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Curso de Bacharelado em Dança
SETORIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS DO BACHARELADO EM DANÇA
Entendemos que a setorização se dá pelo agrupamento de disciplinas que estejam
dialogando de uma certa forma em seus conteúdos identificando assim áreas de interesse que
nos aponte um processo de investigação, levando a uma proposta de futuras linhas de
pesquisa. Bem como possibilitar uma organização que facilite todas as necessidades da
formação de um bailarino interprete e coreógrafo em sua complexidade. Isto nos faz pensar
que a setorização não é simplesmente uma categorização de disciplinas, mas é preciso pensar
em estratégias de ensino e pesquisa que se interliguem de uma maneira mais coesa para a
formação profissional do aluno. Para cada um apontamos alguns eixos temáticos.
Num primeiro estudo identificamos como proposta inicial cinco grupos de setorização.
São eles:
I)
Estudos interdisciplinares de linguagens artísticas;
II)
Técnica e corporeidade;
III)
Interpretação e composição coreográfica;
IV)
Procedimentos metodológicos;
V)
Dança, criação e imagem;
VI)
Folclore.
Estudos interdisciplinares de linguagens artísticas.
Como eixo temático, pensamos nos estudos das representações das linguagens e os
princípios históricos e estéticos das artes possibilitando uma formação básica artística,
vinculada à cultura e à história, estreitando a relação entre linguagem, cultura e arte.
Metodologia: aulas expositivas e teóricas; seminários teóricos-práticos; dinâmicas de grupo,
apreciação de vídeo, visitas (aulas em ambientes fora da UFRJ)
Avaliação: seminários teóricos e práticos (coletivos), freqüência e participação (individuais)
Técnica e Corporeidade
Estudo e experimentação dos princípios do movimento, possibilitando um corpo
consciente de suas ações, capaz de refletir os fundamentos que regem o corpo e suas relações
no tempo, no espaço e nas dinâmicas.
Metodologia: aula diretiva, descoberta orientada, improvisação.
Avaliação: de execução de seqüências de movimentos, de improvisação a partir de um
conteúdo, de elaboração e análise de movimentos, de elaboração de esquete coreográfico, de
leitura e análise de textos, de participação e freqüência nas aulas.
Interpretação e Coreografia
Eixo facilitador do processo de criação, interpretação, expressão corporal e
desenvolvimento da capacidade de análise crítica das produções coreográficas resultantes.
Metodologia: aulas práticas com exposição do conteúdo em que os alunos aprendem os
exercícios sob orientação do professor.
Exercícios de improvisação em que os alunos experimentam os objetivos acima descritos.
Avaliação: os critérios de avaliação serão atribuídos levando-se em conta :
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a) Freqüência e participação nas aulas.
b) Relatório mensal das reflexões sobre a prática em aula.
c) Exercício cênico no qual serão avaliados a absorção e o entendimento das ferramentas
estudadas durante a disciplina.
Procedimentos Metodológicos em Dança
Estudo e experimentação das estratégias de ensino e pesquisa em dança, para a
elaboração e execução de projetos e produções artísticas e científicas junto a diferentes
realidades sociais dos grupos de trabalho.
Metodologia: aulas expositivas, teóricas e práticas, organização dos processos didáticopedagógicos para estudo de movimento, análise e estudo de processo didático-pedagógico para
aula de dança e estudo de movimento, sistematização de projetos para produção científica,
sistematização de projeto e atividade científica e artística para a produção acadêmica em artes.
Avaliação: relatórios, seminários, produção artística e científica, exeqüibilidade de projetos
elaborados durante o curso
Dança, criação e imagem
Estudo e experimentação das relações entre a linguagem da dança e a linguagem do
vídeo e do cinema gerando uma produção do conhecimento transdisciplinar e um espaço de
pesquisa do corpo coreográfico sob o ponto de vista da imagem em movimento e da imagemmovimento.
Metodologia e Avaliação: ver nos programas
Folclore brasileiro
Estudo e experimentação da cultura um filme, entre aqueles vistos durante o curso e
analisá-lo do ponto de vista da representação cinematográfica do corpo coreográfico.corporal
nas danças folclóricas brasileiras, possibilitando uma análise, reflexão e recriação do
movimento, partindo de um conceito do corpo na contemporaneidade em permanente
construção.
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PROGRAMAS
1 - ESTUDOS INTERDISCIPLINARES DE LINGUAGENS ARTÍSTICAS.
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DISCIPLINA: Música e Movimento
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 60
CÓDIGO: EFA480
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Análise e experimentação corporal dos parâmetros da música e seus elementos
estruturais básicos. Musicalização básica para dançarinos com ênfase na leitura rítmica
e sua expressão pela corporeidade.
OBJETIVOS:
Vivenciar os elementos da música pela corporeidade.
Relacionar os parâmetros do som e os elementos da música com os elementos e
parâmetros da dança.
Relacionar as estruturas rítmicas e formais da música à criação coreográfica
UNIDADES:
Unidade I: os parâmetros da música: som, ruído, timbre, alturas, dinâmicas, intensidade
e ritmo.
Unidade II: o tempo na música: multiplicações da unidade de tempo.
Unidade III: o tempo na música: divisões da unidade de tempo.
Unidade IV: combinações utilizando-se o gesto e o movimento nas estruturas rítmicas
estudadas nas duas unidades anteriores.
BIBLIOGRAFIAS
BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores,
1986.
COPLAND, Aaron. Como Ouvir e Entender a Música. Rio de Janeiro: Editora
Artenova, 1974.
FONSECA, Afonso. Grupo – Fugacidade, Ritmo e Forma.
GIFFONI, Maria Amália. Danças de Corte.
SCHAFFER, Murray, O Ouvido Pensante. São Paulo: Unesp, 1991.
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DISCIPLINA: Musica e Dança
CÓDIGO: EFA107
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 Nº DE CRÉDITOS: 2
EMENTA:
Conceituação das Formas básicas e Gêneros musicais e sua correlação com a prática
coreográfica.
OBJETIVOS:
Identificar as principais Formas e Gêneros musicais.
Relacionar a estrutura formal aos principais pontos de execução na aplicação de
movimentos, nas partes do corpo e nas famílias da dança.
Relacionar as estruturas formais da música à criação coreográfica.
UNIDADES:
Unidade I: elementos estruturais da música.
Unidade II: elementos básicos da música e características de época.
Unidade III: formas básicas.
Unidade IV: correlações entre a organização musical e a coreografia.
OBS: em todas as unidades será desenvolvida a sensibilização e a percepção das
formas musicais (apreciação musical).
BIBLIOGRAFIAS:
BENNETT, Roy. Forma e Estrutura na Música, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editores,
1986.
BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente
COPLAND, Aaron. Como Ouvir e Entender a Música, Rio de Janeiro, Editora
Artenova, 1974.
SCHAFFER, Murray, O Ouvido Pensante, São Paulo, Unesp, 1991.
MIRIAM, G. Mendes. A Dança
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Filosofia, estética e dança I
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30
CÓDIGO: EFA 106
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Princípios, conceitos e noções acerca das reflexões estéticas em diferentes abordagens
filosóficas. Conceito de homem, corpo, movimento, espaço, tempo, relacionamento
com a dança a partir das diferentes correntes filosóficas.
OBJETIVOS:
Levar o aluno a uma análise crítica da dança tomando a atitude filosófica como
instrumento de análise. Conhecer as principais escolas filosóficas e suas concepções
estéticas e éticas. Dominar conceitos de filosofia.
UNIDADES:
Unidade I: A função da filosofia. A filosofia e o conhecimento. O surgimento da
filosofia. O conceito de estética e ética.
Unidade II: A filosofia Pré-socrática. a filosofia Clássica. A filosofia Medieval.
Unidade III: A filosofia na Era Moderna. O Romantismo e novas concepções de
homem e mundo.
Unidade IV: A filosofia contemporânea.
BIBLIOGRAFIAS:
ARANHA,H.l. Filosofando. São Paulo: Moderna,1991
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática,1994.
DELEUZE, Gilles & Gattarri, Felix.O que é filosofia? Rio de Janeiro, Editora 34,1999.
MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar,1997.
MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia:lições preliminares.São Paulo:
Mestre Jou.
TRIGUEIRO, Durmeval (org). Filosofia da Educação Brasileira. Rio de
Janeiro:Civilização Brasileira,1983.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Filosofia, estética e dança II
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30
CÓDIGO: EFA 108
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Estudo de problemas fundamentais da reflexão estética e suas ligações com a práxis
artística hoje. Interfaces entre ciência/ filosofia/arte/ética, entendendo estes temas em
sua complexidade e como provocadores de questionamentos na formação do
profissional da dança na atualidade. Novas perspectivas para a interpretação e para a
criação de diferentes linguagens em dança dentro de uma visão transformadora.
OBJETIVOS:
Construir o conceito de estética em escolas de pensamento em filosofia.
Problematizar a arte da dança e o corpo a partir de conceitos estéticos.Permitir os
conceitos filosóficos como elementos de criação artística.
UNIDADES:
Unidade I: O conceito de Estética em filosofia. Principais escolas estéticas em filosofia.
Unidade II: A estética como elemento de análise da ciência. relações enttre ética e
estética.
Unidade III: A análise em obras de arte e na dança.
BIBLIOGRAFIAS:
ARGAN, Gulio C. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras,1988.
BACHELARD, Gaston. A terra e os devaneios da vontade. São Paulo, Martins
Fontes,2001.
______________________. A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes,1999.
DELEUZE, Gilles & Gattari, Félix. Caosmose -um novo paradigma estético.Rio de
Janeiro: Editora 34, 1993.
______________________. O que é Filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34,1996.
EAGLETON, Terry. A ideologia da estética. Rio de Janeiro:Zahar, 1993.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: História da dança I
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30
CÓDIGO: EFA 471
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
As diferentes funções sociais e estéticas assumidas pela dança até o final do século
XIX. Estudo das relações culturais da dança através da história, identificando as
principais características de época numa análise contextual desde o período Pré
Histórico, Idade moderna e o advento das bases acadêmicas da dança. O método e
Escola de Ballet como paradigma gestador do conhecimento da dança teatral no
ocidente até final do século XIX.
OBJETIVOS:
Possibilitar o reconhecimento das principais escolas de dança teatral do ocidente.
Problematizar a dança como elemento estético da sociedade ocidental.
UNIDADES:
Unidade I: O HOMEM, A CULTURA E A DANÇA
- O surgimento da cultura
- O corpo e a cultura
- O corpo como devir
- O homem e a dança
Unidade II: A DANÇA PRIMITIVA
- A dança paleolítica
- A dança neolítica
- A dança mimética e simbólica
Unidade III: DANÇA NAS GRANDES CIVILIZAÇÕES
- Dança na Índia
- Dança no Egito
- Dança na China e no Japão
Dança grega e subjetividade platônica e aristotélica na estética do baléUnidade IV: A
DANÇA NA IDADE MÉDIA
- Dança e o cristianismo
- A corporeidade na igreja
- A negação da dança pela Igreja
Unidade V: O NASCIMENTO E O BARROCO
- A dança da corte
- O surgimento do balé na corte
- A subjetividade cartesiana e kantiana na estética do balé
- Luís XIV e o balé
Unidade VI: O BALÉ ROMÂNTICO
- A subjetividade do Romantismo na dança
- A revolução de noverre
- A decadência do balé francês
- A Escola Russa de balé: Petipá e Fonkine
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BIBLIOGRAFIAS:
BOURCIER, Paul. História da dança no ocidente. São Paulo: Martins Fontes,1998.
CAMINADA, Eliana. História da Dança- Evolução Cultural. Rio de Janeiro:
Sprint,1999.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura um conceito Antropológico. Rio de janeiro:Zahar,
1998.
MIRIAM, g. Mendes. A Dança. Rio de Janeiro:Ática,1987.
MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1980.
MONTEIRO, Mariana. Noverre: Cartas sobre a Dança. Sao Paulo: Edusp,1998.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: História da dança II
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30
CÓDIGO: EFA 125
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
As rupturas das vanguardas do início do século XX. Identificação das diferentes
linhagens da dança moderna nos Estados Unidos e Europa. A busca pela automatização
dos meios materiais de expressão na dança.A subjetividade e modernidade na dança. O
diálogo do balé e da modernidade perspectivas, impasses e tendências da dança na
atualidade. As diferentes funções sociais e estéticas assumidas pela dança na
atualidade. Estudo da dança no contexto da arte contemporânea.
OBJETIVOS:
Analisar as diversas escolas de dança moderna e seus paradigmas. Conceituar
contemporaneidade e modernidade. Analisar o papel existencial da Dança
Contemporânea.
UNIDADES:
Unidade I: OS BALÉS DE DIAGHELEV: FOKINE, NIJINSKY, MASSINE, LIFAR E
BALANCHINE
Unidade II: A DANÇA PÓS-MODERNA AMERICANA
- Isadora, Delsarte e Füller
- A Denishawn school e seus continuadores
- A dança contemporânea na América
Unidade III: A ESCOLA eXPRESSIONISTA ALEMÃ
- Laban e sua revolução
- Dalcroze, Mary Wigman e Joos
- Pina Bausch e o teatro e dança
BIBLIOGRAFIAS:
BOURCIER, Paul. História da dança no ocidente. São Paulo: Martins Fontes,1998.
CAMINADA, Eliana. História da Dança- Evolução Cultural. Rio de Janeiro:
Sprint,1999.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura um conceito Antropológico. Rio de janeiro:Zahar,
1998.
MIRIAM, g. Mendes. A Dança. Rio de Janeiro:Ática,1987.
MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1980.
MONTEIRO, Mariana. Noverre: Cartas sobre a Dança. Sao Paulo: Edusp,1998.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Arte e movimento
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30
CÓDIGO: EFA 105
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Aspectos transdisciplinares das relações entre as artes visuais com a linguagem da
dança. Panorama da história da arte através do estudo das artes visuais e sua relação
com a dança. Aplicações das artes visuais na criação da dança como linguagem.
OBJETIVOS:
Possibilitar o reconhecimento e análise dos principais movimentos artísticos da história
das artes visuais no mundo e no Brasil. Produzir relações entre artes visuais e dança.
Facilitar a criação em dança a partir de elementos das artes visuais.
UNIDADES:
Arte, conceitos e elementos de análise nas artes visuais.
O surgimento da arte . Arte Pré-histórica, Antiga e Medieval.
A arte na Era Moderna: Renascimento, Barroco, Neoclássico. Romantismo e
Modernismo.
Arte Contemporânea
Análise interdisciplinar em artes.
BIBLIOGRAFIAS:
ARGAN, Gullio C. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras,1988.
CHIPP, H.B.Teorias da Arte Moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
GOMBRICH, Ernst H. História da arte. Rio de Janeiro: LCT, 1998.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Apreciação Musical e Dança
CARGA HORÁRIA: 30
CÓDIGO: EFA206
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Estudo das formas e gêneros musicais, com ênfase na produção musical da
contemporaneidade. Conceitos e idéias advindas da estruturação musical como
elemento para a construção do discurso coreográfico e as possíveis influências
exercidas pela música nas diversos aspectos da dança contemporânea.
OBJETIVOS:
Compreensão do conceito de estilo e forma musical, sua origem e evolução e suas
influências no processo coreográfico.
Correlação da linguagem musical com a linguagem coreográfica.
Aplicação dos elementos estruturais e formais da música na elaboração de projetos
coreográficos.
UNIDADES:
Unidade I: o conceito de estilo e forma
Unidade II: os elementos do discurso musical (motivos, frases e períodos) e suas
aplicações coreográficas.
Unidade III: análise dos fatores determinantes do discurso musical e sua evolução na
História da Música.
Unidade IV: as novas concepções de construção musical na contemporaneidade e suas
aplicações coreográficas.
BIBLIOGRAFIAS:
ANDRADE, Mário de. Pequena História da Música.
ANDÉ, Roland de. Histoire Universelle de la Musique.
BARRAUD, H. Para Compreender as Músicas de Hoje. Trad: J.J. de Moraes e Maria
Lúcia Machado, São Paulo: Ed. Perspectiva, 1975.
BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores,
1986.
COPLAND, Aaron. Como Ouvir e Entender a Música. Rio de Janeiro: Editora
Artenova, 1974.
SCHAFFER, Murray, O Ouvido Pensante. São Paulo: Unesp, 1991.
SCHURMANN, E. F. A Música Como Linguagem. São Paulo: Brasiliense, 1990.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Simbologia do Movimento
CARGA HORÁRIA: 45 horas
CÓDIGO: EFA 509
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
O corpo como sistema de linguagem em suas representações e relações simbólicas
através de uma visão da Semiótica aplicada à Dança.
OBJETIVOS:
Identificar aspectos simbólicos na comunicação humana
Identificar a Dança como linguagem não verbal
Identificar no estudo da Semiologia , o corpo como signo.
Analisar a escrita dos corpos na narrativa da obra artística, através do processo
semiótico .
Elaborar propostas de criação e de interpretação na pesquisa corporal, a partir do estudo
do movimento e seus elementos simbólicos.
Elaborar composições coreográficas, baseadas na semiologia da Dança e seus
significados na temática do corpo.
Analisar o corpo e sua gestualidade como aspectos simbólicos na cultura brasileira.
UNIDADES:
Unidade I – Corpo e História
Unidade II – O simbólico na comunicação humana
Unidade III – Relações e Interpretações sobre o estudo das partes do Corpo e seus
símbolos.
Unidade IV – As diferentes linguagens : verbal e não – verbal.
Unidade V – A Dança e os sistemas semióticos
Unidade VI – O conceito de Semiologia, Signo e Símbolo.
Unidade VII - A Integração de Linguagens : Sonora, Visual e Literária .
BIBLIOGRAFIAS:
OSTROWER, Fayga. Acasos e Criação Artística. Rio de Janeiro : Campus,1995.
GUIRAUD, Pierre. A Semiologia. Lisboa: Presença, 1983.
JUNG, Carl. O Homem e seus Símbolos. Rio de Janeiro : Editora Nova Fronteira, 2000.
DUCROT, Oswald e TODOROV, Tzevan. Dicionário Enciclopédico das Ciências da
Linguagem . São Paulo : Perspectiva, 1988.
ECO, Umberto. Obra Aberta. São Paulo : Perspectiva, 2001.
BARTHES,Roland. O prazer do texto. São Paulo ; Perspectiva, 2002.
_______________. Elementos de Semiologia. São Paulo ; Cultrix, 1977.
CHEVALIER, Jean e GHEER, Alain. Dicionário dos Símbolos. Rio de Janeiro: José
Olímpio, 1999.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Literatura e Dança
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 horas
CÓDIGO: EFA 302
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Aspectos transdisciplinares das relações da linguagem literária e a dança. Estudo crítico
e histórico de estilos de época e período da literatura ocidental. Análise da imagem
literária nas Artes Cênicas.
OBJETIVOS:
Identificar a concepção de linguagem na literatura e na dança;
Identificar a questão da linguagem poética nas diferentes manifestações artísticas;
Estabelecer uma inter-relação da literatura dramatúrgica brasileira do século XX na
criação artística em Dança;
Analisar poesias, prosas, contos, romances e outros textos dramatúrgicos na criação e
composição da Dança como linguagem da Arte Contemporânea;
Identificar o processo de leitura e escrita na narrativa da obra artística.
UNIDADES:
Unidade I – Concepções de linguagem
Unidade II – Aspectos da teoria literária
Unidade III – Abordagem semiológica na literatura e na dança
Unidade IV – Os estilos de época na literatura e suas relações na história da dança
Unidade V – As influências do modernismo e as contribuições de Mario de Andrade.
BIBLIOGRAFIAS:
BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Editora Perspectiva, 2002.
ANDRADE, Mario de. Danças dramáticas. São Paulo : Martins, 1959, 3 volumes.
CANTON, Kátia. E o príncipe dançou. São Paulo ; Editora Ática, 1994.
BOURCIER, Paul. História da dança no Ocidente.São Paulo : Martins Fontes, 1998.
EAGLETON, Terry. Teoria Literária. São Paulo : Martins Fontes, 2001.
CARPEAUX, Otto Maria. História Social da Literatura e da Arte
HAUSER, Arnold. História da Literatura no ocidente
DANTAS, Mônica. O Enigma do Corpo. Porto Alegre ; Editora Universidade/ UFRGS,
1999.
CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: Beca Produções
culturais, 1999.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de integração em dança teatro A. CÓDIGO: EFA002
CARGA HORÁRIA: 30
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Integração da estética teatral com a linguagem da dança do ponto de vista das artes
cênicas. Estudo dos gêneros teatrais e suas relações com o intérprete do palco.
Identificação de parâmetros do corpo e da interpretação no teatro grego, medieval,
clássico e romântico.
OBJETIVOS:
Apresentar questões do corpo cênico no teatro.
Identificar os gêneros: dramático, lírico e épico segundo o ponto de vista do narrador.
Reconhecer no texto dramático, indicações da corporalidade e da ação de personagens.
UNIDADES:
O lugar do narrador nos gêneros épico, lírico e dramático.
O corpo em cena, o princípio da teatralidade: no rito e no palco.
Leitura e apreciação de exemplos de corporalidade e ação em textos do teatro grego,
medieval, clássico e romântico.
Exercício cênico partindo de um dos exemplos acima.
BIBLIOGRAFIAS:
ARISTÓTELES. Poética; tradução, prefácio, introdução, comentário, apêndices e
notas Eudoro de Souza. Brasília: Imprensa Nacional/ Casa da Moeda/Universidade de
Lisboa, 1986.
BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2000.
CANDIDO, Antonio (org.). A Personagem de Ficção. São Paulo: Perspectiva, 1998.
CARLSON, Marvin. Teorias do Teatro: estudo histórico-crítico dos gregos à
atualidade. São Paulo: UNESP, 1997.
