FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
SUMÁRIO
1.
APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................................ 3
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ........................................................................................................................ 3
3. INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................................... 8
4. CONCEPÇÃO, FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO .......................................................................... 9
4.1 PERFIL DO CURSO (justificativa de oferta do curso) ................................................................................. 9
5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ........................................................................................................ 15
Competências e Habilidades ........................................................................................................................ 16
6. ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................................................................ 17
7. CONTEÚDOS CURRICULARES ...................................................................................................................... 20
8. ATIVIDADES DE INTEGRAÇÃO TEORIA / PRÁTICA ............................................................................... 56
9. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................................................... 57
10. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........................................................................................... 98
11. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ............................................................................................... 114
12. APOIO AO DISCENTE ................................................................................................................................... 120
13. FORMA DE ACESSO AO CURSO ................................................................................................................ 123
14. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO .......................................................................... 124
15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ................................. 128
17. DOCENTES COMPROMETIDOS ................................................................................................................. 131
18. RESULTADOS ENADE / CPC DECOMPOSTO .......................................................................................... 132
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1.
APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o Projeto Pedagógico de Curso (PPC) para o curso de graduação em
Engenharia de Controle e Automação da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros,
como parte integrante do processo de renovação de reconhecimento de curso, em consonância
com o PDI da instituição.
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES
Perfil e Missão da FACIT
A FACIT, unidade de ensino superior mantida pela Fundação Educacional Montes Claros, surgiu
em 2002 devido à total ausência de cursos superiores na área de tecnologia, em todo o norte de
Minas, vales do Jequitinhonha, São Francisco e Mucuri, e sul da Bahia.
Tendo como finalidade contribuir para a melhoria e a transformação da sociedade, a FACIT vem
atendendo às aspirações e aos interesses dessa comunidade, ao promover o ensino e a pesquisa
com eficácia e qualidade. O seu projeto educacional está integrado ao processo de
desenvolvimento tecnológico de toda a região.
Por seu potencial de reflexão crítica, a FACIT está assumindo posição de destaque na sociedade
onde está inserida, servindo de instrumento propulsor de transformação social. Ela tem
respondido aos anseios e às necessidades da comunidade onde se situa comprometendo-se,
prioritariamente, com a colocação do produto de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão
ao alcance e serviço dessa comunidade.
A FACIT atua na área de tecnologia com a finalidade de atender às necessidades sociais e aplicar
as tecnologias relacionadas a cada um dos cursos descritos a seguir, no interesse da sociedade,
formando profissionais que irão promover o desenvolvimento científico e tecnológico na região
e possibilitando, através da pesquisa, o desenvolvimento e a socialização de novas tecnologias,
entre os setores produtivos.
O curso de Engenharia de Computação da FACIT visa à formação de recursos humanos para
promover o desenvolvimento tecnológico da computação - sistemas e subsistemas de hardware e
software.
O curso de Engenharia de Controle e Automação está estruturado para atender especificamente
ao nicho de mercado da automação de unidades industriais de fabricação, na fronteira com as
diversas engenharias de processo.
O curso de Engenharia de Telecomunicações visa formar profissionais com um conjunto de
habilidades e competências que o permitam analisar, conceber, implementar e adaptar produtos
ou sistemas de comunicação independentes ou aplicados a outros processos e mecanismos de
tratamento da informação.
O curso de Engenharia Química visa à formação de engenheiros com conhecimentos e
competências para absorver e desenvolver novas tecnologias e avaliar o impacto das atividades
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da engenharia no contexto social e ambiental, atendendo ao mercado de unidades industriais de
fabricação e as demandas da comunidade.
O curso de Engenharia de Produção tem como objetivo a formação de um "engenheiro crítico",
capaz de intermediar com consistência e propriedade a prática técnica e a prática social,
orientando suas opções econômicas e técnicas pela melhoria dos resultados das organizações
onde atua e pelas implicações sociais e conseqüências dessas opções para os indivíduos.
Visão, Missão e Valores
A FACIT pretende se transformar num centro de excelência e referência em educação, pesquisa
e prestação de serviços em sintonia com organizações e a sociedade; numa grande instituição de
educação e cultura, e agência de capacitação profissional e promoção cultural, voltada
principalmente para atender às necessidades da sociedade.
É missão da FACIT “Contribuir para o desenvolvimento integral do ser humano e da
sociedade”. É a sua razão de ser. Essa missão está orientada para o processo de desenvolvimento
do ser humano, é a essência do seu projeto.
Seus valores, crenças e princípios são o amor, a ética, a cidadania, o respeito, a responsabilidade,
a confiança, a proatividade.
Breve histórico da IES
Autorizada em fevereiro de 2002, com a finalidade de contribuir para a melhoria e a
transformação da sociedade, atender às aspirações e aos interesses de sua comunidade e
promover o ensino, a pesquisa e a extensão com eficácia e qualidade, a Faculdade de Ciência e
Tecnologia de Montes Claros – FACIT – ministra hoje os cursos de Engenharia de Computação,
Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Química, Engenharia de Produção e
Engenharia de Telecomunicações.
O primeiro processo seletivo da FACIT foi realizado em Julho de 2002, para os cursos de
Engenharia de Controle e Automação e Engenharia de Computação, com a entrada de duas
turmas de quarenta alunos cada uma; as aulas iniciaram-se em agosto.
A partir de 2003, com a realização do segundo processo seletivo, foram iniciadas também as
turmas de Engenharia de Telecomunicações e Engenharia Química. Em 2007 iniciou-se o curso
de Engenharia de Produção.
Atualmente a FACIT conta com 24 turmas, totalizando 810 alunos.
A FACIT desenvolve seus cursos de educação superior, de acordo com a demanda da sociedade
e compatíveis com as suas complexidades tecnológicas, para proporcionar ao seu aluno uma
formação de qualidade, preparando-o para responder às exigências da moderna tecnologia e da
sociedade e inserir-se, de forma ética, crítica e criativa, no seu meio e no seu tempo, consciente
dos seus papéis sociais e da sua contribuição no avanço científico e tecnológico do país.
Para executar sua proposta, a FACIT, desde a sua criação, vem incentivando a sua comunidade
acadêmica a investir, de forma contínua e permanente, no seu aperfeiçoamento cultural e
profissional; promovendo cursos, seminários e encontros congregando profissionais à procura de
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atualização, conhecimento de novas teorias e práticas educativas; buscando assessorias e
consultorias para desenvolvimento de atividades ligadas à sua área de atuação, com ênfase em
questões referentes à educação.
A FACIT mantém permanente intercâmbio com a comunidade, entidades afins e empresas locais
e regionais visando a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos através do
ensino e das atividades de extensão.
Sempre em busca da excelência do ensino e de outros produtos e serviços, e investindo em sua
competência técnica, tecnologia e responsabilidade social, a FACIT vem ampliando e
aprofundando sua atuação em quatro dimensões:
1.
Atendimento à demanda da sociedade por serviços na sua área de competência, em
especial, os de educação, vinculando-os sempre às atividades de ensino e pesquisa.
2.
Aperfeiçoamento do modelo de gestão da FACIT, como instituição de ensino superior de
formação plena, adotando métodos e processos que proporcionam a inovação, integração e
participação da comunidade acadêmica no processo decisório.
3.
Estímulo, por meio do ensino, pesquisa e extensão, da criação cultural, desenvolvimento
da ciência, tecnologia, espírito científico e pensamento reflexivo.
4.
Atuação como agente de mudanças na educação e na cultura do norte de Minas, vales do
Jequitinhonha, São Francisco e Mucuri.
Políticas para o Ensino, a Pesquisa e a Extensão
A FACIT garante a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão através do envolvimento da
comunidade na sua organização curricular; da avaliação contínua; da abordagem inovadora às
disciplinas; da flexibilidade curricular propiciando formação de competências sociais; da
interdisciplinaridade; das práticas docentes inovadoras; da vinculação teoria e prática; do
programa de iniciação científica, do exercício da prática do conhecimento, do desenvolvimento
do espírito científico e da visão ético-humanista e empreendedora.
Na ocasião do Reconhecimento do Curso foi constatado pela Comissão de Avaliação in loco:
“Grande sintonia entre os documentos que traçam a política institucional (PDI, PPI e PPC), que
por sua vez retratam de forma consistente a prática adquirida ao longo dos anos de experiência e
tradição..., a qual foi transferida para o curso de engenharia”.
Essas condições estão mantidas no curso de Engenharia da FACIT. A articulação das atividades
de Ensino, Pesquisa e Extensão, entre si e com o PDI, se efetiva através das Atividades
Complementares.
As atividades de extensão desenvolvidas na FACIT interagem com as de ensino e pesquisa e sua
carga horária computada na grade curricular. Essas atividades viabilizam a flexibilização
curricular, pois são concebidas para que o acadêmico construa seu próprio portfólio de
atividades, direcionando-as de acordo com a formação que deseja para si.
Vários eventos são organizados anualmente pela instituição, como o Seminário da
Interdisciplinaridade do Cálculo, a Semana da Engenharia, o Seminário de Iniciação Científica, o
Workshop da Ciência, Cultura e Tecnologia, e Viagens Técnico-Culturais. Outras ações de
realização permanente são a Incubação de empresas na INCET, a Monitoria e o Projeto Social
Juventude Cidadã.
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Em suas atividades a FACIT mantém relações constantes com a comunidade e as empresas a fim
de intercambiar informações e conhecimentos que contribuam para o desenvolvimento local e
redirecionem o seu trabalho para o cumprimento de sua finalidade. Através de suas ações, a
FACIT garante tanto a participação de representantes da sociedade civil organizada em suas
atividades, quanto a participação de membros da comunidade acadêmica em órgãos como o
COPAM, o CODEMA, Conselho do Patrimônio, Histórico e Cultural, e o CREA.
Periodicamente os acadêmicos do curso realizam visitas técnicas para contextualizarem o
aprendizado teórico in loco e identificarem demandas por tecnologias e soluções de problemas
de engenharia na região.
De acordo com a Comissão de Avaliação in loco “Mesmo não sendo uma atividade de caráter
obrigatório, a pesquisa tem sido incentivada e há uma consciência da necessidade de ampliação
da mesma.”
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG - apóia o Programa
de Iniciação Científica da FACIT – PIC – desde 2007, e atualmente concede para o PIC 15
bolsas/ano. Os projetos apoiados pela FACIT, desenvolvidos por docentes e discentes, recebem
incentivos financeiros e a disponibilização de carga horária. Os projetos são apresentados
anualmente no Seminário de Iniciação Científica e em eventos científicos nacionais como o
Congresso Nacional de Iniciação Científica CONIC - que em uma de suas edições premiou
trabalho dos acadêmicos da FACIT com o 1º lugar. Atualmente a FACIT recebe também o apoio
do CNPq no desenvolvimento de projeto de iniciação científica.
A pesquisa de ponta, em parceria com outras instituições já é realidade. A IES mantém parceria
com a UFMG, no Laboratório Integrado de Design e Engenharia de Produto – LIDEP -, com
apoio do CNPq, que presta consultoria e serviços à iniciativa privada.
Na FACIT está instalada a BIOMM - empresa que desenvolve processos biotecnológicos para a
produção de princípios ativos farmacêuticos e outras aplicações industriais, tais como enzimas
utilizadas na produção de bio-combustíveis. A BIOMM é parceira da FACIT em pesquisas,
envolvendo docentes e discentes.
A FACIT participa do PII – Programa de Incentivo e Inovação -, parceria SEBRAEMG com a
Secretaria de Estado e Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de MG – SECTES que tem por
objetivo a geração de novas empresas de base tecnológica e transferência de tecnologias. Dos
cinco projetos da FACIT, envolvendo alunos e professores pesquisadores, destacam-se
“Desenvolvimento, projeto e construção de um biorreator CSTR de bancada” e “AEPV –
Aplicação da engenharia em Prol da Vida” envolvendo o coordenador do curso e acadêmicos.
Os acadêmicos têm a oportunidade de participar, desde o inicio do seu curso, desses projetos,
como voluntários ou bolsistas, o que valoriza a sua formação, e promove condições para que se
tornem profissionais mais preparados para o mercado de trabalho e para ingressarem em cursos
de mestrado e doutorado.
Além das bolsas, a FACIT também viabiliza verba para apoio à participação docente e discente
em eventos científicos para apresentação e publicação de trabalhos, permitindo o
estabelecimento de contatos com outros pesquisadores e o acesso ao conhecimento de outros
trabalhos relacionados às suas linhas de pesquisa.
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Destaca-se também a monitoria pela sua contribuição para o bom desempenho dos alunos do
curso. Através da monitoria ocorre a intensificação da cooperação docente/discente, nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão. As aulas de monitoria, plantões e aulas adicionais são
disponibilizadas para os acadêmicos sem custo adicional.
Destaca-se a participação de acadêmicos da FACIT no DESAFIO SEBRAE, que em um de suas
edições obteve o primeiro lugar na fase final estadual, dentre 10 mil acadêmicos.
Empresa de acadêmicos da FACIT, graduada pela INCET, foi publicada pelo SEBRAE no livro
“Histórias de Sucesso – Empresas Graduadas das Incubadoras Mineiras”. A INCET vem
proporcionando aos acadêmicos condições para desenvolvimento do espírito empreendedor.
São também ações que contribuem para viabilização das atividades de ensino, pesquisa e
extensão:
- investimentos na aquisição de tecnologias apropriadas, como os novos pacotes de softwares;
-atualização anual dos equipamentos de laboratórios específicos e de informática;
-ampliação, adequação e atualização do acervo da biblioteca;
-celebração de parcerias com diversas instituições públicas/privadas, como a Associação
Regional dos Engenheiros;
-revisão/adequação do quadro docente aos critérios oficiais;
-revisão das Grades e Ementas, para atualização e reestruturação curricular otimizando o
aprendizado das disciplinas de formação geral básica, geral específica e profissional específica,
além da inclusão dos temas transversais nas atividades de ensino e extensão, e inserção de Libras
como optativa;
-capacitação de docentes;
-ampliação dos serviços de integração escola/empresa na promoção de oportunidades de estágios
e de trabalho, e no encaminhamento e acompanhamento do acadêmico no estágio curricular
obrigatório;
- Ampliação da INCET.
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3. INTRODUÇÃO
Este Projeto Pedagógico de Curso é o documento orientador do curso de Engenharia de Controle
e Automação da FACIT e traduz as políticas acadêmicas institucionais com base nas Diretrizes
Curriculares Nacionais. Integram este documento a indicação dos conhecimentos e saberes
necessários à formação das competências estabelecidas a partir de perfil do egresso; a estrutura e
conteúdo curricular; as ementas; a bibliografia básica e complementar; as estratégias de ensino,
pesquisa e extensão; a listagem dos recursos materiais; dos laboratórios e a descrição da
infraestrutura de apoio necessários ao pleno funcionamento do curso, entre outros elementos.
O presente documento tem também como finalidades atender ao disposto na legislação
educacional, que estabelece a necessidade de um projeto pedagógico para os cursos de
graduação, e garantir a consonância do Curso de Engenharia de Controle e Automação da
FACIT com as diretrizes gerais, para os cursos de Engenharia, estabelecidas pelo Sistema
CONFEA / CREA.
3.1 - Bases Legais
Este documento tem como base a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - Lei No 9394 de 20 de
dezembro de 1996 - , a Resolução CNE/CES 11/2002, a Resolução Nº 2, de 18 de Junho de
2007, a Portaria Normativa nº 40 de 12 dezembro 2007 – republicada em 29 de dezembro de
2010 e o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância
disponibilizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira –
Inep.
Os seguintes parâmetros foram observados na organização do projeto didático pedagógico do
curso:






envolvimento de instituições, empresas e representantes da comunidade na sua
organização; preocupação com as demandas do setor que representa;
proposta de avaliação contínua com o objetivo de aperfeiçoamento pessoal e profissional
e o alcance das metas estabelecidas no Projeto Pedagógico;
abordagem inovadora às disciplinas, propiciando, mais que o domínio de informações
específicas, a formação de hábitos cognitivos tais como a compreensão, o pensamento
analítico e abstrato, a flexibilidade de raciocínio para entender situações novas e
solucionar problemas;
flexibilidade, de forma a propiciar a formação de competências sociais, como a liderança,
a iniciativa, a capacidade de tomar decisões, de trabalhar em equipe, de se comunicar
com clareza e propriedade;
interdisciplinaridade para privilegiar a visão global dos processos tecnológicos, a
formação lógico-matemática e da cultura da informática, o acesso à informação e a
capacidade de selecionar, organizar e utilizar os dados relevantes para os objetivos que se
tem em mente;
metodologia de ensino/aprendizagem - práticas docentes inovadoras e criativas, que
assegurem ao aluno “aprender a empreender”, “aprender a ser” e “aprender a conviver”.
Metodologias centradas na participação ativa dos alunos no desenvolvimento de projetos
da sua área profissional, envolvendo-se na superação de problemas e desafios que lhe são
peculiares, aliando teoria e prática.
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4. CONCEPÇÃO, FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO
O currículo do Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação da Faculdade de
Ciência e Tecnologia de Montes Claros tem como objetivo formar engenheiros com sólido
preparo científico e tecnológico, com capacidade de absorver e desenvolver novas tecnologias,
estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas,
considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão
ética e humanística em atendimento às demandas da sociedade, para atender especificamente ao
nicho de mercado da automatização de unidades industriais de fabricação, na fronteira com as
diversas engenharias de processo.
4.1 PERFIL DO CURSO (justificativa de oferta do curso)
O cenário sócio-econômico brasileiro contemporâneo e a necessidade de se impulsionar o
desenvolvimento científico e tecnológico do país demandam a formação de um contingente
expressivo de engenheiros, capazes de se adaptarem a novas realidades, condicionadas pela
busca da sociedade por novos produtos e serviços, pelas demandas do setor produtivo por
eficiência nos resultados, e pela necessidade de atuação social, econômica e ambientalmente
responsável.
Os desafios que o país precisa enfrentar para incorporar novas tecnologias em seus processos
produtivos e tornar-se competitivo estão centrados nas áreas tradicionais da engenharia. Esta
realidade faz do engenheiro um profissional altamente requisitado e, ao mesmo tempo, exige que
seu perfil profissional seja abrangente e flexível para acompanhar os movimentos do mundo
moderno.
A existência do curso de Engenharia de Controle e Automação na Faculdade de Ciência e
Tecnologia de Montes Claros - instituição que se especializou na formação de engenheiros - visa
atender às necessidades contextuais e estruturais de nosso país, e contribuir efetivamente para o
desenvolvimento tecnológico regional, contemplando as especificidades demandadas por nossa
região.
Essa proposta está em sintonia com o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), do
Ministério da Educação, na medida em que contribui para expansão da oferta de vagas; para a
promoção de inclusão social pela educação - considerando-se o perfil dos estudantes atendidos
pela nossa instituição, que têm acesso ao PROUNI e ao FIES -; e para desenvolvimento
econômico e social, através da educação superior, seja enquanto formadora de recursos humanos
altamente qualificados, seja como peça imprescindível na produção científico-tecnológica,
elemento-chave da integração e da formação da Nação.
Nesse contexto, as tecnologias estratégicas e inovadoras diretamente ligadas à integração e
automação das unidades de produção industrial são agrupadas sob a denominação de Engenharia
de Controle e Automação. Esta engenharia está estruturada para atender especificamente ao
nicho de mercado da automatização de unidades industriais de fabricação, na fronteira com as
diversas engenharias de processo. Esse perfil profissional é relativamente novo, tendo se
constituído em consonância com a própria evolução recente do sistema produtivo.
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Os engenheiros formados nos demais cursos da FACIT, em conjunto com os profissionais a
serem formados pelo curso Engenharia Controle e Automação integram a massa crítica de
profissionais que estão sendo formados em nossa região - e que contribuirão para a implantação
de novas indústrias, para a pesquisa e o desenvolvimento de inovações tecnológicas em produtos,
processos e serviços, e para a criação de novos empreendimentos de base tecnológica consolidando um processo de formação educacional que se caracteriza pelo dinamismo, pela
inovação.
Análise da Demanda
O estado de Minas Gerais é o terceiro estado mais rico da Federação, atrás de São Paulo e Rio de
Janeiro. A estrutura econômica do Estado é bastante influenciada pelo setor industrial. Minas
Gerais possui o terceiro maior parque industrial do país, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro.
Montes Claros, onde está localizada a FACIT, situada na região norte do estado, caracteriza-se
como Pólo Socioeconômico Regional, capaz de influir na orientação e expansão do processo de
desenvolvimento das regiões norte de Minas e parte do Vale do Jequitinhonha, onde vivem quase
dois milhões de pessoas. Toda esta população se constitui em mercado consumidor potencial dos
bens e serviços que são diariamente disponibilizados pela economia local.
Segundo entroncamento rodoviário nacional, Montes Claros é uma cidade com
aproximadamente 400 mil habitantes. De economia diversificada, o comércio se destaca no
município, que abastece grande parte das cerca de 150 cidades situadas na sua região de
abrangência, e onde estão instaladas as principais redes de lojas e atacadistas do Brasil,
proporcionando muitas opções de compras em todos os setores.
Nos últimos anos a cidade se transformou em um importante pólo universitário, que atrai
estudantes de várias partes do país. As 13 instituições de ensino superior particulares e os campi
da Universidade Federal de Minas Gerais, da Universidade Estadual de Montes Claros e o
Instituto Federal do Norte de Minas Gerais oferecem 50 cursos de graduação, além de pósgraduação e mestrado, onde estudam 30 mil universitários. No setor de prestação de serviços são
ao todo 3.411 pequenas, médias e grandes empresas disponíveis no mercado.
A agropecuária, que já foi a principal atividade do município, ainda representa uma fatia
importante na economia. A construção civil deve gerar mais 10 mil empregos a médio prazo, de
acordo com dados do Poder Executivo Municipal.
Os números do setor industrial comprovam a vitalidade da economia de Montes Claros. Segundo
a consultoria Target Marketing, são 1.066 pequenas, médias e grandes unidades industriais em
atividade.
No Norte de Minas, o parque industrial desenvolveu-se além de suas vantagens comparativas,
mediante os incentivos fiscais recebidos. Estes incentivos, juntamente com os subsídios,
baratearam a formação bruta de capital, favorecendo a criação de uma importante aglomeração
industrial. Nessa região destacam-se os seguintes setores industriais: cimento, têxtil,
biotecnologia, e ferroligas. Na atividade agrícola sobressaem-se dois importantes projetos de
irrigação: Jaíba e Gorutuba, e está em implantação o projeto Jequitaí.
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De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais – INDI – o total de
investimentos privados previstos para a região norte do estado no período 2003 – 2014 é de R$
2,38 bilhões. Os principais segmentos que receberão investimentos na região Norte de Minas e
suas respectivas participações no total do estado são: agroindústria com 3,5%, eletroeletrônico
com 7,4 %, metalurgia com 10,3%, químico com 10,8%, siderurgia com 0,8% e têxtil com 46,8
% do total de investimentos anunciados. Esses investimentos reforçarão as cadeias produtivas
mais importantes.
As principais indústrias da região Norte de Minas, distribuídas por microrregião, são:
Microrregião de Montes Claros: indústria
minerais não metálicos (em Brasília de Minas,
Coração de Jesus, Francisco Sá, Montes
Claros, São João da Lagoa, São João da Ponte
Ubaí); indústria metalúrgica (em Capitão
Enéas); indústria da borracha, couro, fumo
Montes Claros); indústria química (em
Coração de Jesus, Montes Claros e São da
Lagoa); indústria têxtil (em Claro dos Poções,
Francisco Sá e Montes Claros); indústria de
alimentos, bebida e álcool etílico (em Claro
Poções, Francisco Sá, São João da Ponte, São
João do Pacuí e Verdelândia).
de
e
(em
dos
Microrregião de Pirapora: indústria de minerais não metálicos (em Ibiaí, Lassance e Várzea da
Palma); indústria metalúrgica (em Lassance, Pirapora, Riachinho e Várzea da Palma); indústria
de madeira e mobiliário (em Buritizeiro, Ibiaí e Várzea da Palma); indústria têxtil (em Pirapora);
indústria de alimentos, bebida e álcool etílico (em Buritizeiro, Lagoa dos Patos, Lassance e São
Romão).
Microrregião de Bocaiúva: indústria metalúrgica em Bocaiúva, indústria têxtil em Francisco
Dumont, indústria alimentíca e bebidas e álcool etílico em Engenheiro Navarro e Olhes D’água.
Microrregião de Grão Mogol: indústria de minerais não metálicos (em Botumirim e Cristália),
indústria de madeira e mobiliário em Grão Mogol, indústria química em Grão Mogol.
Microrregião de Salinas: indústria de minerais não metálicos (em Curral de Dentro, Rio Pardo
de Minas, Salinas, São João do Paraíso e Taiobeiras); indústria metalúrgica (em Montezuma);
indústria de madeira e mobiliário (em Berizal, Salinas, São João do Paraíso, Taiobeiras e
Vargem Grande do Rio Pardo); indústria da borracha, couro, fumo e similares (em Ninheira);
indústria química (em Divisa Alegre, Indaiabira e São João do Paraíso); indústria têxtil (em
Taiobeiras); indústria de calçados (em Santo Antônio do Retiro); indústria de alimentos, bebida e
álcool etílico (em Águas Vermelhas, Curral de Dentro, Ninheira, Novorizonte, Rio Pardo de
Minas, Rubelita e Salinas).
Microrregião de Janaúba: indústria de minerais não metálicos (em Espinosa, Janaúba, Mato
Verde, Monte Azul e Porteirinha); indústria de madeira e mobiliário (em Janaúba, Monte Azul e
Nova Porteirinha); indústria de papel e gráfica (em Espinosa); indústria química (em Mato
Verde, Nova Porteirinha e Riacho dos Machados); indústria têxtil (em Espinosa, Monte Azul e
Porteirinha); indústria de alimentos, bebidas e álcool etílico (em Jaíba, Janaúba, Mato Verde e
Porteirinha).
Microrregião de Januária: indústria de minerais não metálicos (em Itacarambi, Januária,
Manga, Montalvânia e São Francisco); indústria da madeira e mobiliário (em Montalvânia e
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Pintópolis); indústria do papel, papelão, editorial e gráfica (em São Francisco); indústria da
borracha, couro, fumo e similares (em Januária); indústria de alimentos, bebida e álcool etílico
(em Congo Marinho, Itacarambí, Manga, Matias Cardoso, Montalvânia, Pedras de Maria da Cruz
e São Francisco).
Destas empresas, destacam-se :
 Segmento Têxtil
Cia de Tecidos Norte de Minas – Coteminas S.A. : A Coteminas S.A. produz fios, tecidos,
produtos têxteis de cama, mesa e banho, uniformes profissionais, brins e jeans, atendendo os
mercados nacional e internacional. Possui 22 fábricas, e é responsável por cerca de 20% do
consumo nacional de algodão. Em Montes Claros, possui três unidades de produção.
Companhia Fiação Tecido Cedro Cachoeira: A Cedro é uma das principais empresas têxteis
do país, com capital 100% brasileiro e produção de 168 milhões de metros quadrados de tecidos
por ano. Os principais produtos são denims, brins e telas, nas linhas Moda e Profissional e nos
Tecidos Técnicos. Sediada em Belo Horizonte, a empresa gera cerca de três mil postos de
trabalho, em quatro fábricas localizadas nas cidades de Sete Lagoas, Caetanópolis e Pirapora, e
duas Centrais de Distribuição, localizadas em Contagem e em Pirapora gerando cerca de 12.000
empregos indiretos na cadeia de têxteis e de vestuário.
Companhia Tecidos Santanense: Sediada em Belo Horizonte e com unidades industriais em
Montes Claros, Pará de Minas e Itaúna, todas em Minas Gerais, a empresa tem capacidade
instalada para produzir 60 milhões de metros lineares/ano, o que a coloca como uma das líderes
do mercado. Seus produtos voltados para o vestuário (sportswear) com coloridos e denins e para
roupas profissionais (workwear) abastecem o mercado brasileiro e internacional. Em 2004, o
controle da Santanense foi comprado pela Coteminas.
 Segmento Ferroligas
Italmagnésio Nordeste S.A.: Empresa do ramo metalúrgico e produtora de Ferro Ligas Grande
parte das atividades da empresa está localizada no município de Várzea da Palma.
Ligas de Alumínio S.A. – Liasa: A Liasa está no mercado desde 1972 e é a maior produtora de
silício metálico do hemisfério Sul, sendo pioneira na fabricação desse material na América
Latina. Localizada no município de Pirapora, Norte de Minas Gerais.
Rima: A empresa desenvolve diversas atividades no setor de ferroligas e possui 3 fábricas
instaladas no Norte de Minas Gerais (Capitão Enéas, Bocaiúva e Várzea da Palma). A Rima
possui também projetos na área florestal, localizados no Norte de Minas Gerais, Vale do
Jequitinhonha e Vale do São Francisco, nos quais estão plantadas cerca de 65 milhões de árvores
de eucaliptos e de pinheiros tropicais.
 Segmento Alimentício
Independência Alimentos: Empresa com mais de 5.000 produtos, 14 unidades de abate e
desossa, 3 curtumes, 2 fábricas de charque, 5 módulos de produção de biodiesel, 5 centros de
armazenagem e distribuição, no Brasil. Possui uma unidade industrial destinada ao abate e
desossa de bovinos, localizada no município de Janaúba no Norte de Minas.
Nestlé: A empresa possui 26 unidades industriais no Brasil sendo 5 em Minas Gerais
(Uberlândia, São Lourenço, Ibiá, Ituiutaba e Montes Claros no Norte de Minas). A unidade de
produção de leite condensado instalada em Montes Claros, constitui-se na maior fábrica do
gênero no mundo.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
 Segmento Extrativismo Mineral
Vale: A Vale é a segunda maior empresa mineradora do mundo e a maior das Américas, atua
também nos segmentos de Logística, Energia e Siderurgia. A Vale está presente em 38 países
e possui operações em vários municípios do Estado de Minas Gerais, entre eles Montes Claros. É
uma empresa global com cerca de 44.000 empregados próprios.
 Segmento Biotecnologia
Novo Nordisk: A empresa dinamarquesa voltada para o cuidado com a saúde humana possui
duas fábricas em Minas Gerais instaladas no município de Montes Claros. Em abril de 2007,
inaugurou a maior fábrica de insulina da América Latina no município de Montes Claros (MG),
o que representou um investimento de aproximadamente US$ 200 milhões. Com uma área
construída de 37.000 m2, a planta da Novo Nordisk possui avançada tecnologia de produção de
insulina. Responsável pelo aumento da produção de insulina no país em 500%, a nova unidade
tem capacidade de produção de 200 milhões de refis de 3 ml para canetas aplicadoras de
insulina, por ano.Grande parte do volume total produzido na fábrica de Montes Claros é
exportado para outros países como Alemanha, Áustria, Reino Unido, Irlanda, Austrália, Nova
Zelândia e Canadá.
Vallée S.A.: Empresa do ramo farmacêutico, atuando em todo mercado nacional,dedica-se à
produção de produtos veterinários de praticamente todas as classes, com maior ênfase em
animais de produção, onde se incluem bovinos de corte e leite, ovinos, caprinos, suínos e
eqüinos. Possui um Laboratório Biosseguro, considerado, pelos organismos oficiais, uma
referência nacional em biossegurança. A Vallée possui a mais completa linha do mercado no
segmento em que atua.
 Segmento Biocombustíveis
Usina de Biodiesel – Petrobras: A usina de biodiesel da Petrobras, em Montes Claros, está em
funcionamento desde janeiro. A unidade, que leva o nome do antropólogo Darcy Ribeiro, contou
com investimentos de R$ 95 milhões e se torna uma expectativa para a agricultura familiar da
região, pois a legislação estabelece que no mínimo 30% da matéria-prima seja adquirida de
pequenos produtores. Entre 2009 e 2013, a Petrobras investirá US$ 2,4 bilhões no setor.
 Segmento Automação Industrial
Elster: A Elster Medição de Água está localizada em Montes Claros - Minas Gerais e faz parte
do Grupo Elster, a maior empresa mundial em soluções de medição para água, energia e gás,
presente em mais de 38 países ao redor do mundo. O grupo atua na América do Sul, América do
Norte, Europa e Ásia através de suas unidades de operação espalhadas em 38 países e com seus
mais de 7.500 colaboradores, contando com a alta qualidade dos seus produtos e sistemas que
refletem a riqueza do conhecimento e experiência adquiridas através dos mais de 170 anos de
dedicação à medição.
 Segmento Materiais Sulfurosos
Lafarge: líder mundial em materiais de construção, com posições de destaque em todas as suas
atividades: Cimento, Concreto, Agregados e Drywall. A Lafarge opera no Brasil há mais de 48
anos e está entre as maiores no ranking nacional. Suas unidades industriais totalizam uma
capacidade de produção anual de cerca de 3 milhões de toneladas. Para manter o alto índice de
confiança conquistado junto aos seus clientes, a Lafarge tem investido fortemente, ao longo dos
anos, na automação industrial e em mecanismos cada vez mais eficazes de controle de qualidade.
A fábrica de Montes Claros destina-se à produção do cimento Portland e ocupa uma área de
1.135.319 m2
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 Segmento Óculos
ClairMont: Com sede em Montes Claros/MG, desde 1989 a Clair Mont produz, monta e
distribui óculos de sol e armações para receituário em todo território nacional. Atualmente conta
com mais de 100 colaboradores diretos. Detentora das marcas Hugo Carraro, Marie Claire,
Mariner, De Ville.
 Segmento Calçados
Marluvas: A Marluvas é uma empresa especializada em calçados de segurança, que opera no
sudeste do Brasil. Em 2011 a Marluvas inaugurou a Unidade de Capitão Enéas investindo R$ 9
milhões na implantação da fábrica e gerando 400 empregos diretos. Quando estiver em plena
capacidade de operação, a nova unidade da Marluvas vai produzir cinco mil pares de calçados de
segurança por dia.
Novas indústrias em fase de implantação:
Segmento Extrativismo Mineral: Novas perspectivas para o setor na região norte mineira,
estimam investimentos de R$ 6,8 bilhões de reais até 2014, conforme dados da Agência de
Desenvolvimento da Região Norte de Minas Gerais – ADENOR. São estimadas reservas de
cerca de 12 bilhões de toneladas de minério de ferro, além de grandes reservas de gás natural,
ouro e outros minerais. A canadense Carpathian Gold recebeu a autorização para o início da
construção de seu projeto Riacho dos Machados, na cidade homônima de Minas Gerais. A
empresa tem foco na exploração de ouro e cobre na Romênia e no Brasil, onde faz planos de
começar a produzir em Riacho no final de 2012 ou início de 2013, retornando cerca de 94 mil
onças do metal em uma primeira fase. O depósito mineiro foi, anteriormente, de propriedade da
Vale.
A Alpargatas S.A., maior empresa de calçados da América Latina, está construindo uma nova
fábrica em Montes Claros. A unidade produzirá sandálias Havaianas, um dos destaques do
portfólio de marcas da Companhia, além de servir como um centro de distribuição para a
comercialização dos produtos. A Empresa deve investir na nova planta R$ 177 milhões nos
próximos quatro anos, gerando mais de dois mil e duzentos empregos diretos e três mil indiretos.
A Case New Holland (CNH), implantará uma unidade da em Montes Claros para a fabricação
de máquinas de construção. A empresa, que pertence ao Grupo Fiat, vai investir R$ 600 milhões
no projeto, gerando 2,7 mil empregos. A expectativa é que a fábrica entre em operação em 2014.
A Case New Holland (CNH) é uma empresa do setor de bens de capital, fabricação de máquinas
agrícolas e de construção que pertence à holding Fiat Industrial, resultante da fusão entre as
empresas Case e New Holland, ambas do Grupo Fiat. No Brasil, ela atua com quatro marcas no
Brasil: Case Construction, Case IH (agrícola), New Holland Agriculture e New Holland
Construction. Tem 5.031 funcionários, sendo 1.164, na planta de Contagem (MG), 2.328 na
planta em Curitiba (PR), 1.253 em Sorocaba (SP) e 286 em Piracicaba (SP).
Toda essa conjuntura demonstra as oportunidades e demandas atuais e as potencialidades de
nossa cidade e região em relação ao desenvolvimento industrial, social e econômico, e torna
imperativa a necessidade de formação de profissionais para atuarem nesse contexto, e em
especial justifica a existência do curso de Engenheira Controle e Automação.
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5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O perfil profissional do egresso do Curso de Graduação em Engenharia de Controle e
Automação compreende uma sólida formação técnico científica e profissional geral que o
capacita a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa
na identificação e resolução de problemas, tendo em vista os aspectos econômicos, sociais e
ambientais.
Os egressos deste curso devem contribuir para o avanço do estado da arte da ciência e da
tecnologia da engenharia de controle e automação, de tal forma que possam continuar suas
atividades na pesquisa, promovendo o desenvolvimento científico, ou aplicando os
conhecimentos científicos, promovendo o desenvolvimento tecnológico.
O Engenheiro de Controle e Automação da FACIT é um profissional de formação generalista,
que atua no controle e automação de equipamentos, processos, unidades e sistemas de produção.
O curso oferece, através do ensino teórico e prático, o conhecimento necessário para que o
profissional, uma vez formado, tenha um embasamento seguro que lhe permita se especializar e
se atualizar nas diversas subáreas específicas de trabalho dentro do controle e automação de
equipamentos, processos, unidades e sistemas de produção.
O curso desenvolve no seu aluno uma postura de permanente busca da atualização profissional.
Para tanto, o curso conta com uma série de atividades complementares, que permite ao aluno
exercer a prática do conhecimento e desenvolver o espírito científico. A prática do conhecimento
é exercida também através de estágios e Projeto de Graduação. As competências para a pesquisa
são desenvolvidas através de projetos de iniciação científica, participação em eventos, entre
outros.
Este curso visa preparar pessoas críticas, ativas e cada vez mais conscientes com o seu papel
social e com a sua contribuição no avanço científico e tecnológico do país. O conteúdo social,
humanitário e ético dessa formação orienta o currículo no sentido de garantir a expansão das
capacidades humanas em íntima relação com as aprendizagens técnico-científicas no campo da
Engenharia. Trata-se pois, de uma formação superior na qual os indivíduos estarão, também,
sendo capacitados a lidar com as dimensões humanas e éticas dos conhecimentos e das relações
sociais. Condição essa inseparável quando uma das finalidades das instituições de ensino
superior é preparar as futuras gerações de modo crítico e propositivo, visando a melhoria da vida
em sociedade.
