AÇÃO EDUCATIVA 5a. temporada de exposições do MAB – ano 2014 O presente documento tem o objetivo de apresentar as propostas e os trabalhos selecionados através de Edital de Exposições Temporárias no MAB – ano 2014. Comissão de Análise e Seleção: Arian Grasmuck Os projetos selecionados para a Mostra estão classificados por Alexandre Chamba ordem de exposição nos espaços expositivos do MAB;. Beliria Boni Apresentamos uma breve descrição da trajetória de cada um e Carla Carvalho as propostas das obras de arte. Procuramos, dentro do possível, Ester Renaux expor idéias diretrizes para a leitura e interpretação dos Mia Avila trabalhos, que podem servir de suporte educativo para o Maria Goretti C.C.Ferreira professor/mediador. Vânia Barroso Guedes Este documento é elaborado pelo Museu de Arte de Blumenau e sua missão é educativa. É destinado aos arte educadores e não AÇÃO EDUCATIVA deve ser vendido. Mia Avila Material elaborado por Mia Avila 5ª. Temporada de Exposições do MAB A abertura da 5ª. Temporada de Exposições do MAB ocorreu no dia 4 de dezembro de 2014, contando com 8 mostras de artistas provenientes dos Estados de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Visitação: De 4 de dezembro de 2014 a 13 de fevereiro de 2015 Exposição: Cultura x Natura Sala Oficial Artista: Cássio Leitâo Natural de São Paulo/SP, onde reside e trabalha Formado pela faculdade de artes plásticas da FAAP, curso de Comunicação Visual. Envolvido intensamente com desenho desde a infância, desenvolve trabalhos de pintura e fotografia. Possui em seu currículo várias exposições individuais e coletivas nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Consulta: www.cassioleitao.blogspot.com (artes visuais). www.pesparalelos.blogspot.com e www.comendoestradas.blogspot.co m (fotografia). www.cassioleitao.com.br (artes gráficas). A cultura humana, cada vez mais tecnológica, se distanciou do natural e, em seu universo predominantemente urbano e protegido, parece ter se esquecido dos espaços abertos e da exposição às intempéries nos horizontes naturais. Por outro lado a natureza segue seu fluxo evolutivo, mudando e respondendo lentamente às agressões que sofre, mas quando se mostra, age sem remorso, vencendo facilmente todos os embates e nos colocando como meros observadores impotentes dessa gigantesca força. Em suas pinturas Cássio os desastres naturais funcionam como um motivo, um subterfúgio para pintar formas um tanto disformes e cores enevoadas. O artista parte de fotografias de catátrofes para compor as telas, elegendo predominantemente angulos fechados. Segundo Juliana Monachesi, sua paleta é tipicamente paulistana, com tons rebaixados e ausencia de preto. Exposição: Tempo e Deslocamento Sala Especial Artistas: Fernanda Figueiredo e Eduardo Mattos Fernanda Figueiredo (1978, Limeira) e Eduardo Mattos (1975, São Paulo), são uma dupla colaborativa residente em São Paulo, cuja produção artística está enraizada na multidisciplinaridade. Os artistas, com backgrounds acadêmicos distintos, combinando seus conhecimentos e perspectivas artísticas produzem obras em mídias diversas, como fotografia, vídeo, desenho, pintura e instalação. Juntos os artistas realizaram duas exposições individuais na Galeria Oeste em São Paulo em 2007 e 2008 e a individual 'Gestern' na galeria Amarelonegro Arte Contemporânea no Rio de Janeiro em outubro 2012. Participaram também das exposições coletivas ‘64º Salão de Abril em Fortaleza’ em 2013, ‘Jogos de Guerra’ na Caixa Cultural Rio de Janeiro em 2011, 'Novas Aquisições 2007-2010' no MAM - Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, em 2010 e '14º Salão da Bahia' no MAM - Museu de Arte Moderna, Salvador, em 2008. Os artistas possuem obras na coleção permanente do MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Também realizaram exposições internacionais como PB Festival em Berlim, Alemanha e International Art on Paper em Gourin, França