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Projeto Pedagógico
Curso de Pedagogia
Pouso Alegre – M.G
2012
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ESTRUTURA UNIVERSITÁRIA
Presidente da Fundação
Sr. Benedito Sinval Caputo da Costa
Reitor
Prof. Dr. Félix Carlos Ocáris Bazzano
Vice-Reitora
Profª Ms. Maria Aparecida Silva Mariosa
Pró-Reitora de Graduação
Profª Ms. Maria Aparecida Silva Mariosa
Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação
Profª Dra. Daniela Francescato Veiga
Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários
Prof. Carlos de Barros Laraia
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli
Diretor Acadêmico
Prof. Ms. Benedito Afonso Pinto Junho
Vice-Diretor
Prof. Dr. Newton Guilherme Vale Carrozza
Curso de Pedagogia
Coordenadora
Profª Dra. Sandra Maria da Silva Sales Oliveira
Vice-Coordenadora
Profª Magali Aparecida Castro Costa
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SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO.......................................................................................................6
1.1 Histórico da Universidade do Vale do Sapucaí.......................................................6
1.2 Identificação da Instituição Mantenedora..............................................................8
1.3. Identificação da Instituição Mantida .....................................................................8
1.4. Missão da Univás .....................................................................................................8
1.5 Objetivos e Diretrizes Pedagógicas da Univás .......................................................9
2 CONTEXTO EDUCACIONAL ...............................................................................11
2.1 Histórico do Curso...................................................................................................11
2.2 Objetivos...................................................................................................................13
3. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO.............................................................17
3.1.Competencias e Habilidades...................................................................................17
4. ESTRUTURA CURRICULAR................................................................................19
4.1 Núcleos de Estudos .................................................................................................19
4.2. Representação Gráfica do Perfil de Formação....................................................22
4.3 Matriz Curricular ...................................................................................................22
4.4 Componentes Curriculares ....................................................................................25
5 METODOLOGIA.......................................................................................................71
6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM .............................72
7 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...........................................................................73
8 FORMAS DE ACESSO AO CURSO.......................................................................73
9 ESTÁGIO SUPERVISIONADO...............................................................................74
10 ATIVIDADES ACADÊMICO CIENTÍFICO CULTURAIS ............................ 74
11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC ........................................ 75
12 APOIO AO DISCENTE...........................................................................................77
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13 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS NO
PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM .............................................................. 78
14 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE............................................................79
15 CORPO DOCENTE.................................................................................................80
16 INFRAESTRUTURA...............................................................................................80
17 LABORATÓRIO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO
ESPECIAL.....................................................................................................................81
18 LUDOTECA .............................................................................................................81
19 ANEXOS ...................................................................................................................83
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QUADRO DE DESCRITORES DO CURSO DE PEDAGOGIA
Denominação do Curso
Modalidade
Regime
Carga horária do Curso
Pedagogia
Licenciatura – Presencial
Seriado Semestral
3.200 horas
(DCN)
Carga horária do Curso
3.232 horas
(PPC)
Número de Vagas/ano
Turno de Funcionamento
Ultima alteração da Matriz
60
Noturno
2012
Curricular
Tempo de Integralização
Mínimo = 7 semestres
Máximo = 12 semestres
Coordenadora do Curso
Formação da Coordenadora
Profª Dra.Sandra Maria da Silva Sales Oliveira
Graduação em Psicologia e Pedagogia
Mestrado em Avaliação Psicológica
Doutorado em Psicologia
Regime de Trabalho da
40 horas
Coordenadora
Tempo de Dedicação à
20 horas
Coordenação
Autorização
Decreto 70.594, de 23/5/72
Reconhecimento
Decreto 79.560, de 20/4/77
Renovação de
Reconhecimento
Diretrizes Curriculares
Nacionais
Decreto MG, de 12/12/05
Resolução do CNE/CP nº 1, de 15 de maio de 2006.
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1 APRESENTAÇÃO
1.1. Histórico da Universidade do Vale do Sapucaí
A Universidade do Vale do Sapucaí - Univás nasceu da fusão da Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli com a Faculdade de Ciências Médicas Dr.
Antonio Garcia Coutinho, com o nome de Universidade de Pouso Alegre – Unipa, em
8/10/1999, pelo Decreto do Governador do Estado nº 40.627. Em 2001, visando ampliar o
raio de ação da Universidade em toda a região do Vale do Sapucaí, foi solicitada, ao Conselho
Estadual de Educação, a alteração do nome para Universidade do Vale do Sapucaí – Univás.
A aprovação veio com o Decreto Estadual nº 42.213, de 21/12/2001.
A Univás é mantida pela Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí, que é uma
instituição particular, sem fins lucrativos, sendo administrativa e financeiramente autônoma,
criada pela Lei Estadual nº 3.227, de 25 de novembro de 1964.
A Faculdade de Ciências Médicas Dr. José Antônio Garcia Coutinho - Facimpa, hoje
Faculdade de Ciências da Saúde Dr. José Antonio Garcia Coutinho, primeira unidade
acadêmica da Universidade, obteve autorização para funcionamento de seu Curso de
Medicina pelo Decreto nº 63.666, em 21 de novembro de 1968, e reconhecimento pelo
Decreto nº 75.016 de 02/12/74. Realizou, em fevereiro de 1969, com grande sucesso o seu
primeiro vestibular e, em novembro do mesmo ano, a 1ª Semana Médica, que se tornou uma
tradição, possibilitando a presença dos mais renomados conferencistas da área médica
brasileira.
A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli- Fafiep obteve
autorização pelo Decreto nº 70.594, em 23/5/1972, com cursos de licenciatura em Ciências
Biológicas, História, Letras e Pedagogia, que funcionam regularmente desde 1972.
A Universidade do Vale do Sapucaí está localizada na cidade de Pouso Alegre, Sul de
Minas Gerais, às margens da Rodovia Fernão Dias – BR 381, numa área estratégica e de
acesso aos três maiores centros de produção e consumo do país. A cidade é um centro
industrial, educacional, e está próxima das estâncias hidrominerais, circuito das malhas e do
vale da eletrônica e, situada em uma região com grande potencial em turismo ecológico.
A Univás rege-se pela legislação brasileira da educação superior, por seu Estatuto,
Regimento Geral, por atos normativos internos e, no que couber, pelo Estatuto da Fundação
7
de Ensino Superior do Vale do Sapucaí, sua Mantenedora. É uma instituição de ensino
superior presente em Pouso Alegre há quatro décadas, que ao longo de sua existência formou
mais de 10.000 profissionais atuantes no mercado de trabalho.
A Universidade oferece educação nos níveis de graduação e pós-graduação stricto
sensu e lato sensu, com objetivos de desenvolver conhecimentos e habilidades com as
competências necessárias para o futuro profissional. Alguns de seus cursos estão localizados
na Unidade Central, na Av. Cel. Alfredo Custódio de Paula, 320, Centro e outros na Unidade
Fátima, na Av. Prefeito Tuany Toledo, 470, Fátima I.
A Univás conta na área da saúde com o Hospital das Clínicas Samuel Libânio, um
Hospital Universitário, que é referência para 54 municípios do Sul de Minas, e atende uma
população de, aproximadamente, um milhão e duzentos mil habitantes.
O Corpo Docente da Univás dispõe de um número de mestres e doutores superior ao
exigido pelo Ministério da Educação - MEC.
Em 2004, é realizado na Univás o 1º Congresso de Iniciação Científica com a abertura
do evento pelo presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais –
FAPEMIG. Esse evento significou a entrada do acadêmico na área da pesquisa, confirmando
a Iniciação Científica como um das vocações da Univás.
Em 2005, é recomendado pela CAPES o projeto de Atendimento de Turma Especial
(Tipo Minter) pelo Programa em Cirurgia Plástica Reparadora da Universidade Federal de
São Paulo – UNIFESP oferecido pela Univás.
Nos dias 23 e 24 de março de 2006 houve a primeira eleição, na qual foi eleito pela
comunidade acadêmica formada por professores, alunos e funcionários o primeiro Reitor da
Univás, por um número de votos expressivo. A posse aconteceu no dia 12 de maio de 2006.
Em 16 de abril de 2007, por Decreto do Governador do Estado, a Univás obteve o
reconhecimento, pelo prazo de cinco anos, do Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu em
Bioética – Mestrado Acadêmico.
Em 13 de julho de 2007, por Decreto do Vice-Governador, no exercício do cargo de
Governador do Estado, a Univás obteve o reconhecimento, pelo prazo de quatro anos, o Curso
de Pós-Graduação Stricto Sensu em Linguística – Mestrado Acadêmico.
Em 2008, é aprovado o projeto de Atendimento de Turma Especial de DINTER pelo
Programa de Pós-Graduação em Cirurgia Plástica da Universidade Federal de São Paulo –
UNIFESP oferecido pela Univás.
A Universidade obteve a renovação de seu credenciamento pelo prazo de 5 (cinco)
anos, conforme Decreto de 17/10/2005, publicado no Diário Oficial de Minas Gerais, de
8
18/10/2005. O recredenciamento deu-se pelo prazo, também, de 5 (cinco) anos, conforme
Portaria MEC nº 1139, de 12/9/2012, publicada no Diário Oficial da União, de 13/09/2012,
nº 178, Seção 1, p. 106.
Ciente de sua missão, empenhada na concretização da visão a que se propõe e
ancorada nos valores e objetivos que a fundamentam, a Univás procura cumprir seu
compromisso com o aluno e com a sociedade em que se acha inserida.
1.2 Identificação da Instituição Mantenedora
NOME
: FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO VALE DO SAPUCAÍ
SIGLA
: FUVS
ENDEREÇO : AV. CEL. ALFREDO CUSTÓDIO DE PAULA, 240
CIDADE
: POUSO ALEGRE – CEP 37.550-000
TELEFONE ; (35) 3449 2100– FAX: (35) 3449 2189
E-MAIL
: [email protected]
1.3 Identificação da Instituição Mantida
NOME
: UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ
SIGLA
: UNIVÁS
ENDEREÇO : AV. PREFEITO TUANY TOLEDO, 470
BAIRRO
: FÁTIMA I
CIDADE
: POUSO ALEGRE – CEP 37.550-000
TELEFONE
: (35) 3449 2300 – FAX: (35) 3449 2300
E-MAIL
: [email protected]
HOME PAGE : www.univas.edu.br
1.4 Missão da Univás
A Universidade do Vale do Sapucaí – Univás, em consonância com suas funções de
ensino, pesquisa e extensão e inspirada nos princípios e fins da educação nacional, tem por
missão:
9
Contribuir para a formação de indivíduos éticos, socialmente responsáveis
e competentes, que possam ser elementos de transformação social na
construção de um mundo sempre mais justo, livre e democrático.
1.5 Objetivos e Diretrizes Pedagógicas da Univás
Centrada no diálogo e no trabalho em equipe, respeitando os direitos humanos,
comprometida com a justiça, a verdade e a ética, a Univás procura desenvolver uma prática
reflexiva e humanística promovendo o ser humano em consonância com suas funções de
ensino, pesquisa e extensão inspiradas nos princípios e fins da educação nacional.
No exercício de sua autonomia, de acordo com os ditames legais e regimentais,
respeitando o princípio da indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão, a Univás tem
como principais objetivos:
I) cumprir função humanística, contribuindo para o processo de consolidação da cidadania
brasileira, mediante a primazia da pessoa humana sobre a matéria; primazia do bem comum
sobre o bem individual; primazia da justiça e da fraternidade no relacionamento entre as
pessoas e da correlação dos direitos e deveres de cada um;
II) cumprir função cultural, estimulando as diversas produções culturais, principalmente as
regionais, promovendo a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de
publicações ou de outras formas de comunicação;
III) cumprir função social, atendendo permanentemente a comunidade por meio de projetos e
ações integradas, estimulando propostas junto aos diversos setores da sociedade em todos os
campos e níveis do saber;
IV) cumprir função formadora e transformadora, investindo no aluno, para formar diplomados
em cidadãos competentes, socialmente responsáveis e empreendedores nas diversas áreas do
10
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no
desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;
V) cumprir função renovadora, buscando o ajuste contínuo às mudanças por que passa a
sociedade, criando e reformulando cursos, adotando a flexibilidade como características de
métodos, critérios e currículos;
VI) cumprir função científica, incentivando o trabalho de pesquisa e a investigação,
desenvolvendo o entendimento do homem e do meio em que vive e mantendo a possibilidade
de expressão de diferentes linhas de pensamento;
VII) cumprir função administrativa, buscando a viabilidade financeira das atividades
exercidas, aumentando a produtividade e a competitividade com redução de custos e sem
prejuízo do nível de qualidade;
VIII) cumprir função empreendedora, valorizando o corpo discente como polo convergente
das atividades da Univás, valorizando o corpo técnico-administrativo como apoio
imprescindível, valorizando o corpo docente como agente fundamental no desenvolvimento
das ações que propiciem o alcance dos objetivos da Instituição.
11
2 CONTEXTO EDUCACIONAL
2.1 Histórico do Curso
A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras “Eugênio Pacelli” foi criada pelo Decreto
70.594 de 23 de maio de 1972. É um estabelecimento de ensino superior da Universidade do
Vale do Sapucaí, credenciada pelo Decreto nº 40.627, de 8 de outubro de 1999 do Governo do
Estado de Minas Gerais.
O Curso de Pedagogia foi criado em 1972, com ato de reconhecimento federal
publicado no decreto nº. 79.560, de 20 /04/1977 e reconhecido em 16 de abril de 1993, pela
portaria nº 577, com habilitação de Magistério Matérias Pedagógicas e Administração Escolar
e autorizado pelo Decreto Estadual nº 70.594-72. Posteriormente, o curso de Pedagogia foi
reformulado pelo decreto nº 97.439, de 06 de janeiro de 1989, acrescentando em sua matriz
curricular Orientação Educacional e Supervisão Escolar de 1º e 2º graus.
A
Orientação
Educacional
e
a
Supervisão
Escolar
eram
oferecidas
em
complementação às disciplinas da grade já existente com a carga horária compensada às
sextas-feiras e sábados, no período matutino e vespertino. Os alunos egressos retornavam ao
curso, em sistema presencial, habilitando-se em Orientação Educacional ou Supervisão
Escolar. Em 1997, houve uma readaptação curricular e o curso passou a ser oferecido de
segunda-feira à sexta-feira, no período noturno, com habilitações em Supervisão de Ensino
Fundamental e Médio e magistério das matérias pedagógicas e direito de ministrar aulas no
ensino fundamental de 1ª a 4ª séries. Em 1998, foi feita nova reformulação curricular, que foi
autorizada pelo Parecer do Conselho Estadual de Educação, nº. 214/99, estabelecendo carga
horária total do curso de 3.332 horas, para oferta da habilitação para Magistério das Matérias
Pedagógicas do 2o. Grau e Supervisão Escolar, autorizada também a oferta de
complementação pedagógica em Administração Escolar e Orientação Escolar. Em 2000, foi
feita correção na estrutura curricular que contempla regime semestral, com uma entrada anual.
Esta estrutura curricular está organizada com sete períodos, módulo aula de 50 minutos e
carga horária total do curso de 2.516 horas.
Em 1999, com a visita do Conselho Estadual de Educação para o credenciamento da
Universidade, foi sugerida uma nova Grade Curricular, pelo excesso de carga horária da
matriz curricular anterior. Em 2000, os alunos ingressantes iniciaram o curso com a vigência
da matriz curricular modificada sob orientação das técnicas do Conselho Estadual da
12
Educação junto com a coordenação do curso e aprovação do Colegiado do curso de
Pedagogia.
Para os ingressantes, em 2006, houve uma readaptação curricular em relação aos
componentes curriculares do curso. Esta alteração foi ainda anterior às novas Diretrizes
Curriculares, oferecendo as habilitações em Supervisão Escolar no Ensino Fundamental e
Médio, Matérias Pedagógicas no Ensino Médio, com carga horária total de 2.754 horas/aula,
para os formandos até 2009.
Em 2007, com a publicação das atuais Diretrizes Curriculares dos Cursos de
Pedagogia, Resolução do CNE/CP,de 15 de maio de 2006, que define em seu artigo 2º a
docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de
Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de
serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos
pedagógicos, foi oferecido um novo plano curricular. Em função de uma melhor organização
didática pedagógico na articulação dos conteúdos disciplinares, foi proposta ao Consepe uma
readaptação curricular, que foi aprovada e oferecida para os ingressantes em 2008.
Em 2009, a proposta pedagógica sofreu modificações para que o curso fosse
readaptado para atender aos pedidos feitos por uma avaliação das turmas que iniciaram após a
publicação das novas diretrizes em fevereiro de 2007, acrescentando componentes
curriculares solicitados pelos acadêmicos e analisados pela coordenação e pelo Colegiado do
curso de Pedagogia, além de refazer a prática pedagógica com projetos de extensão. Os
componentes oferecidos com a mudança são referentes aos conteúdos da arte e educação:
música, teatro e dança (artes em geral) na escola e metodologia da educação física. Conforme
as Leis 9131/95, 9394/96; Parecer CEB 022/98; Resolução 451/03, Lei 10793/03, Lei
9394/96, Lei 5692/71, foram realizadas mudanças integrando novos componentes curriculares
para atender às atualizações necessárias ao curso devido à demanda exigida.
O curso de Pedagogia da Univás tem por missão a busca da formação de pedagogos
qualificados com competências e habilidades necessárias para atuar e intervir em vários
contextos educativos escolares e sociais de forma crítica, incorporando saberes e fazeres
significativos à compreensão e desenvolvimento da ciência e tecnologia, percebendo relações
de poder que envolvem todo o processo econômico-político e cultural que interfere na práxis
educativa de um Estado ou Nação.
Busca princípios estéticos da sensibilidade, criatividade, ludicidade, qualidade e
diversidade de manifestações artísticas e culturais, meio ambiente, além do direito à saúde, ao
amor, à aceitação, e de uma educação inclusiva dos acadêmicos para fazerem parte do
13
ambiente educacional, ocorrendo um trabalho integrado entre diferentes áreas para
construir uma formação profissional plena.
Nesta perspectiva construímos uma matriz curricular direcionando os conteúdos para
um trabalho interdisciplinar entre essas disciplinas por sua abrangência cultural e profissional
na formação do pedagogo atual.
Optou-se para o enfoque da Inclusão e a matriz foi composta com componentes
curriculares direcionados pela amplitude dos assuntos e oferecidos como extensão e pósgraduação, cursos de educação inclusiva para professores da rede municipal de educação,
alunos egressos e também outros profissionais da região.
O Projeto Pedagógico, articulado pelo Coordenador do Curso de Pedagogia da Univás,
é um instrumento de trabalho, construído com a participação dos docentes e do Núcleo
Docente Estruturante apresentando uma dimensão política, no sentido de estar
compromissado com a formação do cidadão para o contexto social existente. Além disso,
apresenta ainda uma dimensão pedagógica, porque alcança a intencionalidade do curso, que é
formar o cidadão responsável, participativo, crítico e criativo.
Como projeto pedagógico de curso, retrata a reflexão e o trabalho coletivo dos agentes
envolvidos no atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais e às necessidades específicas
dos acadêmicos, concretizando, assim, a identidade do curso e o oferecimento de garantias
para um ensino de qualidade.
Como instrumento balizador do desenvolvimento acadêmico, este Projeto manifesta a
prática pedagógica do curso, dando direção às atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Sendo assim, o Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia é entregue à comunidade
acadêmica, como resultado de um planejamento coletivo que define ações, visando à efetiva
concretização de seus propósitos.
2.2 Objetivos
Tendo em vista o perfil profissional que se pretende formar, o curso de Pedagogia tem
os seguintes objetivos gerais:
 promover uma prática educativa que leve em conta as características individuais e a
pluralidade cultural;
 possibilitar ao aluno formação crítico-social para que ele possa ser um elemento
participativo, autônomo e criativo na sociedade, para atuar em busca de uma vida melhor;
14
 propiciar condições por meio de pesquisa, para que o aluno possa ser construtor do seu
próprio saber;
 apresentar as diferentes áreas do saber como um processo interdisciplinar em que todas as
partes estabelecem relações com um todo;
 desenvolver a capacidade de compreensão ampla e consistente do fenômeno e da prática
educativa.
Os objetivos específicos que o curso pretende alcançar, em relação a seus alunos, é leválos a:
 compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir para o
seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual e social;
 fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental,
assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria;

identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa
e pro positiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para a superação
de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras;

participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação,
coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;

estimular a produção científica docente e discente;
 analisar situações e relações interpessoais em que os envolvidos tenham um
distanciamento profissional necessário para compreender de forma crítica toda a dinâmica
escolar e social;

intervir nas situações educativas com sensibilidade e competência profissional buscando
articular teoria e prática;

proporcionar ao aluno oportunidades de realizar pesquisas propondo respostas criativas às
questões da qualidade do ensino e medidas que viessem superar a exclusão social;

desenvolver a capacidade para estabelecer diálogo entre a área educacional e as demais
áreas do conhecimento e a capacidade do aluno para dominar processos e meios de
comunicação em suas relações com problemas educacionais;

capacitar o futuro pedagogo para que atue eficazmente com jovens e adultos defasados em
seu processo de escolarização;

desenvolver a capacidade de articular ensino e pesquisa na execução da prática
pedagógica;
15

desenvolver a capacidade de trabalhar com metodologias e materiais pedagógicos
adequados à utilização das tecnologias, da informação e da comunicação nas práticas
educativas;
 desenvolver o compromisso com uma ética de atuação profissional e com a organização
democrática da vida em sociedade;
 fazer a articulação da atividade educacional nas diferentes formas de gestão educacional,
na organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e avaliação de
propostas pedagógicas da escola;

aprender a elaborar Projeto Pedagógico da escola caracterizado por categorias
(planejamento, organização, coordenação e avaliação) e por valores (solidariedade,
cooperação, responsabilidade e compromisso).
No que tange às áreas de atuação, o pedagogo poderá atuar no magistério na Educação
Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na
modalidade Normal, em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar,
bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.
As atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de
sistemas e instituições de ensino, englobando: planejamento, execução e coordenação,
acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da educação e de projetos e
experiências educativas não escolares, bem como produção e difusão do conhecimento
científico intra e extra escola.
As competências e habilidades que o curso de Pedagogia pretende desenvolver em
seus alunos são:

a compreensão dos diversos domínios do conhecimento pedagógico e dos conteúdos
disciplinares específicos e respectivas metodologias, numa perspectiva de formação
contínua e autoaperfeiçoamento;

a participação na implementação de projetos educativos que contemplem a diversidade e
as inter-relações das distintas esferas do social: cultural, ética, estética, científica e
tecnológica;

a mobilização e integração de conhecimentos, capacidade e tecnologias para intervir
efetivamente em situações pedagógicas concretas;

a articulação, mediante práticas participativas, de recursos humanos, metodológicos,
técnicos e operativos;
16

a investigação de situações educativas, sabendo mapear contextos e problemas, captar e
analisar as contradições, argumentar e produzir conhecimentos;

a atuação ético-profissional, implicando responsabilidade social para a construção de uma
sociedade includente, justa e solidária;

