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APRESENTAÇÃO PANTANAL FOSSAS
FOSSA ECOLÓGICA – ALTERNATIVA PARA O SANEAMENTO BÁSICO
OBJETIVO DO PROJETO
Preservação das águas;
Preservação do meio ambiente;
Preservação da saúde humana;
Diminuição do índice de mortalidade infantil;
Contribuir para a eliminação de doenças causadas pela contaminação das águas e do meio
ambiente;
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PRÉ-PROJETO PARA TRATAMENTO DE ESGOTO DOMÉSTICO - INDIVIDUAL OU COLETIVO.
APRESENTAÇÃO
A PANTANAL FOSSAS é uma empresa que atua na área de tratamento de efluentes e oferece
tecnologias inovadoras para o atendimento das demandas da sociedade nesta especialidade, o escopo
específico do presente projeto se concentra na implantação de Sistemas Ecológicos para o tratamento
de esgoto, individual e/ou coletivo, com fundamento nas características locais e na estrita observância
normativa da ABNT, do MANUAL de SANEAMENTO da FUNASA, PROSAB e Resoluções afins, dispõe
ainda de um aditivo mineral para biorremediação, que nos momentos críticos do processo biodigestivo
faz uma verdadeira parceria enzimático oxidativo, como “um autentico limpa fossa ecológico”.
Os Sistemas Ecológicos PANTANAL FOSSAS atuam de modo preventivo produzindo efluentes
compatíveis para lançamento no solo, ao tempo em que eliminam a possibilidade do descarte dos
efluentes em corpos hídricos.
A utilização dos Sistemas Ecológicos PANTANAL FOSSAS traz a lembrança do limpa - fossa
apenas em raras ocasiões é bom que se diga que serão usados tão somente quando do uso indevido e de
maneira contumaz dos sistemas é também oportuno lembrar que se os Sistemas Ecológicos forem
usados de modo devido e contumaz evitar-se-á a prática onerosa e quase sempre poluidora destes
conhecidos veículos.
Mesmo quando se fizerem necessárias, limpezas periódicas, emergenciais e eventuais, sugeremse como alternativa o uso de aditivo enzimático natural que promoverá a aceleração do processo
biodigestivo, habitual e característico dos sistemas ecológicos, consumindo o excesso de gordura e/ou de
matéria orgânica neles presente, este parceiro, biorremediador, pode também cuidar de resíduos
orgânicos lançados in natura em canais ou em lagoas reduzindo-lhes os gases fétidos exalados.
Os Sistemas Ecológicos de Tratamento de Esgoto – PANTANAL FOSSAS está perfeitamente
habilitado a atender às demandas das populações urbanas e rurais, individuais e/ou coletivas.
JUSTIFICATIVA
A água, como é de conhecimento amplo, é um recurso natural absolutamente indispensável à
presença humana na face da terra e ainda que ela seja sempre apresentada em números superlativos, sua
distribuição não é regular, há uma escala expressiva para a contabilização de perdas e ainda que não se
imagine, aparece o homem contribuindo para a ocorrência conhecida como degeneração antrópica, de
acordo com o Banco Mundial, cerca de oitenta países enfrentam problemas de abastecimento
hídrico e mais um bilhão e meio de pessoas não têm acesso a fontes d’água de qualidade, nos dias
atuais, outro dado extremamente preocupante é que como resultado das diversas formas de utilização da
água, aproximados 80 % retornam à natureza sob a forma de esgoto, doméstico, comercial,
industrial, hospitalar, etc.
O efluente sanitário do esgoto doméstico contém cerca de 99,0% de água e mais 1,0% de
sólidos (orgânicos e inorgânicos), neste líquido é comum a presença de microrganismos patogênicos,
habitualmente responsabilizados pela veiculação hídrica de algumas doenças.
Os efluentes industriais podem conter substâncias químicas tóxicas à saúde humana e animal,
além da presença dos dejetos orgânicos humanos e animais, habitualmente lançados no esgoto e que se
lançados in natura no meio ambiente, sem dúvida resultarão em comprometimentos sócio ambientais, em
impactos significativos sobre a vida aquática e ao meio ambiente como um todo, o dano específico ao meio
hídrico é assustador.
