1
2
DIRIGENTES
Reitora
Samêla Soraya Gomes de Oliveira
Pró-Reitora Acadêmica
Sandra Amaral de Araújo
ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES
Diretora
Maria Valéria Pereja Credídio Freire Alves
CURSO DE GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL
HABILITAÇÃO EM CINEMA
Coordenador
Fábio José da Silva
3
ELABORAÇÃO
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
CURSO SUPERIOR BACHARELADO EM CINEMA
Fábio José da Silva (Coordenação)
Gustavo Henrique Ferreira Bittencourt
Manoel Pereira da Rocha Neto
Mari Sugai
Michelle Ferret Badiali
EQUIPE TÉCNICA
Núcleo de Projetos
Marcione Cristina Silva (Coordenação)
Regina Lúcia Freire de Oliveira
Andressa Milena Silva Pacheco Félix
Francisca Edna Borja
PESSOAL ADMINISTRATIVO
Marcel Lima Pinheiro
Brunna Félix dos Santos
4
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
PARTE 1 – CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR ....9
1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO ..................... 10
1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES ....................................................................... 11
1.3 MISSÃO E VISÃO .......................................................................................... 12
1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA .................................... 13
1.5 ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA ....................... 14
1.5.1 Ensino de graduação ............................................................................... 14
1.5.2 Ensino de Pós-graduação ........................................................................ 16
1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária .................................................. 17
1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ..................................... 18
PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .....................20
2.1 DADOS GERAIS DO CURSO ........................................................................ 21
2.1.1 Denominação ........................................................................................... 21
2.1.2 Regime acadêmico .................................................................................. 21
2.1.3 Modalidade de oferta ............................................................................... 21
2.1.4 Ato de criação, vagas e turno de funcionamento ..................................... 21
2.1.5 Formas de acesso ................................................................................... 21
2.1.6 Carga horária mínima e integralização .................................................... 21
2.1.7 Local de funcionamento ........................................................................... 21
2.1.8 Histórico ................................................................................................... 22
2.1.9 Coordenação do Curso ............................................................................ 22
2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ................................................................... 23
2.2.1 Administração de Cursos na UnP ............................................................ 23
2.2.2 Coordenadoria do Curso .......................................................................... 23
2.2.3 Conselho de Curso – Cinema .................................................................. 25
5
2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ......................................................... 26
2.3.1 Necessidade social .................................................................................. 26
2.3.2 Concepção ............................................................................................... 31
2.3.3 Objetivos .................................................................................................. 33
2.3.4 Perfil profissional do egresso ................................................................... 34
2.4 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES .............................................................. 36
2.5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .................................................................... 39
2.6 ATIVIDADES DO CURSO............................................................................... 45
2.6.1 Atividades práticas ................................................................................... 45
2.6.2 Atividades complementares ..................................................................... 46
2.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso............................................................. 48
2.6.4 Metodologia ............................................................................................. 51
2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ................................................................ 53
2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ..................................................................... 55
PARTE 3 – CORPO DOCENTE, CORPO DISCENTE E CORPO
TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ............................................................... 57
3.1 CORPO DOCENTE ........................................................................................ 58
3.1.1 Núcleo Docente Estruturante ................................................................... 58
3.1.2 Perfil do corpo docente – 2013.1 ............................................................. 59
3.1.3 Políticas institucionais .............................................................................. 62
3.2 APOIO AO DISCENTE ................................................................................... 64
3.3 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .......................................................... 65
3.3.1 Equipe de apoio técnico-administrativo para o Curso .............................. 65
3.3.2 Atividades de capacitação........................................................................ 65
6
PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS ...................................................66
4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP .................................................................. 67
4.2 BIBLIOTECA .................................................................................................. 69
4.2.1 Acervo do Curso ...................................................................................... 73
4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO .................................................................. 74
4.4 LABORATÓRIOS ........................................................................................... 75
4.4.1 Laboratórios de informática...................................................................... 75
4.4.2 Laboratório especializados ...................................................................... 77
4.4.3 Núcleo de Cinema e Vídeo ...................................................................... 78
4.4.4 Complexo Laboratorial de Fotografia ....................................................... 79
4.4.5 Laboratório de Rádio ............................................................................... 82
4.4.6 Laboratório de Cinema e Televisão .......................................................... 83
4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ............................................................... 85
ANEXO
7
APRESENTAÇÃO
O Curso de Comunicação Social – Habilitação em Cinema da Universidade
Potiguar (UnP) tem sua proposta curricular direcionada para uma formação
generalista, humanista, crítica e reflexiva, considerando os diferentes contextos
nacionais, regionais e locais.
Compondo a Escola de Comunicação e Artes da Universidade, o Curso
encontra-se plenamente afinado com as Diretrizes Curriculares Nacionais,
instituídas pela Resolução CNE/CES nº. 10/2006, assim como com as políticas
delineadas
no
Projeto
Pedagógico
Institucional
(PPI)
e
no
Plano
de
culturais
de
realização
Desenvolvimento Institucional 2007/2016.
Norteados
pelos
fundamentos
teóricos
e
cinematográfica, o Bacharelado em Cinema tem por meta formar profissionais
especializados na criação e produção de obras ficcionais / documentais com base
nas técnicas cinematográficas analógicas e com uma proposta inovadora,
trabalhar utilizando novas tecnologias, o cinema digital (High-Definition).
De acordo com VITAL (2007), “o cinema digital tem sido uma nova maneira
de fazer e mostrar os filmes, mudança que tem sido considerada pelos
profissionais da área algo tão importante quanto o advento do som e da cor nos
filmes no início do século XX”. Por isso, o mercado demanda de profissionais
capacitados e que tenham amplo domínio das ferramentas modernas da
produção em alta definição.
Compreendido como instrumento por excelência da gestão acadêmica do
bacharelado em Cinema, e construído coletivamente, com discussões efetuadas
pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Conselho de Curso (ConseC), o
presente Projeto Pedagógico (PPC) define os aspectos políticos, filosóficos e
didático-pedagógicos que devem orientar o processo formativo do profissional.
8
O projeto pedagógico do curso tem na sua estrutura quatro partes. A
primeira trata das principais características da UnP, permitindo uma visão geral do
seu
funcionamento.
desenvolvimento
e
A
segunda
avaliação
parte
contém
curriculares,
as
linhas
assim
como
mestras
do
referenciais
procedimentais, do ponto de vista metodológico, e de avaliação da aprendizagem.
Da terceira parte constam informações sobre o Núcleo Docente Estruturante
(NDE) e perfil do corpo docente do Curso, além da política institucional de apoio
ao professor/UnP. Ainda nessa parte encontram-se dados sobre a equipe técnicoadministrativa, responsável pela logística do Curso, assim como a política de
apoio ao discente. Por fim, na quarta parte encontra-se a descrição das
instalações físicas da Universidade, abrangendo o Sistema Integrado de
Bibliotecas (SIB/UnP), espaços destinados ao funcionamento do Curso,
ambientes compartilhados e específicos do Curso.
É por esse caminho que a habilitação em cinema pretende formar
profissionais-cidadãos comprometidos com a cultura e com princípios éticos
aplicados a arte cinematográfica.
9
PARTE 1 – CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR
10
1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO
Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP),
com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades
em 1981 (Parecer CFE
n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n.
85.828/1981, D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como
Universidade, data de 1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano
(D.O.U. de 20 de dezembro de 1996), e o recredenciamento é formalizado de
acordo com a Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio
de 2012).
Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura S.A. (APEC) pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade anônima e com
finalidade lucrativa1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities
em 2007. É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras
instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio
Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e
Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede
em Mossoró/RN.
A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o
Campus Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho,
Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede,
autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001,
situado na Região Oeste do Estado.
1
O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de
Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número
215, data de 14.09.79. O Estatuto atual tem seu registro no dia 26/01/2012, na Junta Comercial do
Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24300004494 e CNPJ/MF n. 08.480.071/000140.
11
1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES
Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por
diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais,
expressos nos seus princípios e finalidade.
Os princípios, explicitados no Estatuto, art. 3°, indicam a necessidade de
uma atuação que expresse2:
I.
a defesa dos direitos humanos;
II.
a excelência acadêmica;
III.
a formação cidadã;
IV. o exercício pleno da cidadania;
V.
a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da
arte e do saber;
VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas;
VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e
administrativa;
VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à
comunidade;
IX. a valorização do profissional da educação;
X.
a
participação
integrada
e
solidária
no
processo
de
desenvolvimento sustentável e na preservação do meio-ambiente.
Esses princípios, por sua vez, são orientadores da finalidade precípua da
Universidade, qual seja, a de promover o bem comum pelo desenvolvimento das
ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo
domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas.
2
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2012. (Documentos Normativos da
UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1).
12
1.3 MISSÃO E VISÃO
A
Universidade
Potiguar
tem
como
missão
formar
cidadãos
comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais,
contribuindo – através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência – para
o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País.
No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade
Interna e Externa3, ficam claros como principais compromissos da UnP:
-
a excelência dos serviços prestados institucionalmente;
-
a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que
propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que
culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade;
-
a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos,
programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade
ensino/pesquisa/extensão;
-
a sintonia com as necessidades sociais.
De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de
excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da
pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua
participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte,
da Região e do País.
3
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de
Visão de Futuro. Natal, 2006.
13
1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA
A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu
Estatuto:
a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos
de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria,
como órgão executivo, à qual se vincula a Pró-Reitoria Acadêmica
(ProAcad), cuja estrutura compreende gerências e núcleos, nas áreas
de ensino, pesquisa e extensão;
b) a
Administração
planejamento
Acadêmica,
(Comitê
abrangendo
Acadêmico
e
uma
Avaliação
estrutura
de
Institucional);
o
Conselho de Curso (ConseC), órgão de natureza deliberativa e
consultiva; e órgãos executivos (Diretoria de Campus fora de Sede;
Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso de Graduação e
Coordenadorias de Curso de Pós-Graduação).
Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, as
Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva o fortalecimento da integração
entre cursos de graduação e destes com os de pós-graduação, reforçando
iniciativas interdisciplinares e de indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão,
assim como o reforço à gestão participativa, cujas bases encontram-se em uma
estrutura de colegiados (com representatividade de docentes, discentes e setores
da organização civil), de planejamento e de avaliação institucional já consolidada.
Instaladas em 2009, as Escolas, ou Unidades Acadêmicas Especializadas,
são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e
Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde.
14
1.5 ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA
A oferta acadêmica da UnP para 2013.1, em Natal e Mossoró, compreende
cursos de graduação e de pós-graduação, nas modalidades presencial e a
distância.
1.5.1 Ensino de graduação
Na graduação presencial registram-se 60 (sessenta) cursos, sendo 43
(quarenta e três) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró (Quadros 1 e 2).
Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal,
2013.1
ESCOLA
Comunicação e Artes
TIPO CURSO
bacharelado
Direito
CST
bacharelado
Educação
licenciatura
Engenharia e
Ciências Exatas
bacharelado
CST
bacharelado
Gestão e Negócios
CST
Hospitalidade
Saúde
CST
bacharelado
bacharelado/licenciatura
bacharelado
CST
CURSO
Comunicação
Social:
Publicidade
e
Propaganda; Jornalismo.
Cinema
Design Gráfico; Design de Interiores
Direito
História
Letras: Português e Português/Inglês
Pedagogia
Arquitetura
e
Urbanismo;
Engenharia
Ambiental; Engenharia Civil; Engenharia de
Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia
Mecânica; Engenharia de Petróleo e Gás;
Engenharia de Produção; Sistemas de
Informação.
Petróleo e Gás
Segurança no Trabalho
Administração; Ciências Contábeis; Relações
Internacionais
Gestão Ambiental; Gestão Comercial; Gestão
de Recursos Humanos; Gestão Financeira;
Gestão Pública; Marketing
Gastronomia
Turismo
Ciências Biológicas e Educação Física
Biomedicina;
Enfermagem;
Farmácia;
Fisioterapia;
Fonoaudiologia;
Medicina;
Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço
Social; Terapia Ocupacional.
Estética e Cosmética
15
Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus
Mossoró, 2013.1
ESCOLA
Direito
Engenharias e
Ciências Exatas
TIPO DE CURSO
bacharelado
bacharelado
CST
bacharelado
Gestão e Negócios
CST
Saúde
bacharelado
CURSO
Direito
Arquitetura e Urbanismo
Engenharia Civil
Engenharia de Produção
Petróleo e Gás
Segurança no Trabalho
Administração
Ciências Contábeis
Gestão Ambiental
Gestão Pública
Gestão de Recursos Humanos
Processos Gerenciais
Marketing
Enfermagem
Fisioterapia
Nutrição
Serviço Social
Na modalidade a distância, a oferta compreende os bacharelados em
Administração, Ciências Contábeis e Serviço Social; a licenciatura em Pedagogia
e a graduação tecnológica em Gestão Comercial, iniciados em 2012, e os Cursos
Superiores de Tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos,
implantados em 2011, totalizando sete cursos. (Quadro 3).
Em 2013.1 deverão entrar em funcionamento três novas graduações
tecnológicas: logística, negócios imobiliários e gestão pública, ampliando-se a
oferta de sete para onze cursos, conforme quadro 4.
Quadro 3 – Oferta de graduações a distância por polo – 2012
POLOS
CURSOS
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Administração
Ciências Contábeis
CST em Recursos Humanos
CST em Marketing
Pedagogia
Serviço Social
CST em Gestão Comercial
Zona Sul
Mossoró
Caicó
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Currais
Novos
X
X
X
X
X
X
X
Zona
Norte
X
X
X
X
X
X
X
16
Quadro 4 – Oferta de graduações a distância por polo – 2013.1
POLOS
CURSOS
1. Administração
2. Ciências
Contábeis
3. CST
em
Recursos
Humanos
4. CST
em
Marketing
5. Pedagogia
6. Serviço Social
7. CST
em
Gestão
Comercial
8. CST
em
Negócios
Imobiliários
(novo)
9. CST
em
logística
(novo)
10. CST
em
Gestão
Pública (novo)
11. CST
em
Processos
Gerenciais
(novo)
Caicó/
RN
Currais
Novos
/RN
Natal/RN
(Zona
Norte)
Natal/RN
Mossoró Cuiabá Recife/
(Zona
/RN
/MT
PE
Sul)
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Porto
Alegre/
RS
Fortaleza/
CE
Goiânia/
GO
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
1.5.2 Ensino de Pós-graduação
Na pós-graduação presencial registram-se, no nível lato sensu, 73 (setenta
e três) cursos, dos quais 62 (sessenta e dois) no Campus Natal e 11 (onze) em
Mossoró. Três mestrados integram a oferta stricto sensu:
a) Administração;
b) Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em
Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de
Poço (Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois
Campi);
c) Biotecnologia, parceria com a Rede Nordeste de Biotecnologia
(RENORBIO).
Os cursos a distância, por sua vez, têm oferta apenas em nível lato sensu.
(Quadro 5).
Canoas/
RS
17
Quadro 5 – Cursos lato sensu à distância – 2013.1
CURSOS
MBA em Gestão de Pessoas
MBA em Gestão Financeira e de Empresas
MBA em Gestão Empresarial
MBA em Marketing
POLOS
Zona Norte
Caicó
Currais Novos
Fonte: UnP/Núcleo de Educação a Distância. Natal, nov./2012.
1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária
As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no
PPI e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo
funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica.
A pesquisa é implementada, principalmente, com recursos da própria UnP,
tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação
Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP).
A extensão e a ação comunitária também contam com o Fundo de Apoio à
Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de
Bolsas de Extensão (ProBEx), considerando as demandas sociais e a pertinência
das atividades com os processos formativos da UnP.
Para a divulgação da sua produção, resultante do ensino, da pesquisa e da
extensão, a UnP conta: a) com o seu repositório científico, disponibilizando
revistas eletrônicas organizadas por escola; b) com portais biblioteca virtual do
Natal (http://natal.rn.gov.br/bvn/) e (http://bdtd.ibict.br) publicação de dissertações
e teses; c) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em
Natal e Mossoró, com estruturação dos anais correspondentes.
18
1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política,
estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa
com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos
processos, considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva
da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP,
identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e
resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos.
Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade
das ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios
enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica
dos cursos e educação continuada, adotando-se níveis diferenciados, mas
intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional
brasileira para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às
peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos,
programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão.
Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe
confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são
substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos
acadêmicos, didático-pedagógicos e gerenciais.
Autoavaliação institucional
Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como
dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma
dinâmica em que:
a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor,
coordenadoria de curso de graduação, coordenadoria de curso de pósgraduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes;
b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio
eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de
dados;
c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das
avaliações externas e internas.
19
As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são
socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados,
posteriormente, tanto no âmbito de cada curso (pelos Conselhos de cursos e
NDE, com envolvimento de docentes e de representantes de turma), quanto pela
Reitoria e setores institucionais. A cada semestre, são liberados relatórios
eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios
qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada
curso.
Ao final, há registro, em documento próprio, da situação geral da
Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a
fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando
necessidades de correção de rumos ou de transformação, se necessário (figura
1).
fases 1 e 2
fase 3
fases 4 e 5
• diagnóstico
• análise dados
• retorno à
comunidade
• replanejamento
• transformação
Figura 1 – Etapas do processo avaliativo
20
PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
21
2.1 DADOS GERAIS DO CURSO
2.1.1 Denominação
Curso de Bacharelado em Comunicação Social, Habilitação Cinema.
2.1.2 Regime acadêmico
Seriado semestral.
2.1.3 Modalidade de oferta
Presencial.
2.1.4 Ato de criação, vagas e turno de funcionamento
Resolução n. 037/2009 – ConSUni, de 29 de outubro de 2009, com
autorização de 30 vagas anuais, para oferta no noturno.
2.1.5 Formas de acesso
O ingresso no Curso ocorre por meio de: a) processo seletivo destinado a
egressos do ensino médio ou equivalente, realizado semestralmente, ou por meio
de vestibular agendado, este para o preenchimento de vagas remanescentes,
com provas durante o semestre, em datas previamente definidas; b) transferência
externa; c) transferência interna (reopção); d) apresentação de diploma de
graduação,
de
acordo
com
as
normas
institucionais
pertinentes;
e)
aproveitamento de resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
2.1.6 Carga horária mínima e integralização
3.240 horas (3.840 horas-aula) integralizáveis em, no mínimo, 8
semestres/4 anos e, no máximo, em 12 semestres/6 anos.
2.1.7 Local de funcionamento
Campus Natal, Unidade Roberto Freire. Av. Roberto Freire, 1684 – Capim
Macio, Natal/RN.
22
2.1.8 Histórico
O curso de Comunicação Social – Habilitação em Cinema, criado no final
de 2009 e teve o seu primeiro ingresso em fevereiro de 2010. O curso tem a
duração de 04 anos, começou funcionando na unidade Nascimento de Castro no
turno noturno e atualmente funciona na unidade Roberto Freire no mesmo turno.
A habilitação em Cinema segue as diretrizes curriculares nacionais
propostas pelo MEC e é direcionada para profissionais da área ou não que
busquem uma reciclagem e titulação em Cinema, pessoas que cursaram ou
cursam oficinas de audiovisual, alunos finalizando o Ensino Médio que queiram
seguir carreira na área, além de profissionais que busquem uma segunda
titulação e amantes do cinema em geral. Fomentando assim, o setor audiovisual
do Rio Grande do Norte colaborando para a formação de mão de obra
especializada.
2.1.9 Coordenação do Curso
Coordenador: Prof. Esp. Fábio José da Silva
Telefone: (84) 3216-8662
(84) 3216-8531
e-mail: [email protected]
23
2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
2.2.1 Administração de Cursos na UnP
A Coordenadoria de Curso, vinculada à Diretoria de Escola, é um órgão
executivo
da
Administração
Acadêmica
da
Universidade,
exercida
pelo
Coordenador de Curso e, quando necessário, auxiliado por Supervisor
Acadêmico-Administrativo, designados pelo Reitor, para mandato de dois anos,
permitida a recondução.
Essa coordenadoria tem sua atuação regida pelo Estatuto e Regimento
Geral da Universidade, assim como pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e
Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, e conta com o Conselho de
Curso (ConseC) e Núcleo Docente Estruturante (NDE) para o desenvolvimento
das atividades relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos
projetos pedagógicos (PPC).
As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos
órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os conselhos e
NDEs dos seus respectivos cursos.
2.2.2 Coordenadoria do Curso
O Curso é coordenado pelo professor Fábio José da Silva, especialista em
Ética pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), 2006, e
graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade
Potiguar (UnP), 1998; é mestrando em Administração, Programa de Pósgraduação, também da Universidade Potiguar (2011). Atua no setor publicitário e
no audiovisual como profissional há aproximadamente 20 anos, participando de
trabalhos na publicidade (produtor, redator e diretor) e no cinema em nível local e
nacional (roteirista, produtor e diretor). O professor Fábio José da Silva, também
conta com uma experiência de 11 anos no ensino superior.
Realizou (roteiro, produção e direção) o documentário “Cinema Italiano, a
poesia em película”, participante da V mostra de vídeo de Salvador (Salvador –
BA), da XIII mostra de vídeo de Santo André (Santo André – SP), do curta Natal
(Natal – RN) e do 7º vídeo potiguar (Natal – RN). Fez produção, roteiro e direção
para vários comerciais e documentários no mercado publicitário de Natal. Estudou
cinema na Itália na Università Popolare di Roma (Roma – Itália) entre 1999 - 2000
24
e exibiu documentários de sua autoria na Embaixada Brasileira em Roma.
Voltando ao Brasil, roteirizou e dirigiu seu primeiro vídeo clipe, “Orgulho” do grupo
de Hip Hop, Agregados FDR, recebendo prêmio Hangar de melhor diretor do ano
de 2005.
Participou de palestras e oficinas com: Luís Carlos Lacerda (diretor), Ettore
Scola (diretor italiano), Doc Comparato (roteirista), Maria da Salete (produtora
executiva), Clóvis Bueno (diretor de arte), Alexandre Ramos e Carlos Ebert
(diretor de fotografia), entre outros.
A partir de 2002 é professor titular da UnP ministrando as disciplinas,
produção e direção de tv e cinematografia (atual fundamentos do cinema e vídeo)
para o curso de Publicidade e Propaganda, sendo também professor orientador
de TCC’s em Publicidade e Propaganda e Jornalismo, coordenador do núcleo de
cinema e vídeo da Universidade Potiguar, foi coordenador da TV UnP e orienta
projetos de curta metragens.
Tem o seu projeto de documentário “O Trampolim” entre os 10
selecionados do Brasil para participar do Balcão de Projetos do Brasil Documenta
do canal GNT (Rio de Janeiro – RJ), 2003.
Em 2006 fez assistência de direção do filme “Federal” de Erik de Castro
(Brasília – DF), uma co-produção BSB Cinema e EuropaCorp.
Ministrou cursos em 2007 na área do audiovisual (Produção de videoclipes,
História do cinema, Produção de cinema e vídeo, etc...).
Em 2008 foi convidado pelo cineasta Moacyr Góis para dirigir o vídeo que
compôs o espetáculo: “Natal - um plano de Deus”. No mesmo ano se tornou
professor substituto do curso de Radialismo da UFRN e foi selecionado
juntamente com Mary Land Brito no Concurso Doc TV IV, com o documentário
“Sangue do Barro”, com pré-estreia no ano 2009 no Cinemark Natal e em mais 02
teatros contando com um público aproximado de 1.500 pessoas, e estreia em
rede nacional na TV Brasil e TV Cultura. Nesse ano também recebe o prêmio de
melhor documentário, direção, fotografia e roteiro na mostra VIDAS NA TELA no
XIX FESTNATAL (Festival de Cinema de Natal).
Atualmente, está em fase de captação de dois novos projetos, o curtametragem “A pizza” e o documentário de longa-metragem “Deífilo, ponto”.
Também ministra as disciplinas de Direção em Cinema I e II, no curso de
Comunicação Social, Habilitação em Cinema da UnP.
25
2.2.3 Conselho de Curso – Cinema
O Conselho de Curso de Comunicação Social - Cinema funciona
regularmente e tem a seguinte composição conforme ato da Reitoria, Portaria n°
109.2/2011 – Reitoria/UnP de 01 de julho de 2011:
TITULARES
Presidente
Fábio José da Silva
Representação docente
Mari Sugai
Ana Cecília Aragão
Mary Land de Brito Silva
Representação discente
Kaiony da Silva Venâncio
Mat. 201105341
SUPLENTES
Michelle Ferret Badiali
Henrique José Cocentino Fernandes
Airton Miguel de Grande
Lucas Costa Torres Galvão
Mat. 201006135
Representação de entidade profissional afeta ao Curso: Cineclube Natal
Pedro Fiúza
Presidente do Cineclube Natal
Nelson Marques
Vice-presidente do Cineclube Natal
As reuniões, realizadas mensalmente, têm registros próprios, e podem
contar com a participação de integrantes do NDE, havendo ainda, quando
necessário, reuniões extraordinária.
26
2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
2.3.1 Necessidade social
O Curso de Comunicação Social, habilitação em Cinema, vem sendo
desenvolvido pela Universidade Potiguar (UnP) a partir de 2010.1, ao lado de
Publicidade e Propaganda e Jornalismo, instalados, respectivamente, em 1993 e
1997, o que demonstra a experiência da gestão institucional nessa área.
Essa oferta vem sendo regida pelo entendimento de que no início do
Século XX os principais impactos socioculturais e econômicos observados na
sociedade humana se deram, principalmente, com a revolução industrial.
Gradualmente, sobretudo a partir dos anos 70 desse mesmo Século, novos
elementos passam a influenciar as formas de produção e de comunicação
humanas, vindo a configurar-se a denominada ‘sociedade da informação’, com
destaque para as novas tecnologias da informação e da comunicação (NTICs).
Inicia-se, portanto, o Século XXI com a força dos meios de comunicação e das
NTICs, as quais influenciam de modo incomensurável, a complexa sociedade
globalizada, em todas as suas dimensões.
Dessa forma, a comunicação passa a ser uma prioridade no campo das
interações sociais, constituindo-se em ferramenta imprescindível à difusão de
culturas, conhecimentos e valores e de aproximação de povos através de
processos midiáticos globalizados.
O cinema, como meio de comunicação de massa, encontra-se totalmente
inserido nesse contexto, por meio ficcional ou documental, se transmite uma
cultura, ideia, história, acontecimento, ou simplesmente com o intuito de
entretenimento
para
o
público,
cumprindo
o
papel
de
comunicação.
Principalmente nos dias atuais, quando a velocidade de informação torna-se
condição sine qua non para as novas gerações, o cinema deixa o seu purismo
analógico e entra nas novas ondas tecnológicas, como: o vídeo, o hd, o 3D, a
internet, enfim, ferramentas que possibilitam uma maior comunicação e rapidez
desse meio.
A evolução do cinema no Brasil tem início com as primeiras imagens da
Baia de Guanabara e do porto de Santos, em 19 de junho de 1898, e os
desbravadores do cinema Mario Peixoto e Humberto Mauro. Apontam-se nessa
história os ciclos regionais do cinema, os grandes estúdios (o sonho
27
hollywoodiano brasileiro) com seus musicais e chanchadas; o cinema regional, o
cinema marginal, o cinema novo, o cinema erótico e as pornôs chanchadas; o
cinema político do final de 1970 e 1980, além do cinema descompromissado
dessa década, à época do Governo do Presidente Fernando Collor de Mello.
Na era Collor, com o fechamento da Embrafilmes e a extinção das leis de
incentivo à cultura, o cinema brasileiro sofreu uma forte queda, o que levou muitos
a acreditarem estar decretada a morte do setor. Mas eis que, como uma “Fênix”, o
filme Carlota Joaquina – a princesa do Brasil, de Carla Camurati, lançado na
década de 1990, faz ressurgir o cinema nacional, destacando-se ainda outros,
como Central do Brasil, de Walter Sales, e O Quatrilho, de Fábio Barreto. Nasce
aí um novo cinema brasileiro com a força, o vigor e a identidade que vemos hoje.
A atual indústria cinematográfica e audiovisual brasileira encontra-se em
plena expansão, devido às várias linhas de fomento criadas pelo governo nas
esferas federal, estadual e municipal (leis de renúncia fiscal, de incentivo ao
audiovisual e editais), observando-se ainda o crescimento dessas ferramentas no
setor privado, o que gera um potencial mercado de trabalho. O cinema nacional
alcançou a sua maturidade com produções de alta qualidade, como Cidade de
Deus, de Fernando Meireles, e Tropa de Elite, de José Padilha, inclusive com
várias indicações e premiações nos mais importantes festivais internacionais,
como o Globo de Ouro, o Oscar, o de Berlim, de Veneza, Cannes, demonstrando
uma posição expressiva no cenário cinematográfico mundial.
Nesse processo, observa-se uma migração natural dos tradicionais polos
produtores de cinema (Rio de Janeiro e São Paulo) para o Nordeste, onde os
cenários naturais, as estórias e o folclore são muito fortes. Cita-se, a título de
ilustração, Cabaceiras, situada no sertão paraibano, conhecida como a cidade do
bode rei e também chamada de a “Roliúde Nordestina”. Cabaceiras já foi cenário
de mais de 18 (dezoito) filmes e minisséries como: São Jerônimo, Cinema,
aspirinas e urubus, Lisbela e o prisioneiro, Romance, O auto da compadecida,
entre outros.
Além da beleza dos cenários naturais, o Nordeste conta com um maior
tempo de sol, isto é, há menos risco de chuva e, consequentemente, mais tempo
de filmagens externas, o que diminui os custos. É possível acrescentar também a
mão de obra mais acessível e a rica cultura nordestina que contribui para roteiros
que fogem do convencional.
28
O Rio Grande do Norte, por não ter tradição cinematográfica, até então não
esteve tão presente no cenário audiovisual nacional. Na história do estado contase, apenas, com as produções Jesuíno Brilhante e Boi de Prata, sendo este o
primeiro filme feito no RN e o primeiro trabalho do estreante e hoje renomado
diretor de fotografia paraibano, Walter Carvalho, no cinema.
Porém, nos últimos 8 (oito) anos, os diversos eventos realizados no estado,
assim como a edição de leis de incentivo à cultura, sugerem estar havendo um
aumento da demanda por produção e pela qualificação em audiovisual no RN.
Indicam-se, por exemplo, os seguintes festivais e mostras anuais:

01 festival de cinema, o FESTNATAL;

02 mostras, o Curta Natal (evento paralelo ao festival MADA – Música
Alimento da Alma) e o Curtacom, mostra audiovisual universitária
promovida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN);

O Goiamum audiovisual, que traz mostras locais, regionais, nacionais e
internacionais, além de mesas nas quais o panorama do audiovisual é
discutido.
Do ponto de vista de leis e editais, destacam-se:

Lei nacional de incentivo a cultura (nº 8.685/1993 - MP nº 2.228/01 - Lei
do audiovisual);

Lei nacional de incentivo a cultura (n° 8.313/1991 - Lei Rouanet);

01 lei municipal de incentivo a cultura (nº 5.323/2001 - Lei Djalma
Maranhão);

01 lei estadual de incentivo a cultura (nº 7.799/1999 – Lei Câmara
Cascudo);

01 edital para o audiovisual estadual (prêmio Willian Cobbet nos termos
da Lei Federal nº 8.666/1993);

01 fundo de cultura municipal (nº 4.838/1997 – Fundo de Incentivo a
Cultura).
Também devem ser relacionadas entidades ligadas ao audiovisual, a
saber:

Associação
Brasileira
de
Documentaristas
e
Curtametragistas
(ABDeC/RN) – realizadores do audiovisual com secção no Estado;

Instituto Técnico de Estudos Cinematográficos (ITEC) – promove cursos
técnicos em audiovisual;
29

Zoom (ONG) – promove cursos, mostras e eventos em audiovisual,
além de fomentar a atividade no RN;

Cineclube Natal – fomenta a cultura audiovisual, discutindo o cinema,
exibindo filmes e formando plateia;

Funcarte (Fundação Capitania das Artes) – fomenta a cultura do
município - Secretaria de Cultura de Natal;

Fundação José Augusto – Entidade de fomento a cultura do Estado,
braço da SECULT, secretária de cultura do RN.
Importa salientar ainda:
a) o Núcleo de Cinema e Vídeo da UnP, espaço de produção e fomento
audiovisual da Escola de Comunicação e Artes da Universidade
Potiguar.
b) as formas de representação do audiovisual no estado:

Projeto Cena de cinema;

Palestras oficinas Cena;

Oficinas Goiamum audiovisual;

Mostras Goiamum Audiovisual;

Mesas redonda Goiamum;

Mostra itinerante Goiamum e 5DVD`s produzidos;

Festival Curta Natal;

Mostra Festival do Minuto;

Dia internacional da animação;

Cursos do Profº Fábio DeSilva;

Oficinas Cannes / Fundação José Augusto;

Oficina Fundação José Augusto (documentário);

Oficina Zoom / Tela Brasilis;

Oficina DocTV Brasil;

Programa DocTV Brasil;