COHEN, Selma Jeanne. Dance as Theatre Art source readings in dance history from
1581 to the present, NJ, Princenton, 1992. HUGO, Victor. Do Grotesco e do Sublime.
São Paulo: Perspectiva MONTEIRO, Marianna. Noverre: Cartas sobre a Dança. São
Paulo: Edusp/Fapesp, 1998.NIETZSCHE, F. A origem da Tragédia.São Paulo: Cia das
Letras, 1992.
PRADO, Décio de Almeida. História concisa do Teatro Brasileiro: 1570-1908; São
Paulo: EDUSP, 1999.
VERNANT, Jean-Pierre. Mito e pensamento entre os gregos. São Paulo: Difusão
européia do Livro/EDUSP, 1973
.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de integração em dança teatro B. CÓDIGO: EFA008
CARGA HORÁRIA: 30
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Integração da estética teatral com a linguagem da dança do ponto de vista das artes
cênicas. Estudo dos gêneros teatrais e suas relações com o intérprete do palco.
Identificação dos parâmetros do corpo cênico no teatro moderno: o advento do
encenador e as mudanças no modo de atuação.
OBJETIVOS:
Estudar a transição de uma estética de representação para uma estética da expressão.
Identificar o conceito de ação física e do sentido de composição de personagem.
Verificar elementos de composição em alguns encenadores e teóricos do teatro.
Reconhecer materiais de composição corporal em alguns textos do teatro moderno
ocidental.
UNIDADES:
Valores românticos na estética da representação: originalidade, genialidade, inspiração
e a transição para uma estética da expressividade. O advento do encenador.
O copo como gerador da expressão: o impulso interior, a respiração, o gesto, o
movimento e a ação física.
Leitura de textos teóricos e dramáticos.
Exercício cênico partindo de um exemplo citado.
BIBLIOGRAFIAS:
ASLAN, Odette. O ator no século XX. São Paulo: Perspectiva, 1994.
BERGHAUS, G. O expressionismo no teatro: interpretação, cenografia e dança. In O
Percevejo, n° 5, Revista de Teatro, Crítica e Estética. Rio de Janeiro: UNI-RIO/
Departamento de Teoria do Teatro/CLA, 1997.
BONFITTO, Matteo. O Ator Compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002.
BORNHEIM, Gerd. O sentido e a máscara. São Paulo: Perspectiva,1975.
BORNHEIM, Gerd.Brecht: A estética do Teatro. Rio de Janeiro: Graal, 1992.
FARIA, João Roberto. O Teatro Realista no Brasil:1855-1865. São Paulo:
Perspectiva/EDUSP, 1993.
GUINSBURG, J. (Org.) Semiologia do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1988.
MAGALDI, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. Rio de Janeiro: MEC
/FUNARTE/ SNT.
ROUBINE, Jean-Jaques. A Linguagem da Encenação Teatral; trad. e apresentação Yan
Michalski. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.
ROUBINE, Jean-Jaques. A Arte do Ator. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.
ROSENFELD, Anatol. Teatro Moderno. São Paulo: Perspectiva, 1997.
ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. São Paulo: Perspectiva, 1985.
RUIZ, Roberto.O Teatro de Revista no Brasil das origens à primeira guerra; Rio de
Janeiro: INAGEN; 1988.
PRADO, Décio de Almeida. João Caetano e a arte do ator. São Paulo: Ática, 1984.
VENEZIANO, Neide. O Teatro de Revista no Brasil, dramaturgia e convenções; São
Paulo: UNICAMP; 1991.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de integração em dança teatro C. CÓDIGO: EFA014
CARGA HORÁRIA: 30
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Integração da estética teatral com a linguagem da dança do ponto de vista das artes
cênicas. Estudo dos gêneros teatrais e suas relações com o intérprete do palco.
Identificação dos parâmetros do corpo cênico no teatro-físico, na dança contemporânea
e na performance.
OBJETIVOS:
Estudar os elementos de teatralidade na composição coreográfica.
Verificar a aplicação das técnicas de ação física e da dança contemporânea na
composição cênica atual.
UNIDADES:
Elementos da teatralidade incorporados à linguagem coreográfica.
O coreógrafo encenador e o dançarino-ator-compositor.
Exercício de composição a partir de um tema da cena contemporânea
BIBLIOGRAFIAS:
FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e o Wuppertal dança-teatro: repetição e
transformação. São Paulo: Hucitec, 2000.
ARTAUD, Antonin. O Teatro e seu Duplo. São Paulo: Max Limonad, 1984.
BERRETTINI, Célia. O Teatro ontem e hoje. São Paulo: Perspectiva, 1980.
BROOK, Peter. A Porta Aberta. Rio de Janeiro: Civ. Bradsileira,1999.
GROTOWSKI, Jerzy. Em busca de um Teatro Pobre; trad. de Aldomar Conrado. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.
COHEN, Renato. Work in Progress na cena contemporânea.São Paulo: Perspectiva,
1997.
LABAN, Rudolf. Effort: Economy in body movement, London
LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1971.
LINS, Daniel. (Org.). Nietzsche e Deleuze: Que pode o corpo. Rio de Janeiro: Relume
Dumará, 2002.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Fundamentos da dança: movimento
CARGA HORÁRIA: 60
CÓDIGO: EFA200
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA:
Reflexão teórica-prática acerca das diferentes concepções do movimento compreendidos na
interação entre fisicalidade, emocionalidade, intelectualidade e intuição; a partir de um olhar
relacionado à luz da filosofia, da ciência e da arte sobre diferentes enfoques temáticos tais como:
movimento e filosofia, movimento e linguagem, movimento e expressão, movimento e cultura.
As possibilidades corporais do movimento e sua conformação como meio material de expressão
da dança. Princípios da ação corporal cotidiana relacionada com a técnica e criatividade na dança,
com base nos Fundamentos da Dança de Helenita Sá Earp e nos estudos do movimento de Rudolf
Laban.
OBJETIVOS:
Valorizar e reconhecer a importância da estruturação do parâmetro Movimento para o
desenvolvimento da linguagem artística da dança a partir da conjugação da Teoria
"Fundamentos da Dança" de Helenita Sá Earp e do Sistema Laban.
Identificar e relacionar os elementos constitutivos do parâmetro movimento e as categorias de
movimento de Laban.
Exercitar o olhar e apontar elementos de observação e análise do movimento para o
desenvolvimento de uma reflexão criativa sobre a dança.
Identificar, assimilar e experimentar conceitos básicos de movimento, linguagem e
expressividade na construção do conhecimento para o desenvolvimento da dança como uma
poética do corpo.
UNIDADES:
Conceitos básicos de movimento, vida, arte, sujeito e cultura. A Linguagem da dança.
Estudo do parâmetro movimento interagindo com os demais parâmetros (ritmo, espaço, forma,
dinâmica) no desenvolvimento da técnica e criatividade na dança.
O parâmetro movimento e a categoria corpo: sistemas corporais, padrões de desenvolvimento
do movimento, ritmos de tensão de fluxo. Aspectos anatômicos, fisiológicos e cinesiológicos
da mecânica corporal na formação do sujeito.
Estudo do parâmetro movimento e a categoria esforço: fatores de qualidade do movimento
(peso, tempo, fluxo espaço), a necessidade de expressão e as intenções subjetivas.
Estudo do parâmetro movimento e a categoria espaço: a cruz dimensional e a
tridimensionalidade do corpo no espaço.
Estudo do parâmetro movimento e a categoria forma: o sujeito e sua kinesfera, o outro e o
mundo. Tamanho e formas de relacionamento através do movimento. Topologia das conexões
interno-externas.
Elementos figurativos e abstratos traduzidos na mecânica corporal. Conceituação de imagem,
signo e símbolo e sua importância no desenvolvimento criativo da linguagem da dança e sua
leitura.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIA:
ARTAUD, Antonin. Linguagem e Vida. São Paulo: Perspectiva, 1995.
BERGSON, Henri. Matéria e Memória. São Paulo: Martins Fontes,1999.
BONFITTO, Matteo. O Ator compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002.
BURGER, P.I.; LUCKMAN, T. A Construção Social da Realidade. Rio de Janeiro:
Vozes, 1978.
CAMINADA, Eliana. História da Dança – Evolução Cultural.
CASCUDO, Luís da Câmara. História dos nossos gestos. São Paulo: Melhoramentos,
1976.
DUNCAN, Isadora. Minha Vida.Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.
GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
HALL, Stuart. A Identidade Cultural na pós-modernidade. . Rio de Janeiro: DO&A,
2000.
ROHDEN, H. Filosofia da Arte.São Paulo: Alvorada, 1985.
LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1971.
LABAN, Rudolf. Effort: Economy in body movement. London: Northcote, s/d.
LINS, Daniel. (Org.). Nietzsche e Deleuze: Que pode o corpo. Rio de Janeiro: Relume
Dumará, 2002.
MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1980.
NIJINSKY, Vaslav. Cadernos Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1998.
RODRIGUES, José Carlos. O corpo na história. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
SHINYASHIKI, R. A Carícia Essencial: uma psicologia do afeto. São Paulo:
Gente,1985.
VILAÇA, Nízia & GÓES, Fred. Em nome do corpo. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Programa atualizado em,
setembro/2004.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Fundamentos da dança: espaço-forma.
CARGA HORÁRIA: 30
CÓDIGO: EFA204
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Reflexão acerca das diferentes concepções do mundo relacional, do espaço e da forma
compreendidos na interação entre: corpo-mente-espaço e que incluem explorações da
esfera pessoal de movimento (kinesfera). Estudo das tensões dimensionais, planares,
diagonais ou transversas e das formas cristalinas representativas dessas articulações
espaciais (octaedro, cubo, icosaedro, etc.), experimentadas dentro do corpo e nas
relações deste com o meio ambiente.
OBJETIVOS:
Identificar as estruturas corporais com a cruz dimensional (altura, largura,
profundidade), as possibilidades de movimento a partir das articulações e os sentidos
de percurso (para cima e para baixo, para um lado e para o outro, para frente e para
trás).
Relacionar a esfera pessoal de movimento (kinesfera), formada pela união dos
elementos: níveis (alto, médio e baixo), dimensões e planos (vertical, horizontal e
sagital), com possíveis formas de relacionamento do sujeito e seus estados emocionais.
Explorar a relação de adaptabilidade do corpo às suas necessidades internas e externas
em suas dimensões plásticas de variação do volume e do tamanho do movimento, além
das trajetórias retas, curvas e sinuosas, das superfícies planas e das formas redondas e
contorcidas.
Identificar as formas cristalinas e as possíveis trajetórias que elas propõem.
UNIDADES:
A cruz dimensional e o sujeito. Dimensões, direções e sentidos.
Planos e níveis.
O octaedro e o icosaedro: movimentos centrais, periféricos e transversos.
A formação da Kinesfera e o espaço interno, externo e global.
Tamanho e forma do movimento.
O cubo e suas diagonais.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIAS:
BACHELAR, Gaston. A Poética do Espaço.
GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
GUATTARI, Félix. Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: Ed.34, 1992.
HALL, Stuart. A Identidade Cultural na pós-modernidade. . Rio de Janeiro: DO&A,
2000.
LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna.
LANGER, Susane K. Sentimento e Forma.
PLATÃO. Timeu e Crítias ou A Atlântida. Curitiba: Hemus, 2002.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
SASPORTES, José. Pensar a Dança: a reflexão estética de Mallarmé a Cocteau.
Lisboa:Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1983.
SENNET, Richard. Carne e Pedra; tradução de Marcos Aarão Reis. Rio de Janeiro:
Record,1997.
WOISEN, Bernhard. Dança: um caminho para a totalidade. São Paulo: Triom, 2000.
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Fundamentos da dança: dinâmica e tempo. CÓDIGO: EFA305
CARGA HORÁRIA: 30
Nº DE CRÉDITOS: 30
EMENTA:
Reflexão acerca da dinamogenia das variações energéticas do movimento e suas
conformações em diferentes empregos da força. Estudo da Effort Theory e os Fatores
de Qualidade do Movimento: Peso, Espaço, Tempo e Fluxo, isoladamente e em suas
combinações. Elementos dinâmicos como intensidade, entradas da força, impulsos,
passagens e ligação do movimento e os modos de execução (conduzido, lançado,
balanceado, ondulante, vibratório, pendular e percutido) para o estudo das variações
interpretativas do movimento. Análise da importância do caráter emocional no
desenvolvimento da preparação do intérprete, com base nos estudos sobre a dança de
Rudolf Laban e Helenita Sá Earp.
OBJETIVOS:
Enfatizar as qualidades do movimento, o ritmo dinâmico, a motivação interna/externa
que estimula a escolha de uma maneira de se mover.
Experimentar e refletir sobre "como" o indivíduo se move em relação a 4 fatores
básicos: fluxo, peso, tempo e espaço.
Experimentar cada fator isoladamente e em suas múltiplas combinações.
UNIDADES:
A cruz dimensional e a cruz dos esforços: os fatores de qualidade do movimento: peso,
tempo, espaço.
Os ritmos de tensão de fluxo e os padrões de desenvolvimento.
Os estados e as variações na combinação de 2 fatores: peso-tempo/ peso-espaço/ pesofluxo/ espaço-tempo/espaço-fluxo/tempo-fluxo.
Os impulsos e as combinações de 3 fatores: fluxo-tempo-espaço/fluxo-peso-espaço;
fluxo-tempo-peso.
As ações básicas de esforço e as combinações de 3 fatores: peso- tempo-espaço. A
dinâmica de peso e o ritmo interno do movimento.
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIAS:
BERGSON, Henri. Matéria e Memória. São Paulo: Martins Fontes,1999.
BONFITTO, Matteo. O Ator compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002.
CAMINADA, Eliana. História da Dança – Evolução Cultura.
DUNCAN, Isadora. Minha Vida.Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.
FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o Sistema Laban/Bartenieff na
Formação e Pesquisa em Artes Cênicas.São Paulo: Annablume, 2002.
GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
KALTENBRUNNER, Thomas. Contact Improvisation.
KENDALL, H. O. et al. Músculos puebras y funciones.
LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento.
LABAN, Rudolf.Dança Educativa Moderna.
LABAN, Rudolf. Effort: Economy in body movement. London: Northcote, s/d.
NEWLOVE, Jean. Laban for actors and dancers.London: Nick Hern Books, 1993.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
2-TÉCNICA E CORPOREIDADE
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Introdução ao Estudo da Corporeidade CÓDIGO: EFA 110
CARGA HORÁRIA: 60
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Contextualização das formas de expressão do corpo enquanto linguagem, a partir de
suas representações simbólicas, referente ao processo político, histórico e cultural.
Concepções do corpo através dos tempos na formação da cultura ocidental. A
corporeidade como produção de subjetividades, na estruturação e organização de uma
linguagem e na ação do corpo em movimento.
OBJETIVOS:
Analisar os princípios da Corporeidade no estudo do movimento.
Formar um pensamento crítico sobre as questões do corpo na contemporaneidade
Identificar o corpo como linguagem
Analisar o processo cultural e histórico na escrita dos corpos
Estabelecer relações entre linguagem, subjetividade e Corporeidade
Desenvolver um maior domínio corporal, a partir das experimentações sinestésicas,
lúdicas e expressivas.
Identificar a corporeidade como instrumento analisador para a construção de técnicas
nas diversas práticas corporais.
Oportunizar um estudo do movimento com base nos princípios da corporeidade,
possibilitando a recodificação dos gestos através da desconstrução do movimento
padronizado.
UNIDADES:
Unidade I – Corpo e História
Unidade II – Visão estrutural do Corpo
Unidade III – Relações e Interpretações sobre o estudo das partes do Corpo e seus
processos de significação.
Unidade IV – As diferentes possibilidades expressivas do corpo e suas relações com o
espaço, tempo, dinâmica, com o outro e com os objetos.
Unidade V – Corporeidade, Linguagem e Subjetividade.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Laboratório dos Parâmetros da Dança A: movimento
CÓDIGO: EFA201 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4 horas Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA:
Estudo laboratorial para composição de exercícios e improvisações de frases
coreográficas solísticas e em grupo, baseadas nas combinações de movimentos sucessivos
e simultâneos das partes do corpo isoladas e entre elas, enfocando possibilidades da
coluna cervical, face, tronco e seus segmentos, membros superiores e inferiores.
Percepção e exploração das possibilidades de movimento a partir das conexões ósseas
estabelecidas entre estas partes e suas possibilidades articulares. Reflexão sobre a
interação entre as frases estudadas, sobre princípios relativos à cena e exercícios de
introdução à composição coreográfica utilizando as frases desenvolvidas.
OBJETIVOS:
Identificar as partes do corpo e suas conexões ósseas;
Desenvolver pesquisa de movimento a partir do estudo de princípios e ferramentas que
possibilitem variações, progressões de movimento e aumento do vocabulário individual;
Estudos e reflexões sobre princípios de construção da cena
Exercícios didáticos e introdutórios à composição coreográfica.
UNIDADES:
Unidade I – Estudo sobre as partes do corpo e suas conexões.
Unidade II –Laboratórios de pesquisa de movimento.
Unidade III – Estudo sobre princípios de composição de cena.
Unidade IV – Exercícios introdutórios à composição coreográfica.
BIBLIOGRAFIAS:
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II
e III. (Apostila), 2003.
FERNANDES, Ciane. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na
formação e pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002.
GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
________. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone Editora LTDA, 1990.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da Percepção. Campinas: Martins Fontes, 1999.
MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: Funarte, 1979.
RENGEL, Lenira Peral. Dicionário Laban. Campinas: UNICAMP, 2001. Dissertação de
Mestrado – Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas, 2001.
SILVA, Eusébio. Comentários e Instruções sobre a Dança. Belo Horizonte: Editora do
Autor, 1983.
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Laboratório dos Parâmetros da Dança B: Espaço-Forma
CÓDIGO: EFA205 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 horas Nº DE CRÉDITOS: 01
EMENTA:
Estudo laboratorial para composição de exercícios e improvisações de frases
coreográficas baseadas nos referenciais da geometria euclidiana e da topologia.
Diversificações da forma corporal a partir das linhas (curvas, retas, angulares e mistas)
para criação gestual das partes do corpo isoladas e combinadas; enfocando diferentes
posicionamentos, tais como: paralelismos, oposições, perpendicularismos, simetrias,
assimetrias, sentidos, níveis e direções. Deformações a partir de linhas euclidianas da
forma corporal e de deformações geradas a partir de formas corporais já distorcidas.
Estudo das transformações da forma articulando as partes do corpo com as Famílias da
Dança. Improvisações de frases coreográficas a partir das relações temáticas
delimitadas.Interações compositivas do gesto com outros aspectos da linguagem cênica,
tomando como referência as teorias de dança de Helenita Sá Earp e Rudolfo Laban.
OBJETIVOS:
Investigar e aplicar os referenciais dos Parâmetros Espaço- Forma para a análise e criação
de exercícios segmentares e seqüenciais artísticas na Dança.
Identificar e apontar os principais pontos de execução dos movimentos das partes do
corpo a partir dos referenciais do Parâmetro Espaço- Forma
Executar e elaborar diferentes seqüências de movimentos nas partes do corpo e nas
famílias em diferentes bases de apoio, a partir dos referenciais do Parâmetro EspaçoForma.
Aplicar os referenciais do Parâmetro Espaço-Forma na criação e expressão do gesto
cênico em atividades de improvisação.
UNIDADES:
Unidade I – Referenciais do espaço em relação às partes e o corpo como um todo para
construção do gesto cênico. Descoberta, identificação e elaboração de movimentos
considerando:
- relações entre espaço interno- cinesfera espaço externo;
- relações entre espaço direto e espaço indireto;
- variação do nível das partes e do corpo como um todo, em diferentes bases de
apoio;
- diversificação do eixo da parte e do corpo como um todo ocasionando
- modificação do centro de gravidade e equilíbrio da forma no espaço.
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Unidade II – O desenho da forma individual das partes do corpo e do corpo como um
todo no espaço como possibilidade expressiva e criativa do gesto cênico.
Descoberta, identificação e elaboração de movimentos considerando:
- possibilidades de relações das parte do corpo com enfoque nos desenhos
angulares;
- possibilidades de relações das partes do corpo com enfoque nos desenhos
retilíneos;
- possibilidades de relações das partes do corpo com enfoque nos desenhos curvos;
- transformações contínuas e descontínuas de forma geométricas no espaço;
- transformações topológicas da forma;
- relações entre forma geométrica e topológica;
- paralelismos, oposições, perpendicularismos, simetrias e assimetrias das formas.
Unidade III – Diversificação da forma no espaço individual, nas relações de dupla e
relações com materiais.
- descoberta, identificação e elaboração de movimentos considerando:
- preenchimento da forma individual, com e sem utilização de material, em
diferentes bases de apoio;
- preenchimento da forma em duplas, com e sem utilização de material, em
diferentes bases de apoio;
- jogos de grupos – distribuições e preenchimento no espaço, com e sem utilização
de material.
BIBLIOGRAFIAS:
ARTAUD, Antonin. O teatro e se duplo. São Paulo: Martins Fontes, 2ª ed, 1999.
BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes,1993.
BARBA, Eugênio; SAVARESE, Nicola. a Arte secreta do ator. São Paulo: Hucitec
Editora da Unicamp, 1995.
BONFITTO,Matteo. Ator-compositor: as ações físicas como eixo: de Stanislávski a
Barba. São Paulo: Perspectiva, 2002.
BROOK,Peter. O teatro e seu espaço. Petrópolis: Vozes, 1970.
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento. vol 1: Introdução à análise
das técnicas corporais. São Paulo: Manole,1992.
FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e o Wuppertal dança-teatro: repetições e
transformações. São Paulo: Hucitec, 2000.
_________________. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na formação
e pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002.
LABAN, Rudolf Von. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1979.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II
e III. (Apostila), 2003.