A matéria orgânica dos dejetos no meio hídrico causa uma grande proliferação bacteriana com
conseqüente redução dos teores de oxigênio no meio líquido circundante podendo alcançar níveis críticos
tais, chegando mesmo a extinguir a vida aquática aeróbia e correspondente à eutrofização, que é tida
como a disseminação de doenças de veiculação hídrica, agravando a escassez de água de boa qualidade
e causando desequilíbrio ecológico, entre outros problemas.
O efluente precisa ser coletado, tratado e ter um destino adequado.
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O tratamento biológico de efluentes tem sua base num processo natural, globalmente
conhecido como autodepuração ou ainda estabilização, mecanismos que se apóiam e se
fundamentam na atividade bacteriana e de outros microrganismos que oxidam a matéria orgânica dos
efluentes, portanto, o Sistema calcado no processo natural de Reação Anaeróbia ou Biodigestão é o
exemplo claro e inconteste da alta eficiência da mãe natureza, de onde se infere que o investimento na
produção de efluentes mais eficientes seja, sem dúvida, muito mais importante e significativo do que o foco
dos gastos voltado para o tratamento dos efluentes.
O efluente eficiente não compromete o meio ambiente, não requer tratamento e
fundamentalmente passa longe da água, em virtude do que existe a premente necessidade da
alteração de hábitos para que se possa alcançar a ansiada sustentabilidade.
Os Agravos nos Recursos Hídricos - A superfície terrestre é coberta por um bilhão e trezentos
milhões de quilômetros cúbicos de água, sendo que a quantidade de água doce naturalmente disponível
corresponde a 0,6% desta cifra gigantesca - equivalendo a oito milhões e duzentos mil quilômetros
cúbicos, dos quais apenas 1,2% apresentam-se sob a forma de rios e lagos, o restante da imensa
quantidade de água doce existente, 98,8%, constitui o que se conhece por água subterrânea.
É necessário, oportuno e importante ressaltar que esta disponibilidade não está de acordo com a
demanda da população, da indústria e da agricultura, demandas tais que vêm se avolumando muito
rapidamente e com percentuais assombrosos: 70,0% a 80,0% exigidos para irrigação, menos de 20,0%
para a indústria e apenas 6,0% para o consumo doméstico.
Nos últimos cento e cinqüenta anos a população mundial triplicou enquanto o consumo de água
aumentou seis vezes. Além disso, as perdas, as limitações impostas pelos regimes hídricos de cada bacia
em cada país e a utilização cada vez mais descontrolada vêm agravando a situação, conforme estudos e
dados da UNEP/UNESCO, um quarto do total da água doce disponível tornou-se inaproveitável em
razão da poluição gerada pelo homem – até mesmo da água subterrânea, que até o momento do
referido estudo era tida como protegida da contaminação, no momento mostra grandes índices de
poluição por nitratos (NO3).
Então, agora já se sabe que as reservas hídricas subterrâneas não são apenas susceptíveis de
poluírem-se, mas em muitos casos são até mais vulneráveis do que a água superficial, maculando o ponto
de vista de que se trata de recurso natural que deveria estar sendo preservado ou no mínimo usado de
forma sustentada. Mas, ainda que com esta distorção, segundo o World Watch Institute a água
subterrânea é a principal fonte de água potável para aproximados dois bilhões de pessoas em todo
o mundo, uma senhora quantidade, com qualidade discutível.
Entretanto, alguns fatores podem estar relacionados com a crescente degradação das águas
subterrâneas e apenas os mais importantes serão citados: expansão da agricultura irrigada, progressivo
aumento na perfuração de poços profundos e esgotamento sanitário inadequado, por exemplo.
Destes fatores tidos como mais importantes e mais comuns, alguns deles podem bem ser
observados em algumas de nossas capitais, sem que seus dirigentes se constranjam, há, por exemplo,
falta de esgotamento sanitário em razão do que as águas servidas em geral podem escorrer livremente
pelas ruas e logradouros, afrontando os visitantes que lá deixarão algum recurso, mas é certo que levarão
de volta a nefasta impressão negativa, com mau cheiro e tudo mais, os percentuais de saneamento em
todos os estados brasileiros são muito baixos, também em todos os estados, mas de maneira não
uniforme, mostram-se estruturas primárias cognominadas de tratamento primário, nada mais sendo do que
a FOSSA NEGRA, habilíssima nas artes de transbordar, contaminar e veicular comprometimentos
ao meio ambiente.
