SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
EDITAL ESPECÍFICO Nº 61/14, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2014.
O DIRETOR-GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS (CEFET-MG), nos
termos do Edital de Normas Gerais nº 40/14, torna público o Edital Específico para o Concurso Público de Provas e Títulos
destinado ao provimento, em caráter efetivo, de cargos de Professor do Magistério Federal da Carreira do Ensino Básico, Técnico
e Tecnológico, de que trata a Lei n.º 12.772/2012, de 28 de novembro de 2012, classe D 1, nível 01, em Regime de Dedicação
Exclusiva (DE), para atender ao CEFET-MG, nas áreas do conhecimento especificadas no Quadro 1 do presente Edital
Específico.
1. Das Disposições Preliminares
1.1. O presente Edital Específico é parte integrante do Edital de Normas Gerais n.º 40/14, de 14/02/2014, que estabelece as
normas gerais aplicáveis, bem como os procedimentos e o período de inscrição, a remuneração detalhada e o ingresso na carreira.
1.2. O Concurso Público destina-se ao preenchimento de vagas para o cargo de Professor da Carreira de Magistério do Ensino
Básico, Técnico e Tecnológico, para a Unidade Leopoldina, conforme distribuição de vagas constante do Quadro 1 deste Edital
Específico.
1.3. O ingresso na carreira do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico ocorrerá no nível I, classe D1, em regime de
trabalho de 40 horas com dedicação exclusiva (DE).
2. Das Inscrições
2.1. As inscrições estarão abertas a partir das 9 horas do dia 19/02/2014 até as 23 horas e 59 minutos do dia 20/03/2014 (horário de
Brasília) e as informações relacionadas a valor e procedimentos estão descritas no Edital de Normas Gerais nº 40/14, de
14/02/2014.
2.2. A inscrição do candidato implicará o conhecimento e aceitação tácita das condições estabelecidas tanto no presente Edital
Específico, quanto no Edital de Normas Gerais nº 40/14, expedientes dos quais não poderá alegar desconhecimento.
3. Das Provas e dos Critérios de Avaliação
3.1 As informações relativas às provas e aos critérios de avaliação constam do Quadro 2 deste Edital Específico.
4. Das disposições Gerais
4.1. Incorporar-se-ão a este Edital Específico, para todos os efeitos legais, quaisquer editais complementares deste concurso que
vierem a ser publicados pelo CEFET-MG, bem como as disposições e instruções contidas no endereço
www.concursopublico.cefetmg.br e demais expedientes pertinentes.
4.2. O prazo de validade do concurso será de 1 (um) ano, contado da data da publicação da homologação do resultado final do
Edital Específico no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do CEFET-MG.
4.3. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar as publicações no Diário Oficial da União de todos os atos, editais e
comunicados referentes a este concurso público, e também as publicações no sítio www.concursopublico.cefetmg.br.
4.4. Os casos omissos serão resolvidos pelo Diretor-Geral.
Quadro 1 - Vagas por Área do Concurso
Unidade / Departamento
Nº de
Vagas
Área do Concurso
Classe de
Ingresso Regime
D1 – 40 horas
com DE
Escolaridade exigida para o cargo
Leopoldina
2
Eletricidade e Eletrônica
Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica ou
Engenharia de Controle e Automação
Leopoldina
1
Ciências Biológicas
D1 – 40 horas
com DE
Licenciatura Plena em Ciências Biológicas
Leopoldina
1
Redes de Computadores e Sistemas
Distribuídos
D1 – 40 horas
com DE
Bacharelado ou Licenciatura em: Engenharia da
Computação, Ciência da Computação, Informática,
Engenharia de Controle e Automação, Engenharia
Elétrica, Sistemas de Informação ou
Redes de Computadores
Leopoldina
1
Sistemas Operacionais, Sistemas
de Tempo Real, Arquitetura e
organização de Sistemas
Computacionais
D1 – 40 horas
com DE
Leopoldina
1
Processos de Fabricação Mecânica
D1 – 40 horas
com DE
Leopoldina
2
Termodinâmica, Engenharia
Térmica e de Fluidos
D1 – 40 horas
com DE
Bacharelado ou Licenciatura em: Engenharia da
Computação, Ciência da Computação, Informática,
Engenharia de Controle e Automação, Engenharia
Elétrica, Sistemas de Informação, Matemática ou
Ciência da Informação
Bacharelado em Engenharia Mecânica, Engenharia
Metalúrgica ou Engenharia de Produção
Bacharelado em Engenharia Mecânica,
Engenharia Metalúrgica ou Engenharia de
Produção
Quadro 2 - Das Provas e dos Critérios de Avaliação
Área do concurso
Tipos de prova
Termodinâmica, Engenharia Térmica e de Fluidos
Critérios de avaliação das provas
I. conteúdo e fundamentação teórica: 80 (oitenta) pontos;
Prova Escrita
II. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 5 (cinco) pontos;