o conhecimento e a articulação de conteúdos e metodologias específicas das áreas de
conhecimentos envolvidas nos diferentes âmbitos de formação e atuação profissional;

a capacidade de seleção e organização de conteúdos, de modo a converter o conhecimento
científico em conhecimento curricular, considerando contextos socioculturais e
capacidades cognitivas e afetivas dos alunos;

a articulação e integração entre saberes e processos investigativos dos diversos campos do
conhecimento, visando à formação do cidadão;

a compreensão, o cuidado e a educação de crianças de zero a cinco anos, de forma a
contribuir para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica,
intelectual e social;

a aquisição de conhecimentos metodológicos para fortalecer o desenvolvimento e as
aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram
oportunidade de escolarização na idade própria;

as condições para saber identificar problemas socioculturais e educacionais com posturas
investigativas, integrativas e propositivas em face de realidades complexas, com vistas a
contribuir para a superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais,
religiosas, políticas e outras;

a consciência de participação da gestão das instituições contribuindo para elaboração,
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico.
Nossa estratégia de ação é a de vivência de um planejamento participativo e de um
currículo amplo, levando em conta os aspectos socioculturais e do cotidiano da educação atual
e da multiplicidade dos aspectos que a envolvem para a orientação do aluno cidadão.
Procuramos trabalhar com objetivos claros voltados para as ações previamente planejadas e
revistas conjuntamente para avaliação do projeto de trabalho e sua reconstrução, buscando
sempre atingir as metas propostas pelo grupo de professores do curso.
As nossas ações, portanto, serão pautadas em conceitos como participação construtiva
do aluno e, ao mesmo tempo, intervenção do professor para aprendizagens de conteúdos
específicos que favoreçam o desenvolvimento de competências necessárias ao exercício da
profissão.
17
A equipe pedagógica se reúne sempre para refletir sobre suas ações e equacionar
procedimentos qualitativos de processo de ensino e aprendizagem, voltados para a dinâmica
de atualização exigida pelo mundo atual.
3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
Com relação ao perfil do aluno egresso, o curso de Pedagogia da Univás visa formar
um pedagogo reflexivo, crítico, com habilidades e competências para compreender as
complexas relações entre educação e sociedade e atuar nas práxis pedagógicas como
pesquisador consciente da realidade e profissionais habilitados a atuar no ensino, na
organização e gestão de sistemas unidades e projetos educacionais, tendo a docência como
base de sua formação e identidade profissional.
O pedagogo poderá atuar no magistério na Educação Infantil, nos anos iniciais do
Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino, na modalidade Normal, de Educação Profissional
na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos
pedagógicos.
As atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de
sistemas e instituições de ensino, englobando planejamento, execução e coordenação,
acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da educação e de projetos e
experiências educativas não escolares, bem como produção e difusão do conhecimento
científico intra e extra escola.
O curso de Pedagogia, no intuito de perpetuar o vínculo com os egressos, oferece
oportunidade para que estes participem das semanas de estudos da graduação e outros
eventos, além de a Univás oferecer cursos de Pós-graduação nas áreas de educação, atendendo
à demanda solicitada.
3.1 Competências e Habilidades

compreensão dos diversos domínios do conhecimento pedagógico e dos conteúdos
disciplinares específicos e respectivas metodologias, numa perspectiva de formação
contínua e autoaperfeiçoamento;
18

participação na implementação de projetos educativos que contemplem a diversidade
e as inter-relações das distintas esferas do social: cultural, ética, estética, científica e
tecnológica;

mobilização e integração de conhecimentos, capacidade e tecnologias para intervir
efetivamente em situações pedagógicas concretas;

articulação, mediante práticas participativas, de recursos humanos, metodológicos,
técnicos e operativos;

investigação de situações educativas, sabendo mapear contextos e problemas, captar e
analisar as contradições, argumentar e produzir conhecimentos;

atuação ético-profissional, implicando responsabilidade social para a construção de uma
sociedade includente, justa e solidária;

conhecimento e articulação de conteúdos e metodologias específicas das áreas de
conhecimentos envolvidas nos diferentes âmbitos de formação e atuação profissional;

seleção e organização de conteúdos, de modo a converter o conhecimento científico em
conhecimento curricular, considerando contextos socioculturais e capacidades cognitivas
e afetivas dos alunos;

promoção da articulação e integração entre saberes e processos investigativos dos
diversos campos do conhecimento, visando à formação do cidadão;

compreensão, cuidado e educação de crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir
para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual e
social;

conhecimentos metodológicos para fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de
crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de
escolarização na idade própria;

identificação de problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa,
integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para a
superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas
e outras;

