1 2 DIRIGENTES Reitora Samêla Soraya Gomes de Oliveira Pró-Reitora Acadêmica Sandra Amaral de Araújo ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES Diretora Maria Valéria Pereja Credídio Freire Alves CURSO DE GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM CINEMA Coordenador Fábio José da Silva 3 ELABORAÇÃO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CURSO SUPERIOR BACHARELADO EM CINEMA Fábio José da Silva (Coordenação) Gustavo Henrique Ferreira Bittencourt Manoel Pereira da Rocha Neto Mari Sugai Michelle Ferret Badiali EQUIPE TÉCNICA Núcleo de Projetos Marcione Cristina Silva (Coordenação) Regina Lúcia Freire de Oliveira Andressa Milena Silva Pacheco Félix Francisca Edna Borja PESSOAL ADMINISTRATIVO Marcel Lima Pinheiro Brunna Félix dos Santos 4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PARTE 1 – CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR ....9 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO ..................... 10 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES ....................................................................... 11 1.3 MISSÃO E VISÃO .......................................................................................... 12 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA .................................... 13 1.5 ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA ....................... 14 1.5.1 Ensino de graduação ............................................................................... 14 1.5.2 Ensino de Pós-graduação ........................................................................ 16 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária .................................................. 17 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ..................................... 18 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .....................20 2.1 DADOS GERAIS DO CURSO ........................................................................ 21 2.1.1 Denominação ........................................................................................... 21 2.1.2 Regime acadêmico .................................................................................. 21 2.1.3 Modalidade de oferta ............................................................................... 21 2.1.4 Ato de criação, vagas e turno de funcionamento ..................................... 21 2.1.5 Formas de acesso ................................................................................... 21 2.1.6 Carga horária mínima e integralização .................................................... 21 2.1.7 Local de funcionamento ........................................................................... 21 2.1.8 Histórico ................................................................................................... 22 2.1.9 Coordenação do Curso ............................................................................ 22 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ................................................................... 23 2.2.1 Administração de Cursos na UnP ............................................................ 23 2.2.2 Coordenadoria do Curso .......................................................................... 23 2.2.3 Conselho de Curso – Cinema .................................................................. 25 5 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ......................................................... 26 2.3.1 Necessidade social .................................................................................. 26 2.3.2 Concepção ............................................................................................... 31 2.3.3 Objetivos .................................................................................................. 33 2.3.4 Perfil profissional do egresso ................................................................... 34 2.4 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES .............................................................. 36 2.5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .................................................................... 39 2.6 ATIVIDADES DO CURSO............................................................................... 45 2.6.1 Atividades práticas ................................................................................... 45 2.6.2 Atividades complementares ..................................................................... 46 2.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso............................................................. 48 2.6.4 Metodologia ............................................................................................. 51 2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ................................................................ 53 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ..................................................................... 55 PARTE 3 – CORPO DOCENTE, CORPO DISCENTE E CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ............................................................... 57 3.1 CORPO DOCENTE ........................................................................................ 58 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante ................................................................... 58 3.1.2 Perfil do corpo docente – 2013.1 ............................................................. 59 3.1.3 Políticas institucionais .............................................................................. 62 3.2 APOIO AO DISCENTE ................................................................................... 64 3.3 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .......................................................... 65 3.3.1 Equipe de apoio técnico-administrativo para o Curso .............................. 65 3.3.2 Atividades de capacitação........................................................................ 65 6 PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS ...................................................66 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP .................................................................. 67 4.2 BIBLIOTECA .................................................................................................. 69 4.2.1 Acervo do Curso ...................................................................................... 73 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO .................................................................. 74 4.4 LABORATÓRIOS ........................................................................................... 75 4.4.1 Laboratórios de informática...................................................................... 75 4.4.2 Laboratório especializados ...................................................................... 77 4.4.3 Núcleo de Cinema e Vídeo ...................................................................... 78 4.4.4 Complexo Laboratorial de Fotografia ....................................................... 79 4.4.5 Laboratório de Rádio ............................................................................... 82 4.4.6 Laboratório de Cinema e Televisão .......................................................... 83 4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ............................................................... 85 ANEXO 7 APRESENTAÇÃO O Curso de Comunicação Social – Habilitação em Cinema da Universidade Potiguar (UnP) tem sua proposta curricular direcionada para uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, considerando os diferentes contextos nacionais, regionais e locais. Compondo a Escola de Comunicação e Artes da Universidade, o Curso encontra-se plenamente afinado com as Diretrizes Curriculares Nacionais, instituídas pela Resolução CNE/CES nº. 10/2006, assim como com as políticas delineadas no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e no Plano de culturais de realização Desenvolvimento Institucional 2007/2016. Norteados pelos fundamentos teóricos e cinematográfica, o Bacharelado em Cinema tem por meta formar profissionais especializados na criação e produção de obras ficcionais / documentais com base nas técnicas cinematográficas analógicas e com uma proposta inovadora, trabalhar utilizando novas tecnologias, o cinema digital (High-Definition). De acordo com VITAL (2007), “o cinema digital tem sido uma nova maneira de fazer e mostrar os filmes, mudança que tem sido considerada pelos profissionais da área algo tão importante quanto o advento do som e da cor nos filmes no início do século XX”. Por isso, o mercado demanda de profissionais capacitados e que tenham amplo domínio das ferramentas modernas da produção em alta definição. Compreendido como instrumento por excelência da gestão acadêmica do bacharelado em Cinema, e construído coletivamente, com discussões efetuadas pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Conselho de Curso (ConseC), o presente Projeto Pedagógico (PPC) define os aspectos políticos, filosóficos e didático-pedagógicos que devem orientar o processo formativo do profissional. 8 O projeto pedagógico do curso tem na sua estrutura quatro partes. A primeira trata das principais características da UnP, permitindo uma visão geral do seu funcionamento. desenvolvimento e A segunda avaliação parte contém curriculares, as linhas assim como mestras do referenciais procedimentais, do ponto de vista metodológico, e de avaliação da aprendizagem. Da terceira parte constam informações sobre o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e perfil do corpo docente do Curso, além da política institucional de apoio ao professor/UnP. Ainda nessa parte encontram-se dados sobre a equipe técnicoadministrativa, responsável pela logística do Curso, assim como a política de apoio ao discente. Por fim, na quarta parte encontra-se a descrição das instalações físicas da Universidade, abrangendo o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP), espaços destinados ao funcionamento do Curso, ambientes compartilhados e específicos do Curso. É por esse caminho que a habilitação em cinema pretende formar profissionais-cidadãos comprometidos com a cultura e com princípios éticos aplicados a arte cinematográfica. 9 PARTE 1 – CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR 10 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR: BREVE HISTÓRICO Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em 1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981, D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como Universidade, data de 1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996), e o recredenciamento é formalizado de acordo com a Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012). Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura S.A. (APEC) pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade anônima e com finalidade lucrativa1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities em 2007. É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, situado na Região Oeste do Estado. 1 O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de 14.09.79. O Estatuto atual tem seu registro no dia 26/01/2012, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24300004494 e CNPJ/MF n. 08.480.071/000140. 11 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais, expressos nos seus princípios e finalidade. Os princípios, explicitados no Estatuto, art. 3°, indicam a necessidade de uma atuação que expresse2: I. a defesa dos direitos humanos; II. a excelência acadêmica; III. a formação cidadã; IV. o exercício pleno da cidadania; V. a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte e do saber; VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas; VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e administrativa; VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à comunidade; IX. a valorização do profissional da educação; X. a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento sustentável e na preservação do meio-ambiente. Esses princípios, por sua vez, são orientadores da finalidade precípua da Universidade, qual seja, a de promover o bem comum pelo desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas. 2 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2012. (Documentos Normativos da UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1). 12 1.3 MISSÃO E VISÃO A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo – através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência – para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna e Externa3, ficam claros como principais compromissos da UnP: - a excelência dos serviços prestados institucionalmente; - a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade; - a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos, programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão; - a sintonia com as necessidades sociais. De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 3 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de Visão de Futuro. Natal, 2006. 13 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto: a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como órgão executivo, à qual se vincula a Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), cuja estrutura compreende gerências e núcleos, nas áreas de ensino, pesquisa e extensão; b) a Administração planejamento Acadêmica, (Comitê abrangendo Acadêmico e uma Avaliação estrutura de Institucional); o Conselho de Curso (ConseC), órgão de natureza deliberativa e consultiva; e órgãos executivos (Diretoria de Campus fora de Sede; Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso de Graduação e Coordenadorias de Curso de Pós-Graduação). Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, as Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva o fortalecimento da integração entre cursos de graduação e destes com os de pós-graduação, reforçando iniciativas interdisciplinares e de indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão, assim como o reforço à gestão participativa, cujas bases encontram-se em uma estrutura de colegiados (com representatividade de docentes, discentes e setores da organização civil), de planejamento e de avaliação institucional já consolidada. Instaladas em 2009, as Escolas, ou Unidades Acadêmicas Especializadas, são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde. 14 1.5 ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA A oferta acadêmica da UnP para 2013.1, em Natal e Mossoró, compreende cursos de graduação e de pós-graduação, nas modalidades presencial e a distância. 1.5.1 Ensino de graduação Na graduação presencial registram-se 60 (sessenta) cursos, sendo 43 (quarenta e três) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró (Quadros 1 e 2). Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal, 2013.1 ESCOLA Comunicação e Artes TIPO CURSO bacharelado Direito CST bacharelado Educação licenciatura Engenharia e Ciências Exatas bacharelado CST bacharelado Gestão e Negócios CST Hospitalidade Saúde CST bacharelado bacharelado/licenciatura bacharelado CST CURSO Comunicação Social: Publicidade e Propaganda; Jornalismo. Cinema Design Gráfico; Design de Interiores Direito História Letras: Português e Português/Inglês Pedagogia Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Ambiental; Engenharia Civil; Engenharia de Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia de Petróleo e Gás; Engenharia de Produção; Sistemas de Informação. Petróleo e Gás Segurança no Trabalho Administração; Ciências Contábeis; Relações Internacionais Gestão Ambiental; Gestão Comercial; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Financeira; Gestão Pública; Marketing Gastronomia Turismo Ciências Biológicas e Educação Física Biomedicina; Enfermagem; Farmácia; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço Social; Terapia Ocupacional. Estética e Cosmética 15 Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Mossoró, 2013.1 ESCOLA Direito Engenharias e Ciências Exatas TIPO DE CURSO bacharelado bacharelado CST bacharelado Gestão e Negócios CST Saúde bacharelado CURSO Direito Arquitetura e Urbanismo Engenharia Civil Engenharia de Produção Petróleo e Gás Segurança no Trabalho Administração Ciências Contábeis Gestão Ambiental Gestão Pública Gestão de Recursos Humanos Processos Gerenciais Marketing Enfermagem Fisioterapia Nutrição Serviço Social Na modalidade a distância, a oferta compreende os bacharelados em Administração, Ciências Contábeis e Serviço Social; a licenciatura em Pedagogia e a graduação tecnológica em Gestão Comercial, iniciados em 2012, e os Cursos Superiores de Tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos, implantados em 2011, totalizando sete cursos. (Quadro 3). Em 2013.1 deverão entrar em funcionamento três novas graduações tecnológicas: logística, negócios imobiliários e gestão pública, ampliando-se a oferta de sete para onze cursos, conforme quadro 4. Quadro 3 – Oferta de graduações a distância por polo – 2012 POLOS CURSOS 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Administração Ciências Contábeis CST em Recursos Humanos CST em Marketing Pedagogia Serviço Social CST em Gestão Comercial Zona Sul Mossoró Caicó X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Currais Novos X X X X X X X Zona Norte X X X X X X X 16 Quadro 4 – Oferta de graduações a distância por polo – 2013.1 POLOS CURSOS 1. Administração 2. Ciências Contábeis 3. CST em Recursos Humanos 4. CST em Marketing 5. Pedagogia 6. Serviço Social 7. CST em Gestão Comercial 8. CST em Negócios Imobiliários (novo) 9. CST em logística (novo) 10. CST em Gestão Pública (novo) 11. CST em Processos Gerenciais (novo) Caicó/ RN Currais Novos /RN Natal/RN (Zona Norte) Natal/RN Mossoró Cuiabá Recife/ (Zona /RN /MT PE Sul) X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Porto Alegre/ RS Fortaleza/ CE Goiânia/ GO X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 1.5.2 Ensino de Pós-graduação Na pós-graduação presencial registram-se, no nível lato sensu, 73 (setenta e três) cursos, dos quais 62 (sessenta e dois) no Campus Natal e 11 (onze) em Mossoró. Três mestrados integram a oferta stricto sensu: a) Administração; b) Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de Poço (Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois Campi); c) Biotecnologia, parceria com a Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO). Os cursos a distância, por sua vez, têm oferta apenas em nível lato sensu. (Quadro 5). Canoas/ RS 17 Quadro 5 – Cursos lato sensu à distância – 2013.1 CURSOS MBA em Gestão de Pessoas MBA em Gestão Financeira e de Empresas MBA em Gestão Empresarial MBA em Marketing POLOS Zona Norte Caicó Currais Novos Fonte: UnP/Núcleo de Educação a Distância. Natal, nov./2012. 