Algumas regiões mostram águas com características negativas como as que contêm altos teores
de nitrogenados, não raro observados e que levam o pessoal técnico a se valer da água superficial para
diluir estes compostos presentes na água de poços profundos, quando e se consumido em teores acima
de 45,0 mg / L, conforme diretriz de Potabilidade da OMS, o nitrato pode provocar algumas graves
doenças pediátricas, pode causar abortamentos, pode aumentar o risco da ocorrência de distúrbios
hematológicos e até de câncer digestivo, por estas razões voltamos a insistir na necessidade de se pensar
sempre, preventivamente, não sujar, é o grande remédio!
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O Art. 225 da Constituição brasileira ressalta o dever da coletividade e do Poder Público em
defender e preservar o meio ambiente, para as presentes e futuras gerações e em obediência a
esse texto, algumas medidas devem ser observadas: evitar desperdício, interromper os processos
poluidores, corrigir/tratar os comprometimentos já sedimentados, educação ambiental e deixar
salientada a importância dos mecanismos de prevenção para utilização racional da água buscando
a sustentabilidade.
O Esgoto, Saneamento Ambiental e Desenvolvimento.
- A água é um elemento da natureza indispensável ao ser humano.
- A água pode se constituir num importante meio de transmissão de doenças.
- A água pode veicular doenças, quando contaminada por dejetos, por exemplo.
Muitos microrganismos patogênicos parasitam os intestinos humanos e são eliminados juntamente
com as fezes, e sempre que se depara com um esgotamento inadequado de efluentes, tem-se de imediato
a certeza de que falharam, ou falharão as melhores intenções prevencionistas.
A água passa a ser vista como potencial problema, ainda que seja um elemento natural de cabal
importância no metabolismo orgânico do homem, quando esta água suspeita é disponibilizada para o
consumo humano, mais dia menos dia as pessoas se tornam vulneráveis e seus organismos passam a
mostrar comprometimentos basicamente imputados à água imprópria para o consumo, existem estatísticas
que mostram altos percentuais de comprometimento orgânico pelo íntimo relacionamento com a água,
outros números merecem destaque: 10,0% da população dos países em desenvolvimento apresentam
parasitas intestinais; duzentos milhões de pessoas padecem com a esquistossomose, das quais
vinte milhões guardarão seqüelas graves.
Algumas outras doenças como a amebíase, a leptospirose, a hepatite infecciosa a diarréia e
a disenteria, a giardíase e a escabiose podem ter suas eclosões relacionadas com a contaminação
da água, e outras mais ainda são notadas a partir da identificação do comprometimento inicial do meio
ambiente pela emissão in natura de efluentes vários para em seguida vulnerabilizar o homem, como na
febre tifoide e na paratifoide, em síntese, os potenciais impactos ambientais estão relacionados com a
presença de certas substâncias, microrganismo e até com alterações de algumas características da água
de um dado manancial que recebe cargas de esgoto.
Imagens de locais sem tratamento de esgoto
As imagens acima mostram o esgoto correndo a céu aberto pelas ruas aumentando muito o
risco de contaminação, a Falta de saneamento causa 65% das internações do SUS, a maioria dessas
doenças é causada por microrganismos eliminados pelos intestinos e se o esgoto não for recolhido e
tratado, o pretenso vetor estará voltando ao meio ambiente em perfeitas condições de contaminar outras
pessoas, perpetuando o ciclo da doença, dados da Fundação Nacional da Saúde – FUNASA mostram
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que a diarréia causada pela inexistência de tratamento de esgoto ou por saneamento inadequado,
mata sete crianças com idades entre um e cinco anos, por dia, no Brasil, e no decorrer de um ano
seria mais de duas mil e quinhentas pequeninas vidas ceifadas, vez que o elo fraco dessa corrente
posta pela falta de saneamento é a criança, antes de matar, a ausência de saneamento interfere na
aprendizagem das crianças porque 34% do absenteísmo escolar e das creches se devem aos
comprometimentos clínicos relacionados a doenças transmitidas pela água.