OSTROWER,Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes,1994.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Laboratórios dos parâmetros da dança C:dinâmica
CÓDIGO: EFA 304
CARGA HORÁRIA:30 Nº DE CRÉDITOS: 01
EMENTA:
Estudo laboratorial para composição de exercícios e improvisações de frases
coreográficas solísticas baseadas nas variações dinamogênicas, tais como: forças
ligantes no movimento, entradas da forças nas raízes das articulações, segmentos e
partes. Passagens contínuas e descontínuas da força nos segmentos e entre os
segmentos, pequenos e grandes impulsos. Diversificações da intensidade do suavíssimo
ao fortíssimo, conjugadas com variações agógicas. Enfoque investigativo de
possibilidades de dinâmicas regulares, advindas da predominância de uma força - guia
e ou múltiplas forças contrastantes. Modos de execução do movimento: Conduzido
(conduzido propriamente dito, ondulante e pendular); Impulsionado (lançados,
balançados e percutidos) e Vibratório. Combinações entre os modos de execução do
movimento em diferentes bases e em mudanças de base interpenetradas com as
Famílias da dança. Interações de frases coreográficas solísticas com um outro aspecto
da linguagem cênica, com base nos estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e Rudolf
Laban.
OBJETIVOS:
Desenvolver a criação para composição do exercício segmentar e seqüência artística
baseado no estudo do parâmetro dinâmica.
Executar e analisar movimentos básicos do corpo, de forma isolada e combinada, em
diferentes bases, a partir dos referenciais do parâmetro dinâmica: ligação do
movimento, passagem da força, entradas da força, intensidade com variações do
andamento, impulsos e acentos e os modos de execução.
UNIDADES:
Estudo das ligações dos movimentos e entradas da força, para a construção de
possibilidades corporais criativas e detalhamento técnico, em aulas de laboratórios, nas
diferentes bases
Estudo das variações da intensidade e andamento nas partes do corpo e no corpo como
todo em diferentes bases e situações.
Estudo dos impulsos e acentos, para diversificação da linguagem corporal, em
diferentes partes do corpo e bases de apoios.
Estudo dos modos de execução em diferentes partes do corpo e no corpo como um
todo, de forma isolada e combinada, nas diferentes bases de apoios.
BIBLIOGRAFIAS:
FAHLBUSCH, Hannelore. Dança Moderna – Contemporânea.
LABAN, Rudof. Domínio do Movimento. S. Paulo: Summus, 1971
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1980.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
II e III. (Apostila), 2003.
LELOUP, Jean-yves. O Corpo e seus Símbolos: uma antropologia essencial. Rio de
Janeiro: Vozes, 1988.
AVALIAÇÃO:
De resumo de textos para discussão
De elaboração e análise de seqüências de movimentos
De execução de seqüências elaboradas pelo professor
De participação e freqüência nas aulas
De improvisação a partir de temas diversificados
METODOLOGIA
Aula prática (lição completa)
Aplicação de laboratórios para improvisação
Aplicação e discussão de textos e vídeos.
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Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Laboratório dos Parâmetros da Dança D - Ritmo CÓDIGO: EFA307
CARGA HORÁRIA: 30
Nº DE CRÉDITOS: 01
EMENTA:
Estudo laboratorial para composição de exercícios, seqüências e improvisações de frases
coreográficas baseados nas interfaces de processos poéticos do ritmo temporal na
movimentação individual na dança e do ritmo temporal na música. Relações entre pulso,
andamento, compasso e o sistema proporcional dos valores musicais com a criação da
movimentação, nas partes do corpo isoladas e combinadas entrelaçadas com compassos
simples (binário, ternário e quaternário). Improvisações de frases coreográficas a partir do
ritmo musical. Interações compositivas com acompanhamento musicais diversos.
OBJETIVOS:
Investigar e aplicar os referenciais do Parâmetro Tempo para análise e criação de
exercícios segmentares e seqüências artísticas na Dança;
identificar e apontar os principais pontos de execução dos movimentos das partes do
corpo a partir dos referenciais do Parâmetro Tempo;
executar e elaborar diferentes seqüenciais de movimento nas partes do corpo e nas
famílias em diferentes bases de apoio, a partir dos referenciais do Parâmetro Tempo;
Aplicar os referenciais do Parâmetro Tempo na criação e expressão do gesto cênico em
atividades de improvisação.
UNIDADES:
Unidade I –
Conscientização do ritmo biológico, psicológico e métrico para a ação qualitativa do
movimento; possibilidades de variações do som produzido pelo próprio corpo, no corpo
do outro, no objeto, no meio ambiente e por meio da manipulação de instrumentos
musicais articulados aos movimentos das partes do corpo e Famílias da Dança.
Unidade II –
Interiorização e vivência do pulso aplicado ao movimento das partes do corpo e das
Famílias da Dança; variação do andamento para diversificação do trabalho técnicoartístico nas partes do corpo e nas Famílias da Dança (adágio, moderato, allegro, presto);
estudo dos compassos simples e valores rítmicos para diversificação do trabalho técnicoartístico nas partes do corpo e nas Famílias da Dança.
Unidade IIIRitmos característicos e populares na relação com as diferentes possibilidades corporais
para o desenvolvimento técnico-artístico.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIAS:
BARBA, Eugênio; SAVARESE, Nicola. A Arte secreta do ator. São Paulo: Hucitec
Editora da Unicamp,1995.
BONFITTO,Matteo. Ator-compositor: as ações físicas como eixo: de Stanislsvski a
Barba. São Paulo: Perspectiva,2002.
COPLAND,Aaron. Como ouvir e entender música. Rio de Janeiro: Arte Nova.1974.
FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e o Wuppertal dança-teatro: repetições e
transformações. São Paulo: Hucitec,2000.
__________________.O Corpo em Movimento: o Sistema Laban/ Bartenieff na
formação e pesquisa em Artes Cênicas. São Paulo: Annablume, 2002.
LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II
e III. (Apostila), 2003.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 1994.
SHINCA, Marta. Psicomotricidade Ritmo e Expressão Corporal. São Paulo: Manole,
1991.
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido, uma nova história da música. São Paulo:
Sewarcz,1989.
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: TECNICA GERAL DA DANCA
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 06h
CÓDIGO: EFA101
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA:
Introdução aos processos de execução e qualificação técnico-artística a partir dos
enfoques temáticos dos movimentos básicos das partes do corpo e do corpo como um
todo: em diferentes bases, com diferentes composições de linhas das formas, noções do
peso a partir de trabalhos com o eixo corporal, planos, níveis e sentidos, variações
rítmicas e de andamento, variações da intensidade da forca aplicada ao movimento.
Capacitação da performance (desenvolvimento de valências físicas integradas a
qualificação interpretativa do movimento) em diferentes estruturas de aula do tipo lição
completa (estratégias diretivas e não-diretivas). Utilização de diferentes formas de
composição e preenchimento do espaço da sala de aula, do corpo grupal e deste com
objetos no contexto da dança como linguagem da arte contemporânea, baseadas nos
estudos do movimento de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban.
OBJETIVOS:
Identificar os movimentos básicos das partes do corpo, bem como suas combinações
em bases diferentes.
Executar seqüências de movimentos em diferentes bases, com enfoque em:
- uma parte do corpo.
- duas e três partes do corpo.
- contato de partes iguais e diferentes do corpo.
- com diferentes referenciais do movimento (combinações e estados).
- com diferentes referenciais espaciais.
- com diferentes referenciais de dinâmica.
- com diferentes referenciais rítmicos e de andamento.
Executar variações de movimentos do corpo como um todo em bases diferentes.
(FAMÍLIAS DA DANÇA)
Elaborar seqüências de movimentos das partes e do corpo como um todo em bases
diferentes. (FAMÍLIAS DA DANÇA)
UNIDADES:
UNIDADE I: O Parâmetro Movimento no desenvolvimento da Técnica da Dança
UNIDADE II: Os Parâmetros Espaço e Forma no desenvolvimento da Técnica da
Dança
UNIDADE III: O Parâmetro Dinâmica no desenvolvimento da Técnica da Dança
UNIDADE IV: O Parâmetro Tempo no desenvolvimento da Técnica da Dança
BIBLIOGRAFIAS:
LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento, São Paulo, SP, Summus, 1971.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
MEYER, André. Helenita Sá Earp e suas propostas para abordagens criativas da
formação do intérprete na dança contemporânea. In: Memória ABRACE I. Anais do I
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. São Paulo, SP,
USP, 1999.
CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza. I Coletânea de Artigos do
Departamento de Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ, Papel & Virtual, 2000.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: TÉCNICA DA DANÇA A
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 6 horas
CODIGO: EFA110
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA:
Princípios fundamentais para qualificação da performance a partir do
conhecimento da natureza e dos estados do movimento na dança. Aplicação dos
conteúdos relativos ao parâmetro Movimento da teoria de Helenita Sa Earp,
Fundamentos da Dança (Movimentos básicos das partes do corpo, combinações
sucessivas e simultâneas de movimentos das partes do corpo, combinações de
movimentos das partes do corpo com movimentos do corpo como um todo - famílias da
dança, estados do movimento-potencial e liberado- e suas relações com os movimentos
do corpo como um todo - famílias da dança, relações de combinações de partes do
corpo com os estados do movimento em diferentes bases de apoio), para o
desenvolvimento das qualidades técnico-artisticas dos intérpretes de dança.
OBJETIVOS:
Identificar e apontar os principais pontos de execução do movimento segmentar e das
famílias da dança a partir das relações de - movimentos básicos do corpo e suas
combinações e diversificação dos estados do movimento (potencial e liberado) em
diferentes bases.
Executar diferentes combinações dos movimentos básicos das partes do corpo e do
corpo como um todo em diferentes relações do potencial e liberado.
Elaborar diferentes seqüências de movimentos para trabalho físico segmentar e das
famílias, baseadas nos referenciais quanto a combinação dos movimentos básicos e
relações do potencial e liberado.
Descobrir nas diferentes relações dos movimentos os principais pontos de execução.
Reelaborar determinadas seqüências dadas em aula conforme a orientação do professor.
UNIDADES:
Unidade I – A totalidade do movimento.
Unidade II – : Movimentos básicos das partes e do corpo como um todo aplicados à
organização da Técnica da Dança para desenvolvimento da linguagem artística.
Unidade III – Os estados do movimento aplicados à organização da Técnica da Dança
para desenvolvimento da linguagem artística.
Unidade IV – Aplicação dos conteúdos em trabalho coreográfico de grupo.
BIBLIOGRAFIAS:
LABAN, R. Domínio do Movimento. Summus Editorial, São Paulo, 1971.
OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Editora Campus, 2a ed., RJ, 1995.
ROUBINE, J.J. A arte do ator. Jorge Zahar, Rio de Janeiro, 1995.
SOUZA, Maria Inês Galvão . Do diálogo das artes à dança do amor: Um memorial sobre o
espetáculo O amor e seus duplos. Rio de Janeiro, 2002.
RIOARTE. Gesto . Prefeitura do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Vols. 1, 2 e 3.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III.
(Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Técnica da Dança B
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 06 horas
CÓDIGO:EFA127
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA:
Princípios fundamentais para a qualificação da performance a partir do conhecimento e
aplicação dos parâmetros espaço e forma na Dança com o desenvolvimento dos
conteúdos: planos, sentidos, direções e níveis das partes do corpo e do corpo como um
todo no espaço (noções de volume, profundidade, tamanho) e aplicações em diferentes
bases, relações espaço interno, kinesfera e espaço global (Laban), possibilidades de
diferentes amplitudes do movimento, diversificação do eixo gravitacional das partes do
corpo e do corpo como um todo ocasionando modificação do centro de gravidade e
equilíbrio da forma no espaço, possibilidades de relações das partes do corpo com
enfoque nos estudo das angulações, possibilidades de relações das partes do corpo com
enfoque nos desenhos curvos, transformações contínuas e descontínuas da forma no
espaço, diversificação da forma nas diferentes posições, relações de uma mesma forma
em bases de apoio diferentes, preenchimento da forma individual e utilização de
material, preenchimento e complementação de formas em duplas e grupos.
OBJETIVOS:
Geral: desenvolver conceitos para qualificação técnica e artística, avaliando e aplicando
teórica e praticamente os princípios para qualificação e execução dos movimentos com
enfoque nos parâmetros espaço e forma.
Específicos:
- Identificar e apontar os principais pontos de execução do movimento segmentar
e das famílias da dança (Fundamentos da dança, Earp) a partir das relações dos
parâmetros espaço e forma.
- Executar diferentes combinações dos movimentos básicos das partes do corpo e
do corpo como um todo em diferentes relações da forma corporal no espaço.
- Reelaborar determinadas seqüências dadas em aula conforme a orientação do
professor.
UNIDADES:
UNIDADE I: Composição de exercícios com variações de referenciais espaciais em
relação as partes e o corpo como um todo.
UNIDADE II: O desenho da forma individual das partes do corpo e do corpo como um
todo no espaço
UNIDADE III: Diversificação da forma no espaço individual, nas relações de dupla,
grupo e nas relações com materiais.
BIBLIOGRAFIAS:
ARTAUD, Antonin. O Teatro e seu Duplo. São Paulo: Martins Fontes, 2a ed., 1999.
KANDINSKY, Wassily.Ponto e Linha sobre Plano. SP, Martins Fontes.
LABAN, Rudolf Von, Domínio do Movimento. SP, Summus Editorial, 1971.
LABAN, Rudolf Von, Dança Educativa Moderna. SP, Ícone Editora, 1990.
MARQUES, Isabel, Ensino de dança hoje, textos e contextos. Cortez Editora,1999.
OSTROWER, Fayga, Acasos e Criação Artística. RJ, Editora Campus, 2a ed.,1995.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA:Técnica da Dança - Contatos e Apoios
CÓDIGO: EFA203
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 5 horas/aulas
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA: A performance corporal como linguagem da arte contemporânea. Processos da
execução e qualificação técnico-artística para a formação do intérprete. Técnica que trabalha
através de pontos físicos o estímulo à pesquisa, criação e improvisação do movimento.
Pelos caminhos da consciência corporal, estimular o trabalho sensível, perceptivo e
cognitivo, sendo essa tríade o fundamento do curso.
OBJETIVOS:
• Identificar e perceber diferentes pesos corporais;
• Instrumentalizar e construir através da compreensão do contato, um corpo apto de
modo perceptivo, emotivo e sensível consigo e com o meio;
• Perceber através do estudo da gravidade em ação nos diferentes corpos, como as
forças físicas atuam no corpo em movimento;
• Compreender o percurso do peso, da energia e dos estudos a cada momento para
acessar outros “novos” terrenos em si, com o outro e o espaço;
• Estimular a criatividade, e pesquisa e a performance.
PROGRAMA:
Unidade I – Consciência do Peso.
Peso individual e peso do outro; Sensibilização, percepção e fluência do corpo;
Peso e contra-peso – estados do movimento.
Unidade II – Toque
Duo/Trio; Condução e apoios do corpo; Sensibilização, percepção e fluência através da
pele, do músculo e do osso (ativo/passivo).
Unidade III – Contato, Apoio e Improvisação
Improvisação, Jogos, Roteiro e pesquisa para desenvolver um pequeno projeto em
diferentes espaços (públicos ou privados).
BIBLIOGRAFIAS:
LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento, São Paulo, SP, Summus, 1971.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III.
(Apostila), 2003.
MEYER, André. Helenita Sá Earp e suas propostas para abordagens criativas da formação do
intérprete na dança contemporânea. In: Memória ABRACE I. Anais do I Congresso Brasileiro de
Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. São Paulo, SP, USP, 1999.
CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza. I Coletânea de Artigos do Departamento de
Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ, Papel & Virtual, 2000.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Técnica da Dança D
CÓDIGO: EFA355
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 5 horas/aulas
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA:
A performance corporal como linguagem da arte contemporânea. Processos da
execução e qualificação técnico - artística para a formação do intérprete. Aspectos do
estudo da dinâmica e dos modos de execução como referenciais para o domínio de
habilidades motoras e interpretativas. Desenvolvimento das valências físicas, a partir de
vocabulários corporais enfocando múltiplas conexões em diferentes estilísticas da
movimentação segmentar e do corpo como um todo nos diversos diagramas da forças
em diferentes sinergias musculares para a qualificação da performance e dinamização
imaginante do movimento em progressão para os níveis intermediários à adiantados,
com base nos estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban.
OBJETIVOS:
- Identificar e avaliar os principais pontos de execução na elaboração de movimentos,
com aplicação do parâmetro dinâmica.
- Executar diferentes combinações de movimentos das partes do corpo e das famílias da
dança a partir da aplicação dos conteúdos abordados no parâmetro dinâmica.
- Elaborar diferentes seqüências de movimentos para o trabalho físico segmentar e
famílias da dança baseado no estudo dos diferentes referenciais do parâmetro dinâmica.
- Enriquecer a imaginação criadora através da pesquisa do movimento corporal, tendo
como enfoque temático o parâmetro dinâmica.
UNIDADES:
I – Ligação do movimento, Entradas da força e Passagem da força e sua relação com a
intensidade e o andamento, aplicadas à organização da técnica da dança para o
desenvolvimento da linguagem artística.
II - Variações de intensidade relacionadas as variações de andamento aplicadas à
organização da técnica da dança para o desenvolvimento da linguagem artística.
III - Impulsos e Acentos aplicados à organização da técnica da dança para o
desenvolvimento da linguagem artística.
IV- Os modos de execução (movimento: conduzido, percutido, balanceado, vibratório,
pendular e lançado) aplicados à organização da técnica da dança para o
desenvolvimento da linguagem artística.
BIBLIOGRAFIAS:
BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. A Arte Secreta do Ator: dicionário de
antropologia teatral. São Paulo: Editora Hucitec, 1995.
CARDOSO, Liana da S. & GUALTER, Katya S. I Coletânea de Artigos do
Departamento de Arte Corporal, Rio de Janeiro, Papel & Virtual, 2000.
FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e Wuppertal Dança / Teatro – Repetição e
Transformação
GAIARSA, José Ângelo. Couraça Muscular do Caráter: trabalho corporal em
psicoterapia, fundamentos e técnicas. São Paulo: Agora, 1984.
BURNIER, Luís Otávio. A Arte de Ator: da técnica à representação. Campinas, SP:
Editora da Unicamp, 2001.
LABAN, Rudof Von. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Summus, 1990.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
________________ . Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1978.
MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de
Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Técnica da Dança
CARGA HORÁRIA: 60
CODIGO: EFA 428
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
A performance corporal como linguagem da arte contemporânea. Processo de
execução e qualificação técnico-artística para formação do intérprete e coreógrafo,
através de estudos de seqüência compositivas, tendo o caráter como referência para o
domínio de habilidades motoras e interpretativas. Conformação de seqüências
compositivas com variações de caráter, para fins da qualificação da performance, em
progressão para os níveis intermediário à adiantado. Aplicabilidade dos princípios de
execução do movimento, em seqüências compositivas, relacionando os estudos sobre a
dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban, com questões da técnica da dança
proeminentes no mercado de trabalho.
OBJETIVOS:
- Aplicar os referenciais dos parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e
Tempo na realização de seqúências compositivas com enfoque no estudo do caráter:
- Identificar e apontar os principais pontos de execução em diferentes relações no
estudo integrado dos Parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e Tempo;
- Executar diferentes possibilidades de movimentos básicos das partes do corpo e do
corpo como um todo (Famílias da Dança) baseadas na interligação dos referenciais dos
parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e Tempo;
- Elaborar diferentes seqüências de movimentos articulando os referencias dos
parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e Tempo.
UNIDADES:
Unidade I –Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações expressivas do
movimento com ênfase no caráter jocoso;
Unidade II – Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações do movimento com
ênfase no caráter lírico;
Unidade III – Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações expressivas so
movimento com ênfase no caráter sensual;
Unidade IV – Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações expressivas do
movimento com ênfase no caráter romântico.
BIBLIOGRAFIAS:
BARBA,Eugênio.; SAVARESE, Nicola. A Arte Secreta Do Ator. SÃo Paulo: Hucitec
Editora da Unicamp, 1995.
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento. Introdução à análise das
técnicas corporais. v.1. São Paulo: Manole,1992.
FERNANDES,Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na formação
e pesquisas em artes cênicas. São Paulo. Annablume,2002.
HERRIGEL, Eugen. A arte cavalheiresca do arquiteto Zen. São Paulo: Pensamento,s/d
HALSEBACH, Bárbara. Dança, improvisação e movimento. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1998.
LABAN, R. Domínio do Movimento. Summus Editorial, São Paulo, 1971.
__________. Dança Educativa Moderna. Sao Paulo: Ícone Editora, 1990.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Editora Campus, 2a ed., Rio de Janeiro,
1995.
KANDINSKY,Wassily. Ponto e linha sobre Plano. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Famílias da Dança
CARGA HORÁRIA: 60
CÓDIGO: EFA303
N º DE CRÉDITOS: 3
EMENTA:
Estudo laboratorial para desenvolvimento de pesquisas de movimento com o intuito de
ampliar o vocabulário de movimento individual e de exercitar a composição coreográfica.
Composição de exercícios que envolvam princípios das variações e progressões de
movimento, baseados na combinação sucessiva e simultânea das partes do corpo e das
famílias da dança; transferências, locomoções, voltas, saltos, quedas e elevações. Lição
completa baseada nos estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e de Rudolf Laban.
OBJETIVOS:
Identificar as partes do corpo e famílias da dança;
Desenvolver pesquisa de movimento a partir do estudo de princípios e ferramentas que
possibilitem variações e progressões de movimento;
Estudos e reflexões sobre processos de composição coreográfica.
Exercício de composição coreográfica e reflexão sobre seu próprio processo.
UNIDADES:
Unidade I – Estudo sobre as partes do corpo
Unidade II – Estudo sobre as famílias da dança: transferências, locomoções, voltas,
saltos, quedas e elevações.
Unidade III – Laboratórios de pesquisa de movimento.