participação da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação,
coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico.
19
4 ESTRUTURA CURRICULAR
4.1. Núcleos de Estudos Básicos
Conteúdos
Carga
Horária
Língua Portuguesa: Oralidade e Escrita
64
Sociologia da Educação
32
Tópicos Especiais: Antropologia e Educação
32
Didática: Introdução ao Ensino Infantil e Fundamental
80
Dinâmica Psicossocial
32
Metodologia da Educação Física: Corporeidade e Expressão
32
Arte educação: Música, Teatro e Dança
64
Fundamentos de Tecnologia Educacional
32
Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos
64
Didática: Teoria Pedagógica
64
Sociologia Geral
32
Arte-Educação: Processo Criativo
64
Tópicos Especiais: Formação Docente
32
Alfabetização e Letramento
64
Tecnologia, Informática e Educação
32
História da Educação
32
Filosofia
32
Psicologia da Educação: Introdução
64
Literatura Infanto Juvenil
96
Didática: Metodologia do Ensino Infantil e Fundamental
64
Psicologia da Educação: Desenvolvimento
64
Alfabetização Matemática
64
Neuroeducação
48
20
Corporeidade e Ludicidade
96
Psicologia da Educação: Aprendizagem
64
Didática: Metodologia do Ensino Fundamental e Médio
64
Metodologia da Arte e Ludicidade
80
Filosofia da Educação
32
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
48
Currículos e Programas: Ensino Infantil, Fundamental e Médio
64
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Ciências
80
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da Língua Portuguesa
64
Fundamentos Teóricos Metodológicos da Educação Física
64
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da Matemática
48
Currículo Cultura: Gestão Pedagógica
64
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de História
64
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Geografia
64
Carga Horária Total
2.080
4.2 Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos
Conteúdos
Carga
Horária
Política de Atendimento à Infância
64
Política Educacional Brasileira: Ensino Fundamental e Médio
32
Infância e suas Vivências Socioculturais
64
Educação Inclusiva
64
Educação de Jovens e Adultos: Alfabetização
64
Carga Horária Total
288
21
4.3 Núcleo de Estudos Integradores
Conteúdos
Carga
Horária
Prática de Ensino: Escola e Sociedade
64
Análise da Experiência Pedagógica: Pesquisa Quantitativa
32
Estágio Supervisionado: Educação Infantil
96
Análise de Experiência Pedagógica Abordagem Qualitativa
32
Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental
48
Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental e Médio
96
4.4
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino Infantil
80
Re
Estágio Supervisionado: Educação de Jovens e Adultos e Educação Inclusiva
96
Elaboração de Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso)
64
Prática Pedagógica de Ensino: Sala de Aula
64
ão
Prática Pedagógica nas Instituições de Jovens e Adultos
80
Gr
Atividades Complementares
112
Carga Horária Total
864
pre
sen
taç
áfic
a
Perfil de Formação
Gráfico
do
22
4.5 Matriz Curricular do Curso de Pedagogia
CARGA HORÁRIA
PERÍODO
1º
2º
3º
COMPONENTE CURRICULAR
Teórica Prática
Extraclasse
Total
Língua Portuguesa: Oralidade e Escrita
64
-
-
64
Sociologia da Educação
32
-
-
32
Tópicos Especiais: Antropologia e Educação
32
-
-
32
Didática: Introdução ao Ensino Infantil e e
Fundamental
Dinâmica Psicossocial
64
16
-
80
32
-
-
32
Metodologia da Educação Física: Corporeidade e
Expressão
Arte Educação: Música, Teatro e Dança
32
-
-
32
32
32
-
64
Fundamentos de Tecnologia Educacional
32
-
-
32
Subtotal
320
48
-
368
Língua Portuguesa: Leitura e Produção de
Textos
Didática: Teoria Pedagógica
32
32
-
64
64
-
-
64
Sociologia Geral
32
-
-
32
Arte-Educação: Processo Criativo
32
32
-
64
Tópicos Especiais: Formação Docente
32
-
-
32
Política de Atendimento à Infância
32
32
-
64
Alfabetização e Letramento
64
-
-
64
Tecnologias, Informática e Educação
32
-
-
32
Subtotal
320
96
-
416
Filosofia
32
-
-
32
História da Educação
32
-
-
32
Psicologia da Educação: Introdução
64
-
-
64
Literatura Infanto Juvenil
64
32
-
96
Política Educacional Brasileira: Ensino
Fundamental e Médio
Didática: Metodologia do
Ensino Infantil e Fundamental
Prática de Ensino: Escola e Sociedade
32
-
-
32
64
-
-
64
32
32
-
64
23
4º
5º
6º
Subtotal
320
64
-
384
Psicologia da Educação: Desenvolvimento
64
-
-
64
Infância e suas vivências socioculturais
32
32
-
64
Análise da Experiência Pedagógica:
Pesquisa Quantitativa
Alfabetização Matemática
32
-
-
32
64
-
-
64
Didática e Metodologia do Ensino
Fundamental e Médio
Corporeidade e Ludicidade
64
-
-
64
64
32
-
96
Subtotal
320
64
-
384
Psicologia da Educação: Aprendizagem
64
-
-
64
Neuroeducação
48
-
-
48
Fundamentos Teóricos Metodológicos
do Ensino Infantil
Estágio Supervisionado: Educação Infantil
48
32
-
80
32
-
64
96
Análise de Experiência Pedagógica:
Abordagem Qualitativa
Filosofia da Educação
32
-
-
32
32
-
-
32
Estudo de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
48
-
-
48
Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental
16
-
32
48
Subtotal
320
32
96
448
Educação Inclusiva
32
32
-
64
Currículos e Programas: Ensino
Infantil, Fundamental e Médio
Fundamentos Teóricos Metodológicos
do Ensino de Ciências
Fundamentos Teóricos Metodológicos
do Ensino da Língua Portuguesa
Educação de Jovens e Adultos:
Alfabetização
Estágio Supervisionado:
Ensino Fundamental e Médio
Metodologia da Arte e Ludicidade
64
-
-
64
32
48
-
80
32
32
-
64
64
-
-
64
32
-
64
96
64
16
-
80
Subtotal
320
128
64
512
Fundamentos Teóricos Metodológicos
de Educação Física
Estágio Supervisionado: Educação de Jovens
e Adultos e Educação Inclusiva
Fundamentos Teóricos Metodológicos do
Ensino da Matemática
32
32
-
64
32
-
64
96
32
16
-
48
24
7º
Elaboração de Monografia (Trabalho de Conclusão
de Curso)
Currículo e Cultura: Gestão Pedagógica
48
16
-
64
64
-
-
64
Fundamentos Teóricos Metodológicos
do Ensino de História
Fundamentos Teóricos Metodológicos
do Ensino de Geografia
Prática Pedagógica de Ensino: Sala de Aula
32
32
-
64
32
32
-
64
32
32
-
64
Prática Pedagógica nas
Instituições de Jovens e Adultos
Subtotal
16
64
-
80
320
224
64
608
2.240
656
224
3.120
-
-
112
112
2.240
656
336
3.232
TOTAL
Atividades Acadêmico Científico Culturais
TOTAL GERAL
INDICADORES FIXOS
Estrutura Curricular
Componentes Curriculares teóricos e práticos
Estágio Supervisionado
Atividades Acadêmico Científico Culturais
TOTAL GERAL
Carga Horária
2.784
Nº de aulas de 50
minutos
3.341
112
224
112
135
-
3.232
3.476
De acordo com o Decreto nº 5.626/2005, o componente curricular Libras se torna
obrigatório no curso de Pedagogia e se encontra no 5º período da matriz curricular com o nome
de Estudo de Língua Brasileira de Sinais.
No que se refere à Educação das Relações Étnico-Raciais para o Ensino de História e
Cultura Afro-brasileira e Indígena (Lei 11.645/08 e 10.639/04; Resolução CNE/CP nº 1, de 17
de junho de 2004), a temática da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena encontra-se
contemplada no componente curricular Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de
História, no 7º período.
O artigo 4º das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) é contemplado no componente
curricular Currículos e Programas: Ensino Infantil, Fundamental e Médio, no 6º Período.
Atendendo à Lei 9.795 de 27 de abril de 1999 e ao Decreto 4.281 de 25 de junho de
2002, é oferecido o conteúdo Desenvolvimento Sustentável com ênfase nas Políticas de
Educação Ambiental, no componente curricular Fundamentos Teóricos Metodológicos do
Ensino de Ciências, no 6º Período do curso.
25
O componente curricular Sociologia da Educação, no
1º Período, atende à
Resolução nº1, de 30 de Maio de 2012, que estabelece as Diretrizes Nacionais para a
Educação em Direitos Humanos.
4.6 Componentes curriculares
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Língua Portuguesa: Oralidade e Escrita
1º
64
Funções da linguagem, noção de discurso, oralidade e língua
padrão. Os gêneros textuais: leitura, análise, crítica e produção de
textos em diferentes gêneros; coerência e coesão. Tópicos de língua
padrão: ortografia, acentuação, estrutura de períodos simples e
compostos.
Diferentes procedimentos de leitura e produção de textos,
sobretudo aqueles pertencentes à modalidade argumentativa.
Relações lógicas entre os diversos fragmentos do texto. Relações
adequadas, o caráter eminentemente dialógico do texto.
Planejamento e avaliação do próprio texto visando à qualidade do
conteúdo e à correção formal.
ANDRADE, M. M. Língua Portuguesa – Noções Básicas para
Cursos Superiores. São Paulo: Ática, 2010
CUNHA, C; CINTRA, L Nova Gramática do Português
Contemporâneo. 5 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008
KOCH, I. V. Texto e Coerência. São Paulo: Contexto,2002.
CORREIA, V. L. Lingua portuguesa: da oralidade a escrita.
Curitiba: IESDE, Brasil, S.A., 2006.
KOCH, Ingedore Grunfiled Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A
coesão textual. 13a. ed. São Paulo: Contexto, 2002.
Bibliografia
Complementar
KURY, Adriano da Gama. Ortografia. Pontuação, Crase. 2. ed.
Rio de Janeiro: FAE, 2007
LEITE,L. C. M. O Foco Narrativo. 6. ed. São Paulo: Ática. 1993.
MARTINELLI, L. C. Um espaço para o imaginário dentro da sala
de aula: a arte de contar histórias. In: DAVINI.J.(Org.): Janelas da
Imaginação: experiências singulares com os contos da tradição
oral e outras histórias.São Paulo: Espaço pedagógico. 2000.
26
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Sociologia da Educação
1º
32
Enfoque sociológico do fenômeno educacional em seu
relacionamento com as instituições, a mudança e a estratificação
social. Formas, processos e agentes educacionais. Estudo de temas
educacionais específicos em correlação com outras dimensões da
realidade social sob a perspectiva peculiar à disciplina. Educação
de Direitos Humanos como processo sistemático e
multidimensional.
A educação como objeto da Sociologia.
Fatos educativos no panorama sociológico.
Diferenças existentes entre as relações de poder e de saber.
Mudanças educacionais, e a estratificação social.
Direitos humanos e educação.
Cidadania e educação.
CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento:
fundamentos epistemológicos e políticos. 10. ed. São Paulo:
Cortez, 2006.
HUBERMAN, M. Vidas de professores. 2. ed. Porto: Porto
Editora, 2000.
KRUPA, S. M. P. Sociologia da Educação. São Paulo, Cortez,
2008.
FERREIRA, D. Manual de Sociologia. São Paulo: Atlas. 1988
Bibliografia
Complementar
FORQUIN, J. C. As abordagens sociológicas do currículo:
orientações teóricas e perspectivas de pesquisa. Revista
Educação e Realidade. Porto Alegre: 21 (1), 187-190, jan/jun.
1999.
LAKATOS, E. M. Sociologia Geral. São Paulo: Atlas. 1987
CARVALHO, J. S. et. al. Educação e direitos humanos:
experiências em formação de professores e em práticas escolares.
In: SCHILLING. F. (Org.). Direitos humanos e educação. São
Paulo: Cortez, 2005.
PILETTI, N. Sociologia da educação: introdução ao estudo da
escola no processo de transformação social. 10 ed. São Paulo:
Loyola, 2002.
Componente
Curricular
Período
Tópicos Especiais: Antropologia e Educação
1º
27
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
32
Reflete sobre a construção da cidadania e democracia, abordando
temas das ciências humanas e da antropologia, sua história e seus
aspectos filosóficos que interferem na construção do conhecimento
em geral e no contexto brasileiro.
Abordagem antropológica em relação ao fenômeno da Educação.
Conceitos antropológicos básicos e noções do método e da
pesquisa etnográfica. Questões educacionais contemporâneas e
situações cotidianas da vivência dos alunos com abordagem
antropológica.
GALLO, S. Ética e cidadania. Campinas: Papirus, 2008
Bibliografia
Básica
LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. Editora Brasiliense,
1998.
ROCHA, E. O que é etnocentrismo. Editora Brasiliense. 2000.
BRANDÃO, C. R. O que é Educação. São Paulo: Brasiliense,
2001.
Bibliografia
Complementar
CANDAU, V. M. Cultura(s) e educação: entre o crítico e o póscritíco. Rio de Janeiro: DP. 2005.
CHAUI, M. Mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo:
Editora Fundação Perseu Abramo. 2000.
GUSMÃO, N. M. M. Antropologia e educação: interfaces do
ensino e da pesquisa. Caderno Cedes, ano 17, n 43, dezembro/97
SILVA, P. B. G. Diversidade étnico-cultural e currículos
escolares – dilemas e possibilidades. Caderno Cedes, n. 32, 1993
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Didática, Introdução ao Ensino Infantil e Fundamental
1º
80
Educação, instrução e ensino. Educação escolar, Pedagogia e
Didática. Didática e democratização do ensino, os pilares da
educação. Compromisso social e ético do professor. Escola, espaço
de inter-ações, objetivos da Educação Infantil e das primeiras séries
do Ensino Fundamental. Relação professor e aluno na sala de aula.
Conceitos de educação, instrução e o ensino. A relação entre a
educação escolar, a Pedagogia e a Didática. A realidade das escolas
28
Conteúdo
e a democratização do ensino. Os pilares da educação no contexto
da sala de aula. A formação do professor e o compromisso ético e
social da prática educativa. Para que servem as escolas? Os
parceiros co-responsáveis na educação escolar. Estudo e análise
dos objetivos da Educação Infantil e das primeiras séries do Ensino
Fundamental propostos pelos (Referenciais Curriculares Nacionais)
RCNs e (Parâmetros Curriculares Nacionais) PCNs. O valor
pedagógico da relação professor-aluno, autoritarismo e autoridade;
motivação e indisciplina na sala de aula.
ANDRÉ, M. E. D.; OLIVEIRA, M. R. S. Alternativas no ensino
de didática. Campinas: Papirus, 2000.
Bibliografia
Básica
GARCIA, R. L. (org). Revisitando a pré-escola. 4 ed. São Paulo:
Cortez., 2000.
OLIVEIRA, Z. M. R. Educação Infantil: muitos olhares. São
Paulo: Cortez, 2000
ANTUNES, C. Educação Infantil. Prioridade Imprescindível.
Petrópolis: Vozes. 2004.
Bibliografia
Complementar
BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO.
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Referencial
Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da
educação e do desporto. Secretaria de Educação fundamental.
Brasília. MEC/SEF. 1998.
CASTRO, A. D. de; CARVALHO, A. M. P. de. (orgs) Ensinar a
Ensinar. Didática para a Escola Fundamental e Média. São Paulo:
Thompson. 2001.
KRAMER, S. LEITE, I. Pesquisando infância e educação: um
encontro com Walter Benjamin. In: Infância - fios e desafios da
pesquisa. Campinas, SP: Papirus, 1996. 13-38p.
Veiga, I. P. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus,
2000
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Dinâmica Psicossocial
1º
32
O campo da psicologia educacional: dimensões e abordagens
básicas. A dinâmica psicossocial da educação relações entre o
sistema e a prática educativa em sua configuração na dinâmica de
grupo de classe. Concepção de aprendizagem numa perspectiva
histórico-crítica: teorias de base. Empirista, racionalista,
29
Ementa
Conteúdo
construtivista, e suas implicações para a prática pedagógica.
Teorias e implicações para a prática pedagógica. A prática
educativa. O professor. A escola. Os alunos. Dinâmica de grupo. A
dinâmica da família. Tipos de família. Os filhos e a dinâmica
familiar. O desenvolvimento psicossocial da criança.
COLL, C. et al. Desenvolvimento psicológico e educação:
psicologia evolutiva. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Bibliografia
Básica
Bibliografia
Complementar
SAVIANI, D. Pedagogia Histórico-Crítica. 10 ed. Campinas:
Autores Associados, 2008.
FRITZEN,S.J. Janela de Johari: Exercícios vivenciais de
dinâmica de Grupo, relações humanas e de sensibilidade. 17.ed.
Petrópolis: Vozes,2000.
FREIRE, M. et al. Observação, registro, reflexão: instrumentos
metodológicos I. 2. ed. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1996.
(Série: Seminários).
______. Grupo indivíduo, saber e parceria: malhas do
conhecimento. 2. ed. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1997. (Série:
Seminários).
GROSSI, E.P.e BORDIN,J. Construtivismo Pós-Piagetiano 2. ed.
Rio de Janeiro: Vozes,1993.
BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. Aprendizagem –
Processos psicológicos e contexto social. Petrópolis, RJ: Vozes,
2004
CASTRO, A.P; MARIA, V. J. Motivação. Como desenvolver e
utilizar esta energia. 4 ed. Rio de Janeiro. Editora Campus.1998.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Metodologia da Educação Física: Corporeidade e Expressão
1º
32
Fundamentação teórica apropriada sobre a educação física na
educação infantil e as séries iniciais do ensino fundamental.
Caracterizar a importância da educação física, bem como organizar
experiências pedagógicas conforme as possibilidades de
desenvolvimento do aluno. Focalizando as relações entre os
processos de escolarização e educação, tendo em vista a
contribuição da educação física para um projeto pedagógico
escolar.
O que é Educação Física? Formação do professor. Conhecimento
sobre os parâmetros curriculares nacionais Educação Física: nas
séries iniciais do ensino fundamental. PCNs. Brincar: O despertar
30
Conteúdo
Bibliografia
Básica
psicomotor. Exercício físico para escrever bem. A cultura da
educação física escolar. Recreação e lazer – diferenças e
semelhanças. Recreação – Brinquedos cantados. Por que brincar?
Jogos e regras e a resolução de problemas.
COLL, C.; TEBEROSKY, A. Aprendendo Arte: conteúdos
essenciais para o Ensino Fundamental. São Paulo: Ática. 2000.
ROSE JR., Dante de. e colaboradores. Esporte e Atividade física
na Infância e na adolescência. Porto Alegre: Artmed editora,
2002.
SPOLIN, V. Jogos teatrais na escola. São Paulo: Perspectiva.
2007
Bibliografia
Complementar
BONAMIGO, E.: REZENDE, M. de, (orgs). Como Ajudar a
Criança no Seu Desenvolvimento. Porto Alegre: Editora da
Universidade. 1982.
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da
Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil. Ministério da educação e do desporto.
Secretaria de Educação fundamental. Brasília. MEC/SEF. 1998
FREUDENHEIM, A. M. Aspectos cinesiológicos da postura. In:
TEIXEIRA, L. R. Educação física adaptada. São Paulo, E
TAFFAREL, Celi Nelza Zülke. Criatividade nas aulas de Educação
Física. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1985.
FP/EEFUSP, 1993.
MATSUDO, Vitor K. R. Testes de Ciências do Esporte. São
Caetano do Sul, CELAFISCS, 1982.
TANI, G. Perspectivas para a educação física escolar. Revista
Paulista de Educação Física, v.5, n.1/2, p.61-9, 1991.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Arte Educação: Música, Teatro e Dança.
1º
64
Fundamentos teóricos e práticos das artes cênicas e sua pedagogia.
As artes cênicas – teatro, circo, dança e cinema, sua história –
como elementos integradores da organização curricular. Recursos
auxiliares no processo pedagógico em ambientes educacionais. O
sistema do teatro do oprimido na Educação, na construção de um
ser mais crítico e político que contribua para o desenvolvimento
dos alunandos enriquecendo-os e oportunizando a exploração, a
31
Conteúdo
Bibliografia
Básica
construção de conhecimento que interaja com sua emoção. Atos
culturais planejados e realizados em situações educativas
A história do teatro e educação. Conceito, gêneros e tipos da
estética do teatro, circo, cinema, música e dança. Conceito e tipos
do teatro do oprimido e sua aplicação na educação. Aplicação do
som, sentido, expressão corporal, treinamento estético das técnicas
do teatro, o espaço cênico e suas atribuições de representatividade
em improvisação, gestualidade e expressão. Montagem de diversos
tipos teatrais.
SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais em sala de aula. São Paulo:
Perspectiva, 2007.
FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.. Metodologia do Ensino da
Arte. Maria Heloisa C. de T. Ferraz, Maria F. de Rezende e Fusari.
São Paulo: Cortez, 2009. 2ª Ed.
BOAL. A. Jogos para atores e não atores. 13ª Ed. São Paulo:
Civilização Brasileira. 2009.
Bibliografia
Complementar
BARBOSA, Ana M. (org.). Arte/Educação Contemporânea:
Consonâncias Internacionais. São Paulo: Cortez, 2006.
BELEZA, Fernanda V. L. Oficina de artes. São Paulo: Rideel,
2010. (Coleção Oficina de artes).
CANTON, K. Pintura Aventura. São Paulo: DCL, 2006.
KHOL, MaryAnn F. Iniciação à arte para crianças pequenas.
MaryAnn F. Khol, Renée Ramsey e Dana Bowman; tradução
Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2005.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o Teatro. São Paulo:
Perspectiva, 1998.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Fundamentos da Tecnologia Educacional
1º
32
32
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Conceitos, princípios e áreas de estudo que contribuíram para o
desenvolvimento da tecnologia educacional. Aplicação de uma
abordagem sistemática e dos princípios da tecnologia educacional
para o planejamento, implementação e avaliação do processo de
ensino-aprendizagem. Classificação e procedimentos para seleção
de recursos ou meios audiovisuais. Características, vantagens e
limitações. Elaboração e aplicação dos recursos audiovisuais em
situações de ensino-aprendizagem. Avaliação dos meios
audiovisuais.
Princípios da tecnologia educacional para o planejamento,
implementação e avaliação do processo de ensino-aprendizagem.
Os diversos meios audiovisuais e os recursos de informática.
Recursos audiovisuais em situações de ensino-aprendizagem.
Projetos de aplicação das tecnologias educacionais em ambientes
escolares.
FILATRO, Andrea. Design Instrucional Contextualizado:
Educação e Tecnologia. 2ª ed. São Paulo: Senac, 2007.
MORAN, José Manuel. A Educação que Desejamos: Novos
Desafios e Como Chegar Lá. 1ª ed. São Paulo: Papirus, 2007.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na Educação: Novas
Ferramentas Pedagógicas para o Professor da Atualidade . 8ª ed.
São Paulo: Érica, 2008.
Bibliografia
Complementar
CARNEIRO, Raquel. Informática na Educação: Representações
Sociais do Cotidiano. São Paulo: Cortez, 2002 (Coleção Questões
da Nossa Época 96).
FREIRE, Fernanda Maria Pereira; PRADO, Maria Elisabette
Brisola. O Computador em Sala de Aula: Articulando Saberes.
Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000.
LITWIN, Edith (org.). Tecnologia Educacional: Política, História
e Propostas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
MERCADO, Luís Paulo Leopoldo (Org.). Novas Tecnologias na
Educação: Reflexões sobre a Prática. Maceió: EDUFAL, 2002.
SANCHO, Juana M. (Org.). Para uma Tecnologia Educacional.
Porto Alegre: ArtMed, 1998.
33
2º Período
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos
2º
64
A estrutura do texto dissertativo, leitura, análise, crítica e Produção
de textos dissertativos e argumentativos. Norma padrão: sintaxe de
concordância, regência, crase, colocação pronominal, pontuação.
Produção de textos, dissertativos e argumentativos de forma
interdisciplinar do curso como também os conteúdos dos
Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs no ensino infantil,
fundamental e médio como também os aspectos gramaticais.
GUIMARÃES, E. A Articulação do Texto. 6. ed. São Paulo.
1999.
Bibliografia
Básica
KEHDY, V. Formação de Palavras em Português. São Paulo:
Ática.1992.
HENRIQUES, C. C. A nova ortografia: o que muda com o acordo
ortográfico. São Paulo: Nova Fronteira, 2008.
Bibliografia
Complementar
ANDRADE, M. M. Língua Portuguesa: Noções Básicas para
Cursos Superiores. São Paulo: Ática. 1991.
CUNHA,C; CINTRA, L. Nova gramática do Português
Contemporâneo. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.1985.
KOCH, I. V. Texto e Coerência. São Paulo: Contexto, 1980.
KURY, Adriano da Gama. Ortografia. Pontuação, Crase. Rio
de Janeiro: FAE.2007.
LEITE,L. C. M. O Foco Narrativo. 6. ed. São Paulo: Ática. 1993.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Didática: Teoria Pedagógica
2º período
64
Didática e sociedade; o conteúdo implícito do ato de ensinar. A
relação teoria-prática na Didática Escolar Crítica. Grandes
pensadores e a Didática. Tendências Pedagógicas na prática
escolar. Educação no século XXI. A interatividade na sala de aula.
Sociedade e teorias de ensino, a relação conteúdo-forma do ato de
ensinar. O ato relacional teoria-prática-teoria. A dimensão técnica
da prática docente. A conjugação teoria-prática. Os grandes
34
Conteúdo
Bibliografia
Básica
pensadores das idéias pedagógicas. Tendências pedagógicas não
críticas, crítico- reprodutivistas e críticas. Paradigmas da educação
atual, competência e tecnologia, inclusão digital, interatividade e
simulação.
BORDENAVE, J.D; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino
aprendizagem. São Paulo: Vozes. 2002.
DELLORS, J. Educação em tesouro a descobrir. São
Paulo:Cortez. 2000.
FURLLAN, M; HARGREAVES, A. A Escola
Organização aprendente. Porto Alegre: Artemed.2000.
Bibliografia
Complementar
como
CASTRO, A. D. de; CARVALHO, A. M. P. de. (orgs) Ensinar a
Ensinar. Didática para a Escola Fundamental e Média. São
Paulo: Thompson. 2001.
FRANCO, C. (Org.) Avaliação, ciclos e promoção na educação.
Porto Alegre: Artemed. 2001.
PERRENOUD, P. 10 Competências para Ensinar. Porto Alegre:
Artemed. 2000.
SCHON, D. Educando o profissional reflexivo. Um novo design
para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artemed. 2000.
Veiga, I. P. Didática: o ensino e suas relações. Campinas:
Papirus, 2000
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Sociologia Geral
2º
32
Escola e comunidade. Interação, controle social, grupos,
instituições, classes sociais, organização social, mudança social,
cultura, fundamentos econômicos da sociedade, o estudo da
sociedade humana nas concepções de Durkheim, Max Weber e
Karl Marx.
Noções relacionadas aos diferentes aspectos que envolva a e escola
e a comunidade na interação do controle social nas diferentes
instituições que envolva a infra e superestrutura da sociedade. O
papel das classes sociais nas organizações socioeconômicas e
culturais na visão de diversos autores.
COSTA, M. C. C. Sociologia. Introdução a Ciência da Sociedade.
São Paulo: Moderna. 1997.
TOMAZI, N. D,; ALVAREZ, M. C.; REZENDE, M. J DE;
FERREIRA, P. R.; CRESPO, R. A.; SILVEIRA, R. J. de.
35
Iniciação à sociologia. São Paulo: Atual, 2000
VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia. 5.ed. São Paulo: Atlas,
2000.
CHARON, J. M. Sociologia . São Paulo: Saraiva, 2002
Bibliografia
Complementar
FERREIRA, D. Manual de Sociologia. São Paulo: Atlas, 1988.
LAKATOS, E. M. Sociologia Geral. São Paulo:Atlas, 1987
MEKSENAS, P. Sociologia. 2 ed. São Paulo: Cortez. 1994.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
PAZZINATO, A. L. História Moderna e Contemporânea.
Editora Atlas, 2000.
Arte-educação: Processo Criativo
2º
64
Postura educacional artística baseada na metodologia triangular,
fundamentada em propostas de ensino que incluem as quatro
disciplinas básicas: História da Arte, Crítica, Estética e Produção
Artística. A disciplina estabelece relações por três eixos
metodológicos: o fazer artístico (produção artística), leitura da obra
de arte (crítica e estética), contextualização da obra de arte (história
da arte). Além de buscar a compreensão do ensino da arte como
agente transformador do cidadão na contemporaneidade
A História da Arte para poder escolher o que ensinar e como
contextualizar a disciplina. Plano perceptivo, imaginativo e
produtivo. O lugar da Arte no ensino contemporâneo. Formação no
campo de ensino de arte.
ANDRÉ, S. C., A. C. G. (apresentação Jorge Werthein; introdução
Viviane Senna). Educação para o Desenvolvimento Humano.
São Paulo: Saraiva: Instituto Airton Senna, 2004.
Bibliografia
Básica
FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.. Metodologia do Ensino da
Arte/ Maria Heloisa C. de T. Ferraz, Maria F. de Rezende e Fusari.
São Paulo: Cortez, 1999. 2ª Ed.
BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte. 8ª ed. São
Paulo: Perspectiva, 2010.
BARBOSA, Ana M. (org.). Arte/Educação Contemporânea:
Consonâncias Internacionais. São Paulo: Cortez, 2006.
CANTON, K. Pintura Aventura. São Paulo: DCL, 2006.
Bibliografia
36
Complementar
KHOL, MaryAnn F. Iniciação à arte para crianças pequenas.
MaryAnn F. Khol, Renée Ramsey e Dana Bowman; tradução
Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2005.
RAFFA, Ivete. Fazendo Arte com os Mestres/Ivete Raffa;
(fotografias Julio Cesar Pereira). São Paulo: Editora Escolar,
2006.
BELEZA, Fernanda V. L. Oficina de artes. São Paulo: Rideel,
2010. (Coleção Oficina de artes).
Componente
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Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Tópicos Especiais: Formação Docente
2º
32
Formação de professores: Política e profissionalização. Processos
de constituição dos saberes docentes. Saberes de prática e saberes
acadêmicos. A formação continuada e a qualidade da escola e do
trabalho docente. Aspectos éticos, valores percepções, crenças,
posturas estilos de ensinar presentes na prática pedagógica.
Imagens e auto-imagens do professor.
Pedagogia como forma de política da educação, promovendo a
educação continuada visando a qualidade da escola e o trabalho
docente. Professor como agente político de transformação social.
Aspectos éticos e posturas de mudança na prática pedagógica.
Imagem e auto-imagem do professor.
ARROYO, M. G. Ofício de mestre. Imagens e auto imagens. 3
ed. Petrópolis:Vozes. 2001.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à
prática educativa. São Paulo, Ed. Paz e Terra, 2004.
MERCADO, L. P.L; KULLOK, M. B. G. Formação de
professores: política e profissionalização. Maceió: Edufal, 2004.
BECKER, F. A epistemologia do professor. Petrópolis, Ed.
Vozes, 2000
Bibliografia
Complementar
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: História, Teoria e Pesquisa.
Campinas: Papirus. 1995.
FREITAS, G. B. Escola, Estado e Sociedade. 6 ed. São Paulo:
Moraes. 1986.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação. Veredas.
Formação Superior de professores. Belo Horizonte. SEE/MG.
2001.
37
TURRA, M. DE L. R. O Olhar que não quer ver: história da
escola. Petrópolis. Vozes, 2000.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Política de Atendimento à Infância
2º
64
Organização do sistema de ensino e da política educacional básica
no Brasil, recursos financeiros para a educação, leis e normas de
ensino. Estado, políticas sociais e educação. Direito à educação e
cidadania. Educação e Democracia. Organização do sistema escolar
brasileiro, recursos financeiros para a educação, leis e normas do
ensino infantil e fundamental. Estudo crítico dos pressupostos,
metas e organização do Ensino infantil.
Estudo critico dos pressupostos das metas e organizações de ensino
infantil de sua política educacional nos recursos financeiros para
viabilidade de uma educação voltada para a cidadania, democracia
e desenvolvimento da autonomia. Estudo das leis do estado que
rege as políticas publicas do Brasil e do estado.
FARIA, A. L. G PALHARES, M. S. (orgs). Educação Infantil pós
LDB: Rumos e Desafios. Campinas: Autores Associados. 2003.
OLIVEIRA, Z. R. de. Educação Infantil: fundamentos e métodos.
São Paulo: Cortez, 2007.
Bibliografia
Complementar
SANCHES,C. C. Descontruir construindo um caminho para
uma nova escola: recuperação da escola –pensar o pensado?
Petrópolis. RJ: Vozes, 2005
BRASIL, Ministério da educação e do Desporto. Secretaria da
Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil. Ministério da educação e do desporto. Secretaria
de Educação Fundamental. Brasília. MEC/SEF, 1998.
KAMIL, C.; DEVRIES, R. Jogos em Grupo na Educação Infantil:
implicações da teoria de Piaget. São Paulo: Trajetória Cultural. 1991.
MINAS GERAIS. Fundamentos de Prática Pedagógica. Belo
Horizonte. Secretaria de Estado da Educação do Estado de Minas
Gerais. 2001.
KRAMER, S. (org.). Infância e Produção Cultural. Campinas:
Papirus. 1998.
______; LEITE, M. I. F. Pereira (org). Infância: Fios e Desafios da
Pesquisa. Papirus. 1998.
38
Componente
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Tecnologia, Informática e Educação
Componente
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Período
Alfabetização e Letramento
Carga Horária
64
Ementa
Conteúdo
2º
Conceitos de Alfabetização e Letramento. A dimensão sóciohistórica da alfabetização e do letramento: usos e funções sociais da
escrita; História da escrita. A criança e a pré-história da escrita. A
função social da escrita, a interação escritor/leitor/texto/ contexto.
As
primeiras
tentativas
da
escrita/leitura.
Princípios
psicopedagógicos. Preconceito Linguístico.
Construção do conhecimento dos conceitos de alfabetização e
letramento na dimensão sócio histórica. Historia da escrita, a fala e o
desenho, o faz de conta e as brincadeiras
infantis. Princípios pedagógicos que se referem ao escritor, leitor,
texto e contexto.
SOARES, Magda, Letramento: um tema em três gêneros. 7ed. Belo
Horizonte:Autêntica,2009.
Bibliografia
Básica
FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização.8ed.São
Paulo:Cortez,1987.
COLELLO, Sílvia,M.G. A escola que (não) ensina a escrever. São
Paulo : Paz e Terra,2007
COSSON, Rildo. O processo de Leitura in Letramento Literário.
São Paulo: Contexto, 2006.
FERREIRO, Emília .Com todas as letras. São Paulo:Cortez,1992.
Bibliografia
Complementar
FREIRE, Paulo A
Horizonte:Lê, 1997.
importância
do
ato
de
ler.4ed.Belo
FREIRE, Paulo. Professora sim, tia não. 10ed. São Paulo: Olho
dágua, 2000
GERALDI, João W.(org) O texto na sala de aula. 3ed.SãoPaulo:
Ática,2002.
39
Período
2º
Carga Horária
32
Ementa
Conteúdo
A utilização do computador na educação. Estudo teórico ementárioprático dos recursos computacionais aplicados na educação.
Computador como recurso tecnológico no processo de ensino
aprendizagem. Análise de experiência em curso..
O computador como meio e como fim. Modalidades de aplicação da
informática na educação. Utilização dos ambientes de informática
nas escolas. Possíveis atividades com um computador no ambiente
educacional. Etapas de implantação ou reformulação de um projeto
de informática educativa.
FILATRO, Andrea. Design Instrucional Contextualizado:
Educação e Tecnologia. 2ª ed. São Paulo: Senac, 2007.
Bibliografia
Básica
LIMA, Lys-Sandra Vitale Oliveira; PADUAN, Valéria. A
Informática na Educação: uso dos softwares educacionais no
processo ensino aprendizagem. São Paulo: Papirus, 2007.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na Educação: Novas
Ferramentas Pedagógicas para o Professor da Atualidade . 8ª ed. São
Paulo: Érica, 2008.
CARNEIRO, Raquel. Informática na Educação: Representações
Sociais do Cotidiano. São Paulo: Cortez, 2002 (Coleção Questões da
Nossa Época 96).
Bibliografia
Complementar
COSCARELLI, Carla Viana (org.). Novas tecnologias, novos
textos, novas formas de pensar. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
FREIRE, Fernanda Maria Pereira; PRADO, Maria Elisabette
Brisola. O Computador em Sala de Aula: Articulando Saberes.
Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000.
SALTO PARA O FUTURO. Tv e informática na educação.
Secretaria de Educação à Distância. Brasília: Ministério da
Educação e do Desporto/SEED, 1998.
TAJRA, S. F. Informática na educação: novas ferramentas
pedagógicas para o professor da atualidade. São Paulo: Érica. 2000.
40
3º Período
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
História da Educação
3º
32
Questões educacionais referentes ao mundo antigo, medieval,
moderno e contemporâneo.
Referenciais teóricos que possibilitem a compreensão da
constituição da realidade educacional no Brasil e dos fatores que
atuaram no sistema educacional para a construção e organização do
ensino, levando em consideração os aspectos históricos, sociais,
econômicos e políticos. A estrutura do sistema escolar e suas
especificidades como movimento dentro de um contexto político e
histórico.
ARANHA, M. L. de A. História da educação. São Paulo: Moderna.
2000.
GADOTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática.
1997.
LUZIRIAGA, L. História da educação e da Pedagogia. São Paulo:
Nacional. 1990.
CORRÊA, Mariza. As ilusões da liberdade: a escola Nina
Rodrigues e a antropologia no Brasil. Bragança Paulista,S.P.:
Editora da Universidade São Francisco (EDUSF), 2001. 404 p.
Bibliografia
Complementar
HUBERT, R. História da pedagogia. 3. ed. São Paulo: Ed.
Nacional, 1976.
PARISI, M.; COTRIM G. Fundamentos da Educação: História e
filosofia da educação, São Paulo: Saraiva. 1979.
RIBEIRO, M. L. S. A organização escolar. Campinas: Editora
Autores Associados, 2000.
SAVIANI, D. História das idéias pedagógicas no Brasil.
Campinas: Autores Associados, 2007.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Filosofia
3º
32
Os diferentes tipos de conhecimento, destacando o conhecimento
filosófico e suas características. Os grandes pensadores, suas visões
de homem de mundo e de sociedade, no sentido de fundamentar
41
Conteúdo
Bibliografia
Básica
novas reflexões para a compreensão do mundo contemporâneo e
suas complexidades
Grandes pensadores filosóficos e seu conhecimento junto a
educação no mundo globalizado. O mundo contemporâneo em
suas complexidades.
ARANHA, M. L. de A. Filosofia da Educação. São Paulo: Editora
Moderna, 2000.
CHAUI, M. Convite á Filosofia, 4.ed. São Paulo: Ática. 2005.
COTRIM, G. Fundamentos da Filosofia para uma Geração
Consciente. Elementos da História do Pensamento Ocidental.
São Paulo: Saraiva. 1997.
CHALITA, G. Vivendo a Filosofia. São Paulo: Atual, 2004.
Bibliografia
Complementar
FRANCA, L. Noções de História da filosofia. São Paulo: Agir,
1990.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia, Rio de Janeiro: Paz e
Terra. 1999.
HADOT, Pierre. O que é a filosofia antiga? 2.ed. São Paulo:
Edições Loyola, 2004
HRYNIEWICZ, S. Para filosofar. Rio de janeiro. Edição do
Autor, 1999.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Psicologia da Educação: Introdução
3º
64
Origens históricas, conhecimento científico e senso comum, objeto
de estudo, métodos de investigação e campos de aplicação.
Psicologia e Educação – correntes teóricas da psicologia e suas
repercussões na Educação. As contribuições da Psicologia para a
educação. O normal e o patológico. Fracasso escolar.
Visão geral dos conteúdos da psicologia da educação. Senso
comum de ciência.Contribuições da Psicologia para a educação.
Principais linhas e tendências da evolução e do desenvolvimento da
Psicologia. Psicologia como ciência bem como sua importância na
Educação. Correntes teóricas da Psicologia e suas contribuições
para a educação.
42
COLL, C.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento
psicológico e educação. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Bibliografia
Básica
BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA. M. L. T.
Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. 13. ed. São
Paulo: Saraiva. 2004.
PATTO, M. H. S. A produção do fracasso escolar. São Paulo: T.
A. Queiroz. 2010.
CUNHA, M. V. da. Psicologia da Educação (O que você precisa
saber sobre). Rio de Janeiro: Editora DP&A, 2008. 120 p.
Bibliografia
Complementar
DAVIDOFF, L. L. Introdução à Psicologia. São Paulo: Makron
Books. 2009.
DELVAL, J. Aprender na vida e aprender na escola. Porto
Alegre: Artmed. 2001.
KAHHALE, E. M. P. et al. A diversidade da psicologia: uma
contribuição teórica. São Paulo: Cortez. 2002.
LUKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo:
Cortez. 2003.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Literatura Infanto Juvenil
3º
96
Definição, origem e característica da Literatura Infantil e juvenil,
sua aplicação no processo de ensino-aprendizagem na educação
infantil e ensino fundamental. Contos tradicionais. Folclore Infantil
brasileiro. Poesia e narrativa de autores contemporâneos. Formas e
conteúdo.
Função
da
literatura
infantil:
doutrinação/subordinação/emancipação.
Classes
sociais
e
Literatura infantil.
História da literatura infanto-juvenil e sua importância. A poesia,
os contos e o folclore no processo ensino-aprendizagem na
educação infantil e ensino fundamental.
Conhecimentos e habilidades básicas à organização do trabalho de
Literatura Infanto-juvenil nas escolas. Diferentes linguagens com
na Literatura Infanto-juvenil. Projeto de Contação de História
realizada nas escolas.
43
ZILBERMAN, R. A Literatura Infantil na Escola. 11. ed. São
Paulo: Global. 2003.
Bibliografia
Básica
ABRAMOVICH, F. Literatura Infantil. 5. ed. São Paulo:
Scipione, 2003.
MARTINELLI, Lynn C. Um espaço para o imaginário dentro da
sala de aula: a arte de contar histórias. In: DAVINI.J.(Org.):
Janelas da Imaginação: experiências singulares com os contos da
tradição oral e outras histórias.São Paulo: Espaço
pedagógico,2000.
CALDIN, Clarice F. A função social da leitura da literatura
infantil. Cadernos do CED, Florianópolis,n15,1ºsem 2003.
Bibliografia
Complementar
BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio
de Janeiro:Paz e Terra,1980.
MATHIAS, Tânia S. I..Livro de imagem : possibilidades de
leitura estética – Presidente Prudente : [s.n.], 2005 .Dissertação
(mestrado) - Universidade Estadual Paulista,2005.
LAJOLO, Marisa; ZIBERMAN,Regina. A formação da leitura
no Brasil.3ed.São Paulo:Àtica,1999.
AGUIAR,Maria Alice.Literatura Infantil : espaço de desejo,
espaço de prazer.UERJ-FFP,2007.
Componente
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Período
Carga Horária
Ementa
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Política Educacional Brasileira (Ensino Fundamental e Médio)
3º
32
Estudo crítico dos pressupostos, metas e organização do ensino
Fundamental e médio. A legislação atual: possibilidade e
limitações na execução da lei. Aspectos legais dos Parâmetros
Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental e Médio.
Estudo da legislação atual e as possibilidades e limitações na
execução da lei. Voltados para os parâmetros Curriculares
Nacionais do ensino fundamental e médio contextualizados a
uma crítica a instituição política educacional brasileira.
SAVIANI, D. A nova lei da Educação. 7 ed. Campinas: Autores
Associados. 1998.
KRAMER, S. A política do pré-escolar no brasil: a arte do
disfarce. São Paulo:Cortez, 2003.
DORNAS, R. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
São Paulo. 1997.
44
GOVERNO FEDERAL. Plano Nacional de Educação. Belo
Horizonte. Informativo de maio Lâncer. 2001.
Bibliografia
Complementar
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da
Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil. Ministério da Educação de Brasília.
MEC/SEF. 1998.
BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 23 dez. 1996. p. 27894.
CEE/MG. Parecer 1132/97. Belo Horizonte. Informativo. Mai
Lâncer. 1998.
KRAMER, S. (Org.). Profissionais de educação infantil: gestão e
formação. São Paulo: Ática, 2005.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Didática: Metodologia do Ensino infantil e Fundamental
3º
64
A escola, o professor e a comunidade. Compreensão do processo
ensino-aprendizagem. Organização do trabalho pedagógico. O
processo de ensino na escola; espaço e tempo escolar. A estrutura
do trabalho docente, planejamento e avaliação.
Escola sociedade e cidadania. A escolarização e as lutas
democráticas. Processos didáticos básicos: ensino e
aprendizagem. Elementos da didática: Planejamento, objetivos,
conteúdo, procedimentos didáticos, materiais curriculares e
avaliação do rendimento escolar. Espaço e tempo escolar.
HAYDT, R. C. C. Curso de Didática Geral. 8ªed. São Paulo:
Ática, 2008.
MASETTO, M. Didática. A aula como centro. São Paulo: FTD,
1994.
PERRENOUD, P. 10 Competências para Ensinar. Porto
Alegre: Artemed. 2000.
BARBOSA, R. L. L (org.). Formação de educadores – desafios
e perspectivas. São Paulo. Unesp. 2003.
Bibliografia
Complementar
MARTINS, M. A. V. O professor como agente político. São
Paulo: Loyola. 1994.
MARTINS, P. L. O. Didática Teórica. Didática prática. Para
além do confronto. São Paulo: Loyola. 1997.
45
VASCONCELOS. C. dos S. Planejamento. Plano de Ensino
Aprendizagem e projeto Educativo. São Paulo: Libertad. 1995.
VEIGA, I. P. de A. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo:
Papirus. 1991.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Prática de Ensino: Escola e Sociedade
3º
64
Educação, família e sociedade. Família e educação. Escola,
comunidade e cidadania.
A realidade familiar. Problemáticas existentes entre a realidade
escolar e as propostas políticas pedagógicas das escolas
observadas. Propostas para estudos metodológicos sobre as
questões cotidianas da família e da sociedade. O papel do educador,
e sua contribuição para a valorização da educação.
ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o
projeto. Petrópolis:Vozes. 2000.
NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada
interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas
inteligências. São Paulo: Érica. 2000.
Bibliografia
Básica
SANCHES, C. C. Desconstruir construindo um caminho para
uma nova escola. Petrópolis: Vozes 2005.
FAZENDA,I. (Org.) Metodologia da pesquisa Educacional. São
Paulo: Cortez. 2000.
Bibliografia
Complementar
LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola Pública. São Paulo:
Loyola.1998
LUNA, S. V. de. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução.
Elementos para uma análise metodológica. São Paulo. 1997.
MARCANTONIO, A. T. et al. Elaboração e Divulgação do
Trabalho Científico. São Paulo: Atlas. 1993.
PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto
Alegre: Artmed, 2000.
4º Período
Componente
Curricular
Psicologia da Educação: Desenvolvimento
46
Período
4º
Carga Horária
64
Ementa
Conteúdo
Desenvolvimento infantil dos dois aos sete anos nos aspectos:
físico, motor, emocional, psicossocial, moral. Epistemologia
Genética de Jean Piaget. Os estágios de desenvolvimento.
Características cognitivas e afetivas: sensório-motor e do
pensamento pré-operatório. Implicações da teoria de Piaget para a
educação.
Psicologia da Educação, desenvolvimento e aprendizagem.
Principais características do desenvolvimento infantil. Estudo da
teoria de Jean Piaget e suas repercussões para a educação infantil.
BEE, H. A criança em desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed,
2011.
Bibliografia
Básica
BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. Aprendizagem:
processos psicológicos e o contexto social na escola. Petropolis,
RJ: Vozes, 2004.
ROSA, J. de L. (org.). Psicologia e educação: o significado do
aprender. 5. ed. Porto Alegre: Edipucrs. 2003.
KAHHALE, E. M. P. A diversidade da psicologia: uma
contribuição teórica. São Paulo: Cortez. 2002.
Bibliografia
Complementar
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e
proposições. São Paulo: Cortez, 2008.
PALANGANA, I. C. Desenvolvimento e aprendizagem em
Piaget. Vygotsky: a relevância do social. 2. ed. São Paulo: Plexus.
1998.
BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA. M. L. T.
Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. 13. ed. São
Paulo: Saraiva. 2004.
SISTO, F. F.; MARTINELLI, S. de C.; BRENELLI, R. P.
Afetividade e dificuldades de aprendizagem: uma abordagem
psicopedagógica. São Paulo: Vetor, 2008.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Infância e suas Vivencias Socioculturais
4º
64
Conceito de infância, família e suas historicidades. Estudo do papel
47
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
do estado e análise das diferentes políticas sociais em relação à
criança, focalizando a qualidade do atendimento a ela dispensado.
Análise das diferentes instituições públicas privadas de
atendimento à criança, destacando a educação em creches e préescola. Estudo sobre as condições de vida das crianças e
adolescentes excluídos do sistema educacional e que não usufruem
de benefícios de políticas sociais desenvolvidas pelo estado, nem
estão inseridos nas instituições existentes.
Estudo crítico da importância da historia da família para a criança
compreendendo o papel do estado das diferentes políticas sociais
oferecidas a criança enfocando a qualidade do atendimento a elas
dispensados pelas diferentes instituições publicas e privadas como
por exemplo a educação em creches e pré escolas. Abordagem a
respeito da exclusão de e condições de vida que não oferecem
benefícios educacionais embora existam políticas desenvolvidas
pelo estado que não estão inseridas nas instituições existentes que
cuidam da exclusão.
ABRAMOVIWICZ, A. MOLL, J. (org.) Para além do fracasso
escolar. Campinas: Papirus. 1997.
COX, M. I. P.; ASSIS-PETERSON. A. A. (ORG). Cenas de sala
de aula. Campinas: Mercado de Letras. 2001.
OLIVEIRA, Z. R. de. Educação Infantil: fundamentos e métodos
São Paulo: Cortez, 2007
BARBOSA, R. L. L (org.). Formação de educadores – desafios e
perspectivas. São Paulo. Unesp. 2003.
Bibliografia
Complementar
FARIA. A. L. G de. Educação Pré- escolar e cultura. São Paulo:
Cortez. 1999.
PAYER, M. O. Educação popular e linguagem. Reprodução,
confrontos e deslocamentos de sentidos. 2.. ed. Campinas:
Momento. 1995.
PIAGET, J.; INHELDER, B. A Psicologia da criança. Rio de
Janeiro: Difel. 1996.
VASCONCELOS. C. dos S. Planejamento. Projeto de Ensino
Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. 15 ed. São Paulo:
Libertad. 2006.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Análise da Experiência Pedagógicas: Pesquisa Quantitativa
4º
32
48
Ementa
Conteúdo
Natureza e aplicação dos métodos quantitativos em educação.
Elaboração e análise de diagnósticos estatísticos Educacionais
através de estudos de seus principais indicadores: coeficiente de
escolarização, déficit educacional, coeficiente de produtividade
curricular. Construção e interpretação de gráficos e tabelas.
Aprendizagem da construção e interpretações de gráficos e de
tabelas e estudando a natureza dos métodos quantitativos em
educação para analise e diagnósticos e estatísticos educacionais
para identificar os coeficientes de escolarização do déficit
educacional, coeficiente de produtividade curricular.
BARROS, A. J. da S. ; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de
Metodologia Científica. Um guia para a iniciação científica. São
Paulo: Makron Books. 2000.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem
teórico-prática. 6. ed. Campinas: Papirus. 2000.
Bibliografia
Básica
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho
Científico, 23ª Ed, 2ª reimpressão, São Paulo: Cortez, 2008
BRANDÃO, C. R. Repensando a pesquisa participante. São
Paulo: Brasilienses. 1984.
Bibliografia
Complementar
CARVALHO, M. C. M. de (org). Construindo o Saber. 9. ed.
Campinas: Papirus. 1989.
FAZENDA, I. ( Org.) Metodologia da pesquisa Educacional. São
Paulo: Cortez. 2000.
LÜDKE, M. M.: E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens
Qualitativas. São Paulo: EPU. 1996.
LUNA. S. V. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução. São
Paulo: EDUC. 1996.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Alfabetização Matemática
4º
64
Aspectos históricos da matemática e importância e significado da
matemática na educação infantil, ensino fundamental e médio.
Aspectos da história da matemática em todo o seu contexto dando
a importância e os significados no ensino infantil, fundamental e
médio nas escolas.
49
D’AUGUSTINE, C. H. Métodos modernos para o ensino da
matemática. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1981.
CARVALHO, D. L. de. Metodologia do ensino da matemática.
São Paulo: Cortez, 2006.
Bibliografia
Básica
PARRA, C.; SAIZ, I. A didática da matemática: reflexões
psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 2001.
Bibliografia
Complementar
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio:
Matemática Brasília: Ministério da Educação/Secretaria da
Educação Média e Tecnológicas, 1999.
Bibliografia
Complementar
______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática 1 º e 2 º ciclos.
Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação. 1999.
DIENES, Z ; GOLDING. E. W. Explorando o espaço. São Paulo:
Herde. 1986.
IMENES, L. M. ; JAKUBO, J 7 LELLIS, M. Frações e números
decimais. São Paulo:Atual. 1993.
ZABALA, A. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em
aula. Porto Alegre: Artemed, 2008.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Didática: Metodologia do Ensino Fundamental e Médio
4º
64
A realidade Psicossocial e educacional do aluno do Ensino Médio.
O trabalho pedagógico e os fundamentos teóricos pra a construção
da proposta educacional para o Ensino Médio. O contexto da sala
de aula, funcionamento organização e execução. Planejamento e
