UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES URI PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE QUÍMICA INDUSTRIAL MARÇO DE 2005 SUMÁRIO 1. DENOMINAÇÃO DO CURSO .................................................................................................. 4 1.1. Curso 4 1.2. Modalidade 4 1.3. Título 4 1.4. Habilitação 4 2. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR............................................................................................. 5 2.1DADOS GERAIS: 2.1.1. Denominação 5 2.1.2. Modalidade 5 2.1.3. Titulação 5 2.1.4. Habilitação 5 2.1.5. Carga Horária 5 2.1.6. Integralização 5 2.1.7. Número de Vagas 5 2.1.8. Regime de Matrícula 5 2.1.9. Regime do Curso 5 2.1.10. Turnos de Funcionamento 5 3. JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO .............................................. 6 3.1 Contexto de Inserção do Curso na Região 6 3.2. Contexto de Inserção do Curso na Instituição 9 3.3. Contexto de Inserção do Curso na Legislação atual 9 3.4. Fundamentos Norteadores do Curso 10 3.4.1. Fundamentos Ético-políticos 10 3.4.2. Fundamentos Epistemológicos 11 3.4.3. Fundamentos Didáticos-Pedagógicos 11 3.5. Pressupostos Metodológicos do Curso 12 3.5.1. Relação Teoria-Prática 12 3.5.2. Relação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade 12 3.5.3.Pesquisa enquanto princípio educativo 13 3.5.4. Ensino Problematizado e Contextualizado 13 3.5.5. Flexibilidade Curricular 13 3.5.6.Estímulo à capacidade de trabalho de forma autônoma 13 3.5.7. Desenvolvimento de Habilidades para Trabalho em Equipe 14 3.6. Pressupostos Metodológicos para o Trabalho de Graduação 14 2 3.7. Pressupostos Metodológicos para o Estágio Curricular Supervisionado 14 3.8. Pressupostos Metodológicos para as Atividades Complementares 14 3.9. Pressupostos Metodológicos para o processo de Avaliação 15 4. CONCEPÇÃO DO CURSO ...................................................................................................... 17 4.1. Objetivos 17 4.2. Perfil do profissional egresso 17 4.3. Distribuição de conteúdos 19 4.4. Estágio Curricular e Trabalho de Graduação 19 4.5. Atividades Complementares 20 5. CURRÍCULO PLENO: ............................................................................................................. 21 6. SÚMULAS DAS DISCIPLINAS ...............................................................................................24 6.1 Disciplinas Obrigatórias 24 6.2 Disciplinas Eletivas 130 7. LEGISLAÇÃO...........................................................................................................................156 8. ANEXOS....................................................................................................................................175 3 1. DENOMINAÇÃO DO CURSO 1.5. Curso: Graduação em Química Industrial 1.6. Modalidade: Bacharelado 1.7. Título: Químico Industrial 1.8. Habilitação: Química Industrial 4 5 2. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 2.1. DADOS GERAIS: 2.1.1. Denominação Curso de Graduação em Química Industrial 2.1.2. Modalidade Bacharelado 2.1.3. Titulação Químico Industrial 2.1.4. Habilitação Químico Industrial 2.1.5. Carga Horária QUÍMICA INDUSTRIAL Disciplinas obrigatórias: 3.150 h/a (210 créditos) Disciplinas eletivas: 120 h/a Estágio: 300 h/a Atividades complementares: 200 h/a Total: 3350 h/a 2.1.6. Integralização: BACHARELADO EM QUÍMICA Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos 2.1.7. Número de Vagas: Química Industrial: 25 vagas 2.1.8. Regime de Matrícula: Semestral 2.1.9. Regime do Curso:: Créditos de 15 horas/aula 2.1.10. Turnos de Funcionamento: Noturno/Diurno 3. JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO 3.1 Contexto de Inserção do Curso na Região Instalada numa região que abrange cerca de 1.280.000. habitantes — cerca de 14% da população do Estado — a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI é uma universidade multicampi e conta com seis centros de produção de conhecimento distribuídos entre o norte e noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Seus campi localizam-se em Erechim, Frederico Westphalen, Santo Ângelo, Santiago, São Luiz Gonzaga e Cerro Largo. Sendo uma entidade comunitária e sem fins lucrativos, a principal meta da universidade é promover o desenvolvimento da região na qual está inserida atendendo, para isso, as necessidades ali apresentadas. Surgida exatamente para suprir a demanda de profissionais de nível superior para atuar no mercado de trabalho da região do Alto Uruguai e das Missões, a URI atualmente apresenta um quadro de 38 cursos em funcionamento distribuídos nos seus seis campi. É, pois tendo em mente o seu papel de centro produtor de desenvolvimento que a URI, se propõe, neste momento, a ultrapassar mais um desafio: a criação de um curso de Química, em nível de Bacharelado em Química Industrial. A existência de um curso de Química na região do Alto Uruguai e das Missões, cada vez mais, mostra-se como algo de fundamental importância. Por um lado, os fatores que demonstram tal fato são variáveis e vão desde a demanda educacional até a necessidade de profissionais para atuar nos pólos industriais que vem se desenvolvendo nestas regiões. Por outro lado, percebe-se que o campo do químico vem sendo ampliado e a importância deste profissional evidenciada em muitas áreas tecnológicas, no desenvolvimento e aperfeiçoamento de materiais, medicamentos, cosméticos, alimentos e inovações que se integram à nova política de preservação da natureza. Um outro dado que também demonstra um vasto campo de trabalho, e conseqüentemente, a necessidade de se implantar um curso de química na região do Alto Uruguai e das Missões, reside na amostragem dos dados colhidos pelo MEC, em 1994, sobre a distribuição dos cursos de química no país (Tabela 1). Na Tabela 2 pode-se perceber a demanda potencial dos alunos concluintes no Ensino Médio. 6 7 Tabela 1 - Cursos de Química no Brasil Região* IES Publ. IES Priv. Total % CO 4 - 4 4,5 NE 22 2 24 27,0 NO 5 - 5 5,6 SE 16 20 36 40,4 SUL 12 8 20 22,5 Total 59 30 89 *CO=Centro-Oeste; NE=Nordeste; NO=Norte; SE=Sudeste. Tabela 2 - Demanda Potencial Região Concluintes 2ºgrau vagas curso Química concluintes/vaga Centro-Oeste 54.683 258 211,94 Nordeste 172.370 1.072 160,79 Norte 45.070 131 344,05 Sudeste 355.273 2.220 160,03 Sul 121.438 1.045 116,20 Total 748.834 4.726 158,45 A partir destes dados, os integrantes da Comissão de Especialistas designada pelo MEC para elaborar os Padrões de Qualidade para os Cursos de Química, destacam: A relação vagas/por demanda potencial (aqui considerada como sendo o número de concluintes de 2º grau) não é, necessariamente, o dado mais relevante a ser considerado na análise da distribuição dos cursos. A maior ou menor demanda por cursos de graduação é determinada por diversos fatores, de ordem pessoal e coletiva, local ou nacional. Neste sentido, deduz-se que a oportunidade/garantia de empregos, após a formação, é elemento de peso na definição da demanda por um curso. O dado demanda real fornecido pelo efetivo número de candidatos às vagas existentes nos cursos instalados deve, pois, ser considerado, quando da criação de novos cursos. Neste sentido, torna-se perfeitamente aceitável que no SUDESTE, SUL e parte do NORDESTE a procura por cursos de Química seja maior. Influenciam diversos fatores (educacionais, sociais e econômicos), mas também a maior expectativa e possibilidade de trabalho para tais profissionais. Assim se justifica a criação de novas vagas também nessas regiões, não obstante a existência, em números absolutos, de maior número de vagas. Fundamentada, pois nessa afirmação, mesmo a Região Sul apresentando um número significativo de cursos de química, a justificativa para a implantação de um Curso de Química em nível de Graduação pela URI, atende, entre outras coisas: - a carência de um curso de bacharelado em Química Industrial na sua região de abrangência; - a necessidade de habilitar profissionais para atuar numa região em que uma das características marcantes, vem sendo o amplo desenvolvimento de pólos industriais; - a necessidade de formar profissionais aptos para atuar em áreas de consultoria e prestação de serviços, para uma outra vocação natural da região, a saber: a micro e média empresa voltadas para a agroindústria. Aliado a estes dados, têm-se também o registro do amplo crescimento nos investimentos industriais feitos no Estado de Rio Grande do Sul, que vem sendo superior à média do crescimento existente em todo o país. O resultado disto, é, um sensível crescimento para o profissional da química, cuja área de atuação se desdobra em ações exercidas no tanto no interior da escola a partir do desenvolvimento de tarefas pedagógicas que vão desde a docência até a supervisão e orientação de trabalhos, quanto no interior da indústria. Neste último campo de trabalho, o químico pode atuar nas seguintes linhas: - controle de processo; - assistência técnica; - pesquisa e desenvolvimento; - linha de produção. O desenvolvimento de pesquisas na área química, relaciona-se também com estudos voltados para as áreas da biologia, agropecuária, energia nuclear, medicina, tecnologia e controle ambiental. Pela relação com essas áreas tecnológicas, é possível afirmar-se que o químico tem um amplo campo de trabalho a sua frente, especificamente considerando-se a demanda por profissionais para atuar no campo da Biotecnologia, Ciências Ambientais, Química Fina e Novos Materiais. Voltando-se, portanto, para as necessidades da região, a concepção desse curso concentrouse na área da Química Ambiental. Além de formar profissionais para atuar na indústria, vem somar mais um campo de pesquisa a ser desenvolvido em parceria com outros cursos da área tecnológica já existentes nos campi. A habilitação a ser implantada interrelaciona-se com a necessidade cada vez mais intensa de profissionais voltados para a Química Limpa e a proteção ao meio ambiente. Observando-se tais fatos, é mister ressaltar que a favor da implantação deste curso, os Campi dispõem de um corpo docente com formação e experiência em pesquisa, além da infraestrutura necessária referente aos laboratórios, elementos de fundamental importância para a garantia da qualidade de ensino. 8 Outro fator que deve ser levado em consideração, concentra-se no fato de que, sabendo da importância e do peso que as pequenas empresas têm na economia do país, o Curso de Química Industrial, visa formar um profissional que vá além da função de empregado, estando apto também a desempenhar o papel de empresário. 3.2. Contexto de Inserção do Curso na Instituição A URI fiel à sua missão de “formar pessoal ético e competente, inserido na comunidade regional, capaz de construir o conhecimento, promover cultura, o intercâmbio, a fim de desenvolver a consciência coletiva na busca continua da valorização e solidariedade humanas”, vem há 13 anos abrindo espaços para proporcionar a construção de saberes, em diferentes áreas, permitindo que pessoas efetuem seus cursos de graduação, sem deixar seus municípios onde residem e muitos trabalham. Embora, a história da URI demonstre que os cursos de Ciências, juntamente com Estudos Sociais e Administração foram os cursos pioneiros nela instalados, outros cursos foram surgindo e se apresentam com destaque no cenário nacional, sempre atendendo as necessidades regionais. Neste sentido, a URI foi sensibilizada na abertura de seus cursos e demais atividades, atendendo a demanda, mas nunca desconsiderando a sua competência relacionada à estrutura física e humana. Na história da URI, todas as aberturas de cursos primaram pela coerência e consistência, tendo presentes atitudes responsáveis. Em 2001, por meio de uma atitude consciente e atendendo mais uma vez uma demanda existente, concretizou-se, mais uma etapa de seus objetivos criando o curso de Química Bacharelado e Licenciatura, para atender necessidades apresentadas no cenário regional e nacional. Em 2002, analisando sugestão feita pelo Conselho Regional de Química, resolve, modificar a habilitação Química Bacharelado em Química Industrial. Convém ressaltar que a criação do Curso de Química Industrial veio reforçar as pesquisas desenvolvidas nos diversos grupos da URI. 3.3. Contexto de Inserção do Curso na Legislação atual A Resolução CNE/CES 8/2002 do Diário Oficial da União, Brasília 26 de março de 2002 estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Bacharelado e Licenciatura em Química. O presidente da Câmara de Educação Superior, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e ainda o Parecer CNE/CES 9 1.303/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação, em 4 de dezembro de 2001, resolve: Art. 1o As Diretrizes Curriculares para os cursos de Bacharelado e Licenciatura em Química, integrantes do Parecer 1.303/2001, deverão orientar a formulação do projeto pedagógico do referido curso. Art 2o O projeto pedagógico de formação profissional a ser formulado pelo curso de Química Industrial deverá explicitar: I – o perfil dos formandos na modalidade de bacharel em Química Industrial; II – as competências e habilidades – gerais e específicas a serem desenvolvidas; III – a estrutura do curso; IV – os conteúdos básicos e complementares dos respectivos núcleos; V – os conteúdos definidos para a Educação Básica, no caso das licenciaturas; VI – o formato dos estágios; VII – as características das atividades complementares; e VIII – as formas de avaliação. Art 3o A carga horária dos cursos de Química deverá obedecer ao disposto na resolução que normatiza a oferta dessa modalidade e a carga horária da licenciatura deverá cumprir o estabelecido na Resolução CNE 2/2002, resultante do Parecer CNE/CP 28/2001. Art 4o Esta resolução entre em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. 3.4. Fundamentos Norteadores do Curso A proposta pedagógica do curso de Química Industrial foi construída com base nos fundamentos ético-políticos, epistemológicos e didático-pedagógico, que serão explicados a seguir: 3.4.1. Fundamentos Ético-políticos O curso de Química Industrial da URI busca uma educação de qualidade, primando pela formação do cidadão, do ser humano emancipado, que seja capaz de pensar e agir com coerência frente à sociedade contemporânea, cada vez mais complexa e desafiadora. As escolhas e decisões didático-pedagógicas do curso foram orientadas pelos princípios éticos (dignidade humana, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade), e políticos coerentes com a profissão que irão exercer. O curso foi pensado no sentido de contribuir para que o aluno, além de entender da técnica específica de sua profissão, seja um indivíduo capaz de valorar e dar sentindo a tudo o que o cerca, 10 de estabelecer relações sociais, políticas, econômicas e éticas. O Químico Industrial não deverá ter apenas uma formação voltada para o atendimento das demandas do exercício profissional específico, mas deve saber mobilizar seus conhecimentos, transformando-os em ação responsável, ou seja, é fundamental que o químico, além de compreender as questões envolvidas em seu trabalho, sua identificação e resolução, tenha autonomia para tomar decisões com responsabilidades pela opções feitas. 3.4.2. Fundamentos Epistemológicos O curso de Química Industrial da URI, foi organizado de modo a propiciar aos alunos experiências de caráter interdisciplinar. Esta interdisciplinaridade caracteriza-se pela colaboração entre disciplinas diversas ou entre setores heterogêneos de uma mesma ciência e uma intensa reciprocidade nas trocas, visando um enriquecimento mútuo. Ela não pretende, mas pode competir com territórios já estabelecidos, mas pretende atrair novos parceiros para construir novos conhecimentos e novas realidades. Ela implica em vontade e compromisso dos indivíduos em elaborar um contexto mais geral, no qual cada uma das disciplinas integradas passam a depender claramente uma das outras. 3.4.3. Fundamentos Didáticos-Pedagógicos O curso de Química Industrial, é constituído de conteúdos necessários para o desenvolvimento de competências exigidas para o exercício da profissão, que serão tratadas nas suas diferentes dimensões: dimensão conceitual (teorias, informações, conceitos), dimensão procedimental (na forma do saber fazer) e na dimensão atitudinal (valores e atitudes), que estarão em jogo no exercício da profissão. A seleção dos conteúdos do curso, levou em conta a relevância dos mesmos, para o exercício profissional em toda sua abrangência e sua contribuição para o desenvolvimento de competências profissionais, considerando o químico como pessoa e como cidadão. Os conteúdos trabalhados, ao longo do curso, serão analisados e abordados de modo a formarem uma rede de significados. O Curso pretende garantir um ensino problematizado e contextualizado, sendo que a pesquisa será um elemento fundamental na formação profissional. Além de estimular o processo de produção de conhecimento, através da pesquisa, irá estimular a socialização do mesmo modo sistemático. Os conteúdos e procedimentos metodológicos a serem utilizados ao longo do curso, também devem propiciar ao químico em formação, estímulo e condições para o desenvolvimento de capacidades de interação, de comunicação, de cooperação, de autonomia e responsabilidade. 11 Ao longo do curso, serão privilegiadas atividades obrigatórias de laboratório, com adequada instrumentação técnica, para a realização das mesmas. Também serão estimuladas outras atividades curriculares e extra-curriculares de formação, entre elas: iniciação científica, monitoria, participação em projetos de extensão, participação em eventos, estágios, disciplinas eletivas, visitas à indústrias, etc. O processo de avaliação é considerado uma parte importante do processo de formação do químico, pois por meio dele, é possível diagnosticar questões relevantes, aferir os resultados alcançados, considerando os objetivos propostos ao longo do curso, além de identificar mudanças de percurso eventualmente necessárias. Utilizando as avaliações, pretende-se analisar a aprendizagem dos futuros químicos, de modo a favorecer seu percurso, regular as ações de sua formação e certificar sua formação profissional. Esta análise, também, deve contribuir para que o futuro químico identifique suas necessidades de formação e empreenda o esforço pessoal necessário (sua parcela de investimento), para o seu próprio desenvolvimento profissional. A avaliação no curso irá cumprir sua finalidade se puder diagnosticar o uso funcional e contextualizado dos conhecimentos, ou seja, o curso não pretende avaliar apenas a quantidade de conhecimentos adquiridos, mas a capacidade de acioná-los e de buscar outros para realizar o que é proposto. 3.5. Pressupostos Metodológicos do Curso 3.5.1. Relação Teoria-Prática A relação teoria-prática entendida como eixo articulador da produção do conhecimento na dinâmica, estará presente desde o primeiro semestre do curso, mediante a atividades incluídas na carga horária semanal das diferentes disciplinas que compõe a grade curricular. 3.5.2. Relação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade Consideramos, que a formação do químico demanda estudos disciplinares que possibilitam a sistematização e o aprofundamento de conceitos e relações, sem cujo domínio, torna-se impossível construir competências profissionais. Porém, além de aprofundar conhecimentos disciplinares, a matriz curricular da formação do Químico Industrial contempla estudos e atividades interdisciplinares, que serão propostas ao longo do curso em diferentes disciplinas. 12 3.5.3.Pesquisa enquanto princípio educativo A pesquisa é um componente constitutivo tanto da teoria como da prática. A familiaridade com a teoria só pode se dar através do conhecimento das pesquisas que lhe dão sustentação. De modo semelhante, a atuação prática possui uma dimensão investigatória e constitui uma forma não de simples reprodução, mas de criação ou, pelo menos, de recriação do conhecimento. A familiaridade com os procedimentos de investigação e com o processo histórico de produção e disseminação de conhecimentos, apresenta grande relevância na formação dos químicos. No curso, a pesquisa será um instrumento de ensino e um conteúdo de aprendizagem na formação,: para que a atitude de investigação e a relação de autonomia se concretizem, o químico necessita conhecer e saber usar os procedimentos de investigação científica. 3.5.4. Ensino Problematizado e Contextualizado O curso irá garantir um ensino problematizado e contextualizado, assegurando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. A articulação entre ensino, pesquisa, extensão é fundamental no processo de produção do conhecimento, pois permite estabelecer um diálogo entre a Química e as demais áreas, relacionado o conhecimento científico à realidade social. Esta relação irá ocorrer, especialmente, em atividades complementares, nas disciplinas de Trabalho de Graduação e nos estágios. 3.5.5. Flexibilidade Curricular A flexibilidade curricular será garantida através de disciplinas eletivas e das atividades complementares, merecendo destaque, entre outras as atividades de monitoria, a iniciação científica e os estágios voluntários. 3.5.6.Estímulo à capacidade de trabalho de forma autônoma O curso visa estimular a capacidade de trabalho de forma autônoma, onde o aluno se converte em protagonista de sua própria aprendizagem e desenvolve sua capacidade de “aprender a aprender”. 13 3. 5.7. Desenvolvimento de Habilidades para Trabalho em Equipe Desenvolver habilidades, para o trabalho em grupo, que lhe permitam desenvolver-se com eficácia naquelas tarefas que requerem a participação de um conjunto de pessoas. 3.6. Pressupostos Metodológicos para o Trabalho de Graduação Com o objetivo de oportunizar ao acadêmico, a iniciação à pesquisa científica, pela elaboração de um trabalho em área de preferência do mesmo, é que na grade curricular estão contempladas disciplinas de Trabalho de Graduação. Nelas, o aluno juntamente com o orientador, define o tema do trabalho a ser realizado e escreve o projeto, executa o projeto, elabora uma monografia e/ou artigo científico e apresenta os resultados a uma banca examinadora para avaliação. A avaliação tem como base os critérios adotados no Regulamento do Trabalho de Graduação (ANEXO1). 3.7. Pressupostos Metodológicos para o Estágio Curricular Supervisionado O estágio curricular supervisionado, fazendo parte de grade curricular, constitui-se num espaço de aprendizagem concreta de vivência prática do químico. O objetivo se direciona na aplicação de conhecimentos científicos adquiridos durante a realização do curso e a vivência profissional, nas diferentes áreas da Química. O aluno deverá desenvolver o estágio numa das indústrias da região ou em uma instituição de pesquisa, reconhecida pela URI, como tal, podendo ser a própria universidade. Este estágio, terá uma duração mínima de 300 horas/aula. O aluno terá um professor (do curso) e um profissional (da indústria ou instituição), responsáveis pelo estágio. A avaliação tem como base os critérios adotados no Regulamento do Estágio Supervisionado na Indústria (ANEXO 2). 3.8. Pressupostos Metodológicos para as Atividades Complementares Com o objetivo de contribuir para a melhoria da formação técnico-científica e humanística dos alunos do curso de Química da URI, são desenvolvidas várias atividades acadêmico-científicoculturais complementares, tais como: Projetos de extensão como bolsista voluntário Monitoria Voluntária Participação de comissão coordenadora ou organizadora de eventos 14 Iniciação científica Representação discente junto a órgãos colegiados Disciplinas eletivas (excedentes ao número de créditos do curso) Atividades de extensão promovidas em outras IES Participação de Semana Acadêmica, Fóruns, Simpósios, seminários promovidos pela URI ou em outras IES Estágios voluntários Viagens de estudo Cursos de extensão Visitas à indústrias 3.9. Pressupostos Metodológicos para o processo de Avaliação Considerando a avaliação como um processo que envolve todas as atividades realizadas pelos alunos, bem como a sua postura nos encontros teóricos e teóricos-práticos, os acadêmicos do curso de Química Industrial, serão avaliados não apenas através de resultados de exames ou trabalhos escritos. Seu desempenho durante a realização das tarefas, sua capacidade de criar e raciocinar, sua capacidade de análise e reflexão acerca da realidade em que se encontra, serão elementos básicos a serem considerados na avaliação. Aliado a isso, cada professor e aluno deverão considerar aspectos legais acerca da avaliação, propostos no estatuto da Universidade, os quais propõem: Art. 56 – A avaliação do rendimento escolar é feita por disciplina, levando em conta o desempenho. Art. 57 – Para fins de avaliação do desempenho, fica instituída a atribuição de notas na escala de 0 (zero) a 10 (dez). Parágrafo 1o – A média semestral da disciplina, por período letivo, é feita por média aritmética sendo que para o cálculo da mesma a disciplina deve conter, no mínimo, 2 (duas) notas de prova e/ou trabalhos escolares, distribuídos proporcionalmente no semestre letivo. Parágrafo 2o – O aluno que obtiver na disciplina ,uma média igual ou superior a 7 (sete) durante o período letivo e freqüência não inferior a 75% (setenta e cinco por cento), é dispensado de exame final desta disciplina. Parágrafo 3o – Somente pode prestar exame final o aluno que obtiver freqüência não inferior a 75% (setenta e cinco por cento) e a média final do semestre igual ou superior a 5,0 (cinco virgula zero). Art. 58 A aprovação do aluno em cada disciplina, no semestre, depende de se cumprirem concomitantemente as condições: 15 I- ter obtido freqüência não inferior a 75% II – obter média final de aprovação não inferior a 5 (cinco). Para dar maior validade ao sistema de avaliação os professores, no decorrer do semestre letivo, ao escolherem as formas através das quais irão avaliar, também elencam critérios de avaliação no Plano das Disciplinas, presentes no Projeto Pedagógico. 16 4. CONCEPÇÃO DO CURSO 4.1. Objetivos Os objetivos que permeiam a implantação de uma Graduação em Química Industrial concentram-se nos seguintes pontos: - atender a demanda de profissionais habilitados para atuar no campo educacional, especificamente nos níveis fundamental e médio; - habilitar profissionais para atuar no pólo industrial existente na região; - formar pesquisadores, para, em conjunto com outros profissionais da universidade, desenvolver estudos vinculados à área tecnológica, atendendo as necessidades provenientes dos campos social e industrial, nas suas diferentes áreas. 4.2. Perfil do profissional egresso Visando atender ao campo do bacharelado — a Graduação em Química Industrial, implantada na URI atendendo ao conteúdo presente nas Diretrizes Curriculares para o ensino de Química, e também as necessidades e contornos históricos apresentados pelo contexto atual, pretende formar o profissional apto a atuar na educação, na indústria e na pesquisa. No que diz respeito ao Graduado em Química, o perfil do egresso aqui montado, vem reforçar o disposto na Resolução Normativa do CFQ nº 36 de 25/04/74, publicada no DOU de 13/05/74, a qual “ dá atribuições aos profissionais de Química”. Segundo esta resolução, este profissional deverá: - ter habilidade e conhecimento científico para exercer atividades relacionadas a direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito de suas atribuições respectivas; - ser capaz de desenvolver assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização no âmbito das suas atribuições respectivas; - realizar vistoria, perícia, avaliação, arbitramento de serviços técnicos, elaboração de pareceres, laudos e atestados , no âmbito das atribuições respectivas; - desenvolver e orientar pesquisas, criando métodos e produtos, bem como exercer a docência em nível superior; - atuar em cargos e funções técnicas; - realizar análises química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica, biotecnologia e legal, padronização e controle de qualidade; 17 - saber-se responsável e compromissado com o constante processo de aperfeiçoamento profissional. Além desses pontos, cabe também ao Bacharel em Química Industrial, como o consta nas Diretrizes Curriculares, “reconhecer a Química como uma construção humana compreendendo os aspectos históricos de sua produção e suas relações com os contextos cultural, socioeconômico e político”. Do Químico Industrial destacam-se as seguintes habilidades: - saber investigar os processos naturais e tecnológicos, controlando variáveis, identificando regularidades, interpretando e procedendo a previsões; - possuir domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos necessários visando sempre garantir a qualidade dos serviços prestados; - desenvolver e aplicar novas tecnologias; - ler, compreender e interpretar textos científico-tecnológicos em idioma pátrio e estrangeiro; - saber comunicar corretamente os projetos e resultados de pesquisas, na linguagem científica, respeitando, para tanto, as normas previstas pela ABNT; - compreender conceitos, leis e princípios da Química; - acompanhar e compreender os avanços e processos científico-tecnológicos e educacionais; - conhecer as propriedades químicas e físicas dos principais elementos e compostos, que possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico, aspectos de reatividade, mecanismos de estabilidade; - possuir conhecimentos básicos do uso dos computadores em Química; - saber identificar e apresentar soluções criativas para problemas relacionados com a Química ou com áreas correlatas de atuação; - saber planejar a instalação de laboratórios químicos, especificando e supervisionando a instalação de equipamentos; - saber planejar e realizar o controle de operações ou processos químicos no âmbito de atividades da indústria, vendas, marketing, segurança, administração pública ou privada e outras nas quais o conhecimento da química seja relevante; - ter capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mercado de trabalho, observando as necessidades apresentadas pela sociedade; - conhecer aspectos básicos de administração, de organização industrial e de relações econômicas do trabalho e do mercado; - saber tomar decisões considerando aspectos relacionados ao respeito a saúde pública e ao impacto ambiental, seja no seu cotidiano profissional, quanto em casos que envolvam o 18 desenvolvimento de novos processos industriais que levem a produção de substâncias para uso em larga escala. 4.3. Distribuição de conteúdos Observando-se o disposto nas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação de Química, a estrutura curricular do curso constará de módulos de conteúdos distribuídos pelos semestres. Os módulos serão compostos por um elenco de disciplinas que contemplarão: - conteúdos básicos: envolverão teoria e laboratório de disciplinas como Matemática, Física e Química; - conteúdos profissionais: espaço para o desenvolvimento de competências e habilidades e que será ocupado, por disciplinas concentradas na área de tecnologia; - conteúdos complementares: relacionam-se a formação humanística, interdisciplinar e gerencial; - atividades extra-classe: espaço para a participação em atividades coordenadas ou não, pela universidade, cujo objetivo final é aprimorar a formação do estudante. Visando ao cumprimento dessa estrutura curricular, o Curso de Química Industrial será realizado em 5 anos. 4.4. Estágio Curricular e Trabalho de Graduação Além de cumprir a carga horária referente aos estudos sobre Química, o acadêmico também deverá cumprir um período de 300 horas empregadas na realização do Estágio Supervisionado. Nesse sentido, o estágio supervisionado não será tratado como um fim, e sim como um meio através do qual o acadêmico irá aprimorar seus conhecimentos e vivência profissional. O aluno deverá desenvolver um estágio numa das indústrias da região ou em uma Instituição de Pesquisa reconhecida pela URI como tal, podendo ser a própria. Esse estágio também terá a duração de no mínimo 300 horas. O regulamento do estágio curricular segue as normas estabelecidas pelo Departamento de Ciências Exatas e da Terra (ANEXO 2). O aluno do Curso de Química Industrial poderá desenvolver atividades e/ou estágio na área de Química, supervisionados por um docente ou profissional de competência na área, com a duração mínima total de 300 (trezentas) horas, na URI ou em outra Instituição. Estas atividades podem relacionar-se à iniciação científica ou atividades de pesquisa ou estágio em empresa do setor produtivo. O estágio supervisionado poderá ser realizado a partir do momento que o aluno atender 19 as condições previstas no Regulamento do Estágio Supervisionado sendo que poderá ser realizado em 2 semestres. Através do estágio o aluno terá oportunidades de aprimoramento em sua área de atuação profissional, de integração entre os componentes curriculares e de relacionamento com o mercado de trabalho. O aluno poderá adquirir e/ou consolidar, entre outras, as seguintes habilidades, atitudes e valores: espírito de questionamento, iniciativa, independência, capacidade para solucionar problemas em grupo e individualmente, apresentar resultados oralmente e por escrito (relatórios, apresentações públicas), persistência, precisão e atenção a detalhes, curiosidade, determinação, imaginação. Flexibilidade, capacidade de observação, raciocínio abstrato, iniciativa, perseverança, dinamismo sociabilidade e seriedade. Todos os alunos deverão realizar um trabalho de pesquisa na disciplina de Trabalho de Graduação, com um tema específico e sob a orientação de um docente da área de Química ou afins. Este trabalho poderá ser teórico ou prático devendo, ao seu final, resultar em uma monografia e/ou artigo científico com apresentação pública. 4.5. Atividades Complementares O aluno do Curso deverá desenvolver 200 horas/aula de atividades complementares que contribuam para melhorar sua formação. Estas atividades incluem monitorias em disciplinas teóricas e experimentais, participação em programas especiais de treinamento, atividades de extensão, estágios de iniciação científica não curriculares, participação em eventos científicos, visitas didáticas a indústrias químicas e afins e a outras Instituições de Ensino Superior e matrícula em disciplinas optativas em diferentes áreas do conhecimento. Todas estas atividades, deverão ser devidamente comprovadas, junto à coordenação do Curso de Química Industrial. 