As crianças realmente sofrem mais, mas o problema não privilegia idade, raça ou condição social,
em Ilhabela – refúgio de abastados no litoral norte paulistano, somente 3% do esgoto da cidade recebe
alguma atenção, o camarão e a lagosta lá capturados podem ser flagrados ainda n’água, permeados em
praias onde se despeja esgoto in natura, sem a menor preocupação com os elevados preços que
alcançam os pratos destes frutos do mar, daí ainda que diferenciados esses frutos do mar, eles são tidos
naquelas paragens como vetores de vírus e bactérias, simplesmente pela falta de saneamento.
Observe na tabela abaixo a forma de contágio de algumas doenças.
Doença
Febre tifóide
Agente causador
Protozoário Entamoeba
histolytica
Nematóide Ascaris
lumbricoides
Ovo de Necator americanus e
do Ancylostoma duodenale
Bactéria Vibrio cholerae
Bactéria Shigellasp
Asquelminto Schistossoma
mansoni
Vírus Flavivirussp
Bactérias Salmonella paratyphi,
S. schottmuelleri e S. hirshjed
Bactéria Salmonella typhi
Hepatite A
Vírus da Hepatite A
Malária
Peste bubônica
Poliomielite
Salmonelose
Protozoário Plasmodium ssp
Bactéria Yersinia pestis
Vírus Enterovirus
Bactéria Salmonella sp
Platelminto Taenia solium e
Taenia saginata
Amebíase ou disenteria
amebiana
Ascaridíase ou lombriga
Ancilostomose
Cólera
Disenteria bacilar
Esquistossomose
Febre amarela
Febre paratifóide
Teníase ou solitária
Forma de contágio
Ingestão de água ou alimentos contaminados por
cistos
Ingestão de água ou alimentos contaminados por
ovos
A larva penetra na pele (pés descalços) ou ovos
pelas mãos sujas em contato com a boca
Ingestão de água contaminada
Ingestão de água, leite e alimentos contaminados
Ingestão de água contaminada, através da pele
Picada do mosquito Aedes aegypti
Ingestão de água e alimentos contaminados, e
moscas também podem transmitir
Ingestão de água e alimentos contaminados
Ingestão de alimentos contaminados, contato
fecal-oral
Picada da fêmea do mosquito Anopheles sp
Picada de pulgas
Contato fecal-oral, falta de higiene
Animais domésticos ou silvestres infectados
Ingestão de carne de porco e gado infectados
OBJETIVO GERAL
O objetivo da presente proposta é viabilizar a implantação de algum Sistema Ecológico de
Tratamento de Esgoto visando basicamente impedir-se o comprometimento de massas d’água pela
emissão indiscriminada de efluentes.
OBJETIVO ESPECÍFICO
Implantar o Sistema Ecológico de Tratamento de Esgoto – PANTANAL FOSSAS, em locais
desprovidos de redes de coleta de águas servidas ou de qualquer outro Sistema de tratamento.
PÚBLICO ALVO
Centros urbanos, residências, pousadas, hotéis, escolas, hospitais, condomínios, residências e
dependências rurais, etc.
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PANTANAL FOSSAS – Sistemas Ecológicos de Tratamento de Esgoto
01 - Caracterização do afluente e Dimensionamento dos Sistemas:
Tanto a caracterização do efluente quanto o dimensionamento dos Reatores Anaeróbios e Filtros
Biológicos, Caixas de Gordura e de Cloração, Valas de Infiltração, Sumidouros como Sistemas de
Aeração, Ozonização, Zonas de Raízes, etc., são balizadas pelas determinações da ABNT – Associação
Brasileira de Normas Técnicas, mais precisamente NBR 7229/93, NBR 13.969/97 e NBR 12.209/11
e ainda as Diretrizes Peculiares do PROSAB – Programa de Pesquisas em Saneamento Básico, do
Manual de Saneamento – FUNASA e pelas Resoluções do CONAMA – Conselho Nacional do Meio
Ambiente.