Oficinas Núcleo de Cinema e Vídeo UnP

Workshops de interpretação para cinema e vídeo
30
Os dados supracitados correspondem a um apanhado nos anos de 2004 a
2012, o que significa uma demanda por profissionais e possibilidades de
crescimento do setor audiovisual no Rio Grande do Norte e no Nordeste.
Além disso, as produtoras do estado utilizam profissionais locais, o que é
indicativo também de que egressos de um curso de nível superior, que propicia
qualificação específica, serão bem aceitos por essas empresas. Principalmente
em época de campanha política, quando se nota de modo mais claro a escassez
de profissionais do estado, e com a chegada da TV digital, cada vez mais são
necessários profissionais qualificados para suprir as demandas da área.
O bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Cinema,
desenvolvido pela UnP, assume especial relevância ao contribuir para a formação
e qualificação do setor audiovisual potiguar, criando oportunidades para muitas
pessoas que não têm condições de frequentar esse curso, cuja oferta encontra-se
mais concentrada em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais,
Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina.
No Nordeste existem aproximadamente 8 (oito) Instituições de Ensino
Superior (IES) que oferecem cursos de cinema e audiovisual: em Pernambuco, a
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), as Faculdades Integradas Barros
Melo e a Maurício de Nassau; na Bahia, a Faculdade de Tecnologia e Ciências e
a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (BA); no Ceará, a Universidade
de Fortaleza e a Universidade Federal do Ceará (CE); em Sergipe, com a
Universidade Federal do Sergipe (UFSE).
O Rio Grande do Norte encontra-se em ponto estratégico entre os
principais estados nordestinos produtores de cinema (CE, PB, PE), podendo
assim se tornar um polo de produção cinematográfica regional, seja pelas belezas
naturais da capital e interior, ou pela qualificação de mão de obra especializada e
infraestrutura.
O curso da Universidade Potiguar se diferencia dos demais por oferecer ao
corpo docente e discente um complexo laboratorial organizado e com
equipamentos de ponta, elevando a qualidade da formação acadêmica e,
consequentemente, dos trabalhos produzidos por alunos e professores no
decorrer das disciplinas e nas atividades de pesquisa e de extensão e ação
comunitária.
31
Além disso, a estrutura curricular contempla as principais áreas da
formação cinematográfica, apontando para a atualidade das discussões e da
formação do profissional em cinema.
Todo o trabalho desenvolvido na formação do bacharel em cinema tem
como base ações que aliam competências e habilidades profissionais, situadas
nos campos da comunicação, abrangendo a capacidade de pensar, escrever e
falar com clareza, sempre sob o signo da ética, da solidariedade, da
responsabilidade e senso de justiça social, de modo coerente com o Projeto
Pedagógico Institucional (PPI/UnP).
Tudo isso é possível e viável, uma vez que a indústria cultural audiovisual
está entre as que mais crescem no Brasil e no mundo. A UnP mais uma vez sai à
frente com o curso de Cinema, formando novos campos de trabalho, oferecendo
suporte ao mercado e sendo referência em todo o Nordeste. O Curso tem ainda a
responsabilidade de ser a coluna mestre do setor audiovisual potiguar,
incentivando a criação e produção artística e cultural, de modo a valorizar a
diversidade cultural, étnica e regional brasileira e a contribuir para a
universalização do acesso à arte e à cultura.
2.3.2 Concepção
O Curso de Comunicação Social, habilitação em Cinema, tem sua proposta
pedagógica respaldada nas Diretrizes Curriculares Nacionais (Parecer CNE/CES
n. 492/2001, Parecer CNE/CES n. 1.363/2001, Resolução CNE/CES n. 16/2002)
e no PPI, enfatizando trabalhos práticos e técnicos, e ao mesmo tempo
abordando os fundamentos teóricos e culturais de realização cinematográfica,
formando profissionais com princípios éticos capacitados para a criação e
produção de obras ficcionais e documentais em geral.
Há também uma preocupação em criar uma diversificação e transformação
das demandas sociais e da profissão, adequando-se a essas demandas, assim
como compreender a dinâmica do audiovisual em suas relações com os
processos sociais que as originam e delas decorrem. Ou seja, não existe só a
finalidade de formar um profissional técnico e sim um profissional completo, com
suas competências, habilidades e caráter ético/profissional capaz de suprir as
necessidades do setor.
32
Para tanto, o curso adota estratégias metodológicas por meio das quais os
discentes compreendem a formação teórico-prático como matéria-prima do
processo de modelagem do profissional do cinema, tendo a sua disposição além
de uma empresa produtora instalada em seu recinto, assim como o núcleo de
cinema e vídeo, importante braço extensionista de experimentação e produção
para os alunos do curso, incentivando e fomentando a produção audiovisual na
IES.
No núcleo de cinema e vídeo, é possível se produzir e principalmente,
experimentar diferentes linguagens, estabelecendo relações com outros campos
do conhecimento e profissões com os quais o cinema faz interface, como a
televisão e internet, sempre acompanhado por discentes da área, contribuindo
assim para o ensino de extensão no curso e preparando portfólio para um futuro
profissional com apresentações em festivais e mostras.
O Curso contempla conteúdos básicos, que se caracterizam pela formação
em comunicação social, e conteúdos específicos, incidindo na habilitação em
Cinema, mas situando-a e fortalecendo-a no contexto da comunicação como
cultura de massa (mass media) caracterizando assim o cinema como um veículo
comunicacional para seu público.
Os estudos e atividades práticas garantem a identidade do processo
formativo
em
comunicação
social,
sendo
trabalhados,
teórica
e
metodologicamente, conteúdos relacionados à criação, produção, distribuição,
recepção e análise crítica referentes ao fazer cinema, às práticas profissionais e
sociais que lhes sejam relacionadas e às articulações que existem entre tais
práticas e os diferentes contextos político, econômico, cultural e social.
Tal perspectiva pressupõe a compreensão de que o acadêmico deve
construir um corpo de conhecimentos essenciais ao entendimento das diferentes
concepções e formas da comunicação cinematográfica, pressupondo o
reconhecimento da identidade cultural de determinados segmentos sociais e da
consequente forma como recebem o produto audiovisual e, também, dos
impactos sociais e profissionais resultantes do usos das atuais e novas
tecnologias, no cinema.
Além de reger-se por esses princípios, o Curso de Cinema da UnP
desenvolve suas atividades de acordo com aqueles formulados no PPI e que
enfatizam a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão como alicerce da
qualidade da atividade acadêmica. Esse direcionamento leva em conta as
33
demandas contemporâneas da sociedade, que requerem um profissional
capacitado, tanto na produção de conhecimentos, quanto na sua função sóciopolítica, ética e pró-ativa.
Nesse sentido, o processo formativo tanto mobiliza o aluno para questões
inerentes ao cinema, em todos os âmbitos de atuação, quanto contribui para a
construção de uma identidade profissional articulada com o indivíduo e com a
comunidade, de modo coerente e ético. Dada a amplitude das discussões a
respeito da comunicação, o profissional munido deste olhar estará atuando
também para a garantia dos direitos humanos e contribuindo para a construção
da cidadania.
Sob esse direcionamento, de acordo com as diretrizes curriculares
nacionais e com base nas diretrizes do Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e
Audiovisual (FORCINE), o curso promove estudos e atividades relacionados aos
fundamentos epistemológicos, históricos e teórico-metodológicos do Cinema; às
estratégias de investigação científica e procedimentos de avaliação; às interfaces
do Cinema com outros campos do conhecimento, sendo também, de significativa
importância, as práticas profissionais que oportunizam ao discente o contato com
os diferentes contextos sociais e institucionais e distintos segmentos culturais,
além do conhecimento das bases de políticas públicas para exibição, elaboração
de projetos e captação de recursos, além de fundamentos básicos para a
construção crítica do cinema.
O propósito é que, em sua trajetória acadêmica, o discente estude e
vivencie
elementos
conceituais
e
práticos
necessários
à
compreensão
contextualizada da natureza dos fenômenos e processos da comunicação social,
aplicando-os à sétima arte.
2.3.3 Objetivos
Geral
Formar cidadãos habilitados para criação, crítica, produção e difusão de
conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais no campo do Cinema e do
Vídeo Digital, aptos a trabalhar no setor audiovisual, considerando as
possibilidades de uso de novas linguagens sob o critério da ética e da estética
audiovisual.
34
Específicos
-
Formar profissionais com capacidade técnica e ética para atuarem na
realização
de
obras
audiovisuais,
a
partir
das
plataformas
cinematográfica e vídeográfica, adaptando-as às realidades locais;
-
fornecer embasamento teórico e prático necessário à compreensão do
mercado audiovisual, considerando as suas características artísticas,
técnicas, políticas e econômicas, o seu desenvolvimento e as suas
ligações com diferentes linguagens e mídias e as formas de interação
no mercado;
-
qualificar técnica e culturalmente os iniciantes neste setor, facilitando
as condições de inserção no mercado profissional em níveis local,
regional e nacional. Ao mesmo tempo, oferecer esta qualificação a
profissionais já atuantes no mercado, como forma de reciclagem
profissional;
-
instruir sobre as diferentes realidades do mercado audiovisual, assim
como preparar os egressos para uma adaptação as mais diversas
mídias, mais especificamente, as novas tecnologias.
2.3.4 Perfil profissional do egresso
Como profissional da área de comunicação social, o graduado em cinema,
obrigatoriamente,
deve
apresentar as competências
gerais dessa área,
relacionadas, principalmente, ao seu campo de atuação, com postura ética e
domínio da linguagem cinematográfica para as diferentes mídias.
O perfil do egresso de Cinema contempla, portanto, características comuns
a outras habilitações da área de comunicação como criar, produzir, receber,
distribuir, analisar as mídias, de forma crítica, as práticas profissionais, as
peculiaridades culturais, políticas e econômicas que influenciam os diferentes
grupos sociais, considerando as contribuições dos afro-descendentes, indígenas,
europeus e asiáticos na constituição da sociedade brasileira.
Espera-se, ainda, que o egresso possa adotar atitudes de preservação
ambiental, reconhecer a diversificação e transformação das demandas sociais e
da profissão, adequar-se a essas demandas, assim como compreender a
35
dinâmica do audiovisual em suas relações com os processos sociais que as
originam e delas decorrem.
Além disso, os estudos e práticas do Curso são efetivados de modo que o
egresso demonstre também competências específicas no tocante à produção de
obras cinematográficas; criatividade, olhar crítico sobre a sociedade; utilização de
novas tecnologias tanto para a produção, quanto para a exibição de produtos
audiovisuais. Espera-se ainda que ele possa qualificar o senso comum e,
principalmente, experimentar diferentes linguagens, estabelecendo relações com
outros campos do conhecimento e profissões com os quais o cinema faz
interface.
36
2.4 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Gerais no campo da comunicação social
O egresso deverá ter condições de analisar criticamente os fatos sociais,
utilizando-se de teorias e conceitos apreendidos durante o curso, com
posicionamento ético-político em relação às pessoas e ao meio ambiente, e
refletindo sobre as práticas profissionais no campo da comunicação; de dominar
as linguagens habitualmente utilizadas nos processos de comunicação, nas
dimensões
da
criação,
da
produção,
da
interpretação
e
da
técnica,
experimentando e inovando no uso dessa linguagem.
Específicas da habilitação em Cinema
-
Promover interações entre a comunicação e a arte;
-
Demonstrar domínio no uso da língua escrita e na interpretação de
textos gerais, com sensibilidade crítica, capacidade de interpretação e
reflexão sobre conteúdos e linguagens, sobretudo no pertinente ao
cinema;
-
Compreender questões da indústria cultural e midiática, articulando as
diversas áreas do conhecimento no campo artístico-midiático;
-
Entender as questões éticas e aplicar a legislação cinematográfica em
vigor;
-
Compreender os conceitos, histórias e teorias da arte e do cinema;
-
Compreender e desenvolver os formatos de roteiros videográficos e
cinematográficos;
-
Manter-se atualizado em relação aos conhecimentos sobre o cinema
brasileiro e mundial;
-
Utilizar as narrativas cinematográficas;
-
Dominar a linguagem cinematográfica;
-
Ler e trabalhar a semiótica em peças cinematográficas;
-
Aplicar as técnicas de produção audiovisual;
-
Produzir filmes documental e ficcional;
-
Compreender os princípios da montagem do som;
-
Desenvolver o olhar fotográfico e para iluminação;
-
Criar roteiros sonoros;
37
-
Entender o processo criativo das trilhas sonoras;
-
Desenvolver e aplicar técnicas para a direção de filmes;
-
Manusear câmera cinematográfica digital e lentes;
-
Compreender os movimentos, posicionamentos e enquadramentos
cinematográficos;
-
Captar e manusear os mais diversos tipos de som;
-
Compreender o processo organizacional e gerir uma produção;
-
Produzir filmes de animação e computação gráfica;
-
Produzir roteiros cinematográficos;
-
Aplicar as técnicas de montagem e finalização de imagem e som;
-
Compreender os estilos de figurino e técnicas de maquiagem;
-
Trabalhar a direção de arte e aplicar as técnicas e estilos cenográficos;
-
Desenvolver percepção e técnicas para a preparação de atores e
conhecer os principais elementos da dramaturgia;
-
Desenvolver, planejar, propor, executar e avaliar projetos na área do
audiovisual;
-
Compreender, sistematizar e organizar os processos de políticas
públicas para o audiovisual;
-
Compreender os mais variados processos de distribuição e exibição
cinematográfica;
-
Estar sempre aberto as novas tecnologias e ao experimentalismo no
audiovisual;
-
Desenvolver a crítica como ferramenta para a produção textual sobre
cinema;
-
Preservar e fomentar a memória audiovisual brasileira;
-
Trabalhar em equipe, considerando a necessidade de respeitar e
valorizar a diversidade de pessoas e grupos.
Campos de trabalho e funções
O profissional poderá atuar em diversas áreas, assumindo funções
variadas:
-
empresas produtoras de cinema e vídeo, exercendo as funções de
administrador, roteirista, produtor, diretor, diretor de fotografia,
cinegrafista, editor, técnico de som, diretor de arte, cenógrafo,
38
maquiador, produtor de figurino;
-
organizações governamentais, não-governamentais e empresariais,
criando e planejando projetos de audiovisual;
-
empresas distribuidoras de filmes;
-
empresas exibidoras de filmes;
-
órgãos culturais, elaborando projetos culturais;
-
empresas de elaboração de projetos e captação de recursos
audiovisuais;
-
empresas públicas e privadas exercendo cargos de gestor cultural para
o audiovisual;
-
empresas de televisão, como: roteirista, produtor, diretor, diretor de
fotografia, cinegrafista, editor, técnico de som, diretor de arte,
cenógrafo, maquiador, produtor de figurino.
O futuro profissional pode ainda atuar:
-
como redator, produtor e diretor em agências de publicidade;
-
como profissional autônomo (freelancer), prestando serviços para
empresas do setor audiovisual, podendo ser produtor, redator /
roteirista, diretor, diretor de fotografia, cinegrafista e editor;
-
ministrando cursos, oficinas e workshops;
-
na organização de mostras e festivais de cinema;
-
realizando seus próprios projetos, seja por recursos próprios, por
editais, prêmios ou leis de fomento ao audiovisual;
-
como crítico de arte e crítico cinematográfico na mídia impressa e
eletrônica;
-
como profissional autônomo (freelancer) em campanhas políticas,
prestando serviços para empresas do setor audiovisual.
39
2.5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Entre os critérios observados na construção da organização curricular,
destaca-se a sua compatibilidade com as diretrizes curriculares nacionais e
princípios e orientações da Universidade Potiguar para a sua graduação,
conforme o Projeto Pedagógico Institucional e o Plano de Desenvolvimento
Institucional 2007/2016.
Estruturado em 8 séries (4 anos), o Curso é desenvolvido com 3.240 horas
(3.840 horas aula), considerando determinações do Conselho Nacional de
Educação (Parecer CNE/CES n. 8/2007; Resolução CNE/CES n. 2/2007). Libras
consta da estrutura curricular como disciplina optativa (Decreto 5626/2004).
Elementos constitutivos
A organização curricular do Curso consiste de ciclos de formação que
comportam
blocos
desdobramentos
em
de
conhecimentos,
disciplinas,
os
quais,
acrescendo-se
por
sua
ainda
as
vez,
têm
atividades
complementares. O propósito é manter uma estreita articulação entre esses
elementos (figura 2) numa lógica de aproximações sucessivas: do geral para o
particular; do mais simples para o mais complexo,de modo que se possa viabilizar
a interdisciplinaridade, um dos princípios curriculares da UnP.
Figura 2 – Ciclos de Formação
40
Ciclos de formação
Apresentando peculiaridades próprias, porém intercomplementares, os
ciclos são assim denominados e caracterizados:
a) de formação geral e humanística, comportando uma base de
conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão
de conceitos introdutórios da área comunicação;
b) básico profissionalizante, destinado a estudos próprios das áreas de
comunicação, cinema e audiovisual, abrangendo disciplinas que irão
compor a base para a compreensão do objeto da profissão;
c) profissionalizante,
compreendendo
estudos
específicos
e
mais
verticalizados do próprio Curso, consolidando-se, nessa etapa, o
processo de formação em nível de graduação.
Blocos de conhecimentos
Compondo cada um dos ciclos de formação, os blocos de conhecimentos
agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual
comum ou de aproximação entre seus elementos constitutivos.
Disciplinas
Representam recortes dos blocos de conhecimento, delimitando-se
campos de estudo de teorias e práticas em um nível particular. Compõem o Curso
disciplinas obrigatórias e optativas. Entre as primeiras, estão:
a) as institucionais (Leitura e Produção de Texto e Introdução à Educação
Superior, na 1ª série);
b) da Escola;
c) do Curso.
41
As disciplinas de natureza optativa, cada uma com 60 horas-aula, estão
estruturadas nos níveis:
a) institucional
1.
Administração
Profissional
Carreira
2.
Homem e Sociedade
3.
Desenvolvimento e Sustentabilidade
Ambiental
4.
Inclusão e Atendimento a Necessidades
Especiais
5.
Empreendedorismo
6.
Inglês Instrumental I
7.
Espanhol Instrumental I
8.
Inglês Instrumental II
9.
Espanhol Instrumental II
10. Fundamentos de LIBRAS;
da
11. Estudo da Realidade Brasileira
13.
12. Raciocínio Lógico.
Ética, Cidadania e Direitos Humanos
b) da Escola de Comunicação e Artes
1.
Comunicação e Gênero;
2.
Comunicação Profissional;
3.
Comunicação
Contemporâneas;
Mídias
4.
Métodos e Técnicas de Pesquisa em
Comunicação;
5.
Comunicação no Terceiro Setor e
Responsabilidade Social;
6.
Negócios em Comunicação.
e
As disciplinas optativas institucionais, com oferta prevista na 2ª e 4ª série,
integram o ciclo de formação geral e humanístico. As da Escola, prevista na 3ª,
situa-se nos ciclos geral e humanístico e básico-profissionalizante, sendo
ofertadas em alternância com as institucionais, conforme quadro 6 e estrutura
curricular a seguir.
Como a lógica curricular não comporta rigidez, um determinado bloco de
conhecimentos e suas disciplinas podem estar presentes em um ou mais ciclos
formativos. As atividades complementares, por exemplo, perpassam os três
ciclos, ampliando, flexibilizando e diversificando o percurso acadêmico discente.
42
Quadro 6 – Organização do Curso por ciclo, blocos de conhecimento e
disciplinas.
CICLOS DE
BLOCOS DE
FORMAÇÃO
CONHECIMENTO
Fundamentação Humanística
– FH
DISCIPLINAS
-
Geral e
Humanístico
Fundamentos Gerais da
Comunicação – FG
-
Fundamentos Gerais da
Comunicação e Artes – FGA
Básico
profissionalizante
Fundamentos Gerais do
Cinema – FGC
Profissionalizante
Práticas Profissionais em
Cinema – PPC
-
Introdução à Educação superior;
Leitura e Produção de Texto;
Fundamentos de Técnicas e Métodos
Científicos;
Desenvolvimento e Sustentabilidade
ambiental;
Empreendedorismo.
Introdução à Comunicação e Arte;
Fundamentos Básicos em Ciências
Humanas e da Cultura;
Bases Sociológicas da Comunicação;
A cultura de Massa e a Produção do
Sentido;
Comunicação
e
Mídias
Contemporâneas
História da arte;
Ética e legislação em cinema;
Semiótica aplicada ao cinema.
Introdução ao cinema;
Cinema brasileiro;
Narrativa
visual
e
linguagem
cinematográfica;
Produção audiovisual;
Cinema documental;
Direção em cinema I;
Fotografia e iluminação;
Cinema de ficção.
Estruturas de roteiro;
Produção audiovisual;
Cinema documental;
Direção em cinema I;
Montagem cinematográfica;
Fotografia e iluminação;
Desenho de som e trilha sonora;
Cinema de ficção;
Direção de fotografia;
Direção em cinema II;
Direção de produção;
Técnicas de captação de som;
Animação e computação gráfica;
Roteiro avançado;
Montagem e pós-produção de imagem
e som;
Figurino e maquiagem;
Direção de arte e cenografia;
Dramaturgia e preparação de atores;
Produção executiva e elaboração de
projetos;
Crítica cinematográfica;
Políticas para exibição de filmes;
Projeto experimental em cinema I;
Projeto experimental em cinema II;
Temas atuais em cinema.
43
Estrutura curricular 2010.1
A estrutura do Curso apresenta 3.240 horas (3.840 horas aula), distribuídas
a seguir por série, disciplinas e total por semestre e total geral.
Estrutura curricular vigente a partir de 2010.1
SÉRIE
DISCIPLINAS
1ª
Bases Sociológicas da Comunicação
Fundamentos Básicos em Ciências Humanas e
da Cultura
Fundamentos de Técnicas e Métodos
Científicos
Introdução à Comunicação e Arte
Introdução à Educação Superior
Leitura e Produção de Texto
CARGA HORÁRIA (H/A)
CH SEMANAL
CH
Semestral
Teórica Prática
Total
3
0
3
60
3
0
3
60
3
0
3
60
3
3
3
18
0
0
0
0
3
3
3
18
60
60
60
360
20
Total 1ª série
A Cultura de Massa e a Produção do Sentido
Estruturas de Roteiro
História da Arte
2ª
Introdução ao Cinema
Legislação e Ética em Cinema
Optativo I - Institucional
2
2
2
3
2
3
1
1
1
1
1
0
3
3
3
4
3
3
380
60
60
60
80
60
60
Subtotal
14
5
19
380
Subtotal
Atividades Complementares I
Atividades Complementares II
20
Total 2ª série
Cinema Brasileiro
Cinema Documental
Narrativa Visual e Linguagem Cinematográfica