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no PPI e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica. A pesquisa é implementada, principalmente, com recursos da própria UnP, tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). A extensão e a ação comunitária também contam com o Fundo de Apoio à Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), considerando as demandas sociais e a pertinência das atividades com os processos formativos da UnP. Para a divulgação da sua produção, resultante do ensino, da pesquisa e da extensão, a UnP conta: a) com o seu repositório científico, disponibilizando revistas eletrônicas organizadas por escola; b) com portais biblioteca virtual do Natal (http://natal.rn.gov.br/bvn/) e (http://bdtd.ibict.br) publicação de dissertações e teses; c) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em Natal e Mossoró, com estruturação dos anais correspondentes. 18 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política, estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos, considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos. Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica dos cursos e educação continuada, adotando-se níveis diferenciados, mas intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional brasileira para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos acadêmicos, didático-pedagógicos e gerenciais. Autoavaliação institucional Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma dinâmica em que: a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor, coordenadoria de curso de graduação, coordenadoria de curso de pósgraduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes; b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de dados; c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações externas e internas. 19 As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados, posteriormente, tanto no âmbito de cada curso (pelos Conselhos de cursos e NDE, com envolvimento de docentes e de representantes de turma), quanto pela Reitoria e setores institucionais. A cada semestre, são liberados relatórios eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada curso. Ao final, há registro, em documento próprio, da situação geral da Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de correção de rumos ou de transformação, se necessário (figura 1). fases 1 e 2 fase 3 fases 4 e 5 • diagnóstico • análise dados • retorno à comunidade • replanejamento • transformação Figura 1 – Etapas do processo avaliativo 20 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 21 2.1 DADOS GERAIS DO CURSO 2.1.1 Denominação Curso de Bacharelado em Comunicação Social, Habilitação Cinema. 2.1.2 Regime acadêmico Seriado semestral. 2.1.3 Modalidade de oferta Presencial. 2.1.4 Ato de criação, vagas e turno de funcionamento Resolução n. 037/2009 – ConSUni, de 29 de outubro de 2009, com autorização de 30 vagas anuais, para oferta no noturno. 2.1.5 Formas de acesso O ingresso no Curso ocorre por meio de: a) processo seletivo destinado a egressos do ensino médio ou equivalente, realizado semestralmente, ou por meio de vestibular agendado, este para o preenchimento de vagas remanescentes, com provas durante o semestre, em datas previamente definidas; b) transferência externa; c) transferência interna (reopção); d) apresentação de diploma de graduação, de acordo com as normas institucionais pertinentes; e) aproveitamento de resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). 2.1.6 Carga horária mínima e integralização 3.240 horas (3.840 horas-aula) integralizáveis em, no mínimo, 8 semestres/4 anos e, no máximo, em 12 semestres/6 anos. 2.1.7 Local de funcionamento Campus Natal, Unidade Roberto Freire. Av. Roberto Freire, 1684 – Capim Macio, Natal/RN. 22 2.1.8 Histórico O curso de Comunicação Social – Habilitação em Cinema, criado no final de 2009 e teve o seu primeiro ingresso em fevereiro de 2010. O curso tem a duração de 04 anos, começou funcionando na unidade Nascimento de Castro no turno noturno e atualmente funciona na unidade Roberto Freire no mesmo turno. A habilitação em Cinema segue as diretrizes curriculares nacionais propostas pelo MEC e é direcionada para profissionais da área ou não que busquem uma reciclagem e titulação em Cinema, pessoas que cursaram ou cursam oficinas de audiovisual, alunos finalizando o Ensino Médio que queiram seguir carreira na área, além de profissionais que busquem uma segunda titulação e amantes do cinema em geral. Fomentando assim, o setor audiovisual do Rio Grande do Norte colaborando para a formação de mão de obra especializada. 2.1.9 Coordenação do Curso Coordenador: Prof. Esp. Fábio José da Silva Telefone: (84) 3216-8662 (84) 3216-8531 e-mail: [email protected] 23 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 2.2.1 Administração de Cursos na UnP A Coordenadoria de Curso, vinculada à Diretoria de Escola, é um órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso e, quando necessário, auxiliado por Supervisor Acadêmico-Administrativo, designados pelo Reitor, para mandato de dois anos, permitida a recondução. Essa coordenadoria tem sua atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim como pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, e conta com o Conselho de Curso (ConseC) e Núcleo Docente Estruturante (NDE) para o desenvolvimento das atividades relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPC). As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os conselhos e NDEs dos seus respectivos cursos. 2.2.2 Coordenadoria do Curso O Curso é coordenado pelo professor Fábio José da Silva, especialista em Ética pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), 2006, e graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Potiguar (UnP), 1998; é mestrando em Administração, Programa de Pósgraduação, também da Universidade Potiguar (2011). Atua no setor publicitário e no audiovisual como profissional há aproximadamente 20 anos, participando de trabalhos na publicidade (produtor, redator e diretor) e no cinema em nível local e nacional (roteirista, produtor e diretor). O professor Fábio José da Silva, também conta com uma experiência de 11 anos no ensino superior. Realizou (roteiro, produção e direção) o documentário “Cinema Italiano, a poesia em película”, participante da V mostra de vídeo de Salvador (Salvador – BA), da XIII mostra de vídeo de Santo André (Santo André – SP), do curta Natal (Natal – RN) e do 7º vídeo potiguar (Natal – RN). Fez produção, roteiro e direção para vários comerciais e documentários no mercado publicitário de Natal. Estudou cinema na Itália na Università Popolare di Roma (Roma – Itália) entre 1999 - 2000 24 e exibiu documentários de sua autoria na Embaixada Brasileira em Roma. Voltando ao Brasil, roteirizou e dirigiu seu primeiro vídeo clipe, “Orgulho” do grupo de Hip Hop, Agregados FDR, recebendo prêmio Hangar de melhor diretor do ano de 2005. Participou de palestras e oficinas com: Luís Carlos Lacerda (diretor), Ettore Scola (diretor italiano), Doc Comparato (roteirista), Maria da Salete (produtora executiva), Clóvis Bueno (diretor de arte), Alexandre Ramos e Carlos Ebert (diretor de fotografia), entre outros. A partir de 2002 é professor titular da UnP ministrando as disciplinas, produção e direção de tv e cinematografia (atual fundamentos do cinema e vídeo) para o curso de Publicidade e Propaganda, sendo também professor orientador de TCC’s em Publicidade e Propaganda e Jornalismo, coordenador do núcleo de cinema e vídeo da Universidade Potiguar, foi coordenador da TV UnP e orienta projetos de curta metragens. Tem o seu projeto de documentário “O Trampolim” entre os 10 selecionados do Brasil para participar do Balcão de Projetos do Brasil Documenta do canal GNT (Rio de Janeiro – RJ), 2003. Em 2006 fez assistência de direção do filme “Federal” de Erik de Castro (Brasília – DF), uma co-produção BSB Cinema e EuropaCorp. Ministrou cursos em 2007 na área do audiovisual (Produção de videoclipes, História do cinema, Produção de cinema e vídeo, etc...). Em 2008 foi convidado pelo cineasta Moacyr Góis para dirigir o vídeo que compôs o espetáculo: “Natal - um plano de Deus”. No mesmo ano se tornou professor substituto do curso de Radialismo da UFRN e foi selecionado juntamente com Mary Land Brito no Concurso Doc TV IV, com o documentário “Sangue do Barro”, com pré-estreia no ano 2009 no Cinemark Natal e em mais 02 teatros contando com um público aproximado de 1.500 pessoas, e estreia em rede nacional na TV Brasil e TV Cultura. Nesse ano também recebe o prêmio de melhor documentário, direção, fotografia e roteiro na mostra VIDAS NA TELA no XIX FESTNATAL (Festival de Cinema de Natal). Atualmente, está em fase de captação de dois novos projetos, o curtametragem “A pizza” e o documentário de longa-metragem “Deífilo, ponto”. Também ministra as disciplinas de Direção em Cinema I e II, no curso de Comunicação Social, Habilitação em Cinema da UnP. 25 2.2.3 Conselho de Curso – Cinema O Conselho de Curso de Comunicação Social - Cinema funciona regularmente e tem a seguinte composição conforme ato da Reitoria, Portaria n° 109.2/2011 – Reitoria/UnP de 01 de julho de 2011: TITULARES Presidente Fábio José da Silva Representação docente Mari Sugai Ana Cecília Aragão Mary Land de Brito Silva Representação discente Kaiony da Silva Venâncio Mat. 201105341 SUPLENTES Michelle Ferret Badiali Henrique José Cocentino Fernandes Airton Miguel de Grande Lucas Costa Torres Galvão Mat. 201006135 Representação de entidade profissional afeta ao Curso: Cineclube Natal Pedro Fiúza Presidente do Cineclube Natal Nelson Marques Vice-presidente do Cineclube Natal As reuniões, realizadas mensalmente, têm registros próprios, e podem contar com a participação de integrantes do NDE, havendo ainda, quando necessário, reuniões extraordinária. 26 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 2.3.1 Necessidade social O Curso de Comunicação Social, habilitação em Cinema, vem sendo desenvolvido pela Universidade Potiguar (UnP) a partir de 2010.1, ao lado de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, instalados, respectivamente, em 1993 e 1997, o que demonstra a experiência da gestão institucional nessa área. Essa oferta vem sendo regida pelo entendimento de que no início do Século XX os principais impactos socioculturais e econômicos observados na sociedade humana se deram, principalmente, com a revolução industrial. Gradualmente, sobretudo a partir dos anos 70 desse mesmo Século, novos elementos passam a influenciar as formas de produção e de comunicação humanas, vindo a configurar-se a denominada ‘sociedade da informação’, com destaque para as novas tecnologias da informação e da comunicação (NTICs). Inicia-se, portanto, o Século XXI com a força dos meios de comunicação e das NTICs, as quais influenciam de modo incomensurável, a complexa sociedade globalizada, em todas as suas dimensões. Dessa forma, a comunicação passa a ser uma prioridade no campo das interações sociais, constituindo-se em ferramenta imprescindível à difusão de culturas, conhecimentos e valores e de aproximação de povos através de processos midiáticos globalizados. O cinema, como meio de comunicação de massa, encontra-se totalmente inserido nesse contexto, por meio ficcional ou documental, se transmite uma cultura, ideia, história, acontecimento, ou simplesmente com o intuito de entretenimento para o público, cumprindo o papel de comunicação. Principalmente nos dias atuais, quando a velocidade de informação torna-se condição sine qua non para as novas gerações, o cinema deixa o seu purismo analógico e entra nas novas ondas tecnológicas, como: o vídeo, o hd, o 3D, a internet, enfim, ferramentas que possibilitam uma maior comunicação e rapidez desse meio. A evolução do cinema no Brasil tem início com as primeiras imagens da Baia de Guanabara e do porto de Santos, em 19 de junho de 1898, e os desbravadores do cinema Mario Peixoto e Humberto Mauro. Apontam-se nessa história os ciclos regionais do cinema, os grandes estúdios (o sonho 27 hollywoodiano brasileiro) com seus musicais e chanchadas; o cinema regional, o cinema marginal, o cinema novo, o cinema erótico e as pornôs chanchadas; o cinema político do final de 1970 e 1980, além do cinema descompromissado dessa década, à época do Governo do Presidente Fernando Collor de Mello. Na era Collor, com o fechamento da Embrafilmes e a extinção das leis de incentivo à cultura, o cinema brasileiro sofreu uma forte queda, o que levou muitos a acreditarem estar decretada a morte do setor. Mas eis que, como uma “Fênix”, o filme Carlota Joaquina – a princesa do Brasil, de Carla Camurati, lançado na década de 1990, faz ressurgir o cinema nacional, destacando-se ainda outros, como Central do Brasil, de Walter Sales, e O Quatrilho, de Fábio Barreto. Nasce aí um novo cinema brasileiro com a força, o vigor e a identidade que vemos hoje. A atual indústria cinematográfica e audiovisual brasileira encontra-se em plena expansão, devido às várias linhas de fomento criadas pelo governo nas esferas federal, estadual e municipal (leis de renúncia fiscal, de incentivo ao audiovisual e editais), observando-se ainda o crescimento dessas ferramentas no setor privado, o que gera um potencial mercado de trabalho. O cinema nacional alcançou a sua maturidade com produções de alta qualidade, como Cidade de Deus, de Fernando Meireles, e Tropa de Elite, de José Padilha, inclusive com várias indicações e premiações nos mais importantes festivais internacionais, como o Globo de Ouro, o Oscar, o de Berlim, de Veneza, Cannes, demonstrando uma posição expressiva no cenário cinematográfico mundial. Nesse processo, observa-se uma migração natural dos tradicionais polos produtores de cinema (Rio de Janeiro e São Paulo) para o Nordeste, onde os cenários naturais, as estórias e o folclore são muito fortes. Cita-se, a título de ilustração, Cabaceiras, situada no sertão paraibano, conhecida como a cidade do bode rei e também chamada de a “Roliúde Nordestina”. Cabaceiras já foi cenário de mais de 18 (dezoito) filmes e minisséries como: São Jerônimo, Cinema, aspirinas e urubus, Lisbela e o prisioneiro, Romance, O auto da compadecida, entre outros. Além da beleza dos cenários naturais, o Nordeste conta com um maior tempo de sol, isto é, há menos risco de chuva e, consequentemente, mais tempo de filmagens externas, o que diminui os custos. É possível acrescentar também a mão de obra mais acessível e a rica cultura nordestina que contribui para roteiros que fogem do convencional. 28 O Rio Grande do Norte, por não ter tradição cinematográfica, até então não esteve tão presente no cenário audiovisual nacional. Na história do estado contase, apenas, com as produções Jesuíno Brilhante e Boi de Prata, sendo este o primeiro filme feito no RN e o primeiro trabalho do estreante e hoje renomado diretor de fotografia paraibano, Walter Carvalho, no cinema. Porém, nos últimos 8 (oito) anos, os diversos eventos realizados no estado, assim como a edição de leis de incentivo à cultura, sugerem estar havendo um aumento da demanda por produção e pela qualificação em audiovisual no RN. Indicam-se, por exemplo, os seguintes festivais e mostras anuais: 01 festival de cinema, o FESTNATAL; 02 mostras, o Curta Natal (evento paralelo ao festival MADA – Música Alimento da Alma) e o Curtacom, mostra audiovisual universitária promovida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); O Goiamum audiovisual, que traz mostras locais, regionais, nacionais e internacionais, além de mesas nas quais o panorama do audiovisual é discutido. Do ponto de vista de leis e editais, destacam-se: Lei nacional de incentivo a cultura (nº 8.685/1993 - MP nº 2.228/01 - Lei do audiovisual); Lei nacional de incentivo a cultura (n° 8.313/1991 - Lei Rouanet); 01 lei municipal de incentivo a cultura (nº 5.323/2001 - Lei Djalma Maranhão); 01 lei estadual de incentivo a cultura (nº 7.799/1999 – Lei Câmara Cascudo); 01 edital para o audiovisual estadual (prêmio Willian Cobbet nos termos da Lei Federal nº 8.666/1993); 01 fundo de cultura municipal (nº 4.838/1997 – Fundo de Incentivo a Cultura). Também devem ser relacionadas entidades ligadas ao audiovisual, a saber: Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas (ABDeC/RN) – realizadores do audiovisual com secção no Estado; Instituto Técnico de Estudos Cinematográficos (ITEC) – promove cursos técnicos em audiovisual; 29 Zoom (ONG) – promove cursos, mostras e eventos em audiovisual, além de fomentar a atividade no RN; Cineclube Natal – fomenta a cultura audiovisual, discutindo o cinema, exibindo filmes e formando plateia; Funcarte (Fundação Capitania das Artes) – fomenta a cultura do município - Secretaria de Cultura de Natal; Fundação José Augusto – Entidade de fomento a cultura do Estado, braço da SECULT, secretária de cultura do RN. Importa salientar ainda: a) o Núcleo de Cinema e Vídeo da UnP, espaço de produção e fomento audiovisual da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Potiguar. b) as formas de representação do audiovisual no estado: Projeto Cena de cinema; Palestras oficinas Cena; Oficinas Goiamum audiovisual; Mostras Goiamum Audiovisual; Mesas redonda Goiamum; Mostra itinerante Goiamum e 5DVD`s produzidos; Festival Curta Natal; Mostra Festival do Minuto; Dia internacional da animação; Cursos do Profº Fábio DeSilva; Oficinas Cannes / Fundação José Augusto; Oficina Fundação José Augusto (documentário); Oficina Zoom / Tela Brasilis; Oficina DocTV Brasil; Programa DocTV Brasil; Oficinas Núcleo de Cinema e Vídeo UnP Workshops de interpretação para cinema e vídeo 30 Os dados supracitados correspondem a um apanhado nos anos de 2004 a 2012, o que significa uma demanda por profissionais e possibilidades de crescimento do setor audiovisual no Rio Grande do Norte e no Nordeste. Além disso, as produtoras do estado utilizam profissionais locais, o que é indicativo também de que egressos de um curso de nível superior, que propicia qualificação específica, serão bem aceitos por essas empresas. Principalmente em época de campanha política, quando se nota de modo mais claro a escassez de profissionais do estado, e com a chegada da TV digital, cada vez mais são necessários profissionais qualificados para suprir as demandas da área. O bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Cinema, desenvolvido pela UnP, assume especial relevância ao contribuir para a formação e qualificação do setor audiovisual potiguar, criando oportunidades para muitas pessoas que não têm condições de frequentar esse curso, cuja oferta encontra-se mais concentrada em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina. No Nordeste existem aproximadamente 8 (oito) Instituições de Ensino Superior (IES) que oferecem cursos de cinema e audiovisual: em Pernambuco, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), as Faculdades Integradas Barros Melo e a Maurício de Nassau; na Bahia, a Faculdade de Tecnologia e Ciências e a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (BA); no Ceará, a Universidade de Fortaleza e a Universidade Federal do Ceará (CE); em Sergipe, com a Universidade Federal do Sergipe (UFSE). O Rio Grande do Norte encontra-se em ponto estratégico entre os principais estados nordestinos produtores de cinema (CE, PB, PE), podendo assim se tornar um polo de produção cinematográfica regional, seja pelas belezas naturais da capital e interior, ou pela qualificação de mão de obra especializada e infraestrutura. O curso da Universidade Potiguar se diferencia dos demais por oferecer ao corpo docente e discente um complexo laboratorial organizado e com equipamentos de ponta, elevando a qualidade da formação acadêmica e, consequentemente, dos trabalhos produzidos por alunos e professores no decorrer das disciplinas e nas atividades de pesquisa e de extensão e ação comunitária. 