0 Projeto Pedagógico Curso de Pedagogia Pouso Alegre – M.G 2012 1 ESTRUTURA UNIVERSITÁRIA Presidente da Fundação Sr. Benedito Sinval Caputo da Costa Reitor Prof. Dr. Félix Carlos Ocáris Bazzano Vice-Reitora Profª Ms. Maria Aparecida Silva Mariosa Pró-Reitora de Graduação Profª Ms. Maria Aparecida Silva Mariosa Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação Profª Dra. Daniela Francescato Veiga Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários Prof. Carlos de Barros Laraia Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli Diretor Acadêmico Prof. Ms. Benedito Afonso Pinto Junho Vice-Diretor Prof. Dr. Newton Guilherme Vale Carrozza Curso de Pedagogia Coordenadora Profª Dra. Sandra Maria da Silva Sales Oliveira Vice-Coordenadora Profª Magali Aparecida Castro Costa 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO.......................................................................................................6 1.1 Histórico da Universidade do Vale do Sapucaí.......................................................6 1.2 Identificação da Instituição Mantenedora..............................................................8 1.3. Identificação da Instituição Mantida .....................................................................8 1.4. Missão da Univás .....................................................................................................8 1.5 Objetivos e Diretrizes Pedagógicas da Univás .......................................................9 2 CONTEXTO EDUCACIONAL ...............................................................................11 2.1 Histórico do Curso...................................................................................................11 2.2 Objetivos...................................................................................................................13 3. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO.............................................................17 3.1.Competencias e Habilidades...................................................................................17 4. ESTRUTURA CURRICULAR................................................................................19 4.1 Núcleos de Estudos .................................................................................................19 4.2. Representação Gráfica do Perfil de Formação....................................................22 4.3 Matriz Curricular ...................................................................................................22 4.4 Componentes Curriculares ....................................................................................25 5 METODOLOGIA.......................................................................................................71 6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM .............................72 7 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...........................................................................73 8 FORMAS DE ACESSO AO CURSO.......................................................................73 9 ESTÁGIO SUPERVISIONADO...............................................................................74 10 ATIVIDADES ACADÊMICO CIENTÍFICO CULTURAIS ............................ 74 11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC ........................................ 75 12 APOIO AO DISCENTE...........................................................................................77 3 13 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM .............................................................. 78 14 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE............................................................79 15 CORPO DOCENTE.................................................................................................80 16 INFRAESTRUTURA...............................................................................................80 17 LABORATÓRIO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO ESPECIAL.....................................................................................................................81 18 LUDOTECA .............................................................................................................81 19 ANEXOS ...................................................................................................................83 5 QUADRO DE DESCRITORES DO CURSO DE PEDAGOGIA Denominação do Curso Modalidade Regime Carga horária do Curso Pedagogia Licenciatura – Presencial Seriado Semestral 3.200 horas (DCN) Carga horária do Curso 3.232 horas (PPC) Número de Vagas/ano Turno de Funcionamento Ultima alteração da Matriz 60 Noturno 2012 Curricular Tempo de Integralização Mínimo = 7 semestres Máximo = 12 semestres Coordenadora do Curso Formação da Coordenadora Profª Dra.Sandra Maria da Silva Sales Oliveira Graduação em Psicologia e Pedagogia Mestrado em Avaliação Psicológica Doutorado em Psicologia Regime de Trabalho da 40 horas Coordenadora Tempo de Dedicação à 20 horas Coordenação Autorização Decreto 70.594, de 23/5/72 Reconhecimento Decreto 79.560, de 20/4/77 Renovação de Reconhecimento Diretrizes Curriculares Nacionais Decreto MG, de 12/12/05 Resolução do CNE/CP nº 1, de 15 de maio de 2006. 6 1 APRESENTAÇÃO 1.1. Histórico da Universidade do Vale do Sapucaí A Universidade do Vale do Sapucaí - Univás nasceu da fusão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli com a Faculdade de Ciências Médicas Dr. Antonio Garcia Coutinho, com o nome de Universidade de Pouso Alegre – Unipa, em 8/10/1999, pelo Decreto do Governador do Estado nº 40.627. Em 2001, visando ampliar o raio de ação da Universidade em toda a região do Vale do Sapucaí, foi solicitada, ao Conselho Estadual de Educação, a alteração do nome para Universidade do Vale do Sapucaí – Univás. A aprovação veio com o Decreto Estadual nº 42.213, de 21/12/2001. A Univás é mantida pela Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí, que é uma instituição particular, sem fins lucrativos, sendo administrativa e financeiramente autônoma, criada pela Lei Estadual nº 3.227, de 25 de novembro de 1964. A Faculdade de Ciências Médicas Dr. José Antônio Garcia Coutinho - Facimpa, hoje Faculdade de Ciências da Saúde Dr. José Antonio Garcia Coutinho, primeira unidade acadêmica da Universidade, obteve autorização para funcionamento de seu Curso de Medicina pelo Decreto nº 63.666, em 21 de novembro de 1968, e reconhecimento pelo Decreto nº 75.016 de 02/12/74. Realizou, em fevereiro de 1969, com grande sucesso o seu primeiro vestibular e, em novembro do mesmo ano, a 1ª Semana Médica, que se tornou uma tradição, possibilitando a presença dos mais renomados conferencistas da área médica brasileira. A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli- Fafiep obteve autorização pelo Decreto nº 70.594, em 23/5/1972, com cursos de licenciatura em Ciências Biológicas, História, Letras e Pedagogia, que funcionam regularmente desde 1972. A Universidade do Vale do Sapucaí está localizada na cidade de Pouso Alegre, Sul de Minas Gerais, às margens da Rodovia Fernão Dias – BR 381, numa área estratégica e de acesso aos três maiores centros de produção e consumo do país. A cidade é um centro industrial, educacional, e está próxima das estâncias hidrominerais, circuito das malhas e do vale da eletrônica e, situada em uma região com grande potencial em turismo ecológico. A Univás rege-se pela legislação brasileira da educação superior, por seu Estatuto, Regimento Geral, por atos normativos internos e, no que couber, pelo Estatuto da Fundação 7 de Ensino Superior do Vale do Sapucaí, sua Mantenedora. É uma instituição de ensino superior presente em Pouso Alegre há quatro décadas, que ao longo de sua existência formou mais de 10.000 profissionais atuantes no mercado de trabalho. A Universidade oferece educação nos níveis de graduação e pós-graduação stricto sensu e lato sensu, com objetivos de desenvolver conhecimentos e habilidades com as competências necessárias para o futuro profissional. Alguns de seus cursos estão localizados na Unidade Central, na Av. Cel. Alfredo Custódio de Paula, 320, Centro e outros na Unidade Fátima, na Av. Prefeito Tuany Toledo, 470, Fátima I. A Univás conta na área da saúde com o Hospital das Clínicas Samuel Libânio, um Hospital Universitário, que é referência para 54 municípios do Sul de Minas, e atende uma população de, aproximadamente, um milhão e duzentos mil habitantes. O Corpo Docente da Univás dispõe de um número de mestres e doutores superior ao exigido pelo Ministério da Educação - MEC. Em 2004, é realizado na Univás o 1º Congresso de Iniciação Científica com a abertura do evento pelo presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG. Esse evento significou a entrada do acadêmico na área da pesquisa, confirmando a Iniciação Científica como um das vocações da Univás. Em 2005, é recomendado pela CAPES o projeto de Atendimento de Turma Especial (Tipo Minter) pelo Programa em Cirurgia Plástica Reparadora da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP oferecido pela Univás. Nos dias 23 e 24 de março de 2006 houve a primeira eleição, na qual foi eleito pela comunidade acadêmica formada por professores, alunos e funcionários o primeiro Reitor da Univás, por um número de votos expressivo. A posse aconteceu no dia 12 de maio de 2006. Em 16 de abril de 2007, por Decreto do Governador do Estado, a Univás obteve o reconhecimento, pelo prazo de cinco anos, do Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu em Bioética – Mestrado Acadêmico. Em 13 de julho de 2007, por Decreto do Vice-Governador, no exercício do cargo de Governador do Estado, a Univás obteve o reconhecimento, pelo prazo de quatro anos, o Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu em Linguística – Mestrado Acadêmico. Em 2008, é aprovado o projeto de Atendimento de Turma Especial de DINTER pelo Programa de Pós-Graduação em Cirurgia Plástica da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP oferecido pela Univás. A Universidade obteve a renovação de seu credenciamento pelo prazo de 5 (cinco) anos, conforme Decreto de 17/10/2005, publicado no Diário Oficial de Minas Gerais, de 8 18/10/2005. O recredenciamento deu-se pelo prazo, também, de 5 (cinco) anos, conforme Portaria MEC nº 1139, de 12/9/2012, publicada no Diário Oficial da União, de 13/09/2012, nº 178, Seção 1, p. 106. Ciente de sua missão, empenhada na concretização da visão a que se propõe e ancorada nos valores e objetivos que a fundamentam, a Univás procura cumprir seu compromisso com o aluno e com a sociedade em que se acha inserida. 1.2 Identificação da Instituição Mantenedora NOME : FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO VALE DO SAPUCAÍ SIGLA : FUVS ENDEREÇO : AV. CEL. ALFREDO CUSTÓDIO DE PAULA, 240 CIDADE : POUSO ALEGRE – CEP 37.550-000 TELEFONE ; (35) 3449 2100– FAX: (35) 3449 2189 E-MAIL : [email protected] 1.3 Identificação da Instituição Mantida NOME : UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ SIGLA : UNIVÁS ENDEREÇO : AV. PREFEITO TUANY TOLEDO, 470 BAIRRO : FÁTIMA I CIDADE : POUSO ALEGRE – CEP 37.550-000 TELEFONE : (35) 3449 2300 – FAX: (35) 3449 2300 E-MAIL : [email protected] HOME PAGE : www.univas.edu.br 1.4 Missão da Univás A Universidade do Vale do Sapucaí – Univás, em consonância com suas funções de ensino, pesquisa e extensão e inspirada nos princípios e fins da educação nacional, tem por missão: 9 Contribuir para a formação de indivíduos éticos, socialmente responsáveis e competentes, que possam ser elementos de transformação social na construção de um mundo sempre mais justo, livre e democrático. 1.5 Objetivos e Diretrizes Pedagógicas da Univás Centrada no diálogo e no trabalho em equipe, respeitando os direitos humanos, comprometida com a justiça, a verdade e a ética, a Univás procura desenvolver uma prática reflexiva e humanística promovendo o ser humano em consonância com suas funções de ensino, pesquisa e extensão inspiradas nos princípios e fins da educação nacional. No exercício de sua autonomia, de acordo com os ditames legais e regimentais, respeitando o princípio da indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão, a Univás tem como principais objetivos: I) cumprir função humanística, contribuindo para o processo de consolidação da cidadania brasileira, mediante a primazia da pessoa humana sobre a matéria; primazia do bem comum sobre o bem individual; primazia da justiça e da fraternidade no relacionamento entre as pessoas e da correlação dos direitos e deveres de cada um; II) cumprir função cultural, estimulando as diversas produções culturais, principalmente as regionais, promovendo a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; III) cumprir função social, atendendo permanentemente a comunidade por meio de projetos e ações integradas, estimulando propostas junto aos diversos setores da sociedade em todos os campos e níveis do saber; IV) cumprir função formadora e transformadora, investindo no aluno, para formar diplomados em cidadãos competentes, socialmente responsáveis e empreendedores nas diversas áreas do 10 conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; V) cumprir função renovadora, buscando o ajuste contínuo às mudanças por que passa a sociedade, criando e reformulando cursos, adotando a flexibilidade como características de métodos, critérios e currículos; VI) cumprir função científica, incentivando o trabalho de pesquisa e a investigação, desenvolvendo o entendimento do homem e do meio em que vive e mantendo a possibilidade de expressão de diferentes linhas de pensamento; VII) cumprir função administrativa, buscando a viabilidade financeira das atividades exercidas, aumentando a produtividade e a competitividade com redução de custos e sem prejuízo do nível de qualidade; VIII) cumprir função empreendedora, valorizando o corpo discente como polo convergente das atividades da Univás, valorizando o corpo técnico-administrativo como apoio imprescindível, valorizando o corpo docente como agente fundamental no desenvolvimento das ações que propiciem o alcance dos objetivos da Instituição. 11 2 CONTEXTO EDUCACIONAL 2.1 Histórico do Curso A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras “Eugênio Pacelli” foi criada pelo Decreto 70.594 de 23 de maio de 1972. É um estabelecimento de ensino superior da Universidade do Vale do Sapucaí, credenciada pelo Decreto nº 40.627, de 8 de outubro de 1999 do Governo do Estado de Minas Gerais. O Curso de Pedagogia foi criado em 1972, com ato de reconhecimento federal publicado no decreto nº. 79.560, de 20 /04/1977 e reconhecido em 16 de abril de 1993, pela portaria nº 577, com habilitação de Magistério Matérias Pedagógicas e Administração Escolar e autorizado pelo Decreto Estadual nº 70.594-72. Posteriormente, o curso de Pedagogia foi reformulado pelo decreto nº 97.439, de 06 de janeiro de 1989, acrescentando em sua matriz curricular Orientação Educacional e Supervisão Escolar de 1º e 2º graus. A Orientação Educacional e a Supervisão Escolar eram oferecidas em complementação às disciplinas da grade já existente com a carga horária compensada às sextas-feiras e sábados, no período matutino e vespertino. Os alunos egressos retornavam ao curso, em sistema presencial, habilitando-se em Orientação Educacional ou Supervisão Escolar. Em 1997, houve uma readaptação curricular e o curso passou a ser oferecido de segunda-feira à sexta-feira, no período noturno, com habilitações em Supervisão de Ensino Fundamental e Médio e magistério das matérias pedagógicas e direito de ministrar aulas no ensino fundamental de 1ª a 4ª séries. Em 1998, foi feita nova reformulação curricular, que foi autorizada pelo Parecer do Conselho Estadual de Educação, nº. 214/99, estabelecendo carga horária total do curso de 3.332 horas, para oferta da habilitação para Magistério das Matérias Pedagógicas do 2o. Grau e Supervisão Escolar, autorizada também a oferta de complementação pedagógica em Administração Escolar e Orientação Escolar. Em 2000, foi feita correção na estrutura curricular que contempla regime semestral, com uma entrada anual. Esta estrutura curricular está organizada com sete períodos, módulo aula de 50 minutos e carga horária total do curso de 2.516 horas. Em 1999, com a visita do Conselho Estadual de Educação para o credenciamento da Universidade, foi sugerida uma nova Grade Curricular, pelo excesso de carga horária da matriz curricular anterior. Em 2000, os alunos ingressantes iniciaram o curso com a vigência da matriz curricular modificada sob orientação das técnicas do Conselho Estadual da 12 Educação junto com a coordenação do curso e aprovação do Colegiado do curso de Pedagogia. Para os ingressantes, em 2006, houve uma readaptação curricular em relação aos componentes curriculares do curso. Esta alteração foi ainda anterior às novas Diretrizes Curriculares, oferecendo as habilitações em Supervisão Escolar no Ensino Fundamental e Médio, Matérias Pedagógicas no Ensino Médio, com carga horária total de 2.754 horas/aula, para os formandos até 2009. Em 2007, com a publicação das atuais Diretrizes Curriculares dos Cursos de Pedagogia, Resolução do CNE/CP,de 15 de maio de 2006, que define em seu artigo 2º a docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos, foi oferecido um novo plano curricular. Em função de uma melhor organização didática pedagógico na articulação dos conteúdos disciplinares, foi proposta ao Consepe uma readaptação curricular, que foi aprovada e oferecida para os ingressantes em 2008. Em 2009, a proposta pedagógica sofreu modificações para que o curso fosse readaptado para atender aos pedidos feitos por uma avaliação das turmas que iniciaram após a publicação das novas diretrizes em fevereiro de 2007, acrescentando componentes curriculares solicitados pelos acadêmicos e analisados pela coordenação e pelo Colegiado do curso de Pedagogia, além de refazer a prática pedagógica com projetos de extensão. Os componentes oferecidos com a mudança são referentes aos conteúdos da arte e educação: música, teatro e dança (artes em geral) na escola e metodologia da educação física. Conforme as Leis 9131/95, 9394/96; Parecer CEB 022/98; Resolução 451/03, Lei 10793/03, Lei 9394/96, Lei 5692/71, foram realizadas mudanças integrando novos componentes curriculares para atender às atualizações necessárias ao curso devido à demanda exigida. O curso de Pedagogia da Univás tem por missão a busca da formação de pedagogos qualificados com competências e habilidades necessárias para atuar e intervir em vários contextos educativos escolares e sociais de forma crítica, incorporando saberes e fazeres significativos à compreensão e desenvolvimento da ciência e tecnologia, percebendo relações de poder que envolvem todo o processo econômico-político e cultural que interfere na práxis educativa de um Estado ou Nação. Busca princípios estéticos da sensibilidade, criatividade, ludicidade, qualidade e diversidade de manifestações artísticas e culturais, meio ambiente, além do direito à saúde, ao amor, à aceitação, e de uma educação inclusiva dos acadêmicos para fazerem parte do 13 ambiente educacional, ocorrendo um trabalho integrado entre diferentes áreas para construir uma formação profissional plena. Nesta perspectiva construímos uma matriz curricular direcionando os conteúdos para um trabalho interdisciplinar entre essas disciplinas por sua abrangência cultural e profissional na formação do pedagogo atual. Optou-se para o enfoque da Inclusão e a matriz foi composta com componentes curriculares direcionados pela amplitude dos assuntos e oferecidos como extensão e pósgraduação, cursos de educação inclusiva para professores da rede municipal de educação, alunos egressos e também outros profissionais da região. O Projeto Pedagógico, articulado pelo Coordenador do Curso de Pedagogia da Univás, é um instrumento de trabalho, construído com a participação dos docentes e do Núcleo Docente Estruturante apresentando uma dimensão política, no sentido de estar compromissado com a formação do cidadão para o contexto social existente. Além disso, apresenta ainda uma dimensão pedagógica, porque alcança a intencionalidade do curso, que é formar o cidadão responsável, participativo, crítico e criativo. Como projeto pedagógico de curso, retrata a reflexão e o trabalho coletivo dos agentes envolvidos no atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais e às necessidades específicas dos acadêmicos, concretizando, assim, a identidade do curso e o oferecimento de garantias para um ensino de qualidade. Como instrumento balizador do desenvolvimento acadêmico, este Projeto manifesta a prática pedagógica do curso, dando direção às atividades de ensino, pesquisa e extensão. Sendo assim, o Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia é entregue à comunidade acadêmica, como resultado de um planejamento coletivo que define ações, visando à efetiva concretização de seus propósitos. 