Unidade IV – Estudo de ferramentas para a composição coreográfica e reflexão sobre
alguns processos
Unidade V – Exercícios de composição coreográfica.
BIBLIOGRAFIAS:
DANTAS, Monica. Dança. O Enigma do Movimento. Porto Alegre: Ed. Universidade/
UFRGS, 1999.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II
e III. (Apostila), 2003.
FERNANDES, Ciane. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na formação
e pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002.
LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
________. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone Editora LTDA, 1990.
MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: Funarte, 1979.
RENGEL, Lenira Peral. Dicionário Laban. Campinas: UNICAMP, 2001. Dissertação de
Mestrado – Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas, 2001.
SILVA, Eusébio Lôbo da. Método Integral da Dança; Um Estudo do Desenvolvimento
dos exercícios técnicos centrados no aluno. Instituto de Artes – Unicamp, 1993. Tese de
Doutorado em Artes, Unicamp, 2000.
SILVA, Soraia. Profetas em Movimento. São Paulo: EDUSP, 2001.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Ginástica Artística I
CARGA HORÁRIA: 60
CÓDIGO: EFN235
N º DE CRÉDITOS: 3
EMENTA:
Vivência orientada e estudo reflexivo das metodologias para a prática da ginástica.
OBJETIVOS:
Possibilitar aos alunos:
a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística;
b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas;
c) ao final do curso, realizar estágios em escolas de 1º grau.
UNIDADES
1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA
2. As provas da Ginástica Artística e suas características
3 Histórico da Ginástica Artística
4 Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA
5 Metodologia aplicada ao ensino da GA
6 Noções gerais do julgamento da GA
7 Organização de campeonatos da GA
8 Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico de iniciação nos aparelhos
oficiais da GA
METODOLOGIA:
O programa será desenvolvido em 60 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas
no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da
disciplina.
AVALIAÇÃO:
Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos.
Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula.
Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos
trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA
BIBLIOGRAFIA:
ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística
Rio de Janeiro, Sprint
GIL, AC – Metodologia do Ensino Superior
LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva
São Paulo, Manole, 1987
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS EM FAMÍLIAS DA DANÇA CÓDIGO: EFA 034
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 45
Nº DE CRÉDITOS: 01
EMENTA
Estudo laboratorial para composição exercícios em forma de educativos e exercícios em forma de
composições de uma mesma família e entre as famílias da dança em relação à solicitação da força, do
equilíbrio, da coordenação e da agilidade nas variações do corpo como um todo para proporcionar
domínios adequados às múltiplas solicitações interpretativas na dança contemporânea. princípios das
variações e das progressões baseados nas combinações sucessivas e simultâneas quanto ao número e
tipo de partes do corpo e de número e tipos de famílias, as posições dos membros inferiores e suas
mudanças em transferências, locomoções, voltas, saltos, quedas e elevações em diferentes bases e com
mudanças de base para ampliar vocabulários da movimentação individual. diferentes níveis de
aprendizado motor (iniciante, intermediário, e adiantado) para a organização de exercícios educativos
respectivos ao estudo das famílias da dança de uma aula tipo lição completa baseado nos estudos
sobre a dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban.
OBJETIVOS
- desenvolver a criação para composição do exercício segmentar e seqüência artística baseado
no estudo das famílias da dança
- Executar e analisar movimentos básicos do corpo, de forma isolada e combinada, em
diferentes bases, a partir das famílias da dança: Transferência, Locomoção, Voltas, Saltos,
Quedas e Elevações.
UNIDADES
I – Estudo das famílias transferência e locomoção em diferentes bases.
II – Estudo da família volta em diferentes bases.
III – Estudo da família salto em diferentes bases.
IV – Estudo das famílias quedas e elevações em diferentes bases.
AVALIAÇÃO
De resumo de textos para discussão
De elaboração e análise de seqüências de movimentos
De participação e freqüência nas aulas
METODOLOGIA
Aula prática (lição de estudo e lições de laboratórios)
Aulas Expositivas com diferentes dinâmicas de grupos
Aplicação e discussão de textos e vídeos.
BIBLIOGRAFIAS
BRINKMAN, Lola. A Linguagem do Movimento Corporal.
COHEN, Renato. Performance como Linguagem.
FELDENKRAIS, Moshe. Consciência pelo Movimento.
LABAN, Rudolf. Domínio do movimento.
_____________. Dança Educativa Moderna.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização
Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina: Atividade de integração – Dança e Acrobacia A Código EFA003
Carga Horária total 30h Créditos 02 Pré/co-requisitos ( - )
EMENTA
As possibilidades de integração e aplicação dos elementos acrobáticos da ginástica de solo na
formação de intérpretes de dança e coreógrafos. Diversificação e desenvolvimento de
atividades práticas envolvendo a acrobacia na construção do movimento em processos
criadores. Recriação dos diferentes elementos da trave de equilíbrio, barras, paralelas
(simétricas e assimétricas), argola, barra fixa, solo, salto sobre o cavalo, mini-trampolim,
trampolim acrobático traduzidos para a dança como linguagem da arte contemporânea.
OBJETIVOS:
Possibilitar aos alunos:
a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística;
b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas.
UNIDADES
1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA
2. As provas da Ginástica Artística e suas características
3. Histórico da Ginástica Artística
4. Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA
5. Metodologia aplicada ao ensino da GA
6. Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico na GA e para o ensino da
recriação do trabalho corporal na dança, a partir dos modelos dos exercícios de GA.
METODOLOGIA:
O programa será desenvolvido em 30 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas
no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da
disciplina.
AVALIAÇÃO:
Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos.
Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula.
Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos
trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA
BIBLIOGRAFIA:
ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística. Rio de Janeiro,
Sprint
ARNOLD, K & ZINKE, K. Ginástica de aparelhos para meninos GIL, AC – Metodologia do
Ensino Superior
LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva. São Paulo, Manole, 1987
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina: Atividade de integração – Dança e Acrobacia B Código EFA009
Carga Horária total 30h Créditos 02 Pré/co-requisitos ( - )
EMENTA:
As possibilidades de integração e aplicação dos elementos acrobáticos da ginástica artística na
formação de intérpretes de dança e coreógrafos. Diversificação e desenvolvimento de
atividades práticas envolvendo a acrobacia na construção do movimento em processos
criadores. Recriação dos diferentes elementos de acrobacias aéreas realizadas no tecido,
trapézio e arcos, traduzidos para a dança como linguagem da arte contemporânea.
OBJETIVOS:
Possibilitar aos alunos:
a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística;
b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas.
UNIDADES
1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA
2. As provas da Ginástica Artística e suas características
3. Histórico da Ginástica Artística
4. Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA
5. Metodologia aplicada ao ensino da GA
6. Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico na GA e para o ensino da
recriação do trabalho corporal na dança, a partir dos modelos dos exercícios de GA
METODOLOGIA:
O programa será desenvolvido em 30 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas
no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da
disciplina.
AVALIAÇÃO:
Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos.
Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula.
Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos
trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA
BIBLIOGRAFIA:
ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística. Rio de Janeiro,
Sprint
ARNOLD, K & ZINKE, K. Ginástica de aparelhos para meninos
GIL, AC – Metodologia do Ensino Superior
LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva. São Paulo, Manole, 1987
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina: Atividade de integração – Dança e Acrobacia C Código EFA015
Carga Horária total 30h Créditos 02 Pré/co-requisitos ( - )
EMENTA
As possibilidades de integração e aplicação dos elementos acrobáticos da ginástica artística na
formação de intérpretes de dança e coreógrafos. Diversificação e desenvolvimento de
atividades práticas envolvendo a acrobacia na construção do movimento em processos
criadores. Recriação dos diferentes elementos de apoios, pegadas, equilíbrios e duos em
contatos acrobáticos, traduzidos para a dança como linguagem da arte contemporânea.
OBJETIVOS:
Possibilitar aos alunos:
a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística;
b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas.
UNIDADES
1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA
2. As provas da Ginástica Artística e suas características
3 Histórico da Ginástica Artística
4 Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA
5 Metodologia aplicada ao ensino da GA
6 Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico na GA e para o ensino da
recriação do trabalho corporal na dança, a partir dos modelos dos exercícios de GA
METODOLOGIA:
O programa será desenvolvido em 30 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas
no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da
disciplina.
AVALIAÇÃO:
Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos.
Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula.
Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos
trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA
BIBLIOGRAFIA:
ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística. Rio de Janeiro,
Sprint
GIL, AC – Metodologia do Ensino Superior
LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva. São Paulo, Manole, 1987
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de Integração em Bale e Contemporaneidade A
CÓDIGO: EFA004 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Diversificação e desenvolvimento de aulas para a preparação de intérpretes de dança
para o mercado de trabalho brasileiro, a partir de recriação dos diferentes elementos do
balé como linguagem da arte contemporânea. Possibilidades de variação do parâmetro
movimento com o objetivo de estruturar novas formas de composição de movimentos,
mantendo a estrutura da aula de balé, com variações, tais como:
variações de rotações dos membros inferiores - paralela, interna e externa, variações de
atitudes dos membros inferiores – flexão e extensão, combinações de diferentes partes
do corpo, aplicação de diferentes estados do movimento – potencial e liberado, estudo
de diferentes contatos e apoios das partes do corpo.
OBJETIVOS:
Analisar os princípios da técnica do bale através da experimentação da estrutura de
uma aula e da variação dos exercícios pela aplicação de variações do parâmetro
movimento.
Relacionar a técnica do balé com os fundamentos da dança de Helenita Sá Earp,
ampliando a discussão sobre técnica e criatividade na contemporaneidade.
UNIDADES:
Estrutura da aula de balé clássico e contextualização da disciplina no curso de dança
(princípios metodológicos da técnica do balé e progressões para os modelos)
Variações de rotação numa estrutura de aula de balé.
Combinações de outras partes do corpo mantendo a estrutura da aula de balé
A aplicação de diferentes estilos musicais e a desconstrução de modelos corporais da
técnica do balé, a partir dos princípios de construção de movimento na teoria
Fundamentos da Dança.
BIBLIOGRAFIAS:
VAGANOVA, Agripina. Princípios da dança clássica.
DLIVER,Ceuta. William Forsythe. Coreography and dance.
MELO, Victor Andrade de; PEREIRA, Patrícia Gomes; SOUZA, Maria Inês Galvão.
Dança e animação cultural: “Improvisações”, 2003 (no prelo)
PTAK, Andrew. The Ballet Book. A young dancer’s guide. New York: Beaufort
Books, 1984
PEREIRA, P. SOUZA, M. I. G. O Processo de Criação e Expressão Cênica: A
experiência das “Quartas da Improvisação”, Memória ABRACE VII, 2003.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de Integração em Bale e Contemporaneidade B
CÓDIGO: EFA010 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 02h
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Diversificação e desenvolvimento de aulas para a preparação de intérpretes de dança
para o mercado de trabalho brasileiro, a partir de recriação dos diferentes elementos do
balé como linguagem da arte contemporânea. Possibilidades de variação dos
parâmetros espaço-forma com o objetivo de estruturar novas formas de composição de
movimentos, mantendo a estrutura da aula de balé, com variações, tais como:
variações de planos, sentidos, direções e níveis das partes do corpo no espaço,
aplicações dos movimentos de bale em diferentes bases, relações de possibilidades de
diferentes amplitudes do movimento, diversificação do eixo gravitacional do corpo
como um todo nos exercícios da barra ocasionando modificação do centro de gravidade
e equilíbrio da forma no espaço, variações das angulações dos membros inferiores e
superiores, variação das posições mantendo exercícios de barra e centro.
OBJETIVOS:
Desenvolver a qualificação técnica e artística, avaliando e aplicando teórica e
praticamente os princípios para qualificação e execução dos movimentos com enfoque
nos parâmetros espaço e forma, a partir da estrutura das aulas de bale.
UNIDADES:
Estrutura da aula de balé clássico e variações dessa estrutura a partir das variações de
planos, sentidos, direções e níveis das partes do corpo no espaço (princípios
metodológicos da técnica do balé e progressões para os novos modelos)
Aplicações dos movimentos de bale em diferentes bases, relações de possibilidades de
diferentes amplitudes do movimento.
Diversificação do eixo gravitacional do corpo como um todo nos exercícios da barra
ocasionando modificação do centro de gravidade e equilíbrio da forma no espaço. IVVariações das angulações dos membros inferiores e superiores, variação das posições
mantendo exercícios de barra e centro.
BIBLIOGRAFIAS:
CAMINADA, Eliana. História da dança – evolução cultural.
CANTON. E o príncipe dançou.
FUX, Maria. Dança: experiência de vida
AU, Susan. Ballet e modern dance. New York, Thames andHudson, 1988.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de integração em dança e alongamento A CÓDIGO: EFA005
CARGA HORÁRIA POR PERÍODO: 30 horas Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Estudo e reconhecimento da estrutura corporal, e qualidades físicas, a partir de vivências
perceptivas e motrizes para o desenvolvimento de um corpo sensível, flexível, ágil e
expressivo. Introdução à prática e aos conceitos teóricos das relações do corpo e sua
flexibilidade com as características do peso, apoios, projeções, mobilidade articular e tônus
(equilíbrio e flexibilidade). Integração e aplicação das valências físicas alongamento e
flexibilidade, bem como dos elementos básicos de correção postural, na linguagem da dança
contemporânea. Trabalho corporal criativo individual, em duplas, grupos, com enfoque no
parâmetro movimento estudado em Helenita Sá Earp.
OBJETIVOS:
Desenvolver o potencial perceptivo e motor, visando uma movimentação mais consciente,
flexível e expressiva; desenvolver possibilidades dinâmicas do movimento, sua criatividade
e comunicação a partir dos temas: peso, apoios, projeções, mobilidade, tônus e flexibilidade,
com enfoque no parâmetro movimento; pesquisar corporal e conceitualmente sobre os
temas: alongamento, elasticidade e flexibilidade, com enfoque no parâmetro movimento
estudado em Helenita Sá Earp.
UNIDADES:
I- Reconhecimento da estrutura corporal: ossos, músculos, articulações, pele – diálogos
possíveis entre os fundamentos da consciência corporal e os estudos de Helenita Sá Earp
II- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: peso e mobilidade. A relação destes
assuntos com a valência física alongamento e o parâmetro movimento estudado em Helenita
Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão.
III- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: apoios e tônus. A relação destes assuntos
com a valência física alongamento e o parâmetro movimento estudado em Helenita Sá Earp.
Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão.
IV- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: contato e projeção. A relação destes
assuntos com a valência física alongamento e o parâmetro movimento estudado em Helenita
Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão.
BIBLIOGRAFIAS:
ALEXANDER Guerda. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
FELDENKRAIS , Moshe. Consciência pelo Movimento. São Paulo: Summus, 1987.
FELDENKRAIS , Moshe. (1988) Vida e Movimento. São Paulo: Summus, 1988.
GAINZA Violeta H. Conversas com Guerda Alexander. São Paulo: Summus, 1997.
LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978.
LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987.
STOKOE, Patricia. Expresión Corporal: Arte , Salud y Educación. Buenos Aires: ICSAHumanitas, 1987.
VIANNA, Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano,1990.
VISHNIVETZ Berta. Eutonia, educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus, 1996
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e
III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividades de integração em dança e alongamento B
CÓDIGO: EFA011 CARGA HORÁRIAPOR PERÍODO: 30
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Estudo e reconhecimento da estrutura corporal, e qualidades físicas, a partir de vivências
perceptivas e motrizes para o desenvolvimento de um corpo sensível, flexível, ágil e
expressivo. Introdução à prática e aos conceitos teóricos das relações do corpo e sua
flexibilidade com as características do peso, apoios, projeções, mobilidade articular e
tônus (equilíbrio e flexibilidade). Integração e aplicação das valências físicas alongamento
e flexibilidade, bem como dos elementos básicos de correção postural, na linguagem da
dança contemporânea. Trabalho corporal criativo individual, em duplas, grupos, com
enfoque nos parâmetros espaço e forma, estudados em Helenita Sá Earp.
OBJETIVOS:
Desenvolver o potencial perceptivo e motor, visando uma movimentação mais consciente,
flexível e expressiva; desenvolver possibilidades dinâmicas do movimento, sua
criatividade e comunicação a partir dos temas: peso, apoios, projeções, mobilidade, tônus
e flexibilidade, com enfoque no parâmetro movimento; pesquisar corporal e
conceitualmente sobre os temas: alongamento, elasticidade e flexibilidade, com enfoque
nos parâmetros espaço e forma, estudados em Helenita Sá Earp
UNIDADES:
I- Reconhecimento da estrutura corporal: ossos, músculos, articulações, pele – diálogos
possíveis entre os fundamentos da consciência corporal e os estudos de Helenita Sá Earp
II- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: peso e mobilidade. A relação destes
assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros espaço e forma, estudados em
Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e
reflexão.
III- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: apoios e tônus. A relação destes
assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros espaço e forma, estudados em
Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e
reflexão.
IV- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: contato e projeção. A relação destes
assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros espaço e forma, estudados em
Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e
reflexão.
BIBLIOGRAFIAS:
ALEXANDER G. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
FELDENKRAIS , Moshe. Consciência pelo Movimento. São Paulo: Summus, 1987.
FELDENKRAIS , Moshe. (1988) Vida e Movimento. São Paulo: Summus, 1988.
GAINZA Violeta H. Conversas com Guerda Alexander. São Paulo: Summus, 1997.
LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978.
LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987.
STOKOE, Patricia. Expresión Corporal: Arte , Salud y Educación. Buenos Aires: ICSAHumanitas, 1987.
VIANNA, Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano,1990.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
VISHNIVETZ Berta. Eutonia, educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus, 1996
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e
III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividades de integração em dança e alongamento C
CÓDIGO: EFA CARGA HORÁRIAPOR PERÍODO: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Estudo e reconhecimento da estrutura corporal, e qualidades físicas, a partir de vivências
perceptivas e motrizes para o desenvolvimento de um corpo sensível, flexível, ágil e
expressivo. Introdução à prática e aos conceitos teóricos das relações do corpo e sua
flexibilidade com as características do peso, apoios, projeções, mobilidade articular e tônus
(equilíbrio e flexibilidade). Integração e aplicação das valências físicas alongamento e
flexibilidade, bem como dos elementos básicos de correção postural, na linguagem da dança
contemporânea. Trabalho corporal criativo individual, em duplas, grupos, com enfoque nos
parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em Helenita Sá Earp.
OBJETIVOS:
Desenvolver o potencial perceptivo e motor, visando uma movimentação mais consciente,
flexível e expressiva; desenvolver possibilidades dinâmicas do movimento, sua criatividade e
comunicação a partir dos temas: peso, apoios, projeções, mobilidade, tônus e flexibilidade,
com enfoque no parâmetro movimento; pesquisar corporal e conceitualmente sobre os temas:
alongamento, elasticidade e flexibilidade, com enfoque nos parâmetros dinâmica e ritmo,
estudados em Helenita Sá Earp
UNIDADES:
I- Reconhecimento da estrutura corporal: ossos, músculos, articulações, pele – diálogos
possíveis entre os fundamentos da consciência corporal e os estudos de Helenita Sá Earp
II- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: peso e mobilidade. A relação destes
assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em
Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e
reflexão.
III- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: apoios e tônus. A relação destes assuntos
com a valência física alongamento e os parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em Helenita
Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão.
IV- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: contato e projeção. A relação destes
assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em
Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e
reflexão.
BIBLIOGRAFIAS:
ALEXANDER G. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo: Martins Fontes,
1996.
FELDENKRAIS , Moshe. Consciência pelo Movimento. São Paulo: Summus, 1987.
FELDENKRAIS , Moshe. (1988) Vida e Movimento. São Paulo: Summus, 1988.
GAINZA Violeta H. Conversas com Guerda Alexander. São Paulo: Summus, 1997.
LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978.
LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987.
STOKOE, Patricia. Expresión Corporal: Arte , Salud y Educación. Buenos Aires: ICSAHumanitas, 1987.
VIANNA, Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano,1990.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
VISHNIVETZ Berta. Eutonia, educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus, 1996
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III.
(Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
3-
INTERPRETAÇÃO E COREOGRAFIA
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Roteiros e improvisações I
CARGA HORÁRIA POR PERÍODO: 45
CÓDIGO: EFA 507
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Improvisação na dança. Desenvolvimento de práticas improvisacionais em grupo.
Esquemas geradores para a estruturação de laboratórios relacionais e de pequenos
roteiros coreográficos baseados em aspectos dos parâmetros de tempo, espaço, forma
dinâmica de movimento. Noções de diferentes concepções de montagem coreográfica.
O processo criativo: da improvisação a composição.
OBJETIVOS:
Que o aluno desenvolva sua própria dança com os correspondentes elementos de
pesquisa, expressão, criatividade e comunicação.
Que o aluno aprenda e reconheça os diferentes conteúdos da dança e desenvolva a
criatividade a partir de laboratórios sobre temas relacionados a: Sensopercepcão e
motricidade, tempo, espaço, forma, dinâmica, qualidades de movimento, objetos
auxiliares, imagens produtivas, reprodutivas.
Que o aluno seja capaz de realizar pequenos roteiros coreográficos baseados nos temas
desenvolvidos.
Que o aluno seja capaz de compor a partir dos assuntos abordados na aula.
UNIDADES:
Percepção, expressão e comunicação.
Laboratórios sobre tempo, espaço, forma, dinâmicas e qualidades do movimento.
A improvisação e processo criativo. O objeto e os elementos da natureza na pesquisa de
movimentos. Imagens produtivas e reprodutivas.
Da improvisação a composição. Roteiros coreográficos.
BIBLIOGRAFIAS:
AGUIAR, Moisés. Teatro espontâneo e psicodrama. Ed Agora.
ARNHEIM, Rudolf. Intuição e intelecto na arte.São Paulo: Martins Fontes, 1989.