avaliação.
Ensino Médio: caminhos e descaminhos. O aluno como sujeito da
práxis educativa. Estudo e análise da proposta dos PCNs para o
Ensino Médio. A prática educativa: planejamento, execução e
avaliação.
50
HAIDT, R. C. C. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática.
2006.
Bibliografia
Básica
FREIRE, P. Pedagogia e Autonomia. São Paulo: Paz e Terra.
2004.
FAZENDA, I. Didática e Interdisciplinaridade. Campinas:
Papirus. 2001.
ARAÚJO, M. C. Didática no cotidiano: uma visão cibernética da
arte de educar. São Paulo: Pancast. 2003.
Bibliografia
Complementar
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio.
Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Média e
Tecnológicas, 1999.
CANDAU, V. M. (org.). A didática em questão. Petrópolis:
Vozes. 2009.
DELORS, J. (org.). Educação: um tesouro a descobrir. 6. ed.
Brasil: MEC/ UNESCO/ São Paulo: Cortez. 2001.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez. 1992.
Componente
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Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Corporeidade e Ludicidade
4º
96
Estudo das contribuições das teorias da corporeidade aos desafios
da educação e da produção do conhecimento. Vivência da
corporeidade ao longo da história, Diversas concepções de corpo.
A ludicidade no trabalho pedagógico como possibilidade de
produção do conhecimento. Desenvolve atividades lúdicas com
jogos e brinquedos e cria jogos para dinamizar os conteúdos.
Trabalha temas com atividades lúdicas, alfabetização, noções de
espaço e tempo
Desafios na educação e aplicação de jogos e dinâmicas na
construção da criatividade no ensino infantil, fundamental e médio
através da dinâmica do corpo através dos gestos e significados dos
símbolos nas teorias da corporeidade. Vivência da corporeidade ao
longo da história, Diversas concepções de corpo. A ludicidade no
trabalho pedagógico como possibilidade de produção do
conhecimento. Atividades lúdicas com jogos e brinquedos criam
jogos para dinamizar os conteúdos.
51
DOHME, V. 32 Idéias Divertidas que Auxiliam o Aprendizado.
São Paulo: Informal. 2000.
Bibliografia
Básica
OLIVEIRA, G. de C. Psicomotricidade: educaç ão e reeducação
num enfoque psicopedagógico. Petrópolis/ RJ: Vozes, 2009
FREYMANN. S; ELFFERS J. Caras, carinhas e caretas –
Alimentos com sentimentos. São Paulo: Salamandra. 2000.
FERREIRA, M. Como usar a música na sala de aula. Contexto.
2000.
Bibliografia
Complementar
FONSECA. V. da. Psicomotricidade. Porto Alegre: Artmed, 2007.
LE BOULCH, J. Desenvolvimento psicomotor: do nascimento
até os 6 ANOS. A psicocinética na idade pré-escolar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2001.
SÁTIRO, A.; PUIG , I. de. Brincar de pensar com histórias. São
Paulo: Callis. 2000.
WEAVER, N. 365 Atividades Divertidas e Educacionais. São
Paulo: Madras, 2000.
5º período
Componente
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Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Psicologia da Educação: Aprendizagem
5º
64
A adolescência e desenvolvimento. Diversas concepções da
adolescência e seus aspectos biológicos e psicossociais.
Aprendizagem na adolescência. Pensamento hipotético dedutivo.
Desenvolvimento do adolescente nos aspectos: físico, motor,
sexual, da personalidade, social, moral e intelectual. O período das
operações formais. O adolescente, a família e a escola. A
aprendizagem e suas teorias.
BEE, Hellen. A criança em desenvolvimento. 9ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011.
CLERGET, S. Adolescência: a crise necessária. Rio de Janeiro:
Rocco, 2004.
COLL, C. MARCHESI, A. ; PALÁCIOS, J. Desenvolvimento
Psicológico e Educação. 2.ed. v 2. Porto Alegre: Artmed. 2004.
BIAGGIO, A. M. B. Psicologia do desenvolvimento. Petr´polis:
Vozes, 2002.
Bibliografia
Complementar
Davidoff, L. L. Introdução a Psicologia. São Paulo: Makron
52
Books, 2009.
PAPALIA, D. E.; OLDS, SALLY W.; FELDMAN, RUTH D.;
GROSS, D. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed,
2008.
TIBA, I. Quem ama, educa. São Paulo: Gente, 2002.
ZAGURY, T. O adolescente por ele mesmo. Rio de Janeiro:
Record, 1999.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Neuroeducação
5º
48
As bases neurológicas das funções psicológicas superiores:
os modelos de organização funcional do cérebro humano. A
neurobiologia da aprendizagem: condicionamento clássico,
condicionamento operante, habituação
e
sensitização.
Neuroplasticidade e a modificação do comportamento.
Dificuldades encontradas pelos alunos no ensino infantil e
fundamental devido
às bases neurológicas das funções
psicológicas superiores: os modelos de organização funcional do
cérebro
humano.
A
neurobiologia
da
aprendizagem:
condicionamento clássico, condicionamento operante, habituação e
sensitização.
Neuroplasticidade
e
a
modificação
do
comportamento.
LENT, R. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de
neurociência. São Paulo: Atheneu. 2001.
LURIA, A. R. Fundamentos de Neuropsicológica. São Paulo/ Rio
de Janeiro: EDUSP/ Livros Técnicos e Científicos. 1980.
MORA, F. Continuum: como funciona o cérebro? Porto Alegre:
Artmed. 2004.
ANDREASEN, N. C. Admirável cérebro novo: vencendo a
doença mental na era do genoma. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia
Complementar
DAMASCENO, B.P.; GUERREIRO, M. M. Desenvolvimento
neuropsíquico: suas raízes biológicas e sociais. Caderno CEDES,
v. 24, p. 13-20. 2000.
DAMASIO, A. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro
humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
HERCULANO-HOUZEL, S. O cérebro em transformação. Rio
de Janeiro: Objetiva, 2005.
53
SISTO, F. F.; BORUCHOVITCH, E.; FINI, L. D. T.; BRENELLI,
R. P.; MARTINELLI, S. de C. Dificuldades de aprendizagem no
contexto psicopedagógico. Petropolis/RJ: Vozes, 2002.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Fundamentos Teórico e Metodológico do Ensino Infantil
5º
80
Propostas pedagógicas para a educação infantil. Cotidiano da
educação infantil: tempo, espaço, atividades. A formação do grupo.
O papel do educador. Organização da prática pedagógica:
planejamento, registro e avaliação.
A educação infantil, O trabalho de qualidade na educação infantil.
O papel do educador. O cotidiano da educação infantil: tempo,
espaço, formação do grupo e atividades. A organização do
trabalho pedagógico: planejamento, registro e avaliação.
CURTISS, S. R. A Alegria do Movimento na Pré-escola. Porto
Alegre: Artes Medicas, 1988.
Bibliografia
Básica
FERREIRA, I. L.; CALDAS, S. P. S. Atividades na
Pré-Escola. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 1985.
GARDNER, H. A Criança pré-escolar: como pensa e como a escola
pode ensiná-la. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
BARRETO, S. J. Psicomotricidade: educação e reeducação.
Blumenau/SC: Academia, 2000.
Bibliografia
Complementar
FARIA JÚNIOR , A . G.; Ribeiro, M. G. C.; VILELA, M. C.
Uma Introdução a Educação Física. Niterói: Corpus, 1999.
GODINHO, M.; MENDES, R; MELO, F.; BARREIROS, J.
Controlo Motor e NETO, C. Jogo & Desenvolvimento da
Criança. Lisboa: Faculdade de Motricidade Humana (FMH), 1997.
PALLARES, Z. M. Atividades rítmicas para o Pré-escolar. Porto
Alegre: REDACTA/ PRODIL, 1981.
PAPALIA, D. E., OLDS, S. W. O Mundo da Criança: da infância
à adolescência. Trad. de Auriphebo berrance Simões. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1981.
Componente
Curricular
Período
Estágio Supervisionado: Educação Infantil
5º
54
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Bibliografia
Complementar
96
Capacita o aluno a analisar o funcionamento do todo escolar e
intervir nele tendo em vista o satisfatório desenvolvimento do
processo ensino aprendizagem.
Apresentação da proposta de Estágio. Estudo da LDB; Estudo do
PDE da escola escolhida; Montagem de um projeto de intervenção;
Apresentação de prova de regência;
Montagem do Relatório de Estágio.
ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o
projeto. Petrópolis: Vozes. 2007.
NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada
interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas
inteligências. São Paulo: Érica. 2001.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos (org.) A criança e seu
desenvolvimento: perspectivas para se discutir a educação infantil.
Sâo Paulo: Cortez, 3.ed. 2000.
FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade – um projeto em
parceria. SP. Loyola, 1995.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos, Educação Infantil: muitos
olhares. São Paulo: Cortez, 2000.
RIOS, Terezinha Azevedo. Compreender e ensinar. Por uma
docência da melhor qualidade. SP, Cortez,2001.
SAVIANI, D. LDB – Da nova LDB ao novo plano nacional de
educação: por uma outra politica Nacional. 2.ed. São Paulo:
Autores associados. 1999.
UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí. Manuais
Fornecidos pelo laboratório de Estágio supervisionado em
Licenciatura- LABES.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Análise de Experiência Pedagógica Abordagem Qualitativa
5º
32
Pesquisa qualitativa. Definições e objetivos. Função política e
valores. Concepção, tipos e características. Organização da
pesquisa. Áreas de atuação. Elaboração de projeto de pesquisa.
Conceituações de pesquisa qualitativa. Tipos de pesquisa
qualitativa. Métodos e técnicas da pesquisa qualitativa e suas
aplicações. As fontes e meios para se fazer levantamentos. As
etapas: coleta, análise e interpretação. As normatizações de
organização da pesquisa. A relevância da pesquisa qualitativa. O
55
projeto de pesquisa.
BARROS, Aidil Jesus da Silveira, LEHFELD, Neide Aparecida de
Souza. Fundamentos de Metodologia Científica. 3ªed., São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
Bibliografia
Básica
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho
científico. 23ª ed. revisada e atualizada, São Paulo: Cortez, 2009.
SANTOS, Antônio Raimundo. Metodologia Científica: a
construção do conhecimento, 7.ed., São Paulo: Lamparina, 2007.
BRANDÃO, C. R.(org). Repensando a pesquisa participante.3
ed. , São Paulo: Brasiliense. 2001.
Bibliografia
Complementar
FARIA. A. L. G de. Educação Pré- escolar e cultura. São Paulo:
Cortez. 2007.
LUNA. S. V. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução.
Reimpressão, São Paulo: EDUC. 1997.
MARCONI, Marina de Andrade, LAKATOS, Eva Maria. Técnicas
de pesquisa. 7ª Ed, São Paulo: Ed. Atlas,2008.
PÀDUA, E. M. M. de. Metodologia: abordagem teórico prática. 4.
ed. Campinas: Papirus. 1997.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Filosofia da Educação
5º
32
Objeto da ética, problemas morais e éticos. O indivíduo, a
instituição, a sociedade. Estudo de problemas éticos no campo da
educação. O código de ética profissional. Legislação e normas
éticas.
O comportamento do professor como profissional e como
indivíduo. Crise de valores. O código de ética profissional para
professores. A Educação da inteligência. A Educação estética.
Educação para a Democracia.
Conceituações de pesquisa qualitativa. Tipos de pesquisa
qualitativa. Métodos e técnicas da pesquisa qualitativa e suas
aplicações. As fontes e meios para se fazer levantamentos. As
etapas: coleta, análise e interpretação. As normatizações de
organização da pesquisa. A relevância da pesquisa qualitativa. O
projeto de pesquisa.
56
BOFF, L. Ethos mundial: um consenso mínimo entre os humanos.
Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
Bibliografia
Básica
BOFF, L. Saber cuidar – ética do humano, compaixão pela Terra.
Petrópolis: Vozes. 2008.
GALLO, S. Ética e cidadania. Campinas: Papirus, 2008.
ARANHA, M. L. de A. Filosofia da Educação. São Paulo: Editora
Moderna, 2000
Bibliografia
Complementar
BUZZI, A. Filosofia para principiantes. A existência humana no
mundo. Petrópolis: Vozes. 2009.
CHAUI, M. Convite á Filosofia, 4.ed. São Paulo: Ática. 2008.
NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional São Paulo: Editora
Revista dos Tribunais Ltda. 2001.
SEVERINO, A. J. Filosofia da Educação São Paulo: FTD,1994.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Estudo de Língua Brasileira de sinais (Libras)
5º
48
Noções lingüísticas de LIBRAS; sistema de transcrição; tipos de
frases em LIBRAS; incorporação de negação. Teoria de tradução e
interpretação. Classificadores de LIBRAS, técnica de tradução da
LIBRAS/português; técnicas.
Utilização da língua de sinais:leitura e interpretação. Comparação
entre LIBRAS e Português: semelhanças e diferenças. Utilização
da LIBRAS para a compreensão dos conceitos e conteúdos
curriculares.
CAPOVILLA, F. C ; RAPHAEL , W. D. Dicionário enciclopédico
ilustrado trilingue da lingua de sinais brasileira. São Paulo.
EDUSP. 2008
Bibliografia
Básica
GESSER, A. LIBRAS – Que língua é essa? 1ª Edição. Editora
Parabola, 2009
NOVAES, E. C. Surdos Educação, Direito e Cidadania. 1ª
Edição. WAK Editora, 2010
DANESI, M. C. O Admirável Mundo dos Surdos. 2ª Edição.
Editora: EDIPUCRS, 2007
57
Bibliografia
Complementar
FELIPE, T. A. Língua brasileira de sinais. In Srobel, K.L.; Dias,
S. M. S. Surdez: abordagem geral. FENEIS. Curitiba: Ed. Apta.
1995.
FELIPE, T. A. Integração social & educação de surdos. Rio de
Janeiro: Barbel .1993.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática de língua de sinais.
Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1995.
GOLDFELD, M. A criança surda. São Paulo: Plexus, 1997.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental
5º
48
Estágio junto às escolas de educação fundamental (anos iniciais),
direcionando o trabalho pedagógico entendido na articulação entre
a docência e a gestão escolar com os demais espaços da escola.
Discussão das bases legais da educação básica da LDB;
Parâmetros Curriculares Nacionais; Escolha da Escola onde vai ser
realizado o estágio; Visitas a escola. Estudo do PDE da escola
Observação de salas e atividades dos professores. Escolha do tema
que será desenvolvido no projeto de intervenção. Apresentação de
Prova Aula, na escola e na universidade Elaboração do relatório
final de Estágio.
ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o
projeto. Petrópolis: Vozes. 2001.
Bibliografia
Básica
GANDIN, Adriana Beatriz. Metodologia de projeto na sala de
aula: relato de uma experiência São Paulo: Loyola, 2003.
NOGUEIRA, N. R.. Pedagogia dos projetos: Uma jornada
interdisciplinar rumo ou desenvolvimento das múltiplas
inteligências. São Paulo: Érica. , 2001.
Bibliografia
Complementar
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio:
Matemática. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da
Educação Média e Tecnológicas, 1999.
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade - projeto em parceria. São
Paulo: Loiola. 1995.
RIOS, T.A. Compreender e ensinar. Por uma docência de melhor
qualidade. São Paulo: Cortez. 2000.
58
TIBALLI, E. F. A.; CHAVES, S. M. Concepções e praticas em
formação de professores: diferentes olhares. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002.
ZABALA, Antoni. A pratica educativa: como ensinar. Porto
Alegre: Artmed, 2000.
6º Período
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Educação inclusiva
6º
64
Inclusão: conceito, legislação e realidade. Fundamentos teóricos da
Inclusão. O portador de necessidades especiais, identificação dos
tipos de deficiência, suas causas, limitações. Bases neurobiológicas
e neuropsicológicas da aprendizagem. Alunos com habilidades que
se destacam. Processos de estimulação da aprendizagem,
linguagem e intervenção pedagógica apropriada.
A educação inclusiva conceito e realidade, aspectos legais. O
portador de necessidades especiais, tipos de deficiência, causas e
limitações.
Aspectos pedagógicos, bases neurobiológicas e
neuropsicológicas da aprendizagem, estimulação da aprendizagem,
linguagem e intervenção pedagógica apropriada. Alunos com
habilidades que se destacam.
CIASCA, S. M. (Org.) Distúrbios de Aprendizagem: Proposta de
Avaliação Interdisciplinar. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2003.
FONSECA, V. Educação especial: Programas de estimulação
precoce. Porto Alegre: Artes Médicas. 1997.
OMOTE, S. (Org.) Inclusão: intenção e realidade. Marília:
Fundepe. 2004.
FONSECA, V. Introdução às dificuldades de aprendizagem.
Porto Alegre: Artes Médicas. 1995.
LENT, R. Cem Bilhões de Neurônios: conceitos fundamentais de
Neurociência. São Paulo: Editora Atheneu. 2001.
Bibliografia
Complementar
MANTOAN, M. T. E. (Org.) Caminhos Pedagógicos da
Inclusão: como estamos implementando a educação (de qualidade)
para todos nas escolas brasileiras. São Paulo: Memnon. 2001.
SISTO, F. F. ;PALERMO R. B.; BORUCHOVITCH, E.; DIEHL
T. F. L.; E MARTINELLI, S. de C. Dificuldades de
aprendizagem no contexto psicopedagógico, 6ª Ed. Petrópolis:
Vozes, 2010
59
STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para
educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Componente
Curricular
Período
Currículos e Programas: Ensino Infantil, Fundamental e
Médio
6º
Carga Horária
64
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Estuda Conceito de educação e analisa a partir da acepção ampla
do currículo e seus fundamentos legais, filosóficos, sócio-políticos
e econômicos, desmitificando a ideologia subjacente.
Conceito de educação. O currículo e as teorias educacionais
existentes. Aspectos legais, filosóficos, sociopolíticos e
econômicos do currículo. A ideologia subjacente no currículo.
BARRETTO, E. S. e colaboradores. Os currículos do ensino
fundamental para as escolas brasileiras. Campinas: Autores
Associados. 2000.
GOODSON, I. F. Currículo: Teoria e história. Petrópolis: Vozes.
1999.
VEIGA, I. P. A (org.) Projeto político pedagógico da escola: uma
construção possível. Campinas: Papirus. 2000.
APPLE, M. Educação e poder. Porto Alegre. Artes Medicais.
1989.
FORQUIN, J. C.. História e cultura. Porto Alegre: Artes
Medicais. 1999.
Bibliografia
Complementar
GIROUX, H. Pedagogia radical subsídios. São Paulo: Autores
Associados. 1993.
SACRISTAM, G. J. O currículo uma reflexão sobre a prática.
3 ed. Porto Alegre. 2000.
SILVA, T. T. Documentos de Identidade. 2. ed. Belo Horizonte:
Autêntica. 2001.
Componente
Curricular
Período
Fundamentos Teóricos Metodológico do Ensino de Ciências
Carga Horária
80
Ementa
6º
A história da Ciência. O método cientifico ciências naturais:
aplicado no ensino fundamental e educação Infantil. As ciências
naturais nas séries iniciais. A Ciências da vida. Educação
ambiental. Estudo dos \objetivos e do conteúdo programático das
ciências nas séries iniciais do ensino fundamental.
A história da Ciência. Aplicação do método cientifico no estudo
60
Conteúdo
das ciências naturais no ensino infantil e nas series iniciais do
ensino fundamental. Educação ambiental e ciência da vida.
Objetivos e conteúdo programático do ensino das ciências nas
séries iniciais do ensino fundamental.
Bibliografia
Básica
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio:
Ciências Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação
Média e Tecnológicas, 1999.
______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio Ambiente e Saúde, 1
º e 2 º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da
Educação, 1999.
NIDELCOFF, M. T. A escola e a compreensão da realidade. São
Paulo: Brasiliense. 1998.
GASPAR, Alberto. Experiências de ciências para o ensino
fundamental. Piracicaba: Ática, 1 ed. 2003.
Bibliografia
Complementar
PERRENOUD, P. Avaliação. Porto Alegre: Artmed. 1999.
POZO, J. I. A aprendizagem e o ensino de ciências. Porto Alegre:
Artmed. 2009.
VASCONCELLOS, C. dos S. Construção do conhecimento em
sala de aula. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad. 2005.
PHILIPPI Jr., A. e PELICIONI, M. C. F. (Editores) Educação
ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo:
Universidade de São Paulo: Sginus Editora, 2000
Componente
Curricular
Período
Educação de Jovens e Adultos: Alfabetização
Carga Horária
64
Ementa
Revisão crítica das teorias que dão suporte às propostas de
alfabetização de adultos e das diferentes experiências concretas
(campanhas e programas de alfabetização), noções metodológicas
de alfabetização de adultos.
As teorias, as campanhas e os programas de alfabetização de
adultos. Propostas metodológicas de alfabetização de adultos.
Paulo Freire e a Alfabetização de adultos. O método Paulo Freire e
sua aplicação no Brasil e no exterior.
Conteúdo
6º
61
CARVALHO, C. P. Educação de Jovens
Trabalhadores em Debate. São Paulo: CEDI. 1989.
Bibliografia
Básica
e
Adultos
DI PIERRO, M.C. Educação de Jovens e Adultos no Brasil:
questões face às políticas públicas recentes. Brasília: MEC/INEP.
1993.
DURANTE, M. Alfabeltização de Adultos. Leitura e Produção
de Textos. Porto Alegre: Artes Médicas.1998.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Programa de
desenvolvimento profissional continuado. Brasília: A secretaria.
1999.
Bibliografia
Complementar
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São
Paulo: Loyola, 1995.
KNIJNIK, G. Alfabetização de Jovens e Adultos Educação
Matemática. Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Caderno n
º 5.
RIBEIRO, V. M. M. Educação de jovens e adultos: proposta
curricular para o 1º segmento do ensino fundamental. São Paulo:
Ação Educativa, Brasília: MEC. 1997.
RIOS, T.A. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor
qualidade. São Paulo: Cortez, 2001.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Estágio Supervisionado: Ensino Fundamental e Médio
6º
96
Analise do funcionamento do Ensino Fundamental e Médio na
modalidade Normal, e em curso de Educação Profissional na área
de serviços e apoio escolar e intervenção tendo em vista o
satisfatório desenvolvimento do processo ensino aprendizagem.
Apresentação da proposta de Estágio. Estudo da LDB; estudo do
PDE da escola escolhida; Montagem de um projeto de intervenção;
Apresentação de prova de regência; Montagem do Relatório de
Estágio.
62
ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o
projeto. Petrópolis: Vozes, 2001.
Bibliografia
Básica
NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada
interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas
inteligências. São Paulo: Érica. 2001.
UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí. Manuais
Fornecidos pelo laboratório de Estágios supervisionados em
Licenciatura- LABES.
BIANCHI, A. C. de M. Orientação para Estagio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson. 2005.
Bibliografia
Complementar
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio:
Linguagens, códigos e suas Tecnologias. Brasília: Ministério da
Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999.
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São
Paulo: Loyola. 1995.
RIOS, T. A. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor
qualidade. São Paulo: Cortez. 2001.
VEIGA, I. P. de A. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo:
Papirus. 2005.
Componente
Curricular
Período
Metodologia da Arte e Ludicidade
Carga Horária
80
Ementa
6º
A disciplina propõe um conjunto de conhecimentos teórico-práticos
que possibilitam a criação de propostas pedagógicas que tenham a
arte como eixo interdisiciplinar no currículo escolar. Arte como
linguagem, o lúdico com linguagem. As concepções das linguagens
artísticas dos jogos e brincadeiras no processo de ensinoaprendizagem e suas relações. Desenvolvimento lúdico da criança
no fazer; formas artísticas sonoras, visuais e plásticas. Reflexão
sobre metodologias de ensino e formas de avaliação.
63
Conteúdo
A língua do mundo; Ser humano: ser simbólico, ser de linguagens.
O homem, construtor de um mundo simbólico, o modo de pensar
da linguagem da arte.
O aprendizado da arte na infância: fases do desenvolvimento
(estudo dos estágios de representação gráfica das crianças). O
diálogo da criança com a arte. Artes na sala de aula. O papel do
professor
Aprendizagem Significativa. Ensinando a construir sentido.
Alicerces da aprendizagem significativa em arte. Meandros da
linguagem musical, teatral, visual e da dança.
A importância do brincar. As brincadeiras no desenvolvimento
sócio-histórico e cultural. Brincar na escola: limites e
possibilidades. O brincar e a construção de significados. O faz-deconta infantil e as múltiplas formas de representação e expressão
pela criança. O jogo dramático infantil.
DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho. São Paulo,
Scipione, 2010.
Bibliografia
Básica
MARTINS, Mírian C., PICOSQUE, Gisa, GUERRA, Maria T. T
Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo:FTD,1998.
ARCE,A; DUARTE, N. Brincadeira de papéis sociais na
educação infantil;: as contribuições de Vigotski, Leontiev e
Elkonin São Paulo:Xamã 2006.
BENJAMIN, W. Reflexões: a criança, o brinquedo e a educação.
São Paulo: Ed 34, 2009 .
MARINA, José Antonio. Teoria da inteligência criadora. Lisboa:
Caminho da Ciência,1995.
Bibliografia
Complementar
SLADE, Peter, O jogo dramático infantil. São Paulo: Summus,
1978.
GARDNER, Howard. A Criança Pré-Escolar. Como pensa e
como a escola pode ensiná-la. Porto Alegre, Artes Médicas, 2001.
LEONTIEV, A.N. Os princípios psicológicos da brincadeira préescolar In: VIGOTSKI, L.S.; LURIA,A.R.; LEONTIEV, A.N.
Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone,
2001. p.119-142.
64
Componente Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Fundamentos Teóricos Metodológico do Ensino da
Língua Portuguesa
6º
64
Leitura/ cultura /poder. Leitura e escola. A formação do
leitor. A biblioteca escolar. Gramática e poder. Produção
de textos. Análise linguística e reestruturação de textos.
Análise dos parâmetros curriculares para o ensino da
Língua Portuguesa.
Concepção de leitura, aspectos sociais e culturais. Leitura,
escola e biblioteca escolar. Produção de texto: construção
dos sentidos. O ensino da gramática e da ortografia.
Análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o
ensino da Língua Portuguesa. A Informática e os processos
de leitura e escrita.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas
Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria
da Educação Média e Tecnológicas, 1999.
Bibliografia Básica
______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Parâmetros
Curriculares
Nacionais:
Língua
Portuguesa 1 º e 2 º ciclos. Brasília: Ministério da