1ª Etapa
III. capacidade de síntese e coerência da argumentação: máximo de 15 (quinze) pontos.
I. plano de aula: 10 (dez) pontos;
II. sequência, concatenação de ideias e desenvolvimento do tema: 20 (vinte) pontos;
III. domínio de conteúdo: 40 (quarenta) pontos;
Prova Didática
IV. uso de linguagem técnico-científica adequada ao tema: 5 (cinco) pontos;
2ª Etapa
V. uso de recursos didático-pedagógicos e criatividade: 10 (dez) pontos;
VI. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
VII. adequação da exposição ao tempo previsto: 5 (cinco) pontos.
Prova de Títulos
De acordo com o Edital de Normas Gerais nº 40/2014.
3ª Etapa
Durante a realização da Prova Escrita, o candidato poderá portar: calculadora científica não programável, lápis, caneta azul ou preta e com corpo
transparente, régua transparente e borracha
Conteúdo programático
Termodinâmica: Conceitos Básicos (sistema e volume de controle; propriedades de um sistema; continuum; estado de equilíbrio; processos e ciclos; temperatura e
Lei Zero da Termodinâmica; manometria); Substâncias puras (conceito; propriedades; mudança de fase; Diagramas P-v e T-v); Equação de estado; Gás perfeito;
Primeira Lei da Termodinâmica para sistema e para volume de controle; Segunda Lei da Termodinâmica para sistema e para volume de controle; Ciclos de
potência; Ciclos de refrigeração e bomba de calor (ciclos de compressão de vapor, fluidos refrigerantes, ciclos de refrigeração a gás; ciclos de absorção; bombas de
calor), Ciclo Carnot, Ciclo Diesel, Ciclo Otto; Reações químicas e combustão; Combustão nos motores de ignição por centelha. Combustão nos motores Diesel.
Motores de dois e quatro tempos; Psicometria; Transferência de Calor: Conceitos Básicos; Equação de condução de calor; Condução unidimensional; Aletas;
Condução bidimensional; Condução transiente; Convecção forçada interna; Convecção forçada externa; Convecção natural; Ebulição e condensação; Trocador de
calor; Princípios de radiação; Transferência de calor por radiação; Transferência de massa; Mecânica dos Fluidos: Conceitos Básicos, Distribuição de pressão em
um fluido; Cinemática e dinâmica dos fluidos; Teorema de transporte de Reynolds; Camada limite interna e externa; Escoamento externo e interno.
Turbomáquinas.
Referências
BORGNAKKE, C., Sonntag, R.E., Fundamentos da Termodinâmica. Tradução da7ª edição americana, Edgard Blücher, 2009.
ÇENGEL, Y.A., Boles, M.A., Termodinâmica. 7ª ed., McGraw-Hill, 2013.
ÇENGEL, Y. A., Tranferência de Calor e Massa, Uma abordagem prática 3° Ed. McGraw Hill, 2009.
FOX, R.W., Pritchard, P.J., McDonald, A.T., Introdução à Mecânica dos Fluídos. 7ª Ed., LTC, 2010.
lncropera, F.P., DeWitt, D.P., Bergman, T.L., Lavine, A.S., Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. 6ª Edição, LTC, 2008.