31 Além disso, a estrutura curricular contempla as principais áreas da formação cinematográfica, apontando para a atualidade das discussões e da formação do profissional em cinema. Todo o trabalho desenvolvido na formação do bacharel em cinema tem como base ações que aliam competências e habilidades profissionais, situadas nos campos da comunicação, abrangendo a capacidade de pensar, escrever e falar com clareza, sempre sob o signo da ética, da solidariedade, da responsabilidade e senso de justiça social, de modo coerente com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI/UnP). Tudo isso é possível e viável, uma vez que a indústria cultural audiovisual está entre as que mais crescem no Brasil e no mundo. A UnP mais uma vez sai à frente com o curso de Cinema, formando novos campos de trabalho, oferecendo suporte ao mercado e sendo referência em todo o Nordeste. O Curso tem ainda a responsabilidade de ser a coluna mestre do setor audiovisual potiguar, incentivando a criação e produção artística e cultural, de modo a valorizar a diversidade cultural, étnica e regional brasileira e a contribuir para a universalização do acesso à arte e à cultura. 2.3.2 Concepção O Curso de Comunicação Social, habilitação em Cinema, tem sua proposta pedagógica respaldada nas Diretrizes Curriculares Nacionais (Parecer CNE/CES n. 492/2001, Parecer CNE/CES n. 1.363/2001, Resolução CNE/CES n. 16/2002) e no PPI, enfatizando trabalhos práticos e técnicos, e ao mesmo tempo abordando os fundamentos teóricos e culturais de realização cinematográfica, formando profissionais com princípios éticos capacitados para a criação e produção de obras ficcionais e documentais em geral. Há também uma preocupação em criar uma diversificação e transformação das demandas sociais e da profissão, adequando-se a essas demandas, assim como compreender a dinâmica do audiovisual em suas relações com os processos sociais que as originam e delas decorrem. Ou seja, não existe só a finalidade de formar um profissional técnico e sim um profissional completo, com suas competências, habilidades e caráter ético/profissional capaz de suprir as necessidades do setor. 32 Para tanto, o curso adota estratégias metodológicas por meio das quais os discentes compreendem a formação teórico-prático como matéria-prima do processo de modelagem do profissional do cinema, tendo a sua disposição além de uma empresa produtora instalada em seu recinto, assim como o núcleo de cinema e vídeo, importante braço extensionista de experimentação e produção para os alunos do curso, incentivando e fomentando a produção audiovisual na IES. No núcleo de cinema e vídeo, é possível se produzir e principalmente, experimentar diferentes linguagens, estabelecendo relações com outros campos do conhecimento e profissões com os quais o cinema faz interface, como a televisão e internet, sempre acompanhado por discentes da área, contribuindo assim para o ensino de extensão no curso e preparando portfólio para um futuro profissional com apresentações em festivais e mostras. O Curso contempla conteúdos básicos, que se caracterizam pela formação em comunicação social, e conteúdos específicos, incidindo na habilitação em Cinema, mas situando-a e fortalecendo-a no contexto da comunicação como cultura de massa (mass media) caracterizando assim o cinema como um veículo comunicacional para seu público. Os estudos e atividades práticas garantem a identidade do processo formativo em comunicação social, sendo trabalhados, teórica e metodologicamente, conteúdos relacionados à criação, produção, distribuição, recepção e análise crítica referentes ao fazer cinema, às práticas profissionais e sociais que lhes sejam relacionadas e às articulações que existem entre tais práticas e os diferentes contextos político, econômico, cultural e social. Tal perspectiva pressupõe a compreensão de que o acadêmico deve construir um corpo de conhecimentos essenciais ao entendimento das diferentes concepções e formas da comunicação cinematográfica, pressupondo o reconhecimento da identidade cultural de determinados segmentos sociais e da consequente forma como recebem o produto audiovisual e, também, dos impactos sociais e profissionais resultantes do usos das atuais e novas tecnologias, no cinema. Além de reger-se por esses princípios, o Curso de Cinema da UnP desenvolve suas atividades de acordo com aqueles formulados no PPI e que enfatizam a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão como alicerce da qualidade da atividade acadêmica. Esse direcionamento leva em conta as 33 demandas contemporâneas da sociedade, que requerem um profissional capacitado, tanto na produção de conhecimentos, quanto na sua função sóciopolítica, ética e pró-ativa. Nesse sentido, o processo formativo tanto mobiliza o aluno para questões inerentes ao cinema, em todos os âmbitos de atuação, quanto contribui para a construção de uma identidade profissional articulada com o indivíduo e com a comunidade, de modo coerente e ético. Dada a amplitude das discussões a respeito da comunicação, o profissional munido deste olhar estará atuando também para a garantia dos direitos humanos e contribuindo para a construção da cidadania. Sob esse direcionamento, de acordo com as diretrizes curriculares nacionais e com base nas diretrizes do Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual (FORCINE), o curso promove estudos e atividades relacionados aos fundamentos epistemológicos, históricos e teórico-metodológicos do Cinema; às estratégias de investigação científica e procedimentos de avaliação; às interfaces do Cinema com outros campos do conhecimento, sendo também, de significativa importância, as práticas profissionais que oportunizam ao discente o contato com os diferentes contextos sociais e institucionais e distintos segmentos culturais, além do conhecimento das bases de políticas públicas para exibição, elaboração de projetos e captação de recursos, além de fundamentos básicos para a construção crítica do cinema. O propósito é que, em sua trajetória acadêmica, o discente estude e vivencie elementos conceituais e práticos necessários à compreensão contextualizada da natureza dos fenômenos e processos da comunicação social, aplicando-os à sétima arte. 2.3.3 Objetivos Geral Formar cidadãos habilitados para criação, crítica, produção e difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais no campo do Cinema e do Vídeo Digital, aptos a trabalhar no setor audiovisual, considerando as possibilidades de uso de novas linguagens sob o critério da ética e da estética audiovisual. 34 Específicos - Formar profissionais com capacidade técnica e ética para atuarem na realização de obras audiovisuais, a partir das plataformas cinematográfica e vídeográfica, adaptando-as às realidades locais; - fornecer embasamento teórico e prático necessário à compreensão do mercado audiovisual, considerando as suas características artísticas, técnicas, políticas e econômicas, o seu desenvolvimento e as suas ligações com diferentes linguagens e mídias e as formas de interação no mercado; - qualificar técnica e culturalmente os iniciantes neste setor, facilitando as condições de inserção no mercado profissional em níveis local, regional e nacional. Ao mesmo tempo, oferecer esta qualificação a profissionais já atuantes no mercado, como forma de reciclagem profissional; - instruir sobre as diferentes realidades do mercado audiovisual, assim como preparar os egressos para uma adaptação as mais diversas mídias, mais especificamente, as novas tecnologias. 2.3.4 Perfil profissional do egresso Como profissional da área de comunicação social, o graduado em cinema, obrigatoriamente, deve apresentar as competências gerais dessa área, relacionadas, principalmente, ao seu campo de atuação, com postura ética e domínio da linguagem cinematográfica para as diferentes mídias. O perfil do egresso de Cinema contempla, portanto, características comuns a outras habilitações da área de comunicação como criar, produzir, receber, distribuir, analisar as mídias, de forma crítica, as práticas profissionais, as peculiaridades culturais, políticas e econômicas que influenciam os diferentes grupos sociais, considerando as contribuições dos afro-descendentes, indígenas, europeus e asiáticos na constituição da sociedade brasileira. Espera-se, ainda, que o egresso possa adotar atitudes de preservação ambiental, reconhecer a diversificação e transformação das demandas sociais e da profissão, adequar-se a essas demandas, assim como compreender a 35 dinâmica do audiovisual em suas relações com os processos sociais que as originam e delas decorrem. Além disso, os estudos e práticas do Curso são efetivados de modo que o egresso demonstre também competências específicas no tocante à produção de obras cinematográficas; criatividade, olhar crítico sobre a sociedade; utilização de novas tecnologias tanto para a produção, quanto para a exibição de produtos audiovisuais. Espera-se ainda que ele possa qualificar o senso comum e, principalmente, experimentar diferentes linguagens, estabelecendo relações com outros campos do conhecimento e profissões com os quais o cinema faz interface. 36 2.4 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Gerais no campo da comunicação social O egresso deverá ter condições de analisar criticamente os fatos sociais, utilizando-se de teorias e conceitos apreendidos durante o curso, com posicionamento ético-político em relação às pessoas e ao meio ambiente, e refletindo sobre as práticas profissionais no campo da comunicação; de dominar as linguagens habitualmente utilizadas nos processos de comunicação, nas dimensões da criação, da produção, da interpretação e da técnica, experimentando e inovando no uso dessa linguagem. Específicas da habilitação em Cinema - Promover interações entre a comunicação e a arte; - Demonstrar domínio no uso da língua escrita e na interpretação de textos gerais, com sensibilidade crítica, capacidade de interpretação e reflexão sobre conteúdos e linguagens, sobretudo no pertinente ao cinema; - Compreender questões da indústria cultural e midiática, articulando as diversas áreas do conhecimento no campo artístico-midiático; - Entender as questões éticas e aplicar a legislação cinematográfica em vigor; - Compreender os conceitos, histórias e teorias da arte e do cinema; - Compreender e desenvolver os formatos de roteiros videográficos e cinematográficos; - Manter-se atualizado em relação aos conhecimentos sobre o cinema brasileiro e mundial; - Utilizar as narrativas cinematográficas; - Dominar a linguagem cinematográfica; - Ler e trabalhar a semiótica em peças cinematográficas; - Aplicar as técnicas de produção audiovisual; - Produzir filmes documental e ficcional; - Compreender os princípios da montagem do som; - Desenvolver o olhar fotográfico e para iluminação; - Criar roteiros sonoros; 37 - Entender o processo criativo das trilhas sonoras; - Desenvolver e aplicar técnicas para a direção de filmes; - Manusear câmera cinematográfica digital e lentes; - Compreender os movimentos, posicionamentos e enquadramentos cinematográficos; - Captar e manusear os mais diversos tipos de som; - Compreender o processo organizacional e gerir uma produção; - Produzir filmes de animação e computação gráfica; - Produzir roteiros cinematográficos; - Aplicar as técnicas de montagem e finalização de imagem e som; - Compreender os estilos de figurino e técnicas de maquiagem; - Trabalhar a direção de arte e aplicar as técnicas e estilos cenográficos; - Desenvolver percepção e técnicas para a preparação de atores e conhecer os principais elementos da dramaturgia; - Desenvolver, planejar, propor, executar e avaliar projetos na área do audiovisual; - Compreender, sistematizar e organizar os processos de políticas públicas para o audiovisual; - Compreender os mais variados processos de distribuição e exibição cinematográfica; - Estar sempre aberto as novas tecnologias e ao experimentalismo no audiovisual; - Desenvolver a crítica como ferramenta para a produção textual sobre cinema; - Preservar e fomentar a memória audiovisual brasileira; - Trabalhar em equipe, considerando a necessidade de respeitar e valorizar a diversidade de pessoas e grupos. Campos de trabalho e funções O profissional poderá atuar em diversas áreas, assumindo funções variadas: - empresas produtoras de cinema e vídeo, exercendo as funções de administrador, roteirista, produtor, diretor, diretor de fotografia, cinegrafista, editor, técnico de som, diretor de arte, cenógrafo, 38 maquiador, produtor de figurino; - organizações governamentais, não-governamentais e empresariais, criando e planejando projetos de audiovisual; - empresas distribuidoras de filmes; - empresas exibidoras de filmes; - órgãos culturais, elaborando projetos culturais; - empresas de elaboração de projetos e captação de recursos audiovisuais; - empresas públicas e privadas exercendo cargos de gestor cultural para o audiovisual; - empresas de televisão, como: roteirista, produtor, diretor, diretor de fotografia, cinegrafista, editor, técnico de som, diretor de arte, cenógrafo, maquiador, produtor de figurino. O futuro profissional pode ainda atuar: - como redator, produtor e diretor em agências de publicidade; - como profissional autônomo (freelancer), prestando serviços para empresas do setor audiovisual, podendo ser produtor, redator / roteirista, diretor, diretor de fotografia, cinegrafista e editor; - ministrando cursos, oficinas e workshops; - na organização de mostras e festivais de cinema; - realizando seus próprios projetos, seja por recursos próprios, por editais, prêmios ou leis de fomento ao audiovisual; - como crítico de arte e crítico cinematográfico na mídia impressa e eletrônica; - como profissional autônomo (freelancer) em campanhas políticas, prestando serviços para empresas do setor audiovisual. 39 2.5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Entre os critérios observados na construção da organização curricular, destaca-se a sua compatibilidade com as diretrizes curriculares nacionais e princípios e orientações da Universidade Potiguar para a sua graduação, conforme o Projeto Pedagógico Institucional e o Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016. Estruturado em 8 séries (4 anos), o Curso é desenvolvido com 3.240 horas (3.840 horas aula), considerando determinações do Conselho Nacional de Educação (Parecer CNE/CES n. 8/2007; Resolução CNE/CES n. 2/2007). Libras consta da estrutura curricular como disciplina optativa (Decreto 5626/2004). Elementos constitutivos A organização curricular do Curso consiste de ciclos de formação que comportam blocos desdobramentos em de conhecimentos, disciplinas, os quais, acrescendo-se por sua ainda as vez, têm atividades complementares. O propósito é manter uma estreita articulação entre esses elementos (figura 2) numa lógica de aproximações sucessivas: do geral para o particular; do mais simples para o mais complexo,de modo que se possa viabilizar a interdisciplinaridade, um dos princípios curriculares da UnP. Figura 2 – Ciclos de Formação 40 Ciclos de formação Apresentando peculiaridades próprias, porém intercomplementares, os ciclos são assim denominados e caracterizados: a) de formação geral e humanística, comportando uma base de conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão de conceitos introdutórios da área comunicação; b) básico profissionalizante, destinado a estudos próprios das áreas de comunicação, cinema e audiovisual, abrangendo disciplinas que irão compor a base para a compreensão do objeto da profissão; c) profissionalizante, compreendendo estudos específicos e mais verticalizados do próprio Curso, consolidando-se, nessa etapa, o processo de formação em nível de graduação. Blocos de conhecimentos Compondo cada um dos ciclos de formação, os blocos de conhecimentos agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos constitutivos. Disciplinas Representam recortes dos blocos de conhecimento, delimitando-se campos de estudo de teorias e práticas em um nível particular. Compõem o Curso disciplinas obrigatórias e optativas. Entre as primeiras, estão: a) as institucionais (Leitura e Produção de Texto e Introdução à Educação Superior, na 1ª série); b) da Escola; c) do Curso. 41 As disciplinas de natureza optativa, cada uma com 60 horas-aula, estão estruturadas nos níveis: a) institucional 1. Administração Profissional Carreira 2. Homem e Sociedade 3. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental 4. Inclusão e Atendimento a Necessidades Especiais 5. Empreendedorismo 6. Inglês Instrumental I 7. Espanhol Instrumental I 8. Inglês Instrumental II 9. Espanhol Instrumental II 10. Fundamentos de LIBRAS; da 11. Estudo da Realidade Brasileira 13. 12. Raciocínio Lógico. Ética, Cidadania e Direitos Humanos b) da Escola de Comunicação e Artes 1. Comunicação e Gênero; 2. Comunicação Profissional; 3. Comunicação Contemporâneas; Mídias 4. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação; 5. Comunicação no Terceiro Setor e Responsabilidade Social; 6. Negócios em Comunicação. e As disciplinas optativas institucionais, com oferta prevista na 2ª e 4ª série, integram o ciclo de formação geral e humanístico. As da Escola, prevista na 3ª, situa-se nos ciclos geral e humanístico e básico-profissionalizante, sendo ofertadas em alternância com as institucionais, conforme quadro 6 e estrutura curricular a seguir. Como a lógica curricular não comporta rigidez, um determinado bloco de conhecimentos e suas disciplinas podem estar presentes em um ou mais ciclos formativos. As atividades complementares, por exemplo, perpassam os três ciclos, ampliando, flexibilizando e diversificando o percurso acadêmico discente. 42 Quadro 6 – Organização do Curso por ciclo, blocos de conhecimento e disciplinas. CICLOS DE BLOCOS DE FORMAÇÃO CONHECIMENTO Fundamentação Humanística – FH DISCIPLINAS - Geral e Humanístico Fundamentos Gerais da Comunicação – FG - Fundamentos Gerais da Comunicação e Artes – FGA Básico profissionalizante Fundamentos Gerais do Cinema – FGC Profissionalizante Práticas Profissionais em Cinema – PPC - Introdução à Educação superior; Leitura e Produção de Texto; Fundamentos de Técnicas e Métodos Científicos; Desenvolvimento e Sustentabilidade ambiental; Empreendedorismo. Introdução à Comunicação e Arte; Fundamentos Básicos em Ciências Humanas e da Cultura; Bases Sociológicas da Comunicação; A cultura de Massa e a Produção do Sentido; Comunicação e Mídias Contemporâneas História da arte; Ética e legislação em cinema; Semiótica aplicada ao cinema. Introdução ao cinema; Cinema brasileiro; Narrativa visual e linguagem cinematográfica; Produção audiovisual; Cinema documental; Direção em cinema I; Fotografia e iluminação; Cinema de ficção. Estruturas de roteiro; Produção audiovisual; Cinema documental; Direção em cinema I; Montagem cinematográfica; Fotografia e iluminação; Desenho de som e trilha sonora; Cinema de ficção; Direção de fotografia; Direção em cinema II; Direção de produção; Técnicas de captação de som; Animação e computação gráfica; Roteiro avançado; Montagem e pós-produção de imagem e som; Figurino e maquiagem; Direção de arte e cenografia; Dramaturgia e preparação de atores; Produção executiva e elaboração de projetos; Crítica cinematográfica; Políticas para exibição de filmes; Projeto experimental em cinema I; Projeto experimental em cinema II; Temas atuais em cinema. 