Os egressos deste curso terão a seguinte formação:
 sólida formação básica em matemática, física e informática.
 conhecimentos gerais de eletricidade e mecânica.
 fundamentação básica em comunicação, economia, gestão e meio ambiente;
formação sólida em controle de processos, informática industrial e em integração do sistema
produtivo;
 preparação fundamental para inserção no setor industrial;
 formação orientada para as inovações tecnológicas e para as necessidades reais do setor
industrial.
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5.1. Competências e Habilidades
O Currículo do Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação promove
condições a seus egressos para adquirirem competências e habilidades para:
a) Estudar, projetar e especificar materiais, componentes, dispositivos ou equipamentos que
integrem sistemas de controle e automação.
b) Planejar, projetar, instalar, operar e manter sistemas de medição e instrumentação, de
acionamentos de máquinas, de controle e automação de processos, de equipamentos
dedicados, de comando numérico e de máquinas de operação autônoma.
c) Projetar, instalar e manter dispositivos robóticos, sistemas de manufatura e redes
industriais.
d) Atuar na integração entre os setores de produção e de gestão da empresa.
e) Administrar, coordenar e supervisionar equipes de trabalho, atuando em equipes
multidisciplinares, relacionando-se de forma harmônica com outros profissionais.
f) Realizar estudos de viabilidade técnico econômica.
g) Executar e fiscalizar obras e serviços técnicos e efetuar vistorias, perícias e avaliações,
emitindo laudos e pareceres técnicos.
h) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica.
i) Considerar aspectos referentes à ética, à segurança, à legislação e aos impactos sociais e
ambientais em suas atividades.
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6. ESTRUTURA CURRICULAR
Primeiro Período
Disciplina
Natureza
Física Geral I
FGB
Cálculo Diferencial e Integral I
FGB
Introdução à Computação
FGB
Álgebra Linear e Geometria Analítica
FGB
Leitura e Produção de Textos
FGB
Introdução à Engenharia de Controle e
FEP
Automação
Física Experimental I
FGB
Formação Complementar 1
Subtotal
Segundo Período
Disciplina
Natureza
Desenho Técnico
FGB
Cálculo Diferencial e Integral II
FGB
Física Geral II
FGB
Física Experimental II
FGB
Algoritmos e Programação de
FGB
Computadores
Filosofia da Ciência e da Tecnologia
FGB
Introdução à Metodologia Científica
FGB
Formação Complementar 2
Subtotal
Terceiro Período
Disciplina
Natureza
Química Geral
FGB
Química Experimental
FGB
Cálculo Diferencial e Integral III
FGB
Física Geral III
FGB
Física Experimental III
FGB
Algoritmos e Estruturas de Dados
FGB
Mecânica e Resistência dos Materiais
FEP
Formação Complementar 3
Subtotal
C. H
80
80
40
80
40
40
40
24
424
C. H
40
80
80
40
80
40
40
24
424
C. H
40
40
80
80
40
80
40
24
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Quarto Período
Disciplina
Natureza
Cálculo Diferencial e Integral IV
FGB
Física Geral IV
FGB
Equações Diferenciais
FGB
Análise e Programação Orientadas a
FGB
Objetos
Fenômenos de Transporte
FGB
Circuitos Elétricos
FGP
Formação Complementar 4
Subtotal
Quinto Período
Disciplina
Natureza
Laboratório de Circuitos Elétricos
FGP
Eletrônica
FGP
Sinais e Sistemas
FGP
Probabilidade e Estatística
FGB
Sistemas Digitais
FGP
Cálculo Numérico
FGP
Formação Complementar 5
Subtotal
Sexto Período
Disciplina
Natureza
Controle de Sistemas I
FEP
Laboratório de Sistemas Digitais
FGP
Laboratório de Eletrônica
FGP
Sistemas Microprocessados
FGP
Acionamentos Hidráulicos e
FGP
Pneumáticos
Instrumentação Industrial
FGP
Formação Complementar 6
Subtotal
Sétimo Período
Disciplina
Natureza
Controle de Processos por
FEP
Computador
Acionamentos Elétricos Industriais
FGP
Informática Industrial
FEP
Programação em Tempo Real
FEP
Laboratório Integrador I
FEP
Formação Complementar 7
Subtotal
C. H
80
40
80
80
40
80
24
424
C. H
40
80
80
80
80
40
24
424
C. H
80
40
40
80
80
80
24
424
C. H
80
80
80
80
80
24
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Oitavo Período
Disciplina
Natureza
Controle de Sistemas II
FEP
Laboratório Integrador II
FEP
Redes de Computadores
FEP
Inteligência Computacional
FGP
Otimização
FGP
Formação Complementar 8
Subtotal
C. H
80
80
80
80
80
24
424
Nono Período
Disciplina
Controle de Sistemas III
Laboratório Integrador III
Projeto de Graduação I
Robótica Industrial
Administração e Empreendedorismo
Tópicos Especiais em Engenharia de
Controle e Automação I
Formação Complementar 9
Subtotal
Natureza
FEP
FEP
FEP
FEP
FGB
FEP
C. H
80
80
40
80
40
80
24
424
Décimo Período
Disciplina
Natureza
Projeto de Graduação II
FEP
Direito e Legislação
FEP
Optativa
FEP
Engenharia e Meio Ambiente
FGB
Tópicos Especiais em Engenharia de
FEP
Controle e Automação II
Formação Complementar 10
Subtotal
C. H
40
40
40
40
80
24
264
Atividades Curriculares Obrigatórias - Oitavo ao Décimo Período
Nome
C.H.
240h/a
Estágio Supervisionado
Disciplina Optativas
Análise Técnico-Econômica
Ergonomia
LIBRAS
C. H.
40
40
40
Cr.
2
2
2
Carga horária total final = 3600 h
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7. CONTEÚDOS CURRICULARES
EMENTAS E BIBLIOGRÁFICAS DAS DISCIPLINAS
Primeiro Período
Física Geral I
Carga Horária: 80
Ementa:
Cinemática e dinâmica da partícula. Sistemas de partículas. Leis de Newton. Leis da
Conservação da energia e dos momentos linear e angular. Cinemática e dinâmica da rotação.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 1: mecânica. Tradução
de Flávio Menezes de Aguiar. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2006.
v. 1.
SERWAY, R. A. Física 1: para cientistas e engenheiros com física moderna. 3. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. v. 1.
TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. Tradução de Horacio Macedo. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000. v. 1.
Bibliografia Complementar:
Fundamentos de Física 1: mecânica. 7. ed. Tradução de Flávio Menezes de Aguiar. Rio de
Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, c2006. 356p.
GONÇALVES, Dalton. Testes Orientados de Física: mecânica: volume 1. Guarulhos: Parma
LTDA, 1974. 271p.
LEITE, Rogério Cezar de Cerqueira. Física do Estado Sólido. São Paulo: Edgard Blücher
Ltda.. c1987. 293p.
LIMA, Mário Werneck de Alencar. Termodinâmica Geral: física industrial: volume 1. Belo
Horizonte: Edições Engenharia e Arquitetura, 1966. 138p. v.1.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W. Física: eletricidade magnetismo eletrônica:
volume 2. Tradução de Carlos Campos de Oliveira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1963.
854p.
Cálculo Diferencial e Integral I
Carga Horária: 80
Ementa:
Razões Trigonométricas; Identidades Trigonométricas; Fundamentos de Geometria: áreas e
volumes; Conjuntos numéricos: definições, simbologia, relações e intervalos; Fundamentos de
álgebra elementar: frações, potências, radicais, produtos notáveis, fatoração, polinômios;
Funções: definições, tipos, paridade e monotonia, representação, gráfico, funções polinomiais de
primeiro e segundo graus, inequações produto e quociente, funções da forma y = xn, funções
racionais, funções definidas por várias sentenças, translações, dilatações e contrações gráficas,
funções compostas, função inversa; Funções Transcendentes: função exponencial, função
logarítmica, funções trigonométricas e trigonométricas inversas.
Limites: Idéia intuitiva, cálculo dos limites, limites no infinito e continuidade.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Bibliografia Básica:
ÁVILA, G. Cálculo 1: funções de uma variável. Rio de janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
1994.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1987. v. 1.
THOMAS, G. B. Cálculo 1. Tradução de Paulo Boschcov. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley,
2002. v. 1.
Bibliografia Complementar:
EDWARDS, C. H. PENNEY, D. E. Cálculo Com Geometria Analítica. Tradução de Alfredo
Alves de Farias. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, c1997. v. 1.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. Belo Horizonte: Harbra, c1986. v.
1.
STEWART, J. Cálculo. Tradução de Antônio Carlos Moretti. 5. ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2006. v. 1
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1995. v. 1.
ROMANO, R. Cálculo Diferencial e Integral: funções de uma variável. 2. ed. São Paulo: Atlas,
1983. v. 1.
Introdução à Computação
Carga Horária: 40
Ementa:
Histórico. Tecnologias e aplicações de computadores. Introdução aos sistemas de computação.
Noções de lógica. Formulação de algoritmos e sua representação.
Bibliografia Básica
FARRER, H. et al. Algoritmos Estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, c1999. 284p.
HOLLOWAY, J. P. Introdução à Programação para Engenharia: resolvendo problemas
com algoritmos. Tradução: Cunha, Sueli. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos,
2006. 339p.
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. 5. ed. São Paulo:
Pioneira, 2000. 267p.
Bibliografia Complementar:
MENEZES, N, N, C. Introdução à Programação com Python. São Paulo: Novatec Editora,
2010.
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da
Programação de Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2008. 434p.
CORMEN, T. H. et al. Introduction to Algorithms. 2ND. ed. Cambridge: The MIT Press,
c2001. 1180p.
GUIMARÃES, A. de M. LAGES, N. A. de C. Introdução à Ciência da Computação. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998. 165p.
HOROWITZ, E. SAHNI, S. Fundamentals of Computer Algorithms. Potomac: Computer
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Science Press, c1978. 626p.
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Carga Horária: 80
Ementa:
Retas e Planos. Matrizes, Sistemas Lineares e Determinantes. O Espaço Vetorial R n . Cônicas.
Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Autovalores e Autovetores de Matrizes.
Diagonalização de Matrizes Simétricas. Aplicações.
Bibliografia Básica:
BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1987. v. 1.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1995. v. 1.
Bibliografia Complementar:
ANTON, H; BUSBY, R. C. Álgebra Linear Contemporânea. Tradução de Claus Ivo Doering.
Porto Alegre: Bookman, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. Tradução de Cyro de Carvalho
Patarra. São Paulo: Harbra, c1994. v. 2
LIPSCHUTZ, S; LIPSON, M. Teoria e Problemas de Álgebra Linear. 3. ed. Tradução de
Laurito Miranda Alves. Porto Alegre: Bookman, 2004.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1988. v. 2.
STEINBRUCH, A. Introdução à Álgebra Linear. São Paulo: Makron Books, 1990.
STEINBRUCH, A. WINTERLE, P. Álgebra Linear. São Paulo: Makron Books, 1987.
Leitura e Produção de Textos
Carga Horária: 40
Ementa:
Leitura e produção de textos. Defeitos de argumentação. Estrutura de parágrafo. Coesão e
coerência textuais. Denotação e Conotação. Novo acordo ortográfico, 2009. Normas da língua
culta portuguesa: ortografia, pontuação, conjunção, preposição, concordância verbal e nominal.
Estudos e produção de textos sobre a temática da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena .
Bibliografia Básica:
CÂMARA JÚNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis: Vozes, 2001.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: FGV, 2000.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo:
Ática, 2004.
Bibliografia Complementar:
Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2003.
ROCHA LIMA, Carlos Henrique. Gramática normativa da língua portuguesa (edição revista
segundo o novo Acordo Ortográfico) São Pulo: Record, 2012.
NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA, 2009. São Paulo:
Contexto, 2010.
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
Introdução à Engenharia de Controle e Automação
Carga Horária: 40
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Ementa:
Eventos e Palestras sobre a Engenharia de Controle e Automação: Funções do Engenheiro no
contexto tecnológico, social e o meio ambiente; O mercado de trabalho; O Curso: currículo e
infraestrutura de pessoal e física; Conceitos básicos de controle e automação; metodologias de
estudo. Aspectos sociais da automação.
Bibliografia Básica:
Bibliografia geral da Instituição, do Curso e da Área Profissionalizante.
Física Experimental I
Carga Horária: 40
Ementa:
Segurança e uso dos instrumentos do laboratório. Medidas e teoria dos erros. Gráficos.
Experimentos de mecânica clássica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 1: mecânica. Tradução
de Flávio Menezes de Aguiar. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2006.
v. 1.
SERWAY, R. A. Física 1: para cientistas e engenheiros com física moderna. 3. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. v. 1.
TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. Tradução de Horacio Macedo. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000. v. 1.
Bibliografia Complementar:
Fundamentos de Física 1: mecânica. 7. ed. Tradução de Flávio Menezes de Aguiar. Rio de
Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, c2006. 356p.
GONÇALVES, Dalton. Testes Orientados de Física: mecânica: volume 1. Guarulhos: Parma
LTDA, 1974. 271p.
LEITE, Rogério Cezar de Cerqueira. Física do Estado Sólido. São Paulo: Edgard Blücher
Ltda.. c1987. 293p.
LIMA, Mário Werneck de Alencar. Termodinâmica Geral: física industrial: volume 1. Belo
Horizonte: Edições Engenharia e Arquitetura, 1966. 138p. v.1.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W. Física: eletricidade magnetismo eletrônica:
volume 2. Tradução de Carlos Campos de Oliveira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1963.
854p.
Segundo Período
Desenho Técnico
Carga Horária: 40
Ementa:
Convenções e normalização. Vistas ortográficas e auxiliares. Cotagem. Cortes e seções. Teoria
do desenho projetivo. Perspectivas. Representação de forma e dimensão. Aplicativos
computacionais para o projeto de engenharia.
Bibliografia Básica:
BUENO, Claudia Pimentel; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho Técnico Para Engenharias.
Curitiba: Juruá, 2010. 196p.
23/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
FRENCH, T. E. VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 8. ed.
Globo, 2005.
São Paulo:
LEAKE, James L.; BORGERSON, Jacob L.; BIASI, RONALDO SERGIO DE (Trad. ). Manual
de Desenho Técnico Para Engenharia: desenho, modelagem e visualização. Rio de Janeiro: LTC
- Livros Técnicos e Científicos, c2010. 288p.
Bibliografia Complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICA. Normas para Desenho Técnico. Rio
de Janeiro: Globo, 1983.
ESTEPHANIO, C. Desenho Técnico Básico: 2º e 3º graus. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico.
c1984.
Manual do autocad - www.pdf-search-engine.com/manual-em-portugues-do-autocad-2007pdf.html.
MARMO, C. M. B. Curso de Desenho. São Paulo: Moderna, [s.d.]. v. 4.
VENDITTI, M. V. R. Desenho Técnico sem Prancheta com Autocad 2008. Florianópolis:
VisualBooks, 2007.
SCHMITT, Alexander; SPENGEL, Gerd; WEINAND, Ewald. Desenho Técnico Fundamental.
São Paulo: E.P.U, c1977. 123p.
Cálculo Diferencial e Integral II
Carga horária: 80
Ementa:
Derivadas; Aplicação de Derivadas e Antiderivadas; Regras básicas de diferenciação; Regras da
Cadeia; Formas indeterminadas e Regra de L´hospital; Teorema de Valor médio e intermediário;
Análise de variação das funções; Integrais indefinidas imediatas e por substituição; Integrais
definidas imediatas e por substituição.
Bibliografia Básica:
ÁVILA, G. Cálculo 1: funções de uma variável. Rio de janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
1994.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1987. v. 1.
THOMAS, G. B. Cálculo 1. Tradução de Paulo Boschcov. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley,
2002. v. 1.
Bibliografia Complementar:
EDWARDS, C. H. PENNEY, D. E. Cálculo Com Geometria Analítica. Tradução de Alfredo
Alves de Farias. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, c1997. v. 1.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. Belo Horizonte: Harbra, c1986. v.
1.
STEWART, J. Cálculo. Tradução de Antônio Carlos Moretti. 5. ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2006. v. 1
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1995. v. 1.
ROMANO, R. Cálculo Diferencial e Integral: funções de uma variável. 2. ed. São Paulo: Atlas,
1983. v. 1.
Física Geral II
Carga horária: 80
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Ementa
Equilíbrio estático. Elasticidade. Estática e dinâmica dos fluidos. Oscilações e Ondas. Calor e
primeira lei da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Entropia e Segunda lei da
Termodinâmica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 2: gravitação, ondas e
termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2002. v. 2.
SERWAY, R. A. Física 2: para cientistas e engenheiros com física moderna. 3. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. v. 2.
TIPLER, P. A.; Física: para cientistas e engenheiros. Tradução de Horácio Macedo. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000. v. 2
Bibliografia Complementar:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física II. Tradução de Rogério Cantarino Trajano Costa. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1974. v. 1.
LEITE, R. C. C. Física do Estado Sólido. São Paulo: Edgard Blücher, c1987.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D. Física I. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1974. v. 2.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W. Física: eletricidade, magnetismo, eletrônica. Tradução de
Carlos Campos de Oliveira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1963. v. 2.
TIPLER, P. A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986. v. 2ª.
Física Geral Experimental II
Carga Horária: 40
Ementa:
Medidas e experimentos sobre oscilações e ondas mecânicas. Calorimetria. Termometria.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 2: gravitação, ondas e
termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2002. v. 2.
SERWAY, R. A. Física 2: para cientistas e engenheiros com física moderna. 3. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. v. 2.
TIPLER, P. A.; Física: para cientistas e engenheiros. Tradução de Horácio Macedo. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000. v. 2
Bibliografia Complementar:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física II. Tradução de Rogério Cantarino Trajano Costa. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1974. v. 1.
LEITE, R. C. C. Física do Estado Sólido. São Paulo: Edgard Blücher, c1987.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D. Física I. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1974. v. 2.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W. Física: eletricidade, magnetismo, eletrônica. Tradução de
Carlos Campos de Oliveira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1963. v. 2.
TIPLER, P. A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986. v. 2ª.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Algoritmos e Programação de Computadores
Carga Horária:80
Ementa:
Desenvolvimento de algoritmos. Linguagem de programação C. Tipos de dados. Variáveis
simples e compostas. Constantes. Funções. Recursividade. Ponteiros. Manipulação de arquivos.
Bibliografia Básica:
FARRER, Harry et al. Algoritmos Estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, c1999. 284p.
HOLLOWAY, James Paul. Introdução à Programação para Engenharia: resolvendo
problemas com algoritmos. Tradução: Cunha, Sueli. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e
Científicos, 2006. 339p.
ZIVIANI, Nívio. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. 5. ed. São
Paulo: Pioneira, 2000. 267p.
Bibliografia Complementar:
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos
da Programação de Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2008. 434p.
CORMEN, Thomas H. et al. Introduction to Algorithms. 2ND. ed. Cambridge: The MIT Press,
c2001. 1180p.
GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Introdução à Ciência
da Computação. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998. 165p.
HOROWITZ, Ellis; SAHNI, Sartaj. Fundamentals of Computer Algorithms. Potomac:
Computer Science Press, c1978. 626p.
SAGASTUME, Marta; BAUM, Gabriel. Problemas, Lenguajes y Algoritmos. Campinas:
Editora da Universidade de Campinas, 1986. 165p.
Filosofia da Ciência e da Tecnologia
Carga horária:40
Ementa:
Noções gerais de Filosofia e Ciência. Definições de ciência e método científico. Concepções de
objetividade e experiência. Abordagem de problemas gerais referentes aos limites e aos
pressupostos da investigação, do conhecimento e da compreensão científicas. Ciência, técnica e
tecnologia. Usos e sentidos da tecnologia. Implicações sociais da tecnologia moderna. O
Empirismo na Ciência Moderna. Falseabilidade e verificacionismo. Controvérsias sobre a
racionalidade da evolução do conhecimento e sobre a aceitação e comparação de teorias.
Bibliografia Básica:
BACHELARD, G. A formação espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 2002.
HORKHEIMER, Max; ADORNO, Theodor. Dialética do esclarecimento. Trad. Guido Antônio
de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
KUHN, T. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1975.
MARCUSE, Herbert. Tecnologia, guerra e facismo. Trad. Maria C. V. Borba. São Paulo:
EDUNESP, 1999.
POPPER, K. A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, 2007.
Bibliografia Complementar:
CHALMERS, A. F. O que é a ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1992.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
DUTRA, L. H. A. Introdução à Teoria da Ciência. Florianópolis: Editora UFSC, 1998.
SIMÕES, E. Hertz, Wittgenstein e a Representação do Mundo. Curitiba: Editora CRV, 2012.
Introdução à Metodologia Científica
Cara horária: 40
Ementa:
Ciência e Método Científico. Técnicas para Elaboração de Fichamentos e Resenhas e Resumos.
Classificações da Pesquisa. Métodos Científicos. As Etapas da Pesquisa. Revisão de Literatura.
Levantamento de Informações para Pesquisas em Engenharia de Produção. Problema e
Hipóteses de Pesquisa. O Projeto de Pesquisa. Elaboração e Apresentação de Relatório de
Pesquisa.
Bibliografia Básica:
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2006
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do Trabalho Científico. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar:
BAPTISTA, M. N.; CAMPOS, D. C. Metodologia de Pesquisa em Ciências: análises
quantitativa e qualitativa. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007.
BARROS, A. J. S; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de Metodologia: um guia para a
iniciação científica. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 2006.
GALLIANO, G. O Método Científico: teoria e prática. São Paulo: Harbra, c1979.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em
ciências humanas. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo: Atlas,
2007.
PATACO, V. L. P.; VENTURA, M. M.; RESENDE, E. S. Metodologia para Trabalhos
Acadêmicos e Normas de Apresentação Gráfica. 3. ed. Rio de Janeiro: Rio, 2006.
THIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa-Ação. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
Terceiro Período
Química Geral
Cara horária: 40
Ementa:
Estrutura eletrônica dos átomos. Tabela periódica, propriedades periódicas dos elementos.
Ligação química. Íons e moléculas. Soluções. Fórmulas, equações químicas, cálculos
estequiométricos. Ácidos e bases. Reações químicas. Eletroquímica.
Bibliografia Básica :
MASTERTON, W. L.; SLOWINSKI, E. J.; STANITSKI, C. L. Princípios de Química. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1990.
BRADY, J. E.; RUSSELL, J. W.; HOLUM, J. R. Química: a matéria e suas transformações.
Tradução de J. A. Souza. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. v. 1.
RUSSELL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makron Books, 1994, v. 1.
Bibliografia Complementar :
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
ROSENBERG, J. L.; EPSTEIN, L. M. Teoria e Problemas de Química Geral. Tradução de
Roberto Fernando de Souza. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.1970.
Antônio, 1945-. Química: realidade e contexto: volume único. 1. ed. São Paulo: Ática, 2002.
672p.
KRAULEDAT, W. G. Notação e Nomenclatura de Química Inorgânica. São Paulo: Edgar
Blücher,
MAHAN, B. H. Química: um curso universitário. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1991.
LEMBO,
SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W.. Química Inorgânica. Tradução de Maria Aparecida B.
Gomes. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
TRINDADE, Diamantino Fernandes, Oliveira, Fausto Pinto de. Química: básica experimental.
São Paulo das Missões: Ìcone. 1986. 175p.
Química Experimental
Cara horária: 40
Ementa:
Prática de laboratório: Instruções para trabalho de laboratório: apresentação de aparelhagem de
um laboratório químico. Operações auxiliares em química: pipetar, filtrar, centrifugar, pesar,
secar, diluir, concentrar. Determinação de ponto de fusão e ebulição: conceito teórico,
aparelhagem e montagem. Destilação: conceito teórico, aparelhagem e montagem. Indicadores
ácido - base. Reações químicas: reações de deslocamento, dupla troca, decomposição, hidrólise,
precipitação e dissolução de precipitado, neutralização, formação de gases, óxido-redução.
Eletrólise.
Bibliografia Básica :
MASTERTON, W. L.; SLOWINSKI, E. J.; STANITSKI, C. L. Princípios de Química. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1990.
BRADY, J. E.; RUSSELL, J. W.; HOLUM, J. R. Química: a matéria e suas transformações.
Tradução de J. A. Souza. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. v. 1.
RUSSELL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makron Books, 1994, v. 1.
Bibliografia Complementar :
ROSENBERG, J. L.; EPSTEIN, L. M. Teoria e Problemas de Química Geral. Tradução de
Roberto Fernando de Souza. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.1970.
Antônio, 1945-. Química: realidade e contexto: volume único. 1. ed. São Paulo: Ática, 2002.
672p.
KRAULEDAT, W. G. Notação e Nomenclatura de Química Inorgânica. São Paulo: Edgar
Blücher,
MAHAN, B. H. Química: um curso universitário. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1991.
LEMBO,
SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W.. Química Inorgânica. Tradução de Maria Aparecida B.
Gomes. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
TRINDADE, Diamantino Fernandes, Oliveira, Fausto Pinto de. Química: básica experimental.
São Paulo das Missões: Ìcone. 1986. 175p.
Cálculo Diferencial e Integral III
Carga horária:80
Ementa:
Técnicas de integração. Aplicações da integral definida. Integrais impróprias. Seqüências e
Séries numéricas. Séries de potências. Séries de Taylor e de Maclaurin.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Bibliografia Básica:
ÁVILA, G. Cálculo 1: funções de uma variável. Rio de janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
1994.
ÁVILA, G. Cálculo 2: funções de uma variável. Rio de janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
1994.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1987. v. 1.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1987. v. 2.
THOMAS, G. B. Cálculo 1. Tradução de Paulo Boschcov. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley,
2002. v. 1.
THOMAS, G. B. Cálculo 2. Tradução de Paulo Boschcov. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley,
2002. v. 1.
Bibliografia Complementar:
EDWARDS, C. H. PENNEY, D. E. Cálculo Com Geometria Analítica. Tradução de Alfredo
Alves de Farias. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, c1997. v. 1.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. Belo Horizonte: Harbra, c1986. v.
1.
STEWART, J. Cálculo. Tradução de Antônio Carlos Moretti. 5. ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2006. v. 1
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1995. v. 1.
ROMANO, R. Cálculo Diferencial e Integral: funções de uma variável. 2. ed. São Paulo: Atlas,
1983. v1.
Física Geral III
Carga Horária: 80
Ementa:
Carga elétrica, campo elétrico e a Lei de Gauss. Potencial elétrico, Capacitância. Corrente e
resistência elétricas. Circuitos elétricos. Campos magnéticos e Lei de Ampère. Lei da Indução de
Faraday e indutância. Propriedades magnéticas da matéria. Oscilações eletromagnéticas e
corrente alternada. Equações de Maxwell.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 3: eletromagnetismo.
Tradução de André Soares de Azevedo. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
c2003. v. 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 4: óptica e física
moderna. Tradução de Ronaldo Sergio de Biasi. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e
Científicos, c2003. v. 4.
TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Tradução de Ronaldo Sergio de Biasi.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000. v. 3.
Bibliografia Complementar:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 3. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, c1996. v. 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 4. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
29/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
e Científicos, c1996. v. 4.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D.; Física: parte I: mecânica, acústica, calor. Tradução de Euclydes
Cavallari. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1971.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W. Física: eletricidade, magnetismo, eletrônica. Tradução de
Carlos Campos de Oliveira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1963. v. 2.
TIPLER, P. A. Física. 2. ed. Tradução: Macedo, Horacio. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1986. v. 2a.
Física Experimental III
Carga Horária: 40
Ementa:
Medidas e experimentos em eletricidade e magnetismo. Experimentos em oscilações e ondas
eletromagnéticas, natureza e propagação da luz e ótica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 3: eletromagnetismo.
Tradução de André Soares de Azevedo. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
c2003. v. 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 4: óptica e física
moderna. Tradução de Ronaldo Sergio de Biasi. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e
Científicos, c2003. v. 4.
TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Tradução de Ronaldo Sergio de Biasi.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000. v. 3.
Bibliografia Complementar:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 3. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, c1996. v. 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 4. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, c1996. v. 4.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D.; Física: parte I: mecânica, acústica, calor. Tradução de Euclydes
Cavallari. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1971.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W. Física: eletricidade, magnetismo, eletrônica. Tradução de
Carlos Campos de Oliveira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1963. v. 2.
TIPLER, P. A. Física. 2. ed. Tradução: Macedo, Horacio. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1986. v. 2a.
Algoritmos e Estruturas de Dados
Carga Horária: 80
Ementa:
Recursividade. Alocação dinâmica de memória. Tipos Abstratos de Dados. Estruturas de dados
fundamentais: listas, filas, pilhas e árvores. Algoritmos de busca e ordenação em memória
principal. Noções de complexidade e eficiência de algoritmos. Desenvolvimento, implementação
e testes de programas em aplicações particulares.
Bibliografia Básica:
CELES, Waldemar; CERQUEIRA, Renato; RANGEL, José Lucas. Introdução a Estruturas de
Dados: com técnicas de programação em C. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 294p.
GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e
Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1994. 216p.
ZIVIANI, Nívio. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. 5. ed. São
Paulo: Pioneira, 2000. 267p.
30/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Bibliografia Complementar:
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos
da Programação de Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2008. 434p.
DROZDEK, Adam. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. Tradução de Luiz Sérgio de
Castro Paiva. São Paulo: Thomson Learning, 2002. 579p.
ESAKOV, Jeffrey; WEISS, Tom. Data Structures: an advanced approach using C. New
Jersey: Prentice Hall, 1989. 372p.
KNUTH, Donald E. The Art of Computer Programming: fundamental algorithms: volume
1. 3rd ed. Reading: Addison -Wesley, 1997. 650p. v1.
ZIVIANI, Nívio. Projetos de Algoritmos e Estrutura de Dados. São Paulo: Ed. da Unicamp,
1986. 153p.
Mecânica e Resistência dos Materiais
Carga horária: 40
Ementa:
Tecnologia dos materiais. Propriedades mecânicas dos materiais. Ensaios: tração, compreensão,
cisalhamento, flexão, torção, impacto, embutimento, fadiga e dureza. Teoremas fundamentais.
Cálculo de deslocamentos e estabilidade elástica.
Bibliografia Básica:
MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 16. ed. São Paulo: Érica,
2005.
NASH, W. A.; Resistência dos Materiais. Tradução de Jaime Ferreira da Silva. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1981.
BEER, F. P.; JOHNSTON JUNIOR, E. R. Resistência dos Materiais. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 1996.
Bibliografia Complementar:
COSTA, E. V.; Curso de Resistência dos Materiais: com elementos de grafostática e de
energia de deformação. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1974. v. 1.
FEODOSIEV, V. I. Resistência de Materiales. Moscú: Mir, 1980.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. 3. ed. Tradução de José Rodrigues de
Carvalho. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 1979. v. 1.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. 3. ed. Tradução de Domício Falcão Moreira.
Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 1979. v. 2.
SINGER, F. L. Resistencia de Materiales. Tradução de Raimundo Gaspar Torrent. São Paulo:
Harla, c1971.
Quarto Período
Cálculo Diferencial e Integral IV
Carga horária: 80
Ementa:
Limite e Continuidade de Funções de Várias Variáveis. Derivadas parciais. Máximos e Mínimos.
Integrais Múltiplas. Integrais de Linha e de Superfícies. Teoremas de Green, Gauss ou da
Divergência e Stokes. Aplicações.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Bibliografia Básica:
THOMAS, G. B. Cálculo. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1972. v. 2.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1988. v. 2.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1995. v. 2.
Bibliografia Complementar:
ÁVILA, G. Cálculo 2: funções de uma variável. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2000.
EDWARDS, C. H. PENNEY, D. E. Cálculo com Geometria Analítica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1999. v. 2.
EDWARDS, C.H.; PENNEY, D. E. Cálculo com Geometria Analítica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1999. v. 3.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2006. v. 2.
KAPLAN, W. Cálculo Avançado. São Paulo: Edgar Blücher. 1995. v. 1
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. Tradução de Cyro de Carvalho
Patarra. São Paulo: Harbra, c1994. v. 2.
STEWART, J. Cálculo. Tradução de Antônio Carlos Moretti. 5. ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2006. v. 2.
FÍSICA GERAL IV
Carga Horária: 40
Ementa:
Oscilações e ondas eletromagnéticas. Natureza e propagação da luz. Interferência e difração.
Polarização. Noções de Física Moderna.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 3: eletromagnetismo.
Tradução de André Soares de Azevedo. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
c2003. v. 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 4: óptica e física
moderna. Tradução de Ronaldo Sergio de Biasi. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e
Científicos, c2003. v. 4.
TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Tradução de Ronaldo Sergio de Biasi.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000. v. 3.
Bibliografia Complementar:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 3. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, c1996. v. 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 4. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, c1996. v. 4.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D.; Física: parte I: mecânica, acústica, calor. Tradução de Euclydes
Cavallari. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1971.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W. Física: eletricidade, magnetismo, eletrônica. Tradução de
Carlos Campos de Oliveira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1963. v. 2.
TIPLER, P. A. Física. 2. ed. Tradução: Macedo, Horacio. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1986. v. 2a.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Equações Diferenciais
Carga horária:80
Ementa:
Equações lineares elementares de 1a ordem (variáveis separáveis, lineares). Equações de
diferenças lineares de ordem 1. Equações diferenciais e de diferenças de segunda ordem lineares
com coeficientes constantes. Sistemas de equações diferenciais e de diferenças lineares de
coeficientes constantes. Transformada de Laplace. Noções de Eq. Dif. Parciais e Série de
Fourier: Equações diferenciais parciais: introdução, método de separação de variáveis.
Bibliografia Básica:
BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas
de Valores de Contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1999. 532p.
MARIA DE ÁVILA (Trad. ). Equações Diferenciais: teoria, técnica e prática. São Paulo:
McGraw-Hill, c2008. 529p.
THOMAS, George Brinton, 1914-. Cálculo: volume 2. São Paulo: Addison Wesley, 2003. 570p.
Bibliografia Complementar:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo: funções de várias variáveis: volume 3. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1987. 274p. v3.
BRAUN, Martin. Differential Equations and Their Applications. New York: Springer Verlag,
1978. 319p.
KAPLAN, Wilfred, 1915-. Cálculo Avançado. São Paulo: Edgar Blücher. 1972.
THOMAS, George Brinton, 1914-. Cálculo: volume 2. São Paulo: Addison Wesley, 2003. 570p.
STEWART, James. Cálculo: volume 2. 5. ed. Tradução de Antônio Carlos Moretti. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2006. 1164p.
Análise e Programação Orientadas a Objeto
Carga Horária: 80
Ementa:
Filosofia e Princípios. Qualidade de Software. Modularidade. Reutilização de Software.
Abstração. Tipos Abstratos de Dados. Objetos. Classes. Atributos. Métodos. Encapsulação.
Interface. Hierarquia de Classes. Herança. Polimorfismo. Polissemia. Polivalência. Redefinição.
Especialização. Associação Dinâmica. Análise e Projeto Orientados por Objetos. Tratamento de
Exceção. Genericidade. Parametrização de Classes. Regras da Co-Variância e Contravariância.
Objetos Concorrentes. Linguagens Orientadas por Objetos: Java, C++.
Bibliografia Básica:
BOOCH, Grady et al. Object-Oriented: analysis and design with applications. 3RD. ed. Upper
Saddle River: Addison-Wesley, 2007. 691p.
MEYER, Bertrand. Object-oriented software construction. 2. ed. New Jersey: Prentice Hall
PTR, 1997. 1254p.
STROUSTRUP, Bjarne. The C++ Programming Language. 3. ed. London: Addison-Wesley,
2001. 1020p.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Bibliografia Complementar:
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos
da Programação de Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2008. 434p.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C++: como programar. 5. ed. São Paulo: Pearson Education,
2009. 1163p.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. 4. ed. Tradução de Carlos Arthur Lang
Lisbôa. Porto Alegre: Bookman, 2004. 1386p.
DROZDEK, Adam. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. Tradução de Luiz Sérgio de
Castro Paiva. São Paulo: Thomson Learning, 2002. 579p.
FURLAN, José Davi. Modelagem de Objetos através de UML: the Unified Modeling
Language. São Paulo: Makron Books do Brasil, c1998. 329p.
Fenômenos de Transporte
Carga Horária: 40
Ementa:
Mecânica dos fluidos: bombas, dutos e escoamento. Conceitos fundamentais. Primeira e segunda
leis da termodinâmica. Equações gerais da cinemática e dinâmica dos fluídos. Equações básicas
de transferência de calor e massa.
Bibliografia Básica:
AFFONSO SILVA (Trad. ). Fenômenos de Transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros
Técnicos e Científicos, c2004. 838p.
BRAGA FILHO, W. Fenômenos de Transporte para Engenharia. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, c2006.
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2. ed. São Carlos: Rima, 2006.
Bibliografia Complementar:
BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de Transporte. 2. ed. Rio
de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2004.
SISSOM, L. E.; PITTS, D. R.; Fenômenos de Transporte. Tradução de Rio de Adir M. Luiz
Janeiro: Guanabara, 1988.
FIGUEREDO, C. M.; SERNA, C. F. Problemas de Mecânica de los Fluidos. La Habana:
ISPJAE, 1990.
LEVENSPIEL, O. Termodinâmica Amistosa para Engenheiros. Tradução de José Luís
Magnani. São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; VAN WYLEN, G. J. Fundamentos da
Termodinâmica. Tradução de Euryale de Jesus Zerbini. 5. ed.São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
Circuitos Elétricos
Carga Horária: 80
Ementa:
Grandezas elétricas. Elementos de circuitos. Leis fundamentais de circuitos. Circuitos resistivos.
Métodos de Análise de Circuitos. Indutores e Capacitores. Circuitos RC e RL. Circuitos de
Segunda Ordem. Excitação senoidal e fasores. Análise em Regime permanente senoidal.
Potência em regime permanente senoidal. Circuitos Trifásicos Equilibrados. Transformada de
Laplace em Análise de Circuitos. Resposta em freqüência de circuitos.
Bibliografia Básica:
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos Circuitos Elétricos. Ronaldo Sérgio de
Biasi. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de Análise de
Circuitos Elétricos. 4. ed. Tradução de Onofre de Andrade Martins. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, c2000.
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos. 6. ed. Tradução de Ronaldo Sergio
de Biasi. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2003.
Bibliografia Complementar:
BURIAN JR., Y.; LYRA, A. C. C. Circuitos Elétricos. São Paulo: Pearson Education,
2006.
EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos. Tradução de Sebastião Carlos Feital. 2. ed. São
Paulo: Mc Graw-Hill, c1991.
HAYT, W. H.; KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em Engenharia. 4. ed. São Paulo:
Makron Books, 2000.