ALEXANDER Guerda. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo:
Martins Fontes, 1996.
LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978.
LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987.
BRASIL Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte. Brasília:
DP&A, 2000.
MENDES, Miriam Garcia. A dança, Princípios. São Paulo: Atica, 1989.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
STOKOE Patricia et al. La expresión corporal-danza en el congreso pedagógico. In:
Anais do Congresso Pedagógico Nacional. Buenos Aires, 1986.
VIANNA Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano, 1990.
RYNGAERT, Jean-Pierre. Ler o teatro contemporâneo. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Roteiros e improvisação II
CARGA HORÁRIA: 60
CÓDIGO: EFA508
Nº DE CRÉDITOS: 3.0
EMENTA:
Improvisação na dança. Desenvolvimento de práticas improvisacionais em grupo e esquemas
geradores para a estruturação de laboratórios relacionais e de pequenos roteiros coreográficos
baseados em aspectos dos parâmetros tempo, espaço, forma e dinâmica e movimento. Noções
sobre a estruturação metodológica dessas práticas improvisacionais e sobre sua utilização a
serviço da cena. Práticas de construção de story board e suas aplicações para diferentes
concepções da montagem coreográfica.
OBJETIVOS:
O aluno deverá ser capaz de, a partir de práticas improvisacionais, desenvolver
individualmente e em grupo os esquemas geradores para a estruturação de laboratórios
relacionais e de pequenos roteiros coreográficos baseados em aspectos dos parâmetros tempo,
espaço, forma e dinâmica e movimento.
METODOLOGIA:
Aulas práticas com exposição do conteúdo em que os alunos aprendem os exercícios sob
orientação do professor.
Exercícios de improvisação em que os alunos experimentam os objetivos acima descritos.
AVALIAÇÃO:
Os critérios de avaliação serão atribuídos levando-se em conta :
a) Freqüência e participação nas aulas.
b) Relatório mensal das reflexões sobre a prática em aula.
c) Exercício cênico no qual será avaliada a absorção e o entendimento das ferramentas
estudadas durante a disciplina.
BIBLIOGRAFIA:
ARTAUD, A. O Teatro e Seu Duplo. São Paulo, Martins Fontes, 1999.
CASCIERO, Tomas. “Laban Movement Studies and Actor Training”; An Experiential and
Theoretical Course for training Actors in Physical Awareness and Expressivity. EUA:
Towson, 1998. (Ph. D. – Arts and Humanites) Theater Department, Towson University, 1998.
CORDEIRO, HOMBURGER e CAVALCANTI, C. Método Laban – Nível Básico. São
Paulo: Ed. Laban Art, 1989
FERNANDES, C. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na formação e
pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002.
LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
OLIVIER, Giovanina. “Um Olhar Sobre o Esquema Corporal, a Imagem Corporal, a
Consciência Corporal e a Corporeidade”. UNICAMP, 1991. Dissertação (Mestrado em
Educação Motora) - Faculdade de Educação Física.
RENGEL, Lenira Peral. “Dicionário Laban”. UNICAMP, 2001. Dissertação de Mestrado –
Instituto de Artes.
RODRIGUES, G. Bailarino, pesquisador, intérprete: processo de formação. Rio de Janeiro:
FUNARTE, 1997. ISBN: 85-85781-41-6.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III.
(Apostila), 2003.
SILVA, E. L. da.: Comentários e Instruções Sobre a Dança, 1.ª ed., Belo Horizonte, 1983.
_____________: “Método Integral da Dança: um estudo dos exercícios técnicos em dança
centrado no aluno”. Universidade Estadual de Campinas, 1993. Tese de doutorado.
STANISLAVSKI, C. A Construção da Personagem. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1998.
_______________. A preparação do Ator. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.
YONE, B. Viver o seu corpo. 1ª edição. Lisboa: Édition du Senil, 1976.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Estágio de roteirização e montagem coreográfica
CÓDIGO: EFAUO6 CARGA HORÁRIA: 120
Nº DE CRÉDITOS: 06
EMENTA:
O processo de criação e montagem coreográfica no desenvolvimento da dança como
linguagem da arte contemporânea. Atividades básicas de elaboração de roteiros para a
montagem de coreografias no diálogo do individuo com o coletivo. Vivência da
roteirização e montagem da produção de coreografia para públicos de festivais e
mostras de danças.
OBJETIVOS:
Viabilizar a pesquisa e criação artística através da montagem e encenação de espetáculo
coreográfico.
Promover diálogos entre diferentes linguagens artísticas.
UNIDADES:
Vivência interdisciplinar para a produção de uma obra coreográfica.
Elaboração e roteiro, laboratórios corporais e montagem coreográfica.
AVALIAÇÃO:
De resumo de textos para discussão
De elaboração de esquete coreográfico com roteiro
De elaboração e aplicação de laboratórios práticos
De seminários
De apresentação cênica
METODOLOGIA:
Aula prática com enfoque em ações corporais diversificadas
Aplicação de laboratórios
Elaboração e aplicação de roteiros coreográficos
Apreciação de textos, vídeos, espetáculos, exposições, ações cotidianas e pesquisa de
campo em comunidades definidas.
BIBLIOGRAFIAS:
COHEN, Renato. Performance como Linguagem.
BENJAMIM, Walter. A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica . In: Obras
Escolhidas. Magia e Técnica. Arte e Política. 1985
ESSLIN, Martin. Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, Zahar, 1979.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de Criação. Rio de Janeiro: Vozes,
1994.
Rodrigues, Graziela. Bailarino-Pesquisador-Intérprete: processo de formação. Rio de
Janeiro: Funarte,1997.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos Especiais em Elaboração Coreográfica
CÓDIGO: EFA033
CARGA HORÁRIA: 60
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
O processo coletivo de criação artística como procedimento essencial no
desenvolvimento da dança como linguagem da arte contemporânea. Atividades básicas
de elaboração de roteiros para a montagem e direção de intérpretes de diferentes
características. Vivência de encenações da produção e direção artística para públicos
de festivais e mostras de danças.
OBJETIVOS:
Análise da natureza e do processo de interação dos elementos coreográficos em
conjunto e sua aplicação em diferentes composições.
UNIDADES:
I – Pequenos roteiros e laboratórios corporais.
II – Elaboração de Cena e roteirização.
III – Montagem e apresentação de cena roteirizada.
METODOLOGIA:
Vivências práticas tendo como referencial os parâmetros da dança
Lição de laboratório
Improvisação
AVALIAÇÃO:
De resumo de textos para discussão
De elaboração de esquete coreográfico com roteiro
De elaboração e aplicação de laboratórios práticos
De apresentação cênica
BIBLIOGRAFIAS
BRINKMAN, Lola. A Linguagem do Movimento Corporal.
COHEN, Renato. Performance como Linguagem.
FELDENKRAIS, Moshe. Consciência pelo Movimento.
LABAN, Rudolf. Domínio do movimento.
_____________. Dança Educativa Moderna.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA:Tópicos especiais em música e coreografia CÓDIGO: EFA019
CARGA HORÁRIA : 120
Nº DE CRÉDITOS: 06
EMENTA
Estudos dos elementos sonoros (ritmo, timbre, melodia, harmonia) como elementos de
pesquisa de movimento na produção de e criação coreográfica
OBJETIVOS
Levar o aluno a uma análise crítica da relação produção sonora e criação
coreográfica para elaboração de trabalho artístico em dança..
UNIDADES
IAnalise dos elementos sonoros.
II-
Análise dos sons e sua expressão em dança
III-
Laboratórios de dança e som
IV-
Produção coreográfica
BIBLIOGRAFIAS
ARHEIM, Rudolf. A Intuição e o Intelecto na Arte. São Paulo, Martins Fontes,1989.
BENNET. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.
CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza (org). (2000). I Coletânea de
Artigos do Departamento de Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ. Papel & Virtual
Editora, 1999.
LABAN, Rudolf von. Domínio do Movimento. São Paulo, SP. Sumus Editora, 1978
_________________().Dança Educativa Moderna.São Paulo, Ícone, 1994.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
SILVA, Ignácio Assis (org). O Corpo e o Sentido. A escuta do Sensível. São Paulo, SP.
UNESP Editora, s.d.
TRAGTENBERG, Livio. Música de Cena. São Paulo: Perspectiva, 1999.
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. São Paulo: Companhia da Letras, 1989.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos Especiais em Literatura e Coreografia
CÓDIGO: EFA020
CARGA HORÁRIA: 120
Nº DE CRÉDITOS: 6,0
EMENTA:
Inter-relação da literatura nos diversos campos da criação e da expressão artística como
um tema de pesquisa para a composição coreográfica. Estudo acerca do conhecimento
e do desenvolvimento da literatura brasileira do século XX, enquanto processo de
elaboração de roteiros para a dança, como linguagem da arte contemporânea.
OBJETIVOS:
Analisar nas obras artísticas as características e a evolução dos diferentes estilos
literários;
Identificar os pontos de interseção entre a obra literária e a história da dança;
Identificar as relações entre o texto literário e o texto coreográfico;
Identificar a construção poética na literatura e na dança;
Elaborar composições coreográficas baseadas em temas literários.
UNIDADES:
I – Estudo das manifestações artísticas: a leitura da obra na literatura, na pintura e na
dança
II – Panorama do simbolismo e do movimento vanguardista no Brasil
III – Modernismo e suas influências na brasilidade da dança (1ª e 2ª fases), a semana de
arte moderna e o estudo das danças dramáticas em Mario de Andrade
IV – A produção literária e o estudo da gestualidade no pós-modernismo (Guimarães
Rosa, Clarice Lispector e João Cabral de Melo Neto)
V – Construção coreográfica a partir da pesquisa dos temas literários
BIBLIOGRAFIAS:
BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Editora Perspectiva, 2002.
ANDRADE, Mario de. Danças dramáticas. São Paulo : Martins, 1959, 3 volumes.
CANTON, Kátia. E o príncipe dançou. São Paulo ; Editora Ática, 1994.
BOURCIER, Paul. História da dança no Ocidente.São Paulo : Martins Fontes, 1998.
EAGLETON, Terry. Teoria Literária. São Paulo : Martins Fontes, 2001.
CARPEAUX, Otto Maria. História Social da Literatura e da Arte
HAUSER, Arnold. História da Literatura no ocidente
DANTAS, Mônica. O Enigma do Corpo. Porto Alegre ; Editora Universidade/
UFRGS, 1999.
CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: Beca Produções
culturais, 1999.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de
Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
4 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS EM DANÇA
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Produção Cultural em Dança
CÓDIGO: EFA306
CARGA HORÁRIA : 30
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
Habilitação de intérpretes de dança e coreógrafos para planejar, preparar e promover
espaços, convencionais e não convencionais, de intercâmbio cultural e artístico entre
comunidades e instituições, tendo em vista o mercado de trabalho brasileiro e a coerência
com os princípios sociais, éticos e estéticos da dança como linguagem de arte
contemporânea.
OBJETIVOS:
Possibilitar momentos de planejamento de atividades nas quais os profissionais possam
experimentar e construir a dança enquanto linguagem de arte em diferentes espaços,
estabelecendo relações com diversas instituições e comunidades.
Tornar o profissional hábil quanto à preparação de espaços convencionais e não
convencionais, permitindo a trocas de vivências e informações do uso e ocupação destes
espaços.
Incentivar a promoção, criação e construção de espaços tendo em vista o mercado de
trabalho brasileiro.
Favorecer a reflexão a respeito dos princípios sociais, éticos e estéticos da dança enquanto
linguagem de arte contemporânea.
UNIDADES:
- Conceitos básicos: cultura e produção; Planejamento; Processo de criação;
Objetivos do projeto; Busca de patrocínio.
- Espaços convencionais e não convencionais. Comunidades e Instituições.
Abrangência do projeto na sociedade.
- O mercado de trabalho brasileiro. A competência profissional.
- A Dança como Linguagem de Arte Contemporânea e os seus princípios sociais,
éticos e estéticos.
METODOLOGIA
- aulas expositivas, teóricas e práticas
- organização dos processos didáticos e pedagógicos para estudo de movimento
- análise e estudo de processo didático-pedagógico para aula de dança e estudo de
movimento
- sistematização de projetos para produção científica
- sistematização de projeto e atividade científica e artística para a produção
acadêmica em artes.
AVALIAÇÃO
- Relatórios, seminários, produção artística e científica, exeqüibilidade de projetos
elaborados durante o curso
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIAS:
------, Raymod. História da Estética.
------, Jorge. A Arte da Performance.
------, Cássia. Dança e Mundialização.
MALAGODI, Maria Eugênia.CESNIK, Fábio de Sá. Projetos Culturais: elaboração,
administração, aspectos legais e busca de patrocínio.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Introdução à Metodologia Científica
CÓDIGO: EFN 119
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 45
Nº DE CRÉDITOS: 3
EMENTA:
A compreensão dos princípios básicos da Metodologia Científica e sua relação com o
pensamento filosófico e a epistemologia, e o entrosamento dos fundamentos teóricos
da produção científica com o processo de construção do conhecimento em Dança.
OBJETIVOS:
Possibilitar uma crítica do processo de construção do conhecimento a partir da análise
histórica da evolução do pensamento humano e de sua práxis social:
Compreender o processo de constituição da ciência em sua dimensão histórica, seus
fundamentos, princípios e metodologia,
Compreender o processo de constituição das ciências humanas, a crítica epistemológia
e filosófica,
Perceber os três períodos do processo de evolução histórica do pensamento humano
(helínio/clássico, moderno e pós-moderno),
Identificar princípios metodológicos em ciências sociais,
Analisar a estrutura de um Projeto de Pesquisa, seu processo e desdobramento em
produto científico,
Conhecer as normas universais para elaboração de documentos científicos,
Construir um documento científico, com o apoio do grupo de trabalho.
UNIDADES:
1 A Filosofia e a Ciência. Pensamento Originário. Acesso ao Pensamento Originário.
2 A técnica. A Linguagem. A tecnologia Científica.
3 Fundamentos de Metodologia Científica. Metodologia do Trabalho Acadêmico. A
Comunicação.
4 Projeto Cultural e Projeto de Pesquisa. Busca de Patrocínio e Apoio a Projetos.
Normas Técnicas
BIBLIOGRAFIAS:
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Aprendendo a Pensar. vol I e II. Editora Vozes.
FISCHER, Ernst. A necessidade da Arte: uma interpretação marxista. Zahar Editores.
JAPIASSÚ, H. Introdução às Ciências Humanas. Letras e Letras
HÜHNE, Leda Miranda. Introdução à Metodologia Científica. Editora Agir.
CERVO, Al; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. Makron Books.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da Ciência e
Prática da Pesquisa. Vozes.
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSNAJDER, Fernando. Método nas
Ciências Naturais e Sociais
GALLIANO, A. Guilherme. O Método Científico: Teoria e Prática. Harbra.
CRUZ, Anamaria da Costa; Mendes, Maria Tereza Reis. Trabalhos Acadêmicos,
dissertações e teses: estrutura e apresentação. Intertexto.
MALAGODI, Maria Eugênia; CESNIK, Fábio de Sá. Projetos Culturais: elaboração,
administração, aspectos legais, busca de Patrocínio. Fazendo Arte Editorial.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023 (2002), 6027
(2003), 6028 (1990), 10520 (2002), 12225 (1992), 14724 (2002).
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Progressões do movimento segmentar CÓDIGO: EFA207
CARGA HORÁRIA: 60
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Estudo laboratorial acerca das progressões motoras das solicitações articulares e
musculares em relação as valências força, equilíbrio, coordenação, agilidade e
alongamento; enfocando as seguintes relações dos membros inferiores: posições
básicas, pequenas e grandes flexões, posições iniciais, simetrias e assimetrias das
flexões e rotações, apoios do terceiro segmento, níveis de sustentação da perna leve;
relacionados com a manutenção e combinação das posições do membro inferior na
base de pé e em outras bases; tais como: sentada, deitada e combinadas (joelhos / mãos,
mãos / pés, joelho / pés). Organização de esquemas de organização de exercícios
relativos ao estudo segmentar visando a preparação do dançarino, com base nos estudos
de dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban.
OBJETIVOS:
- Analisar, desenvolver e avaliar os elementos estruturadores das progressões dos
movimentos segmentares dentro dos princípios da Dança como linguagem da Arte
Contemporânea.
- Relacionar os elementos estruturadores das progressões dos movimentos segmentares
para aplicações artísticas e pedagógicas da Dança.
UNIDADES:
Unidade I - Progressões dos movimentos das partes para o desenvolvimento da
consciência corporal e da valência coordenação.
Unidade II – Progressões dos movimentos das partes para o desenvolvimento do
alongamento e da força muscular relacionando aos fundamentos Espaço e Forma.
Unidade III - Progressões dos movimentos das partes para o desenvolvimento do
equilíbrio relacionando ao fator Peso.
Unidade IV – Progressões dos movimentos das partes do corpo e do corpo inteiro para
o desenvolvimento da consciência corporal e das valências físicas como um todo
BIBLIOGRAFIAS:
Memória ABRACE II – Anais da I Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação
em Artes Cênicas. Escola de Dança / UFBa, Salvador, 2000.
Magill, Richard A. Aprendizagem Motora: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Editora
Edgard Blücher, 1984.
FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento – o sistema Laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002.
GREINER, C. e AMORIM, C. Leituras do corpo. São Paulo: Annablume, 2003.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Lições de Laboratório A
CÓDIGO: EFA500
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4h
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Estudo de diferentes tipos de organização de aulas de dança para a capacitação técnicaartística. Investigação da estrutura básica de uma aula tipo Lição completa e suas
variações e possibilidades de ligações entre as suas diferentes partes (introdução,
estudo segmentar, estudo das famílias da dança e finalização). Planejamento e
roteirização de temas centrais (focos) com sub-temas e ou aspectos recorrentes das
possibilidades da linguagem corporal a partir de agentes variantes do movimento, da
forma, da dinâmica, espaço e do tempo; no trabalho da formação performática.. Análise
de estruturas de aulas de dança advindas das relações do corpo com o meio ambiente
(bases de sustentação), de diferentes jogos de distribuição e agrupamentos na sala de
aula, utilizações de objetos (barra, bastões, bancos, tecidos, elásticos, bolas) e contatos
e apoios entre indivíduos (dois a dois, três a três e em grupos). Possibilidades da
interação e da relação entre os estilos de ensino diretivos e não diretivos na organização
de uma aula do tipo Lição Completa. Aplicação dos estudos das progressões do
movimento segmentar e do corpo como um todo na formação de exercícios em
progressão pedagógica. Noções de curvas de solicitação do esforço em aulas de dança.
Estudo de esquemas compositivos para a criação de exercícios diretivos com enfoque
na utilização dos agentes de variação de parâmetros da dança segundo aspectos
abordados nas pesquisas de Helenita Sá Earp (Fundamentos da Dança). Aplicação da
linguagem verbal numa aula de técnica de dança de acordo com pontos fundamentais
para a qualificação da execução, elementos de correção, transmissão conceitual da
nomenclatura anatômica, relações de sucessividade e simultaneidade entre a oralidade e
a movimentação na demonstração dos exercícios em estratégias diretivas e não
diretivas e estimulação poética do sentido interpretativo da ação.
OBJETIVOS:
Objetivo Geral:
-Orientar partes de aulas de técnica de dança e aulas completas, enfocando conteúdos
específicos dos Fundamentos da Dança, através de diferentes estratégias e processos de
ensino, de forma progressiva e coerente.
Objetivos Específicos:
-Elaborar diferentes estratégias para as partes das aulas de técnica de dança
(introdução, estudo segmentar, estudo das famílias e finalização) a partir dos conceitos
e conteúdos trabalhados nas aulas.
-Enfocar um único tema nas diferentes partes da aula de técnica de dança.
-Aplicar o estudo das progressões dos movimentos segmentares e das famílias no
desenvolvimento das aulas de técnica de dança.
-Aplicar a linguagem verbal apropriada para o desenvolvimento de conteúdos
específicos e para a correção de exercícios.
UNIDADES:
Aplicação de diferentes conteúdos nas aulas de Técnica de Dança.
Estruturas de Aula.
Progressões nas aulas de Técnica de Dança.
Princípios de execução e linguagem verbal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIAS:
OSSONA, Paulina. A Educação pela Dança. São Paulo: Summus editorial, 1988.
MARQUES, I. Ensino de Dança hoje. São Paulo: Cortez, 1999.
LABAN, R.. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
RENGEL, L. Dicionário Laban. São Paulo: Annablume, 2003.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
BARBOSA, A. M. (org.) Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo:
Cortez, 2002.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Lições de Laboratório B
CÓDIGO: EFA 501
CARGA HORÁRIA: 60
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Princípios didático-artísticos da Dança como linguagem da Arte Contemporânea e a
formação do profissional da Dança comprometido com as transformações sociais e
estéticas. Elementos estruturadores dos diferentes tipos e níveis de planejamento de
aula de Dança como Arte Contemporânea: objetivos, formulação e progressão de
conteúdos e estratégias de ensino, processos de avaliação. Relação entre as atividades
didáticas e a produção artística em Dança como Arte Contemporânea. Os Parâmetros e
os fatores do movimento e o desenvolvimento de diferentes temas.
OBJETIVOS:
Analisar os elementos contidos nas diferentes estruturas e modelos de planos de aulas
para o ensino e desenvolvimento da Dança como linguagem da Arte contemporânea.
Analisar, elaborar e avaliar os diferentes tipos e modelos de planos de aula de Dança
para o ensino e desenvolvimento da Dança como linguagem da Arte Contemporânea.
UNIDADES:
- Diretrizes para elaboração de Planejamento de Ensino, Produção Artística e
Treinamento em Dança:
- Características da atuação do profissional de Dança comprometido com as
transformações sociais e estéticas
- Adequação das ações para diferentes clientelas
- Multiculturalismo e as ações de Dança.