ambas em 2014, e ‘It's not yesterday anymore, UFO presents’ e ‘Before Berlin’ no LoBe - London Berlin Art Kunst em Berlim, ambas em 2012. Neste mesmo ano, a dupla realizou a residência artística Picture Berlin, na Alemanha e em 2013 foram beneficiados com um período de pesquisa na residência subsidiada Fire Station Artists Studio em Dublin, Irlanda com apoio do Ministério da Cultura do Brasil através do Programa de Difusão e Intercâmbio. “Tempo e deslocamento” é composta por trabalhos que adotam a fotografia e o desenho para criar espaços reais e fictícios permeados por um pensamento crítico em relação ao homem e seu convívio com a natureza. As fotografias são de caráter documental e os desenhos, apesar do seu realismo, propõem outros sentidos para o espaço retratado construindo ideologicamente o conceito dos trabalhos. As seis obras que integram a exposição foram desenvolvidas durante uma residência artística na Irlanda em 2013 (Fire Station Artists’ Studios, Dublin) e teve sua inspiração neste cenário de natureza poderosa em contraste com o horizonte urbano das cidades de Dublin e Belfast, seus grandes portos e suas estruturas industriais. Apesar de criadas na Irlanda, essas obras juntas expõem um conjunto de ideias que transpassam a fronteira do território dado que suas narrativas abordam temas de relevância coletiva: a manipulação do mundo natural pelo homem, a maneira como ele o utiliza e ao mesmo tempo sua impotência em relação a força da natureza reforçando as hierarquias intercambiáveis homem–natureza, natureza–homem. Exposição: Ponto de Fuga Sala Elke Hering Artista Alexandre da Silveira Natural de São Paulo, vive e trabalha na cidade de Campinas/SP. Arquiteto e urbanista formado no Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio CEUNSP, iniciou seus trabalhos como artista visual em 2012. Participou de várias exposições coletivas, tendo recebido prêmios e bolsas: 2014 – Prêmio pelo conjunto da obra no Salão Contemporâneo de Artes Plásticas de Araras Obra “Congesta Lucidez e Maquinas do Esquecimento” , Premio Aquisitivo no Salão de Artes de Vinhedo – Obra “Ponto de Fuga”, 2011 – Primeiro Lugar no III Festival ARTEMOB promovido pela Prefeitura de Campinas/EMDEC (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) – tema “Um dia sem meu carro”, 2010 – Primeiro Lugar no III Festival ARTEMOB promovido pela Prefeitura de Campinas/EMDEC (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) – tema “Um dia sem meu carro”, 2009 – Terceiro Lugar no III Festival ARTEMOB promovido pela Prefeitura de Campinas/EMDEC (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) – tema “Um dia sem meu carro”, 2008 – Bolsa de Intercambio Academico e Cultural - Universidade Nacional de Asunción (UNA) Paraguay - Faculdade de Arquitectura – FIUNA Em Ponto de Fuga o artista visual investiga, através de objetos, instalações e vídeos as variadas formas de construção, seja de um pensamento, de um objeto, ou de um espaço, a partir da destruição e da desmontagem dos seus elementos, tencionando seus limites e suas impossibilidades de concretização. Exposição: Um pedaço desapareceu Sala Alberto Luz Artista Pakawon T. Martin Natural da Tailandia, vive em Blumenau desde 2003. Pós-graduada em Belas Artes pela Chelsea College of Artland Design, Londres /Inglaterra. Bacharel em Artes Decorativas. Possui em sua trajetória várias exposições individuais e coletivas. Na mostra “Um pedaço desapareceu” a artista diz que seu trabalho simboliza a luta do ser humano para realizar seus desejos. As coisas são mais doces, mas quando ironicamente são encontradas, nada mais são que pó. Apresenta essa exposição em duas linhas de trabalho: O primeiro conjunto é de colagem de fotografias e objetos - mistura de passado e presente, realidade e ilusão, em três dimensões , exibidas em caixas de madeira e vidro. O objetivo é transmitir a idéia de experiências físicas na vida . Na segunda