IRWIN, J. D.; Análise de Circuitos em Engenharia. Tradução de Luis Antônio Aguirre. 4.
ed. São Paulo: Makron Books, c2000.
O’MALLEY, J. Análise de Circuitos. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
Quinto Período
Laboratório de Circuitos Elétricos
Carga Horária: 40
Ementa:
Organização de Laboratórios. Segurança em Laboratórios. Medição de Grandezas Elétricas.
Experimentos básicos com elementos de circuitos, circuitos resistivos, circuitos com fontes
dependentes, circuitos com capacitores e indutores, circuitos em regime transitório e em regime
permanente senoidal. Experimentos e técnicas de medição de circuitos trifásicos equilibrados;
projeto de filtros.
Bibliografia Básica:
DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos Circuitos Elétricos. Ronaldo Sérgio de Biasi.
7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de Análise de Circuitos
Elétricos. 4. ed. Tradução de Onofre de Andrade Martins. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, c2000.
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos. 6. ed. Tradução de Ronaldo Sergio de
Biasi. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2003.
Bibliografia Complementar:
BURIAN JR., Y.; LYRA, A. C. C. Circuitos Elétricos. São Paulo: Pearson Education, 2006.
EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos. Tradução de Sebastião Carlos Feital. 2. ed. São Paulo:
Mc Graw-Hill, c1991.
HAYT, W. H.; KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em Engenharia. 4. ed. São Paulo:
Makron Books, 2000.
IRWIN, J. D.; Análise de Circuitos em Engenharia. Tradução de Luis Antônio Aguirre. 4.ed.
São Paulo: Makron Books, c2000.
O’MALLEY, J. Análise de Circuitos. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
Eletrônica
Carga Horária: 80
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Ementa:
Circuitos Eletrônicos. Amplificadores Operacionais: ideal, real. Circuitos com amplificadores
operacionais. Diodos. Transistores: bipolares, MOSFET – características, polarização,
configurações de amplificadores, funcionamento como chave, aplicações. Circuitos digitais:
MOS, bipolares. Resposta em freqüência de amplificadores. Amplificadores realimentados.
Amplificadores de potência. Circuitos integrados analógicos. Filtros e amplificadores
sintonizados.
Bibliografia Básica:
BOYLESTAD, R.; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos.
Tradução de Alberto Gaspar Guimarães. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e
Científicos, c1999.
RAZAVI, B. Fundamentals of Microelectronics. Hoboken: John Wiley & Sons, Inc., c2006.
SEDRA, A. S.; SMITH, K. C. Microeletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
Bibliografia Complementar:
CATHEY, J. J. Teoria e Problemas de Dispositivos e Circuitos Eletrônicos. Tradução de
Márcio Mattoso de Pádua. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
MALVINO, A. P.; Eletrônica. Tradução de Romeu Abdo, 4. ed. São Paulo: Makron Books,
2005. v. 1.
MALVINO, A. P. Eletrônica. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 4. ed. São Paulo:
Makron Books, 2009. v. 2.
MELLO, H. A.; INTRATOR, E. Dispositivos Semicondutores: diodos, transistores, tiristores,
optoeletrônica, circuitos integrados. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1981.
SMITH, K. C. Laboratory Explorations for Microeletronic Circuits. 4th. ed. New York:
Oxford University Press, c1998.
Probabilidade e Estatística
Carga horária:80
Ementa:
Análise exploratória de dados. Medidas descritivas. Medidas de variabilidade. Técnicas de
amostragem. Probabilidade: experimentos aleatórios, probabilidade condicionada,
independência, regra da probabilidade total, teorema de Bayes. Variáveis aleatórias e
distribuição de probabilidade. Distribuições discretas e contínuas. Distribuições Amostrais e
estimação pontual de parâmetros. Inferência estatística: intervalos de confiança e teste de
hipóteses.
Bibliografia Básica:
BOX, George E. P.; HUNTER, William G.; HUNTER, J. Stuart. Statistics for Experiments: an
introducion to design, data analysis, and model building. New York: John Wiley & Sons, Inc.,
c1978. 653p.
MEYER de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003.
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para
Engenheiros. Tradução de Verônica Calado. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e
Científicos, c2003.
Bibliografia Complementar:
FERNANDEZ, P. J. Introdução à Teoria das Probabilidades. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos
e Cientificos, 1973.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
MORETTIN, L. G. Estatística Básica: Inferência. Makron Books do Brasil Editora Ltda, São
Paulo, 1999. v. 2.
ROSS, S. M. A First Course in Probability. 6. ed. New Jersey: Prentice Hall, 2002.
SANTALÓ, L. A. Probabilidad e Inferencia Estadistica. Washington: OEA, 1970.
SEVASTIANOV, B. A. Problemas de Cálculo de Probabilidades. Moscú: Mir. 1985.
TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística Básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
Sinais e Sistemas
Carga Horária: 80
Ementa:
Sistemas lineares invariantes no tempo. Representação de Fourier para sinais e sistemas de
tempo contínuo e de tempo discreto. Caracterização de sistemas por meio da transformada de
Laplace. Representação de Sinais e Sistemas no Tempo e na Freqüência.. Modelagem
matemática de sistemas dinâmicos baseada na física do processo e na relação entrada-saída.
Bibliografia Básica:
OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S.; NAWAB, S. H. Signals and Systems. 2nd ed.
New Jersey: Prentice Hall, c1997.
HAYKIN, S.; VAN VEEN, B. Sinais e Sistemas. Tradução de José Carlos Barbosa dos
Santos. Porto Alegre: Bookman, 2001.
LATHI, B. P. Sinais Sistemas Lineares. Tradução de Gustavo Guimarães Parma. 2. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2007.
Bibliografia Complementar:
GIROD, B.; RABENSTEIN, R.; STENGER, A. Sinais e Sistemas. Tradução de Bernardo
Severo da Silva Filho. Rio de Janeiro: LTC, c2003.
AGUIRRE, L. A. Introdução à identificação de sistemas: técnicas lineares e não lineares
aplicadas a sistemas reais. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2004.
HSU, H. P.; Teoria e Problemas de Comunicação Analógica e Digital. Tradução de
Gustavo Guimarães Paiva. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
BUCK, J. R.; DANIEL, M. M.; SINGER, A. C. Computer Explorations in Signals and
Systems Using MATLAB. 2nd. ed. Upper Saddle River: Prentice Hall PTR, c2002.
HANSELMAN, D.; LITTLEFIELD, B. Matlab 6: curso completo. Tradução de Cláudia
Sant'Ana Martins. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
Sistemas Digitais
Carga Horária: 80
Ementa:
Sistemas binários. Álgebra de Boole e portas lógicas. Simplificações de Funções Booleanas.
Circuitos Combinacionais. Básicos. Componentes MSI e PLD. Análise e síntese de circuitos
seqüenciais. Registradores, contadores e memória. Máquinas de Estado. Circuitos Seqüenciais
Assíncronos. Circuitos Integrados digitais. Ferramentas de CAD para o projeto de sistemas
digitais.
Bibliografia Básica:
KATZ, R. H.; BORRIELLO, G. Contemporary Logic Design. 2nd ed. Upper Saddle River:
Pearson Prentice Hall, c2004.
MANO, M. M. Digital Design. 2. ed. New Jersey: Prentice Hall, c1991.
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 7. ed. Rio de
37/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2000.
Bibliografia Complementar:
D’AMORE, R. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. Rio de Janeiro: LTC, c2005.
GARUE, S. Eletrônica Digital: circuitos e tecnologias LSI e VLSI. Tradução de Norberto de
Paula Lima. São Paulo: Hemus, c2004.
IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 37. ed. São Paulo: Érica,
2006.
KARIM, M. A.; CHEN, X. Projeto Digital: conceitos e princípios básicos. Tradução de J. R.
Souza. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
ZEIDMAN, B. Designing With FPGAs and CPLDs. Lawrence: CMP Books, c2002.
Cálculo Numérico
Carga horária:40
Ementa:
Erros. Resolução de sistemas de equações lineares: métodos diretos e iterativos, inversão de
matrizes. Determinação numérica de raízes de equações. Interpolação. Integração numérica.
Tratamento numérico de equações diferenciais ordinárias. Autovalores e autovetores.
Bibliografia Básica:
BARROSO, Leonidas Conceição et al. Cálculo Numérico: (com aplicações). 2. ed. São Paulo:
Harbra, c1987. 367p.
BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas
de Valores de Contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1999. 532p.
RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo Numérico: aspectos
teóricos e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 406p.
Bibliografia Complementar:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 2: funções de uma variável. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos. 2000. 238p.
BARROS, Ivan de Queiroz. Introdução ao Cálculo Numérico. São Paulo: Edgar Blücher,
1972. 114p.
ESPADA FILHO, Antonio; BELLOMO, Douglas Peres; BARBOSA, Ruy Madsen. Cálculos
Numéricos: cálculo de diferenças finitas. São Paulo: Livraria Nobel, 1970. 178p.
KREYSZIG ERWIN. Matemática Superior: volume 1. 2. ed. Tradução de Alfredo Alves de
Farias. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. 320p.
THOMAS, George Brinton, 1914-. Cálculo: volume 2. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1972.
892p.
Sexto Período
Controle de Sistemas I
Carga Horária: 80
Ementa:
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Introdução aos sistemas de controle. Sistemas de controle realimentados. Desempenho de
sistemas de controle. Análise da estabilidade de sistemas de controle lineares. Análise de
sistemas de controle realimentados lineares pelo método do lugar das raízes. Análise de sistemas
de controle realimentados lineares pelo método da resposta em freqüência. Análise da
estabilidade no domínio da freqüência. Projeto de sistemas de controle realimentados.
Bibliografia Básica:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. Tradução de Bernardo Severo da Silva
Filho. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2002.
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de Controle Modernos. 8. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, c2001.
Bibliografia Complementar:
FREDERICK, D. K.; CHOW, J. H. Feedback Control Problems: using MATLAB and the
control system Toolbox. Pacifc Grove: Brooks/Cole, c2000.
BISHOP, R. H. Modern Control Systems Analysis and Design using MATLAB and
SIMULINK. Menlo Park: Addison- Wesley, c1997.
KUO, B. C.; GOLNARAGHI, F. Automatic Control Systems. New York: John Wiley, c2003.
SMITH, C. A.; CORRIPIO, A. B. Princípios e Prática do Controle Automático de Processo.
Tradução de Maria Lúcia Godinho de Oliveira. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
GILAT, A. Matlab: com aplicações em engenharia. Tradução de Glayson Eduardo de
Figueiredo. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
Laboratório de Sistemas Digitais
Carga Horária: 40
Ementa:
Experimentos de laboratório com a finalidade de integrar conhecimentos nos seguintes assuntos:
Circuitos lógicos. Circuitos combinacionais: técnicas de minimização, análise e síntese. Circuitos
seqüenciais síncronos e assíncronos: técnicas de minimização, análise e síntese. Dispositivos
lógicos programáveis: "gate arrays". Análise e projeto de sistemas digitais.
Bibliografia Básica:
KATZ, R. H.; BORRIELLO, G. Contemporary Logic Design. 2nd ed. Upper Saddle River:
Pearson Prentice Hall, c2004.
MANO, M. M. Digital Design. 2. ed. New Jersey: Prentice Hall, c1991.
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 7. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2000.
Bibliografia Complementar:
D’AMORE, R. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. Rio de Janeiro: LTC, c2005.
GARUE, S. Eletrônica Digital: circuitos e tecnologias LSI e VLSI. Tradução de Norberto de
Paula Lima. São Paulo: Hemus, c2004.
IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 37. ed. São Paulo: Érica,
2006.
KARIM, M. A.; CHEN, X. Projeto Digital: conceitos e princípios básicos. Tradução de J. R.
Souza. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
ZEIDMAN, B. Designing With FPGAs and CPLDs. Lawrence: CMP Books, c2002.
39/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Laboratório de Eletrônica
Carga Horária: 40
Ementa:
Instrumentos de Laboratório: características e utilização. Amplificadores: características,
principais circuitos, aplicações. Diodos: características, principais circuitos, aplicações.
Transistores: bipolares, efeito de campo: características, principais circuitos, aplicações.
Amplificadores realimentados. Amplificadores de potência. Circuitos integrados analógicos.
Filtros e amplificadores sintonizados.
Bibliografia Básica:
BOYLESTAD, R; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos.
Tradução de Alberto Gaspar Guimarães. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e
Científicos, c1999.
RAZAVI, B. Fundamentals of Microelectronics. Hoboken: John Wiley & Sons, Inc., c2006.
SEDRA, A. S.; SMITH, K. C. Microeletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
Bibliografia Complementar:
CATHEY, J. J. Teoria e Problemas de Dispositivos e Circuitos Eletrônicos. Tradução de
Márcio Mattoso de Pádua. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
MALVINO, A. P.; Eletrônica. Tradução de Romeu Abdo, 4. ed. São Paulo: Makron Books,
2005. v. 1.
MALVINO, A. P. Eletrônica. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 4. ed. São Paulo:
Makron Books, 2009. v. 2.
MELLO, H. A.; INTRATOR, E. Dispositivos Semicondutores: diodos, transistores, tiristores,
optoeletrônica, circuitos integrados. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1981.
SMITH, K. C. Laboratory Explorations for Microeletronic Circuits. 4th. ed. New York:
Oxford University Press, c1998.
Sistemas Microprocessados
Carga Horária: 80
Ementa:
Arquitetura de microprocessadores: unidade de controle, memória, entrada e saída. Programação
de microprocessadores: tipos e formatos de instruções, modos de endereçamento, linguagem
Assembly. Dispositivos periféricos, interrupção, acesso direto à memória. Microprocessadores
comerciais. Projetos de aplicações com microprocessadores.
Bibliografia Básica:
HILL, F. J.; PETERSON, G. R. Digital Logic and Microprocessors. Nova Iorque: John Wiley
& Sons, Inc., c1984.
PATTERSON, D. A.; HENNESSY, J. L. Organização e Projeto de Computadores: a interface
hardware/software. 3. ed. Tradução de Daniel Vieira. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. Tradução de Nery
Machado Filho. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2001.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, C. S. R. Microprocessador 8085. Campinas: Editora da Universidade de
Campinas, 1988.
40/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
HALL, D. V. Microprocessors and Interfacing: programming and hardware. 2nd ed. New
York: McGraw-Hill, c1992.
HUSSON, S. S. Microprogramming: principles and practices. New Jersey: Prentice Hall,
c1970.
OLIVEIRA, A. S.; ANDRADE, F. S. Sistemas Embarcados: hardware e firmware na prática.
São Paulo: Érica, 2006.
TAUB, H. Circuitos Digitais e Microprocessadores. Tradução de Ivan José de Albuquerque.
São Paulo: Mc Graw-Hill, c1984.
Acionamentos Hidráulicos e Pneumáticos
Carga Horária: 80
Ementa:
Sistemas hidráulicos: Princípios de funcionamento e características básicas, circuitos hidráulicos
fundamentais (servoválvulas), dinâmica dos sistemas hidráulicos. Sistemas Pneumáticos:
Principios de funcionamento e características básicas, circuitos pneumáticos, dinâmica dos
sistemas pneumáticos. Atuadores e sensores. Acionamentos hidráulicos e pneumáticos. Noções
de especificação. Aplicações.
Bibliografia Básica:
FIALHO, A. B. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 6.
ed. São Paulo: Érica, 2007.
FIALHO, A. B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 2. ed.
São Paulo: Érica, 2003.
BOLTON, W. Pneumatic and Hydraulic Systems. Oxford: Ed. Butterworth Heinemann, 1997.
Bibliografia Complementar:
COSTA, E. C. Mecânica dos Fluidos: física industrial. Porto Alegre: Ceue, 1968. v. 5.
AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. 6. ed. São Paulo: Edgar
Blücher, 1977.
AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. 6. ed. São Paulo: Edgar
Blücher, 1977.
MORAES, C. C.; CASTRUCCI, P. L.. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro:
LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2001.
NATALE, F. Automação Industrial. 7. ed. São Paulo: Érica, 2005.
Instrumentação Industrial
Carga Horária: 80
Ementa:
Introdução. Abordagem Generalizada de Instrumentos de Medição. Análise Estática de
instrumentos. Análise Dinâmica de Instrumentos Lineares. Análise Espectral, Sinais Modulados
e Aleatórios. Circuitos Eletrônicos Para Medição. Transdutores para medição. Sistemas de
Medição. Elementos finais de controle.
Bibliografia Básica:
DOEBELIN, E. O. Measurement Systems: application and design. 5th ed. New York:
McGraw-Hill, c2004.
THOMAZINI, D., ALBUQUERQUE, U. B. Sensores Industriais: fundamentos e aplicações. 3.
Ed. São Paulo: Érica, 2007.
41/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
FIALHO, A. B., Instrumentação Industrial: Conceitos, Aplicações e Análise. 5. ed. São Paulo:
Érica, 2007.
Bibliografia Complementar:
SIEMENS AG. Instrumentação Industrial. São Paulo: Edgar Blücher, 1976.
ROSÁRIO, J. M. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
GARCIA, C. Modelagem e Simulação de Processos Industriais e de Sistemas
Eletromecânicos. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2005.
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. Rido de Janeiro,
LTC: 2005.
BOYLESTAD, R; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos.
Tradução de Alberto Gaspar Guimarães. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e
Científicos, c1999.
Sétimo Período
Controle de Processos por Computador
Carga Horária: 80
Ementa:
Introdução à automação informatizada e o controle de processo por computador. Amostragem e
reconstrução de sinais contínuos. Transformada Z. Sistemas discretos em malha aberta e em
malha fechada. Técnicas de análise de estabilidade de sistemas amostrados. Projeto de
controladores digitais. Efeitos de quantização. Hierarquia de sistemas de controle. Estratégias de
controle. Implantação de sistemas de controle e automação industrial. Critérios de desempenho,
caracterização e sintonia de controladores industriais.
Bibliografia Básica:
PHILLIPS, C. L.; NAGLE, H. T. Digital Control System Analysis and Design. 3rd. ed. New
Jersey: Prentice Hall, 1995.
FRANKLIN, G. F., POWELL, J. D., WORKMAN, M. Digital Control of Dynamic Systems. 3.
ed. Addison Wesley Longman Inc.
OGATA, K. Discrete-Time Control Systems. 2. ed. New Delhi: Prentice-Hall of India, 2007.
Bibliografia Complementar:
ASTRON, K. J.; WITTENMARK, B. Computer-Controlled Systems: teory and design. 3rd.
ed. New Jersey: Prentice Hall, 1997.
HEMERLY, E. M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. 2. ed. São Paulo: Edgar
Blücher, 2000.
KUO, B. C. Digital Control Systems. 2nd. ed. New York: Oxford University Press, c1992.
DIGITAL Control: past, present and future of PID Control (PID 00). New York: Pergamon,
c2000.
HOSTETTER, G. H. Digital Control System Design. New York: Holt, Rinehart and Winston,
1987.
Acionamentos Elétricos Industriais
Carga Horária: 80
Ementa:
Acionamentos elétricos na automação industrial. Sistemas mecânicos - cargas. Máquinas de
corrente contínua. Máquinas de indução. Conversores estáticos de potência. Controle de
acionamentos elétricos industriais em sistemas de automação. Aplicações.
42/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Bibliografia Básica:
MURPHY, J. M. D.; TURNBULL, F. G. Power Electronic Control of Motors. New York:
Pergamon, 1989.
SEN, P. C. Principles of Electric Machines and Power Electronics. 2nd ed. New York: John
Wiley, 1997.
FRANCHI, C. N. Acionamentos Elétricos. 4. ed. São Paulo: Érica.
Bibliografia Complementar:
KRAUSE, P. Electromechanical Motion Devices. New York: McGraw-Hill, 1989.
SIMONE, G. A. Máquinas de Indução Trifásica. São Paulo: Érica, 2000.
MELLO, L. F. P. Projetos de Fontes Chaveadas. São Paulo: Érica, 1985.
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY JR., C.; KUSKO, A. Máquinas Elétricas: conversão
eletromecânica da energia, processos, dispositivos e sistemas. Tradução de Josafá A Neves.
São Paulo: Mcgraw-Hill do Brasil, 1977. 5. BARBI, I. Projeto de Fontes Chaveadas.
Florianópolis: Ed. UFSC, 2001.
RASHID, M. H. Eletrônica de Potência: circuitos, dispositivos e aplicações. São Paulo:
Makron Books do Brasil, 1999.
Informática Industrial
Carga Horária: 80
Ementa:
Introdução aos sistemas de automação: Histórico e tendências. Arquiteturas típicas de sistemas
de automação. Controle seqüencial. Controladores Lógico-programáveis (CLP). Linguagens de
programação de CLPs. Sistemas SCADA. Sistemas Digitais de Controle Distribuído (SDCDs).
Controle em batelada. Projeto e uso de remotas. Ferramentas e produtividade. Otimização de
processos. Projeto de automação utilizando CLPs e sistemas supervisórios.
Bibliografia Básica:
NATALE, F. Automação Industrial. 7. ed. São Paulo: Érica, 2005.
MAGALHÃES, Ivan Luizio; PINHEIRO Walfrido Brito. Gerenciamento de Serviços de TI na
Prática. 1 ed. São Paulo: Novatec, 2007
SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. 7. ed. São Paulo: Érica,
2006.
Bibliografia Complementar:
CAMPOS, Mario Massa de; SAITO, Kaku. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação
de Processos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, c2004. 235p.
DEN OTTER, J. Programmable Logic Controllers: operation, interfacing, and programming.
New Jersey: Prentice Hall, c1988
OLIVEIRA, J. C. P. Controlador Programável. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 1993.
SOARES NETO, Vicente; CARVALHO, Francisco Teodoro Assis. Tecnologia de Centrais
Telefônicas. 2. ed. São Paulo: Érica, 2001. 276p.
TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas Digitais: princípios e
aplicações. Tradução de Cláudia Martins. 10. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008. 804p.
Programação em Tempo Real
Carga Horária: 80
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Ementa:
Sistemas de controle e supervisão de processos industriais. Execução concorrente entre
processos. Exclusão mútua. Semáforos. Comunicação entre processos. Memória distribuída.
Estudo de casos usando sistema operacional multitarefas. Exclusão mútua em ambiente
distribuído. Programação em tempo real. Simulação de eventos discretos. Projetos de interfaces
gráficas. Término de processos e gerenciamento de exceções. Controle em ambiente distribuído.
Sistemas de controle paralelos.
Bibliografia Básica:
SEIXAS FILHO, C.; SZUSTER, M. Programação Concorrente em Ambiente Windows: uma
visão de automação. Belo Horizonte: UFMG, 2003.
ANDREWS, G. R. Concurrent Programming: principles and practice. Menlo Park: AddisonWesley, c1991.
SHAW, A. C. Sistemas e Software de Tempo Real. Tradução de Ana M. de Alencar Price.
Porto Alegre: Bookman, 2003.
Bibliografia Complementar:
BURNS, A.; DAVIES, G. Concurrent Programming. Wokingham: Addison -Wesley, 1993.
BEN-ARI, M. Principles of Concurrent and Distributed Programming. 2nd. Ed London:
Addison-Wesley, c2006.
TANENBAUM, A. S.; WOODHULL, A. S. Sistemas Operacionais: projeto e implementação.
2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
TANENBAUM, A. S. Distributed Operating Systems. Upper Saddle River: Prentice Hall,
c1995.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 1.
Laboratório Integrador I
Carga Horária: 80
Ementa:
Desenvolvimento de trabalhos práticos envolvendo técnicas de controle e de inteligência
computacional implementadas em computador e aplicadas a um processo real. O objetivo é
integrar e adquirir habilidade na utilização dos conhecimentos adquiridos no sexto período.
Bibliografia Básica:
NASCIMENTO JÚNIOR, C. L.; YONEYAMA, T. Inteligência Artificial em Controle e
Automação. São Paulo: Edgar Blücher, 2004.
FONSECA, M. O. FILHO, C. S., FILHO, J. A. B. Aplicando a norma IEC 61131 na
automação de processos. ISA PRESS, 2008.
PHILLIPS, C. L.; NAGLE, H. T. Digital Control System Analysis and Design. 3rd. ed. New
Jersey: Prentice Hall, 1995.
Bibliografia Complementar:
JANG, J. R.; SUN, C.; MIZUTANI, E. Neuro-Fuzzy and Soft Computing: a computational
approach to learning and machine intelligence. New Jersey: Prentice Hall, 1997.
CAMPOS, M, M, KAKU, S. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos.
Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2004.
DOEBELIN, E. O. Measurement Systems: application and design. 5th ed. New York:
McGraw-Hill, c2004.
44/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
HAYKIN, S. Redes Neurais: princípios e prática. Tradução de Paulo Martins Engel. 2. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2004.
SHAW, I. S.; SIMÕES, M. G. Controle Modelagem Fuzzy. São Paulo: Edgar Blücher, 2004.
PEDERSEN, K. Expert Systems Programming: practical techniques for rule-based systems.
New York: John Wiley, c1989.
FRANKLIN, G. F., POWELL, J. D., WORKMAN, M. Digital Control of Dynamic Systems. 3.
ed. Addison Wesley Longman Inc.
ASTRON, K. J.; WITTENMARK, B. Computer-Controlled Systems: teory and design. 3rd.
ed. New Jersey: Prentice Hall, 1997.
Oitavo Período
Controle de Sistemas II
Carga Horária: 80
Ementa:
Modelagem em Variáveis de Estado. Controlabilidade e Observabilidade. Projeto de Sistemas
com Retroação com Variáveis de Estado. Sistemas não lineares: plano de fase, método da 1ª
harmônica e estabilidade de auto-oscilação. Controle ótimo: conceitos básicos, o problema linear
quadrático, equações de Riccati. Controle ótimo linear quadrático.
Bibliografia Básica:
KHALIL, H. K. Nonlinear Systems. 3rd ed. Upper Saddle River: Prentice Hall PTR, c2002.
BURL, J. B. Linear Optimal Control. Prentice Hall, 1998.
MONTEIRO, L. H. A. Sistemas Dinâmicos. 2. ed. São Paulo: Editora Livrria da Física, 2006.
Bibliografia Complementar:
SASTRY, S. Nonlinear Systems: analysis, stability and control. New York: Springer Verlag,
c1999.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 1.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 2.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 3.
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. Tradução de Paulo Alvaro Maya. São
Paulo: Prentice-Hall, 2005.
Laboratório Integrador II
Carga Horária: 80
Ementa:
Desenvolvimento de trabalhos práticos envolvendo técnicas de controle e de automação
aplicadas a um processo real. O objetivo é integrar e adquirir habilidade na utilização dos
conhecimentos adquiridos no sétimo período.
Bibliografia Básica:
FONSECA, M. O. FILHO, C. S., FILHO, J. A. B. Aplicando a norma IEC 61131 na
automação de processos. ISA PRESS, 2008.
PHILLIPS, C. L.; NAGLE, H. T. Digital Control System Analysis and Design. 3rd. ed. New
Jersey: Prentice Hall, 1995.
SMITH, C. A.; CORRIPIO, A. B. Princípios e Prática do Controle Automático de Processo.
Tradução de Maria Lúcia Godinho de Oliveira. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Bibliografia Complementar:
45/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
DOEBELIN, E. O. Measurement Systems: application and design. 5th ed. New York:
McGraw-Hill, c2004.
FRANKLIN, G. F., POWELL, J. D., WORKMAN, M. Digital Control of Dynamic Systems. 3.
ed. Addison Wesley Longman Inc.
ASTRON, K. J.; WITTENMARK, B. Computer-Controlled Systems: teory and design. 3rd.
ed. New Jersey: Prentice Hall, 1997.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 1.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 2.
OLIVEIRA, J. C. P. Controlador Programável. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 1993.
DEN OTTER, J. Programmable Logic Controllers: operation, interfacing, and programming.
New Jersey: Prentice Hall, c1988.
FLEMING, D. W.; PILLAI, V. Implementation Guide, Strategic Automation for the Process
Industries. New York: Mc Graw Hill, 1999.
Redes de Computadores
Carga Horária: 80
Ementa:
Modelos de referência Open System Interconnection (OSI) e TCP/IP. Interconexão de
redes de computadores. Camadas de transporte, sessão, apresentação e aplicação. Arquitetura
TCP/IP: Camadas interface de rede, inter-rede e de aplicações. ATM (Asynchronous transfer
mode): objetivos, topologia, camadas (física, ATM, AAL), operação de comutação,
gerenciamentode tráfego e interconexão via ATM. Redes locais industriais. Introdução a
sistemas distribuídos.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. 4. ed. Tradução: Souza, Vandenberg D.
de. Rio de Janeiro: Elsevier, c2003.
SOARES, L. F. G.; LEMOS, G.; COLCHER, S. Redes de Computadores: das LANs,
MANs e WANs às Redes ATM. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1995.
STALLINGS, W. Local and Metropolitan Area Networks. 6th ed. New Jersey: Prentice
Hall, c2000.
Bibliografia Complementar:
COMER, D. E.; STEVENS, D. L. Internetworking With TCP/IP: client-server programming
and applications. New Jersey: Prentice Hall, c2001. v. 3.
STALLINGS, W. Criptografia e Segurança de Redes: princípios e práticas. Tradução de
Daniel Vieira. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
TANENBAUM, A. S.; WOODHULL, A. S. Sistemas Operacionais: projeto e implementação.
2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004
TANENBAUM, A. S. Distributed Operating Systems. Upper Saddle River: Prentice Hall,
c1995.
COULOURIS, George; DOLLIMORE, Jean; KINDBERG, Tim. Sistemas Distribuídos:
conceitos e projeto. 4. ed. Tradução de João Tortello. Porto Alegre: Bookman, 2007.
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem topdown.
Tradução de Arlete Simille Marques. 3. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley,
2006.
TORRES, G. Redes de Computadores: curso completo. Rio de Janeiro: Axcel Books do
Brasil, c2001.
Inteligência Computacional
Carga Horária: 80
46/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Ementa:
Sistemas Nebulosos: Conceitos Básicos e Operações. Relações Nebulosas. Lógica e Raciocínio
Nebulosos. Representação do Conhecimento. Mecanismos de Inferência. Redes
neurais:Princípios básicos, Neurônios naturais e artificiais, Modelo artificial de McCulloch e
Pitts, Regra deHebb, Perceptron, Adaline, Perceptron Multi-camadas, Treinamento por
Backpropagation.
Bibliografia Básica:
BRAGA, A. P.; CARVALHO, A. C. P L. F.; LUDERMIR, T. B. Redes Neurais Artificiais:
teoria e aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2000.
JANG, J. R.; SUN, C.; MIZUTANI, E. Neuro-Fuzzy and Soft Computing: a
computational approach to learning and machine intelligence. New Jersey: Prentice Hall,
1997.
CAMPOS, M, M, KAKU, S. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de
Processos. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2004.
Bibliografia Complementar:
HAYKIN, S. Redes Neurais: princípios e prática. Tradução de Paulo Martins Engel. 2. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2004.
SHAW, I. S.; SIMÕES, M. G. Controle Modelagem Fuzzy. São Paulo: Edgar Blücher,
2004.
NASCIMENTO JÚNIOR, C. L.; YONEYAMA, T. Inteligência Artificial em Controle e
Automação. São Paulo: Edgar Blücher, 2004.
RUSSELL, S.; NORVIG, P. Inteligência Artificial. Tradução de Vandenberg D. de Souza.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
PEDERSEN, K. Expert Systems Programming: practical techniques for rule-based
systems. New York: John Wiley, c1989.
Otimização
Carga Horária: 80
Ementa:
Conceitos básicos em otimização. Programação Linear. Otimização em Redes. Programação
Não-Linear Irrestrita e com Restrições.
Bibliografia Básica:
TAHA, H. A. Pesquisa Operacional. Tradução de Arlete Simille Marques. 8. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear:
modelos e algorítmos. Rio de Janeiro: Elsevier, c2000.
LOESCH, C.; HEIN, N. Pesquisa Operacional: fundamentos e modelos. São Paulo: Saraiva,
2009.
Bibliografia Complementar:
CAIXETA-FILHO, J. V. Pesquisa Operacional: técnicas de otimização aplicadas a sistemas
agroindustriais. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BREGALDA, P. F.; BORNSTEIN, C. T. Introdução à Programação Linear. Rio de
Janeiro: Campus, 1988.
47/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
ARENALES, M. et al. Pesquisa Operacional. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
LUENBERGER, D. G. Linear and Nonlinear Programming. New York: Springer, 2004.
Nono Período
Controle de Sistemas III
Carga horária: 80
Ementa:
Sistemas de controle MIMO. Metodologia de análise e projeto de sistemas de controle
multivariável. Controlador Neural. Preditor de Smith. Controle Adaptativo. Projeto de
Controladores. Regras de Sintonia. Controle Robusto.
Bibliografia Básica:
SKOGCSTAD, S. Multivariable Feedback Control: analysis and design. New Jersey:
John Wiley, c2005.
ALBERTOS, P.; SALA, A. Multivariable Control Systems: an engineering approach. London:
Springer-Verlag, 2004.
CRUZ, J. J. Controle Robusto Multivariável. São Paulo: Edusp, 1996.
Bibliografia Complementar:
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 1.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 2.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 3.
BURL, J. B. Linear Optimal Control. Prentice Hall, 1998.
SMITH, C. A.; CORRIPIO, A. B. Princípios e Prática do Controle Automático de Processo.
Tradução de Maria Lúcia Godinho de Oliveira. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Laboratório Integrador III
Carga Horária: 80
Ementa:
Desenvolvimento de trabalhos práticos envolvendo técnicas de automação aplicadas a um
processo real, utilizando uma rede local. O objetivo é integrar e adquirir habilidade na utilização
dos conhecimentos adquiridos no oitavo período.
Bibliografia Básica:
FONSECA, M. O. FILHO, C. S., FILHO, J. A. B. Aplicando a norma IEC 61131 na
automação de processos. ISA PRESS, 2008.
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. 4. ed. Tradução: Souza, Vandenberg D. de.
Rio de Janeiro: Elsevier, c2003.
SMITH, C. A.; CORRIPIO, A. B. Princípios e Prática do Controle Automático de Processo.
Tradução de Maria Lúcia Godinho de Oliveira. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Bibliografia Complementar:
DOEBELIN, E. O. Measurement Systems: application and design. 5th ed. New York:
McGraw-Hill, c2004.
ASTRON, K. J.; WITTENMARK, B. Computer-Controlled Systems: teory and design. 3rd.
ed. New Jersey: Prentice Hall, 1997.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 1.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 2.
48/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
DEN OTTER, J. Programmable Logic Controllers: operation, interfacing, and programming.
New Jersey: Prentice Hall, c1988.
FLEMING, D. W.; PILLAI, V. Implementation Guide, Strategic Automation for the Process
Industries. New York: Mc Graw Hill, 1999.
PHILLIPS, C. L.; NAGLE, H. T. Digital Control System Analysis and Design. 3rd. ed. New
Jersey: Prentice Hall, 1995.
SOARES, L. F. G.; LEMOS, G.; COLCHER, S. Redes de Computadores: das LANs, MANs e
WANs às Redes ATM. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1995.
COMER, D. E.; STEVENS, D. L. Internetworking With TCP/IP: client-server programming
and applications. New Jersey: Prentice Hall, c2001. v. 3.
Projeto de Graduação I
Carga horária:40
Ementa:
Realização de seminários e palestras sobre assuntos diversos relacionados ao curso, com o
objetivo de apresentar aos acadêmicos possíveis temas para o Projeto de Graduação. Revisão de
Conceitos de Metodologia Científica. Bases de dados para pesquisa. Apresentação das normas da
faculdade para elaboração e apresentação do projeto de Graduação. Elaboração de um plano de
trabalho para o desenvolvimento do Projeto de Graduação.
Bibliografia Básica:
GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho Científico:
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos
científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 225p.
Bibliografia Complementar:
BAPTISTA, M. N.; CAMPOS, D. C. Metodologia de Pesquisa em Ciências: análises
quantitativa e qualitativa. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007.
BARROS, A. J. S; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de Metodologia: um guia para a
iniciação científica. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 2006.
FRANÇA, J. L.; VASCONCELLOS, A. C. Manual para Normalização de Publicações
Técnico-Científicas. 8. ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007.
GALLIANO, A. G. O Método Científico: teoria e prática. São Paulo: Harbra, c1986.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em
ciências humanas. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo: Atlas,
2007. 5.
PATACO, V. L. P.; VENTURA, M. M. ; RESENDE, E.S. Metodologia para Trabalhos
Acadêmicos e Normas de Apresentação Gráfica. 3. ed. Rio de Janeiro: Rio, 2006.
WOILER, S.; MATHIAS, W. Projetos: planejamento, elaboração, análise. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 1987.
Robótica Industrial
Carga Horária: 80
Ementa:
49/133
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Introdução. Descrição dos elementos do robô. Transformações homogêneas. Modelo cinemático.
Modelo cinemático reverso. Dinâmica do manipulador. Formulação dinâmica de Newton-Euler e
de Lagrange. Sensores e atuadores. Geração de trajetórias. Controle de posição e de esforço.
Requisitos para sistemas e linguagens de programação de controle de robôs. Aplicações
industriais.
Bibliografia Básica:
ROBÓTICA industrial: aplicação na indústria de manufatura e de processos. Edgard Blücher,
2002.
CRAIG, J. J. Introduction to Robotics: mechanics and control. 3th ed. New Jersey: Pearson,
c2005.
ROSÁRIO, J. M. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
Bibliografia Complementar:
MALCOLM JR., D. R. Robotics: an introduction. 2. ed. Boston: PWS-KENT Publishing
Company, [1989].
LYNCH, M. Computer Numerical Control for Machining. New York: McGraw-Hill,
1992.
ALVES, J. B. M. Controle de Robôs. Campinas: Editora Cartagraf, 1988.
CRAIG, J.J. Adaptive Control of Mechanical Manipulators. Reading: Addison-Wesley
Publishing Co., 1988.
ENCICLOPÉDIA de Automática: controle e automação. São Paulo: Blucher, 2007. v. 3.
Administração e Empreendedorismo
Carga Horária: 40
Ementa:
Comportamento Empreendedor; Simulação de Negócios; Planejamento de Negócios.
Reconhecimento de oportunidades, gerenciamento de recursos, análise e gerenciamente de risco,
abertura e administração do negócio, planejamento de negócio, alavancagem de capital,
marketing, técnicas de fluxo de caixa; normas e legislação para o estabelecimento de um
empreendimento. Economia: ciência, método, escolas e doutrinas. Engenharia e economia.
