO POLÍTICAS EDUCACIONAIS Ano Letivo 3º ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária de Total Semanal Teórica Pratica Curricular Políticas Educacionais 02 45 10 55 EMENTA: Estudos das leis que norteiam o ensino e análises de seus determinantes sóciopolíticos e seus reflexos no pedagógico (CF, LDB, Resoluções e Política Neo-liberal e seus reflexos no pedagógico). Estudo crítico enfatizando questões atuais do sistema brasileiro de Educação Básica e Ensino Superior. Organização da gestão escolar; Projeto Político Pedagógico. Profissionalização docente. REFERÊNCIAS: BÁSICA BRZEZINSKI, Iria (coord.). “LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam”. Cortez: São Paulo, 1986. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola. Goiânia: Editora do Autor, 2000. MENEZES, João Gualberto de Carvalho. “Estrutura e funcionamento da educação básica – leituras”. São Paulo: Pioneira, 1997. SILVA, Tomás Tadeu & GENTILI, Pablo (orgs.) Neoliberalismo, qualidade total e educação. Visões críticas. Petrópolis: Vozes, 1995. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Projeto político-pedagógico: uma construção possível. Campinas, SP: Papirus, 1996. DEMO, Pedro. A Nova LDB: ranços e avanços. São Paulo: Papirus, 1997. COMPLEMENTAR BRASIL – PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Fundamental. BRASIL – CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA FEDERAL DO BRASIL (05.10.1998). Mauricio Antonio Ribeiro BRASIL – LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL N.º 9394/96 Lei n.º. 9.424/96 – Fundo de Valorização e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério. Lei n.º. 26 – Diretrizes da Educação do Estado de Goiás ENGUITA, Mariano. Trabalho, escola e ideologia. Marx e a crítica da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995. NOVOA, Antonio. Para o estudo sócio histórico da gênese e desenvolvimento da profissão docente. Porto Alegre: Pannonica Editora, 1997. UNESCO, MEC. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1999. SOUZA, Paulo Nathanael Pereira de & SILVA, Eurides Brito da. Como entender e aplicar a nova LDB Lei nº 9394/96 São Paulo: Thomson, 1997. 3º ano ORIENTAÇÕES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS I Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Horária Total 02 55 - Orientações para o Estágio 3º ano Supervisionad o de Língua 55 Portuguesa e Literaturas I EMENTA: Conteúdo e objetivos do ensino de língua portuguesa no ensino fundamental. A relação dialógica teoria-prática e a realidade. Análise das condições de produção do ensinoaprendizagem no Ensino Fundamental. Interdisciplinaridade. Projeto Político Pedagógico da Escola. O estudo dos métodos e técnicas de ensino da língua e das literaturas de língua portuguesa, no Ensino Fundamental. O papel da avaliação e da pesquisa no processo de formação dos professores.. REFERÊNCIAS BÁSICA ALVES, Rubem Azevedo. Conversa com quem gosta de ensinar. São Paulo: Cortez, 1989. AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor de língua portuguesa. 4. ed. Porto Alegre: Padre Reus, 1999. CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 11. ed. São Paulo: Papirus, 1999. DANTAS, José Maria de Souza. Didática da Literatura. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. HOSS, Miriam da Costa. Prática de Ensino da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro; São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1981. COMPLEMENTAR ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000. BAGNO, Marcos (Org.) Lingüística da norma. São Paulo: Loyola, 2002. FRITZEN, Silvino José. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. Vol. 1, Petrópolis, RJ: Vozes, 1989. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1991. MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. MEDEIROS, Maria D. As três faces da pedagogia. Lisboa: Livros Horizontes, 1975. MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1985. SANT’ANNA, Flávia Maria et al. Planejamento de ensino e avaliação. 11. ed. Porto Alegre: Sagra, 1989. SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1987. VASCONCELLOS, Celso dos S. A avaliação: concepção dialética – libertadora do processo de avaliação escolar. Pedagógicos do Libertad, vol. 3. São Paulo: Cortez, 1994. _____. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Salesiana Dom Bosco, 1993. ZILBERMAN, Regina. A leitura no ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1991. ORIENTAÇÕES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA I Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Horária Total 02 55 - Orientações para o Estágio 3º ano Supervisionado 55 de Língua Inglesa I EMENTA: Abordagens, métodos e técnicas de ensino de língua inglesa. Dinâmicas para o ensino de língua inglesa. Análise das práticas pedagógicas e conteúdos de língua inglesa ministrados no Ensino Fundamental. Estudo das relações teoria/prática e professor/aluno e a produção de conhecimentos no contexto da sala de aula de língua inglesa, no Ensino Fundamental. REFERÊNCIAS BÁSICA ALLWRIFGHT, R.L. e BALEY, K.M. Focus on the Language Classroom: Introduction to Classroom Research for Language Teachers. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. ALMEIDA FILHO, J.C.P. (Org.) O Professor de língua estrangeira em formação: São Paulo: Pontes, 1999. ______ . Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Campinas: Pontes, 1993. AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre Reus, 1999. LARSEN-FREEMAN, Diane. English teaching methodology. London: Longman, 1986. COMPLEMENTAR BRITO, Heloisa Augusta de Mello. O que está por trás da ação do professor de língua estrangeira?. In ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000. CAVALCANTI, Marilda C; MOITA LOPES, L. P. Implementação de pesquisa na sala de aula de línguas no contexto brasileiro. Trabalhos em Lingüística Aplicada, 17:133-144, 1991. ELLIS, Rod. Understanding Second Language Acquisistion. Oxford: Oxford University Press, 1985. MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. OLIVEIRA, V.L.M. (Org.) Ensino de Língua Inglesa. 2. ed. São Paulo: Pontes Editores, 1997. RICARDO, José. Como aprender e ensinar inglês e outras línguas estrangeiras. Curitiba: FURB. WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991. ______ . Aspects of Language Teaching. O.U.P, 1990 ZÓBOLI, G. Prática de ensino: Subsídios para a atividade docente. 6. ed., São Paulo: Ática, 1995. ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS I Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Anual Teórica de Prática - 100 - Estágio Supervisionado 3º ano de Língua 100 Portuguesa e Literaturas EMENTA: Elaboração de projetos de língua materna, aplicáveis ao Ensino Fundamental com vistas à atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas do estágio supervisionado do Ensino Fundamental, conforme projeto elaborado pelos professores e aprovado pelo Colegiado do Curso, observado o Regulamento de Estágio Supervisionado. REFERÊNCIAS BÁSICA BRASIL –PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 1997. MENEGOLLA, Maximiliano; SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como Planejar? 11. ed. São Paulo: Vozes, 2001. REVISTA – Nova Escola. Fundação Victor Civita. Publicação mensal. TRAVAGLIA, Luiz Carlos et al. Metodologia e prática de ensino da língua portuguesa. 3. ed. Uberlândia: Ed. da UFU, 2001. VALENTE, André. Aulas de Português perspectivas inovadoras. 5. ed. São Paulo: Vozes, 2003. COMPLEMENTAR ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000. MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1985. VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Salesiana Dom Bosco, 1993. ZILBERMAN, Regina. A leitura no ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1991. ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA I Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Anual - 100 Carga Horária Carga Horária de Prática Teórica Estágio 3º ano Supervisionado de Língua - 100 Inglesa I EMENTA: Elaboração de projetos de língua estrangeira (Inglês), aplicáveis ao Ensino Fundamental com vistas à atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas do estágio supervisionado do Ensino Fundamental conforme projeto elaborado pelos professores e aprovado pelo colegiado do Curso, observado o Regulamento de Estágio Supervisionado. REFERÊNCIAS BÁSICA BRASIL –PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 1997. AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre Reus, 1999. COMPLEMENTAR BRITO, Heloisa Augusta de Mello. O que está por trás da ação do professor de língua estrangeira?. In ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000. CAVALCANTI, Marilda C; MOITA LOPES, L. P. Implementação de pesquisa na sala de aula de línguas no contexto brasileiro. Trabalhos em Lingüística Aplicada, 17:133-144, 1991. MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. RICARDO, José. Como aprender e ensinar inglês e outras línguas estrangeiras. Curitiba: FURB. WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991. 