MORAN, M.J., Shapiro, H.N. Princípios de Termodinâmica para Engenharia. 6ª ed., LTC, 2009.
MUNSON, B.R., Young, D.F., Okiishi, T.H., Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. Tradução da 4ª edição americana, Edgard Blücher, 2004.
TAYLOR, C. F., Análise dos motores de combustão interna. Volume 1, 1° Ed. Editora Edgard Blücker Ltda 1988.
WHITE, F.M., Mecânica dos Fluídos. 4ª Ed., McGraw-Hill, 2002.
Área do concurso
Tipos de prova
Processos de Fabricação Mecânica
Critérios de avaliação das provas
I.
conteúdo e fundamentação teórica: 80 (oitenta) pontos;
Prova Escrita
II.
uso correto da norma culta da língua: 5 (cinco) pontos;
1ª Etapa
III. capacidade de síntese e coerência da argumentação: 15 (quinze) pontos.
I.
plano de aula: 10 (dez) pontos;
II. sequência, concatenação de ideias e desenvolvimento do tema: 20 (vinte) pontos;
III. domínio de conteúdo: 40 (quarenta) pontos;
Prova Didática
IV. uso de linguagem técnico-científica adequada ao tema: 5 (cinco) pontos;
2ª Etapa
V. uso de recursos didático-pedagógicos e criatividade: 10 (dez) pontos;
VI. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
VII. adequação da exposição ao tempo previsto: 5 (cinco) pontos.
Prova de Títulos
De acordo com o Edital de Normas Gerais nº 40/2014.
3ª Etapa
Durante a realização da Prova Escrita, o candidato poderá portar: calculadora científica não programável, lápis, caneta azul ou preta e com corpo
transparente, régua transparente, compasso e borracha
Conteúdo programático
Conformação mecânica de metais: caldeiraria – fundamentos teóricos da deformação plástica; desenvolvimento de corpos simples (peças cilíndricas; peças
cônicas; peças dobradas); desenvolvimento de derivações (curvas tubulares; desvio de dutos; bifurcações); equipamentos de caldeiraria; materiais usualmente
trabalhados na caldeiraria (aço carbono, aço inoxidável, alumínio). Soldagem: terminologia da soldagem; conceitos fundamentais; processos de soldagem: oxicombustível, por resistência elétrica, eletrodo revestido, arco submerso, TIG, MIG/MAG, plasma (descrição do processo e equipamentos empregados); metalurgia
da soldagem. Fundição: processo: características, classificação e descrição detalhada dos processos de fundição; fundição em areia – etapas do processo;
comparação com os demais processos de fabricação; equipamentos de fundição, preparação de cargas e elaboração de ligas nos fornos; controle das operações de
fusão, vazamento, desmoldagem e separação de canais. Solidifição de metais: relação entre propriedades – estruturas – solidificação; solidificação de metais,
nucleação e crescimento; super-resfriamento e crescimento dendrítico; macroestruturas de solidificação; defeitos de solidificação. Projeto de peças fundidas: regras
e dados de projeto; desenho de peças fundidas; normas de materiais fundidos; qualidade da peça fundida. Fabricação de peças fundidas: projeto de modelos;
confecção de moldes e machos em areia; fusão e vazamento do metal nos moldes; defeitos em peças fundidas.
Referências
ARAÚJO, E. C. Curso técnico de caldeiraria. 2. ed. São Paulo: Hemus, 2002. 156p.
BALDAM, R. L. Fundição - processos e tecnologias correlatas. São Paulo: Erica, 2013. 380p.
CAMPOS FILHO, M. P. Solidificação e fundição de metais e suas ligas. São Paulo: LTC, 1978. 246p.
FERREIRA, J. M. C. Tecnologia da fundição. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010. 544p.
GUESSER, W. L. Propriedades mecânicas dos ferros fundidos. São Paulo: Blücher, 2009. 344p..
MARQUES, P.V. Soldagem : fundamentos e tecnologia. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 362p
RODRIGUES, J. Tecnologia mecânica: tecnologia da deformação plástica. 2. ed. Lisboa: Escolar, 2010. v.1. 695p.