Microeconomia. Macroeconomia. Economia atual e noções de projetos de investimentos. A
economia da internet, da informação, da saúde e do ambiente. Administração de Operações em
Organizações. Planejamento agregado da produção. Plano Mestre de Produção. Planejamento de
Necessidade de Materiais (MRP). Planejamento e capacidade. Controle de estoques.
Planejamento de necessidades de distribuições (DRP). Programação de projetos. Novas
tendências em planejamento e controle de manufatura.
Bibliografia Básica:
BOONE, Louis E.; KURTZ, David L.. .Marketing Contemporâneo. 12. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2009. 776p.
DEGEN, R. J. O Empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. 8. ed. São Paulo:
Makron Books, 2005
HALL, R. H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2004.
KOTLER, Philip; BRANDÃO. Administração de Marketing. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
726p.
Bibliografia Complementar:
50/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
BARCAUI, A. B. et al. Gerenciamento do Tempo em Projetos. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV,
2009.
FARACO, Maria Giovannina. Treinamento de Pessoal Para a Pequena e Média Empresa. 2.
ed. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da Indústria, 1987. 101p.
FILION, J. L.; DOLABELA, F. Boa Idéia! E Agora?: plano de negócio, o caminho seguro para
criar e gerenciar sua empresa. Tradução de Mirian Paglia Costa. São Paulo: Cultura, c2000
LONGENECKER, J. G.; MOORE, C. W.; PETTY, J. W. Administração de Pequenas
Empresas: ênfase na gerência empresarial. Tradução de Maria Lucia G. Leite Rosa. São Paulo:
Makron Books, 2004.
TAYLOR, F. W. Princípios de Administração Científica. 8. ed. Tradução de Arlindo Vieira
Ramos. São Paulo: Atlas, 2008.
Tópicos Especiais em Engenharia de Controle e Automação I
Carga Horária: 80
Ementa:
Conteúdo variável, abordando tópicos complementares e atuais na área de controle, automação e
processos industriais.
Bibliografia Básica:
Variável, em função do conteúdo.
Décimo Período
Projeto de Graduação II
Carga horária:40
Ementa:
Revisão / Reestruturação dos Planos de Trabalho elaborados na disciplina de Projeto de
Graduação I. Revisão de Conceitos de Metodologia Científica. Coordenação da fase inicial do
Projeto de Graduação, com acompanhamento do trabalho de pesquisa dos acadêmicos, e da
redação da documentação do Projeto de Graduação. Realização de seminários para que os
acadêmicos apresentem os resultados iniciais do Projeto de Graduação. Coordenação e
acompanhamento, visando ao cumprimento do Plano de Trabalho e à sua eventual
reestruturação.
Bibliografia Básica:
GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho Científico:
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos
científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 225p.
Bibliografia Complementar:
BAPTISTA, M. N.; CAMPOS, D. C. Metodologia de Pesquisa em Ciências: análises
quantitativa e qualitativa. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007.
BARROS, A. J. S; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de Metodologia: um guia para a
iniciação científica. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 2006.
FRANÇA, J. L.; VASCONCELLOS, A. C. Manual para Normalização de Publicações
Técnico-Científicas. 8. ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007.
GALLIANO, A. G. O Método Científico: teoria e prática. São Paulo: Harbra, c1986.
51/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em
ciências humanas. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo: Atlas,
2007. 5.
PATACO, V. L. P.; VENTURA, M. M. ; RESENDE, E.S. Metodologia para Trabalhos
Acadêmicos e Normas de Apresentação Gráfica. 3. ed. Rio de Janeiro: Rio, 2006.
WOILER, S.; MATHIAS, W. Projetos: planejamento, elaboração, análise. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 1987.
Direito e Legislação
Carga horária:40
Ementa:
Introdução: Ciências Naturais e Ciências Sociais; Tipos de Sistemas Jurídicos; Princípios Gerais;
Direito e Poder. Direito e Trabalho: Evolução da Legislação Social no Brasil; Sindicato
Corporativo; Negociação Coletiva e Direito de Greve. Direito e Empresa: Conceito Jurídico,
Modalidade e Função Social da Empresa; Normas de Engenharia e Segurança do Trabalho;
Informática e Regulação Jurídica. Direito e Ordem Constitucional: Elementos Gerais da Norma
Constitucional; Assembléia Constitucional e Crise Institucional no Brasil. Direitos Fundamentais
na Nova Constituição Brasileira.
Bibliografia Básica:
DOWER, N. G. B. Instituições de Direito Público e Privado. 12. ed. São Paulo: Nelpa, 2004.
FERRAZ JÚNIOR, Tercio Sampaio. A Ciência do Direito. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
111p.2. BRASIL. A Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de
outubro de 1988. 39. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. 26. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 892p.
Bibliografia Complementar:
CUNHA, F. C. A Proteção Legal do Design: propriedade industrial. Rio de Janeiro: Lucerna,
2000.
DI PIETRO, M. S. Z. Direito Administrativo. 19. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
DIREITO & Internet: aspectos jurídicos relevantes. São Paulo: EDIPRO, 2000.
DOWER, N. G. B. Instituições de Direito Público e Privado. 12. ed. São Paulo: Nelpa, 2004
HAMMES, B. J. O Direito da Propriedade Intelectual: conforme a lei 9610 de 19.2.1998. 3.
ed. São Leopoldo: Unisinos, 2002.
Engenharia e Meio Ambiente
Carga horária :40
Ementa:
A biosfera e seu equilíbrio. Biodiversidade. Efeitos adversos e benéficos de atividades
relacionadas à engenharia sobre o meio ambiente. Controle das diversas formas de poluição.
Formas de preservação de recursos naturais. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e
técnicas. As alternativas de ações mitigadoras. Monitoramento da qualidade ambiental. Sistemas
de gestão ambiental. Principais problemas ambientais da atualidade.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, R. O. B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. de. Gestão Ambiental: enfoque
estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Pearson Education, 2006.
52/133
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
BRAGA,B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice-Hall, 2002.
BRANCO, S. M.; ROCHA, A. A. Elementos de Ciências do Ambiente. São Paulo: CETESB,
1987.
Bibliografia Complementar:
A QUESTÂO Ambiental: diferentes abordagens. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 3. ed. Rio de Janeiro: Abes, 2003.
Os periódicos disponíveis no site: http://www.scielo.br/
Os
artigos
da
Revista
Meio
ambiente
http://www.revistameioambiente.com.br/categoria/artigos/
disponíveis
no
site:
Artigos disponíveis no site: http://www.soartigos.com/categories/Meio-Ambiente/
ANAIS dos ENEGEP’s – Encontro Nacional de Engenharia de Produção – disponíveis no
site:
http://www.abepro.org.br
Tópicos Especiais em Engenharia de Controle e Automação II
Carga Horária: 80
Ementa:
Conteúdo variável, abordando tópicos complementares e atuais na área de controle, automação e
processos industriais.
Bibliografia Básica: Variável, em função do conteúdo.
Optativas (Carga Horária 40):
Análise Técnico-Econômica
Ementa:
Crescimento econômico e desenvolvimento tecnológico. Resíduo. Inovação tecnológica. Micro e
macroeconomia. Balanços contabilísticos. Custo de fábrica e preço de venda. Investimento.
Risco. Técnica de estimativas de custo e de análise de rentabilidade. Diagnóstico de empresa.
Previsão tecnológica.
Bibliografia Básica:
CANO, W. Introdução à Economia: uma abordagem crítica. São Paulo: UNESP, 1998.
SAMUELSON, P. A. e NORDHAUS, W. D. Economia. 17. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill
do Brasil, 2004.
VARIAN, H. R. Microeconomia: princípios básicos: uma abordagem moderna. 7. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006.
Bibliografia Complementar:
KON, A. Economia Industrial. São Paulo: Nobel, 2004.
Manual de Economia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2008
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
MOWERY, D. C. e ROSENBERG, N. Tecnologia, Aprendizado e Inovação: as Experiências
das Economias de Industrialização Recente. São Paulo: Unicamp, 2005.
KON, A. Economia Industrial. São Paulo: Nobel, 2004.
KUPFER, D.; HASENCLEVER, L. Economia Industrial: Fundamentos Teóricos e Práticas
no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002.
Libras:
Ementa:
Retrospectiva histórica sobre os surdos, sua língua, , sua cultura e sua identidade. O ensino de
Libras em contexto. Noção básica de aspectos lingüísticos de Libras.
Bibliografia Básica:
Fernandes, Eulalia (Org.).Surdez e Bilinguismo. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2010. 103p.
LANE, Harlan.A Máscara da Benevolência: a comunidade surda amordaçada. Lisboa:
Instituto Piaget, c1992. 286p.
MOURA, Maria Cecilia de. O Surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro:
Revinter, c2000. 152p.
Bibliografia Complementar:
LACERDA, Cristina B.F. de; GÓES, Maria Cecília R. de; (Orgs.) Surdez: processos
educativos e subjetividade. São Paulo: Lovise, 2000.
QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir. Língua de Sinais Brasileira: Estudos
Lingüísticos. Porto Alegre: Editor a Artmed, 2004.
THOMA, Adriana; LOPES, Maura (Orgs). A invenção da surdez: cultura,
alteridade, identidades e diferença no campo da educação. Santa Cruz do Sul:
EDUNISC, 2004.
Almeida EC. Atividades Ilustradas em Sinais de LIBRAS. São Paulo: Re-vinter, 2004.
Brasalotto AG. Investigação diagnóstica de trocas entre fonemas sonoros e surdos entre os
grafemas correspondentes. Bauru: Universidade do Sagrado Coração, 1994.
Ergonomia
Ementa:
Conceituação e Campo de Aplicação da Ergonomia; Fisiologia do Trabalho; Psicologia do
Trabalho; Ritmos Biológicos - Tempos e movimentos (MTM-Fator-trabalho). Técnicas de
registro e análise do ritmo de trabalho - e Aspectos Energéticos do Organismo; Efeitos do
Ambiente no Desempenho Humano - Processo saúde–doença, carga de trabalho. Estudo da
atividade de trabalho: histórico, conceitos fundamentais, metodologia (AET). Estudo das cargas
física, cognitiva e psíquica do trabalho. Bases para concepção ergonômica do trabalho e das
instalações. Processo saúde – doença, carga de trabalho. Observação em situações reais.
Interação observador - observado. Linguagem e Trabalho. Técnicas de Observação e autoconfrontação
Bibliografia Básica:
IIDA, I. Ergonomia: projeto e produção. 2. ed. São Paulo: Edgar Blücher, 2005.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
KROEMER, K. H. E. ; GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao
homem. 5. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2008. 327p.
PALADY, Paul. FMEA: análise dos modos de falha e efeitos: prevendo e prevenindo problemas
antes que ocorram. São Paulo: IMAM, c1997. 270p.
SILVA, José Antônio Ribeiro de Oliveira. A Saúde do Trabalhador como um Direito
Humano: conteúdo essencial da dignidade humana. São Paulo: LTr, 2008. 285p.
Bibliografia Complementar:
A Ergonomia em Busca de seus Princípios: debates epistemológicos. São Paulo: Edgard
Blücher, 2004.
GOMES FILHO, João. Ergonomia do Objeto: sistema técnico de leitura ergonômica. São
Paulo: Escrituras, 2003. 255p.
MAYNARD, H. B. Manual de Engenharia de Produção: técnicas de medida do trabalho.
Tradução de Israel Grytz. São Paulo: Edgar Blücher, 1970.
MINTZBERG, H. Criando Organizações Eficazes: estruturas em cinco configurações.
Tradução de Ailton Bomfim Brandão. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
VIEIRA, N. L. Manual de Engenharia de Métodos. Rio de Janeiro: CNI - Confederação
Nacional da Indústia, 1984.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
8. ATIVIDADES DE INTEGRAÇÃO TEORIA / PRÁTICA
O desenvolvimento de atividades práticas é parte integrante do curso e a instituição possui uma
infra-estrutura laboratorial bastante adequada ao seu projeto.
No Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação, praticamente, todo o
conhecimento teórico ministrado é acompanhado de práticas de laboratório. A aplicação do
conhecimento é valorizada no mesmo nível da teoria, já que as atividades de laboratório são
disciplinas independentes e não somente um complemento das disciplinas de teoria. A partir do
sétimo período as atividades práticas de laboratório têm também o objetivo de integrar
conhecimentos diversos (Laboratórios Integradores e Projeto de Graduação) no desenvolvimento
de um projeto de engenharia.
Disciplinas de Laboratório
Laboratório onde será desenvolvida
“Atividades de Prática do
Conhecimento”
Introdução à Computação
Física Experimental
Química Geral e Experimental
Desenho Técnico
Acionamentos Hidráulicos e Pneumáticos
Instrumentação Industrial
Acionamentos Elétricos Industriais
Robótica Industrial
Sistemas Digitais
Circuitos Elétricos
Redes de Computadores
Eletrônica
Laboratório Integrador
Projeto de Graduação
Tópicos especiais em Engenharia de
Controle e Automação
Laboratório de Informática
Laboratório de Física
Laboratório de Eletricidade
Laboratório de Eletrônica
Laboratório de Telecomunicações
Laboratório de Química Geral
Laboratórios de Metrologia / CAD
Laboratório de Automação
Laboratório de Instrumentação
Laboratório Integrador
Laboratório de Eletricidade
Laboratório de Robótica
Laboratório de Eletrônica
Laboratório de Eletrônica Digital
Laboratório de Eletricidade
Laboratório de Eletrônica
Laboratório de Eletrônica
Laboratório Integrador
Laboratório de Automação
Laboratório de Eletricidade
Laboratório de Instrumentação
Laboratório de Manutenção
Laboratório Metrologia/CAD
No laboratório específico, em função dos
assuntos estudados.
No laboratório específico, em função dos
assuntos estudados.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
9. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O atual contexto da sociedade exige um novo desenho de educação centrado numa proposta de
aquisição, num ritmo cada vez mais acelerado, do conhecimento, consolidado em processo
contínuo e permanente de aprendizagem. De acordo com essa nova realidade, as IES devem
propiciar ao seu acadêmico a ampliação democrática do acesso ao conhecimento, como também
sua geração e difusão, além de possibilitar-lhe condições para que desempenhe com prazer suas
atividades, desenvolva o espírito de equipe e de empreendedor, a ousadia, criatividade,
autonomia, aproveitando o máximo de sua potencialidade.
Nessa perspectiva, a Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros oferece aos seus
acadêmicos a oportunidade de complementarem a sua formação através de uma série de
atividades que lhes possibilitam a aquisição das competências demandadas para sua atuação,
com qualidade, na sociedade, como engenheiros. Essas atividades, denominadas Atividades
Complementares interagem com as demais atividades de formação, tornando-se essenciais para
que o acadêmico aprenda a construir o próprio conhecimento, saiba tomar decisões e responder
por elas, desenvolva ética profissional, comportamento empreendedor, entre outras competências
e habilidades estabelecidas no Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia da FACIT. A carga
horária das Atividades Complementares é computada para a integralização do curso de
engenharia, compondo a grade curricular.
As Atividades Complementares desenvolvidas na FACIT viabilizam a flexibilização curricular,
pois são concebidas para que o acadêmico construa seu próprio portfólio de atividades,
direcionando-as de acordo com a formação que deseja para si. É criada assim, uma cultura de
participação dos estudantes em sua própria formação.
São algumas das atividades complementares oferecidas pela FACIT:
1 – Monitoria A monitoria na FACIT tem por objetivo desenvolver no acadêmico, que apresente rendimento
escolar satisfatório, interesse pelos trabalhos acadêmicos, além de intensificar e assegurar a
cooperação entre o corpo docente e discente, nas atividades básicas da FACIT, relativas ao
ensino, à pesquisa e à extensão. Os monitores exercem suas atividades, sem qualquer vínculo
empregatício com a FACIT, sujeitos ao regime de até 30 (trinta) horas semanais de monitoria
remunerada ou voluntária. A monitoria é exercida por um ano, ao final do qual o acadêmico
apresenta relatório, obtendo certificado. O acadêmico tem acesso à monitoria através de processo
seletivo, cujos critérios são estabelecidos pelo Colegiado. O valor da bolsa é divulgado
semestralmente pela instituição. Entre outras tarefas, o monitor orienta acadêmicos em trabalhos
de laboratório, de campo e pesquisas bibliográficas.
2 - Iniciação Científica
A FACIT é uma instituição de ensino superior que, por se configurar como faculdade isolada,
não está obrigada a desenvolver a pesquisa. Entretanto, comprometida com o desenvolvimento
maior da sociedade, e em particular da região norte mineira, vales do Jequitinhonha, Mucuri e
São Francisco, incluiu também em sua finalidade a promoção da pesquisa. Nessa perspectiva, a
FACIT vem se formatando como um espaço do saber, da liberdade acadêmica e da inteligência,
onde o conviver com a pesquisa na fronteira do conhecimento, pode trazer considerável
contribuição para o desenvolvimento do raciocínio independente, criativo, crítico e inovador.
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
As atividades de pesquisa na FACIT são realizadas através do Programa de Iniciação Científica
e, tendo em vista o estágio atual da instituição, com menos de dez anos de existência, as políticas
de Pesquisa se encontram em desenvolvimento. Contando com docentes interessados em
pesquisa, busca junto às agências de financiamento, concessão de Bolsas de Iniciação Científica,
para os acadêmicos do curso.
A FACIT conta com o apoio da FAPEMIG, através de uma cota de 10 bolsas de iniciação
científica. Mantém parceria com a UFMG no projeto LIDEP - Laboratório Integrado de Design e
Engenharia de Produto - e com a CEMIG, por meio do projeto "Detecção de Falhas em linhas de
alta impedância". Participam desses projetos acadêmicos bolsistas e voluntários.
Com o apoio da BIOMM - empresa de pesquisas nas áreas de tecnologia do DNA recombinante,
Bioquímica e Microbiologia Industrial, que tem suas instalações no prédio do Campus I da
FACIT, e convênio de cooperação tecnológica no sentido de desenvolver atividades de ensino,
pesquisa e projetos - a instituição participará de Editais, tais como os do Fundo Tecnológico –
FUNTEC – do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, do CNPQ,
da FAPEMIG.
Na FACIT, os acadêmicos também criam projetos e participam de programas sociais. Os de
maiores destaques são aqueles propostos pelo GDS – Grupo de Desenvolvimento de Softwares –
, resultado de uma iniciativa dos acadêmicos do curso de Engenharia de Computação, sob a
supervisão de seus professores. Em seu terceiro ano, o GDS é um dos destaques da FACIT.
Todos os anos, os acadêmicos desenvolvem softwares para as seguintes organizações públicas e
privadas: Polícia Militar, Polícia Civil, Prefeitura Municipal de Montes Claros, BIOMM dentre
outras.
3 - Incubadora de Empresas - INCET
A Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT – , possui uma incubadora de
empresas de base tecnológica, a INCET, criada em parceria com o SEBRAE. A INCET foi,
desde o seu início, inovadora em diversos aspectos, entre eles, a aplicação do conceito de
empresas não-residentes. Além de promover a criação de empreendimentos de base tecnológica,
a INCET prepara profissionais para caminhos que vão além do emprego tradicional, com
condições de atuar em todas as modalidades do mundo dos negócios.
Ao longo do seu processo de instalação e operação, a INCET tem estabelecido uma série de
alianças e parcerias, consideradas estratégicas para o desenvolvimento de suas atividades. Entre
os parceiros, destacam-se a Universidade Estadual de Montes Claros – UNIMONTES, o Serviço
Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, Sistema FIEMG / IEL / DAMPI,
Prefeitura Municipal, Clube dos Diretores Lojistas – CDL -, Rede Mineira de Inovação - RMI.
4 - Seminário da Interdisciplinaridade do Cálculo – SINCAL
É projeto da FACIT desenvolver o ensino numa abordagem inovadora, cuja prática estimule um
aprendizado mais dinâmico. Nesse processo o professor é mediador, facilitador, problematizador
e exerce o papel de educador que transfere ao acadêmico a responsabilidade de construir o seu
conhecimento. Na verdade, um desafio de mão dupla: para o acadêmico, a missão de
desenvolver o conhecimento que está dentro dele e, para o professor, alguém do lado de fora,
fazer às vezes de parteiro – nessa perspectiva foi estruturado o SINCAL. Evento realizado
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anualmente desde 2002, tem o objetivo de desmistificar e reduzir a resistência, as dificuldades e
deficiências na aprendizagem do Cálculo. O SINCAL aborda tópicos atualizados, une o
embasamento teórico e o prático, onde os acadêmicos apresentam os resultados de pesquisas
bibliográficas realizadas ao longo do período letivo, através de painéis e maquetes. Os trabalhos
apresentados compõem os Anais do evento que são impressos e distribuídos na comunidade. Os
melhores trabalhos recebem medalha de honra ao mérito e premiação.
O Seminário da Interdisciplinaridade do Cálculo é propulsor dessa nova prática pedagógica,
porque é, por excelência, uma fonte gestora e otimizadora do saber. Educador e educando se
transformam nessa atividade em sujeitos do aprendizado. Nesse tempo e espaço, professor e
acadêmico participam conjuntamente do ensinar e do aprender. O acadêmico busca desenvolver
e aproveitar ao máximo as suas potencialidades e o cumprimento dessa tarefa demanda um
amplo compromisso de todas as partes envolvidas. A aprendizagem vai sendo construída por
meio de relações em grupo, num processo dialético, recíproco, mútuo e multilateral. O
ambiente de realização do Seminário favorece, portanto, a criação de objetivos compartilhados,
gera um sentimento de coletividade, e contribui para o engajamento e a participação das pessoas
na resolução de problemas.
SESSÕES

Abertura Oficial com presença de autoridades locais e regionais;

Apresentações dos trabalhos práticos científicos e tecnológicos através de banners e
protótipos ou maquetes, desenvolvidos pelos acadêmicos, orientados pelo corpo docente;

Palestras

Apresentação de projetos de Iniciação Científica participantes do PIC FACIT;

Apresentação de projetos incubados na INCET – Incubadora de Base Tecnológica e
outros projetos com potencial para incubação.

Mostra de Ciência e Tecnologia

Encerramento.
São resultados alcançados pela FACIT com o SINCAL:



Fortalecimento do relacionamento com a FAPEMIG como órgão de fomento que apoia a
FACIT e seus projetos de pesquisa e extensão e o fortalecimento da parceria com a
empresa Vallée.
Melhoria nos critérios de seleção dos projetos, com análise criteriosa de cada proposta,
tendo como avaliadores os professores orientadores e o professor de metodologia
científica.
Participação efetiva dos acadêmicos expositores que apresentaram oralmente os projetos
científicos e tecnológicos. Além da importante participação dos alunos do Colégio Delta
no desenvolvimento e apresentação dos projetos.
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
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


Continuidade e melhoria da qualidade da organização do evento através do controle de
inscrição do projeto, entrega dos resumos para os anais, banners para a apresentação e
solicitação de materiais de empréstimo via site, facilitando o cumprimento dos prazos
estabelecidos no cronograma e o registro de todas as etapas do processo.
Maior participação dos professores na orientação e visitação aos projetos.
Melhoria no processo de controle de empréstimo de materiais de laboratório aos alunos
reduzindo perdas ou danos.
Satisfação da comunidade acadêmica com a organização do evento.
Eleição dos melhores projetos através de um sistema de votação biométrico que permite a
diferenciação do voto do professor e do visitante.
Controle de presenças com digital através do mesmo software.
Incentivo à participação de todos os alunos através da premiação de medalhas, troféus e
comenda.
Realização da abertura oficial na quarta-feira, permitindo melhor organização na
apresentação de projetos.
Exercício da criatividade através de trabalhos práticos que demandaram aplicação de
conhecimentos do cálculo, da física e das equações, científicos e tecnológicos.
Apropriação do conhecimento gerado, consolidando outros conhecimentos
indispensáveis à formação do aluno, como elaboração do escopo do projeto, redação dos
trabalhos, acesso à informação através de fontes diversas como bibliotecas, bancos de
dados, Internet, etc;
Revisão das normas metodológicas, palestra sobre as normas metodológicas e plantões
para auxiliar os alunos na elaboração do resumo e do banner.
Interação entre docentes, discentes, expositores e o público em geral enriquecendo o
intercâmbio de conhecimentos e a atualização em relação às novas tecnologias;
Divulgação dos trabalhos de extensão desenvolvidos pela FACIT nos meios de
comunicação.
5 - Semana da Engenharia
A Semana da Engenharia, realizada, desde 2002, é um evento de caráter científico e tecnológico,
que abrange as Engenharias Química, de Controle e Automação, de Computação, de
Telecomunicações e de Produção. Comprometido com a pesquisa inovadora e o
desenvolvimento da tecnologia, o evento, a cada edição cresce em qualidade e quantidade de
projetos e pesquisadores envolvidos, sendo ambiente propício para o nascimento de projetos com
potencialidade para inserção no Programa de Iniciação Científica – PIC/FACIT e na Incubadora
de Empresas de Base Tecnológica - INCET.
O evento já contou com a parceria da Associação Regional de Engenheiros, Arquitetos e
Agrônomos do Norte de Minas – AREA –, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia de Minas Gerais – CREA –, Conselho regional de Química – CRQ – Companhia de
Energética de Minas Gerais – CEMIG, do CNPq, da FAPEMIG e da MÚTUA - Caixa de
Assistência dos Profissionais do CREA.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
No ano de 2009, contando com a participação da PETROBRAS, e de representantes da
Universidade Federal de Lavras, do Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL - foi
realizada a VIII edição da Semana da Engenharia com o tema O Papel dos Engenheiros nos
Desafios do Século XXI, e subtemas: Sustentabilidade; População; Água; Alimento; Energia;
Saúde; Ambiente; Terrorismo/Conflitos; Mudanças Climáticas; Biodiversidade.
No ano de 2010 foram realizadas palestras na CEMIG, para os alunos da FACIT, sobre energia
e sustentabilidade. Palestra Ciência e Inovação com o Prof. Ms. Flávio Rosário – INOVA7.
Mesas redondas: “Telecomunicações: Evolução e Tendências de Mercado” tendo como
Mediador: Eng. Ms. Leonardo Santos Amaral e “Tecnologia, Ciência; Inovação Profissional”.
(Depoimentos de egressos que inovaram e definiram seu espaço em grandes corporações
científicas e tecnológicas). Esta última contou com a participação especial do Professor Dr.
Walmir Caminhas – UFMG. Além disso, foram realizadas algumas oficinas temáticas.
No ano de 2011 foi realizada palestra UFLA para os alunos da FACIT e do colégio Delta, sobre
Desenvolvimento Sustentável e Tecnologia em Energia Limpa, tema do evento. Essa palestra faz
parte do projeto de interação entre acadêmicos de engenharia e estudantes do ensino médio, com
o objetivo de despertar o interesse destes últimos para a formação nas diversas engenharias. O
evento teve ainda Mesa redonda com os egressos dos cursos de Engenharia Química, Engenharia
de Computação (via Skype), Engenharia de Telecomunicações e Engenharia de Controle e
Automação, com o objetivo de apresentar aos acadêmicos uma visão do mercado de trabalho
bem como de pesquisas que estão sendo desenvolvidas pelos egressos. Além disso, exposição de
projetos tecnológicos desenvolvidos por empreendedores egressos da FACIT, que atuam com
sucesso no mercado de trabalho propondo soluções em engenharia para demandas locais e
regionais. Minicursos ministrados por acadêmicos de engenharia para a comunidade interna e
externa, com o objetivo de difundir os conhecimentos tecnológicos práticos adquiridos na
FACIT e despertar o interesse de alunos do ensino médio para esta área. Essa proposta inovadora
abriu as portas da faculdade para estudantes da educação básica e colocou-os em contato com o
universo acadêmico.
No ano de 2012, tivemos a exposição e apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos
acadêmicos da FACIT. Exposição dos projetos do Programa de Incentivo à Inovação –
PII/SEBRAE/SECTES-MG. Exposição dos projetos de Iniciação Científica FACIT/FAPEMIG
Visitas técnicas*: Oi – Telefonia e Telecomunicações; ETE – Estação de Tratamento de Esgoto;
RADIALIS Santa Casa. Oficinas temáticas*: ARDUINO; MATLAB; MS PROJECT; RPN para
calculadoras gráficas HP. Mostra de Projetos de Pesquisa de egressos e docentes da FACIT.
Palestra: Aplicação da Radiação Ionizante em Tecidos Biológicos – Novas Tecnologias para
Tratamento do Câncer. Apresentação de Planos de Negócios desenvolvidos pelos acadêmicos do
Programa Educacional Bota pra Fazer – FACIT/SEBRAE/ENDEAVOR. Projeto MÚLTIPLOS:
Encontro das Artes. Apresentações artísticas dos acadêmicos da FACIT e exposição de artes
plásticas do Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez.
São resultados alcançados pela FACIT com a Semana da Engenharia:
1. Fortalecimento de parcerias com o CREA.
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
2. Fortalecimento do relacionamento com a FAPEMIG como órgão de fomento que apoia a
FACIT e seus projetos de pesquisa e extensão.
3. Melhoria nos critérios de seleção dos projetos.
4. Identificação de demandas locais por soluções em engenharia e interação de diferentes
ciências nos projetos e temas apresentados.
5. Contribuição dos projetos à aquisição de novos conhecimentos em engenharia.
6. Melhoria da qualidade dos projetos comprovada pelo aumento contínuo do número de
projetos aprovados pela comissão de avaliação;
7. Continuidade e melhoria da qualidade da organização do evento através do controle de
entrega de escopos, banners e solicitação de materiais de empréstimo via site, facilitando
o cumprimento dos prazos estabelecidos no cronograma e o registro de todas as etapas do
processo.
8. Maior participação dos professores na orientação e visitação aos projetos com controle de
templates e cumprimento de prazos.
9. Melhoria no processo de controle de empréstimo de materiais de laboratório aos alunos
reduzindo perdas ou danos.
10. Envolvimento da comissão organizadora, comprovado nas reuniões que ocorreram
durante os meses de preparação do evento.
11. Satisfação do público externo, acadêmicos e docentes com a organização do evento.
12. Classificação dos projetos por categoria, elevando o nível dos trabalhos e estimulando a
pesquisa.
13. Eleição dos melhores projetos através de um sistema de votação biométrico que permitiu
a diferenciação do voto do professor e do visitante.
14. Controle de presenças com digital através do mesmo software.
15. Incentivo aos acadêmicos de Engenharia de Computação, que receberam o desafio de
desenvolver o software com uso da digital.
16. Incentivo à participação de todos os alunos através da premiação de medalhas de melhor
projeto com classificação até o 3º lugar nas duas categorias e com diferenciação de
avaliação pelo público e pelas bancas.
17. Realização da abertura oficial na quarta-feira, permitindo melhor organização na
apresentação de projetos.
18. Realização de mesa redonda, palestras, oficinas temáticas, visitas técnicas e
apresentações artísticas.
19. Aplicação de métodos científicos com a realização, pelos alunos, de pesquisas e
apresentação do escopo do trabalho para avaliação.
20. Exercício da criatividade através de trabalhos práticos que demandaram aplicação de
conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos ou instrumentais em projetos
tecnológicos;
21. Aperfeiçoamento do espírito crítico e superação de suas limitações, visto que os alunos
precisaram cumprir regras e prazos para participação.
22. Apropriação do conhecimento gerado, consolidando outros conhecimentos
indispensáveis à formação do aluno, como elaboração do escopo do projeto, redação dos
trabalhos, acesso à informação através de fontes diversas como bibliotecas, bancos de
dados, Internet, etc;
23. Ampliação do diálogo entre alunos e faculdade, haja vista o intensivo contato
estabelecido com os mesmos durante os meses de organização do evento.
24. Identificação de vocações oportunizando aos melhores projetos o ingresso no Programa
de Iniciação Científica, ou incubação na INCET – Incubadora de Empresas de Base
Tecnológica.
25. Satisfação dos alunos expositores com o apoio oferecido pela Faculdade.
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
26. Interação entre docentes, discentes, expositores e o público em geral enriquecendo o
intercâmbio de conhecimentos e a atualização em relação às novas tecnologias;
27. Maior relacionamento com as empresas locais expositoras de seus produtos na Semana
da Engenharia da FACIT, ampliando novas parcerias e solidificando as já existentes;
28. Divulgação dos trabalhos de extensão desenvolvidos pela FACIT nos meios de
comunicação.
6 - Viagens Técnico-Culturais
Planejadas pelos coordenadores de curso, têm como objetivo proporcionar aos acadêmicos a
oportunidade de participarem de feiras e congressos, conhecerem empresas, instituições de
pesquisa, universidades, incubadoras de empresas, museus, parques temáticos e outras
organizações ligadas à sua área de atuação e que são destaque em todo o país.
7 - Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia
O Workshop de Cultura, Ciência e Tecnologia é um evento realizado anualmente, desde 2002,
no principal Shopping Center da cidade, com a visitação de aproximadamente dez mil pessoas,
onde apresenta para a comunidade toda a estrutura tecnológica e educacional da FACIT,
empresas de tecnologia divulgando seus produtos / serviços, cursos de curta duração,
campeonatos envolvendo computação, robótica e automação industrial, palestras e seminários
sobre temas relevantes ligados à tecnologia, à inovação, à educação e ao empreendedorismo. O
Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia está incluído na Programação da Semana Nacional
da Tecnologia, do Ministério de Ciência e Tecnologia, desde 2004. Desde 2005, o evento recebe
apoio financeiro do CNPq.
8 - Projeto Social
O Projeto Social é executado pelos acadêmicos que, ao perceberem a necessidade de investir no
seu próprio desenvolvimento pessoal, educacional, social, aplicam as competências e habilidades
adquiridas na Faculdade, na promoção do crescimento de comunidades carentes.
Através desse projeto a FACIT realiza programas sociais de relevância para a comunidade, entre
eles:
- Promoção da inclusão digital através de:
Curso Gratuito de Informática para crianças e jovens de comunidade carente.
Curso Gratuito de Informática para adultos da 3ª Idade de comunidade carente.
Curso Gratuito de Informática – hardware e software – para funcionários da Secretaria
Municipal de Educação e discentes e funcionários de escolas públicas de periferia.
- Promoção de Curso Gratuito de Eletricidade Predial para funcionários da Secretaria Municipal
de Educação e discentes e funcionários de escolas públicas de periferia.
- Promoção de Curso gratuito de Manutenção de Equipamentos Hospitalares para funcionários
da Secretaria Municipal de Saúde e funcionários de hospitais sem fins lucrativos.
- Desenvolvimento de site para o Orfanato da cidade.
- Desenvolvimento de softwares de gestão para instituições públicas locais.
Com o objetivo de expandir esse projeto está prevista a realização anual de um Seminário de
Ação Social onde os acadêmicos apresentarão temas, projetos e ações de cidadania.
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
Seminário Anual de Ação Social - Um dos desafios assumidos pela FACIT desde a sua criação é
o de reduzir a desigualdade sócio-econômica de nossa cidade, através do desenvolvimento de
ações sociais mais efetivas. Essa atividade de extensão da FACIT tem, portanto, a finalidade de
estabelecer uma forte ligação entre os saberes, as experiências e os projetos sociais, através de
um movimento integrador e mobilizador , conduzido por acadêmicos, professores e demais
colaboradores da instituição, em favor do desenvolvimento humano, numa perspectiva cidadã,
democrática e transformadora. Buscar-se-á nesse evento, realizar um levantamento de todas as
ações sociais desenvolvidas pela comunidade, analisar todas as idéias e as ações planejadas,
diagnosticar com maior precisão as ações sociais que devem ser implementadas e potencializar
esforços para sua implantação, acompanhamento e avaliação.
TROTE SOLIDÁRIO/GINCANA FACIT SOLIDÁRIA
A Facit com o apoio do Diretório Acadêmico (D.A.), visando à realização de um evento
solidário e festivo, integrado às ações de promoção do TROTE EDUCATIVO, em cumprimento
à Lei Municipal 4.086 de 18 de maio de 2.009, realiza, no início de cada ano letivo, a GINCANA
FACIT SOLIDÁRIA para recepcionar os calouros dos Cursos de Engenharia.
São realizadas através da Gincana diversas atividades que incluem arrecadação de donativos e
apoio na divulgação de campanhas, como a de doação de sangue e de combate a dengue,
promovendo a integração entre acadêmicos calouros e veteranos. As ações de solidariedade têm
por objetivo eliminar o trote violento e vexatório na instituição e fora de suas dependências. Por
meio de sensibilização, conscientização e envolvimento da comunidade acadêmica, as atividades
de cidadania e solidariedade promovem melhoria da qualidade de vida dos participantes e
beneficiados.
Diversas instituições beneficentes já foram agraciadas com doação de roupas, brinquedos,
materiais de higiene e de uso pessoal, alimentos e material escolar arrecadados pelos
acadêmicos, professores e funcionários da FACIT. Dentre as instituições beneficiadas estão a
casa de Apoio ao paciente com câncer Dr. Pedro Santos da Fundação Dilson Godinho, o orfanato
Lar Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a Casa da 3ª idade Santa Ana, o Projeto Juventude
Cidadã e o Orfanato Jesus de Nazaré. Além dessas, o hemocentro regional também recebeu
várias doações de sangue e ampliação da campanha de doação feita pelos acadêmicos.
.
DIA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL
O Dia da Responsabilidade Social é um grande evento nacional que reúne instituições de ensino
superior (IES) de todo o Brasil, num só dia, para organizar uma mostra de ações resultantes de
projetos de ensino, pesquisa e extensão. Esse evento é promovido pela Associação Brasileira de
Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) desde 2005 com objetivo de mostrar à sociedade a
importância da responsabilidade social do ensino particular.
As instituições de ensino superior participantes do Dia da Responsabilidade Social recebem o
Selo Instituição Socialmente Responsável, conferido pela ABMES com o propósito de certificar
que a IES participou da campanha do Dia da Responsabilidade Social do Ensino Superior
Particular e está verdadeiramente engajada com o ensino responsável.
A FACIT já realizou diversas atividades sociais em comemoração ao Dia da Responsabilidade
Social, através da participação de acadêmicos do curso de Engenharia Química no Projeto
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Universitário Cidadão; participação dos acadêmicos e dos professores de todos os cursos de
Engenharia e de funcionários da FACIT no passeio ciclístico realizado em 2011 com o objetivo
de ampliar a campanha de doação de sangue realizada na FACIT, sensibilizando a comunidade
externa a prática da doação de sangue; a conscientização sócio-ambiental realizada em 2012 com
a participação de representantes da ASCAJOM – Associação dos Catadores de Resíduos Sólidos
e Líquidos Recicláveis dos Amigos dos Jovens e do Meio Ambiente -, que proferiram palestra
sobre “Coleta e Reciclagem de Óleos e Gorduras” para os acadêmicos da FACIT e as crianças e
adolescentes assistidos pelo Projeto Juventude Cidadã- e visando sensibilizar a comunidade
interna para promover ações contínuas de cidadania, os acadêmicos e professores dos cursos de
Engenharia e os funcionários da FACIT realizaram atividades educativas de integração,
contemplando gincana, jogos, dinâmicas, arrecadação de livros literários e material escolar para
serem doados às crianças e adolescentes assistidos pelo Projeto Juventude Cidadã.