20 21 5. CURRÍCULO PLENO: GRADE CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA INDUSTRIAL Situação Legal: Autorizado Currículo Pleno: Turma 2005 Integralização: Mínimo – 4 anos/ Médio – 4,5 anos / Máximo - 7 anos Carga Horária : 3150 h/a (210 créditos) 300 h/a (Estágio) 200h/a (Atividades Complementares) Carga Horária Total: 3350 h/a Turno: Noturno/Diurno Código 10-330 10-331 15-149 30-601 10-332 70-427 Código 10-333 10-383 10-384 10-405 20-147 10-110 72-378 Código 10-335 10-336 10-406 10-216 10-385 10-386 1º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Química Geral Teórica 90 -Química Geral Experimental -60 Álgebra I - A 60 -Informática Básica 15 15 Opções Profissionais e Segurança em 15 15 Laboratórios Químicos Metodologia Científica 15 15 Total Semestral 195 105 2º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Química Inorgânica I 60 -Química Analítica Clássica I 30 -Química Analítica Clássica I-E -30 Cálculo I 60 -Biologia e Fundamentos de Genética 60 -Desenho técnico 60 -Metodologia da Pesquisa 15 15 Total Semestral 285 45 3º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Química Inorgânica II 30 30 Química Orgânica I – Q 60 -Cálculo II 60 -Física A 45 15 Química Analítica Clássica II 30 -Química Analítica Clássica II - E -30 Total Semestral 225 75 créditos 06 04 04 02 02 pré-requisitos ----------- 02 20 --- créditos 04 02 02 04 04 04 02 22 pré-requisitos 10-330 10-330 10-330 --------- créditos 04 04 04 04 02 02 20 pré-requisitos 10-333 10-330 10-405 --10-383 10-383 Código 10-387 10-338 10-217 10-339 10-403 Código 10-388 10-219 10-218 24-163 10-340 4º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Química Analítica Instrumental A 30 30 Química Orgânica II – Q 60 -Física B 60 -Química Orgânica Experimental I -60 Cálculo Diferencial e Integral III-B 60 -Total Semestral 210 90 5º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Química Analítica Instrumental B 30 30 Físico-Química I 60 -Física C Bioquímica Química Orgânica III Total Semestral 60 60 60 270 ---30 22 créditos 04 04 pré-requisitos 10-385;10-386 10-336 04 04 04 20 --10-336 10-406 créditos 04 04 04 04 04 20 pré-requisitos 10-387 10-406; 10-216; 10-330 --10-336; 20-147 10-338 6º SEMESTRE Código 10-220 10-901 24-144 10-624 Nome Físico-Química II Mineralogia Microbiologia e Controle de Qualidade Trabalho de Graduação I CARGA H. T P 60 -60 -30 30 --60 45 255 30 45 --135 10-344 10-343 10-114 Química Orgânica Experimental II Química Inorgânica III Estatística e Planejamento Experimental Total Semestral 7º SEMESTRE Código 10-222 10-625 10-342 Nome Físico-Química Experimental I Trabalho de Graduação II Toxicologia 10-221 10-345 40-228 Físico-Química III 60 -Química Industrial I 30 30 Higiene e Segurança Industrial 30 -Total Semestral 150 120 8º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Química Ambiental I 60 -Físico-Química Experimental II -60 Meio Ambiente e Desenvolvimento 60 -Tecnologia de Alimentos 30 30 Química Industrial II 30 30 Código 10-346 10-223 20-124 10-348 10-349 Total Semestral CARGA H. T P -60 -30-30 -- 180 120 créditos 04 04 04 02 03 04 03 24 pré-requisitos 10-219 10-335 20-147 10-388; 72-378; 10-219; 10-338 10-339 10-335 10-385 créditos 04 02 02 pré-requisitos 10-220 10-624 10-338;24-163 04 04 02 18 10-220 10-343 --- créditos 04 04 04 04 04 pré-requisitos 10-338 10-222 --24-163; 10-341 10-340 20 23 Código 10-351 20-131 10-902 60-365 Código 10-521 10-616 9º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Química Ambiental II 60 -Recursos Hídricos 60 -Operações Unitárias 90 -Economia e Organização Industrial 60 -Eletiva 30 Total Semestral 300 00 10º SEMESTRE CARGA H. Nome T P Seminários Aplicados B -30 Estágio Supervisionado na Indústria -300 Eletiva 60 Total Semestral 60 330 pré-requisitos 10-346 20-124 10-403; 10-221 --- créditos 02 20 04 26 pré-requisitos --10-345; 10-349 DISCIPLINAS ELETIVAS DO CURSO CRÉDITOS teórica prática créditos Código Nome 67-203 Economia, Administração e Organizações de Empresas Física Experimental I Física Experimental II Preparação de Amostras Química de Polímeros Evolução da Química Introdução à Filosofia da Ciência Química do Estado Sólido Química dos Elementos de Transição Química Farmacêutica Processos Catalíticos Industriais Biotecnologia Química dos Produtos Naturais Fundamentos de Radioquímica Estrutura da Matéria Realidade Brasileira Química Quântica Bromatologia 10-211 10-212 10-354 10-355 10-311 70-104 10-356 10-357 10-359 10-360 20-128 10-362 10-353 10-352 73-400 10-350 40-145 créditos 04 04 06 04 02 20 60 -- 04 --15 30 60 60 30 30 30 30 30 30 60 60 60 60 30 30 30 15 -- 02 02 02 02 04 04 02 02 02 02 04 04 04 04 04 04 04 ---30 30 ---30 pré-requisitos 10-216 10-218 10-388 10-338 ----10-335; 10-335 10-385; 10-336 10-220 10-338; 20-147 10-388; 10-338 10-219 10-220 --10-221 24-163; 10-386 24 SÚMULAS DAS DISCIPLINAS 1ºSEMESTRE UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-330 - QUÍMICA GERAL TEÓRICA CARGA HORÁRIA: Teórica – 90 / Prática – 00 CRÉDITOS: 06 PRÉ-REQUISITOS: - - - - OBJETIVOS GERAIS Fornecer ao aluno a fundamentação teórica, bem como uma visão fenomenológica da Química. Desenvolver um raciocínio lógico, bem como uma visão crítica científica. EMENTA Fundamentos de Química: Conceitos Básicos. Estequiometria. Soluções. Estado Gasoso. Introdução à Termodinâmica e à Cinética. Equilíbrio Químico e Iônico. Fundamentos de Eletroquímica. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Teoria atômica: evolução dos modelos atômicos, Demócrito e Leucipo, Dalton, Thomson, Rutherford; problemas associados ao modelo de Rutherford. Átomo: elétrons, prótons, nêutrons, número atômico, número de massa, isótopos. Mol: definição, número de avogrado, volume molar, massa molar, moles em solução (molaridade), cálculos para diluição de soluções, conversões mol-grama-volume. Fórmulas e equações químicas: tipos de fórmulas, composição percentual, fórmulas a partir de dados experimentais. Tabela periódica e propriedades periódicas. Ligações químicas: Ligação iônica - teoria do octeto e fórmula iônica, Ligação covalente - forças de Van der Waals, dipolo - dipolo e dipolo - dipolo induzido, Ligação metálica Cálculo do nox para substâncias inorgânicas, reações químicas - estequiometria. Introdução á cinética química: definição, fatores que influenciam na velocidade, teoria das colisões, energia de ativação. Ácido e bases: conceitos ácido-base (Brönsted - Lowry, Arrhenius e Lewis), ácido e bases fortes, ácido e bases fracas. Equilíbrio químico: definição, princípio de Le Chetelier, fatores que afetam o deslocamento do equilíbrio, aplicações. Processos de oxirredução, agentes oxidantes e redutores, acerto de coeficientes. Reações exotérmicas e endotérmicas. Leis da termodinâmica. Comportamento físico dos gases. Lei dos gases ideais. METODOLOGIA Aulas teóricas, dialogadas e questionadas. Pesquisa bibliográfica. AVALIAÇÃO Avaliações teóricas e trabalhos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. trad. Ignez Caracelli. et al. Porto Alegre: Bookman, 2001. KOTZ, J. C. et all Química e Reações Química. LTC, 1998. 25 RUSSEL, J. B. Química Geral. 2a ed. São Paulo: MacGraw-Hill do Brasil, 1994. BRADY, J. E. HUMISTON, G. E., Química Geral. 2ª ed. Livros Técnicos e Científicos S.A., 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEE, J. D. Química Inorgânica não tão Concisa. 5ª.ed. São Paulo: MAAR, J. H. (Trad)Edgard Blücher Ltda, 1999. BARBOSA, A. L. Dicionário de Química. 2ª ed. Goiânia: AB EDITORA, 2000. DAINTITH, J. Dicionário Breve de Química. Lisboa: Editorial Presença, 1996. 26 27 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-331 - QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 60 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - - - OBJETIVOS GERAIS Desenvolver habilidades práticas comuns em laboratório de Química. Aplicar na prática os conhecimentos adquiridos na teoria. EMENTA Pesagem. Limpeza de vidraria. Preparo de soluções. Estado Gasoso. Estequiometria. Termodinâmica Química. Cinética Química. Equilíbrio Químico. Equilíbrio Iônico. Eletroquímica. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Noções Básicas de Segurança em Laboratórios. EPI e EPC. 2. Limpeza e manuseio de vidraria e balança. 3. Medidas de volume, temperatura e massa. Precisão e Exatidão. 4. Solubilidade. Curva de solubilidade de sais. 5. Técnicas de separação: filtração, decantação, centrifugação, extração, destilação e cromatografia de papel. 6. Ácidos e Bases e sua ação sobre indicadores, pH e solução tampão. 7. Preparação de soluções e padronização. Titulação ácido-base. 8. Evidências de reações químicas (liberação de gás, formação de precipitado e liberação de calor). 9. Reações com transferência de elétrons. 10. Cinética Química 11. Termoquímica 12. Estequiometria METODOLOGIA Aulas práticas dialogadas serão desenvolvidas nos laboratórios de Química em atividades de grupos. AVALIAÇÃO As avaliações da disciplinas serão feitas através de relatórios das atividades desenvolvidas e avaliações escritas do conteúdo trabalhado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RUSSEL, J. B. Química Geral. 2.ed.São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1994. vol. 2. BRADY, HUMISTON e GERARD, Química Geral. 2a ed. LTC, 1986. vol.1. KOTZ TREICHEL, Química e Reações Químicas.LTC, vol.1. KOTZ TREICHEL, Química e Reações Químicas.LTC, vol.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA,A.L. Dicionário de Química. 2ª ed. Goiânia: A.B Editora, 2000. DAINTITH,J.Dicionário Breve de Química. Lisboa: Editorial Presença, 1996. PIMENTEL,G.Química – Uma Ciência Experimental.4a ed.Fundação Calouste Gulbenkian, 1997. MORITA,T.& ASSUNÇÃO.Manual de Soluções.Reagentes e Solventes. 2ª ed. São Paulo: Edgard. Blücher, 1972. 28 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 15-149 - ÁLGEBRA I A CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - - - OBJETIVOS GERAIS Efetuar operações com matrizes e determinantes. Resolver sistemas de equações lineares para a Regra de Cramer e por Escalamento. Efetuar operações com transformações lineares. Identificar espaços vetoriais e subespaços vetoriais. Caracterizar operações com transformações lineares. EMENTA Matrizes. Sistema de Equações lineares. Vetores em Rn. Polinômios. Espaços vetoriais. Transformações lineares. Autovalores e autovetores. Diagonalização de operadores. Espaços com produto interno. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Matrizes: 1.1.definição 1.2.tipos especiais 1.3. operações e propriedades 1.3.1. adição 1.3.2. subtração 1.3.3.multiplicação 2. Determinantes: 2.1. definição e história 2.2. métodos para calcular o determinante 2.3. propriedades 3. Inversão de matrizes 3.1. métodos para calcular a matriz inversa de ordem 2 3.2. operações elementares 4. Sistemas lineares 4.1. métodos para resolver sistemas lineares 5. Polinômios 5.1. Definição, valor numérico 5.2. Polinômios nulos e idênticos 6. Espaços Vetoriais 6.1. Vetores no plano, no espaço e em Rn 6.2. Espaço vetorial 6.3. Propriedades dos espaços vetoriais 6.4. Subespaços vetoriais 29 6.5. Combinação linear de vetores 6.6. Dependência e independência linear 6.7. Base e dimensão de um espaço vetorial 6.8. Mudança de base 6.9. Transformação linear 7. Autovalores e Autovetores 8. Diagonalização de operadores 9. Espaços com produto interno METODOLOGIA Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos. AVALIAÇÃO Avaliações e trabalhos escritos individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOLDRINI, J.L, COSTA, S.I.R, FIGUEIREDO, V.L. E WETZLER, H.G. Álgebra Linear, 3.ed. São Paulo, Harbra, 1980. IEZZI, G. Fundamentos da matemática elementar: complexos, polinômios e equações, 6.ed., São Paulo, Atual, 1996. KOLMAN,B Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 6..ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1998. LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear , 3. ed., São Paulo, Makrom Books, 1994. STEINBRUCH, A, e WINTERLE, P. Álgebra Linear, 2.. ed. São Paulo, Makron Books, 1987. STEINBRUCH, A., Matrizes, determinantes e sistemas de equações lineares, São Paulo, McGraw-Hill, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CALLIOLI, C. A., DOMINGUES, H. e COSTA, R. C. F., Álgebra Linear e aplicações, 6a ed., São Paulo, Atual, 1982. EDWARDS,C.H.JR. Introdução à Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1998. GOMES, S. C.Cálculo vetorial e geometria analítica. 2.ed. São Leopoldo: Unisinos, 1993. LAY, D. C., Álgebra Linear e suas aplicações, 2. ed., Rio de Janeiro, LTC, 1999 STEINBRUCH, A, e WINTERLE, P. Introdução à Álgebra Linear, São Paulo, Makron Books, 1990. 30 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 30-601 - INFORMÁTICA BÁSICA A CARGA HORÁRIA: Teórica – 15 / Prática – 15 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: - - - - OBJETIVOS GERAIS Propiciar noções elementares dos recursos da informática para a Química. EMENTA Noções Básicas. Noções de Editoração. Planilha Eletrônica.(Internet). CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS -Evolução histórica da informática -Informática no contexto sócio-econômico-cultural. -Componentes de um sistema básico de computação. -Definição e descrição do funcionamento de microcomputadores e periféricos. -Hardware: Arquitetura básica dos computadores -Software: Conceito e funções -Vocabulários - termos técnicos -Software básico e aplicativos. Tipos de software e suas características -Aulas práticas em laboratório: -Sistemas operacionais -Interface do Windows -Desktop -Softwares nativos do sistema -Gerenciamento de arquivos (Windows Explorer) -Internet -Conceitos e serviços disponíveis -Requisitos básicos necessários ao funcionamento -Word Wide Web (WWW) -Características dos softwares de navegação (browsers) -Ferramentas de navegação -Utilização do IE/Netscape como exemplo de browser -Correio-eletrônico -Utilização do serviço através de contas personalizadas -Aplicativo da Web (download) -Processadores de texto (OpenOffice) -Conceito -Editoração -Formatação -Tabelas -Figuras -Formatação -Verificação ortográfica -Demais ferramentas -Planilha eletrônica (OpenOffice) 31 -Conceitos -Edição -Fórmulas -Formatação -Simulação através de exemplos -Funções -Gráficos -Simulação através de exemplos -Software de apresentação (Slides-OpenOffice) -Conceitos -Edição -Assistente de criação de Slides -Formatação -Figuras -Gráficos -Uso de recursos (som, animação e outros) -Apresentação METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA NASCIMENTO,A.J. Introdução à Informática. 2a ed. São Paulo: Makron Books, 1990. PEREIRA, J. A. Aprendendo Informática. São Paulo: .Makron Books, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATELSEK, J. Tudo sobre Computadores. São Paulo: Quark do Brasil, 1993. BRANDÃO, E. J. R. Informática e Educação. Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 1994. CAMARÃO, P. C. B. Glossário de Informática. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1989. COLLIN, S. M. H. Michaelis: Dicionário Prático de informática. São Paulo: Melhoramentos, 1995. GALANTE, T. P. Inglês Básico para Informática. 3a ed. São Paulo: Atlas, 1995. 32 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-332 - OPÇÕES PROFISSIONAIS E SEGURANÇA EM LABORATÓRIOS QUÍMICOS CARGA HORÁRIA: Teórica – 15 / Prática – 15 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: - - - - OBJETIVOS GERAIS Proporcionar ao aluno o contato com as diferentes opções de trabalho do profissional em Química, suas leis e associações de classe. Discutir normas de segurança em laboratórios de ensino e de indústrias. EMENTA Apresentação das Opções Profissionais para o Licenciado e Bacharel em Química. A ética profissional aplicada ao Químico. Segurança em Laboratório Químico. Identificação e uso de equipamentos de segurança. Treinamento para atendimento de situações de emergência. Técnicas de primeiros socorros. Manuseio, armazenagem e descarte de substâncias químicas. Noções básicas de toxicologia. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Apresentação, estrutura da disciplina, metodologia de avaliação; 2. Segurança em Laboratório: 2.1. Identificação e uso de equipamentos de segurança: EPIs e EPCs; 2.2. Projeto de um laboratório seguro: iluminação, piso, bancadas, tubulação; 2.3. Cuidados com equipamentos elétricos e bombas de vácuo; 2.4. Técnicas de Primeiros Socorros; 2.5. Química do fogo; 3. Riscologia: 3.1. Principais vias de contaminação; 3.2. Classificação de agentes químicos quanto à toxicidade e periculosidade; 3.3. Pictogramas; 3.4. Fichas de seguranças: 3.4.1. Peróxidos; 3.4.2. Produtos corrosivos; 3.4.3. Solventes; 3.4.4. Gases; 3.4.5. Metais Pesados; 4. Manuseio, armazenagem e descarte de substâncias químicas: 4.1. Substâncias químicas incompatíveis; 4.2. Resíduos de laboratório: conceito e desativação; 5. Acidentes de laboratórios: relatos de casos. 6. Apresentação das Opções Profissionais para o Licenciado em Química e Químico Industrial. A ética profissional aplicada ao Químico. METODOLOGIA Aulas teóricas e práticas serão desenvolvidas em sala de aula e laboratório de Química. Vídeos e atividades práticas serão trabalhados com os alunos em conjunto com colaboradores. 33 AVALIAÇÃO As avaliação pertinentes à disciplina serão feitas através de seminários e avaliação escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LARINI, L. Toxicologia. 3ª ed. São Paulo: Manole Ltda, 1997. ABIQUIM, Manual para atendimento de emergências com produtos perigosos. 4 ed. São Paulo. 2002. FERRAZ, F. C. & FEITOZA, A. C. Técnicas de Segurança em Laboratório – Regras e práticas. Curitiba- PR: Editora Hemus, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DE CARVALHO, P. R Boas Práticas em Biossegurança. Editora Interciência, 1999. HIRATA, M. H. & MANCINI FILHO, J. Manual de Biossegurança. Editora Manole, 2002. TOSELLO, André. AGENDA 21. Fundação Tropical e Pesquisas e Tecnologia. Revista Química Nova. 1998. cap. 19 34 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 70-427 METODOLOGIA CIENTÍFICA CARGA HORÁRIA Teórica -15 / Prática -15 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS Instrumentalizar e orientar na adoção de um comportamento metodológico e científico na busca da construção do conhecimento, sistematizado, discutindo, os fundamentos e princípios da ciência, relacionando-os com a missão da universidade. EMENTA Reflexões sobre a produção do conhecimento, sua difusão e incorporação. Sentido e perspectiva do Ensino Universitário: a tríplice missão: ensino, pesquisa e extensão. O método científico. A produção científica. A comunidade científica. Trabalhos acadêmicos. Instrumentalização metodológica. CONTEUDO PROGRAMÁTICO 1. Metodologia Científica e Universidade 2. A organização da vida de estudos na Universidade 3. Diretrizes para leitura, análise e interpretação de texto 4. A natureza do conhecimento: tipos e níveis 5. Os princípios da comunicação científica 6. Trabalhos didáticos 7. Normatização científica 8. Sistematização de textos e meios eletrônicos METODOLOGIA - Exposição Dialogada - Seminários - Estudo de Casos - Simulações - Visita técnica AVALIAÇÃO Participação Seminários Provas Estudo de Casos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOUREIRO, Amílcar Bruno Soares. Guia para elaboração e apresentação de trabalhos científicos. Porto Alegre: Edipucrs, 2000. MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 5 ed., São Paulo: Atlas, 2003. SANTOS. Antonio Raimundos dos. Metodologia científica: a construção dói conhecimento. Rio de janeiro: DP & A, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Rubem. Filosofia da ciência. São Paulo: Ass. Poética, 1996. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro: ABNT. AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalhos acadêmicos. 5 ed. Piracicaba: UNIMEP, 1998. 35 LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projetos e relatórios, publicações e trabalhos científicos . 5 ed. São Paulo: Atlas, 2001. RUIZ, João Álvoro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1986. 36 37 2ºSEMESTRE UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-333 – QUÍMICA INORGÂNICA I CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-330 - QUÍMICA GERAL TEÓRICA OBJETIVOS GERAIS Fornecer ao aluno uma fundamentação teórica sobre as teorias da Ligação Química e da Química do Estado sólido. EMENTA Estrutura Atômica. Ligações Químicas: Iônica, Covalente e Metálica. Interações Moleculares. Fundamentos do Estado Sólido. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS A primeira idéia sobre o átomo. Leis Ponderais e o modelo atômico de Dalton. Natureza elétrica da matéria. Raios catódicos e a descoberta do elétron. Modelo atômico de Thomson. Descoberta do próton e da radioatividade. A experiência de Rutherford e o seu modelo atômico. A descoberta do nêutron. Características físicas das partículas subatômicas. Principais características do átomo e suas relações. Simbologia química e semelhança entre átomos. Propriedades da luz e ondas eletromagnéticas. Espectro eletromagnético e visível. Espectro descontínuo ou de raias. Teoria da quantização da energia. Modelo atômico de Rutherford - Böhr e sua representação. Modelo atômico de Sommerfeld e os subníveis de energia. Modelo da mecânica quântica. Conceito de números quânticos. Número quântico principal e os níveis de energia. Número quântico secundário e os subníveis. Distribuição dos elétrons na eletrosfera. Ordem de energia dos subníveis ou ordem espectroscópica. Construção do diagrama de Linus Pauling. Diagrama de orbitais. Número quântico magnético e principio da incerteza de Heinsenberg. Conceito de orbital e seus formatos. Número quântico de Spin e a experiência de Otto Stern e Walter Gerlach. Número quântico de Spin e o diamagnetismo e paramagnetismo. Distribuição eletrônica em orbitais. Princípio da exclusão de Pauli e a regra de Hund. Conseqüência do princípio da exclusão. 38 Cálculo dos números quânticos. Ligações químicas e Teoria do octeto. Ligação Iônica e suas características. Determinação das fórmulas dos compostos iônicos. Propriedades dos compostos iônicos. Estado físico dos compostos iônicos. Ligação covalente ou molecular. A ligação covalente e a tabela periódica. Fórmulas eletrônica, estrutural plana e molecular. Ligação coordenada. Geometria molecular e teoria da repulsão dos pares eletrônicos. A popularidade das ligações das moléculas. Orbitais atômicos e moleculares sigma e pi. Hibridização de Orbitais. Orbitais híbridos do tipo sp3, sp2, sp, sp2d, sp3d e sp3d2. Orientação espacial dos orbitais híbridos. Ligação metálica. Ligação intermolecular. Dipolo induzido - Dipolo induzido. Dipolo permanente - Dipolo permanente. Pontes de Hidrogênio. Forças intermoleculares e Ponto de fusão e ebulição. Polaridade e solubilidade. Fundamentos do estado sólido. Propriedades gerais dos sólidos. Cristais. Difração de Raios - X. Aplicação da difração do raio - X. Retículos cristalinos. Alguns retículos cristalinos representativos. Ligações e propriedades dos sólidos Sólidos iônicos. Sólidos moleculares. Sólidos covalentes. Sólidos metálicos. Defeitos em cristais. Defeitos lineares. Defeitos pontuais. Defeitos em cristais e os semicondutores. METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: 39 O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEE, J. D. Química Inorgânica Não Tão Concisa. MAAR, J. H. (Tradutor). 5ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1999. SHRIVER & ATKINS. Química Inorgânica. 3ª ed. Porto Alegre: Editora Bookman, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CINELLI, M. Compostos Inorgânicos. Artes Graficas. COMPANION, A. L. Ligação Química. São Paulo: Edgard Blücher, 1975. HUHEEY, J. E. KEITER, E. A. KEITER, R. L. Inorganic Chemistry: Principles of Structure and Reactivity. 4 ed. New York: Harper-Collins College Publishers. 1993. KOTZ, J. C. et al. Química e Reações Química. LTC, 1998. 40 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-383_ QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA I CARGA HORÁRIA: Teórica – 30 / Prática – 00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-330 - QUÍMICA GERAL TEÓRICA OBJETIVOS GERAIS Conhecer e saber utilizar métodos de análise qualitativa aplicados à Química, sob o ponto de vista teórico, envolvendo a análise comparativa dos diversos tipos de equilíbrios químicos e fenômenos químicos de hidrólise. EMENTA Importância da Química Analítica; seleção de métodos; cinética química; equilíbrio químico; solução tampão; hidrólise e solubilidade. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Definição, evolução, objetivos e aplicações da Química Analítica. - Seleção de métodos de acordo com a quantidade do analito e matriz. - Preparação de Amostras - Reações de Compensação - Cinética Química: definição, velocidade média; principais requisitos para ocorrer uma reação; considerações em termos de partículas, energia limiar, complexo ativado, fatores que influenciam na velocidade das reações. - Equilíbrio Químico: conceitos fundamentais; fatores que afetam o equilíbrio químico; princípio de Lê Chatelier-Braun; Lei da ação das massas; constante de equilíbrio, constante de ionização da água; escala de pH, ácido e bases de Bronsted, Arrhenius e Lewis, dissociação de ácidos e bases fortes, equilíbrio que envolve ácido e base fraca, ácidos e bases polipróticos. - Propriedades ácido – base: reações entre ácidos e bases, efeito do íon comum, soluções tampão. - Reações de precipitação: solubilidade dos sais, produto de solubilidade, estimativa de solubilidade a partir do Kps, efeito do íon comum, solubilidade e pH, hidrólise de sais. - Reações de transferência de elétrons. METODOLOGIA Aulas teóricas, dialogadas questionadas. Pesquisa bibliográfica. AVALIAÇÃO Avaliações teóricas e trabalhos da pesquisa BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P. JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. trad. Ignez Caracelli. et al. Porto Alegre: Bookman, 2001. KOTZ, J. C. et al. Química e Reações Química. LTC, 1998. BRADY, J. E. HUMISTON, G. E. Química Geral. 2ª ed. LTC, 1986. VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. Tradução de Antônio Gimeno. 5ª ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VAITSMAN, D. S. Ensaios Químicos Qualitativos. Rio de Janeiro: Interciência, 1995. 41 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-384 _ QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA I - E CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 30 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-330 - QUÍMICA GERAL TEÓRICA OBJETIVOS GERAIS Preparar soluções de determinada concentração. Conhecer e saber utilizar métodos de análise qualitativa de cátions e ânions e de materiais desconhecidos. Desenvolver a capacidade de observação crítica e resolução de problemas que surgem no trabalho de laboratório. EMENTA Análise química qualitativa de cátions e ânions. Estudos de interferentes na análise química. Preparo de soluções. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Introdução a Análise Química Qualitativa - Preparo de soluções - Interferentes - Identificação e separação dos cátions. - Análise de ânions. METODOLOGIA Aulas práticas- experimentais em laboratórios, dialogadas e questionadas. AVALIAÇÃO Avaliações teóricos -práticas e relatórios relativos as aulas práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA VAITSMAN, D. S. Ensaios Químicos Qualitativos. Rio de Janeiro: Interciência, 1995. VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. Tradução de Antônio Gimeno. 5ª ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. trad. Ignez Caracelli. et al. Porto Alegre: Bookman, 2002. KOTZ, J. C. et al. Química e Reações Química. LTC, 1998/2002. BRADY, J. E. HUMISTON, G. E. Química Geral. 2ª ed. LTC, 1986. 42 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-405 – CÁLCULO I CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJETIVOS GERAIS Introduzir o aluno no estudo de limite, derivada de uma função de uma variável. Resolver problemas aplicando o limite, a derivação de uma função em situações concretas, conforme suas necessidades profissionais. EMENTA Limites, continuidade, derivação de funções de uma variável. Aplicação das derivadas. Utilização de Softwares Matemáticos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Limites Limites de um ponto de vista informal Limites laterais Teorema do limite Propriedades operatórias dos limites Definição de limite Continuidade – Teorema do valor intermediário Limites infinitos: assíntotas verticais Limites no infinito: assíntotas horizontais Limites infinitos no infinito Igualdades simbólicas sobre os limites Derivadas Interpretação da derivada 3.Como inclinação da reta tangente 4.Como uma taxa de variação 5.Derivada como uma função Continuidade e diferenciabilidade Regras de derivação Derivadas de ordem superior Aplicações de derivadas Função crescente ou decrescente Testes para máximo se mínimos Ponto de inflexão Problemas práticos de otimização METODOLOGIA Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de calculadora científica. AVALIAÇÃO Avaliações e trabalhos escritos individuais. 43 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, H. Cálculo: um Novo Horizonte. 6ª ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. 3ª ed. São Paulo: Harbra, 1994. vol. 1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTON, H. Cálculo: um Novo Horizonte. 6ª ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. ALMAY, P. Elementos de cálculo diferencial e integral. 1ª ed. São Paulo: Kronos, 1975. ÁVILA, G. Cálculo: Funções de uma Variável. 6a ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994. V. 1,2,3. AYRES, Jr. F. & MENDELSON, E. Cálculo Diferencial e Integral. 3a ed. São Paulo: Mcgraw Hill, 1981. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 3a ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997. vol. 1,2,3,4. HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso Moderno e suas Aplicações. 2a ed. Rio de Janeiro: LTC, 1990. 44 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 20-147 – BIOLOGIA E FUNDAMENTOS DE GENÉTICA CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJETIVOS GERAIS Levar ao corpo discente uma revisão ampla sobre diferentes tópicos de biologia, dando um nivelamento básico e suporte para próximas disciplinas. EMENTA Origem dos seres vivos, citologia, histologia animal e vegetal, reprodução. Fundamentos de Genética. Estrutura e propriedade dos Ácidos Nucleicos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Biologia Celular 1.1. Estrutura, funções e evolução das células 1.2. Características e diferenças das células eucariontes e procariontes 1.3. Características gerais e biologia dos vírus 1.4. Membranas celulares (estrutura e funções); transporte através das membranas 1.5. Organelas celulares: estrutura e função 1.6. Núcleo: estrutura e função, cromatina, cromossomos, nucléolo 1.7. Divisão celular: mitose e meiose 1.8. Tecidos: epitelial, conjuntivo, muscular, nervoso; estrutura, distribuição e função dos principais tecidos orgânicos 2. Fundamentos de Reprodução e Embriologia Humana 2.1. Morfologia dos Sistemas Reprodutores Masculinos e Femininos 2.2. fertilização e segmentação do zigoto 2.3. Implantação do blastocisto 2.4. Desenvolvimento embrionário inicial: disco germinativo bilaminar e trilaminar 2.5. Destino dos folhetos embrionários na formação de órgãos do ser humano adulto 2.6. Anomalias congênitas durante o processo de desenvolvimento humano 3. Fundamentos de Genética 3.1. Composição do DNA e RNA 3.2. Duplicação do DNA 3.3.Transcrição e tradução do DNA – código genético 3.4. Mutações e mecanismos de reparo do DNA 3.5. Anomalias cromossômicas 3.6. Doenças genéticas 3.7. Genética do câncer 3.8. 1ª e 2ª lei de Mendel METODOLOGIA As aulas serão expositivas – dialogadas e teórico –práticas em laboratórios. 45 Durante o desenvolvimento das aulas, serão abordadas os tópicos fundamentais da estrutura e função das células, órgãos reprodutores masculinos e femininos, aspectos do desenvolvimento embrionários humano e conceitos fundamentais de genética humana. Nas aulas expositivas- dialogadas, os conteúdos desenvolvidos serão expostos aos alunos através de quadros comparativos, roteiros de estudo, transparências coloridas e slides contendo representações esquemáticas, fotomicrografias e eletronmicrografias dos diferentes temas abordados. AVALIAÇÃO Os estudantes serão avaliados através de atividades ou trabalhos em grupo, seminários, relatórios de aulas práticas, resolução de questões teóricas em aula e provas teóricas. O conjunto destas avaliações será registrado de acordo com as normas estabelecidas pelo registro acadêmico da Universidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2000. MOORE, Keith L. PERSAUD, T.V.N. Embriologia Clínica. 7 ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, B. Biologia molecular da célula. 3ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. CURTIS, H. Biologia. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1977. GRIFFTHS, A. et al. Introdução à Genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. DE ROBERTS, et al. Biologia celular e molecular (DE ROBERTS). 14ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. JUNQUEIRA, Luis C., CARNEIRO, José. Histologia Básica: Texto e Atlas. 10ª ed. Rio de janeiro, Guanabara Koogan. 2004. MOORE, Keith L. PERSAUD, T.V.N. Embriologia Clínica. 7 ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1999. 46 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-110_ DESENHO TÉCNICO CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJETIVOS GERAIS Desenvolver habilidades de desenho técnico. Noções de Técnicas fundamentais. Leitura e escolha de vistas ortogonais. Axonometrias: ortogonal e oblíqua. Desenho conceitual e de criatividade. EMENTA Técnicas fundamentais. Leitura e escolha de vistas ortogonais. Axonometrias: ortogonal e oblíqua. Desenho conceitual e de criatividade. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1.Introdução Letreiros Desenho: natureza e evolução histórica. Desenho Técnico à mão livre. Letreiros: desenho de letras e algarismos; técnica de traçado; legendas e recomendações da Norma Brasileira. 1. Traçado à mão livre Material Utilizado. Técnicas de execução; linhas convencionais da Norma Brasileira. 2. Vistas Ortográficas Vistas Ortogonais Múltiplas. Conceitos fundamentais e tratamentos convencionais. Vistas Ortográficas principais no 1º e 3º dietros. 3. Escolha de Vistas Representação de seis vistas Ortográficas; distribuição da folha; definição das vistas necessárias e suficientes para a representação inequívoca de um objeto. 4. Axonometrias Perspectivas paralelas, conceito e aplicações. 5. Soluções Múltiplas Vistas ortográficas omitidas. Desenho de criatividade, vistas ortográficas e perspectivas paralelas. METODOLOGIA As aulas serão expositivas com utilização de recursos audivisuais. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por avaliações escritas e pelas demais atividades propostas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 47 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 72-378 METODOLOGIA DA PESQUISA CARGA HORÁRIA: Teórica – 15 / Prática – 15 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJE TIVOS GERAIS Instrumentalizar o aluno para que este, ao final do semestre, seja capaz de compreender, planejar, executar e sistematizar um trabalho científico. EMENTA O método científico e a prática da pesquisa. Função social da pesquisa. Tipos e características da pesquisa. Instrumentalização metodológica. Projeto de pesquisa. Relatório de pesquisa. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1 A evolução da pesquisa na Universidade 1.1 A tríplice missão universitária: ensino, pesquisa e extensão 1.2 A pesquisa como descoberta e criação 1.3 A função social da pesquisa 2 Noções gerais sobre Pesquisa 2.1 Tipos de pesquisa. 2.2 Elaboração do projeto de pesquisa 2.3 O trabalho de campo como descoberta e criação 3 Apresentação da Pesquisa 3.1 Estrutura do trabalho científico. 