- Fundamentos para Planejamento de Aulas e Atividades Artísticas de Dança:
- Diagnóstico para a criação de propostas e temas de trabalho
- O trabalho interativo para o desenvolvimento das atividades criativas.
- Estratégias para as ações de trabalho de criação coletiva.
- A interdisciplinaridade através da Dança.
- O Planejamento no Ensino, na Produção Artística e no Treinamento de Dança:
desenvolvimento de temas e estratégias de progressão.
- Relação do processo pedagógico ou experimental e a produção coreográfica.
- Estratégias para o processo experimental e o planejamento de aulas e laboratórios.
- Modelos de planos de aula e laboratórios.
BIBLIOGRAFIAS:
NOVAS, Cassia. Dança e .Mundialização – Políticas de Cultura.
OSSONA, Paulina. A Educação pela Dança.
TURRA,C..M; ENRICONE, D; SANT’ANNA, F; ANDRÉ, L . Planejamento de
Ensino e Avaliação.
COHEN, Renato. Performance como Linguagem.
VERDERI, Erica. Dança na Escola .
______________. Dança Educativa Moderna .
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Oficina em Técnica da Dança – Movimento / Espaço / Forma.
CÓDIGO: EFA 487 CARGA HORÁRIA: 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Princípios didático – artísticos da Dança contemporânea e a formação do profissional
de Dança em experimentações relacionadas com os parâmetros movimento, espaço e
forma, em progressão dos níveis intermediários à adiantados, com base nos estudos
sobre a Dança de Helenita de Sá Earp e Rudolf Laban.
OBJETIVOS:
Elaborar planos de aula com aplicação dos princípios do movimento, do espaço e da
forma.
Criar diferentes estratégias de ensino para desenvolvimento de atividades relacionadas
ao aprofundamento dos parâmetros: Movimento, Espaço e Forma.
Identificar nos procedimentos metodológicos utilizados durante as aulas, as progressões
do estudo dos parâmetros para aquisição de uma técnica.
Analisar os processos (diretivos e não diretivos ) desenvolvidos nas aulas em relação ao
Tema, Objetivos, Conteúdos e outros elementos na experimentação didática e artística
da Dança.
UNIDADES:
Unidade I – O estudo do movimento segundo os princípios da Corporeidade.
Unidade II – A espacialidade na Dança.
Unidade III – As relações entre Corpo, Movimento e Espaço produzidos pela Dança
Contemporânea.
Unidade IV – Os fundamentos de uma experimentação Didática e Artística da Dança.
Unidade V – O significado do Movimento no aprofundamento da expressão e da
interpretação do corpo na Dança.
Unidade VI – O estudo das partes do corpo e a consciência do movimento, na criação da
forma e na relação com o espaço.
Unidade VII – As ações corporais e o fluxo do movimento segundo Laban.
Unidade VIII – A relação corpo – espaço: direções, planos e trajetórias.
Unidade IX – A configuração da forma e a estrutura de linguagem.
Unidade X – A imagem poética e o estudo da forma.
Unidade XI – O movimento, o espaço e a forma e suas ações interdisciplinares.
BIBLIOGRAFIAS:
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo ; Ícone, 1990
_____________. Domínio do Movimento.São Paulo ; Summus, 1978.
BATALHA, Celina. Competências Definidoras do Professor de Dança . Rio de Janeiro: PapelVirtual,
2000.
BACHELARD, Gaston. A Poética do espaço.São Paulo ; Martins Fontes, 1993.
DANTAS, Mônica. Dança : o enigma do movimento. Porto Alegre : Ed. Universidade / UFRGS, 1999.
FAYGA, Ostrower. Acasos e Criação Artística.Rio de Janeiro : Editora Campus, 1995.
LANGER, Susanne. Sentimento e Forma.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e
Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila),
2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Oficina em técnica da Dança - Dinâmica e Ritmo. CÓDIGO: EFA 596
CARGA HORÁRIA: 60 horas
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Princípios didático – artísticos da Dança Contemporânea e a formação do profissional
de Dança comprometido com as transformações sociais e estéticas. Aplicação dos
elementos estruturadores dos diferentes tipos e níveis de planejamento de aulas de
Dança em experimentações relacionadas com os parâmetros Dinâmica e Ritmo, em
progressão dos níveis intermediários à adiantados, com base nos estudos sobre a Dança
de Helenita de Sá Earp e Rudolf Laban.
OBJETIVOS:
Elaborar planos de aula, com aplicação dos princípios da dinâmica e do ritmo.
Elaborar diferentes estratégias de ensino para desenvolvimento de atividades
relacionadas ao tema tempo.
Identificar os procedimentos metodológicos utilizados nas progressões de estudo do
movimento referente ao parâmetro tempo.
Analisar os processos desenvolvidos nas aulas para aprimoramento técnico em relação
ao tema, objetivos e conteúdos.
Avaliar o domínio do ritmo e da dinâmica na execução técnica do movimento.
Explorar no próprio corpo, diferentes variações ritmicas e dinâmicas no movimento.
UNIDADES:
Unidade I – Estudo do parâmetro Tempo.
Unidade II – A relação entre tempo, ritmo e dinâmica.
Unidade III – O estudo do fator tempo (lento / rápido) e peso (leve / forte) segundo
Laban.
Unidade IV – A qualidade do movimento (esforço) e as diferentes possibilidades
expressivas do corpo.
Unidade V – O método Dalcroze e suas relações com o estudo do movimento.
Unidade VI – Combinação dos elementos de movimento (peso, tempo e espaço) nas
diferentes ações corporais.
BIBLIOGRAFIAS:
LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1978.
_____________. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
BATALHA, Celina. Competências Definidoras do Professor de Dança .
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo : Cortez, 1994.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos Especiais em Didática e Pedagogia da Dança
CÓDIGO: EFA035 CARGA HORÁRIA: 60 Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Temas para elaboração de projetos na área da Didática e Pedagogia da Dança.
Construção de projetos e planejamentos na área da Didática e Pedagogia da Dança.
OBJETIVOS:
Elaborar critérios e indicadores para o levantamento de temas e ações transdisciplinares
relacionados com a área de didática e pedagogia da Dança como linguagem da Arte
Contemporânea
Elaborar e avaliar propostas de projetos e planejamentos para a implantação de ações
diversificadas na área didática e pedagógica da Dança como linguagem da Arte
Contemporânea.
UNIDADE:
Unidade I:
- Fundamentos e Diretrizes para Elaboração de Projetos na Área Pedagógica da
Dança
- A Dança como fenômeno de individualização de grupos sociais
- A Dança como linguagem da Arte contemporânea na formação de cidadania e na
formação artístico-coreográfica
- A ação pedagógica da Dança nas áreas artística, educacional, social, cultural,
terapêutica, reabilitacional, etc
Unidade II
- Elaboração de Projetos na Área Pedagógica de Dança
- A Dança como produto de ações transdisciplinares
- Importância de diagnósticos para levantamento de temas para projetos na área
pedagógica
- Desenvolvimento e progressões de temas para elaboração de projetos na área
pedagógica
- Roteiros para a elaboração de projetos na área pedagógica
BIBLIOGRAFIAS:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: Um reencontro com a Pedagogia do
oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
___________. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1998.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
MARQUES, Isabel. O Ensino de Dança hoje: textos e contextos. São Paulo: Cortez,
1999.
BATALHA, Celina. Competências Definidoras do Professor de Dança. Rio de Janeiro:
Papel Virtual, 2000.
BRASIL, Ministério de Educação e Cultura. Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional / 9.394. Brasília:MEC/SEF, 1996.
_______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais –
Arte. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
LARROSA, Jorge. Pedagogia Profana: Danças, Piruetas e mascaradas. Belo Horizonte:
Autêntica, 1999.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA:Tópicos especiais em Oficina Pedagógica
CÓDIGO: EFA 038
CARGA HORÁRIA: 60 horas
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Temas para elaboração de projetos e planejamentos para desenvolvimento de oficinas
pedagógicas. Construção de projetos e planejamentos para o desenvolvimento de
oficinas pedagógicas de Dança.
OBJETIVOS:
Elaborar temas de aula que levem às ações transdisciplinares, relacionados com a área
didática, pedagógica e artística da Dança.
Elaborar projetos para as oficinas de técnica da Dança a partir dos temas dados.
Aplicar o estudo das progressões dos movimentos baseado no princípio da corporeidade
e nas especificidades das diferentes técnicas corporais.
Desenvolver os temas de oficinas a partir de diferentes estímulos; sonoro, literário,
visual.
Construir propostas pedagógicas que desenvolvam em sua execução técnica, as
habilidades expressivas e criativas do intérprete em Dança.
UNIDADES:
Unidade I – Os elementos estruturadores da linguagem da Dança como processo
pedagógico no ensino fundamental.
Unidade II – Entrelaçamento de conteúdos : os princípios da corporeidade, os elementos
estruturadores da linguagem, os fatores de movimento.
Unidade III – Os fatores de progressão e de criação e as ações interdisciplinares.
Unidade IV – A adequação dos elementos constitutivos dos planejamentos de ensinos
condições e necessidades dos alunos.
Unidade V – Os processos de avaliação e de organização coletiva a serem considerados
na abordagem didática e pedagógica da Dança para o desenvolvimento do ensino e da
aprendizagem.
Unidade VI - Aperfeiçoamento e compreensão dos elementos do movimento: partes do
corpo, dinâmicas do movimento, uso do espaço e das ações .
BIBLIOGRAFIAS:
DEMO, Pedro. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologia científica no
caminho de Habermas. Rio de Janeiro: Tempos Brasileiros, 1994.
FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. São Paulo: Paz e Terra, 1998.
FUX, Maria. Dança, experiência de vida. São Paulo: Summus, 1983.
GUATTARI, Félix e ROLNIK, SUELI. Micropolítica: cartografias do desejo.
Petrópolis: Vozes, 1996.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
MATOS, Lucia.H.A. O corpo, a Dança, a escola. Coletâneas PPGE. Salvador: UFBA,
Faculdade de Educação, v.1, n.1,1999.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de integração em dança e saúde A CÓDIGO: EFA 001
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2,0
Nº DE CRÉDITOS: 2
EMENTA:
Reflexão e análise crítica da aplicabilidade da dança, com base nos estudo do
movimento de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban, para grupos usuários de diversas
modalidades de em serviços de saúde.
OBJETIVOS:
Levar o aluno a ser capaz de atuar e refletir em práticas de dança na área de saúde com
diversos grupos de usuários
UNIDADES:
I – Serviços de saúde:
- Conceito de saúde
- Níveis de prevenção em saúde
- Formas de intervenção na área da medicina
II- Equipes de saúde
- O conceito de equipes de saúde
- O conceito de multi, inter e transdisciplinaridade
- Dança nas equipes de saúde
III- Dança e saúde
- História e função da dança na saúde
- Funções motoras e psicomotoras da dança na reabilitação física
- Funções exploratórias sensoriais, psíquicas e auto-expressivas da dança em
saúde metal
- Função social da dança em exclusão social.
BIBLIOGRAFIAS:
ALEXANDER, Gerda. Eutonia: Um Caminho para a Percepção Corporal. São Paulo,
SP. Martins Fontes Editor,1991.
ARAÚJO, Márcia Curvello dos Santos & HALFOUN, Vera Lucia Rabello de Castro.
Apostila sobre as patologias da Diabetes Melitus e Hipertensão Arterial
ARHEIM, Rudolf. A Intuição e o Intelecto na Arte. São Paulo, Martins Fontes,1989.
CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza (org). (2000). I Coletânea de
Artigos do Departamento de Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ. Papel & Virtual
Editora, 1999.
LABAN, Rudolf von. Domínio do Movimento. São Paulo, SP. Sumus Editora, 1978
_________________().Dança Educativa Moderna.São Paulo, Ícone, 1994.
SILVA, Ignácio Assis (org). O Corpo e o Sentido. A escuta do Sensível. São Paulo, SP.
UNESP Editora, s.d.
SARRACENO. Manual de Saúde Mental.São Paulo, 2001
PARHAN, L. Diane. A recreação na terapia ocupacional pediátrica. São Paulo:
Santos, 2000.
SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação
e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997.
SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I,
II e III. (Apostila), 2003.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
5- DANÇA,CRIAÇÃO E IMAGEM
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: CINEMA E DANÇA A
CÓDIGO EFA 300 – 2.0 créditos
Carga horária: 30 horas
EMENTA:
Concepções de corpo, a partir de um campo conceitual onde o cinema e a dança constroem
uma interdisciplinaridade. Análise do corpo no cinema, seus movimentos, gestos e atitudes,
principalmente, no cinema moderno que reage à narrativa clássica, do tipo aristotélica,
mergulhando no corpo para reencontrar a vida. Iniciação na técnica e na linguagem do vídeo
e do cinema. Reflexões e conclusões teóricas sobre o ato de filmar um corpo em movimento
de dança.
OBJETIVOS:
- identificar e apontar os códigos cinematográficos, a partir da visionamento dos filmes
(principalmente os que contém cenas de dança), previamente selecionados pelo professor
junto com os alunos
- identificar e apontar os códigos cinematográficos, a partir do processo de elaboração e
produção de um ensaio audiovisual
- construir um conceito de corpo e movimento na dança, a partir da visionamento de filmes
(principalmente os que contêm cenas de dança), previamente selecionados pelo professor
junto com os alunos
- construir um conceito de corpo e movimento na dança, a partir do processo de elaboração e
produção de um ensaio audiovisual
UNIDADES:
Unidade I – Semiologia do cinema (uma introdução à linguagem cinematográfica); Panorama
geral sobre a história da dança no cinema.
Unidade II – O movimento na dança e no cinema – construção do conceito de corpo e
movimento a partir da imagem-movimento: debates teóricos
Unidade III – O movimento na dança e no cinema – construção do conceito de corpo e
movimento a partir da imagem-movimento: exemplos de exercícios e práticas.
METODOLOGIA:
Trata-se de um trabalho interdisciplinar envolvendo estudos sobre o corpo e o movimento da
dança e do cinema, tomando a visionamento de filmes (principalmente os que contêm cenas de
dança) e o processo de elaboração e produção de ensaios audiovisuais, como sendo espaços de
investigação e de produção de conhecimento. Aqui, a imagem se constitui no ponto de partida
e no ponto de chegada das análises e discussões das aulas, ultrapassando assim, uma função
meramente ilustrativa.
Procedimentos:
Leituras e discussões de textos
Visionamento das seqüências (principalmente coreográficas), dos filmes selecionados,
previamente
Análise das imagens, principalmente, das seqüências coreográficas.
Direção da filmagem de coreografias concebidas pelo próprio aluno
Direção da montagem das seqüências coreográficas filmadas anteriormente
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
AVALIAÇÕES:
Freqüência e participação
Individual (teórica) – Análise fílmica. O aluno deverá escolher um filme que contenha cenas
de dança e analisá-lo do ponto de vista da representação cinematográfica do corpo
coreográfico.
Coletiva (prática) – A turma se dividirá em grupos de, no máximo, 4 alunos. Cada grupo
produzirá um ensaio audiovisual sobre a dança com, aproximadamente, 5 minutos de duração,
acompanhado de um trabalho escrito, com a seguinte organização: tema, objetivos, introdução,
justificativa e etapas a serem cumpridas. Aproximadamente 3 páginas digitadas (corpo 12,
fonte times new roman, espaço 1.5).
BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo,
SP. Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não-aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
BURCH, Noel. (1992). Práxis do cinema. São Paulo, SP. Editora Perspectiva.
COHEN, Renato. Performance como Linguagem
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora
Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora
Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos
no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas
Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.”
In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP.
Editora Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
São Paulo, SP. Editora Papirus.
ROUBINE, Jean-Jacques. A Linguagem da Encenação Teatral. Rio de Janeiro: Zahar, 1998
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). "Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ
- Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
STANISLAVSKI, Constantin. A Preparação do Ator
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas,
SP. Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance”. In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ.
Edições Graal.
FILMOGRAFIA PRELIMINAR
Filmes
A dança da borboleta de Thomas Alva Edison (EUA, 1895);
Carmen Revient au pays. Kinoshita Keisuke (Japão)
La petite marchande d’allumettes. Jean Renoir (França, 1928)
Pink Narcissus. Kenneth Anger (EUA)
The Busby Berkeley. Dick Powell & Ruby Kellen (EUA)
Belezas em revista de Busby Berkeley (EUA, 1933);
Dames de Busby Berkeley (EUA, 1934);
O picolino de Mark Sandrich (EUA, 1934);
Roberta de Willian A. Seiter (EUA, 1935);
Mordedoras de 1935 de Busby Berkeley (EUA, 1935);
Swing time. George Stevens (EUA, 1936)
Models. Charles Vidor. (EUA, 1943)
Marujos do amor de George Sidney (EUA,1945);
O pirata de Vincente Minnelli (EUA, 1948);
Sapatinhos vermelhos de Michael Powell e Emeric Pressburger (Inglaterra, 1948);
Aviso aos navegantes. Watson Macedo. (Brasil,1951)
Cantando na chuva de Gene Kelly e Stanley Donen (EUA, 1952);
Carnaval Atlântida de José Carlos Burle (Brasil, 1952);
Invitation to the dance. Gene Kelly (EUA, 1956)
Amor, sublime amor de Jerome Robbins e Robert Wise (EUA, 1961);
Uma mulher é uma mulher de Jean-Luc Godard (França/ Itália, 1961);
Les demoiselles de Rochefort. Jacques Demy (França, 1967).
Tous lês autres s’appellentali. Rainer Werner Fassbinder. (Alemanha, 1973)
Era uma vez em Hollywood de Jack HaLley Jr. (EUA, 1974);
Isto também era Hollywood de Gene Kelly (EUA, 1976);
Os embalos de sábado à noite. John Badham (EUA,1977)
A lira do delírio de Walter Lima Jr. (Brasil, 1978);
Grease nos tempos da brilhantina. Randal Kleiser (EUA,1978)
Fama de Alan Parker (EUA, 1980);
A idade da Terra de Glauber Rocha (Brasil, 1980);
Bodas de sangue de Carlos Saura (França/ Espanha, 1981);
O baile de Ettore Scola (Itália/ França/ Algéria, 1982);
A ópera do malandro de Ruy Guerra (Brasil/ França, 1986);
A última tempestade de Peter Greenaway (França/ Inglaterra/ Itália/ Holanda/ Japão, 1991);
O bebê santo de Macon de Peter Greenaway (Bélgica/ Alemanha/ Inglaterra/ França, 1993);
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Assim dançou o comunismo de Dana Ranga (Alemanha, 1996);
Todos dizem eu te amo. Woody Allen (EUA, 1996)
Billy Elliot de Stephen Daldry (Inglaterra, 2000);
Dançando no escuro de Lars Von Trier (Dinamarca/ Suécia/ França/ Rússia, 2000);
Imagens do oriente – turismo vândalo. Yervant Gianikian & Ângela Ricci Lucci. (Japão,
2001)
As cinzas de Deus. André Semenza (Inglaterra/ Brasil, 2002)
Vídeos
The movies begin – volume I. Produção do vídeo: David Shepard (EUA)
Evidentia. (A film conceived by Sylvie Guillem). Thomas Lovell Balogh, Adam Roberts,
Mats Ek, Ha Van (EUA, 1995)
Dança no século. Dança Contemporânea: a explosão. (EUA)
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Cinema e dança B CÓDIGO: EFA039
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 3.0
EMENTA:
Integração da linguagem cinematográfica com a linguagem da dança, a partir do visionamento de
filmes e análises fílmicas. Debates teóricos sobre as funções (finalidades expressivas) dos códigos
cinematográficos na representação dos movimentos coreográficos. Elementos básicos para o
desenvolvimento da técnica e da linguagem do vídeo e do cinema, tomando a dança e o cinema
como linguagens da arte contemporânea.
OBJETIVOS:
Formar uma cultura fílmica, a partir do visionamento de filmes, principalmente, de filmes que
contêm cenas de dança
identificar e apontar os códigos cinematográficos
relacionar os códigos cinematográficos com a representação cinematográfica dos movimentos
coreográficos
UNIDADES:
Unidade I – Cinema. O musical norte-americano
Unidade II – Cinema. Outras nacionalidades
Unidade III – Cinema. Vanguardas
Unidade IV – Televisão. A dança na televisão e o vídeo-dança
METODOLOGIA:
Visionamento de filmes que contêm cenas de dança
Análise das imagens, principalmente, das seqüências coreográficas.
AVALIAÇÃO:
Freqüência e participação
Individual – teórica – Análise fílmica. O aluno deverá escolher um filme, entre aqueles vistos
durante o curso e analisá-lo do ponto de vista da representação cinematográfica do corpo
coreográfico.
Coletiva – a turma se dividirá em grupos com no máximo 5 componentes. Cada grupo selecionará
um filme não visionado durante o curso e desenvolverá uma análise do ponto de vista da
representação cinematográfica do corpo coreográfico.
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina
Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ - Grupo
Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da
Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
FILMOGRAFIA
Filmes
A dança da borboleta de Thomas Alva Edison (EUA, 1895);
Carmen Revient au pays. Kinoshita Keisuke (Japão)
La petite marchande d’allumettes. Jean Renoir (França, 1928)
Pink Narcissus. Kenneth Anger (EUA)
The Busby Berkeley. Dick Powell & Ruby Kellen (EUA)
Belezas em revista de Busby Berkeley (EUA, 1933);
Dames de Busby Berkeley (EUA, 1934);
O picolino de Mark Sandrich (EUA, 1934);
Roberta de Willian A. Seiter (EUA, 1935);
Mordedoras de 1935 de Busby Berkeley (EUA, 1935);
Swing time. George Stevens (EUA, 1936)
Models. Charles Vidor. (EUA, 1943)
Marujos do amor de George Sidney (EUA,1945);
O pirata de Vincente Minnelli (EUA, 1948);
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Sapatinhos vermelhos de Michael Powell e Emeric Pressburger (Inglaterra, 1948);
Aviso aos navegantes. Watson Macedo. (Brasil,1951)
Cantando na chuva de Gene Kelly e Stanley Donen (EUA, 1952);
Carnaval Atlântida de José Carlos Burle (Brasil, 1952);
Invitation to the dance. Gene Kelly (EUA, 1956)
Amor, sublime amor de Jerome Robbins e Robert Wise (EUA, 1961);
Uma mulher é uma mulher de Jean-Luc Godard (França/ Itália, 1961);
Les demoiselles de Rochefort. Jacques Demy (França, 1967).