PROJETO MÚLTIPLOS
Com o objetivo de aproximar a arte da ciência, através da prática de atividades artísticas no
âmbito da Facit, o projeto Múltiplos (Encontro das Artes) foi concebido pelo professor Élcio
Lucas, em março de 2012, no intuito de incentivar a produção artística da comunidade
acadêmica da Facit, proporcionando aos seus diferentes componentes uma modalidade criativa
transversal às bases curriculares dos cursos das ciências exatas, muito mais focadas em
enunciados universais sustentados sobre os pilares racionalistas/empiristas e pela indução
positivista.
Nesse contexto, o projeto Múltiplos pretende configurar-se como uma real abertura para a
exposição dos talentos artísticos latentes ou manifestos entre os discentes, docentes e
colaboradores institucionais, seja individualmente ou em grupos, e assim contribuir para uma
maior humanização das relações no seio da comunidade, a elevação da autoestima de seus
indivíduos, e, consequentemente, da instituição como um todo, resultando na ampliação do
chamado patrimônio cultural imaterial institucional.
O objetivo geral desse projeto é incentivar, expor e discutir a produção artística da comunidade
acadêmica da FACIT. Além de conhecer o potencial artístico dos estudantes, professores e
colaboradores institucionais, realizar mostras expositivas incentivadoras das realizações artísticas
da comunidade acadêmica, promover oficinas, palestras, cursos etc. no âmbito das artes e das
ciências, e ao aproximá-las, proporcionar o enriquecimento teórico e o aquecimento do debate
entre ciência e arte e possibilitar maior interação sociocultural entre os diferentes componentes
da comunidade acadêmica: discentes, docentes e colaboradores institucionais.
O projeto Múltiplos conta com o apoio de um importante parceiro, o Conservatório Estadual de
Música Lorenzo Fernândez, que na última quarta-feira de cada mês, concede aos acadêmicos,
professores e funcionários da FACIT uma apresentação musical, durante os intervalos
acadêmicos, nas dependências dos campi da FACIT. Já foram realizadas, no ano de 2012, pelos
grupos musicais do Conservatório as seguintes apresentações: quarteto de cordas, canto lírico,
forró, orquestra de teclados, apresentação do Grupo de Câmara da Orquestra Sinfônica de
Montes Claros e do Quarteto Saxofônico Sopro Maior. Além das apresentações musicais, o
Conservatório realizou exposição de artes plásticas durante a XI Semana da Engenharia da
FACIT.
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9 - Palestras
Planejadas pelos coordenadores de curso, têm o objetivo de proporcionar a interação entre os
acadêmicos, professores e profissionais de reconhecida competência em sua área de atuação, e a
reflexão sobre temas relevantes para a formação.
Considera-se a participação do acadêmico, na forma passiva ou ativa, ou seja, na condição de
“participante ou palestrante / instrutor/ apresentador”.
PORTARIA Nº 01/02 - REGULAMENTA AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT –, no uso
de suas atribuições regimentais, considerando que o projeto pedagógico dos cursos de
engenharia prevê a realização de Atividades Complementares, como parte integrante da carga
horária total dos cursos, para todos os acadêmicos dos cursos de graduação da FACIT e,
tendo em vista o que deliberou o Colegiado do Curso, em sessão realizada no dia 01/12/2002,
RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para realização de Atividades Complementares, que
serão computadas na integralização da carga horária total dos cursos, propondo normas e
critérios para a participação da comunidade acadêmica.
8.11.1- I – DA NATUREZA E OBJETIVOS
Art. 2º - As Atividades Complementares compreendem a extensão universitária e todas as
ações educativas desenvolvidas com a finalidade de promover a flexibilização curricular e
aprimorar a formação acadêmica.
§ 1º – As Atividades Complementares são parte integrante do currículo pleno dos Cursos de
Engenharia da FACIT.
§ 2º - O cumprimento da carga horária de Atividades Complementares é requisito
indispensável à Colação de Grau.
Art. 3º - São objetivos das Atividades Complementares:
a) enriquecer o processo ensino-aprendizagem;
b) permitir ao acadêmico o exercício da prática do conhecimento e o desenvolvimento do
espírito científico;
c) ampliar o intercâmbio de conhecimentos entre profissionais e acadêmicos e a sua
integração com a sociedade;
d) possibilitar ao acadêmico o desenvolvimento de sua visão ético-humanista, habilidades
de pesquisa, postura permanente de atualização profissional;
e) incentivar o espírito empreendedor nos acadêmicos e possibilitar que seu potencial
empreendedor seja transformado em empreendimentos competitivos;
f) possibilitar aos acadêmicos o conhecimento e compreensão da realidade social, direitos
e responsabilidades em relação à vida pessoal, coletiva e ambiental e a vivência das
diferentes formas de inserção sócio-política e cultural.
g) flexibilizar o currículo pleno, propiciando ao acadêmico enriquecimento curricular,
diversificação temática, aprofundamento interdisciplinar.
8.11.2 - II - DA ESTRUTURA
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Art. 4º - Cabe à Coordenação de Extensão a coordenação das Atividades Complementares,
parte integrante do currículo pleno dos Cursos de Engenharia da FACIT, com as seguintes
competências:
a) desenvolver projetos e programas de Atividades Complementares;
b) organizar a estrutura e condições para a realização das Atividades Complementares da
Faculdade;
c) publicar e divulgar os resultados das Atividades Complementares desenvolvidas no
âmbito dos cursos de graduação;
d) propor convênios com instituições e agências nacionais ou estrangeiras, visando
fomentar programas de Atividades Complementares;
e) estabelecer intercâmbio com outras instituições, estimulando a interação entre docentes
e o desenvolvimento de projetos comuns;
f) obter financiamento para realização dos projetos de Atividades Complementares, em
agências de fomento e outros órgãos.
Art. 5º - A Coordenação de Extensão será composta pelo Coordenador de Extensão, pelos
coordenadores de curso e docentes responsáveis pelas Atividades Complementares
devidamente aprovadas pelo Colegiado.
Art. 6º - Compete ao Coordenador de Extensão:
a) elaborar, semestralmente, o calendário de todas as atividades dos Projetos e
Programas relativos às Atividades Complementares;
b) coordenar e supervisionar todas as atividades vinculadas às Atividades
Complementares;
c) organizar e realizar seminários, eventos e cursos sobre temas de interesse acadêmico
dos cursos da Faculdade;
d) apresentar, semestralmente, ao Colegiado, relatório do trabalho desenvolvido no
exercício da sua função;
e) elaborar e encaminhar aos coordenadores de cursos e docentes as fichas de frequência
e avaliação das disciplinas e atividades atinentes ao projeto;
f) manter arquivo atualizado com os projetos e relatórios de todas as Atividades
Complementares em desenvolvimento e realizadas pela FACIT;
g) tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias ao efetivo
cumprimento desta Portaria.
h) desempenhar as demais atividades de sua competência e as que lhes forem solicitadas
pelos Coordenadores de Cursos, na forma desta Portaria;
Art. 7º- A carga horária administrativa atribuída ao Coordenador de Extensão é de 40
(quarenta) horas semanais.
Art. 8º- Compete ao docente responsável orientar os acadêmicos e fornecer informações
necessárias quanto à adequação da documentação, bem como incentivá-los ao
cumprimento dessas atividades.
8.11.3 - III- DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 9º - Os projetos das Atividades Complementares devem ser formalizados segundo as
normas técnicas atinentes à espécie e apresentados ao Colegiado, para inclusão no Plano
Semestral de Atividades da FACIT.
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§ 1º - Compete ao Colegiado arbitrar sobre a aprovação total ou parcial dos projetos de
Atividades Complementares.
§ 2º - Os projetos aprovados pelo Colegiado devem ser implementados pela Coordenação de
Extensão.
§ 3º - Dos projetos constará obrigatoriamente o nome do docente responsável pela atividade,
os acadêmicos integrantes do projeto e o planejamento técnico e o econômico-financeiro
demonstrando a viabilidade da sua implementação.
§ 4º- Excepcionalmente o Colegiado poderá aprovar projetos não incluídos no Plano Semestral
de Atividades da FACIT, após análise da justificativa.
Art. 10 - Os acadêmicos dos cursos de graduação deverão participar em, pelo menos, duas dos
dezesseis grupos de atividades propostas por semestre, desenvolvendo a carga horária
mínima estabelecida em grade curricular para as Atividades Complementares, sendo a
conclusão desta carga horária imprescindível para a sua colação de grau.
Art. 11 - As Atividades Complementares deverão ser desenvolvidas em todos os períodos do
curso, conforme grade curricular.
§ 1º - Serão consideradas as Atividades Complementares aquelas oferecidas pela FACIT
mediante a simples certificação de comprovação de frequência e avaliação do aproveitamento
realizado pelo docente/coordenador.
§ 2º - Para as Atividades Complementares realizadas fora da FACIT, o acadêmico deverá
adotar o seguinte procedimento:
I - Solicitar parecer favorável do docente responsável pela disciplina de Formação
Complementar sobre a relevância daquela atividade para a sua formação profissional, e
obter autorização para realização da atividade.
II – O acadêmico poderá apresentar na Secretaria os documentos que comprovem a sua
participação nas atividades complementares realizadas na FACIT ou em outras
instituições, mensalmente ou poderá apresentá-los até 15 (quinze) dias antes do
término do semestre letivo, conforme calendário escolar da FACIT. A documentação
será encaminhada ao docente responsável pela disciplina de Formação Complementar
que a apreciará, podendo recusar a atividade se considerar insatisfatórios a
documentação e/ou o desempenho do acadêmico.
8.11.4 - IV - DOS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO REGISTRO DE ATIVIDADES
COMPLEMENTARES:
Art. 12 - Os registros relativos às Atividades Complementares é de exclusiva competência da
Coordenação de Extensão.
§1º - A participação nas Atividades Complementares deverá ser comprovada por meio de
certificados ou outros documentos comprobatórios fornecidos pelos organizadores, nos quais
deverão constar a carga horária, a denominação do evento, objetivo, data e local da realização.
§2º - O acadêmico é o responsável pela guarda e organização de sua documentação,
devendo anexar todas as suas declarações e certificados. Esta documentação deve ser
apresentada, quando solicitada, ao docente responsável ou ao coordenador do curso para
que seja avaliada a documentação e emitido um parecer validando as atividades.
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
§3º - As Atividades Complementares compõem a carga horária total de integralização do curso
e constarão no histórico escolar do acadêmico, pois são atividades curriculares estabelecidas
no Projeto Pedagógico de Curso.
8.11.5 - V – DA CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DISPOSIÇÕES
GERAIS:
Art.13 - Para a classificação são consideradas Atividades Complementares:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.
XIII.
XIV.
XV.
XVI.
Aula Magna;
Monitoria e estágio não obrigatório;
Iniciação Científica;
Incubação de Empresas (INCET);
Seminário de Iniciação Científica;
Seminário da Interdisciplinaridade do Cálculo – SINCAL;
Semana da Engenharia;
Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia;
Laboratório Integrado de Design e Engenharia de Produto - LIDEP
Trote Educativo / Juventude Cidadã;
Participação efetiva na organização de exposições e seminários de caráter artístico ou
cultural associados ao Projeto Múltiplos;
Viagens Técnico-Culturais realizadas pela FACIT;
Visitas Técnicas realizadas pela FACIT;
Palestras e minicursos realizados pela FACIT;
Demais atividades complementares ofertadas pela FACIT;
Atividades Complementares Externas: palestras, seminários, congressos, conferências,
encontros nacionais e regionais, cursos de atualização e similares. Poderão ser
validadas como atividades complementares: cursos de língua estrangeira; participação
e aprovação em disciplinas/unidades curriculares de enriquecimento curricular de
interesse do Curso, desde que tais disciplinas/unidades curriculares tenham sido
aprovadas pelo Colegiado de Curso e estejam de acordo com o Projeto Pedagógico do
Curso.
§ 1º - As atividades relacionadas nos incisos de II, III, IV, VI, VII, VIII, IX, X e XI pela sua
natureza e complexidade, terão regulamentação específica.
§ 2º - As atividades como Viagens Técnico-Culturais; Palestras, seminários, congressos,
conferências, encontros nacionais e regionais, cursos de atualização e similares, serão
validadas mediante apresentação, à Coordenação de Curso, de certificado, contendo o nome e
tipo de evento, data, comissão organizadora, local e carga horária.
Art. 14 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado da Coordenação de Curso.
Art. 15 - Esta portaria entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em
contrário.
Montes Claros, 12 de dezembro de 2002. (Atualizada em março de 2013)
REGULAMENTO DA MONITORIA
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FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
A Coordenadora da FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS FACIT, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Geral e Legislação
vigentes e, considerando que o Programa de Monitoria se constitui em importante instrumento
para fortalecer a articulação entre teoria e prática e a integralização curricular
RESOLVE :
Art.1º – Estabelecer a monitoria como estágio não obrigatório, com o objetivo de desenvolver
no acadêmico, que apresente rendimento escolar satisfatório, interesse pelos trabalhos
acadêmicos, além de intensificar e assegurar a cooperação entre o corpo docente e discente, nas
atividades básicas da FACIT, relativas ao ensino, à pesquisa e à extensão.
Art.2º – As monitorias serão classificadas em duas categorias: monitoria remunerada por bolsa;
monitoria voluntária (sem remuneração), ambas igualmente sujeitas às normas estabelecidas
neste regulamento.
§1º - As atividades do Programa de Monitoria não deverão gerar vínculo empregatício com a
instituição.
§2º – O valor da bolsa mensal será estabelecido segundo a disponibilidade orçamentária e
financeira anualmente prevista para a FACIT.
§3º – Será vedada a acumulação de bolsas de monitoria com qualquer modalidade de bolsa
interna e externa.
§4º – A monitoria voluntária será estabelecida de acordo com o número de acadêmicos com
demandas relacionadas ao processo ensino-aprendizagem - acompanhamento e aprofundamento
de conteúdos -, quantidade de acadêmicos interessados em exercê-la e disponibilidade de
docentes orientadores.
Art.3º - A função de monitor será exercida por acadêmicos regularmente matriculados nos cursos
de graduação e classificados em processo seletivo, realizado pelo Coordenador de Curso a que se
vincule a disciplina, na qual o monitor atuará.
§1º - O monitor desempenhará sua atividade sob a coordenação do Colegiado, e orientação do(s)
docente(s) responsável(eis) pelo Projeto de Monitoria, sob a supervisão geral da coordenação da
FACIT ;
§2º – O acadêmico poderá assumir a monitoria de apenas uma disciplina, desempenhando suas
funções em regime de até 30 (trinta) horas semanais.
§3º – A critério do colegiado do curso, o acadêmico poderá, excepcionalmente, acumular a
função de monitor em mais uma disciplina.
§4º – As atividades dos monitores não poderão conflitar com suas obrigações acadêmicas. O
horário da atividade do monitor não pode, em hipótese alguma, prejudicar o horário das
atividades a que estiver obrigado como discente, em função das disciplinas em que estiver
matriculado.
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§5º - A monitoria será exercida por um ano, ao final do qual o acadêmico apresentará relatório,
obtendo certificado. Após esse período o acadêmico poderá:
I – A critério do seu orientador, ser reconduzido como monitor da mesma disciplina.
II – Participar de seleção para uma nova disciplina.
Art.4º - As atividades do monitor serão reguladas, em cada período acadêmico, por Plano Anual
de Monitoria elaborado pelo docente da disciplina, devidamente aprovados pelo respectivo
colegiado e encaminhados à Coordenação da FACIT.
Parágrafo Único – Do Plano Anual de Monitoria de cada curso constarão a justificativa, as vagas
necessárias, a quantidade de docentes por turma, de acadêmicos por disciplina, e de turmas por
disciplina.
Art.5º - As atividades do monitor serão também reguladas pelo Relatório Anual de Monitoria,
onde cada curso apresentará as atividades desenvolvidas e respectivos resultados alcançados, a
avaliação e as sugestões para o aperfeiçoamento do Programa de Monitoria.
Art.6º - Serão atribuições do Monitor:
I – contribuir para fortalecer o relacionamento entre o corpo docente e discente;
II – orientar os acadêmicos em trabalhos de laboratório, de campo e pesquisas bibliográficas;
III - apoiar o docente na realização de trabalhos práticos e experimentais, na preparação de
material didático e na orientação de acadêmicos, em atividades da disciplina, em classe, em
laboratório e em campo;
IV – preencher e manter atualizado seu Cadastro Individual apresentando os documentos,
quando necessário;
V – elaborar, com seu docente orientador, o Plano de Atividades de Monitoria;
VI – cumprir 30 (trinta) horas semanais de atividades de monitoria, conforme horários
preestabelecidos com o docente orientador;
VI– assinar os formulários de freqüência;
VII – elaborar, com seu docente orientador, o Relatório de Atividades de Monitoria da disciplina,
no final de cada período letivo.
Art.7º - São atribuições do Docente Orientador:
I – elaborar o Plano Semestral de Monitoria e do Relatório Semestral de Monitoria do seu curso;
II – elaborar o Plano de Atividades de Monitoria da disciplina, com o monitor, considerando os
seguintes itens:
a) – definição das atribuições;
b) – objetivos a serem alcançados;
c) – atividades específicas destinadas ao treinamento do monitor;
d) – cronograma de acompanhamento;
e) – metodologias a serem utilizadas;
f) – critérios de avaliação do desempenho dos monitores;
III- indicar candidatos à monitoria;
IV – orientar as atividades do monitor para o adequado desempenho de suas tarefas;
V – avaliar o desempenho do monitor;
VI – assinar os certificados de monitoria de seus orientandos.
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Art.8º - São atribuições das Coordenações de Curso:
I - coordenar o Programa de Monitoria;
II – avaliar e aprovar, em colegiado, o Plano Semestral de Monitoria e o Relatório Semestral de
Monitoria do Curso;
III – decidir, em colegiado, a quantidade de monitores e as regras do processo seletivo;
IV – divulgar e realizar processo seletivo;
V - acompanhar as atividades desenvolvidas pelos monitores.
VI - manter arquivo detalhado dos relatórios apresentados pelos monitores;
VII - manter arquivo detalhado dos pareceres dos docentes orientadores acerca das atividades
dos monitores;
VIII – arquivar e manter atualizado o Cadastro Individual e respectivos documentos dos
monitores do curso;
IX – emitir, ouvido o colegiado, atos complementares às normas desta Portaria e deliberar sobre
outros assuntos relativos ao Programa;
X – expedir certificados e certidões referentes ao Programa;
XI – orientar e esclarecer os monitores e orientadores sobre questões relativas ao Programa;
XII – promover reuniões gerais e eventos, visando a aprimorar o Programa.
Art. 9º - Caberá à Coordenação da FACIT disciplinar o processo seletivo dos monitores,
bolsistas e não bolsistas, observando principalmente os seguintes critérios:
I – Divulgar, com antecedência mínima de 10 dias, a realização da seleção;
II – Afixar o edital em local apropriado com as seguintes informações:
a) disciplinas objeto da seleção e respectivos docentes orientadores;
b) requisitos estabelecidos pelo colegiado;
c) critérios estabelecidos para os casos de empate;
d) datas e locais de realização da seleção;
e) valor da bolsa.
§1º - Para inscrição no processo seletivo, o candidato deverá preencher um formulário de
inscrição.
§2º - O resultado da seleção será divulgado pela Coordenação da FACIT, no mesmo local do
aviso de seleção;
Art.10 - A substituição de monitores motivada por decisão da instituição ou do próprio
acadêmico, ocorrerá no prazo de no máximo 15 dias.
Art.11 - Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação da FACIT.
Art. 12 – Esta Portaria entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 10 de fevereiro de 2003
REGULAMENTO DA SEMANA DA ENGENHARIA
A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT –, no uso de
suas atribuições regimentais, considerando que o projeto dos cursos de engenharia prevê uma
formação profissional de contínua atualização e contextualização, possibilitada por um conjunto
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de práticas pedagógicas inovadoras que incluem as Atividades Complementares, e, tendo em
vista deliberações do Colegiado do Curso e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,
RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para realização da Semana da Engenharia como
atividade de extensão da FACIT, cuja carga horária será computada na integralização da carga
horária total dos cursos, propondo normas e critérios para a participação da comunidade
acadêmica.
CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - A Semana da Engenharia, evento de caráter científico e tecnológico, promovido pela
FACIT, proporcionará a oportunidade de conexão das comunidades acadêmica e externa,
facilitando a identificação de demandas regionais em tecnologia e a produção de novas
tecnologias e pesquisas.
Art. 3º - A Semana da Engenharia terá como finalidade incentivar a pesquisa, o
empreendedorismo e a prática dos conhecimentos adquiridos em sala, gerando novos
conhecimentos e tecnologias para a solução de problemas de Engenharia.
Parágrafo Único: Os acadêmicos da FACIT deverão demonstrar, nos trabalhos apresentados, a
aplicação dos conhecimentos adquiridos nos cursos e o aprofundamento dos conteúdos, através
da pesquisa.
CAPÍTULO II- DOS OBJETIVOS
Art. 4º - São objetivos da Semana da Engenharia:
I.
Promover a ampliação do conhecimento científico acumulado na comunidade acadêmica,
incentivando o desenvolvimento de trabalhos de pesquisas científicas e tecnológicas;
II.
Estimular a atividade científica, introduzindo os trabalhos potencialmente mais
promissores no Programa de Iniciação Científica - PIC-FACIT;
III.
Estimular a contextualização dos conhecimentos teóricos e práticos, desenvolvidos em
sala de aula;
IV.
Estimular o desenvolvimento da criatividade, criando conexões entre a realidade das
demandas tecnológicas atuais e o potencial do futuro engenheiro, para propor soluções de
problemas de Engenharia;
V.
Oportunizar a apresentação e discussão de temas de interesse das engenharias;
VI.
Integrar as comunidades local e acadêmica, possibilitando a identificação de demandas
regionais em ciência e tecnologia;
VII. Estimular o empreendedorismo, encaminhando os trabalhos com potencial de viabilidade
para a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica – INCET – da FACIT.
VIII. Promover o intercâmbio de informações entre os acadêmicos e comunidade externa;
IX.
Contribuir para a formação complementar tecnológica e humana dos futuros profissionais
e o conseqüente desenvolvimento regional.
CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS
Art. 5º - A Comissão Organizadora da Semana da Engenharia será composta pelo Coordenador
de Projetos, pelos Coordenadores de Curso, Docentes e Técnicos Administrativos da FACIT.
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Art. 6° - Compete a Comissão Organizadora da Semana da Engenharia:
I.
Elaborar a programação do evento;
II.
Proporcionar estrutura e condições para a realização da Semana da Engenharia;
III.
Proporcionar apoio técnico e logístico para a realização do evento.
IV.
Estabelecer a data e criar mecanismos para divulgar a Semana da Engenharia;
V.
Definir o cronograma com prazo máximo para definição das equipes, inscrição e
apresentação dos trabalhos;
VI.
Avaliar o relatório final da Semana da Engenharia.
Art. 7º - Cabe ao Coordenador de Projetos a coordenação da Semana da Engenharia, com as
seguintes competências:
I.
Convocar e coordenar a comissão organizadora;
II.
Coordenar, organizar e realizar, anualmente, a Semana da Engenharia, como parte
integrante do currículo pleno dos Cursos de Engenharia da FACIT;
III.
Buscar recursos e financiamentos para realização da Semana da Engenharia, em agências
de fomento e outros órgãos.
IV.
Providenciar a confecção das camisetas alusivas ao evento, para as equipes;
V.
Receber os modelos dos banners corrigidos e enviar para a gráfica confeccioná-los;
VI.
Apresentar a programação das atividades e qualquer alteração nas regras de participação
no evento ao colegiado.
VII. Elaborar e encaminhar as fichas de avaliação à comissão julgadora dos trabalhos, que
será composta por docentes da FACIT;
VIII. Receber, preenchidas e assinadas, as fichas de avaliação.
IX.
Elaborar e apresentar relatório final da Semana da Engenharia à Comissão Organizadora,
ao Colegiado e à Coordenação Geral da FACIT;
X.
Elaborar e apresentar a prestação de contas à Comissão Organizadora, ao Colegiado e à
Coordenação Geral da FACIT e aos órgãos financiadores do evento;
XI.
Manter arquivo atualizado com as informações da Semana da Engenharia;
XII. Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias à realização
do evento.
Art. 8º - Compete aos Coordenadores de Curso:
I.
Participar da elaboração e execução da programação das atividades do evento;
II.
Integrar a Comissão de Organização e de Avaliação dos Trabalhos;
III.
Participar da divulgação das regras, cronogramas e informações relativas ao evento;
IV.
Executar a logística necessária para atender aos acadêmicos em suas demandas por
empréstimos de materiais e equipamentos de laboratório e outros;
V.
Visitas às turmas, especialmente as turmas de 1° período, para explicar sua participação
na Semana da Engenharia.
VI.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 9º - Compete aos Docentes Orientadores dos Trabalhos:
I.
Orientar as equipes, quanto aos trabalhos e a confecção dos banners, de acordo com o
tema e modelo definidos;
II.
Corrigir os banners das equipes orientadas, antes de enviar à Coordenação de Projetos
para sua confecção na gráfica.
III.
Participar da divulgação das regras, cronogramas e informações relativas ao evento;
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IV.
V.
Visitar os projetos apresentados durante o evento;
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 10 - Compete ao Docente Avaliador:
I.
Visitar os projetos apresentados durante o evento;
II.
Proceder a avaliação utilizando a “Ficha de Avaliação” e ao terminar seu preenchimento,
entregá-la assinada à Coordenação de Projetos.
Art. 11 – Compete ao Corpo Técnico-Administrativo:
I.
Proporcionar apoio técnico e logístico a Coordenação de Projetos;
II.
Elaborar material de divulgação das atividades da Semana da Engenharia, para instigar o
desejo do acadêmico de participar em todas as atividades propostas no evento;
III.
Elaborar material de divulgação das dos mini-cursos, quando houver, com objetivo,
síntese do conteúdo e formação do instrutor, para que o acadêmico possa optar pelo curso que
mais atenda às suas necessidades.
IV.
Registrar as presenças dos acadêmicos, docentes e visitantes.
V.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 12 - Compete ao Acadêmico:
I.
Manter-se atualizado quanto às informações e datas do evento, disponíveis nos quadros
de aviso e no site www.facit.edu.br;
II.
Definir sua equipe e inscrever seu trabalho em formulário próprio e protocolá-lo na
Coordenação de Projetos, na data estabelecida no cronograma;
III.
Cumprir as regras estabelecidas para participação, bem como as datas previstas no
cronograma;
IV.
Solicitar e efetuar o pagamento da Camiseta na tesouraria, na data estabelecida no
cronograma;
V.
Escolher um docente, de acordo com o tema definido, para orientação do trabalho e da
confecção dos banners;
VI.
Montar seu trabalho no local e prazo pré-estabelecidos;
VII. Apresentar seu trabalho ao público e aos docentes avaliadores no horário e data préestabelecidos;
CAPÍTULO IV – DA SEMANA DA ENGENHARIA
Art. 13 – Para envolvimento dos acadêmicos dos cursos de engenharia, incentivando-os a
desenvolverem idéias, trabalhos e projetos para participação no evento, a Semana da Engenharia
será composta das seguintes atividades:
I.
Apresentação de trabalhos dos acadêmicos;
II.
Exposição de produtos e serviços de órgãos e empresas;
III.
Realização de mini-cursos, palestras, mesa-redonda;
IV.
Realização de visitas técnicas;
V.
Confraternização entre docentes, discentes, corpo técnico-administrativo e profissionais;
VI.
Premiação dos melhores trabalhos.
CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO
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Art. 14 - Os trabalhos inscritos serão avaliados com base no mérito científico por uma comissão
composta por docentes da FACIT.
Art. 15 - Somente serão selecionados para apresentação os trabalhos que contemplarem temas
relacionados à proposta da Semana da Engenharia e que atendam aos seus objetivos.
Parágrafo Único - Para efeito de seleção de projetos para apresentação, serão considerados como
critérios:
I.
II.
III.
Relevância do tema escolhido.
Aplicação das teorias estudadas no curso de graduação, no tema escolhido.
Aplicabilidade prática do projeto.
Art. 16 - Os projetos aprovados obrigatoriamente terão um orientador vinculado à FACIT, sendo
permitida a participação de co-orientadores voluntários, engenheiros ou profissionais de áreas
afins, sem vínculo com a instituição, com o objetivo de enriquecer e ampliar a pesquisa.
§ 1º – Os melhores trabalhos apresentados na Semana da Engenharia serão premiados com
medalhas.
§ 2º – Os docentes deverão visitar e avaliar individualmente os trabalhos, identificando as
disciplinas ministradas por eles e os conteúdos relacionados.
Art. 17 - Da Ficha de Avaliação constarão os seguintes itens:
I.
Conhecimento: Demonstração do conhecimento adquirido e sua aplicação, no trabalho
apresentado; coerência entre o conteúdo exposto no banner, a maquete – quando for o caso - e a
apresentação oral da equipe; e capacidade de síntese e conclusão.
II.
Habilidades e Atitudes: Comunicação entre os membros e o avaliador; demonstração de
práticas de oratória (postura, tom de voz, eloqüência); e envolvimento de todos os membros da
equipe durante a apresentação.
Art. 18 - Os trabalhos selecionados receberão a votação do público externo, para a eleição dos
melhores projetos através de votação eletrônica.
Art. 19 – Poderão ser distribuídos pontos, para os acadêmicos que participarem da Semana da
Engenharia, conforme decisão e critérios estabelecidos pelo Colegiado.
CAPÍTULO V - DOS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO REGISTRO DA SEMANA
DA ENGENHARIA
Art. 20 - O registro relativo à Semana da Engenharia é de exclusiva competência da
Coordenação de Projetos.
§1º - A participação do acadêmico na Semana da Engenharia deverá ser registrada por meio de
certificados.
§2º - O acadêmico é o responsável pela guarda e organização de sua documentação.
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§3º - A participação nas atividades da Semana da Engenharia constará no histórico escolar do
acadêmico, pois são atividades curriculares previstas no Projeto Pedagógico de Curso.
CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 21 - As equipes participantes da Semana da Engenharia deverão ter no máximo 05
integrantes, sendo permitida a participação de acadêmicos dos diversos cursos - anos e períodos de graduação da FACIT.
Art. 22 - Não será permitido acrescentar ou trocar integrantes da equipe após a inscrição.
Art. 23 - Os modelos de banner estarão disponíveis no site da FACIT. Não será permitido alterálos
Art. 24 – É desejável que a equipe apresente um protótipo de seu trabalho.
Art. 25 - Empresas locais e regionais, órgãos públicos e instituições de ensino poderão participar
do evento através de exposição em stands, para divulgação de seus produtos e serviços.
Art. 26 - Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora e referendados pelo
colegiado em última instância.
Art. 27 - Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 16 de dezembro de 2002
REGULAMENTO DO SEMINÁRIO DE INTERDISCIPLINARIDADE DO CÁLCULO SINCAL
A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT –, no uso de
suas atribuições regimentais, considerando que o projeto dos cursos de engenharia prevê uma
formação profissional de contínua atualização e contextualização, possibilitada por um conjunto
de práticas pedagógicas inovadoras que incluem as Atividades Complementares, e, tendo em
vista deliberações do Colegiado do Curso e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,
RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para realização do Seminário de Interdisciplinaridade
do Cálculo – SINCAL – como atividade de extensão da FACIT, cuja carga horária será
computada na integralização da carga horária total dos cursos, propondo normas e critérios para
a participação da comunidade acadêmica.
CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - O SINCAL é um evento proposto como atividade pertinente à aprendizagem (APA),
junto à disciplina de Cálculo, abordando tópicos atualizados, unindo o embasamento teórico e o
prático, promovendo a integração da comunidade educacional, incentivando a prática da
pesquisa, do cálculo e a troca de experiências entre os participantes.
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Art. 3º - O SINCAL terá como finalidade proporcionar aos acadêmicos a assimilação de
informação, estruturação do conhecimento e transformação de competências científicas e
tecnológicas em capacidades empreendedoras que lhes possibilitarão inserção no mundo do
trabalho e participação nesta sociedade altamente competitiva e marcada pelo poder das idéias.
CAPÍTULO II- DOS OBJETIVOS
Art. 4º - São objetivos do SINCAL:
I.
Enriquecer o processo ensino-aprendizagem, desmistificando e reduzindo a resistência, as
dificuldades e deficiências na aprendizagem do cálculo e potencializando a sua aprendizagem
pelos acadêmicos dos cursos de engenharia da FACIT;
II.
Apresentar os resultados de pesquisas bibliográficas realizadas pelos acadêmicos, através
de painéis e maquetes;
III.
Conduzir os acadêmicos nos primeiros passos do caminho da ciência;
IV.
Incentivar a busca da aprendizagem autônoma, através da leitura, da pesquisar e do
aprender a pensar;
V.
Resgatar conteúdos relacionados à disciplina Cálculo, cujo ensino, em etapas anteriores,
apresentaram alguma defasagem;
VI.
Propiciar a oportunidade da avaliação dos cursos oferecidos pela instituição e de seus
profissionais;
VII. Apoiar e incentivar a divulgação dos trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos dos
cursos de engenharia, junto à comunidade acadêmica.
VIII. Possibilitar a percepção das relações interdisciplinares das disciplinas ministradas no
cursos de engenharia.
CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS
Art. 5º - A Coordenação de Projetos deverá convocar e coordenar a Comissão Organizadora do
SINCAL, composta pelo Coordenador de Cálculo da FACIT, por docentes da área de Cálculo,
pelos Coordenadores de curso e pelo corpo técnico-administrativo da FACIT.
Art. 6º - Compete a Comissão Organizadora do SINCAL:
I.
Elaborar a programação do evento;
II.
Estabelecer a data e divulgar o SINCAL;
III.
Definir o cronograma com prazo máximo para definição das equipes e inscrição e
apresentação dos trabalhos;
IV.
Proporcionar estrutura e condições para a realização do SINCAL;
V.
Proporcionar apoio técnico e logístico para a realização do evento.
Art. 7º - Compete à Coordenação de Projetos a coordenação do SINCAL, com as seguintes
competências:
I.
Coordenar, organizar e realizar, anualmente, o SINCAL, como parte integrante do
currículo pleno dos Cursos de Engenharia da FACIT;
II.
Buscar financiamento para realização do SINCAL, em agências de fomento e outros
órgãos.
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III.
Apresentar à Comissão Organizadora e ao Colegiado as regras ou mudanças nas regras de
participação no evento;
IV.
Providenciar a confecção das camisetas;
V.
Receber os modelos dos banners e resumos dos anais corrigidos, e enviar para a gráfica
confeccioná-los;
VI.
Elaborar e apresentar o relatório final do SINCAL ao Colegiado e à Coordenação Geral;
VII. Elaborar e encaminhar as fichas de avaliação à comissão de avaliação;
VIII. Manter arquivo atualizado com as informações do SINCAL;
IX.
Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias à realização
do evento.
Art. 8º - Compete ao Coordenador de Cálculo da FACIT:
I.
Integrar a Comissão de Avaliação dos trabalhos
II.
Orientar e apoiar os demais docentes da área de cálculo, na realização do evento;
III.
Apoiar a Coordenação de Projetos em suas demandas para a realização do SINCAL;
IV.
Proporcionar suporte técnico à realização do Seminário garantindo seus objetivos
acadêmicos.
V.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 9º - Compete aos Docentes Orientadores do SINCAL:
I.
Orientar o trabalho e a confecção dos banners e resumos para os anais, de acordo com o
tema e modelo definidos;
II.
Receber e avaliar os trabalhos - modelos dos banners e resumos dos anais;
III.
Entregar à Coordenação de Projetos, os modelos dos banners e resumos dos anais
corrigidos, para sua confecção na gráfica;
IV.
Participar da divulgação do Sincal;
V.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 10 - Compete aos Coordenadores de Curso:
I.
Participar da elaboração e execução da programação das atividades do evento;
II.
Integrar a Comissão de Avaliação dos Trabalhos e Comissão Organizadora do evento;
III.
Participar da divulgação das regras, cronogramas e informações relativas ao evento;
IV.
Executar a logística necessária para atender os acadêmicos em suas demandas por
empréstimos de materiais e equipamentos de laboratório e outros;
V.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 11 – Compete ao Corpo Técnico Administrativo:
I.
II.
III.
Proporcionar apoio técnico e logístico a Coordenação de projetos;
Registrar as presenças dos acadêmicos, docentes e visitantes.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 12 - Compete ao Acadêmico:
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I.
Definir sua equipe e inscrever seu trabalho na Coordenação de Projetos, na data
estabelecida no cronograma;
II.
Manter-se atualizado quanto às regras de participação e ao cronograma do evento;
III.
Solicitar e efetuar o pagamento da Camiseta na tesouraria, na data estabelecida no
cronograma;
IV.
Escolher um docente, de acordo com o tema definido, para orientação do trabalho e da
confecção dos banners e resumos para os anais;
V.
Montar seu trabalho no local e prazo pré-estabelecidos;
VI.
Apresentar seu trabalho ao público e à Comissão de Avaliação no horário e data préestabelecidos.
CAPÍTULO IV - DO SINCAL
Art. 13 - Os trabalhos apresentados no SINCAL integrarão os Anais do evento e serão impressos
e distribuídos na comunidade.
Art. 14 - Os trabalhos apresentados no SINCAL deverão ser formalizados de acordo com as
seguintes normas:
I.
Configurações de página: Tamanho: A/4 (210x297mm), Margens: 3,0 cm à esquerda e
superior, e 2,5 cm à direita e inferior, Espaçamento entre linhas: Simples, Letra (fonte): Tipo
Times New Roman, com tamanho 12, Alinhamento: Justificado, sem gráfico, tabela, imagem,
caracteres especiais ou notas de rodapé.
II.
Título do trabalho: Escrito em “Times New Roman”, tamanho 14, maiúsculas, negrito,
centralizado.
III.
Nomes científicos devem ser editados em itálico, conforme normas específicas da área.
IV.
Nome dos autores: Autores listados pelo sobrenome em caixa alta, seguido do prenome,
separando-os por ponto e vírgula (;), incluindo o endereço eletrônico.