RODRIGUES, J. Tecnologia Mecânica: tecnologia da deformação plástica. 2. ed. Lisboa: Escolar editora, 2010. v. 2. 743p.
WAINER, E. Soldagem : processos e metalurgia. São Paulo: Edgard Blucher, 1992. 494p.
Área do concurso
Tipos de prova
Eletricidade e Eletrônica
Área do concurso
Tipos de prova
Ciências Biológicas
Critérios de avaliação das provas
I. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
II. coesão, qualidade e coerência da argumentação: 10 (vinte) pontos;
Prova Escrita
1ª Etapa
III. conteúdo e fundamentação teórica: 70 (sessenta) pontos;
IV. capacidade de síntese e objetividade: 10 (dez) pontos.
I.
plano de aula: 10 (dez) pontos;
II. sequência, concatenação de ideias e desenvolvimento do tema: 20 (vinte) pontos;
III. domínio de conteúdo: 40 (quarenta) pontos;
Prova Didática
IV. uso de linguagem técnico-científica adequada ao tema: 5 (cinco) pontos;
2ª Etapa
V. uso de recursos didático-pedagógicos e criatividade: 10 (dez) pontos;
VI. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
VII. adequação da exposição ao tempo previsto: 5 (cinco) pontos.
Prova de Títulos
De acordo com o Edital de Normas Gerais nº 40/2014.
3ª Etapa
Durante a realização da Prova Escrita, o candidato poderá portar: calculadora científica não programável, lápis, caneta azul ou preta e com corpo
transparente, régua transparente e borracha
Conteúdo programático
Circuitos Elétricos, Instalações Elétricas, Máquinas Elétricas, Eletrônica analógica e digital, Eletrônica de potência.
Referências
AHMED, A. Eletrônica de Potência. São Paulo: Prentice-Hall, 2000
BOYLESTAD, R.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 8ª ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 2004.
CHAPMAN, S. J.. Electric Machinery Fundamentals. 4ª ed. New York, Ed. McGraw-Hill, , 2005.
CLOSE, C.M.. Circuitos Lineares. Rio de Janeiro, LTC, 1975.
COTRIM, A.A.M.B., Instalações Elétricas. 5ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
CREDER, H. Instalações elétricas. 15ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY Jr.,C.; UMANS, S. D. Máquinas elétricas: com introdução à eletrônica de potência. Tradução: Anatólio Laschuk. 6ª ed. Porto
Alegre: Bookman, 2006
JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos. 4ª ed. Rio de Janeiro, LTC, 2000.
MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 7ª ed, Rio de Janeiro: LTC, 2007.
MOHAN, N.; UNDERLAND, T. M.; ROBBINS, W. P. Power Electronics: Converters, Applications and Design. 2ª ed. New York, John Wiley & Sons, 1994
RASHID, M. H. Eletrônica de potência: circuitos, dispositivos e aplicações. São Paulo: Makron Books. 1999.
SEDRA, A. S.; SMITH, K. C. Microeletrônica. 5ª ed. São Paulo, Makron Books Ltda, 2007.
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011.
Critérios de avaliação das provas
A avaliação da Prova Escrita deverá ser feita com base nos seguintes critérios e respectiva valoração em pontos:
I. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: máximo de 10 (dez) pontos;
Prova Escrita
II. coesão, qualidade e coerência da argumentação: 20 (vinte) pontos;
1ª Etapa
III. conteúdo e fundamentação teórica: 60 (sessenta) pontos;
IV. capacidade de síntese e objetividade: 10 (dez) pontos.
I.
plano de aula: 10 (dez) pontos;
II. sequência, concatenação de ideias e desenvolvimento do tema: 20 (vinte) pontos;
III. domínio de conteúdo: 40 (quarenta) pontos;
Prova Didática
IV. uso de linguagem técnico-científica adequada ao tema: 5 (cinco) pontos;
2ª Etapa
V. uso de recursos didático-pedagógicos e criatividade: 10 (dez) pontos;
VI. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
VII. adequação da exposição ao tempo previsto: 5 (cinco) pontos.
Prova de Títulos
De acordo com o Edital de Normas Gerais nº 40/2014.