Educação/ Secretaria da Educação, 1999.
SORD, R. Magistrando a Língua Portuguesa. São
Paulo: Moderna, s.d.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Média e tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Temas Transversais. Brasília: Ministério da
Educação/ Secretaria da Educação, 1999.
Bibliografia
Complementar
PENNAC, D. Como um romance. 2. ed. Rio de Janeiro:
Rocco. 1995.
TEBEROSKY, A; BEATRIZ, C. Reflexões sobre o
ensino da leitura e da escrita. Editora da UNICAMP.
WEISZ, T. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem.
2. ed. São Paulo:Ática. 2001.
ZATZ, L.. A aventura da escrita: história do desenho que
virou letra. 3.ed.São Paulo: Moderna. 2000.
65
7º Período
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Fundamentos Teóricos. Metodológicos de Educação Física
7º
64
Abordagem, conceitos e idéias da educação física que permitam ao
professor uma co-relação dos conteúdos curriculares com a prática
da educação física.
A postura crítica dos alunos perante as atividades da cultura
corporal, Conhecimentos/habilidades necessária do educador físico.
Organização de experiências pedagógicas conforme o
desenvolvimento do aluno. Vivência em situações de aulas em
instituições de Educação Infantil, envolvendo discussões de
planejamento, observações e participações no processo de
docência.
POSTMAN, N. O desaparecimento da infância. Rio de Janeiro:
Graphia, 2005.
Bibliografia
Básica
FREIRE, J. B.; SCAGLIA, A. J. Educação como prática
corporal. São Paulo: Scipione, 2003.
LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo:
Cortez, 2002.
KAMII, C. A criança e o número. Campinas: Papirus, 2010.
Bibliografia
Complementar
______, Aritmética: novas perspectivas. Campinas:
Papirus, 1989.
MALDONADO, M. T. Comunicação entre pais e filhos: a
linguagem do sentir. Petrópolis: Vozes, 1981.
FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da
Educação Física. São Paulo: Editora Scipione, 1989.
VALENTINI, N.; TOIGO, A. M. Ensinando educação física nas
séries iniciais. Canoas: Salles Editora, 2005.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Estágio Supervisionado: Educação de Jovens e Adultos e
Educação Inclusiva
7º
96
Condições do ensino aprendizagem da educação de jovens e
adultos e educação inclusiva. Projeto de intervenção nas escolas do
66
Conteúdo
ensino fundamental e médio de acordo com os manuais do
laboratório de estagio supervisionado e Práticas de Ensino das
licenciaturas da Insitituição (Labes).
ANTUNES, C. Um método para o ensino fundamental: o
projeto. Petrópolis: Vozes, 2005.
Bibliografia
Básica
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio:
Linguagens, códigos e suas Tecnologias. Brasília: Ministério da
Educação/ Secretaria da Educação Média e Tecnológicas, 1999.
STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para
educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BARCELOS, Valdo. Formação de professores para educação de
jovens e adultos. São Paulo, Vozes, 2006.
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São
Paulo: Loyola, 1995.
Bibliografia
Complementar
MANTOAN, M. T. E. (Org.) Caminhos Pedagógicos da
Inclusão: como estamos implementando a educação (de qualidade)
para todos nas escolas brasileiras. São Paulo: Memnon. 2001.
NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada
interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas
inteligências. São Paulo: Érica, 2001.
RIOS, T.A. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor
qualidade. São Paulo: Cortez, 2001.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da
Matemática
7º
48
Estuda os fenômenos relacionados ao ensino e à aprendizagem da
Matemática e analisa as variáveis envolvidas nesse processo –
aluno, professor e saber matemático e as relações entre eles.
Propõe alternativas metodológicas, objetivo, seleção e estruturação
dos conteúdos, materiais e recursos tecnológicos para um ensino
cuja aprendizagem seja significativa para o aluno. A utilização de
jogos e de tecnologia de ensino. As novas metodologias de acordo
com as novas tendências educacionais.
67
Conteúdo
Variáveis relacionados a ao ensino e aprendizagem da matemática
que envolvem metodologias, objetivos, seleção e estruturação dos
conteúdos, materiais e recursos tecnológicos para um ensino cuja
aprendizagem seja significativa para o aluno. A utilização de jogos
e de tecnologia de ensino. As novas metodologias de acordo com
as novas tendências educacionais.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio:
Matemática Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da
Educação Média e Tecnológicas, 1999.
Bibliografia
Básica
______, Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática 1 º e 2 º ciclos.
Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação, 1999.
D’AUGUSTINE, C. H. Métodos modernos para o ensino da
matemática. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1987.
DIENES, Z; GOLDING. E. W. Explorando o espaço.São Paulo:
Herde, 1986.
Bibliografia
Complementar
IMENES, L. M.; LELLIS, M. Micro dicionário de Matemática.
São Paulo: Scipione, 1999.
KAMII, C. A criança e o número. Campinas: Papirus, 2010.
______, Aritmética: novas perspectivas. Campinas:
Papirus, 1989.
PARRA, C.; SAIZ, I. A didática da matemática: reflexões
psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 1996.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Elaboração de Monografia
7º
64
A partir dos conhecimentos adquiridos durante o curso, o aluno
será orientado na construção da monografia científica de final de
curso, a partir do referencial teórico e das práticas de pesquisa
pedagógica trabalhadas durante os períodos anteriores e dos
conteúdos articulados entre si.
A pesquisa e as etapas de desenvolvimento. O trabalho
monográfico e as fontes consultadas. A pesquisa na educação e as
metodologias. A definição da metodologia. A relevância da
pesquisa e a preocupação ética. Etapas de produção da pesquisa e
estilo. Normas padronizadas de escrita e apresentação da
monografia. Conclusão e resultados. Bancas e critérios de
apresentação.
68
BRANDÃO, C. R. Repensando a pesquisa participante. 2. ed.
São Paulo: Brasiliense, 2008.
Bibliografia
Básica
FAZENDA, I. (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. São
Paulo: Cortez, 2000.
SANTOS, Antônio Raimundo, Metodologia Científica: a
construção do conhecimento. 7ªed, revisada conforme NBR
q4724:2005, Rio de Janeiro: Lamparina , 2007
LUNA, S. V de. Planejamento de pesquisa: uma introduçãoelementos para uma análise metodológica. São Paulo: Educ.,1997.
Bibliografia
Complementar
MINAYO, M. C. de S. (org.). Pesquisa Social: teoria método e
criatividade, 9.ed. Petrópolis: Vozes, 1998.
PÁDUA, E. M. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricaprática. 6. ed. Campinas: Papirus, 2000
SANTOS, J. A.; Filho,
Futura, 1998.
P. Metodologia Científica. São Paulo:
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. ,
São Paulo: Cortez, 2007.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Currículo e Cultura: Gestão Pedagógica
7º
64
Focaliza o currículo como agente de transformação e seu
comprometimento no processo de mudança educacional,
considerando os aspectos sociais, culturais e políticos da sociedade
atual que interferem na práxis educativa. Compreender a relação de
cultura e conhecimento.
Gestão no processo da ação
nos aspectos administrativos e
pedagógicos da escola. Trabalho voltado para os aspectos crítico
sociais da sociedade atual analisando criticamente e refletindo a
respeito dos problemas que interferem no trabalho e no currículo
em geral. Criatividade e seu trabalho numa relação dialética com o
cotidiano educacional e cultural. Diretrizes curriculares que fazem
parte do projeto político pedagógico da escola estabelecendo um
plano de ação democrática envolvendo toda comunidade escolar
trabalhando dialeticamente através de um plano curricular que
envolva o currículo em seu sentido restrito pleno e oculto.
69
Bibliografia
Básica
FERREIRA, N. S. C., Supervisão Educacional Para uma Escola
De Qualidade. Cortez Editora 2006.
GIROUX, H. Teoria Crítica e Resistência em Educação. São
Paulo: Vozes, 2003.
STARRAT, S. Novos Padrões de Supervisão Escolar. EPU:
Edições da Universidade de São Paulo, 1978.
Coll, C. Psicologia e Currículo. São Paulo: Ática, 1999.
Bibliografia
Complementar
ESTEBAN, M. T. Escola, currículo e avaliação. São Paulo:
Cortez, 2005.
FAZENDA, C. A. Integração e Interdisciplinaridade no Ensino
Brasileiro. São Paulo: Loiola, 1993.
MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. da
sociedade. São Paulo: Cortez, 2008.
Currículo, cultura e
SAUL, A. M. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à
prática de avaliação e reformulação de currículo. São Paulo:
Cortez, 2006.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de História
7º
64
Subsídios teóricos
metodológicos referentes a produção do
conhecimento na área de História, destinada a formação de
professor da pré - escola, séries iniciais do ensino fundamental.
A produção histórica no que se refere às representações
educacionais e culturais. Cultura Africana, sincretismo e
miscigenação.
Metodologia referente a produção de conhecimento na área de
historia destinada a formação de professor da educação infantil e
séries iniciais do ensino fundamental.
Estudo e aplicação
metodológica das leis 10 639/2003 e 11 645/2008. As matrizes
africanas da cultura afro-brasileira. O significado da África na
formação do Brasil.
CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 4 ed.
Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2005.
Bibliografia
Básica
OLIVEIRA, I. de; AGUIAR, M. A.; SILVA, P. B. G.; In:
OLIVEIRA, R. de. Negro e educação: linguagens, educação,
resistências, políticas públicas. INEP, 2007.
70
PENTEADO, H. D. Metodologia do Ensino de História e
Geografia. São Paulo: Cortez, 1993.
Bibliografia
Complementar
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Parâmetros Curriculares Nacionais: História e Geografia. 1 º e
2º ciclos. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação,
1999.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas
Transversais. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da
Educação, 1999.
_______. Secretaria de políticas de promoção da igualdade racial.
Implementação da lei de História da Africa e cultura Afrobrasileira leis 10 639/2003 e 11 645/ 2008 e monitoramento do
cumprimento do art. 1º da resolução nº 1. De 17 de junho de
2004. Conselho Nacional de Educação. 2010.
CIPRO NETO, Pasquale; DIMENSTEIN, G. O Brasil na ponta
da língua. São Paulo: Ática, 2002.
ZAMBALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto
Alegre: Artmed, 1998.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Geografia
7º
64
Os fundamentos do curso são os paradigmas da geografia , das
sensibilidades, de modo a propiciar aos futuros professores a
articulação sujeito – objeto no ato da produção do conhecimento.
Estudo dos objetivos e do conteúdo programático da geografia nas
séries iniciais do Ensino Fundamental.
Paradigmas da Geografia brasileira articulando sujeito- objeto no ato do
conhecimento formulando objetivos embasados no conteúdo da
geografia nas series iniciais do ensino fundamental.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Parâmetros
Curriculares Nacionais: História e Geografia. 1 º e 2 º ciclos. Brasília:
Ministério da Educação/Secretaria da Educação, 1999.
Bibliografia
Básica
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e
tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas Transversais.
Brasília: Ministério da
Educação/ Secretaria da Educação, 1999.
PENTEADO, H. D. Metodologia do Ensino de História e Geografia.
71
São Paulo: Cortez, 2000.
Bibliografia
Complementar
MOREIRA, I. A. G. Construindo o espaço. São Paulo: Ática, 2007
VASCONCELLOS, C. dos S.. Construção do conhecimento em sala
de aula. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1999.
______. Avaliação: concepção dialético-libertadores do processo de
avaliação escolar. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1998.
______. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo: Papirus, 1991.
ZAMBALA, A. A prática educativa: como ensinar? Porto Alegre:
Artmed, 1998.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Bibliografia
Básica
Prática Pedagógica de Ensino: Sala de Aula
7º
64
Planejamento/ execução/ avaliação de projeto de trabalho em classes
do Ensino Fundamental e Médio.
Atividades com a prática pedagógica no ensino fundamental e médio
através de um projeto construído em grupos com embasamento na
realidade da escola atual.
BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental e Médio.
Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental e
Médio.
KARNAL, L. História na sala de aula: conceitos, práticas e
propostas. SP: Contexto,2003
PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a
escola. Trad. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental: Lei de Diretrizes e
Bases para a Educação Nacional, Nº 9.394/96, de 20 de dezembro
de 1996.
Bibliografia
Complementar
PARRA, N. Caminhos do ensino. São Paulo: Pioneira Tomson
Learning, 2002.
VASCONCELOS. C. Para onde vai o professor? Resgate do
professor como sujeito de transformação. São Paulo: Coleção
subsídios pedagógicos do Libertad, 1998.
72
_______. Técnicas de ensino: por que não? São Paulo: Papirus,
1991.
ZAMBALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
Componente
Curricular
Período
Carga Horária
Ementa
Conteúdo
Prática Pedagógica nas Instituições de Jovens e adultos
7º
80
Planejamento/ execução/ avaliação de projeto de trabalho em
classes do ensino de jovens e adultos.
Atividades pedagógicas em instituições do ensino de jovens e
adultos envolvendo um trabalho interdisciplinar, através da
execução de um planejamento prévio com o professor responsável
pela disciplina.
BARCELOS, Valdo. Formação de professores para educação de
jovens e adultos. São Paulo, Vozes,2006.
Bibliografia
Básica
Bibliografia
Complementar
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo. Paz e
terra,2005.
______. A importância do ato de ler. São Paulo:Cortez,2003
ALVES, Rubem. Conversas com quem gosta de ensinar. São
Paulo: Cortez.2001.
BRASIL, Min. Educação e desportos. Coordenação de Educação
de Jovens e Adultos Proposta Curricular 2º segmento Brasília
2001.
FUCK, Irene Terezinha. Alfabetização de adultos: relato de uma
experiência construtivista 8ª ed. Guia Escola Cidadã Vol. 5 São
Paulo: Cortez/IPF,1993.
POSTMAN, N. O desaparecimento da infância. Rio de Janeiro:
Graphia, 1999.
VASCONCELOS, C. dos S. Construção do conhecimento em
sala de aula. 18 ed. São Paulo: Cadernos Pedagógicos do Libertad,
2005.
5 METODOLOGIA
A metodologia do Curso de Pedagogia visa unir a teoria à prática por meio de uma
visão educativa na construção de um conhecimento interdisciplinar, sendo o projeto
73
pedagógico baseado nas diretrizes curriculares do curso, o norteador do trabalho coletivo
com os docentes.
Nossa estratégia de ação é a de vivência de um planejamento participativo e de um
currículo amplo levando em conta os aspectos socioculturais e do cotidiano da educação atual
e da multiplicidade dos aspectos que a envolvem para a orientação do aluno cidadão.
Trabalhamos com objetivos claros voltados para as ações previamente planejadas e
revistas conjuntamente para avaliação do projeto de trabalho e sua reconstrução, buscando
sempre atingir as metas propostas pelo grupo de professores do curso.
As nossas ações, portanto, são pautadas em conceitos como participação construtiva
do aluno e, ao mesmo tempo, intervenção do professor para aprendizagens de conteúdos
específicos que favoreçam o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao
exercício da profissão.
O corpo docente se reúne sempre que necessário, para refletir sobre suas ações,
equacionar procedimentos qualitativos de processo de ensino e aprendizagem e promover
processo de recuperação para aqueles que se encontram defasados. No início do ano, o grupo
avalia os alunos que necessitam participar de atividades de nivelamento e planeja as aulas que
são realizadas em horário extraclasse.
Enfim, acreditamos que uma práxis pedagógica só será efetiva se for ativa e
contextualizada criticamente, pois como diz Paulo Freire: “O mundo não é. O mundo está
sendo”.
6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM
Ao longo do curso o aluno será continuamente avaliado por meio de avaliações
individuais e atividades em grupo, pesquisas e seminários. A avaliação tem como objetivo
acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem do aluno, de acordo com os objetivos
previstos e possibilitar a reformulação dos mesmos para atender às especificidades de cada
turma.
A avaliação do rendimento acadêmico obedecerá às normas estabelecidas no
Regimento Geral da Univás, que prevê a aplicação de, no mínimo, dois instrumentos de
avaliação escritos e individuais em cada componente curricular. Esses instrumentos de
avaliação, após corrigidos, devem ser apresentados ao acadêmico pelo professor e discutidos
em sala de aula. Nenhum instrumento de avaliação pode concentrar mais de 50% do total dos
pontos.
74
Será considerado aprovado em cada componente curricular ou atividade o aluno
que obtiver 60 pontos, no mínimo, e a frequência mínima de 75%.
Todas as atividades devem estar previstas no Calendário Acadêmico e no Plano de
Ensino.
7 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
A Comissão Própria de Avaliação – CPA - é um órgão suplementar da Reitoria, com
atuação autônoma em relação às unidades, setores e colegiados superiores da Univás.
Sua finalidade é organizar o processo contínuo da autoavaliação da Univás em todas
as suas modalidades de ação, de modo a fornecer à comunidade acadêmica e à sociedade uma
visão sobre o estado de desenvolvimento da instituição, sua qualidade educativa e sua
relevância social.
A estrutura, composição e competência da CPA são definidas em regulamento, de
acordo com a legislação vigente e aprovado pelo Conselho Universitário – Consuni.
A socialização dos resultados da autoavaliação à comunidade acadêmica tem sido
praticada pela CPA e tem servido de embasamento e motivação para a busca de novas práticas
metodológicas de trabalho em sala de aula e de novos investimentos, por parte da própria
Instituição, além da infraestrutura e outros requisitos que se fazem necessários para que,
coletiva e sinergicamente, a qualidade do ensino seja aprimorada.
8 FORMAS DE ACESSO AO CURSO
O ingresso de candidatos ao Curso de Pedagogia ocorre por meio de Processo Seletivo
anual, organizado e executado pela administração da Univás, em conformidade ao disposto na
legislação pertinente. O Processo Seletivo é classificatório, sendo feita a chamada dos
candidatos aprovados até o limite das vagas definidas para o curso no respectivo edital.
Havendo vacância pelo não preenchimento das vagas é realizado um novo Processo.
Os resultados do Processo Seletivo são válidos até 1/5 do semestre letivo.
A Univás aceita também o ingresso de candidatos portadores de diploma de curso
superior, devidamente registrado, condicionando sua classificação à existência de vagas não
preenchidas.
75
Consta também no Regimento da Univás, a possibilidade do acadêmico fazer
reopção de curso, após aprovação no Processo Seletivo e realização de matrícula. Também,
neste caso, a reopção está condicionada a sua classificação e à existência de vaga.
9 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio é um momento de fundamental importância no processo de formação
profissional. Constitui-se em uma prática que possibilita ao estudante de Pedagogia vivenciar
o aprendido nas aulas teóricas, tendo como função integrar os componentes do currículo
acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e testando-lhes o nível de consistência e o grau de
entrosamento entre eles.
O Estágio Supervisionado tem cumprido, de forma eficiente, o papel de elo entre os
mundos acadêmico e profissional ao possibilitar ao estagiário a oportunidade de
conhecimento da educação, das diretrizes e do funcionamento das escolas e suas interrelações com a comunidade.
A realização dos estágios é incentivada como forma de aproximar os alunos das
necessidades do mundo do trabalho, criando oportunidades de exercitar a prática profissional,
além de enriquecer e atualizar a formação acadêmica desenvolvida no Curso de Pedagogia.
O estágio supervisionado é iniciado no 5º período com os componentes:
Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Estágio Supervisionado do Ensino
Fundamental. No 6º período o aluno cursa o componente Estágio Supervisionado no Ensino
Fundamental e Médio (modalidade Normal e/ou curso de Educação Profissional na área de
serviços e apoio escolar) e no 7º e último período Estágio Supervisionado em Educação de
Jovens e Adultos e Educação Inclusiva. Pode-se perceber, portanto, que o aluno tem
oportunidade de vivenciar a realidade educacional em todas as etapas de ensino que
antecedem a graduação.
O funcionamento do Estágio Supervisionado é regulamentado pelo Laboratório de
Estágio Supervisionado e Prática de Ensino (Labes).
10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Entende-se por Atividades Complementares uma atuação acadêmica, na qual o corpo
discente do Curso deve interagir por meio de sua participação em programas de ensino,
76
pesquisa e extensão extracurriculares, atividades consideradas pertinentes e úteis para a sua
formação humana, profissional e cultural.
Os acadêmicos deverão cumprir a carga-horária mínima de 112 horas de Atividades
Complementares ao longo do curso e esta deverá estar integralizada até um mês antes da
conclusão do curso.
Serão atribuídas normas para a validação das cargas horárias em cada tipo de atividade
desenvolvida pelo acadêmico e validação das atividades relacionadas à área de Pedagogia.
Estas normas encontram-se na tabela. Todos os procedimentos relativos às Atividades
Complementares estão descritos no Regulamento próprio. (Anexo 1)
11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é uma atividade obrigatória de
sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à profissão ou curso de
graduação, constituído por componente da matriz curricular.
O TCC está vinculado ao componente curricular Elaboração de Monografia (Trabalho
de Conclusão de Curso), que define o processo de organização, orientação e avaliação do
aspecto pedagógico na elaboração do trabalho científico.
O Trabalho de Conclusão de Curso consta de uma Monografia com o objetivo de levar
o aluno a aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas do curso, de pesquisar sobre
determinado tema e tornar pública a efetivação da pesquisa.
A produção da Monografia pode ser individual ou pela composição de equipes de
trabalho. Cada equipe poderá conter, no máximo, 3(três) acadêmicos matriculados no 7º
período do curso.
O TCC segue o Manual do Nuapa (Núcleo de apoio à pesquisa acadêmica), que tem o
objetivo de auxiliar os discentes e os docentes na elaboração de trabalhos acadêmicos e
relatórios de pesquisa.
A apresentação do TCC é simples e prática, podendo ser pesquisa bibliográfica ou de
campo, na intenção de estabelecer uma padronização e uniformização metodológica
objetivando orientar na produção acadêmica de qualidade, segundo as normas técnicas da
ABNT.
Os serviços administrativos inerentes ao TCC estão sob a responsabilidade da
Secretaria da Unidade Acadêmica.
77
A listagem de acadêmicos por orientador, as eventuais substituições de orientadores
e a composição das Bancas Examinadoras ficam a cargo do professor da disciplina que no
semestre anterior recolhe de cada aluno, em formulário próprio, três indicações de professores
para ser seu possível orientador.
A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didáticopedagógico, é de responsabilidade dos docentes da Univás, portadores de pós-graduação.
Cada docente pode orientar até 8 (oito) trabalhos.
Compete ao orientador do TCC:
I. estabelecer o plano e cronograma de trabalho em conjunto com o orientando;
II. informar ao orientando sobre as normas, procedimentos e os respectivos critérios de
avaliação;
III. orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as suas
fases;
IV. registrar, em folha individual do acadêmico, a frequência às atividades de
orientação;
V. participar da apresentação do trabalho sob sua orientação como Presidente da
Banca; e
VI. avaliar o TCC segundo os critérios estabelecidos no projeto pedagógico do curso.
O orientador pode ser substituído a pedido justificado e por escrito do acadêmico ou
do próprio orientador, desde que haja parecer favorável do professor responsável pelo TCC e
aprovação do Coordenador de Curso.
A avaliação do TCC
compreende:
cumprimento das
normas
específicas;
acompanhamento contínuo pelo professor do componente curricular e pelo orientador;
avaliação final pela Banca Examinadora. O componente curricular do TCC exige frequência
mínima de 75% (setenta e cinco por cento), apresentação oral e escrita do trabalho científico
concluído e, no mínimo, 60 (sessenta) pontos.
A Banca Examinadora, para a avaliação do TCC, é composta pelo orientador, seu
presidente, e mais dois professores da Univás, indicados pelo professor responsável pelo
TCC.
A critério do professor responsável pelo TCC, pode integrar a Banca Examinadora
docente de outra instituição de ensino superior com conhecimento na área da temática do
TCC.
78
A avaliação do TCC pela Banca Examinadora envolve a apreciação do trabalho
escrito e da apresentação pública.
Os trabalhos devem ser entregues aos membros da banca examinadora até 15 dias
antes da apresentação para que os avaliadores tenham tempo suficiente de lê-los e apreciá-los
Será entregue a cada membro da banca uma ficha avaliativa para atribuição dos
valores a serem dados a cada aluno, conforme critérios nela definidos.
Em casos de trabalhos que precisam ser corrigidos posteriormente à apresentação, o
aluno terá o prazo de 7 dias, a contar da data da apresentação à banca, para reformulá-lo.
Por fim, se o aluno for aprovado, há a leitura da ata.
12 APOIO AO DISCENTE
Para o atendimento ao aluno contamos com:
a) Núcleo de apoio ao discente (NAD) - tem como objetivo apoiar os alunos no