V.
Descrição do Curso: Período/ano e curso.
VI.
Texto do resumo: Após a primeira linha digite o texto em um único parágrafo que deverá
conter de 100 a 250 palavras. O texto deverá conter uma breve descrição do problema estudado:o(s) objetivo(s); - o(s) método(s) utilizado(s); - principais resultados e - conclusões.
VII. Palavras-chave: Em itálico
VIII. Cor de impressão: Preta
CAPÍTULO IV - DA AVALIAÇÃO E PREMIAÇÃO
Art. 15 - Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora formada por docentes da
FACIT;
§ 1º – Os docentes de Cálculo e Física deverão avaliar separadamente os trabalhos das turmas
em que ministram estas disciplinas, para efeito de pontuação no semestre.
§ 2º – A banca será composta por 04 docentes, e cada um deles deverá avaliar individualmente o
trabalho.
Art. 16 - Compete ao Avaliador proceder à avaliação utilizando a “Ficha de Avaliação” e, ao
terminar seu preenchimento, entregá-la assinada à Coordenação de Projetos.
Parágrafo único – Cada item deverá ser avaliado entre 0 e 10 pontos e a nota total da equipe será
o somatório das notas de cada docente que compõe a banca.
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Art. 17 - Da Ficha de Avaliação constarão os seguintes itens:
I.
Conhecimento: Demonstração do conhecimento e aplicação do cálculo no trabalho
apresentado; Coerência entre o exposto no banner, na maquete – quando for o caso - e nos anais,
e a apresentação oral da equipe; e Capacidade de síntese e conclusão.
II.
Habilidades e Atitudes: Comunicação entre os membros e a Comissão de Avaliação;
Demonstração de práticas de oratória (postura, tom de voz, eloqüência) ; Envolvimento de todos
os membros da equipe durante a apresentação.
Art. 18 – Poderão ser distribuídos pontos, para os acadêmicos que participarem do SINCAL,
conforme decisão e critérios estabelecidos pelo Colegiado.
Art. 19 – Os melhores trabalhos apresentados no SINCAL serão premiados e o primeiro lugar
será agraciado com a Comenda Ronan de Freitas Pereira.
CAPÍTULO V - DOS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO REGISTRO DO SINCAL
Art. 20 - O registro relativo ao SINCAL é de exclusiva competência da Coordenação de Projetos.
§1º - A participação dos acadêmicos no SINCAL deverá ser registrada por meio de certificados e
Anais do evento.
§2º - O acadêmico é o responsável pela guarda e organização de sua documentação.
§3º - A participação no SINCAL constará no histórico escolar do acadêmico, pois é uma
atividade curricular prevista do Projeto Pedagógico de Curso.
CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 21 - As equipes devem ter no máximo 05 integrantes, sendo permitida a participação de
acadêmicos de todos os cursos de graduação da instituição.
Parágrafo Único: Os acadêmicos que não estão matriculados na disciplina Cálculo não têm
direito à pontuação.
Art. 22 - Não será permitido acrescentar ou trocar integrantes da equipe após a inscrição.
Art. 23 - Os modelos de banner e resumo estarão disponíveis no site da FACIT. Não será
permitido alterar os modelos.
Art. 24 – É desejável que a equipe apresente o protótipo de seu trabalho.
Art. 25 - Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Organização do Sincal e pelo
colegiado, em última instância.
Art.26 - Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 16 de dezembro de 2002
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FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS
CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
REGULAMENTO DO WORKSHOP DE CIÊNCIA, CULTURA E TECNOLOGIA
A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT –, no uso de
suas atribuições regimentais, considerando que o projeto dos cursos de engenharia prevê uma
formação profissional de contínua atualização e contextualização possibilitada por um conjunto
de práticas pedagógicas inovadoras que incluem as atividades complementares, e, tendo em vista
deliberações do Colegiado do Curso e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para realização do Workshop de Ciência, Cultura e
Tecnologia como atividade de extensão da FACIT cuja carga horária será computada na
integralização da carga horária total dos cursos, propondo normas e critérios para a participação
da comunidade acadêmica.
CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - O Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia é um evento que possibilitará a
oportunidade de se encontrarem, no mesmo espaço, aqueles que geram o conhecimento, que
estão se preparando para o mercado de trabalho, que produzem tecnologia de ponta, os
representantes dos vários setores da economia e o grande público interessado em interagir e
estabelecer vínculos nesse ambiente.
Art. 3º - O Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia terá como finalidade difundir o
conhecimento gerado pela FACIT e apresentar o que há de mais moderno em termos de
tecnologia no país.
CAPÍTULO II- DOS OBJETIVOS
Art. 4º - São objetivos do Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia:
I.
Possibilitar ao público em geral, familiarização com conteúdos da área de exatas e sua
interação com as demais áreas do conhecimento;
II.
Identificar talentos para a pesquisa científica;
III.
Motivar acadêmicos pesquisadores, através das apresentações dos seus trabalhos;
IV.
Identificar projetos com potencial para desenvolvimento de produtos comercializáveis;
V.
Identificar projetos com potencial para incubação na Incubadora de Base Tecnológica da
FACIT, incentivando o empreendedorismo;
VI.
Possibilitar a interação de acadêmicos, docentes e público em geral com palestrantes e
expositores, facilitando o intercâmbio de conhecimentos entre profissionais e acadêmicos e a
atualização em relação às novas tecnologias;
VII. Identificar perfil profissional dos acadêmicos para encaminhamento a estágios e
empregos;
VIII. Estabelecer parcerias com organizações da comunidade local, regional, estadual e
nacional;
IX.
Possibilitar o desenvolvimento do pensamento crítico e analítico dos acadêmicos, através
da interação com projetos de alta tecnologia;
X.
Estimular as vocações para as áreas científicas e tecnológicas, através do despertar de
interesse e envolvimento com os projetos, por parte dos visitantes.
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS
Art. 5º - O Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia será coordenado por uma comissão
composta pelo Coordenador de Projetos, pelos Coordenadores de Curso, Docentes Orientadores
e Corpo Técnico- Administrativo da FACIT.
Art. 6º - Compete à Comissão Organizadora:
I.
Organizar e realizar, anualmente, o Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia, como
parte integrante do currículo pleno dos Cursos de Engenharia da FACIT;
II.
Proporcionar estrutura e condições para a realização do Workshop de Ciência, Cultura e
Tecnologia;
III.
Buscar financiamento para realização do Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia, em
agências de fomento e outros órgãos.
Art. 7º - Compete ao Coordenador de Projetos:
I.
Coordenar e supervisionar todas as atividades vinculadas ao Workshop de Ciência,
Cultura e Tecnologia;
II.
Divulgar o Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia;
III.
Estabelecer o cronograma com prazo máximo para definição das equipes e inscrição e
apresentação dos trabalhos;
IV.
Providenciar a confecção das camisetas alusivas ao evento;
V.
Coordenar a elaboração e apresentar a programação, o relatório e a prestação de contas
do Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia ao Colegiado, à Coordenação Geral da FACIT e
às agências e órgãos finaciadores;
VI.
Manter arquivo atualizado com as informações do Workshop de Ciência, Cultura e
Tecnologia;
VII. Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias à realização
do evento.
Art. 8º - Compete aos Coordenadores de Curso:
I.
Participar da elaboração e execução da programação das atividades do evento;
II.
Participar da divulgação das regras, cronogramas e informações relativas ao evento;
III.
Executar a logística necessária para atender os acadêmicos em suas demandas por
empréstimos de materiais e equipamentos de laboratório e outros;
Art. 9º - Compete aos Docentes Orientadores:
I.
Orientar as equipes quanto à realização das pesquisas relativas aos trabalhos que serão
apresentados no Workshop;
II.
Apoiar o Coordenador de Projetos na realização das atividades do evento.
III.
Divulgar as regras, cronogramas e informações relativas ao evento;
IV.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 10 - Compete ao Corpo Técnico-Administrativo:
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
I.
II.
III.
IV.
Proporcionar apoio técnico e logístico ao Coordenador de Projetos;
Elaborar material de divulgação das atividades do evento;
Registrar as presenças dos acadêmicos, docentes e visitantes;
Participar ativamente de todas as atividades previstas no cronograma do evento.
Art. 11 - Compete ao Acadêmico:
I.
Definir sua equipe, inscrever seu trabalho e protocolá-lo na Coordenação de Projetos, na
data estabelecida no cronograma;
II.
Solicitar e efetuar o pagamento da Camiseta na tesouraria, na data estabelecida no
cronograma;
III.
Escolher um docente para orientação do trabalho;
IV.
Montar seu trabalho no local e prazo pré-estabelecidos;
V.
Apresentar seu trabalho ao público na data pré-estabelecida;
CAPÍTULO IV – DO WORKSHOP DE CIÊNCIA, CULTURA E TECNOLOGIA
Art. 12 - Para envolvimento dos acadêmicos dos cursos de engenharia, incentivando-os a
desenvolverem idéias, trabalhos e projetos para participação no evento, serão realizadas as
seguintes atividades:
I.
Apresentação da estrutura tecnológica e educacional da FACIT, de instituições de ensino,
e de grandes empresas de tecnologia de todo o país divulgando seus produtos / serviços;
II.
Cursos de curta duração;
III.
Campeonatos envolvendo computação, robótica e automação industrial;
IV.
Palestras e seminários sobre temas relevantes ligados à tecnologia, à inovação, à
educação e ao empreendedorismo;
V.
Mostra de projetos;
VI.
Feirão da Informática.
Art. 13 – O Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia, não tem caráter de premiação de
trabalhos, pois visa apresentar à sociedade o que é produzido em ciência, cultura e tecnologia, na
FACIT como forma de contribuição ao desenvolvimento científico e tecnológico da região em
que está inserida.
CAPÍTULO V – DA MOSTRA DE PROJETOS
Art. 14 - Serão selecionados para apresentação os trabalhos que contemplarem temas
relacionados à proposta do Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia e que atendam aos seus
objetivos.
Parágrafo Único - Para efeito de seleção de projetos para apresentação, serão considerados como
critérios:
I.
II.
Relevância do tema escolhido;
Relação do tema escolhido com a área de exatas e as demais áreas do conhecimento;
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III.
IV.
V.
Aplicação das teorias, estudadas no curso de graduação, no tema escolhido;
Aplicabilidade prática do projeto;
Contribuição do projeto à solução de problemas tecnológicos e sociais;
Art. 15 - Os projetos aprovados para apresentação, obrigatoriamente terão um orientador
vinculado à FACIT, sendo permitida a participação de co-orientadores voluntários, engenheiros
ou profissionais de áreas afins, sem vínculo com a instituição, com o objetivo de enriquecer e
ampliar a pesquisa.
Art. 16 - As equipes deverão ter no máximo 05 participantes, sendo permitida a participação de
acadêmicos dos diversos cursos - anos e períodos - de graduação da FACIT.
Art. 17 - A equipe deverá apresentar o protótipo de seu trabalho.
CAPÍTULO V - DOS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO REGISTRO DO
WORKSHOP DE CIÊNCIA, CULTURA E TECNOLOGIA
Art. 18 - O registro relativo ao Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia é de exclusiva
competência do Coordenador de Projeto.
§1º - A participação do acadêmico no Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia deverá ser
registrada por meio de certificados.
§2º - O acadêmico é o responsável pela guarda e organização de sua documentação.
§3º - A participação no Workshop de Ciência, Cultura e Tecnologia constará no histórico escolar
do acadêmico pois suas atividades são curriculares e integram o Projeto Pedagógico de Curso.
CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 19 - Empresas, órgãos públicos e instituições de ensino poderão participar do evento através
de exposição em stands, para divulgação de seus produtos e serviços.
Art.20. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora, ouvidos se necessários
pelas instâncias acadêmicas superiores.
Art.21. Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 20 de dezembro de 2002
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT –, no uso de
suas atribuições regimentais, considerando que o projeto dos cursos de engenharia prevê uma
formação profissional de contínua atualização e contextualização, possibilitada por um conjunto
de práticas pedagógicas inovadoras que incluem as Atividades Complementares e, tendo em
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
vista deliberações do Colegiado do Curso e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,
RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para realização da Iniciação Científica como atividade
de extensão da FACIT, cuja carga horária será computada na integralização da carga horária total
dos cursos, propondo normas e critérios para a participação da comunidade acadêmica.
CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - A Iniciação Científica é um instrumento que permite aos acadêmicos, potencialmente
mais promissores, introdução na pesquisa científica.
§ 1º – As atividades de pesquisa na FACIT são realizadas através do Programa de Iniciação
Científica - PIC.
§ 2º – O PIC é um programa centrado na iniciação científica de novos talentos, nas áreas do
conhecimento ligadas aos cursos da FACIT.
Art. 3º - O Programa de Iniciação Científica da FACIT tem como finalidade revelar vocação
científica e incentivar talentos potenciais dos acadêmicos, mediante participação em projetos de
pesquisa, que tenham relevância científica, tecnológica ou educacional, com orientação
adequada, individual e continuada.
CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS
Art. 4º - São objetivos do Programa de Iniciação Científica da FACIT.
I.
Possibilitar ao acadêmico contato direto com a atividade científica e engajamento na
pesquisa;
II.
Privilegiar a participação ativa de acadêmicos selecionados, em projetos de pesquisa com
qualidade acadêmica e mérito científico;
III.
Motivar acadêmicos pesquisadores, através das apresentações dos trabalhos de iniciação
científica para o público;
IV.
Oportunizar ao acadêmico a aplicação, na prática, do método científico e a participação
num ambiente de investigação, desde os primeiros anos da graduação;
V.
Proporcionar ao acadêmico a aprendizagem de técnicas e métodos, bem como estimular o
desenvolvimento do pensar cientificamente, a partir das condições criadas pelo confronto direto
com os problemas de pesquisa;
VI.
Promover oportunidade de enriquecimento acadêmico, aprofundamento e atualização dos
conceitos associados à Ciência;
VII. Incentivar o acadêmico a participar de congressos e eventos que promovam discussões e
reflexões sobre sua área de estudos e sua futura área de trabalho;
VIII. Possibilitar ao acadêmico o desenvolvimento do seu espírito crítico, criatividade,
organização, concentração e ampliação da sua visão de mundo para influenciar sua forma de
atuação no mercado de trabalho;
IX.
Possibilitar ao acadêmico a aquisição de destreza para enfrentar desafios, ao lidar com
situações inesperadas;
X.
Estimular docentes a engajarem acadêmicos no processo científico;
XI.
Estimular a produção científica da instituição.
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CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS
Art. 5º - A coordenação do PIC/ FACIT é composta pelo Coordenador de Pesquisa, pelo
Docente Pesquisador e pela Comissão Interna de Seleção e Avaliação.
Parágrafo único: Compete à Coordenação do PIC a elaboração dos editais para seleção de
projetos e de acadêmicos.
Art. 6º - Compete ao Coordenador de Pesquisa:
I.
Divulgar os editais para seleção de projetos e de acadêmicos;
II.
Organizar os processos de seleção, acompanhamento e avaliação dos projetos;
III.
Organizar os processos de seleção de acadêmicos para a Iniciação Científica;
IV.
Elaborar o cronograma, formulários e ficha de acompanhamento para realização do
processo;
V.
Regulamentar, organizar e zelar pelo cumprimento dos prazos;
VI.
Encaminhar os projetos para avaliação pela Comissão Interna de Seleção e Avaliação;
VII. Acompanhar a freqüência e o desempenho dos acadêmicos e pesquisadores;
VIII. Buscar parcerias com instituições públicas e privadas com objetivo de fomentar o
Programa de Iniciação Científica;
IX.
Obter recursos para financiamento dos projetos, junto a órgãos e instituições de fomento;
X.
Gerir as bolsas de iniciação científica, destinadas aos projetos por agências de formento;
XI.
Encaminhar aos projetos dos acadêmicos aos eventos científicos;
XII. Coordenar a participação dos acadêmicos nos eventos científicos;
XIII. Coordenar o Seminário Anual de Iniciação Científica;
XIV. Encaminhar ao setor responsável a solicitação de material e serviços, previstos em cada
projeto aprovado e selecionado;
XV. Receber e encaminhar Relatórios parcial e final à Comissão Interna de Seleção Avaliação
do Programa;
XVI. Manter arquivo atualizado com as informações do Programa de Iniciação Científica;
XVII. Expedir certificado e declarações relativos às atividades de Pesquisa de acordo com este
Regulamento;
XVIII. Elaborar e apresentar à Coordenação do PIC, à Coordenação da FACIT e aos órgãos e
instituições financiadores o Relatório Final e de Prestação de Contas;
XIX. Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias à realização
do Programa de Iniciação Científica.
Art. 7º - Compete à Comissão Interna de Seleção e Avaliação do Programa de Iniciação
Científica – PIC/ FACIT, composta por docentes da instituição e presidida pelo coordenador de
Pesquisa:
I.
Avaliar e selecionar projetos encaminhados pela Coordenação de Pesquisa conforme
Edital e este Regulamento;
II.
Selecionar acadêmicos, bolsistas ou voluntários, para o Programa, conforme Edital e este
Regulamento;
III.
Avaliar os resultados dos projetos no Seminário de Iniciação Científica.
Art. 8º - Compete ao Docente Pesquisador:
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I.
Encaminhar ao Coordenador de Pesquisa o(s) projeto(s) de pesquisa a ser(em)
oferecido(s), incluindo justificativa e viabilidade técnico-científica com demonstração de sua
exeqüíbilidade, inclusive, financeira;
II.
Encaminhar ao Coordenador de Pesquisa o plano de trabalho dos projetos aprovados;
III.
Orientar acadêmicos nas distintas fases do trabalho científico, incluindo a elaboração de
relatórios e material para apresentação dos resultados em eventos;
IV.
Acompanhar a freqüência e o desempenho dos acadêmicos participantes do seu Projeto
de Pesquisa obrigando-se a informar ao Coordenador de Pesquisa quaisquer ocorrências, bem
como solicitar a substituição do acadêmico que não cumprir as atividades propostas e/ou, no caso
de bolsista, assumir atividade remunerada;
V.
Preencher e entregar ao Coordenador de Pesquisa a “Ficha de Acompanhamento” dos
acadêmicos pesquisadores;
VI.
Encaminhar ao Coordenador de Pesquisa os relatórios parciais e finais dos acadêmicos
pesquisadores, com a avaliação do seu desempenho, contendo ainda a descrição das atividades
efetivamente desenvolvidas e a relação dos trabalhos e outros instrumentos de divulgação e
difusão resultante do trabalho desenvolvido;
VII. Incluir o nome dos acadêmicos, bolsistas ou voluntários, nas publicações e nos trabalhos
apresentados em eventos científicos.
Art. 9º - Compete ao Acadêmico
I.
Auxiliar o docente pesquisador no desenvolvimento de sua pesquisa, recebendo tarefas e
orientação específicas;
II.
Executar o plano de trabalho aprovado pela Comissão Interna de Seleção e Avaliação;
III.
Apresentar os resultados parciais e finais da pesquisa, sob a forma de painel ou exposição
oral, acompanhados de relatório, nos Seminários de Iniciação Científica e demais eventos
promovidos pela instituição;
IV.
Assinar o Termo de Compromisso junto ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação
Científica para efetivar o seu ingresso/permanência no referido Programa, quando for o caso, e
cumprir com a Bolsa de Iniciação Científica pelo período total;
V.
Dedicar-se ao desenvolvimento do projeto de pesquisa em ritmo compatível com as
atividades exigidas pelo curso durante o ano letivo;
VI.
Fazer referência à sua condição de integrante do Programa de Iniciação Científica,
quando da publicação de trabalhos em eventos científicos.
CAPÍTULO IV – DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Art. 10 - Do Programa de Iniciação Científica da FACIT participarão acadêmicos bolsistas e
voluntários.
Art. 11 – As bolsas de iniciação científica serão destinadas aos acadêmicos da FACIT, para
incentivar a participação em projetos desenvolvidos pelos docentes, como financiamento seletivo
para os melhores acadêmicos.
§ 1º – O acadêmico bolsista deverá preencher o “Formulário para inscrição de candidatos ao
programa de iniciação científica – PIC/FACIT” contendo os seguintes itens: dados pessoais,
curso/período, título do projeto, orientador, descrição de modo sucinto dos motivos acadêmicos
da solicitação, inclusive as perspectivas com relação ao programa e anexar o Histórico Escolar
atualizado, cópia impressa do Curriculum Vitae cadastrado na Plataforma Lattes e xerox do CPF.
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§ 2º – O acadêmico bolsista será selecionado e indicado pela Comissão Interna de Seleção e
Avaliação;
§ 3º – É condição essencial para a concessão da bolsa, um bom desempenho acadêmico do
candidato, evidenciado pelo histórico escolar.
§ 4º – O candidato deverá demonstrar interesse pelo projeto de pesquisa e tempo disponível para
executá-lo, sem prejuízo para suas atividades acadêmicas regulares.
§ 5º – A bolsa será concedida por período estabelecido no edital, podendo ser renovada
mediante análise do desempenho do bolsista e justificativa fundamentada do orientador.
§ 6º – O bolsista não pode ter vínculo empregatício nem receber bolsa de outra entidade, salário
ou remuneração decorrente do exercício de atividades de qualquer natureza, durante toda a
vigência da bolsa.
§ 7º - A solicitação de substituição do bolsista deverá ser encaminhada pelo docente orientador
com as devidas justificativas ao Coordenador de Pesquisa com um prazo de antecedência mínima
de 30 (trinta) dias.
§ 8º - A substituição do bolsista deverá ser realizada considerando os acadêmicos elencados na
lista de classificação do respectivo projeto de pesquisa
Art.12 – O Programa de Iniciação Científica para Voluntário tem como objetivo estimular
acadêmicos que estão desenvolvendo atividade de pesquisa, sem terem sido contemplados com
bolsa de Iniciação Científica.
§ 1º – O voluntário será selecionado pela Comissão Interna de Seleção e Avaliação;
§ 2º – O voluntário deverá preencher o “Formulário para inscrição de candidatos ao programa de
iniciação científica – PIC/FACIT” contendo os seguintes itens: dados pessoais, curso/período,
título do projeto, orientador, descrição de modo sucinto dos motivos acadêmicos da solicitação,
inclusive as perspectivas com relação ao programa e anexar o Histórico Escolar atualizado, cópia
impressa do Curriculum Vitae cadastrado na Plataforma Lattes e xerox do CPF.
§ 3º – É condição essencial para ser selecionado como voluntário, um bom desempenho
acadêmico do candidato, evidenciado pelo histórico escolar.
§ 4º – O candidato deverá demonstrar interesse pelo projeto de pesquisa e tempo disponível para
executá-lo, sem prejuízo para suas atividades acadêmicas regulares.
§ 5º – A sua atividade de pesquisa será autorizada por período estabelecido no edital, podendo
ser renovada mediante análise do desempenho do bolsista e justificativa fundamentada do
orientador.
CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO
Art. 13 - Os projetos de Iniciação Científica culminam com um trabalho final avaliado e
valorizado como atividade complementar aos seus estudos.
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Art. 14 - Os trabalhos publicados em periódicos e a apresentação dos resultados de pesquisa em
eventos internos da FACIT e externos são considerados dentro da carga horária destinada às
Atividades Complementares.
Art. 15 – Os acadêmicos participantes do PIC preencherão a Ficha de Auto-Avaliação com os
seguintes itens: dificuldade para o desenvolvimento do projeto; execução das tarefas; interesse
em executá-las; assiduidade e pontualidade e opinião sobre o trabalho desenvolvido.
CAPÍTULO V - DOS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO REGISTRO DO
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Art. 16 - Os registros relativos ao Programa de Iniciação Científica é de exclusiva competência
do Coordenador de Pesquisa.
§1º - A participação dos acadêmicos no Programa de Iniciação Científica deverá ser registrada
por meio de certificados.
§2º - O acadêmico é o responsável pela guarda e organização de sua documentação.
§3º - A participação no Programa de Iniciação Científica constará no histórico escolar do
acadêmico pois é uma atividade curricular, integrante do Projeto Pedagógico de Curso.
CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.17 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação de Pesquisa.
Art.18 – Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 18 de junho de 2003
REGULAMENTO DO PROJETO SOCIAL
A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT –, no uso de
suas atribuições regimentais, considerando que o projeto dos cursos de engenharia prevê uma
formação profissional de contínua atualização e contextualização, possibilitada por um conjunto
de práticas pedagógicas inovadoras que incluem as atividades complementares e, tendo em vista
deliberações do Colegiado do Curso, RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para realização do Projeto Social como atividade de
extensão da FACIT, cuja carga horária será computada na integralização da carga horária total
dos cursos, propondo normas e critérios para a participação da comunidade acadêmica.
CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - O Projeto Social da FACIT é considerado como o caminho mais eficaz para o
desenvolvimento das habilidades, conhecimentos e atitudes dos acadêmicos, necessários a sua
vivência plena como cidadãos e adquiridos no exercício de ações concretas de cidadania, numa
efetiva integração com a comunidade.
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§ 1º – Saber ser, saber fazer, saber conviver, aprender a aprender e saber empreender são os
cinco pilares que sustentam o Projeto Social.
§ 2º – O Projeto Social é executado pelos acadêmicos que, ao perceberem a necessidade de
investir no seu próprio desenvolvimento pessoal, educacional, social, aplicam as competências e
habilidades adquiridas na Faculdade, na promoção do crescimento de comunidades carentes.
Art. 3º - O Projeto Social da FACIT tem como finalidade possibilitar o conhecimento e
compreensão da realidade social, direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal, coletiva
e ambiental e a vivência das diferentes formas de inserção sócio-política e cultural.
CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS E FUNÇÕES
Art. 4º - São objetivos do Projeto Social da FACIT.
I.
Possibilitar ao acadêmico oportunidades de participação em atividades que envolvam
simultaneamente arte, esporte, trabalho, recreação e assistência social, visando a uma ação
integrada e globalizante;
II.
Favorecer o desenvolvimento do prazer do trabalho em conjunto e reconhecimento da
importância da ação individual na contribuição com o todo, entendendo o ato de cooperar como
uma prática fundamental para o desenvolvimento de relacionamentos harmoniosos;
III.
Possibilitar a realização de levantamentos de problemas e conflitos sociais, analisá-los,
fazer proposições, avaliar alternativas, agir e refletir sobre as conseqüências dos seus atos;
IV.
Oportunizar contatos com instituições públicas e privadas existentes na comunidade para
solicitar e oferecer apoio ao desenvolvimento de projetos sociais em parceria.
Art. 5º - As funções do Projeto Social podem ser englobadas em quatro grandes grupos:
I.
Função social e mediadora: o acadêmico aprende a viver com os outros, a superar
obstáculos pelo trânsito entre diferenças, reconhecer a importância da contribuição de todos
na promoção do bem comum, e a aprender a fazer parcerias a fim de possibilitar a
consecução dos objetivos.
II.
Função política: o acadêmico desenvolve atitudes de cooperação, num exercício de
responsabilidade individual e coletiva.
III.
Função motivadora: o acadêmico tem a possibilidade de expressar suas competências e
habilidades, prestando um serviço à comunidade, e, a partir de uma abertura às realidades
sociais, favorece uma tomada de consciência necessária ao seu desenvolvimento social e
profissional.
IV.
Função didática: durante o projeto o acadêmico estará em busca de informações e dados,
para relacioná-los, confrontá-los, organizá-los e construir o seu conhecimento.
CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS
Art. 6º - A Coordenação Geral do Projeto Social será composta pelo Coordenador de Projeto,
pelos Coordenadores de Curso e pelo Coordenador do Projeto Juventude Cidadã.
Art. 7º - Compete à Coordenação Geral do Projeto Social :
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I.
II.
III.
IV.
V.
Proporcionar estrutura e condições para a realização do Projeto Social;
Desencadear o processo de reflexão teórica sobre a responsabilidade social.
Orientar a elaboração do plano e relatório referentes à atividade social desenvolvida;
Buscar financiamento para o Projeto Social, através de Editais;
Aprovar os planos de atividades propostos pelos acadêmicos.
Art. 8º - Compete ao Coordenador de Projeto:
I.
Coordenar e supervisionar todas as atividades vinculadas ao Projeto Social;
II.
Acompanhar e orientar as atividades do acadêmico, articulando o eixo ensino, pesquisa e
extensão.
III.
Organizar os processos de seleção, acompanhamento e avaliação dos projetos;
IV.
Elaborar os instrumentos de acompanhamento e avaliação;
V.
Apresentar os Relatórios Finais e de Prestação de Contas para a Coordenação Geral do
Projeto Social, Coordenação da FACIT e instituições financiadoras do projeto.
VI.
Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias à realização
do Projeto Social.
Art. 9º - Compete aos Coordenadores de Curso acompanhar os trabalhos sociais desenvolvidos
pelos acadêmicos através de relatório parcial das atividades; relatório final; resultados do
projeto; resumo dos resultados para divulgação.
Art. 10 - Compete ao Coordenador do Projeto Juventude Cidadã:
I.
Analisar e avaliar a documentação elaborada sobre o resultado da atividade social
desenvolvida pelo acadêmico;
II.
Acompanhar e controlar o cumprimento da carga horária do acadêmico, nas atividades do
projeto;
III.
Acompanhar e orientar as atividades desenvolvidas pelo acadêmico;
IV.
Encaminhar ao Coordenador de Projetos a proposta de trabalho dos acadêmicos,
incluindo justificativa e viabilidade técnico-científica com demonstração de sua exeqüíbilidade,
inclusive, financeira;
V.
Instrumentalizar o acadêmico para a compreensão da realidade social da comunidade
selecionada para realização da atividade;
VI.
Preencher e encaminhar ao Coordenador de Projetos a “Ficha de Acompanhamento” e o
relatório de Avaliação de Desempenho do acadêmico e total de horas cumpridas;
VII. Encaminhar ao Coordenador de Projetos os relatórios parciais e finais dos acadêmicos,
com a avaliação do seu desempenho, contendo ainda a descrição das atividades efetivamente
desenvolvidas e a relação dos trabalhos e outros instrumentos de divulgação do trabalho
desenvolvido;
VIII. Elaborar os Relatórios Finais e de Prestação de Contas e encaminhá-los ao Coordenador
de Projetos.
Art. 11 - Compete ao Acadêmico
I.
II.
Executar o plano de atividades aprovado pela Coordenação Geral do Projeto Social;
Comprometer-se com sua participação no Projeto Social;
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III.
Submeter ao Coordenador do Projeto Juventude Cidadã sua proposta de atividades em
projetos de interesse social.
IV.
Elaborar e apresentar ao Coordenador do Projeto Juventude Cidadã os documentos
referentes às suas atividades para fins de avaliação.
V.
Apresentar os resultados parciais e finais do projeto, sob a forma de painel ou exposição
oral, acompanhados de relatório, nos seminários e demais eventos promovidos pela instituição;
CAPÍTULO IV – DO PROJETO SOCIAL
Art. 12 - Do Projeto Social participarão os acadêmicos da FACIT .
§ 1º – O acadêmico deverá preencher o “Formulário para inscrição de candidatos ao Projeto
Social” contendo os seguintes itens: dados pessoais, curso/período, título do projeto, orientador,
descrição de modo sucinto dos motivos acadêmicos da solicitação, inclusive as perspectivas com
relação ao programa.
§ 2º – O candidato deverá demonstrar interesse pelo projeto social e tempo disponível para
executá-lo, sem prejuízo para suas atividades acadêmicas regulares.
CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO
Art. 13 – As atividades desenvolvidas no Projeto Social culminam com um trabalho final
avaliado e valorizado como atividade complementar aos seus estudos.
Art. 14 - São critérios de avaliação:
I.
Qualidade do conteúdo e entrega, nas datas pré-estabelecidas, do relatório com os
resultados;
II.
Desempenho quanto ao planejamento e execução das atividades propostas;
III.
Iniciativa, responsabilidade, interesse, compromisso e criticidade.
IV.
Postura ética em relação aos beneficiados pelo projeto e à comunidade assistida;
V.
Compreensão e desenvolvimento das competências e habilidades ético-políticas, teóricometodológicas e técnico-operativas.
Art. 15 – Os acadêmicos participantes do Projeto Social preencherão a Ficha de Auto-Avaliação
com os seguintes itens: dificuldade para o desenvolvimento do projeto; execução das tarefas;
interesse em executá-las; assiduidade e pontualidade e opinião sobre o trabalho desenvolvido.
CAPÍTULO V - DOS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO REGISTRO DO PROJETO
SOCIAL
Art. 16 - O registro relativo ao Projeto Social é de exclusiva competência do Coordenador de
Projetos.
§1º - A participação do acadêmico no Projeto Social deverá ser registrada por meio de
certificados.
§2º - O acadêmico é o responsável pela guarda e organização de sua documentação.
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§3º - A participação no Projeto Social constará no histórico escolar do acadêmico pois são
curriculares; apesar de serem realizadas fora dos programas das disciplinas previstas na grade
dos cursos de engenharia.
CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.17 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação Geral do Projeto Social.
Art.18 – Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 07 de maio de 2003
REGULAMENTO PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO DE EMPRESAS
A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT –, no uso de
suas atribuições regimentais, considerando que o projeto dos cursos de engenharia prevê uma
formação profissional de contínua atualização e contextualização, possibilitada por um conjunto
de práticas pedagógicas inovadoras que incluem as atividades complementares, e, tendo em vista
deliberações do Colegiado do Curso e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para o programa de Incubação de Empresas como
atividade de extensão da FACIT, cuja carga horária será computada na integralização da carga
horária total dos cursos, propondo normas e critérios para a participação da comunidade
acadêmica.
CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - O programa de incubação de empresas será realizado junto à Incubadora de Empresas
da FACIT – INCET.
§ 1º - A INCET é uma incubadora de base tecnológica, notadamente das áreas de Tecnologia da
Informação, Eletrônica, Telecomunicação, Automação e Química.
§ 2º - A INCET será uma conjunção de pré-incubadora e incubadora, e abrigará os projetos
surgidos entre acadêmicos e docentes da FACIT, bem como de outras instituições de ensino de
Montes Claros, com ênfase ao abrigo de empresas nascentes.
§ 3º - As vagas da incubadora serão preenchidas da seguinte forma:
I.
60% das vagas para empresas originadas na pré-incubadora;
II.
30% das vagas para as novas empresas ou já em funcionamento;
III.
10% das vagas para empresas originadas de projetos dos docentes.
Art. 3º - O Programa de Incubação de Empresas terá como finalidade possibilitar que o potencial
empreendedor dos acadêmicos e graduados da instituição seja transformado em
empreendimentos competitivos.
CAPÍTULO II- DOS OBJETIVOS
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Art. 4º - São objetivos do Programa de Incubação:
I.
Promover a interação entre instituições de ensino e pesquisa, entidades, empresas e
órgãos de fomento com vistas ao esforço comum para o desenvolvimento do empreendedor,
formado pela Instituição;
II.
Definir por meios de estudos e pesquisas de campo o perfil das empresas a serem
incubadas;
III.
Identificar os possíveis empreendedores e selecionar os que apresentarem os projetos
mais viáveis;
IV.
Oferecer suporte aos empreendimentos selecionados, estimulando e apoiando a sua
geração, desenvolvimento e interação com o meio empresarial e científico;
V.
Articular o conhecimento produzido na instituição de ensino e entidades parceiras,
visando contribuir para o desenvolvimento das empresas incubadas;
VI.
Promover a inovação tecnológica regional.
CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS
Art. 5º - A Coordenação Geral do Programa de Incubação de Empresas será composta pelo
Coordenador da INCET, pelos Coordenadores de Curso e Docentes Orientadores.
Art. 6° - Compete a Coordenação Geral do Programa de Incubação de Empresas:
I.
Proporcionar estrutura e condições para o desenvolvimento Programa;
II.
Proporcionar apoio técnico e logístico ao Coordenador da INCET para o
desenvolvimento do Programa.
III.
Elaborar e divulgar o edital de seleção para participação no Programa;
IV.
Selecionar os projetos a serem incubados.
V.
Acompanhar e avaliar o desenvolvimento dos projetos incubados.
Art. 7º - Compete ao Coordenador da INCET:
I.
Divulgar os editais para seleção de projetos;
II.
Organizar os processos de seleção, acompanhamento e avaliação dos projetos;
III.
Elaborar o cronograma, formulários e ficha de acompanhamento para realização do
processo de seleção;
IV.
Regulamentar, organizar e zelar pelo cumprimento dos prazos;
V.
Encaminhar os projetos para avaliação à Coordenação Geral do Programa de Incubação
de Empresas;
VI.
Acompanhar a freqüência e o desempenho dos acadêmicos empreendedores;
VII. Buscar parcerias com instituições públicas e privadas com objetivo de fomentar o
Programa;
VIII. Obter e gerir recursos para o desenvolvimento do Programa, junto a órgãos e instituições
de fomento;
IX.
Encaminhar aos projetos dos acadêmicos aos eventos de empreendedorismo;
X.
Coordenar a participação dos acadêmicos na FEIRA NACIONAL DE INDÚSTRIA,
COMÉRCIO E SERVIÇOS DE MONTES CLAROS – FENICS e eventos similares;
XI.
Encaminhar ao setor responsável a solicitação de material e serviços, previstos em cada
projeto aprovado e selecionado;
XII. Elaborar Relatórios de Acompanhamento à Coordenação Geral do Programa de
Incubação de Empresas;
XIII. Manter arquivo atualizado com as informações do Programa;
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XIV. Expedir certificado e declarações relativos às atividades do Programa de acordo com este
Regulamento;
XV. Elaborar e apresentar à Coordenação Geral do Programa de Incubação de Empresas, à
Coordenação da FACIT e aos órgãos e instituições financiadores o Relatórios de Prestação de
Contas;
XVI. Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias à realização
do Programa.
Art. 8º - Compete aos Coordenadores de Curso:
I.
Participar da divulgação dos editais e informações relativas ao Programa;
II.
Orientar e apoiar os acadêmicos participantes do programa;
III.
Apoiar a Coordenação da INCET em suas demandas para o desenvolvimento do
Programa;
IV.
Proporcionar suporte técnico ao Programa.
V.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no Programa.
Art. 9º - Compete ao Docente Orientador:
I.
Participar da divulgação dos editais e informações relativas ao Programa
II.
Orientar os acadêmicos na elaboração de seus projetos de incubação de empresas;
III.
Orientar acadêmicos nas distintas fases de desenvolvimento do projeto de incubação,
incluindo a elaboração de relatórios e material para apresentação dos resultados em eventos;
IV.
Apoiar a Coordenação da INCET em suas demandas para o desenvolvimento do
Programa;
V.
Proporcionar suporte técnico ao Programa.