2.2 Objetivos Tendo em vista o perfil profissional que se pretende formar, o curso de Pedagogia tem os seguintes objetivos gerais: promover uma prática educativa que leve em conta as características individuais e a pluralidade cultural; possibilitar ao aluno formação crítico-social para que ele possa ser um elemento participativo, autônomo e criativo na sociedade, para atuar em busca de uma vida melhor; 14 propiciar condições por meio de pesquisa, para que o aluno possa ser construtor do seu próprio saber; apresentar as diferentes áreas do saber como um processo interdisciplinar em que todas as partes estabelecem relações com um todo; desenvolver a capacidade de compreensão ampla e consistente do fenômeno e da prática educativa. Os objetivos específicos que o curso pretende alcançar, em relação a seus alunos, é leválos a: compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual e social; fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e pro positiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para a superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico; estimular a produção científica docente e discente; analisar situações e relações interpessoais em que os envolvidos tenham um distanciamento profissional necessário para compreender de forma crítica toda a dinâmica escolar e social; intervir nas situações educativas com sensibilidade e competência profissional buscando articular teoria e prática; proporcionar ao aluno oportunidades de realizar pesquisas propondo respostas criativas às questões da qualidade do ensino e medidas que viessem superar a exclusão social; desenvolver a capacidade para estabelecer diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento e a capacidade do aluno para dominar processos e meios de comunicação em suas relações com problemas educacionais; capacitar o futuro pedagogo para que atue eficazmente com jovens e adultos defasados em seu processo de escolarização; desenvolver a capacidade de articular ensino e pesquisa na execução da prática pedagógica; 15 desenvolver a capacidade de trabalhar com metodologias e materiais pedagógicos adequados à utilização das tecnologias, da informação e da comunicação nas práticas educativas; desenvolver o compromisso com uma ética de atuação profissional e com a organização democrática da vida em sociedade; fazer a articulação da atividade educacional nas diferentes formas de gestão educacional, na organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e avaliação de propostas pedagógicas da escola; aprender a elaborar Projeto Pedagógico da escola caracterizado por categorias (planejamento, organização, coordenação e avaliação) e por valores (solidariedade, cooperação, responsabilidade e compromisso). No que tange às áreas de atuação, o pedagogo poderá atuar no magistério na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. As atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando: planejamento, execução e coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da educação e de projetos e experiências educativas não escolares, bem como produção e difusão do conhecimento científico intra e extra escola. As competências e habilidades que o curso de Pedagogia pretende desenvolver em seus alunos são: a compreensão dos diversos domínios do conhecimento pedagógico e dos conteúdos disciplinares específicos e respectivas metodologias, numa perspectiva de formação contínua e autoaperfeiçoamento; a participação na implementação de projetos educativos que contemplem a diversidade e as inter-relações das distintas esferas do social: cultural, ética, estética, científica e tecnológica; a mobilização e integração de conhecimentos, capacidade e tecnologias para intervir efetivamente em situações pedagógicas concretas; a articulação, mediante práticas participativas, de recursos humanos, metodológicos, técnicos e operativos; 16 a investigação de situações educativas, sabendo mapear contextos e problemas, captar e analisar as contradições, argumentar e produzir conhecimentos; a atuação ético-profissional, implicando responsabilidade social para a construção de uma sociedade includente, justa e solidária; o conhecimento e a articulação de conteúdos e metodologias específicas das áreas de conhecimentos envolvidas nos diferentes âmbitos de formação e atuação profissional; a capacidade de seleção e organização de conteúdos, de modo a converter o conhecimento científico em conhecimento curricular, considerando contextos socioculturais e capacidades cognitivas e afetivas dos alunos; a articulação e integração entre saberes e processos investigativos dos diversos campos do conhecimento, visando à formação do cidadão; a compreensão, o cuidado e a educação de crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual e social; a aquisição de conhecimentos metodológicos para fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; as condições para saber identificar problemas socioculturais e educacionais com posturas investigativas, integrativas e propositivas em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para a superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; a consciência de participação da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico. Nossa estratégia de ação é a de vivência de um planejamento participativo e de um currículo amplo, levando em conta os aspectos socioculturais e do cotidiano da educação atual e da multiplicidade dos aspectos que a envolvem para a orientação do aluno cidadão. Procuramos trabalhar com objetivos claros voltados para as ações previamente planejadas e revistas conjuntamente para avaliação do projeto de trabalho e sua reconstrução, buscando sempre atingir as metas propostas pelo grupo de professores do curso. As nossas ações, portanto, serão pautadas em conceitos como participação construtiva do aluno e, ao mesmo tempo, intervenção do professor para aprendizagens de conteúdos específicos que favoreçam o desenvolvimento de competências necessárias ao exercício da profissão. 17 A equipe pedagógica se reúne sempre para refletir sobre suas ações e equacionar procedimentos qualitativos de processo de ensino e aprendizagem, voltados para a dinâmica de atualização exigida pelo mundo atual. 3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO Com relação ao perfil do aluno egresso, o curso de Pedagogia da Univás visa formar um pedagogo reflexivo, crítico, com habilidades e competências para compreender as complexas relações entre educação e sociedade e atuar nas práxis pedagógicas como pesquisador consciente da realidade e profissionais habilitados a atuar no ensino, na organização e gestão de sistemas unidades e projetos educacionais, tendo a docência como base de sua formação e identidade profissional. O pedagogo poderá atuar no magistério na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. As atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando planejamento, execução e coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da educação e de projetos e experiências educativas não escolares, bem como produção e difusão do conhecimento científico intra e extra escola. O curso de Pedagogia, no intuito de perpetuar o vínculo com os egressos, oferece oportunidade para que estes participem das semanas de estudos da graduação e outros eventos, além de a Univás oferecer cursos de Pós-graduação nas áreas de educação, atendendo à demanda solicitada. 3.1 Competências e Habilidades compreensão dos diversos domínios do conhecimento pedagógico e dos conteúdos disciplinares específicos e respectivas metodologias, numa perspectiva de formação contínua e autoaperfeiçoamento; 18 participação na implementação de projetos educativos que contemplem a diversidade e as inter-relações das distintas esferas do social: cultural, ética, estética, científica e tecnológica; mobilização e integração de conhecimentos, capacidade e tecnologias para intervir efetivamente em situações pedagógicas concretas; articulação, mediante práticas participativas, de recursos humanos, metodológicos, técnicos e operativos; investigação de situações educativas, sabendo mapear contextos e problemas, captar e analisar as contradições, argumentar e produzir conhecimentos; atuação ético-profissional, implicando responsabilidade social para a construção de uma sociedade includente, justa e solidária; conhecimento e articulação de conteúdos e metodologias específicas das áreas de conhecimentos envolvidas nos diferentes âmbitos de formação e atuação profissional; seleção e organização de conteúdos, de modo a converter o conhecimento científico em conhecimento curricular, considerando contextos socioculturais e capacidades cognitivas e afetivas dos alunos; promoção da articulação e integração entre saberes e processos investigativos dos diversos campos do conhecimento, visando à formação do cidadão; compreensão, cuidado e educação de crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual e social; conhecimentos metodológicos para fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; identificação de problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para a superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; participação da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico. 19 4 ESTRUTURA CURRICULAR 4.1. Núcleos de Estudos Básicos Conteúdos Carga Horária Língua Portuguesa: Oralidade e Escrita 64 Sociologia da Educação 32 Tópicos Especiais: Antropologia e Educação 32 Didática: Introdução ao Ensino Infantil e Fundamental 80 Dinâmica Psicossocial 32 Metodologia da Educação Física: Corporeidade e Expressão 32 Arte educação: Música, Teatro e Dança 64 Fundamentos de Tecnologia Educacional 32 Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos 64 Didática: Teoria Pedagógica 64 Sociologia Geral 32 Arte-Educação: Processo Criativo 64 Tópicos Especiais: Formação Docente 32 Alfabetização e Letramento 64 Tecnologia, Informática e Educação 32 História da Educação 32 Filosofia 32 Psicologia da Educação: Introdução 64 Literatura Infanto Juvenil 96 Didática: Metodologia do Ensino Infantil e Fundamental 64 Psicologia da Educação: Desenvolvimento 64 Alfabetização Matemática 64 Neuroeducação 48 20 Corporeidade e Ludicidade 96 Psicologia da Educação: Aprendizagem 64 Didática: Metodologia do Ensino Fundamental e Médio 64 Metodologia da Arte e Ludicidade 80 Filosofia da Educação 32 Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 48 Currículos e Programas: Ensino Infantil, Fundamental e Médio 64 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Ciências 80 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da Língua Portuguesa 64 Fundamentos Teóricos Metodológicos da Educação Física 64 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da Matemática 48 Currículo Cultura: Gestão Pedagógica 64 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de História 64 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Geografia 64 Carga Horária Total 2.080 4.2 Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos Conteúdos Carga Horária Política de Atendimento à Infância 64 Política Educacional Brasileira: Ensino Fundamental e Médio 32 Infância e suas Vivências Socioculturais 64 Educação Inclusiva 64 Educação de Jovens e Adultos: Alfabetização 64 Carga Horária Total 288 21 4.3 Núcleo de Estudos Integradores Conteúdos Carga Horária Prática de Ensino: Escola e Sociedade 64 Análise da Experiência Pedagógica: Pesquisa Quantitativa 32 Estágio Supervisionado: Educação Infantil 96 Análise de Experiência Pedagógica Abordagem Qualitativa 32 Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental 48 Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental e Médio 96 4.4 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino Infantil 80 Re Estágio Supervisionado: Educação de Jovens e Adultos e Educação Inclusiva 96 Elaboração de Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso) 64 Prática Pedagógica de Ensino: Sala de Aula 64 ão Prática Pedagógica nas Instituições de Jovens e Adultos 80 Gr Atividades Complementares 112 Carga Horária Total 864 pre sen taç áfic a Perfil de Formação Gráfico do 22 4.5 Matriz Curricular do Curso de Pedagogia CARGA HORÁRIA PERÍODO 1º 2º 3º COMPONENTE CURRICULAR Teórica Prática Extraclasse Total Língua Portuguesa: Oralidade e Escrita 64 - - 64 Sociologia da Educação 32 - - 32 Tópicos Especiais: Antropologia e Educação 32 - - 32 Didática: Introdução ao Ensino Infantil e e Fundamental Dinâmica Psicossocial 64 16 - 80 32 - - 32 Metodologia da Educação Física: Corporeidade e Expressão Arte Educação: Música, Teatro e Dança 32 - - 32 32 32 - 64 Fundamentos de Tecnologia Educacional 32 - - 32 Subtotal 320 48 - 368 Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos Didática: Teoria Pedagógica 32 32 - 64 64 - - 64 Sociologia Geral 32 - - 32 Arte-Educação: Processo Criativo 32 32 - 64 Tópicos Especiais: Formação Docente 32 - - 32 Política de Atendimento à Infância 32 32 - 64 Alfabetização e Letramento 64 - - 64 Tecnologias, Informática e Educação 32 - - 32 Subtotal 320 96 - 416 Filosofia 32 - - 32 História da Educação 32 - - 32 Psicologia da Educação: Introdução 64 - - 64 Literatura Infanto Juvenil 64 32 - 96 Política Educacional Brasileira: Ensino Fundamental e Médio Didática: Metodologia do Ensino Infantil e Fundamental Prática de Ensino: Escola e Sociedade 32 - - 32 64 - - 64 32 32 - 64 23 4º 5º 6º Subtotal 320 64 - 384 Psicologia da Educação: Desenvolvimento 64 - - 64 Infância e suas vivências socioculturais 32 32 - 64 Análise da Experiência Pedagógica: Pesquisa Quantitativa Alfabetização Matemática 32 - - 32 64 - - 64 Didática e Metodologia do Ensino Fundamental e Médio Corporeidade e Ludicidade 64 - - 64 64 32 - 96 Subtotal 320 64 - 384 Psicologia da Educação: Aprendizagem 64 - - 64 Neuroeducação 48 - - 48 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino Infantil Estágio Supervisionado: Educação Infantil 48 32 - 80 32 - 64 96 Análise de Experiência Pedagógica: Abordagem Qualitativa Filosofia da Educação 32 - - 32 32 - - 32 Estudo de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 48 - - 48 Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental 16 - 32 48 Subtotal 320 32 96 448 Educação Inclusiva 32 32 - 64 Currículos e Programas: Ensino Infantil, Fundamental e Médio Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Ciências Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da Língua Portuguesa Educação de Jovens e Adultos: Alfabetização Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental e Médio Metodologia da Arte e Ludicidade 64 - - 64 32 48 - 80 32 32 - 64 64 - - 64 32 - 64 96 64 16 - 80 Subtotal 320 128 64 512 Fundamentos Teóricos Metodológicos de Educação Física Estágio Supervisionado: Educação de Jovens e Adultos e Educação Inclusiva Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da Matemática 32 32 - 64 32 - 64 96 32 16 - 48 24 7º Elaboração de Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso) Currículo e Cultura: Gestão Pedagógica 48 16 - 64 64 - - 64 Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de História Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Geografia Prática Pedagógica de Ensino: Sala de Aula 32 32 - 64 32 32 - 64 32 32 - 64 Prática Pedagógica nas Instituições de Jovens e Adultos Subtotal 16 64 - 80 320 224 64 608 2.240 656 224 3.120 - - 112 112 2.240 656 336 3.232 TOTAL Atividades Acadêmico Científico Culturais TOTAL GERAL INDICADORES FIXOS Estrutura Curricular Componentes Curriculares teóricos e práticos Estágio Supervisionado Atividades Acadêmico Científico Culturais TOTAL GERAL Carga Horária 2.784 Nº de aulas de 50 minutos 3.341 112 224 112 135 - 3.232 3.476 De acordo com o Decreto nº 5.626/2005, o componente curricular Libras se torna obrigatório no curso de Pedagogia e se encontra no 5º período da matriz curricular com o nome de Estudo de Língua Brasileira de Sinais. No que se refere à Educação das Relações Étnico-Raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena (Lei 11.645/08 e 10.639/04; Resolução CNE/CP nº 1, de 17 de junho de 2004), a temática da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena encontra-se contemplada no componente curricular Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de História, no 7º período. O artigo 4º das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) é contemplado no componente curricular Currículos e Programas: Ensino Infantil, Fundamental e Médio, no 6º Período. Atendendo à Lei 9.795 de 27 de abril de 1999 e ao Decreto 4.281 de 25 de junho de 2002, é oferecido o conteúdo Desenvolvimento Sustentável com ênfase nas Políticas de Educação Ambiental, no componente curricular Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Ciências, no 6º Período do curso. 25 O componente curricular Sociologia da Educação, no 1º Período, atende à Resolução nº1, de 30 de Maio de 2012, que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. 4.6 Componentes curriculares Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Língua Portuguesa: Oralidade e Escrita 1º 64 Funções da linguagem, noção de discurso, oralidade e língua padrão. Os gêneros textuais: leitura, análise, crítica e produção de textos em diferentes gêneros; coerência e coesão. Tópicos de língua padrão: ortografia, acentuação, estrutura de períodos simples e compostos. Diferentes procedimentos de leitura e produção de textos, sobretudo aqueles pertencentes à modalidade argumentativa. Relações lógicas entre os diversos fragmentos do texto. Relações adequadas, o caráter eminentemente dialógico do texto. Planejamento e avaliação do próprio texto visando à qualidade do conteúdo e à correção formal. ANDRADE, M. M. Língua Portuguesa – Noções Básicas para Cursos Superiores. São Paulo: Ática, 2010 CUNHA, C; CINTRA, L Nova Gramática do Português Contemporâneo. 5 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008 KOCH, I. V. Texto e Coerência. São Paulo: Contexto,2002. CORREIA, V. L. Lingua portuguesa: da oralidade a escrita. Curitiba: IESDE, Brasil, S.A., 2006. KOCH, Ingedore Grunfiled Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coesão textual. 13a. ed. São Paulo: Contexto, 2002. Bibliografia Complementar KURY, Adriano da Gama. Ortografia. Pontuação, Crase. 2. ed. Rio de Janeiro: FAE, 2007 LEITE,L. C. M. O Foco Narrativo. 6. ed. São Paulo: Ática. 1993. MARTINELLI, L. C. Um espaço para o imaginário dentro da sala de aula: a arte de contar histórias. In: DAVINI.J.(Org.): Janelas da Imaginação: experiências singulares com os contos da tradição oral e outras histórias.São Paulo: Espaço pedagógico. 2000. 26 Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Sociologia da Educação 1º 32 Enfoque sociológico do fenômeno educacional em seu relacionamento com as instituições, a mudança e a estratificação social. Formas, processos e agentes educacionais. Estudo de temas educacionais específicos em correlação com outras dimensões da realidade social sob a perspectiva peculiar à disciplina. Educação de Direitos Humanos como processo sistemático e multidimensional. A educação como objeto da Sociologia. Fatos educativos no panorama sociológico. Diferenças existentes entre as relações de poder e de saber. Mudanças educacionais, e a estratificação social. Direitos humanos e educação. Cidadania e educação. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2006. HUBERMAN, M. Vidas de professores. 2. ed. Porto: Porto Editora, 2000. KRUPA, S. M. P. Sociologia da Educação. São Paulo, Cortez, 2008. FERREIRA, D. Manual de Sociologia. São Paulo: Atlas. 1988 Bibliografia Complementar FORQUIN, J. C. As abordagens sociológicas do currículo: orientações teóricas e perspectivas de pesquisa. Revista Educação e Realidade. Porto Alegre: 21 (1), 187-190, jan/jun. 1999. LAKATOS, E. M. Sociologia Geral. São Paulo: Atlas. 1987 CARVALHO, J. S. et. al. Educação e direitos humanos: experiências em formação de professores e em práticas escolares. In: SCHILLING. F. (Org.). Direitos humanos e educação. São Paulo: Cortez, 2005. PILETTI, N. Sociologia da educação: introdução ao estudo da escola no processo de transformação social. 10 ed. São Paulo: Loyola, 2002. Componente Curricular Período Tópicos Especiais: Antropologia e Educação 1º 27 Carga Horária Ementa Conteúdo 32 Reflete sobre a construção da cidadania e democracia, abordando temas das ciências humanas e da antropologia, sua história e seus aspectos filosóficos que interferem na construção do conhecimento em geral e no contexto brasileiro. Abordagem antropológica em relação ao fenômeno da Educação. Conceitos antropológicos básicos e noções do método e da pesquisa etnográfica. Questões educacionais contemporâneas e situações cotidianas da vivência dos alunos com abordagem antropológica. GALLO, S. Ética e cidadania. Campinas: Papirus, 2008 Bibliografia Básica LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. Editora Brasiliense, 1998. ROCHA, E. O que é etnocentrismo. Editora Brasiliense. 2000. BRANDÃO, C. R. O que é Educação. São Paulo: Brasiliense, 2001. Bibliografia Complementar CANDAU, V. M. Cultura(s) e educação: entre o crítico e o póscritíco. Rio de Janeiro: DP. 2005. CHAUI, M. Mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo. 2000. GUSMÃO, N. M. M. Antropologia e educação: interfaces do ensino e da pesquisa. Caderno Cedes, ano 17, n 43, dezembro/97 SILVA, P. B. G. Diversidade étnico-cultural e currículos escolares – dilemas e possibilidades. Caderno Cedes, n. 32, 1993 Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Didática, Introdução ao Ensino Infantil e Fundamental 1º 80 Educação, instrução e ensino. Educação escolar, Pedagogia e Didática. Didática e democratização do ensino, os pilares da educação. Compromisso social e ético do professor. Escola, espaço de inter-ações, objetivos da Educação Infantil e das primeiras séries do Ensino Fundamental. Relação professor e aluno na sala de aula. Conceitos de educação, instrução e o ensino. A relação entre a educação escolar, a Pedagogia e a Didática. A realidade das escolas 28 Conteúdo e a democratização do ensino. Os pilares da educação no contexto da sala de aula. A formação do professor e o compromisso ético e social da prática educativa. Para que servem as escolas? Os parceiros co-responsáveis na educação escolar. Estudo e análise dos objetivos da Educação Infantil e das primeiras séries do Ensino Fundamental propostos pelos (Referenciais Curriculares Nacionais) RCNs e (Parâmetros Curriculares Nacionais) PCNs. O valor pedagógico da relação professor-aluno, autoritarismo e autoridade; motivação e indisciplina na sala de aula. ANDRÉ, M. E. D.; OLIVEIRA, M. R. S. Alternativas no ensino de didática. Campinas: Papirus, 2000. Bibliografia Básica GARCIA, R. L. (org). Revisitando a pré-escola. 4 ed. São Paulo: Cortez., 2000. OLIVEIRA, Z. M. R. Educação Infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, 2000 ANTUNES, C. Educação Infantil. Prioridade Imprescindível. Petrópolis: Vozes. 2004. Bibliografia Complementar BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da educação e do desporto. Secretaria de Educação fundamental. Brasília. MEC/SEF. 1998. CASTRO, A. D. de; CARVALHO, A. M. P. de. (orgs) Ensinar a Ensinar. Didática para a Escola Fundamental e Média. São Paulo: Thompson. 2001. KRAMER, S. LEITE, I. Pesquisando infância e educação: um encontro com Walter Benjamin. In: Infância - fios e desafios da pesquisa. Campinas, SP: Papirus, 1996. 13-38p. Veiga, I. P. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2000 Componente Curricular Período Carga Horária Dinâmica Psicossocial 1º 32 O campo da psicologia educacional: dimensões e abordagens básicas. A dinâmica psicossocial da educação relações entre o sistema e a prática educativa em sua configuração na dinâmica de grupo de classe. Concepção de aprendizagem numa perspectiva histórico-crítica: teorias de base. Empirista, racionalista, 29 Ementa Conteúdo construtivista, e suas implicações para a prática pedagógica. Teorias e implicações para a prática pedagógica. A prática educativa. O professor. A escola. Os alunos. Dinâmica de grupo. A dinâmica da família. Tipos de família. Os filhos e a dinâmica familiar. O desenvolvimento psicossocial da criança. COLL, C. et al. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. Porto Alegre: Artmed, 2008. Bibliografia Básica Bibliografia Complementar SAVIANI, D. Pedagogia Histórico-Crítica. 10 ed. Campinas: Autores Associados, 2008. FRITZEN,S.J. Janela de Johari: Exercícios vivenciais de dinâmica de Grupo, relações humanas e de sensibilidade. 17.ed. Petrópolis: Vozes,2000. FREIRE, M. et al. Observação, registro, reflexão: instrumentos metodológicos I. 2. ed. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1996. (Série: Seminários). ______. Grupo indivíduo, saber e parceria: malhas do conhecimento. 2. ed. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1997. (Série: Seminários). GROSSI, E.P.e BORDIN,J. Construtivismo Pós-Piagetiano 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes,1993. BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. Aprendizagem – Processos psicológicos e contexto social. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004 CASTRO, A.P; MARIA, V. J. Motivação. Como desenvolver e utilizar esta energia. 4 ed. Rio de Janeiro. Editora Campus.1998. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Metodologia da Educação Física: Corporeidade e Expressão 1º 32 Fundamentação teórica apropriada sobre a educação física na educação infantil e as séries iniciais do ensino fundamental. Caracterizar a importância da educação física, bem como organizar experiências pedagógicas conforme as possibilidades de desenvolvimento do aluno. Focalizando as relações entre os processos de escolarização e educação, tendo em vista a contribuição da educação física para um projeto pedagógico escolar. O que é Educação Física? Formação do professor. Conhecimento sobre os parâmetros curriculares nacionais Educação Física: nas séries iniciais do ensino fundamental. PCNs. Brincar: O despertar 30 Conteúdo Bibliografia Básica psicomotor. Exercício físico para escrever bem. A cultura da educação física escolar. Recreação e lazer – diferenças e semelhanças. Recreação – Brinquedos cantados. Por que brincar? Jogos e regras e a resolução de problemas. COLL, C.; TEBEROSKY, A. Aprendendo Arte: conteúdos essenciais para o Ensino Fundamental. São Paulo: Ática. 2000. ROSE JR., Dante de. e colaboradores. Esporte e Atividade física na Infância e na adolescência. Porto Alegre: Artmed editora, 2002. SPOLIN, V. Jogos teatrais na escola. São Paulo: Perspectiva. 2007 Bibliografia Complementar BONAMIGO, E.: REZENDE, M. de, (orgs). Como Ajudar a Criança no Seu Desenvolvimento. Porto Alegre: Editora da Universidade. 1982. BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da educação e do desporto. Secretaria de Educação fundamental. Brasília. MEC/SEF. 1998 FREUDENHEIM, A. M. Aspectos cinesiológicos da postura. In: TEIXEIRA, L. R. Educação física adaptada. São Paulo, E TAFFAREL, Celi Nelza Zülke. Criatividade nas aulas de Educação Física. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1985. FP/EEFUSP, 1993. MATSUDO, Vitor K. R. Testes de Ciências do Esporte. São Caetano do Sul, CELAFISCS, 1982. TANI, G. Perspectivas para a educação física escolar. Revista Paulista de Educação Física, v.5, n.1/2, p.61-9, 1991. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Arte Educação: Música, Teatro e Dança. 1º 64 Fundamentos teóricos e práticos das artes cênicas e sua pedagogia. As artes cênicas – teatro, circo, dança e cinema, sua história – como elementos integradores da organização curricular. Recursos auxiliares no processo pedagógico em ambientes educacionais. O sistema do teatro do oprimido na Educação, na construção de um ser mais crítico e político que contribua para o desenvolvimento dos alunandos enriquecendo-os e oportunizando a exploração, a 31 Conteúdo Bibliografia Básica construção de conhecimento que interaja com sua emoção. Atos culturais planejados e realizados em situações educativas A história do teatro e educação. Conceito, gêneros e tipos da estética do teatro, circo, cinema, música e dança. Conceito e tipos do teatro do oprimido e sua aplicação na educação. Aplicação do som, sentido, expressão corporal, treinamento estético das técnicas do teatro, o espaço cênico e suas atribuições de representatividade em improvisação, gestualidade e expressão. Montagem de diversos tipos teatrais. SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais em sala de aula. São Paulo: Perspectiva, 2007. FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.. Metodologia do Ensino da Arte. Maria Heloisa C. de T. Ferraz, Maria F. de Rezende e Fusari. São Paulo: Cortez, 2009. 2ª Ed. BOAL. A. Jogos para atores e não atores. 13ª Ed. São Paulo: Civilização Brasileira. 2009. Bibliografia Complementar BARBOSA, Ana M. (org.). Arte/Educação Contemporânea: Consonâncias Internacionais. São Paulo: Cortez, 2006. BELEZA, Fernanda V. L. Oficina de artes. São Paulo: Rideel, 2010. (Coleção Oficina de artes). CANTON, K. Pintura Aventura. São Paulo: DCL, 2006. KHOL, MaryAnn F. Iniciação à arte para crianças pequenas. MaryAnn F. Khol, Renée Ramsey e Dana Bowman; tradução Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2005. SPOLIN, Viola. Improvisação para o Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1998. Componente Curricular Período Carga Horária Fundamentos da Tecnologia Educacional 1º 32 32 Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Conceitos, princípios e áreas de estudo que contribuíram para o desenvolvimento da tecnologia educacional. Aplicação de uma abordagem sistemática e dos princípios da tecnologia educacional para o planejamento, implementação e avaliação do processo de ensino-aprendizagem. Classificação e procedimentos para seleção de recursos ou meios audiovisuais. Características, vantagens e limitações. Elaboração e aplicação dos recursos audiovisuais em situações de ensino-aprendizagem. Avaliação dos meios audiovisuais. Princípios da tecnologia educacional para o planejamento, implementação e avaliação do processo de ensino-aprendizagem. Os diversos meios audiovisuais e os recursos de informática. Recursos audiovisuais em situações de ensino-aprendizagem. Projetos de aplicação das tecnologias educacionais em ambientes escolares. FILATRO, Andrea. Design Instrucional Contextualizado: Educação e Tecnologia. 2ª ed. São Paulo: Senac, 2007. MORAN, José Manuel. A Educação que Desejamos: Novos Desafios e Como Chegar Lá. 1ª ed. São Paulo: Papirus, 2007. TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na Educação: Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor da Atualidade . 8ª ed. São Paulo: Érica, 2008. Bibliografia Complementar CARNEIRO, Raquel. Informática na Educação: Representações Sociais do Cotidiano. São Paulo: Cortez, 2002 (Coleção Questões da Nossa Época 96). FREIRE, Fernanda Maria Pereira; PRADO, Maria Elisabette Brisola. O Computador em Sala de Aula: Articulando Saberes. Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000. LITWIN, Edith (org.). Tecnologia Educacional: Política, História e Propostas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. MERCADO, Luís Paulo Leopoldo (Org.). Novas Tecnologias na Educação: Reflexões sobre a Prática. Maceió: EDUFAL, 2002. SANCHO, Juana M. (Org.). Para uma Tecnologia Educacional. Porto Alegre: ArtMed, 1998. 33 2º Período Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos 2º 64 A estrutura do texto dissertativo, leitura, análise, crítica e Produção de textos dissertativos e argumentativos. Norma padrão: sintaxe de concordância, regência, crase, colocação pronominal, pontuação. Produção de textos, dissertativos e argumentativos de forma interdisciplinar do curso como também os conteúdos dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs no ensino infantil, fundamental e médio como também os aspectos gramaticais. GUIMARÃES, E. A Articulação do Texto. 6. ed. São Paulo. 1999. Bibliografia Básica KEHDY, V. Formação de Palavras em Português. São Paulo: Ática.1992. HENRIQUES, C. C. A nova ortografia: o que muda com o acordo ortográfico. São Paulo: Nova Fronteira, 2008. Bibliografia Complementar ANDRADE, M. M. Língua Portuguesa: Noções Básicas para Cursos Superiores. São Paulo: Ática. 1991. CUNHA,C; CINTRA, L. Nova gramática do Português Contemporâneo. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.1985. KOCH, I. V. Texto e Coerência. São Paulo: Contexto, 1980. KURY, Adriano da Gama. Ortografia. Pontuação, Crase. Rio de Janeiro: FAE.2007. LEITE,L. C. M. O Foco Narrativo. 6. ed. São Paulo: Ática. 1993. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Didática: Teoria Pedagógica 2º período 64 Didática e sociedade; o conteúdo implícito do ato de ensinar. A relação teoria-prática na Didática Escolar Crítica. Grandes pensadores e a Didática. Tendências Pedagógicas na prática escolar. Educação no século XXI. A interatividade na sala de aula. Sociedade e teorias de ensino, a relação conteúdo-forma do ato de ensinar. O ato relacional teoria-prática-teoria. A dimensão técnica da prática docente. A conjugação teoria-prática. Os grandes 34 Conteúdo Bibliografia Básica pensadores das idéias pedagógicas. Tendências pedagógicas não críticas, crítico- reprodutivistas e críticas. Paradigmas da educação atual, competência e tecnologia, inclusão digital, interatividade e simulação. BORDENAVE, J.D; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino aprendizagem. São Paulo: Vozes. 2002. DELLORS, J. Educação em tesouro a descobrir. São Paulo:Cortez. 2000. FURLLAN, M; HARGREAVES, A. A Escola Organização aprendente. Porto Alegre: Artemed.2000. Bibliografia Complementar como CASTRO, A. D. de; CARVALHO, A. M. P. de. (orgs) Ensinar a Ensinar. Didática para a Escola Fundamental e Média. São Paulo: Thompson. 2001. FRANCO, C. (Org.) Avaliação, ciclos e promoção na educação. Porto Alegre: Artemed. 2001. PERRENOUD, P. 10 Competências para Ensinar. Porto Alegre: Artemed. 2000. SCHON, D. Educando o profissional reflexivo. Um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artemed. 2000. Veiga, I. P. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2000 Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Sociologia Geral 2º 32 Escola e comunidade. Interação, controle social, grupos, instituições, classes sociais, organização social, mudança social, cultura, fundamentos econômicos da sociedade, o estudo da sociedade humana nas concepções de Durkheim, Max Weber e Karl Marx. Noções relacionadas aos diferentes aspectos que envolva a e escola e a comunidade na interação do controle social nas diferentes instituições que envolva a infra e superestrutura da sociedade. O papel das classes sociais nas organizações socioeconômicas e culturais na visão de diversos autores. COSTA, M. C. C. Sociologia. Introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo: Moderna. 1997. TOMAZI, N. D,; ALVAREZ, M. C.; REZENDE, M. J DE; FERREIRA, P. R.; CRESPO, R. A.; SILVEIRA, R. J. de. 35 Iniciação à sociologia. São Paulo: Atual, 2000 VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2000. CHARON, J. M. Sociologia . São Paulo: Saraiva, 2002 Bibliografia Complementar FERREIRA, D. Manual de Sociologia. São Paulo: Atlas, 1988. LAKATOS, E. M. Sociologia Geral. São Paulo:Atlas, 1987 MEKSENAS, P. Sociologia. 2 ed. São Paulo: Cortez. 1994. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo PAZZINATO, A. L. História Moderna e Contemporânea. Editora Atlas, 2000. Arte-educação: Processo Criativo 2º 64 Postura educacional artística baseada na metodologia triangular, fundamentada em propostas de ensino que incluem as quatro disciplinas básicas: História da Arte, Crítica, Estética e Produção Artística. A disciplina estabelece relações por três eixos metodológicos: o fazer artístico (produção artística), leitura da obra de arte (crítica e estética), contextualização da obra de arte (história da arte). Além de buscar a compreensão do ensino da arte como agente transformador do cidadão na contemporaneidade A História da Arte para poder escolher o que ensinar e como contextualizar a disciplina. Plano perceptivo, imaginativo e produtivo. O lugar da Arte no ensino contemporâneo. Formação no campo de ensino de arte. ANDRÉ, S. C., A. C. G. (apresentação Jorge Werthein; introdução Viviane Senna). Educação para o Desenvolvimento Humano. São Paulo: Saraiva: Instituto Airton Senna, 2004. Bibliografia Básica FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.. Metodologia do Ensino da Arte/ Maria Heloisa C. de T. Ferraz, Maria F. de Rezende e Fusari. São Paulo: Cortez, 1999. 2ª Ed. BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte. 8ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. BARBOSA, Ana M. (org.). Arte/Educação Contemporânea: Consonâncias Internacionais. São Paulo: Cortez, 2006. CANTON, K. Pintura Aventura. São Paulo: DCL, 2006. Bibliografia 36 Complementar KHOL, MaryAnn F. Iniciação à arte para crianças pequenas. MaryAnn F. Khol, Renée Ramsey e Dana Bowman; tradução Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2005. RAFFA, Ivete. Fazendo Arte com os Mestres/Ivete Raffa; (fotografias Julio Cesar Pereira). São Paulo: Editora Escolar, 2006. BELEZA, Fernanda V. L. Oficina de artes. São Paulo: Rideel, 2010. (Coleção Oficina de artes). Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Tópicos Especiais: Formação Docente 2º 32 Formação de professores: Política e profissionalização. Processos de constituição dos saberes docentes. Saberes de prática e saberes acadêmicos. A formação continuada e a qualidade da escola e do trabalho docente. Aspectos éticos, valores percepções, crenças, posturas estilos de ensinar presentes na prática pedagógica. Imagens e auto-imagens do professor. Pedagogia como forma de política da educação, promovendo a educação continuada visando a qualidade da escola e o trabalho docente. Professor como agente político de transformação social. Aspectos éticos e posturas de mudança na prática pedagógica. Imagem e auto-imagem do professor. ARROYO, M. G. Ofício de mestre. Imagens e auto imagens. 3 ed. Petrópolis:Vozes. 2001. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Ed. Paz e Terra, 2004. MERCADO, L. P.L; KULLOK, M. B. G. Formação de professores: política e profissionalização. Maceió: Edufal, 2004. BECKER, F. A epistemologia do professor. Petrópolis, Ed. Vozes, 2000 Bibliografia Complementar FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: História, Teoria e Pesquisa. Campinas: Papirus. 1995. FREITAS, G. B. Escola, Estado e Sociedade. 6 ed. São Paulo: Moraes. 1986. MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação. Veredas. Formação Superior de professores. Belo Horizonte. SEE/MG. 2001. 37 TURRA, M. DE L. R. O Olhar que não quer ver: história da escola. Petrópolis. Vozes, 2000. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Política de Atendimento à Infância 2º 64 Organização do sistema de ensino e da política educacional básica no Brasil, recursos financeiros para a educação, leis e normas de ensino. Estado, políticas sociais e educação. Direito à educação e cidadania. Educação e Democracia. Organização do sistema escolar brasileiro, recursos financeiros para a educação, leis e normas do ensino infantil e fundamental. Estudo crítico dos pressupostos, metas e organização do Ensino infantil. Estudo critico dos pressupostos das metas e organizações de ensino infantil de sua política educacional nos recursos financeiros para viabilidade de uma educação voltada para a cidadania, democracia e desenvolvimento da autonomia. Estudo das leis do estado que rege as políticas publicas do Brasil e do estado. FARIA, A. L. G PALHARES, M. S. (orgs). Educação Infantil pós LDB: Rumos e Desafios. Campinas: Autores Associados. 2003. OLIVEIRA, Z. R. de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2007. Bibliografia Complementar SANCHES,C. C. Descontruir construindo um caminho para uma nova escola: recuperação da escola –pensar o pensado? Petrópolis. RJ: Vozes, 2005 BRASIL, Ministério da educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da educação e do desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília. MEC/SEF, 1998. KAMIL, C.; DEVRIES, R. Jogos em Grupo na Educação Infantil: implicações da teoria de Piaget. São Paulo: Trajetória Cultural. 1991. MINAS GERAIS. Fundamentos de Prática Pedagógica. Belo Horizonte. Secretaria de Estado da Educação do Estado de Minas Gerais. 2001. KRAMER, S. (org.). Infância e Produção Cultural. Campinas: Papirus. 1998. ______; LEITE, M. I. F. Pereira (org). Infância: Fios e Desafios da Pesquisa. Papirus. 1998. 38 Componente Curricular Tecnologia, Informática e Educação Componente Curricular Período Alfabetização e Letramento Carga Horária 64 Ementa Conteúdo 2º Conceitos de Alfabetização e Letramento. A dimensão sóciohistórica da alfabetização e do letramento: usos e funções sociais da escrita; História da escrita. A criança e a pré-história da escrita. A função social da escrita, a interação escritor/leitor/texto/ contexto. As primeiras tentativas da escrita/leitura. Princípios psicopedagógicos. Preconceito Linguístico. Construção do conhecimento dos conceitos de alfabetização e letramento na dimensão sócio histórica. Historia da escrita, a fala e o desenho, o faz de conta e as brincadeiras infantis. Princípios pedagógicos que se referem ao escritor, leitor, texto e contexto. SOARES, Magda, Letramento: um tema em três gêneros. 7ed. Belo Horizonte:Autêntica,2009. Bibliografia Básica FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização.8ed.São Paulo:Cortez,1987. COLELLO, Sílvia,M.G. A escola que (não) ensina a escrever. São Paulo : Paz e Terra,2007 COSSON, Rildo. O processo de Leitura in Letramento Literário. São Paulo: Contexto, 2006. FERREIRO, Emília .Com todas as letras. São Paulo:Cortez,1992. Bibliografia Complementar FREIRE, Paulo A Horizonte:Lê, 1997. importância do ato de ler.4ed.Belo FREIRE, Paulo. Professora sim, tia não. 10ed. São Paulo: Olho dágua, 2000 GERALDI, João W.(org) O texto na sala de aula. 3ed.SãoPaulo: Ática,2002. 39 Período 2º Carga Horária 32 Ementa Conteúdo A utilização do computador na educação. Estudo teórico ementárioprático dos recursos computacionais aplicados na educação. Computador como recurso tecnológico no processo de ensino aprendizagem. Análise de experiência em curso.. O computador como meio e como fim. Modalidades de aplicação da informática na educação. Utilização dos ambientes de informática nas escolas. Possíveis atividades com um computador no ambiente educacional. Etapas de implantação ou reformulação de um projeto de informática educativa. FILATRO, Andrea. Design Instrucional Contextualizado: Educação e Tecnologia. 2ª ed. São Paulo: Senac, 2007. Bibliografia Básica LIMA, Lys-Sandra Vitale Oliveira; PADUAN, Valéria. A Informática na Educação: uso dos softwares educacionais no processo ensino aprendizagem. São Paulo: Papirus, 2007. TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na Educação: Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor da Atualidade . 8ª ed. São Paulo: Érica, 2008. CARNEIRO, Raquel. Informática na Educação: Representações Sociais do Cotidiano. São Paulo: Cortez, 2002 (Coleção Questões da Nossa Época 96). Bibliografia Complementar COSCARELLI, Carla Viana (org.). Novas tecnologias, novos textos, novas formas de pensar. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. FREIRE, Fernanda Maria Pereira; PRADO, Maria Elisabette Brisola. O Computador em Sala de Aula: Articulando Saberes. Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000. SALTO PARA O FUTURO. Tv e informática na educação. Secretaria de Educação à Distância. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto/SEED, 1998. TAJRA, S. F. Informática na educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor da atualidade. São Paulo: Érica. 2000. 40 3º Período Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica História da Educação 3º 32 Questões educacionais referentes ao mundo antigo, medieval, moderno e contemporâneo. Referenciais teóricos que possibilitem a compreensão da constituição da realidade educacional no Brasil e dos fatores que atuaram no sistema educacional para a construção e organização do ensino, levando em consideração os aspectos históricos, sociais, econômicos e políticos. A estrutura do sistema escolar e suas especificidades como movimento dentro de um contexto político e histórico. ARANHA, M. L. de A. História da educação. São Paulo: Moderna. 2000. GADOTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática. 1997. LUZIRIAGA, L. História da educação e da Pedagogia. São Paulo: Nacional. 1990. CORRÊA, Mariza. As ilusões da liberdade: a escola Nina Rodrigues e a antropologia no Brasil. Bragança Paulista,S.P.: Editora da Universidade São Francisco (EDUSF), 2001. 404 p. Bibliografia Complementar HUBERT, R. História da pedagogia. 3. ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1976. PARISI, M.; COTRIM G. Fundamentos da Educação: História e filosofia da educação, São Paulo: Saraiva. 1979. RIBEIRO, M. L. S. A organização escolar. Campinas: Editora Autores Associados, 2000. SAVIANI, D. História das idéias pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2007. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Filosofia 3º 32 Os diferentes tipos de conhecimento, destacando o conhecimento filosófico e suas características. Os grandes pensadores, suas visões de homem de mundo e de sociedade, no sentido de fundamentar 41 Conteúdo Bibliografia Básica novas reflexões para a compreensão do mundo contemporâneo e suas complexidades Grandes pensadores filosóficos e seu conhecimento junto a educação no mundo globalizado. O mundo contemporâneo em suas complexidades. ARANHA, M. L. de A. Filosofia da Educação. São Paulo: Editora Moderna, 2000. CHAUI, M. Convite á Filosofia, 4.ed. São Paulo: Ática. 2005. COTRIM, G. Fundamentos da Filosofia para uma Geração Consciente. Elementos da História do Pensamento Ocidental. São Paulo: Saraiva. 1997. CHALITA, G. Vivendo a Filosofia. São Paulo: Atual, 2004. Bibliografia Complementar FRANCA, L. Noções de História da filosofia. São Paulo: Agir, 1990. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia, Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999. HADOT, Pierre. O que é a filosofia antiga? 2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004 HRYNIEWICZ, S. Para filosofar. Rio de janeiro. Edição do Autor, 1999. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Psicologia da Educação: Introdução 3º 64 Origens históricas, conhecimento científico e senso comum, objeto de estudo, métodos de investigação e campos de aplicação. Psicologia e Educação – correntes teóricas da psicologia e suas repercussões na Educação. As contribuições da Psicologia para a educação. O normal e o patológico. Fracasso escolar. Visão geral dos conteúdos da psicologia da educação. Senso comum de ciência.Contribuições da Psicologia para a educação. Principais linhas e tendências da evolução e do desenvolvimento da Psicologia. Psicologia como ciência bem como sua importância na Educação. Correntes teóricas da Psicologia e suas contribuições para a educação. 42 COLL, C.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e educação. Porto Alegre: Artmed, 2008. Bibliografia Básica BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA. M. L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva. 2004. PATTO, M. H. S. A produção do fracasso escolar. São Paulo: T. A. Queiroz. 2010. CUNHA, M. V. da. Psicologia da Educação (O que você precisa saber sobre). Rio de Janeiro: Editora DP&A, 2008. 120 p. Bibliografia Complementar DAVIDOFF, L. L. Introdução à Psicologia. São Paulo: Makron Books. 2009. DELVAL, J. Aprender na vida e aprender na escola. Porto Alegre: Artmed. 