3ª
Optativo I - Escola de Comunicação e Artes
Produção Audiovisual
Semiótica Aplicada ao Cinema
3
2
2
3
2
2
0
2
1
0
2
1
3
4
3
3
4
3
400
60
80
60
60
80
60
Subtotal
14
6
20
400
Atividades Complementares III
20
Total 3ª série
Cinema de Ficção
Desenho de Som e Trilha Sonora
Direção em Cinema I
4ª
Fotografia e Iluminação
Montagem Cinematográfica
Optativo II - Institucional
2
2
1
2
2
3
2
2
2
1
2
0
4
4
3
3
4
3
420
80
80
60
60
80
60
Subtotal
12
9
21
420
Atividades Complementares IV
20
Total 4ª série
Animação e Computação Gráfica
Direção de Fotografia
5ª
Direção de Produção
Direção em Cinema II
Técnicas de Captação de Som
2
1
0
0
1
2
3
3
3
3
4
4
3
3
4
440
80
80
60
60
80
Subtotal
4
14
18
360
44
Atividades Complementares V
20
Total 5ª série
Direção de Arte e Cenografia
Dramaturgia e Preparação de Atores
6ª
Figurino e Maquiagem
Montagem e Pós-produção de Imagem e Som
Roteiro Avançado
2
2
3
0
1
2
2
1
5
3
4
4
4
5
4
380
80
80
80
100
80
Subtotal
8
13
21
420
Atividades Complementares VI
20
Total 6ª série
Crítica Cinematográfica
Políticas para Exibição de Filmes
7ª
Produção Executiva e Elaboração de Projetos
Projeto Experimental em Cinema I
4
4
5
0
0
0
0
5
4
4
5
5
440
80
80
100
100
Subtotal
13
5
18
360
Atividades Complementares VII
20
Total 7ª série
Projeto Experimental em Cinema II
8ª
Temas Atuais em Cinema
0
2
17
0
17
2
380
340
40
Subtotal
2
17
19
380
Atividades Complementares VIII
20
Total 8ª série
400
Carga Horária Obrigatória (h/a)
INTEGRALIZAÇÃO
Teórica
Prática
Total
85
69
154
CH dos
Semestres
3080
Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias
2900
Carga Horária Total das Atividades Complementares
160
Carga Horária das Disciplinas Optativas
180
Carga Horária Total de Integralização do Curso
3240
45
2.6 ATIVIDADES DO CURSO
2.6.1 Atividades práticas
As atividades práticas no Curso são desenvolvidas por meio de projetos
interdisciplinares, atividades experimentais, aulas de campo e atividades
intercursos e TCC, como exemplificado abaixo:
Projetos interdisciplinares - começam a partir da segunda série e vão até a
a)
sétima:
-
Experimento cinema (2ª série - projeto de iniciação e experiência no audiovisual – 2010
e 2011);
-
CineDoc (3ª série - projeto de produção de documentários – 2011 e 2012);
-
Curta os Minutos (4ª série - projeto de produção de curtametragens – 2011 e 2012);
-
Anime-se (5ª série - projeto de produção de animação – 2012 e 2013);
-
CinemAtua (6ª série - projeto de atuação em cena 2012 e previsão para 2013.2);
-
Doc Script (7ª série - projeto de tratamento e trabalho com roteiros e de crítica
cinematográfica previsão para 2014).
-
Cinema Preto e Branco (5ª e 7ª – projeto transdisciplinar que discute as relações étnicoraciais no Cinema 2013 e previsão para 2014)
b)
Atividades experimentais - todas as disciplinas trabalham com os alunos em
exercícios experimentais do audiovisual, seja com produção, direção,
montagem, som e roteiro.
c)
Aulas de campo - Disciplinas ligadas a produção, direção e som, trabalham
também com os alunos em atividades externas ao Campus.
d)
Atividades intercursos - Dependendo da demanda / necessidades de outros
cursos e disponibilidade do curso de cinema, alunos e professores contribuem
para a produção de material audiovisual e organiza debates e mostras de
cinema em parceria com outros cursos.
e)
TCC, projeto de conclusão de curso, acontece entre a 7ª e 8ª série e o aluno
deve produzir uma monografia ou um curta-metragem documental ou de
ficção.
O curso conta, atualmente, com uma produtora de audiovisual funcionando
no seu interior, com equipamentos de alta definição tanto para captação de
imagens
e
som,
quanto
para
edição
e
finalização.
São disponibilizados 02 estúdios e 04 ilhas padrão Macintosh, além de 02
laboratórios de informática com softwares de edição, finalização e animação 3D.
46
2.6.2 Atividades complementares
As
atividades
complementares,
normatizadas
pela
Resolução
nº.
024.2/2012 – ConEPE – e previstas da 1ª a 8ª séries, flexibilizam, diversificam e
ampliam a formação do aluno, compreendendo a participação em palestras,
conferências, simpósios, encontros estudantis; frequência a cursos presenciais ou
a distância; iniciação científica e extensão e ação comunitária; monitoria, entre
outras.
Controle e registro
O controle e registro das atividades realizadas pelo aluno são da
responsabilidade da coordenação do Curso, a partir do cadastro das atividades de
cada discente em sistema próprio, mediante apresentação dos documentos
comprobatórios. Automaticamente, os dados entram nesse sistema, passando a
compor o histórico escolar do aluno. O estudante tem acesso a esse controle e
registro via internet.
Semestralmente, o coordenador verifica a situação individual do aluno,
cumprindo determinações da Resolução n. 024.2/2012, art. 4º, incisos IV e V:
IV – é facultado ao aluno cumprir carga horária remanescente de semestre
anterior, cumulativamente com a do semestre subsequente, desde que o
total dessa carga horária não ultrapasse o dobro do previsto para o
semestre;
V – quando a carga horária cumprida quer como carga horária
remanescente de semestres anteriores, quer como adiantamento de carga
horária do semestre subsequente, ultrapassar o dobro da carga horária
prevista para o semestre, o excedente não será considerado para fins de
registro acadêmico.
Para cada atividade são atribuídas carga horária e pontuação (quadro 7)
pelo Conselho do Curso, que se posiciona também quanto às atividades não
contempladas no PPC.
47
Quadro 7 – Pontuação das atividades complementares
CARGA HORÁRIA
POR ATIVIDADE
ATIVIDADE
1
Palestra
2
Curso – presencial ou a
distância
3
Jornada Acadêmica
2.1
2.2
2.3
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
3.7
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
De 8 a 10 horas
De 11 a 19 horas
Acima de 19 horas
Mostra de Comunicação
Apresentação de seminário interdisciplinar
Participação em comissão organizadora
Apresentação do anteprojeto de pesquisa
(1)
em Cinema
Assistência na apresentação de Trabalho
de Conclusão de Curso
Seminário sobre o ensino de cinema
Jornada em área afim
Encontro Estudantil
5.1 Ateliê de pesquisa em comunicação
Participação voluntária em projeto de
Iniciação Científica
5.2
pesquisa em comunicação
5.3 Bolsista de pesquisa em comunicação
6.1 Até 08 horas (presencial)
Iniciação à Extensão ou
6.2 De 09 a 15 horas (presencial)
(2)
à Ação Comunitária
6.3 Acima 15 horas (presencial)
Monitoria - com bolsa ou 7.1 01 disciplina
(3)
voluntária
7.2 02 disciplinas
Publicação de Trabalho em Revista Técnica/Científica, Anais e Revista
Eletrônica
(4)
Viagem / Visita Técnica
10.1 Participação como congressista
Congresso na Área de
Comunicação
10.2 Apresentação de trabalho
11.1 Participação como congressista
Congresso em Área
Afim
11.2 Apresentação de trabalho
Prêmio ou Título na Área de Comunicação / Audiovisual
(5)
Produção Técnica com eficácia comprovada
(6)
Produção Artístico-cultural
15.1 Até 40 h/s
Disciplina cursada em 15.2 De 41 a 60 h/s
nível superior e não
(7)
15.3 De 61 a 80 h/s
aproveitada
15.4 Acima de 81 h/s
(8)
Atividades Complementares cursadas em outros Cursos e/ou IES
(9)
Participação em mostras / festivais e em veículos de comunicação
MÁXIMO
SEMESTRAL
CH POR
ATIVIDADE
Promovida
pela UnP
Não
promovida
pela UnP
05
10
12
15
15
15
15
02
06
08
10
05
-x10
12
-x-
12
-x-
20
10
05
4
10
05
05
3
20
10
10
12
16
20
15
25
05
08
10
14
-x-x-
25
25
25
02
10
20
04
08
10
02
10
10
12
14
18
10
05
-x10
20
02
06
10
01
05
05
08
10
14
10
05
08
20
15
25
05
20
20
25
20
08
20
02
25
18
10
25
(1)
Atividade desenvolvida a partir do 3º semestre.
(2)
Atividade de extensão ou de ação comunitária especifica dos Cursos de Comunicação Social, Rádio Experimental,
Televisão Interna, Núcleo de Cinema e Vídeo, Weblab, Comunicação Alternativa, Projeto Memória, Laboratório de Voz
Profissional, EXPROM, Empresa Júnior, Projetos na produtora de vídeo da UnP, podendo ser contempladas diversas
culturas, com ênfase para a afro-descendente, africana e indígena. Além de atividades promovidas pelo setor
audiovisual e de comunicação regional e nacional.
(3)
A monitoria deverá ter, no mínimo: 3 meses de duração comprovada; conceito “BOM” na avaliação de desempenho.
(4)
O aluno precisará entregar à Coordenação documento que comprove a data da viagem/visita técnica, local, pessoa e
telefone para contato, juntamente com o relatório sobre a viagem/visita técnica.
(5)
Softwares, produtos tecnológicos, processos ou técnicas.
(6)
A comprovação de produção artístico-cultural dar-se-á mediante entrega do material produzido ou através de registros
documentais (foto, gravação audiovisual, entre outros), acompanhados de certificação.
(7)
Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, à disciplina que não constar no aproveitamento de estudos poderá
ser considerada como Atividade Complementar, seguindo a carga horária correspondente por atividade nesta tabela.
(8)
Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, a carga horária de Atividades Complementares registradas no
Histórico Escolar poderá ser aproveitada conforme a discriminação da tabela.
(9)
A comprovação de participação em mostras / festivais e em veículos de comunicação dar-se-á mediante entrega do
material produzido ou através de registros documentais (foto, gravação audiovisual, entre outros), acompanhados de
certificação.
48
2.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão (TCC) do Curso de Comunicação Social,
habilitação Cinema, constitui disciplina curricular obrigatória e caracteriza-se
como atividade de sistematização e síntese de conhecimentos, e de integração
entre a teoria e prática, cabendo ao aluno optar por uma das seguintes
modalidades:
a) monografia;
b) produto experimental (filme).
Além de escolher a modalidade, o aluno selecionará o tema sob o critério
de sua vinculação à habilitação em Cinema, seguindo as normas do Manual de
TCC. Em seguida, o formando deve indicar, através de questionário aplicado em
sala, um professor-orientador para a sua pesquisa.
A elaboração de uma ou de outra forma de TCC deve levar em
consideração as normas e critérios estabelecidos no Manual de Trabalho de
Conclusão, do próprio Curso, documento este entregue a todos os discentes que
se encontrem nessa fase.
Somente podem se matricular na disciplina os alunos concluintes,
regularmente matriculados e com, no máximo, 3 (três) dependências por cursar,
na série imediatamente anterior.
O aluno desenvolverá todo o processo (da formulação do problema até a
defesa final) sob orientação do professor, cuja escolha deve ser pautada pela
relação que este mantém com as mais diversas mídias e grupos temáticos
indicados, e, ainda, pelas afinidades subjetivas e intelectuais que apresenta com
o aluno,
tendo em vista a eficiente execução da pesquisa. Todo professor
orientador deve ser vinculado à Área de Ciências da Comunicação e
disponibilizado pela Coordenação do TCC.
No
caso
específico
dos
produtos
experimentais,
exigir-se-á
o
acompanhamento escrito de MEMORIAL DESCRITIVO E ANALÍTICO com níveis
de aprofundamento e pesquisa similares à dissertação monográfica circunscritos
ao tema escolhido e que justifiquem o formato e a finalidade de uma realização
prática.
49
Monografia
Trata-se de uma pesquisa individual de um ramo, setor ou ângulo da
questão sob análise, realizada pelo aluno, a partir de uma investigação científica
sujeita à normalização bibliográfica.
Apesar da abrangência limitada, a monografia é um estudo rigorosamente
científico, submetido a um criterioso exame no processo final de defesa pública
através de uma banca examinadora designada pela coordenação do Curso.
Não é permitida a solicitação de nenhuma produção laboratorial por parte
do concluinte (seja nas mídias impressas ou eletrônicas) com o objetivo de
complementar seu trabalho escrito ou apenas sua apresentação pública.
Produto Experimental
De acordo com o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (2009),
experimentar significa submeter-se à experiência, pôr à prova; ensaiar, pôr em
prática, executar, empreender, participar, avaliar, conhecer, verificar.
Sentir,
sofrer, suportar. Adquirir experiência, adestrar-se.
Esses são os conceitos que irão permear a condução do processo de
habilitação de novos profissionais de cinema no mercado de trabalho.
Sabe-se que a economia moderna preza pela criatividade, ao mesmo
tempo que, exige sua aplicação imediata, objetiva e rentável, cabendo aos
centros de educação, faculdades, universidades e outras instituições destinadas à
formação profissional, o papel de favorecer o exercício da criatividade através da
pesquisa acadêmica, oferecendo produtos diferenciados ao mercado consumidor
de notícias. No caso da Universidade Potiguar, excluir-se desse processo significa
perder credibilidade e negar-se à ação social que enuncia.
Os modelos de formatação dos trabalhos laboratoriais consistem em
produtos convencionalmente estabelecidos e aqueles de caráter efetivamente
experimentais. No primeiro caso, pretende-se tão-somente abastecer um mercado
já padronizado. No segundo, por sua vez, questionam-se os padrões e demandas
mercadológicas em vigor através da experimentação de novos formatos.
Nos dois casos listados, exige-se do formando um relato do processo
envolvido através de um Memorial Descritivo e Analítico.
50
Apesar da aplicação prática direta dos produtos experimentais, é exigido
dos concluintes o mesmo comprometimento científico estabelecido para a
monografia.
É preciso ter ciência das implicações relacionadas aos meios e tecnologias
a serem utilizados, contexto histórico-cultural teórico e técnico a fim de identificar
prováveis lacunas e a própria viabilidade da produção.
São exemplos de bens culturais o filme documental e o filme ficcional.
O produto experimental do TCC em Cinema da UnP é um trabalho autoral
coletivo a ser realizado a partir de 01 (um) concluinte, com no máximo 06 (seis) e
a
sua
propriedade
intelectual
será
compartilhada
pelos
discentes
desenvolvedores do projeto e a UnP.
Avaliação
É obrigatória, tanto para a monografia quanto para a produção
experimental, a submissão ao exame de qualificação. Após convocado e
divulgado pela Coordenação do TCC, o exame consistirá de uma arguição oral do
Relatório apresentado.
A função do exame de qualificação é avaliar o desenvolvimento da
pesquisa, considerando os requisitos básicos exigidos de um trabalho científico
de qualidade, e também contribuir para a finalização deste, a partir de sugestões
dos avaliadores.
Os critérios de avaliação tanto para monografia quanto para o produto
experimental, estarão especificados no Manual de TCC.
Caberá à Coordenação do TCC apreciar o cumprimento das exigências
especificadas para depósito dos volumes. Ao constatar a inobservância das
mesmas, cientificar orientador e orientando.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média 7,0 ou superior dos
examinadores que compõe a banca. Constará na ata apenas o resultado aceito
ou não aceito.
Uma vez aceito (monografia ou produto experimental), o resultado deverá
ser registrado em formulário específico, que integra o Manual de TCC.
O Relatório não aceito deverá ser apresentado em nova versão, com os
ajustes recomendados pela Banca. Será dado ao aluno 15 dias, contando a partir
do dia exame de qualificação, para refazer o trabalho.
51
Caso o aluno não cumpra os prazos estabelecidos no cronograma do
exame de qualificação, a Coordenação poderá requerer a suspensão da sessão
pública de defesa. A partir daí o aluno estará em recuperação, sendo facultado o
direito de defesa somente após a conclusão do Exame Final de todos os projetos
em andamento e aprovados na qualificação.
Neste caso, o aluno não colará grau na data oficial, mas somente após a
recuperação, nova apresentação e defesa de seu trabalho.
2.6.4 Metodologia
Os docentes do curso de Cinema adotam procedimentos metodológicos
apropriados ao alcance de seus objetivos, utilizando maneiras diversificadas de
incentivar a aprendizagem, de acordo com as especificidades temáticas de cada
disciplina.
Desde o início do Curso, são utilizadas estratégias focadas em três
vertentes voltadas para criatividade, experimentalismo e autonomia.
Como estratégias de articulação teoria-prática, além de atividades
desenvolvidas em laboratórios específicos de Cinema, são realizadas outras
atividades
em
ambientes
externos,
como
exercícios
de
filmagens
de
documentários e ficções. Desta forma, alcança-se um equilíbrio entre teoria e
prática.
Outro
aspecto
importante
que
faz
parte
da
metodologia
é
a
interdisciplinaridade, desenvolvida a partir da segunda série, aonde no final de
cada semestre é desenvolvido um projeto audiovisual ligado a todas as disciplinas
ministradas no bloco, esse processo é contínuo e ininterrupto até o final do curso
culminando com o TCC. Com a interdisciplinaridade, o aluno tem uma visão
global dos temas abordados e uma base prático-teórica sólida.
Os procedimentos metodológicos estimulam a participação do aluno em
atividades acadêmicas, focando o aprender a aprender e o aprender a agir ética e
criticamente. Serão ainda desenvolvidas atividades que favorecem a percepção e
o respeito à diversidade, como palestras e debates envolvendo representantes do
setor de audiovisual.
Ainda no estreitamento entre teoria e prática, os Trabalhos de Conclusão
de Curso receberão destaque especial, com a orientação ocorrendo em todos os
52
âmbitos do conhecimento para a produção de monografias, documentários e
curtametragens de ficção, em consonância com o mercado de cinematográfico.
Nesse sentido, poderão ser indicados a existência de laboratórios
adequadamente equipados que permitirão ao aluno utilizar os recursos
experimentais, levando-o a integrar teoria e prática; realização de eventos para
divulgação dos trabalhos desenvolvidos pelo corpo docente e discente do Curso
de Cinema da UnP, o que também possibilitará o contato do aluno com
importantes nomes do Cinema, encontrados nos cenários regional e nacional.
Como exemplo, destacam-se o EduCom – Congresso de Comunicação e
Educação do RN e a participação atuante no Congresso Científico e Mostra de
Extensão da Instituição.
53
2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem segue o constante do Regimento Geral: é
feita por disciplina, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%) e
aproveitamento - média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da
aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).
Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada
unidade abrange os conteúdos, cumulativamente. Concluídas as avaliações
referentes a cada unidade, é realizada a apuração da média, resultante da
aplicação da seguinte fórmula:
Média Final= U1 + U2
2
É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, e
utilizar instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do aluno,
na forma de teste, prova, trabalho teórico ou prático, projeto, ou de quaisquer
outras
técnicas
pertinentes
à
programação
da
disciplina,
aplicados
individualmente ou em grupo, de maneira que seja proporcionada ao aluno uma
avaliação contínua de seu desempenho.
As avaliações finais das U1 e U2 poderão ser realizadas de forma
integrada, contemplando a programação conjunta de todas as disciplinas da
mesma série ou de todas as séries já cursadas pelo aluno, constituindo-se como
avaliações integradas.
Se, ao final das duas unidades, o aluno não obtiver média 7,0, poderá
realizar avaliação de recuperação, possibilitando a verificação da melhoria de seu
desempenho em relação ao resultado anterior. A nota obtida na avaliação de
recuperação irá substituir a menor nota obtida nas unidades anteriores (U1 ou U2)
Segunda chamada
O aluno pode realizar uma segunda chamada, objetivando a substituição
de uma avaliação não realizada em razão de falta a uma avaliação de qualquer
um dos momentos avaliativos, mediante solicitação no autoatendimento,
deferimento e pagamento da taxa correspondente.
54
Procedimentos
São considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a
identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a adoção de formas
de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais ou
a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam
dificuldades mais expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação
das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso.
Instrumentos e critérios
São adotadas provas escritas, artigos, relatórios de seminários, de estágios
e de visitas técnicas, dentre outros.
Como critérios são indicados: participação/envolvimento do aluno com as
atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos
estudados na disciplina; uso da língua culta; atitudes que expressem uma
convivência harmoniosa e solidária.
Exame de proficiência
De conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.
9394/96, o estudante poderá, excepcionalmente, se submeter a exame de
proficiência com vistas à abreviação de seus estudos.
Esse exame, de acordo com o Regimento Geral, requer a avaliação das
potencialidades, conhecimentos e experiência profissional anteriores do aluno,
que lhe possibilita avançar nos estudos, mediante comprovada demonstração do
domínio do conteúdo e das habilidades e competências requeridas por disciplina
ou grupo de disciplinas do currículo do seu curso.
55
2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
A avaliação do Curso está integrada ao Projeto de Autoavaliação
Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), com o
envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, adotandose uma dinâmica em que são trabalhadas as seguintes categorias:
A aplicação dos instrumentos ocorre semestralmente, por meio do sistema
de avaliação institucional (SIS), sob a responsabilidade da CPA/UnP.
Os resultados são socializados em seminários de avaliação e planejamento
institucional promovidos pela Comissão Própria de Avaliação, com a participação
dos Conselhos de Cursos de graduação, dentre os quais o Conselho do Curso e
do Núcleo Docente Estruturante. Após cada seminário, os resultados são
analisados pelo Conselho e NDE, assim como com representantes de turma, com
vistas à identificação e adoção de estratégias de melhorias, e consequente
aperfeiçoamento do Curso. Já as ações realizadas para a superação de eventuais
limites são divulgadas por meio da internet, site UnP.
Além disso, atendendo a proposta do Conselho do Curso e do NDE o
estágio supervisionado tem também ferramenta avaliativa ao término de cada
semestre, contemplando: análise da atuação do supervisor, das estruturas
56
utilizadas nos cenários de prática e dos processos de avaliação da aprendizagem.
Estes,
por
suas
peculiaridades,
também
contam
com
metodologias,
procedimentos e instrumentos específicos, de acordo com o indicado no Manual
de Estágio do Curso.
A avaliação do PPC, especificamente, deve ocorrer levando em conta:

coerência do Projeto com os requisitos legais, com as diretrizes
curriculares nacionais e orientações institucionais constantes no PDI;

coerência entre objetivos do curso e perfil do profissional a ser
formado;

atualidade das competências e habilidades previstas em relação às
necessidade sociais, em especial as de saúde, e, ainda, do mercado
de trabalho;

ações realizadas para implementação das políticas de ensino,
pesquisa, extensão e ação comunitária previstas no PDI;

estratégias de flexibilização curricular adotadas;

coerência da sistemática de avaliação utilizada nas disciplinas com os
conteúdos estudados;

melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho,
requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre
outros;

funcionamento do Conselho do Curso e respectivos registros;

melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte
físico, computacional e bibliográfico para funcionamento do Curso,
incluindo ambientes específicos.
As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento
elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e
divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (docentes, discentes, técnicos
de laboratórios, coordenação e supervisão de estágio). Cabe ao NDE a
proposição de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante
documento específico submetido à análise do Conselho do
implementado sob o acompanhamento da CPA/UnP.
Curso, e
57
PARTE 3 – CORPO DOCENTE, CORPO DISCENTE E CORPO
TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
58
3.1 CORPO DOCENTE
3.1.1 Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante (NDE), instituído nos cursos de graduação
da Universidade Potiguar através da Resolução n o 40/2012 - ConEPE, de 29 de
novembro de 2012, tem atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre
matéria de natureza eminentemente acadêmica, sendo responsável pela criação,
implementação e consolidação do Projeto Pedagógico de cada curso.
São atribuições dos integrantes do NDE, de acordo com esse normativo:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
adotar estratégias de trabalho que assegurem a participação de
representação docente e de pessoal técnico-administrativo na
elaboração, avaliação e aperfeiçoamento do Projeto
Pedagógico do Curso (PPC), acrescentando-se a Coordenação
Acadêmica e Pedagógica do Núcleo de Educação à Distância
(NEaD) quando se tratar de curso a distância;
propor à apreciação do ConseC projetos de pesquisa, de
cursos de pós-graduação lato sensos e stricto sensu e de
cursos ou atividades de extensão, com vistas a fortalecer o
princípio da indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão;
propor alternativas teórico-metodológicas que promovam
inovações metodológicas e a melhoria dos processos de
ensino-aprendizagem, considerando as peculiaridades do curso
– se presencial ou a distância;
analisar relatórios semestrais emitidos pela coordenação
acadêmica e pedagógica do Núcleo de Educação a Distância
(NEaD) relacionados à execução e avaliação do projeto
pedagógico do curso;
apoiar a Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP) nas
atividades de atuoavaliação do curso;
analisar resultados da autoavaliação do curso obtidos nos
processos de avaliação interna conduzidos pela CPA/UnP e de
avaliação externa efetivadas pelo órgão oficial competente, com
vistas á implementação de ações de melhorias;
acompanhar o desempenho acadêmico das turmas, em
conjunto com os respectivos professores e tutores de cursos a
distância, identificando estratégias de superação de
dificuldades de aprendizagem, podendo, para tanto, contar com
o Núcleo de apoio Psico-pedagógico (NAPe);
analisar os instrumentos de avaliação da aprendizagem
utilizados pelos professores, propondo os aperfeiçoamentos
pertinentes;
apreciar e avaliar os relatórios de pesquisa e experiências
desenvolvidas em laboratório e a infraestrutura disponível
nesses laboratórios, encaminhando à Coordenação do Curso
sugestões e alternativas de melhoria;
59
Ainda, conforme a referida Resolução, compete ao Coordenador do Curso,
sem prejuízo das atribuições inerentes à função:
I.
II.
III.
IV.
V.
Convocar e coordenar, mensalmente, as reuniões do NDE,
preferencialmente em conjunto com o Conselho do Curso,
indicando um dos integrantes para registro das discussões,
encaminhamentos e decisões;
Definir, em comum acordo com os docentes integrantes do
NDE, os Grupos de Trabalho que devam ser formados,
atendendo as especializações de cada docente em relação à
matéria a ser tratada pelo Grupo;
Estabelecer a distribuição de carga horária e o horário diário de
cada componente do NDE;
Promover, mediante formulários definidos em conjunto com a
CPA/UnP, a avaliação do desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso;
Encaminhar à Direção da Escola, mensalmente, relatório das
atividades desenvolvidas pelo NDE.
NDE do Curso
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Cinema é composto por 5
professores, conforme Portaria n. 362/2012 de 22 de agosto de 2012 –
Reitoria/UnP, apresentando as seguintes características:
Quadro 8 – Composição do NDE do curso.
Nome
Fábio José da Silva
Gustavo Henrique Ferreira Bittencourt
Manoel Pereira da Rocha Neto
Mari Sugai
Michelle Ferret Badiali
Titulação
Especialização
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
Regime de Trabalho
Tempo Integral
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Essa constituição atende ao disposto na Resolução n. 1, de 17 de junho de
2010 – CONAES, e aos critérios de avaliação constantes do instrumento de
avaliação de cursos de graduação MEC/INEP, de maio de 2012.
3.1.2 Perfil do corpo docente – 2013.1
O corpo docente indicado neste projeto refere-se ao primeiro semestre de
2013, destacando-se que a maioria dos profissionais atua também em outros
cursos da Universidade. São dez professores com titulação adequada às
disciplinas que ministram e com experiência na docência e no mercado de
trabalho, conforme especificações a seguir. (Quadros 9, 10,11 e 12).
60
Quadro 9 – Titulação, disciplina, experiência profissional e regime de
trabalho – 2013.1
Nome
Fábio José da Silva
Formação
Bacharelado em Comunicação
Social – Publicidade e
Propaganda, Universidade
Potiguar, 1998
Especialização em Ética,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2006
Bacharelado em Comunicação
Social – Publicidade e
Propaganda, Universidade
Potiguar, 1999
Gustavo Henrique
Ferreira Bittencourt
Especialização em Ética,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2006
Disciplina(s)
Regime de
trabalho
Experiência
profissional
(em anos)
ensino
superior
mercado
Direção em Cinema I;
Direção em Cinema II;
Desenho de Som e
Trilha Sonora; Técnicas
de Captação de Som;
Dramaturgia e
preparação de atores.
Tempo
Integral
11
19
Introdução a
Comunicação e Arte;
Crítica Cinematográfica;
Tempo
Parcial
06
0
Semiótica Aplicada ao
Cinema; Narrativa
Visual e Linguagem
Cinematográfica,
Roteiro Avançado,
Cinema de Ficção,
Projeto Experimental em
Cinema II; Legislação e
Ética em Cinema
Tempo
Parcial
05
08
Produção Audiovisual;
Direção de Produção;
Introdução ao Cinema;
Cinema de Ficção;
Direção de arte e
cenografia; Produção
executiva e elaboração
de projetos; Figurino e
Maquiagem
Tempo
Parcial
02
13
Tempo
Parcial
04
25
Mestrado em Ciências Sociais,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2008
Bacharelado em Comunicação
Social – Jornalismo,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2004
Ana Cecília Aragão
Gomes
Especialização em Divulgação
Científica, Universidade de São
Paulo, 2005
Mestrado em Ciências Sociais,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2009
Mari Sugai
Bacharelado em Comunicação
Social – Cinema, Fundação
Armando Álvares Penteado,
1998
Mestrado em Letras,
Universidade de São Paulo,
2010.
Bacharelado em Comunicação
Social – Jornalismo,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 1985
Maria Stella Galvão
Santos
Especialização em Gestão de
Fundamentos Básicos
Processos Comunicacionais,
em Ciências Humanas e
Universidade de São Paulo, 2001
da Cultura; A Cultura de
Massa e a produção do
Especialização em Bioética,
sentido; História da Arte
Universidade de São Paulo, 2008
Mestrado em História da Ciência,
Pontifícia Universidade Católica
de São Paulo, 2006
61
Nome
Formação
Disciplina(s)
Regime de
trabalho
Experiência
profissional
(em anos)
ensino
superior
mercado
Bacharelado em Administração
de Empresas, Faculdade de
Ciências Gerenciais de João
Monlevade, 1997
Wesley Ferreira de
Paula
Aderbal Ferreira de
Andrade
Especialização em Administração
Geral, Instituto de Ensino e
Pesquisa Objetivo, 2005
Especialização em Ciência
Política e Estratégia Brasileira,
Fundação Universidade Federal
do Tocantins, 2007.
Bacharelado em Tecnologia em
Automação Industrial, Instituto
Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Rio Grande do
Norte, 2009.
Especialização em Docência do
Ensino Superior, Universidade
Potiguar, 2010.
Bacharelado em Comunicação
Social – Jornalismo,
Universidade Potiguar, 2001
Michelle Ferret Badiali
Henrique José
Cocentino Fernandes
Bacharelado em Educação
Artística, Universidade Federal
do Rio Grande do Norte, 2006
Mestrado em Ciências Sociais,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2009.
Bacharelado em Tecnologia em
Lazer e Qualidade de Vida,
Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Rio
Grande do Norte, 2005
Mestrado em Antropologia
Social, Universidade Federal do
Rio Grande do Norte, 2009
Bacharelado em Comunicação
Social – Jornalismo,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 1999
Manoel Pereira da
Rocha Neto
Mestrado em Educação,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2002
Doutorado em Educação,
Universidade Federal do Rio
Grande do Norte, 2005
Empreendedorismo;
Políticas para Exibição
de Filmes
Horista
05
23
Montagem
Cinematográfica;
Animação e
Computação Gráfica;
Montagem e PósProdução de Imagem e
Som
Tempo
Parcial
03
12
Estruturas de Roteiro;
Cinema Brasileiro;
Projeto Experimental em
Cinema I; Cinema
Documental
Tempo
Parcial
03
10
Fundamentos de
Técnicas e Métodos
Científicos; Fotografia e
Iluminação; Direção de
Fotografia; Bases
Sociológicas da
Comunicação
Horista
05
20
Tempo
Parcial
09
07
Leitura e Produção de
Texto; Temas Atuais em
Cinema; Introdução à
Educação Superior
62
Quadro 10 – Titulação do corpo docente – resumo
Titulação
Doutorado
Mestrado
Especialização
TOTAL
N° de docentes
% de Docentes
01
06
03
10
10
60
30
100,00
Quadro 11 – Tempo de experiência profissional do corpo docente – resumo
N° docentes
tempo/anos
educação
superior
1
0
0
9
Menor 3 anos
3 anos
4 anos
5 anos e mais
%
mercado
educação
superior
mercado
1
2
1
6
10
0,00
0,00
90,00
10
20
10
60
Quadro 12 – Regime de trabalho – resumo
Regime trabalho
N° de docentes
% de docentes
tempo integral
tempo parcial
horista
TOTAL
01
07
02
10
10
70
20
100,00
3.1.3 Políticas institucionais
Os professores têm a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de
Carreira Docente (PCD), e contam com vários mecanismos institucionais de
capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se:
a) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu; oferta pós-graduada
lato
sensu,
registrando-se,
especializações:
Assessoria
na
de
área
do
Curso,
Comunicação,
as
seguintes
Audiovisual
e
Publicidade, Educomunicação, MBA em Mídias Sociais e Gestão da
Comunicação, Produção Cultural.
b) oferta de cursos on line, pela Laureate, com a seguinte programação:
63
Certificado Laureate em Ensino
Aprendizagem no Ensino Superior/ch
Métodos de aprendizagem/ch
Aprendizagem Colaborativa
Aprendizagem
Problemas
Baseada
em
Metodologia de Estudos de Caso
Aprendizagem Orientada a Projetos I
Aprendizagem Orientada a Projetos II
Total
20 h
Introdução - (Módulo I)
30 h
20 h
Ensino Centrado no Aluno (Módulo II)
20 h
20 h
Ferramentas de Aprendizagem
- (Módulo III)
20 h
20 h
Ferramentas de Avaliação (Módulo IV)
20 h
20 h
Ferramentas
(Módulo V)
20 h
100 h
Tecnológicas
Total
-
110 h
c) disponibilização do Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe),
responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização
didático-pedagógica;
d) disponibilização do UnP Virtual, ambiente de aprendizagem que
possibilita a realização de atividades semipresenciais.
São realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria;
semanas de planejamento, também semestrais; reuniões sistemáticas conduzidas
pela Coordenação do Curso, conforme necessidades apontadas por alunos, pelos
próprios professores e pelo NDE e considerando ainda os resultados da
autoavaliação.
64
3.2 APOIO AO DISCENTE
O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da
Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante
(PAE/UnP)4, compreendendo vários mecanismos:

apoio à participação em eventos científicos e à produção científica;

divulgação da produção discente;

apoio psicopedagógico, por meio do Núcleo de Apoio Psicopedagógico
(NAPe);

mecanismos de nivelamento;

serviços especializados: Clínicas-Escolas e Núcleo de Prática Jurídica;

bolsas acadêmicas:
a)
Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC);
b)
Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx);
c)
Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM).
A Universidade disponibiliza a seus estudantes:
a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e
seus pais, ou por e-mail, cartas e telefone;
b) o International Office, responsável por viabilizar as iniciativas, programas
e serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate, assistindo os
alunos na escolha do melhor programa acadêmico internacional;
c) o Unp Virtual, ambiente virtual de aprendizagem (AVA) desenvolvido
pela própria Universidade, facilitando a comunicação entre o docente, o discente
e a coordenação do Curso e os processos de ensino-aprendizagem.
Além disso, registra-se
a
existência de
representação estudantil,
concretizada por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua
organização como Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centro Acadêmico
(CA), de conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e
no Regimento Geral da Universidade.
4
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio
2006.(Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5).
ao
Estudante.
Natal:
Edunp,
65
3.3 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
3.3.1 Equipe de apoio técnico-administrativo para o Curso
Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza:

um assistente, compartilhado com outros cursos da Escola;

um coordenador de atividades complementares

um coordenador de estágio

um coordenador de TCC

técnicos de informática;

técnicos de laboratórios;

bedéis.
3.3.2 Atividades de capacitação
O pessoal técnico-administrativo do Curso participa de iniciativas
institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP, a partir
de necessidades identificadas junto às Coordenadorias de cursos.
Para 2013 estão previstas as seguintes atividades relacionadas a:

integração;

aperfeiçoamento pessoal/profissional e desenvolvimento de equipes;

semana de saúde e qualidade de vida no trabalho (SSQVT);

aperfeiçoamento técnico para setores específicos;

segurança e medicina do trabalho;

excelência no atendimento;

capacitação e aperfeiçoamento de idiomas;

inclusão social;
66
PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS
67
4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP
A Universidade funciona em um conjunto de edificações, distribuídas da
seguinte forma:


04 (quatro) Unidades compõem o Campus Natal (sede):
-
Floriano Peixoto;
-
Salgado Filho;
-
Nascimento de Castro;
-
Roberto Freire.
Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN.
Nos
dois
Campi,
encontram-se
condições
adequadas
ao
pleno
desenvolvimento de cursos, programas e projetos da UnP:
Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e
com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus
Mossoró.
Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com
cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização
com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade
ideal para a leitura e demais atividades letivas).
Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios e bibliotecas dos dois
Campi, com acesso à internet.
Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance,
percepção e entendimento para a utilização, com segurança e autonomia, de
edificações, acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Há espaços sem
obstáculos para o cadeirante; rampas; disponibilização de elevadores, cadeiras
de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas;
corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados.
Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da
Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de
cada Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró.
68
Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em
empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de
slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico
de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por
técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando identificados
problemas.
Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais:
através de um sistema informatizado (SIS Compras), e com base no plano de
metas anual de cada curso e de cada setor.
69
4.2 BIBLIOTECA
O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto
de 5 (cinco) bibliotecas: 4 (quatro) em cada uma das Unidades do Campus Natal,
e 1 (uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em
polos de apoio ao ensino a distância e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão
e Ação Comunitária (NIPEC), em Parnamirim, voltada para área da saúde.
O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao
conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes
são climatizados, com iluminação adequada à leitura e trabalhos em grupo e
individual. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das
bibliotecas dos polos de educação a distância do interior do RN e do NIPEC.
Autoatendimento
Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e
viabilizados
por
um
sistema
que
permite
ao
usuário
consultas,
empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer
biblioteca da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através
do Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP.
Informatização do acervo
O acervo5 é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com
atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação
da UnP.
O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de
catalogação, classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo
domiciliar, devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título,
autor e por registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível
também consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando
todas as bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e
a visualização da disponibilidade das obras para empréstimo.
O Módulo Empréstimo, aperfeiçoado a partir de 2011.2 mediante
implantação de uma ferramenta exclusiva da Universidade Potiguar (bibliotecas
de Natal e Mossoró) permite que o próprio usuário realize suas rotinas de
5
Detalhamento do acervo do curso consta de relatório do SIB e do anexo D.
70
empréstimo e devolução de materiais, através de terminais próprios de
atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, seguro e eficaz – uma vez que
todas as ações são confirmadas através da digital do usuário. Para fins de
controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado
automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário.
Serviços e produtos
Cada biblioteca do Sistema atende à clientela interessada durante os doze
meses do ano, de segunda a sexta, das 8h às 21:45h e, aos sábados, das 8h às
12h.
O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM, etc) se dá nos limites
quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento
Interno do SIB.
Consulta local / empréstimo
A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade
Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa, desde que
respeitadas as regras de acesso.
O empréstimo domiciliar é reservado apenas ao corpo docente, discente,
professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado
para cada categoria, conforme especificações a seguir:
Quadro 13 – Especificações para empréstimos de livros / CD’s / Fitas de
Vídeo Categoria
Categoria de Usuários
Alunos de graduação
Alunos concluintes
Alunos de pós-graduação
Professores
Funcionários
Documentos
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM/Fitas de Vídeo
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM
5 Títulos (livros)
3 CD’s-ROM
3 Fitas de Vídeo
3 Títulos (livros)
2 Fitas de Vídeo
Prazos (dias corridos)
7 dias
3 dias
14 dias
3 dias
14 dias
3 dias
21 dias
7 dias
7 dias
7 dias
3 dias
71
Levantamento bibliográfico
Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante
agendamento com prazo de retorno de 72 hs –setenta e duas horas).
Orientação bibliográfica
O SIB/UnP orienta trabalhos técnico-científicos às normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte,
gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de
Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas.
Visita orientada
Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência de 48
horas por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os
serviços, normas e uso da biblioteca.
Catálogo de Trabalho de Conclusão de Cursos – TCC’s
Permite o acesso do usuário à produção intelectual do corpo discente da
UnP, existente no acervo (disponível apenas para consulta interna, salvo a que
tiver autorização do autor para empréstimos/consultas).
Multimídia e Internet
As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática
com computadores à disposição do usuário que poderá fazer suas pesquisas e
trabalhos de forma mais apropriada, oferecendo também, em todo o setor,
internet sem fio para uso de computadores pessoais (notebook) desde que haja
utilização de login e senha de usuário da UnP.
Acesso a bases de dados nacionais e internacionais
O SIB/UnP disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via
internet, on-line, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento.
72
BASES DE DADOS – ACESSO RESTRITO POR IP
Base de dados destinada aos cursos da saúde. É uma fonte eletrônica de
informação médica, baseada em evidências possuindo atualização
permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja
utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente.
Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do
conhecimento, com acesso a texto completo.
Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 ebooks publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica,
cientifica, produzida por autores nacionais.
Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo
conter mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos
artigos, imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o
profissional de saúde.
Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a
Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde
como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras.
A Emerald integrante do Periódicos Capes proporciona acesso a periódicos
voltados para as áreas de negócios e gerenciamento, educação,
engenharia, política, ciência da saúde entre outras.
Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados
de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes
web de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar,
analisar e visualizar os resultados da pesquisa.
Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base
multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação
nas áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente.
Oferece uma rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas
pela editora Elsevier e sociedades parceiras.
Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com
referêcnias indexadas e em resumo.
Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas
comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão
Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e
newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos
EUA.
Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais
nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo
selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas
transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio
ProQuest Medical Library™ - Com cobertura retrospectiva desde 1986 e
mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as
especialidades da Medicina, a ProQuest Medical Library™ é a coleção mais
acessada em todo o mundo por profissionais e acadêmicos da área médica.
MEDLINE - Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica,
com cobertura desde 1999.
Latin American Newsstand - Coleção de jornais da América Latina, com
cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de
S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre
vários outros.
73
BASES DE ACESSO LIVRE
Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e
dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior
brasileiras.
O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos
completos, bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e
dissertações, estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet
selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por importantes instituições
científicas e profissionais e por organismos governamentais e internacionais.
A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que
abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros.
Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza,
gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais,
diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde.
OUTROS SERVIÇOS
Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis
nos acervos das principais unidades de informação do país.
O SCAD é um serviço de fornecimento de documentos especializado em
ciências da saúde, exclusivo da rede BVS.
4.2.1 Acervo do Curso
O Curso de Cinema, em particular, tem à sua disposição as instalações e o
acervo físico e digital da biblioteca da Unidade Roberto Freire.
Quadro 14 – Acervo do CST em Cinema – 2013
TIPO DE ACERVO
OBRAS
PERIÓDICOS (Aquisição/compra)
PRODUÇÃO INTELECTUAL
FITAS DE VÍDEO
CD’s ROM
DVD’s
VCD’s
LIVROS ONLINE
BASES DE DADOS (assinatura)
Fonte: SIB/UnP. Natal, 27.05.2013
Nº DE EXEMPLARES OU
FASCÍCULOS
245
18 periódicos online
0
0
71
0
0
0
9
Nº DE TÍTULOS
27
0
0
2
0
0
0
74
4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO
São disponibilizados à comunidade acadêmica do Curso, além das
instalações gerais:

salas de aula;

sala para a coordenação;

sala para recepção;

sala para professores;

laboratórios de informática;

laboratórios e outros ambientes específicos;

gabinetes de atendimento ao aluno.
Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são
mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de
iluminação, com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com
computadores ligados em rede.
75
4.4 LABORATÓRIOS
4.4.1 Laboratórios de informática
Laboratório 1
2
2
2
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação m por aluno
UNIDADE IV – Laboratório 1
93,3
2,33
2,33
Localizado no térreo
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows 7 64Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe
Reader x, K-Lite Codec Pack, Adobe Master Collection CS5, PubliManager32Bits, ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine, Fortes AC, AutoDesk – Maya, Corel Draw X4, Sketchup8, BizAgi Process
Modeler, PDF Creator, NVDA.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Core 2Quad Q8400 2.6 GHz, 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-RW, com acesso a Internet,
41
Rede, ano de aquisição 2010.
Laboratório 2
2
2
2
2
2
2
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação m por aluno
UNIDADE IV – Laboratório 2
Localizado no mezanino próximo o setor de
102,85
2,51
2,51
manutenção de informática
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows 7 32Bits , Office 2010, Pdf Creator, Windows Virtual Pc, Internet Explorer, Mozilla Firefox,
Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, K-Lite Codec Pack , ProvaOnLine, GestorProvaOnLine,
EPI-INFO, Corel Draw X4, AutoCad 2009, OpenProject, Sketchup8, Sphinx Survey v.5.1.0.5.3,
Google Earth, NVDA.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Dual Core E5400 2.7 GHz; 2GB RAM, 320 GB de disco rígido, DVD-RW com acesso a
40
Internet, Rede, ano de aquisição 2010.
Laboratório 3
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação m por aluno
UNIDADE IV – Laboratório 3
Localizado no mezanino próximo o setor de
102,85
2,57
2,57
manutenção de informática
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows 7 32Bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe
Reader x, K-Lite Codec Pack, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, NVDA.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Core 2Quad Q8400 2.66 GHz; 4GB RAM, 320 GB de disco rígido, DVD-RW com acesso a
40
Internet, Rede, ano de aquisição 2010.
76
Laboratório 4
2
2
2
2
2
2
2
2
2
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação m por aluno
UNIDADE IV – Laboratório 4
Localizado no Térreo próximo o setor de Central
52,30
3,2
3,2
do Candidato
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows 7 32Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe
Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, K-Lite Codec Pack.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
16
Core 2 DUO 2.93GHz, 1GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório 5
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação m por aluno
UNIDADE IV – Laboratório 5
98,77
2,24
2,24
Localizado no térreo próximo o elevador
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows 7 64Bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe
Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Adobe Master Collection CS5, AutoDesk – Maya,
Baboo, K-Lite Codek Pack, Corel Draw X4, Fortes AC, QuickTime, Sketchup8, BizAgi Process
Modeler, Pdf Creator, NVDA.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
44
Core 2Quad Q8400 2.66 GHz, 4GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório 6
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação m por aluno
UNIDADE IV – Laboratório 6
98,77
2,46
2,46
Localizado no térreo próximo o elevador
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows 7 64Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe
Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Adobe Master Collection CS5, K-Lite Codek Pack,
Sketchup8, Corel Draw X4, QuickTime, BizAgi Process Modeler, Baboo, Fortes AC, PDF Creator,
NVDA.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
40
Core 2Quad Q8400 2.66 GHz, 4GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório da Biblioteca
2
2
2
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação m por aluno
UNIDADE IV – Laboratório da Biblioteca
45,1
1,55
1,55
Localizado no Mezanino no setor da Biblioteca
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows 7 32Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe
Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, K-Lite Codek Pack, NVDA.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
29
Dual Core E5400 2.70 GHz, 2GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010.
77
4.4.2 Laboratório especializados
RESUMO DE LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS
O Curso de Comunicação Social – Habilitação Cinema, conta com os
seguintes Laboratórios:

Laboratório de rádio (sala de audição e gravação) – Laboratório equipado
com quadro, cadeiras, sistema de som integrado, equipamento de
informática voltado para captação e edição de áudio, acesso a internet e
switcher com técnico, numa área total de 51,40m²;

Estúdio de rádio (estúdio de locução) – Separado do laboratório de rádio
por um aquário, está sala está isolada acusticamente por sonex, possui
microfones para captação, teclado e caixas de retorno, numa área total de
23,43m²;

Laboratório de fotografia – Laboratório de revelação de fotografia
analógica, com sala escura de revelação, banheiras de banho, ampliadores
e secadores, numa área total de 89,11m²;

Estúdio de fotografia – estúdio de 43,83m² com fundo infinito, flashs, mesa
de still, luz contínua, fundos variados e remoto para flash.

Estúdio de cinema e TV – O laboratório funciona em uma estrutura aonde
atua uma produtora do mercado em regime previsto contratualmente, a
MAIS VÍDEO.
A produtora conta com câmeras full hd, lentes, luzes
quentes e frias, maquinário completo para cinema e televisão, 2 estúdios
com fundo infinito e isolamento acústico com 72,63m² e 32,49m²
respectivamente, além de 3 ilhas de edição padrão Macintosh full hd com
8,59m², 16,5m² e 16,01m², respectivamente. Na estrutura do complexo de
cinema e vídeo, também contamos com o setor administrativo da
produtora, sala de equipamentos, camarim e a sala do núcleo de cinema e
vídeo (pertencente a Escola de Comunicação e Artes e que possui 2
câmeras SD, gravador digital, luz e 1 ilha analógica).

Laboratórios de informática – 6 laboratórios equipados com data show,
caixa de som e computadores, 2 deles possuem os programas adobe
première para edição de vídeo e 1 deles possui mesas com canetas
digitalizadoras e o programa Maya para animação e computação gráfica.
78