VI.
Participar ativamente de todas as atividades previstas no Programa.
Art. 10 - Compete ao Acadêmico:
I.
Elaborar e apresentar o projeto de incubação e documentação de acordo com o edital;
II.
Participar das entrevistas de seleção;
III.
Efetuar o pagamento das taxas previstas no edital;
IV.
Zelar pela conservação dos equipamentos, materiais e estrutura física disponibilizada pela
FACIT para o seu projeto;
V.
Assinar o termo de compromisso com as condições de participação no Programa;
VI.
Elaborar e apresentar ao Coordenador da INCET os relatórios periódicos do
desenvolvimento de seu empreendimento.
VII. Participar em eventos organizados pela FACIT para divulgação do Programa.
VIII. Dedicar-se ao desenvolvimento do projeto em ritmo compatível com as atividades
exigidas pelo curso durante o período letivo;
IX.
Fazer referência à sua condição de integrante do Programa de Incubação de Empresas,
quando da publicação de trabalhos.
CAPÍTULO IV – DO PROGRAMA DE INCUBAÇÃO DE EMPRESAS
Art. 11 - Do Programa de Incubação de Empresas da FACIT participarão:
I.
Pessoas físicas: acadêmicos, pesquisadores, profissionais, inventores, empreendedores;
II.
Pessoas jurídicas: micro e pequenas empresas, conforme a legislação federal em vigor;
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III.
Grandes empresas conforme legislação federal em vigor, desde que formando parceria
com os acadêmicos do programa.
Art. 12 – O Programa de Incubação de Empresas oferece aos acadêmicos:
I.
Estrutura física, técnica e gerencial;
II.
Curso de Plano de Negócios;
III.
Assessoria nas fases mais importantes da montagem do protótipo da sua empresa;
IV.
Acesso a linhas de crédito viáveis;
CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO
Art. 13 – O Programa de Incubação é dividido em pré-incubação e incubação.
§ 1º - Na fase de pré-incubação, os projetos são permanentemente acompanhados e avaliados
pela Coordenação Geral do Programa de Incubação de Empresas;
§ 2º - Ao finalizar a fase de pré-incubação os projetos aprovados pela Coordenação Geral do
Programa de Incubação de Empresas, passam a integrar a modalidade “Incubados”, como
empresas residentes ou associadas.
Art. 14 - Os projetos de Incubação de Empresas culminam com a graduação do empreendimento.
Art. 15 – Os projetos de Incubação, independente de sua fase de desenvolvimento, são avaliados
e valorizados como atividade complementar aos seus estudos.
CAPÍTULO V - DOS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO REGISTRO DO
PROGRAMA DE INCUBAÇÃO DE EMPRESAS
Art. 16 - O registro relativo ao Programa de Incubação de Empresas é de exclusiva competência
do Coordenador da INCET.
§1º - A participação dos acadêmicos no Programa de Incubação de Empresas deverá ser
registrada por meio de certificados.
§2º - O acadêmico é o responsável pela guarda e organização de sua documentação.
§3º - A participação no Programa de Incubação de Empresas constará no histórico escolar do
acadêmico pois é uma atividade curricular, integrante do Projeto Pedagógico de Curso.
CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.17 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação Geral do Programa de Incubação
de Empresas.
Art.18 – Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 06 de junho de 2003
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10. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO
A Coordenadora da FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS FACIT, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Geral e Legislação
vigentes e, considerando que o Estágio se constitui em atividade prevista no Projeto Pedagógico
dos cursos de graduação, RESOLVE :
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para a realização do Estágio, propondo normas e
critérios para a participação da comunidade acadêmica.
1.1 - CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - O Estágio se constitui em um conjunto de atividades de aprendizado profissional
desenvolvidas junto à pessoas jurídicas, de direito público ou privado, para fins de integralização
curricular
Art.3º – O Estágio terá como finalidade garantir ao acadêmico da FACIT a aquisição de
competências profissionais através de atividades desenvolvidas em situações reais de trabalho.
1.2 - CAPÍTULO II- DOS OBJETIVOS
Art. 4º - São objetivos do Estágio:
Promover o desenvolvimento social e profissional do acadêmico;
Criar meios de intercâmbio permanente para cooperação técnica com as empresas;
Aumentar o fluxo de informações de interesse comum com a empresa;
Melhorar a qualidade do ensino ao despertar interesse do acadêmico pela prática da
profissão;
Aferir a qualidade dos programas e currículos;
Receber informações sobre a realidade do mercado de trabalho;
Possibilitar ao acadêmico a oportunidade de aferir junto à comunidade os conhecimentos
adquiridos;
Oportunizar ao acadêmico o relacionamento com profissionais ligados a sua futura área de
atuação;
Incentivar no acadêmico o exercício do senso crítico, da capacidade de observação e da
criatividade;
Proporcionar ao acadêmico oportunidades de ingresso no mercado de trabalho;
Proporcionar ao acadêmico a vivência de experiências profissionais durante a sua
formação.
1.3 - CAPÍTULO III – DO ESTÁGIO
Art. 5º - Os Estágios serão classificados em duas categorias: estágio supervisionado curricular
obrigatório e estágio não obrigatório.
§1º - Os estágios podem ser remunerados por bolsa ou voluntários (sem remuneração), ambos
igualmente sujeitos às normas estabelecidas na legislação em vigor.
§ 2º - As atividades do Estágio não deverão gerar vínculo empregatício com a instituição cedente
do estágio.
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§ 3º - Atividades insalubres e de periculosidade não se estendem a estagiários menores de
18 anos.
§ 4º - No Estágio Curricular Obrigatório, a empresa cedente não é obrigada a fornecer ao
acadêmico bolsa de auxílio educacional.
§ 5º - No Estágio Não Obrigatório, a empresa cedente é obrigada a fornecer ao acadêmico bolsa
de auxílio educacional.
Art. 6º - O estágio supervisionado curricular é obrigatório, considerado atividade obrigatória para
obtenção do grau respectivo e está previsto no projeto pedagógico do curso.
§1º - O acesso ao estágio supervisionado curricular dar-se-a por matrícula, respeitando os prazos
previstos no calendário escolar, a partir do 8° período curricular, para o regime semestral e a
partir do 4º ano para o regime anual, após cumprimento de, no mínimo, 70% da carga horária
total do curso.
§2º - O acadêmico matriculado no estágio terá supervisão direta da instituição de ensino, através
de um professor designado pelo Colegiado de Curso e de um profissional da organização cedente
do estágio.
§3º – O acadêmico matriculado no estágio curricular obrigatório deverá cumprir 200 horas de
atividades, excetuando-se os acadêmicos do curso de Engenharia do regime anual, que deverão
cumprir 80 horas de atividades, conforme grades curriculares aprovadas e publicadas.
Art.7º - O Estágio Não-Obrigatório, é uma atividade opcional, e sua carga horária não será
computada na carga horária do estágio supervisionado curricular.
Art.8º - O Estágio pode ser efetivado de forma direta ou indireta.
§1º – De forma direta mediante Termo de Cooperação entre a Escola e a Empresa, conforme a
Lei 11.778, de 25/09/2008 e o Termo de Compromisso de Estágio entre Aluno/Escola/Empresa.
§2º – De forma indireta com a interveniência de um agente de integração (C.I.E.E., I.E.L, PROE,
NUBE ou outros).
1.4 - CAPITULO IV - DA AVALIAÇÃO
Art. 9º - A avaliação do Estágio Supervisionado é realizada por intermédio de acompanhamento
individualizado, relatórios técnicos de acompanhamento e do relatório final.
§ 1º- No estágio supervisionado, o acadêmico fica sujeito à freqüência e ao aproveitamento como
atividade regular do ensino.
Art. 10 - Serão consideradas como objeto de avaliação apenas as atividades desenvolvidas,
durante o estágio, pertinentes à área de engenharia.
1.5 - CAPÍTULO V – DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS
Art. 11 - O Estágio será estruturado através do Programa de Estágios.
Art. 12 - O Programa de Estágios será desenvolvido pelo Setor de Integração Escola / Empresa –
SIEE – da FACIT, professores supervisores, acadêmicos vinculados a estágios, empresas
cedentes.
Art. 13 - Compete ao Setor de Integração Escola / Empresa – SIEE:
I. Elaborar os documentos reguladores do Programa de Estágio.
II. Divulgar as informações relacionadas ao Programa de Estágio.
III. Orientar os acadêmicos nos assuntos relacionados ao Programa de Estágio.
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IV. Encaminhar e acompanhar o acadêmico ao estágio.
V. Formalizar o estágio através do Termo de Compromisso de Estágio e do Termo de
Cooperação entre a Escola e a Empresa.
VI. Receber do acadêmico e encaminhar, no prazo de dois dias úteis, ao professor supervisor os
relatórios de acompanhamento.
Art. 14 - Compete ao Professor Supervisor:
Elaborar em conjunto com o acadêmico e o supervisor da empresa cedente o plano de
estágio.
Orientar os acadêmicos nos assuntos relacionados ao Programa de Estágio.
Acompanhar as atividades realizadas pelos acadêmicos durante o estágio, através de visitas à
empresa cedente, reuniões com o acadêmico e análise de relatórios.
Receber e avaliar os relatórios de acompanhamento, obedecendo o prazo máximo de 10 dias.
Lançar o resultado final da avaliação no sistema acadêmico informatizado.
Manter o SIEE informado sobre o desenvolvimento do estágio.
Art. 15 - Compete a empresa cedente:
Designar profissional para supervisionar o estágio.
Elaborar em conjunto com o acadêmico e professor supervisor o plano de estágio.
Orientar e avaliar o acadêmico nas atividades relacionadas ao estágio.
Avaliar os relatórios do acadêmico e preencher os formulários de avaliação.
Formalizar o estágio através do Termo de Compromisso de Estágio e do Termo de
Cooperação entre a Escola e a Empresa.
Manter o SIEE da FACIT informada sobre o desenvolvimento do estágio.
Art. 16 - Compete ao acadêmico:
Elaborar em conjunto com o supervisor da empresa cedente e o professor supervisor o plano
com as especificações das atividades a serem desenvolvidas.
Providenciar junto ao SIEE a formalização do Termo de Compromisso de Estágio entre
aluno/escola/empresa (conforme Lei 11.778, de 25/09/2008).
Elaborar o Relatório de Estágio, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo SIEE.
Apresentar os relatórios de acompanhamento ao SIEE;
Participar, quando convocado, das reuniões com o professor supervisor e com o SIEE.
1.6 - CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 17 - O acadêmico reprovado na Disciplina de Estágio Supervisionado deverá rematricular-se
no período seguinte.
Art. 18 – Os relatórios de estágio são individuais.
Art. 19 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do curso e referendados em última
instância pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Art. 20 - Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 10 de dezembro de 2003.
2 - ANEXOS
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2.1 - MANUAL DO ESTÁGIO CURRICULAR
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
- DEFINIÇÃO
A disciplina estágio supervisionado é um conjunto de atividades de aprendizado profissional
desenvolvidas junto à pessoas jurídicas, de direito público ou privado. Para fins de integralização
curricular a FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS,
reconhecerá apenas os estágios curriculares que possuam as seguintes características:
4º ano para o regime anual;
designado pelo colegiado e de um profissional da empresa;
O estágio supervisionado curricular é obrigatório e está previsto no projeto pedagógico de cada
curso.
2.2 - CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO: 200 horas
2.3 - DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
Efetuar matrícula do 8º ao 10º período curricular ou no 5º ano, respeitando prazos previstos
no calendário Escolar.
Providenciar junto ao SIEE – Setor de Integração Escola/Empresa a formalização do Termo
de Compromisso de Estágio entre aluno/escola/empresa (conforme Lei 11.778, de
25/09/2008).
Elaborar o Relatório de Estágio (De acordo com as diretrizes estabelecidas neste Manual).
Entregar o relatório ao SIEE e receber o protocolo de entrega;
obedecendo ao prazo máximo de dois dias.
avaliará o relatório obedecendo o prazo máximo de 10 dias.
de profissionais do SIEEF/ACIT( email [email protected]), para esclarecimento de dúvidas.
período seguinte.
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2.4 - MODALIDADES DE ESTÁGIO
Forma Direta
25/09/2008.
Forma Indireta
2.5 - Legislação
1. Não existe vínculo empregatício.
2. Atividades insalubres e de periculosidade, não se estende a estagiários menores de 18 anos.
3. Para o Estágio Curricular Obrigatório, a empresa não necessita fornecer para o acadêmico a
bolsa de auxílio educacional, para custeio das eventuais despesas com o estágio.
4. . Para o Estágio Não Obrigatório, a empresa é obrigada a fornecer para o acadêmico a bolsa de
auxílio educacional
2.6 - ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO
Para confeccioná-lo deve-se observar os seguintes procedimentos:
– CAPA
- FOLHA DE ROSTO
Deverá conter os mesmos elementos da capa além do nome do supervisor da empresa e
coordenador do curso.
- SUMÁRIO
Relação de títulos e sub-títulos ligados ao número da página por linha pontilhada.
- INTRODUÇÃO OU RESUMO
Na elaboração da introdução ou do resumo, os seguintes aspectos devem ser levados em
consideração:
gua estrangeira;
- TEXTO
O texto é composto por:
Descrição geral da instituição e do setor/área/departamento onde se realizou o estágio
supervisionado;
Descrição das atividades executadas;
Descrição dos processos de outras particularidades observadas;
- CONCLUSÃO
A conclusão deve abordar:
O estágio de um modo geral;
Sua participação como estagiário;
O seu aproveitamento;
As dificuldades técnicas que enfrentou;
A supervisão e acompanhamento técnico/pedagógico da Escola e da Empresa;
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- ANEXOS
Anexo (ou apêndice) é a matéria suplementar, tal como estatísticas, gráficos, plantas, que se
acrescenta a um relatório como esclarecimento ou documentação, sem dele constituir parte
essencial. Os anexos são numerados com algarismos arábicos, seguidos do título. Ex: ANEXO 1
– FOTO
ANEXO 2 - GRÁFICOS
- GLOSSÁRIO
Glossário é a relação de palavras de uso restrito, acompanhadas das respectivas definições, que
figura após o texto, com o objetivo de esclarecer ao leitor sobre o significado e a abrangência dos
termos empregados no relatório. É apresentado em ordem alfabética, depois dos anexos e antes
das referências bibliográficas.
- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Todas as obras citadas no texto deverão obrigatoriamente figurar nas referências bibliográficas.
2.7 - REDAÇÃO DO RELATÓRIO
OBJETIVIDADE Na linguagem científica, os relatórios precisam ser tratados de maneira direta
e simples, com lógica e continuidade no desenvolvimento das idéias, cuja seqüência não deve ser
desviada com considerações irrelevantes. A explanação deve se apoiar em fatos e dados e não
em opiniões sem confirmação.
CLAREZA Uma redação é clara quando as idéias são expressas sem ambigüidade para não
originar interpretações diversas daquela que se pretende. É importante o uso de vocabulário
adequado e de frases curtas, sem verbosidade, tendo-se como objetivo facilitar a leitura e prender
a atenção do leitor. Os problemas e as hipóteses devem ser formulados com propriedade,
evitando-se expressões com duplo sentido, palavras supérfluas, repetições, que dificultam o
entendimento do assunto.
PRECISÃO Cada expressão empregada deve traduzir com exatidão o que se pretende
transmitir, em especial no que diz respeito a registros de observações, medições e análises
efetuadas. Indicar como, quando e onde os dados foram obtidos, especificando-se as limitações
do trabalho e a origem das teorias. Deve-se utilizar a nomenclatura técnica apropriada,
empregando-a sempre da mesma forma em todo o texto. Evitar adjetivos que não indiquem
claramente a proporção dos objetivos mencionados, tais como MÉDIO, GRANDE, PEQUENO.
Evitar expressões como QUASE TODOS, NEM TODOS, MUITOS DELES, sendo melhor
indicar CERCA DE 60% OU MAIS PRECISAMENTE, 63%, 85% e assim por diante. Não
empregar advérbios que não expliquem exatamente o tempo, o modo ou o lugar, tais como:
APROXIMADAMENTE,
ANTIGAMENTE,
RECENTEMENTE,
LENTAMENTE,
ALGURES, nem expressões com PROVAVELMENTE, POSSIVELMENTE, TALVEZ, que
deixam margem a dúvidas sobre a lógica da argumentação ou clareza das hipóteses.
IMPARCIALIDADE Evitar idéias pré - concebidas, não SUPERESTIMANDO a importância
do trabalho, nem subestimando outros que pareçam contraditórios.
COERÊNCIA Deve-se manter uma seqüência lógica e ordenada na apresentação das idéias.
Sempre de forma equilibrada e coesa. Na formulação de títulos para itens, não usar ora
substantivos para uns, ora frases ou verbos para outros.
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CONJUGAÇÃO VERBAL
Recomenda-se a expressão impessoal, evitando-se o uso da primeira pessoa, tanto do plural
como do singular. Os dados referentes aos resultados de observações e experiências devem ser
expressos em formas verbais indicativas do passado (forma narrativa).
ABREVIATURAS E SIGLAS
Apenas abreviaturas essenciais deverão ser usadas. Quando mencionadas pela primeira vez no
texto, escrever sempre por extenso, indicando entre parênteses a forma abreviada. Não adicionar
a letra s a uma abreviatura, significando plural e não colocar ponto após abreviaturas de unidades
padronizadas. Evitar o uso de etc. ao fim de uma enumeração, pois não acrescenta outra
informação senão a de que está incompleta.
Abreviaturas e siglas devem ser apresentadas em listas, com seu enunciado por extenso, antes do
texto.
2.8 - ORIENTAÇÃO PARA DIGITAÇÃO
FORMATO: O formato recomendado é de folha A-4 (210 x 297 mm).
TÍTULOS NO TEXTO
Os trabalhos podem ser divididos em capítulos e seções ou somente em capítulos.
Independentemente da forma escolhida, é necessário considerar o seguinte:
Usar títulos claros e descritivos de seu conteúdo;
Transcrever uniformemente os títulos das seções em todo o trabalho;
Iniciar os títulos precedidos de seus indicativos sempre na margem esquerda, quando for
utilizada a numeração progressiva;
Separar o indicativo numérico do título por um espaço;
Centrar os títulos não introduzidos pela numeração progressiva;
Deixar dois espaços duplos entre títulos de capítulo ou de seção primária e o início do texto;
Deixar dois espaços duplos entre títulos sem texto entre si;
Deixar um espaço duplo entre o título e o texto das seções secundárias, terciárias, etc.
Usar a mesma margem para títulos maiores que uma linha.
Escrever em caixa alta, em negrito ou grifado, os títulos de capítulos (ou seções primárias);
Escrever em caixa alta os títulos das seções secundárias;
Escrever com inicial maiúscula os títulos das seções a partir da terciária;
Evitar a subdivisão excessiva das seções, não ultrapassando a seção quinária;
Usar sistematicamente títulos para seções de mesmo nível;
PARÁGRAFOS: Cada parágrafo deve vir recuado sete espaços da margem esquerda. No texto,
há entrelinhamento duplo entre dois parágrafos.
MARGENS: Alinhamento na margem direita deve ser observado tanto quanto possível.
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2.9 - Ficha de Avaliação
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2.10 - TERMO DE CONVÊNIO
Termo de Convênio nº. XXXX/200X que entre si celebram a ---------- e a Fundação Educacional
Montes Claros, na forma abaixo:
A NOME DA EMPRESA, inscrita no CNPJ, INSCRIÇÂO:, localizada , Bairro: Cep: na Cidade
de , doravante denominada CONCEDENTE, representada neste ato por JOSÉ MOREIRA DE
ARAÚJO, infra assinado, FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONTES CLAROS com sede na
Praça da Tecnologia, 77 – São João - Montes Claros - MG, Cep. 39.400-307, inscrita no CNPJ
sob o nº 18143164/0001-33, doravante denominada INSTITUIÇÃO DE ENSINO, representada
neste ato por ARIOVALDO DE MELO FILHO, resolvem celebrar o presente CONVÊNIO para
realização de estágio de estudantes, nos termos da Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de
2008 e convencionando as cláusulas e condições a seguir pactuadas:
CLÁUSULA PRIMEIRA
Este convênio tem por objeto proporcionar ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO e
OBRIGATÓRIO nas diversas áreas da CONCEDENTE, aos estudantes regularmente
matriculados e com freqüência efetiva nos cursos de Ensino Superior da INSTITUIÇÃO DE
ENSINO.
SUBCLÁUSULA ÚNICA – O estágio deve proporcionar ao estudante aprendizado de
competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, objetivando o
desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.
CLÁUSULA SEGUNDA
No cumprimento ao estabelecimento na CLÁUSULA PRIMEIRA, caberá à INSTITUIÇÃO DE
ENSINO:
1. Obter da CONCEDENTE a quantificação das vagas de estagiário e os respectivos cursos;
2. Informar à CONCEDENTE as condições e requisitos mínimos para a caracterização e
definição de estágio para os alunos da INSTITUIÇÃO DE ENSINO, cujas atividades de
estágio deverão relacionar-se com os respectivos cursos, as quais proporcionarão
experiência prática, mediante efetiva participação desses estudantes em serviços,
programas, planos e projetos, cuja estrutura programática guarde estrita correlação com
as respectivas linhas de formação profissional;
3. Atuar, junto à CONCEDENTE, quanto ao cumprimento da carga-horária, duração e
jornada de estágio, de forma que não prejudique a vida acadêmica do estagiário; a cargahorária não deve ser superior a 06 (seis) horas diárias, não podendo ser superior a 30
(trinta) horas semanais, como estabelece o artigo 10, inciso II, da lei 11.778/08;
4. Recrutar, pré selecionar e encaminhar à CONCEDENTE, respeitando as condições
mínimas e as disponibilidades desta, os candidatos às oportunidades de ESTÁGIO
sugeridas;
5. Comunicar à CONCEDENTE os casos de conclusão, abandono de curso ou trancamento
de matrícula, que acaso ocorram durante o período de realização de estágio;
6. Diligenciar para que a CONCEDENTE efetive o Seguro de Acidentes Pessoais em favor
dos estudantes selecionados, inclusive arcando com o pagamento, conforme determina o
inciso IV do art.9º da Lei 11.778 de 25 de Setembro de 2008.
7. Solicitar à CONCEDENTE o plano de atividades de estágio, que deverá estar em
consonância com a formação profissional e projeto pedagógico dos cursos.
CLÁUSULA TERCEIRA
No cumprimento da CLÁUSULA PRIMEIRA, caberá à CONCEDENTE:
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1. Identificar e quantificar as oportunidades de estágio a serem concebidas, conforme as
respectivas condições e requisitos;
2. Formalizar as oportunidades de estágio, conciliando suas necessidades e disponibilidades
com os requisitos mínimos exigidos pela INSTITUIÇÃO DE ENSINO;
3. Informar à INSTITUIÇÃO DE ENSINO os nomes dos estudantes que irão, efetivamente,
realizar estágio;
4. Celebrar, com os estudantes que irão realizar ESTÁGIO, os respectivos TERMOS DE
COMPROMISSO DE ESTÁGIO com a interveniência obrigatória da INSTITUIÇÃO DE
ENSINO, cuja vigência não poderá exceder o 2 (dois) anos,na mesma parte concedente,
exceto, quando se tratar de portador de deficiência.
5. Assegurar ao estagiário período de recesso de (30) trinta dias em caso de estágio com
duração igual ou superior a 1 (um ) ano, a ser gozado preferencialmente durante as férias
escolares, com pagamento da bolsa ou contra prestação acordada.
6. Assegurar recesso proporcional ao estagiário em caso de estágio com duração inferior a
um ano, com pagamento da bolsa ou contra prestação acordada.
7. Em quaisquer situações o prazo para vigência do estágio está condicionado a data de
conclusão do Curso Superior a que o aluno estiver vinculado.
8. Informar a Instituição de Ensino o desligamento do estagiário, entregar termo de
realização do estágio com indicação resumida das atividades, dos períodos e da avaliação
de desempenho.
9. Ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de
aprendizagem social, profissional e cultural.
10. Efetivar o pagamento do Seguro Contra Acidentes Pessoais em favor do estagiário, com
apólice compatível com os valores de mercado, constando o número da Apólice e o nome
da Companhia Seguradora no Termo de Compromisso;
11. Pagamento de bolsa ou outra forma de contraprestação durante a realização do estágio.
12. Pagamento de auxílio-transporte correspondente aos dias de estágio do acadêmico.
13. Informar à INSTITUIÇÃO DE ENSINO as modificações ocorridas no quadro de
estagiário;
14. Manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio
15. Enviar a Instituição de ensino, com periodicidade mínima de 06 (seis meses), relatório de
atividades, com vista obrigatória ao estagiário.
16. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional
na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e
supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente.
17. Expedir e entregar a cada estagiário Certificado de Conclusão de ESTÁGIO,
mencionando o período, a carga horária e as principais atividades desenvolvidas.
CLÁUSULA QUARTA
A sistemática de organização do ESTÁGIO e a sua supervisão estarão a cargo tanto da
CONCEDENTE quanto da INSTITUIÇÃO DE ENSINO.
CLÁUSULA QUINTA
O estagiário não terá qualquer vínculo empregatício com esta INSTITUIÇÃO DE ENSINO e
com a CONCEDENTE, previsto no artigo 3º da Lei nº. 11.778/08, de 25 de setembro de 2008.
CLÁUSULA SEXTA
O aluno estagiário só poderá iniciar suas atividades de estágio, depois de celebrado o Termo de
Compromisso de Estágio - TCE, que disporá sobre seus direitos e deveres, com interveniência
obrigatória da Instituição de Ensino.
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CLÁUSULA SÉTIMA
O ônus decorrente do pagamento da bolsa para complementação educacional ou contraprestação
acordada bem como o auxílio-transporte será assumido integralmente pela CONCEDENTE,
quando e se for o caso.
CLÁUSULA OITAVA
A CONCEDENTE responsabilizar-se-á pela contratação de seguro de acidentes pessoais em
favor do estudante, que tenha como causa direta o desempenho das atividades do estágio, durante
todo o período de vigência do estágio, conforme determina o inciso IV do art. 9º da Lei 11.778
de 25 de setembro de 2008.
CLAÚSULA NONA
É assegurado às pessoas portadoras de deficiência, o percentual de 10% das vagas de estágio
oferecidas pela CONCEDENTE, como preceitua o artigo 17, parágrafo 5º, da lei 11.778/08.
CLÁUSULA DÉCIMA
O presente CONVÊNIO entrará em vigor na data de sua assinatura e vigorará pelo prazo de 02
(dois) anos, podendo ser alterado através de termos aditivos, bem como rescindido por qualquer
das partes desde que notificada a outra, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, por escrito.
SUBCLÁUSULA ÚNICA - Na hipótese de rescisão será resguardado o direito do
ESTAGIÁRIO que estiver com o seu estágio em curso.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA
A INSTITUIÇÃO DE ENSINO se compromete a comunicar à CONCEDENTE qualquer
alteração na situação do ESTAGIÁRIO que possa refletir-se na continuidade da realização do
estágio.
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA
Fica eleito o foro da comarca de Montes Claros – Minas Gerais para dirimir as questões oriundas
deste CONVÊNIO, com renúncia de qualquer outro, por mais privilegiado que seja.
E, por estarem justas e concordantes, assinam as partes o presente Convênio em 03 (três) vias de
igual teor, na presença das testemunhas abaixo, que também o subscrevem, para todos os efeitos
jurídicos e legais.
Montes Claros, de de .
___________________________________
Empresa
_____________________________________
Fundação Educacional Montes Claros
ARIOVALDO DE MELO FILHO
TESTEMUNHAS:
1ª _______________________________________ CPF: _______________________
2ª _______________________________________ CPF: _______________________
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2.11 - Plano de Trabalho do Convênio
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2.12 - TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO DE COMPLEMENTAÇÃO DE
ENSINO
A ser assinado pela instituição concedente, pelo aluno e pela instituição de ensino em quatro
vias)
A (nome da Instituição), com sede no(a) (logradouro), (município/estado), Cep________,
inscrita no CNPJ sob o nº ....., doravante denominada CONCEDENTE, representada neste ato
pelo (cargo ou função do representante legal), (nome do representante) infra assinado, e o
estudante ............................, ora matriculada no ..... período/ano do Curso de .......................,
doravante denominado(a) ESTAGIÁRIO(A), com a interveniência da FUNDAÇÃO
EDUCACIONAL MONTES CLAROS com sede na Praça da Tecnologia, 77 – São João Montes Claros - MG, Cep. 39.400-307, inscrita no CNPJ sob o nº 18143164/0001-33 doravante
denominada INSTITUIÇÃO DE ENSINO, representada neste ato por ARIOVALDO DE MELO
FILHO, resolvem nos termos da Lei Federal nº 11.778, de 25 de setembro de 2008 e do
Convênio nº........./....., celebrado em ....../......../.........., entre a CONCEDENTE e a
INTERVENIENTE, firmar o presente Termo de Compromisso de Estágio, mediante as seguintes
cláusulas e condições:
CLÁUSULA PRIMEIRA – DO OBJETO
Constitui objeto deste instrumento a contratação do(a) ESTUDANTE, para exercer atividades de
estágio “não obrigatório ou obrigatório”, que tem por finalidade é o aprendizado de
competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, objetivando o
desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho, em consonância com as
diretrizes curriculares do curso, bem como projeto pedagógico.
CLÁUSULA SEGUNDA – DAS ATIVIDADES
As principais atividades a serem desenvolvidas pelo(a) estagiário(a) relacionadas com a sua área
de formação, conforme Plano de Trabalho em anexo, são:
CLÁUSULA TERCEIRA – DO PRAZO
O estágio terá vigência de..........(anos/meses), com início a partir da assinatura e, término em
..................
SUBCLÁUSULA ÚNICA
O prazo estabelecido nesta cláusula poderá ser prorrogado por iguais períodos, mediante acordo
entre as partes, através de termo aditivo, desde que não ultrapasse o período máximo de 02 (dois)
anos.
CLÁUSULA QUARTA – DA JORNADA E CARGA HORÁRIA
A jornada de atividade em estágio será de 06 (seis) horas diárias no máximo em horário
estabelecido pelas partes, não podendo ser superior a 30 (trinta) horas semanais, como estabelece
o artigo 10, inciso II, da lei 11.788/08, bem como, deverá ser compatível com o horário escolar
do acadêmico;
É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano,
período de recesso, remunerado, de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante as
férias escolares.
É assegurado os dias de recesso, remunerado, de maneira proporcional nos casos de estágios com
duração inferior a 1 (um) ano.
CLÁUSULA QUINTA– DO PAGAMENTO
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O(a) Estagiário(a) receberá mensalmente uma bolsa de complementação educacional ou
contraprestação acordada, no valor de R$ xxxxx (por extenso), pela contraprestação das
atividades de estágio, que será custeada por recursos CONCEDENTE., bem como auxíliotransporte.
CLÁUSULA SEXTA – DAS CONDIÇÕES GERAIS DO ESTÁGIO
O estágio será realizado no (LOCAL).....................
Durante o estágio, o acadêmico sujeitar-se-á ao regulamento da CONCEDENTE a que se achar
vinculado, ficando sua conduta técnica subordinada à orientação do supervisor por ela
designado;
O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, nos termos do artigo 3º da lei
11.778/08.
A (NOME DA EMPRESA) providenciará e custeará para que o(a) ESTAGIÁRIO(A) esteja
segurado contra acidentes pessoais, cuja apólice será compatível com os valores de mercado, de
n.º .................. da Companhia Seguradora ................................
CLÁUSULA SÉTIMA - DA RESCISÃO
O Termo de Compromisso será automaticamente rescindido na ocorrência de conclusão,
abandono de Curso ou trancamento de matrícula pelo(a) estagiário(a), ou por iniciativa de
qualquer das partes, mediante comunicação escrita com antecedência mínima de 5 (cinco) dias,
hipóteses que não geram direitos ao (à) estagiário(a).
SUBCLÁUSULA PRIMEIRA
O não cumprimento das cláusulas e condições estabelecidas, bem como no caso de conduta
inadequada, ou descumprimento das obrigações assumidas pelo estagiário, importará de pleno
direito na suspensão imediata do estágio, sendo que a CONCEDENTE comunicará os
fundamentos da decisão à INSTITUIÇÃO DE ENSINO.
SUBCLÁUSULA SEGUNDA
É facultado a Instituição de Ensino, suspender as atividades de estágio que não atender as
conveniências do Plano de Complementação Educacional.
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CLÁUSULA OITAVA - DO FORO
As partes elegem o foro da Comarca de Montes Claros, com expressa renúncia de qualquer
outro, por mais privilegiado que seja, para dirimir eventuais questões oriundas do presente
Termo.
Assim, por estarem justos e contratados, assinam o presente em 04 (quatro) vias de igual teor,
para o mesmo efeito, na presença de 02 (duas) testemunhas que também o assinam.
Montes Claros, DD de MM de 2008
___________________________________ __________________________________
Digitar o nome da CONCEDENTE
Nome do estagiário
Digitar o cargo do seu Representante
CPF
Digitar o nome do seu Representante
________________________________
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONTES CLAROS
TESTEMUNHAS:
1ª ________________________________________ CPF: ______________________
2ª ________________________________________ CPF: ______________________
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2.13 - Plano de Trabalho do Termo de Compromisso
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11. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
1 - REGULAMENTO DO PROJETO DE GRADUAÇÃO
A Coordenadora da FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS FACIT, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Geral e Legislação
vigentes e, considerando que o Projeto de Graduação se constitui em atividade prevista no
Projeto Pedagógico dos cursos de graduação, RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer as diretrizes básicas para a realização do Projeto de Graduação, propondo
normas e critérios para a participação da comunidade acadêmica.
1.1 - CAPÍTULO I - DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 2º - O projeto de Graduação é um projeto de pesquisa aplicada, abordando um problema real
de engenharia.
§1º - No Projeto de Graduação, o acadêmico ou grupo poderá também demonstrar a sua
viabilidade econômica e de mercado, para o desenvolvimento do perfil empreendedor.
§2º - O acadêmico terá como suporte um programa de incentivo ao empreendedorismo, não se
restringindo apenas à disciplina Administração e Empreendedorismo.
Art.3º – O Projeto de Graduação constitui-se numa disciplina cuja finalidade é solidificar os
conhecimentos adquiridos pelo acadêmico ao longo do curso, em um trabalho de síntese e
integração dos conhecimentos adquiridos na área – apresentado sob a forma de monografia - em
uma atividade genuinamente relacionada ao seu curso.
1.2- CAPÍTULO II – DOS OBJETIVOS
Art. 4º - É objetivo do Projeto de Graduação possibilitar ao acadêmico a análise, avaliação e
aplicação do objeto de estudo produzindo um trabalho técnico científico de sua autoria visando a
melhoria de produtos, processos e ou conhecimentos relativos à engenharia.
1.3 - CAPÍTULO III – DO PROJETO DE GRADUAÇÃO
Art. 5º - Durante o desenvolvimento do Projeto de Graduação o acadêmico freqüentará as aulas
dessa disciplina, ministradas por um professor, legalmente habilitado e contratado para essa
finalidade.
§1º - Os acadêmicos participarão de palestras, seminários e workshops, coordenados por um
tutor e terão acesso a todos os laboratórios e equipamentos da FACIT para o desenvolvimento de
seu projeto de graduação.
§ 2º - Serão disponibilizados para os acadêmicos a estrutura da incubadora - INCET -, e
informações que irão lhes proporcionar conhecimentos básicos de planejamento, marketing,
finanças, custos, vendas e recursos humanos, para a elaboração do seu Plano de Negócios.
Art. 6º - O Projeto de Graduação será desenvolvido em concomitância com as disciplinas de
Projeto de Graduação em três etapas.
I. Realização de seminários e palestras sobre assuntos diversos relacionados ao curso, com o
objetivo de apresentar aos acadêmicos possíveis temas para o Projeto de Graduação. Revisão de
Conceitos de Metodologia Científica. Bases de dados para pesquisa. Apresentação das normas da
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faculdade para elaboração e apresentação do projeto de Graduação. Elaboração de um plano de
trabalho para o desenvolvimento do Projeto de Graduação.
II. Revisão / Reestruturação dos Planos de Trabalho. Acompanhamento do trabalho de pesquisa
dos acadêmicos, e da redação da documentação do Projeto de Graduação. Realização de
seminários para que os acadêmicos apresentem os resultados iniciais do Projeto de Graduação.
Coordenação e acompanhamento, visando ao cumprimento do Plano de Trabalho e à sua
eventual reestruturação.
III. Revisão / Reestruturação dos Planos de Trabalho. Realização de seminários para que os
acadêmicos apresentem os resultados parciais do Projeto de Graduação. Acompanhamento,
visando ao cumprimento do Plano de Trabalho. Coordenação da fase final do Projeto de
Graduação, com acompanhamento do trabalho de pesquisa dos acadêmicos, e da redação da
documentação do Projeto de Graduação.
1.4 - CAPÍTULO IV – DAS COMPETÊNCIAS
Art. 7º - Compete ao Professor Orientador:
I. Orientar os acadêmicos para realização do projeto, da pesquisa e da elaboração da monografia.
II. Disponibilizar informações sobre investigação e metodologia científica
III. Apresentar alternativas de construção de conhecimento.
IV. Preencher os formulários de orientação, acompanhamento e avaliação do projeto.
V. Manter a coordenação do curso informada sobre o desenvolvimento do projeto.
Art. 8º - Compete ao Professor da disciplina Projeto de Graduação:
I. Demonstrar a importância da disciplina para o curso.
II. Apresentar os conceitos, exemplos, técnicas e informações para desenvolvimento do projeto.
III. Proporcionar aos acadêmicos uma visão analítica do contexto contemporâneo, das
contingências, das potencialidades, das estruturas e das estratégias de pesquisa para um posterior
aprofundamento no assunto e tornar realidade seu projeto pessoal/profissional.
IV. Estimular e acompanhar o acadêmico na elaboração de uma proposta de pesquisa que irá
servir como base para a elaboração do Projeto de Graduação.
Art. 9º - Compete ao acadêmico:
I. Participar das aulas das disciplinas de Projeto de Graduação.
II. Desenvolver trabalho de pesquisa para elaboração do projeto de graduação, em conformidade
com as normas estabelecidas.
III. Elaborar e apresentar a monografia em conformidade com as normas e os prazos
estabelecidos.
IV. Preencher o formulário para apresentar a síntese do projeto e indicar o professor orientador,
na Secretaria.