2001. KAHHALE, E. M. P. et al. A diversidade da psicologia: uma contribuição teórica. São Paulo: Cortez. 2002. LUKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez. 2003. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Literatura Infanto Juvenil 3º 96 Definição, origem e característica da Literatura Infantil e juvenil, sua aplicação no processo de ensino-aprendizagem na educação infantil e ensino fundamental. Contos tradicionais. Folclore Infantil brasileiro. Poesia e narrativa de autores contemporâneos. Formas e conteúdo. Função da literatura infantil: doutrinação/subordinação/emancipação. Classes sociais e Literatura infantil. História da literatura infanto-juvenil e sua importância. A poesia, os contos e o folclore no processo ensino-aprendizagem na educação infantil e ensino fundamental. Conhecimentos e habilidades básicas à organização do trabalho de Literatura Infanto-juvenil nas escolas. Diferentes linguagens com na Literatura Infanto-juvenil. Projeto de Contação de História realizada nas escolas. 43 ZILBERMAN, R. A Literatura Infantil na Escola. 11. ed. São Paulo: Global. 2003. Bibliografia Básica ABRAMOVICH, F. Literatura Infantil. 5. ed. São Paulo: Scipione, 2003. MARTINELLI, Lynn C. Um espaço para o imaginário dentro da sala de aula: a arte de contar histórias. In: DAVINI.J.(Org.): Janelas da Imaginação: experiências singulares com os contos da tradição oral e outras histórias.São Paulo: Espaço pedagógico,2000. CALDIN, Clarice F. A função social da leitura da literatura infantil. Cadernos do CED, Florianópolis,n15,1ºsem 2003. Bibliografia Complementar BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro:Paz e Terra,1980. MATHIAS, Tânia S. I..Livro de imagem : possibilidades de leitura estética – Presidente Prudente : [s.n.], 2005 .Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista,2005. LAJOLO, Marisa; ZIBERMAN,Regina. A formação da leitura no Brasil.3ed.São Paulo:Àtica,1999. AGUIAR,Maria Alice.Literatura Infantil : espaço de desejo, espaço de prazer.UERJ-FFP,2007. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Política Educacional Brasileira (Ensino Fundamental e Médio) 3º 32 Estudo crítico dos pressupostos, metas e organização do ensino Fundamental e médio. A legislação atual: possibilidade e limitações na execução da lei. Aspectos legais dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental e Médio. Estudo da legislação atual e as possibilidades e limitações na execução da lei. Voltados para os parâmetros Curriculares Nacionais do ensino fundamental e médio contextualizados a uma crítica a instituição política educacional brasileira. SAVIANI, D. A nova lei da Educação. 7 ed. Campinas: Autores Associados. 1998. KRAMER, S. A política do pré-escolar no brasil: a arte do disfarce. São Paulo:Cortez, 2003. DORNAS, R. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. São Paulo. 1997. 44 GOVERNO FEDERAL. Plano Nacional de Educação. Belo Horizonte. Informativo de maio Lâncer. 2001. Bibliografia Complementar BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da Educação de Brasília. MEC/SEF. 1998. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. p. 27894. CEE/MG. Parecer 1132/97. Belo Horizonte. Informativo. Mai Lâncer. 1998. KRAMER, S. (Org.). Profissionais de educação infantil: gestão e formação. São Paulo: Ática, 2005. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Didática: Metodologia do Ensino infantil e Fundamental 3º 64 A escola, o professor e a comunidade. Compreensão do processo ensino-aprendizagem. Organização do trabalho pedagógico. O processo de ensino na escola; espaço e tempo escolar. A estrutura do trabalho docente, planejamento e avaliação. Escola sociedade e cidadania. A escolarização e as lutas democráticas. Processos didáticos básicos: ensino e aprendizagem. Elementos da didática: Planejamento, objetivos, conteúdo, procedimentos didáticos, materiais curriculares e avaliação do rendimento escolar. Espaço e tempo escolar. HAYDT, R. C. C. Curso de Didática Geral. 8ªed. São Paulo: Ática, 2008. MASETTO, M. Didática. A aula como centro. São Paulo: FTD, 1994. PERRENOUD, P. 10 Competências para Ensinar. Porto Alegre: Artemed. 2000. BARBOSA, R. L. L (org.). Formação de educadores – desafios e perspectivas. São Paulo. Unesp. 2003. Bibliografia Complementar MARTINS, M. A. V. O professor como agente político. São Paulo: Loyola. 1994. MARTINS, P. L. O. Didática Teórica. Didática prática. Para além do confronto. São Paulo: Loyola. 1997. 45 VASCONCELOS. C. dos S. Planejamento. Plano de Ensino Aprendizagem e projeto Educativo. São Paulo: Libertad. 1995. VEIGA, I. P. de A. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo: Papirus. 1991. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Prática de Ensino: Escola e Sociedade 3º 64 Educação, família e sociedade. Família e educação. Escola, comunidade e cidadania. A realidade familiar. Problemáticas existentes entre a realidade escolar e as propostas políticas pedagógicas das escolas observadas. Propostas para estudos metodológicos sobre as questões cotidianas da família e da sociedade. O papel do educador, e sua contribuição para a valorização da educação. ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o projeto. Petrópolis:Vozes. 2000. NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica. 2000. Bibliografia Básica SANCHES, C. C. Desconstruir construindo um caminho para uma nova escola. Petrópolis: Vozes 2005. FAZENDA,I. (Org.) Metodologia da pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez. 2000. Bibliografia Complementar LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola Pública. São Paulo: Loyola.1998 LUNA, S. V. de. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução. Elementos para uma análise metodológica. São Paulo. 1997. MARCANTONIO, A. T. et al. Elaboração e Divulgação do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas. 1993. PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. 4º Período Componente Curricular Psicologia da Educação: Desenvolvimento 46 Período 4º Carga Horária 64 Ementa Conteúdo Desenvolvimento infantil dos dois aos sete anos nos aspectos: físico, motor, emocional, psicossocial, moral. Epistemologia Genética de Jean Piaget. Os estágios de desenvolvimento. Características cognitivas e afetivas: sensório-motor e do pensamento pré-operatório. Implicações da teoria de Piaget para a educação. Psicologia da Educação, desenvolvimento e aprendizagem. Principais características do desenvolvimento infantil. Estudo da teoria de Jean Piaget e suas repercussões para a educação infantil. BEE, H. A criança em desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2011. Bibliografia Básica BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. Aprendizagem: processos psicológicos e o contexto social na escola. Petropolis, RJ: Vozes, 2004. ROSA, J. de L. (org.). Psicologia e educação: o significado do aprender. 5. ed. Porto Alegre: Edipucrs. 2003. KAHHALE, E. M. P. A diversidade da psicologia: uma contribuição teórica. São Paulo: Cortez. 2002. Bibliografia Complementar LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2008. PALANGANA, I. C. Desenvolvimento e aprendizagem em Piaget. Vygotsky: a relevância do social. 2. ed. São Paulo: Plexus. 1998. BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA. M. L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva. 2004. SISTO, F. F.; MARTINELLI, S. de C.; BRENELLI, R. P. Afetividade e dificuldades de aprendizagem: uma abordagem psicopedagógica. São Paulo: Vetor, 2008. Componente Curricular Período Carga Horária Infância e suas Vivencias Socioculturais 4º 64 Conceito de infância, família e suas historicidades. Estudo do papel 47 Ementa Conteúdo Bibliografia Básica do estado e análise das diferentes políticas sociais em relação à criança, focalizando a qualidade do atendimento a ela dispensado. Análise das diferentes instituições públicas privadas de atendimento à criança, destacando a educação em creches e préescola. Estudo sobre as condições de vida das crianças e adolescentes excluídos do sistema educacional e que não usufruem de benefícios de políticas sociais desenvolvidas pelo estado, nem estão inseridos nas instituições existentes. Estudo crítico da importância da historia da família para a criança compreendendo o papel do estado das diferentes políticas sociais oferecidas a criança enfocando a qualidade do atendimento a elas dispensados pelas diferentes instituições publicas e privadas como por exemplo a educação em creches e pré escolas. Abordagem a respeito da exclusão de e condições de vida que não oferecem benefícios educacionais embora existam políticas desenvolvidas pelo estado que não estão inseridas nas instituições existentes que cuidam da exclusão. ABRAMOVIWICZ, A. MOLL, J. (org.) Para além do fracasso escolar. Campinas: Papirus. 1997. COX, M. I. P.; ASSIS-PETERSON. A. A. (ORG). Cenas de sala de aula. Campinas: Mercado de Letras. 2001. OLIVEIRA, Z. R. de. Educação Infantil: fundamentos e métodos São Paulo: Cortez, 2007 BARBOSA, R. L. L (org.). Formação de educadores – desafios e perspectivas. São Paulo. Unesp. 2003. Bibliografia Complementar FARIA. A. L. G de. Educação Pré- escolar e cultura. São Paulo: Cortez. 1999. PAYER, M. O. Educação popular e linguagem. Reprodução, confrontos e deslocamentos de sentidos. 2.. ed. Campinas: Momento. 1995. PIAGET, J.; INHELDER, B. A Psicologia da criança. Rio de Janeiro: Difel. 1996. VASCONCELOS. C. dos S. Planejamento. Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. 15 ed. São Paulo: Libertad. 2006. Componente Curricular Período Carga Horária Análise da Experiência Pedagógicas: Pesquisa Quantitativa 4º 32 48 Ementa Conteúdo Natureza e aplicação dos métodos quantitativos em educação. Elaboração e análise de diagnósticos estatísticos Educacionais através de estudos de seus principais indicadores: coeficiente de escolarização, déficit educacional, coeficiente de produtividade curricular. Construção e interpretação de gráficos e tabelas. Aprendizagem da construção e interpretações de gráficos e de tabelas e estudando a natureza dos métodos quantitativos em educação para analise e diagnósticos e estatísticos educacionais para identificar os coeficientes de escolarização do déficit educacional, coeficiente de produtividade curricular. BARROS, A. J. da S. ; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de Metodologia Científica. Um guia para a iniciação científica. São Paulo: Makron Books. 2000. PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem teórico-prática. 6. ed. Campinas: Papirus. 2000. Bibliografia Básica SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico, 23ª Ed, 2ª reimpressão, São Paulo: Cortez, 2008 BRANDÃO, C. R. Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasilienses. 1984. Bibliografia Complementar CARVALHO, M. C. M. de (org). Construindo o Saber. 9. ed. Campinas: Papirus. 1989. FAZENDA, I. ( Org.) Metodologia da pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez. 2000. LÜDKE, M. M.: E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. São Paulo: EPU. 1996. LUNA. S. V. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução. São Paulo: EDUC. 1996. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Alfabetização Matemática 4º 64 Aspectos históricos da matemática e importância e significado da matemática na educação infantil, ensino fundamental e médio. Aspectos da história da matemática em todo o seu contexto dando a importância e os significados no ensino infantil, fundamental e médio nas escolas. 49 D’AUGUSTINE, C. H. Métodos modernos para o ensino da matemática. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1981. CARVALHO, D. L. de. Metodologia do ensino da matemática. São Paulo: Cortez, 2006. Bibliografia Básica PARRA, C.; SAIZ, I. A didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 2001. Bibliografia Complementar BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Matemática Brasília: Ministério da Educação/Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. Bibliografia Complementar ______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática 1 º e 2 º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação. 1999. DIENES, Z ; GOLDING. E. W. Explorando o espaço. São Paulo: Herde. 1986. IMENES, L. M. ; JAKUBO, J 7 LELLIS, M. Frações e números decimais. São Paulo:Atual. 1993. ZABALA, A. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. Porto Alegre: Artemed, 2008. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Didática: Metodologia do Ensino Fundamental e Médio 4º 64 A realidade Psicossocial e educacional do aluno do Ensino Médio. O trabalho pedagógico e os fundamentos teóricos pra a construção da proposta educacional para o Ensino Médio. O contexto da sala de aula, funcionamento organização e execução. Planejamento e avaliação. Ensino Médio: caminhos e descaminhos. O aluno como sujeito da práxis educativa. Estudo e análise da proposta dos PCNs para o Ensino Médio. A prática educativa: planejamento, execução e avaliação. 50 HAIDT, R. C. C. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática. 2006. Bibliografia Básica FREIRE, P. Pedagogia e Autonomia. São Paulo: Paz e Terra. 2004. FAZENDA, I. Didática e Interdisciplinaridade. Campinas: Papirus. 2001. ARAÚJO, M. C. Didática no cotidiano: uma visão cibernética da arte de educar. São Paulo: Pancast. 2003. Bibliografia Complementar BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. CANDAU, V. M. (org.). A didática em questão. Petrópolis: Vozes. 2009. DELORS, J. (org.). Educação: um tesouro a descobrir. 6. ed. Brasil: MEC/ UNESCO/ São Paulo: Cortez. 2001. LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez. 1992. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Corporeidade e Ludicidade 4º 96 Estudo das contribuições das teorias da corporeidade aos desafios da educação e da produção do conhecimento. Vivência da corporeidade ao longo da história, Diversas concepções de corpo. A ludicidade no trabalho pedagógico como possibilidade de produção do conhecimento. Desenvolve atividades lúdicas com jogos e brinquedos e cria jogos para dinamizar os conteúdos. Trabalha temas com atividades lúdicas, alfabetização, noções de espaço e tempo Desafios na educação e aplicação de jogos e dinâmicas na construção da criatividade no ensino infantil, fundamental e médio através da dinâmica do corpo através dos gestos e significados dos símbolos nas teorias da corporeidade. Vivência da corporeidade ao longo da história, Diversas concepções de corpo. A ludicidade no trabalho pedagógico como possibilidade de produção do conhecimento. Atividades lúdicas com jogos e brinquedos criam jogos para dinamizar os conteúdos. 51 DOHME, V. 32 Idéias Divertidas que Auxiliam o Aprendizado. São Paulo: Informal. 2000. Bibliografia Básica OLIVEIRA, G. de C. Psicomotricidade: educaç ão e reeducação num enfoque psicopedagógico. Petrópolis/ RJ: Vozes, 2009 FREYMANN. S; ELFFERS J. Caras, carinhas e caretas – Alimentos com sentimentos. São Paulo: Salamandra. 2000. FERREIRA, M. Como usar a música na sala de aula. Contexto. 2000. Bibliografia Complementar FONSECA. V. da. Psicomotricidade. Porto Alegre: Artmed, 2007. LE BOULCH, J. Desenvolvimento psicomotor: do nascimento até os 6 ANOS. A psicocinética na idade pré-escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. SÁTIRO, A.; PUIG , I. de. Brincar de pensar com histórias. São Paulo: Callis. 2000. WEAVER, N. 365 Atividades Divertidas e Educacionais. São Paulo: Madras, 2000. 5º período Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Psicologia da Educação: Aprendizagem 5º 64 A adolescência e desenvolvimento. Diversas concepções da adolescência e seus aspectos biológicos e psicossociais. Aprendizagem na adolescência. Pensamento hipotético dedutivo. Desenvolvimento do adolescente nos aspectos: físico, motor, sexual, da personalidade, social, moral e intelectual. O período das operações formais. O adolescente, a família e a escola. A aprendizagem e suas teorias. BEE, Hellen. A criança em desenvolvimento. 9ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. CLERGET, S. Adolescência: a crise necessária. Rio de Janeiro: Rocco, 2004. COLL, C. MARCHESI, A. ; PALÁCIOS, J. Desenvolvimento Psicológico e Educação. 2.ed. v 2. Porto Alegre: Artmed. 2004. BIAGGIO, A. M. B. Psicologia do desenvolvimento. Petr´polis: Vozes, 2002. Bibliografia Complementar Davidoff, L. L. Introdução a Psicologia. São Paulo: Makron 52 Books, 2009. PAPALIA, D. E.; OLDS, SALLY W.; FELDMAN, RUTH D.; GROSS, D. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2008. TIBA, I. Quem ama, educa. São Paulo: Gente, 2002. ZAGURY, T. O adolescente por ele mesmo. Rio de Janeiro: Record, 1999. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Neuroeducação 5º 48 As bases neurológicas das funções psicológicas superiores: os modelos de organização funcional do cérebro humano. A neurobiologia da aprendizagem: condicionamento clássico, condicionamento operante, habituação e sensitização. Neuroplasticidade e a modificação do comportamento. Dificuldades encontradas pelos alunos no ensino infantil e fundamental devido às bases neurológicas das funções psicológicas superiores: os modelos de organização funcional do cérebro humano. A neurobiologia da aprendizagem: condicionamento clássico, condicionamento operante, habituação e sensitização. Neuroplasticidade e a modificação do comportamento. LENT, R. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. São Paulo: Atheneu. 2001. LURIA, A. R. Fundamentos de Neuropsicológica. São Paulo/ Rio de Janeiro: EDUSP/ Livros Técnicos e Científicos. 1980. MORA, F. Continuum: como funciona o cérebro? Porto Alegre: Artmed. 2004. ANDREASEN, N. C. Admirável cérebro novo: vencendo a doença mental na era do genoma. Porto Alegre: Artmed, 2005. Bibliografia Complementar DAMASCENO, B.P.; GUERREIRO, M. M. Desenvolvimento neuropsíquico: suas raízes biológicas e sociais. Caderno CEDES, v. 24, p. 13-20. 2000. DAMASIO, A. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. HERCULANO-HOUZEL, S. O cérebro em transformação. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. 53 SISTO, F. F.; BORUCHOVITCH, E.; FINI, L. D. T.; BRENELLI, R. P.; MARTINELLI, S. de C. Dificuldades de aprendizagem no contexto psicopedagógico. Petropolis/RJ: Vozes, 2002. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Fundamentos Teórico e Metodológico do Ensino Infantil 5º 80 Propostas pedagógicas para a educação infantil. Cotidiano da educação infantil: tempo, espaço, atividades. A formação do grupo. O papel do educador. Organização da prática pedagógica: planejamento, registro e avaliação. A educação infantil, O trabalho de qualidade na educação infantil. O papel do educador. O cotidiano da educação infantil: tempo, espaço, formação do grupo e atividades. A organização do trabalho pedagógico: planejamento, registro e avaliação. CURTISS, S. R. A Alegria do Movimento na Pré-escola. Porto Alegre: Artes Medicas, 1988. Bibliografia Básica FERREIRA, I. L.; CALDAS, S. P. S. Atividades na Pré-Escola. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 1985. GARDNER, H. A Criança pré-escolar: como pensa e como a escola pode ensiná-la. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. BARRETO, S. J. Psicomotricidade: educação e reeducação. Blumenau/SC: Academia, 2000. Bibliografia Complementar FARIA JÚNIOR , A . G.; Ribeiro, M. G. C.; VILELA, M. C. Uma Introdução a Educação Física. Niterói: Corpus, 1999. GODINHO, M.; MENDES, R; MELO, F.; BARREIROS, J. Controlo Motor e NETO, C. Jogo & Desenvolvimento da Criança. Lisboa: Faculdade de Motricidade Humana (FMH), 1997. PALLARES, Z. M. Atividades rítmicas para o Pré-escolar. Porto Alegre: REDACTA/ PRODIL, 1981. PAPALIA, D. E., OLDS, S. W. O Mundo da Criança: da infância à adolescência. Trad. de Auriphebo berrance Simões. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1981. Componente Curricular Período Estágio Supervisionado: Educação Infantil 5º 54 Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Bibliografia Complementar 96 Capacita o aluno a analisar o funcionamento do todo escolar e intervir nele tendo em vista o satisfatório desenvolvimento do processo ensino aprendizagem. Apresentação da proposta de Estágio. Estudo da LDB; Estudo do PDE da escola escolhida; Montagem de um projeto de intervenção; Apresentação de prova de regência; Montagem do Relatório de Estágio. ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o projeto. Petrópolis: Vozes. 2007. NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica. 2001. OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos (org.) A criança e seu desenvolvimento: perspectivas para se discutir a educação infantil. Sâo Paulo: Cortez, 3.ed. 2000. FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade – um projeto em parceria. SP. Loyola, 1995. OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos, Educação Infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, 2000. RIOS, Terezinha Azevedo. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor qualidade. SP, Cortez,2001. SAVIANI, D. LDB – Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma outra politica Nacional. 2.ed. São Paulo: Autores associados. 1999. UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí. Manuais Fornecidos pelo laboratório de Estágio supervisionado em Licenciatura- LABES. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Análise de Experiência Pedagógica Abordagem Qualitativa 5º 32 Pesquisa qualitativa. Definições e objetivos. Função política e valores. Concepção, tipos e características. Organização da pesquisa. Áreas de atuação. Elaboração de projeto de pesquisa. Conceituações de pesquisa qualitativa. Tipos de pesquisa qualitativa. Métodos e técnicas da pesquisa qualitativa e suas aplicações. As fontes e meios para se fazer levantamentos. As etapas: coleta, análise e interpretação. As normatizações de organização da pesquisa. A relevância da pesquisa qualitativa. O 55 projeto de pesquisa. BARROS, Aidil Jesus da Silveira, LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de Metodologia Científica. 3ªed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Bibliografia Básica SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª ed. revisada e atualizada, São Paulo: Cortez, 2009. SANTOS, Antônio Raimundo. Metodologia Científica: a construção do conhecimento, 7.ed., São Paulo: Lamparina, 2007. BRANDÃO, C. R.(org). Repensando a pesquisa participante.3 ed. , São Paulo: Brasiliense. 2001. Bibliografia Complementar FARIA. A. L. G de. Educação Pré- escolar e cultura. São Paulo: Cortez. 2007. LUNA. S. V. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução. Reimpressão, São Paulo: EDUC. 1997. MARCONI, Marina de Andrade, LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 7ª Ed, São Paulo: Ed. Atlas,2008. PÀDUA, E. M. M. de. Metodologia: abordagem teórico prática. 4. ed. Campinas: Papirus. 1997. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Filosofia da Educação 5º 32 Objeto da ética, problemas morais e éticos. O indivíduo, a instituição, a sociedade. Estudo de problemas éticos no campo da educação. O código de ética profissional. Legislação e normas éticas. O comportamento do professor como profissional e como indivíduo. Crise de valores. O código de ética profissional para professores. A Educação da inteligência. A Educação estética. Educação para a Democracia. Conceituações de pesquisa qualitativa. Tipos de pesquisa qualitativa. Métodos e técnicas da pesquisa qualitativa e suas aplicações. As fontes e meios para se fazer levantamentos. As etapas: coleta, análise e interpretação. As normatizações de organização da pesquisa. A relevância da pesquisa qualitativa. O projeto de pesquisa. 56 BOFF, L. Ethos mundial: um consenso mínimo entre os humanos. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. Bibliografia Básica BOFF, L. Saber cuidar – ética do humano, compaixão pela Terra. Petrópolis: Vozes. 2008. GALLO, S. Ética e cidadania. Campinas: Papirus, 2008. ARANHA, M. L. de A. Filosofia da Educação. São Paulo: Editora Moderna, 2000 Bibliografia Complementar BUZZI, A. Filosofia para principiantes. A existência humana no mundo. Petrópolis: Vozes. 2009. CHAUI, M. Convite á Filosofia, 4.ed. São Paulo: Ática. 2008. NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional São Paulo: Editora Revista dos Tribunais Ltda. 2001. SEVERINO, A. J. Filosofia da Educação São Paulo: FTD,1994. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Estudo de Língua Brasileira de sinais (Libras) 5º 48 Noções lingüísticas de LIBRAS; sistema de transcrição; tipos de frases em LIBRAS; incorporação de negação. Teoria de tradução e interpretação. Classificadores de LIBRAS, técnica de tradução da LIBRAS/português; técnicas. Utilização da língua de sinais:leitura e interpretação. Comparação entre LIBRAS e Português: semelhanças e diferenças. Utilização da LIBRAS para a compreensão dos conceitos e conteúdos curriculares. CAPOVILLA, F. C ; RAPHAEL , W. D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilingue da lingua de sinais brasileira. São Paulo. EDUSP. 2008 Bibliografia Básica GESSER, A. LIBRAS – Que língua é essa? 1ª Edição. Editora Parabola, 2009 NOVAES, E. C. Surdos Educação, Direito e Cidadania. 1ª Edição. WAK Editora, 2010 DANESI, M. C. O Admirável Mundo dos Surdos. 2ª Edição. Editora: EDIPUCRS, 2007 57 Bibliografia Complementar FELIPE, T. A. Língua brasileira de sinais. In Srobel, K.L.; Dias, S. M. S. Surdez: abordagem geral. FENEIS. Curitiba: Ed. Apta. 1995. FELIPE, T. A. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Barbel .1993. FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1995. GOLDFELD, M. A criança surda. São Paulo: Plexus, 1997. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental 5º 48 Estágio junto às escolas de educação fundamental (anos iniciais), direcionando o trabalho pedagógico entendido na articulação entre a docência e a gestão escolar com os demais espaços da escola. Discussão das bases legais da educação básica da LDB; Parâmetros Curriculares Nacionais; Escolha da Escola onde vai ser realizado o estágio; Visitas a escola. Estudo do PDE da escola Observação de salas e atividades dos professores. Escolha do tema que será desenvolvido no projeto de intervenção. Apresentação de Prova Aula, na escola e na universidade Elaboração do relatório final de Estágio. ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o projeto. Petrópolis: Vozes. 2001. Bibliografia Básica GANDIN, Adriana Beatriz. Metodologia de projeto na sala de aula: relato de uma experiência São Paulo: Loyola, 2003. NOGUEIRA, N. R.. Pedagogia dos projetos: Uma jornada interdisciplinar rumo ou desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica. , 2001. Bibliografia Complementar BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Matemática. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. FAZENDA, I. Interdisciplinaridade - projeto em parceria. São Paulo: Loiola. 1995. RIOS, T.A. Compreender e ensinar. Por uma docência de melhor qualidade. São Paulo: Cortez. 2000. 58 TIBALLI, E. F. A.; CHAVES, S. M. Concepções e praticas em formação de professores: diferentes olhares. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. ZABALA, Antoni. A pratica educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. 6º Período Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Educação inclusiva 6º 64 Inclusão: conceito, legislação e realidade. Fundamentos teóricos da Inclusão. O portador de necessidades especiais, identificação dos tipos de deficiência, suas causas, limitações. Bases neurobiológicas e neuropsicológicas da aprendizagem. Alunos com habilidades que se destacam. Processos de estimulação da aprendizagem, linguagem e intervenção pedagógica apropriada. A educação inclusiva conceito e realidade, aspectos legais. O portador de necessidades especiais, tipos de deficiência, causas e limitações. Aspectos pedagógicos, bases neurobiológicas e neuropsicológicas da aprendizagem, estimulação da aprendizagem, linguagem e intervenção pedagógica apropriada. Alunos com habilidades que se destacam. CIASCA, S. M. (Org.) Distúrbios de Aprendizagem: Proposta de Avaliação Interdisciplinar. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2003. FONSECA, V. Educação especial: Programas de estimulação precoce. Porto Alegre: Artes Médicas. 1997. OMOTE, S. (Org.) Inclusão: intenção e realidade. Marília: Fundepe. 2004. FONSECA, V. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas. 1995. LENT, R. Cem Bilhões de Neurônios: conceitos fundamentais de Neurociência. São Paulo: Editora Atheneu. 2001. Bibliografia Complementar MANTOAN, M. T. E. (Org.) Caminhos Pedagógicos da Inclusão: como estamos implementando a educação (de qualidade) para todos nas escolas brasileiras. São Paulo: Memnon. 2001. SISTO, F. F. ;PALERMO R. B.; BORUCHOVITCH, E.; DIEHL T. F. L.; E MARTINELLI, S. de C. Dificuldades de aprendizagem no contexto psicopedagógico, 6ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2010 59 STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. Componente Curricular Período Currículos e Programas: Ensino Infantil, Fundamental e Médio 6º Carga Horária 64 Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Estuda Conceito de educação e analisa a partir da acepção ampla do currículo e seus fundamentos legais, filosóficos, sócio-políticos e econômicos, desmitificando a ideologia subjacente. Conceito de educação. O currículo e as teorias educacionais existentes. Aspectos legais, filosóficos, sociopolíticos e econômicos do currículo. A ideologia subjacente no currículo. BARRETTO, E. S. e colaboradores. Os currículos do ensino fundamental para as escolas brasileiras. Campinas: Autores Associados. 2000. GOODSON, I. F. Currículo: Teoria e história. Petrópolis: Vozes. 1999. VEIGA, I. P. A (org.) Projeto político pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus. 2000. APPLE, M. Educação e poder. Porto Alegre. Artes Medicais. 1989. FORQUIN, J. C.. História e cultura. Porto Alegre: Artes Medicais. 1999. Bibliografia Complementar GIROUX, H. Pedagogia radical subsídios. São Paulo: Autores Associados. 1993. SACRISTAM, G. J. O currículo uma reflexão sobre a prática. 3 ed. Porto Alegre. 2000. SILVA, T. T. Documentos de Identidade. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica. 2001. Componente Curricular Período Fundamentos Teóricos Metodológico do Ensino de Ciências Carga Horária 80 Ementa 6º A história da Ciência. O método cientifico ciências naturais: aplicado no ensino fundamental e educação Infantil. As ciências naturais nas séries iniciais. A Ciências da vida. Educação ambiental. Estudo dos \objetivos e do conteúdo programático das ciências nas séries iniciais do ensino fundamental. A história da Ciência. Aplicação do método cientifico no estudo 60 Conteúdo das ciências naturais no ensino infantil e nas series iniciais do ensino fundamental. Educação ambiental e ciência da vida. Objetivos e conteúdo programático do ensino das ciências nas séries iniciais do ensino fundamental. Bibliografia Básica BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Ciências Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. ______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio Ambiente e Saúde, 1 º e 2 º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999. NIDELCOFF, M. T. A escola e a compreensão da realidade. São Paulo: Brasiliense. 1998. GASPAR, Alberto. Experiências de ciências para o ensino fundamental. Piracicaba: Ática, 1 ed. 2003. Bibliografia Complementar PERRENOUD, P. Avaliação. Porto Alegre: Artmed. 1999. POZO, J. I. A aprendizagem e o ensino de ciências. Porto Alegre: Artmed. 2009. VASCONCELLOS, C. dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad. 2005. PHILIPPI Jr., A. e PELICIONI, M. C. F. (Editores) Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: Universidade de São Paulo: Sginus Editora, 2000 Componente Curricular Período Educação de Jovens e Adultos: Alfabetização Carga Horária 64 Ementa Revisão crítica das teorias que dão suporte às propostas de alfabetização de adultos e das diferentes experiências concretas (campanhas e programas de alfabetização), noções metodológicas de alfabetização de adultos. As teorias, as campanhas e os programas de alfabetização de adultos. Propostas metodológicas de alfabetização de adultos. Paulo Freire e a Alfabetização de adultos. O método Paulo Freire e sua aplicação no Brasil e no exterior. Conteúdo 6º 61 CARVALHO, C. P. Educação de Jovens Trabalhadores em Debate. São Paulo: CEDI. 1989. Bibliografia Básica e Adultos DI PIERRO, M.C. Educação de Jovens e Adultos no Brasil: questões face às políticas públicas recentes. Brasília: MEC/INEP. 1993. DURANTE, M. Alfabeltização de Adultos. Leitura e Produção de Textos. Porto Alegre: Artes Médicas.1998. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Programa de desenvolvimento profissional continuado. Brasília: A secretaria. 1999. Bibliografia Complementar FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São Paulo: Loyola, 1995. KNIJNIK, G. Alfabetização de Jovens e Adultos Educação Matemática. Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Caderno n º 5. RIBEIRO, V. M. M. Educação de jovens e adultos: proposta curricular para o 1º segmento do ensino fundamental. São Paulo: Ação Educativa, Brasília: MEC. 1997. RIOS, T.A. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2001. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental e Médio 6º 96 Analise do funcionamento do Ensino Fundamental e Médio na modalidade Normal, e em curso de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e intervenção tendo em vista o satisfatório desenvolvimento do processo ensino aprendizagem. Apresentação da proposta de Estágio. Estudo da LDB; estudo do PDE da escola escolhida; Montagem de um projeto de intervenção; Apresentação de prova de regência; Montagem do Relatório de Estágio. 62 ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o projeto. Petrópolis: Vozes, 2001. Bibliografia Básica NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica. 2001. UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí. Manuais Fornecidos pelo laboratório de Estágios supervisionados em Licenciatura- LABES. BIANCHI, A. C. de M. Orientação para Estagio em Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson. 2005. Bibliografia Complementar BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São Paulo: Loyola. 1995. RIOS, T. A. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez. 2001. VEIGA, I. P. de A. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo: Papirus. 2005. Componente Curricular Período Metodologia da Arte e Ludicidade Carga Horária 80 Ementa 6º A disciplina propõe um conjunto de conhecimentos teórico-práticos que possibilitam a criação de propostas pedagógicas que tenham a arte como eixo interdisiciplinar no currículo escolar. Arte como linguagem, o lúdico com linguagem. As concepções das linguagens artísticas dos jogos e brincadeiras no processo de ensinoaprendizagem e suas relações. Desenvolvimento lúdico da criança no fazer; formas artísticas sonoras, visuais e plásticas. Reflexão sobre metodologias de ensino e formas de avaliação. 63 Conteúdo A língua do mundo; Ser humano: ser simbólico, ser de linguagens. O homem, construtor de um mundo simbólico, o modo de pensar da linguagem da arte. O aprendizado da arte na infância: fases do desenvolvimento (estudo dos estágios de representação gráfica das crianças). O diálogo da criança com a arte. Artes na sala de aula. O papel do professor Aprendizagem Significativa. Ensinando a construir sentido. Alicerces da aprendizagem significativa em arte. Meandros da linguagem musical, teatral, visual e da dança. A importância do brincar. As brincadeiras no desenvolvimento sócio-histórico e cultural. Brincar na escola: limites e possibilidades. O brincar e a construção de significados. O faz-deconta infantil e as múltiplas formas de representação e expressão pela criança. O jogo dramático infantil. DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho. São Paulo, Scipione, 2010. Bibliografia Básica MARTINS, Mírian C., PICOSQUE, Gisa, GUERRA, Maria T. T Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo:FTD,1998. ARCE,A; DUARTE, N. Brincadeira de papéis sociais na educação infantil;: as contribuições de Vigotski, Leontiev e Elkonin São Paulo:Xamã 2006. BENJAMIN, W. Reflexões: a criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Ed 34, 2009 . MARINA, José Antonio. Teoria da inteligência criadora. Lisboa: Caminho da Ciência,1995. Bibliografia Complementar SLADE, Peter, O jogo dramático infantil. São Paulo: Summus, 1978. GARDNER, Howard. A Criança Pré-Escolar. Como pensa e como a escola pode ensiná-la. Porto Alegre, Artes Médicas, 2001. LEONTIEV, A.N. Os princípios psicológicos da brincadeira préescolar In: VIGOTSKI, L.S.; LURIA,A.R.; LEONTIEV, A.N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2001. p.119-142. 64 Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Fundamentos Teóricos Metodológico do Ensino da Língua Portuguesa 6º 64 Leitura/ cultura /poder. Leitura e escola. A formação do leitor. A biblioteca escolar. Gramática e poder. Produção de textos. Análise linguística e reestruturação de textos. Análise dos parâmetros curriculares para o ensino da Língua Portuguesa. Concepção de leitura, aspectos sociais e culturais. Leitura, escola e biblioteca escolar. Produção de texto: construção dos sentidos. O ensino da gramática e da ortografia. Análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino da Língua Portuguesa. A Informática e os processos de leitura e escrita. BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. Bibliografia Básica ______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa 1 º e 2 º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999. SORD, R. Magistrando a Língua Portuguesa. São Paulo: Moderna, s.d. BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas Transversais. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999. Bibliografia Complementar PENNAC, D. Como um romance. 2. ed. Rio de Janeiro: Rocco. 1995. TEBEROSKY, A; BEATRIZ, C. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Editora da UNICAMP. WEISZ, T. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. 2. ed. São Paulo:Ática. 2001. ZATZ, L.. A aventura da escrita: história do desenho que virou letra. 3.ed.São Paulo: Moderna. 2000. 65 7º Período Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Fundamentos Teóricos. Metodológicos de Educação Física 7º 64 Abordagem, conceitos e idéias da educação física que permitam ao professor uma co-relação dos conteúdos curriculares com a prática da educação física. A postura crítica dos alunos perante as atividades da cultura corporal, Conhecimentos/habilidades necessária do educador físico. Organização de experiências pedagógicas conforme o desenvolvimento do aluno. Vivência em situações de aulas em instituições de Educação Infantil, envolvendo discussões de planejamento, observações e participações no processo de docência. POSTMAN, N. O desaparecimento da infância. Rio de Janeiro: Graphia, 2005. Bibliografia Básica FREIRE, J. B.; SCAGLIA, A. J. Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione, 2003. LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 2002. KAMII, C. A criança e o número. Campinas: Papirus, 2010. Bibliografia Complementar ______, Aritmética: novas perspectivas. Campinas: Papirus, 1989. MALDONADO, M. T. Comunicação entre pais e filhos: a linguagem do sentir. Petrópolis: Vozes, 1981. FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da Educação Física. São Paulo: Editora Scipione, 1989. VALENTINI, N.; TOIGO, A. M. Ensinando educação física nas séries iniciais. Canoas: Salles Editora, 2005. Componente Curricular Período Carga Horária Estágio Supervisionado: Educação de Jovens e Adultos e Educação Inclusiva 7º 96 Condições do ensino aprendizagem da educação de jovens e adultos e educação inclusiva. Projeto de intervenção nas escolas do 66 Conteúdo ensino fundamental e médio de acordo com os manuais do laboratório de estagio supervisionado e Práticas de Ensino das licenciaturas da Insitituição (Labes). ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o projeto. Petrópolis: Vozes, 2005. Bibliografia Básica BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. BARCELOS, Valdo. Formação de professores para educação de jovens e adultos. São Paulo, Vozes, 2006. FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São Paulo: Loyola, 1995. Bibliografia Complementar MANTOAN, M. T. E. (Org.) Caminhos Pedagógicos da Inclusão: como estamos implementando a educação (de qualidade) para todos nas escolas brasileiras. São Paulo: Memnon. 2001. NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica, 2001. RIOS, T.A. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2001. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da Matemática 7º 48 Estuda os fenômenos relacionados ao ensino e à aprendizagem da Matemática e analisa as variáveis envolvidas nesse processo – aluno, professor e saber matemático e as relações entre eles. Propõe alternativas metodológicas, objetivo, seleção e estruturação dos conteúdos, materiais e recursos tecnológicos para um ensino cuja aprendizagem seja significativa para o aluno. A utilização de jogos e de tecnologia de ensino. As novas metodologias de acordo com as novas tendências educacionais. 67 Conteúdo Variáveis relacionados a ao ensino e aprendizagem da matemática que envolvem metodologias, objetivos, seleção e estruturação dos conteúdos, materiais e recursos tecnológicos para um ensino cuja aprendizagem seja significativa para o aluno. A utilização de jogos e de tecnologia de ensino. As novas metodologias de acordo com as novas tendências educacionais. BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Matemática Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999. Bibliografia Básica ______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática 1 º e 2 º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999. D’AUGUSTINE, C. H. Métodos modernos para o ensino da matemática. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1987. DIENES, Z; GOLDING. E. W. Explorando o espaço.São Paulo: Herde, 1986. Bibliografia Complementar IMENES, L. M.; LELLIS, M. Micro dicionário de Matemática. São Paulo: Scipione, 1999. KAMII, C. A criança e o número. Campinas: Papirus, 2010. ______, Aritmética: novas perspectivas. Campinas: Papirus, 1989. PARRA, C.; SAIZ, I. A didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 1996. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Elaboração de Monografia 7º 64 A partir dos conhecimentos adquiridos durante o curso, o aluno será orientado na construção da monografia científica de final de curso, a partir do referencial teórico e das práticas de pesquisa pedagógica trabalhadas durante os períodos anteriores e dos conteúdos articulados entre si. A pesquisa e as etapas de desenvolvimento. O trabalho monográfico e as fontes consultadas. A pesquisa na educação e as metodologias. A definição da metodologia. A relevância da pesquisa e a preocupação ética. Etapas de produção da pesquisa e estilo. Normas padronizadas de escrita e apresentação da monografia. Conclusão e resultados. Bancas e critérios de apresentação. 68 BRANDÃO, C. R. Repensando a pesquisa participante. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 2008. Bibliografia Básica FAZENDA, I. (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2000. SANTOS, Antônio Raimundo, Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 7ªed, revisada conforme NBR q4724:2005, Rio de Janeiro: Lamparina , 2007 LUNA, S. V de. Planejamento de pesquisa: uma introduçãoelementos para uma análise metodológica. São Paulo: Educ.,1997. Bibliografia Complementar MINAYO, M. C. de S. (org.). Pesquisa Social: teoria método e criatividade, 9.ed. Petrópolis: Vozes, 1998. PÁDUA, E. M. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricaprática. 6. ed. Campinas: Papirus, 2000 SANTOS, J. A.; Filho, Futura, 1998. P. Metodologia Científica. São Paulo: SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. , São Paulo: Cortez, 2007. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Currículo e Cultura: Gestão Pedagógica 7º 64 Focaliza o currículo como agente de transformação e seu comprometimento no processo de mudança educacional, considerando os aspectos sociais, culturais e políticos da sociedade atual que interferem na práxis educativa. Compreender a relação de cultura e conhecimento. Gestão no processo da ação nos aspectos administrativos e pedagógicos da escola. Trabalho voltado para os aspectos crítico sociais da sociedade atual analisando criticamente e refletindo a respeito dos problemas que interferem no trabalho e no currículo em geral. Criatividade e seu trabalho numa relação dialética com o cotidiano educacional e cultural. Diretrizes curriculares que fazem parte do projeto político pedagógico da escola estabelecendo um plano de ação democrática envolvendo toda comunidade escolar trabalhando dialeticamente através de um plano curricular que envolva o currículo em seu sentido restrito pleno e oculto. 69 Bibliografia Básica FERREIRA, N. S. C., Supervisão Educacional Para uma Escola De Qualidade. Cortez Editora 2006. GIROUX, H. Teoria Crítica e Resistência em Educação. São Paulo: Vozes, 2003. STARRAT, S. Novos Padrões de Supervisão Escolar. EPU: Edições da Universidade de São Paulo, 1978. Coll, C. Psicologia e Currículo. São Paulo: Ática, 1999. Bibliografia Complementar ESTEBAN, M. T. Escola, currículo e avaliação. São Paulo: Cortez, 2005. FAZENDA, C. A. Integração e Interdisciplinaridade no Ensino Brasileiro. São Paulo: Loiola, 1993. MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. da sociedade. São Paulo: Cortez, 2008. Currículo, cultura e SAUL, A. M. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. São Paulo: Cortez, 2006. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de História 7º 64 Subsídios teóricos metodológicos referentes a produção do conhecimento na área de História, destinada a formação de professor da pré - escola, séries iniciais do ensino fundamental. A produção histórica no que se refere às representações educacionais e culturais. Cultura Africana, sincretismo e miscigenação. Metodologia referente a produção de conhecimento na área de historia destinada a formação de professor da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental. Estudo e aplicação metodológica das leis 10 639/2003 e 11 645/2008. As matrizes africanas da cultura afro-brasileira. O significado da África na formação do Brasil. CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 4 ed. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2005. Bibliografia Básica OLIVEIRA, I. de; AGUIAR, M. A.; SILVA, P. B. G.; In: OLIVEIRA, R. de. Negro e educação: linguagens, educação, resistências, políticas públicas. INEP, 2007. 70 PENTEADO, H. D. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo: Cortez, 1993. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Parâmetros Curriculares Nacionais: História e Geografia. 1 º e 2º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999. ______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas Transversais. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999. _______. Secretaria de políticas de promoção da igualdade racial. Implementação da lei de História da Africa e cultura Afrobrasileira leis 10 639/2003 e 11 645/ 2008 e monitoramento do cumprimento do art. 1º da resolução nº 1. De 17 de junho de 2004. Conselho Nacional de Educação. 2010. CIPRO NETO, Pasquale; DIMENSTEIN, G. O Brasil na ponta da língua. São Paulo: Ática, 2002. ZAMBALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Geografia 7º 64 Os fundamentos do curso são os paradigmas da geografia , das sensibilidades, de modo a propiciar aos futuros professores a articulação sujeito – objeto no ato da produção do conhecimento. Estudo dos objetivos e do conteúdo programático da geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Paradigmas da Geografia brasileira articulando sujeito- objeto no ato do conhecimento formulando objetivos embasados no conteúdo da geografia nas series iniciais do ensino fundamental. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Parâmetros Curriculares Nacionais: História e Geografia. 1 º e 2 º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria da Educação, 1999. Bibliografia Básica ______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas Transversais. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999. PENTEADO, H. D. Metodologia do Ensino de História e Geografia. 71 São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar MOREIRA, I. A. G. Construindo o espaço. São Paulo: Ática, 2007 VASCONCELLOS, C. dos S.. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1999. ______. Avaliação: concepção dialético-libertadores do processo de avaliação escolar. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1998. ______. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo: Papirus, 1991. ZAMBALA, A. A prática educativa: como ensinar? Porto Alegre: Artmed, 1998. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Bibliografia Básica Prática Pedagógica de Ensino: Sala de Aula 7º 64 Planejamento/ execução/ avaliação de projeto de trabalho em classes do Ensino Fundamental e Médio. Atividades com a prática pedagógica no ensino fundamental e médio através de um projeto construído em grupos com embasamento na realidade da escola atual. BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental e Médio. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental e Médio. KARNAL, L. História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. SP: Contexto,2003 PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Trad. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental: Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional, Nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Bibliografia Complementar PARRA, N. Caminhos do ensino. São Paulo: Pioneira Tomson Learning, 2002. VASCONCELOS. C. Para onde vai o professor? Resgate do professor como sujeito de transformação. São Paulo: Coleção subsídios pedagógicos do Libertad, 1998. 72 _______. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo: Papirus, 1991. ZAMBALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2002. Componente Curricular Período Carga Horária Ementa Conteúdo Prática Pedagógica nas Instituições de Jovens e adultos 7º 80 Planejamento/ execução/ avaliação de projeto de trabalho em classes do ensino de jovens e adultos. Atividades pedagógicas em instituições do ensino de jovens e adultos envolvendo um trabalho interdisciplinar, através da execução de um planejamento prévio com o professor responsável pela disciplina. BARCELOS, Valdo. Formação de professores para educação de jovens e adultos. São Paulo, Vozes,2006. Bibliografia Básica Bibliografia Complementar FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo. Paz e terra,2005. ______. A importância do ato de ler. São Paulo:Cortez,2003 ALVES, Rubem. Conversas com quem gosta de ensinar. São Paulo: Cortez.2001. BRASIL, Min. Educação e desportos. Coordenação de Educação de Jovens e Adultos Proposta Curricular 2º segmento Brasília 2001. FUCK, Irene Terezinha. Alfabetização de adultos: relato de uma experiência construtivista 8ª ed. Guia Escola Cidadã Vol. 5 São Paulo: Cortez/IPF,1993. POSTMAN, N. O desaparecimento da infância. Rio de Janeiro: Graphia, 1999. VASCONCELOS, C. dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. 18 ed. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad, 2005. 5 METODOLOGIA A metodologia do Curso de Pedagogia visa unir a teoria à prática por meio de uma visão educativa na construção de um conhecimento interdisciplinar, sendo o projeto 73 pedagógico baseado nas diretrizes curriculares do curso, o norteador do trabalho coletivo com os docentes. Nossa estratégia de ação é a de vivência de um planejamento participativo e de um currículo amplo levando em conta os aspectos socioculturais e do cotidiano da educação atual e da multiplicidade dos aspectos que a envolvem para a orientação do aluno cidadão. Trabalhamos com objetivos claros voltados para as ações previamente planejadas e revistas conjuntamente para avaliação do projeto de trabalho e sua reconstrução, buscando sempre atingir as metas propostas pelo grupo de professores do curso. As nossas ações, portanto, são pautadas em conceitos como participação construtiva do aluno e, ao mesmo tempo, intervenção do professor para aprendizagens de conteúdos específicos que favoreçam o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao exercício da profissão. O corpo docente se reúne sempre que necessário, para refletir sobre suas ações, equacionar procedimentos qualitativos de processo de ensino e aprendizagem e promover processo de recuperação para aqueles que se encontram defasados. No início do ano, o grupo avalia os alunos que necessitam participar de atividades de nivelamento e planeja as aulas que são realizadas em horário extraclasse. Enfim, acreditamos que uma práxis pedagógica só será efetiva se for ativa e contextualizada criticamente, pois como diz Paulo Freire: “O mundo não é. O mundo está sendo”. 6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM Ao longo do curso o aluno será continuamente avaliado por meio de avaliações individuais e atividades em grupo, pesquisas e seminários. A avaliação tem como objetivo acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem do aluno, de acordo com os objetivos previstos e possibilitar a reformulação dos mesmos para atender às especificidades de cada turma. A avaliação do rendimento acadêmico obedecerá às normas estabelecidas no Regimento Geral da Univás, que prevê a aplicação de, no mínimo, dois instrumentos de avaliação escritos e individuais em cada componente curricular. Esses instrumentos de avaliação, após corrigidos, devem ser apresentados ao acadêmico pelo professor e discutidos em sala de aula. Nenhum instrumento de avaliação pode concentrar mais de 50% do total dos pontos. 74 Será considerado aprovado em cada componente curricular ou atividade o aluno que obtiver 60 pontos, no mínimo, e a frequência mínima de 75%. Todas as atividades devem estar previstas no Calendário Acadêmico e no Plano de Ensino. 7 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A Comissão Própria de Avaliação – CPA - é um órgão suplementar da Reitoria, com atuação autônoma em relação às unidades, setores e colegiados superiores da Univás. Sua finalidade é organizar o processo contínuo da autoavaliação da Univás em todas as suas modalidades de ação, de modo a fornecer à comunidade acadêmica e à sociedade uma visão sobre o estado de desenvolvimento da instituição, sua qualidade educativa e sua relevância social. A estrutura, composição e competência da CPA são definidas em regulamento, de acordo com a legislação vigente e aprovado pelo Conselho Universitário – Consuni. A socialização dos resultados da autoavaliação à comunidade acadêmica tem sido praticada pela CPA e tem servido de embasamento e motivação para a busca de novas práticas metodológicas de trabalho em sala de aula e de novos investimentos, por parte da própria Instituição, além da infraestrutura e outros requisitos que se fazem necessários para que, coletiva e sinergicamente, a qualidade do ensino seja aprimorada. 8 FORMAS DE ACESSO AO CURSO O ingresso de candidatos ao Curso de Pedagogia ocorre por meio de Processo Seletivo anual, organizado e executado pela administração da Univás, em conformidade ao disposto na legislação pertinente. O Processo Seletivo é classificatório, sendo feita a chamada dos candidatos aprovados até o limite das vagas definidas para o curso no respectivo edital. Havendo vacância pelo não preenchimento das vagas é realizado um novo Processo. Os resultados do Processo Seletivo são válidos até 1/5 do semestre letivo. A Univás aceita também o ingresso de candidatos portadores de diploma de curso superior, devidamente registrado, condicionando sua classificação à existência de vagas não preenchidas. 75 Consta também no Regimento da Univás, a possibilidade do acadêmico fazer reopção de curso, após aprovação no Processo Seletivo e realização de matrícula. Também, neste caso, a reopção está condicionada a sua classificação e à existência de vaga. 9 ESTÁGIO SUPERVISIONADO O estágio é um momento de fundamental importância no processo de formação profissional. Constitui-se em uma prática que possibilita ao estudante de Pedagogia vivenciar o aprendido nas aulas teóricas, tendo como função integrar os componentes do currículo acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e testando-lhes o nível de consistência e o grau de entrosamento entre eles. O Estágio Supervisionado tem cumprido, de forma eficiente, o papel de elo entre os mundos acadêmico e profissional ao possibilitar ao estagiário a oportunidade de conhecimento da educação, das diretrizes e do funcionamento das escolas e suas interrelações com a comunidade. A realização dos estágios é incentivada como forma de aproximar os alunos das necessidades do mundo do trabalho, criando oportunidades de exercitar a prática profissional, além de enriquecer e atualizar a formação acadêmica desenvolvida no Curso de Pedagogia. O estágio supervisionado é iniciado no 5º período com os componentes: Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental. No 6º período o aluno cursa o componente Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental e Médio (modalidade Normal e/ou curso de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar) e no 7º e último período Estágio Supervisionado em Educação de Jovens e Adultos e Educação Inclusiva. Pode-se perceber, portanto, que o aluno tem oportunidade de vivenciar a realidade educacional em todas as etapas de ensino que antecedem a graduação. O funcionamento do Estágio Supervisionado é regulamentado pelo Laboratório de Estágio Supervisionado e Prática de Ensino (Labes). 10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Entende-se por Atividades Complementares uma atuação acadêmica, na qual o corpo discente do Curso deve interagir por meio de sua participação em programas de ensino, 76 pesquisa e extensão extracurriculares, atividades consideradas pertinentes e úteis para a sua formação humana, profissional e cultural. Os acadêmicos deverão cumprir a carga-horária mínima de 112 horas de Atividades Complementares ao longo do curso e esta deverá estar integralizada até um mês antes da conclusão do curso. Serão atribuídas normas para a validação das cargas horárias em cada tipo de atividade desenvolvida pelo acadêmico e validação das atividades relacionadas à área de Pedagogia. Estas normas encontram-se na tabela. Todos os procedimentos relativos às Atividades Complementares estão descritos no Regulamento próprio. (Anexo 1) 11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é uma atividade obrigatória de sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à profissão ou curso de graduação, constituído por componente da matriz curricular. O TCC está vinculado ao componente curricular Elaboração de Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso), que define o processo de organização, orientação e avaliação do aspecto pedagógico na elaboração do trabalho científico. O Trabalho de Conclusão de Curso consta de uma Monografia com o objetivo de levar o aluno a aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas do curso, de pesquisar sobre determinado tema e tornar pública a efetivação da pesquisa. A produção da Monografia pode ser individual ou pela composição de equipes de trabalho. Cada equipe poderá conter, no máximo, 3(três) acadêmicos matriculados no 7º período do curso. O TCC segue o Manual do Nuapa (Núcleo de apoio à pesquisa acadêmica), que tem o objetivo de auxiliar os discentes e os docentes na elaboração de trabalhos acadêmicos e relatórios de pesquisa. A apresentação do TCC é simples e prática, podendo ser pesquisa bibliográfica ou de campo, na intenção de estabelecer uma padronização e uniformização metodológica objetivando orientar na produção acadêmica de qualidade, segundo as normas técnicas da ABNT. Os serviços administrativos inerentes ao TCC estão sob a responsabilidade da Secretaria da Unidade Acadêmica. 77 A listagem de acadêmicos por orientador, as eventuais substituições de orientadores e a composição das Bancas Examinadoras ficam a cargo do professor da disciplina que no semestre anterior recolhe de cada aluno, em formulário próprio, três indicações de professores para ser seu possível orientador. A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didáticopedagógico, é de responsabilidade dos docentes da Univás, portadores de pós-graduação. Cada docente pode orientar até 8 (oito) trabalhos. Compete ao orientador do TCC: I. estabelecer o plano e cronograma de trabalho em conjunto com o orientando; II. informar ao orientando sobre as normas, procedimentos e os respectivos critérios de avaliação; III. orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as suas fases; IV. registrar, em folha individual do acadêmico, a frequência às atividades de orientação; V. participar da apresentação do trabalho sob sua orientação como Presidente da Banca; e VI. avaliar o TCC segundo os critérios estabelecidos no projeto pedagógico do curso. O orientador pode ser substituído a pedido justificado e por escrito do acadêmico ou do próprio orientador, desde que haja parecer favorável do professor responsável pelo TCC e aprovação do Coordenador de Curso. A avaliação do TCC compreende: cumprimento das normas específicas; acompanhamento contínuo pelo professor do componente curricular e pelo orientador; avaliação final pela Banca Examinadora. O componente curricular do TCC exige frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento), apresentação oral e escrita do trabalho científico concluído e, no mínimo, 60 (sessenta) pontos. A Banca Examinadora, para a avaliação do TCC, é composta pelo orientador, seu presidente, e mais dois professores da Univás, indicados pelo professor responsável pelo TCC. A critério do professor responsável pelo TCC, pode integrar a Banca Examinadora docente de outra instituição de ensino superior com conhecimento na área da temática do TCC. 78 A avaliação do TCC pela Banca Examinadora envolve a apreciação do trabalho escrito e da apresentação pública. Os trabalhos devem ser entregues aos membros da banca examinadora até 15 dias antes da apresentação para que os avaliadores tenham tempo suficiente de lê-los e apreciá-los Será entregue a cada membro da banca uma ficha avaliativa para atribuição dos valores a serem dados a cada aluno, conforme critérios nela definidos. Em casos de trabalhos que precisam ser corrigidos posteriormente à apresentação, o aluno terá o prazo de 7 dias, a contar da data da apresentação à banca, para reformulá-lo. Por fim, se o aluno for aprovado, há a leitura da ata. 12 APOIO AO DISCENTE Para o atendimento ao aluno contamos com: a) Núcleo de apoio ao discente (NAD) - tem como objetivo apoiar os alunos no desenvolvimento das habilidades e competências pretendidas pelo curso de graduação, na busca da democratização de sua permanência, integração e participação. Além disso, realiza o trabalho por meio do atendimento Psicológico e Psicopedagógico, formado por uma Pedagoga (que é professora do Curso) e duas Psicólogas. O NAD é um órgão ligado à Pró-Reitoria de Graduação. b) Ouvidoria - é um órgão interno, vinculado à Reitoria da Universidade. Constitui-se como um canal de comunicação para acolhimento das manifestações da comunidade interna (alunos, professores e funcionários) e externa (comunidade em geral), que visem à melhoria do funcionamento da Universidade. As manifestações podem ser através de críticas, reclamações, sugestões e elogios. Ainda, o Curso de Pedagogia oferece aos alunos o programa de nivelamento imprescindível para a melhoria do desempenho dos alunos, principalmente no início do curso. Leitura, interpretação e produção de textos são trabalhados de forma a assegurar ao acadêmico melhorias no uso das habilidades linguístico discursivas. Espera-se que o nivelamento contribua para a superação das lacunas herdadas do ensino nos níveis anteriores. 12.1. Estratégia de Recuperação Tendo em vista o sistema continuado de avaliação, a recuperação será implementada no decorrer do semestre, em atendimento ao aluno que for considerado defasado em relação 79 ao aproveitamento geral da classe. Serão utilizados procedimentos como a realização de tarefas complementares ou sínteses dos conceitos estudados, que possibilitem melhor compreensão do conteúdo e envolvimento com o componente curricular. Tais atividades de recuperação têm caráter qualitativo. As notas já obtidas pelo acadêmico não poderão ser substituídas. 12.2. Aproveitamento de estudos e casos de transferências Nos casos de alunos transferidos para a instituição, faz-se uma análise do histórico escolar da instituição de origem. Nesta análise do histórico do aluno, verifica-se a afinidade das disciplinas já cursadas por ele e a carga horária compatível e disciplinas compatíveis com a matriz curricular do curso. Depois da análise realizada pelo professor responsável da disciplina e a coordenação do curso, o aluno é encaminhado para a readaptação curricular das disciplinas que não foi dispensado e deverá cursar. 12.3. Regime especial Quando a disciplina já foi oferecida pelo curso e houve uma readaptação de matriz curricular, o aluno poderá optar pelo regime especial que poderá ser oferecido também para os alunos com dependência. 13 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM No Curso de Pedagogia em questão, desde o primeiro período, no componente curricular Fundamentos de Tecnologia Educacional, são desenvolvidos trabalhos interdisciplinares nos quais se desenvolvem práticas investigativas. O trabalho desenvolve-se numa linha pedagógica que privilegia a construção do conhecimento com vistas à compreensão de conceitos e metodologias envolvidos na investigação científica, processo básico da formação profissional do aluno, motivando-o ao contínuo aperfeiçoamento. Nos 4º e 5º Períodos, essa metodologia vem sendo vivenciada nos trabalhos desenvolvidos no conteúdo curricular de “Análise da Experiência Pedagógica: Pesquisa Quantitativa e Análise da Experiência Pedagógica: Pesquisa Qualitativa”, que abrangem diversas áreas da educação, culminando na apresentação oral do relatório final da pesquisa empreendida. Para o 80 desenvolvimento desses trabalhos, propõe-se a utilização de recurso de informática, desde aplicativos até softwares educacionais, bem como outros recursos tecnológicos que façam uso da linguagem audiovisual. No 7º Período, no conteúdo curricular Elaboração de Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso), deve desenvolver habilidades de análise teóricometodológica recortado do campo de educação. A prática educativa não pode prescindir da formação científica séria e da clareza política: as atividades do ensino não podem ser desconectadas da complexidade social e da problematização do futuro. Portanto, estreitar os laços entre o ensino e a pesquisa é uma meta de toda instituição de ensino superior que pretenda alcançar êxito na potencionalização do ato pedagógico, da produção de conhecimento e das relações com a sociedade. Há uma grande questão que é colocada para os educadores, a de que não se trata de usar a tecnologia a qualquer custo e, sim, de buscar compreender uma mudança de civilização que questiona profundamente as velhas formas e os modos habituais de divisão do trabalho, as mentalidades e a cultura arcaica dos sistemas educacionais e, sobretudo, a formação do professor na implicação com o aluno, no processo ensino-aprendizagem. Podemos entender, hoje, a partir das modernas teorias de aprendizagem, que o ato de aprender é uma das marcas típicas da competência humana e que esse processo demanda um esforço reconstrutivo pessoal e coletivo. Não há dúvidas, também, de que o uso de recursos informáticos – como, por exemplo, os “softwares” educativos – constituem-se numa atividade interdisciplinar que pode trazer singular proveito ao aluno. 14 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é constituído por um mínimo de 5(cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso, em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral, e do total, 60%, no mínimo com titulação acadêmica obtida em programa de graduação stricto sensu. A escolha dos membros do NDE deve recair em professores que exerçam liderança acadêmica percebida na produção de conhecimentos da área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico de Curso. 