3.2 Apresentação do trabalho científico. 3.3 Elementos complementares. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas com orientação na elaboração do projeto e relatório de pesquisa. AVALIAÇÃO A avaliação será feita através de avaliações dos trabalhos realizados pelos alunos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2001. GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. PÁDUA, Elisabete Matalho Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricoprática. 8. ed. São Paulo: Papirus, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 48 BARROS, A.J. da S.; LEHEFELD, N.A. de S. Fundamentos de Metodologia Científica: um guia para a iniciação científica. São Paulo: Makron Books, 2000. DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 1992. LAVILLE, Cristian; DIONE, Jean. A construção do saber: Manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999. SANTOS, A. R. dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. SANTOS FILHO, José Camilo dos (org). Pesquisa educacional: quantidade – qualidade. São Paulo: Cortez, 1995. 49 50 3ºSEMESTRE UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-335 – QUÍMICA INORGÂNICA II CARGA HORÁRIA: Teórica – 30 / Prática – 30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-333 – QUÍMICA INORGÂNICA I OBJETIVOS GERAIS Fornecer ao aluno a fundamentação teórica sobre os elementos da Tabela Periódica e seus compostos. Comprovar na prática algumas das propriedades dos elementos químicos e seus compostos. EMENTA Química de ácidos e bases. Estudo teórico e prático dos elementos químicos: ocorrência, obtenção, propriedades, usos e principais compostos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Segurança e normas de Trabalho em Laboratório Ligação Metálica Teorias Ácido Base Teoria de Arrhenius Teoria Protônica e Teoria Eletrônica. Reações Reatividade de Metais Prática de laboratório. Reatividade do metais alcalinos Ensaio na chama do bico de Bruseu para metais alcalinos Metais alcalinos grupo 1 da T. P. Propriedades dos metais alcalinos Reatividade dos metais alcalinos. Teste de chama Uso dos metais alcalinos Reatividade dos metais alcalinos-terrosos. Reação de precipitação Metais alcalinos terrosos grupo 2 da T.P Reatividade dos metais alcalinos terrosos. Preparação dos elementos Compostos de metais alcalinos terrosos Uso dos metais alcalinos terrosos. A água Ensaio na chama do Bico de Bruseu para metais alcalinos terrosos Teste de solubilidade dos metais alcalinos terrosos Síntese do Tiocíanato de Bário Halogênios grupo 17 da T.P. Propriedades dos Halogênios Compostos dos Halogênios. Sais usos dos compostos Halogênios Síntese do ácido clorídrico Reatividade dos ácidos clorídricos, fluorídrico e bromídrico Caracterização do Enxofre Calcogênios grupo 16 da T.P Propriedades do Enxofre-sulfetos Fabricação do ácido sulfúrico. Carbonização do açúcar Grupo 25 ou 5ª da T.P. O nitrogênio. Propriedades e Reações. Amônia Óxidos de nitrogênio. Oxiácidos Reatividade do ácido sulfúrico Reatividade do ácido sulfúrico e ácido sulfídrico Caracterização dos compostos de nitrogênio Nitratos, carbonatos, cloretos e sulfatos. ( De amônio). Oxoácidos do nitrogênio: HNO2 e HNO3. Reações Oxosais do nitrogênio O fósforo . Propriedades e variedades alotrópicas. Óxidos de fósforo Oxoácidos de fósforo e Oxossais. O carbono: propriedades e variedades 51 Carbono grafite, diamante e fulereno. Estrutura. Compostos inorgânicos do carbono Caracterização dos compostos do carbono Carbonatos, acetatos, ácido oxálico. Ácido Tartárico O silício e seus compostos Grupo 13 da T.P. Precipitação e Recristalização Grupo 18 da T.P. Gases Nobres Propriedades dos gases nobres Compostos dos gases nobres e sua utilização METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEE, J. D. Química Inorgânica Não Tão Concisa. 5a ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1999. SHRIVER & ATKINS. Química Inorgânica. 3ª ed. Porto Alegre: Editora Bookman, 2003. RUSSEL, J. B. Química Geral. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1994. vol 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CINELLI, M. Compostos Inorgânicos. Artes Graficas. COMPANION, A. L. Ligação Química. São Paulo: Edgard Blücher, 1975. HUHEEY, J. E. KEITER, E. A. KEITER, R. L. Inorganic Chemistry: Principles of Structure and Reactivity. 4ª ed. New York: Harper-Collins College Publishers, 1993. ORGEL, L. E. Introdução à Química dos Metais de Transição. São Paulo: Edgar Blücher. 52 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-336 – QUÍMICA ORGÂNICA I - Q CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-330 – QUÍMICA GERAL TEÓRICA OBJETIVOS GERAIS Fornecer ao aluno a fundamentação teórica sobre a química do carbono, ligações, hibridização, ressonância, geometria molecular, nomenclatura e reatividade. EMENTA Estrutura de compostos orgânicos: principais características estruturais e eletrônicas. Estudo de compostos com ligações simples, duplas e triplas: geometria molecular, nomenclatura, ligação, reatividade CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Geometria molecular: orbitais atômicos e moleculares, hibridização, teoria da repulsão eletrônica, efeitos eletrônicos, momento dipolar. 1.1. Nomenclatura das funções orgânicas e propriedades fisicas 1.2. Intermediários de reações, tipos de quebra de ligações sigma, geometria molecular de carbocátions e radicais livres. 1.3. Reatividade química: caráter ácido-base, comportamento frente a reagentes nucleofílicos, eletrofílicos e radicais livres 1.4. Estereoquímica: conformações e configurações 1.5. Nomenclatura R/S 1.6. Atividade óptica: carbono quiral, confômeros e configuração absoluta 1.7 Estruturas com ligação dupla Isomeria Cis/Trans, E/Z e estruturas com ligação tripla 2.1. Geometria molecular: orbitais atômicos e moleculares, hibridização, teoria da repulsão eletrônica, efeitos eletrônicos, momento dipolar, estabilidade química 2.2. Propriedades físicas 2.3. Nomenclatura das funções 2.4. Reatividade química 2.5. Comportamento frente a reagentes nucleófilos, eletrófilos e radicais livres 3. Estruturas com deslocalização eletrônica envolvendo ligações C-C e C-Heteroátomo 3.1. Geometria molecular: orbitais atômicos e moleculares, hibridização, teoria da repulsão eletrônica, efeitos eletrônicos, momento dipolar, efeito dos substituintes no anel aromático. 3.2. Aromaticidade 3.3. Propriedades físicas 3.4. Nomenclatura das funções 3.5. Reatividade química: comportamento frente a nucleófilos, eletrófilos e radicais livres 3.6. Controle cinético e termodinâmico 4. Métodos de determinação de mecanismos de reação METODOLOGIA Aulas teóricas, dialogadas e questionadas. Pesquisa bibliografia. AVALIAÇÃO 53 Avaliações teóricas e trabalhos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALLINGER, N. L. et al. Química Orgânica. 2ª. ed. Rio de Janeiro: LTC. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC. vol. 1-2. VOLLHARDT, Neil E. Química Orgânica – Estrutura e Função. 4ª ed. Artmed, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALENCASTRO, R. B. & MANO, E. B. Nomenclatura de Compostos Orgânicos. Guanabara, 1987. CAREY, F. A. Sundberg, R. J. Advanced Organic chemistry. Part A. 3ª ed. New York: Plenum Press, 1997. MORRISON, R. T. AND BOYD, R. N.Química Orgânica. 13ª ed. Lisboa: 1996. MCMURRY. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 1999. vol. 1-3. 54 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-406 – CÁLCULO II CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-405 – CÁLCULO I OBJETIVOS GERAIS Determinar a integral de funções através de técnicas de integração; Aplicar teorias de integração na resolução de problemas; Determinar as derivadas parciais de funções e fazer suas aplicações. EMENTA Técnicas de Integração, aplicação das integrais, função de duas ou mais variáveis, limites, continuidade, derivadas parciais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Integrais Indefinidas 1.1 Antiderivada ou Integral Indefinida 1.2 Propriedades da Integração Indefinida 1.3 Regra de Integração 2. Integrais Indefinidas 2.1 Soma de Riemann 2.2 Integral Definida 2.3 Propriedades da Integral Definida 2.4 Teorema Fundamental do Cálculo 2.5 Teorema do Valor Médio 3. Técnicas de Integração 3.1 Integração por substituição 3.2 Integração por partes 3.3 Integração de potências e produtos de senos e cossenos 3.4 Integração por frações parciais 3.5 Integrações Impróprias 4. Aplicações das Integrais 4.1 Cálculo de áreas planas 4.2 Cálculo de volume de Sólidos de revolução 4.3 Centro de gravidade, movimento de inércia 4.4 Pressão de fluídos, trabalho 4.5 Comprimento de arco METODOLOGIA Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de calculadora científica. AVALIAÇÃO Avaliações e trabalhos escritos individuais. 55 56 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, H. Cálculo: um Novo Horizonte. 6ª ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. 3ª ed. São Paulo: Harbra, 1994. vol. 1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AYRES Jr. F. & MENDELSON, E. Cálculo Diferencial e Integral. 3a ed. São Paulo: Mc Graw Hill, 1981. PINTO, D. & MORGADO, M. C. F. Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. Editora UFRJ, 1997. PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. 4ª ed. Martins Fontes, 1979. vol. 1-2. UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-216 – FÍSICA A CARGA HORÁRIA: Teórica – 45 / Prática – 15 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJETIVOS GERAIS Estudar conceitos básicos de Física: Cinemática, Dinâmica e Energia. EMENTA Medidas físicas. Estática, Dinâmica e Cinemática. Leis da Conservação. Energia. Momento Linear e Angular. Colisões CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.CINEMÁTICA 1.1 Sistema internacional de unidades 1.2 Movimento retilíneo uniforme 1.3 Velocidade média 1.4 Velocidade instantânea 1.5 Movimento retilíneo uniformemente variado 1.6 Aceleração média 1.7 Aceleração instantânea 1.8 Queda livre: aceleração da gravidade 1.9 Vetores 1.10 Operação com vetores 1.11 Movimento circular 2.Dinâmica 3.1. Primeira lei de Newton: equilibrio 3.2. Segunda lei de Newton: massa e peso 3.3. Terceira lei de Newton: força e aplicações 4. Leis da Conservação 3.1 Conservação da energia 3.2 Conservação da quantidade de movimento 5. Energia 5.1. Trabalho de uma força 5.2. Potência 5.3. Energia cinética 6. Estática 6.1. Principio de transmissibilidadedas forças 6.2. Movimento de rotação e translação 6.3. Centro de gravidade 6.4. Equilíbrio 6.5. Equilíbrio estático de um ponto material 6.6. Momento de uma força 6.7. Momento Resultante 57 METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D. e RESNIK, R. Fundamentos de Física. 4ª 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC,1996 2001. TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. 3ª 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. vol. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARES, B.A. Física. São Paulo: Editora Scipione, 2002. vol. Único. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 1ª 3ª ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda, 1981. vol. 1. SEARS, F. ZEMNSKY, M. e YOUNG, H. Física. Editora LTC, 1999. vol. 1. 58 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-385 - QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA II CARGA HORÁRIA: Teórica – 30 / Prática – 00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-383 – QUIMICA ANALÍTICA CLASSICA I OBJETIVOS GERAIS Conhecer e compreender os métodos analíticos clássicos. EMENTA Amostragem e preparação de amostra. Análise quantitativa inorgânica: Volumetria e Gravimetria. Erros na análise quantitativa. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Tipos de erros, precisão, exatidão, comparação de resultados, rejeição de resultados. - Amostragem, erros nas etapas Analíticas, algarismos significativos. - Técnicas da análise gravimétrica, secagem ou calcinação, pesagem. - Volumetria de neutralização: acidez, basicidade, pH de soluções, fundamento do uso dos indicadores, construção das curvas de titulação, detecção do ponto final, titulação de base forte com ácido forte, titulação de base forte com ácido fraco, titulação de ácido fraco com base forte, titulação de ácidos polipróticos. - Volumetria de precipitação: método de Mohr, Volhard e Fajans, construção da curva de titulação, fatores que afetam a curva de titulação, detecção do ponto final. - Volumetria de óxido-redução: processo de oxidação e redução; semi-reações; pilhas ou células galvânicas; equação de Nernst; cálculo de meia-célula usando valores de E0, curvas de titulação, detecção do ponto final. - Volumetria de complexos: variação das espécies de EDTA em função do pH da solução aquosa; curvas de titulação, efeito de tampões e efeitos mascarantes, indicadores metalocrômicos; escolha do titulante; métodos de titulação envolvendo ligantes polidentados. METODOLOGIA Aulas teóricas, dialogadas e questionadas. Pesquisas bibliográficas. AVALIAÇÃO Avaliações teóricas e trabalhos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACCAN, N. de Andrade. J. C. GODINHO, O. E. S. BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa Elementar. 3ª ed. Campinas-SP: Editora.Edgard Blücher, 2001/2003. VOGEL, A. et al Análise Química Quantitativa. 5ªe 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1992. 59 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. trad. Ignez Caracelli. et al. Porto Alegre: Bookman, 2002. BRADY, J. E. HUMISTON, G. E. Química Geral. 2ª ed. LTC, 1986. HARRIS, D. D. Análise Química Quantitativa. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. KOTZ, J. C. et al. Química e Reações Química. LTC, Vl.1 e Vl.2 2002/1998. OHLWEILER, O. A. Química Analítica Quantitativa. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 60 61 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-386_ QUIMICA ANALITICA CLASSICA II-E CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 30 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-383_ QUIMICA ANALITICA CLASSICA I OBJETIVOS GERAIS Conhecer e saber utilizar métodos de análise quantitativa aplicados à Química. Desenvolver habilidades em laboratório de análise quantitativas. Realizar amostragem e tratamento inicial de uma amostra real. EMENTA Amostragem e preparação de amostra. Preparação e padronização de soluções. Estudos de interferentes na análise química. Análise quantitativa inorgânica: Volumetria e Gravimetria. Erros na análise quantitativa. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS - Introdução à Análise Química Quantitativa. - Preparação e padronização de soluções. - Análise gravimétrica. - Volumetria de Neutralização: - Titulação de base forte com ácido forte. - Titulação de base forte com ácido fraco. - Titulação de ácido fraco com base forte. - Titulação de ácidos polipróticos, - Volumetria de precipitação: - método de Mohr - métodod de Volhard - método de Fajans - Volumetria de óxido-redução: - Permangametria - Iodometria - Dicromatometria - Titulação de complexos METODOLOGIA Aulas praticas experimentais em laboratórios, dialogadas e questionadas. AVALIAÇÃO Avaliações teóricos práticos e relatórios relativos as aulas práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACCAN, N. de Andrade. J. C. GODINHO, O. E. S. BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa Elementar. 3ª ed. Campinas-SP: Editora.Edgard Blücher, 2001/2003. VOGEL, A. et al Análise Química Quantitativa. 5ªe 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio BRADY, J. E. HUMISTON, G. E. Química Geral. 2ª ed. LTC, 1986. HARRIS, D. D. Análise Química Quantitativa. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. KOTZ, J. C. et al. Química e Reações Química. LTC, 1998/2002. OHLWEILER, O. A. Química Analítica Quantitativa. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1982. Ambiente. trad. Ignez Caracelli. et al. Porto Alegre: Bookman, 2002. 4ºSEMESTRE 62 63 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-387 – QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL A CARGA HORÁRIA: Teórica – 30 / Prática – 30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-385 – QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA II 10-386 _ QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA II _E OBJETIVOS GERAIS Familiarizar o aluno com métodos de análise química quantitativa: potenciometria, condutometria, turbidimetria e fluorimetria. Estudar os métodos instrumentais de cromatografia: HPLC. GC, GPC. EMENTA Métodos instrumentais de análise. Erros analíticos e instrumentais. Potenciometria, Condutometria e Turbidimetria. Métodos Cromatográficos de Análise. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1.Introdução aos métodos instrumentais de análise 2. Erros associados às medidas instrumentais. 3.Métodos de análise por espectroscopia óptica 3.1 Análise espectrométrica de chama 3.2 Técnicas espectrométricas de chama 3.3 Atomização termoelétrica (eletrotérmica). Forno de grafite. 3.4 Plasma indutivamente acoplado 4. Potenciometria 4.1 Células galvânicas 4.2 Eletrodos de oxidação e redução 4.3 Eletrodos de membrana 4.4 Titulação potenciométrica 5. Condutometria 5.1 Condutometria de soluções iônicas 5.2 Medidas de condutância 5.3 Titulação Condutimétrica 6. Técnicas cromatográficas 6.1 Princípios dos métodos cromatográficos 6.2 Cromatografia em fase gasosa. Cromatografia gasosa de alta resolução. 6.3 Cromatografia liquida de alta performance 6.4 Cromatografia de performance em gel 6.5 Análise qualitativa e quantitativa METODOLOGIA Aulas teóricas e práticas, dialogadas e questionadas. Pesquisa bibliográfica. AVALIAÇÃO Avaliações teóricas e práticas e relatórios relativos as aulas práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EWING. G. W. Métodos Instrumentais de Análise Química. Vol. 1-2 Ed. Blucher SKOOG. D. Princípios de análise Instrumental. 5ª Ed. São Paulo: Bookmann, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AQUINO Neto, F.R., Nunes, D.S.S., Cromatografia: Princípios Básicos e Técnicos Afins, Ed. Interciência, 2003. BRETT, A. Eletroquímica, Almedina, Coimbra, 1996. CIOLA, R. Fundamentos da Cromatografia a Gás, Ed. Blucher, 1985. CIOLA, R. Fundamentos da Cromatrografia a Liquido Alto Desempenho, Ed. Blucher, 2000. COLLINS, C. Introdução a Métodos Cromatográficos, 6ª ed. Ed. Da Unicamp, 1993. GONÇALVES, M. L.S Métodos Instrumentais para Análise de Soluções: Análise Quantitativa, 3ª ed. Lisboa: Função Calouste Gulbenkian, 1996. OHLWEILER, O. A. Fundamentos de Análise Instrumental. Rio de Janeiro, LTC, Editora S. A, 1981. TICIANELLI,E. A. & Gonzalez, E. R., Eletroquímica: Princípios e Aplicações, EDUSP, 1998. 64 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-338 – QUÍMICA ORGÂNICA II - Q CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-336 – QUÍMICA ORGÂNICA I - Q OBJETIVOS GERAIS Estudar os principais mecanismos de reações orgânicas. EMENTA Mecanismos de reações orgânicas: Substituição, Adição, Condensação. Reações pericíclicas e fotoquímicas. Rearranjos moleculares. Reações radicalares. Reações de oxi-redução. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Substituição nuclelofílica em carbono saturado 1.1.Mecanismo das reações SN1 e SN2: estereoquímica; variàveis na substituição nucleofílica 1.2. Tipos de nucleófilos 1.3. Reações de competição 1.4. Participação de grupos vizinhos 2. Reação de eliminação 2.1. Mecanismos: Eliminação x substituição 2.2. Estereoquímica 2.3. Regioquímica 2.4. Formação de alcenos 2.5. Formação de alcinos 3. Adição nucleofílica ao grupo carbonila 3.1. Mecanismo: reatividade do grupo carbonila 3.2. Tipos de nucelófilos 3.3. Adição nucleofílica a grupos análogos ao grupo carbonila 3.4. Substituição nucleofílica acíclica 4. Reações de condensação 4.1. Formação de enol 4.2. Condensação aldólica 4.3. Condensação de ésteres 4.4. Fragmentação de compostos -dicarbonílicos 4.5. Alquilação de enolatos 4.6. Outros carbânions estabilizados 5. Reações de adição eletrofílica 5.1. Mecanismo 5.2. Estereoquímica 5.3. Regioquímica 5.4. Adição a alcenos e alcinos 6. Adição à sistemas conjugados 6.1. Dienos, ligações duplas conjugadas ao grupo carbonila 7. Reações de substituição aromáticas 7.1. Substituição eletrofílica aromática 65 7.2. Substituição nucleofílica aromática 7.3. Mecanismos 7.4. Orientação e reatividade 7.5. Correlação quantitativa do efeito do grupo substituinte 7.6. Reações 8. Reações de oxidação e redução 9. Espectros no Ultravioleta, Fotoquímica e Reações Eletrocíclicas 9.1 Espectros de Absorção Eletrônica 9.2 Tipos de Transições Eletrônicas 9.3 Cromóforos 9.4 Sistemas Conjugados e Aromáticos 9.5 Fotoquímica de cetonas 9.6 Fotodecomposição de Diazo-alcanos 9.7 Reações Fotoquímicas de Cicloadição de alcenos 9.8 Correlações de Orbitais em Cicloadições Intra e Intermoleculares 9.9 Fotoquímica na natureza METODOLOGIA Aulas teóricas, dialogadas e questionadas. Pesquisa bibliográfica. AVALIAÇÃO Avaliações teóricas e trabalhos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORRISON, R. & BOYD, R. Química Orgânica. Trad. M. Alves. 13a ed. Lisboa: Gulbonkian, 1996. ALLINGER, N. L. et al. Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAREY, F. A. Sundberg, R. J. Advanced Organic chemistry. Part A and B. 3ª ed. New York: Plenum Press, 1997. QUINOA, E. RIGUEIRA R. Questões e Exercícios de Química Orgânica-Um Guia de Estudos. Editora Makron Books, 1995. MEISLICH, H. et al. Química Orgânica. 2a ed. São Paulo: Makron Books, 1994. SMITH, M. B. Organic Synyhesis. New York: McGRAW-HILL, INC. 1994. SOLOMONS, T. E. G. Química Orgânica. 6a ed. Rio de Janeiro: LTC. vol. 1 a 2. VOLLHARDT, Neil E. Química Orgânica – Estrutura e Função. 4ª ed. Artmed, 2004. 66 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-217 – FÍSICA B CARGA HORÁRIA: Teórica – 45 / Prática – 15 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-216 – FÍSICA A OBJETIVOS GERAIS Familiarizar o aluno com os conceitos fundamentais de eletricidade e magnetismo. EMENTA Eletrostática, eletrodinâmica, magnetismo e eletromagnetismo. Carga elétrica. Campo elétrico. Potencial elétrico. Corrente e resistência elétrica. Força eletromotriz. Circuitos elétricos. Lei de Ampère e de Lei de Faraday. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 4.Lei de Coulomb 1.1 Cargas elétricas 1.2 Condutores e isolantes 1.3 Eletrização por indução 2. Campo Elétrico 2.1 Cálculo do campo elétrico 2.2 Linhas de força 2.3 Lei de Gauss 3. Potencial Elétrico 3.1 Energia potencial elétrica 3.2 Superfície equipotencial 4. Capacitância propriedades dos Dielétricos 4.1 Capacitor de placas paralelas 4.2 Capacitores em série e em paralelo 4.3 Efeitos de um dielétrico 5 Corrente Resistência e Força Eletromotriz 5.1 Corrente elétrica 5.2 Resistividade 5.3 Resistência elétrica 5.4 Força Eletromotriz 5.5 Campo Elétrico 7. Circuitos 7.1. Resistores em série e em paralelo 7.2. Amperímetro e Voltímetro 8. Campo Magnético 8.1. Linhas de campo magnético 8.2. Magnetismo 9. Forças Magnéticas 9.1. Força sobre um condutor de corrente 9.2. Motor de corrente contínua 67 10. Campo Magnético 10.1. Fontes de campo magnético 10.2. Campo magnético de um condutor retilíneo 10.3. Lei de Amper 11. Força Eletromotriz 11.1. Lei de Faraday 11.2. Campos elétricos induzidos 12. Propriedades Magnética da Matéria 12.1. Materiais magnéticos 12.2. Magnetização e intensidade magnética 12.3. Campo magnético da terra METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Fundamentos de Física. 4ª 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 2001. vol. 3. TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. 3ª 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. vol. 2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARES, B. A. Física. São Paulo: Editora Scipione, 2002. vol. Único. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 1ª 3ª ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 1981. SEARS, F. Física. Rio de Janeiro: LTC, 2000. vol. 3. 68 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-339 – QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL I CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 60 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-336 – QUÍMICA ORGÂNICA I - Q OBJETIVOS GERAIS Introduzir e ilustrar as técnicas usualmente empregadas em química orgânica para obtenção, purificação e caracterização de compostos orgânicos. Estudar os métodos cromatográficos não instrumentais: cromatografia em coluna, placa e papel. EMENTA Técnicas de purificação de substâncias orgânicas: destilação, recristalização, secagem, refluxo. Técnicas de extração: Soxhlet, líquido-líquido, extração em fase sólida. Determinação de pureza: ponto de ebulição e de fusão. Métodos de fracionamento: cromatografia em coluna e camada delgada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação da disciplina 1.1. Segurança no laboratório 1.2. Equipamentos e vidraria 1.3. Apontamentos e relatórios 1.4. Fichas descritivas dos reagentes 1.5. Biblioteca e literatura científica 2.Determinação de constantes físicas 2.1. Determinação dos pontos de fusão e ebulição 2.2. Determinação da massa molecular( métodos crioscópico e por espectrometria de massas) 3.Análise orgânica por via úmida e via seca 3.1. Fusão alcalina e preparação da solução para análise 3.2. Análise de C, N, S e halogênios 3.3. Análise elementar por combustão 3.4. Classificação dos compostos pela solubilidade 4.Análise orgânica por via úmida 4.1. Estudo da reatividade das funções orgânicas 5.Análise orgânica por via úmida 5.1. Estudo da reatividade das funções orgânicas 6.Análise orgânica por via úmida ) 6.1. Análise de amostra desconhecida 7.Métodos cromatográficos I 7.1. Cromatografia em papel e em camada delgada 8.Métodos cromatográficos II 8.1. Cromatografia em coluna, gasosa e HPLC 9.Purificação/separação de compostos I 9.1. Cristalização, recristalização e sublimação 10. Purificação/separação de compostos II 10.1. Destilação simples e racionada 69 11. Purificação/separação de compostos III 11.1. Destilação sob pressão reduzida e por arraste de vapor 12. Purificação/separação de compostos IV 12.1. Extração (processos descontínuos e contínuos) 13. Execução de rotas sintéticas I: saponificação e detergência 14. Execução de rotas sintéticas II: preparação de corantes azóicos METODOLOGIA Aulas praticas experimentais em laboratórios, dialogadas e questionadas AVALIAÇÃO Avaliações teoria prática e relatórios relativos as aulas praticas. BLIOGRAFIA BÁSICA BECKER, H. G. O. et al. Organikum : Química Orgânica Experimental. 2ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. GONÇALVES, D. et al. Química Orgânica Experimental. São Paulo: Mc Graw-Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALLINGER, N. L. et al.Química Orgânica. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. BETTELHEIM AND LANNDESBERG. Experiments for Introduction to Organic Chemistry. New York, W. A. Free Wan and Company QUINOA, E. RIGUEIRA R. Questões e Exercícios de Química Orgânica Um Guia de estudos. Editora Makron Books, 1995. CIOLA, R. Fundamentos da Cromatografia. Edgard Blucher. MANO, E. B. & SEABRA, A. P. Práticas de Química Orgânica. 3a. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1987. MEISLICH, H. et al. Química Orgânica. 2a ed. São Paulo: Makron Books, 1994. MORRISON, R. & BOYD, R. Química Orgânica. Trad. M. Alves. 1a ed. Lisboa: Gulbonkian, 1997. SMITH, M. B. Organic Synyhesis. New York: McGraw-Hill, INC. 1994. SOLOMONS, T. E. G. Química Orgânica. 6a ed. São Paulo: LTC, vol. 1 a 2. PAIVA, et al. Introduction to Organic Laboratory Techiques. 3ª ed. Sauders College Publishing, 1988 VOLLHARDT, Neil E. Química Orgânica – Estrutura e Função. 4ª ed. Artmed, 2004. 70 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-403 – CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III - B CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-406 – CÁLCULO II OBJETIVOS GERAIS Levar o acadêmico ao estudo de seqüências e series, bem como à aplicação de equações diferenciais na resolução de problemas práticos. EMENTA Seqüências. Séries. Equações Diferenciais CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1 - SEQUÊNCIAS 1.1 - Definição e esboço gráfico. 1.2 - Limite de uma sequência. 2 - SÉRIES 2.1 - Séries convergentes e divergentes - Teoremas. 2.2 - Série harmônica. 2.3 - Séries geométricas. 2.4 - Série alternada. 2.5 - Série de potência. 2.6 - Séries de Taylor e Maclaurin 2.7 - Séries de Fourier. 3 - EQUAÇÕES DIFERENCIAIS 3.1 - Definição, classificação, ordem e grau. 4 - EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS DE 1ª ORDEM 4.1 - Equações de variáveis separáveis. 4.2 - Problemas de valor inicial e valores de contorno. 4.3 - Equações diferenciais homogêneas. 4.4 - Equações diferenciais exatas - Fator integrante. 4.5 - Equações diferenciais lineares. 5 - EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS DE ORDEM SUPERIOR 5.1 - Tipos especiais de equações de 2ª ordem. 5.2 - Equações lineares de ordem “n”. 5.3 - Equações lineares homogêneas de coeficientes constantes. 5.4 - Equações lineares não homogêneas. 5.5 - Transformada de Laplace. 5.6 - Soluções em Séries de Potências. 5.7 - Aplicações. METODOLOGIA Serão realizadas aulas expositivas-dialogadas, trabalhos individuais e em grupos. 71 AVALIAÇÃO A avaliação será feita através de provas, trabalhos e tarefas em classe e extra-classe. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, H. Cálculo um novo horizonte. 6ª ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. vol. 2. BOYCE, W. DIPRIMA R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3ª ed. São Paulo: Editora Harbra,.1994. vl. 2. ZILL, D. G. CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3ª ed. São Paulo: Makron Books, 2001. vl. 1 e 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997. vol.4. LARSON, R. E. HOSTETLER, R. P. EDWARDS, B. H. Cálculo com aplicações. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998, Vol. 2 SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books,1994. vol. 2. 72 73 5º SEMESTRE 74 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-388– QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL B CARGA HORÁRIA: Teórica – 30 / Prática – 30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-387 – QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL A OBJETIVOS GERAIS Familiarizar os alunos com métodos espectroscópicos de análise. EMENTA Métodos Espectroscópicos de Análise: Absorção Atômica e Molecular, Infravermelho. Ressonância Magnética Nuclear. Espectroscopia de Massas CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Absorção atômica e molecular (AA). 1.1. Princípios teóricos 1.2. Usos gerais da técnica 1.3. Aplicações comuns 1.4. Limitações 1.5. Instrumentação 1.6.. Análise quantitativa 2. Espectroscopia na região do infravermelho (IR) 2.1. Princípios teóricos 2.2. Usos gerais da técnica 2.3. Aplicações comuns 2.4. Limitações 2.5. Instrumentação 3. Estectrometria de massas (MS). 3.1. Princípio da técnica 3.2. Espectrômetros de focalização eletromagnética 3.3. Estectrofotômetros (espectrômetros) de tempo de trânsito 3.4. Espectrômetros de massa quadrupolar 3.5. Espectrômetros de radiofreqüência? 3.6. Comparação entre espectrômetros de massa 3.7. Aplicações 3.8. Análise com traçadores 4. Espectrometria de ressonância magnética (RMN) 4.1. Princípio da técnica 4.2. RMN de alta resolução 4.3. O deslocamento químico 4.4. Acoplamento spin-spin 4.5. Instrumentação para RMN 4.6. Aplicações da RMN 4.7. Ressonância de spin de elétron METODOLOGIA Aulas teóricas, dialogadas e questionadas. Pesquisa bibliografia. Aulas praticas experimentais em laboratórios. AVALIAÇÃO Avaliações teóricos praticas e relatórios relativos as aulas práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVERSTEIN, R. M. WEBSTER, F.X. Identificação Espectrométrica de Compostos Orgânicos, LTC, 2000. SKOOG, D. A. Princípios de Analise Instrumental. 5ª ed. São Paulo: Bookman, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GONÇALVES, M. de L. S. Métodos instrumentais para análise de soluções: análise quantitativa. 3ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. EWING, G. W. Métodos Instrumentais de Análise Química. Edgard Blucher. Vol 1. 2. CRENS, P. Rodrigues, Organic Strancture Analysis, Ed. Oxforg Nniversity Press, New York, 1998. MORRISON, R. & BOYD, R. Química Orgânica. Trad. M. Alves. 13a ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. OHLWEILER, O. A. Fundamentos de Análise Instrumental. Rio de Janeiro: LTC, 1981. SOLOMONS, T. E. G. Química Orgânica. 6a ed. Rio de Janeiro: LTC. vol. 1 a 2. ALLINGER, N. L. et al. Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. 75 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-219 – FÍSICO-QUÍMICA I CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-406 – CÁLCULO II 10-216 – FÍSICA A 10-330 – QUÍMICA GERAL TEÓRICA OBJETIVOS GERAIS Introduzir o aluno aos conceitos da Termodinâmica, relacionando com os diversos aspectos de aplicação. EMENTA Comportamento dos gases. Teoria cinética dos gases; Líquidos; 1o Princípio da termodinâmica – Entalpia. 2o Princípio da Termodinâmica – Entropia; Equilíbrio Químico; Reações; Variações na pressão de vapor; regra e diagrama de fases. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Fundamentos de Termodinâmica. 1.1 Sistemas, propriedades e processos termodinâmicos. 1.2 Gases ideais. Mistura de gases ideais. 1.3 Gases reais. Liquefação dos gases. 1.4 Massa molar de gases e vapores. Dissociação térmica. 1.5 O primeiro princípio da termodinâmica. Energia interna e entalpia. 1.6 A termodinâmica. 1.7O segundo e o terceiro princípios da termodinâmica. Entropia. 1.8 Energia livre. Espontaneidade e equilíbrio. Potencial químico. Regra das fases. 2. Equilíbrio químico. 2.1 Equilíbrio químico. 2.2 Equilíbrio químico homogêneo e heterogêneo. 3. Equilíbrios entre fases – sistemas simples. METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P.W. MACEDO. Físico-Química. V. LTC. MOORE, W. J. JORDAN L. Físico-Química. V.1. Edgard Blucher. 1995. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química. Trad. Cristina M. Santos. 1a ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACEDO, H. Físico-Química. Rio de Janeiro: Guanabara, 1981. PILLA, Físico-Química, LTC. 76 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-218 – FÍSICA C CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS Familiarizar o aluno com os conceitos e propriedades das ondas. Fornecer os conhecimentos básicos do estudo físico da luz. Estudar os fundamentos da Física Atômica e Nuclear. EMENTA Física ondulatória. Ondas mecânicas e eletromagnéticas. Reflexão e Refração. Interferência. Difração e polarização da luz. Introdução à mecânica quântica e a relativística. Introdução à Física Atômica e Nuclear. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Ondas mecânicas a. Conceito de onda b. Classificação das ondas 1.3. Interferência de ondas 1.4. Ondas estacionárias 1.5. Potência e intensidade de propagação ondulatória 2. Ondas sonoras 2.1. Características gerais das ondas sonoras 2.2. Características fisiológicas das ondas sonoras 2.3. Velocidade do som em sólidos, líquidos e gases 2.4. Batimentos 2.5. Efeito Doppler sonoro 3. Ondas eletromagnéticas 3.1. Características gerais das ondas eletromagnéticas 3.2. Vetor de Poynting 3.3. Velocidade de uma onda eletromagnética 4. Ótica geométrica 4.1. Leis da reflexão e refração 4.2. Estudo dos espelhos e lentes delgadas 4.3. Interferência e difração da luz 4.4. Polarização da luz 5. Introdução à Mecânica Relativística e Quântica 5.1. Invariância das leis físicas 5.2. Efeitos relativísticos no tempo e no comprimento 5.3. Surgimento da Mecânica Quântica 5.4. A natureza da luz e o efeito fotoelétrico 5.5. Raios-X e suas aplicações 5.6. O átomo de Bohr 5.7. A natureza ondulatória da matéria 6. Introdução à Física Atômica e Nuclear 6.1. Propriedades do núcleo 6.2. Transformações radioativas 6.3. Reações nucleares METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. 77 78 AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, v. 2 e 4, 2001. TIPLER, P. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, v. 1 e 4, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4. ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda, vol. 2 e 4, 2002. ALVARENGA, B., Física, Vol. Único, Editora Scipione, 2002. UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 24-163 – BIOQUÍMICA CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-336 – QUÍMICA ORGÃNICA I – Q 20-147 – BIOLOGIA E FUNDAMENTOS DA GENÉTICA OBJETIVOS GERAIS Oferecer ao aluno condições de aprendizagem para que ele possa explicar a forma e a função biológica através da química e identificar que elementos químicos são encontrados nas células. Em quais proporções eles ocorrem? Como ocorre o metabolismo de tais substâncias? Como ocorrem os mecanismos bioquímicos que possibilitam haver crescimento na infância, manutenção na idade adulta e senilidade na velhice. EMENTA Principais constituintes dos alimentos: água, proteínas, aminoácidos e enzimas, carboidratos, gorduras, pigmentos vegetais, ácidos nucleicos. Metabolismo de: proteínas, lipídios e carboidratos. Bioquímica de hormônios. Bioquímica do fígado e músculo. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DA ÁGUA 2. PRINCIPAIS COMPONENTES CELULARES 2.1 - Glicídios. 2.2 - Lipídios. 2.3 - Proteínas. 2.4 - Ácidos nucléicos. 3. GLICÍDIOS 3.1 - Características gerais dos glicídios. 3.2 - Principais grupos funcionais dos glicídios. 3.3 - Estruturas acíclicas e cíclicas dos glicídios. 3.4 - Principais mono, di e polissacarídios de ocorrência natural. 3.5 - Função biológica dos glicídios (mono, di, polissacarídeos e glicossamino-glicanos). 4. LIPÍDIOS 4.1 - Características gerais dos lipídios. 4.2 - Principais grupos funcionais dos lipídios. 4.3 - Ácidos graxos, triglicerídios, fosfolipídios, esfingolipídios, esteróis. 4.4 - Lipídios anfipáticos, lipossomos e estruturas das membranas biológicas. 4.5 - Função biológiga dos lipídios. 5. PROTEÍNAS 5.1 - Características gerais das proteínas. 5.2 - Aminoácidos e peptídios. 5.3 - Níveis de organização das proteínas. 5.4 - Funções biológicas das proteínas. 5.5 - Papel dos agentes inorgânicos na estrutura e função protéica (Mg2+, Ca2+, Cu2+, Zn2+, etc.). 6. ENZIMAS 6.1 - Mecanismos de ação enzimática. 6.2 - Estrutura protéica e atividade enzimática. 6.3 - Determinação da atividade enzimática. 6.4 - Papel de agentes inorgânicos na função das enzimas. 6.5 - Inibição enzimática. 6.5.1 - Papel da reatividade química do grupamento R dos aminoácidos. 6.5.2 - Papel dos elementos inorgânicos. 7. OXIDAÇÕES BIOLÓGICAS 7.1 - Reações de oxirredução. 79 7.2 - Ciclo de Lipman e compostos ricos em energia. 7.3 - Papel da água na hidrólise de compostos ricos em energia. 7.4 - Ciclo de Krebs e cadeia respiratória. 7.5 - Papel dos elementos inorgânicos no transporte de elétrons pela cadeia respiratória. 7.6 - Fosforilação oxidativa. 7.7 - Inibidores da cadeia respiratória. 8. NOÇÕES SOBRE METABOLISMO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES CELULARES 8.1 - Digestão, anabolismo e catabolismo dos glicídios. 8.2 - Digestão, anabolismo e catabolismo dos lipídios. 8.3 - Digestão, anabolismo e catabolismo das proteínas. 8.4 - Anabolismo e catabolismo dos aminoácidos. 8.5 - Anabolismo e catabolismo das bases púricas e pirimídicas. 9. Hormônios e Regulação Hormonal METODOLOGIA Aulas expositivas- dialogadas, discussão de relatórios e atividades complementares. AVALIAÇÃO Provas escritas, avaliações de trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEVLIN, T. M.. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 4 ed. , São Paulo: Edgard Blücher, 2002. LEHNINGER, A.L.. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 2002. MARZZOCO, A.. Bioquímica Básica 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. STRYER, L.. Bioquímica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANHA, F. L.. Bioquímica Didática: Volume Único. 2 ed., Campinas: Copola, 1998. CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. 80 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-340_ QUÍMICA ORGÂNICA III CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-338_ QUÍMICA ORGÂNICA II-Q OBJETIVOS GERAIS Estudo da lógica dos processos sintéticos para a construção e manipulação de moléculas orgânicas simples e complexas. Estudo das principais reações e metodologias empregadas na síntese orgânica moderna. EMENTA Considerações gerais, objetivos, matérias-primas e economia dos processos.Considerações estereoquímicas e eletrônicas. Formação de esqueletos e manipulação de grupos. Grupos protetores. Classificalção de reações sintéticas: processos aditivos, convergentes e retro-síntese. Princípios gerais, metodologias eestratégias: formação e ruptura de ligações carbono-carbono e carbono-heteroátomo; uso de reagentes organometálicos e de metais de transição; reações de condensação e reações de 4 centros. Síntese e manipulação de moléculas quirais: criação e manipulação de centros quirais, auxiliares quirais. Aplicação de computação: programas retrossintéticos. Sínteses químico-biológicas. Análise de processos sintéticos padrão e idealização de rotas sintéticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução à Filosofia e à Prática de Sínteses Orgânicas 1.1 Transformações de Grupos Funcionais de Compostos Alifáticos 1.2 Aumento e Diminuição de Cadeia de Carbonos 1.3 O Conceito de Grupo de Proteção 1.4 Transformação de Grupos Funcionais Simples de Compostos Aromáticos 2. Compostos Polifuncionais Carbonilados 2.1 Síntese de β-Ceto-ésteres: Condensação de Claisen 2.2 Descarboxilação 2.3 Alquilação de β-Ceto-ésteres: Síntese Via Èster Acetoacético e Via Éster Malônico 2.4 Compostos Carbonilados α e β-Insaturados 2.5 Ácidos Dicarboxílicos 3. Polímeros Sintéticos 3.1 Polímeros por Condensação 3.2 Polímeros por Adição 3.3 Esterioquímica de Polímeros 3.4 Usos dos Polímeros 4. Síntese e manipulação de moléculas quirais 5.1 Reações de Esterioisómeros 5.2 Geração de um Centro Quiral. Síntese e Atividade Ótica 5.3 Reações de Moléculas Quirais. Ruptura de Ligações. Relacionamento de Configuração. Pureza Ótica. Geração de Segundo centro Quiral 5.4 Reações de Moléculas Quirais com Reagentes Opticamente Ativos 5. Aspectos Industriais e Econômicos de Química Orgânica 6.1 Matérias-primas Obtidas do Petróleo 6.2 Produtos Derivados do Benzeno 6.3 Produtos Derivados do Tolueno 6.4 Drogas e Produtos Farmacêuticos 6.5 A Química e Indústria de Alimentos 81 6.6 Pesticidas 6.7 Detergentes Sintéticos METODOLOGIA Aulas teóricas, dialogadas e questionadas. Pesquisa bibliográfica. AVALIAÇÃO Avaliações teóricas e trabalhos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORRISON, R. e Boyd, R., Química Orgânica. Trad. M. Alves. 1a ed. Lisboa: Gulbonkian, 1997. SOLOMONS, T. E. G.Química Orgânica. 6a ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. Vols 1 e 2. ALLINGER, N. L. et al..Química Orgânica. 2. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUINOA, E. / Rigueira R., Questões e Exercícios de Química Orgânica - Um Guia de Estudos, Editora Makron Books-1995. MEISLICH, H. et al., Química Orgânica. 2a ed. São Paulo: Makron Books, 1994. CAREY, F. A. and Sundberg, R. J. Advanced Organic chemistry. Part A and B. 3ª ed. New York: Plenum Press, 1997. SMITH, M. B. Organic Synyhesis. New York: McGRAW-HILL, INC. 1994 VOLLHARDT, Neil E. Química Orgânica – Estrutura e Função. 4ª ed. Artmed, 2004. 82 83 6º SEMESTRE UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-220 – FÍSICO-QUÍMICA II CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-219 – FÍSICO-QUÍMICA I OBJETIVOS GERAIS Introduzir o aluno aos estudos de: Equilíbrio de fases em sistema simples. Regra de fases. Solução ideal e propriedades coligativas. Solução ideal de mais de um componente volátil. Cinética química. Catálise. Relacionando com os diversos aspectos de aplicação. EMENTA Equilíbrio de fases em sistema simples. Regra de fases. Solução ideal e propriedades coligativas. Solução ideal de mais de um componente volátil. Cinética química. Catálise. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO •Equilíbrio entre fases em sistemas de um componente. 1.Equilíbrio líquido-vapor (recapitulação dos conteúdos vistos na físico-química I. •Termodinâmica das soluções líquidas não eletrolíticas 1.Termodinâmica das soluções não eletrolíticas ideais. 2.Termodinâmica das soluções não eletrolíticas reais. •Equilíbrio entre fases em sistemas de vários componentes. 1.Equilíbrio de soluções líquido-gás com o gás. 2.Equilíbrio líquido-vapor em sistemas binários. 3.Equilíbrio líquido-sólido em sistemas binários. 4.Equilíbrio sólido-gás. 5.Equilíbrio de sistemas ternários. •Soluções líquidas. 1.Propriedades coligativas das soluções não eletrolíticas. 2.Soluções eletrolíticas. •Elementos de cinética 1.Equação cinética de estado para gases. 2.Lei da distribuição de Maxwell. 3.Teoria da capacidade térmica dos gases. 4.Colisões moleculares. •Cinética das reações químicas. 1.Reações homogêneas simples. 2.Reações homogêneas complexas. 3.Reações heterogêneas. 4.Teoria da velocidade das reações. METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P. W. Macedo, H. Físico-Química. V.1 e 2. LTC. 84 CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química. Trad. Cristina M. Santos. 1a ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. MOORE, W. J. Jordan, I. Físico-Química. V.1 e 2 Edgard Blucher. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAGAS, A. P, Termodinâmica Química. Editora da Unicamp. 1999. LUIS, A. C. de S. Eletroquímica: experiências: leis e conceitos fundamentais. São Paulo: Fundação Salim Farah Maluf. 1986. MANO, E. B. & MENDES, L. C. Introdução a Polímeros. 2a ed. Edgard Blucher. 1999. MACEDO, H. Físico-Química: Um Estudo Dirigido sobre Eletroquímica. Guanabara. SILVEIRA, B. I. Cinética Química das Reações. Edgard Blucher. SISSOM, L. E. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: Guanabara. 1988. 85 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-901 - MINERALOGIA CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-335 – QUÍMICA INORGÂNICA II OBJETIVOS GERAIS Proporcionar conhecimentos fundamentais sobre origem, identificação e propriedades básicas e morfológicas para classificação dos minerais mais abundantes na crosta, principalmente os principais minerais industriais e de interesse econômico no Rio Grande do Sul. EMENTA Constituição e geoquímica da crosta terrestre. Classificação, gênese e caracteres gerais de rochas e minerais. Cristalografia morfológica, física e ótica. Classificação geral dos minerais. Descrição, identificação e classificação dos minerais mais abundantes na crosta. Descrição, identificação e classificação dos principais minerais industriais e de interesse econômico no Rio Grande do Sul. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. INTRODUÇÃO AO SISTEMA TERRA a. Origens, características principais (forma, volume, massa), constituição interna e magmatismo terrestre. b. Litosfera: estrutura e constituição química e litológica. c. Agentes endogenéticos: Tectonismo e vulcanismo 2. INTRODUÇÃO À CIÊNCIA GEOLÓGICA a. História, divisões e principais conceitos 3. MINERALOGIA E PETROLOGIA a. Generalidades e conceitos principais b. Minerais i. Propriedades físicas ii. Propriedades óticas iii. Propriedades químicas iv. Principais grupos de minerais c. Rochas i. Rochas ígneas ou magmáticas ii. Rochas sedimentares iii. Rochas metamórficas 4. RECURSOS MINERAIS a. Ocorrências minerais e minérios b. Principais minerais e suas aplicações i. Recursos minerais do Rio Grande do Sul 1. Formação geológica do Rio Grande do Sul 2. Tipos, características, importância das rochas e minerais 5. IMPACTOS AMBIENTAIS DECORRENTES DA EXTRAÇÃO MINERAL NO BRASIL E NO RIO GRANDE DO SUL 6. TRABALHO DE CAMPO METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas, trabalho de campo e prática em sala de aula, trabalhos individuais e em grupos. Utilização de recursos áudio-visuais. AVALIAÇÃO Avaliação baseada em trabalhos individuais e em grupos, provas, relatórios e na participação e envolvimento acadêmico durante as aulas. 86 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHOUDHURI, A., Geoquímica para Graduação. Editora. da Unicamp. ERNEST, W. Minerais e Rocha., Edgar Blucher. LEINZ, V. Geologia geral. 12a ed. São Paulo: Nacional. 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCO, P. M. Glossário Geológico. PA. Universidade. 1984. LEINZ, V. Guia de Determinação de Minerais. Instituto Brasileiro De Ediçôes. LEPREVOST, A. Minerais para a Indústria. LTC. POPP, N. H. Geologia Geral. São Paulo: LTC. 1988. SEIDL, I. & BEVILAQUIA, Y. Cristais e Minerais – Guia Completo. Novo Milênio SCHUMANN, W. Guia dos Minerais. Presença. SCHUMANN, W. Rochas e minerais. Rio de Janeiro: Livro Técnico. 1985. 87 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 24-144 – MICROBIOLOGIA E CONTROLE DE QUALIDADE CARGA HORÁRIA: Teórica – 30 / Prática – 30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 20-147 – BIOLOGIA E FUNDAMENTOS DE GENÉTICA OBJETIVOS GERAIS Dar ao aluno noções fundamentais de microbiologia; Microorganismos; Classificação; Meios de cultivo; Técnicas de coloração; manuseio de culturas; semeaduras; Morfologia e fisiologia de bactérias, fungos e leveduras; isolamento e identificação. EMENTA Introdução ao estudo da microbiologia; Microorganismos; Classificação; Meios de cultivo; Técnicas de Coloração, manuseios de culturas, semeaduras; Morfologia e fisiologia de bactérias, fungos e leveduras; Isolamento e identificação. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Metabolismos peculiares dos microrganismos. 1.Glicosídeo, ciclo de Krebbs e cadeia respiratória. 2.Geração de energia durante o metabolismo. 3.Fosforilação a nível de substrato e fosforilação oxidativa. Via pentose-fosfato. 4.Esterilização por calor seco (Forno Pasteur) e úmido (autoclave). 1.5. Isolamento de microrganismos. Meios de cultura líquidos e sólidos. Meios de enriquecimento, meios seletivos, meios diferenciais e meios de enriquecimento seletivo. 11.Crescimento de microrganismos. 1.Curva de crescimento. Medidas de crescimento. Culturas contínuas. 2.Contagem de microrganismos como critério de medida do crescimento microbiano. 3.Contagens diretas e indiretas. 12.Fungos e leveduras. 1.Características morfológicas e fisiológicas. 2.Micotoxinas. Importância do ponto de vista higiênico-sanitário. 13.Bactérias lácticas. 4.1 Classificação. Metabolismo e fisiologia. 4.2. Produção de alimentos por fermentação láctica. 4.3. Deterioração de alimentos por bactérias lácticas. 14.Microrganismos psicotróficos e psicrófilos associados com a deterioração de alimentos refrigerados e congelados. 15.Bastonetes Gram negativos aeróbios não esporulados de importância em alimentos: Pseudomonas spp., Acetobacter spp., etc. 16.Microrganismos causadores de toxinfecções. 1.Enterobactérias, metabolismo e classificação. 2.Salmonella spp., Shigella spp., E. coli spp e Yersinia enterocolítica. 17.Microrganismos indicadores. Microbiologia de água. 18.Outras bactérias Gram negativas de importância em saúde pública:: Campylobacter spp., Vibrium cholerae e Vibrium parahaemoliticus. 10. Bactérias Gram positivas não esporuladas de importância em saúde pública: Sthaphylococcus aureus e Listeria monocytogenes. 11. Bactérias Gram positivas esporuladas 11.1. Microrganismos não patogênicos deterioradores de alimentos: Bacillus subtilis, B. coagulans e B. stearothermophylus. 11.2. Microrganismos patogênicos veiculados por alimentos: B. cereus, Clostridium perfrigens e C. botulinum. 11.3 Esporo bacteriano: mecanismos de esporulação e germinação. 12. Princípios de Controle de Qualidade 12.1. Definição de Qualidade e Controle de Qualidade; 88 12.2. Atividades do Controle de Qualidade: responsabilidades e atribuições; 12.3. GMP (Good Manufacturing Practices). 13. Métodos Estatísticos do Controle de Qualidade 13.1. Conceitos básicos 13.2. Amostragem 13.3. Cartas de controle 14. Desenvolvimento de padrões: especificação e legislação METODOLOGIA A disciplina será ministrada em sala de aula na forma expositiva e dialogada com a utilização também de recursos audiovisuais. Aulas práticas. AVALIAÇÃO Do conteúdo ministrado e/ou comentado em sala de aula será realizadas provas teóricas e práticas e avaliação da apostila das aulas práticas (relatório). BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMBOSSY Microbiologia de Alimentos. Ed. 1996 Varela Editora e Livraria Ltda JAY, James M. Microbiologia Moderna de Los Alimentos. Zaragoza, Espanha: Editorial Acribia, 1994. RIBEIRO, M. C. Microbiologia Prática: Roteiro e Manual: Bactérias e Fungos. São Paulo: Atheneu. 1998. ROITAM, I. Tratado de Microbiologia 1. Microbiologia de Alimentos, Microbiologia Sanitária, Microbiologia Industrial. São Paulo: Ed. Mande Ltda. TRABULSI, L. R. Microbiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE.. Higenização na Indústria de Alimentos. GERMANO. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos ed. 1998 Varela Editora e Livraria Ltda. IAMFES.Guia de procedimentos para implantação do Método de Análise de perigos em Pontos Críticos de Controle APPCC/HACCP, ED. 1997. MONTES, Adolfo L. Microbiologia de Los Alimentos. Vol. I e II. São Paulo: Ed. Resenha Universitária, 1977. SILVA JR, Eneo Alves da. Manual deControle higênico –Sanitário em Alimentos, 5ª ed. 2002. Varela Editora e Livraria Ltda 89 90 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-624_ TRABALHO DE GRADUAÇÃO I CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 30 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-388_ QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL B 72-378_ METODOLOGIA DA PESQUISA 10-219_ FÍSICO-QUÍMICA I 10-338_ QUÍMICA ORGÂNICA II-Q OBJETIVOS GERAIS Oportunizar ao acadêmico a iniciação à pesquisa científica, através da elaboração de um trabalho em área de preferência do mesmo. EMENTA Elaboração do projeto do trabalho experimental e bibliográfico a ser desenvolvido em laboratórios de pesquisa sob a orientação de um docente ligado ao curso de Química. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Preparação de um projeto de pesquisa. METODOLOGIA O aluno será orientado na elaboração de um projeto de pesquisa. AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina será feita com base nas informações contidas no Regulamento do Trabalho de Graduação BIBLIOGRAFIA BÁSICA Utilizar-se-á referências bibliográficas disponíveis na área do tema escolhido. UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-344 - QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL II CARGA HORÁRIA: Teórica 00/ Prática -45 CRÉDITOS: 03 PRÉ-REQUISITOS: 10-339 - QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL I OBJETIVOS GERAIS: Desenvolver atividades experimentais de algumas rotas sintéticas com a completa caracterização do produto. EMENTA Desenvolvimento experimental de algumas rotas sintéticas com a completa caracterização do produto CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Como realizar pesquisa bibliográfica em síntese orgânica. 2. Adição eletrofílica. 3. Oxidação e redução seletivas à pressão ambiente. 4. Síntese de polímeros. 5. Formação de reagentes de Grignard. 6. Adição nucelofílica e condensação. 7. Substituição nucelofílica aromática 8. Substituição eletrofílica aromática. 8.1. Interconversão de grupos. 8.2. Química do sal de diazônio. 9. Síntese de múltiplas etapas: como desenvolver rotas sintéticas. METODOLOGIA Aulas praticas experimentais em laboratório, dialogadas e questionadas. AVALIAÇÃO Avaliações teórico pratico e relatório relativos as aulas praticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, D. et al., Química Orgânica Experimental. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, H. G. O. et al. Organikum : Química Orgânica Experimental, 2ª ed. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1997. CIOLA, R., Fundamentos da Cromatografia, EDGARD BLUCHER. MANO, E. B. & Seabra, A. P., Práticas de Química Orgânica, 3a ed. E. Blücher, 1987. BETTELHEIM AND LANNDESBERG. Experiments for Introduction to Organic Chemistry. New York, W. A. Free Wan and Company. MORRISON, R. & R., Química Orgânica. Trad. M. Alves. 1a ed. Lisboa: Gulbonkian, 1997. SOLOMONS, T. E. G., Química Orgânica. 6a ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1996. V. 1 e 2. ALLINGER, N. L. et al..Química Orgânica. 2. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978. QUINOA, E. / Rigueira R., Questões e Exercícios de Química Orgânica - Um Guia de Estudos, editora Makron Books-1995. MEISLICH, H. et al., Química Orgânica. 2a ed. São Paulo: Makron Books, 1994. CAREY, F. A. Advanced OrganicChemistry. Part A and B. 3ª ed. New York: Plenum Press, 1997. SMITH, M. B. Organic Synyhesis. New York: McGRAW-HILL, INC. 1994. PAIVA, et al. Introduction to Organic Laboratory Techiques. 3ª ed. Sauders College Publishing VOLLHARDT, Neil E. Química Orgânica – Estrutura e Função. 4ª ed. Artmed, 2004. 91 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-343 - QUÍMICA INORGÂNICA III CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-335 - QUÍMICA INORGÂNICA II OBJETIVOS GERAIS: Introduzir ao aluno conceitos sobre: Compostos de coordenação: ligações, propriedades. Compostos Organometálicos. Fundamentos de Catálise e de Química Bioinorgânica. EMENTA Compostos de coordenação: ligações, propriedades. Compostos Organometálicos. Fundamentos de Catálise e de Química Bioinorgânica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Simetria Molecular e Teoria de Grupo 1.1. Operações e elementos de simetria 1.2. Propriedades das operações de simetria 1.3. Grupos pontuais 1.4. Aplicações da teoria de grupo 2. Química de coordenação 2.1. Histórico do desenvolvimento da Química de coordenação 2.1.1. Tipos de ligantes 2.1.2. Geometria e isomerismo de compostos de coordenação 2.1.3. Nomenclatura 2.1.4. Contagem de elétrons 2.2. Teorias de ligação em compostos de coordenação 2.2.1. Teoria da ligação de valência 2.2.2. Teoria do campo cristalino 2.2.3. Teoria do orbital molecular 2.3. Espectro eletrônico 2.3.1. Complexos octaédricos 2.3.2. Estados de energia dos termos espectrais 2.3.3. Regras de seleção: La Ponte, Spin 2.3.4. Diagrama de Orgel 2.3.5. Diagrama e Tanabe Sugano 2.3.6. Complexos de baixa simetria 2.3.7. Bandas de transferência de carga 2.3.8. Aplicações 2.4. Métodos de obtenção e caracterização 2.5. Mecanismos de reação 2.5.1. Substituição em complexos octaédricos 2.5.2. Reações redox: esfera interna e externa 3. Compostos organometálicos do grupo principal de metais de transição 3.1. Estrutura e classificação 3.2. Ligação metal-carbono 3.3. Regra dos 18 elétrons 3.4. Ligantes 3.4.1. CO, CN, MeCN, NO, PR3 3.4.2. H 3.4.3. Hidrocarbonetos de cadeia aberta 3.4.4. Polienos cíclicos 3.5. Métodos de obtenção e caracterização 3.6. Mecanismos de reação 3.7. Substituição 92 3.8. Adição oxidativa/eliminação redutiva 3.9. Reações baseadas em ligantes: ativação do ligante, inserção 3.10. Aplicações 3.11. Catálise 3.11.1. Catálise homogênea 3.11.2. Catálise heterogênea 3.12. Bioinorgânica 3.13. Síntese Inorgânica. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SHRIVER, P. W. Atkins, Química Inorgânica, Editora Artmed, 2004. BARROS, H. C Química Inorgânica, 1ª Edição, Editora UFMG, Belo Horizonte, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ORCHIN, H. H. Jaffé, J. Chem Educ., 47, 246, 372, 510, 1970. HUHEEY, E. Keiter, Inorganic Chemistry – Principles of Structure and Reactivity, Harper Collins College Publishers. DOUGLAS, D. Concepts and Models of Inorganic Chemistry, John Willey & Sons, New York, 1994. DUPONT, Química Organometálica: Elementos do Bloco d, Porto Alegre: Bookman, 2005. BENVENUTTI, H. Química Inorgânica – Átomos, Moléculas, Líquidos e Sólidos, Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2003. FAZZIO, A. Introdução a Teoria de Grupos: com Aplicações em Moléculas e Sólidos, Santa Maria: Ed. Santa Maria, 1998. JONES, A. C. Química dos Elementos dos Blocos d e f, Tradução: M. Vargas, Porto Alegre: Ed. Bookman, 2002. ATKINS, L. Jones, Princípios de Química, Tradução: I. Caracelli. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2001. LEE, Química Inorgânica não tão Concisa, 4ª Edição, São Paulo: Edgard Blücher, 1996 93 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA:10-114 ESTÁTISTICA E PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL CARGA HORÁRIA: Teórica 45/ Prática -00 CRÉDITOS: 03 PRÉ-REQUISITOS: 10-385 _ QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA II OBJETIVOS GERAIS: Conhecer as noções básicas da organização, apresentação, interpretação e análise de dados estatísticos nas áreas de abrangência da química, de modo a subsidiar outras disciplinas e as atividades do profissional da área nas atividades do dia a dia. EMENTA Conceitos Básicos. Organização de dados; Distribuição de Freqüência; Probabilidade Medidas de posição e dispersão; Distribuição normal; Noções sobre inferência estatística (testes t, F e χ2); Métodos numéricos para minimizar uma função objetivo; Análise estatística dos resultados da estimação de parâmetros; Procedimentos clássicos de planejamento de experimentos (Planos Ortogonais; Fatoriais e Semi-Fatoriais; Planos de Taguchi); O conceito de Planejamento Seqüencial de Experimentos; Planejamento de Experimentos para Misturas. CO NTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Probabilidade 1.1. Conceitos básicos 1.2. Propriedades 1.3. União 1.4. Intersecção 1.5. Probabilidade condicional 1.6. Independência 1.7. Probabilidade total 1.8. Teorema de Bayes 2. Variáveis aleatórias 2.1. Discretas e contínuas 2.2. Função de distribuição de probabilidade 2.3. Valor esperado e variância 3. Estatística descritiva 3.1. Análise de freqüência 3.2. Estatísticas características da amostra: média, mediana, variância, desvio-padrâo, coeficiente de simetria e curtose 4. Amostragem 4.1. Importância da técnica de amostragem na coleta de dados 4.2. Amostragem aleatória e outros tipos 5. Estimação por ponto e por intervalo 5.1. Média 5.2. Diferença de médias 5.3. Variância 6. Testes de hipóteses 6.1. Testes envolvendo médias 6.2. Diferença de médias 6.3. Variância 7. Regressão linear simples 7.1. Correlação 8. Noções gerais de estatística aplicada à química 9. Planejamento experimental 10. Projetos fatoriais completos 11. Projetos fatoriais fracionários 12. Simplex 94 13. Análise exploratória de resultados 14. Método KNN 15. Aplicativos computacionais METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e dialogadas. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOORE, D. – A Estatística Básica e Sua Prática. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., Rio de Janeiro, 2000. SOUNIS, E. Bioestatística. 3 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1985. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, S. F., Introdução Ilustrada à Estatística. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1998. CRESPO, A. A., Estatística. 8a ed. São Paulo: Saraiva, 1991. MORETTIN, L. G. - Estatística Básica. Volumes 1 e 2. Editora Makron Books do Brasil Editora Ltda., São Paulo, 1999. SOARES, J. F. et al., Introdução a Estatística. Rio de Janeiro : LTC, 1991. VIEIRA, S. e HOFFMANN, R. – Elementos de Estatística. Editora Atlas S. A., São Paulo, 1995. 95 7º SEMESTRE 96 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-222 – FÍSICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL I CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 60 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-220 – FÍSICO-QUÍMICA II OBJETIVOS GERAIS Capacitar os alunos nas técnicas fundamentais utilizadas em Físico-Química. EMENTA Propriedades dos Gases. Termoquímica. Mudanças de fases. Soluções. Equilíbrio químico. Equilíbrio entre fases. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1.Massa molar de gases. 2.Calor de neutralização. 3.Relação Cp/Cv. 4.Solubilidade e temperatura. 5.Pressão de vapor. 6.Calor de combustão. 7.Sistemas ternários. 8.Equilíbrio líquido-vapor em sistemas binários. 9.Lei da distribuição. 10.Miscibilidade parcial. 11.Equilíbrio químico. 12.Criometria. METODOLOGIA: As aulas serão desenvolvidas através de explanações iniciais para a fundamentação dos procedimentos, sendo em seguida, desenvolvidas atividades práticas sobre os temos propostos. AVALIAÇÃO: As avaliações serão baseadas no desempenho do acadêmico no desenvolvimento das atividades práticas e através de relatórios das atividades práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RANGEL, R. N., Práticas de Físico-Química,E. Blucher, Ed. 2ª, 1997 Vl 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAGAS, A. P. Termodinâmica Química, Ed. da Unicamp, 1999. MANO, E. B. & MENDES, L. C. Introdução a Polímeros, 2a ed. E. Blucher, 1999. MACEDO, H. Físico-Química: Um Estudo Dirigido sobre Eletroquímica, E. Blucher. 97 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-625_ TRABALHO DE GRADUAÇÃO II CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 30 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-624_ TRABALHO DE GRADUAÇÃO I OBJETIVOS GERAIS Oportunizar ao acadêmico a iniciação à pesquisa científica, através da realização do experimento proposto no projeto de pesquisa elaborado sob orientação de um professor orientador EMENTA Trabalho experimental a ser desenvolvido em laboratórios de pesquisa sob a orientação de um docente ligado ao curso de Química. Apresentação do relatório. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento de pesquisa. Elaboração de monografia e/ou artigo científico. METODOLOGIA Informações sobre a metodologia de orientação dessa disciplina está contida nos Regulamentos do Trabalho de Graduação. AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina será feita com base nas informações contidas no Regulamento do Trabalho de Graduação BIBLIOGRAFIA BÁSICA Utilizar-se-á referências bibliográficas disponíveis na área do tema escolhido. 98 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 20-242 _ TOXICOLOGIA CARGA HORÁRIA: Teórica – 30 / Prática – 00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-338_ QUÍMICA ORGÂNICA II-Q 24-163_ BIOQUÍMICA OBJETIVOS GERAIS Definir, classificar, coletar e identificar agentes tóxicos. Conhecer as estruturas, ação, propriedades, identificação e quantificação dos principais produtos químicos tóxicos. EMENTA Conceitos básicos. Classificação: toxicologia ambiental, toxicologia ocupacional, toxicologia alimentar; toxicologia medicamentosa e toxicologia forense. Natureza, ação e principais características dos produtos químicos tóxicos. Principais vias de entrada e principais rotas metabólicas dos xenobióticos. Testes de toxicidade e curvas de dose/resposta. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Conteúdos programáticos 1. Toxicologia: Retrospecto histórico, definição. Características da exposição. Relação dose efeito. 2. Fundamentos de toxicologia: toxicocinética e toxicodinâmica. 3. Delineamento de estudos de toxicidade: toxicidade aguda, sub-crônica e crônica. Estabelecimento do Nível sem Efeito Tóxico Observável (NOEL). Cálculo da Ingestão Diária Aceitável (IDA). 4. Toxicodinâmica: Carcinogênese química. Definição e modo de ação dos carcinógenos químicos. Relação mutagênese-carcinogênese. 5. Toxicologia dos alimentos: 5.1 Pesticidas em alimentos: Definição, classificação e emprego. Pesticidas comumente encontrados em alimentos. Mecanismos de ação tóxica de alguns pesticidas. 5.2 Metais tóxicos em alimentos: Principais metais encontrados nos alimentos. Fontes de contaminação. Mecanismos de ação. Fatores que influenciam sua toxidez. 5.3 Micotoxinas em alimentos: Definição, classificação, ocorrência e estrutura das principais micotoxinas. Fatores que influem na contaminação de alimentos por micotoxinas. Efeitos tóxicos das micotoxinas. Efeito do processamento sobre as micotoxinas. 6. Toxicologia ambiental: Contaminantes ambientais (PCB's, PPB’s, HAP’s). Ocorrência, estrutura química e efeitos tóxicos. 7. Toxicologia ocupacional: ambiental e biológica: solventes, metais, etc. 8. Toxicologia forense 9. Toxicologia de medicamentos: intoxicações agudas e crônicas METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas, discussão de técnicas e seminários. AVALIAÇÃO Duas a 3 avaliações e qualidade da discussão em seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LARINI, L., Toxicologia. São Paulo: Manole, 1997. MORAES, E. C. F. Et al.. Manual de Toxicologia Analítica – Ed. Roca, São Paulo, 1991. OGA, S.. Fundamentos de Toxicologia. São Paulo: Atheneu, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRITO, D., Toxicologia Humana e Geral. 2a ed. Atheneu, 1988 LARINI, L., Toxicologia dos Praguicidas. Sarvier, 1999. N. L. 99 100 MICHAEL, D. R., Toxicologia Ocupacional, Revista, 2000, Rio de Janeiro. LIMA, D. R, Manual de Farmacologia Clínica, Terapêutica e Toxicológica, Medsi, RJ, 2003. SILVA, P. Farmacologia, Guanabara Koogan, RJ, 2002 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA:10-221 FISICO QUIMICA III CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-220 FISICO QUIMICA II OBJETIVOS GERAIS: Proporcionar ao aluno atividades práticas envolvendo conhecimento sobre Condutância eletrolítica. Eletroquímica. Fenômenos de superfície. Colóides. Noções de Química Quântica e Química Nuclear. EMENTA Condutância eletrolítica. Eletroquímica. Fenômenos de superfície. Colóides. Noções de Química Quântica e Química Nuclear. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1.Fenômenos de transporte. Equação geral de transporte. Transporte de energia, massa e momentum. Fluidos newtonianos. Fluidos não-newtonianos. 2.Físico-Química de superfícies Tensão superficial Adsorção 3.Eletroquímica em equilíbrio. Eletrólise e migração iônica. Condutância eletrolítica. Equilíbrio iônico. Células galvânicas. 