V. Participar, conforme agendamento prévio, das reuniões com o professor orientador.
VI. Preencher o requerimento para agendamento da apresentação da monografia.
VII. Entregar cópia da monografia à Secretaria conforme prazos estabelecidos.
Art. 10 - Compete ao Colegiado:
I. Estabelecer as normas e critérios para o desenvolvimento, apresentação e avaliação do Projeto
de Graduação.
II. Arbitrar sobre os casos omissos.
Art. 11 - Compete a Banca de Avaliação:
I. Analisar com antecedência os projetos de graduação enviados pela Secretaria.
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II. Comparecer na data, local e horário estabelecidos para a avaliação do Projeto.
III. Argüir o acadêmico sobre o seu trabalho.
IV. Avaliar e atribuir pontos ao projeto do acadêmico.
V. Preencher o formulário de resultados finais.
VI. Comunicar ao acadêmico a sua nota e as correções necessárias, quando couber.
1.5 - CAPÍTULO V - DA AVALIAÇÃO
Art. 12 - A avaliação do Projeto de Graduação é realizada a partir da monografia e apresentação
oral perante banca examinadora.
Parágrafo único: A banca examinadora poderá contar com a presença de avaliadores externos à
faculdade.
Art. 13 - É avaliada a aquisição, pelo acadêmico, das competências:
I. Comunicar-se eficientemente nas formas escrita e oral;
II. Aplicar, de forma integrada, conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;
III. Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
IV. Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
V. Identificar, formular e resolver problemas de sua área de graduação;
VI. Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VII. Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
VIII. Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia.
IX. Empreender.
Art. 14 - Será considerado aprovado, o acadêmico que, após entregar a versão final da
monografia, com as devidas correções, quando couber, tiver obtido média maior ou igual a
sessenta.
Art. 15 - Os acadêmicos, cuja média de pontos atribuídos pela banca examinadora esteja entre 0
(zero) e 59,9 (cinquenta e nove, nove) serão incluídos no regime de recuperação.
Parágrafo único: O regime de recuperação constará da apresentação de uma nova monografia, e
uma nova defesa pública, nos mesmos moldes anteriores.
1.6 - CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 16 - O projeto pode ser desenvolvido por um ou mais alunos.
Parágrafo único: Para os projetos em equipe, deverá ser feita uma fragmentação em sub-projetos,
de modo que cada aluno desenvolva individualmente sua monografia e a respectiva
apresentação.
Art. 17 - O acadêmico reprovado na Disciplina de Projeto de Graduação deverá rematricular-se
no período seguinte.
Art. 18 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso e e referendados pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em última instância.
Art. 19 - Este Regulamento entra em vigor nesta data.
Montes Claros, 10 de dezembro de 2003
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2 - ANEXOS
2.1 - ROTEIRO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE GRADUAÇÃO
Na data, horário e local definidos pela Coordenação do Curso, deverão se reunir para a sessão de
defesa pública do Projeto de Graduação o aluno e os membros da banca definidos anteriormente.
No caso de o orientador do Projeto de Graduação não integrar a banca, recomenda-se a sua
presença durante a sessão pública da defesa.
1º - Apresentação inicial:
•Como primeiro ato do rito de defesa, os membros da banca deverão definir, entre eles, o
presidente da sessão. Recomenda-se que seja o Professor Orientador.
•Em seguida, o presidente da sessão cumprimentará e apresentará aos presentes o aluno, o tema
do projeto de graduação do aluno, e os professores componentes da banca examinadora.
•O presidente da sessão informa ao candidato as etapas subseqüentes do rito de defesa. A seguir
declara a sessão aberta e solicita ao aluno que faça a apresentação oral de seu trabalho.
2º - Apresentação do aluno:
• O aluno apresentará o projeto de graduação com duração máxima de 20 minutos
cronometrados.
3º - Arguição do professor orientador e banca examinadora:
• O professor orientador e a banca examinadora terão 15 minutos para a arguição.
4º - Momento de avaliação do projeto de graduação e da apresentação:
•Em seguida, os membros da banca devem se reunir em sessão secreta para deliberarem sobre a
avaliação do trabalho.
• Cada membro da banca deverá atribuir pontos (de zero a cem) ao trabalho do aluno, conforme
critérios de avaliação do projeto de graduação, em anexo . A nota final do trabalho será a média
aritmética dos pontos atribuídos pelos membros da banca, aproximada até a primeira casa
decimal. Os membros da banca deverão anotar suas respectivas pontuações, assim como a média
atribuída ao aluno no formulário de avaliação (modelo em anexo) e assinarem o mesmo.
• Após emitir a nota, a banca procede à elaboração de uma ata da sessão pública, indicando se o
candidato foi considerado aprovado ou não, de acordo com a pontuação que lhe foi atribuída, e
indicando as correções necessárias, quando houver, em relação à monografia do Projeto de
Graduação do aluno.
5º – Divulgação da nota/fechamento da apresentação
• De volta à sala de apresentação, a banca comunica ao aluno sua nota e as correções necessárias,
quando couber, para o texto final da monografia, lembrando-o de que o resultado final está
condicionado à entrega da versão final do projeto de graduação, contemplando as alterações
solicitadas pelo professor orientador e pela banca examinadora, no prazo de 2 semanas,
considerando que, até o fim da primeira semana, o aluno entregará a versão final para o professor
orientador fazer a revisão final e, posteriormente, até o fim da segunda semana, o aluno deverá
entregar a versão revisada na Secretaria. Caso as alterações não sejam realizadas, o aluno será
reprovado.
• A banca deve solicitar a assinatura do aluno na ata de resultado.
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• Será considerado aprovado, o aluno que, após entregar a versão final da monografia, com as
devidas correções quando couber, e avalizada pelo coordenador do curso, tiver obtido média
maior ou igual a sessenta.
• Os alunos, cuja média de pontos atribuídos pela banca examinadora estiver entre 0 (zero) e 59,9
(cinquenta e nove, nove) estarão em regime de recuperação. Neste caso, o regime de recuperação
constará da apresentação de uma nova monografia, e uma nova defesa pública, nos mesmos
moldes anteriores.
• No caso do item anterior, caberá à Coordenação do Curso indicar nova banca e data para a nova
defesa pública. Esta indicação deverá se dar, quando possível, pela mesma banca da primeira
defesa.
3 ATA DE AVALIAÇÃO DE PROJETO DE GRADUAÇÃO
Aos ____ dias do mês de __________________ de _________, nas dependências do Campus
II da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros, reuniu-se a Banca Examinadora
composta pelos professores ____________________________________ (presidente),
_____________________________ e _____________________________ (Membros), para
análise
do
Projeto
de
Graduação
sob
o
título
_____________________
_________________elaborado
por
__________________________________________,
concluinte do Curso Engenharia de __________________________________________.
Aberta a sessão, o(a) autor(a) teve vinte minutos para a apresentação do seu trabalho, sendo,
posteriormente, argüido(a) pelos integrantes da Banca. Após os procedimentos de avaliação,
chegou-se ao seguinte resultado:
O trabalho foi considerado __________________________, com nota final __________.
Nada mais havendo a tratar, encerrou-se a presente sessão, da qual lavrou-se a presente ata
que vai assinada por todos os membros da Banca Examinadora e pelo aluno.
Montes Claros, ____ de ______________de ________.
______________________________________
PRESIDENTE
_____________________________________
MEMBRO
_____________________________________
MEMBRO
______________________________________
ALUNO
Observação 01: A nota obtida pelo aluno estará condicionada à entrega da versão final do
projeto de graduação, contemplando as alterações solicitadas pelo professor orientador e pela
banca examinadora, até o dia 12/12/08. O aluno deverá entregar a versão revisada, na
Secretaria. Caso as alterações não sejam realizadas, o aluno será reprovado.
Observação
02:_________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
___________
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4 - MODELO DE OFICIO COM ORIENTAÇÕES PARA O ACADÊMICO
Montes Claros, xx de xxxxxxxx de xxxx.
Prezado(a) Aluno(a),
Assunto: Projeto de Graduação
Informamos que a data para a apresentação dos projetos de graduação no curso de
Engenharia de Controle e Automação está prevista para o período de XX a XX/XX/XX. É
importante salientar que o acadêmico deverá efetuar o requerimento do referido projeto,
anexando uma síntese dos motivos para a realização do projeto e a indicação do professor
orientador, na Secretaria. Posteriormente, divulgaremos a agenda de apresentação.
Para a elaboração do projeto de graduação está disponível no site www.femc.edu.br, no link da
FACIT, o modelo para redação de monografia. Além disso, está disponível, também, na
Biblioteca da FACIT as normas da ABNT. Os projetos serão avaliados conforme as normas da
ABNT.
Lembre-se que, o projeto de graduação deverá ser entregue 15 dias antes da apresentação
para disponibilizarmos, com antecedência, à banca examinadora.
Quaisquer dúvidas, estamos à disposição.
Atenciosamente,
5 - TERMO DE RESPONSABILIDADE
Eu, ACADÊMICO, portador da identidade XXXXXXXXXXX, registro acadêmico XXXXXX,
matriculado na turma do xxº período do curso de Engenharia de Controle e Automação, declaro
que
o
meu
Projeto
de
Graduação,
com
o
tema______________________________________________________________
____________________________________________________________________________
_______é resultado da investigação que realizei e reconheço que ficarei sujeito a penalização
em caso de utilização de idéias ou palavras da autoria de outrem, sem a devida identificação
ou autorização.
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12. APOIO AO DISCENTE
A FACIT mantém um Programa de Apoio ao Estudante, que tem como objetivo principal criar
condições necessárias para garantir a permanência do seu aluno na instituição, provendo-lhe os
meios necessários ao seu pleno desempenho acadêmico, evitando assim sua retenção e a evasão
escolar.
Para isso, promove a necessária associação entre a política da qualidade de ensino às políticas
estudantis, buscando possibilitar ao aluno, atingir a sua plenitude acadêmica. Suas ações são
orientadas para promover o apoio necessário às iniciativas de caráter estudantil, voltado
prioritariamente para eventos promovidos pelo Diretório Central de Estudantes - DCE . É um
projeto que viabiliza a participação de alunos em encontros de caráter local, regional e nacional
(seminários, congressos, encontros) e disponibiliza apoio financeiro e logístico durante a
realização de projetos sociais e eventos desenvolvidos pelos estudantes. Oferece ainda, apoio e
assessoramento aos movimentos estudantis, no que diz respeito ao reforço à sua organização e
dinamização. Também, registra e sistematiza a situação estudantil, favorecendo
encaminhamentos para solução e garantia da representatividade estudantil.
Além disso, o aluno da FACIT tem à sua disposição uma intranet com todas as informações
necessárias para a condução do seu curso: disciplinas, horários, locais, disponibilidade de vagas,
notas, material didático, perfil dos professores, disciplinas por eles ministradas, matrícula e
trancamento on-line e pagamento de mensalidade. A estrutura de atendimento pessoal,
independentemente das facilidades da internet, está à disposição do aluno, além do
acompanhamento por parte do professor orientador.
O aluno da FACIT tem acesso irrestrito às Bibliotecas. A instituição conta com bibliotecas com
grande acervo relacionado com a estrutura pedagógica do curso. É prevista, para o início de cada
período letivo a aquisição de novos títulos e mais exemplares dos títulos básicos distribuídos na
bibliografia das disciplinas. O aluno tem à sua disposição uma das mais completas bibliotecas
para sua formação, com livros, jornais locais, regionais e nacionais, periódicos de sua área de
interesse e, principalmente, um sistema informatizado de consulta e comutação entre bibliotecas
de todo o Brasil.
A FACIT coloca à disposição de seu aluno uma avançada estrutura de laboratórios, todos com
computadores em rede, permitindo aos alunos acesso à internet, intranet acadêmica, e-mail,
softwares específicos de sua área de atuação. O aluno também tem uma estrutura de salas de
estudo para que permaneça mais tempo no ambiente acadêmico. Aquele com dificuldades de
aprendizagem contará ainda com aulas extras e o atendimento de monitores.
A FACIT, além de buscar a excelência no ensino, auxiliará o aluno no momento de sua ida ao
mercado de trabalho. O SIEE – Setor de Integração Escola Empresa é o órgão responsável pelos
estágios dos alunos, bem como pela orientação e colocação profissional dos alunos formandos. A
FACIT distribuirá, entre todas as empresas da região, um CD (Compact Disk) de formandos com
o Currículo de cada aluno, suas experiências e áreas de especialização.
O Programa de Apoio ao Educando da FACIT engloba ainda a concessão de Bolsas de Estágio,
com recursos próprios, a alunos de comprovada carência sócio-econômica devidamente
matriculados na instituição, que tem como objetivos: incentivar os estudos e a pesquisa;
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incentivar a participação dos alunos em atividades que possibilitem a complementação da
aprendizagem, através do engajamento nas oficinas de projeto; proporcionar, ao aluno bolsista,
atividades que possibilitem o seu crescimento pessoal e profissional, estimulando o
desenvolvimento de competências voltadas para o mundo do trabalho e da pesquisa.
O aluno participante do Programa de Apoio ao Educando, através da Bolsa de Estágio, não terá
qualquer tipo de vínculo empregatício com a FACIT e a formalização do estágio será feita
através de Termo de Compromisso de Estágio firmado entre a instituição e o estagiário, ficando
regulada a relação entre as partes com base na legislação em vigor e as normas pré-estabelecidas.
O aluno beneficiado pela Bolsa de Estágio terá direito ao seguro de acidentes pessoais durante
todo o período de vigência da Bolsa, não sendo permitido ao estagiário trabalhar em locais e com
serviços perigosos ou insalubres. A FACIT disponibiliza ainda para os acadêmicos o Fundo de
Bolsas Reembolsáveis - FIFACIL - onde cerca de 10% do corpo discente são atingidos.
Gradativamente o Sistema de Atendimento ao Aluno da FACIT desenvolverá um sistema de
acompanhamento permanente dos egressos, estabelecendo um programa especial através de
ações de extensão, inclusive visando a educação continuada dos mesmos.
O ingresso na FACIT é efetivado através do processo seletivo na sua forma tradicional: o
vestibular. É realizado em uma só etapa seletivo-classificatória, em apenas um dia, por meio da
aplicação de 02 provas e uma redação com caráter eliminatório. A Prova I é composta de
Conhecimentos Gerais – Interpretação de Textos – com questões de múltipla escolha
contemplando conteúdos de Biologia, Geografia, História Inglês, Química, Matemática e Física.
A Prova II avalia Conhecimentos Específicos com questões discursivas de Matemática, Química,
Física e Redação.
A nota obtida no ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – pelo candidato poderá ser
utilizada no Processo Seletivo, bastando para isso que o candidato solicite o aproveitamento no
ato da inscrição. Dessa forma a nota obtida pelo candidato na prova do ENEM – componente
Conhecimentos Gerais – entra no cálculo da nota final da 1ª prova do Processo Seletivo FACIT
2005 – Conhecimentos Gerais – com peso de 30%.
O processo seletivo para acesso ao ensino superior tem como objetivo classificar os candidatos
para os diversos cursos de graduação da FACIT, no limite de vagas para cada um, obedecendo
regulamento próprio. Esse regulamento específico do processo seletivo obedece a diretrizes
estabelecidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, observada a legislação pertinente,
levando em conta os efeitos desses critérios sobre a orientação do Ensino Médio, articulando-se
com os órgãos normativos dos sistemas de ensino.
O ingressante da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros – FACIT – deverá
demonstrar habilidades de leitura - compreensão e interpretação de textos – e de produção
textual - fluência, coerência, coesão, clareza e adequação ao padrão culto da língua – e
capacidade de organizar as idéias, de estabelecer relações entre texto e contexto, de analisar e
interpretar dados e fatos e de elaborar hipóteses explicativas para conjuntos de dados relativos as
seguintes áreas do conhecimento: Língua Portuguesa, Biologia, Matemática, Física, Química,
Geografia e História e Inglês. A FACIT, através do seu Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão,
ao definir o perfil dos ingressantes, considerou a orientação prevista para o Ensino Médio,
articulando-se com os órgãos normativos dos sistemas de ensino.
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Os editais de regulamentação do Processo Seletivo são publicados, pelo menos 30 (trinta) dias
antes das inscrições, incluindo, além das normas regimentais, os critérios de avaliação do nível
de desempenho dos candidatos, os programas exigidos nas provas, bem como o número de vagas
oferecidas e outros dispositivos legais.
Todo o processo seletivo é planejado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, ouvidos os
colegiados e é divulgado amplamente através da internet, da televisão, do rádio, e em diversos
meios de comunicação escrita.
Após o ingresso na FACIT, pelo processo seletivo os alunos são orientados pelo corpo técnicoadministrativo, professores, coordenação de curso e direção. O aluno recebe a orientação de
forma individual e coletiva para que possa organizar sua vida acadêmica.
Quanto aos procedimentos de orientação pedagógica e profissional são realizados eventos
voltados para áreas profissionais de cada curso como: atividades orientadas; trabalhos de
conclusão de curso; estágios supervisionados; atividades extra-classe; atividades de extensão;
visitas técnicas ; viagens de estudo; seminários, palestras; fóruns.
Da mesma forma a FACIT viabiliza a participação dos acadêmicos em eventos promovidos por
outras instituições.
Os acadêmicos participam de estudos e atividades de iniciação científica através da elaboração e
apresentação de projetos elaborados anualmente.
A FACIT tem consolidada uma política de bolsa trabalho, onde os funcionários e docentes que
integram os quadros da instituição recebem significativos descontos nas mensalidades dos cursos
que freqüentam. Esse desconto também é estendido aos dependentes dos funcionários e
docentes.
Em reuniões de colegiado os professores avaliam periodicamente o perfil do discente e planejam
ações pedagógicas de adequação metodológica com vistas à promoção do aprendizado com
qualidade. Algumas ações já em prática são: aulas de monitoria - desenvolvidas por alunos que
apresentam maior desempenho acadêmico, essas aulas são disponibilizadas em horários diversos
ao longo do ano e oferecidas para todos os alunos, sem custo adicional. Os monitores recebem
bolsa para esse fim; plantões desenvolvidos pelos professores com o objetivo de sanar
dificuldades acentuadas de aprendizagem, são oferecidos para todos os alunos sem custo
adicional; aulas adicionais – para as disciplinas de Cálculo e Física são oferecidas aos alunos,
sem custo adicional.
Organização Estudantil
O Diretório Acadêmico – DA – é a entidade de representação estudantil, no âmbito da FACIT
Sua composição, as atribuições, a organização e o funcionamento são fixados em um Regimento
elaborado e aprovado pela própria entidade, na forma da legislação vigente.
O DA tem por objetivo atuar juntamente com professores, alunos e demais funcionários técnicoadministrativos, visando sempre o aprimoramento cultural, científico e institucional, bem como
trabalhar pelos interesses dos estudantes. É através dele que o corpo discente tem representação,
com direito a voz e voto nos colegiados da FACIT.
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13. FORMA DE ACESSO AO CURSO
O acesso ao curso de Engenharia de Controle e Automação da FACIT é feito através do processo
seletivo, cujo objetivo é selecionar e classificar candidatos que demonstrem as competências que
a instituição considera necessárias para que o aluno possa participar do curso e prosseguir a sua
formação de forma continuada.
É realizado em uma só etapa seletivo-classificatória, em apenas um dia, por meio da aplicação de
provas objetivas e uma redação com caráter eliminatório. As provas serão compostas de questões
de múltipla escolha nas áreas de biologia, geografia, história, inglês, química, matemática e
física. As provas são elaboradas de acordo com os programas constantes do Manual do
Candidato e destinam-se a avaliar conhecimentos e habilidades do candidato, mediante a
verificação de sua capacidade de raciocínio, pensamento crítico, compreensão, análise e síntese.
A nota obtida no ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – pelo candidato poderá ser
utilizada no Processo Seletivo, bastando para isso que o candidato solicite o aproveitamento no
ato da inscrição. Dessa forma a nota obtida pelo candidato na prova do ENEM entra no cálculo
da nota final da 1ª prova do Processo Seletivo FACIT com peso de 30%.
O processo seletivo obedece a um regulamento próprio, estabelecido conforme as diretrizes
estabelecidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, observada a legislação pertinente,
levando em conta os efeitos desses critérios sobre a orientação do Ensino Médio, articulando-se
com os órgãos normativos dos sistemas de ensino.
Os editais de regulamentação do Processo Seletivo são publicados, pelo menos 30 (trinta) dias
antes das inscrições, incluindo, além das normas regimentais, os critérios de avaliação do nível
de desempenho dos candidatos, os programas exigidos nas provas, bem como o número de vagas
oferecidas e outros dispositivos legais.
A FACIT aderiu ao PROUNI – Programa Universidade para Todos - destinando vagas
correspondentes a 10% do total de vagas de cada curso de engenharia, com bolsas integrais para
privilegiar os candidatos carentes e que atendem às normas do programa. O processo seletivo é
composto por uma entrevista, com os candidatos encaminhados pelo MEC, e análise de
documentos.
Todo o processo seletivo é planejado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, ouvidos os
colegiados e é divulgado amplamente através da internet, da televisão, do rádio, e em diversos
meios de comunicação escrita.
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14. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
Tendo em vista o modelo de gestão compartilhada da FACIT, que visa a constante melhoria da
qualidade de ensino, foram implantados mecanismos eficazes de avaliação da instituição para
subsidiarem propostas de mudança, ampliação e reestruturação do projeto pedagógico.
A avaliação do desempenho da instituição, dos seus participantes educadores, comunidade e da
aprendizagem dos seus alunos e os seus mecanismos têm e terão como objetivo orientar e
acompanhar permanentemente as atividades cotidianas. Além disso, durante a elaboração e
execução dos diversos planos, continuará tendo como propósito apontar formas de corrigir rumos
e promover os ajustamentos necessários.
A avaliação na FACIT acontece durante todo o processo, é apoiada em múltiplos critérios e não
é apenas individual, mas também de toda a equipe porque não se pretende apenas o
aperfeiçoamento de cada um, mas criar a sinergia necessária a um grupo com objetivos comuns.
Neste contexto, a coordenação do curso, o Colegiado, o Núcleo Docente Estruturante, os
docentes e discentes e consultores externos promovem avaliações semestrais, que podem ser
assim classificadas:
 avaliação semestral de disciplinas e docentes pelos discentes;
 avaliação semestral da instituição e do projeto pedagógico do curso de forma geral
(infra-estrutura física, laboratorial, administrativa e corpo docente) pelo discente;
 avaliação permanente do projeto pedagógico do curso pelo Núcleo Docente Estruturante.
O Núcleo Docente Estruturante e a Coordenação de Curso realizam o acompanhamento
pedagógico do currículo, apresentando nas reuniões mensais do Colegiado, relatórios do
desenvolvimento do projeto e propostas de modificações, quando necessárias.
O Colegiado, como o órgão de decisão maior na esfera do Curso, acompanha e monitora,
juntamente com a Coordenação e o Núcleo Docente Estruturante, o processo de ensinoaprendizagem para adequar as ações para que a formação prevista no Projeto do Curso ocorra de
forma plena.
Os docentes propõem à Coordenação de Curso medidas que objetivam o aprimoramento dos
métodos de ensino e de avaliação, atualizam os Planos de Ensino e a bibliografia .
Em atendimento à nova proposta de avaliação da educação superior, LEI Nº 10.861, DE 14 DE
ABRIL DE 2004, que integra o processo de Avaliação Institucional, um dos instrumentos
centrais do novo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES -, a FACIT
desenvolveu e implantou o processo de Auto-Avaliação Institucional, aprovado pelo INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - e pela CONAES Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior.
Neste processo o Projeto do Curso é avaliado pelos docentes, discentes, corpo técnico
administrativo e representantes da comunidade externa, através da dimensão que trata da política
para o ensino, a pesquisa, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os
procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e
demais modalidades, cujas variáveis de análise, incluem:
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- Concepção de currículo e organização didático-pedagógica (métodos, metodologias, planos de
ensino e de aprendizagem e avaliação da aprendizagem) de acordo com os fins da instituição, as
diretrizes curriculares e a inovação da área.
- Práticas pedagógicas, considerando a relação entre a transmissão de informações e utilização de
processos participativos de construção do conhecimento.
- Pertinência dos currículos (concepção e prática), tendo em vista os objetivos institucionais, as
demandas sociais (científicas, econômicas, culturais etc.) e as necessidades individuais.
- Práticas institucionais que estimulam a melhoria do ensino, a formação docente, o apoio ao
estudante, a interdisciplinaridade, as inovações didático-pedagógicas e o uso das novas
tecnologias no ensino.
- Relevância social e científica da pesquisa em relação aos objetivos institucionais, tendo como
referência as publicações científicas, técnicas e artísticas, patentes, produção de teses,
organização de eventos científicos, realização de intercâmbios e cooperação com outras
instituições nacionais e internacionais, formação de grupos de pesquisa, política de investigação
e políticas de difusão dessas produções.
- Vínculos e contribuição da pesquisa para o desenvolvimento local/regional.
- Políticas e práticas institucionais de pesquisa para a formação de pesquisadores (inclusive
iniciação científica).
- Articulação da pesquisa com as demais atividades acadêmicas.
- Critérios para o desenvolvimento da pesquisa, participação dos pesquisadores em eventos
acadêmicos, publicação e divulgação dos trabalhos.
- Concepção de extensão e de intervenção social afirmada no PDI.
- Articulação das atividades de extensão com o ensino e a pesquisa e com as necessidades e
demandas do entorno social.
- Participação dos acadêmicos nas ações de extensão e intervenção social e o respectivo impacto
em sua formação.
Além dessas avaliações, o desempenho dos acadêmicos nas disciplinas do Curso é subsídio para
promover alteração nos programas ou processo de avaliação de disciplinas, e no Projeto do
Curso, ou ainda indicar a necessidade de cursos de nivelamento e aprofundamento. Essas
avaliações dos acadêmicos baseiam-se nas competências, habilidades e conteúdos curriculares
desenvolvidos tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
Na avaliação todos os envolvidos se manifestam sobre o processo de ensino do qual participam.
A partir dessa avaliação é possível corrigir distorções e tornar o processo de ensinoaprendizagem, de uma forma democrática, eficaz na sua proposta.
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Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
A CPA, desde 2005, vem realizando a autoavaliação institucional. Os relatórios gerados são
postados no e-MEC e, juntamente com os relatórios produzidos pela avaliação externa, servem
como subsídios para correção de rumos. O colegiado do curso e o NDE avaliam a adequação e a
atualização do PPC.
Para a superação das fragilidades expressas no CPC (2), a FACIT adotou:
 a reestruturação curricular pelo NDE;
 a intensificação da orientação aos alunos em relação ao ENADE;
 a ampliação do quadro docente de Mestres e Doutores, com TI e TP;
 a implantação de um novo modelo de gestão do curso, dentre outras.
No resultado do último processo de autoavaliação institucional conduzido pela CPA, constatouse que o trabalho desenvolvido pela FACIT atendeu plenamente às demandas das comunidades
interna e externa.
A identificação, acompanhamento e avaliação das ações acadêmico administrativas necessárias
para a promoção de melhorias estão sob a responsabilidade da CPA, que ao elaborar o seu
relatório neste último mês de março, contemplou em cada dimensão avaliada, a relação das ações
desenvolvidas pela IES.
A Instituição criou também a Coordenação das Ações para o ENADE, com a responsabilidade de
planejar ações de sensibilização, preparação e acompanhamento da comunidade acadêmica com
vistas à promoção de melhorias nos resultados desta avaliação.
De acordo com o PDI, no modelo de gestão colegiada da FACIT, que visa à constante melhoria
da qualidade de ensino, são implantados mecanismos eficazes de avaliação da instituição que
subsidiam propostas de mudança, ampliação e reestruturação administrativa, político-pedagógica
e de estrutura. Assim, em 2011 e 2012 foram mantidas ações iniciadas no ciclo anterior:
 Reuniões com representantes setoriais, coordenadores e NDE para a elaboração e
execução do planejamento de trabalho de cada setor/departamento, para revisão dos
projetos dos cursos. Nas últimas reuniões realizadas no ano, foi sugerida a contratação de
uma assessoria para orientação e auxílio nas atividades de protocolo de compromisso;
 Estudos visando a atualização e reestruturação curricular para otimização do aprendizado
das disciplinas de formação geral básica, formação geral profissionalizante e formação
específica profissionalizante, além da inclusão dos temas transversais de forma
sistematizada nas atividades de ensino e extensão, e inserção de Língua Portuguesa e
Filosofia como disciplina;
 Intensificação das ações de incentivo e orientação aos alunos em relação a sua
participação efetiva no ENADE;
 Adequação do corpo docente às novas exigências legais, com relação a titulação e regime
de trabalho;
 Revisão de conteúdos curriculares;
 Adequação de espaços físicos tendo em vista as recomendações das últimas comissões de
avaliação in loco;
 Melhoria das instalações e atendimento da cantina.
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Desde a implantação do SINAES a FACIT vem promovendo ações de melhorias e as mais
recentes, baseadas nos processos de avaliação do curso, são:
 A atualização da estrutura curricular e sua melhor adequação ao perfil de entrada e ao
perfil do egresso;
 Implantação da Olimpíada da Engenharia;
 Reuniões e encontros motivacionais com todas as instâncias da comunidade acadêmica
para discussão dos resultados do Enade, dos simulados, composição da nota do curso,
conseqüências dos resultados;
 capacitação do corpo docente para a elaboração de questões avaliativas contemplando as
competências e habilidades expressas no PPC;
 criação do Blog PROVE ESSA IDEIA, com o objetivo de sensibilizar a comunidade
acadêmica sobre a importância do ENADE - no blog serão fornecidas: Informações sobre
o ENADE; Links com textos trabalhados nos encontros de revisão para o ENADE;
Notícias atuais; Provas anteriores e gabaritos;
 Atualização do acervo bibliográfico; e
 Atualização e expansão dos laboratórios.
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15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM
A avaliação como acompanhamento da aprendizagem identificará conquistas e problemas do
aluno em seu desenvolvimento, não levando em conta apenas o resultado do trabalho realizado, o
produto, mas também o que ocorreu no caminho, o processo. Dessa forma tem o caráter
investigativo e processual. Ao invés de estar a serviço da nota, passa a contribuir com a função
de promover a construção do conhecimento.
A avaliação terá a função de orientar os procedimentos de aprendizagem. Através dela o
professor obterá informações que o levarão a reprogramar suas atividades para atingir as suas
metas. Ele será parceiro dos alunos nas dificuldades: isso significa ficar atento à maneira como
os alunos aprendem e erros que cometem. Professor e aluno devem refletir sobre o erro
transformando-o em situação de aprendizagem para que possam juntos concluir: erramos,
acertamos, aprendemos, assumimos riscos, alcançamos objetivos.
A avaliação escolar abrange os aspectos de assiduidade, aproveitamento nos estudos e
desempenho em atividades programadas, devendo vincular-se ao mundo do trabalho e à prática
social.
O processo de avaliação compreende:
1. Análise e acompanhamento da presença, pontualidade e interesse do aluno na sala de aula.
2. Observação do comportamento do aluno nas programações em equipe e individuais, dentro e
fora da sala de aula.
3. Análise da participação nas atividades complementares.
4. Avaliação do desempenho do aluno nas disciplinas de Engenharia de Controle e Automação,
pelo corpo docente.
O tipo de avaliação a ser adotado dependerá de cada disciplina, podendo ser: provas, estudos
dirigidos, trabalhos teóricos, trabalhos práticos, seminários, projetos e outros.
A verificação do rendimento escolar se faz em cada disciplina, através da avaliação do
desempenho do aluno em todas as atividades programadas, as quais são atribuídos pontos.
São distribuídos, tanto no regime semestral como no regime anual, 80 pontos para Provas e 20
pontos para Trabalhos. No regime semestral são aplicadas no mínimo 2 (duas) provas e no
máximo 4 (quatro) provas. No regime anual são aplicadas no mínimo 4 (quatro) provas e no
máximo 6 (seis) provas.
No regime anual são distribuídos 50 pontos no 1º semestre e 50 pontos no 2º semestre. No
regime semestral são distribuídos 100 pontos no semestre. É aprovado o aluno que obtiver no
mínimo 60% dos pontos distribuídos e um índice de presença de 75% da carga horária de cada
disciplina.
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O aluno terá direito a fazer uma única prova substitutiva no semestre, quando perder uma das
provas aplicadas e quando desejar substituir uma prova realizada, cuja nota não foi satisfatória,
sendo anulada, independente do resultado na prova substitutiva. O conteúdo da prova
substitutiva é cumulativo, o professor avaliará o conteúdo de todo o período letivo decorrido. A
prova substitutiva será realizada nos períodos determinados no calendário escolar da FACIT.
Aos alunos que obtiverem entre 40 e 59 pontos, será aplicada uma prova final com valor de 100
pontos. A nota obtida na prova final substituirá a nota que o aluno obteve durante o período
letivo. A prova final será realizada nos períodos determinados no calendário escolar da FACIT.
A frequência é computada pelo professor, através da chamada realizada em sala de aula no
respectivo horário de aula. A frequência mínima exigida é de 75% (setenta e cinco por cento) da
carga horária em cada disciplina que o aluno estiver matriculado.
Para manter o controle de frequência o professor deverá informar ao Setor Pedagógico,
mensalmente, alunos com excesso de faltas.
Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de
provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora
especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas
de ensino e regulamentação aprovados pelos Conselhos, ouvidos os Colegiados dos respectivos
cursos.
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CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2013
11. ATO AUTORIZATIVO
Ano CXLV N.º 94 - Brasília - DF, segunda-feira, 19 de maio de 2008 –
Pág.:55
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
PORTARIA Nº 356, DE 16 DE MAIO DE 2008
O Secretário de Educação Superior, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº
5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo
em vista o Relatório SESu/DESUP/COREG nº 362/2008, da Diretoria de Regulação e
Supervisão da Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs 23000.012730/2006-52,
23000.012731/2006-05 e 23000.012732/2006-41, Registros SAPIEnS nºs 20060004563,
20060004564 e 20060004565, do Ministério da Educação, resolve:
Art. 1º Reconhecer o curso de Engenharia, bacharelado, habilitações em Engenharia de Controle e
Automação, em Engenharia de Telecomunicação e em Engenharia Química, com 240 (duzentas e
quarenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pela Faculdade de Ciência e
Tecnologia de Montes Claros, na Avenida Deputado Esteves Rodrigues, nº 1.637, bairro Vila Brasília, na
cidade de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, mantida pela Fundação Educacional Montes Claros,
com sede na cidade de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, nos termos do disposto no artigo 10, § 7º
do Decreto 5.773, de 9 de maio de 2006. Parágrafo único. O reconhecimento a que se refere esta Portaria
é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço citado neste artigo.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
RONALDO MOTA
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17. DOCENTES COMPROMETIDOS
Professor(a)
1 Alberto Alexandre Assis Miranda
Regime de Trabalho
Titulação
Tempo Parcial
Doutor
Horista
Especialista
3 Alexandre Dantas Dias
Tempo Parcial
Especialista
4 Angel da Silva Martinez
Horista
Especialista
Tempo Parcial
Especialista
Horista
Especialista
7 Eduardo Simões Silva
Tempo Parcial
Doutor
8 Élcio Lucas
Tempo Parcial
Doutor
9 Érica Karine Ramos Keiroz
Tempo Parcial
Doutora
Horista
Especialista
11 Gisele Figueiredo Braz
Tempo Integral
Mestre
12 Ismael Leite Ferreira
Tempo Parcial
Especialista
13 Janine Freitas Mota
Horista
Mestre
14 João Carneiro Netto
Horista
Mestre
15 Leonardo Santos Amaral
Tempo Integral
Mestre
16 Maurílio José Inácio
Tempo Integral
Mestre
17 Maíra Peres Alves Santim
Horista
Mestre
18 Maximiano Maicon Batista Lopes
Horista
Mestre
Tempo Integral
Especialista
Horista
Especialista
Tempo Integral
Doutor
22 Reinaldo Assad
Horista
Especialista
23 Rodrigo Baleeiro
Horista
Especialista
24 Sara Morais
Horista
Especialista
2 Adriana Oliveira Almeida
5 Aparecido Juneo dos Santos
6 Dalton Max Oliveira
10 Fidel Édson
19 Murilo Pereira Lopes
20 Rafael Moreno
21 Renato Dourado Maia
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2009
18. RESULTADOS ENADE / CPC DECOMPOSTO
ENADE 2008
Sub Area
CONTROLE E AUTOMAÇÃO
n. alunos
Participantes Participantes Média
Média
Média
Média
presentes
Ingressantes Concluintes FG_Ing FG_Conc CE_Ing CE_Conc
Enade
49
37
12
50,1486
Sub Area
Conceito_
Enade
Conceito_I
DD
Conceito
Preliminar
Curso
CONTROLE E AUTOMAÇÃO
2
2
2
Sub Area
IDD Índice Auxiliar
IDD Índice
CONTROLE E AUTOMAÇÃO
-4,57067
-4,89915
48,2917
26,4243
%
equipamentos
CPC
disponíveis são
Contínuo
suficientes
(resp. A/B)
1,46
30,2583
2,69
90,48%
1,20
Média
Geral
Conc
32,3554 34,7667
% avaliam
bem o
%
%
% Docentes
plano de Docentes Docentes
Regime
ensino
Mestres Doutores Parcial/Integral
(resp. A)
61,54%
Nota_in Nota_p Nota_m Nota_d
fra
edag
estre
outor
4,35
Média
Geral
Ing
0,00
Nota_r
egime
1,52
34,78%
0,00%
Nota
Nota
Enade Enade
Ingress Conclui
antes
ntes
2,59
1,25
30,43%
Nota
IDD
1,32
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PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO EM 2009
ENADE 2011
Área Enquadramento
CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Área Enquadramento
CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Área Enquadramento
CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Número
Número de
Concluintes Concluintes
Inscritos Participantes
32
27
Número
Ingressantes Nota Enem
Participantes Ingressantes
no Enem
39,0000
57,0963
Média
FG
Conc
Média
CE
Conc
Nota
Conceito
Número
Enade
Enade Ingressantes
Concluintes Faixa
Inscritos
50,1296 29,2778 1,0292
Nota
IDD
2,0430
1,3031 0,8654
0,0968
50
Proporção
Proporção
de
Nota de
de respostas
Nota de
respostas
Número
Organização
sobre
Infraestrutura
sobre
docentes
Pedagógica
infraestrutura
plano
ensino
3,65385
Proporção
Proporção
Proporção
Nota
Nota
Docentes
Docentes
Docentes
Mestrado
Doutorado
Parc
Mestres
Doutores
Integral
0,6452
2
0,5144
0,5806
0,7407
Nota
Regime
2,5220
2,4074
CPC
Contínuo
1,5360
31
CPC
Faixa
2
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PPC ECEA 2013