Agência escola de comunicação – Sala com computadores, impressora,
mesas e cadeiras para criação de material comunicacional dos cursos da
escola de comunicação e artes, inclusive audiovisual em parceria com o
núcleo de cinema e vídeo.
4.4.3 Núcleo de Cinema e Vídeo
Espaço acadêmico destinado à construção do conhecimento aliando a
teoria à prática. Funciona como suporte às atividades de ensino, pesquisa e
extensão da Área de Comunicação Social. O NCV possui uma área total de
aproximadamente 15m2 e é composto por um ambiente.
Material
Ilha formato DVCAM e formato DV: compativel com os tamanhos de fita
standard e mini; capacidade de realizar gravações mais longas; I/O de
time code; geração de barras coloridas; gravação de time code por meio
de DV IN; pré-ajuste de time code e bit de usuário (somente para o
formato DVCAM); contador de fita; I/O independentes de áudio de 4
canais; I/O de componente analógico de vídeo; interface I/O de 4 pinos
LINK IEEE-422A; interface RS-232C para controle básico de um PC com
funções de tansferência ou protocolo VISCA.
TV de 14
Mixer de áudio 12 canais – Behinger
Controlador de edição A/B Roll – Sony
Fita para camcordes DVCAM
Armário de madeira com duas portas
Camcorder DVCAM, miniDV com 3 CCD de 1/3”, 530 linhas de resolução
horizontal, sensibilidade 1 lux, zoom óptico de 12x, digital de 48x.
Acompanha: lente conversora grande angular, controle remote
Adaptador de AC-DC e carregador de bateria - Sony
Bateria recarregável – Sony
Case para câmera PD 170 Sony
Tripé para câmera mini DV preto
Cabeça de tripé rótula, para câmera mini DV
Spot de luz para A Pd170
Microfone dinâmico (de mão) – Shure
Microfone condensador de eletro omnidirecional com conector XLR –
Sony
Quant.
01
01
01
01
20
01
01
01
03
01
01
01
01
01
01
79
4.4.4 Complexo Laboratorial de Fotografia
Instalado em área total de 132,94 m 2 é composto por quatro ambientes que
proporcionam ao corpo discente um aprendizado desde a produção, revelação e
ampliação de fotografia P&B.
Estúdio fotográfico
Material
Flash compart 400 plus
Flash compart 160 plus
Flash mega light 240 range
Conjunto de flach atk 2400 com gerador
Conjunto de flach atk 2400 com gerador LLC
Carinho para gerador de ferro
Bandeja refletora grande angular
Bandeja refletora normal
Bandeja refletora tele
Bandeja refletora colmeia
Cones
Bandeirolas
Tripés para câmaras
Tripés para flash
Hazy Light 30x30
Hazy Light 53x53
Hazy Light 74x74
Hazy Light 98X98
Fundos infinitos coloridos de papel
Fundos infinitos (preto e branco)
Girafa para flash
Estrutura para fundo infinito
Suportes para fundo infinito
Mesa para reprodução
Cadeiras acolchoado
Banquinhos de madeira
Fotocélulas frata
Fotômetro polar
Sapatas para flash
Cabos de sincronismo de flash
Sombrinha grande para estúdio – prata
Sombrinha grande para estúdio – refletora
Sombrinha grande para estúdio – difusora
Sombrinha pequena para estúdio – difusora
Rebatedores
Mesa de still
Quant.
02
04
02
01
01
01
02
02
02
02
02
02
03
09
02
02
01
01
03
02
01
01
02
01
02
03
10
01
06
15
01
01
01
01
03
01
80
Sala para revelação de filmes
Material
Quant.
Mesa com visor luminoso (65m X 2,00m)
Balcão com 8 gavetas (55m X1,85m)
Mesa para computador (52m X96m)
Microcomputador Genuine INTEL X86, com 128 mb de memória RAM,
20Gb de espaço de disco, ligados em rede, Windows 98.
Armários de aço grande
Estante de aço com 10 prateleiras
Armário de madeira de 02 portas e 04 prateleiras
Cadeiras de plástico
Cadeiras com acolchoadas
Freezer 320 Brastemp
Estufa para secar filmes
Câmara escura portátil
Pegadores de alumínio
Rebobinadores de filme King
Saca filmes
Banquinho de madeira
Tanques de aço para revelação de filmes de 1ml
Espirais de aço 35 mm
Espiral de aço 220 mm
Espirais de aço 120 mm
Depósitos plásticos para químico de 1,5ml
Funis plásticos
Relógio contador de tempo
Copo de vidro para medir químico de 1ml
Copo de plástico para medir químico de 1ml
Baldes plásticos de 10 litros
Mergulhão para aquecimento de água
Cabine de madeira (1,05m X1,66m)
Termômetros
Carregadores de pilhas Elgim
Pia para lavagem de utensílios (54 mX1,47m)
01
01
01
01
02
01
01
02
02
01
01
01
30
02
02
01
03
24
01
03
10
04
02
01
01
02
01
01
02
02
01
81
Sala para ampliação de foto
Material
Ampliadores Ampligraf
Ampliadores Opemus 6
Time range
Magiadores 30x40 S&K
Lanterna de segurança
Cabines de madeira (1,05 m X1,66m)
Banheiras 24x30
Banheiras 30x40
Banheiras 50x60
Relógio de marcador de tempo
Lupas para foco de fotos
Lentes Shinkes 75mm
Lentes Shinkes 50mm
Lentes Schneider 50mm
Pinças de aço
Pinças de plástico
Funis de plástico
Funil de alumínio
Copos graduado de vidros
Termômetro
Depósitos de plástico para químico de 1.5ml
Mesa luminosa para ver negativos
Bancada em mármore com dois tanques (1,01mX3,05m)
Quant.
03
04
11
08
12
09
06
04
04
01
03
02
07
05
07
02
02
01
02
01
06
01
01
Equipamentos fotográficos disponível para manuseio dos professores e
alunos
Material
Máquina fotográfica Cânon EQS Rebel K2
Máquina fotográfica digital FinePix S5100
Máquina fotográfica digital FinePix S9600
Máquina fotográfica Nikon FM 10 + lente 35-70mm
Máquina fotográfica Pentax
Máquina fotográfica Vivitar
Máquina fotográfica Zenit
Lente fotográfica Cânon 28-90mm
Flash Zenit
Flash Pentax
Flash Nikon Speedlight SB-600
Filtro Hoya – Both Sides Coated Green Field 52mm
Filtro Hoya – Both Sides Coated Green Field 58mm
Filtro Hoya – Both Sides Coated Yellow Field 58mm
Filtro polarizador 58mm – S&K – Photo & Vídeo Filters
Fotômetro de mão Polaris
Fotômetro Minolta
Para-sol
Quant.
19
02
13
17
01
05
11
19
12
03
20
10
10
10
10
02
03
12
82
4.4.5 Laboratório de Rádio
Funciona em uma área total de 105,2 m². Possui um estúdio de locução e
sala de gravação e audição. Destina-se à gravação de locuções, programas de
rádio, spots e jingles. Contém os seguintes equipamentos:
Estúdio de locução
Material
Teclado musical MEDELI MC 620
Suporte para teclado musical
Pedestal para microfone RMV preto
Mesa redonda
Mesa para trabalho 1,25 X 0,70
Caixa de retorno
Microfone SHURE 8700
Cadeiras acolchoadas
Quant.
01
01
01
01
01
01
01
04
Sala de gravação e audição
Material
Bancada de madeira – formato em L
Mesa de som Mackie CR – 1604, com 16 canais
Microfone Le Son SM – 58 B
Pedestal de mesa para microfone
Gravadores digitais MD
Toca CD
Toca-discos
Conjunto de minidisco e CD
Aparelho Hybrida – H2 Elza, com dois canais
Caixa de retorno
Amplificador com reciver
Computador Core 2 Duo 2, 66 GHz – HD 250 GB e 2 GB de
memora
Monitor LCD Proview 17
Microcomputador
Cadeira universitária acolchoada
Pedestal de palco
Quant.
01
01
02
02
02
01
01
01
01
02
01
01
01
03
30
02
Equipamentos disponíveis para manuseio dos professores e alunos
Material
Fone de ouvido Aiwa
Fone de ouvido digital stéreo
Minigravador digital Panasonic RR-QR 170
Minigravador digital voice recorde
Minigravador digital WS-200S
Minigravador digital WS-300M
Minigravador Panasonic
Minigravador Sony
Quant.
01
01
05
05
01
01
02
10
83
4.4.6 Laboratório de Cinema e Televisão
Ocupa uma área laboratorial total de 146, 22m2, sem contar com a parte
administrativa da produtora. Possui dois estúdios de gravação, voltados para
atender as necessidades do Curso de Cinema e demais habilitações da Escola de
Comunicação e Artes. Possui 05 ilhas de edição e 01 camarim. Toda estrutura é
destinada à filmagens de produtos cinematográficos, publicitários e audiovisuais
em geral.
Ilha 01
Material
Computador I Mac com processador Intel Core i5 quad core de
2,9GHz; Turbo Boost de até 3,6GHz; Memória de 8GB (duas de 4GB)
Disco rígido de 1TB; NVIDIA GeForce GTX 660M com 512MB
Monitor de LCD de 27 pol.: 2,9GHz
TV/Monitor de retorno LCD
Quant.
01
01
01
Ilha 02
Material
Intel Core i5 quad core de 3,2GHz com Turbo Boost de até 3,6GHz,
Memória de 8GB (duas de 4GB), Disco rígido de 1TB, NVIDIA
GeForce GTX 675MX com 1GB
Monitor LG de LCD de 27 pol.: 3,2GHz
TV/Monitor de retorno LCD
Quant.
01
01
01
Ilha 03
Material
Computador I Mac com processador Intel Core i3 quad core de
2,9GHz com Turbo Boost de até 3,6GHz; Memória de 8GB (duas de
4GB); Disco rígido de 1TB; NVIDIA GeForce GTX 660M com 512MB
Monitor LG de LCD de 27 pol.: 3,2GHz
TV/Monitor de retorno LCD
Quant.
01
01
01
Câmera, Luz, Maquinário e Acessórios
Material
Câmera FS-100 Sony
Câmera Panasonic Ag-hmc150 24p Hmc150
Câmera Dslr Canon Rebel T4i
Câmera GoPro Hero3 Silver Edition
Lente EF 16-35 mm f/2.8L II USM
Lente EF 100 mm f/2.8L Macro IS USM
Lente EF 50 mm F/1.4 USM
Tele-prompter
Quant.
01
02
01
01
01
01
01
03
84
Material
Travelling (01 carrinho, 04 rodas, 02 curvas, 05 retas e 08
esticadores)
Mini Grua Line Pro
Shouder Montain com para-sol, matte box e follow focus
Dolly Mattedi
Monitor para Externa com Saída HDMI
Tripé de Câmera
Tripé de Luz
Rebatedores
Gelatina
Microfone lapela sem fio
Microfone de mão sem fio
Microfone com fio
Cartão de Memória 32/16gb
Set Light
Ciclorama
Fresnel
Kino Floor
Led
Extensão
Adaptador
Cabo de áudio
Cabo VGA
Cabo de energia
Escada
Bateria 12 V
Sungum
Fone ouvido
Bateria para Sony FS100
Rádio
Claquete
Manta preta
Manta prata
Dimmer
Slider
Conjunto Microfone Direcional Boom com Zeppelim e Dead Cat
3 tabelas grande
3 tabelas pequena
Banquetas
Prolonger
Bateria Câmera Panasonic
Quant.
01
01
01
03
04
05
10
08
22
04
02
02
15
03
02
02
12
04
33
33
06
11
10
01
02
02
04
05
04
01
09
08
01
01
01
05
09
15
16
10
85
4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA
Órgão colegiado interdisciplinar e independente, de caráter consultivo,
deliberativo e educativo, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) tem o objetivo de
defender os interesses dos sujeitos de pesquisas em sua integridade e dignidade
e contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos.
Toda e qualquer pesquisa que envolva seres humanos ou animais só pode
ser iniciada após aprovação desse colegiado, a quem compete analisar os
protocolos de pesquisa, envolvendo seres humanos, e materiais deles advindos;
animais e aspectos de biossegurança, inclusive os multicêntricos. Cabe-lhe ainda
a responsabilidade primária pelas decisões sobre os aspectos éticos, científicos e
metodológicos, incluindo a pertinência e o alcance sócio-científico da pesquisa a
ser desenvolvida na Universidade Potiguar, de modo a garantir e resguardar a
integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas.
86
ANEXO
87
ANEXO A
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
88
1ª SÉRIE
89
BASES SOCIOLÓGICAS DA COMUNICAÇÃO
EMENTA
O campo social da comunicação. O papel social da comunicação. Comunicação,
sociedade e ideologia. Os efeitos dos meios de comunicação na sociedade. O
papel social da mídia. Questões sociais contemporâneas. A mídia e a
globalização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRETON, Philippe. Sociologia da comunicação. São Paulo: Loyola, 2002.
BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à
internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.
TREVISAN JUNIOR, Wilson. A nova mídia. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRETON, Philippe; PROULX, Serge. Sociologia da comunicação. São Paulo:
Edições Loyola, 2002.
CANEVACCI, Massimo. Antropologia da comunicação visual. Rio de Janeiro:
DP&A, 2001.
CHARON, Joel M. Sociologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.
90
FUNDAMENTOS BÁSICOS EM CIÊNCIAS HUMANAS E DA CULTURA
EMENTA
Introdução ao pensamento das ciências humanas. Compreensão filosófica,
antropológica e sociológica das questões centrais da vida humana. A sociedade
contemporânea e a influência da mídia. Aspectos da cultura e da sociedade
brasileira. Efeitos da Globalização nas sociedades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras,
2005. 404p.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
Científicos, 1989. 213p. 13ª reimp. 2008.
KUPER, Adam. Cultura: a visão dos antropólogos. São Paulo: EDUSP, 2002.
324p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3ª ed. São
Paulo: Moderna, 2005. 415p. Reimp. 2008.
NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação (1950-1980).
São Paulo: Contexto, 2004. 133p.
SANTOS, José Luiz dos. O que é cultura. 16ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1996.
89p. 17 reimp. 2010.
91
FUNDAMENTOS DE TÉCNICA E MÉTODOS CIENTÍFICOS
EMENTA
Relação entre o conhecimento e as ciências. Fundamentos da metodologia de
pesquisa e suas técnicas e recursos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: descubra como é
fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 11. ed. São Paulo: Hagnos,
2001.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Aidil Jesus da S. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. Rio
de Janeiro: Makron Books Brasil (Pearson Prentice Hall), 2008.
CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6. ed. Rio de Janeiro: PrenticeHall, 2007.
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva,
2006.
92
INTRODUÇÃO A COMUNICAÇÃO E ARTE
EMENTA
História da comunicação e arte. Áreas de atuação profissional e mercado de
trabalho. O perfil do jornalista, do publicitário e do cineasta enquanto profissionais
da
comunicação.
Relação
entre
comunicação,
história
e
arte
na
contemporaneidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem.
São Paulo: Cultrix, 1969.
THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna. 6. ed. Petrópolis: Vozes,
2002.
WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte. São Paulo:
Martins Fontes, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARCHER, Michael. Arte contemporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos
contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
movimentos
WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
93
INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO SUPERIOR
EMENTA
O que é Universidade. O papel do universitário no ensino superior. Ensino
superior, pesquisa e extensão. Políticas de direito à educação superior. O público
e o privado na educação superior.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS SOBINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado.
Casa do psicólogo: Brasília, 2006.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou
adaptação? 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8. ed. Campinas: Autores Associados,
2007.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 12. ed.
São Paulo: Cortez, 2007.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias
do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
94
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
EMENTA
Estratégia de leitura e produção de texto. Relações de significação e construção
de sentido. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A
textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. 7. ed. Petrópolis:
Vozes, 2009.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de
produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e
compreensão. 3. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ÂNGELA, Paiva Dionísio; MACHADO, Anna Rocha; BEZERRA, Maria Auxiliadora
(Orgs.). Gêneros textuais & ensino. 4. ed. Rio de Janeiro: Parábola, 2005.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos
do texto. São Paulo: Contexto, 2006. 3. reimp. 2009.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização.
10. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
95
2ª SÉRIE
96
A CULTURA DE MASSA E A PRODUÇÃO DO SENTIDO
EMENTA
Evolução da comunicação e da relação entre os fenômenos estéticos e a cultura
de massa. Produtos culturais da sociedade atual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOSI, Eclea. Cultura de massa e cultura popular. 13. ed. Rio de Janeiro:
Vozes, 2010.
LIMA, Luis Costa. Teoria da cultura de massa. 5. ed. São Paulo: Paz e terra.
2000.
SUASSUNA, Ariano. Iniciação à estética. 10 ed. Rio de Janeiro: José Olympio,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ADORNO, Theodor W. Indústria cultural e sociedade. 2. ed. São Paulo: Paz e
Terra, 2004.
LUHMANN, Niklas. A realidade dos meios de comunicação. São Paulo: Paulus,
2005.
SANTOS, Roberto Elísios dos. As teorias da comunicação: da fala a internet. 2.
ed. São Paulo: Paulinas, 2008.
97
ESTRUTURAS DE ROTEIRO
EMENTA
Evolução histórica e estrutura clássica do roteiro. Gêneros, tipos, fundamentos e
função. Conceitos de percepção, inferência e imaginação no processo de
pesquisa. Argumento e tematização. Fases de construção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
MACIEL, Luiz Carlos. O poder do clímax: fundamentos do roteiro de cinema e
TV. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.
SARAIVA, Leandro. Manual de roteiro, ou Manuel, o primo pobre dos
manuais de roteiro. São Paulo: Conrad, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Milton José de. Imagens e sons. A nova cultura oral. São Paulo:
Cortez, 2001.
COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1995.
FIELD, Syd. Manual do roteiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 1982.
98
HISTÓRIA DA ARTE
EMENTA
Arte: conceitos básicos. Abordagens teórico-metodológicas. Fundamentos da
linguagem artística. A produção artística da pré-história aos dias atuais e os
estilos de época. “Arte internacional brasileira”. Arte e tecnologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BATTISTONI FILHO, Duílio. Pequena história da arte. 3. ed. Campinas: Papirus,
1989. 17 reimp. 2008.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1995.
PANOFSKY, Erwin. Significado nas artes visuais. 3. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAURE, Élie. A arte antiga. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
FAURE, Élie. A arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
99
INTRODUÇÃO AO CINEMA
EMENTA
Teoria do cinema no Século XX apresentando os elementos básicos da
linguagem cinematográfica e introduzindo o aluno a linguagem. Do pré-cinema a
sua invenção pelos Irmãos Lumière. A estética cinematográfica. Vanguardas que
fizeram escola nos últimos cem anos até a fase mais recente dos filmes padrão
blockbusters e os novos caminhos do cinema.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDREW, J. Dubley. As principais teorias do cinema. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 1989.
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003.
XAVIER, Ismail (Org.) O cinema no século. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo: Globo, 1989.
ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo. São Paulo: Estação Liberdade, 2003.
TOULET, Emmanuelle. O cinema, invenção do século. São Paulo: Objetiva,
1988.
100
LEGISLAÇÃO E ÉTICA EM CINEMA
EMENTA
Ética, Direito e Legislação em Comunicação Social aplicada ao cinema. Direitos e
garantias fundamentais. A liberdade de expressão. A lei do Audiovisual. O direito
de acesso à informação e os limites de exposição das mídias. Legislação do
Cinema. Código de Ética. Conceito de ética. Legislação relativa à produção, à
distribuição e exibição do filme brasileiro e estrangeiro no Brasil. Leis de incentivo,
editais e concursos. Direitos autorais e de imagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 8. ed. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2011.
SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido da. Conversando sobre ética e
sociedade. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 29.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOFF, Leonardo. Ética e moral: a busca dos fundamentos. 6.ed. Petrópolis:
Vozes, 2010.
MOORE, George Edward. Princípios éticos; escritos filosóficos. São Paulo:
Abril, 1980.
THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. 6.
ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
101
3ª SÉRIE
102
CINEMA BRASILEIRO
EMENTA
História do cinema brasileiro. Os ciclos regionais do cinema. O cinema nas
décadas de 1970/80. Retomada do cinema: dos anos 90 até a produção
contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo: um balanço crítico da retomada. São
Paulo: Estação Liberdade, 2003.
XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra,
2001.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Brasiliense,
1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIEGUES, Carlos. O cinema brasileiro: ideias e imagens. Porto Alegre: Editora
Universitária, 1988.
SARACENI, Paulo César. Por dentro do cinema novo. Rio de Janeiro: Nova
fronteira 1993.
VIANY, Alex. Introdução ao cinema brasileiro. Rio de Janeiro: Revan, 1993.
103
CINEMA DOCUMENTAL
EMENTA
O documentário no Brasil e no mundo. A forma documental: estrutura narrativa e
linguagem. Os estilos do documentário, do micro doc ao doc drama. A decupagem
e a edição. Prática documental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2004.
MOORE, Michael. O livro oficial do filme Fahrenheit 11 de setembro.São
Paulo. Francis, 2004.
TURNER, Graeme. Cinema como pratica social. Campinas: Summus, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AUMONT, Jacques. Estetica do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.
ANDREW, Sidney Ferreira. As principais teorias do cinema: uma introdução.
Rio deJaneiro: Fundação Zahar, 1989.
FERRO, Marc. Cinema e história. São paulo:Paz e terra, 2010.
104
NARRATIVA VISUAL E LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA
EMENTA
A imagem como linguagem. Conceitos e noções da teoria da imagem. Linguagem
cinematográfica. Gêneros e estruturas da narrativa cinematográfica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMOUNT, Jacques. A estética do filme. 7. ed. São Paulo: Papirus, 2009.
AMOUNT, Jacques. A imagem. São Paulo: Papirus, 1993.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNARDET, Jean-Claude. O que é cinema. Rio de Janeiro: Brasiliense, 2004.