43 Estrutura curricular 2010.1 A estrutura do Curso apresenta 3.240 horas (3.840 horas aula), distribuídas a seguir por série, disciplinas e total por semestre e total geral. Estrutura curricular vigente a partir de 2010.1 SÉRIE DISCIPLINAS 1ª Bases Sociológicas da Comunicação Fundamentos Básicos em Ciências Humanas e da Cultura Fundamentos de Técnicas e Métodos Científicos Introdução à Comunicação e Arte Introdução à Educação Superior Leitura e Produção de Texto CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 3 3 18 0 0 0 0 3 3 3 18 60 60 60 360 20 Total 1ª série A Cultura de Massa e a Produção do Sentido Estruturas de Roteiro História da Arte 2ª Introdução ao Cinema Legislação e Ética em Cinema Optativo I - Institucional 2 2 2 3 2 3 1 1 1 1 1 0 3 3 3 4 3 3 380 60 60 60 80 60 60 Subtotal 14 5 19 380 Subtotal Atividades Complementares I Atividades Complementares II 20 Total 2ª série Cinema Brasileiro Cinema Documental Narrativa Visual e Linguagem Cinematográfica 3ª Optativo I - Escola de Comunicação e Artes Produção Audiovisual Semiótica Aplicada ao Cinema 3 2 2 3 2 2 0 2 1 0 2 1 3 4 3 3 4 3 400 60 80 60 60 80 60 Subtotal 14 6 20 400 Atividades Complementares III 20 Total 3ª série Cinema de Ficção Desenho de Som e Trilha Sonora Direção em Cinema I 4ª Fotografia e Iluminação Montagem Cinematográfica Optativo II - Institucional 2 2 1 2 2 3 2 2 2 1 2 0 4 4 3 3 4 3 420 80 80 60 60 80 60 Subtotal 12 9 21 420 Atividades Complementares IV 20 Total 4ª série Animação e Computação Gráfica Direção de Fotografia 5ª Direção de Produção Direção em Cinema II Técnicas de Captação de Som 2 1 0 0 1 2 3 3 3 3 4 4 3 3 4 440 80 80 60 60 80 Subtotal 4 14 18 360 44 Atividades Complementares V 20 Total 5ª série Direção de Arte e Cenografia Dramaturgia e Preparação de Atores 6ª Figurino e Maquiagem Montagem e Pós-produção de Imagem e Som Roteiro Avançado 2 2 3 0 1 2 2 1 5 3 4 4 4 5 4 380 80 80 80 100 80 Subtotal 8 13 21 420 Atividades Complementares VI 20 Total 6ª série Crítica Cinematográfica Políticas para Exibição de Filmes 7ª Produção Executiva e Elaboração de Projetos Projeto Experimental em Cinema I 4 4 5 0 0 0 0 5 4 4 5 5 440 80 80 100 100 Subtotal 13 5 18 360 Atividades Complementares VII 20 Total 7ª série Projeto Experimental em Cinema II 8ª Temas Atuais em Cinema 0 2 17 0 17 2 380 340 40 Subtotal 2 17 19 380 Atividades Complementares VIII 20 Total 8ª série 400 Carga Horária Obrigatória (h/a) INTEGRALIZAÇÃO Teórica Prática Total 85 69 154 CH dos Semestres 3080 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias 2900 Carga Horária Total das Atividades Complementares 160 Carga Horária das Disciplinas Optativas 180 Carga Horária Total de Integralização do Curso 3240 45 2.6 ATIVIDADES DO CURSO 2.6.1 Atividades práticas As atividades práticas no Curso são desenvolvidas por meio de projetos interdisciplinares, atividades experimentais, aulas de campo e atividades intercursos e TCC, como exemplificado abaixo: Projetos interdisciplinares - começam a partir da segunda série e vão até a a) sétima: - Experimento cinema (2ª série - projeto de iniciação e experiência no audiovisual – 2010 e 2011); - CineDoc (3ª série - projeto de produção de documentários – 2011 e 2012); - Curta os Minutos (4ª série - projeto de produção de curtametragens – 2011 e 2012); - Anime-se (5ª série - projeto de produção de animação – 2012 e 2013); - CinemAtua (6ª série - projeto de atuação em cena 2012 e previsão para 2013.2); - Doc Script (7ª série - projeto de tratamento e trabalho com roteiros e de crítica cinematográfica previsão para 2014). - Cinema Preto e Branco (5ª e 7ª – projeto transdisciplinar que discute as relações étnicoraciais no Cinema 2013 e previsão para 2014) b) Atividades experimentais - todas as disciplinas trabalham com os alunos em exercícios experimentais do audiovisual, seja com produção, direção, montagem, som e roteiro. c) Aulas de campo - Disciplinas ligadas a produção, direção e som, trabalham também com os alunos em atividades externas ao Campus. d) Atividades intercursos - Dependendo da demanda / necessidades de outros cursos e disponibilidade do curso de cinema, alunos e professores contribuem para a produção de material audiovisual e organiza debates e mostras de cinema em parceria com outros cursos. e) TCC, projeto de conclusão de curso, acontece entre a 7ª e 8ª série e o aluno deve produzir uma monografia ou um curta-metragem documental ou de ficção. O curso conta, atualmente, com uma produtora de audiovisual funcionando no seu interior, com equipamentos de alta definição tanto para captação de imagens e som, quanto para edição e finalização. São disponibilizados 02 estúdios e 04 ilhas padrão Macintosh, além de 02 laboratórios de informática com softwares de edição, finalização e animação 3D. 46 2.6.2 Atividades complementares As atividades complementares, normatizadas pela Resolução nº. 024.2/2012 – ConEPE – e previstas da 1ª a 8ª séries, flexibilizam, diversificam e ampliam a formação do aluno, compreendendo a participação em palestras, conferências, simpósios, encontros estudantis; frequência a cursos presenciais ou a distância; iniciação científica e extensão e ação comunitária; monitoria, entre outras. Controle e registro O controle e registro das atividades realizadas pelo aluno são da responsabilidade da coordenação do Curso, a partir do cadastro das atividades de cada discente em sistema próprio, mediante apresentação dos documentos comprobatórios. Automaticamente, os dados entram nesse sistema, passando a compor o histórico escolar do aluno. O estudante tem acesso a esse controle e registro via internet. Semestralmente, o coordenador verifica a situação individual do aluno, cumprindo determinações da Resolução n. 024.2/2012, art. 4º, incisos IV e V: IV – é facultado ao aluno cumprir carga horária remanescente de semestre anterior, cumulativamente com a do semestre subsequente, desde que o total dessa carga horária não ultrapasse o dobro do previsto para o semestre; V – quando a carga horária cumprida quer como carga horária remanescente de semestres anteriores, quer como adiantamento de carga horária do semestre subsequente, ultrapassar o dobro da carga horária prevista para o semestre, o excedente não será considerado para fins de registro acadêmico. Para cada atividade são atribuídas carga horária e pontuação (quadro 7) pelo Conselho do Curso, que se posiciona também quanto às atividades não contempladas no PPC. 47 Quadro 7 – Pontuação das atividades complementares CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE ATIVIDADE 1 Palestra 2 Curso – presencial ou a distância 3 Jornada Acadêmica 2.1 2.2 2.3 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 De 8 a 10 horas De 11 a 19 horas Acima de 19 horas Mostra de Comunicação Apresentação de seminário interdisciplinar Participação em comissão organizadora Apresentação do anteprojeto de pesquisa (1) em Cinema Assistência na apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso Seminário sobre o ensino de cinema Jornada em área afim Encontro Estudantil 5.1 Ateliê de pesquisa em comunicação Participação voluntária em projeto de Iniciação Científica 5.2 pesquisa em comunicação 5.3 Bolsista de pesquisa em comunicação 6.1 Até 08 horas (presencial) Iniciação à Extensão ou 6.2 De 09 a 15 horas (presencial) (2) à Ação Comunitária 6.3 Acima 15 horas (presencial) Monitoria - com bolsa ou 7.1 01 disciplina (3) voluntária 7.2 02 disciplinas Publicação de Trabalho em Revista Técnica/Científica, Anais e Revista Eletrônica (4) Viagem / Visita Técnica 10.1 Participação como congressista Congresso na Área de Comunicação 10.2 Apresentação de trabalho 11.1 Participação como congressista Congresso em Área Afim 11.2 Apresentação de trabalho Prêmio ou Título na Área de Comunicação / Audiovisual (5) Produção Técnica com eficácia comprovada (6) Produção Artístico-cultural 15.1 Até 40 h/s Disciplina cursada em 15.2 De 41 a 60 h/s nível superior e não (7) 15.3 De 61 a 80 h/s aproveitada 15.4 Acima de 81 h/s (8) Atividades Complementares cursadas em outros Cursos e/ou IES (9) Participação em mostras / festivais e em veículos de comunicação MÁXIMO SEMESTRAL CH POR ATIVIDADE Promovida pela UnP Não promovida pela UnP 05 10 12 15 15 15 15 02 06 08 10 05 -x10 12 -x- 12 -x- 20 10 05 4 10 05 05 3 20 10 10 12 16 20 15 25 05 08 10 14 -x-x- 25 25 25 02 10 20 04 08 10 02 10 10 12 14 18 10 05 -x10 20 02 06 10 01 05 05 08 10 14 10 05 08 20 15 25 05 20 20 25 20 08 20 02 25 18 10 25 (1) Atividade desenvolvida a partir do 3º semestre. (2) Atividade de extensão ou de ação comunitária especifica dos Cursos de Comunicação Social, Rádio Experimental, Televisão Interna, Núcleo de Cinema e Vídeo, Weblab, Comunicação Alternativa, Projeto Memória, Laboratório de Voz Profissional, EXPROM, Empresa Júnior, Projetos na produtora de vídeo da UnP, podendo ser contempladas diversas culturas, com ênfase para a afro-descendente, africana e indígena. Além de atividades promovidas pelo setor audiovisual e de comunicação regional e nacional. (3) A monitoria deverá ter, no mínimo: 3 meses de duração comprovada; conceito “BOM” na avaliação de desempenho. (4) O aluno precisará entregar à Coordenação documento que comprove a data da viagem/visita técnica, local, pessoa e telefone para contato, juntamente com o relatório sobre a viagem/visita técnica. (5) Softwares, produtos tecnológicos, processos ou técnicas. (6) A comprovação de produção artístico-cultural dar-se-á mediante entrega do material produzido ou através de registros documentais (foto, gravação audiovisual, entre outros), acompanhados de certificação. (7) Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, à disciplina que não constar no aproveitamento de estudos poderá ser considerada como Atividade Complementar, seguindo a carga horária correspondente por atividade nesta tabela. (8) Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, a carga horária de Atividades Complementares registradas no Histórico Escolar poderá ser aproveitada conforme a discriminação da tabela. (9) A comprovação de participação em mostras / festivais e em veículos de comunicação dar-se-á mediante entrega do material produzido ou através de registros documentais (foto, gravação audiovisual, entre outros), acompanhados de certificação. 48 2.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão (TCC) do Curso de Comunicação Social, habilitação Cinema, constitui disciplina curricular obrigatória e caracteriza-se como atividade de sistematização e síntese de conhecimentos, e de integração entre a teoria e prática, cabendo ao aluno optar por uma das seguintes modalidades: a) monografia; b) produto experimental (filme). Além de escolher a modalidade, o aluno selecionará o tema sob o critério de sua vinculação à habilitação em Cinema, seguindo as normas do Manual de TCC. Em seguida, o formando deve indicar, através de questionário aplicado em sala, um professor-orientador para a sua pesquisa. A elaboração de uma ou de outra forma de TCC deve levar em consideração as normas e critérios estabelecidos no Manual de Trabalho de Conclusão, do próprio Curso, documento este entregue a todos os discentes que se encontrem nessa fase. Somente podem se matricular na disciplina os alunos concluintes, regularmente matriculados e com, no máximo, 3 (três) dependências por cursar, na série imediatamente anterior. O aluno desenvolverá todo o processo (da formulação do problema até a defesa final) sob orientação do professor, cuja escolha deve ser pautada pela relação que este mantém com as mais diversas mídias e grupos temáticos indicados, e, ainda, pelas afinidades subjetivas e intelectuais que apresenta com o aluno, tendo em vista a eficiente execução da pesquisa. Todo professor orientador deve ser vinculado à Área de Ciências da Comunicação e disponibilizado pela Coordenação do TCC. No caso específico dos produtos experimentais, exigir-se-á o acompanhamento escrito de MEMORIAL DESCRITIVO E ANALÍTICO com níveis de aprofundamento e pesquisa similares à dissertação monográfica circunscritos ao tema escolhido e que justifiquem o formato e a finalidade de uma realização prática. 49 Monografia Trata-se de uma pesquisa individual de um ramo, setor ou ângulo da questão sob análise, realizada pelo aluno, a partir de uma investigação científica sujeita à normalização bibliográfica. Apesar da abrangência limitada, a monografia é um estudo rigorosamente científico, submetido a um criterioso exame no processo final de defesa pública através de uma banca examinadora designada pela coordenação do Curso. Não é permitida a solicitação de nenhuma produção laboratorial por parte do concluinte (seja nas mídias impressas ou eletrônicas) com o objetivo de complementar seu trabalho escrito ou apenas sua apresentação pública. Produto Experimental De acordo com o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (2009), experimentar significa submeter-se à experiência, pôr à prova; ensaiar, pôr em prática, executar, empreender, participar, avaliar, conhecer, verificar. Sentir, sofrer, suportar. Adquirir experiência, adestrar-se. Esses são os conceitos que irão permear a condução do processo de habilitação de novos profissionais de cinema no mercado de trabalho. Sabe-se que a economia moderna preza pela criatividade, ao mesmo tempo que, exige sua aplicação imediata, objetiva e rentável, cabendo aos centros de educação, faculdades, universidades e outras instituições destinadas à formação profissional, o papel de favorecer o exercício da criatividade através da pesquisa acadêmica, oferecendo produtos diferenciados ao mercado consumidor de notícias. No caso da Universidade Potiguar, excluir-se desse processo significa perder credibilidade e negar-se à ação social que enuncia. Os modelos de formatação dos trabalhos laboratoriais consistem em produtos convencionalmente estabelecidos e aqueles de caráter efetivamente experimentais. No primeiro caso, pretende-se tão-somente abastecer um mercado já padronizado. No segundo, por sua vez, questionam-se os padrões e demandas mercadológicas em vigor através da experimentação de novos formatos. Nos dois casos listados, exige-se do formando um relato do processo envolvido através de um Memorial Descritivo e Analítico. 50 Apesar da aplicação prática direta dos produtos experimentais, é exigido dos concluintes o mesmo comprometimento científico estabelecido para a monografia. É preciso ter ciência das implicações relacionadas aos meios e tecnologias a serem utilizados, contexto histórico-cultural teórico e técnico a fim de identificar prováveis lacunas e a própria viabilidade da produção. São exemplos de bens culturais o filme documental e o filme ficcional. O produto experimental do TCC em Cinema da UnP é um trabalho autoral coletivo a ser realizado a partir de 01 (um) concluinte, com no máximo 06 (seis) e a sua propriedade intelectual será compartilhada pelos discentes desenvolvedores do projeto e a UnP. Avaliação É obrigatória, tanto para a monografia quanto para a produção experimental, a submissão ao exame de qualificação. Após convocado e divulgado pela Coordenação do TCC, o exame consistirá de uma arguição oral do Relatório apresentado. A função do exame de qualificação é avaliar o desenvolvimento da pesquisa, considerando os requisitos básicos exigidos de um trabalho científico de qualidade, e também contribuir para a finalização deste, a partir de sugestões dos avaliadores. Os critérios de avaliação tanto para monografia quanto para o produto experimental, estarão especificados no Manual de TCC. Caberá à Coordenação do TCC apreciar o cumprimento das exigências especificadas para depósito dos volumes. Ao constatar a inobservância das mesmas, cientificar orientador e orientando. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média 7,0 ou superior dos examinadores que compõe a banca. Constará na ata apenas o resultado aceito ou não aceito. Uma vez aceito (monografia ou produto experimental), o resultado deverá ser registrado em formulário específico, que integra o Manual de TCC. O Relatório não aceito deverá ser apresentado em nova versão, com os ajustes recomendados pela Banca. Será dado ao aluno 15 dias, contando a partir do dia exame de qualificação, para refazer o trabalho. 51 Caso o aluno não cumpra os prazos estabelecidos no cronograma do exame de qualificação, a Coordenação poderá requerer a suspensão da sessão pública de defesa. A partir daí o aluno estará em recuperação, sendo facultado o direito de defesa somente após a conclusão do Exame Final de todos os projetos em andamento e aprovados na qualificação. Neste caso, o aluno não colará grau na data oficial, mas somente após a recuperação, nova apresentação e defesa de seu trabalho. 2.6.4 Metodologia Os docentes do curso de Cinema adotam procedimentos metodológicos apropriados ao alcance de seus objetivos, utilizando maneiras diversificadas de incentivar a aprendizagem, de acordo com as especificidades temáticas de cada disciplina. Desde o início do Curso, são utilizadas estratégias focadas em três vertentes voltadas para criatividade, experimentalismo e autonomia. Como estratégias de articulação teoria-prática, além de atividades desenvolvidas em laboratórios específicos de Cinema, são realizadas outras atividades em ambientes externos, como exercícios de filmagens de documentários e ficções. Desta forma, alcança-se um equilíbrio entre teoria e prática. Outro aspecto importante que faz parte da metodologia é a interdisciplinaridade, desenvolvida a partir da segunda série, aonde no final de cada semestre é desenvolvido um projeto audiovisual ligado a todas as disciplinas ministradas no bloco, esse processo é contínuo e ininterrupto até o final do curso culminando com o TCC. Com a interdisciplinaridade, o aluno tem uma visão global dos temas abordados e uma base prático-teórica sólida. Os procedimentos metodológicos estimulam a participação do aluno em atividades acadêmicas, focando o aprender a aprender e o aprender a agir ética e criticamente. Serão ainda desenvolvidas atividades que favorecem a percepção e o respeito à diversidade, como palestras e debates envolvendo representantes do setor de audiovisual. Ainda no estreitamento entre teoria e prática, os Trabalhos de Conclusão de Curso receberão destaque especial, com a orientação ocorrendo em todos os 52 âmbitos do conhecimento para a produção de monografias, documentários e curtametragens de ficção, em consonância com o mercado de cinematográfico. Nesse sentido, poderão ser indicados a existência de laboratórios adequadamente equipados que permitirão ao aluno utilizar os recursos experimentais, levando-o a integrar teoria e prática; realização de eventos para divulgação dos trabalhos desenvolvidos pelo corpo docente e discente do Curso de Cinema da UnP, o que também possibilitará o contato do aluno com importantes nomes do Cinema, encontrados nos cenários regional e nacional. Como exemplo, destacam-se o EduCom – Congresso de Comunicação e Educação do RN e a participação atuante no Congresso Científico e Mostra de Extensão da Instituição. 