81 Os docentes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) são designados pela Diretoria das Unidades Acadêmicas, homologados pela Pró-Reitoria de Graduação e nomeados pelo Reitor, a saber: Ana Cristina Libânio Mestre Parcial Dionísio Ailton Pereira Doutor Parcial Joelma Pereira de Faria Doutora Parcial Maria Ignez Arantes de Mestre Parcial Oliveira Sandra Maria da Silva Sales Doutora Integral Oliveira Sônia Lúcia Teixeira Mestre Parcial 15 CORPO DOCENTE Nome Adriana de Freitas Cardoso Ana Carolina Sales Oliveira Carla Helena Fernandes Ana Cristina Libânio Cristiane Machado Débora Cecílio Fernandes Dionísio Ailton Pereira Jane Aparecida de Oliveira Silva Joelma Pereira de Faria José Carlos da Silva Oliveira Luiz Eduardo Salomon Capozolli Magali Aparecida de Castro Costa Maria Grafira Nunes Saponara Titulação Regime de Trabalho Mestre Parcial Mestre Parcial Doutora Mestre Doutora Integral Parcial Integral Doutora Integral Doutor Horista Mestre Parcial Doutora Parcial Mestre Horista Especialista Horista Especialista Especialista Parcial Horista 82 Maria Ignez A. de Oliveira Marlene Fátima de Castro Toledo Sandra Maria da Silva Sales de Oliveira Sônia Lúcia Andere Teixeira Sônia Aparecida Siquelli Suzana Gakya Caliatto Vânia dos Santos Mesquita Mestre Parcial Especialista Parcial Doutora Integral Mestre Parcial Doutora Integral Doutora Integral Mestre Integral 16 INFRAESTRUTURA Na Unidade Fátima, onde funciona o curso de Pedagogia, existem três salas de professores sendo que os professores deste curso utilizam duas delas, as quais situam- se no prédio 1 e no prédio 2. No prédio 1, a sala de professores mede 63 metros quadrados. Nesta sala há quatro computadores para uso dos professores, duas mesas grandes com cadeiras para reuniões, escaninhos e também 2 banheiros. A sala de professores do Prédio 2 mede 10 metros quadrados e possui mesa com cadeiras e escaninhos. Anexo a esta sala se situa a sala de coordenação do curso. As duas salas são bem arejadas e iluminadas, proporcionando conforto físico e visual aos professores. As salas de aula atendem aos requisitos imprescindíveis para seu funcionamento. Elas apresentam formato retangular, são ventiladas por amplas janelas, além de possuírem boa circulação de ar e serem bem iluminadas. As paredes e tetos são pintados de branco e os pisos com tacos ou piso frio. Todas comportam bem o número de discentes e ainda estão prontas para o uso de recursos multimídia (disponíveis em cinco salas de recursos audiovisuais). 17 LABORATÓRIO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO ESPECIAL Criado no segundo semestre de 2010, o Laboratório de Ensino, Aprendizagem e Educação Especial - LAEAPEE tem como objetivo ser um espaço de reflexão teórica e prática para todos os alunos, especialmente aqueles que cursam a disciplina de Estágio 83 Supervisionado, e apoio pedagógico aos acadêmicos do Curso de Pedagogia, por meio do empréstimo de materiais didáticos para o desenvolvimento de práticas de ensino e estágios curriculares. Todas as disciplinas da matriz curricular do Curso de Pedagogia são contempladas neste projeto, especialmente, aquelas relacionadas às metodologias e aos estágios curriculares. Fica evidente, portanto, o caráter interdisciplinar deste Laboratório, que busca, por meio de seu eixo integrador, articulações internas - no sentido de privilegiar a relação entre todas as disciplinas do Curso de Pedagogia com as de estágio curricular – e externas, face à realização das oficinas que envolvem acadêmicos de outros cursos de Licenciatura (Letras, Matemática, Ciências Biológicas e História). 18 LUDOTECA / BRINQUEDOTECA O Curso de Pedagogia possui Brinquedoteca e Ludoteca. Brinquedoteca, porque desenvolve atividades de recreação e brincadeiras em geral e Ludoteca, porque desenvolve atividades dirigidas e pesquisa de jogos e brincadeiras. A Ludoteca / Brinquedoteca do curso de Pedagogia foi criada em agosto de 2009 a partir de um projeto da professora Maria Ignez Arantes de Oliveira, que hoje coordena o espaço, juntamente com os acadêmicos do curso de Pedagogia que cursam o 4º e o 5º períodos, os quais auxiliam nas atividades, enquanto que os alunos dos outros períodos ajudam na confecção de brinquedos. Trata-se de um espaço com material lúdico especialmente preparado de acordo com as diversas fases de desenvolvimento infantil, com o objetivo de oportunizar o afloramento das múltiplas inteligências da criança e do enriquecimento das interações sociais. Na Ludoteca / Brinquedoteca, a criança interage com jogos e brinquedos, desenvolvendo a sua autonomia e descobrindo que brincar é essencial. Ao oferecer um espaço para a criança experimentar e escolher o brinquedo, qualquer brinquedo, esta prática incentiva a autonomia e desenvolvimento da capacidade crítica. Na Ludoteca / Brinquedoteca as crianças aprendem pelo manuseio de materiais, de cores, de tamanhos, de formas, de sons, de texturas e resistências diferentes. Com a riqueza do material lúdico e de sucata, reconhece e identifica as semelhanças e diferenças, abstrai, classifica, simboliza, cada uma dentro de seu ritmo, cada uma a sua maneira. Um ambiente lúdico tão rico, com certeza contribui para o desenvolvimento de experiências de sucesso 84 dentro do espaço escolar. A criança tem oportunidade de desenvolver a iniciativa, a autonomia e enriquecer as interações sociais e, assim, exercer sua cidadania. Muitas crianças do Ensino Infantil e Fundamental de escola particular (Colégio Anglo) e municipal (CIEM) já utilizaram esse espaço para realizar atividades lúdicas. O espaço é dividido em cantinhos, como por exemplo, o da leitura que estimula o desenvolvimento do pensamento, facilitando a interpretação de histórias desde seu conto até a representação de personagens; o cantinho de construção, que possui jogos que desenvolvem a percepção, atenção e concentração através de jogos de sequência lógica, de tabuleiro, de arremessar e também jogos recreativos; o cantinho do faz de conta com fantasias com as quais a criança pode ser princesa, bailarina, super heróis etc. A Ludoteca/Brinquedoteca é um laboratório de vivências lúdico-pedagógicas que contribui de forma significativa para a formação dos alunos do curso de Pedagogia e de outras licenciaturas, possibilitando, ainda, o desenvolvimento de estudos científicos na temática da ludicidade e aprendizagem. A Ludoteca/Brinquedoteca tem possibilitado grande envolvimento da comunidade, bem como dos discentes e docentes do Curso de Pedagogia no desenvolvimento de suas atividades e da organização de grupo de estudos, mini-cursos, aulas práticas, entre outros. Também, a Ludoteca/Brinquedoteca apresenta dois projetos: um de criação e o outro de funcionamento com normas e horário de funcionamento. 85 19 ANEXOS Anexo 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1° O presente conjunto de normas tem por finalidade regulamentar as Atividades Complementares e Atividades Acadêmico-Científico-Culturais dos cursos de graduação da Universidade do Vale do Sapucaí - Univás, sendo o seu integral cumprimento indispensável à colação de grau. Art. 2º A Atividade Complementar de Graduação é uma modalidade específica de atuação acadêmica, na qual o corpo discente da Instituição deve interagir, por meio de sua participação em programas de ensino, pesquisa e extensão extracurriculares, atividades consideradas pertinentes e úteis para a sua formação humana, profissional e cultural. Art. 3º Nos cursos de licenciatura, as Atividades Complementares são denominadas Atividades Acadêmico-Científico-Culturais. Art. 4° As Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais dos cursos da Univás contemplam as seguintes modalidades: I. atividades de ensino; II. atividades de pesquisa; e III. atividades de extensão. Art. 5° As Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais atendem aos seguintes objetivos: I. flexibilizar o currículo pleno do curso; II. propiciar a aquisição de experiências diversificadas inerentes e indispensáveis ao seu futuro profissional, buscando aproximá-lo da realidade universidade/mercado de trabalho; III. proporcionar o contínuo aperfeiçoamento crítico-teórico e técnico-instrumental; IV. aprofundar o grau de interdisciplinaridade na formação dos acadêmicos, em conjunto com a comunidade; V. fomentar a frequência nas atividades culturais, sociais e artísticas, relacionadas à formação profissional; VI. incentivar a participação em atividades acadêmicas e científicas que permitam a permanente atualização; e VII. capacitar para o desenvolvimento das atividades acadêmicas e profissionais inerentes ao processo de formação. 86 CAPÍTULO II DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS Art. 6° As Atividades de Ensino compreendem: I. atividades de monitoria; II. participação em cursos afins ao de graduação, em que o acadêmico se encontra matriculado; III. cursos na área de informática, língua estrangeira e língua brasileira de sinais; e IV. estágios extracurriculares desenvolvidos com base em convênios firmados pela Univás. Art. 7° As Atividades de Pesquisa compreendem: I. livro publicado; II. capítulo de livro; III. artigo publicado em periódico como autor; IV. artigo publicado em periódico como co-autor; V. artigo publicado em anais como autor; VI. artigo publicado em anais como co-autor; VII. resumo em anais; VIII. projetos de iniciação científica; IX. projetos de pesquisa institucional; X. apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em painéis e congêneres; e XI. participação em grupos institucionais de estudos e pesquisas. Art. 8° As Atividades de Extensão compreendem: I. participação na organização de eventos; II. participação como ministrante de conferências ou palestras; III. participação como ouvinte em eventos tais como: conferências, palestras, congressos, simpósios, semanas científicas, oficinas, encontros, workshops e outros aprovados pela Coordenação de Curso; IV. apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em painéis e congêneres; V. participação ou trabalho na organização de Empresa Júnior, Incubadora, Agência ou Escritório Experimental/Modelo, Veículos de Comunicação da IES do curso; VI. participação em campanhas comunitárias e trabalhos voluntários; VII. visitas técnicas e de campo acompanhadas pelo professor; VIII. atividades extracurriculares desenvolvidas com base em convênios firmados pela Univás; IX. outras atividades propostas pelo acadêmico, em qualquer campo de conhecimento e previamente aprovadas pelo Coordenador do Curso; e X. representação em órgãos da Univás (Consuni, Conselho Acadêmico, Colegiado de Curso e outras representações institucionais). Art. 9º Para cumprimento da carga horária das Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais, o acadêmico deve escolher atividades nas modalidades previstas no art. 4° deste Regulamento. Art. 10. O acadêmico, para cumprimento das obrigações referentes às Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais, deve: 87 I. II. III. entregar ao Núcleo de Atividades Complementares – NAC, para registro, os documentos comprobatórios das atividades realizadas, em duas vias, sendo uma original, anexados ao Formulário próprio com sua assinatura; receber o protocolo da entrega dos documentos; e receber os documentos originais. Art. 11. O NAC, de posse dos documentos comprobatórios apresentados pelos acadêmicos referentes às atividades, deve: I. receber e conferir a cópia com o original; II. fornecer ao acadêmico o protocolo de recebimento; III. devolver ao acadêmico os documentos originais; IV. disponibilizar ao Coordenador de Curso os documentos apresentados pelos acadêmicos, os quais serão por ele validados; V. proceder o registro dos documentos validados; VI. arquivar os documentos registrados; VII. manter em ordem os arquivos; VIII. prestar orientações aos acadêmicos na área de sua atuação; e IX. exercer outras funções inerentes à sua área de atuação. CAPÍTULO III DA CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OU ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS Art. 12. A carga horária das Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais a ser integralizada deve estar em conformidade com as Diretrizes Curriculares de cada curso. Parágrafo único. Para os cursos tecnológicos não há obrigatoriedade de realização das Atividades Complementares, mas podem ser contempladas, desde que constem no Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Art. 13. A carga horária das Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais pode ser integralizada no decorrer do curso, respeitando o respectivo Projeto Pedagógico. Parágrafo único. Não há obrigatoriedade do cumprimento mínimo de carga horária por período letivo. CAPÍTULO IV DA VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS Art. 14. O Coordenador de Curso, de posse dos documentos comprobatórios apresentados pelos acadêmicos referentes às atividades, deve: I. analisar os documentos no NAC; II. colocar o número de horas para cada atividade, de acordo com a Tabela estabelecida no Projeto Pedagógico do Curso e a assinatura, no caso de validação. § 1º As Atividades Complementares/Atividades/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais apresentadas somente têm validade quando realizadas durante o período de graduação. 88 §2º O acadêmico que não completar a carga horária das Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais durante o período de graduação, não cola grau até que tenha integralizada a carga horária destinada a estas atividades. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 15. O NAC tem um professor responsável pela coordenação dos trabalhos desenvolvidos, indicado pela Direção da Unidade Acadêmica e designado pelo Reitor. Art. 16. Os acadêmicos ingressantes na Univás por meio de transferência ficam sujeitos ao cumprimento da carga horária de Atividades Complementares/Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais, podendo solicitar à Coordenação do Curso o cômputo da carga horária atribuída pela instituição de origem, desde que estejam em consonância com o projeto pedagógico do curso e compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento. Art. 17. Compete ao colegiado de cada curso determinar o número e o limite máximo de horas semestrais para cada tipo de atividade prevista na tabela de Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais. Art. 18. Os casos omissos neste Regulamento são resolvidos pela Pró-Reitoria de Graduação, no âmbito de suas competências. Art. 19. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - Consepe, revogadas as disposições em contrário. APROVADO PELO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – CONSEPE – RESOLUÇÃO Nº 23/2012 89 TABELA DE ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC) Modalidade Ensino Pesquisa Extensão ATIVIDADES 1. Atividade de Monitoria por semestre. Limite de horas 50 2. Participação de cursos, como ouvinte. 20 3. Participante como organizador e ministrante de cursos. 60 4. Cursos na área de informática, língua estrangeira ou LIBRAS. 60 5. Artigo publicado em periódico como autor, por artigo. 6. Artigo publicado em periódico como co-autor, por artigo. 60 45 7. Artigo publicado em anais como autor, por artigo. 8. Artigo publicado em periódico como co-autor, por artigo. 40 20 9. Resumo em anais, por resumo. 10. Livro publicado, por livro. 11. Capítulo de livro, por livro. 12. Projeto de iniciação científica institucionalizado, por projeto. 13. Projeto de pesquisa institucional, por projeto. 30 60 30 60 60 14. Apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em painéis e congêneres, por trabalho. 15. Participação em grupos institucionais de estudos ou pesquisas, por grupo. 16. Participação na organização de eventos da UNIVÁS, por evento. 17. Participação como ministrante de conferência ou palestra, por conferência ou palestra. 18. Participação como ouvinte em eventos, por evento. 19. Apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em painéis e congêneres, por trabalho. 20. Participação em oficinas, por oficinas. 21. Participação ou trabalhos em eventos de extensão social, por evento. 22. Participação em campanhas comunitárias e trabalhos voluntários, por campanha e/ou trabalho. 23. Visitas técnicas acompanhado(a) por professor. 24. Estágios extra curriculares, por estágio. 10 25. Outras atividades propostas pelo aluno e aprovadas pelo colegiado de curso, por atividade. 26. Representação discente em órgãos colegiados, por representação. 20 10 50 20 10 10 9 80 10 20 10 50 90 Anexo 2 REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE ENSINO DOS CURSOS DE LICENCIATURA TÍTULO I DA DEFINIÇÃO, OBJETIVOS, CARGA HORÁRIA E CAMPO DE ATUAÇÃO CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO Art. 1°. O Estágio Supervisionado de Ensino é um componente curricular obrigatório dos cursos de licenciatura da Unidade Acadêmica da Univás, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli – FAFIEP, e se caracteriza pelo exercício pré-profissional do magistério junto a instituições credenciadas da rede pública ou da rede particular de ensino. Parágrafo único. O Estágio Supervisionado de Ensino é um modo especial de atividade de capacitação em serviço e só pode ocorrer em unidades escolares onde o estagiário assuma efetivamente o papel de professor. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Artigo 2°. São objetivos gerais do Estágio Supervisionado de Ensino: I. aproximar a teoria e a prática, conformando exercício de análise, aplicação e crítica dos pressupostos teóricos e instrumentos metodológicos que caracterizam a formação técnica do professor da educação básica; II. permitir o contato direto do estagiário com a realidade educacional brasileira, sua história, suas características, seus problemas e seus desafios; III. confrontar o aluno com situações de exercício pré-profissional que lhe permitam a exploração e a experimentação de estratégias de transformação e melhoria de suas práticas pedagógicas; IV. provar a realização das competências e habilidades exigidas na prática profissional e exigíveis dos professores, especialmente quanto à regência; V. formar, no estagiário, a disposição para a pesquisa bibliográfica e de campo, como estratégias pedagógicas de resolução dos problemas escolares; VI. estimular o respeito à diferença e o apreço à tolerância, e problematizar, a partir da atuação concreta do estagiário em sala de aula, as interpretações esquemáticas e reducionistas para o fracasso escolar; VII. propiciar o desenvolvimento, pelo aluno, do conjunto de competências e habilidades que venham a caracterizar o educador, em seu papel de agente da transformação social. 91 CAPÍTULO III DA CARGA HORÁRIA Art. 3°. O Estágio Supervisionado de Ensino deve obedecer à legislação vigente no que se refere à carga horária de atividades e número de dias letivos em cada período letivo. § 1º O Estágio Supervisionado de Ensino ocorre a partir do início da segunda metade do Curso de Licenciatura. § 2º Somente tem valor as horas-atividades cumpridas junto a instituições credenciadas e sob a orientação de profissional credenciado. § 3º Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica, desde que comprovado, podem ter redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas. § 4º Embora esteja a ela intrinsecamente articulado, o Estágio Supervisionado não se confunde com o componente curricular Prática de Ensino, cuja carga horária deve ser vivenciada, de forma autônoma, ao longo do Curso de Licenciatura. Art. 4°. A carga horária do Estágio Supervisionado deve ser cumprida: I. na instituição concedente de estágio, em atividades de observação, participação e regência, no mínimo, um terço da carga horária; II. na Unidade Acadêmica da Univás, nas sessões de supervisão, no mínimo, um terço da carga horária; III. em atividades extra classe relacionadas à preparação da regência e à análise de seus resultados, no mínimo, um terço da carga horária; IV. na Semana e Jornada das Licenciaturas da Univás, no 1º semestre; V. em outras atividades relacionadas à prática pedagógica. § 1° A comprovação do cumprimento da carga horária de Estágio Supervisionado na instituição concedente é feita pelo preenchimento da Ficha Cumulativa de Controle de Estágio (Anexo I), com a indicação da data, horário e tema da atividade desenvolvida. § 2° As Fichas Cumulativas de Estágio somente tem valor se assinadas pelo profissional responsável e se carimbadas e assinadas pelo diretor da instituição concedente do estágio. § 3° A verificação da frequência do estagiário às sessões de supervisão é feita pelo professorsupervisor da Unidade Acadêmica da Univás. § 4° A comprovação do cumprimento da carga horária nas demais atividades é feita pelo Laboratório de Prática de Ensino e Estágio Supervisionado (Labes). Art. 5°. É considerado aprovado em freqüência o estagiário que, ao final do período letivo, comprovar o cumprimento da carga horária mínima estabelecida para o módulo do Estágio Supervisionado em que estiver matriculado. § 1° As horas-atividades cumpridas que excederem a carga horária mínima prevista para o módulo não poderão ser aproveitadas em outros módulos do Estágio Supervisionado. 92 § 2° É considerado reprovado em freqüência o estagiário que, ao final do período letivo, não puder comprovar o cumprimento da carga horária mínima estabelecida para o módulo do Estágio Supervisionado em que estiver matriculado. § 3° As horas-atividades cumpridas em módulo no qual o estagiário tenha sido reprovado não podem ser aproveitadas em outros módulos do Estágio Supervisionado. CAPÍTULO IV DO CAMPO DE ESTÁGIO Art. 6°. O Estágio Supervisionado deve ser desenvolvido obrigatoriamente junto a instituições credenciadas da rede pública ou da rede particular de ensino. § 1° O credenciamento da instituição concedente de estágio deve ser requerido pelo próprio estagiário mediante a proposição de Termo de Convênio ou de Termo de Parceria entre a instituição concedente e a Unidade Acadêmica da Univás. § 2° Cabe ao Colegiado do Labes analisar os requerimentos de credenciamento e deliberar pela inclusão, suspensão ou descredenciamento das instituições concedentes de estágio. § 3° São aceitas como instituições concedentes de estágio aquelas que se caracterizarem por: I. propiciar condições que satisfaçam aos objetivos pedagógicos do Estágio; II. possuir, em seu quadro de pessoal, profissional de nível superior habilitado na área de formação do estagiário, que possa orientar as atividades do Estágio; III. ser reconhecida pelos órgãos federais, estaduais e/ou municipais de educação; IV. comprometer-se a colaborar com a Univás no acompanhamento do estágio. Art. 7°. É de inteira responsabilidade do aluno a obtenção de vagas na rede pública ou particular de ensino para a realização do Estágio Supervisionado. § 1° A comprovação da obtenção de vaga é feita mediante entrega ao Labes da Ficha de Identificação do Estagiário (Anexo I), devidamente preenchida, assinada e carimbada, nos prazos determinados pelo Labes no início de cada período letivo em que é oferecido o Estágio Supervisionado. § 2° A não-entrega da Ficha de Identificação do Estagiário em até dois meses letivos após o início do período letivo em que é oferecido o Estágio Supervisionado, implica a reprovação do aluno na disciplina de Estágio Supervisionado. § 3° A falta de vagas nas unidades de ensino não será aceita como justificativa para o atraso ou para a não-entrega dos documentos de estágio. § 4° Cabe ao Labes prover o aluno da Carta de Apresentação para que possa pleitear vagas de estágio na rede de ensino. Art. 8°. O Estágio Supervisionado pode ser desenvolvido em instituições não-escolares conveniadas com a Universidade do Vale do Sapucaí, observados os objetivos pedagógicos. 