Tous lês autres s’appellentali. Rainer Werner Fassbinder. (Alemanha, 1973)
Era uma vez em Hollywood de Jack HaLley Jr. (EUA, 1974);
Isto também era Hollywood de Gene Kelly (EUA, 1976);
Os embalos de sábado à noite. John Badham (EUA,1977)
A lira do delírio de Walter Lima Jr. (Brasil, 1978);
Grease nos tempos da brilhantina. Randal Kleiser (EUA,1978)
Fama de Alan Parker (EUA, 1980);
A idade da Terra de Glauber Rocha (Brasil, 1980);
Bodas de sangue de Carlos Saura (França/ Espanha, 1981);
O baile de Ettore Scola (Itália/ França/ Algéria, 1982);
A ópera do malandro de Ruy Guerra (Brasil/ França, 1986);
A última tempestade de Peter Greenaway (França/ Inglaterra/ Itália/ Holanda/ Japão, 1991);
O bebê santo de Macon de Peter Greenaway (Bélgica/ Alemanha/ Inglaterra/ França, 1993);
Assim dançou o comunismo de Dana Ranga (Alemanha, 1996);
Todos dizem eu te amo. Woody Allen (EUA, 1996)
Billy Elliot de Stephen Daldry (Inglaterra, 2000);
Dançando no escuro de Lars Von Trier (Dinamarca/ Suécia/ França/ Rússia, 2000);
Imagens do oriente – turismo vândalo. Yervant Gianikian & Ângela Ricci Lucci. (Japão, 2001)
As cinzas de Deus. André Semenza (Inglaterra/ Brasil, 2002)
Vídeos
The movies begin – volume I. Produção do vídeo: David Shepard (EUA)
Evidentia. (A film conceived by Sylvie Guillem). Thomas Lovell Balogh, Adam Roberts, Mats Ek,
Ha Van (EUA, 1995)
Dança no século. Dança Contemporânea: a explosão. (EUA)
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Cinema e dança C CÓDIGO: EFA040
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 3.0
EMENTA:
Aplicação e desenvolvimento da técnica e da linguagem do vídeo e do cinema, no processo de
elaboração de roteiros e produção de ensaios audiovisuais de dança. Fusão da dança com o
cinema e vídeo, gerando um debate teórico acerca da transdisciplinaridade entre essas linguagens,
construindo uma nova linguagem da arte contemporânea.
OBJETIVO:
Produzir ensaios audiovisuais de dança.
UNIDADES:
Unidade I – Concepção de roteiros/ projetos de ensaios audiovisuais
Unidade II – Seleção da estética coreográfica (movimentos de dança)
Unidade III – Seleção da estética cinematográfica (modos de filmar e de montar/ ordenar as
imagens filmadas)
Unidade IV – Finalização do ensaio audiovisual
METODOLOGIA:
Processo de produção de um vídeo-dança obedecendo às regras técnicas do cinema. O aluno de
dança aprenderá a interagir com uma equipe técnica fora de sua área de atuação (a turma será
formada também de alunos da graduação em cinema da UFF). O aluno de dança deverá aprender
também, a reorganizar sua criação coreográfica dentro das divisões operacionais do audiovisual:
argumento e roteiro, pré-produção, gravações, finalização, distribuição e exibição.
AVALIAÇÃO:
Ao final da disciplina, haverá uma exibição para a comunidade do curso de dança (professores,
funcionários e alunos) aberta à comunidade da UFRJ e à sociedade em geral. Após a sessão, o
professor e os alunos da disciplina promoverão um debate com o espectador, para fins de uma
avaliação sobre o ensaio audiovisual visionado.
BIBLIOGRAFIA:
COMPARATO, Doc. Da Criação ao Roteiro. Editora Rocco;
COMPARATO, Doc. Roteiro: Arte e Técnica de Escrever para Cinema e Televisão. Rio de
Janeiro: Nórdica, 1983;
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DANCYGER, Ken. Técnicas de Edição para Cinema e Vídeo. Editora Campus, 2003;
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
FELLINI, Federico. Fazer um Filme. Editora Civilização Brasileira;
GERBASE, Carlos. Cinema – Direção de Atores. Editora Artes e Ofícios, 2003;
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MANZANO, Luis Adelmo F. Som-imagem no Cinema. Editora Perspectiva, 2003;
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: O movimento na dança e produção da imagem CÓDIGO: EFA024
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos do parâmetro movimento. A
fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte
contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do
corpo coreográfico.
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos do
parâmetro movimento, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia
promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo
coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos do parâmetro movimento.
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito do parâmetro movimento na dança.
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento.
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado.
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e
Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão
de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Espaço e forma na dança e produção da imagem CÓDIGO: EFA025
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos dos parâmetros espaço-forma.
A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte
contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica
do corpo coreográfico
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos dos
parâmetros espaço-forma, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma
monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem videográfica ou cinematográfica
do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos dos parâmetros espaçoforma.
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito dos parâmetros espaço-forma na dança.
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança,
Criação e Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo,
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
SP. Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática nãoaristotélica. Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora
Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora
Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.”
In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo:
Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos
no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas
Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.”
In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo,
SP. Editora Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra,
estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte.
Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana
Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea
da UFRJ - Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação
Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica.
Campinas, SP. Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema
no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ.
Edições Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Dinâmica e ritmo na dança e produção da imagem CÓDIGO: EFA026
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos dos parâmetros dinâmica e
ritmo. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar
da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou
cinematográfica do corpo coreográfico.
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos dos
parâmetros dinâmica e ritmo, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma
monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou
cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos dos
parâmetros dinâmica e ritmo.
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito dos parâmetros dinâmica e ritmo na dança.
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança,
Criação e Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo,
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
SP. Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática nãoaristotélica. Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora
Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora
Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos
no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas
Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.”
In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP.
Editora Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia
de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ
- Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas,
SP. Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ.
Edições Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos especiais em progressões do movimento segmentar e produção
da imagem CÓDIGO: EFA027
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos princípios norteadores das progressões do
movimento segmentar. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem
transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica
ou cinematográfica do corpo coreográfico
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos princípios norteadores das
progressões do movimento segmentar, acompanhado de uma argumentação teórica OU
produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou
cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos princípios norteadores das
progressões do movimento segmentar.
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia, movimento e interpretação
coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito de progressão do movimento segmentar na dança, numa
perspectiva criadora do movimento
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e
Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão
de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos especiais em famílias da dança e produção da imagem CÓDIGO:
EFA028 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas
Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos princípios norteadores das famílias da dança. A
fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte
contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica
do corpo coreográfico.
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos princípios norteadores
das famílias da dança, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma
monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou
cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos princípios norteadores das
famílias da dança
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo, movimento, coreografia e interpretação
coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito de famílias da dança, numa perspectiva criadora do
movimento
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança,
Criação e Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto representado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos especiais em música e movimento e produção da imagem
CÓDIGO: EFA029 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10 horas
Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos da música. A fusão da música
e da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte
contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica
do corpo coreográfico.
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos da
música, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora
de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo
coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos da música
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo, musicalidade, coreografia e interpretação
coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito de música-dança, numa perspectiva criadora do
movimento humano
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança,
Criação e Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto representado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Fundamentos coreográficos e produção da imagem CÓDIGO: EFA030
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas
Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos fundamentos coreográficos. A fusão da dança
com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea.
Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo
coreográfico.
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos dos
fundamentos coreográficos, acompanhado de uma argumentação teórica
OU
Produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou
cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos dos
fundamentos coreográficos
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito dos fundamentos coreográficos
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e
Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão
de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos especiais em danças folclóricas brasileiras e produção da imagem
CÓDIGO: EFA031
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas
Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias
sobre a dança, com enfoque nas danças folclóricas brasileiras. A fusão da dança com o vídeo e
cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas
acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico.
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nas danças folclóricas
brasileiras, acompanhado de uma argumentação teórica
OU
Produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica
ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nas danças folclóricas
brasileiras
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo coreográfico, folclore e interpretação
coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito de folclore brasileiro na dança.
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança,
Criação e Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de monografias do curso
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Fundamentos da corporeidade e produção da imagem CÓDIGO: EFA032
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas
Nº DE CRÉDITOS: 8.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de
monografias sobre a dança, com enfoque nos fundamentos da corporeidade. A fusão da dança
com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea.
Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo
coreográfico.
OBJETIVOS:
Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos fundamentos da
corporeidade, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia
promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo
coreográfico, com enfoque temático nos fundamentos da corporeidade
UNIDADES:
Unidade I – Construindo um conceito de corpo coreográfico, coreografia e interpretação
coreográfica
Unidade II – Construindo um conceito de corporeidade na dança.
Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança,
Criação e Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Palestra Ilustrada CÓDIGO: EFAX01
CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 30 horas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2,0 horas
Nº DE CRÉDITOS: 1.0
EMENTA:
Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios. A fusão da dança com o
vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea.
Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo
coreográfico.
OBJETIVOS:
Análise e seleção de temas específicos acerca da construção do corpo coreográfico, para a
produção de um ensaio audiovisual de dança, acompanhado de uma argumentação teórica
UNIDADES:
Unidade I – Definição do tema do ensaio audiovisual
Unidade II – Debates teóricos acerca do tema selecionado e elaboração do roteiro do ensaio
audiovisual
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Elaboração de roteiros para a produção de vídeos
Filmagem e montagem das cenas selecionadas
METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Revisão bibliográfica
Visionamento de filmes
Análise fílmica
Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS:
Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança,
Criação e Imagem
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS:
Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela
comissão de monografias do curso
BIBLIOGRAFIA:
AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus.
AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus.
BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP.
Editora Brasiliense.
BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi.
_______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal.
BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica.
Lisboa. Editora Portugália.
COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo.
DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto.
DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense
_______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
_______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34.
ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar.
EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador.
FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In:
Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec
GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no
musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da
Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense.
MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In:
Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora
Annablume. P. 85 – 93.
NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret
ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética,
movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura.
SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de.
Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e
Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres.
SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ.
VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP.
Editora Papirus
VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no
Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351.
XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições
Graal.
FILHO, Luis Rosemberg (org). (1986).Godard, Jean Luc. Rio de Janeiro, RJ. Editora Livraria
Taurus.
BENJAMIM, Walter. (1985). “A obra e arte na era da reprodutibilidade técnica” . In: Obras
Escolhidas. Magia e Técnica. Arte e Política.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
6 - FOLCLORE BRASILEIRO
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Folclore Brasileiro: Danças e Folguedos
CÓDIGO: EFA 360 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4 horas Nº DE CRÉDITOS:
EMENTA:
Características gerais das danças e dos folguedos na cultura popular brasileira e sua
importância no desenvolvimento da Dança como linguagem da Arte Contemporânea.
Relações com o desenvolvimento artístico e pedagógico da Dança
OBJETIVOS:
Identificar e analisar aspectos do Folclore na vida cotidiana e a importância do Folclore
na formação e criação em Dança Contemporânea e na cidadania brasileira
Identificar as danças e folguedos como linguagem do povo brasileiro
Executar e analisar danças e folguedos com várias motivações
Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo
temáticas baseadas na cultura popular brasileira.
UNIDADES:
I)O que é Folclore e cultura Popular e a importância na formação da cidadania
II)A formação do povo brasileiro
III)Danças e Folguedos com várias motivações
IV) Laboratórios de criação em Dança baseados na cultura popular
BIBLIOGRAFIAS:
ANDRADE, Mario. Danças Dramáticas do Brasil.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Folclore
BURKE, Peter. A Cultura Popular na Idade Moderna
CASTRO, Zaide. Danças do Norte e do Sul.
GIFFONI, Maria Amalia. Danças Folclóricas Brasileiras
HALL, Stuart. Identidade na Pós-modernidade
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Tópicos especiais em danças folclóricas brasileiras CÓDIGO: EFA 518
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4 horas Nº DE CRÉDITOS: 3,0
EMENTA
Características gerais das danças e dos folguedos na cultura popular brasileira de
origem afro-brasileira e sua importância no desenvolvimento da Dança como
linguagem da Arte Contemporânea. Relações com o desenvolvimento artístico e
pedagógico da Dança.
OBJETIVOS
• Identificar e analisar aspectos do Folclore na vida cotidiana e na arte
• Identificar as danças e folguedos de origem afro-brasileira como linguagem do
povo brasileiro
• Executar e analisar os parâmetros das danças e folguedos de origem afro-brasileira
com várias motivações
• Criar coreografias baseadas na cultura popular
• Identificar a importância e as influências das Danças Folclóricas de origem afrobrasileira na formação e criação em Dança Contemporânea
UNIDADES
I) O que é Folclore e a importância na formação da cidadania
II)A presença da cultura africana na formação do povo brasileiro
III)Danças e Folguedos de origem afro-brasileira com várias motivações
IV) Laboratórios de criação coreográfica em Dança baseados no folclore de origem
afro-brasileira.
METODOLOGIA
Aulas práticas e expositivas. Atividades individuais e em grupo. Laboratórios de
movimentos.
AVALIAÇÃO
Provas práticas e teóricas, seminários e pesquisas de campo
BIBLIOGRAFIAS
ANDRADE, Mário. Danças Dramáticas do Brasil.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Folclore
BURKE, Peter. A Cultura Popular na Idade Moderna
CASTRO, Zaide. Danças do Norte e do Sul.
GIFFONI, Maria Amália. Danças Folclóricas da Europa
LOPES, Nei. O Negro no Rio de Janeiro e Sua Tradição Musical
VERGER, Pierre. Orixás
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de Integração em Danças Populares e Contemporaneidade A
CÓDIGO: EFA006
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
A importância do enfoque em temas específicos para a produção coreográfica das
Danças Populares em suas tendências emergentes (Dança de salão) como linguagem da
Arte Contemporânea. Elementos básicos das Danças Populares como temas para
produções coreográficas. Roteiros coreográficos baseados nas Danças Populares.
OBJETIVOS:
Analisar as possibilidades temáticas desencadeadas pelo estudo das Danças Populares
em suas tendências emergentes (Dança de salão) para o aproveitamento e
desenvolvimento de criações coreográficas e situações de ensino na dança como
linguagem na Arte contemporânea
Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo
temáticas baseadas em temas das Danças de salão relacionando-os as possíveis origens
nas danças folclóricas.
UNIDADES:
I)Prática de coreografias específicas das Danças de Salão
II) As Danças Folclóricas e as Danças de Salão
III) Laboratório de Criação
BIBLIOGRAFIAS:
BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. Anatomia del actor
CÔRTES, Paixão; LESSA, Barbosa. Manual de Danças Gaúchas
LIMA, Luis Costa (org). Teorias de Cultura de Massa.
MARQUES, Isabel. Ensino de dança hoje
VERDERI, Erica Beatriz L.P. Dança na Escola
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de Integração em Danças Populares e Contemporaneidade B
CÓDIGO: EFA012 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
A importância do enfoque em temas específicos para a produção coreográfica das
Danças Populares em suas tendências emergentes (“Dança de rua”) como linguagem da
Arte Contemporânea. Elementos básicos das Danças Populares como temas para
produções coreográficas. Roteiros coreográficos.
OBJETIVOS:
*Analisar as possibilidades temáticas desencadeadas pelo estudo das Danças Populares
em suas tendências emergentes (Street-dance/lambaeróbica) para o aproveitamento e
desenvolvimento de criações coreográficas e situações de ensino na dança como
linguagem na Arte contemporânea
*Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo
temáticas baseadas em temas da “Dança de Rua” e sua história no Brasil.
UNIDADES:
I)Prática e história das várias manifestações da “Dança de Rua”
II) Laboratório de Criação em Dança
BIBLIOGRAFIAS:
BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. Anatomia del actor;
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Cultura da Rua
LIMA, Luis Costa (org). Teorias de Cultura de Massa.
VERDERI, Erica Beatriz L.P. Dança na Escola
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Atividade de integração em Danças Populares e Contemporaneidade C
CÓDIGO: EFA018 CARGA HORÁRIA: 30
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA:
A importância do enfoque em temas específicos para a produção coreográfica das
Danças Populares em suas tendências emergentes (Capoeira) como linguagem da Arte
Contemporânea. Elementos básicos das Danças Populares como temas para produções
coreográficas. Roteiros coreográficos baseados nas Danças Populares.
OBJETIVOS:
Identificar a capoeira como uma manifestação folclórica e linguagem histórica
Identificar a história e os movimentos tradicionais dos dois estilos de capoeira (Angola
e Regional)
Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo
temáticas baseadas em elementos da capoeira e sua história.
UNIDADES:
I)História da capoeira no Brasil (gênese)
II)Prática dos dois estilos da Capoeira (Angola e Regional)
III)Laboratório de Criação em Dança baseado nesta manifestação
BIBLIOGRAFIAS:
LIMA, Luis Costa (org). Teorias de Cultura de Massa.
VERDERI, Erica Beatriz L.P. Dança na Escola;
BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. Anatomia del actor;
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O Que é Folclore
CARNEIRO, Edison. Religiões Negras-Negros Bantos
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
8 DISCIPLINAS DE OUTROS DEPARTAMENTOS
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Antropologia do corpo
CÓDIGO: EFC100
CARGA HORÁRIA: 60
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
O curso pretende apresentar aos alunos uma introdução a abordagem antropológica do corpo
humano como um locus de manifestação da vida social.
Assim, longe de percorrer uma bibliografia exaustiva sobre o tema, o objetivo será, tomando como
ponto de partida o estudo da antropologia da cultura a partir do texto de Laraia (2003) e do
conceito de Corporeidade, construir um debate em torno de possíveis usos sociais dos corpos, e de
significados sociais atribuídos a algumas das principais funções biológicas, além de contextualizar
esta reflexão dentro do desenvolvimento do conceito de corpo na dança contemporânea. O curso
também destina-se a identificar e a refletir sobre trabalhos e pesquisa nas áreas das artes cênicas
que partam de uma reflexão antropológica.
UNIDADES
METODOLOGIA:
Aulas expositivas e práticas do conteúdo da disciplina. Estudo de vídeos e discussão de
textos
AVALIAÇÃO
Os critérios de avaliação serão atribuídos levando-se em conta :
a) Freqüência e participação nas aulas.
b) Trabalhos escritos acerca do conteúdo abordado e dos textos indicados para leitura.
c) Exercício cênico no qual serão avaliados a absorção e o entendimento das ferramentas
estudadas durante a disciplina.
BIBLIOGRAFIA
ARTAUD, Antonin. Os Tarahumaras. Lisboa: Relógio d’Água Editores LDA, 1985.
ARTAUD, Antonin. O teatro e Seu Duplo. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
ASSMANN, H. Paradigmas Educacionais e Corporeidade. Piracicaba: Ed. UNIMEP, 1995.
BARBA, E. e SAVERESE, N. Anatomia del Ator. México: Grupo Editorial Gaceta, 1988.
BARBA, Eugênio. Além das Ilhas Flutuantes. São Paulo: Hucitec/ UNICAMP,1991.
CORRÊA, Arantes Urias. Artaud Teatro e Cultura. Campinas: UNICAMP, 1988.
GROTOWSKI, Jersy. Em Busca de um Teatro Pobre. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,1971.
LARAIA, Roque. Cultura – Um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da Percepção. Campinas: Martins Fontes, 1999.
OLIVIER, Giovanina. Um Olhar Sobre o Esquema Corporal, a Imagem Corporal, a Consciência
Corporal e a Corporeidade. Campinas: UNICAMP, 1991. Dissertação (Mestrado em Educação
Motora) - Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, 1991.
PRÓCHNO, Caio César Camargo. O Corpo do Ator, Metamorfoses e Simulacros. São Paulo:
Annablume, 1999
RODRIGUES, Graziela. O Bailarino Pesquisador-Intérprete. São Paulo: FUNARTE, 1996.
TAVARES, M. Imagem Corporal. Conceito e Desenvolvimento. São Paulo: Manole
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina: CINESIOLOGIA Código:EFF290
Departamento
BIOCIÊNICAS
Carga Horária total 45h Créditos 03 Período 4º
Pré/co-requisitos: (BMA 132) Anatomia aplicada à Educação Física
PLANO DE CURSO
EMENTA
Estudo analítico da biomecânica das estruturas do aparelho locomotor, da estática das
articulações, da dinâmica muscular, da biomecânica dos segmentos do corpo humano e dos
movimentos desportivos, bem como das habilidades motoras.
OBJETIVOS: GERAIS:
Aperfeiçoar o desempenho na habilidades motoras.
Aperfeiçoar o executor.
Contribuir na preparação do professor de Educação Física para ensinar a execução.
Desenvolver no professor a capacidade para avaliar os exercícios e as atividades do ponto de
vista dos seu efeitos na estrutura do corpo humano.
PROGRAMA
UNIDADES: Conteúdo
Conceito e Objetivos
Mecânica muscular e articular
Propriedades físicas dos músculos, do fáscia, dos tendões, dos ossos e da cartilagem.
Equilíbrio do corpo humano
Leis de Newton
Efeitos da força da gravidade
Centro de gravidade do corpo
Equilíbrio do corpo com um sistema articulado
Mecânica da coluna vertebral.
Estatística da coluna
Arquitetura
Distribuição dos esforços
Equilíbrio intrínseco
METODOLOGIA:
Aulas expositivas – Pretende-se que a aula expositiva seja do tipo: teórica, dialogada. Cada
tempo será de 50min e 10min de intervalo. Pretende-se ainda que na aula expositiva sejam
usados métodos audiovisuais: transparências, diapositivos, filmes, etc.