53 2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem segue o constante do Regimento Geral: é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento - média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada unidade abrange os conteúdos, cumulativamente. Concluídas as avaliações referentes a cada unidade, é realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte fórmula: Média Final= U1 + U2 2 É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, e utilizar instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do aluno, na forma de teste, prova, trabalho teórico ou prático, projeto, ou de quaisquer outras técnicas pertinentes à programação da disciplina, aplicados individualmente ou em grupo, de maneira que seja proporcionada ao aluno uma avaliação contínua de seu desempenho. As avaliações finais das U1 e U2 poderão ser realizadas de forma integrada, contemplando a programação conjunta de todas as disciplinas da mesma série ou de todas as séries já cursadas pelo aluno, constituindo-se como avaliações integradas. Se, ao final das duas unidades, o aluno não obtiver média 7,0, poderá realizar avaliação de recuperação, possibilitando a verificação da melhoria de seu desempenho em relação ao resultado anterior. A nota obtida na avaliação de recuperação irá substituir a menor nota obtida nas unidades anteriores (U1 ou U2) Segunda chamada O aluno pode realizar uma segunda chamada, objetivando a substituição de uma avaliação não realizada em razão de falta a uma avaliação de qualquer um dos momentos avaliativos, mediante solicitação no autoatendimento, deferimento e pagamento da taxa correspondente. 54 Procedimentos São considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais ou a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso. Instrumentos e critérios São adotadas provas escritas, artigos, relatórios de seminários, de estágios e de visitas técnicas, dentre outros. Como critérios são indicados: participação/envolvimento do aluno com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos estudados na disciplina; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência harmoniosa e solidária. Exame de proficiência De conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9394/96, o estudante poderá, excepcionalmente, se submeter a exame de proficiência com vistas à abreviação de seus estudos. Esse exame, de acordo com o Regimento Geral, requer a avaliação das potencialidades, conhecimentos e experiência profissional anteriores do aluno, que lhe possibilita avançar nos estudos, mediante comprovada demonstração do domínio do conteúdo e das habilidades e competências requeridas por disciplina ou grupo de disciplinas do currículo do seu curso. 55 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação do Curso está integrada ao Projeto de Autoavaliação Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), com o envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, adotandose uma dinâmica em que são trabalhadas as seguintes categorias: A aplicação dos instrumentos ocorre semestralmente, por meio do sistema de avaliação institucional (SIS), sob a responsabilidade da CPA/UnP. Os resultados são socializados em seminários de avaliação e planejamento institucional promovidos pela Comissão Própria de Avaliação, com a participação dos Conselhos de Cursos de graduação, dentre os quais o Conselho do Curso e do Núcleo Docente Estruturante. Após cada seminário, os resultados são analisados pelo Conselho e NDE, assim como com representantes de turma, com vistas à identificação e adoção de estratégias de melhorias, e consequente aperfeiçoamento do Curso. Já as ações realizadas para a superação de eventuais limites são divulgadas por meio da internet, site UnP. Além disso, atendendo a proposta do Conselho do Curso e do NDE o estágio supervisionado tem também ferramenta avaliativa ao término de cada semestre, contemplando: análise da atuação do supervisor, das estruturas 56 utilizadas nos cenários de prática e dos processos de avaliação da aprendizagem. Estes, por suas peculiaridades, também contam com metodologias, procedimentos e instrumentos específicos, de acordo com o indicado no Manual de Estágio do Curso. A avaliação do PPC, especificamente, deve ocorrer levando em conta: coerência do Projeto com os requisitos legais, com as diretrizes curriculares nacionais e orientações institucionais constantes no PDI; coerência entre objetivos do curso e perfil do profissional a ser formado; atualidade das competências e habilidades previstas em relação às necessidade sociais, em especial as de saúde, e, ainda, do mercado de trabalho; ações realizadas para implementação das políticas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária previstas no PDI; estratégias de flexibilização curricular adotadas; coerência da sistemática de avaliação utilizada nas disciplinas com os conteúdos estudados; melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho, requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre outros; funcionamento do Conselho do Curso e respectivos registros; melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte físico, computacional e bibliográfico para funcionamento do Curso, incluindo ambientes específicos. As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (docentes, discentes, técnicos de laboratórios, coordenação e supervisão de estágio). Cabe ao NDE a proposição de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico submetido à análise do Conselho do implementado sob o acompanhamento da CPA/UnP. Curso, e 57 PARTE 3 – CORPO DOCENTE, CORPO DISCENTE E CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 58 3.1 CORPO DOCENTE 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante (NDE), instituído nos cursos de graduação da Universidade Potiguar através da Resolução n o 40/2012 - ConEPE, de 29 de novembro de 2012, tem atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre matéria de natureza eminentemente acadêmica, sendo responsável pela criação, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico de cada curso. São atribuições dos integrantes do NDE, de acordo com esse normativo: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. adotar estratégias de trabalho que assegurem a participação de representação docente e de pessoal técnico-administrativo na elaboração, avaliação e aperfeiçoamento do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), acrescentando-se a Coordenação Acadêmica e Pedagógica do Núcleo de Educação à Distância (NEaD) quando se tratar de curso a distância; propor à apreciação do ConseC projetos de pesquisa, de cursos de pós-graduação lato sensos e stricto sensu e de cursos ou atividades de extensão, com vistas a fortalecer o princípio da indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão; propor alternativas teórico-metodológicas que promovam inovações metodológicas e a melhoria dos processos de ensino-aprendizagem, considerando as peculiaridades do curso – se presencial ou a distância; analisar relatórios semestrais emitidos pela coordenação acadêmica e pedagógica do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) relacionados à execução e avaliação do projeto pedagógico do curso; apoiar a Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP) nas atividades de atuoavaliação do curso; analisar resultados da autoavaliação do curso obtidos nos processos de avaliação interna conduzidos pela CPA/UnP e de avaliação externa efetivadas pelo órgão oficial competente, com vistas á implementação de ações de melhorias; acompanhar o desempenho acadêmico das turmas, em conjunto com os respectivos professores e tutores de cursos a distância, identificando estratégias de superação de dificuldades de aprendizagem, podendo, para tanto, contar com o Núcleo de apoio Psico-pedagógico (NAPe); analisar os instrumentos de avaliação da aprendizagem utilizados pelos professores, propondo os aperfeiçoamentos pertinentes; apreciar e avaliar os relatórios de pesquisa e experiências desenvolvidas em laboratório e a infraestrutura disponível nesses laboratórios, encaminhando à Coordenação do Curso sugestões e alternativas de melhoria; 59 Ainda, conforme a referida Resolução, compete ao Coordenador do Curso, sem prejuízo das atribuições inerentes à função: I. II. III. IV. V. Convocar e coordenar, mensalmente, as reuniões do NDE, preferencialmente em conjunto com o Conselho do Curso, indicando um dos integrantes para registro das discussões, encaminhamentos e decisões; Definir, em comum acordo com os docentes integrantes do NDE, os Grupos de Trabalho que devam ser formados, atendendo as especializações de cada docente em relação à matéria a ser tratada pelo Grupo; Estabelecer a distribuição de carga horária e o horário diário de cada componente do NDE; Promover, mediante formulários definidos em conjunto com a CPA/UnP, a avaliação do desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso; Encaminhar à Direção da Escola, mensalmente, relatório das atividades desenvolvidas pelo NDE. NDE do Curso O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Cinema é composto por 5 professores, conforme Portaria n. 362/2012 de 22 de agosto de 2012 – Reitoria/UnP, apresentando as seguintes características: Quadro 8 – Composição do NDE do curso. Nome Fábio José da Silva Gustavo Henrique Ferreira Bittencourt Manoel Pereira da Rocha Neto Mari Sugai Michelle Ferret Badiali Titulação Especialização Mestre Doutor Mestre Mestre Regime de Trabalho Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Parcial Essa constituição atende ao disposto na Resolução n. 1, de 17 de junho de 2010 – CONAES, e aos critérios de avaliação constantes do instrumento de avaliação de cursos de graduação MEC/INEP, de maio de 2012. 3.1.2 Perfil do corpo docente – 2013.1 O corpo docente indicado neste projeto refere-se ao primeiro semestre de 2013, destacando-se que a maioria dos profissionais atua também em outros cursos da Universidade. São dez professores com titulação adequada às disciplinas que ministram e com experiência na docência e no mercado de trabalho, conforme especificações a seguir. (Quadros 9, 10,11 e 12). 60 Quadro 9 – Titulação, disciplina, experiência profissional e regime de trabalho – 2013.1 Nome Fábio José da Silva Formação Bacharelado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Universidade Potiguar, 1998 Especialização em Ética, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2006 Bacharelado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Universidade Potiguar, 1999 Gustavo Henrique Ferreira Bittencourt Especialização em Ética, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2006 Disciplina(s) Regime de trabalho Experiência profissional (em anos) ensino superior mercado Direção em Cinema I; Direção em Cinema II; Desenho de Som e Trilha Sonora; Técnicas de Captação de Som; Dramaturgia e preparação de atores. Tempo Integral 11 19 Introdução a Comunicação e Arte; Crítica Cinematográfica; Tempo Parcial 06 0 Semiótica Aplicada ao Cinema; Narrativa Visual e Linguagem Cinematográfica, Roteiro Avançado, Cinema de Ficção, Projeto Experimental em Cinema II; Legislação e Ética em Cinema Tempo Parcial 05 08 Produção Audiovisual; Direção de Produção; Introdução ao Cinema; Cinema de Ficção; Direção de arte e cenografia; Produção executiva e elaboração de projetos; Figurino e Maquiagem Tempo Parcial 02 13 Tempo Parcial 04 25 Mestrado em Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2008 Bacharelado em Comunicação Social – Jornalismo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2004 Ana Cecília Aragão Gomes Especialização em Divulgação Científica, Universidade de São Paulo, 2005 Mestrado em Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2009 Mari Sugai Bacharelado em Comunicação Social – Cinema, Fundação Armando Álvares Penteado, 1998 Mestrado em Letras, Universidade de São Paulo, 2010. Bacharelado em Comunicação Social – Jornalismo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 1985 Maria Stella Galvão Santos Especialização em Gestão de Fundamentos Básicos Processos Comunicacionais, em Ciências Humanas e Universidade de São Paulo, 2001 da Cultura; A Cultura de Massa e a produção do Especialização em Bioética, sentido; História da Arte Universidade de São Paulo, 2008 Mestrado em História da Ciência, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2006 61 Nome Formação Disciplina(s) Regime de trabalho Experiência profissional (em anos) ensino superior mercado Bacharelado em Administração de Empresas, Faculdade de Ciências Gerenciais de João Monlevade, 1997 Wesley Ferreira de Paula Aderbal Ferreira de Andrade Especialização em Administração Geral, Instituto de Ensino e Pesquisa Objetivo, 2005 Especialização em Ciência Política e Estratégia Brasileira, Fundação Universidade Federal do Tocantins, 2007. Bacharelado em Tecnologia em Automação Industrial, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, 2009. Especialização em Docência do Ensino Superior, Universidade Potiguar, 2010. Bacharelado em Comunicação Social – Jornalismo, Universidade Potiguar, 2001 Michelle Ferret Badiali Henrique José Cocentino Fernandes Bacharelado em Educação Artística, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2006 Mestrado em Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2009. Bacharelado em Tecnologia em Lazer e Qualidade de Vida, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, 2005 Mestrado em Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2009 Bacharelado em Comunicação Social – Jornalismo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 1999 Manoel Pereira da Rocha Neto Mestrado em Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2002 Doutorado em Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2005 Empreendedorismo; Políticas para Exibição de Filmes Horista 05 23 Montagem Cinematográfica; Animação e Computação Gráfica; Montagem e PósProdução de Imagem e Som Tempo Parcial 03 12 Estruturas de Roteiro; Cinema Brasileiro; Projeto Experimental em Cinema I; Cinema Documental Tempo Parcial 03 10 Fundamentos de Técnicas e Métodos Científicos; Fotografia e Iluminação; Direção de Fotografia; Bases Sociológicas da Comunicação Horista 05 20 Tempo Parcial 09 07 Leitura e Produção de Texto; Temas Atuais em Cinema; Introdução à Educação Superior 62 Quadro 10 – Titulação do corpo docente – resumo Titulação Doutorado Mestrado Especialização TOTAL N° de docentes % de Docentes 01 06 03 10 10 60 30 100,00 Quadro 11 – Tempo de experiência profissional do corpo docente – resumo N° docentes tempo/anos educação superior 1 0 0 9 Menor 3 anos 3 anos 4 anos 5 anos e mais % mercado educação superior mercado 1 2 1 6 10 0,00 0,00 90,00 10 20 10 60 Quadro 12 – Regime de trabalho – resumo Regime trabalho N° de docentes % de docentes tempo integral tempo parcial horista TOTAL 01 07 02 10 10 70 20 100,00 3.1.3 Políticas institucionais Os professores têm a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de Carreira Docente (PCD), e contam com vários mecanismos institucionais de capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se: a) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu; oferta pós-graduada lato sensu, registrando-se, especializações: Assessoria na de área do Curso, Comunicação, as seguintes Audiovisual e Publicidade, Educomunicação, MBA em Mídias Sociais e Gestão da Comunicação, Produção Cultural. b) oferta de cursos on line, pela Laureate, com a seguinte programação: 63 Certificado Laureate em Ensino Aprendizagem no Ensino Superior/ch Métodos de aprendizagem/ch Aprendizagem Colaborativa Aprendizagem Problemas Baseada em Metodologia de Estudos de Caso Aprendizagem Orientada a Projetos I Aprendizagem Orientada a Projetos II Total 20 h Introdução - (Módulo I) 30 h 20 h Ensino Centrado no Aluno (Módulo II) 20 h 20 h Ferramentas de Aprendizagem - (Módulo III) 20 h 20 h Ferramentas de Avaliação (Módulo IV) 20 h 20 h Ferramentas (Módulo V) 20 h 100 h Tecnológicas Total - 110 h c) disponibilização do Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe), responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização didático-pedagógica; d) disponibilização do UnP Virtual, ambiente de aprendizagem que possibilita a realização de atividades semipresenciais. São realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria; semanas de planejamento, também semestrais; reuniões sistemáticas conduzidas pela Coordenação do Curso, conforme necessidades apontadas por alunos, pelos próprios professores e pelo NDE e considerando ainda os resultados da autoavaliação. 64 3.2 APOIO AO DISCENTE O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE/UnP)4, compreendendo vários mecanismos: apoio à participação em eventos científicos e à produção científica; divulgação da produção discente; apoio psicopedagógico, por meio do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe); mecanismos de nivelamento; serviços especializados: Clínicas-Escolas e Núcleo de Prática Jurídica; bolsas acadêmicas: a) Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); b) Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx); c) Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM). A Universidade disponibiliza a seus estudantes: a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus pais, ou por e-mail, cartas e telefone; b) o International Office, responsável por viabilizar as iniciativas, programas e serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate, assistindo os alunos na escolha do melhor programa acadêmico internacional; c) o Unp Virtual, ambiente virtual de aprendizagem (AVA) desenvolvido pela própria Universidade, facilitando a comunicação entre o docente, o discente e a coordenação do Curso e os processos de ensino-aprendizagem. Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização como Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centro Acadêmico (CA), de conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade. 4 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio 2006.(Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5). ao Estudante. Natal: Edunp, 65 3.3 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 3.3.1 Equipe de apoio técnico-administrativo para o Curso Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza: um assistente, compartilhado com outros cursos da Escola; um coordenador de atividades complementares um coordenador de estágio um coordenador de TCC técnicos de informática; técnicos de laboratórios; bedéis. 