- Classificação da edificação
- Características do solo
- Numero de contribuintes
- Métodos de descarte ou reuso
- Classe social
02 - Sistemas Ecológicos de Tratamento de Esgoto PANTANAL FOSSAS (Com Reator Anaeróbio do
tipo UASB ou compartimentado):
Configuração que funciona com a manutenção de uma volumosa massa bacteriana em seu interior,
podendo acomodar, em conseqüência, altas cargas orgânicas volumétricas com curto Tempo de Detenção
Hídrica – TDH, da ordem de grandeza de algumas horas, a depender das condições operacionais e das
características dos esgotos, a necessidade de pós-tratamento do efluente está diretamente vinculada às
características do solo que o receberá e aos detalhes da legislação pertinente, vez que a Remoção de
DBO obtida com o uso do Reator Anaeróbio – UASB deve flutuar entre 70,0 % e até 85,0 % de
eficiência, percentuais tidos como ideais para disposição do efluente no solo.
03 - Propriedades do Equipamento / Resistência Mecânica e Química:
Todos os Sistemas são fabricados em Fibra de Vidro e Resina Poliéster, mostrando excelente
resistência mecânica e anti corrosiva, leveza e praticidade, em absoluta conformidade com a NBR
13.210/05, as resinas aplicadas são específicas para a finalidade dos itens em referência.
04 - Estanqueidade:
Os Sistemas são estanques e herméticos, mais uma vez em atendimento às normas vigentes, não
propiciando vazamentos, assim acondicionadas as águas servidas, em ambiente fechado e controlado, o
esgoto será biologicamente degradado e liberará um efluente compatível com a emissão no solo,
enriquecendo-o e impedindo a proliferação de insetos e roedores.
Obs. As fotos mostradas correspondem a exemplos diversos de esgotos convencionais, todos com
pelo menos um dado comum – Todos com vazamentos e o material usado para construção deteriorado
(Concreto, ferro...) pela ação dos gases altamente corrosivos produzidos pelo esgoto e Infelizmente acaba
por contaminar o lençol freático e o solo daquela região.
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Imagens de alguns dos equipamentos da Pantanal Fossas.
COMPARANDO A PANTANAL FOSSAS COM A CONCORRÊNCIA
PANTANAL FOSSAS - (MATERIAL PRFV)
CONCORRENTES
FIBERGLASS (FIBRA DE VIDRO E POLIÉSTER)
ALVENARIA / MANILHAS DE CONCRETO
1. EFICIÊNCIA SUPERIOR:
Nas convencionais, de concreto, geralmente
não passa de 50%.
Grandes possibilidades de vazamentos
devido à porosidade do material. Se não
forem
devidamente
impermeabilizados,
contaminam o solo e os aqüíferos.
A biodigestão do processo é de até 90%.
2. ESTANQUEIDADE DO EQUIPAMENTO:
Totalmente isento de infiltração ou vazamento.
3 MANUTENÇÃO:
Devido à maior capacidade de biodigestão,
manutenção pode ser feita de 1 em 1 ano.
a
Com a compactação do lodo, a manutenção é
necessária a cada 6 meses.
4. FORMA DE COMERCIALIZAÇÃO:
São feitos conforme as normas NBR 7229/93 e NBR
13969/97 da ABNT – Associação Brasileira de
Normas Técnicas, e diretrizes peculiares, conforme
(PROSAB, programa de pesquisa em saneamento
básico), Manual de Saneamento da FUNASA e
resoluções do CONAMA (Conselho Nacional do
Meio Ambiente), evitam fraudes na aplicação.
5. PRATICIDADE E RESISTÊNCIA:
Construídos em material resistente PRFV (FIBRA DE
VIDRO E POLIÉSTER), são leves, de alta resistência
mecânica, não sujeitos à corrosão. Facílima instalação
e transporte.
Sendo em Alvenaria ou Anéis de Concreto,
favorece fraudes na construção e
dimensionamento, sem maiores controles
para os Órgãos Públicos.
São Equipamentos Pesados, que exigem
grande esforço ou máquinas para o
transporte e Instalação. Sujeitos à corrosão
dos anéis de concreto.