etapa apresento o desenvolvimento de trabalhos de colagem , utilizando pintura a óleo em telas representando idéias e sentimentos em ondas abstratas e inexplicáveis de emoção. A série foi expressa de forma narrativa , numa seqüência, como uma viagem. Exposição: Cidades Perdidas Sala Alberto Luz Artista Valentina Fernandes Natural de São Paulo onde vive e trabalha. Possui Mestrado em Artes Visuais, Hochschule für Bildende Künste (Escola Superior de Belas Artes), Dresden, Alemanha. Especialização em Educação Artística, Instituto Maria Antonia, Universidade de São Paulo, SãoPaulo : Licenciatura em Educação Artística. Faculdade Santa Marcelina, São Paulo, Brasil. Em sua trajetória constam exposições individuais e coletivas no Brasil, Alemanha e Bélgica. Arqueologia da Memória Série Aquário de Valentina Pacheco Fernandes Por Olivia Ardui, mestre em História da Arte pela Universidade de Louvain La Neuve, Bélgica. A fotografia, pela sua imobilidade e a sua capacidade de congelar um instante do passado para conservá-lo no futuro, foi comparada ao gelo pelo téorico Peter Wollen, em oposição ao cinema, associado ao fogo e ao movimento[1]. Consequentemente, a memória se tornou um paradigma dessa linguagem. Essa compreensão da fotografia como evocação da mémoria é um dos eixos que estrutura a obra da artista visual Valentina Pacheco Fernandes, a qual desenvolveu uma pesquisa autoreflexiva sobre essa técnica, em todas as suas implicações estéticas e filosóficas. A série Aquário, na qual ela trabalha desde 2010, é uma emblemática da reflexão sobre o status da fotografia como fator mnésico. Em primeiro lugar, a matéria de base dessas obras remete à função da fotografia como suporte de mémoria afetiva e familiar. Efetivamente, a série foi concebida à partir de clichês antigos, anônimos e familiares, ou paisagens e retratos realizados pela artista. A partir dessa matéria de base, as diferentes partes de composição das imagens são recortadas, de maneira que seus diferentes planos se destaquem. As fotografias são então recompostas, mas a cada novo fragmento um vidro é entreposto, criando assim um objeto em camadas. Portanto, não só o tema e o valor afetivo das fotografias de base evocam a mémoria, mas o dispositivo escolhido pela artista também lembra a sua estratificação e estrutrura fragmentária. O resultado final é a representação de um espaço em três dimensões a partir da tecnologia fotográfica analógica e bidimensional. Mais uma vez, um paralelo pode ser traçado entre o trabalho da artista e a rememoração. De fato, a mémoria não somente armazena eventos como também aviva lembranças. Assim, esses Aquáriosmaterializam, com uma carga poética e nostálgica, memórias que adquirem vida e corpo. Dessa forma Valentina Pacheco Fernandes, tal como uma arqueóloga, traz à superficie artefatos do passado. [1] Peter Wollen, « Fire and Ice », em D. Campany (éd.), The Cinematic. Londres, 2008, p. 110. Exposição: IMAGENS URBANAS Galería do Papel Artista: Julia Mota Artista e arquiteta, reside e trabalha em São Paulo. Formada pela FAU-USP e mestranda em Poéticas Visuais na ECA-USP. Desenvolve desde 2008 trabalhos de cunho experimental-visual em torno das relações de espaço presentes no ambiente urbano, através de meios expressivos como a aquarela, desenho, fotografia e gravura. Em 2014, foi selecionada para a 22ª Mostra do Programa Visualidade Nascente, com exposição coletiva no MAC-USP, e também para a individual na 5ª Temporada de Exposições do Museu de Arte de Blumenau. No mesmo ano recebeu a medalha de bronze no 32º Salão de Artes Plásticas de Rio Claro. Em 2012 apresentou sua exposição individual Paisagens Imaginárias, na FAU-USP. Participou também de exposições coletivas, dentre elas a 7a Bienal Internacional de Gravura do Douro; as 8a e 9a Trienais de Gravura de Chamalières (França); o 28º Salão de Artes Plásticas de Arceburgo (2014); e as coletivas Mami (2013) e Não Seja