93 TÍTULO II DO LABORATÓRIO DE PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO – LABES CAPÍTULO I DA COMPETÊNCIA Art. 9º. Ao LABORATÓRIO DE PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO – LABES compete refletir sobre as práticas pedagógicas e gerenciar todas as atividades relativas ao Estágio Supervisionado, cuidando da interação entre a teoria e a prática em todos os cursos de licenciatura e, o que é mais importante, na interação entre o professor de hoje (que está na escola) e o professor de amanhã (que está na Univás), rompendo a distância que separa a Universidade da sociedade. Art. 10. Compete ainda ao Labes: I. imprimir e distribuir as cartas de apresentação dos estagiários; II. credenciar as instituições concedentes de Estágio; III. credenciar os professores-orientadores de Estágio; IV. recolher os Projetos de Intervenção e os Relatórios de Estágio; V. catalogar os Projetos de Intervenção e os Relatórios de Estágio; VI. controlar a frequência dos estagiários às atividades extraclasse; VII. arquivar os documentos relativos ao Estágio; VIII. encaminhar, à Direção da Unidade Acadêmica, relatório anual das atividades de estágio; IX. exercer outras funções inerentes ao estágio supervisionado. CAPÍTULO II DA COMPOSIÇÃO Art. 11. O Labes é composto por: I. um Colegiado formado pelos professores responsáveis pela disciplina de Estágio Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da Univás; II. um Coordenador, indicado pela Diretor da Unidade Acadêmica e designado pelo Reitor. § 1° Compete ao Colegiado do Labes: I. prestar orientação técnica e pedagógica para o desenvolvimento das atividades de estágio; II. prestar orientação técnica para o desenvolvimento do Projeto de Intervenção e do Relatório de Estágio; III. avaliar os Projetos de Intervenção e os Relatórios de Estágio; IV. avaliar a Prova-Aula; V. orientar os alunos no desenvolvimento da parte textual e metodológica dos Projetos de Intervenção e dos Relatórios de Estágio; VI. organizar, participar e avaliar a Semana das Licenciaturas e Jornada das Licenciaturas; VII. reunir-se, ordinariamente, duas vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que se fizer necessário, em dia e hora determinados pela Coordenadoria do Labes para avaliar e julgar os requerimentos encaminhados pelos estagiários ao Labes; VIII. cumprir as datas marcadas para entrega de notas, com a máxima presteza; 94 IX. comparecer ao Labes sempre que for solicitado; X. analisar os requerimentos de credenciamento e deliberar pela inclusão, suspensão ou descredenciamento das instituições concedentes de estágio; IX. exercer outras funções inerentes ao estágio supervisionado. § 2º Compete ao Coordenador gerenciar o Labes, cumprindo e fazendo cumprir todas as atividades relativas ao estágio Supervisionado. § 3º O Colegiado do Labes se reúne, ordinariamente, duas vezes por semestre e, extraordinariamente, quando se fizer necessário, mediante convocação do Coordenador. TÍTULO III DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CAPÍTULO I DA ORIENTAÇÃO E DA SUPERVISÃO Art. 12. O Estágio Supervisionado envolve: I. o estagiário, assim considerado todo aquele regularmente matriculado em disciplina de Estágio Supervisionado e inscrito em uma das instituições credenciadas; II. o professor-supervisor, assim considerado o membro do corpo docente da Univás responsável pela disciplina de Estágio Supervisionado, segundo atribuição do Colegiado de Curso; III. o professor-orientador, assim considerado o profissional credenciado que é acompanhado pelo estagiário na instituição concedente do estágio. Art. 13. O Estágio Supervisionado deve ser desenvolvido sob a orientação de um professor credenciado. § 1° O credenciamento do professor-orientador deve ser requerido pelo próprio estagiário, mediante preenchimento de formulário próprio e da apresentação da documentação necessária. § 2° O professor orientador deve ser obrigatoriamente portador de licenciatura na área de formação da disciplina do estágio. § 3° Não são aceitos como professores-orientadores parentes diretos ou o cônjuge do aluno estagiário. § 4° Cabe ao Colegiado do Labes analisar os requerimentos de credenciamento e deliberar pela inclusão, suspensão ou descredenciamento dos professores-orientadores de estágio. § 5° A escolha do professor-orientador deve observar a sua disponibilidade para a cooperação nas atividades do estágio, evitando professores que não permitem ao estagiário o acesso aos textos produzidos pelos alunos e ao material didático utilizado em sala de aula e da mesma 95 forma, o professor deve concordar que o aluno aplique, durante o período do estágio, um projeto de intervenção, que é por ele avaliado. § 6° Os obstáculos que o professor-orientador possa oferecer ao processo não são aceitos como justificativas da má qualidade dos projetos e/ou relatórios apresentados. Art. 14. As atividades de Estágio Supervisionado são coordenadas, em parceria, pelo Labes, pelos professores-supervisores e pelos professores-orientadores. Art. 15. Compete aos professores-orientadores: I. prestar orientação técnica e pedagógica para o desenvolvimento das atividades de estágio; II. avaliar os Projetos de Intervenção e dos Relatórios de Estágio; III. avaliar a regência; IV. exercer outras funções ligadas à sua área de atuação. CAPÍTULO II DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO Art. 16. As atividades do Estágio Supervisionado devem ser desenvolvidas individualmente ou em grupos formados por até três alunos. Parágrafo único. O grupo formado por até 3 alunos deve desenvolver suas atividades na mesma Instituição concedente de estágio, na mesma turma e ter o mesmo ProfessorOrientador, sob pena de ser reprovado se assim não proceder. Art. 17. O Estágio Supervisionado está organizado em cinco diferentes momentos, a serem desenvolvidos em cada um dos módulos: I. análise das condições gerais de produção do ensino e aprendizagem na escola ou instituição observada; II. análise das condições de produção do ensino e aprendizagem do conteúdo específico de formação do estagiário; III. elaboração de um projeto de intervenção; IV. aplicação do projeto de intervenção em pelo menos uma das turmas observadas; V. análise dos resultados da aplicação do projeto de intervenção. § 1° A análise das condições gerais de produção do ensino e aprendizagem na escola ou instituição observada corresponde à elaboração de um roteiro detalhado de observação, direta ou indireta, em que sejam consideradas e analisadas: I. as instalações físicas da escola (estado de conservação, número de salas, qualidade do acervo e do acesso à biblioteca, disponibilidade de laboratórios e recursos audiovisuais, etc.); II. as condições de oferta do ensino (número de vagas, número de alunos, número de professores, número de funcionários, séries abrangidas, turnos de funcionamento da escola, etc.); III. avaliação quantitativa do ensino (número de alunos por sala, número de professores por aluno, índices de evasão e repetência, etc.); IV. o perfil sócio-cultural da clientela (faixa etária dos alunos, classe econômica, ocupação, aspirações, hábitos, etc.); 96 V. o perfil sócio-cultural dos professores (qualificação, regime de dedicação, número de horas-aula, aspirações, hábitos, envolvimento em outras carreiras profissionais, etc.). § 2° A análise das condições de produção do ensino e aprendizagem do conteúdo específico da formação do estagiário também corresponde à elaboração de um roteiro detalhado de observação, direta ou indireta, em que sejam considerados e analisados: I. o programa da disciplina e sua adequação à proposta curricular em vigor para o estado de Minas Gerais; II. a análise do material didático utilizado, bem como seus critérios de escolha e seleção; III. a observação detalhada de um conjunto expressivo de aulas ministradas pelo professor da disciplina; IV. a análise das estratégias utilizadas pelo professor para o trabalho com tópicos da disciplina e a reação dos alunos à utilização dessas estratégias; V. o interesse dos alunos pela área, e seu grau de dedicação às atividades desenvolvidas; VI. o diagnóstico, comprovado, de alguns dos principais problemas dos alunos relativos à disciplina observada. § 3°. O Projeto de Intervenção a ser desenvolvido consiste na proposição de uma estratégia de curto prazo de superação de um dos problemas detectados, com o consentimento do professor e sua inclusão no programa da disciplina. O projeto deve envolver: I - eleição de um (e apenas um) entre os problemas diagnosticados; II - pesquisa bibliográfica sobre o problema eleito, com a sua delimitação e a formulação de hipóteses sobre a sua ocorrência na comunidade observada; III - proposição de estratégias de superação do problema, vinculando objetivos e metodologia; IV - redação do projeto propriamente dito, nos moldes do Art. 23. § 4° A aplicação do Projeto de Intervenção consiste na atividade de regência, que deve ser caracterizada por: I. compilação e preparação do material didático a ser utilizado na aplicação do Projeto de Intervenção; II. preparação e discussão das estratégias de intervenção; III. elaboração de exercícios e outras atividades de avaliação; IV. redação de um Plano de Aula detalhado para cada aula da intervenção; V. aplicação do projeto de intervenção; VI. correção dos exercícios ou outras atividades de avaliação desenvolvidas; VII. tabulação e sistematização dos dados obtidos; VIII. interpretação dos dados. § 5° A análise dos resultados da aplicação do Projeto de Intervenção, com a discussão dos problemas encontrados, bem como a análise das condições de produção do ensino e aprendizagem, constitui o Relatório de Estágio, que dever ser apresentado nos moldes do Art. 26. TÍTULO IV DA AVALIAÇÃO CAPÍTULO I DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 97 Art. 18. As atividades de Estágio Supervisionado são avaliadas pela frequência e pelo aproveitamento. § 1° É considerado aprovado o aluno que, no conjunto das atividades de estágio, obtém frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e aproveitamento igual ou superior a 60,0 (sessenta) pontos. § 2º O estagiário/grupo que obtiver nota inferior a 50% (cinqüenta por cento) da estabelecida para o Projeto de Intervenção, Prova-Aula e Relatório, pode refazer a atividade e entregá-la ao Labes, no prazo estipulado pelo Professor Supervisor, sendo considerada somente a segunda nota obtida. § 3° O estagiário reprovado em nota e/ou freqüência deve submeter-se novamente ao desenvolvimento das atividades previstas, em regime de dependência/repetência, não sendo permitida a convalidação da carga horária e/ou das atividades já desenvolvidas. Art. 19. A avaliação do estagiário é feita: I. no 1º semestre pelo: a) professor-supervisor, com o valor de 60 (sessenta) pontos; b) professor-orientador, com o valor de 15 (quinze) pontos; c) professor-supervisor na Semana das Licenciaturas e Jornada das Licenciaturas, com o valor de 25 (vinte e cinco) pontos. II. no 2º semestre pelo: a) professor-supervisor, com o valor de 60 (sessenta) pontos; b) professor-orientador, com o valor de 30 (trinta) pontos; c) próprio estagiário, com o valor de 10 (dez) pontos. Art. 20. A avaliação do professor-supervisor e do professor-orientador compreende: I. no 1º semestre: a) análise do Projeto de Intervenção, com o valor de 25 (vinte e cinco) pontos; b) análise do Relatório de Estágio, com o valor de (25 vinte e cinco) pontos; c) análise da Prova-Aula da Regência, com o valor de 25 (vinte e cinco) pontos; d) avaliação da Semana das Licenciaturas e Jornada das Licenciaturas, com o valor de 25 (vinte e cinco) pontos. II. no 2º semestre: a) análise do Projeto de Intervenção, com o valor de 30 (trinta) pontos; b) análise do Relatório de Estágio, com o valor de 30 (trinta) pontos; c) análise da Prova-Aula e da Regência, com o valor de 30 (trinta) pontos. Art. 21. O processo de avaliação é coordenado pelo Labes, que recolhe todos os trabalhos e documentos, bem como as notas do professor-orientador, e os encaminha ao professorsupervisor, a quem cabe o lançamento da nota e da frequência. CAPÍTULO II DOS PROJETOS DE INTERVENÇÃO Art. 22. Os Projetos de Intervenção devem estar subdivididos em cinco seções, a saber: 98 I. Justificativas. II. Delimitação do problema. III. Objetivos. IV. Metodologia. V. Cronograma. Parágrafo único. As seções constantes do caput deste artigo, seguem orientações detalhadas no Manual para o Projeto de Intervenção, que é fornecido pelo Labes de forma impressa ou on line. Art. 23. Do ponto de vista da forma, os Projetos de Intervenção devem: I. trazer capa (de papel), com a indicação do(s) autor(es), título do projeto, local e data de realização; II. trazer folha de rosto, com o nome e o número dos integrantes do grupo, indicação do tipo de texto, da disciplina cursada, do professor-supervisor, local e data de realização; III. trazer sumário, com indicação das subdivisões do Projeto e respectivas páginas; IV. ser impressos ou datilografados, em fonte 12, preta, arial ou times new roman, em papel A4, branco, com folhas numeradas; V. ter até 10 páginas de texto, exclusive capa, folha de rosto, sumário, referências e anexos; VI. trazer as referências segundo o padrão da ABNT; VII. obedecer à norma culta da língua portuguesa. Art. 24. Os Projetos de Intervenção são avaliados pelo professor-supervisor e pelo professororientador e correspondem a 25% (25 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 1º semestre e a 30% (30 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 2º semestre. § 1° O professor-supervisor atribui ao Projeto de Intervenção nota de 0 (zero) a 20 (pontos), segundo os critérios de correção constantes no Anexo III, no 1º e 2º semestres. § 2° O professor-orientador atribui ao Projeto de Intervenção nota de 0 (zero) a 5 (cinco) pontos, no 1º semestre e de 0 (zero) a 10 (dez) pontos no 2º semestre, segundo os critérios de correção constantes no Anexo IV. § 3° Projetos idênticos ou similares de alunos pertencentes a grupos diferentes implicam a reprovação na disciplina, independentemente da nota alcançada nas outras avaliações. § 4° Havendo necessidade, o professor-supervisor pode empreender, a seu critério, avaliação escrita ou arguição oral sobre o projeto apresentado, para investigar a autenticidade de sua autoria ou esclarecer pontos obscuros da proposta. Art. 25. O Projeto de Intervenção deve ser entregue ao Labes, pelo estagiário/grupo, em duas vias, na data determinada no início de cada período letivo, mediante protocolo. § 1° São aceitos Projetos de Intervenção entregues até uma semana após o encerramento do prazo, mas os retardatários são punidos em 25% (vinte e cinco por cento) da nota e após 10 (dez) dias a contar da semana concedida, não mais são aceitos, ficando o estagiário sem os respectivos pontos. 99 § 2° Não são aceitas grades de avaliação que não tenham sido assinadas pelo professororientador ou que tenham sido entregues fora do prazo e na ausência da avaliação do professor-orientador, são consideradas apenas as notas do professor-supervisor. CAPÍTULO III DOS RELATÓRIOS DE ESTÁGIO Art. 26. Os Relatórios de Estágio devem estar subdivididos em cinco seções, a saber: I. introdução; II. condições de produção do ensino e aprendizagem de maneira geral; III. condições de produção do ensino e aprendizagem da disciplina específica de formação do estagiário; IV. atividade de Regência, que compreende a apresentação dos planos de aula elaborados e a descrição da atividade de intervenção; V. conclusões. Parágrafo Único. O relatório deve ser desenvolvido com rigor científico, envolvendo: I. justificativas detalhadas e exemplificação farta sobre as principais observações realizadas; II. consistência na análise dos dados, relacionando-os entre si e a outros fenômenos observáveis em outras instâncias de produção do conhecimento científico; III. apresentação, sob a forma de anexos, e a título de corpora, de todo o material analisado; IV. amparo na análise realizada por outros teóricos, com a discussão dos problemas e limitações da análise realizada. Art. 27. Do ponto de vista da forma, os Relatórios de Estágio devem: I. trazer capa (de papel), com a indicação do(s) autor(es), título do projeto, local e data de realização; II. trazer folha de rosto, com o nome e o número dos integrantes do grupo, indicação do tipo de texto, da disciplina cursada, do professor-supervisor, local e data de realização; III. trazer sumário, com indicação das subdivisões do Projeto e respectivas páginas; IV. ser impressos ou datilografados, em fonte 12, preta, arial ou times new roman, em papel A4, branco, com folhas numeradas; V. ter até 20 páginas de texto, exclusive capa, folha de rosto, sumário, referências e anexos; VI. trazer as referências segundo o padrão da ABNT; VII. obedecer à norma culta da língua portuguesa. Art. 28. Os Relatórios de Estágio são avaliados pelo professor-supervisor e pelo professororientador e correspondem a 25% (25 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 1º semestre e a 30% (30 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 2º semestre. § 1° O professor-supervisor atribui ao Relatório de Estágio nota de 0 (zero) a 20 (pontos), segundo os critérios de correção constantes no Anexo V. § 2° O professor-orientador atribui ao Relatório de Estágio nota de 0 (zero) a 5 (cinco) pontos no 1º semestre e 10 (dez) pontos no 2º semestre, segundo os critérios de correção constantes no Anexo VI. 100 § 3° Relatórios idênticos ou similares de alunos pertencentes a grupos diferentes implicam a reprovação na disciplina, independentemente da nota alcançada nas outras avaliações. § 4° Havendo necessidade, o professor-supervisor pode empreender, a seu critério, avaliação escrita ou arguição oral sobre o relatório apresentado, para investigar a autenticidade de sua autoria ou esclarecer pontos obscuros da proposta. Art. 29. Os Relatórios devem ser entregues ao Labes, pelo estagiário/grupo, em duas vias, na data determinada no início de cada período letivo, mediante protocolo. § 1° São aceitos Relatórios de Estágio entregues até uma semana após o encerramento do prazo, mas os retardatários são punidos em 25% (vinte e cinco por cento) da nota e após 10 (dez) dias a contar da semana concedida, não mais são aceitos, ficando o estagiário sem os respectivos pontos. § 2° Não são aceitas grades de avaliação que não tenham sido assinadas pelo professororientador ou que tenham sido entregues fora do prazo e na ausência da avaliação do professor-orientador, são consideradas apenas as notas do professor-supervisor. CAPÍTULO IV DA PROVA-AULA E DA REGÊNCIA Art. 30. Em cada módulo do Estágio Supervisionado o estagiário ou grupo de estagiários deve submeter-se a pelo menos duas atividades de regência de 40 (quarenta) minutos cada uma, que consistem: I. na simulação da aplicação, durante as sessões de supervisão, do Projeto de Intervenção elaborado (Prova-Aula); II. na aplicação efetiva, junto à turma observada na instituição concedente do Estágio, do Projeto de Intervenção elaborado (Prova de Regência). Art. 31. A Prova-Aula e a Prova de Regência são avaliadas, respectivamente, pelo professorsupervisor e pelo professor-orientador, e correspondem a 25% (25 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 1º semestre e a 30% (30 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 2º semestre. § 1° O professor-supervisor atribui à Prova-Aula nota de 0 (zero) a 20 (pontos), segundo os critérios de correção constantes no Anexo VII, no 1º e 2º semestres § 2° O professor-orientador atribui à Prova de Regência nota de 0 (zero) a 5 (cinco) pontos no 1º semestre e de 0 (zero) a 10 (dez) pontos no 2º semestre, segundo os critérios de correção constantes no Anexo VIII. § 3° A Grade de Avaliação da Prova de Regência, devidamente preenchida e assinada pelo professor-orientador, deve ser entregue ao Labes, pelo estagiário/grupo na data determinada no início de cada período letivo, mediante protocolo. § 4° Na ausência da avaliação do professor-orientador, são consideradas apenas as notas do professor-supervisor. 101 CAPÍTULO V DA AUTO-AVALIAÇÃO Art. 32. A auto-avaliação é feita, de forma individual, mediante o preenchimento de grade específica definida no Anexo IX. § 1º A grade de auto-avaliação, devidamente preenchida e assinada pelo estagiário, deve ser entregue ao professor supervisor, na data determinada no início de cada período letivo. § 2° Na ausência da grade de auto-avaliação, os pontos a ela correspondentes não são atribuídos ao estagiário. TÍTULO V DOS DIREITOS E DEVERES DO ESTAGIÁRIO CAPÍTULO I DOS DEVERES DO ESTAGIÁRIO Art. 33. Cabe ao estagiário: I. cumprir o previsto neste Regulamento, nas normas e no Programa de Estágio; II. submeter-se às normas estabelecidas pela instituição concedente do Estágio; III. cumprir a carga horária mínima prevista para o Estágio; IV. compatibilizar jornada de atividades de estágio com o horário escolar e turno de trabalho; V. entregar, dentro dos prazos previstos, os documentos do Estágio; VI. requerer o credenciamento da instituição concedente de estágio e do professor-orientador; VII. obter vaga para Estágio na rede pública ou particular de ensino; VIII. Cumprir outras funções inerentes ao estágio. CAPÍTULO II DOS DIREITOS DO ESTAGIÁRIO Art. 34. São direitos do Estagiário: I. contar com a supervisão de um professor da Univás para a orientação textual e metodológica necessária ao desenvolvimento do Projeto de Intervenção e do Relatório de Estágio; II. decidir a série, a turma, o turno, o professor-orientador e a unidade de ensino junto aos quais irá desenvolver as atividades de Estágio, desde que credenciados e compatíveis com a ementa da disciplina. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 35. Os casos omissos neste Regulamento são resolvidos pelo Colegiado do Labes e, em grau de recurso, pelo Diretor da Unidade Acadêmica e, deste, pela Pró-Reitoria de Graduação. Art. 36. Os anexos integram este Regulamento. Art. 37. Este Regulamento entra em vigor para todos os alunos matriculados nos períodos em que é oferecido estágio supervisionado nos cursos de licenciatura da Univás a partir do primeiro semestre de 2010.