6. CUSTO FINAL MENOR:
Quando computamos os custos do equipamento mais
O custo Final fica bem mais caro, além do
os da mão de obra e de instalação, chegamos a um
custo final bem mais acessível, além do tempo de tempo de implantação do sistema ser bem
instalação ser bem menor economizando-se ainda na maior.
mão de obra.
7. EQUIPAMENTOS COMPLEMENTARES:
Os sistemas PANTANAL FOSSAS são entregues prontos
Caixa de gordura e caixa gradeada não é
para instalação, além dos opcionais: caixa de gordura
fornecida.
e caixa gradeada, caixa Cloradora e de inspeção: é só
aterrá-los de acordo com as instruções.
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05 - Exigências para Instalação e Funcionamento do Sistema (Equipamento):
5.1. Caixa de inspeção com gradeamento, antes do Reator Anaeróbio.
(Usado para remoção de sólidos inorgânicos grosseiros, absorventes e plásticos em geral).
5.2. Caixa de gordura na cozinha para eliminar o excesso de gordura (obrigatório).
5.3. O equipamento deverá operar por gravidade.
06 - Instruções para instalação dos equipamentos da PANTANAL FOSSAS (REATOR ANAERÓBIO):
6.1. Verificar se o sistema está de acordo com o projeto proposto, ou seja, a rede de esgoto
deverá ser construída passando por caixa de inspeção, a água da cozinha deverá passar,
necessariamente, por caixa de gordura;
6.2. Verificar se há o caimento mínimo necessário da rede de esgoto, entre 3% e 5%;
6.3. Instalar a caixa de passagem com Gradeamento a uma distancia de 1,0 m antes do reator
para garantir que não passem objetos inorgânicos para o Sistema;
6.4. Cavar um buraco obedecendo as medidas de altura, diâmetro e posicionamento de entrada e
saída do Reator; fazer uma base de concreto (tipo contra piso) nivelada, para assentá-lo;
6.5. Encher o REATOR ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS com água a partir da tubulação de
entrada, até que transborde pela tubulação de saída, cobrir com terra ou com areia, sem pedras, para
evitar danos à parede de fibra de vidro, caso a opção de instalação tenha sido por soterrá-la;
6.6. Todo REATOR ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS é entregue com as “esperas” para os
tubos em PVC, de entrada, saída e para limpeza programada, em virtude do que deverá ser mantido
estendido o tubo para inspeção e limpeza até sua exposição entre 10,0 a 15,0 cm acima do solo;
6.7. Instalar suspiro no tubo para limpeza usando um tê de 100 mm com cap de redução para 50
mm onde deverá ser instalado o suspiro;
6.8. 1,0 m depois do REATOR ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS, instalar uma caixa de
passagem para recebimento do efluente tratado no Reator e as águas servidas da caixa de gordura e da
área de serviço, com saída para a destinação final.
07 - Instruções para instalação do FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS:
7.1. Verificar o caimento necessário, entre a saída do REATOR ANAERÓBIO DA PANTANAL
FOSSAS e entrada do FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS, de aproximadamente 10,0 cm;
7.2. Cavar um buraco obedecendo as medidas de altura, diâmetro, e posicionamento de entrada e
saída do REATOR ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS fazer uma base de concreto (tipo contra piso)
nivelada, para assentar o FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS;
7.3. Encher o FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS com água e em seguida preencher
com brita (tamanho 2,3 ou 4) através do tubo para inspeção e limpeza. Cobrir com terra ou areia, sem
pedras, para evitar danos na parede do FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS;
7.4. Todo FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS é fornecido com as ”esperas” de tubo
de entrada, saída e de outro para limpeza programada que deverá ser estendido até acima da superfície
do solo, caso a opção de instalação tenha sido pelo soterramento;
7.5. Instalar um suspiro no cano de inspeção e limpeza do FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL
FOSSAS, usando um tê de 100 mm com redução para 50 mm, onde deverá ser instalado o suspiro;
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7.6. Instalar uma caixa de passagem a 1,0 m do FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL FOSSAS
para recebimento do efluente por ele emitido, mais as águas da caixa de gordura e da área de serviço,
com saída destas águas servidas para a destinação final.