desenvolvimento das habilidades e competências pretendidas pelo curso de graduação, na
busca da democratização de sua permanência, integração e participação. Além disso, realiza o
trabalho por meio do atendimento Psicológico e Psicopedagógico, formado por uma Pedagoga
(que é professora do Curso) e duas Psicólogas. O NAD é um órgão ligado à Pró-Reitoria de
Graduação.
b) Ouvidoria - é um órgão interno, vinculado à Reitoria da Universidade. Constitui-se como
um canal de comunicação para acolhimento das manifestações da comunidade interna
(alunos, professores e funcionários) e externa (comunidade em geral), que visem à melhoria
do funcionamento da Universidade. As manifestações podem ser através de críticas,
reclamações, sugestões e elogios.
Ainda, o Curso de Pedagogia oferece aos alunos o programa de nivelamento
imprescindível para a melhoria do desempenho dos alunos, principalmente no início do curso.
Leitura, interpretação e produção de textos são trabalhados de forma a assegurar ao
acadêmico melhorias no uso das habilidades linguístico discursivas. Espera-se que o
nivelamento contribua para a superação das lacunas herdadas do ensino nos níveis anteriores.
12.1. Estratégia de Recuperação
Tendo em vista o sistema continuado de avaliação, a recuperação será implementada
no decorrer do semestre, em atendimento ao aluno que for considerado defasado em relação
79
ao aproveitamento geral da classe. Serão utilizados procedimentos como a realização de
tarefas complementares ou sínteses dos conceitos estudados, que possibilitem melhor
compreensão do conteúdo e envolvimento com o componente curricular. Tais atividades de
recuperação têm caráter qualitativo. As notas já obtidas pelo acadêmico não poderão ser
substituídas.
12.2. Aproveitamento de estudos e casos de transferências
Nos casos de alunos transferidos para a instituição, faz-se uma análise do histórico
escolar da instituição de origem. Nesta análise do histórico do aluno, verifica-se a afinidade
das disciplinas já cursadas por ele e a carga horária compatível e disciplinas compatíveis com
a matriz curricular do curso. Depois da análise realizada pelo professor responsável da
disciplina e a coordenação do curso, o aluno é encaminhado para a readaptação curricular das
disciplinas que não foi dispensado e deverá cursar.
12.3. Regime especial
Quando a disciplina já foi oferecida pelo curso e houve uma readaptação de matriz
curricular, o aluno poderá optar pelo regime especial que poderá ser oferecido também para os
alunos com dependência.
13 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs NO PROCESSO
ENSINO APRENDIZAGEM
No Curso de Pedagogia em questão, desde o primeiro período, no componente
curricular
Fundamentos
de
Tecnologia
Educacional,
são
desenvolvidos
trabalhos
interdisciplinares nos quais se desenvolvem práticas investigativas. O trabalho desenvolve-se
numa linha pedagógica que privilegia a construção do conhecimento com vistas à
compreensão de conceitos e metodologias envolvidos na investigação científica, processo
básico da formação profissional do aluno, motivando-o ao contínuo aperfeiçoamento. Nos 4º
e 5º Períodos, essa metodologia vem sendo vivenciada nos trabalhos desenvolvidos no
conteúdo curricular de “Análise da Experiência Pedagógica: Pesquisa Quantitativa e Análise
da Experiência Pedagógica: Pesquisa Qualitativa”, que abrangem diversas áreas da educação,
culminando na apresentação oral do relatório final da pesquisa empreendida. Para o
80
desenvolvimento desses trabalhos, propõe-se a utilização de recurso de informática, desde
aplicativos até softwares educacionais, bem como outros recursos tecnológicos que façam uso
da linguagem audiovisual. No 7º Período, no conteúdo curricular Elaboração de Monografia
(Trabalho de Conclusão de Curso), deve desenvolver habilidades de análise teóricometodológica recortado do campo de educação. A prática educativa não pode prescindir da
formação científica séria e da clareza política: as atividades do ensino não podem ser
desconectadas da complexidade social e da problematização do futuro. Portanto, estreitar os
laços entre o ensino e a pesquisa é uma meta de toda instituição de ensino superior que
pretenda alcançar êxito na potencionalização do ato pedagógico, da produção de
conhecimento e das relações com a sociedade.
Há uma grande questão que é colocada para os educadores, a de que não se trata de
usar a tecnologia a qualquer custo e, sim, de buscar compreender uma mudança de civilização
que questiona profundamente as velhas formas e os modos habituais de divisão do trabalho,
as mentalidades e a cultura arcaica dos sistemas educacionais e, sobretudo, a formação do
professor na implicação com o aluno, no processo ensino-aprendizagem. Podemos entender,
hoje, a partir das modernas teorias de aprendizagem, que o ato de aprender é uma das marcas
típicas da competência humana e que esse processo demanda um esforço reconstrutivo
pessoal e coletivo. Não há dúvidas, também, de que o uso de recursos informáticos – como,
por exemplo, os “softwares” educativos – constituem-se numa atividade interdisciplinar que
pode trazer singular proveito ao aluno.
14 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é constituído por um mínimo de 5(cinco)
professores pertencentes ao corpo docente do curso, em regime de trabalho de tempo parcial
ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral, e do total, 60%, no mínimo com
titulação acadêmica obtida em programa de graduação stricto sensu.
A escolha dos membros do NDE deve recair em professores que exerçam liderança
acadêmica percebida na produção de conhecimentos da área, no desenvolvimento do ensino, e
em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o
desenvolvimento do curso.
O
Núcleo
Docente
Estruturante
(NDE)
tem
atribuições
acadêmicas
de
acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do
Projeto Pedagógico de Curso.
81
Os docentes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) são designados pela Diretoria
das Unidades Acadêmicas, homologados pela Pró-Reitoria de Graduação e nomeados pelo
Reitor, a saber:
Ana Cristina Libânio
Mestre
Parcial
Dionísio Ailton Pereira
Doutor
Parcial
Joelma Pereira de Faria
Doutora
Parcial
Maria
Ignez
Arantes
de Mestre
Parcial
Oliveira
Sandra Maria da Silva Sales Doutora
Integral
Oliveira
Sônia Lúcia Teixeira
Mestre
Parcial
15 CORPO DOCENTE
Nome
Adriana de Freitas Cardoso
Ana Carolina Sales Oliveira
Carla Helena Fernandes
Ana Cristina Libânio
Cristiane Machado
Débora Cecílio Fernandes
Dionísio Ailton Pereira
Jane Aparecida de Oliveira Silva
Joelma Pereira de Faria
José Carlos da Silva Oliveira
Luiz Eduardo Salomon Capozolli
Magali Aparecida de Castro Costa
Maria Grafira Nunes Saponara
Titulação
Regime de Trabalho
Mestre
Parcial
Mestre
Parcial
Doutora
Mestre
Doutora
Integral
Parcial
Integral
Doutora
Integral
Doutor
Horista
Mestre
Parcial
Doutora
Parcial
Mestre
Horista
Especialista
Horista
Especialista
Especialista
Parcial
Horista
82
Maria Ignez A. de Oliveira
Marlene Fátima de Castro Toledo
Sandra Maria da Silva Sales de Oliveira
Sônia Lúcia Andere Teixeira
Sônia Aparecida Siquelli
Suzana Gakya Caliatto
Vânia dos Santos Mesquita
Mestre
Parcial
Especialista
Parcial
Doutora
Integral
Mestre
Parcial
Doutora
Integral
Doutora
Integral
Mestre
Integral
16 INFRAESTRUTURA
Na Unidade Fátima, onde funciona o curso de Pedagogia, existem três salas de
professores sendo que os professores deste curso utilizam duas delas, as quais situam- se no
prédio 1 e no prédio 2. No prédio 1, a sala de professores mede 63 metros quadrados. Nesta
sala há quatro computadores para uso dos professores, duas mesas grandes com cadeiras para
reuniões, escaninhos e também 2 banheiros. A sala de professores do Prédio 2 mede 10
metros quadrados e possui mesa com cadeiras e escaninhos. Anexo a esta sala se situa a sala
de coordenação do curso. As duas salas são bem arejadas e iluminadas, proporcionando
conforto físico e visual aos professores.
As salas de aula atendem aos requisitos imprescindíveis para seu funcionamento. Elas
apresentam formato retangular, são ventiladas por amplas janelas, além de possuírem boa
circulação de ar e serem bem iluminadas. As paredes e tetos são pintados de branco e os pisos
com tacos ou piso frio. Todas comportam bem o número de discentes e ainda estão prontas
para o uso de recursos multimídia (disponíveis em cinco salas de recursos audiovisuais).
17 LABORATÓRIO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO ESPECIAL
Criado no segundo semestre de 2010, o Laboratório de Ensino, Aprendizagem e
Educação Especial - LAEAPEE tem como objetivo ser um espaço de reflexão teórica e
prática para todos os alunos, especialmente aqueles que cursam a disciplina de Estágio
83
Supervisionado, e apoio pedagógico aos acadêmicos do Curso de Pedagogia, por meio do
empréstimo de materiais didáticos para o desenvolvimento de práticas de ensino e estágios
curriculares.
Todas as disciplinas da matriz curricular do Curso de Pedagogia são contempladas
neste projeto, especialmente, aquelas relacionadas às metodologias e aos estágios curriculares.
Fica evidente, portanto, o caráter interdisciplinar deste Laboratório, que busca, por meio de
seu eixo integrador, articulações internas - no sentido de privilegiar a relação entre todas as
disciplinas do Curso de Pedagogia com as de estágio curricular – e externas, face à realização
das oficinas que envolvem acadêmicos de outros cursos de Licenciatura (Letras, Matemática,
Ciências Biológicas e História).
18 LUDOTECA / BRINQUEDOTECA
O Curso de Pedagogia possui Brinquedoteca e Ludoteca. Brinquedoteca, porque
desenvolve atividades de recreação e brincadeiras em geral e Ludoteca, porque desenvolve
atividades dirigidas e pesquisa de jogos e brincadeiras.
A Ludoteca / Brinquedoteca do curso de Pedagogia foi criada em agosto de 2009 a
partir de um projeto da professora Maria Ignez Arantes de Oliveira, que hoje coordena o
espaço, juntamente com os acadêmicos do curso de Pedagogia que cursam o 4º e o 5º
períodos, os quais auxiliam nas atividades, enquanto que os alunos dos outros períodos
ajudam na confecção de brinquedos.
Trata-se de um espaço com material lúdico especialmente preparado de acordo com as
diversas fases de desenvolvimento infantil, com o objetivo de oportunizar o afloramento das
múltiplas inteligências da criança e do enriquecimento das interações sociais. Na Ludoteca /
Brinquedoteca, a criança interage com jogos e brinquedos, desenvolvendo a sua autonomia e
descobrindo que brincar é essencial. Ao oferecer um espaço para a criança experimentar e
escolher o brinquedo, qualquer brinquedo, esta prática incentiva a autonomia e
desenvolvimento da capacidade crítica.
Na Ludoteca / Brinquedoteca as crianças aprendem pelo manuseio de materiais, de
cores, de tamanhos, de formas, de sons, de texturas e resistências diferentes. Com a riqueza do
material lúdico e de sucata, reconhece e identifica as semelhanças e diferenças, abstrai,
classifica, simboliza, cada uma dentro de seu ritmo, cada uma a sua maneira. Um ambiente
lúdico tão rico, com certeza contribui para o desenvolvimento de experiências de sucesso
84
dentro do espaço escolar. A criança tem oportunidade de desenvolver a iniciativa, a
autonomia e enriquecer as interações sociais e, assim, exercer sua cidadania.
Muitas crianças do Ensino Infantil e Fundamental de escola particular (Colégio Anglo)
e municipal (CIEM) já utilizaram esse espaço para realizar atividades lúdicas.
O espaço é dividido em cantinhos, como por exemplo, o da leitura que estimula o
desenvolvimento do pensamento, facilitando a interpretação de histórias desde seu conto até a
representação de personagens; o cantinho de construção, que possui jogos que desenvolvem a
percepção, atenção e concentração através de jogos de sequência lógica, de tabuleiro, de
arremessar e também jogos recreativos; o cantinho do faz de conta com fantasias com as quais
a criança pode ser princesa, bailarina, super heróis etc.
A Ludoteca/Brinquedoteca é um laboratório de vivências lúdico-pedagógicas que
contribui de forma significativa para a formação dos alunos do curso de Pedagogia e de outras
licenciaturas, possibilitando, ainda, o desenvolvimento de estudos científicos na temática da
ludicidade
e
aprendizagem.
A
Ludoteca/Brinquedoteca
tem
possibilitado
grande
envolvimento da comunidade, bem como dos discentes e docentes do Curso de Pedagogia no
desenvolvimento de suas atividades e da organização de grupo de estudos, mini-cursos, aulas
práticas, entre outros. Também, a Ludoteca/Brinquedoteca apresenta dois projetos: um de
criação e o outro de funcionamento com normas e horário de funcionamento.
85
19 ANEXOS
Anexo 1
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ATIVIDADES
ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1° O presente conjunto de normas tem por finalidade regulamentar as Atividades
Complementares e Atividades Acadêmico-Científico-Culturais dos cursos de graduação da
Universidade do Vale do Sapucaí - Univás, sendo o seu integral cumprimento indispensável à
colação de grau.
Art. 2º A Atividade Complementar de Graduação é uma modalidade específica de atuação
acadêmica, na qual o corpo discente da Instituição deve interagir, por meio de sua
participação em programas de ensino, pesquisa e extensão extracurriculares, atividades
consideradas pertinentes e úteis para a sua formação humana, profissional e cultural.
Art. 3º Nos cursos de licenciatura, as Atividades Complementares são denominadas
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais.
Art. 4° As Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais dos
cursos da Univás contemplam as seguintes modalidades:
I. atividades de ensino;
II. atividades de pesquisa; e
III. atividades de extensão.
Art. 5° As Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais atendem
aos seguintes objetivos:
I.
flexibilizar o currículo pleno do curso;
II.
propiciar a aquisição de experiências diversificadas inerentes e indispensáveis ao seu
futuro profissional, buscando aproximá-lo da realidade universidade/mercado de
trabalho;
III.
proporcionar o contínuo aperfeiçoamento crítico-teórico e técnico-instrumental;
IV.
aprofundar o grau de interdisciplinaridade na formação dos acadêmicos, em conjunto
com a comunidade;
V.
fomentar a frequência nas atividades culturais, sociais e artísticas, relacionadas à
formação profissional;
VI.
incentivar a participação em atividades acadêmicas e científicas que permitam a
permanente atualização; e
VII. capacitar para o desenvolvimento das atividades acadêmicas e profissionais inerentes
ao processo de formação.
86
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES
COMPLEMENTARES/ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
Art. 6° As Atividades de Ensino compreendem:
I.
atividades de monitoria;
II.
participação em cursos afins ao de graduação, em que o acadêmico se encontra
matriculado;
III.
cursos na área de informática, língua estrangeira e língua brasileira de sinais; e
IV.
estágios extracurriculares desenvolvidos com base em convênios firmados pela
Univás.
Art. 7° As Atividades de Pesquisa compreendem:
I.
livro publicado;
II.
capítulo de livro;
III.
artigo publicado em periódico como autor;
IV.
artigo publicado em periódico como co-autor;
V.
artigo publicado em anais como autor;
VI.
artigo publicado em anais como co-autor;
VII. resumo em anais;
VIII. projetos de iniciação científica;
IX.
projetos de pesquisa institucional;
X.
apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em painéis e congêneres; e
XI.
participação em grupos institucionais de estudos e pesquisas.
Art. 8° As Atividades de Extensão compreendem:
I.
participação na organização de eventos;
II.
participação como ministrante de conferências ou palestras;
III.
participação como ouvinte em eventos tais como: conferências, palestras, congressos,
simpósios, semanas científicas, oficinas, encontros, workshops e outros aprovados pela
Coordenação de Curso;
IV.
apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em painéis e congêneres;
V.
participação ou trabalho na organização de Empresa Júnior, Incubadora, Agência ou
Escritório Experimental/Modelo, Veículos de Comunicação da IES do curso;
VI.
participação em campanhas comunitárias e trabalhos voluntários;
VII. visitas técnicas e de campo acompanhadas pelo professor;
VIII. atividades extracurriculares desenvolvidas com base em convênios firmados pela
Univás;
IX.
outras atividades propostas pelo acadêmico, em qualquer campo de conhecimento e
previamente aprovadas pelo Coordenador do Curso; e
X.
representação em órgãos da Univás (Consuni, Conselho Acadêmico, Colegiado de
Curso e outras representações institucionais).
Art. 9º Para cumprimento da carga horária das Atividades Complementares/Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais, o acadêmico deve escolher atividades nas modalidades
previstas no art. 4° deste Regulamento.
Art. 10. O acadêmico, para cumprimento das obrigações referentes às Atividades
Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais, deve:
87
I.
II.
III.
entregar ao Núcleo de Atividades Complementares – NAC, para registro, os
documentos comprobatórios das atividades realizadas, em duas vias, sendo uma
original, anexados ao
Formulário próprio com sua assinatura;
receber o protocolo da entrega dos documentos; e
receber os documentos originais.
Art. 11. O NAC, de posse dos documentos comprobatórios apresentados pelos acadêmicos
referentes às atividades, deve:
I.
receber e conferir a cópia com o original;
II.
fornecer ao acadêmico o protocolo de recebimento;
III.
devolver ao acadêmico os documentos originais;
IV.
disponibilizar ao Coordenador de Curso os documentos apresentados pelos
acadêmicos, os quais serão por ele validados;
V.
proceder o registro dos documentos validados;
VI.
arquivar os documentos registrados;
VII. manter em ordem os arquivos;
VIII. prestar orientações aos acadêmicos na área de sua atuação; e
IX.
exercer outras funções inerentes à sua área de atuação.
CAPÍTULO III
DA CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OU
ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
Art. 12. A carga horária das Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais a ser integralizada deve estar em conformidade com as Diretrizes Curriculares de
cada curso.
Parágrafo único. Para os cursos tecnológicos não há obrigatoriedade de realização das
Atividades Complementares, mas podem ser contempladas, desde que constem no Projeto
Pedagógico do Curso (PPC).
Art. 13. A carga horária das Atividades Complementares/Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais pode ser integralizada no decorrer do curso, respeitando o respectivo Projeto
Pedagógico.
Parágrafo único. Não há obrigatoriedade do cumprimento mínimo de carga horária por
período letivo.
CAPÍTULO IV
DA VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ ATIVIDADES
ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
Art. 14. O Coordenador de Curso, de posse dos documentos comprobatórios apresentados
pelos acadêmicos referentes às atividades, deve:
I.
analisar os documentos no NAC;
II.
colocar o número de horas para cada atividade, de acordo com a Tabela estabelecida
no Projeto Pedagógico do Curso e a assinatura, no caso de validação.
§ 1º As Atividades Complementares/Atividades/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
apresentadas somente têm validade quando realizadas durante o período de graduação.
88
§2º O acadêmico que não completar a carga horária das Atividades
Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais durante o período de graduação,
não cola grau até que tenha integralizada a carga horária destinada a estas atividades.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 15. O NAC tem um professor responsável pela coordenação dos trabalhos desenvolvidos,
indicado pela Direção da Unidade Acadêmica e designado pelo Reitor.
Art. 16. Os acadêmicos ingressantes na Univás por meio de transferência ficam sujeitos ao
cumprimento da carga horária de Atividades Complementares/Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais, podendo solicitar à Coordenação do Curso o cômputo da carga horária
atribuída pela instituição de origem, desde que estejam em consonância com o projeto
pedagógico do curso e compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento.
Art. 17. Compete ao colegiado de cada curso determinar o número e o limite máximo de horas
semestrais para cada tipo de atividade prevista na tabela de Atividades
Complementares/Atividades Acadêmico-Científico-Culturais.
Art. 18. Os casos omissos neste Regulamento são resolvidos pela Pró-Reitoria de Graduação,
no âmbito de suas competências.
Art. 19. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão - Consepe, revogadas as disposições em contrário.
APROVADO PELO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO –
CONSEPE – RESOLUÇÃO Nº 23/2012
89
TABELA DE ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC)
Modalidade
Ensino
Pesquisa
Extensão
ATIVIDADES
1. Atividade de Monitoria por semestre.
Limite de
horas
50
2. Participação de cursos, como ouvinte.
20
3. Participante como organizador e ministrante de cursos.
60
4. Cursos na área de informática, língua estrangeira ou LIBRAS.
60
5. Artigo publicado em periódico como autor, por artigo.
6. Artigo publicado em periódico como co-autor, por artigo.
60
45
7. Artigo publicado em anais como autor, por artigo.
8. Artigo publicado em periódico como co-autor, por artigo.
40
20
9. Resumo em anais, por resumo.
10. Livro publicado, por livro.
11. Capítulo de livro, por livro.
12. Projeto de iniciação científica institucionalizado, por projeto.
13. Projeto de pesquisa institucional, por projeto.
30
60
30
60
60
14. Apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em
painéis e congêneres, por trabalho.
15. Participação em grupos institucionais de estudos ou pesquisas,
por grupo.
16. Participação na organização de eventos da UNIVÁS, por
evento.
17. Participação como ministrante de conferência ou palestra, por
conferência ou palestra.
18. Participação como ouvinte em eventos, por evento.
19. Apresentação de trabalhos em eventos de forma oral, em
painéis e congêneres, por trabalho.
20. Participação em oficinas, por oficinas.
21. Participação ou trabalhos em eventos de extensão social, por
evento.
22. Participação em campanhas comunitárias e trabalhos
voluntários, por campanha e/ou trabalho.
23. Visitas técnicas acompanhado(a) por professor.
24. Estágios extra curriculares, por estágio.
10
25. Outras atividades propostas pelo aluno e aprovadas pelo
colegiado de curso, por atividade.
26. Representação discente em órgãos colegiados, por
representação.
20
10
50
20
10
10
9
80
10
20
10
50
90
Anexo 2
REGULAMENTO
DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE ENSINO
DOS CURSOS DE LICENCIATURA
TÍTULO I
DA DEFINIÇÃO, OBJETIVOS, CARGA HORÁRIA E CAMPO DE ATUAÇÃO
CAPÍTULO I
DA DEFINIÇÃO
Art. 1°. O Estágio Supervisionado de Ensino é um componente curricular obrigatório dos
cursos de licenciatura da Unidade Acadêmica da Univás, denominada Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras Eugênio Pacelli – FAFIEP, e se caracteriza pelo exercício pré-profissional
do magistério junto a instituições credenciadas da rede pública ou da rede particular de
ensino.
Parágrafo único. O Estágio Supervisionado de Ensino é um modo especial de atividade de
capacitação em serviço e só pode ocorrer em unidades escolares onde o estagiário assuma
efetivamente o papel de professor.
CAPÍTULO II
DOS OBJETIVOS
Artigo 2°. São objetivos gerais do Estágio Supervisionado de Ensino:
I. aproximar a teoria e a prática, conformando exercício de análise, aplicação e crítica dos
pressupostos teóricos e instrumentos metodológicos que caracterizam a formação técnica
do professor da educação básica;
II. permitir o contato direto do estagiário com a realidade educacional brasileira, sua história,
suas características, seus problemas e seus desafios;
III. confrontar o aluno com situações de exercício pré-profissional que lhe permitam a
exploração e a experimentação de estratégias de transformação e melhoria de suas práticas
pedagógicas;
IV. provar a realização das competências e habilidades exigidas na prática profissional e
exigíveis dos professores, especialmente quanto à regência;
V. formar, no estagiário, a disposição para a pesquisa bibliográfica e de campo, como
estratégias pedagógicas de resolução dos problemas escolares;
VI. estimular o respeito à diferença e o apreço à tolerância, e problematizar, a partir da
atuação concreta do estagiário em sala de aula, as interpretações esquemáticas e
reducionistas para o fracasso escolar;
VII. propiciar o desenvolvimento, pelo aluno, do conjunto de competências e habilidades
que venham a caracterizar o educador, em seu papel de agente da transformação social.
91
CAPÍTULO III
DA CARGA HORÁRIA
Art. 3°. O Estágio Supervisionado de Ensino deve obedecer à legislação vigente no que se
refere à carga horária de atividades e número de dias letivos em cada período letivo.
§ 1º O Estágio Supervisionado de Ensino ocorre a partir do início da segunda metade do
Curso de Licenciatura.
§ 2º Somente tem valor as horas-atividades cumpridas junto a instituições credenciadas e sob
a orientação de profissional credenciado.
§ 3º Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica, desde que
comprovado, podem ter redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o
máximo de 200 (duzentas) horas.
§ 4º Embora esteja a ela intrinsecamente articulado, o Estágio Supervisionado não se
confunde com o componente curricular Prática de Ensino, cuja carga horária deve ser
vivenciada, de forma autônoma, ao longo do Curso de Licenciatura.
Art. 4°. A carga horária do Estágio Supervisionado deve ser cumprida:
I. na instituição concedente de estágio, em atividades de observação, participação e
regência, no mínimo, um terço da carga horária;
II. na Unidade Acadêmica da Univás, nas sessões de supervisão, no mínimo, um terço da
carga horária;
III. em atividades extra classe relacionadas à preparação da regência e à análise de seus
resultados, no mínimo, um terço da carga horária;
IV. na Semana e Jornada das Licenciaturas da Univás, no 1º semestre;