Bienal, Não Seja Marginal (2012), na Galeria Casa da Xiclet. O tema central da obra de Julia Mota é a cidade contemporânea. A artista cria pinturas e gravuras a partir de registros de situações cotidianas encontradas nos grandes centros urbanos. O que a move é o desejo de transformar a realidade desses ambientes e, para isso, sintetiza aquilo que vê em volumes e planos sobrepostos e entrecruzados, transparentes e abertos. Sua obra parte de uma profunda inquietação gerada pelo convívio da artista com informações visuais excessivas e antagônicas dentro da cidade. Surge como um embate aos hábitos pragmáticos, quase automáticos, dos habitantes dos grandes centros em relação ao conteúdo visual criado e consumido. As obras não pretendem fazer uma transcrição direta do real, mas, sim, apresentar uma síntese da busca da artista por uma lógica própria e pessoal dentro do cenário urbano. Sendo assim, suas obras renunciam à pretensão de fornecer representações ou duplicatas da realidade e partem de uma relação sensível com a paisagem urbana. A escolha das técnicas se justifica pela capacidade delas permitirem exprimir transparências e criar sobreposições de camadas, representando a essência dos grandes centros urbanos brasileiros: construídos sobre ruínas, em uma justaposição de estilos e tempos. As obras apresentam ao público um imaginário de cidade pessoal e sensível. Suas aquarelas e gravuras, apesar de construídas a partir da observação atenta de são paulo, não a retratam tal qual ela é, mas apresentam uma síntese de seus volumes, planos e cruzamentos. Ao deixar espaços e formas abertas, a artista convida o espectador a penetrar nos vazios, preenchêlos, dar continuidade às formas e, assim, criar sua própria imagem de cidade. Exposição: Urbanidade Sala 30 da FCBLU Artista Roberto Muller Natural de São Paulo, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formado em Arquitetura pela Universidade Santa Ursula-RJ. Cursos1988-1989 _ Nucleo de Pintura com Beatriz Milhazes, Daniel Senise, AluisioCarvão, Katie Van Scherpenberg, Luiz Ernesto, Milton Machado, Charles Watson_ EAV ParqueLage, RJ: 1988 _ História da Arte com Viviane Matesco, EAV Parquelage,RJ; 1990_ Workshops com Nuno Ramos, Amilcar de Castro e Iole de Freitas, Centro Cultural São Paulo,SP 1990_Workshop comTunga, Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro, RJ 1992-1997_Assistente da artista Iole de Freitas, RJ; 2010_Cursos de Fotografia com Cesar Barreto, Claudia Tavares, Leonardo Ramadinha, Thiago Barros, Ateliê da Imagem, RJ; 2010_Workshops de Fotografiacom Miguel Chikaoka e João Castilho, ParatyemFoco, RJ; 2011_ Workshop comGuiMohalem, ParatyemFoco, RJ; 2011-2012_ Grupo Alice comorientação de BrígidaBaltar e Pedro Varela, RJ 2012_Arte fora do cubo com Daniela Labra, EAV ParqueLage,RJ 2012_Arte Contemporâneacom Marcelo Campos, EAV ParqueLage, RJ 2013_Teoria e Portfolio com Marcelo Campos, Efrain Almeida e BrigidaBaltar, EAV ParqueLage,RJ. ExposiçõesIndividuais Invasão –Somos dois e somos muitos -SescPaço da Liberdade, Curitiba - PR Derivações - Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew, Joinville SC Urbanidade - Sesc Londrina, Londrina - PR Derivações - Centro CulturalJustiça Federal, Rio de Janeiro - RJ Curadoria Marcelo Campos; Museu de Arte Contemporânea de MatoGrosso do Sul, MARCO, Campo Grande; Museu de Arte de Goiânia, MAG-Goiânia – GO;Centro Cultural Fase, Petrópolis-RJ ExposiçõesColetivas 21º Salão de ArtesPlásticas de Praia Grande – Praia Grande – SP 13º Salão de Artes isuais de Guarulhos , Guarulhos - SP PassageiroEfêmero - Sec. de Cultura de Guarulhos BibliotecaMonteiroLobato, Guarulhos – SP;12ºSalão de Artes isuais de Guarulhos , Guarulhos - SP (menção honrosa);45º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, Piracicaba-SP 12º SalãoNacional de Arte de Jataí, Jataí-GO; 4º Salão dos ArtistassemGaleria, - Galeria Zipper e Casa Xiclet, São Paulo – SP; XI