08 – Observações construtivas:
O Sistema Ecológico de Tratamento de Esgoto – FILTRO ANAERÓBIO DA PANTANAL
FOSSAS não deverá ser instalado a profundidade maior que 2,0 m, desde a superfície até o tubo de
entrada, cuidado que evitará danos estruturais ao sistema, o sistema deverá ser distribuído de tal forma no
terreno disponível, que facilite a manutenção, quando necessária, o caimento das tubulações em todas
as instalações deve ser de no mínimo 2% a 3%, o trânsito de veículos nas proximidades destas
instalações deve ser evitado, mas na impossibilidade, dever-se-á tomar o cuidado necessário, bastante e
suficiente para que o trânsito aconteça de modo seguro para os veículos e para o Sistema, da mesma
forma, não se recomenda a construção de valas de infiltração e/ou sumidouros nas proximidades de
taludes ou de fundações.
09- Croquis de algumas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE):
Croqui Edifício residencial para 300 Pessoas
Construção do Radier
Radier Pronto
Equipamento Alocado
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Equipamento instalado e aterrado
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Croqui do sistema composto por Reator Anaeróbio de 2m³ e Filtro Anaeróbio de 2m³.
Croqui do sistema composto por Reator Anaeróbio de 1m³ c/ Filtro Anaeróbio de 1m³ (ACOPLADO).
10 - Sumidouro e valas de infiltração:
10.1. Uma unidade vertical para disposição do efluente é um sumidouro, o cálculo da área de
infiltração deve ser feito considerando-se a geometria cilíndrica do sumidouro, o menor diâmetro interno do
sumidouro é de 0,30 m, podendo-se construir vários sumidouros em paralelo, desde que se respeite a
distância horizontal mínima de 1,50 m entre eles deve haver uma distância vertical mínima de 1,50 m entre
o fundo do sumidouro e o nível máximo do lençol freático.
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10.2. Uma unidade horizontal para disposição e depuração do efluente é uma vala de infiltração,
não havendo possibilidade de aplicação dessas medidas, tornando inevitável e necessário o descarte em
corpos hídricos, o projeto deverá seguir as orientações contidas nas Resoluções do CONAMA, com suas
normas e diretrizes, e mais especificamente da NBR 13969/97, que versa exclusivamente sobre
DISPOSIÇÃO DE EFLUENTES.
10.3. O efluente não deve ser lançado em corpos hídricos ou nas proximidades dos mesmos sem
receber tratamento adequado segundo NBR 13969/97, o fundo dos sumidouros ou valas de infiltração
deve estar a uma distância mínima de 1,5 metros do nível aqüífero máximo, em regiões de solo arenoso
deve-se proceder conforme itens 5.3.1 e 5.3.2 da NBR 13969/97, para um bom dimensionamento do
sumidouro e vala de infiltração deve ser realizado ensaio em campo para determinação da capacidade de
percolação do solo (K), deve-se manter uma distância horizontal mínima entre o sumidouro ou vala de
infiltração e qualquer poço para captação de água;
11 - Distâncias entre os equipamentos instalados:
O Sistema em si não exige nem determina qualquer restrição para instalação dos seus
componentes, o que se pede é que sejam observadas as características específicas do solo em que serão
instalados os equipamentos, considerando-se o peso específico de cada um e o volume que cada
equipamento comporta.
12 – Recomendações:
A necessidade de limpeza periódica dos sistemas depende dos cuidados básicos para sua
utilização, como a limpeza periódica da caixa de gordura e da caixa gradeada, que devem merecer
atenção tão breve e constante quanto à proporção do uso e da atenção dos usuários, conforme a norma
ABNT 7229/93, o uso eventual de germicidas para limpeza e desinfecção de banheiros causará um
desacerto passageiro no efluente produzido, que naturalmente se restabelecerá algumas horas após a
aplicação, contudo, melhor será a utilização de produtos biodegradáveis, que não afetarão os laboriosos
microrganismos acomodados nos biodigestores, nunca é demasiado lembrar que o sistema PANTANAL
FOSSAS fora desenvolvido com a finalidade principal de se evitar o comprometimento hídrico por águas
servidas, daí a necessidade dos cuidados postos em evidência para que se tenha certeza de que o
resultado do funcionamento adequado do Sistema nada mais é que saneamento básico.