4. Química Quântica 4.1. Características das ondas eletromagnéticas 4.2. A dualidade onda-partícula 4.3. O princípio da incerteza 4.4. Funções de onda, níveis de energia e espectros atômicos 4.5. O átomo de Bohr 4.6. A estrutura eletrônica e a tabela periódica 5. Química Nuclear 5.1. Decaimento nuclear e reações nucleares 5.2. Efeitos biológicos da radiação nuclear 5.3. Energia nuclear 5.4. Fissão nuclear 5.5. Fusão nuclear METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado pelas avaliações escritas e demais atividades propostas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P.W., Físico-Química, V.2, LTC ATKINS, P.W., Físico-Química, V.3, LTC MOORE, W. J. / Jordan, I., Físico-Química, V.2 Edgard Blucher 101 102 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAGAS, A. P., Termodinâmica Química, Ed.da Unicamp, 1999. MACEDO, H., Físico-Química: Um Estudo Dirigido sobre Eletroquímica, Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA:10-345 - QUIMICA INDUSTRIAL I CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-343 QUIMICA INORGANICA III OBJETIVOS GERAIS: Mostrar a fabricação de produtos de origem inorgânica. EMENTA Compostos Inorgânicos de uso industrial: Estudo de síntese, extração, purificação e utilização industrial. Adubos Inorgânicos. Estanhagem e zincagem de ácidos laminados. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução à tecnologia inorgânica 1.1 - generalidades 1.2 - processos básicos físicos 1.3 - processos básicos químicos 1.4 - matérias primas para produtos inorgânicos 2. Matérias primas 1 2.1 - ar 2.2 - amoníaco 2.3 - ácido nítrico 2.4 - nitrato de cálcio 3. Matérias primas 2 3.1 - cloro 3.2 - soda cáustica 3.3 - hidrogênio 3.4 - sódio 3.5 - cloreto de sódio 3.6 - carbonato de sódio 4. Ácido clorídrico 4.1 - generalidades 4.2 - fabricação ácido clorídrico 4.3 - tratamento das matérias primas 4.4 - ácido clorídrico do comércio 4.5 - ácido clorídrico azeotrópico 5. Ácido sulfúrico 5.1 - generalidades 5.2 - métodos de fabricação 5.3 - dióxido de enxofre 5.4 - ácido sulfúrico a partir do sulfato de cálcio 6. Fósforo 6.1 - generalidades 6.2 - fabricação 6.3 - aplicações 6.4 - ácido fosfórico 6.5 - fosfatos e polifosfatos 7. Metais ferrosos 7.1 - ferro puro 7.2 - ferro técnico 7.3 - ferro e aço 7.4 - o alto forno 7.5 - fundição 7.6 - produção do aço 103 7.7 - aços especiais 8. Metais não ferrosos 7.1 - alumínio 7.2 - magnésio 7.3 - cobre 7.4 - estanho 7.5 - chumbo 7.6 - zinco 7.7 - ligas metálicas 8. Materiais de construção 8. 1 - aglomerantes 8. 2 - gesso 8.3 - argamassas aéreos 8.4 - argamassas hidráulicos 8.5 - fabricação de cimentos 8.6 - cimento portland 9. Produtos cerâmicos 9. 1 - generalidades 9.2 - componentes cerâmicos 9.3 - porcelana 9.4 - modelagem 9.5 - calcinação 9.6 - classificação dos produtos cerâmicos 9.7 - fabricação de outros produtos METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos, seminários e visitas a industrias. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Também será avaliado pelo relatório das visitas realizadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SHREVE,R. N. & Brinkjr, J.A., Indústrias de Processos Químicos, 4a Edição, Rio de Janeiro, Guanabara Dois, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 104 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 40-228 - HIGIENE E SEGURANÇA INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJETIVOS GERAIS: Proporcionar ao aluno noções sobre Higiene e Segurança Industrial. EMENTA Higiene do trabalho. Meio Ambiente e ambiente do trabalho. Medidas gerais de prevenção de doenças profissionais. Educação sanitária. Agentes biológicos, físicos, químicos e mecânicos. Poluição Atmosférica. Análise e métodos de controle do ar. Fadiga ocupacional. Segurança do trabalho. Normalização. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Legislação e normalização CLT – Capítulo V – Segurança e Medicina do Trabalho Portaria 3214/78 – Normas regulamentadoras sobre Segurança e Medicna do Trabalho 2. Riscos ambientais Noções sobre os principais riscos ambientais existentes nos ambientes de trabalho passíveis de causar danos à saúde do trabalhador 3. Ruído industrial A ocorrência do ruído no ambiente de trabalho Principais métodos de avaliação dos tipos de ruído industrial Critérios de preservação da audição em face da presença do ruído nos ambientes de trabalho 4. Agentes químicos e limites de tolerância A ocorrência de agentes químicos nos ambientes de trabalho Classificação dos agentes químicos de acordo com sua agressividade Principais medidas de controle dos agentes químicos nos ambientes de trabalho 5. Choque elétrico A ocorrência do choque elétrico nos ambientes de trabalho e no lar Medidas de controle a serem adotadas no socorro a acidentados por choque elétrico Técnicas a serem adotadas no manuseio com equipamentos elétricos 6. Casualidade do acidente de trabalho Modificações do conceito de saúde através do tempo Organizações sociais: campos técnico. Econômico, político e antropológico Teorias das causas do acidente de trabalho 7. Equipamentos de proteção individual Uso, seleção, características e classificação dos equipamentos de proteção individual 8. Ergonomia Fisiologia do trabalho Conceituação de ergonomia 9. Transporte de acidentados Talas, colar cervical, bolsa de Lit, bandagens 10. Proteção contra incêndios Principais tipos de agentes de combate ao fogo Medidas de controle contra o fogo Técnicas de combate ao fogo 11. Cadastro de acidentes Definições de acidentes, coeficientes de freqüência e gravidade, apresentação de estatísticas 105 106 METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Manuais e legislação Atlas (16) – Segurança e Medicina do Trabalho – Normas Regulamentadoras aprovadas pela portaria 3241/78. GONÇALVES, E. A., Manual de Segurança no Trabalho, 2a ed. São Paulo: LTr, 2003. RIBEIRO, L. F. Técnicas de Segurança do Trabalho, Cultura Editora, São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KINDERMAN, G., Choque Elétrico, Porto Alegre: Sagra-SC Luzzato Editores, 1995. MONTMOLLIN, M., A Ergonomia, Instituto Piaget, 1995. Manuais da Fundacentro (Fundação ao Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho). 107 8º SEMESTRE UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-346 – QUÍMICA AMBIENTAL I CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-338 – QUÍMICA ORGÃNICA II - Q OBJETIVOS GERAIS Familiarizar o aluno com a química dos solos, das águas e da atmosfera; A poluição ambiental, sua prevenção e tratamento; Legislação ambiental. Resíduos industriais: definições e tratamentos. EMENTA Definições de hidrosfera, litosfera, atmosfera, geosfera e biosfera. Estudo de poluentes e contaminantes do meio ambiente, tais como: metais pesados, organoclorados, poliaromáticos, ácidos, gases, pesticidas, fertilizantes, material particulado, etc. Análise química ambiental. Legislação ambiental. Resíduos industriais: definições e tratamentos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução 1.1. O que é a Química Ambiental ? 1.2. Hidrosfera, litosfera, geosfera, atmosfera, biosfera, poluentes, contaminantes, agentes carcinogênicos e mutagênicos 1.3. Normas e órgãos de controle ambiental 2. Poluição da Água 2.1. Qualidade da água 2.2. Tipos poluentes: orgânicos e inorgânicos 2.3. Tratamento da água: exemplos típicos 3. Poluição da geosfera e solo 3.1. Natureza do solo 3.2. Componentes orgânicos e inorgânicos do solo 3.3. Reações ácido-base e troca iônica em solos 3.4 . Macro e micro nutrientes do solo 3.5. Rejeitos de poluentes do solo 4. Poluição da atmosfera 4.1. Natureza e composição da atmosfera 4.2. Reações químicas e foto químicas na atmosfera 4.3. Poluentes gasosos orgânicos e inorgânicos 4.4. Material particulado na atmosfera 5. Análise química ambiental 5.1. Importância da Química Analítica Ambiental 5.2. Aplicações de técnicas analíticas no controle da poluição ambiental 6. Resíduos perigosos 6.1. Conceitos fundamentais: ignitabilidade, corrosividade, reatividade e toxidez 6.2. Classificação química 6.3. Produção industrial de resíduos perigosos 6.4. Tratamento do lixo: exemplos típicos METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. 108 BIBLIOGRAFIA BÁSICA MELLADO, R., Físico-Química de Águas, 1a ed. Ed. Diaz Santos, 1999. BAIRD, C.,Química Ambiental, 2ª ed. Bookman Cia. Editora, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREIRE, C. J. da Silva, Manual de Métodos de Análise de Tecido Vegetal, Solo e Calcário, Embrapa, 1998. SANTOS, G. A., & Camargo, F. A. O. (edit.), Fundamentos da Matéria Orgânica do Solo, Porto Alegre: Gênesis, 1999. TIBAU, A. O., Matéria Orgânica e Fertilidade do Solo, Editora Nobel. TOME, Manual para Interpretação de Análise do Solo, Livraria e Editora Agropecuária. MALAVOLTA, E., Manual de Química Agrícola – Adubos e Adubação, Edição do Autor MELO, A. F. de, Introdução a Análise Mineral Qualitativa, Pioneira, 1977. Primavera., Manejo Ecológico do Solo, ED. NOBEL. VIEIRA, L. S., Manual da Ciência do Solo, Livroceres Agron. Veterinária Zootécnica. 109 110 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-223 – FISICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL II CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 60 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-222 – FISICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL I OBJETIVOS GERAIS Capacitar os alunos nas técnicas fundamentais utilizadas em Físico-Química. EMENTA Medida das propriedades físico-químicas dos sistemas no campo da eletroquímica, fenômenos de transporte e cinética química. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1.Eletroquímica 1.Determinação eletroquímica do efeito térmico de uma reação química. 2.Determinação da condutâçncia de eletrólitos 3.Determinação do potencial de eletrodos 2.Fenômenos de transporte 1.Determinação da viscosidade de líquidos por viscosímetro capilar. 2.Determinação da viscosidade de gases por escoamento em tubos capilares. 3.Determinação da massa molar de polímeros pelo método da viscosidade intrínseca 3.Físico-Química de superfícies 1.Determinação da tensão superficial pelo método da ascensão capilar. 2.Estudo da adsorção por resinas trocadoras. 4.Físico-Química de superfícies 1.Determinação da ordem de uma reação. 2.Determinação da energia de ativação de uma reação de primeira ordem. 3.Determinação do coeficiente catalítico de uma reação catalítica conduzida em fase homogênea. METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado pelas avaliações escritas e demais atividades propostas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RANGEL, R. N., Práticas de Físico-Química, 2a ed. E. Blucher, 1997 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAGAS, A. P., Termodinâmica Química, Ed. da UNICAMP, 1999. MANO, E. B. & Mendes, L. C., Introdução a Polímeros, 2a ed. E. Blucher, 1999. MACEDO, H., Físico-Química: Um Estudo Dirigido sobre Eletroquímica, Guanabara. SILVEIRA, B. I. Cinética Química das Reações, Edgard Blucher. UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 20-124 MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS: Despertar no aluno o espírito científico. Analisar criticamente os conceitos e o estudo da Ecologia. Elaborar estudos, trabalhos e discussões sobre os aspectos teóricos e práticos da Ecologia, buscando sua base científica. EMENTA Desenvolvimento mundial: histórico, modelos e crescimento econômico. Conseqüências ambientais do processo de desenvolvimento: globais e regionais. Desenvolvimento e limites dos ecossistemas. Capital natural na análise econômica. Legislação ambiental: leis ambientais e os crimes contra o meio ambiente; avaliação de impacto ambiental; análise e planejamento ambiental. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Relação Homem-Natureza 1.1. Conceituação de Palavras-Chave: Espaço, Paisagem, Território, Desenvolvimento, Crescimento, Organização 1.2. Ordenação do Território 2. Processo de Desenvolvimento 2.1. Desenvolvimento Sustentável: necessidade e/ou possibilidade ? 2.2. Globalização X Regionalização 3. Limites do Ambiente Natural – Capacidade Suporte de Ecossistemas 3.1. Capital Natural 3.2. Entropia e Economia 4. Contabilidade Ambiental 4.1. Internalização de Custos Ambientais 4.2. Métodos de Valoração Ambiental 5. A Preservação da Natureza como Instrumento do Desenvolvimento 34 Desenvolvimento e Conservação da Natureza: compatilização ou confronto ? 6. Meio Ambiente, Tecnologia e Política 7. Instrumentos Legais da Política de Meio Ambiente 7.1. Política e Legislação Ambiental Básica 7.2. Aplicação de EIA/RIMA 8. Planejamento Ambiental 8.1. Cartografia Ambiental: instrumento para a análise e o planejamento ambiental 8.2. Ecologia: uma perspectiva holística 8.3. Planejamento Ambiental 8.4. Estudos de Casos 8.5. Zoneamento Ecológico-Econômico como instrumento do planejamento ambiental para o desenvolvimento sustentável METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO O aluno será avaliado por avaliações escritas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula 111 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRESSAN, D. Gestão Racional da Natureza. São Paulo: HUCITEC, 1996. HENDERSON, H. Transcendendo a Economia. Trad. Merle Scoss. São Paulo: Cultrix, 1991. MERICO, L.F.K. Introdução à Economia Ecológica. Blumenau: Editora da FURB, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR REMMERT, H. Ecologia. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: 1982. TURK, A. Tratado de Ecologia. México, D.F.: Nueva Editorial Interamericana S.A., 1981. 112 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 50-172 - TECNOLOGIA DE ALIMENTOS CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 24-163 BIOQUIMICA 10-388 QUIMICA ANALITICA INSTRUMENTAL B OBJETIVOS GERAIS: Conhecer o controle de qualidade na indústria de alimentos. EMENTA Controle de qualidade na indústria de alimentos. Análise de produtos da indústria de alimentos e bebidas. Legislação e Notas Técnicas sobre alimentos. Amostragem e preparo de amostras. Determinação química e física dos constituintes principais de alimentos, de contaminantes, de miotoxinas, pesticidas e outros. Métodos avançados de análise de alimentos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. FUNDAMENTOS DA PRESERVAÇÃO DOS ALIMENTOS 1.1-introdução 1.2-Evolução da tecnologia dos alimentos 1.3-Importância da tecnologia dos alimentos 1.4-Tecnologia de alimentos e nutrição 1.5-Qualidade nutricional dos alimentos 1.6-alimentos enriquecidos, misturas e concentrados protéicos 2. MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS 2.1-Introdução 2.2- Fatores que afetam o desenvolvimento microbiano 2.3-Microorganismos importantes em alimentos 2.3.1-Gêneros de bactérias importantes em alimentos 2.3.2-grupos de bactérias importantes em alimentos 2.3.3-Bactérias patogênicas encontradas nos alimentos 2.3.4-Gêneros de bolores importantes em alimentos 2.3.5-Gêneros de leveduras importantes em alimentos 3. CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA DOS ALIMENTOS 3.1-Introdução 3.2-Origem da contaminação microbiológica dos alimentos 4. PROCESSOS QUE AUXILIAM NA CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS 4.1-Introdução 4.2-Processos auxiliares de conservação 4.3-Principais métodos de conservação dos alimentos 4.4-Objetivos da conservação dos alimentos 4.5-Conservação de alimentos e produtos alimentícios 4.6-Características dos processos de conservação dos alimentos 5. PRINCIPAIS MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS 5.1-Conservação dos alimentos pelo calor 5.2-Conservação dos alimentos pelo frio 5.3-Conservação dos alimentos pelo controle da umidade 5.4-Conservação dos alimentos por defumação 5.5-Conservação dos alimentos pela adição do sal 113 5.6- Conservação dos alimentos pelo uso da radiação 5.7-Conservação dos alimentos por fermentação 5.8- Conservação dos alimentos pela adição do açúcar 5.9-utilização de aditivos na produção e conservação dos alimentos 6. LEGISLAÇÃO E NOTAS TÉCNICAS SOBRE ALIMENTOS E BEBIDAS 7. AMSOTRAGEM E PREPARO DE AMOSTRAS 8. DETERMINAÇÃO QUÍMICA E FÍSICA DOS CONSTITUINTES PRINCIPAIS DE ALIMENTOS E BEBIDAS 9. MÉTODOS AVANÇADOS DE ANÁLISE DE ALIMENTOS METODOLOGIA A disciplina será ministrada em sala de aula na forma expositiva e dialogada com a utilização também de recursos audiovisuais. Aulas práticas. AVALIAÇÃO Do conteúdo ministrado e/ou comentado em sala de aula será realizadas avaliações teóricas e práticas e avaliação da apostila das aulas práticas (relatório). BIBLIOGRAFIA BÁSICA EVANGELISTA. Tecnologia de Alimentos, ed. 2000. Varela Editora e Livraria Ltda GAVA. Princípios de Tecnologia de Alimentos, ed. 1998 Varela Editora e Livraria Ltda TRABULSI, L. R. Microbiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARUFALDI. Fundamentos de Tecnologia de Alimentos. Varela Editora e Livraria Ltda BORZANI. Biotecnologia industrial. Vol IV: Biotecnologia na produção de Alimentos, ed. 2001. Varela Editora e Livraria Ltda. IAMFES. Guia de procedimentos para implantação do Método de Análise de perigos em Pontos Críticos de Controle APPCC/HACCP, ED. 1997. MONTES, Adolfo L. Microbiologia de Los Alimentos. Vol. I e II. São Paulo: Ed. Resenha Universitária, 1977. MORETTO. Introdução à Ciência de Alimentos ed. 2002 Varela Editora e Livraria Ltda ROITAM, I. Tratado de Microbiologia 1. Microbiologia de Alimentos, Microbiologia Sanitária, Microbiologia Industrial. São Paulo: Ed. Mande Ltda. SILVA. Tópicos da Tecnologia de Alimentos.ed. 2000. Varela Editora e Livraria Ltda. 114 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-349 QUIMICA INDUSTRIAL II CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-340 QUIMICA ORGANICA III OBJETIVOS GERAIS: Mostrar a fabricação de produtos de origem orgânica. EMENTA Matéria prima na indústria química orgânica. Petroquímica. Ácido Acético e Álcool. Carboquímica. Corantes e Tintas. Óleos, gorduras e sabões. Detergentes. Celulose e papel. Polímeros sintéticos CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução à tecnologia orgânica 1.1 - generalidades 1.2 - processos básicos físicos 1.3 - processos básicos químicos 1.4 - matérias primas para produtos orgânicos 2. Petróleo e gás natural 2.1 - generalidades 2.2 - destilação do petróleo 2.3 - refinação da gasolina e óleos lubrificantes 2.4 - cracking do petróleo 2.5 - processos de cracking 2.6 - polimerização 2.7 - pirólise 2.8 - alquilação 2.9 - síntese da gasolina 3. Petroquímica 3.1 - acetileno 3.2 - etileno 3.3 - ácido acético 3.4 - metanol 3.5 - etanol e alcoóis superiores 3.6 - derivados halogenados 4. Química da hulha 4.1 - benzeno 4.2 - nitrobenzeno 4.3 - anilina 4.4 - ácido benzosulfônico 4.5 - naftalina 4.6 - corantes orgânicos 5. Graxas - sabões e glicerina 5.1 - obtenção de graxas e óleos 5.2 - graxas vegetais 5.3 - sabões 5.4 - detergentes 5.5 - outros produtos 6. Alcoóis 6. 1 - álcool etílico por fermentação 6.2 - álcool a partir das batatas 6. 3 - fabricação da cerveja 7. Celulose e papel 115 7.1 - fabricação do papel 7.2 - matérias primas 7.3 - celulose 7.4 - papel velho e trapos 7.5 - pasta mecânica 7.6 - obtenção do papel 7.7 - classes de papel 8. - Materiais artificiais 8.1 - substâncias macromoleculares 8.2 - rayon e celulose 8.3 - celulóide 8.4 - fibra vulcanizada 8.5 - materiais artificiais sintéticos 8.6 - polimerização 8.7 - termoplásticos 8.8 - termorígidos 8.9 - elastômeros METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos, seminários e visitas a indústrias. AVALIAÇÃO O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Também será avaliado pelo relatório das visitas realizadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SHREVE, R. N. & BRINKJR., J. A., Indústrias de processos químicos. 4a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 116 117 9º SEMESTRE UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-351 – QUÍMICA AMBIENTAL II CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-221 – FÍSICO-QUÍMICA III OBJETIVOS GERAIS Introduzir ao aluno noções de tratamento de águas potáveis e industriais. Tratamento de efluentes. Controle da poluição nas indústrias. Legislação. Tratamento de resíduos municipais. Tratamento e disposição de resíduos industriais. Desenvolver estudos na área de recuperação, reciclagem e bioremediação. Estudar os principais resíduos e rejeitos urbanos e industriais e seus efeitos sobre o meio ambiente. EMENTA Tratamento de águas potáveis e industriais. Tratamento de efluentes. Controle da poluição na indústrias. Legislação. Normas técnicas para tratamento de resíduos. Caracterização e tratamento de resíduos municipais. Tratamento e disposição de resíduos industriais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. A química das águas naturais 1.1. Processos de oxidação e redução em águas naturais 1.2. Compostos nitrogenados em águas naturais 1.3. A química ácido-base em águas narurais: o sistema carbonato. 1.4. Metais pesados em águas naturais. 2. Purificação de águas poluídas 2.1. A contaminação de águas subterrâneas 2.2. A purificação de água potável 2.3. Contaminação de águas superficiais por fosfatos 2.4. Tratamento de cianetos e metais em águas residuais 3. Gerenciamento de resíduos e solos contaminados 3.1. A natureza dos resíduos perigosos 3.2. Tratamento de resíduos sólidos municipais (RSU) 3.3. Solos e sedimentos 3.4. Bioremediação METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MELLADO, R., Físico-Química de Águas, 1a ed. Ed. DIAZ SANTOS, 1999. BAIRD, C.,Química Ambiental, 2ª ed. Bookman Cia. Editora, 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTOS, G. A., & Camargo, F. A. O. (edit.), Fundamentos da Matéria Orgânica do Solo, Porto Alegre: Gênesis, 1999. TIBAU, A. O., Matéria Orgânica e Fertilidade do Solo, Editora Nobel. TOME, Manual para Interpretação de Análise do Solo, Livraria E Editora Agropecuária. 118 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA:20-131 - RECURSOS HIDRICOS CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 20-124 MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS GERAIS: Trabalhar assuntos relacionados à qualidade da água. EMENTA Unidade bacia hidrográfica. Sistema estadual de recursos hídricos. Limnologia – fatores físicos e químicos limitantes; ecologia de rios, áreas alagáveis e lagoas; poluição, qualidade das águas – balneabilidade; índice de qualidade de águas; índice de integridade biótica. Modelo de gerenciamento de recursos hídricos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Conceitos 1.1. Recursos hídricos 1.2. Bacia hidrográfica 1.3. Qualidade ambiental 1.4. Limnologia 2. Bacia Hidrográfica 2.1. Delimitação 2.2. Usos e degradação 3 Limnologia 3.1. Ciclo da água na biosfera 3.2. Metabolismo dos ecossistemas aquáticos 3.3. Rios 3.4. Lagos 3.5. Características físicas e químicas da água 3.6. Fatores limitantes 3.7. Poluição 3.8. Eutrofização 4. Avaliação de qualidade em recursos hídricos 4.1. Legislação 4.2. Balneabilidade 4.3. Índices de qualidade de água 4.4. Índices de integridade biótica Gestão dos recursos hídricos 5.1. Preservação e recuperação na bacia hidrográfica 5.2. Sistema Estadual de Recursos Hídricos - Comitês METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por avaliações escritas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESTEVES, F. A. Introdução à Limnologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602p. 119 SCHÄFER, A. Fundamentos de ecologia e biogeografia das águas continentais. Porto Alegre: Ed. Universidade, 1985. 532p. SETTI, A. A. A necessidade do uso sustentável dos recursos hídricos. Brasília: IBAMA, 1996. 344p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARMOUZE, J. P. O metabolismo dos ecossistemas aquáticos. São Paulo: Edgar Blücher, 1994. 254p. CONAMA. Resoluções Conama. 120 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-902 OPERAÇÕES UNITARIAS CARGA HORÁRIA: Teórica 90/ Prática -00 CRÉDITOS: 06 PRÉ-REQUISITOS: 10-403 CALCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III-B 10-221 FISICO-QUIMICA III OBJETIVOS GERAIS: Apresentar ao aluno conteúdos como: Operações por estágios. Equilíbrio de fases. Extração sólidolíquido. Extração líquido-líquido. Destilação. Psicometria e secagem. Evaporação. Filtração. Introdução à modelagem matemática de processos. Simulação. EMENTA Operações por estágios. Equilíbrios de fases. Extração sólido-líquido. Extração líquido-líquido. Destilação. Psicometria e secagem. Evaporação. Filtração, Introdução à modelagem matemática de processos. Simulação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Escoamento sobre corpos submersos 2. Filtração 3. Operações por estágios 4. Extração sólido-líquido 5. Extração líquido-líquido 6. Destilação 7. Psicometria e secagem 8. Evaporação METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de provas, pelas demais atividades propostas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FROUST, Princípios das Operações Unitárias, Editora Guanabara Dois . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 121 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 60-365_ ECONOMIA E ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS: Oportunizar ao aluno o entendimento da organização de uma Indústria e discutir noções básicas de Economia. EMENTA Introdução ao sistema de administração de recursos humanos. Liderança, poder e Conflito de Organizações. Administração participativa. Comunicação na Empresa. Treinamento e Desenvolvimento (pessoal e organizacional). A Administração de Pessoas e a Questão da Qualidade e Produtividade. Tendências e Tecnologias Novas e Futuras em Administração de Pessoas. O Marketing e o Processo de Administração de Marketing das Oportunidades de Mercado. Seleção de mercados alvos. Objetivos e funções da administração financeira. Investimentos em Ativos e Critérios de Aceitação. Planejamento Empresarial e Política de Financiamento a Longo Prazo. CONTEUDO PROGRAMATICO 1.Conceitos Básicos de Economia 1.1. O problema econômico. 1.2 O Sistema Econômico 1.3. Funções de um Sistema Econômico 1.4.Organização de um Sistema Econômico Capitalista 1.5. Teoria do Comportamento do Consumidor 1.6. Curva de Demanda de Mercado 1.6.1. Fatores Determinantes da Lei de Procura 1.6.2. Elasticidade – Preço de Procura 1.6.3. Flexibilidade – Preço de Demanda 1.6.4. Relação entre Elasticidade-Preço e Receita 1.7. Fatores Deslocadores da Curva de Demanda 1.7.1. Aspectos Demográficos 1.7.2. Renda dos Consumidores 1.7.3. Preço de Produtos Substitutos e Complementares 1.7.4. Outros Fatores que Afetam a Procura 1.8.Oferta de Produtos 1.8.1. Relação entre Produção e Custos 1.8.2. O Nível Ótimo de Produção 1.8.3. A Curva de Oferta da Firma no Curto Prazo 1.8.4. Agricultura : A Fixidez dos Ativos Afeta a Oferta 1.8.5. Curva de Oferta de Mercado 1.8.6. Elasticidade Preço de Oferta 1.8.7. Fatores Deslocadores da Oferta 1.8.7.1. Preços dos Insumos 1.8.7.2. Tecnologia 1.9. Curva de Resposta Versus Curva de Oferta 1.10. Oferta a Nível de Consumidor 1.11. A Produção Agrícola Brasileira 1.12.Análise de Mercado 1.12.1. Estrutura de Mercado 1.12.2. Formação de Preço em Concorrência Perfeita 122 1.12.3. O Monopólio e a Formação de Preço 1.12.4. A Competição Monopolística 1.12.5.Oligopólio 1.12.6. Monopsônio 1.12.7. Oligopsônio 1.12.8. Conduta e Eficiência de Mercado 1.12.9. Equilíbrio na Produção e Consumo 2. Fundamentos da administração 2.1 – Administradores e organizações 2.2 – Evolução da administração 2.3 – O ambiente externo 2.4 – Tomada de decisão administrativa 3. Planejamento e estratégia 3.1 – Planejamento e administração 3.2 – Ética e responsabilidade empresarial 3.3 – Adminitração no ambiente natural 3.4 – Administração internacional 3.5.- Novos empreendimentos 4. Organizando a empresa e montando os seus quadros 4.1 – Planejamento e administração estratégica 4.2 – Organização proativa 4.3 – Administração de recursos humanos 4.4 – Administração da força de trabalho diversificada 5. Liderança 5.1 – Líderes e administradores 5.2 – Motivação para o desempenho 5.3 – Comunicação 5.4 – Administração de equipes 6. Controle e mudança 6.1 – Controle administrativo 6.2 – Administração de operações 6.3-Administração da tecnologia e da inovação 6.4-Empresa de classe mundial METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado pelas avaliações escritas e demais atividades propostas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA, R., Fundamento e Técnicas de Administração Financeira, São Paulo, Atlas, 1990. BREALEY, R.A. e Myes, S., Princípios de Finanças Empresariais, 3aEd., McGraw-Hill, Portugal, 1988. GITMAN, L.J., Princípios da Administração Financeira, 3a Ed., Harg\bra Ltda, São Paulo, 1987. KOTLER, P. e ARMSTROG, G., Princípios de Marketing, 5a Ed., Prentice-Hall do Brasil, Ltda, 1991, São Paulo. SANVIVENTE, A.Z. Orçamento na Administração de Empresas, 2a Ed., São Paulo, Atlas, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 123 ADIZES, I. O Ciclo de Vida das Organizações, São Paulo: Pioneira, 1990. COBRA, M.Administração de Marketing, São Paulo: Atlas, 1990. BRUCKER, P. Administração em Tempo de grandes Mudanças, São Paulo: Pioneira, 1995. DINSMORE, P.C., Poder e Influência Gerencial, Rio de Janeiro: COP, 1989. HISCHFELD, H., Engenharia Econômica e Análise de Custos, 5a Ed., São Paulo, Prentice Hall do Brasil Ltda, 1991. 124 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DICIPLINA: ELETIVA CARGA HORÁRIA: Teórica 30 / Prática -00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS: EMENTA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO METODOLOGIA AVALIAÇÃO BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 125 126 10º SEMESTRE UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-521_ SEMINÁRIOS APLICADOS B CARGA HORÁRIA: Teórica 00/ Prática -30 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS: Proporcionar ao aluno o envolvimento com tópicos atuais em Química. EMENTA Elaboração, desenvolvimento e apresentação de seminário sobre tópicos especiais em Química. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METODOLOGIA O aluno desenvolverá um seminário em algum tópico atual em Química e apresentará para o grupo. Esta apresentação poderá ser aberta ao público. AVALIAÇÃO Avaliação será feita com critérios a ser discutidos nas congregações do curso de cada campus. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 127 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-616 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA INDUSTRIA CARGA HORÁRIA: Teórica 00/ Prática -300 CRÉDITOS: 20 PRÉ-REQUISITOS: 10-345 QUIMICA INDUSTRIAL I 10-349 QUIMICA INDUSTRIAL II OBJETIVOS GERAIS: Oportunizar a prática em situação real do Químico Industrial. EMENTA Desenvolvimento de atividades junto ao setor industrial, comercial ou de serviços, órgãos de desenvolvimento tecnológico. Tais atividades deverão ser incluídas no campo de conhecimento da química e correlatas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Ao se matricular na disciplina, o aluno deverá observar as seguintes regras gerais: 1. Procurar o professor responsável pela disciplina para a avaliação da sua situação e orientações preliminares. 2. Informar ao professor responsável pela disciplina sobre o início e local do estágio, bem como atender às normas da URI para a realização do estágio (registros junto à Reitoria etc.) 3. Manter o professor responsável pela disciplina informado sobre a evolução do trabalho de estágio. 4. Ao final do semestre, apresentar o relatório de estágio, um seminário e documento emitido pela empresa informando: número de horas de estágio, período de estágio, avaliação do desempenho do estagiário e dados da empresa (endereço, telefone, CGC, etc.) e de seu representante. 5. Data e horário desta apresentação, entrega do relatório e da carta da empresa serão divulgados através de aviso afixado nas salas de aula e no link do curso de Química na página da Universidade. 6. O seminário será avaliado por uma banca examinadora composta por três professores, sendo um deles o responsável pela disciplina e outros indicados pela coordenação do curso. 7. A nota final será emitida pela banca examinadora. 8. O estagiário deverá apresentar um bom desempenho em suas atividades, as quais serão avaliadas pela empresa através de documento específico. METODOLOGIA AVALIAÇÃO A avaliação está inserida no Regulamento do estágio Supervisionado (Em anexo). BIBLIOGRAFIA BÁSICA Bibliografia pertinente à área trabalhada no estágio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 128 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: ELETIVA CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS: EMENTA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO METODOLOGIA AVALIAÇÃO BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 129 DISCIPLINAS ELETIVAS 130 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 67-203 – ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EMPRESAS CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - OBJETIVOS GERAIS: Dar noções sobre economia, administração e organização de empresas. EMENTA Economia; contabilidade e balanços, produção, preço e lucro; Conteúdo e objeto do Estudo da Administração; Funções do Administrador (Planejamento - Organização - Direção - Controle); Estrutura das Organizações; Centralização e Descentralização; Gráficos: PERT/CPM. Layout (Arranjo Físico); Manuais ISO 9000. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por avaliações escritas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOOG,G. O desafio da competência; como enfrentar as dificuldades do presente e preparar sua empresa para o futuro. 2 ed. São Paulo: Best Seller, 1991. CAMPOS, V. F. TQC. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1994. CARVALHO, A. V. de. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira, 1995. CHAMPU, T. Reengenharia da gerência; o mandato da nova liderança. Rio de Janeiro: Campus, 1995. HAMPTON, D. Administração contemporânea. São Paulo: McGraw Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALMEIDA, S. Cliente nunca mais, 500 dias para irritar ou perder o cliente sem fazer força. Salvador: Casa da Qualidade, 1994. BACKER, P. de., Gestão ambiental; a administração verde. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1995. CAMPOS, V. F. TQC. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1994. 131 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-211 – FÍSICA EXPERIMENTAL I CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 30 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-216 – FÍSICA A OBJETIVOS GERAIS Aplicar os conceitos da mecânica dos sólidos, fluidos e termodinâmica. EMENTA Complementação dos conteúdos de cinemática, dinâmica, hidrostática, hidrodinâmica e termodinâmica através de montagem e realização de experiências. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO AO ESTUDO EXPERIMENTAL EM FÍSICA 1.1 - Noções sobre erros. 1.2 - Medidas mecânicas. 1.3 - Gráficos: linearização de curvas. 1.4 - Noções sobre técnicas de relatórios. UNIDADE 2 - ESTUDO EXPERIMENTAL DA CINEMÁTICA 2.1 - Movimento unidimensional com velocidade constante. 2.2 - Movimento unidimensional com aceleração constante. 2.3 - Movimento bidimensional. UNIDADE 3 - ESTUDO EXPERIMENTAL DA DINÂMICA 3.1 - Leis de Newton. 3.2 - Conservação da energia. 3.3 - Conservação da quantidade de movimento. 3.4 - Fluidos. 3.5 - Rotações. 3.6 - Oscilações. UNIDADE 4 - ESTUDO EXPERIMENTAL DO CALOR 4.1 - Termometria. 4.2 - Calorimetria. 4.3 - Termodinâmica. METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D. e RESNICK, R. – Fundamentos de Física, vol. 1 e 2, LTC, Editora Rio de Janeiro. RAMOS, L.A.M., Física Experimental, Ed. Mercado Aberto. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARENGA, B., Física, Vol. Único, Editora Scipione, 2002. 