3.3.2 Atividades de capacitação O pessoal técnico-administrativo do Curso participa de iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP, a partir de necessidades identificadas junto às Coordenadorias de cursos. Para 2013 estão previstas as seguintes atividades relacionadas a: integração; aperfeiçoamento pessoal/profissional e desenvolvimento de equipes; semana de saúde e qualidade de vida no trabalho (SSQVT); aperfeiçoamento técnico para setores específicos; segurança e medicina do trabalho; excelência no atendimento; capacitação e aperfeiçoamento de idiomas; inclusão social; 66 PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS 67 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP A Universidade funciona em um conjunto de edificações, distribuídas da seguinte forma: 04 (quatro) Unidades compõem o Campus Natal (sede): - Floriano Peixoto; - Salgado Filho; - Nascimento de Castro; - Roberto Freire. Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN. Nos dois Campi, encontram-se condições adequadas ao pleno desenvolvimento de cursos, programas e projetos da UnP: Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró. Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas). Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios e bibliotecas dos dois Campi, com acesso à internet. Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção e entendimento para a utilização, com segurança e autonomia, de edificações, acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Há espaços sem obstáculos para o cadeirante; rampas; disponibilização de elevadores, cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas; corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados. Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de cada Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró. 68 Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando identificados problemas. Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais: através de um sistema informatizado (SIS Compras), e com base no plano de metas anual de cada curso e de cada setor. 69 4.2 BIBLIOTECA O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto de 5 (cinco) bibliotecas: 4 (quatro) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1 (uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos de apoio ao ensino a distância e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária (NIPEC), em Parnamirim, voltada para área da saúde. O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são climatizados, com iluminação adequada à leitura e trabalhos em grupo e individual. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas dos polos de educação a distância do interior do RN e do NIPEC. Autoatendimento Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e viabilizados por um sistema que permite ao usuário consultas, empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através do Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP. Informatização do acervo O acervo5 é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da UnP. O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação, classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar, devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a visualização da disponibilidade das obras para empréstimo. O Módulo Empréstimo, aperfeiçoado a partir de 2011.2 mediante implantação de uma ferramenta exclusiva da Universidade Potiguar (bibliotecas de Natal e Mossoró) permite que o próprio usuário realize suas rotinas de 5 Detalhamento do acervo do curso consta de relatório do SIB e do anexo D. 70 empréstimo e devolução de materiais, através de terminais próprios de atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, seguro e eficaz – uma vez que todas as ações são confirmadas através da digital do usuário. Para fins de controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário. Serviços e produtos Cada biblioteca do Sistema atende à clientela interessada durante os doze meses do ano, de segunda a sexta, das 8h às 21:45h e, aos sábados, das 8h às 12h. O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM, etc) se dá nos limites quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do SIB. Consulta local / empréstimo A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa, desde que respeitadas as regras de acesso. O empréstimo domiciliar é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada categoria, conforme especificações a seguir: Quadro 13 – Especificações para empréstimos de livros / CD’s / Fitas de Vídeo Categoria Categoria de Usuários Alunos de graduação Alunos concluintes Alunos de pós-graduação Professores Funcionários Documentos 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM/Fitas de Vídeo 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD’s-ROM 3 Fitas de Vídeo 3 Títulos (livros) 2 Fitas de Vídeo Prazos (dias corridos) 7 dias 3 dias 14 dias 3 dias 14 dias 3 dias 21 dias 7 dias 7 dias 7 dias 3 dias 71 Levantamento bibliográfico Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante agendamento com prazo de retorno de 72 hs –setenta e duas horas). Orientação bibliográfica O SIB/UnP orienta trabalhos técnico-científicos às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte, gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas. Visita orientada Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência de 48 horas por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços, normas e uso da biblioteca. Catálogo de Trabalho de Conclusão de Cursos – TCC’s Permite o acesso do usuário à produção intelectual do corpo discente da UnP, existente no acervo (disponível apenas para consulta interna, salvo a que tiver autorização do autor para empréstimos/consultas). Multimídia e Internet As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com computadores à disposição do usuário que poderá fazer suas pesquisas e trabalhos de forma mais apropriada, oferecendo também, em todo o setor, internet sem fio para uso de computadores pessoais (notebook) desde que haja utilização de login e senha de usuário da UnP. Acesso a bases de dados nacionais e internacionais O SIB/UnP disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, on-line, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento. 72 BASES DE DADOS – ACESSO RESTRITO POR IP Base de dados destinada aos cursos da saúde. É uma fonte eletrônica de informação médica, baseada em evidências possuindo atualização permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente. Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento, com acesso a texto completo. Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 ebooks publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por autores nacionais. Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo conter mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos artigos, imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o profissional de saúde. Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras. A Emerald integrante do Periódicos Capes proporciona acesso a periódicos voltados para as áreas de negócios e gerenciamento, educação, engenharia, política, ciência da saúde entre outras. Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar, analisar e visualizar os resultados da pesquisa. Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação nas áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente. Oferece uma rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas pela editora Elsevier e sociedades parceiras. Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com referêcnias indexadas e em resumo. Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA. Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio ProQuest Medical Library™ - Com cobertura retrospectiva desde 1986 e mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as especialidades da Medicina, a ProQuest Medical Library™ é a coleção mais acessada em todo o mundo por profissionais e acadêmicos da área médica. MEDLINE - Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com cobertura desde 1999. Latin American Newsstand - Coleção de jornais da América Latina, com cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre vários outros. 73 BASES DE ACESSO LIVRE Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior brasileiras. O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos completos, bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e dissertações, estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por importantes instituições científicas e profissionais e por organismos governamentais e internacionais. A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde. OUTROS SERVIÇOS Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis nos acervos das principais unidades de informação do país. O SCAD é um serviço de fornecimento de documentos especializado em ciências da saúde, exclusivo da rede BVS. 4.2.1 Acervo do Curso O Curso de Cinema, em particular, tem à sua disposição as instalações e o acervo físico e digital da biblioteca da Unidade Roberto Freire. Quadro 14 – Acervo do CST em Cinema – 2013 TIPO DE ACERVO OBRAS PERIÓDICOS (Aquisição/compra) PRODUÇÃO INTELECTUAL FITAS DE VÍDEO CD’s ROM DVD’s VCD’s LIVROS ONLINE BASES DE DADOS (assinatura) Fonte: SIB/UnP. Natal, 27.05.2013 Nº DE EXEMPLARES OU FASCÍCULOS 245 18 periódicos online 0 0 71 0 0 0 9 Nº DE TÍTULOS 27 0 0 2 0 0 0 74 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO São disponibilizados à comunidade acadêmica do Curso, além das instalações gerais: salas de aula; sala para a coordenação; sala para recepção; sala para professores; laboratórios de informática; laboratórios e outros ambientes específicos; gabinetes de atendimento ao aluno. Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores ligados em rede. 75 4.4 LABORATÓRIOS 4.4.1 Laboratórios de informática Laboratório 1 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE IV – Laboratório 1 93,3 2,33 2,33 Localizado no térreo Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 64Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, K-Lite Codec Pack, Adobe Master Collection CS5, PubliManager32Bits, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Fortes AC, AutoDesk – Maya, Corel Draw X4, Sketchup8, BizAgi Process Modeler, PDF Creator, NVDA. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2Quad Q8400 2.6 GHz, 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-RW, com acesso a Internet, 41 Rede, ano de aquisição 2010. Laboratório 2 2 2 2 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE IV – Laboratório 2 Localizado no mezanino próximo o setor de 102,85 2,51 2,51 manutenção de informática Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 32Bits , Office 2010, Pdf Creator, Windows Virtual Pc, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, K-Lite Codec Pack , ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, EPI-INFO, Corel Draw X4, AutoCad 2009, OpenProject, Sketchup8, Sphinx Survey v.5.1.0.5.3, Google Earth, NVDA. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core E5400 2.7 GHz; 2GB RAM, 320 GB de disco rígido, DVD-RW com acesso a 40 Internet, Rede, ano de aquisição 2010. Laboratório 3 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE IV – Laboratório 3 Localizado no mezanino próximo o setor de 102,85 2,57 2,57 manutenção de informática Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 32Bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, K-Lite Codec Pack, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, NVDA. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2Quad Q8400 2.66 GHz; 4GB RAM, 320 GB de disco rígido, DVD-RW com acesso a 40 Internet, Rede, ano de aquisição 2010. 76 Laboratório 4 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE IV – Laboratório 4 Localizado no Térreo próximo o setor de Central 52,30 3,2 3,2 do Candidato Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 32Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, K-Lite Codec Pack. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 16 Core 2 DUO 2.93GHz, 1GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório 5 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE IV – Laboratório 5 98,77 2,24 2,24 Localizado no térreo próximo o elevador Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 64Bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Adobe Master Collection CS5, AutoDesk – Maya, Baboo, K-Lite Codek Pack, Corel Draw X4, Fortes AC, QuickTime, Sketchup8, BizAgi Process Modeler, Pdf Creator, NVDA. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 44 Core 2Quad Q8400 2.66 GHz, 4GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório 6 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE IV – Laboratório 6 98,77 2,46 2,46 Localizado no térreo próximo o elevador Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 64Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Adobe Master Collection CS5, K-Lite Codek Pack, Sketchup8, Corel Draw X4, QuickTime, BizAgi Process Modeler, Baboo, Fortes AC, PDF Creator, NVDA. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 40 Core 2Quad Q8400 2.66 GHz, 4GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório da Biblioteca 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE IV – Laboratório da Biblioteca 45,1 1,55 1,55 Localizado no Mezanino no setor da Biblioteca Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 32Bits , Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Anti-VírusMcAffe, e 7Zip, Adobe Reader x, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, K-Lite Codek Pack, NVDA. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 29 Dual Core E5400 2.70 GHz, 2GB RAM, HD 320 GB, ano de aquisição 2010. 77 4.4.2 Laboratório especializados RESUMO DE LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS O Curso de Comunicação Social – Habilitação Cinema, conta com os seguintes Laboratórios: Laboratório de rádio (sala de audição e gravação) – Laboratório equipado com quadro, cadeiras, sistema de som integrado, equipamento de informática voltado para captação e edição de áudio, acesso a internet e switcher com técnico, numa área total de 51,40m²; Estúdio de rádio (estúdio de locução) – Separado do laboratório de rádio por um aquário, está sala está isolada acusticamente por sonex, possui microfones para captação, teclado e caixas de retorno, numa área total de 23,43m²; Laboratório de fotografia – Laboratório de revelação de fotografia analógica, com sala escura de revelação, banheiras de banho, ampliadores e secadores, numa área total de 89,11m²; Estúdio de fotografia – estúdio de 43,83m² com fundo infinito, flashs, mesa de still, luz contínua, fundos variados e remoto para flash. Estúdio de cinema e TV – O laboratório funciona em uma estrutura aonde atua uma produtora do mercado em regime previsto contratualmente, a MAIS VÍDEO. A produtora conta com câmeras full hd, lentes, luzes quentes e frias, maquinário completo para cinema e televisão, 2 estúdios com fundo infinito e isolamento acústico com 72,63m² e 32,49m² respectivamente, além de 3 ilhas de edição padrão Macintosh full hd com 8,59m², 16,5m² e 16,01m², respectivamente. Na estrutura do complexo de cinema e vídeo, também contamos com o setor administrativo da produtora, sala de equipamentos, camarim e a sala do núcleo de cinema e vídeo (pertencente a Escola de Comunicação e Artes e que possui 2 câmeras SD, gravador digital, luz e 1 ilha analógica). Laboratórios de informática – 6 laboratórios equipados com data show, caixa de som e computadores, 2 deles possuem os programas adobe première para edição de vídeo e 1 deles possui mesas com canetas digitalizadoras e o programa Maya para animação e computação gráfica. 78 Agência escola de comunicação – Sala com computadores, impressora, mesas e cadeiras para criação de material comunicacional dos cursos da escola de comunicação e artes, inclusive audiovisual em parceria com o núcleo de cinema e vídeo. 4.4.3 Núcleo de Cinema e Vídeo Espaço acadêmico destinado à construção do conhecimento aliando a teoria à prática. Funciona como suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão da Área de Comunicação Social. O NCV possui uma área total de aproximadamente 15m2 e é composto por um ambiente. Material Ilha formato DVCAM e formato DV: compativel com os tamanhos de fita standard e mini; capacidade de realizar gravações mais longas; I/O de time code; geração de barras coloridas; gravação de time code por meio de DV IN; pré-ajuste de time code e bit de usuário (somente para o formato DVCAM); contador de fita; I/O independentes de áudio de 4 canais; I/O de componente analógico de vídeo; interface I/O de 4 pinos LINK IEEE-422A; interface RS-232C para controle básico de um PC com funções de tansferência ou protocolo VISCA. TV de 14 Mixer de áudio 12 canais – Behinger Controlador de edição A/B Roll – Sony Fita para camcordes DVCAM Armário de madeira com duas portas Camcorder DVCAM, miniDV com 3 CCD de 1/3”, 530 linhas de resolução horizontal, sensibilidade 1 lux, zoom óptico de 12x, digital de 48x. Acompanha: lente conversora grande angular, controle remote Adaptador de AC-DC e carregador de bateria - Sony Bateria recarregável – Sony Case para câmera PD 170 Sony Tripé para câmera mini DV preto Cabeça de tripé rótula, para câmera mini DV Spot de luz para A Pd170 Microfone dinâmico (de mão) – Shure Microfone condensador de eletro omnidirecional com conector XLR – Sony Quant. 01 01 01 01 20 01 01 01 03 01 01 01 01 01 01 79 4.4.4 Complexo Laboratorial de Fotografia Instalado em área total de 132,94 m 2 é composto por quatro ambientes que proporcionam ao corpo discente um aprendizado desde a produção, revelação e ampliação de fotografia P&B. Estúdio fotográfico Material Flash compart 400 plus Flash compart 160 plus Flash mega light 240 range Conjunto de flach atk 2400 com gerador Conjunto de flach atk 2400 com gerador LLC Carinho para gerador de ferro Bandeja refletora grande angular Bandeja refletora normal Bandeja refletora tele Bandeja refletora colmeia Cones Bandeirolas Tripés para câmaras Tripés para flash Hazy Light 30x30 Hazy Light 53x53 Hazy Light 74x74 Hazy Light 98X98 Fundos infinitos coloridos de papel Fundos infinitos (preto e branco) Girafa para flash Estrutura para fundo infinito Suportes para fundo infinito Mesa para reprodução Cadeiras acolchoado Banquinhos de madeira Fotocélulas frata Fotômetro polar Sapatas para flash Cabos de sincronismo de flash Sombrinha grande para estúdio – prata Sombrinha grande para estúdio – refletora Sombrinha grande para estúdio – difusora Sombrinha pequena para estúdio – difusora Rebatedores Mesa de still Quant. 