4º ano LINGUA PORTUGUESA IV Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 04 95 15 4º ano Língua Portuguesa IV 110 EMENTA: Introdução aos estudos do significado a partir de diferentes teorias. Semântica: conceito, objeto e histórico da disciplina. Teorias e modelos de análise semântica das línguas naturais. Pragmática: conceito e objeto de estudo. A língua em uso. As várias abordagens das relações entre significado e contexto. REFERÊNCIAS BASICA AUSTIN, John Langshaw. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990. ILARI, Rodolfo e GERALDI, João Wanderley. Semântica. 3. ed. São Paulo: Ática, 1987. CANÇADO, Márcia. Manual de Semântica: noções básicas e exercícios. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. HURFORD, James R. e HEASLEY, Brendan. Curso de Semântica. Canoas, RS: Ed. ULBRA, [1983] 2005. LEVINSON, Stephen C. Pragmática. São Paulo: Martins Fontes, [1983] 2007. LYONS, John. Semântica I. Lisboa: Presença; São Paulo: Martins Fontes, [1977] 1980. COMPLEMENTAR BRÉAL, Michel. Ensaio de Semântica: Ciência das Significações. São Paulo: EDUC/Pontes, [1897] 1992. CHIERCHIA, Gennaro. Semântica. Campinas, SP: Editora da Unicamp; Londrina, PR: Eduel, 2003. DASCAL, Marcelo (org.). Fundamentos metodológicos da lingüística: Semântica. Vol. III. Campinas, SP: Edição do Autor, 1982. DASCAL, Marcelo (org.). Fundamentos metodológicos da lingüística: Pragmática. Vol. IV. Campinas, SP: Edição do Autor, 1982. DUCROT, Osvald. Princípios de semântica lingüística: dizer e não dizer. São Paulo: Cultrix, [1972] 1977. FREGE, Gottlob. Sobre o sentido e a referência. In: Lógica e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Cultrix, 1978. LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. 14. ed. São Paulo: Cultrix, 1995. LYONS, John. Introdução à lingüística teórica. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1979. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Fenômenos da linguagem: reflexões semânticas e discursivas. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. MARQUES, Maria Helena Duarte. Iniciação à semântica. 4. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. OLIVEIRA, Roberta Pires de. Semântica. In: MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. Vol. 2. São Paulo: Cortez, 2001. OLIVEIRA, Roberta Pires de. Semântica formal: uma breve introdução. Campinas: Mercado de Letras, 2001. OTTONI, Paulo. Visão performativa da linguagem. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1998. PINTO, Joana Plaza. Pragmática. In: MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. Vol. 2. São Paulo: Cortez, 2001. SEARLE, John R. Os Actos de fala. Coimbra: Almedina, 1981. ULLMANN, Stephen. Semântica: uma introdução à ciência do significado. 5.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkiam, [1964] 1987. 4º ANO LÍNGUA INGLESA IV Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica 04 95 Língua Inglesa 4º ano IV Carga Horária Carga Horária Total Pratica 15 110 EMENTA: Estudo das estruturas léxico-gramaticais de nível intermediário (high intermidiate) para o desenvolvimento das habilidades comunicativas. REFERÊNCIAS BÁSICA QUIRK, Randolph & GREENBAUM, Sidney. A university grammar of english. Essex: Longman, 1985. RADFORD, Andrew. Transformational grammar: a first course. Cambridge: Cambridge University Press, 1988. STEINBERG, Martha. Morfologia inglesa. Noções introdutórias. 2 ed. São Paulo: Ática, 1990. WEKKER, Herman & HAEGEMAN, Liliane. A modern course in english sintax. London. COMPLEMENTAR • Ficará a critério do professor a seleção da referencia complementar a ser trabalhada a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 4º ano LITERATURA BRASILEIRA III Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 04 100 10 110 4º ano Literatura Brasileira III EMENTA: Visão das estéticas modernas do pré-modernismo e dos movimentos de vanguarda até as últimas tendências pós-modernas que constituíram as principais rupturas temáticoformais na literatura brasileira. REFERÊNCIAS BÁSICA BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, l994. ______ .(Org.). Leitura de poesia. São Paulo:Ática, 1996. (Temas, 59). ______. Conto brasileiro contemporâneo. São Paulo, Cultrix, 1998. CÂNDIDO, Antônio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: II. Modernismo. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: JO. Editora, 1986. v. 4 e 5. TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro: apresentação dos principais poemas, manifestos, prefácios e conferências vanguardistas, de 1857 a 1972. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. COMPLEMENTAR CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo, Cultrix, 1978. CAMPOS, Haroldo de. A operação do texto. São Paulo: Perspectiva, 1976. (Debates). CÂNDIDO, Antônio. Literatura e Sociedade: Estudos de teoria e história literária. São Paulo: T. A. Queiroz, 2000. COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,1990. FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. 2. ed. São Paulo: Duas Cidades, 1991. HARRISON, C. Modernismo. Trad. João Moura. São Paulo: Cosac; Naify., 2001. (Movimentos da Arte Moderna). HAUSER, A. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo:Martins Fontes,1995. HELENA, Lúcia. Modernismo brasileiro e vanguarda. São Paulo: Ática, 1986. (Princípios, 60). LAFETÁ, João Luiz. 1930: A crítica e o modernismo. São Paulo: Duas Cidades, 2000. MOISÉS, Massaud. História da Literatura Brasileira: Modernismo. vol. V. São Paulo: Cultrix, 1989. _________ . A literatura brasileira através dos textos. 20. ed. São Paulo: Cultrix, 1997. SILVA RAMOS, Péricles Eugênio da. Do barroco ao modernismo: estudos de poesia brasileira. Rio de Janeiro: LTC, 1979. TELES, Gilberto Mendonça. Retórica do silêncio I: teoria e prática do texto literário. Rio de janeiro: José Olympio, 1989. ______ . A escrituração da escrita: teoria e prática do texto literário. Petrópolis: Vozes, 1996. * Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 4º ANO LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Currcular Semanal Teórica Pratica de Total 04 100 10 4º ano Literaturas de Língua Inglesa 110 EMENTA: Produções literárias em poesia, prosa e teatro da literatura inglesa e norteamericana do século VII até o século XXI. Relações de intertextualidade com obras da literatura mundial. Análises e reflexões críticas dos textos literários em relação ao contexto histórico em que está inserido e com a realidade. REFERÊNCIAS ABRAMS, M. H. ET AL. (Ed) The Norton Anthology of English Literature. V. 1 – 2 ed. New York: Norton & Company Inc. 1993 BURGESS, Anthony. English Literature. London, Longman1987 DAICHESS, David. A Critical History of English Literature. London, Secker and Warburg. 1960. 2 vls. DREISER, Theodoro. An American Tragedy. Trad. Sally Lowe. London: Longman, 1995. GOWER, Roger. Past into Present – An Anthology of British and American Literature. Longman,2000. HARRISON, Major. British Writers. London, Longman,1987. NABUCO, Carolina. O Retrato dos Estados Unidos à Luz de sua Literatura. São Paulo: Nova Fronteira, 2004. PERKINS, George and Barbara. (Ed.) The American Tradition in Literature. 8th ed. New York: McGraw- Hill, 1994. V. 1-2. PRIESLEY, J. B. Adventures in American Literature. New York: Harcourt Brace, 1976. RIEDINGER, Anthony Edward. A Brief View of American Literature. Waldyr Lima Editora. THORNLEY, G. C., ROBERTS, GWYNETH. An Outline of American Literature. Longman, 1996. Complementar Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 4º ANO LABORATÓRIO DE COMUNICAÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Pratica TOTAL 02 20 35 Laboratório de 4º ano Comunicação Escrita em 55 Língua Inglesa EMENTA: Desenvolvimento da atividade escrita, através do uso de estratégias e convenções que permitam uma escrita eficiente e apropriada. A geração de idéias e a organização de informações. Prática de redação de textos nas modalidades formal e informal: cartas, solicitações, formulários, descrições, narrativas e outros tipos de textos. REFERÊNCIAS BÁSICA HEDGE, Tricia. Writing. Oxford: Oxford University Press, 1988. SINGLETON, Jill. Writers at work. A guide to basic writing. New York: St. Martin’s Press, 1998. WITHROW, Jean. Effective writing. Writing skills for intermediate students of american english. Cambridge: Cambridge University Press, 1983. COMPLEMENTAR ** Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. 