3ª Etapa
Durante a realização da Prova Escrita, o candidato poderá portar: lápis, caneta azul ou preta e com corpo transparente e borracha
Conteúdo programático
Diversidade e classificação dos seres vivos; Biologia celular; Histologia humana; Anatomia e Fisiologia comparadas (reprodução, trocas gasosas e respiração,
circulação e defesa, nutrição, digestão e bioquímica, excreção, controle nervoso e endócrino, locomoção); Principais doenças e distúrbios relacionados aos vários
sistemas do corpo humano; Genética; Biotecnologia; Bioética; Evolução; Origem da vida; Botânica; Ecologia; Saúde; História da ciência.
Referências
BEGON, M.M.;TOWNSEND,C.R.;HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. Oxford: Blackwell, 2006.
DE ROBERTIS JR.; E. PONZIO, Biologia Celular e Molecular. 14 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2003.
413 p.
GRIFFITHS, A.J.F.; LEWONTIN, R.C.; , S.B.; WESSLER , S.R. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2009. 740 p.
HEISER, JOHN B.; JANIS, C. M.; POUGH, H. A Vida dos vertebrados – 4. ed. São Paulo: Editora: Atheneu. 2008. 750 p.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica – 11. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2008. 542 p.
PURVES, W.K.; SADAVA, D.; ORIANS, G.H.; HELLER, H.C. Vida: a ciência da biologia. 6. ed. Porto Alegre: Editora Artmed. 2002.
RAVEN, P.H., EVERT, R.F. & EICHHORN, S.E. Biologia Vegetal, 7. ed. Coord. Trad. J.E.Kraus. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2007.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Editora: Guanabara Koogan – 6. ed. 2010. 570 p.
RUPPERT, E.E.; BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. 6. ed. São Paulo: Editora Roca. 1996. 1028 p.
SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal. 5. ed. Editora Santos. 2002. 616 p.
Área do concurso
Tipos de prova
Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos
Critérios de avaliação das provas
I. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
II. coesão, qualidade e coerência da argumentação: 20 (vinte) pontos;
Prova Escrita
1ª Etapa
III. conteúdo e fundamentação teórica: 60 (sessenta) pontos;
IV. capacidade de síntese e objetividade: 10 (dez) pontos.
I.
plano de aula: 10 (dez) pontos;
II. sequência, concatenação de ideias e desenvolvimento do tema: 20 (vinte) pontos;
III. domínio de conteúdo: 40 (quarenta) pontos;
Prova Didática
IV. uso de linguagem técnico-científica adequada ao tema: 5 (cinco) pontos;
2ª Etapa
V. uso de recursos didático-pedagógicos e criatividade: 10 (dez) pontos;
VI. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
VII. adequação da exposição ao tempo previsto: 5 (cinco) pontos.
Prova de Títulos
De acordo com o Edital de Normas Gerais nº 40/2014.
3ª Etapa
Durante a realização da Prova Escrita, o candidato poderá portar: caneta esferográfica azul ou preta e com corpo transparente
Conteúdo programático
Tecnologia, infraestrutura e organização das redes LAN, MAN e WAN. Tecnologia de cabeamento estruturado, organização e exigências de aplicação para um
cabeamento de rede genérico: conceito e prática. Transmissão e controle de sinalização. Arquitetura das redes de comunicação. Organização, funcionamento e
aplicação do Modelo de referência ISO/OSI. Tecnologias de interligação de redes. Pilha de protocolos e serviços TCP/IP. Equipamentos (elementos ativos) de
rede. Técnicas de modulação, multiplexação e comutação. Tecnologia de roteamento de pacote. Gerência e auditoria de redes. Detecção e correção de problemas
de nível físico e lógico. Segurança de redes. Projeto físico e lógico. Fundamentos de Administração de Redes e Segurança de Redes de Computadores. Redes sem
Fio. Instalação e configuração de servidores. Fundamentos de Redes Industriais. Integração e comunicação; engenharia de Protocolo: uso de linguagem de
especificação (Ex.: Estelle) e de ferramentas para concepção de Sistemas Distribuídos e protocolos. Linguagem de Programação para aplicações distribuídas –
Base de Dados Distribuídos – SDCD. Tolerância à faltas: noções gerais. Conceituação e caracterização de sistemas distribuídos. Modelos de sistemas distribuídos.