132 DIEZ ARRIBA, S. Experiências de Física na Escola, Editora da UPF, Passo Fundo, 1996. 133 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-212 – FÍSICA EXPERIMENTAL II CARGA HORÁRIA: Teórica – 00 / Prática – 30 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-218 – FISICA C OBJETIVOS GERAIS Aplicar os conceitos de Eletromagnetismo, Ótica e Física Moderna. EMENTA Atividades envolvendo conteúdos de Eletromagnetismo, Ótica e Física Moderna, através de montagem e realização de experiências. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS UNIDADE 1 - ESTUDO EXPERIMENTAL DA ELETRICIDADE 1.1 - Instrumentos de medidas elétricas. 1.2 - Potencial e campo elétrico. 1.3 - Circuitos de corrente contínua. UNIDADE 2 - ESTUDO EXPERIMENTAL DO ELETROMAGNETISMO 2.1 - Campo magnético. 2.2 - Indução eletromagnética. UNIDADE 3 - ESTUDO EXPERIMENTAL DA ÓTICA GEOMÉTRICA 3.1 - Reflexão e refração em superfícies planas. 3.2 - Lentes e espelhos. UNIDADE 4 - ESTUDO EXPERIMENTAL DA ÓTICA FÍSICA 4.1 - Interferência. 4.2 - Difração. METODOLOGIA As aulas serão expositivas e práticas, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de avaliações de conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas a disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.RESNICK, R. Fundamentos de Física. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC. Vol. 2, 3 e 4. 2001. RAMOS, L.A.M. Física Experimental. Porto Alegre: Mercado Aberto. 1984. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TIPLER, P. Física. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC. Vol. 1 e 4. 1999. 134 135 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-354 – PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS CARGA HORÁRIA: Teórica 15/ Prática -15 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-388 – QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL B OBJETIVOS GERAIS: Possibilitar ao aluno conhecimentos específicos sobre a preparação de amostras para análise. EMENTA Métodos modernos de preparação de amostras para a análise: extração em fase sólida, microextração em fase sólida, ultra-som, microondas, spraydrier. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Etapas de uma analise química; etapas do preparo de amostras 2. Moagem criogênica, secagem (spraydrier, secagem com emprego de radiação microondas e infravermelha), liofilização. 3. Métodos de preparo de amostras para a determinação de metais e não metais: fusão; decomposição de mufla; métodos de combustão ( bomba calorimétrica, frasco de combustão de Schöniger); métodos de decomposição por via úmida ( sistemas abertos e fechados com aquecimento convencional e por microondas); decomposição empregando radiação ultravioleta. 4. Métodos de preparo de amostras para a determinação de compostos orgânicos: extração e microextração em fase sólida; extração com solventes acelerada; extração com fluido supercrítico. 5. Preparo de amostras envolvendo ultra-som. METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por avaliações escritas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ATKINS, P. JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. trad. Ignez Caracelli. et al. Porto Alegre: Bookman, 2001. VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. Tradução de Antônio Gimeno. 5ª ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DAY, R. A. Jr., Underwood, A. L., Quantitative Analysis, Prentice-Hall International, Inc, 6th Edition, USA: 1991. UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-355 – QUÍMICA DE POLÍMEROS CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática - 00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-338 – QUÍMICA ORGÂNICA II - Q OBJETIVOS GERAIS: Conhecer conceitos relacionados à Química de Polímeros. EMENTA Macromoléculas, reações de polimerização, termodinâmica de soluções poliméricas e caracterização de polímeros. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MUNK, P., Introduction to Macromolecular Science, 1a ed., John Wiley & Sons, NY, 1989. BARTH, H.G., Modern Methods of Polymer Characterization, 1a ed. John Wiley & Sons, NY, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 136 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 70-104 – INTRODUÇÃO À FILOSOFIA DA CIÊNCIA CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJETIVOS GERAIS: Possibilitar a construção de uma visão geral sobre as contribuições, questionamentos, papéis e espaços da ciência ao longo da história humana. EMENTA A filosofia e a ciência. Origem, histórico e estatuto da ciência. A evolução e as mudanças científicas. As teorias sobre ciência. Os modelos científicos e os problemas da realidade. As ciências da natureza e as ciências humanas. A epistemologia e as novas orientações da epistemologia contemporânea. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. O conhecimento filosófico • Origem e importância • Método da filosofia • A filosofia e a ciência 2. A história da filosofia e a história da ciência: pensadores-filósofos que se preocuparam com problemas científicos. 3. Evolução do conhecimento científico: características. 4. O método científico • A comunidade científica • A ciência como disciplina intelectual As diferentes epistemologias METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MORAIS, Régis de. Filosofia da ciência e da tecnologia. Campinas: Papirus, 1988. 137 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-356 – QUÍMICA DO ESTADO SÓLIDO CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-335 – QUÍMICA INORGÂNICA II OBJETIVOS GERAIS: Conhecer técnicas de caracterização do estado sólido. Análise térmica. Difração de Raios X. Química dos Sólidos Orgânicos. EMENTA Técnicas de caracterização do estado sólido. Análise térmica. Difração de Raios X. Química dos Sólidos Orgânicos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução às estruturas cristalinas simples. Revisão de conceitos: redes, célula unitária, sistemas cristalinos, redes de Bravair etc. 1.Ligação nos sólidos e propriedades eletrônicas. 2. Defeitos e não estequiometria. 3. Sólidos: Sólidos de baixa dimensionalidade. Sólidos Laminares. Zeólitas. 4.Propriedades dos sólidos: óticas magnéticas supercondutividade 6. Técnicas de caracterização do estado sólido: Difração de raios X (em pó) DRX. Análises térmicas e diferenciais. Microscopias eletrônica de varredura e de transmissão. Mössbauer. Análises texturais por Adsorção de Nitrogênio e outros gases. Infravermelho – IR Ressonância Magnética Nuclear - RMN etc. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SMART, E. M. Ed Addison – Wesley. Química do Estado Sólido – uma introdução. Iberoamericana, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MARK T. Weller; Inorganic Materials Chemistry; Oxford Science Publications, 1999 138 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-357 – QUÍMICA DOS ELEMENTOS DE TRANSIÇÃO CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -00 CRÉDITOS: 30 PRÉ-REQUISITOS: 10-335 – QUÍMICA INORGÂNICA II OBJETIVOS GERAIS: Conhecer a Química dos Elementos de Transição. EMENTA Estudo de reações específicas dos metais de transição. Estrutura eletrônica. Usos e Propriedades de Compostos contendo metais pesados. Propriedades organolépticas associadas à estrutura eletrônica. Toxicologia dos metais pesados. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Cor. 2Propriedades magnéticas. 3. Fundamentos da teoria do campo cristalino. 4. Explicação e usos dos espectros de absorção. 5. Sistemas não octaédricos. 6. Sistemas com mais do que 1 elétron d: campos cristalinos fortes e fracos. 7. Fatores que influenciam na intensidade do campo. 8. Explicação das curvas das propriedades físicas em função do número atômico. 9. As estruturas cristalinas dos Espinélios. 10. A distorção e o teorema de Jahn-Teller. 11. Efeitos da covalência. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 139 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-359 – QUÍMICA FARMACÊUTICA CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-385 – QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA II 10-336 – QUÍMICA ORGÂNICA I - Q OBJETIVOS GERAIS Conhecer as estruturas características dos grupos farmacológicos estudados e a Relação Estrutura Atividade. Identificar e caracterizar princípios ativos empregados na produção de medicamentos, assim como realizar seu doseamento em matérias-primas. Desenvolvimento de fármacos, aspectos teóricos de ação de fármacos. OBJETIVO GERAL Aprender a executar análises quantitativas e qualitativas de fármacos. Conhecer a farmacoquímica de fármacos com ação sobre diferentes órgãos e sistemas do organismo humano. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução à Química Farmacêutica 1.1 Definições 1.2 Classificações e Nomenclatura de Fármacos 1.3 Aspectos gerais da ação de fármacos 2. Métodos de preparação e extração de fármacos. 3. Caracterização Físico-química 3. 1 Determinação do ponto de fusão de fármacos – aparelho para microdeterminação do ponto de fusão segundo Köfler 3.2 Determinação do pH e solubilidade dos fármacos 3.3 Determinação de densidade de fármacos 3.4 Identificação de fármacos aplicando a pesquisa de ânions e cátions 3.5 Refratometria aplicada na identificação de fármacos 3.6 Determinação da umidade dos fármacos – aquametria 3.7 Espectrometria aplicada na identificação de fármacos – Espectros de ultravioleta. 3.8 Espectrometria aplicada na identificação de fármacos – Espectros infravermelho. 4- Gênese de fármacos METODOLOGIA Aulas teóricas. AVALIAÇÃO No decorrer do semestre serão realizadas: Provas teóricas e trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÀSICA KOROLKOVAS, A. Química Farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara , 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOROLKOVAS, A. Análise Farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara , 1988. AVENDAÑO LOPEZ, M.C. Introduccion a la quimica farmaceutica. Madrid : McGraw-Hill, 1993. CRAIG, C.R. & STITTZEL, R.E. Farmacologia Moderna. 4 ª ed. São Paulo: Roca, 1996. HARDMAN (ED). As bases farmacológicas da terapêutica. 9ª ed.Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1998. RANGE, H. P. & DALE, M. M. Farmacologia. 4ª ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. SILVA, P. Farmacologia. 5ª ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 140 141 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-360 – PROCESSOS CATALÍTICOS INDUSTRIAIS CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -00 CRÉDITOS: 02 PRÉ-REQUISITOS: 10-220 – FÍSICO-QUÍMICA II OBJETIVOS GERAIS: Dar ao aluno conhecimento sobre Catálise Homogênea e Heterogênea. EMENTA Catálise Homogênea. Grandezas de reação. Principais classes de processos de catálise homogênea. Catálise heterogênea. Fenômenos de adsorção. Suportes sólidos. Principais classes de processos de catálise heterogênea. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MASTERS, Homogeneous Transitions-Metal Catalisys: A Gentle Art, Chapman and Hall, NY, 1981 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 20-128 - BIOTECNOLOGIA CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-338 – QUÍMICA ORGÂNICA II – Q 20-147 – BIOLOGIA E FUNDAMENTOS DE GENÉTICA OBJETIVOS GERAIS: Definir biotecnologia como uma nova técnica da Biologia. Caracterizar a relação da biotecnologia com o método de multiplicação convencional. Verificar as vantagens e desvantagens da técnica EMENTA A disciplina trata da aplicação prática dos avanços da pesquisa sobre hormônios e bioquímica do DNA na manutenção genética de plantas e outros organismos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Definição da Biotecnologia - Totipotência - Retrospectiva da Cultura de Tecidos de Plantas - Aplicações da Cultura de Tecidos no Melhoramento genético de plantas - Aplicações da Cultura de Tecidos na Fitopatologia 2. Técnicas Básicas - Organização de uma Laboratório de Cultura de Tecidos de Plantas - Meios Nutritivos - Reguladores de crescimento: auxinas, citocininas, giberelinas, ácido abscísico e outros componentes - Cultura de Meristemas - Micripropagação - Cultura de Ápices caulinaers e recuperação de plantas livres de vírus - Cultura de raízes e regeneração de plantas - Conservação “in vitro” de recursos genéticos de plantas - Microenxertia - Suspensão celular - Embriogênese somática e sementes sintáticas 3. Morfogênese - Embriogênese somática - Produção de haplóides e duplo-haplóides 4. Biologia Molecular - Clonagem Molecular e isolamento de genes de plantas - Transformação genética de plantas - Agrobacterium: um vetor genético natural para transformação em plantas - Biobalística - Plantas transgênicas resistentes a vírus - Avaliação de riscos na introdução de plantas transgênicas METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO O aluno será avaliado por avaliações escritas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 142 SCRIBAN, R. Biotecnologia. São Paulo: Manole, 1985. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 143 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-362_ QUÍMICA DOS PRODUTOS NATURAIS CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-388_ QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL B 10-338 – QUÍMICA ORGÂNICA II – Q OBJETIVOS GERAIS: Apresentar aos alunos as principais técnicas de extração e manipulação de produtos naturais EMENTA Produtos naturais e suas utilizações. Síntese orgânica de produtos naturais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Biodiversidade; 2. Sistemas de classificação; 3. Etnofarmacologia; 4. Quimiossistemática; 5. Introdução à análise fitoquímica; 6. Biossíntese de Produtos Naturais: 6.1. Metabolismos Primários e Secundários; 6.2. Estruturas, Propriedades Químicas, Isolamentos e Métodos de Caracterização; 7. Classificação dos metabólitos secundários: Polissacarídeos, Terpenos (Mono, Sesqui, Diterpenos e Triterpenos), Compostos fenólicos, Cumarinas, Lignanas, Taninos, Quinonas, Heterosídeos cardiotônicos, Saponinas, Alcalóides, Flavonóides, Saponinas, Metilxantinas e Acetogeninas. 8. Plantas inseticidas 9. Plantas tóxicas. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO O aluno será avaliado por avaliações escritas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SIMÕES, C. M. O., SCHENKEL, E. P., GOSMANN, G., PALOZZO DE MELLO, J. C., BARREIRO, E.J. e Fraga, C.A.M. Química Medicinal. Ed. Artmed, Porto Alegre, 2001. MATOS, F. J. A. - Plantas Medicinais, 2a ed., Ed. Universidade Federal do Ceará, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOARES, B.G., SOUZA, N.A., PIRES, D.X. - Química Orgânica. Ed. Guanabara, 1988. TRINDADE, D.F. - Como fazer perfume, 6a ed. Ícone São Paulo, 1988. VILELA, E. F., DELLA LUCIA, T. M. C. Feromônios de Insetos, Ed. Da Universidade Federal de Viçosa, 1987. MENTZ, L. A., PETROVICK, P. R. - Farmacognosia, da Planta ao Medicamento, Ed. da Universidade Federal de Santa Catarina, 1999. MATOS, F. J. A. - Introdução à Fitoquímica Experimental, Ed. Universidade Federal do Ceará, 1997. 144 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-353_ FUNDAMENTOS DE RADIOQUÍMICA CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-219_ FÍSICO-QUÍMICA I OBJETIVOS GERAIS: Conhecer noções sobre Radioquímica e aplicação dos radioisótopos. EMENTA O núcleo atômico: fissão e fusão nuclear; decaimento radioativo, interações entre partículas e matéria, produção de nuclídeos radioativos. Efeitos biológicos das radiações. Planejamento de um laboratório de radioisótopos. Aplicação dos radioisótopos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Noções de física atômica e nuclear 1.1. Átomos moléculas e núcleos 1.2.. Reações nucleares e radioisótopos 1.3. Radiação e espectros. 1.4. Radioatividade natural e artificial 1.5. Interação radiação com a matéria 1.6. Tipos e propriedades de radiações (alfa, beta, gama, neutrons e raios-x) 2. Princípios de dosimetria e radioproteção 2.1. Grandezas radiológica; unidades e quantidades 2.2.. Conceito de exposição, dose absorvida e dose equivalente 2.3. Limites de dose 2.4. Cálculo de dose de radiação gama 2.5. Lei do inverso do quadrado da distância 3. Instrumentação nuclear 3.1. Princípio de detecção de radiação ionizante 3.2. Dosímetros termoluminescentes e filmes 3.3. Detetores Geiger-Muller 3.4. Detetores cintiladores 3.5. Câmara de ionização 4. Efeitos biológicos da radiação 4.1. Interação da radiação com as células 4.2. efeito da radiação após a irradiação do corpo inteiro 4.3. Irradiação parcial do corpo e efeitos na pele 4.4. efeitos genéticos da radiação 5. Normas de proteção radiológica 6. Cálculo simples de barreiras radiológicas pelo limite de dose 7. Proteção radiológica em dependências de radiologia diagnóstica médica e odontológica 8. Proteção radiológica em dependências de medicina nuclear 9. Proteção radiológica em dependências de radioisótopos 10. Dosimetria pessoal METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 145 146 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EISBERG, R. E R. Resnick. Física Quântica. Ed. Campus Ltda. RJ, 1986. KELLER, C. Radioquímica. Recife: Editora Universitária – UFPE, 1981. UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-352_ ESTRUTURA DA MATÉRIA CARGA HORÁRIA: Teórica 60 / Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-220 – FÍSICO-QUÍMICA II OBJETIVOS GERAIS: Proporcionar conhecimentos sobre a estrutura da matéria EMENTA Átomo de hidrogênio, Espectros do Átomo de Hidrogênio, Quantização do Momento Angular, Efeito Zeeman, Spin Eletrônico, Adição de Momento Angular, Acoplamento Spin - Órbita. Átomo de Hélio. Tabela Periódica, Acoplamento LS e JJ. Potenciais de Ionização. Afinidades Eletrônicas. Espectro Atômico. Moléculas e Ligações e Químicas. Teoria dos Orbitais Moleculares. Princípios Gerais dos Espectros Moleculares. Espectro Rotacional e Vibracional de Moléculas Diatômicas. Transições Eletrônicas. Rotação e Vibração de Moléculas Poliatômicas. Espectro de Raios X, NMR, Efeito Mossbauer. Efeito Raman. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. O átomo antes do século XX 1.1 – O átomo filosófico 1.2 – O átomo newtoniano 1.3 – O átomo químico 1.4 – A hipótese de Avogadro 1.5 – O átomo na teoria cinética dos gases 2. A luz antes do século XX 2.1 – A visão de Newton 2.2 – A visão de Huygens 2.3 – As experiências de Young e Fresnel 2.4 – A luz segundo Maxwell 3. A radiação do corpo negro e a origem da dualidade onda-corpúsculo para a luz 3.1 – Dedução da fórmula clássica de Rayleigh-Jeans para a densidade de energia irradiada por um corpo negro 3.2 – As hipóteses de Planck 3.3 – Limites assintóticos da lei de Planck 3.4 – Fotoluminescência e ionização dos gases 3.5 – Calores específicos dos sólidos 3.6 – O efeito Compton 3.7 – O efeito Doppler 4. O elétron 4.1 – A eletrólise de Faraday e a quantização da carga elétrica 4.2 – A descoberta dos raios catódicos 4.3 – A razão carga massa do elétron 4.4 – A carga do elétron: experiência de Millikan 5. Movimento browniano e a existência de moléculas 5.1 – A contribuição de Einstein 5.2 – A contribuição de Perrin 6. O modelo atômico de Thomsom 6.1 – As hipóteses de Thomson 6.2 – Predições do modelo de Thomson para o espalhamento de partícula alfa por lâminas delgadas 6.3 – Confronto com resultados experimentais 7. O modelo atômico de Nagaoka 7.2 – As hipóteses do primeiro modelo nuclear 7.3 – Problemas do modelo 147 8. O modelo atômico de Rutherford 8.1 – O porquê do núcleo: as hipóteses de Rutherford 8.2 – Estimativas do raio nuclear 8.3 – O conceito de seção de choque 8.4 – A seção de choque de Rutherford 8.5 – Comparação com dados experimentais 8.6 – O problema da estabilidade do átomo de Rutherford 9. O modelo atômico de Bohr-Sommerfeld 9.1 – Os postulados de Bohr e a introdução da constante de Planck na descrição do átomo estável 9.2 – Predições do modelo de Bohr: espalhamento d epartículas alfa e a reprodução da série de Balmer 9.3 – O princípio da correspondência de Bohr 9.4 – A generalização de Sommerfeld e a constante de estrutura fina 9.5 – Os problemas em aberto 10. A hipótese de de Broglie e a extensão da dualidade onda-corpúsculo para a matéria 10.1 – A hipótese de de Broglie 10.2 – Realização matemática da idéia de de Broglie: superposição de ondas planas e o pacote de onda 10.3 – Relações de indeterminação 10.4 – Interpretação de de Broglie para a quantização de Bohr-Sommerfeld 10.5 – Confirmação experimental da hipótese de Broglie 10.6 – O efeito Kapitza-Dirac 11. A nova mecânica quântica 11.1 – A visão de Schrödinger 11.2 – A visão de Heisenberg 12. A equação de Schrödinger 12.1 – A equação e algumas propriedades da função de onda 12.2 – O que representa a função de onda? 12.3 – Conservação da probabilidade 12.4 – Teorema de Ehrenfest 12.5 – A invariância da equação de Schrödinger pelas transformações de Galileu 12.6 – Expressão geral do princípio de indeterminação 12.7 – O limite das órbitas clássicas 12.8 – Analogia entre a Mecânica Quântica e a Óptica 13. Algumas soluções da equação de Schrödinger 13.1 – Poço de potencial infinito 13.2 – Potencial da forma V = - V0 (1+iz) 13.3 – Oscilador harmônico unidimensional 13.4 – O átomo de hidrogênio; soluções angulares e radial METODOLOGIA O aluno será orientado na elaboração de um projeto de pesquisa. AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina será feita com base nas informações contidas no Regulamento do Trabalho de Graduação BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 148 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 73-400 – REALIDADE BRASILEIRA CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: - - - OBJETIVOS GERAIS: Proporcionar conhecimentos básicos, oportunizando uma reflexão crítica acerca dos principais elementos que constituem a organização social brasileira. EMENTA Análise da Sociedade Brasileira em seus componentes econômicos, políticos, culturais, científicos e tecnológicos, investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. Análise das formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1 Análise da Conjuntura 2 Formação Econômico-Social do Brasil 3 O Brasil no Contexto Econômico Mundial 4 Colapso da modernidade brasileira e a proposta da modernidade ética. 5 A questão agrária e agrícola 6 A questão da saúde pública 7 A questão da comunicação social 8 A questão da educação 9 A questão da ecologia 10 A questão da cidadania METODOLOGIA Compreenderá atividades variadas tais como: aulas expositivas – dialogadas, trabalhos e estudos em grupo, atividades de pesquisa, organização e apresentação de seminários, entre outras. AVALIAÇÃO Será realizada de forma individual e em grupo, através de provas, trabalhos, seminários e participação em atividades do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUM, Argemiro J. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. Petrópolis, Vozes 1982. BUARQUE, Cristovam. O colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. 3ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. MARTIN, Hans Peter; SCHUMANN, Harald. A Armadilha da Globalização. São Paulo, Globo, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Berta; MITRANDA Mariana (org.) A Geografia Política do Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997. BURSZTYN, Marcel (Org.) Para Pensar o Desenvolvimento Sustentável. São Paulo, Brasiliense, 1994. CASSOL, Ernesto e PIRAN, Nedio. Formação Geo – Histórica de Erechim. Perspectiva. 149 DREIFUS, René. A Era das Perplexidades: Mundialização, Globalização e Planetarização: Novos Desafios. Petrópolis, Vozes, 1997. GENTILI, Pablo. Projecto neoconservador y crisis educativa. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina S.A. 1994. IANNI, Octávio. A Sociedade Global. Rio de Janeiro: Civilização Brasiliense, 1998. HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: O breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras. 2 ed. 1996. PIRAN, Nedio. Contribuição para identificação da Região Alto Uruguai e área de abrangência da URI. Perspectiva. Erechim: URI n° 68: 7-32, dezembro de 1995. ZAMBERLAN, Jurandir. Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. Passo Fundo: Berthier, 1993. 150 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-311– EVOLUÇÃO DA QUÍMICA CARGA HORÁRIA: Teórica – 60 / Prática – 00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: OBJETIVOS GERAIS Proporcionar ao aluno uma visão geral da evolução da Química, através de uma análise dos trabalhos desenvolvidos ao longo do tempo e dos aspectos atuais e perspectivas da pesquisa Química. EMENTA Visão geral da evolução da Química e de seus princípios, sob um ponto de vista histórico e dentro de um panorama geral da evolução científica. Análise dos trabalhos desenvolvidos em diferentes etapas da evolução da Química. Contribuições mais significativas de pesquisadores mais marcantes das diversas etapas do desenvolvimento da Química. Aspectos atuais e perspectivas da pesquisa química. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Antigüidade A antiga química prática. As idéias científicas do mundo antigo. A ciência grega. A alquimia chinesa e árabe. A transmissão da alquimia ao oriente. A química na idade média. Iatroquímica: A química a serviço da medicina Combustão Primeiros estudos sobre a natureza do ar. Combustão e calcinação A teoria do flogisto Gases Primeiros estudos sobre os gases Os trabalhos de Cavendish, Scheele e Priestley A descoberta do oxigênio A química do século XVIII Leis e teorias da química Os estudos de Lavoisier, Proust, Richter e Avogrado Primeiras noções de valência química A química do carbono Origens da Química Orgânica O trabalho de Liebig e Wohler A teoria dos radicais Periodicidade Os elementos químicos e sua classificação As contribuições de Doebereiner, Newland e Chancourtrois O trabalho de Meyer A classificação de Mendeleiev Estrututa atômica A teoria atômica de Demócrito O modelo de Dalton O modelo de Rutherord A contribuição de Bohr O modelo da mecânica quântica Radioatividade A descoberta de Bequerel Os estudos do casal Curie 151 Fissão nuclear e sua aplicação Fusão nuclear Estrutura e geometria molecular O trabalho de Bragg A estrutura dos glicídeos e os estudos de Fisher A molécula de DNA Termodinâmica química As origens da termoquímica O desenvolvimento da cinética e do equilíbrio químico A bioquímica A importância e a contribuição da química ao longo do tempo nas pesquisas sobre a matéria viva. Medicamentos, alimentos, venenos e recursos para a agricultura. Novos produtos Os polímeros sintéticos Química e Ecologia A história da poluição Principais problemas relacionados com a química e a poluição do ar, da terra e da água Astroquímica A composição química do universo: planetas estrelas, cometas e nebulosas A história da química no Brasil Origens da ciência no Brasil D. Pedro II e a química A química de José Bonifácio METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas com textos constantes na bibliografia indicada e artigos científicos sugeridos, com possível utilização de recursos tecnológicos. Estudos dirigidos e seminários poderão ser realizados. AVALIAÇÃO O aluno poderá ser avaliados através de avaliações do conhecimento adquirido, sendo essas escritas ou dialogadas. As avaliações poderão ser realizadas, também, através de seminários, relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAGAS, A. P. Como se Faz Química: Uma Reflexão Quím. E Ativ. Químico, 2a ed., Editora da Unicamp, 1992. VANIN, J. A. Alquimistas e Químicos: O Passado, o Presente e Futuro, 9a ed. Moderna, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOVET, D. Vitórias da Química – a Conquista do Direito a Saúde, Editora da Universidade de Brasilia, 1993. GOLDFARB, A. M. A. Da Alquimia a Química : um estudo sobre a passagem do pensamento mágico-vitalista ao mecanicismo, São Paulo : Nova Stela , 1987. WONGTSCHOWSKI, P. Indústria Química: Risco e Oportunidades, E. Blucher, 1999. REVISTA Química Nova 152 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 10-350 - QUIMICA QUANTICA CARGA HORÁRIA: Teórica 60/ Prática -00 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 10-221 FISICO QUIMICA III OBJETIVOS GERAIS: Oportunizar ao aluno noções sobre Química Quântica. EMENTA Teoria Quântica: Postulados fundamentais, Equação de Schrödinger e o átomo de hidrogênio. Moléculas, Sólidos e Aplicações da Teoria Quântica. CONTEUDOS PROGRAMÁTICOS 1.Origens da mecânica quântica. 2.Equação de Schroedinger 3.Mecânica quântica aplicada a sistemas simples 4.Operadores 5.Postulados da mecânica quântica 6.Momento angular 7.Átomo de hidrogênio 8.Átomos multieletrônicos 9.Teoria de perturbação e princípio variacional 10.Aproximação do campo auto-consistente. 11.Estrutura eletrônica de moléculas diatômicas 12.Teorias de ligação de valência orbitais moleculares. 13.Moléculas poliatômicas. 14.Princípios de reatividade química. METODOLOGIA As aulas serão expositivas com audiovisuais, dialogadas com textos constantes da bibliografia indicada e artigos científicos atualizados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos e seminários. AVALIAÇÃO O aluno será avaliado por provas, pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAS, J. T., Química Quântica, Fundação Calouste Gulbenkian. EISBERG, R, Resnick, R., Física Quântica, Ed. Campus. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: EISBERG, R. Fundamentos de Física Moderna. 153 UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DISCIPLINA: 40-145 BROMATOLOGIA CARGA HORÁRIA: Teórica 30/ Prática -30 CRÉDITOS: 04 PRÉ-REQUISITOS: 24-163 – BIOQUÍMICA 10-386_ QUÍMICA ANALÍTICA CLÁSSICA II E OBJETIVOS GERAIS: Capacitar o aluno a descrever e analisar, sob o ponto de vista químico e nutricional, os constituintes alimentares, bem como executar analises químicas quantitativas de constituintes alimentares, com vistas a aplicação na tecnologia de alimentos e dietética. EMENTA Conceito e importância da bromatologia. Análise físico-química e Estudo nutricional dos constituintes fundamentais dos alimentos; glicídios,lipídios, proteínas, vitaminas, minerais, água, estudo químico e nutricional dos constituintes secundários dos alimentos: enzimas, corantes (clorofila, antociaminas, bioflavonóides, carotenos), constituintes que afetam o sabor (ácidos orgânicos, substancias tânicas), constituintes que afetam o aroma (óleos essenciais, terpenóides), conservantes e aditivos químicos. Amostragem e preparo de amostras em análise de alimentos. Composição e classificação dos alimentos. Bebidas alcoólicas, bebidas destiladas, bebidas não alcoólicas e bebidas estimulantes. Legislação de alimentos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. CONCEITO E IMPORTÂNCIA DA BROMATOLOGIA 1.1. Conceito 1.2. Importância da Bromatologia 2. ESTUDO CONSTITUCIONAL DOS ALIMENTOS 2 1. OS GLICÍDIOS NOS ALIMENTOS 2.1.1. Conceito 2.1.2. Funções 2.1.3 Importância nutricional 2.1.4 Alimentos açucarados, feculentos e mistos 2.1.5 Importância industrial do amido, das pectinas, gomas e mucilagens 2.1.6 Reações dos glicídeos 2.2. OS LIPÍDIOS NOS ALIMENTOS 2.2.1. Conceito 2.2.2. Classificação dos lipídios 2.2.3. Constituição em ácidos graxos 2.2.4. Os triglicerídeos e sua importância nutricional 2.2.5. Os Fosfolipídeos e sua importância nutricional 2.2.6. As gorduras hidrogenadas 2.2.7. Reações dos lipídios 2.3. AS PROTEÍNAS NOS ALIMENTOS 2.3.1. Conceito 2.3.2. Classificação 2.3.3. Importância 2.3.4. Proteínas da carne e dos ovos 2.3.5. Proteínas do leite 2.3.6. Proteínas vegetais 2.4. AS VITAMINAS NOS ALIMENTOS 2.4.1. As vitaminas lipossolúveis 2.4.2. As vitaminas hidrossolúveis 2.5. CONSTITUINTES MINERAIS DOS ALIMENTOS 2.5.1. Composição dos alimentos quanto presença de cálcio, fósforo, magnésio, etc 2.5.2. Importância dos minerais nos alimentos 154 155 METODOLOGIA O aluno será orientado na elaboração de um projeto de pesquisa. AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina será feita com base nas informações contidas no Regulamento do Trabalho de Graduação BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOBBIO, F. O.; BOBBIO, P.A.. Introdução à Química de Alimentos. Ed. Varela, São Paulo, 1989. GEWANDSZNAJDER, F.. Nutrição. 12 ed, São Paulo: Atica, 2000. TIRAPEGUI, J.. Nutrição: Fundamentos e Aspectos Atuais. São Paulo: Atheneu, 2000. WILLIAMS, S. R.. Fundamentos de Nutrição e Dietoterapia. Porto Alegre: Artmed, 1997. BILBIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, P. A.; BOBBIO, F. O. ? Química do processamento de alimentos. Ed. Varela, São Paulo, 1989. FENNEMA, O. R. ? Química de los alimentos. Ed. Acribia, Zaragoza, Espanha, 1993. Revista da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia dos Alimentos (SBCTA) (Periódico). WAITZBERG, D. L.. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3ed, São Paulo: Atheneu, 2000. 