Bienal do Recôncavo, São Félix-BA 3º Prêmio Belvedere Paraty de Arte Contemporânea, Paraty-RJ; Salão de Arte de MatoGrosso do Sul, Campo Grande-MS(prêmioaquisição); 6B - Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro-RJ; Fio Condutor, GaleriaGraphos :Brasil, Rio de Janeiro-RJ; 21º Encontro de ArtesPlásticas de Atibaia, Atibaia-SP;Mostra Panorama Terra, Centro Cultural Brasil Argentina, Rio de Janeiro-RJ; Prêmio Aquisição Salão de Arte de MatoGrosso do Sul, MARCO, Campo Grande – Os trabalhos da sérieUrbanidade, abordam através de objetos,observações e críticasaosindivíduosnoscentrosurbanos. Na busca incessante pela felicidade, consciente ou inconsciente, engatamos uma marcha frenética contra o tempo, preocupados com o amanhã, com a falta de tempo ou dinheiro; neste sentido as pessoas ficam cada vez mais vazias. Este conjunto de obras narra, uma visã ocrítica do viver nos grandes centros urbanos: acorreria do dia-a-dia, a ganância, o desprezo pelo próximo, as castas e classes sociais, a falta de segurança, o confinamento nas habitações atuais, a procura pela companhia, a competitividade e por fim a morte. Todas estas questões são abordadas nestasérie de objetos, onde cada um deles retrata uma destas situações citadas anteriormente. Exposição Presépios Artesanais e Memórias Natalinas Mausoléu Dr. Blumenau Marlene da Silveira - Imamaiah Natural de Witmarsum/SC, vive e trabalha em Blumenau. Artista Plástica, autodidata, dedica-se à pintura, à escultura, à cerâmica e à poesia, desde 1978.Porém, somente nos últimos anos aprimorou-se na técnica de pintura e escultura, participando de diversos eventos nacionais. Em salões destacam-se em 2001 e 2014 selecionada no 5º e 11º. Salão Elke Hering de Arte Contemporânea, Blumenau/SC. Participação em pintura no 10º Salão do Mar do Clube Naval, Rio de Janeiro, RJ e 2003 foi vencedora do 6º Salão Elke Hering “Mostra Nacional Contemporânea da Artes isuais”, na Fundação Cultural , Blumenau, SC. Dentre os eventos internacionais participou em 1994 III Muestra Internacional de Mail Art Ciudade de Alcorcon, Espanha; 1994 II Congresso Argentino Del Color –, Argentina. 1994 –VI Exposição Internacional de Arte Postal – ONU - Portugal; 1995 - Stampa & Stories Mail – Art, Luxemburgo; 1995 – Mars-Expo: “Wo/MAN!S PLACE on SPACESHIPSP EARTH, Estados Unidos ; 1995 – Exposição de Medelain, França. 1996 – Expo Terrestre La Mosaique: L’HOMME ET LA FEME DANS LÚNIVERS, França ; 1996 – Exposição de Barreiros, Portugal; 1996 – Exposição em TROYES, França; 1997 – Exposição na Cidade de Madri – Espanha; 1997 – Exposição em TROYES, França; 1998 – Exposição em TROYES, França; 1998 – Exposição em MINDEM, Alemanha; 1998 –julho. Exposição no FORUM, Alemanha. Participação em dois concursos de Poesias realizadas na Espanha e UM na Inglaterra. Nas pequenas casas de todos os países os natais são grandiosos. Não tem luxo, não tem banquete, às vezes não tem sala, só um pequeno quarto e cozinha, mas jesus aí está presente todos os dias, em orações e presépios, feitos de amor e simplicidade. Onde as crianças ainda brincam de imaginar que são donos de muitos tesouros em pequenos gravetos feitos de imagináveis brinquedos, aonde ainda ganham colo dos pais como se fossem carruagens de algodão. A estes natais tão longe de nós como se se perderam entre a roça e a cidade, entre a saudade e a velocidade do tempo, entre o ontem e o hoje. Imamaiah Pintura: Resultado do efeito de pintar. Revestimento de uma superfície com matéria corante. Obra pictórica cujas técnicas mais conhecidas são a óleo, a têmpera, a encáustica, a aquarela, o pastel, etc. Aquarela: Tinta que se dissolve com água e de propriedades transparentes. A técnica da aquarela vai do seco ao molhado e vice-versa, com sobreposições graduais quando seca e com fusões quando molhada. Acrílica: Tinta fabricada com resinas acrílicas que possuem grande poder de adesão, brilho e transparência. A tinta