4º ano ORIENTAÇÕES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga letivo Curricular Semanal Teórica Prática Horária Total 02 55 - 55 Orientações 4º ano para o Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e Literaturas II Ementa: Relação entre saberes pedagógicos e saberes científicos. O novo e o original na formação de professores. A Didática como mediadora na construção da identidade do professor e da práxis docente. A relação dialógica teoria-prática e a realidade: o estágio superando a separação entre teoria e prática. Análise das condições de produção do ensino- aprendizagem no Ensino Médio. Educação, epistemologia e didática. Pesquisa e prática pedagógica em conteúdos de língua e literaturas de Língua Portuguesa no Ensino Médio. A relação professor/aluno e a prática pedagógica do cotidiano escolar das disciplinas de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. REFERÊNCIAS BÁSICA ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000. BRASIL - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS- ENSINO MÉDIO. Brasília: MEC, 1998. BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua Materna: letramento, variação e ensino. São Paulo: Parábola, 2002. ________. (org.) Lingüística da Norma. São Paulo: Loyola, 2002. PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004. (Coleção Docência em formação. Série saberes pedagógicos). COMPLEMENTAR CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989. GERALDI, João Wanderley (org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Àtica, 2000. ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins fontes, 1997. Masseto, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. Moreira, Marcos Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1985. SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1987. Masseto, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. Moreira, Marcos Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1985. VALENTE, André. Aulas de Português. Subsídios para atividade docente. 6 ed. São Paulo: Ática, 1995. 4º ano ORIENTAÇÕES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 55 - Orientações para o Estágio 4º ano Supervisionado 55 de Língua Inglesa II EMENTA: Lingüística aplicada ao ensino de língua estrangeira. A relação professor/aluno e a prática pedagógica no cotidiano escolar do Ensino Médio, da disciplina Língua Inglesa. A relação educação, sociedade e prática educativa. Análise das condições de produção do ensino-aprendizagem da língua inglesa. Avaliação de livros didáticos e paradidáticos do Ensino Médio. REFERÊNCIAS BÁSICA ABRAHÃO, Maria Helena Vieira (Org.). Prática de ensino de língua estrangeira: experiências e reflexões. São Paulo: Pontes Editores; ArteLíngua, 2004. BARCELOS, Ana Maria Ferreira. A cultura de aprender línguas (Inglês) de alunos no curso de Letras. In: ALMEIDA FILHO, José Carlos P. (Org.). O professor de Língua Estrangeira em Formação. Campinas: Pontes Editores, 1999. p. 157-175. BRUNO, Fátima Cabral (Org.). Ensino-Aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e prática. São Carlos: Claraluz, 2005. FIGUEIREDO, Francisco J. Q. de. Da primeira à segunda língua: algumas teorias lingüísticas. In: ______. Aprendendo com os erros: uma perspectiva comunicativa de ensino de línguas. Goiânia: Ed. da UFG, 1997, p. 15-41. OLIVEIRA E PAIVA, Vera Lúcia Menezes de. Ensino de Língua Inglesa: reflexões e experiências. 2. ed. Campinas, SP: Pontes; Ed. da UFMG, 1997. COMPLEMENTAR ALMEIDA FILHO, José Carlos P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. São Paulo: Pontes, 1993. AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre Reus, 1999. BRITO, Heloisa Augusto de Melo. O que está por trás da ação do professor de língua estrangeira?. In: ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000. CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989. ELLIS, Rod. Understanding Second Language Acquisistion. Oxford University Press, 1985. FIGUEIREDO, Francisco Quaresma de. Aquisição e aprendizagem de segunda língua In: Signótica, n. 7, Goiânia, Ed. da UFG, p. 39-57, jan./ dez. 1995. LIGHTBOWN, P. M. & SPADA, N. Popular ideas about language learning: facts and opinions. In: ______ . How languages are learned. Oxford University Press, 1993. p.111117. MOITA LOPES, L. P. Oficina de lingüística Aplicada – A natureza social e educacional dos processos de ensino/aprendizagem de línguas. São Paulo: Campinas: Mercado de Letras, 1996. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Brasília: MEC/SEF, 1998. RICHARDS, J. C. Exploring teachers’ beliefs. In: ______ . Reflexive teaching in second language classrooms. New York: CUP, 1996. p. 29-41. 4º ano ESTAGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga letivo Curricular Semanal Teórica Prática Horária Total - - 100 100 Estágio 4º ano Supervisionado de Língua Portuguesa e Literaturas II Ementa: Elaboração de projetos de língua materna, aplicáveis ao Ensino Médio com vistas à atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas do estágio supervisionado do Ensino Médio, conforme projeto elaborado pelos professores e aprovado pelo Colegiado do Curso, observado o Regulamento de Estágio Supervisionado. REFERÊNCIAS BÁSICA ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000. BRASIL - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS- ENSINO MÉDIO. Brasília: MEC, 1998. BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua Materna: letramento, variação e ensino. São Paulo: Parábola, 2002. ________. (org.) Lingüística da Norma. São Paulo: Loyola, 2002. PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004. (Coleção Docência em formação. Série saberes pedagógicos COMPLEMENTAR CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989. ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins fontes, 1997. Masseto, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. Moreira, Marcos Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1985. 4º ano ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA INGLESA II Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total Estágio 4º ano Supervisionado de Língua - - 100 100 Inglesa II EMENTA: Elaboração de projetos de língua estrangeira (Inglês), aplicáveis ao Ensino Médio com vistas à atuação em sala de aula. Desenvolvimento das atividades práticas do estágio supervisionado do Ensino Médio, conforme projeto elaborado pelos professores e aprovado pelo Colegiado do Curso, observado o Regulamento de Estágio Supervisionado. REFERÊNCIAS BÁSICA BRASIL –PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Ensino Médio. Brasília: MEC, 1998. ABRAHÃO, Maria Helena Vieira (Org.). Prática de ensino de língua estrangeira: experiências e reflexões. São Paulo: Pontes Editores; ArteLíngua, 2004. BRUNO, Fátima Cabral (Org.). Ensino-Aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e prática. São Carlos: Claraluz, 2005. OLIVEIRA E PAIVA, Vera Lúcia Menezes de. Ensino de Língua Inglesa: reflexões e experiências. 2. ed. Campinas, SP: Pontes; Ed. da UFMG, 1997. COMPLEMENTAR ALMEIDA FILHO, José Carlos P. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. São Paulo: Pontes, 1993. AMORIM, Vanessa & MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio: Sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor de língua estrangeira. 4. ed., Porto Alegre: Padre Reus, 1999. BRITO, Heloisa Augusto de Melo. O que está por trás da ação do professor de língua estrangeira?. In: ______. (Org.). A sala de aula de língua estrangeira. Goiânia: UFG, 2000. CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1989. ELLIS, Rod. Understanding Second Language Acquisistion. Oxford University Press, 1985. FIGUEIREDO, Francisco Quaresma de. Aquisição e aprendizagem de segunda língua In: Signótica, n. 7, Goiânia, Ed. da UFG, p. 39-57, jan./ dez. 1995. LIGHTBOWN, P. M. & SPADA, N. Popular ideas about language learning: facts and opinions. In: ______ . How languages are learned. Oxford University Press, 1993. p.111117. MOITA LOPES, L. P. Oficina de lingüística Aplicada – A natureza social e educacional dos processos de ensino/aprendizagem de línguas. São Paulo: Campinas: Mercado de Letras, 1996. RICHARDS, J. C. Exploring teachers’ beliefs. In: ______ . Reflexive teaching in second language classrooms. New York: CUP, 1996. p. 29 COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS LITERATURA AFRICANA DE LÍNGUA PORTUGUESA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 40 15 Literatura 4º ano Africana de Língua 55 Portuguesa EMENTA: Leitura e análise de obras (poesia e prosa) representativas na formação da história literária dos países africanos de língua portuguesa (Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe); Estudo das relações entre literatura e história na construção sóciocultural dos períodos colonial e pós-colonial; Os reflexos do Neo-Realismo português e brasileiro nas literaturas africanas de engajamento social, no processo de independência à colonização portuguesa; Tendências atuais das narrativas africanas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ABDALA JR, Benjamin. Literatura, história