156 7. LEGISLAÇÃO RELACIONADA À CRIAÇÃO DO CURSO Decreto-Lei 5.452/43 – 1º de maio de 1943 Consolidação das Leis do Trabalho - Título III, Capítulo I, Seção XIII Lei no 2.800/56 - 18 de junho de 1956 Cria os Conselhos Federal e Regionais de Química, dispõe sobre a profissão do químico e dá outras providências. Decreto 85.877/81 - 07 de abril de 1981 Estabelece normas para execução da Lei nº 2.800, sobre o exercício da profissão de químico, e dá outras providências. Lei 9.649/98 - 27 de maio de 1998 Dispõe sobre a personalidade jurídica das Entidades de Fiscalização Profissional 157 DECRETO-LEI Nº 5.452, DE lº DE MAIO DE 1943 - CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO ..... TÍTULO III CAPÍTULO I SEÇÃO XIII Dos químicos Art. 325 - É livre o exercício da profissão de químico em todo o território da República, observadas as condições de capacidade técnica e outras exigências previstas na presente seção:(1) a) aos possuidores de diploma de químico, químico industrial, químico industrial agrícola ou engenheiro químico, concedido, no Brasil, por escola oficial ou oficialmente reconhecida; b) aos diplomados em química por instituto estrangeiro de ensino superior, que tenham de acordo com a lei a partir de 14 de julho de 1934, revalidado os seus diplomas; c) aos que, ao tempo da publicação do decreto No 24.693, de 12 de julho de 1934, se achavam no exercício efetivo de função pública ou particular, para a qual seja exigida a qualidade de químico e que tenham requerido o respectivo registro até a extinção do prazo fixado pelo decreto-lei nº 2.298, de 10 de junho de 1940. § lº - Aos profissionais incluídos na alínea c deste artigo, se dará, para os efeitos da presente Seção, a denominação de "licenciados". § 2º - O livre exercício da profissão de que trata o presente artigo só é permitido a estrangeiros, quando compreendidos: a) nas alíneas a e b, independentemente de revalidação do diploma, se exerciam legitimamente na República, a profissão de químico na data da promulgação da Constituição de 1934; b) na alínea b, se a seu favor militar a existência de reciprocidade internacional, admitida em lei, para o reconhecimento dos respectivos diplomas; c) na alínea c, satisfeitas as condições nela estabelecidas. § 3º - O livre exercício da profissão a brasileiros naturalizados está subordinado à prévia prestação do serviço militar, no Brasil. § 4º - Só aos brasileiros natos é permitida a revalidação dos diplomas de químicos, expedidos por institutos estrangeiros de ensino superior. (2) Art. 326 - Todo aquele que exercer ou pretender exercer as funções de químico, é obrigado ao uso da Carteira de Trabalho e Previdência Social, devendo os profissionais que se encontrarem nas condições das alíneas a e b do art. 325, registrar os seus diplomas de acordo com a legislação vigente. § lº - A requisição de Carteiras de Trabalho e Previdência Social para uso dos químicos, além do disposto no capítulo "Da Identificação Profissional", somente será processada mediante apresentação dos seguintes documentos que provêm: a) ser o requerente brasileiro, nato ou naturalizado, ou estrangeiro; (2) b) estar, se for brasileiro, de posse dos direitos civis e políticos; c) ter diploma de químico, químico industrial, químico industrial agrícola, ou engenheiro químico, expedido por escola superior oficial ou oficializada; d) ter, se diplomado no estrangeiro, o respectivo diploma revalidado nos termos da lei; e) haver, o que for brasileiro naturalizado, prestado serviço militar no Brasil; f) achar-se, o estrangeiro, ao ser promulgada a Constituição de 1934, exercendo legitimamente, na República, a profissão de químico, ou concorrer a seu favor a existência de reciprocidade internacional, admitida em lei, para o reconhecimento dos diplomas dessa especialidade. § 2º - A requisição de que trata o parágrafo anterior deve ser acompanhada: a) do diploma devidamente autenticado no caso da alínea b do artigo precedente, e com as firmas reconhecidas no país de origem e na Secretaria de Estado das Relações Exteriores, ou da respectiva certidão, bem como do título de revalidação, ou certidão respectiva, de acordo com a legislação em vigor; b) do certificado ou atestado comprobatório de se achar o requerente na hipótese da alínea c do referido artigo, ao tempo da publicação do decreto no 24.693, de 12 de julho de 1934, no exercício efetivo de função pública, ou particular, para a qual seja exigida a qualidade de químico, devendo esses documentos ser autenticados pelo delegado regional do Trabalho, quando se referirem a requerentes moradores nas capitais dos Estados, ou coletor federal, no caso de residirem os interessados nos municípios do interior; c) de três exemplares de fotografia exigida pelo art. 329 e de uma folha com as declarações que devem ser lançadas na Carteira de Trabalho e Previdência Social, de conformidade com o disposto nas alíneas do mesmo artigo e seu parágrafo único. § 3º - Reconhecida a validade dos documentos apresentados, o serviço de Identificação Profissional do Departamento Nacional do Trabalho, no distrito federal, ou os órgãos regionais do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), nos Estados, registrarão, em livros próprios, os documentos a que se refere a alínea c do § lº e, juntamente com a Carteira de Trabalho e Previdência Social emitida, os devolverão ao interessado. (3) Art. 327 - Além dos emolumentos fixados no Capítulo "Da Identificação Profissional", o registro do diploma fica sujeito à taxa de 30 cruzeiros. (4) Art. 328 - Só poderão ser admitidos a registro os diplomas, certificados de diplomas, cartas e outros títulos, bem como atestados e certificados que estiverem na devida forma e cujas firmas hajam sido regularmente reconhecidas por tabelião público e, sendo estrangeiros, pela Secretaria de Estado das Relações Exteriores, acompanhados estes últimos da respectiva tradução, feita por intérprete comercial brasileiro. 158 Parágrafo Único - O Departamento Nacional do Trabalho e as Delegacias Regionais do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), nos Estados, publicarão, periodicamente, a lista dos químicos registrados na forma desta seção. (5) Art. 329 - A cada inscrito, e como documento comprobatório do registro, será fornecida pelo Departamento Nacional do Trabalho no Distrito Federal, ou pelas Delegacias Regionais, nos Estados, uma Carteira de Trabalho e Previdência Social numerada, que, além da fotografia, medindo 3 por 4 centímetros, tirada de frente, com a cabeça descoberta, e das impressões do polegar, conterá as declarações seguintes: (6) a) o nome por extenso; b) a nacionalidade e, se estrangeiro, a circunstância de ser ou não naturalizado; c) a data e lugar do nascimento; d) a denominação da escola em que houver feito o curso; e) a data da expedição do diploma e o número do registro no Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS); f) a data da revalidação do diploma, se de instituto estrangeiro; g) a especificação, inclusive data, de outro título ou títulos de habilitação; h) a assinatura do inscrito. Parágrafo Único - A carteira destinada aos profissionais a que se refere o § 1º do art. 325 deverá, em vez das declarações indicadas nas alíneas d, e e f deste artigo, e além do título - licenciado posto em destaque, conter a remoção do título de nomeação ou admissão e respectiva data, se funcionário público, ou do atestado relativo ao exercício, na qualidade de químico, de um cargo em empresa particular, com designação desta e da data inicial do exercício. (7) Art. 330 - A Carteira de Trabalho e Previdência Social, expedida nos termos desta Seção, é obrigatória para o exercício da profissão, substitui em todos os casos o diploma ou título e servirá de carteira de identidade. Art. 331 - Nenhuma autoridade poderá receber impostos relativos ao exercício profissional de químico, senão à vista da prova de que o interessado se acha registrado de acordo com a presente Seção, e essa prova será também exigida para a realização de concursos periciais e todos os outros atos oficiais que exijam capacidade técnica de químico. Art. 332 - Quem, mediante anúncios, placas, cartões comerciais ou outros meios capazes de ser identificados, se propuser ao exercício da química, em qualquer dos seus ramos, sem que esteja devidamente registrado, fica sujeito às penalidades aplicáveis ao exercício ilegal da profissão. Art. 333 - Os profissionais a que se referem os dispositivos anteriores só poderão exercer legalmente as funções de químicos depois de satisfazerem as obrigações constantes do art. 330 desta Seção. Art. 334 - O exercício da profissão de química compreende: (8) 159 a) a fabricação de produtos e subprodutos químicos em seus diversos graus de pureza; b) a análise química, a elaboração de pareceres, atestados e projetos da especialidade e sua execução, perícia civil ou judiciária sobre essa matéria, a direção e a responsabilidade de laboratórios ou departamentos químicos, de indústria e empresas comerciais; c) o magistério nas cadeiras de química dos cursos superiores, especializados em química; d) a engenharia química. § 1º - Aos químicos, químicos industriais e químicos industriais agrícolas que estejam nas condições estabelecidas no art. 325, alíneas a e b, compete o exercício das atividades definidas nos itens a, b red c deste artigo, sendo privativa dos engenheiros químicos a do item "d". § 2º - Aos que estiverem nas condições do art. 325, alíneas a e b, compete, como aos diplomados em medicina ou farmácia, as atividades definidas no art. 2º, alíneas d, e e f do decreto no 20.377, de 08 de setembro de 1931, cabendo aos agrônomos e engenheiros agrônomos as que se acham especificadas no art. 6, alínea h, do decreto nº 23.196, de 12 de outubro de 1933. Art. 335 - É obrigatória a admissão de químicos nos seguintes tipos de indústria: a) de fabricação de produtos químicos; b) que mantenham laboratório de controle químico; c) de fabricação de produtos industriais que são obtidos por meio de reações químicas dirigidas, tais como cimento, açúcar e álcool, vidro, curtume, massas plásticas artificiais, explosivos, derivados de carvão ou de petróleo, refinação de óleos vegetais ou minerais, sabão, celulose e derivados. Art. 336 - No preenchimento de cargos públicos, para os quais se faz mister a qualidade de químico, ressalvadas as especializações referidas no § 2º do art. 334, a partir da data da publicação do decreto no 24.693, de 12 de julho de 1934, requer-se, como condição essencial, que os candidatos previamente hajam satisfeito às exigências do art. 333 desta Seção. Art. 337 - Fazem fé pública os certificados de análises químicas, pareceres, atestados, laudos de perícias e projetos relativos a essa especialidade, assinados por profissionais que satisfaçam as condições estabelecidas nas alíneas a e b do art.325. Art. 338 - É facultado aos químicos que satisfizerem as condições constantes do art. 325, alíneas a e b, o ensino da especialidade a que se dedicarem, nas escolas superiores, oficiais ou oficializadas. Parágrafo Único - Na hipótese de concurso para o provimento de cargo ou emprego público, os químicos a que este artigo se refere terão preferência, em igualdade de condições. Art. 339 - O nome do químico responsável pela fabricação dos produtos de uma fábrica, usina ou laboratório, deverá figurar nos respectivos rótulos, faturas e anúncios, compreendida entre estes últimos a legenda impressa em cartas e sobrecartas. 160 Art. 340 - Somente os químicos habilitados, nos termos do art. 325, alínea a e b, poderão ser nomeados "ex officio" para os exames periciais de fábricas, laboratórios e usinas e de produtos aí fabricados. Parágrafo Único - Não se acham compreendidos no artigo anterior os produtos farmacêuticos e os laboratórios de produtos farmacêuticos. Art. 341 - Cabe aos químicos habilitados, conforme estabelece o art. 325, alínea a e b, a execução de todos os serviços que, não especificados no presente regulamento, exijam por sua natureza o conhecimento de química. (9) Art. 342 - A fiscalização do exercício da profissão de químico incumbe ao Departamento Nacional do Trabalho no Distrito Federal e às autoridades regionais do Ministério do Trabalho e Previdência Social, nos Estados. (10) Art. 343 - São atribuições dos órgãos de fiscalização; (11) a) examinar os documentos exigidos para o registro profissional de que trata o art. 326 e seus §§ l e 2 e o art. 327, proceder à respectiva inscrição e indeferir o pedido dos interessados que não satisfazerem as exigências desta seção. b) registrar as comunicações e contratos, a que aludem o art. 350 e seus parágrafos e dar às respectivas baixas; c) verificar o exato comprimento das disposições desta Seção, realizando as investigações que forem necessárias, bem como o exame dos arquivos, livros de escrituração, folhas de pagamento, contrato e outros documentos de uso de firmas ou empresas industriais ou comerciais, em cujos serviços tome parte um ou mais profissionais que desempenhem função para a qual se deva exigir a qualidade de químico. Art. 344 - Aos sindicatos de químicos devidamente reconhecidos é facultado auxiliar a fiscalização, no tocante à observação da alínea c do artigo anterior. (10) Art. 345 - Verificando-se, pelo Ministro do Trabalho e Previdência Social (MTPS), serem falsos os diplomas ou outros títulos dessa natureza, atestado, certificados e quaisquer documentos exibidos para os fins de que trata esta seção, incorrerão os seus autores e cúmplices nas penalidades estabelecidas em lei. (11) Parágrafo Único - A falsificação de diploma ou outros quaisquer títulos, uma vez verificada, será imediatamente comunicada ao Serviço de Identificação Profissional, do Departamento Nacional do Trabalho, remetendo-se-lhe os documentos falsificados, para instrução do processo que no caso couber. Art. 346 - Será suspenso do exercício de suas funções, independentemente de outras penas em que possa incorrer, o químico, inclusive o licenciado, que incidir em alguma das seguintes faltas: a) revelar improbidade profissional, dar falso testemunho, quebrar o sigilo profissional e promover falsificações, referentes prática de atos de que trata esta seção. 161 b) concorrer com seus conhecimentos científicos para a prática de crime ou atentado contra a pátria, a ordem social ou a saúde pública; c) deixar, no prazo marcado nesta Seção, de requerer a revalidação e registro do diploma estrangeiro, ou o seu registro profissional no Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS). (12) Parágrafo Único - O tempo de suspensão a que alude este artigo variará entre um mês e um ano, a critério do Departamento Nacional do Trabalho após processo regular, ressalvada a ação da justiça pública. Art. 347 - Aqueles que exerceram a profissão do químico sem ter preenchido as condições do art. 325 e suas alíneas, nem promovido o seu registro, nos termos do art. 326, incorrerão na multa de 2/5 (dois quintos) do salário-mínimo a 10 (dez) salários-mínimos regionais, que será elevada ao dobro, no caso de reincidência. (13) Art. 348 - Aos licenciados a que alude o § l do art. 325, poderão, por ato do Departamento Nacional do Trabalho, sujeito à aprovação do ministro, ser cassadas as garantias asseguradas por esta Seção desde que interrompam, por motivo de falta prevista no art. 346, a função pública ou particular em que se encontravam por ocasião da publicação do Decreto nº 24.693, de 12 de julho de 1934. (12) Art. 349 - O número de químicos estrangeiros a serviço de particulares, empresas ou companhias não poderá exceder de 1/3 ao dos profissionais brasileiros compreendidos nos respectivos quadros. Art. 350 - O químico que assumir a direção técnica ou cargo de químico de qualquer usina, fábrica, ou laboratório industrial ou de análise deverá, dentro de 24 horas e por escrito, comunicar essa ocorrência ao órgão fiscalizador, contraindo, desde essa data, a responsabilidade da parte técnica referente à sua profissão, assim como a responsabilidade técnica dos produtos manufaturados. § lº - Firmando-se contrato entre o químico e o proprietário da usina, fábrica ou laboratório, será esse documento apresentado, dentro do prazo de 30 dias, para registro, ao órgão fiscalizador. § 2º - Comunicação idêntica à de que trata a primeira parte deste artigo fará o químico, quando deixar a direção técnica ou o cargo de químico, em cujo exercício se encontrava, a fim de ressalvar a sua responsabilidade e fazer-se o cancelamento do contrato. Em caso de falência do estabelecimento, a comunicação será feita pela firma proprietária. SEÇÃO XIV DAS PENALIDADES Art. 351 - Os infratores dos dispositivos do presente capítulo incorrerão na multa de 1/10 (um décimo) do salário-mínimo a 10 (dez) salários-míminos regionais, segundo a natureza da infração, sua extensão e a intenção de quem a praticou, aplicada em dobro no caso de reincidência, oposição à fiscalização ou desacato à autoridade.(14) 162 Parágrafo Único - São competentes para impor penalidades as autoridades de primeira instância incumbidas da fiscalização dos preceitos constantes do presente capítulo. Publicado no D.O.U. de 09.08.43. (1) Vide Lei nº 2.800/56. (2) A Lei nº 6.192 de 19.12.74 veda qualquer distinção entre brasileiros natos e naturalizados. (3) Revogado pelo art. 15 da Lei nº 2.800/56. (4) Revogado pelo art. 26 da Lei nº 2.800/56. (5) Revogado pelos artigos 8º, letra "e" e 13, letra "d" da Lei nº 2.800/56. (6) Passou a competência dos CRQ’s com o advento da Lei nº 2.800/56. (7) Revogado pelos artigos 13 e 15 da Lei nº 2.800/56. (8) Vide Decreto nº 85.877/81. (9) Vide Decreto nº 85.877/81. (10) Revogado pela Lei nº 2.800/56. (11) Matéria de Competência dos CRQ’s, nos termos do disposto nos arts. 1º, 13 e 15 da Lei nº 2.800/56. (12) Passou a competência dos CRQ’s com o advento da Lei nº 2.800/56. (13) A Lei nº 6.205 de 29.4.75 descaracterizou o salário mínimo como fator de correção monetária. (14) As penalidades a que se refere o artigo passaram a ser de 1 a 100 Valores Regionais de Referência, de acordo com a Lei nº 6.205 de 29.04.75 combinada com a Lei nº 6.986 de 13.04.82. 163 164 LEI Nº 2.800 DE 18 DE JUNHO DE 1956 Cria os Conselhos Federal e Regionais de Química, dispõe sobre a profissão do químico e dá outras providências. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I: DOS CONSELHOS DE QUÍMICA Art. 1º - A fiscalização do exercício da profissão de químico regulada no Decreto-Lei nº 5.452, de lº de maio de 1943 - Consolidação das Leis do Trabalho, Título III, Capítulo I, Seção XIII - será exercida pelo Conselho Federal de Química e pelos Conselhos Regionais de Química, criados por esta Lei. Art. 2º - O Conselho Federal de Química e os Conselhos Regionais de Química são dotados de personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa e patrimonial. Art. 3º - A sede do Conselho Federal de Química será no Distrito Federal. Art. 4º - O Conselho Federal de Química será constituído de brasileiros natos ou naturalizados, registrados de acordo com o art. 25 desta Lei e obedecerá à seguinte composição: a) um presidente, nomeado pelo Presidente da República e escolhido dentre os nomes constantes da lista tríplice organizada pelos membros do Conselho; b) nove conselheiros federais efetivos e três suplentes, escolhidos em assembléia constituída por delegado-eleitor de cada Conselho Regional de Química; c) três conselheiros federais efetivos escolhidos pelas congregações das escolas-padrão, sendo um engenheiro químico pela Escola Politécnica de São Paulo, um químico industrial pela Escola Nacional de Química um bacharel em química pela Faculdade Nacional de Filosofia. Parágrafo Único - O número de conselheiros federais poderá ser ampliado de mais de três , mediante resolução do Conselho Federal de Química, conforme necessidades futuras. Art. 5º - Dentre os nove conselheiros federais efetivos de que trata a letra b do art. 4º da presente Lei, três devem representar as categorias das escolas-padrão mencionadas na letra c, do mesmo artigo. § 1º - Haverá entre os nove conselheiros, no mínimo, 1/3 de engenheiros químicos e 1/3 de químicos industriais ou químicos industriais agrícolas ou químicos. § 2º - Haverá, também, entre os nove conselheiros, um técnico químico. Art. 6º - Os três suplentes indicados na letra b do art. 4º desta Lei deverão ser profissionais correspondentes a três categorias de escolas-padrão. Art. 7º - O mandato do presidente e dos conselheiros federais efetivos e dos suplentes será honorífico e durará três anos. Parágrafo Único - O número de conselheiros será renovado anualmente pelo terço. Art. 8º - São atribuições do Conselho Federal de Química: a) organizar o seu regimento interno; b) aprovar os regimentos internos organizados pelos Conselhos Regionais, modificando o que se tornar necessário, a fim de manter a unidade de ação; c) tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais de Química e dirimi-las; d) julgar em última instância os recursos das deliberações dos Conselhos Regionais de Química; e) publicar o relatório anual dos seus trabalhos e, periodicamente, a relação de todos os profissionais registrados; f) expedir as resoluções que se tornem necessárias para a fiel interpretação e execução da presente Lei; g) propor ao Governo Federal as modificações que se tornarem convenientes para melhorar a regulamentação do exercício da profissão de químico; h) deliberar sobre questões oriundas de exercícios de atividades afins às do químico; i) deliberar sobre as questões do exercício, por profissionais liberais, de atividades relacionadas com a química que, à data desta Lei, vinham exercendo; j) deliberar sobre as questões oriundas dos exercícios das atividades de técnicos de laboratório; 1) Convocar e realizar, periodicamente, congressos de conselheiros federais e regionais para estudar, debater e orientar assuntos referentes a profissão. Parágrafo único - As questões referentes às atividades afins com outras profissões serão resolvidas através de entendimento com as entidades reguladoras dessas profissões. Art. 9º - O Conselho Federal de química só deliberará com a presença mínima da metade mais um de seus membros. Parágrafo Único - As resoluções a que se refere a alínea f do art. 8º só serão válidas quando aprovadas pela maioria dos membros do Conselho Federal de Química. Art. 10º - Ao presidente do Conselho Federal de Química compete, além da direção do Conselho, a suspensão de decisão que o mesmo tome e lhe pareça inconveniente. Parágrafo Único - O ato da suspensão vigorará até novo julgamento do caso, para o qual o presidente convocará segunda reunião, no prazo de 30 dias, contados do seu ato; se, no segundo julgamento, o Conselho mantiver por dois terços de seus membros, a decisão suspensa, esta entrará em vigor imediatamente. Art. 11 - O Presidente do Conselho Federal de Química, é o responsável administrativo pelo Conselho Federal de Química, inclusive pela prestação de contas perante o órgão federal competente. 165 Art. 12 - O Conselho Federal de Química fixará a composição dos Conselhos Regionais de Química, procurando organizá-los à sua semelhança, e promoverá a instalação de tantos órgãos quantos forem julgados necessários fixando as suas sedes e zonas de jurisdição. Art. 13 - As atribuições dos Conselhos Regionais de Química são as seguintes: a) registrar os profissionais de acordo com a presente Lei e expedir a carteira profissional; b) examinar reclamações e representações acerca dos serviços de registro e das infrações desta lei e decidir, com recurso, para o Conselho Federal de Química; c) fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punindo as infrações à lei, bem como enviando às autoridades competentes relatórios documentados sobre fatos que apuraram e cuja solução não seja de sua alçada. d) publicar relatórios anuais dos seus trabalhos e, periodicamente, a relação dos profissionais registrados; e) organizar o seu regimento interno, submetendo-o à aprovação do Conselho Federal de Química; f) sugerir ao Conselho Federal de Química as medidas necessárias a regularidade dos serviços e a fiscalização do exercício profissional; g) admitir a colaboração dos sindicatos e associações profissionais nos casos das matérias das letras anteriores; h) eleger um delegado-eleitor para a assembléia referida na letra "b" do art. 4º. Art. 14 - A escolha dos Conselheiros Regionais efetuar-se-á em assembléias realizadas nos Conselhos Regionais, separadamente por delegados das escolas competentes e por delegadoseleitores dos sindicatos e associações de profissionais registrados no Conselho Regional respectivo. Art. 15 - Todas as atribuições estabelecidas no Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 Consolidação das Leis do Trabalho - referentes ao registro, à fiscalização e à imposição de penalidades, quanto ao exercício da profissão de químico, passam a ser de competência dos Conselhos Regionais de Química. Art. 16 - Os Conselhos Regionais de Química poderão, por procuradores seus, promover, perante o juízo da Fazenda Pública e mediante o processo de executivo fiscal, a cobrança das penalidades ou anuidades previstas para a execução da presente lei. Art. 17 - A responsabilidade administrativa de cada Conselho Regional cabe ao respectivo presidente, inclusive a prestação de contas perante o órgão federal competente. Art. 18 - O exercício da função de Conselheiro Federal ou Regional de Química, por espaço de tempo não inferior a dois terços do respectivo mandato, será considerado serviço relevante. Parágrafo Único - O Conselho Federal de Química concederá, aos que se acharem nas condições deste artigo, o certificado de serviço relevante prestado à Nação, independente de requerimento do interessado até (60) sessenta dias após a conclusão do mandato. 166 Art. 19 - O Conselheiro Federal ou Regional que, durante um ano, faltar, sem licença prévia do respectivo Conselho, a (6) seis sessões consecutivas ou não, embora com justificação, perderá automaticamente o mandato, que passará a ser exercido, em caráter efetivo, pelo respectivo suplente. CAPÍTULO II: DOS PROFISSIONAIS E DAS ESPECIALIZAÇÕES DA QUÍMICA Art. 20 - Além dos profissionais relacionados no Decreto-Lei Nº 5.452, de 1º de maio de 1943 Consolidação das Leis do Trabalho. São também profissionais da química os bacharéis em Química e os técnicos químicos. § lº - Aos bacharéis em química, diplomados pelas Faculdades de Filosofia, oficiais ou oficializadas após registro de seus diplomas nos Conselhos Regionais de Química para que possam gozar dos direitos decorrentes do Decreto-Lei nº 1.190 de 04 de abril de 1939, fica assegurada a competência para realizar análises e pesquisas químicas em geral. § 2º - Aos técnicos químicos, diplomados pelos Cursos Técnicos de Química Industrial, oficiais ou oficializados, após registro de seus diplomas nos Conselhos Regionais de Química, fica assegurada a competência para: a) análises químicas aplicadas à indústria; b) aplicação de processo de tecnologia química na fabricação de produtos, subprodutos e derivados, observada a especialização do respectivo diploma; c) responsabilidade técnica, em virtude de necessidades locais e a critério do Conselho Regional de Química da jurisdição, de fábrica de pequena capacidade que se enquadre dentro da respectiva competência e especialização. § 3º - O Conselho Federal de Química poderá ampliar o limite de competência conferida nos parágrafos precedentes, conforme o currículo escolar ou mediante prova de conhecimento complementar de tecnologia ou especialização, prestado em escola oficial. Art. 21 - Para registro e expedição de carteiras profissionais de bacharéis em química e técnicos químicos, serão adotadas normas equivalentes às exigidas no Decreto-lei nº 5.452, de 07 de maio de 1943 - Consolidação das Leis do Trabalho - para os mais profissionais da química. Art. 22 - Os engenheiros químicos registrados no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, nos termos do Decreto-lei nº 8.620, de 10 de janeiro de 1946, deverão ser registrados no Conselho Regional de Química, quando suas funções, como químico, assim o exigirem. Art. 23 - Independentemente de seu registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, os engenheiros industriais, modalidade química deverão registrar-se no Conselho Regional de Química, para o exercício de suas atividades como químico. Art. 24 - O Conselho Federal de Química, em resoluções definirá ou modificará as atribuições ou competência dos profissionais da química, conforme as necessidades futuras. 167 Parágrafo Único - Fica o Conselho Federal de Química, quando se tornar conveniente autorizado a proceder à revisão de suas resoluções de maneira a que constituam um corpo de doutrina, sob a forma de Consolidação. CAPÍTULO III: DAS ANUIDADES E TAXAS Art. 25 - O profissional da química, para o exercício de sua profissão, é obrigado ao registro no Conselho Regional de Química a cuja jurisdição estiver sujeito, ficando obrigado ao pagamento de uma anuidade ao respectivo Conselho Regional de Química, até o dia 31 de março de cada ano, acrescido de 20% (vinte por cento) de mora, quando fora deste prazo. Art. 26 - Os Conselhos Regionais de Química cobrarão taxas pela expedição ou substituição de carteira profissional e pela certidão referente à anotação de função ou de registro de firma. Art. 27 - As firmas individuais de profissionais e as mais firmas, coletivas ou não, sociedades, associações, companhias e empresas em geral, e suas filiais, que explorem serviços para os quais são necessárias atividades de químico, especificadas no Decreto-lei nº 5.452, de lº de maio de 1943 - Consolidação das Leis do Trabalho - ou nesta lei, deverão provar perante os Conselhos Regionais de Química que essas atividades são exercidas por profissional habilitado e registrado. Parágrafo Único - Os infratores deste artigo incorrerão em multa de 1 (um) a 10 (dez) saláriosmínimos regionais, que será aplicada em dobro, pelo Conselho Regional de Química competente, em caso de reincidência. Art. 28 - As firmas ou entidades a que se refere o artigo anterior são obrigadas ao pagamento de anuidades ao Conselho Regional de Química em cuja jurisdição se situam, até o dia 31 de março de cada ano, ou com mora de 20% (vinte por cento) quando fora deste prazo. Art. 29 - O Poder Executivo proverá, em decreto, a fixação das anuidades e taxas a que se referem os artigos 25, 26 e 28 e sua alteração só poderá ter lugar com intervalos não inferiores a 3 (três) anos, mediante proposta do Conselho Federal de Química. Art. 30 - Constitui renda do Conselho Federal de Química, o seguinte: a) 1/4 da taxa de expedição da carteira profissional; b) 1/4 da anuidade de renovação de registro; c) 1/4 das multas aplicadas de acordo com a presente lei; d) doações; e) subvenções dos Governos; f) 1/4 (um quarto) da renda de certidões. Art. 31 - A renda de cada Conselho Regional de Química será constituída do seguinte: a) três quartos (3/4) da renda proveniente da expedição de carteiras profissionais ; b) (3/4) três quartos da anuidade de renovação de registro; c) (3/4) três quartos das multas aplicadas de acordo com a presente lei; 168 d) doações; e) subvenções dos Governos; f) (3/4) três quartos da renda de certidões. CAPÍTULO IV: DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 32 - Os processos de registro de licenciamento, que se encontrarem ainda sem despacho, no Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, deverão ser renovados pelos interessados perante o Conselho Federal de Química, dentro de 180 (cento e oitenta dias) a contar da data da constituição deste Conselho, ao qual caberá decidir a respeito. Art. 33 - Aos químicos licenciados, que se registraram conseqüência do decreto nº 24.693, de 12 de julho de 1934, ficam asseguradas as vantagens que lhe foram conferidas por aquele decreto. Art. 34 - Os Presidentes dos Conselhos Federal e Regionais de Química prestarão anualmente suas contas perante o Tribunal de Contas da União. § lº - A prestação de contas do Presidente do Conselho Federal de Química será feita diretamente ao referido Tribunal, após aprovação do Conselho. § 2º - A prestação de contas dos Presidentes dos Conselhos Regionais de Química será feita ao referido Tribunal por intermédio do Conselho Federal de Química. § 3º - Cabe ao Presidente de cada Conselho a responsabilidade pela prestação de contas. Art. 35 - Os casos omissos verificados nesta lei serão resolvidos pelo Conselho Federal de Química. CAPÍTULO V: DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 36 - A assembléia que se realizar para a escolha dos nove primeiros Conselheiros efetivos e dos três primeiros Conselheiros suplentes do Conselho Federal de Química, previstos na conformidade da letra "b" do art. 4º desta lei, será presidida pelo consultor técnico do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio e se constituirá de delegados eleitores dos sindicatos e associações de profissionais de química, com mais de um ano de existência legal no país eleitos em assembléia das respectivas instituições, por voto secreto e segundo as formalidades estabelecidas para a escolha de suas diretorias ou órgãos dirigentes. § lº - Cada sindicato ou associação indicará um único delegado eleitor que deverá ser, obrigatoriamente, seu sócio efetivo e no pleno gozo de seus direitos sociais, e profissional da química, possuidor de registro como químico diplomado ou possuidor de diploma de bacharel em química ou técnico químico. 169 § 2º - Só poderá ser eleito na assembléia a que se refere este artigo, para exercer o mandato de Conselheiro Federal de Química, o profissional de química que preencha as condições estabelecidas no art. 4º desta lei. § 3º - Os sindicatos ou associações de profissionais da química, para obterem seus direitos de representação na assembléia a que se refere este artigo, deverão proceder dentro do prazo de noventa 90 (dias), a partir da data desta lei, ao seu registro prévio perante o consultor técnico do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, mediante a apresentação de seus estatutos e mais documentos julgados necessários. § 4º - Os três Conselheiros referidos na letra "c" do art. 4º da presente lei serão credenciados pelas respectivas escolas junto ao consultor técnico do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Art. 37 - O Conselho Federal de Química procederá em sua primeira seção, ao sorteio dos Conselheiros Federais de que tratam as letras "b" e "c" do art. 4º desta lei que deverão exercer o mandato por um, por dois ou por três anos. Art. 38 - Em assembléia dos Conselheiros federais efetivos eleitos na forma do art. 4o presidida pelo consultor técnico do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, serão votados os três nomes de profissionais da química que deverão figurar na lista tríplice a que se refere a letra "a" do art. 4º da presente lei, para escolha, pelo Presidente da República, do primeiro Presidente do Conselho Federal de Química. Art. 39 - O Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, pelo órgão competente, fornecerá cópias dos processos existentes naquele Ministério, relativos ao registro de químico, quando requisitados pelo Conselho Federal de Química. Art. 40 - Durante o período de organização do Conselho Federal de Química o Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio designará um local para sua sede, à requisição do Presidente deste instituto, fornecerá o material e pessoal necessários ao serviço. Art. 41 - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Rio de Janeiro, 18 de junho de 1956; 135º da Independência e 68º da República. JUSCELINO KUBITSCHEK Parsifal Barroso Clóvis Salgado Publicada no D.O.U. de 25.06.56. 