02 04 02 01 01 01 02 02 02 02 02 02 03 09 02 02 01 01 03 02 01 01 02 01 02 03 10 01 06 15 01 01 01 01 03 01 80 Sala para revelação de filmes Material Quant. Mesa com visor luminoso (65m X 2,00m) Balcão com 8 gavetas (55m X1,85m) Mesa para computador (52m X96m) Microcomputador Genuine INTEL X86, com 128 mb de memória RAM, 20Gb de espaço de disco, ligados em rede, Windows 98. Armários de aço grande Estante de aço com 10 prateleiras Armário de madeira de 02 portas e 04 prateleiras Cadeiras de plástico Cadeiras com acolchoadas Freezer 320 Brastemp Estufa para secar filmes Câmara escura portátil Pegadores de alumínio Rebobinadores de filme King Saca filmes Banquinho de madeira Tanques de aço para revelação de filmes de 1ml Espirais de aço 35 mm Espiral de aço 220 mm Espirais de aço 120 mm Depósitos plásticos para químico de 1,5ml Funis plásticos Relógio contador de tempo Copo de vidro para medir químico de 1ml Copo de plástico para medir químico de 1ml Baldes plásticos de 10 litros Mergulhão para aquecimento de água Cabine de madeira (1,05m X1,66m) Termômetros Carregadores de pilhas Elgim Pia para lavagem de utensílios (54 mX1,47m) 01 01 01 01 02 01 01 02 02 01 01 01 30 02 02 01 03 24 01 03 10 04 02 01 01 02 01 01 02 02 01 81 Sala para ampliação de foto Material Ampliadores Ampligraf Ampliadores Opemus 6 Time range Magiadores 30x40 S&K Lanterna de segurança Cabines de madeira (1,05 m X1,66m) Banheiras 24x30 Banheiras 30x40 Banheiras 50x60 Relógio de marcador de tempo Lupas para foco de fotos Lentes Shinkes 75mm Lentes Shinkes 50mm Lentes Schneider 50mm Pinças de aço Pinças de plástico Funis de plástico Funil de alumínio Copos graduado de vidros Termômetro Depósitos de plástico para químico de 1.5ml Mesa luminosa para ver negativos Bancada em mármore com dois tanques (1,01mX3,05m) Quant. 03 04 11 08 12 09 06 04 04 01 03 02 07 05 07 02 02 01 02 01 06 01 01 Equipamentos fotográficos disponível para manuseio dos professores e alunos Material Máquina fotográfica Cânon EQS Rebel K2 Máquina fotográfica digital FinePix S5100 Máquina fotográfica digital FinePix S9600 Máquina fotográfica Nikon FM 10 + lente 35-70mm Máquina fotográfica Pentax Máquina fotográfica Vivitar Máquina fotográfica Zenit Lente fotográfica Cânon 28-90mm Flash Zenit Flash Pentax Flash Nikon Speedlight SB-600 Filtro Hoya – Both Sides Coated Green Field 52mm Filtro Hoya – Both Sides Coated Green Field 58mm Filtro Hoya – Both Sides Coated Yellow Field 58mm Filtro polarizador 58mm – S&K – Photo & Vídeo Filters Fotômetro de mão Polaris Fotômetro Minolta Para-sol Quant. 19 02 13 17 01 05 11 19 12 03 20 10 10 10 10 02 03 12 82 4.4.5 Laboratório de Rádio Funciona em uma área total de 105,2 m². Possui um estúdio de locução e sala de gravação e audição. Destina-se à gravação de locuções, programas de rádio, spots e jingles. Contém os seguintes equipamentos: Estúdio de locução Material Teclado musical MEDELI MC 620 Suporte para teclado musical Pedestal para microfone RMV preto Mesa redonda Mesa para trabalho 1,25 X 0,70 Caixa de retorno Microfone SHURE 8700 Cadeiras acolchoadas Quant. 01 01 01 01 01 01 01 04 Sala de gravação e audição Material Bancada de madeira – formato em L Mesa de som Mackie CR – 1604, com 16 canais Microfone Le Son SM – 58 B Pedestal de mesa para microfone Gravadores digitais MD Toca CD Toca-discos Conjunto de minidisco e CD Aparelho Hybrida – H2 Elza, com dois canais Caixa de retorno Amplificador com reciver Computador Core 2 Duo 2, 66 GHz – HD 250 GB e 2 GB de memora Monitor LCD Proview 17 Microcomputador Cadeira universitária acolchoada Pedestal de palco Quant. 01 01 02 02 02 01 01 01 01 02 01 01 01 03 30 02 Equipamentos disponíveis para manuseio dos professores e alunos Material Fone de ouvido Aiwa Fone de ouvido digital stéreo Minigravador digital Panasonic RR-QR 170 Minigravador digital voice recorde Minigravador digital WS-200S Minigravador digital WS-300M Minigravador Panasonic Minigravador Sony Quant. 01 01 05 05 01 01 02 10 83 4.4.6 Laboratório de Cinema e Televisão Ocupa uma área laboratorial total de 146, 22m2, sem contar com a parte administrativa da produtora. Possui dois estúdios de gravação, voltados para atender as necessidades do Curso de Cinema e demais habilitações da Escola de Comunicação e Artes. Possui 05 ilhas de edição e 01 camarim. Toda estrutura é destinada à filmagens de produtos cinematográficos, publicitários e audiovisuais em geral. Ilha 01 Material Computador I Mac com processador Intel Core i5 quad core de 2,9GHz; Turbo Boost de até 3,6GHz; Memória de 8GB (duas de 4GB) Disco rígido de 1TB; NVIDIA GeForce GTX 660M com 512MB Monitor de LCD de 27 pol.: 2,9GHz TV/Monitor de retorno LCD Quant. 01 01 01 Ilha 02 Material Intel Core i5 quad core de 3,2GHz com Turbo Boost de até 3,6GHz, Memória de 8GB (duas de 4GB), Disco rígido de 1TB, NVIDIA GeForce GTX 675MX com 1GB Monitor LG de LCD de 27 pol.: 3,2GHz TV/Monitor de retorno LCD Quant. 01 01 01 Ilha 03 Material Computador I Mac com processador Intel Core i3 quad core de 2,9GHz com Turbo Boost de até 3,6GHz; Memória de 8GB (duas de 4GB); Disco rígido de 1TB; NVIDIA GeForce GTX 660M com 512MB Monitor LG de LCD de 27 pol.: 3,2GHz TV/Monitor de retorno LCD Quant. 01 01 01 Câmera, Luz, Maquinário e Acessórios Material Câmera FS-100 Sony Câmera Panasonic Ag-hmc150 24p Hmc150 Câmera Dslr Canon Rebel T4i Câmera GoPro Hero3 Silver Edition Lente EF 16-35 mm f/2.8L II USM Lente EF 100 mm f/2.8L Macro IS USM Lente EF 50 mm F/1.4 USM Tele-prompter Quant. 01 02 01 01 01 01 01 03 84 Material Travelling (01 carrinho, 04 rodas, 02 curvas, 05 retas e 08 esticadores) Mini Grua Line Pro Shouder Montain com para-sol, matte box e follow focus Dolly Mattedi Monitor para Externa com Saída HDMI Tripé de Câmera Tripé de Luz Rebatedores Gelatina Microfone lapela sem fio Microfone de mão sem fio Microfone com fio Cartão de Memória 32/16gb Set Light Ciclorama Fresnel Kino Floor Led Extensão Adaptador Cabo de áudio Cabo VGA Cabo de energia Escada Bateria 12 V Sungum Fone ouvido Bateria para Sony FS100 Rádio Claquete Manta preta Manta prata Dimmer Slider Conjunto Microfone Direcional Boom com Zeppelim e Dead Cat 3 tabelas grande 3 tabelas pequena Banquetas Prolonger Bateria Câmera Panasonic Quant. 01 01 01 03 04 05 10 08 22 04 02 02 15 03 02 02 12 04 33 33 06 11 10 01 02 02 04 05 04 01 09 08 01 01 01 05 09 15 16 10 85 4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA Órgão colegiado interdisciplinar e independente, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) tem o objetivo de defender os interesses dos sujeitos de pesquisas em sua integridade e dignidade e contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos. Toda e qualquer pesquisa que envolva seres humanos ou animais só pode ser iniciada após aprovação desse colegiado, a quem compete analisar os protocolos de pesquisa, envolvendo seres humanos, e materiais deles advindos; animais e aspectos de biossegurança, inclusive os multicêntricos. Cabe-lhe ainda a responsabilidade primária pelas decisões sobre os aspectos éticos, científicos e metodológicos, incluindo a pertinência e o alcance sócio-científico da pesquisa a ser desenvolvida na Universidade Potiguar, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas. 86 ANEXO 87 ANEXO A EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS 88 1ª SÉRIE 89 BASES SOCIOLÓGICAS DA COMUNICAÇÃO EMENTA O campo social da comunicação. O papel social da comunicação. Comunicação, sociedade e ideologia. Os efeitos dos meios de comunicação na sociedade. O papel social da mídia. Questões sociais contemporâneas. A mídia e a globalização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRETON, Philippe. Sociologia da comunicação. São Paulo: Loyola, 2002. BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. TREVISAN JUNIOR, Wilson. A nova mídia. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRETON, Philippe; PROULX, Serge. Sociologia da comunicação. São Paulo: Edições Loyola, 2002. CANEVACCI, Massimo. Antropologia da comunicação visual. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. CHARON, Joel M. Sociologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 90 FUNDAMENTOS BÁSICOS EM CIÊNCIAS HUMANAS E DA CULTURA EMENTA Introdução ao pensamento das ciências humanas. Compreensão filosófica, antropológica e sociológica das questões centrais da vida humana. A sociedade contemporânea e a influência da mídia. Aspectos da cultura e da sociedade brasileira. Efeitos da Globalização nas sociedades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. 404p. GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1989. 213p. 13ª reimp. 2008. KUPER, Adam. Cultura: a visão dos antropólogos. São Paulo: EDUSP, 2002. 324p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2005. 415p. Reimp. 2008. NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação (1950-1980). São Paulo: Contexto, 2004. 133p. SANTOS, José Luiz dos. O que é cultura. 16ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1996. 89p. 17 reimp. 2010. 91 FUNDAMENTOS DE TÉCNICA E MÉTODOS CIENTÍFICOS EMENTA Relação entre o conhecimento e as ciências. Fundamentos da metodologia de pesquisa e suas técnicas e recursos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 11. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Aidil Jesus da S. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. Rio de Janeiro: Makron Books Brasil (Pearson Prentice Hall), 2008. CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6. ed. Rio de Janeiro: PrenticeHall, 2007. FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 92 INTRODUÇÃO A COMUNICAÇÃO E ARTE EMENTA História da comunicação e arte. Áreas de atuação profissional e mercado de trabalho. O perfil do jornalista, do publicitário e do cineasta enquanto profissionais da comunicação. Relação entre comunicação, história e arte na contemporaneidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1969. THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARCHER, Michael. Arte contemporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2001. ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. movimentos WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990. 93 INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO SUPERIOR EMENTA O que é Universidade. O papel do universitário no ensino superior. Ensino superior, pesquisa e extensão. Políticas de direito à educação superior. O público e o privado na educação superior. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS SOBINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado. Casa do psicólogo: Brasília, 2006. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação? 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8. ed. Campinas: Autores Associados, 2007. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2007. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 94 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EMENTA Estratégia de leitura e produção de texto. Relações de significação e construção de sentido. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. 3. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÂNGELA, Paiva Dionísio; MACHADO, Anna Rocha; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Orgs.). Gêneros textuais & ensino. 4. ed. Rio de Janeiro: Parábola, 2005. KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. 3. reimp. 2009. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2010. 95 2ª SÉRIE 96 A CULTURA DE MASSA E A PRODUÇÃO DO SENTIDO EMENTA Evolução da comunicação e da relação entre os fenômenos estéticos e a cultura de massa. Produtos culturais da sociedade atual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI, Eclea. Cultura de massa e cultura popular. 13. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. LIMA, Luis Costa. Teoria da cultura de massa. 5. ed. São Paulo: Paz e terra. 2000. SUASSUNA, Ariano. Iniciação à estética. 10 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADORNO, Theodor W. Indústria cultural e sociedade. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2004. LUHMANN, Niklas. A realidade dos meios de comunicação. São Paulo: Paulus, 2005. SANTOS, Roberto Elísios dos. As teorias da comunicação: da fala a internet. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2008. 97 ESTRUTURAS DE ROTEIRO EMENTA Evolução histórica e estrutura clássica do roteiro. Gêneros, tipos, fundamentos e função. Conceitos de percepção, inferência e imaginação no processo de pesquisa. Argumento e tematização. Fases de construção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009. MACIEL, Luiz Carlos. O poder do clímax: fundamentos do roteiro de cinema e TV. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. SARAIVA, Leandro. Manual de roteiro, ou Manuel, o primo pobre dos manuais de roteiro. São Paulo: Conrad, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Milton José de. Imagens e sons. A nova cultura oral. São Paulo: Cortez, 2001. COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1995. FIELD, Syd. Manual do roteiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 1982. 98 HISTÓRIA DA ARTE EMENTA Arte: conceitos básicos. Abordagens teórico-metodológicas. Fundamentos da linguagem artística. A produção artística da pré-história aos dias atuais e os estilos de época. “Arte internacional brasileira”. Arte e tecnologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BATTISTONI FILHO, Duílio. Pequena história da arte. 3. ed. Campinas: Papirus, 1989. 17 reimp. 2008. GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1995. PANOFSKY, Erwin. Significado nas artes visuais. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FAURE, Élie. A arte antiga. São Paulo: Martins Fontes, 1990. FAURE, Élie. A arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1991. WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990. 99 INTRODUÇÃO AO CINEMA EMENTA Teoria do cinema no Século XX apresentando os elementos básicos da linguagem cinematográfica e introduzindo o aluno a linguagem. Do pré-cinema a sua invenção pelos Irmãos Lumière. A estética cinematográfica. Vanguardas que fizeram escola nos últimos cem anos até a fase mais recente dos filmes padrão blockbusters e os novos caminhos do cinema. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDREW, J. Dubley. As principais teorias do cinema. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003. XAVIER, Ismail (Org.) O cinema no século. Rio de Janeiro: Imago, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo: Globo, 1989. ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo. São Paulo: Estação Liberdade, 2003. TOULET, Emmanuelle. O cinema, invenção do século. São Paulo: Objetiva, 1988. 100 LEGISLAÇÃO E ÉTICA EM CINEMA EMENTA Ética, Direito e Legislação em Comunicação Social aplicada ao cinema. Direitos e garantias fundamentais. A liberdade de expressão. A lei do Audiovisual. O direito de acesso à informação e os limites de exposição das mídias. Legislação do Cinema. Código de Ética. Conceito de ética. Legislação relativa à produção, à distribuição e exibição do filme brasileiro e estrangeiro no Brasil. Leis de incentivo, editais e concursos. Direitos autorais e de imagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 8. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011. SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido da. Conversando sobre ética e sociedade. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 29.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOFF, Leonardo. Ética e moral: a busca dos fundamentos. 6.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. MOORE, George Edward. Princípios éticos; escritos filosóficos. São Paulo: Abril, 1980. THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 101 3ª SÉRIE 102 CINEMA BRASILEIRO EMENTA História do cinema brasileiro. Os ciclos regionais do cinema. O cinema nas décadas de 1970/80. Retomada do cinema: dos anos 90 até a produção contemporânea. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo: um balanço crítico da retomada. São Paulo: Estação Liberdade, 2003. XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2001. XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Brasiliense, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIEGUES, Carlos. O cinema brasileiro: ideias e imagens. Porto Alegre: Editora Universitária, 1988. SARACENI, Paulo César. Por dentro do cinema novo. Rio de Janeiro: Nova fronteira 1993. VIANY, Alex. Introdução ao cinema brasileiro. Rio de Janeiro: Revan, 1993. 103 CINEMA DOCUMENTAL EMENTA O documentário no Brasil e no mundo. A forma documental: estrutura narrativa e linguagem. Os estilos do documentário, do micro doc ao doc drama. A decupagem e a edição. Prática documental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. MOORE, Michael. O livro oficial do filme Fahrenheit 11 de setembro.São Paulo. Francis, 2004. TURNER, Graeme. Cinema como pratica social. Campinas: Summus, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUMONT, Jacques. Estetica do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009. ANDREW, Sidney Ferreira. As principais teorias do cinema: uma introdução. Rio deJaneiro: Fundação Zahar, 1989. FERRO, Marc. Cinema e história. São paulo:Paz e terra, 2010. 104 NARRATIVA VISUAL E LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA EMENTA A imagem como linguagem. Conceitos e noções da teoria da imagem. Linguagem cinematográfica. Gêneros e estruturas da narrativa cinematográfica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMOUNT, Jacques. A estética do filme. 7. ed. São Paulo: Papirus, 2009. AMOUNT, Jacques. A imagem. São Paulo: Papirus, 1993. EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNARDET, Jean-Claude. O que é cinema. Rio de Janeiro: Brasiliense, 2004. COSTA, Antonio. Compreender o cinema. São Paulo, Globo, 1989. XAVIER, Ismail (Org.). Cinema no seculo. Rio de Janeiro: Imago, 1996. 105 PRODUÇÃO AUDIOVISUAL EMENTA Fases do processo de produção do cinema e TV. Desenho de produção na ficção e no documentário. A produção partindo da preparação a desprodução. Tipos de produtores e suas funções. Cronogramas e planos de filmagem. Departamento de produção e suas planilhas. O assistente de produção. Produtor x Diretor. Prática de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Cândido. Uma nova ordem audiovisual. São Paulo, Summus.1988. BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção & direção. Belo Horizonte: Leitura, 2002. KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo, Globo, 1989. LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. LUCA, Luiz Gonzaga. Cinema Digita. São Paulo, Imprensa Oficial. 2004. 106 SEMIÓTICA APLICADA AO CINEMA EMENTA Signos: categorias e tipos. Teoria semiótica “Peirceana”. Analise semiótica de filme. Aplicabilidade da semiótica na produção de filmes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARRIÈRE, Jean-Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. PERUZZOLO, Adair Caetano. Elementos da Semiótica da Comunicação: quando aprenderé fazer. Bauru, Edusc.2004. SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NYEMEYER, Lucy. Elementos de Semiótica aplicados ao design. Rio de Janeiro, 2 ZAB.2003. PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 2000. SANTAELLA, Lúcia; NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 4. ed. São Paulo: Iluminuras, 2005. 107 4ª SÉRIE 108 CINEMA DE FICÇÃO EMENTA O cinema ficcional no Brasil e no mundo. A narrativa e linguagem ficcional e cinema de gênero. O cinema de autor. Ficção x realismo. Os formatos da ficção: curta-metragem, média-metragem e longa-metragem. Película x digital. Do roteiro a pós-produção na ficção. Prática ficcional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009. CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009. EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELLOUR, RAYMOND. Entre-imagens. Campinas, Papirus.1997. EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. KAEL, Pauline. 1001 noites no cinema. São Paulo: Companhia das letras, 1994. 