Computação distribuída e paralela. Comunicação entre processos. Invocação remota. Sincronização em sistemas distribuídos. Relógios físicos e lógicos. Serviço
de nomes e de diretório. Sistemas de arquivos distribuídos. Tolerância a falhas em ambiente distribuído. Aspectos de segurança. Transações distribuídas e controle
de concorrência.
Referências
KUROSE, James F. e ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet: Uma Abordagem TOP-DOWN. Pearson Addison Wesley, São Paulo, 5. edition, 2010.
TANENBAUM, Andrew. S. Redes de computadores. 5. ed. Pearson, 2011.
MORIMOTO, Carlos E. Redes, Guia Prático. Porto Alegre: Sul Editores, 2013
MARIN, Paulo. Cabeamento estruturado. 2. ed. São Paulo: Editora Érica, 2009.
FERREIRA, Fernando Nicolau Freitas, et al. Política de Segurança da Informação: Guia Prático para Elaboração e Implementação. Editora Ciência Moderna, 2006.
MURILO, Nelson. Segurança em Redes Sem Fio. Ed.Novatec. 2ª Ed. 2008.
PAQUET, Diane et al. Construindo redes cisco escaláveis. Ed. Pearson Education, 2003.
PETERSON, L. L. e DAVIE, B. S. Redes de Computadores (Uma abordagem de sistemas) - 3ª Ed., Editora Campus (Elsevier), 2004.
SOARES, Luiz Fernando Gomes; LEMOS, Guido; COLCHER, Sérgio. Redes de computadores: das LANs, MANs e WANs às redes ATM. 2. ed. Rio de Janeiro:
Ed. Campus, 2001.
STALLINGS, W. Criptografia e segurança em redes:princípios e práticas. 4.ed. Prentice Hall, 2007.
TORRES, G. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Ed. NovaTerra, 2009.
VASCONCELOS, L., VASCONCELOS, M. Manual Prático de Redes. 5a. ed. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação, 2006.
PETERSON, L. L. e DAVIE, B. S. Redes de Computadores (Uma abordagem de sistemas) - 5ª Ed., Editora Campus (Elsevier), 2013.
ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga e ALEXANDRIA, Auzuir Ripardo. Redes Industriais, Aplicações em Sistemas Digitais de Controle Distribuído. Editora
Ensino Profissional, 2009.
LUGLI, Alexandre Baratella. Redes industriais para automação industrial: AS-I, PROFIBUS e PROFINET. São Paulo: Érica, 2011.
COULOURIS, G. DOLLIMORE, J., KINDBERG, T. Sistemas Distribuídos: conceitos e projetos . 5a. ed., Bookman, 2013.
BEN-ARI, M., Principles of Concurrent and Distributed Programming. Addison-Wesley, 2a. ed., 2006.
Área do concurso
Tipos de prova
Sistemas Operacionais, Sistemas de Tempo Real, Arquitetura e Organização de Sistemas Computacionais
Critérios de avaliação das provas
I. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
II. coesão, qualidade e coerência da argumentação: 20 (vinte) pontos;
Prova Escrita
1ª Etapa
III. Conteúdo e fundamentação teórica: 60 (sessenta) pontos;
IV. Capacidade de síntese e objetividade: 10 (dez) pontos.
I.
plano de aula: 10 (dez) pontos;
II. sequência, concatenação de ideias e desenvolvimento do tema: 20 (vinte) pontos;
III. domínio de conteúdo: 40 (quarenta) pontos;
Prova Didática
IV. uso de linguagem técnico-científica adequada ao tema: 5 (cinco) pontos;
2ª Etapa
V. uso de recursos didático-pedagógicos e criatividade: 10 (dez) pontos;
VI. uso correto da norma culta da língua utilizada na prova: 10 (dez) pontos;
adequação da exposição ao tempo previsto: 5 (cinco) pontos.