acrílica foi desenvolvida a partir da primeira década do século 20. É diluível em água e seca rapidamente. Óleo: Tinta aglutinada com óleos secativos naturais. Diluível com o próprio óelo ou com terebentina, tem especial resistência à luz e à umidade. Têmpera: Tinta de efeito alotrópico (é o estado onde a propriedade de certos materiais mudam de estrutura cristalina dependendo da temperatura à qual forem submetidos)., podendo ser feita emulcificando-se substancias cerosas, oleosas, resinosas. Encáustica: Técnica de pintura que consiste em preparar as cores em cera derretida, mantendo-a quente durante sua execução. Os egípcios e os romanos empregaram este processo sobre mármore e os gregos sobre esculturas. Alguns artistas modernos retornaram a encáustica sobre madeira e tela. Pastel: Formado de pigmento, carga e cola fresca. Há dois tipos de pastel: o seco e o oleoso. Foi obtido pelos renascentistas italianos, porém com uma gama limitada: branco, preto e ocre. No século 18 teve máxima utilização com todas as cores, sendo retomado pelos impressionistas, principalmente por Edgar Degas e Jean Etienne Liotard. Plano básico: É a superfície em duas dimensões, de vários formatos e materiais como a tela, o papel, a madeira, etc. Trata-se de um tipo específico de suporte que pode ser utilizado sem preparação ou com a aplicação de alguma base. Suporte: Qualquer material utilizado para pintar, desenhar, esculpir etc. O suporte é passivo quando não aparece na elaboração da obra e ativo quando é tão importante quanto os demais materiais. Com as radicais expressões modernas e contemporâneas, ou com a própria ideia de materialidade, o suporte transformou-se em suporte-espaço. Plasticidade: Fisicamente é a qualidade que abrange formas com sentido de relevo e também o aspecto bem resolvido de uma obra de arte. Por extensão, são plásticas as artes que se alem do plasmar, modelar ou dar forma. Poética: Impulsão de ordem interna intimamente ligada à expressão e à concepção que o artista tem da arte. É interpretada como um fator de transcendência , o tecido espiritual que permeia toda obra significativa. Objeto Elegido: Termo empregado pro Marcel DuChamp para definir a utilização do objeto elevado ã categoria de arte, portanto, transferido de seu contexto. Du-Champ afirmou que a eleição de um objeto já equivalia à criação. Objeto Interpretado: Geralmente é um objeto comum, banal, transformado em objeto estranho, do ponto de vista surreal. Gravura: Toda a impressão obtida de uma matriz gravada com instrumentos e com a ação de ácidos. A gravura como expressão artística no Ocidente surgiu principalmente com Albrecht Dürer, Rembrandt Harmens van ?Rijn, Francis Goya e Jea-Baptiste-Camille Carot. No oriente é a prática milenar por meio da serigrafia e da xilogravura. No final do século 19 a gravura restringiu-se à função reprodutiva, sendo retomada com expressão autônoma por Eduard Munch e Paul Gauguin e, no início do século 20, pelos expressionistas alemães. Serigrafia: Técnica milenar de impressão descoberta pelos chineses. Utiliza-se uma matriz de seda, na qual as áreas mantidas descobertas permitem a passagem da tinta, desta maneira compondo a imagem na superfície de impressão. A versatilidade deste processo, tanto na produção comercial como artística, abrange os mais variados suportes: papel, tecido, vidro, metal, etc. Xilogravura: Gravura em madeira descoberta pelos chineses, cuja impressão é feita a partir de relevos da matriz. Os relevos recebem tinta com um rolo e a imagem é transferida diretamente ao papel por pressão manual ou mecânica. A xilogravura é gravada no sentido das fibras ou contra as fibras da madeira. As duas maneiras são conhecidas, respectivamente, como xilogravura de fibra e xilogravura de topo. Verbalizações extraídas do livro: Movimentos e significados nas artes plásticas. Verbetes de referencia – Jayro Schmidt. MUSEU DE ARTE DE BLUMENAU – Dez. 2014