V. em outras atividades relacionadas à prática pedagógica.
§ 1° A comprovação do cumprimento da carga horária de Estágio Supervisionado na
instituição concedente é feita pelo preenchimento da Ficha Cumulativa de Controle de Estágio
(Anexo I), com a indicação da data, horário e tema da atividade desenvolvida.
§ 2° As Fichas Cumulativas de Estágio somente tem valor se assinadas pelo profissional
responsável e se carimbadas e assinadas pelo diretor da instituição concedente do estágio.
§ 3° A verificação da frequência do estagiário às sessões de supervisão é feita pelo professorsupervisor da Unidade Acadêmica da Univás.
§ 4° A comprovação do cumprimento da carga horária nas demais atividades é feita pelo
Laboratório de Prática de Ensino e Estágio Supervisionado (Labes).
Art. 5°. É considerado aprovado em freqüência o estagiário que, ao final do período letivo,
comprovar o cumprimento da carga horária mínima estabelecida para o módulo do Estágio
Supervisionado em que estiver matriculado.
§ 1° As horas-atividades cumpridas que excederem a carga horária mínima prevista para o
módulo não poderão ser aproveitadas em outros módulos do Estágio Supervisionado.
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§ 2° É considerado reprovado em freqüência o estagiário que, ao final do período letivo, não
puder comprovar o cumprimento da carga horária mínima estabelecida para o módulo do
Estágio Supervisionado em que estiver matriculado.
§ 3° As horas-atividades cumpridas em módulo no qual o estagiário tenha sido reprovado não
podem ser aproveitadas em outros módulos do Estágio Supervisionado.
CAPÍTULO IV
DO CAMPO DE ESTÁGIO
Art. 6°. O Estágio Supervisionado deve ser desenvolvido obrigatoriamente junto a instituições
credenciadas da rede pública ou da rede particular de ensino.
§ 1° O credenciamento da instituição concedente de estágio deve ser requerido pelo próprio
estagiário mediante a proposição de Termo de Convênio ou de Termo de Parceria entre a
instituição concedente e a Unidade Acadêmica da Univás.
§ 2° Cabe ao Colegiado do Labes analisar os requerimentos de credenciamento e deliberar
pela inclusão, suspensão ou descredenciamento das instituições concedentes de estágio.
§ 3° São aceitas como instituições concedentes de estágio aquelas que se caracterizarem por:
I. propiciar condições que satisfaçam aos objetivos pedagógicos do Estágio;
II. possuir, em seu quadro de pessoal, profissional de nível superior habilitado na área de
formação do estagiário, que possa orientar as atividades do Estágio;
III. ser reconhecida pelos órgãos federais, estaduais e/ou municipais de educação;
IV. comprometer-se a colaborar com a Univás no acompanhamento do estágio.
Art. 7°. É de inteira responsabilidade do aluno a obtenção de vagas na rede pública ou
particular de ensino para a realização do Estágio Supervisionado.
§ 1° A comprovação da obtenção de vaga é feita mediante entrega ao Labes da Ficha de
Identificação do Estagiário (Anexo I), devidamente preenchida, assinada e carimbada, nos
prazos determinados pelo Labes no início de cada período letivo em que é oferecido o Estágio
Supervisionado.
§ 2° A não-entrega da Ficha de Identificação do Estagiário em até dois meses letivos após o
início do período letivo em que é oferecido o Estágio Supervisionado, implica a reprovação
do aluno na disciplina de Estágio Supervisionado.
§ 3° A falta de vagas nas unidades de ensino não será aceita como justificativa para o atraso
ou para a não-entrega dos documentos de estágio.
§ 4° Cabe ao Labes prover o aluno da Carta de Apresentação para que possa pleitear vagas de
estágio na rede de ensino.
Art. 8°. O Estágio Supervisionado pode ser desenvolvido em instituições não-escolares
conveniadas com a Universidade do Vale do Sapucaí, observados os objetivos pedagógicos.
93
TÍTULO II
DO LABORATÓRIO DE PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO –
LABES
CAPÍTULO I
DA COMPETÊNCIA
Art. 9º.
Ao LABORATÓRIO DE PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO
SUPERVISIONADO – LABES compete refletir sobre as práticas pedagógicas e gerenciar
todas as atividades relativas ao Estágio Supervisionado, cuidando da interação entre a teoria e
a prática em todos os cursos de licenciatura e, o que é mais importante, na interação entre o
professor de hoje (que está na escola) e o professor de amanhã (que está na Univás),
rompendo a distância que separa a Universidade da sociedade.
Art. 10. Compete ainda ao Labes:
I. imprimir e distribuir as cartas de apresentação dos estagiários;
II. credenciar as instituições concedentes de Estágio;
III. credenciar os professores-orientadores de Estágio;
IV. recolher os Projetos de Intervenção e os Relatórios de Estágio;
V. catalogar os Projetos de Intervenção e os Relatórios de Estágio;
VI. controlar a frequência dos estagiários às atividades extraclasse;
VII.
arquivar os documentos relativos ao Estágio;
VIII.
encaminhar, à Direção da Unidade Acadêmica, relatório anual das atividades de
estágio;
IX. exercer outras funções inerentes ao estágio supervisionado.
CAPÍTULO II
DA COMPOSIÇÃO
Art. 11. O Labes é composto por:
I. um Colegiado formado pelos professores responsáveis pela disciplina de Estágio
Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da Univás;
II. um Coordenador, indicado pela Diretor da Unidade Acadêmica e designado pelo Reitor.
§ 1° Compete ao Colegiado do Labes:
I. prestar orientação técnica e pedagógica para o desenvolvimento das atividades de estágio;
II. prestar orientação técnica para o desenvolvimento do Projeto de Intervenção e do
Relatório de Estágio;
III. avaliar os Projetos de Intervenção e os Relatórios de Estágio;
IV. avaliar a Prova-Aula;
V. orientar os alunos no desenvolvimento da parte textual e metodológica dos Projetos de
Intervenção e dos Relatórios de Estágio;
VI. organizar, participar e avaliar a Semana das Licenciaturas e Jornada das Licenciaturas;
VII.
reunir-se, ordinariamente, duas vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre
que se fizer necessário, em dia e hora determinados pela Coordenadoria do Labes para
avaliar e julgar os requerimentos encaminhados pelos estagiários ao Labes;
VIII.
cumprir as datas marcadas para entrega de notas, com a máxima presteza;
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IX. comparecer ao Labes sempre que for solicitado;
X. analisar os requerimentos de credenciamento e deliberar pela inclusão, suspensão ou
descredenciamento das instituições concedentes de estágio;
IX. exercer outras funções inerentes ao estágio supervisionado.
§ 2º Compete ao Coordenador gerenciar o Labes, cumprindo e fazendo cumprir todas as
atividades relativas ao estágio Supervisionado.
§ 3º O Colegiado do Labes se reúne, ordinariamente, duas vezes por semestre e,
extraordinariamente, quando se fizer necessário, mediante convocação do Coordenador.
TÍTULO III
DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO
CAPÍTULO I
DA ORIENTAÇÃO E DA SUPERVISÃO
Art. 12. O Estágio Supervisionado envolve:
I. o estagiário, assim considerado todo aquele regularmente matriculado em disciplina de
Estágio Supervisionado e inscrito em uma das instituições credenciadas;
II. o professor-supervisor, assim considerado o membro do corpo docente da Univás
responsável pela disciplina de Estágio Supervisionado, segundo atribuição do Colegiado
de Curso;
III. o professor-orientador, assim considerado o profissional credenciado que é acompanhado
pelo estagiário na instituição concedente do estágio.
Art. 13. O Estágio Supervisionado deve ser desenvolvido sob a orientação de um professor
credenciado.
§ 1° O credenciamento do professor-orientador deve ser requerido pelo próprio estagiário,
mediante preenchimento de formulário próprio e da apresentação da documentação
necessária.
§ 2° O professor orientador deve ser obrigatoriamente portador de licenciatura na área de
formação da disciplina do estágio.
§ 3° Não são aceitos como professores-orientadores parentes diretos ou o cônjuge do aluno
estagiário.
§ 4° Cabe ao Colegiado do Labes analisar os requerimentos de credenciamento e deliberar
pela inclusão, suspensão ou descredenciamento dos professores-orientadores de estágio.
§ 5° A escolha do professor-orientador deve observar a sua disponibilidade para a cooperação
nas atividades do estágio, evitando professores que não permitem ao estagiário o acesso aos
textos produzidos pelos alunos e ao material didático utilizado em sala de aula e da mesma
95
forma, o professor deve concordar que o aluno aplique, durante o período do estágio, um
projeto de intervenção, que é por ele avaliado.
§ 6° Os obstáculos que o professor-orientador possa oferecer ao processo não são aceitos
como justificativas da má qualidade dos projetos e/ou relatórios apresentados.
Art. 14. As atividades de Estágio Supervisionado são coordenadas, em parceria, pelo Labes,
pelos professores-supervisores e pelos professores-orientadores.
Art. 15. Compete aos professores-orientadores:
I. prestar orientação técnica e pedagógica para o desenvolvimento das atividades de estágio;
II. avaliar os Projetos de Intervenção e dos Relatórios de Estágio;
III. avaliar a regência;
IV. exercer outras funções ligadas à sua área de atuação.
CAPÍTULO II
DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
Art. 16. As atividades do Estágio Supervisionado devem ser desenvolvidas individualmente
ou em grupos formados por até três alunos.
Parágrafo único. O grupo formado por até 3 alunos deve desenvolver suas atividades na
mesma Instituição concedente de estágio, na mesma turma e ter o mesmo ProfessorOrientador, sob pena de ser reprovado se assim não proceder.
Art. 17. O Estágio Supervisionado está organizado em cinco diferentes momentos, a serem
desenvolvidos em cada um dos módulos:
I. análise das condições gerais de produção do ensino e aprendizagem na escola ou
instituição observada;
II. análise das condições de produção do ensino e aprendizagem do conteúdo específico de
formação do estagiário;
III. elaboração de um projeto de intervenção;
IV. aplicação do projeto de intervenção em pelo menos uma das turmas observadas;
V. análise dos resultados da aplicação do projeto de intervenção.
§ 1° A análise das condições gerais de produção do ensino e aprendizagem na escola ou
instituição observada corresponde à elaboração de um roteiro detalhado de observação, direta
ou indireta, em que sejam consideradas e analisadas:
I. as instalações físicas da escola (estado de conservação, número de salas, qualidade do
acervo e do acesso à biblioteca, disponibilidade de laboratórios e recursos audiovisuais,
etc.);
II. as condições de oferta do ensino (número de vagas, número de alunos, número de
professores, número de funcionários, séries abrangidas, turnos de funcionamento da
escola, etc.);
III. avaliação quantitativa do ensino (número de alunos por sala, número de professores por
aluno, índices de evasão e repetência, etc.);
IV. o perfil sócio-cultural da clientela (faixa etária dos alunos, classe econômica, ocupação,
aspirações, hábitos, etc.);
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V. o perfil sócio-cultural dos professores (qualificação, regime de dedicação, número de
horas-aula, aspirações, hábitos, envolvimento em outras carreiras profissionais, etc.).
§ 2° A análise das condições de produção do ensino e aprendizagem do conteúdo específico
da formação do estagiário também corresponde à elaboração de um roteiro detalhado de
observação, direta ou indireta, em que sejam considerados e analisados:
I. o programa da disciplina e sua adequação à proposta curricular em vigor para o estado de
Minas Gerais;
II. a análise do material didático utilizado, bem como seus critérios de escolha e seleção;
III. a observação detalhada de um conjunto expressivo de aulas ministradas pelo professor da
disciplina;
IV. a análise das estratégias utilizadas pelo professor para o trabalho com tópicos da disciplina
e a reação dos alunos à utilização dessas estratégias;
V. o interesse dos alunos pela área, e seu grau de dedicação às atividades desenvolvidas;
VI. o diagnóstico, comprovado, de alguns dos principais problemas dos alunos relativos à
disciplina observada.
§ 3°. O Projeto de Intervenção a ser desenvolvido consiste na proposição de uma estratégia de
curto prazo de superação de um dos problemas detectados, com o consentimento do professor
e sua inclusão no programa da disciplina. O projeto deve envolver:
I - eleição de um (e apenas um) entre os problemas diagnosticados;
II - pesquisa bibliográfica sobre o problema eleito, com a sua delimitação e a formulação de
hipóteses sobre a sua ocorrência na comunidade observada;
III - proposição de estratégias de superação do problema, vinculando objetivos e metodologia;
IV - redação do projeto propriamente dito, nos moldes do Art. 23.
§ 4° A aplicação do Projeto de Intervenção consiste na atividade de regência, que deve ser
caracterizada por:
I. compilação e preparação do material didático a ser utilizado na aplicação do Projeto de
Intervenção;
II. preparação e discussão das estratégias de intervenção;
III. elaboração de exercícios e outras atividades de avaliação;
IV. redação de um Plano de Aula detalhado para cada aula da intervenção;
V. aplicação do projeto de intervenção;
VI. correção dos exercícios ou outras atividades de avaliação desenvolvidas;
VII. tabulação e sistematização dos dados obtidos;
VIII. interpretação dos dados.
§ 5° A análise dos resultados da aplicação do Projeto de Intervenção, com a discussão dos
problemas encontrados, bem como a análise das condições de produção do ensino e
aprendizagem, constitui o Relatório de Estágio, que dever ser apresentado nos moldes do Art.
26.
TÍTULO IV
DA AVALIAÇÃO
CAPÍTULO I
DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
97
Art. 18. As atividades de Estágio Supervisionado são avaliadas pela frequência e pelo
aproveitamento.
§ 1° É considerado aprovado o aluno que, no conjunto das atividades de estágio, obtém
frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e aproveitamento igual ou
superior a 60,0 (sessenta) pontos.
§ 2º O estagiário/grupo que obtiver nota inferior a 50% (cinqüenta por cento) da estabelecida
para o Projeto de Intervenção, Prova-Aula e Relatório, pode refazer a atividade e entregá-la ao
Labes, no prazo estipulado pelo Professor Supervisor, sendo considerada somente a segunda
nota obtida.
§ 3° O estagiário reprovado em nota e/ou freqüência deve submeter-se novamente ao
desenvolvimento das atividades previstas, em regime de dependência/repetência, não sendo
permitida a convalidação da carga horária e/ou das atividades já desenvolvidas.
Art. 19. A avaliação do estagiário é feita:
I. no 1º semestre pelo:
a) professor-supervisor, com o valor de 60 (sessenta) pontos;
b) professor-orientador, com o valor de 15 (quinze) pontos;
c) professor-supervisor na Semana das Licenciaturas e Jornada das Licenciaturas, com o
valor de 25 (vinte e cinco) pontos.
II. no 2º semestre pelo:
a) professor-supervisor, com o valor de 60 (sessenta) pontos;
b) professor-orientador, com o valor de 30 (trinta) pontos;
c) próprio estagiário, com o valor de 10 (dez) pontos.
Art. 20. A avaliação do professor-supervisor e do professor-orientador compreende:
I. no 1º semestre:
a) análise do Projeto de Intervenção, com o valor de 25 (vinte e cinco) pontos;
b) análise do Relatório de Estágio, com o valor de (25 vinte e cinco) pontos;
c) análise da Prova-Aula da Regência, com o valor de 25 (vinte e cinco) pontos;
d) avaliação da Semana das Licenciaturas e Jornada das Licenciaturas, com o valor de 25
(vinte e cinco) pontos.
II. no 2º semestre:
a) análise do Projeto de Intervenção, com o valor de 30 (trinta) pontos;
b) análise do Relatório de Estágio, com o valor de 30 (trinta) pontos;
c) análise da Prova-Aula e da Regência, com o valor de 30 (trinta) pontos.
Art. 21. O processo de avaliação é coordenado pelo Labes, que recolhe todos os trabalhos e
documentos, bem como as notas do professor-orientador, e os encaminha ao professorsupervisor, a quem cabe o lançamento da nota e da frequência.
CAPÍTULO II
DOS PROJETOS DE INTERVENÇÃO
Art. 22. Os Projetos de Intervenção devem estar subdivididos em cinco seções, a saber:
98
I. Justificativas.
II. Delimitação do problema.
III. Objetivos.
IV. Metodologia.
V. Cronograma.
Parágrafo único. As seções constantes do caput deste artigo, seguem orientações detalhadas
no Manual para o Projeto de Intervenção, que é fornecido pelo Labes de forma impressa ou on
line.
Art. 23. Do ponto de vista da forma, os Projetos de Intervenção devem:
I. trazer capa (de papel), com a indicação do(s) autor(es), título do projeto, local e data de
realização;
II. trazer folha de rosto, com o nome e o número dos integrantes do grupo, indicação do tipo
de texto, da disciplina cursada, do professor-supervisor, local e data de realização;
III. trazer sumário, com indicação das subdivisões do Projeto e respectivas páginas;
IV. ser impressos ou datilografados, em fonte 12, preta, arial ou times new roman, em papel
A4, branco, com folhas numeradas;
V. ter até 10 páginas de texto, exclusive capa, folha de rosto, sumário, referências e anexos;
VI. trazer as referências segundo o padrão da ABNT;
VII. obedecer à norma culta da língua portuguesa.
Art. 24. Os Projetos de Intervenção são avaliados pelo professor-supervisor e pelo professororientador e correspondem a 25% (25 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 1º
semestre e a 30% (30 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 2º semestre.
§ 1° O professor-supervisor atribui ao Projeto de Intervenção nota de 0 (zero) a 20 (pontos),
segundo os critérios de correção constantes no Anexo III, no 1º e 2º semestres.
§ 2° O professor-orientador atribui ao Projeto de Intervenção nota de 0 (zero) a 5 (cinco)
pontos, no 1º semestre e de 0 (zero) a 10 (dez) pontos no 2º semestre, segundo os critérios de
correção constantes no Anexo IV.
§ 3° Projetos idênticos ou similares de alunos pertencentes a grupos diferentes implicam a
reprovação na disciplina, independentemente da nota alcançada nas outras avaliações.
§ 4° Havendo necessidade, o professor-supervisor pode empreender, a seu critério, avaliação
escrita ou arguição oral sobre o projeto apresentado, para investigar a autenticidade de sua
autoria ou esclarecer pontos obscuros da proposta.
Art. 25. O Projeto de Intervenção deve ser entregue ao Labes, pelo estagiário/grupo, em duas
vias, na data determinada no início de cada período letivo, mediante protocolo.
§ 1° São aceitos Projetos de Intervenção entregues até uma semana após o encerramento do
prazo, mas os retardatários são punidos em 25% (vinte e cinco por cento) da nota e após 10
(dez) dias a contar da semana concedida, não mais são aceitos, ficando o estagiário sem os
respectivos pontos.
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§ 2° Não são aceitas grades de avaliação que não tenham sido assinadas pelo professororientador ou que tenham sido entregues fora do prazo e na ausência da avaliação do
professor-orientador, são consideradas apenas as notas do professor-supervisor.
CAPÍTULO III
DOS RELATÓRIOS DE ESTÁGIO
Art. 26. Os Relatórios de Estágio devem estar subdivididos em cinco seções, a saber:
I. introdução;
II. condições de produção do ensino e aprendizagem de maneira geral;
III. condições de produção do ensino e aprendizagem da disciplina específica de formação do
estagiário;
IV. atividade de Regência, que compreende a apresentação dos planos de aula elaborados e a
descrição da atividade de intervenção;
V. conclusões.
Parágrafo Único. O relatório deve ser desenvolvido com rigor científico, envolvendo:
I. justificativas detalhadas e exemplificação farta sobre as principais observações realizadas;
II. consistência na análise dos dados, relacionando-os entre si e a outros fenômenos
observáveis em outras instâncias de produção do conhecimento científico;
III. apresentação, sob a forma de anexos, e a título de corpora, de todo o material analisado;
IV. amparo na análise realizada por outros teóricos, com a discussão dos problemas e
limitações da análise realizada.
Art. 27. Do ponto de vista da forma, os Relatórios de Estágio devem:
I. trazer capa (de papel), com a indicação do(s) autor(es), título do projeto, local e data de
realização;
II. trazer folha de rosto, com o nome e o número dos integrantes do grupo, indicação do tipo
de texto, da disciplina cursada, do professor-supervisor, local e data de realização;
III. trazer sumário, com indicação das subdivisões do Projeto e respectivas páginas;
IV. ser impressos ou datilografados, em fonte 12, preta, arial ou times new roman, em papel
A4, branco, com folhas numeradas;
V. ter até 20 páginas de texto, exclusive capa, folha de rosto, sumário, referências e anexos;
VI. trazer as referências segundo o padrão da ABNT;
VII. obedecer à norma culta da língua portuguesa.
Art. 28. Os Relatórios de Estágio são avaliados pelo professor-supervisor e pelo professororientador e correspondem a 25% (25 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 1º
semestre e a 30% (30 pontos) da pontuação prevista para a disciplina no 2º semestre.
§ 1° O professor-supervisor atribui ao Relatório de Estágio nota de 0 (zero) a 20 (pontos),
segundo os critérios de correção constantes no Anexo V.
§ 2° O professor-orientador atribui ao Relatório de Estágio nota de 0 (zero) a 5 (cinco) pontos
no 1º semestre e 10 (dez) pontos no 2º semestre, segundo os critérios de correção constantes
no Anexo VI.
100
§ 3° Relatórios idênticos ou similares de alunos pertencentes a grupos diferentes
implicam a reprovação na disciplina, independentemente da nota alcançada nas outras
avaliações.
§ 4° Havendo necessidade, o professor-supervisor pode empreender, a seu critério, avaliação
escrita ou arguição oral sobre o relatório apresentado, para investigar a autenticidade de sua
autoria ou esclarecer pontos obscuros da proposta.
Art. 29. Os Relatórios devem ser entregues ao Labes, pelo estagiário/grupo, em duas vias, na
data determinada no início de cada período letivo, mediante protocolo.
§ 1° São aceitos Relatórios de Estágio entregues até uma semana após o encerramento do
prazo, mas os retardatários são punidos em 25% (vinte e cinco por cento) da nota e após 10
(dez) dias a contar da semana concedida, não mais são aceitos, ficando o estagiário sem os
respectivos pontos.
§ 2° Não são aceitas grades de avaliação que não tenham sido assinadas pelo professororientador ou que tenham sido entregues fora do prazo e na ausência da avaliação do
professor-orientador, são consideradas apenas as notas do professor-supervisor.
CAPÍTULO IV
DA PROVA-AULA E DA REGÊNCIA
Art. 30. Em cada módulo do Estágio Supervisionado o estagiário ou grupo de estagiários deve
submeter-se a pelo menos duas atividades de regência de 40 (quarenta) minutos cada uma,
que consistem:
I. na simulação da aplicação, durante as sessões de supervisão, do Projeto de Intervenção
elaborado (Prova-Aula);
II. na aplicação efetiva, junto à turma observada na instituição concedente do Estágio, do
Projeto de Intervenção elaborado (Prova de Regência).
Art. 31. A Prova-Aula e a Prova de Regência são avaliadas, respectivamente, pelo professorsupervisor e pelo professor-orientador, e correspondem a 25% (25 pontos) da pontuação
prevista para a disciplina no 1º semestre e a 30% (30 pontos) da pontuação prevista para a
disciplina no 2º semestre.
§ 1° O professor-supervisor atribui à Prova-Aula nota de 0 (zero) a 20 (pontos), segundo os
critérios de correção constantes no Anexo VII, no 1º e 2º semestres
§ 2° O professor-orientador atribui à Prova de Regência nota de 0 (zero) a 5 (cinco) pontos no
1º semestre e de 0 (zero) a 10 (dez) pontos no 2º semestre, segundo os critérios de correção
constantes no Anexo VIII.
§ 3° A Grade de Avaliação da Prova de Regência, devidamente preenchida e assinada pelo
professor-orientador, deve ser entregue ao Labes, pelo estagiário/grupo na data determinada
no início de cada período letivo, mediante protocolo.
§ 4° Na ausência da avaliação do professor-orientador, são consideradas apenas as notas do
professor-supervisor.
101
CAPÍTULO V
DA AUTO-AVALIAÇÃO
Art. 32. A auto-avaliação é feita, de forma individual, mediante o preenchimento de grade
específica definida no Anexo IX.
§ 1º A grade de auto-avaliação, devidamente preenchida e assinada pelo estagiário, deve ser
entregue ao professor supervisor, na data determinada no início de cada período letivo.
§ 2° Na ausência da grade de auto-avaliação, os pontos a ela correspondentes não são
atribuídos ao estagiário.
TÍTULO V
DOS DIREITOS E DEVERES DO ESTAGIÁRIO
CAPÍTULO I
DOS DEVERES DO ESTAGIÁRIO
Art. 33. Cabe ao estagiário:
I. cumprir o previsto neste Regulamento, nas normas e no Programa de Estágio;
II. submeter-se às normas estabelecidas pela instituição concedente do Estágio;
III. cumprir a carga horária mínima prevista para o Estágio;
IV. compatibilizar jornada de atividades de estágio com o horário escolar e turno de trabalho;
V. entregar, dentro dos prazos previstos, os documentos do Estágio;
VI. requerer o credenciamento da instituição concedente de estágio e do professor-orientador;
VII. obter vaga para Estágio na rede pública ou particular de ensino;
VIII. Cumprir outras funções inerentes ao estágio.
CAPÍTULO II
DOS DIREITOS DO ESTAGIÁRIO
Art. 34. São direitos do Estagiário:
I. contar com a supervisão de um professor da Univás para a orientação textual e
metodológica necessária ao desenvolvimento do Projeto de Intervenção e do Relatório de
Estágio;
II. decidir a série, a turma, o turno, o professor-orientador e a unidade de ensino junto aos
quais irá desenvolver as atividades de Estágio, desde que credenciados e compatíveis com
a ementa da disciplina.
TÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 35. Os casos omissos neste Regulamento são resolvidos pelo Colegiado do Labes e, em
grau de recurso, pelo Diretor da Unidade Acadêmica e, deste, pela Pró-Reitoria de Graduação.
Art. 36. Os anexos integram este Regulamento.
Art. 37. Este Regulamento entra em vigor para todos os alunos matriculados nos períodos em
que é oferecido estágio supervisionado nos cursos de licenciatura da Univás a partir do
primeiro semestre de 2010.
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Histórico do Curso