COSTA, Antonio. Compreender o cinema. São Paulo, Globo, 1989.
XAVIER, Ismail (Org.). Cinema no seculo. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
105
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL
EMENTA
Fases do processo de produção do cinema e TV. Desenho de produção na ficção
e no documentário. A produção partindo da preparação a desprodução. Tipos de
produtores e suas funções. Cronogramas e planos de filmagem. Departamento de
produção e suas planilhas. O assistente de produção. Produtor x Diretor. Prática
de produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Cândido. Uma nova ordem audiovisual. São Paulo, Summus.1988.
BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção & direção. Belo Horizonte:
Leitura, 2002.
KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem
prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo, Globo, 1989.
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2004.
LUCA, Luiz Gonzaga. Cinema Digita. São Paulo, Imprensa Oficial. 2004.
106
SEMIÓTICA APLICADA AO CINEMA
EMENTA
Signos: categorias e tipos. Teoria semiótica “Peirceana”. Analise semiótica de
filme. Aplicabilidade da semiótica na produção de filmes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARRIÈRE, Jean-Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1995.
PERUZZOLO, Adair Caetano. Elementos da Semiótica da Comunicação:
quando aprenderé fazer. Bauru, Edusc.2004.
SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NYEMEYER, Lucy. Elementos de Semiótica aplicados ao design. Rio de
Janeiro, 2 ZAB.2003.
PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 2000.
SANTAELLA, Lúcia; NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 4. ed.
São Paulo: Iluminuras, 2005.
107
4ª SÉRIE
108
CINEMA DE FICÇÃO
EMENTA
O cinema ficcional no Brasil e no mundo. A narrativa e linguagem ficcional e
cinema de gênero. O cinema de autor. Ficção x realismo. Os formatos da ficção:
curta-metragem, média-metragem e longa-metragem. Película x digital. Do roteiro
a pós-produção na ficção. Prática ficcional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELLOUR, RAYMOND. Entre-imagens. Campinas, Papirus.1997.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
KAEL, Pauline. 1001 noites no cinema. São Paulo: Companhia das letras, 1994.
109
DESENHO DE SOM E TRILHA SONORA
EMENTA
A história do som no cinema. Entendendo o som. Compreensão e interpretação
de roteiros para a construção sonora de filmes. As técnicas de preparação de um
roteiro. sonoro. O sound designer. A mixagem. O desenho de som na ficção e no
documentário. A historiografia da música no cinema. Os musicais e os grandes
compositores do cinema. Composição fílmica para documentários e ficções. Trilha
sonora original x adaptada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AVELLAR, José Carlos. Imagem e som, imagem e ação, imaginação. São
Paulo: Paz e Terra, 1982.
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro, Zahar. 1986.
MONTALVÃO, Alberto. Os mestres da música. Rio de Janeiro, TUPÃ. 1951.
RATTON, Miguel. Criação de música e sons no computador. Rio de Janeiro,
Campus, 1995.
110
DIREÇÃO EM CINEMA I
EMENTA
Propiciar os primeiros conhecimentos da direção, suas metodologias e linguagens
técnicas. O trabalho em equipe e a direção em ambientes externos e internos,
assim como a direção de atores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção & direção. Belo Horizonte:
Leitura, 2002.
KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem
prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
MAMET, David. Sobre direção de cinema. São Paulo: Civilização brasileira,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
111
FOTOGRAFIA E ILUMINAÇÃO
EMENTA
A luz e suas implicações na fotografia de cinema e de cena (still). Fotografia
analógica: aspectos técnicos e estéticos. História da fotografia: estilos, escolas,
enquadramentos e planos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUSSELE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo: Pioneira, 1979.
HEDGECOE, Jonh. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes,
1996.
KOSSOY, Boris. Fotografia e história. 3. ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CÉSAR, Newton. Making of. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2011.
HEDGECOE, Jonh. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes,
1996.
MAGNUN CINEMA: História de Cinema. Belem,Nova Fronteira. 1994
112
MONTAGEM CINEMATOGRÁFICA
EMENTA
História e teoria da montagem. Estruturas narrativas em ficção e documentário.
Roteiro de montagem. Método de montagem e decupagem. O papel do montador
e do assistente, sua relação com o diretor e com o editor de som. Princípios de
edição linear e não linear. Montagem de som e correção de cor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo:
Campus, 2007.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2004.
113
5ª SÉRIE
114
ANIMAÇÃO E COMPUTAÇÃO GRÁFICA
EMENTA
A história da animação. Os princípios básicos da animação: técnicas de
modelagem e animação em 2D e 3D. A animação convencional e digital. O stop
motion. O papel do ilustrador e do animador no filme. Ferramentas de animação.
O filme animado no Brasil e no mundo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo:
Campus, 2007.
GOMES, Jonas. Computação Gráfica. Rio de Janeiro: Impa, 2002.
SILVA, João Carlos da. 3DS Max 4.2. São Paulo: Érica, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREW, J. Dubley. As principais teorias do cinema. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 1989.
COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo: Globo, 1989.
GIAMBRUNO, Mark. 3D Graphics and Animation. São Paulo: New Riders, 1997.
115
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
EMENTA
Funções técnicas e artísticas do diretor de fotografia. Equipe de fotografia. Prélight, cartas de cinza e cores, relatórios de câmera, manutenção de equipamento.
Fotografia digital e analógica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.
BUSSELE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo: Pioneira, 1979.
HEDGECOE, Jonh. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes,
1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CÉSAR, Newton. Making of. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2007.
KOSSOY, Boris. Fotografia e história. 3. ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
MAGNUN CINEMA: História de Cinema. Belem, Nova Fronteira. 1994.
116
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO
EMENTA
Planejamento do filme. Elaboração de orçamento e cronograma de realização.
Pré-produção: contratação de equipe, plano de filmagem, ordem do dia, locação
de equipamentos, seleção de atores, produção de locação. A equipe de produção.
Administração do set de filmagens. Finalização do produto e lançamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Cândido. Uma nova ordem audiovisual. São Paulo, Summus.1988.
BONASIO, Valter. Televisão. Belo Horizonte: Leitura, 2002.
KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Antonio. Compreender o cinema. São Paulo, Globo, 1989.
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2004.
LUCA, Luiz Gonzaga. Cinema Digital. São Paulo, Imprensa Oficial. 2004.
117
DIREÇÃO EM CINEMA II
EMENTA
Análise fílmica. O diretor e a equipe. Trabalhando e decupando o roteiro. O papel
do continuísta. O cinema ficcional, documental e de gênero. Direção de atores e o
trabalho de assistência de direção. Cinema de autor. Trabalhando com os
departamentos de arte, fotografia, som, produção e montagem. As planilhas de
direção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção & direção. Belo Horizonte:
Leitura, 2002.
KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem
prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
MAMET, David. Sobre direção de cinema. São Paulo: Civilização brasileira,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
118
TÉCNICAS DE CAPTAÇÃO DE SOM
EMENTA
Princípios básicos de captação de áudio em cinema e vídeo. Conceitos básicos
de acústica musical e de ambientes. Voz humana e sistema sonoro do ouvido e
de suas frequências de absorção sonora. Reverberação e tratamento acústico.
Captação de instrumentos musicais acústicos e eletrônicos. Som, cinema e
princípios de captação de som para a imagem. Uso dos dats com time code e os
novos gravadores digitais em hard disk. Evolução dos suportes técnicos de
gravação de som para cinema e vídeo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AVELLAR, José Carlos. Imagem e som, imagem e ação, imaginação. São
Paulo: Paz e Terra, 1982.
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão – A arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro, Zahar. 1986.
MONTALVÃO, Alberto. Os mestres da música. Rio de Janeiro, TUPÃ. 1951.
RATTON, Miguel. Criação de música e sons no computador. Rio de Janeiro,
Campus, 1995.
119
6ª SÉRIE
120
DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA
EMENTA
Estudar o departamento de arte de cinema. A produção de arte e cenografia,
cenário versus locação. A metodologia de trabalho da direção de arte. Produção
de objetos e efeitos especiais. Entendendo o storyboard, briefings de produção,
direção e fotografia. Decupagem do roteiro e análise das necessidades para o
departamento de arte. O enquadramento da câmera e a luz na composição da
direção de arte. A pesquisa de arte e a equipe de produção de arte.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CESAR, Newton. Direção de arte em propaganda. Brasília, Senac, 2009.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1993.
MANTOVANI, Anna. Cenografia. São Paulo: Ática, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAURE, Élie. A arte antiga. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
FAURE, Élie. A arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
121
DRAMATURGIA E PREPARAÇÃO DE ATORES
EMENTA
Origens, teorias e métodos da dramaturgia. Cinema e dramaturgia. Métodos
dramatúrgicos de encenação no cinema: Brecht, Meyerhold e Stanislavski.
Construção dramática de um trabalho cinematográfico ou audiovisual. A relação
ator / diretor. A preparação do ator.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1998.
ROUBINE, Jean-Jacques. A Arte do Ator. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1995.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARLSON, Marvin. Teorias do teatro: estudo histórico-crítico, dos gregos a
atualidade. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1997.
RYNGAERT, Jean-Pierre. Introdução a analise do teatro. São Paulo: Martins,
1995.
SILVA, Erotilde Honório. O fazer teatro. Fortaleza: EUFC, 1992
122
FIGURINO E MAQUIAGEM
EMENTA
A história da moda. Produção de figurino. Maquiagem: maquiagem natural e de
efeito especial. Pesquisa de figurino e maquiagem. Paleta de cores do filme.
Figurino versus locação. A maquiagem e a luz do set. Figurino e maquiagem: tons
de cinza (P&B). O trabalho no departamento de arte.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CEZIMBRA, Marcia. Maquiagem: Técnicas Básicas, Serviços profissionais e
mercado de trabalho. São Paulo. SENAC, 2005.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1993.
LAVER, James. A roupa e a moda. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAURE, Élie. A arte antiga. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
FAURE, Élie. A arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
123
MONTAGEM E PÓS-PRODUÇÃO DE IMAGEM E SOM
EMENTA
Processo da montagem e a finalização da imagem. Aplicação de filtros,
colorimetria, FX, formatos, ajustes de janela, composição de aplicações gráficas
(3D e 2D), créditos iniciais e finais, letreiros, legendas. Montagem e mixagem de
áudio, assim como todo o tratamento sonoro. Separação por canais, sistemas de
som e formatos, aplicação de efeitos sonoros, dublagem, banda sonora
internacional, masterização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AVELLAR, José Carlos. Imagem e som, imagem e ação, imaginação. São
Paulo: Paz e Terra, 1982.
DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo:
Campus, 2007.
LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
GIAMBRUNO, Mark. 3D Graphics and Animation. São Paulo: New Riders, 1997.
124
ROTEIRO AVANÇADO
EMENTA
Criação do roteiro ficcional e desenvolvimento da ação dramática. Uso da
dramaturgia
clássica
no
cinema
ficcional
e
suas
variantes
modernas.
Desenvolvimento do roteiro em tratamentos sucessivos. Redação de diálogos. O
processo de adaptação para o cinema. Elaboração de argumentos e roteiros
ficcionais. Roteiro final de curta metragem como base para os trabalhos de
conclusão de curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
MACIEL, Luiz Carlos. O poder do clímax: fundamentos do roteiro de cinema e
TV. Rio de Janeiro: Record, 2003.
SARAIVA, Leandro. Manual de roteiro, ou Manuel, o primo pobre dos
manuais de roteiro. 2. ed. São Paulo: Conrad, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Milton José de. Imagens e sons. A nova cultura oral. São Paulo:
Cortez, 2001.
COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1995.
FIELD, Syd. Os exercícios do roteirista. 4. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1984.
125
7ª SÉRIE
126
CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA
EMENTA
Diferentes estilos de crítica; Crítica oral e escrita; Impressões críticas e análises
plano a plano; História da crítica cinematográfica; A crítica cinematográfica no
Brasil; Elaboração experimental de textos críticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.
KAEL, Pauline. 1001 noites no cinema. São Paulo: Companhia das letras, 1994.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e terra,
1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEITE, Lígia Chiappini Moraes. O foco narrativo. São Paulo: Ática, 1985.
MAMET, David. Sobre direção de cinema. São Paulo: Civilização brasileira,
2002.
ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo. São Paulo: Estação Liberdade, 2003.
127
POLÍTICAS PARA EXIBIÇÃO DE FILMES
EMENTA
Economia política do cinema e do audiovisual. Mercado cinematográfico e
audiovisual contemporâneo (nacional e internacional). O audiovisual e os diversos
segmentos da comunicação. Determinismos e formatos da mídia digital no cinema
brasileiro. Conceitos básicos de marketing cinematográfico e audiovisual.
Estrutura e funcionamento de empresas audiovisuais e do mercado distribuidor e
exibidor. Planejamento, gestão e difusão do produto audiovisual. Leis de
Incentivo. Política cultural do cinema e do audiovisual. Mecanismos e propostas
para o desenvolvimento do cinema e do audiovisual brasileiro. Organização e
planejamento de um produto cinematográfico ou audiovisual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGÊNCIA Nacional do Cinema. Manual do Produtor de cinema e audiovisual:
leis de incentivos. Rio de Janeiro: Ancine, 2005.
ALMEIDA, Paulo Sérgio; BUTCHER, Pedro. Cinema, desenvolvimento e
mercado. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2003.
AMANCIO, Tunico. Artes e manhas da Embrafilme: cinema estatal brasileiro em
sua época de ouro (1977-1981). Niterói: EdUFF, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e economia política. São Paulo:
Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009.
MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e políticas de estado: da Embrafilme à
Ancine. São Paulo: Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009.
MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e Mercado. São Paulo: Escrituras/Iniciativa
Cultural, 2009.
128
PRODUÇÃO EXECUTIVA E ELABORAÇÃO DE PROJETOS
EMENTA
O produtor executivo e suas funções. Montagem de uma equipe. Captação de
recursos. Editais versus leis de incentivo. Estruturação de projetos de produção,
distribuição e exibição cinematográfica. Estudos de viabilidade técnica e
financeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGÊNCIA Nacional do Cinema. Manual do Produtor de cinema e audiovisual:
leis de incentivos. Rio de Janeiro: Ancine, 2005.
ALMEIDA, Paulo Sérgio; BUTCHER, Pedro. Cinema, desenvolvimento e
mercado. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2003.
KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Cândido. Uma nova ordem audiovisual. São Paulo, Summus.1988.
MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e economia política. São Paulo:
Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009.
MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e mercado. São Paulo: Escrituras/Iniciativa
Cultural, 2009.
129
PROJETO EXPERIMENTAL EM CINEMA I
EMENTA
Elaboração inicial da parte escrita para o TCC: produto experimental (referencial
teórico) ou monografia. Início do projeto de produção, definição do tema e
escolha/preparação do roteiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AUMONT, Jacques. Estetica do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2004.
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREW, Sidney Ferreira. As principais teorias do cinema: uma introdução.
Rio deJaneiro: Fundação Zahar, 1989.
SARAIVA, Leandro. Manual de roteiro, ou Manuel, o primo pobre dos
manuais de roteiro. 2. ed. São Paulo: Conrad, 2004.
XAVIER, Ismail (Org.). Cinema no seculo. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
130
8ª SÉRIE
131
PROJETO EXPERIMENTAL EM CINEMA II
EMENTA
Realização do TCC em cinema: produto experimental (filme) ou monografia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONASIO, Valter. Televisão. Belo Horizonte: Leitura, 2002.
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de
imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo:
Campus, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
LUCA, Luiz Gonzaga. Cinema Digital. São Paulo, Imprensa Oficial. 2004.
132
TEMAS ATUAIS EM CINEMA
EMENTA
A contemporaneidade no cinema mundial. O cinema étnico racial. A questão
racial sob a ótica do cinema brasileiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAEL, Pauline. 1001 noites no cinema. São Paulo: Companhia das letras, 1994.
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003.
XAVIER, Ismail (org.). O cinema no século. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo: Globo, 1989.
ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo novo – Um balanço crítico da
retomada.São Paulo: Estação Liberdade, 2003.
TOULET, Emmanuelle. O cinema, invenção do século. São Paulo: Objetiva,
1988.
133
OPTATIVAS
134
DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
EMENTA
Cidadania planetária e desenvolvimento sustentável. Ecologia humana. Economia
solidária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política
pública. São Paulo: Cortez, 2007.
CHAUVEL, Marie Agnes; COHEN, Marcos. Ética, sustentabilidade e sociedade:
desafios da nossa era. Rio de Janeiro: Mauad, 2009.
GADOTTI, Moacir. Economia solidária como praxis pedagógica. São Paulo:
Editora Instituto Paulo Freire, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Fernando. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente.
3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela Terra.
Petrópolis: Vozes, 1999.
PHILLIPI JR., Arlindo; PELICONI, Maria Cecilia Focesi. Educação ambiental e
sustentabilidade. São Paulo: Manole, 2005.
135
COMUNICAÇÃO E MÍDIAS CONTEMPORÂNEAS
EMENTA
As mídias contemporâneas e seu papel na cultura e nas interações sociais. Os
sites de relacionamentos (Orkut, Twitter, Facebook). A midiatização do controle
social e seus efeitos na capacidade crítica dos cidadãos. A interação do ser
humano com as mídias digitais e seu impacto nas relações sociais. As relações
entre sociedade de consumo e cultura na pós modernidade. Mensagens virtuais
caracterizadas pela combinação de informação e de entretenimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURKE, Peter; BRIGGS, Asa. Uma história social da mídia: de Gutemberg à
Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.
MARTIN-BARBERO, Jésus. Dos meios às mediações. 5. ed. Rio de Janeiro:
UFRJ, 2008.
MATTELART, Armand. A globalização da comunicação. 2. ed. Bauru: EdUSC,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARDOSO, Gustavo. A mídia na sociedade em rede: filtros, vitrines, notícias.
Rio de Janeiro: FGV, 2007.
DIZARD, Wilson Trevisan. A nova mídia: a comunicação de massa na era da
informação. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade. 6. ed. Rio de Janeiro: Vozes,
2004.
136
EMPREENDEDORISMO
EMENTA
Ética
na
iniciação
contemporânea.
O
empresarial.
perfil
do
O
empreendedorismo
empreendedor.
Atividade
na
sociedade
empreendedora.
Empreendedorismo corporativo. Fatores críticos no empreendedorismo e
criatividade do empreendedor no contexto brasileiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3.
ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
DORNELAS, J. C. Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em
negócios. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
RAINHO, João Marcos. Jornalismo
comunicação. São Paulo: Summus, 2008.
freelance:
empreendedorismo
na
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOLABELA, Fernando; FILION, Louis Jacques. Boa idéia! e agora? Plano de
negócio, o caminho seguro para criar e gerenciar sua empresa. São Paulo:
Cultura, 2007.
DRUCKER, Peter F. A administração na próxima sociedade. São Paulo: Nobel,
2003. Reimp. 2004.
LODISH, Leonard M. Empreendedorismo e marketing. Rio de Janeiro: Campus,
2002.
Download

do projeto pedagógico