109 DESENHO DE SOM E TRILHA SONORA EMENTA A história do som no cinema. Entendendo o som. Compreensão e interpretação de roteiros para a construção sonora de filmes. As técnicas de preparação de um roteiro. sonoro. O sound designer. A mixagem. O desenho de som na ficção e no documentário. A historiografia da música no cinema. Os musicais e os grandes compositores do cinema. Composição fílmica para documentários e ficções. Trilha sonora original x adaptada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AVELLAR, José Carlos. Imagem e som, imagem e ação, imaginação. São Paulo: Paz e Terra, 1982. CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro, Zahar. 1986. MONTALVÃO, Alberto. Os mestres da música. Rio de Janeiro, TUPÃ. 1951. RATTON, Miguel. Criação de música e sons no computador. Rio de Janeiro, Campus, 1995. 110 DIREÇÃO EM CINEMA I EMENTA Propiciar os primeiros conhecimentos da direção, suas metodologias e linguagens técnicas. O trabalho em equipe e a direção em ambientes externos e internos, assim como a direção de atores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção & direção. Belo Horizonte: Leitura, 2002. KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. MAMET, David. Sobre direção de cinema. São Paulo: Civilização brasileira, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009. EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. 111 FOTOGRAFIA E ILUMINAÇÃO EMENTA A luz e suas implicações na fotografia de cinema e de cena (still). Fotografia analógica: aspectos técnicos e estéticos. História da fotografia: estilos, escolas, enquadramentos e planos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUSSELE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo: Pioneira, 1979. HEDGECOE, Jonh. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes, 1996. KOSSOY, Boris. Fotografia e história. 3. ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÉSAR, Newton. Making of. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2011. HEDGECOE, Jonh. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes, 1996. MAGNUN CINEMA: História de Cinema. Belem,Nova Fronteira. 1994 112 MONTAGEM CINEMATOGRÁFICA EMENTA História e teoria da montagem. Estruturas narrativas em ficção e documentário. Roteiro de montagem. Método de montagem e decupagem. O papel do montador e do assistente, sua relação com o diretor e com o editor de som. Princípios de edição linear e não linear. Montagem de som e correção de cor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo: Campus, 2007. EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009. EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. 113 5ª SÉRIE 114 ANIMAÇÃO E COMPUTAÇÃO GRÁFICA EMENTA A história da animação. Os princípios básicos da animação: técnicas de modelagem e animação em 2D e 3D. A animação convencional e digital. O stop motion. O papel do ilustrador e do animador no filme. Ferramentas de animação. O filme animado no Brasil e no mundo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo: Campus, 2007. GOMES, Jonas. Computação Gráfica. Rio de Janeiro: Impa, 2002. SILVA, João Carlos da. 3DS Max 4.2. São Paulo: Érica, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDREW, J. Dubley. As principais teorias do cinema. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989. COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo: Globo, 1989. GIAMBRUNO, Mark. 3D Graphics and Animation. São Paulo: New Riders, 1997. 115 DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA EMENTA Funções técnicas e artísticas do diretor de fotografia. Equipe de fotografia. Prélight, cartas de cinza e cores, relatórios de câmera, manutenção de equipamento. Fotografia digital e analógica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009. BUSSELE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo: Pioneira, 1979. HEDGECOE, Jonh. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÉSAR, Newton. Making of. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2007. KOSSOY, Boris. Fotografia e história. 3. ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. MAGNUN CINEMA: História de Cinema. Belem, Nova Fronteira. 1994. 116 DIREÇÃO DE PRODUÇÃO EMENTA Planejamento do filme. Elaboração de orçamento e cronograma de realização. Pré-produção: contratação de equipe, plano de filmagem, ordem do dia, locação de equipamentos, seleção de atores, produção de locação. A equipe de produção. Administração do set de filmagens. Finalização do produto e lançamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Cândido. Uma nova ordem audiovisual. São Paulo, Summus.1988. BONASIO, Valter. Televisão. Belo Horizonte: Leitura, 2002. KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Antonio. Compreender o cinema. São Paulo, Globo, 1989. LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. LUCA, Luiz Gonzaga. Cinema Digital. São Paulo, Imprensa Oficial. 2004. 117 DIREÇÃO EM CINEMA II EMENTA Análise fílmica. O diretor e a equipe. Trabalhando e decupando o roteiro. O papel do continuísta. O cinema ficcional, documental e de gênero. Direção de atores e o trabalho de assistência de direção. Cinema de autor. Trabalhando com os departamentos de arte, fotografia, som, produção e montagem. As planilhas de direção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONASIO, Valter. Televisão: manual de produção & direção. Belo Horizonte: Leitura, 2002. KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. MAMET, David. Sobre direção de cinema. São Paulo: Civilização brasileira, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009. EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. 118 TÉCNICAS DE CAPTAÇÃO DE SOM EMENTA Princípios básicos de captação de áudio em cinema e vídeo. Conceitos básicos de acústica musical e de ambientes. Voz humana e sistema sonoro do ouvido e de suas frequências de absorção sonora. Reverberação e tratamento acústico. Captação de instrumentos musicais acústicos e eletrônicos. Som, cinema e princípios de captação de som para a imagem. Uso dos dats com time code e os novos gravadores digitais em hard disk. Evolução dos suportes técnicos de gravação de som para cinema e vídeo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AVELLAR, José Carlos. Imagem e som, imagem e ação, imaginação. São Paulo: Paz e Terra, 1982. CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão – A arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro, Zahar. 1986. MONTALVÃO, Alberto. Os mestres da música. Rio de Janeiro, TUPÃ. 1951. RATTON, Miguel. Criação de música e sons no computador. Rio de Janeiro, Campus, 1995. 119 6ª SÉRIE 120 DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA EMENTA Estudar o departamento de arte de cinema. A produção de arte e cenografia, cenário versus locação. A metodologia de trabalho da direção de arte. Produção de objetos e efeitos especiais. Entendendo o storyboard, briefings de produção, direção e fotografia. Decupagem do roteiro e análise das necessidades para o departamento de arte. O enquadramento da câmera e a luz na composição da direção de arte. A pesquisa de arte e a equipe de produção de arte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CESAR, Newton. Direção de arte em propaganda. Brasília, Senac, 2009. GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1993. MANTOVANI, Anna. Cenografia. São Paulo: Ática, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FAURE, Élie. A arte antiga. São Paulo: Martins Fontes, 1990. FAURE, Élie. A arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1991. WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990. 121 DRAMATURGIA E PREPARAÇÃO DE ATORES EMENTA Origens, teorias e métodos da dramaturgia. Cinema e dramaturgia. Métodos dramatúrgicos de encenação no cinema: Brecht, Meyerhold e Stanislavski. Construção dramática de um trabalho cinematográfico ou audiovisual. A relação ator / diretor. A preparação do ator. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1998. ROUBINE, Jean-Jacques. A Arte do Ator. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1995. SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARLSON, Marvin. Teorias do teatro: estudo histórico-crítico, dos gregos a atualidade. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1997. RYNGAERT, Jean-Pierre. Introdução a analise do teatro. São Paulo: Martins, 1995. SILVA, Erotilde Honório. O fazer teatro. Fortaleza: EUFC, 1992 122 FIGURINO E MAQUIAGEM EMENTA A história da moda. Produção de figurino. Maquiagem: maquiagem natural e de efeito especial. Pesquisa de figurino e maquiagem. Paleta de cores do filme. Figurino versus locação. A maquiagem e a luz do set. Figurino e maquiagem: tons de cinza (P&B). O trabalho no departamento de arte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CEZIMBRA, Marcia. Maquiagem: Técnicas Básicas, Serviços profissionais e mercado de trabalho. São Paulo. SENAC, 2005. GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1993. LAVER, James. A roupa e a moda. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FAURE, Élie. A arte antiga. São Paulo: Martins Fontes, 1990. FAURE, Élie. A arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1991. WÖLFFLIN, Heinrich. A arte clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990. 123 MONTAGEM E PÓS-PRODUÇÃO DE IMAGEM E SOM EMENTA Processo da montagem e a finalização da imagem. Aplicação de filtros, colorimetria, FX, formatos, ajustes de janela, composição de aplicações gráficas (3D e 2D), créditos iniciais e finais, letreiros, legendas. Montagem e mixagem de áudio, assim como todo o tratamento sonoro. Separação por canais, sistemas de som e formatos, aplicação de efeitos sonoros, dublagem, banda sonora internacional, masterização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AVELLAR, José Carlos. Imagem e som, imagem e ação, imaginação. São Paulo: Paz e Terra, 1982. DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo: Campus, 2007. LEONE, Eduardo. Cinema e montagem. Belo Horizonte: UFMG, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. GIAMBRUNO, Mark. 3D Graphics and Animation. São Paulo: New Riders, 1997. 124 ROTEIRO AVANÇADO EMENTA Criação do roteiro ficcional e desenvolvimento da ação dramática. Uso da dramaturgia clássica no cinema ficcional e suas variantes modernas. Desenvolvimento do roteiro em tratamentos sucessivos. Redação de diálogos. O processo de adaptação para o cinema. Elaboração de argumentos e roteiros ficcionais. Roteiro final de curta metragem como base para os trabalhos de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. MACIEL, Luiz Carlos. O poder do clímax: fundamentos do roteiro de cinema e TV. Rio de Janeiro: Record, 2003. SARAIVA, Leandro. Manual de roteiro, ou Manuel, o primo pobre dos manuais de roteiro. 2. ed. São Paulo: Conrad, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Milton José de. Imagens e sons. A nova cultura oral. São Paulo: Cortez, 2001. COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1995. FIELD, Syd. Os exercícios do roteirista. 4. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1984. 125 7ª SÉRIE 126 CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA EMENTA Diferentes estilos de crítica; Crítica oral e escrita; Impressões críticas e análises plano a plano; História da crítica cinematográfica; A crítica cinematográfica no Brasil; Elaboração experimental de textos críticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AUMONT, Jacques. Estética do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009. KAEL, Pauline. 1001 noites no cinema. São Paulo: Companhia das letras, 1994. XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1984. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEITE, Lígia Chiappini Moraes. O foco narrativo. São Paulo: Ática, 1985. MAMET, David. Sobre direção de cinema. São Paulo: Civilização brasileira, 2002. ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo. São Paulo: Estação Liberdade, 2003. 127 POLÍTICAS PARA EXIBIÇÃO DE FILMES EMENTA Economia política do cinema e do audiovisual. Mercado cinematográfico e audiovisual contemporâneo (nacional e internacional). O audiovisual e os diversos segmentos da comunicação. Determinismos e formatos da mídia digital no cinema brasileiro. Conceitos básicos de marketing cinematográfico e audiovisual. Estrutura e funcionamento de empresas audiovisuais e do mercado distribuidor e exibidor. Planejamento, gestão e difusão do produto audiovisual. Leis de Incentivo. Política cultural do cinema e do audiovisual. Mecanismos e propostas para o desenvolvimento do cinema e do audiovisual brasileiro. Organização e planejamento de um produto cinematográfico ou audiovisual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGÊNCIA Nacional do Cinema. Manual do Produtor de cinema e audiovisual: leis de incentivos. Rio de Janeiro: Ancine, 2005. ALMEIDA, Paulo Sérgio; BUTCHER, Pedro. Cinema, desenvolvimento e mercado. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2003. AMANCIO, Tunico. Artes e manhas da Embrafilme: cinema estatal brasileiro em sua época de ouro (1977-1981). Niterói: EdUFF, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e economia política. São Paulo: Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009. MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e políticas de estado: da Embrafilme à Ancine. São Paulo: Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009. MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e Mercado. São Paulo: Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009. 128 PRODUÇÃO EXECUTIVA E ELABORAÇÃO DE PROJETOS EMENTA O produtor executivo e suas funções. Montagem de uma equipe. Captação de recursos. Editais versus leis de incentivo. Estruturação de projetos de produção, distribuição e exibição cinematográfica. Estudos de viabilidade técnica e financeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGÊNCIA Nacional do Cinema. Manual do Produtor de cinema e audiovisual: leis de incentivos. Rio de Janeiro: Ancine, 2005. ALMEIDA, Paulo Sérgio; BUTCHER, Pedro. Cinema, desenvolvimento e mercado. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2003. KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Cândido. Uma nova ordem audiovisual. São Paulo, Summus.1988. MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e economia política. São Paulo: Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009. MARSON, Melina Izar (Org.). Cinema e mercado. São Paulo: Escrituras/Iniciativa Cultural, 2009. 129 PROJETO EXPERIMENTAL EM CINEMA I EMENTA Elaboração inicial da parte escrita para o TCC: produto experimental (referencial teórico) ou monografia. Início do projeto de produção, definição do tema e escolha/preparação do roteiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AUMONT, Jacques. Estetica do filme. 7. ed. Campinas: Papirus, 2004. CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDREW, Sidney Ferreira. As principais teorias do cinema: uma introdução. Rio deJaneiro: Fundação Zahar, 1989. SARAIVA, Leandro. Manual de roteiro, ou Manuel, o primo pobre dos manuais de roteiro. 2. ed. São Paulo: Conrad, 2004. XAVIER, Ismail (Org.). Cinema no seculo. Rio de Janeiro: Imago, 1996. 130 8ª SÉRIE 131 PROJETO EXPERIMENTAL EM CINEMA II EMENTA Realização do TCC em cinema: produto experimental (filme) ou monografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONASIO, Valter. Televisão. Belo Horizonte: Leitura, 2002. CAMPOS, Flávio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. DANCYGER, Ken. Técnicas de edição para cinema e vídeo. 4. ed. São Paulo: Campus, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. KELLYSON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. LUCA, Luiz Gonzaga. Cinema Digital. São Paulo, Imprensa Oficial. 2004. 132 TEMAS ATUAIS EM CINEMA EMENTA A contemporaneidade no cinema mundial. O cinema étnico racial. A questão racial sob a ótica do cinema brasileiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KAEL, Pauline. 1001 noites no cinema. São Paulo: Companhia das letras, 1994. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003. XAVIER, Ismail (org.). O cinema no século. Rio de Janeiro: Imago, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Antônio. Compreender o cinema. São Paulo: Globo, 1989. ORICCHIO, Luiz Zanin. Cinema de novo novo – Um balanço crítico da retomada.São Paulo: Estação Liberdade, 2003. TOULET, Emmanuelle. O cinema, invenção do século. São Paulo: Objetiva, 1988. 133 OPTATIVAS 134 DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EMENTA Cidadania planetária e desenvolvimento sustentável. Ecologia humana. Economia solidária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política pública. São Paulo: Cortez, 2007. CHAUVEL, Marie Agnes; COHEN, Marcos. Ética, sustentabilidade e sociedade: desafios da nossa era. Rio de Janeiro: Mauad, 2009. GADOTTI, Moacir. Economia solidária como praxis pedagógica. São Paulo: Editora Instituto Paulo Freire, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Fernando. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela Terra. Petrópolis: Vozes, 1999. PHILLIPI JR., Arlindo; PELICONI, Maria Cecilia Focesi. Educação ambiental e sustentabilidade. São Paulo: Manole, 2005. 135 COMUNICAÇÃO E MÍDIAS CONTEMPORÂNEAS EMENTA As mídias contemporâneas e seu papel na cultura e nas interações sociais. Os sites de relacionamentos (Orkut, Twitter, Facebook). A midiatização do controle social e seus efeitos na capacidade crítica dos cidadãos. A interação do ser humano com as mídias digitais e seu impacto nas relações sociais. As relações entre sociedade de consumo e cultura na pós modernidade. Mensagens virtuais caracterizadas pela combinação de informação e de entretenimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURKE, Peter; BRIGGS, Asa. Uma história social da mídia: de Gutemberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. MARTIN-BARBERO, Jésus. Dos meios às mediações. 5. ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2008. MATTELART, Armand. A globalização da comunicação. 2. ed. Bauru: EdUSC, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, Gustavo. A mídia na sociedade em rede: filtros, vitrines, notícias. Rio de Janeiro: FGV, 2007. DIZARD, Wilson Trevisan. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000. THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade. 6. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2004. 136 EMPREENDEDORISMO EMENTA Ética na iniciação contemporânea. O empresarial. perfil do O empreendedorismo empreendedor. Atividade na sociedade empreendedora. Empreendedorismo corporativo. Fatores críticos no empreendedorismo e criatividade do empreendedor no contexto brasileiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. DORNELAS, J. C. Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. RAINHO, João Marcos. Jornalismo comunicação. São Paulo: Summus, 2008. freelance: empreendedorismo na BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOLABELA, Fernando; FILION, Louis Jacques. Boa idéia! e agora? Plano de negócio, o caminho seguro para criar e gerenciar sua empresa. São Paulo: Cultura, 2007. DRUCKER, Peter F. A administração na próxima sociedade. São Paulo: Nobel, 2003. Reimp. 2004. LODISH, Leonard M. Empreendedorismo e marketing. Rio de Janeiro: Campus, 2002.