e política: literaturas de língua portuguesa no século XX. São Paulo: Ática, 1989. ANDRADE, Costa. Literatura angolana - opiniões. Lisboa: União dos Escritores Angolanos, 1980. CAMPINOS, Jorge. Ideologia política do estado salazarista. Lisboa: Portugália, 1975. FERREIRA, Manuel. Literaturas africanas de expressão portuguesa – I. Lisboa: Instituto de cultura Portuguesa, 1977. HAMILTON, Russel G. Literatura africana. Literatura necessária II - Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe. Lisboa: Edições 70, 1984. LABAN, Michel. Angola - Entrevista com escritores. Porto: Fundação Eng. António de Almeida, 1991. v. 1. LARANJEIRA, Pires (Org.). Literaturas africanas de expressão portuguesa. [S.l.]: Universidade Aberta, 1995. MATA, Inocência. Literatura angolana: silêncios e falas de uma voz inquieta. Lisboa: Mar além, 2001. PAIGC. História da Guiné e ilhas de Cabo Verde. Porto: Afrontamento, 1974. PORTUGAL, Francisco Salinas. Entre próspero e caliban: literaturas africanas de língua portuguesa. Santiago de Compostela: Laiovento, 1999. SANTILLI, Maria Aparecida. Africanidade. São Paulo: Ática, 1985. SARAIVA, José Flávio S. Formação da África contemporânea. São Paulo: Atual, 1987. (Discutindo a história). TORRES, A. Pinheiro Torres. O neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes Editores, 1977. VÁRIOS AUTORES. Encontro neo-realismo: reflexões sobre um movimento, perspectivas para um museu. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal, 1999. VEIGA, Manuel. A sementeira. Linda-a-velha: ALAC, 1994. PRODUÇÃO E REVISÃO DE TEXTO Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica 02 40 4º ano Produção e Revisão de Texto Carga Horária Carga Horária Total Prática 15 55 EMENTA: A linguagem escrita. Abordagens da aquisição. Inter-relação entre as modalidades oral e escrita. Registros. Níveis. A norma. Discurso e discursividade. Tipologias textuais. Técnicas de revisão de texto. REFERÊNCIAS BÁSICA GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2001. KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística. São Paulo: Ática, 1986. KOCH, Ingedore V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997. MARCUSCHI, Luiz A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001. ORLANDI, Eni Pulcineli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed. Campinas,SP: Pontes, 1996. COMPLEMENTAR BAKHTIN, Mikhail M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. BRAGGIO, Silvia L. B. Leitura e alfabetização: da concepção mecanicista à sóciopsicolinguística. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. GALVES, Charlotte et al. (Orgs.). O texto: leitura e escrita. 2. ed. rev. Campinas; São Paulo: Pontes, 1997. GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º e 2º graus. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2000. ESPANHOL INSTRUMENTAL Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 40 15 4º ano Espanhol Instrumental 55 EMENTA: Visão genérica da cultura e língua hispânica. Exploração das principais estruturas linguístico-funcionais. Instrução para compreensão de textos científicos e variados. REFERÊNCIAS: BÁSICA ARTÉS, José Siles & MAZA, Jesús Sánchez. Curso de lectura, conversación y redacción. Madrid: SGEL, 1997. BECKER, Idel. Manual de español. São Paulo: São Paulo, 1961. FERNANDEZ, J. et al. Curso intensivo de español – gramática. Madrid: SGEL, 1990. GARCÍA, Nicasio H. Plan concéntrico de ortografia. Montevideo: Líberos-Editores, 1959. HERMOSO, González A. Conjugar es facil. Madrid: Edelsa, 1997. COMPLEMENTAR DICCIONARIO ANAYA DE LA LENGUA. México: Edelsa, 1982. DICCIONARIO PEQUEÑO LARROUSSE ILUSTRADO. Paris: Edicciones Larrousse, 1984. DICCIONARIO SINÓNIMOS Y ANTÓNIMOS. Buenos Aires: Ruy Diaz, 1995. MILANI, Ester Maria. Gramática de espanhol. São Paulo: Saraiva, 1999. PALOMINO, M. Ángeles. Dual pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998. SANS, Neus; MIQUEL, Lourdes. Rápido curso intensivo de español. Barcelona: Difusión, 1994. LITERATURA COMPARADA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica 02 40 4º ano Literatura Comparada Carga Horária Carga Horária Total Prática 15 55 EMENTA: Introdução aos estudos comparativistas. As relações textuais e o estudo de autores representativos da literatura universal nas diferentes espécies dos gêneros literários: poesia, conto, teatro e romance. Ênfase nos estudos comparados entre autores latino-americanos e brasileiros nas novas tendências do realismo mágico. REFERÊNCIAS BÁSICA AUERBACH, Erich. Mimesis. São Paulo: Perspectiva, 1987. BRUNEL, Pierre et al. Que é Literatura Comparada. São Paulo: Perspectiva, 1990. CARVALHAL, Tânia Franco. Literatura Comparada. São Paulo: Ática, 1986.(Princípios). GUYARD, Marius François. A Literatura Comparada. São Paulo: Europeu, 2000. KAISER, Gerhard R. Introdução à Literatura Comparada. Lisboa: Gulbenkian, 1989. COMPLEMENTAR ETMBLE. Comparaison nest pas reison. Paris: Gallimard, 1963. JEUNE, Somon. Literature General et Literature Comparee. Paris: Menard, 1968. KOTHE, Flávio R. Literatura e Sistemas Intersemióticos. São Paulo: Cortez, 1981. LUKACS, Georg. Introdução à estética Marxista. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1970. PICHOIS, Claude e ROSSEAU, Andre M. La Literatura Comparada. Barcelona: Planeta, 1975. WEISSTEIN, Ulrich. Introduccion a la Literatura Comparada. Barcelona: Planeta, 1975. * Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. ABORDAGENS E METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Horária Total 02 40 15 Abordagens e Metodologias 4º ano para ensino de Língua Estrangeira 55 EMENTA: Processo de aprendizagem/aquisição de língua estrangeira/segunda língua. Abordagem de metodologias para o ensino-aprendizagem de língua estrangeira. O material didático e a avaliação da aprendizagem em língua estrangeira. REFERÊNCIAS BÁSICA BROWN, H. Douglas. Teaching by principles. 2nd.ed. White Plains: Longman, 2001. HARMER, J. The practice of english language teaching. London: Longman, 2000/2001. LARSEN-FREEMAN, Diane. Techniques and principles in language teaching. Oxford: Oxford University Press, 1986. COMPLEMENTAR ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de (Org.). O professor de língua estrangeira em formação. Campinas: Pontes, 1999. MOITA LOPES, José Paulo da. Oficina de linguística aplicada. Campinas: Mercado das Letras, 1996. RICHARDS, J.; RODGERS, P. Approaches and methods in language teaching: A description and analysis. Cambridge: Cambridge University Press, 1986. ABORDAGENS E METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Ano Letivo Componente Carga Horária Curricular Semanal Carga Carga Carga Horária Horária Horária Total Teórica Prática 40 15 Abordagens e 4º ano Metodologias para ensino de Língua 02 55 Portuguesa EMENTA: Ensino e natureza de linguagem. Discurso e suas condições de produção, gênero e texto. A reflexão sobre a linguagem. Aprender e ensinar Língua Portuguesa na escola. Novas e tradicionais técnicas e recursos de ensino de língua portuguesa e literatura. Atividades de ensino e desenvolvimento de competências. Ensino, aprendizagem e avaliação. REFERÊNCIAS: BÁSICA BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua materna: letramento, variação e ensino. São Paulo: Parábola, 2002. GERALDI, João Wanderley (Org). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2000. ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 1997. ______ . Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação. Campinas, SP: Mercado de Letras – ALB, 1996. ORLANDI, Eni Pulcineli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. São Paulo: Brasiliense, 1992. COMPLEMENTAR BACCEGA, M. A. Comunicação e linguagem – discurso e ciência. São Paulo: Moderna, 1998. BAGNO, Marcos. (Org.) Lingüística da norma. São Paulo: Loyola, 2002. DELL’ISOLA, R. L. P. & MENDES, E. A. M. (Orgs.) Reflexões sobre a língua portuguesa: ensino e pesquisa. Campinas,SP: Pontes, 1997. DEMO, Pedro. Saber pensar. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2000. FIORIN, José L. Linguagem e ideologia. São Paulo: Ática, 1998. MARTINS, Maria Helena. (Org.) Questões de linguagem. São Paulo: Contexto, 1991. MASETTO, Marcos T. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores, 1992. MEC (Ministério da Educação e do Desporto). Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua Portuguesa. Brasília: MEC, 1998. MOREIRA, Marco Antônio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1985. SANT’ANNA, Flávia Maria; ENRICONE, Delia; ANDRÉ, Lenir Cancella; TURA, Clódia Maria Godoy. Planejamento de ensino e avaliação. 11. ed., Porto Alegre: Sagra, 1989. SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1987. VALENTE, André. Aulas de Português: subsídios para atividade docente. 6. ed. São Paulo: Ática, 1995. VASCONCELLOS, Celso dos S. A avaliação: concepção dialética – libertadora do processo de avaliação escolar. v. 3. São Paulo: Cortez, 1994. _____. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Salesiana Dom Bosco, 1993. ZILBERMAN, Regina. A leitura no ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1991. CULTURA BRASILEIRA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 40 15 4º ano Cultura Brasileira 55 Ementa: Noções de cultura; conceituação; crítica; cultura do povo e ideologias; cultura popular e cultura de massa; formação do povo brasileiro; o período colonial; o período monárquico e a cultura; folclore no Brasil; o Brasil e a cultura na atualidade; educação e política REFERÊNCIAS BÁSICA ARANTE, Antônio Augusto. O que é Cultura Popular. 14. ed. São Paulo: Brasiliense, 1985. (Primeiros passos). BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A cultura na rua. Campinas: Papirus, 1989. COUTINHO, Carlos Nelson. Cultura e sociedade no Brasil. (Ensaios sobre idéias e formas) – 2 ed. rev.e ampl. Rio de Janeiro: DPBA, 2000. CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Trad.: Viviane Ribeiro. Bauru: EDUSC, 1999. VANNUCCHI, Ildo. Cultura Brasileira. São Paulo: Loyola, 1999. COMPLEMENTAR HOLANDA, Sérgio Buarque de (Org.). O Brasil monárquico. vols. I, II, III, IV e V. São Paulo: Difel, 1998. (História geral da civilização Brasileira). ORTIZ, Remato. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1999. SODRE, Nelson Werneck. Síntese de História da Cultura Brasileira. 13. ed., São Paulo: Difel, 1985. LITERATURA INFANTIL E JUVENIL Ano Letivo Carga Horária Carga Horária Carga Horária Semanal Teórica Prática Total 02 40 15 55 Componente Carga Horária Curricular Literatura 4º ano Infantil e Juvenil EMENTA: Conceituação e abrangência da Literatura Infantil e Juvenil. Funções e adaptações do gênero. Gramática da narrativa. Evolução diacrônica do gênero. Tendências contemporâneas da Literatura Infantil e Juvenil Brasileira. REFERÊNCIAS: BÁSICA BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fada. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1980. BORDINI, Maria da Glória. Poesia Infantil. São Paulo: Ática, 1986. COMPLEMENTAR COELHO, Nelly Novaes. A literatura infantil. São Paulo; Quíron, 1984. ______. Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira. São Paulo: Quíron, 1984. ______. Panorama histórico da literatura infantil-juvenil. 3. ed. São Paulo: Quíron, 1985. CHEVALIER, Jean; CHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos: mitos, sonhos, figuras...8. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1994. GRIMAL, Pierre. Dicionário da mitologia grega e romana. 2. ed. Rio de Janeiro: Berthand Brasil, 1993. LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1985. SILVA, Vera M. Tietzmann. Literatura infanto-juvenil: seis autores, seis estudos, Goiânia: Ed. da UFG, 1994. ______. et al. Literatura infanto-juvenil: prosa e poesia. Goiânia: Ed. da UFG, 1995. VON FRANZ, Marie-Louise. A interpretação dos contos de fada. São Paulo: Edições Paulinas, 1990. ZILBERMAN, Regina, et al. Literatura de Monteiro Lobato: uma revisão crítica. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1986. (Novas Perspectivas). ______. et al. Atualidade de Monteiro Lobato: uma revisão crítica. Porto Alegre: Mercado Aberto,1983. (Novas Perspectivas). ______. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 1982. Ficará a critério do professor a seleção dos livros literários a serem trabalhados a cada ano, que deverá constar no programa do curso anual. HISTÓRIA DA LÍNGUA INGLESA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Horária Total 02 40 15 4º ano História da Língua Inglesa 55 EMENTA: Estudo cronológico da história da língua inglesa dos primórdios ao momento presente, incluindo o “Old English Period”, “Middle English” e “Modern English”. Aspectos e características históricas da língua inglesa e sua transformação na produção oral e escrita. REFERÊNCIAS: BÁSICA BURGESS, Anthony. English literature. London: Longman, 1987. THORNLEY, G. C.; ROBERTS, Gwyneth. An outline of english literature. London: Longman, 1996. ALGEO, John. Problems in the origins and development of the english language. New York: Harcourt Brace Jovanovich, 1982. (Text and workbook). COMPLEMENTAR BAUGH, Albert; CABLE, Thomas. A history of the english language. New York: Harcourt Brace Jovanovich, 1982. JESPERSON, Otto. Growth and structure of the english language. 9th ed. New York: University of Chicago Press, 1982. CORRENTES DA CRÍTICA LITERÁRIA CONTEMPORÂNEA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica 02 40 Carga Horária Carga Horária Total Prática Correntes da 4º ano Crítica Literária 15 55 Contemporânea EMENTA: Abordagens da crítica contemporânea ao estudo da literatura do Formalismo Russo ao Pós-Estruturalismo: os Formalistas Russos, o New Criticism, o Estruturalismo, a Crítica Marxista, a Crítica Psicanalítica, a Estética da Recepção e o Desconstrucionismo. Poéticas da Modernidade e estudos intersemióticos: artes plásticas, literatura e mídias. REFERÊNCIAS: BÁSICA A POÉTICA clássica: Aristóteles, Horário, Longino. Trad. Jaime Bruna. 7 ed. São Paulo: Cultrix, 1997.. ARGAN, Carlo G. Arte e crítica de arte. Trad. Helena Gubernatis. 2.ed. Lisboa: Editorial Estampa, 1988. (Teoria da Arte, 4) ______. Arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. CONNOR, S. Cultura pós-moderna: introdução às teorias do contemporâneo. São Paulo: Loyola, 1986. TODOROV, T. Teorias do símbolo. Trad. Enid Abreu Dobrànsky. Campinas, SP: Papirus, 1996, (Travessia do Século). COMPLEMENTAR ARGAN, Carlo G; FAGIOLO, M. Guia de História da arte. Trad. M. F. Gonçalves. 2.ed. Lisboa: Editorial Estampa, 1992. (Teoria da Arte, 8). BENSE, M. Pequena estética .São Paulo: Perspectiva, 1975. BOSI, A. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, Edusp, 1977.. CUMMING, R. Para entender a arte. São Paulo: Ática, 1995.. CURTIUS, R. Literatura européia e idade média latina. 2. ed. Brasília: INL, MEC, 1979.. CAMPOS, G. Pequeno dicionário de arte poética. São Paulo: Cultrix, 1978. CHEVALIER, CHEERBRANT. Dicionário de símbolos. 8. ed. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1994. ECO, U. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. 8. ed. Trad. Giovani Cutolo. São Paulo: Perspectiva, 1991, (Debates / Estética) GRIMAL, P. Dicionário da mitologia grega e romana. 2. ed. Trad. Victor Jaboville. Rio de Janeiro:Bertrand Brasil, 1993. FERNANDES, José. O poema visual. Goiânia:Vozes, 1997. FISCHER, E. A necessidade da arte. Trad. Leandro Konder. Rio de Janeiro: Zahar Editores,1983. HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1995. JAEGER, W. Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira. São Paulo: Herder, 1936. JANSON, H. W. História da arte. 2. ed. Lisboa: Fundação Caloustre Gulbenkian, 1977. LUKÁCS, G. Introdução a uma estética marxista. Trad. Carlos Nelson Coutinho e Leandro Konder. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978. PAZ, O. Signos em rotação .São Paulo: Perspectiva, 1990. ______. O arco e a lira. Trad. Olga Savary. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. (Logos). PLATÃO. Diálogos: Mênon, Banquete, Fedro. Trad. Jorge Paleikat. Rio de Janeiro: Ediouro, 1988. PIRES, O. Manual de teoria e técnica literária. 3. ed. Rio de Janeiro: Presença, 1989 (Linguagem, 15). POUND, E. A arte da poesia: ensaios escolhidos. Trad. Heloysa de Lima Dantas e José Paulo Paes. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 1988. RICOIEUR, Paul. A metáfora viva. Trad. Dion Davi Macedo. São Paulo:Loyola, 2000. TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro. 10. ed. Rio de Janeiro: Record, 1987. ______. Retórica do silêncio I: teoria e prática do texto literário. Rio de janeiro: José Olympio, 1989. VALÉRY, Paul. Discurso sobre a estética. In: COSTA LIMA, Luis. Teoria da literatura e suas fontes. 2. ed. Rio de janeiro:Francisco Alves, 1983. p. 35- 45. TÓPICOS DE LINGÜÍSTICA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica 02 40 4º ano Tópicos de Lingüística Carga Horária Carga Horária Total Prática 15 55 EMENTA: Disciplina relativa a outros objetos teóricos da área: sociolingüística, pragmática, lingüística textual, psicolingüística, etc. REFERÊNCIAS A bibliografia será escolhida de acordo com a área oferecida. LITERATURA GOIANA Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Carga Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 40 15 4º ano Literatura Goiana 55 EMENTA Apreciação e compreensão da criação literária em Goiás – Do período colonial à atualidade e os estudos sincrônico e comparativo dos textos mais representativos de cada fase. Os fatores que intensificaram a renovação estética e o desenvolvimento da Literatura Goiana e a sua relação com a Literatura Brasileira em geral. BIBLIOGRAFIA A bibliografia será responsabilidade do professor da disciplina. METODOLOGIA DA PESQUISA Carga Ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Horária Letivo Curricular Semanal Teórica Prática Total 02 40 15 4º ano Metodologia da pesquisa 55 EMENTA Ciência e conhecimento científico. Métodos científicos. Diretrizes metodológicas para a leitura, compreensão e documentação de textos e elaboração de seminários, artigo científico, resenha e monografia. Processos e técnicas de elaboração dotrabalho científico. Pesquisa – tipos; documentação – didática pessoal, fichamento; projeto e relatório de pesquisa – etapas; monografia – elaboração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEDEIROS, João B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 1991. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2000. DISCIPLINAS DE OUTROS CURSOS Ano Letivo 4º ano Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Curricular Semanal Teórica Prática 02 40 15 Disciplinas de outros Cursos EMENTA: Conteúdo estudado em outros cursos de licenciatura, oferecido pela Unidade Universitária, que tenha relevância para com a formação crítico-reflexiva do aluno de letras. REFERÊNCIA *Obs.: será constituída a referência, de acordo com a disciplina do curso em estudo. DISCIPLINAS DE OUTRAS UNIDADES Ano Letivo Componente Carga Horária Carga Horária Carga Horária Curricular Semanal Teórica Prática 02 40 15 Disciplina de 4º ano Outras Unidades EMENTA: conteúdo estudado em outros cursos de licenciatura, oferecido por outras Unidades Universitárias, que tenha relevância para formação crítico-reflexiva do aluno de letras. REFERÊNCIA *Obs.: será constituída a referência, de acordo com a disciplina do curso em estudo. 23 RECURSOS HUMANOS 23.1 Corpo Docente As políticas de formação e atualização de conhecimentos do corpo docente do curso de Letras de São Luís de Montes Belos se dão em duas dimensões: a primeira ocorre de forma interna, por meio de estudos de grupos, participação em projetos de pesquisa, reuniões pedagógicas para analisar questões metodológicas referentes á docência do Ensino Superior. Desse projeto de formação auto-avaliativa e reflexiva, nasce o incentivo para a formação continuada por meio da aquisição de títulos. Essa segunda opção tem levado os docentes do curso a procurarem os Programas de Pós-Graduação em mestrado e doutorado em instituições reconhecidas pelo MEC e avaliadas pela CAPES. Vale esclarecer ainda que, 76.4% dos professores do curso de Letras são mestres e doutores. A meta é que até 2010, todos os docentes do curso sejam mestres e doutores. A documentação comprobatória dessa realidade da política de formação docente do curso segue em anexo conforme exigências legais. A formação continuada situa os saberes dos Professores de Letras em um quadro dinâmico de situações vivenciadas que, articulandose com a formação inicial para uma reflexão mais apurada sobre a prática, promova o desenvolvimento pessoal e profissional. Isto implica, na existência de ligação entre formação inicial e continuada que, apesar de se constituírem por fases distintas, mantêm uma unidade em torno de princípios epistemológicos, éticos e didático-pedagógicos comuns. Este princípio possui afirmação no artigo 14, §2o, da Resolução n.9/2001, que trata das Diretrizes Curriculares para a formação de Professores da Educação Básica: § 2o - Na definição da estrutura institucional e curricular do curso, caberá a concepção de um sistema de oferta de formação continuada que propicie oportunidade de retorno planejado e sistemático dos professores às agências formadoras. CORPO DOCENTE DO CURSO DE LETRAS DA UEG – UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS ANO: 2008 NOME Adriana dos Santos dos Prado Sadoyama Edna de Souza Batista Almeida Eleno Marques de Araújo FORMAÇÃO TITULAÇÃO Letras Doutora em Letras: Lingüística e Língua Portuguesa Regime de Trabalho e Carga Horária (CH) 8 horas semanais Letras Português Inglês Especialista Docência Universitária 14 horas semanais Filosofia Mestre em Ciências da Religião 16 horas semanais Experiência Profissional Componente Curricular/Disciplina(s) que leciona no Curso Ensino Superior desde 2008 Lingüística ILingüística IILingüística IIIProdução e Revisão de Texto (Optativa) Temporário Ensino Superior desde 2004 Orientação de Estágio Supervisionado de. Língua Inglesa I Estágio Supersionado de Língua Portuguesa I Temporário Ensino Superior Desde 2005 Filosofia Produção de Trabalho conclusão de Curso Situação Funcional (Efetivo ou Temporário) Temporário Eliene Padilha Felipe Victor Pedagogia e Letras Português Inglês Especialista em Língua Inglesa 24 horas semanais Temporário Ensino Superior desde 2008 -Laboratório. de Prática Oral em Língua Inglesa I - Língua Inglesa II Língua Inglesa III Língua Inglesa IV Estágio Supervisionado de Língua Língua Inglesa II - Laboratório de Comunicação Escrita em Língua Inglesa 23.2 Corpo Discente O corpo discente do curso de Letras conta atualmente com 152 alunos, sendo que todo ano ingressam 40 pessoas. Desses ingressantes, cerca de 30 alunos chegam ao final do 4º ano. Há poucas desistências ou reprovações. Os egressos manifestam sempre a vontade de fazer a formação continuada ou as especializações na área, em Programas de Pós-Graduações oferecidas pelo curso na unidade alegando a qualidade do trabalho dos docentes. De 2006 a 2008, o curso de Letras ofereceu a Pós-Graduação em Lígua Portuguesa e Literatura e tem projeto para, a partir do segundo semestre de 2009, iniciar novo curso na área de Ensino e Línguas. O corpo discente do curso de Letras tem como representação o Centro Acadêmico com membros eleitos entre seus pares. As eleições atendem às normas estabelecidas nos seus Estatutos, conforme as disposições legais aplicáveis e conhecidas pelo colegiado do curso. No que se refere ao sistema de acesso ao curso, é importante esclarecer que os discentes têm o acesso em Letras por uma das seguintes modalidades: Processo Seletivo Transferência Portador de Diploma de Curso Superior Convênio Cultural O ingresso nos cursos de Graduação da UnU é feito por meio de processo seletivo unificado, em conformidade com a legislação e tem como objetivo: • Avaliar a formação e aptidão dos candidatos para cursos superiores; • Classificar os candidatos de acordo com o número de vagas para o curso. No ato da inscrição ao processo seletivo o candidato indica o curso de sua preferência, tendo em vista o seu interesse. Para a realização das provas do processo seletivo são observadas as seguintes normas: • Abranger conhecimento do ensino médio sem ultrapassar seu nível e complexidade; • Ser idêntico em conteúdo para áreas afins de conhecimentos e unificado em sua execução. O planejamento, a execução e a coordenação do processo seletivo são realizados pela Comissão Central de Vestibular (Núcleo de Seleção), que elabora normas complementares, aprovadas pelo Conselho Universitário. É vedada a revisão de prova no processo seletivo. Para a inscrição ao processo seletivo são necessários os seguintes documentos: • Requerimento ao Reitor; • Prova de identidade; • Prova de pagamento da taxa de inscrição; • Fotos 3x4; • Comprovante de Escolaridade. A mudança de um curso para outro, dentro da Instituição, poderá ser feita mediante novo processo seletivo ou prova de aptidão. O aproveitamento de disciplinas já cursadas deverá obedecer aos dispositivos legais. Podem ser admitidos, independentes do processo seletivo, os candidatos já diplomados em curso superior, se houver vagas no curso pretendido, obedecidas as outras normas estabelecidas pelo conselho acadêmico da Universidade. O requerimento de ingresso de portadores de diploma de curso superior na Universidade deve ser instruídos com o histórico escolar completo e diploma registrado no órgão competente, em cópia autenticada, além de outros que forem necessários. O Curso de Letras destinar-se-á à formação de profissionais da educação, para atuarem na docência Ensino Fundamental e no Ensino Médio, nas áreas de Língua Materna e Língua Estrangeira e suas Literaturas. O graduado em Letras estará apto a desenvolver suas atividades profissionais, exercendo as funções de professores pesquisadores, críticos literários, revisores de textos, secretários e assessores culturais. O Curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás, pretende formar profissionais intelectuais com capacidade crítica e reflexiva e competência lingüística, literária e didáticopedagógica. O profissional em Letras deverá ainda, estar compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional e com as conseqüências de sua atuação no mundo do trabalho. Para tanto, a comunidade acadêmica, composta por todos os envolvidos no processo de formação desses profissionais, assume uma postura de incentivo à atitude investigativa, valorizando a idéia de que conhecer implica trabalhar com as informações, classificando-as, analisando-as e contextualizando-as, promovendo, assim, a formação crítico-reflexiva dos discentes de letras. 