Prova de Títulos
De acordo com o Edital de Normas Gerais nº 40/2014.
3ª Etapa
Durante a realização da Prova Escrita, o candidato poderá portar: caneta esferográfica azul ou preta e com corpo transparente
Conteúdo programático
Sistemas Operacionais: conceitos e terminologia. Componentes de um SO. Escalabilidade / Portabilidade. Caracterização do SO. Tipos de SO. Recursos
Operacionais. Controladores e gerenciamento de E/S. Sistema de Arquivos. Gerência de Memória. Escalonamento de processos. Processos, Processos Leves e
Gerência de Processos. Estudo de caso de sistemas operacionais modernos. Sistemas de tempo real: arquiteturas de software para sistemas de tempo real.
Especificações de requisitos e de projeto de tempo real. Sistemas de máquinas de estados. Predição de tempo de execução do pior caso (WCET). Escalonamento
de tarefas em sistemas em tempo real. Sincronização de processos concorrentes. Acesso a periféricos. Linguagens de programação que atendem às especificidades
de tempo-real. Lógica temporal linear e de árvore de computação. Grafos de fluxo de controle. Semântica de programas. Exemplo de aplicações. Arquitetura e
organização de sistemas computacionais. Medidas de desempenho e fundamentos de projeto quantitativo. Aritmética computacional. Representação de ponto
flutuante. Projeto de um processador. Conjunto de instruções. Formatos de instruções e endereçamento. Linguagem Assembly. Pipeline. Paralelismos: no nível de
instrução (ILP), Thread (TLP) e dados. Projeto de hierarquia de memória: memória primária, secundária, cache e memória virtual. Tecnologia de memória.
Dispositivos de E/S; interfaceamento e barramentos. Multiprocessadores. Linguagem de descrição de hardware e sistemas embarcados.
Referências
BAIER, C. and Katoen, J.-P. Principles of Model Checking. The MIT Press, 2008.
BERARD, B.; BIDOIT, M.; FINKEL, A. and F. Laroussinie Systems and Software Verification: Model-Checking Techniques and Tools . Springer, 2001.
BURNS, Alan e WELLINGS, Andrew J., Real-Time Systems And Programming Languages, Addison Wesley, 2009
COOLING, J.E., Software Engineering For Real-Time Systems , Addison Wesley, 2002
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R.; Sistemas operacionais. Pearson, 3ed., 2005.
FRANCIS B. Machado e Luiz Paulo Maia. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 5 ed. Editora LTC, 2013.
HENNESSY, JOHN L.; PATTERSON, DAVID, Arquitetura de Computadores: uma abordagem quantitativa. Editora Campus, 3a Edição, 2008.
HENNESSY, JOHN L.; PATTERSON, DAVID, Organização e projeto de computadores. Editora Campus,3a Edição, 2005.
KOPETZ, Hermann, Real-Time Systems : Design Principles for Distributed Embedded Applications, Kluwer Academic, 1997
MACHADO, Francis Berenge; MAIA, Luiz Paulo, Arquitetura de Sistemas Operacionais, LTC, 4.ed.,2007.
MAZIERO, Carlos. Sistemas Operacionais: Conceitos e Mecanismos. Disponível em: http://dainf.ct.utfpr.edu.br/~maziero/lib/exe/fetch.php/so:so-livro.pdf. Acesso
em: Jan: 2014.
NULL, Linda e LOBUR, Julia. Princípios básicos de arquitetura e organização de computadores. Editora Bookman, 2a edição, 2010.
PARHAMI, BEHROOZ. Arquitetura de computadores: de microcomputadores a supercomputadores. Editora McGraw-Hill, 2008, 1a Edição, 2008.
SHAW, Alan C., Sistemas e Software De Tempo Real, Bookman Companhia Ed, 2003
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Prof. Márcio Silva Basílio
Diretor Geral do CEFET-MG
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Anexo XXI– Edital de Concurso EBTT – Unidade Leopoldina