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13 – Monitoramentos pelo manual da FUNASA:
Toda Estação Compacta de Tratamento de Esgoto – ECTE requer manutenção e monitoramento
constantes. Segundo as normas da ABNT a operação de uma ECTE sem monitoramento gera efluentes
sem as necessárias condições de descartes, causando multas e interdições, é importante salientar que a
garantia de eficiência de uma Estação Compacta está diretamente vinculada à operação monitorada.
14 – Vantagens da utilização do Sistema PANTANAL FOSSAS:
14.1 – Com o uso dos equipamentos da PANTANAL FOSSAS pode-se atender de maneira
simples, eficiente e barata, desde uma única residência e condomínios, até toda a cidade, adequando o
efluente para emissão no solo por mecanismo biológico e sem adição de qualquer produto químico e
utilização de energia elétrica, o mecanismo biológico do qual o sistema se vale é simplesmente a
biodigestão, promovida pela ação das bactérias anaeróbias que transformam o “problema” que é o esgoto
produzido, em uma “solução” que é o efluente perfeitamente compatível para emissão no solo, ensejando
seja a formação de húmus ou então a de compostagem, sem o comprometimento de qualquer massa
d’água.
15 – O descarte do efluente pode ter três fluxos básicos, dado que ele é o resultado do esgoto
tratado e degradado biologicamente:
15.1 – Drenado para a irrigação de jardins, gramados e pomares, promovendo substancial
economia no consumo d'água e nos gastos eventuais com adubos e fertilizantes.
15.2 - Lançado sobre resíduos orgânicos para a formação de compostagem.
15.3 – Direcionado para sumidouro ou para vala de infiltração.
Caixa Separadora de Água e Óleo (S.A.O) com Caixa Desarenadora e Reuso p/ Lava Jato.
A Separadora de Água e Óleo (S.A.O) Pantanal Fossas, é um equipamento construído
em PRFV com resistência Química e Mecânica adequada à sua Instalação, bem como a
maioria dos produtos possivelmente presentes nas águas contaminadas por graxos, são
projetados e dimensionados para atingir as metas de eficiência estipuladas pelas normas técnicas
e padrões estabelecidos pelos órgãos fiscalizadores, são compactos, monoblocos, incluindo
reservatório de areia, e possuem características como reduzida área para instalação,
proporcionando grande economia de mão de obra ao contrário do Polietileno e os equipamentos
de alvenaria ou concreto, que são facilmente deteriorados pela ação química dos efluentes, nosso
equipamento possuem resistência mecânica e química, características conferidas pelo material
utilizado na sua fabricação.
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A facilidade de seu transporte e assentamento além de proporcionar economia na estrutura
de fundações e mão de obra, possibilita sua remoção e reinstalação é inteiramente impermeável e
não sofre fissuras, garantindo a perfeita estanqueidade, evitando a contaminação do solo e do
lençol freático, quando utilizada em lava jatos possibilita o reuso de até 60% do volume de
água consumida no processo de lavagem de veículos, o Kit de equipamentos para Reuso de
água em lava jatos é composto por uma caixa separadora de água e óleo com desarenadora
embutida e um filtro preenchido em Bioplás que prepara o efluente para ser bombeado
novamente para o inicio do processo.
Para tanto se utiliza um pequeno reservatório para a instalação de bombas submersas de
baixo consumo energético, de simples instalação e fácil manutenção, o Kit de reuso propicia
economia reduzindo o consumo, e evitando desperdícios, também indicado para instalações com
características de difícil dispersão do efluente final.
Croqui da S.A.O 750 Litros:
Croqui do sistema de reuso:
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Relação de alguns clientes Pantanal Fossas:
Endereço: Rua 03, Área B 01, Bairro: Jardim Comodoro, Cuiabá/MT, CEP 78.090-593
E-mail: [email protected] / Fone/Fax: (65) 3028 – 7408
Site: www.pantanalfossas.com.br
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apresentação pantanal fossas ecológicas 2015