23.3 Corpo Técnico-Administrativo Nome Cargo Função Regime de Trabalho Auxiliar de Biblioteca Contrato Temporário Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Auxiliar de Biblioteca Contrato Temporário Alda Sebastiana dos Santos Ribeiro Técnico Administrativo de Nível Médio Ana Maria Alves de Mendonça Técnico Administrativo de Nível Superior André Diniz Linhares Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Biblioteca Antônia Pereira da Silva Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Arédio Pereira de Lima Auxiliar Administrativo Serviços Gerais – Fazenda Escola Serviços Gerais Contrato Temporário Benedito Gomes Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Claudia Pereira Luz Assistente de Gestão Administrativa Assessor Acadêmico II Auxiliar de Secretaria Contrato Temporário Dinoel Francisco da Silva Auxiliar Administrativo Vigilante-Fazenda Escola Vigilância na Fazenda Escola Contrato Temporário Dionatan Vaz Pereira Auxiliar Administrativo Vigilante-Fazenda Escola Vigilância na Fazenda Escola Contrato Temporário Divartina Silva dos Santos Supervisor A Auxiliar de Biblioteca Atividades Desempenhadas Auxiliar das Coordenações Auxiliar de Biblioteca Auxiliar de Biblioteca Comissionada Divina Avelina de Carvalho Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Divina Lúcia Vieira Silva Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Edilson Adão Vieira Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Ercy Alvarenga Silveira Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Hevellin Estrela Assistente de Gestão Administrativa Coordenadora Biblioteca Coordenadora de Biblioteca Contrato Temporário Auxiliar de Secretaria Contrato Temporário Isabel Cortes de Oliveira Silva Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Isla Maria Nogueira Porto Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Jorge Augusto dos Reis Lima Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Laboratórios José Carlos Pereira Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Secretaria Juliana de Almeida Cruvinel Bittencourt Assistente de Gestão Administrativa Luciano Magalhães Pinto Coordenadora do Departamento Contrato Temporário de Comunicação e Eventos Auxiliar de Laboratórios Contrato Temporário Auxiliar de Secretaria Contrato Temporário Gestor do Fundo Rotativo Assessoria/Fundo Rotativo Contrato Temporário Técnico Administrativo de Nível Superior Técnico de Laboratório de Informática Técnico de Laboratório de Informática Contrato Temporário Ludmila Ferreira Pires Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar das Coordenações Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Maria Aparecida do Carmo Alves Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Telefonista/Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Maria de Lurdes de Souza Rodrigues Técnico Administrativo de Nível Superior Técnico dos Laboratórios Técnico dos Laboratórios Contrato Temporário Maria Luceny de Paula Supervisor B Secretária de Registros Acadêmicos Secretária de Registros Acadêmicos Comissionada Maria Lucia de Oliveira Avelar Assistente de Gestão Administrativa Coordenador Administrativo Coordenadora Administrativa Contrato Temporário II Maria Magda Afonso de Lima Auxiliar Administrativo Silva Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Marlene Alves Adorno Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Biblioteca Auxiliar de Biblioteca Contrato Temporário Mirian Mirtes Silva Marinho Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Secretaria Auxiliar de Secretaria Contrato Temporário Olívia Claudina de Faria Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Raquel Nunes da Rocha Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Sebastião Rodrigues da Costa Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Seleni Alvarenga dos Reis Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Tatiany Kássia de Jesus Alves Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar das Coordenações Telefonista Contrato Temporário Tiago David de Jesus Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Waldemar José de Almeida Auxiliar Administrativo Motorista do ônibus Motorista do ônibus Contrato Temporário Weiriane Borges de Oliveira Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar das Coordenações Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário 24. INSTALAÇÕES 24.1 Salas de aula O curso de Letras conta com 04 salas de aula no segundo pavilhão do prédio que possui ao todo 12 salas. O estado de conservação das salas é precário não havendo tranca nas portas, nem ventilação adequada, as cadeiras são todas muito desconfortáveis. 24.2 Secretaria A Secretaria Acadêmica da UnU funciona em um espaço físico muito aquém de suas necessidades. A área da Secretaria é de apenas 31,32m2, mais um banheiro de 2,41m2 no seu interior. O seu funcionamento é dividido em três turnos: 7h:00-11h:00, 13h:00-17h:00 e 19h:00-22h:30. O trabalho na Secretaria é dividido entre 01 (uma) Secretária Acadêmica e 04 (quatro) Auxiliares, que são distribuídos nos três períodos. 24.3 Biblioteca A Biblioteca da UnU possui um espaço físico de 61,5m2 e acomodação (mesas e cadeiras) para apenas 48 (quarenta e oito) acadêmicos. O espaço destinado para a biblioteca bem como a sua estrutura não são adequados para as suas finalidades e objetivos, tampouco atende à quantidade de alunos que a UnU possui, bem como as especificidades dos cursos que oferece. Além do acervo de 6.672 (seis mil seiscentos e setenta e dois) exemplares, a biblioteca possui atualmente três microcomputadores, com acesso a internet ADSL, para cadastro, localização de obras e controle de locações. É preciso ressaltar além da biblioteca da UnU de São Luis de Montes Belos não ter o número adequado de exemplares, também falta atualização do acervo. Embora, vez ou outra a UnU adquira novos exemplares, na prática a biblioteca não atende satisfatoriamente as necessidades de nenhum dos cursos, o que indica certa negligência da UEG nesta área. Atualmente, há 04 servidores desempenhando serviços na Biblioteca. Vale ressaltar que acaba de chegar na unidade, uma bibliotecária formada na área. O funcionamento da biblioteca é em horário integral, por causa disso, os funcionários trabalham com revesamento do tempo. As locações são controladas por meio de carteira de identificação discente ou docente, com códigos barras para registro da locação. O programa que faz o controle da biblioteca identifica a situação de cada usuário (se existe ou não devoluções pendentes) liberando ou não a locação. Advertimos que na UnU não há bibliotecas setoriais para atender as especificidades de cada curso. O acervo próprio do curso soma um total de 2.461 exemplares, sendo que 1.512 são de formação específica. Recebe, eventualmente, periódicos (revistas) da UEG, UCG e UFG. A relação dos livros consta dos anexos deste Projeto. 24.4 Laboratórios O curso de Letras tem à disposição um laboratório de informática para uso dos alunos. Estão disponíveis, nesse espaço, 15 computadores Pentium Dual-Core com 160 GB de HD, 1 GB de RAM, monitor 17 polegadas AOC LCD, com Sistema Operacional Linux Ubuntu e pacote Open Office. 1 impressora Lexmark E 120 laser, 1 Scanner HP, 1 Data Show LG de excelente qualidade com uma tela de projeção de 1,80m X 1,80m. O laboratório possui 21 cadeiras giratórias com rodas mais a cadeira do professor (sem rodas), 1 mesa para o professor e 2 armários com chaves. Todos os computadores são ligados em rede com linha telefônica própria. É importante acrescentar ainda que cada computador possui um fone de ouvido específico para as aulas práticas de Língua Inglesa. As aulas de Laboratório Oral de Língua Inglesa são ministradas nesse laboratório de informática com os computadores em rede e com interação com sites sobre o estudo da língua. Esse fato possibilita aulas práticas de maior interação virtual e qualidade na produção de sentidos dos signos e dos símbolos, além de contribuir para uma pronúncia mais aproximada do real fonológico da Língua. O controle de utilização do Laboratório de Informática é feito por meio do agendamento para os professores que queiram desenvolver aulas com o auxílio de computadores. As carteiras de identificação discente com códigos de barras auxiliam a organização de acesso que está restrita a 03 (três) vezes por semana para cada aluno ou professor. Após uma hora de acesso o computador desliga automaticamente, impedindo o mesmo usuário de continuar utilizando o Laboratório. Diante do baixo número de computadores, esta foi a saída encontrada para tentar disponibilizar o acesso ao Laboratório ao maior número possível de alunos. 