170 171 DECRETO Nº 85.877, DE 07 DE ABRIL DE 1981 Estabelece normas para execução da Lei nº 2.800, de 18 de junho de 1956, sobre o exercício da profissão de químico, e dá outras providências. O presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 81, item III, da Constituição. DECRETA : Art. lº - O exercício da profissão de químico, em qualquer de suas modalidades, compreende: I - direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das respectivas atribuições; II - assistência, consultoria, formulações, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização relacionadas com a atividade de químico; III - ensaios e pesquisas em geral, pesquisa e desenvolvimento métodos de produtos; IV - análise química e físico-química, químico-biológica, fitoquímica, bromatológica, químicotoxicológica, sanitária e legal, padronização e controle de qualidade; V - produção e tratamento prévio e complementar de produtos e resíduos químicos; VI - vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos, elaboração de pareceres, laudos e atestados, no âmbito das respectivas atribuições; VII - operação e manutenção de equipamentos e instalações relativas à profissão de químico e execução de trabalhos técnicos de químicos; VIII - estudos de viabilidade técnica e técnico-econômica, relacionados com a atividade de químico; IX - condução e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, montagens, reparos e manutenção; X - pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais; XI - estudo, elaboração e execução de projetos da área; XII - estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais, relacionados com a atividade de químico; XIII - execução, fiscalização, montagem, instalação e inspeção de equipamentos e instalações industriais, relacionadas com a Química; XIV - desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das respectivas atribuições; XV - magistério, respeitada a legislação específica. Art. 2º - São privativos do químico: I - análises químicas ou físico-químicas, quando referentes a indústria química; II - produção, fabricação e comercialização, sob controle e responsabilidade de produtos químicos, produtos industriais obtidos por meio de reações químicas controladas ou de operações unitárias, produtos obtidos através de agentes físico-químicos ou biológicos, produtos industriais derivados de matéria- prima de origem animal, vegetal, ou mineral, e tratamento de resíduos resultantes da utilização destas matérias-primas sempre que vinculadas à indústria química; III - tratamento, em que se empreguem reações químicas controladas e operações unitárias, de águas para fins potáveis, industriais ou para piscinas públicas e coletivas, esgoto sanitário e de rejeitos urbanos e industriais; IV - o exercício das atividades abaixo discriminadas, quando exercidas em firmas ou entidades públicas e privadas, respeitado o disposto no art. 6º: a) análises químicas e físico-químicas; b) padronização e controle de qualidade, tratamento prévio de matéria-prima, fabricação e tratamento de produtos industriais; c) tratamento químico, para fins de conservação, melhoria ou acabamento de produtos naturais ou industriais; d) mistura, ou adição recíproca, acondicionamento embalagem e reembalagem de produtos químicos e seus derivados, cuja manipulação requeira conhecimentos de Química; e) comercialização e estocagem de produtos tóxicos, corrosivos, inflamáveis ou explosivos, ressalvados os casos de venda a varejo ; f) assessoramento técnico na industrialização, comercialização e emprego de matérias primas e de produtos de indústria química; g) pesquisa, estudo, planejamento, perícia, consultoria e apresentação de pareceres técnicos na área de Química. V - exercício, nas indústrias, das atividades mencionadas no art. 335 da Consolidação das Leis do Trabalho; VI - desempenho de outros serviços e funções, não especificados no presente Decreto, que se situem no domínio de sua capacitação técnico-científica; VII - magistério superior das matérias privativas constantes do currículo próprio dos cursos de formação de profissionais de Química, obedecida a legislação do ensino. Art. 3º - as atividades de estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais, na área de Química, são privativas dos profissionais com currículo da Engenharia Química. Art. 4º - Compete ainda aos profissionais de Química, embora não privativo ou exclusivo, o exercício das atividades mencionadas no art. lo, quando referentes a: 172 a) laboratórios de análises que realizem exames de caráter químico, fisico-químico, químicobiológico, fitoquímico, bromatológico, químico-toxicológico, sanitário e químico legal; b) órgãos ou laboratórios de análises clínicas ou de saúde pública ou a seus departamentos especializados, no âmbito de suas atribuições; c) estabelecimentos industriais em que se fabriquem insumos com destinação farmacêutica para uso humano e veterinário, insumos para produtos dietéticos e para cosméticos, com ou sem ação terapêutica; d) firmas e entidades públicas ou privadas que atuem nas áreas de química e de tecnologia agrícola ou agropecuária, de Mineração e de Metalurgia; e) controle de qualidade de águas potáveis, de águas de piscina, praias e balneários; f) exame e controle da poluição em geral e da segurança ambiental, quando causadas por agentes químicos e biológicos; g) estabelecimentos industriais em que se fabriquem produtos cosméticos sem ação terapêutica, produtos de uso veterinário sem indicação terapêutica, produtos saneantes, inseticidas, raticidas, antisséticos e desinfetantes; h) estabelecimentos industriais que fabriquem produtos dietéticos e alimentares; i) segurança do trabalho em estabelecimentos públicos ou particulares, ressalvada a legislação específica; j) laboratórios de análises químicas de estabelecimentos metalúrgicos. Art. 5º - As disposições deste Decreto abrangem o exercício da profissão de químico no serviço público da União, dos Estados, Distrito Federal, Territórios, Municípios e respectivos órgãos da administração indireta, bem como nas entidades particulares. Art. 6º - As dúvidas provenientes do exercício de atividades afins com outras profissões regulamentadas serão resolvidas através de entendimentos direto entre os Conselhos Federais interessados. Art. 7º - Para efeito do disposto no artigo anterior, considera-se afim com a do químico a atividade da mesma natureza, exercida por outros profissionais igualmente habilitados na forma da legislação específica. Art. 8º - Cabe ao Conselho Federal de Química expedir as resoluções necessárias à interpretação e execução do disposto neste Decreto. Art. 9º - Revogada as disposições em contrário, o presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Brasília, 07 de abril de 1981; 160º da Independência e 93º da República. JOÃO FIGUEIREDO Murilo Macedo Publicado no D.O.U. de 09.04.81 173 174 LEI Nº 9.649, DE 27 DE MAIO DE 1998 Art. 58 - Dispõe sobre a personalidade jurídica das Entidades de Fiscalização Profissional e dá outras providências. Art. 58 Os serviços de fiscalização profissional de profissões regulamentadas serão exercidos em caráter privado, por delegação do poder público, mediante autorização legislativa. §1º A organização, a estrutura e o funcionamento dos conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas serão disciplinados mediante decisão do plenário do conselho federal da respectiva profissão, garantindo-se que na composição deste estejam representados todos os seus conselhos regionais. §2º Os conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas, dotados de personalidade jurídica de direito privado, não manterão com os órgãos da Administração Pública qualquer vínculo funcional ou hierárquico. §3º Os empregados dos conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas são regidos pela legislação trabalhista, sendo vedada qualquer forma de transposição, transferência ou deslocamento para o quadro da Administração Pública Direta ou Indireta. §4º Os conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas são autorizados a fixar, cobrar e executar as contribuições anuais devidas por pessoas físicas e jurídicas, bem como preços de serviços ou multas, que constituirão receitas próprias, considerando-se título executivo extrajudicial a certidão relativa aos créditos decorrentes. §5º O controle das atividades financeiras e administrativas dos conselho de fiscalização de profissões regulamentadas será realizado pelos seus órgãos internos, devendo os conselhos regionais prestar contas, anualmente, ao conselho federal da respectiva profissão, e estes aos conselhos regionais. §6º Os conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas, por constituírem serviço público, gozam de imunidade tributária total em relação aos seus bens, rendas e serviços. §7º Os conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas promoverão, até 30 de junho de 1998, a adaptação de seus estatutos e regimentos ao estabelecido neste artigo. §8º Compete a Justiça Federal a apreciação de controvérsias que envolvam os conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas, quando do exercício dos serviços a eles delegados, conforme disposto no caput. §9º O disposto neste artigo não se aplica à entidade que trata a Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994. Publicado no D.O.U. de 28.05.98 ANEXOS ANEXO 1 – REGULAMENTO DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO ANEXO 2 – REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA INDÚSTRIA 175 ANEXO 1 – REGULAMENTO DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO 176 REGULAMENTO DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1o – As atividades do Trabalho de Graduação estão previstas no currículo do Curso de Química da URI, nas disciplinas de Trabalho de Graduação I (02 créditos) e Trabalho de Graduação II (02 créditos), totalizando 60h/a (04 créditos), que serão desenvolvidas pelos acadêmicos regulamente matriculados e que tenham cumprido todos os pré- requisitos curriculares e deste regulamento. Art. 2o – O rol de atividades aceitas nos projetos de graduação serão definidas neste regulamento, levando-se em conta a organização curricular, interesses educacionais, institucionais e as necessidades detectadas no mercado de trabalho. Art. 3o – Cada acadêmico realizará o Trabalho de Graduação em um campo determinado de atividades profissional, a sua escolha, preferencialmente enquadrada no rol de linhas de pesquisa do Departamento de Ciências Exatas e da Terra. CAPÍTULO I – DOS OBJETIVOS Art. 4o – O Trabalho de Graduação no Curso de Química tem os seguintes objetivos: a) Oportunizar ao acadêmico a iniciação científica tendo como base os conhecimentos construídos durante o curso e complementados com a investigação no decorrer do trabalho; b) Proporcionar aos acadêmicos condições complementares de atividades teóricas-práticas nos diferentes campos de atuação profissional; c) Proporcionar condições para que os acadêmicos formados desenvolvam atitudes e hábitos profissionais, bem como adquirir, exercitar e aprimorar conhecimentos técnicos e científicos no campo de atividades relacionadas ao projeto; d) Estimular a especialização na área de química e afins. CAPÍTULO II – REQUISITOS ESSENCIAIS PARA A FORMAÇÃO DO EGRESSO EM QUÍMICA Art. 5o – O acadêmico deverá evidenciar no desenvolver do trabalho de graduação, requisitos essenciais ao desempenho da profissão, tais como: a) Capacidade de formular, elaborar e executar projetos de pesquisa científica básica ou aplicada, em Química e áreas afins; b) Criatividade para tomada de decisões rápidas e eficientes; c) Capacidade de convívio social e afinidade para o trabalho em equipe; d) Tratamento ético na coleta e processamento de informações, bem como no convívio com pessoas e profissionais que venham a contribuir com seu trabalho. 177 CAPÍTULO III – DA OPERACIONALIZAÇÃO DOS TRABALHOS DE GRADUAÇÃO SEÇÃO I DO PROJETO Art. 6o – O Trabalho de Graduação a ser desenvolvido pelo acadêmico deverá estar enquadrado preferencialmente nas linhas de pesquisa do Departamento de Ciências Exatas e da Terra. Art. 7o – As atividades desenvolvidas durante o trabalho de graduação deverão englobar todas as etapas de um estudo científico, desde a formação da hipótese de pesquisa, a coleta de dados ou processamento de dados pré-existentes, mediante metodologias previamente estabelecidas, até a interpretação dos resultados com base nos dados obtidos e na literatura específica da área (revisão bibliográfica) e conclusões. A aceitação dos projetos está condicionada à viabilidade de realização dos mesmos. Art. 8o – O projeto deverá ser apresentado em data prevista pelo prof. responsável pela disciplina. Art. 9o – O projeto deverá seguir o roteiro padrão a ser estabelecido pela congregação do Curso de Química e/ou Química Industrial. Art. 10o – O Relatório Final poderá seguir o roteiro padrão estabelecido pela congregação do curso (Monografia) ou na forma de artigo científico de acordo com o periódico indexado. Art.11o – Os locais para a realização dos Trabalhos de Graduação serão: a) Prioritariamente as dependências da URI, ou seja, nos laboratórios de Química ou outro cursos afins; b) Em instituições de ensino e/ou pesquisas em empresas públicas e privadas, que assegurem condições plenas para a realização dos projetos mediante termos de cooperação técnicos firmados entre a URI e estes órgãos. Art. 12o – O acadêmico deverá escolher o orientador no ato da matrícula na disciplina de Trabalho de Graduação, conforme as listas de orientadores e vagas existentes e publicadas pela Coordenação do Curso e elaborar, em comum acordo com o mesmo, o projeto do Trabalho de Graduação. Art. 13o – O projeto será avaliado pela banca formada por dois professores, orientador e pelo professor responsável da disciplina do Trabalho de Graduação. Art. 14o – No caso da não aprovação do projeto, o acadêmico terá o prazo de 15 dias para refazer o projeto e ser reavaliado. Art. 15o – As correções propostas pela banca deverão ser incorporadas ao trabalho de graduação. SEÇÃO II 178 DA MATRÍCULA Art. 16o – O aluno deverá matricular-se na disciplina Trabalho de Graduação I e Trabalho de Graduação II do curso, respeitando as seguintes condições: a) Ter o orientador previamente aprovado pela Coordenação do Curso e pelo professor responsável pela Coordenação do Trabalho de Graduação; b) Ter cursado com aprovação as disciplinas referentes aos pré-requisitos. c) Apresentar a apólice de seguro (somente no caso de Trabalho de Graduação II). Parágrafo Único – O não cumprimento do disposto neste artigo implicará no cancelamento da matrícula para a disciplina de Trabalho de Graduação II no semestre letivo para o qual o acadêmico se matriculou. SEÇÃO III DA FREQÜÊNCIA Art. 17o – Os horários e dias da semana de dedicação do acadêmico ao projeto serão definidos em um plano de trabalho, elaborado pelo acadêmico, em comum acordo com o orientador. Art. 18o – O acadêmico e orientador deverão comparecer às reuniões com o professor responsável pela disciplina Trabalho de Graduação, definidas no cronograma de atividades da mesma . O não comparecimento do acadêmico será considerado para efeitos de freqüência e avaliação. Art.19o – O não cumprimento do cronograma fixado pelo presente regulamento e pelo projeto de graduação elaborado pelo acadêmico, e aprovado pela banca acarretará na reprovação do mesmo na disciplina de Trabalho de Graduação. CAPÍTULO IV- DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art. 20o – A estrutura organizacional do Trabalho de Graduação do Curso de Química será compostos por: a) b) c) Professor responsável pela disciplina do Trabalho de Graduação; Acadêmicos em fase de desenvolvimento de projeto; Professores e orientadores. Art. 21o – O professor responsável pela disciplinas de Trabalho de Graduação deverá ser professor integrante do Curso de Química e/ou Química Industrial, com dedicação de pelo menos vinte horas na URI com titulação mínima de Mestre. Art. 22o – Serão aceitos como orientadores professores efetivos da URI, com carga horária de no mínimo 20 horas/aulas semanais, com no mínimo especialização na área de concentração do projeto e experiência comprovada na mesma. 179 Parágrafo Único: Excepcionalmente serão aceitos professores horistas mediante aprovação do professor responsável pela disciplinas de Trabalho de Graduação e professor Coordenador de Curso. CAPÍTULO V – DAS ATRIBUIÇÕES SEÇÃO I DO PROFESSOR RESPONSÁVEL DA DISCIPLINA TRABALHO DE GRADUAÇÃO Art. 23o – Constituem atribuições administrativas básicas dos professores responsáveis pelas disciplinas de Trabalho de Graduação: a) Elaborar normas e procedimentos administrativos destinados a aprimorar as atividades do trabalho de graduação; b) Elaborar e divulgar cronograma semestral de atividades da disciplina de Trabalho de Graduação. c) Zelar pelo cumprimento do presente regulamento; d) Encaminhar propostas de alterações deste regulamento, com base em experiências acumuladas no decorrer do curso ou sugestões de orientadores, membros das bancas examinadoras e acadêmicos formados; e) Servir de mediador, em caso de ocorrência de conflitos de interesses, envolvendo alunos e professores no decorrer do trabalho; f) Assessorar os acadêmicos na resolução de assuntos pertinentes ao Trabalho de Graduação; g) Promover reuniões com professores orientadores e acadêmicos, sempre que for necessário ; h) Promover o cadastramento dos orientadores; i) Julgar os projetos de graduação quanto aos recursos financeiros e de infra-estrutura para a sua execução; j) Coordenar as atividades de orientação; k) Fixar o cronograma de entrega do projeto e do relatório (monografia ou artigo) junto à banca examinadora; l) Emitir convite para: apresentação e defesa do projeto, apresentação e defesa do relatório final; m) Encaminhar cópias do trabalho aos componentes da banca examinadora; n) Supervisionar o trabalho desenvolvido pela banca examinadora, coletando os respectivos pareceres e notas; o) Exercer as demais atribuições decorrentes da função. SEÇÃO II DO ORIENTADOR Art.24o – Constituem atribuições básicas do orientador: a) Assessorar os acadêmicos na elaboração do Projeto de Graduação e respectivo relatório; b) Supervisionar a execução das atividades previstas no projeto, de acordo com o plano de trabalho; 180 c) Contribuir técnica e cientificamente para a solução de problemas ou dúvidas dos acadêmicos em relação ao projeto desenvolvido; d) Manter encontros periódicos com o orientado; e) Formalizar a aceitação do orientado, junto ao professor responsável pela disciplinas de Trabalho de Graduação, na data fixada; f) Indicar bibliografia e periódicos que subsidiem a realização das atividades do acadêmico; g) Participar ativamente das reuniões com o professor responsável pela disciplina de Trabalho de Graduação; h) Avaliar o desempenho do orientado, emitindo uma nota nos diferentes momentos da avaliação; i) Participar da banca examinadora, quando da defesa do projeto e do relatório do Trabalho de Graduação; j) Propor ao professor responsável pela disciplina de Trabalho de Graduação normas e procedimentos necessários ao aprimoramento da disciplina. SEÇÃO IV DOS ACADÊMICOS Art. 25o – Constituem atribuições dos acadêmicos em fase de desenvolvimento do projeto de graduação: a) Escolher o orientador respeitando os critérios de seleção e disponibilidade do mesmo e elaborar, de comum acordo, o projeto de graduação e plano de trabalho, atendendo ao disposto neste regulamento; b) Matricular-se na disciplina de Trabalho de Graduação; c) Ser assíduo e pontual no cumprimento das atividades do projeto; d) Cumprir os cronogramas de atividades, previstas no projeto e no plano de trabalho; e) Cumprir as rotinas administrativas previstas neste regulamento; f) Participar de reuniões, cursos, seminários, atividades de orientação, organizadas pelo professor responsável pelas disciplinas de Trabalho de Graduação, quando for convocado para tal; g) Recorrer ao orientador ou ao professor responsável pelas disciplinas de Trabalho de Graduação quando necessitar de esclarecimentos, quanto às normas e procedimentos; h) Cumprir as exigências da empresa ou instituição onde o trabalho está sendo desenvolvido; i) Comunicar, por escrito, ao professor responsável pela disciplina a necessidade de alteração de atividades previstas no projeto, apresentando as justificativas necessárias, com aval expresso do orientador; j) Comunicar formalmente a desistência do projeto escolhido, quando for o caso; k) Entregar três cópias definitivas do projeto e do relatório da monografia e/ou artigo científico do Trabalho de Graduação, conforme data definida para a avaliação do projeto e defesa do relatório; l) Realizar as alterações sugeridas pela banca examinadora e entregar as três cópias com alterações para o professor responsável da disciplina dentro do prazo estipulado na programação. m) Entregar o relatório corrigido em meio eletrônico para o professor responsável da disciplina. CAPÍTULO VI – DA AVALIAÇÃO SEÇÃO I 181 ASPECTOS GERAIS Art. 26o – Na avaliação do acadêmico das disciplinas de Trabalho de Graduação serão considerados os seguintes itens: a) b) c) d) e) Elaboração e defesa do projeto; Cumprimento das atividades e dos cronogramas estabelecidos no projeto; Desempenho do acadêmico durante a execução do projeto. Apresentação escrita da monografia ou artigo científico. Apresentação oral (defesa) da monografia ou artigo perante banca examinadora. Art. 27o – A média final nas disciplinas de Trabalho de Graduação será obtida pela média aritmética entre as notas atribuídas pelos componentes da banca. Art. 28o – Será aprovado, nas Disciplinas de Trabalho de Graduação, o acadêmico que obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco) e freqüência suficiente, conforme o estabelecimento no Estatuto e Regimento Interno da URI. Art. 29o – O acadêmico que estiver legalmente impossibilitado de comparecer, na data e hora marcadas para apresentação do seu trabalho à Banca Examinadora, deverá justificar-se com antecedência mínima de um dia útil, mediante apresentação de documento comprobatório da impossibilidade, requerendo nova data para a apresentação, a ser definida pelo professor responsável pelas Disciplinas de Trabalho de Graduação. Art.30o –Em caso de reprovação o aluno deverá fazer nova matrícula na disciplina. SEÇÃO II DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO Art. 31o – Na avaliação de apresentação escrita do Trabalho de Graduação, para projetos de pesquisa ou trabalhos práticos, serão considerados os seguintes itens: a) Qualidade do trabalho; b) Organização; c) Observância das normas técnicas de redação científica e referências bibliográficas, de acordo com a forma escolhida para a apresentação (monografia ou artigo científico); d) Conhecimento do conteúdo e discussão dos resultados; e) Coerência entre os objetivos e a metodologia empregada; f) Coerência entre os objetivos do projeto e os resultados obtidos. Art. 32o – Na avaliação da apresentação escrita do Trabalho de Graduação, para trabalhos de revisão bibliográfica, serão considerados os seguintes itens: a) Qualidade do trabalho; b) Grau de abrangência da revisão; c) Análise crítica d) Conhecimento do assunto; g) Observância das normas técnicas de redação científica e referências bibliográficas, de acordo com a forma escolhida para a apresentação (monografia ou artigo científico). Art.33o – Na avaliação da apresentação oral (defesa) serão considerados os seguintes itens: 182 183 a) Capacidade de síntese na apresentação; b) Desenvoltura; c) Postura profissional; d) Coerência e profundidade dos conhecimentos na área de concentração do Trabalho de Graduação; e) Organização na seqüência de apresentação. Art.34o – As apresentações escrita e oral serão avaliadas pela banca examinadora. Art.35o – a Banca Examinadora será assim constituída: a) b) URI; c) Orientador; Dois professores que atuem preferencialmente na área de concentração da monografia, e da Professor responsável pela disciplina. Parágrafo Único – Poderão compor a banca examinadora, em substituição a professores da URI , pesquisadores de outras instituições, desde que possuam comprovada experiência na área de concentração do trabalho. Art.36o – A banca Examinadora emitirá um parecer em duas notas (de zero a dez), referentes às apresentações oral e escrita do Trabalho de Graduação. A nota final da disciplina será a média aritmética entre as avaliações anteriores e a nota do desempenho acadêmico emitido pelo orientador. CAPÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 37o – Os casos omissos serão resolvidos pelos professores responsáveis das disciplinas de Trabalho de Graduação, ouvida a Coordenação do Curso. ANEXO 2 – REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA INDÚSTRIA 184 REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA INDÚSTRIA DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - O estágio Supervisionado é obrigatório para a conclusão do curso de Química Industrial conforme Lei nº 9.131 e parecer CNE/CES 1.303/2001 e Resolução CES 08/2002, que tratam dos conteúdos de Química. CARACTERIZAÇÃO Art. 2º - O Estágio Supervisionado consiste no trabalho a ser desempenhado pelo acadêmico do curso de Química Industrial, dentro de suas áreas de formação, a ocorrer em uma indústria Química ou empresa que empreguem algum processo químico em seus meios de produção. Art. 3º - O Estágio Supervisionado será orientado por um professor vinculado a Universidade que tenha conhecimentos na área de trabalho do estagiário e, na falta deste, será aceita a orientação de um profissional de nível superior e comprovada especialização desde que previamente concorde com as exigências legais de sua função. Art. 4º - O Estágio Supervisionado terá duração mínima de 300 horas/aula, efetivamente comprovadas dentro da empresa, durante um período de seis meses. Parágrafo 1º - É permitido o afastamento temporário do acadêmico desde que: a) comunique no máximo após dois dias úteis de sua ausência, seu orientador e a empresa onde realiza o trabalho; b) retome as atividades em um prazo inferior a vinte dias úteis; c) não ocorram outros afastamentos que somados perpassem o prazo supracitado. Parágrafo 2º - Todas as faltas e atrasos serão compensados, devendo o estagiário adaptar-se as normas e horários vigentes na empresa onde o mesmo realiza seu estágio, desde que não superem 10% das horas trabalhadas a cada mês e não ultrapassem a três dias úteis consecutivos. OBJETIVO Art. 5º - Os objetivos do Estágio Supervisionado são: a) proporcionar ao formando o confronto dos conhecimentos acadêmicos com sua aplicabilidade no mercado de trabalho; b) moldar o perfil do profissional para que busque na Universidade os conhecimentos complementares a sua futura profissão; c) permitir ao futuro químico a experimentação de suas habilidades pessoais e de relacionamento interpessoal. 185 186 HABILITAÇÃO Art. 6º - Poderá habilitar-se à Disciplina de Estágio Supervisionado o acadêmico que atender aos seguintes pré-requisitos: a) ter concluído todas as disciplinas de formação geral b) ter concluído todas as disciplinas de formação específica diretamente relacionadas ao estágio a realizar PLANO DE ESTÁGIO E RELATÓRIO DE ESTÁGIO Art. 7º - O acadêmico deverá apresentar ao professor orientador do estágio, o plano de estágio, em um prazo de no máximo 30 dias úteis após o início do estágio, em 3 vias (1-estagiário, 1orientador e 1-arquivo da disciplina) com o aval do responsável técnico da empresa concedente do mesmo. Parágrafo Único - O professor orientador emitirá em 24 horas um parecer sobre o plano de estágio e, caso este não seja favorável, caberá ao professor elaborar sugestões e o acadêmico deverá reelaborar o mesmo em um prazo de 10 dias úteis. Art. 8º - O Relatório Técnico de estágio deverá ser elaborado durante o período de estágio, conforme as etapas constantes do cronograma e apresentado ao final do mesmo, obedecidos os prazos citados. Parágrafo Único - O Relatório Técnico será entregue sem encadernação final, em duas vias, para o professor orientador da disciplina, no prazo determinado no cronograma. AVALIAÇÃO FINAL Art. 9º - A avaliação final do estágio deverá ser feita pela banca constituída por 3 professores da congregação, convidados pelo Professor Coordenador da Disciplina ou, eventualmente, especialistas externos a Universidade, desde que em concordância com a Coordenação e o Orientador. Parágrafo Primeiro - A empresa preencherá um relatório final onde será fornecido um conceito ao Acadêmico, sendo que este conceito será responsável por 40% do Grau Final enquanto a avaliação da banca totalizará os 60% do Grau Final. Parágrafo Segundo - O acadêmico realizará, perante a banca, uma defesa oral de seu Relatório, que será responsável por 30% da Nota Final, enquanto os 70% serão resultantes da avaliação do Relatório, por parte da mesma. Art. 10º - Será considerado aprovado, o acadêmico que obtiver nota final igual ou superior a 5,0 (cinco virgula zero). ATRIBUIÇÕES DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO Art. 10º - Comunicar ao professor orientador do estágio, dificuldades surgidas de origem técnica ou pessoal, de forma a evitar que o andamento do trabalho seja prejudicado. Art. 11º - Guardar sigilo sobre informações que venha a ter acesso na empresa onde realiza o estágio, sob pena de sofrer sanções, por parte da mesma e da Universidade. Art. 12º - Relatar somente informações previamente autorizadas pela empresa. 187 Art. 13º - Zelar pelo bom nome da Universidade e da empresa onde estagia, agindo com seriedade e profissionalismo durante a realização do estágio. Art. 14º - Custear todas as despesas decorrentes do estágio, salvo se a empresa espontaneamente conceder eventuais benefícios. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR DE ESTÁGIO Art. 15º - Dispor de tempo, para atendimento aos acadêmicos orientados e de seus trabalhos durante o período de estágio. Art. 16º - Fornecer fontes bibliográficas para fundamentação do trabalho dos acadêmicos estagiários. Art. 17º - Estabelecer metas para o desenvolvimento do trabalho de cada orientado, em consonância ao calendário geral da disciplina. Art. 18º - Manter canal de comunicação com a empresa onde o acadêmico estagia, de forma a permanecer informado sobre o andamento do trabalho. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR COORDENADOR Art. 19º - Visitar empresas do setor de forma a pleitear vagas para estágios. Art. 20º - Consolidar convênios com as empresas que se disponibilizarem a aceitar os acadêmicos em estágio supervisionado. Art. 21º - Realizar a intermediação empresa-estagiário, de forma a permitir a máxima conciliação de interesses. Art. 22º - Apresentar o calendário e o manual da disciplina, na primeira reunião com os estagiários. Art. 23º - Elaborar e propor lista de professores orientadores aos alunos, desde que previamente aceitos pelo Departamento. Art. 24º - Orientar devidamente os alunos que encontrarem dificuldade em conciliar suas áreas de estágio com a especialização dos orientadores disponíveis. Parágrafo Único - Caberá ao Professor Coordenador da Disciplina de Estágio Supervisionado a indicação, em caso de divergências, quanto ao professor orientador do Estágio Supervisionado. Art. 25º - Acompanhar o trabalho dos professores orientadores, interferindo, sempre que necessário para permitir o bom andamento da disciplina. Art. 26º - Definir, junto à Congregação, a formação das bancas examinadoras da disciplina de estágio. ATRIBUIÇÕES DA BANCA EXAMINADORA Art. 27º - Avaliar distintamente o estágio e o trabalho de estágio, conforme os seguintes quesitos: 1 - Estágio 1.1 - Escolha do Tema de Estágio 1.2 - Postura Profissional do Estagiário 1.3 - Aproveitamento do período de Estágio para crescimento profissional 1.4 - Contribuição para a empresa cedente do Estágio 2 - Trabalho de Estágio 2.1 - Obediência a Normas Técnicas 2.2 - Fundamentação Teórica 2.3 - Tema Técnico e Conclusões 2.4 - Cumprimento de Prazos da disciplina ATRIBUIÇÕES DA EMPRESA Art. 28º - Oferecer condições ambientais ao acadêmico para desenvolvimento de seu trabalho, formalizadas na assinatura de um CONTRATO DE ESTÁGIO, entre si e o estagiário, com ausência da Universidade Parágrafo Único - O referido contrato não gerará qualquer vínculo empregatício entre as partes de acordo com a Lei. Art. 29º - Designar um orientador interno, que proporcione, ao acadêmico, orientação e apoio em assuntos de ordem interna da empresa, bem como interlocução e supervisão com relação a difusão de informações da mesma. DISPOSIÇÕES LEGAIS Art. 30º - Situações excepcionais de ordem específica do estágio serão resolvidas em consenso pelo professor coordenador da disciplina, pelo professor orientador do estágio e pelo estagiário. Art. 31º - Situações excepcionais de ordem geral da disciplina serão resolvidas em consenso pelo coordenador do curso e pelo coordenador da disciplina de Estágio Supervisionado. Art. 32º - Todas as reuniões de trabalho da disciplina deverão ficar registradas em um livro-ata de responsabilidade do Coordenador do Estágio. 188 MODELO DO CONTRATO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONTRATO DE ESTÁGIO DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL SEM VINCULAÇÃO EMPREGATÍCIA ______________________________________________ (empresa), estabelecida na cidade de ____________________________ , Estado ___________ , na rua __________________________________ , doravante dominada EMPRESA, por seu representante abaixo, autoriza o _________________________________ _________________________________________________________________ (Nome do Acadêmico) aluno do curso de Química Industrial da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI, a seguir denominado ESTAGIÁRIO, a realizar um período de estágio em sua dependências que regerá pelas normas seguintes: 1. À EMPRESA caberá a fixação dos locais, datas e horários em que se realizarão as atividades expressas no plano de estágio, elaborado pelo estagiário e pela empresa, que deverá coincidir com a programação dos trabalhos, a que está sujeito o aluno. 2. O ESTAGIÁRIO deverá fazer ___________________ horas de estágio por _________________________ (semana/mês) 3. O estágio será realizado _______________________ (setor/departamento), sito a Rua __________________________ número _________ , em ________________ (cidade) ___________________ (estado). 4. O estagiário se obriga a cumprir fielmente a programação do estágio, comunicando, em tempo hábil, a impossibilidade de fazê-lo. 5. Pelas reais e recíprocas vantagens técnicas e administrativas, a EMPRESA designará um orientador interno de estágio. 6. O ESTAGIÁRIO se obriga a cumprir as normas internas da EMPRESA, as quais declara expressamente conhecer. 7. O estágio terá duração de ______________ [mês (es)] e pode ser rescindido (por motivo justificado) pela empresa ou pelo estagiário, mediante comunicação por escrita feita com 5 (cinco) dias de antecedência no mínimo. 8. O estagiário declara concordar com as normas internas da empresa quanto à supervisão e à avaliação de desempenho. 9. O estagiário declara concordar com as normas internas da empresa quanto à supervisão e avaliação de desempenho. 10. Para clareza é firmado o presente, em _________ vias de igual teor. Cidade, ____________ de _____________________ de 20___. Empresa Estagiário (s) 189 ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DE ESTÁGIO MODELO (Sugestão) PLANO DE ESTÁGIO 1. Acadêmico 1.1. Nome Completo 1.2. Endereço particular 2. Empresa 2.1. Nome 2.2. Endereço 2.3. Ramo de atividade 2.4. Nome dos dirigentes 2.5. Nome do orientador dentro da empresa 2.6. Pequeno Curriculum do orientador 3. Etapas em que desenvolver-se-ão as atividades de estágio 3.1. Estudo preliminar da empresa (briefing) 3.2. Estudo em áreas específicas do Campo de Engenharia de Alimentos 4. Período em que se realizará o estágio 4.1. Tempo de duração do estágio (total) 4.1.1. Número de horas semanais por etapas (elaborar cronograma especificando o horário de trabalho) 5. Nome do supervisor de estágio 6. Bibliografia a ser consultada em função do estágio 190 ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO (MODELO) CAPA AGRADECIMENTOS SUMÁRIO - RESUMO, APRESENTAÇÃO CAPÍTULO I - INTRODUÇÃO - ÁREA, JUSTIFICATIVA, IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA, PROBLEMA, OBJETIVO ESPECÍFICO, METODOLOGIA CAPÍTULO II - REVISÃO BIBLIOGRÁFICA CAPÍTULO III - A EMPRESA - CARACTERÍSTICAS DA ORGANIZAÇÃO, ATIVIDADE, HISTÓRICO CAPÍTULO IV - INSTRUMENTO DE PESQUISA CAPÍTULO V - APRESENTAÇÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES LEVANTADAS CAPÍTULO VI - ANÁLISE DO PROBLEMA CAPÍTULO VII - CONSTATAÇÕES CAPÍTULO VIII CONCLUSÃO/AVALIAÇÃO BIBLIOGRAFIA ANEXOS 191 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES RELATIVAS A DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ATIVIDADES • Entrega do requerimento solicitando a matrícula na disciplina de Estágio Supervisionado na Indústria junto à Secretaria do Campus • Despacho do requerimento • Entrega do Plano de Desenvolvimento dos Trabalhos • Estudo e aprovação do Plano • Realização dos trabalhos • Entrega do Relatório Final • Avaliação do Relatório Final • Argüição final PERÍODO 192