25 SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA DO CURSO O curso de Letras de São Luís de Montes Belos é avaliado pelo Sistema Nacional de Avaliação e Desenpenho dos Estudantes do Ensino Superior (SINAES), por meio do Exame Nacional Desempenho do Estudante (ENADE) e ainda pelo Núcleo de Avaliação Institucional (NAI). A avaliação interna faz-se por meio da auto-avaliação realizada anualmente pelos alunos e pelos professores quando respondem questionários com questões que avaliam a ação pedagógica dos professores, atuação dos acadêmicos, realização e participação nos cinco eventos científicos realizados pelo curso durante o ano letivo, dos projetos de pesquisa e extensão efetivados e a atuação da coordenação do curso. A avaliação do processo de formação pode significar muito mais do que a avaliação do produto. Nesse caso a auto-avaliação contínua por meio das reuniões pedagógicas e das reuniões do Colegiado do curso pode ser considerada um instrumento de grande contribuição para a construção da qualidade das ações, dos relacionamentos e da convivência, premissa básica para a garantia da qualidade da aprendizagem. A questão não é simplesmente avaliar os atores da construção do processo de aprendizagens. A aprendizagem da avaliação e da auto-avaliação é muito mais importante para o professor construir-se profissionalmente e tão mais importante para o aluno construir seu próprio processo de aprender a aprender. É urgente a necessidade de construção da cultura de auto-avaliação e da avaliação como instrumento de interpretação do sentido e do significado da ação pedagógica, tanto para o professor quanto para o estudante da Educação Superior. Nem sempre esse processo é fácil para ambos, mas é imprescindível construir o hoje melhor que o ontem. É assim que nos construiremos coletivamente e individualmente. Nessa linha de compreensão, a avaliação contínua no curso de Letras de São Luís de Montes Belos se dá pelo levantamento das opiniões dos alunos e dos professores sobre seu próprio processo de aprendizagem. O professor, cada vez mais compromissado com a construção de uma ação pedagógica mais coerente com as necessidades e as dificuldades da realidade dos acadêmicos. E estes, por sua vez, compromissados com a construção do próprio projeto de aprendizagem. As reuniões realizadas em sala de aula com acadêmicos e professores com o intuito de discutir a atuação de ambas as partes no cotidiano da academia, abre oportunidades para a reflexão, a crítica construtiva, a socialização de experiências e a revelação daquilo que passou despercebido por cada um na rotina diária pela busca do objetivo. É momento de estabelecer, profissionalmente, os laços de respeito, compromisso, consideração e cooperação. A auto-avaliação no curso é objeto de estudo e de pesquisa dentro do próprio curso, um exercício, um esforço na construção de um paradigma de aprendizagem do aluno e do professor. Somando-se a tudo isso, é preciso dizer ainda que essa proposta de avaliação não seria somente um instrumento para a aprovação e reprovação dos alunos, mas um instrumento de diagnóstico de sua situação, tendo em vista a definição de conhecimentos adequados para sua aprendizagem. Assim, o mais importante é o envolvimento do acadêmico, progressivamente, num processo auto-avaliativo e gradual de tomada de consciência de sua própria aprendizagem. ANEXOS Matriz curricular/2004 Acervo bibliográfico do curso 1. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO Curso de Graduação em Letras Modalidade: Licenciatura Plena Habilitação: Língua Portuguesa, Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas Carga Horária total: 3.672 horas/aula Turno: Matutino Regime escolar: Matrícula anual Sistema de Organização: Seriado / Optativas semestrais e/ou anuais Número de vagas no processo seletivo: 40 vagas Duração e tempo de integralização: mínimo de 4 anos e máximo de 7 anos 1º ANO Disciplina Carga Carga Horária Horária Semanal Teoria Carga Horária Prática Carga Horária Total 1.Língua Portuguesa I 4 116 12 128 2.Língua Inglesa I 4 116 12 128 3.Lingüística I 2 56 08 64 2 38 26 64 5.Língua Latina 2 64 - 64 6.Produção de Texto Técnico-Científico 2 38 26 64 7.Teoria Literária 4 120 08 128 8.Filosofia 2 64 - 64 9.Fundamentos da Educação 2 56 08 64 Soma do 1º Ano 24 668 100 4.Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa I Atividades Complementares Total do 1º Ano 24 668 768 50 50 150 818 2º ANO Disciplina Carga Horária Semanal Carga Horária Teoria Carga Horária Prática 1.Língua Portuguesa II 4 116 12 128 2.Língua Inglesa II 4 116 12 128 3.Lingüística II 2 56 08 64 2 38 26 64 5.Literatura Portuguesa I 2 56 08 64 6.Literatura Brasileira I 2 56 08 64 4 118 10 128 8.Didática 2 56 08 64 9.Políticas Educacionais 2 56 08 64 Soma do 2º Ano 24 668 100 768 Carga Horária Total 4.Laboratório de Prática Oral em Língua Inglesa II 7.Psicologia da Aprendizagem Educação: Desenvolvimento e Atividades Complementares Total do 2º Ano 24 668 50 50 150 818 3º ANO Disciplina Carga Carga Horária Horária Semanal Teoria Carga Horária Prática Carga Horária Total 1.Língua Portuguesa III 4 108 20 128 2.Língua Inglesa III 4 108 20 128 3.Lingüística III 2 48 16 64 4.Literatura Portuguesa II 2 48 16 64 5.Literatura Brasileira II 2 48 16 64 6.Literaturas de Língua Inglesa I 4 116 12 128 7.Orientações para o Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa I 2 64 * 64 8.Orientações para o Estágio Supervisionado de Língua Inglesa I 2 64 9.Disciplina Optativa I 2 64 Soma do 3º ano 24 668 * 64 64 100 768 * Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa I 100 100 *Estágio Supervisionado de Língua Inglesa I 100 100 *Atividades Complementares 50 50 350 1.018 Total do 3º ano 24 668 DISCIPLINAS OPTATIVAS I 3º ANO Disciplina 1.Produção e Revisão de Texto Carga Carga Horária Horária Semanal Teoria Carga Horária Prática Carga Horária Total 2 16 48 64 2.Espanhol Instrumental 2 64 -- 64 3.Literatura 2 64 -- 64 2 48 16 64 e Metodologias para o Ensino de Língua Portuguesa 2 48 16 64 6.Cultura 2 64 -- 64 Comparada 4.Abordagens e Metodologias para o Ensino de Língua Estrangeira 5.Abordagens Brasileira 7.Disciplinas de Outros Cursos 2 64 -- 64 8.Disciplinas de Outras Unidades 2 64 -- 64 4º ANO Carga Carga Horária Horária Semanal Teoria Disciplina Carga Horária Prática Carga Horária Total 1.Língua Portuguesa IV 4 116 12 128 2.Língua Inglesa IV 4 116 12 128 4 120 08 128 2 56 08 64 2 30 34 64 Inglesa 2 38 26 64 7.Orientações para o Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa II 2 64 * 64 8.Orientações para o Estágio Supervisionado de Língua Inglesa II 2 64 * 64 9.Disciplina 2 64 24 668 3.Literatura Brasileira III 4.Literaturas 5.Produção de Língua Inglesa II de TCC 6.Laboratório de Comunicação Escrita em Língua Optativa II Total do 4º ano 64 100 768 *Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa II *Estágio Supervisionado de Língua Inglesa II 2 100 100 2 100 100 50 50 350 1.018 *Atividades Complementares Total do 4º ano 24 668 DISCIPLINAS OPTATIVAS II 4º ANO Disciplina 1.Novas Tecnologias em Educação Carga Carga Horária Horária Semanal Teoria 2 48 Carga Horária Prática 16 Carga Horária Total 64 2.História da Língua Inglesa 2 64 -- 64 3.Literatura Infantil e Juvenil 2 64 -- 64 4.Correntes da Crítica Literária Contemporânea 2 64 -- 64 5.Tópicos em Lingüística 2 64 -- 64 6.Disciplinas de Outros Cursos 2 64 -- 64 7.Disciplinas de Outras Unidades 2 64 -- 64 17.1 RESUMO DA CARGA HORÁRIA POR DISCIPLINAS AO LONGO DO CURSO DE LETRAS Carga Carga Horária Horária por Total área Área de Formação Carga Horária Teoria Carga Horária Prática 1.Língua Portuguesa Específica 456 56 512 2.Língua Inglesa Específica 456 56 512 3.Lingüística Específica 160 32 192 4.Língua Latina Específica 64 - 64 5.Literatura Portuguesa Específica 104 24 128 6.Literatura Brasileira Específica 224 32 256 7.Literatura de Língua Inglesa Específica 172 20 192 8.Teoria Literária Específica 120 08 128 9.Didática Pedagógica 56 08 64 10.Políticas Educacionais Pedagógica 56 08 64 Pedagógica 38 26 64 Pedagógica 118 10 128 13.Disciplinas Optativas AFSRAAC 128 - 128 14.Filosofia AFSRAAC 64 - 64 Disciplina 11.Produção de Texto Técnicocientífico 12.Psicologia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem 1984 320 256 AFSRAAC 15.Fundamentos da Educação 56 08 64 128 200 328 128 200 328 Estágio e Prática 114 78 192 Estágio e Prática 30 34 64 AACC 200 - 200 2.872 800 3.672 Estágio e Prática Estágio e Prática 16.Estágio Supervisionado de Língua Inglesa 17.Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e Literaturas 18.Laboratório de Prática de Oral e Comunicação Escrita em Língua Inglesa 19.Produção de TCC 20.Atividades Acadêmicas Científicas e Culturais TOTAL 912 200 3.672 17.2 QUANTIDADE DE CARGA HORÁRIA Série Carga Horária Total Carga Horária Diária Carga Horária Semanal Carga Horária Teórica Carga Horária Prática 04 24 668 150 818 2º Ano 04 24 668 150 818 3º Ano 04 24 668 350 1.018 4º Ano 04 24 668 350 1.018 04 24 2.672 1.000 3.672 1º Ano Total da Carga Horária