Dinâmica de grupo: Várias técnicas de estudo em grupo, poderão ser usadas como: seminário,
discussão livre, painel simples ou painel integrado, etc
Aulas práticas: As aulas práticas, quando exeqüíveis, o que depender de material, local e
pessoal, deverão ser planejadas previamente.
AVALIAÇÃO:
Do aluno: Consta de atividades informativas e formativas que poderão fornecer ao professor a
possibilidade de uma avaliação do rendimento do decurso da aprendizagem. A avaliação
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
corrente substituirá a aplicação das provas tradicionais.
Do Curso: Será feita pelo rendimento dos alunos.
BIBLIOGRAFIA:
LUTTGENS E WELLS – KINESIOLOGY - Scientific basis of Human Motion
Saunders College Publishing
STIENDLER, Arthur e THOMAS, Charles C. – Kinesiology of the human body
DYSON, Geoffuy –The mechanics of athletics
University of London Press Ltd
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina BIOMECÂNICA I Código EFF480
Departamento
BIOCIÊNICAS
Carga Horária total 45h Créditos 03
Pré/co-requisitos
(EFF 290) Cinesiologia
PLANO DE CURSO
PROGRAMA
Unidades Conteúdo
1. Conceituação da Biomecânica
. Diferenciação entre Biomecânica e Cinesiologia
. Discussão sobre parâmetros biomecânicos
2. Cinética Angular
. Classificação de alavancas e eficiência mecânica
. Conceitos de momento e torque
3 Mecânica Muscular
. Curva comprimento x tensão
. Modelos mecânicos do músculo
4. Eletromiografia
. Origem do sinal mioelétrico
. Definição da eletromiografia como técnica eletrodiagnóstica
. Relação atividade mioelétrica x curva comprimento x tensão
. Momento x atividade mioelétrica
5 Aspectos biomecânicos do salto vertical
. Análise cinemática e cinética do salto vertical
. Estimativa de participação de membros superiores (MMSS)
. Corrida de aproximação e índice (IE) no salto vertical
6. Propriedades biomecânicas dos tecidos ósseo, cartilaginoso e conjuntivo
. Discussão sobre as diversas forças que atuam sobre estes tecidos
7. Marcha e corrida
. Aspectos cinéticos e cinemáticos básicos e suas diferenças
BIBLIOGRAFIA::
HAY, J.G. – Biomecânica das Técnicas Desportivas. 2ª ed. Rio de Janeiro Interamericana,
1981
HAY, J. G. & REID, J. G. – “As bases anatômicas e mecânicas do movimento humano.
Editora Prentice Hall do Brasil Ltda
HALL, S. – Biomecânica básica. Editora Guanabara Koogan AS, 1993
CARR, G – Biomecânica dos esportes. 1ª edição, Editora Manole Ltda
ROSE, J & GAMBLE, J.G. – Marcha humana. Editora Premier
HAMILL, J. & KNUTSEN, K. M. – Bases biomecânicas do movimento humano
1ª edição, Editora Manole Ltda
ENOKA, R. M. – Bases Neuromecânicas da Cinesiologia. 2ª edição, Editora Manole Ltda
WIHRED, R. – Atlas de Anatomia em Movimento. Ed Manole, São Paulo, 1986
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina BIOMECÂNICA II Código EFF602
Carga Horária total 45h
Créditos
03
Pré/co-requisitos
(EFF 480) Biomecânica I
PLANO DE CURSO
EMENTA:
Análise biomecânica de movimentos desportivos. Métodos e técnicas de avaliação
biomecânica no esporte.
OBJETIVOS GERAIS:
Reconhecer os conceitos biomecânicos que fundamentam as técnicas desportivas
Aplicar os conceitos biomecânicos para detecção e correção, de falhas de execução de gestos
desportivos.
Conhecer as técnicas de avaliação em biomecânica do esporte (testes de campo e
laboratóriais).
PROGRAMA
Unidades Conteúdo
1. Biomecânica da corrida
2. Biomecânica do salto vertical
3 Biomecânica dos esportes
. voleibol
. basquetebol
. natação
. futebol
. atletismo
4. Medida e Avaliação em Biomecânica no Desporto
- Conceitos básicos:
. cinematografia
. eletrogoniometria
. strain gages
. eletromiografiailometria
5 Instrumentação:
. Plataforma de salto
. Plataforma de centro de gravidade
. Temporizador de marcha
. Plataforma de força
. Posturograma
METODOLOGIA:
Aulas teóricas – retroprojetor, projetor de slides
. expositivas
. dinâmica de grupo
.
AVALIAÇÃO:
Do aluno: 2 avaliações escritas e trabalho escrito individual
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIA:
BRUMMSTRON – Cinesiologia Clínica
Ed Manole, 4ª ed. São Paulo, 1987
HAY, J.G. – Biomecânica das Técnicas Desportivas
2ª ed. Rio de Janeiro Interamericana, 1981
RACH and BURKE – Cinesiologia e Anatomia Aplicada
Ed Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1977
WRIRED, R. – Atlas de Anatomia em Movimento
Ed Manole, São Paulo, 1986
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Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
DISCIPLINA: Anatomia para Educação Física
CRÉDITOS: 5,0
CARGA HORÁRIA: 120h
CÓDIGO: BMA132
EMENTA:
Introdução à Nomina Anatômica: Planos e eixos de construção do corpo humano;
Organização geral dos sistemas circulatório, respiratório e nervoso. Organização
geral do abdômen. Introdução ao sistema esquelético. Características do corpo
humano. Introdução do sistema articular. Alavancas do corpo humano. Introdução ao
sistema muscular. Características morfofuncionais dos músculos, tecidos e fibras
musculares. Mecânica muscular. Função e trabalho muscular aplicada à morfologia.
Anatomia funcional da coluna vertebral, cintura escapular, membro superior, cintura
pélvica e membros inferiores. Aspectos morfológicos da marcha.
OBJETIVOS GERAIS:
Introdução à organização geral do corpo humano. Habilitar o aluno a identificar as
principais estruturas viscerais do corpo humano. Identificação das principais
características anatômicas de ossos, músculos e articulações. Classificação
funcional dos ossos, músculos e articulações. Estudo regional detalhado das
diversas regiões do aparelho locomotor, permitindo ao aluno associar forma e função
no aparelho locomotor, através de aulas expositivas e práticas incluindo
demonstrações, exercícios práticos, estudo dirigido e testes de função muscular.
PROGRAMA
Unidades Conteúdo
1. Organização geral do corpo humano: princípios de construção do corpo humano
2. Planos e eixos anatômicos: nomina anatômica
3 Esqueleto
4. Organização do Sistema Circulatório
5. Organização Geral do Sistema Respiratório
6. Organização Geral do Abdômen: vísceras abdominais
7. Organização Geral do Sistema Nervoso
8. Estudo do Sistema Nervoso Periférico: Nervos Periféricos
9. Introdução ao Sistema Esquelético: Ossos
10. Introdução ao Sistema Articular: Articulações
11. Mecanismo de Alavancas: articulações II
12. Introdução ao sistema muscular: músculos
13. Tecido, Fibra e Grupos Musculares: Músculos II
14. Biomecânica Muscular: Músculos III
15. Anatomia Funcional da Coluna Vertebral: Coluna Vertebral, Anatomia de
Superfície
16. Anatomia funcional do ombro: ombro, anatomia de superfície
17. Anatomia funcional do cotovelo, punho e mão: anatomia de superfície
18. Anatomia funcional da pelve: anatomia de superfície
19. Anatomia funcional do joelho e pé: anatomia de superfície
20. Postura e marcha: Músculos posturais e da marcha, anatomia da superfície.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
METODOLOGIA:
Aula teórica, 2 provas escritas no final do tópico
BIBLIOGRAFIA:
ABRAHAMS, PH; HUTCHINGS, RT; MARKS Jr, SC. Atlas Colorido de Anatomia
Humana de McMinn, São Paulo: Manole, 4a. Ed., 1999.
HALL, S. Biomecânica Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
McARDLE, WD; KATCH, FI; KACTH, VL. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição
e Desempenho Humano.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a. Ed. 1993.
NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. Porto Alegre: Artmed, 1998.
SOBOTTA, J; BECKER. Sobota – Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 20a. Ed., 1993.
SPENCE, AP. Anatomia Humana Básica. São Paulo: Manole, 2a. Ed., 1991
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina BIOQUÍMICA EF Código
Carga Horária total 30h
Créditos
02
Período
2º
IQB122
EMENTA:
Estudo introdutório dos processos químicos celulares. Ácidos, Bases e Sais. Propriedades
físicas dos aminoácidos. Proteínas e sistemas protéicos especializados. Metabolismo glicídeo e
lipídeo.
OBJETIVOS GERAIS:
Propiciar ao estudante de Educação Física e Desportos o conhecimento fundamental dos
fenômenos bioquímicos aplicáveis à fisiologia, enfatizando os temas vinculados ao
metabolismo humano.
PROGRAMA
Unidades Conteúdo
1. Bases químicas da fisiologia humana: o equilíbrio do meio interno, componentes do meio
intra e extra celular: ácidos, bases e sais: pH: sistemas-tampão: alterações do pH sanguíneo e
suas conseqüências; acidose e alcalose;
2. Protídeos: aminoácidos e peptídeos: aspectos nutricionais; peptídeos fisiologicamente
ativos; endorfinas. Estrutura das proteínas; proteínas especializadas; enzimas e bioquímica da
digestão;
3. Bioenergética e oxidações biológicas: cadeia respiratória e fosforilação oxidativa; sistemas
energéticos do tecido muscular; o sistema ATP-CP
4. Metabolismo glicídico: glicólise e ciclo de Krebs. Utilização do glicogênio. O lactato e seu
destino.
5. Metabolismo lipídico: estrutura e funções biológicas; lipoproteínas e aterosclerose; lipólise
e QR dos lipídios. O treinamento físico como indutor do catabolismo dos ácidos graxos
METODOLOGIA:
O curso é ministrado através de aulas teóricas, trabalhos de grupo e seminários.
Os recursos didáticos empregados, além de quadro de giz, são os projetores de slides e
equipamentos de retroprojeção, quando aplicáveis, ministram-se aulas de demonstrações,
especialmente para realização de análises químicas.
AVALIAÇÃO:
São produzidas duas notas parciais durante o período: cada nota poderá ser resultante da
composição de mais de uma forma de avaliação. O aluno será considerado aprovado quando
esta média for igual ou superior a 7,0 (sete), o que corresponderá ao seu grau final. Sendo tal
média inferior a 7,0 (sete), o aluno irá a exame final e o grau final será a média aritmética
entre a nota do exame final e a média conseguida no decorrer do período. O aluno será
aprovado se o grau final for igual ou superior a 5,0 (cinco).
BIBLIOGRAFIA:
HARPER, H A – Manual de Química Fisiológica. Ed Atheneu
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
LEHNINGER, A L – Bioquímica. Ed Edgard Blucher
FOX & MATHEUS – Bases fisiológicas da Educação Física e dos Desportos
Ed Interamericana
ASTRAND, P – Tratado de Fisiologia do Exercício.Ed Interamericana
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina FISIOLOGIA EI Código BMB204
Centro
CCS
Instituto
Biofísica
Carga Horária total 60h
Créditos
03
Período
3º
Pré/co-requisitos
(BMA 132/IQB122) Anatomia aplicada à EF/BioquímicaEF
PLANO DE CURSO
OBJETIVOS GERAIS:
Aquisição de conceitos básicos e fundamentais para que o aluno possa estudar fisiologia do
exercício e as modificações fisiológicas decorrentes. Entendimento do estado homeostásico do
organismo (neuro e renal) e absorção e utilização dos alimentos como fonte de energia.
1. Neurofisiologia
EMENTA::
Introdução ao Sistema Nervoso. Bioeletrogênese – Sinapse – Receptores farmacológicos –
músculo esquelético – Metabolismo energético – Concentração muscular – Reflexos –
Fisiologia dos Receptores Sensoriais – Fisiologia da Medula – Controle motor do SNC –
Sistema Nervoso Autônomo – Hipotálamo e hipófise.
OBJETIVOS:
O aluno deverá ser capaz de:
· Entender a sinalização no SN
· Entender as bases de funcionamento dos sistemas sensoriais
· Entender como funcionam as fibras musculares e os músculos como um todo e nos
movimentos
· Entender como se dá o controle central sobre o SNA e endócrino
Temática:
Introdução ao Sistema Nervoso: membrana celular, lipídeos e proteínas transportes e canais,
neurônios e glias;
Bioletrogênese: potencial de repouso potencial de ação, propagação eletrônica, propagação
ativa condução saltatória;
Sinapse: estrutura, liberação de neurotransmissores, ação sobre receptores, ênfase ao receptor
colinérgico, placa motora, transmissão neuro-muscular, epsp, ipsp;
Músculo esquelético: Fibras musculares, proteínas contráteis, filamentos deslizantes (ciclo da
miosina), acoplamento excitação-contração, relaxamento da fibra;
Metabolismo energético: aeróbico e anaeróbico, glicose, fosforilação oxidativa, lipídeos e
proteínas como fonte de energia;
Reflexos: arco reflexo (fuso, órgão tendinoso de golgi), reflexo miotático cruzado, contração
isométrica, concentração isotômica, unidade motora, recurtamento.
Receptores Sensoriais: somáticos, tipos de fibras, reflexos, campos receptores, representação
somática no SNC, controle de movimentos (vias descendentes, gânglios da base, cerebelo,
etc);
SNA – organização NT, reflexo, stress;
Hipotálamo e hipófise - estrutura e função, controle hipotalâmico da homeostase
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
METODOLOGIA:
Aula teórica, 2 provas escritas no final do tópico
BIBLIOGRAFIA:
BERNE, R & MATTHEU, Levy – Fisiologia. Ed Guanabara, 3ª edição, 1997
KANDEL, SCHWARTS, JESSE - Fundamentos da Neurociência e do Comportamento. 1997
SCHANF, MOFFET e MOFFET – Fisiologia Humana
2. Fisiologia Renal
EMENTA::
Organização morfo-funcional do rim, hemodinâmica renal, filtração glomerular, transporte de
água e solutos ao longo do néfron, regulação do volume e tonicidade do meio externo,
regulação renal do pH do meio externo.
OBJETIVOS:
O aluno será capaz de:
· Listar as funções renais, incluindo os hormônios secretados pelos rins:
· Entender as relações existentes entre os componentes do néfron e a função renal;
· Entender como ocorre a filtração glomerular e listar as forças que determinam essa filtração
· Entender os mecanismos básicos da reabsorção e secreção tubulares;
· Entender a regulação renal do volume e da composição dos líquidos corporais e descrever o
controle da excreção renal de água, do sódio, do potássio, do cálcio e do fosfato.
· Relacionar as alterações no funcionamento renal durante e após exercícios físicos;
· Entender os princípios e a aplicação da técnica de “clearance”;
· Compreender as razões para as alterações no clerarance de uréia e a creatinina após
exercícios físicos;
· Descrever as fontes de ganho e perda do íon H+, os tampões corporais e o papel do rim na
regulação do pH corporal;
· Discutir o uso do bicarbonato como “dopping” em alguns esportes
Temática:
· Funções Renais: anatomia morfo-funcional do rim
· Fluxo sangüíneo renal e filtração glomerular
· Clearance ou depuração renal
· Mecanismos de reabsorção e secreção tubulares
· Regulação renal do volume e da osmolalidade dos fluídos corporais
· Regulação renal do pH dos fluidos corporais
· Regulação renal dos íons K+ , Ca 2+ e do fosfato
· Modificação da função renal durante após exercícios físicos
METODOLOGIA:
Aulas teóricas, filmes científicos, estudos dirigidos realizados em sala e em grupos, com a
presença do professor e/ou tutores. A avaliação é composta dos estudos dirigidos, onde são
discutidos os temas das aulas em conjunto, e uma prova discursiva, onde será avaliada a
compreensão e o raciocínio de cada aluno individualmente.
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
BIBLIOGRAFIA:
BERNE, Robert & MATTHEU, Levy – Fisiologia. Ed Guanabara, 4ª Edição, 1998
GUYTON, Arthur – Tratado de Fisiologia Médica. Ed Guanabara, 9ª edição, 1997
AIRES, Margarida de Mello – Fisiologia. Ed Guanabara, 1999
3. Fisiologia Digestiva
EMENTA::
Tubo gastro intestinal, apresentação funcional. Fases da digestão. Organização anatômica.
Funções secretoras. Mecanismos básicos do controle das secreções. Hidrólise = reação geral
da digestão. Secreção salivar: glândulas salivares: estrutura/classificação/unidade secretora.
Inervação. Controle da secreção. Carboidratos da dieta. Composição da saliva e função dos
principais componentes. Mecanismo de hidrólise dos polissacarídeos. Secreção gástrica.
Estômago: aspectos estruturais: tipos de glândulas e classificação de acordo com sua
localização. Secreções e função de cada secreção. Função do ácido clorídrico. Regulação das
secreções. Secreção pancreática: pâncreas aspectos anatômicos, funcionais e estruturais.
Composição da secreção pancreática: função de cada controle da secreção pancreática.
Secreção biliar: fígado: aspectos anatômicos, funcionais e estruturais (organização hepática)
Junção hepato-vesico-intestinal. Secreção biliar. Composição da bile. Função de cada
componente. Origem e formação dos sais biliares. Origem e formação dos pigmentos biliares.
Transporte/conjunção/secreção da bilirrubina. Controle do armazenamento e esvaziamento da
vesícula biliar. Intestino delgado: aspectos anato-funcionais, características estruturais e
relação com absorção dos carboidratos, lipídeos e proteínas. Intestino grosso: aspectos anatofuncionais. Secreções: principais funções. Funções de absorção do tubo digestivo:
boca/estômago/intestino delgado e grosso. Absorção d água, eletrólitos, vitaminas e
substâncias absorvidas por mecanismos específicos. Resumo da digestão. Funções motoras do
tubo gastro-intestinal
TEMÁTICA:
.Secreção salivar: Funções da saliva. Tipos de glándulas salivares e tipos de saliva. Células
mucosas e serosas; principais estruturas das glândulas salivares. Formação e secreção da
saliva. Saliva primária e secundária. Regulação da secreção salivar
. Mastigação: Controle nervoso. Mastigação voluntária e reflexa. Deglutição fase voluntária e
involuntária. Reflexo da deglutição.
Trânsito esofágico: Características da musculatura do esôfago – estriada e lisa esfíncter
esofágico superior. Peristálse primária. Formação da onda peristáltica esofágica – papel do
sistema nervoso autônomo, sistema nervoso entérico. Esfíncter esofágico inferior. Peristáse
secundária.
Enchimento gástrico: Estômago proximal – fundo e parte do corpo gástrico. Regulação da
pressão intragástrica. Esvaziamento gástrico: estômago distal – parte posterior do corpo, antro
e piloro. Regulação neuro-hormonal do esvaziamento gástrico.
Secreções gástricas pairetal e não parietal, características, regulação e função.
Período interdigestivo: atividade motora e secretora
Intestino delgado: duodeno, jejuno e íleo. Características: secreção pancreática, regulação e
função. Secreções intestinais
Fígado: Funções do fígado, formação, principais constituintes da bile hepática e bile vesicular,
secreção biliar
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Motilidade do intestino delgado: Papel do sistema nervoso entérico e da musculatura lisa.
Regulação neuro-humoral da motilidade, tipos de movimentos, esvaziamento do íleo e
esfíncter íleo secal. HCI das enzimas pancreáticas e intestinais absorção de ácidos aminados e
peptídeos. Lipídeos: papel da bile e enzimas lipolíticas. Absorção de lipídeos. Açúcares:
digestão e absorção. Papel das enzimas salivares, pancreáticas e entéricas.
Absorção de água e íons no intestino delgado
Intestino grosso: características do ceco cólon e reto. Características da musculatura lisa e do
sistema nervoso entérico: absorção de água e íons no intestino grosso. Canal anal e defecação.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, estudos dirigidos e seminários. A aferição ao final do bloco será através de
provas discursivas e solução de problemas.
BIBLIOGRAFIA:
BERNE, Robert & MATTHEU, Levy – Fisiologia. Ed Guanabara, 4ª Edição, 1998
AIRES, Margarida de Mello – Fisiologia. Ed Guanabara, 1999
GUYTON, Arthur – Tratado de Fisiologia Médica.Ed Guanabara, 9ª edição, 1997
SHAUT, C et al. – Fisiologia. Guanabara Koogan, 1993
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina PSICOMOTRICIDADE I Código EFC235
Departamento
CORRIDAS
Carga Horária total 60h
Créditos
03
Período
3º
Pré/co-requisitos
(-)
PLANO DE CURSO
EMENTA:
Estudo analítico dos conceitos e dos aspectos históricos da psicomotricidade, dos movimentos
e das leis relacionadas à sua evolução, bem como dos campos de atuação e principais linhas de
trabalho da psicomotricidade, das funções psicomotoras, suas implicações nos jogos infantis,
na educação física para a criança dos 2 aos 10 anos de idade.
OBJETIVOS GERAIS:
Proporcionar ao futuro professor elementos para:
1) situar de forma crítica, a psicomotricidade no contexto histórico e educacional, integrada à
Educação Física;
2) conhecer e caracterizar os campos de atuação da Psicomotricidade e suas principais linhas
de trabalho;
3) planejar e conduzir atividades de psicomotricidade no campo da Educação Psicomotora.
PROGRAMA
Unidades Conteúdo
1. Conceito de Psicomotricidade
2. Aspectos Históricos
3 Campos de atuação: terapia, reeducação e educação psicomotora
4. Estruturas da psicomotricidade – Funções Psicomotoras
5 A Psicomotricidade no processo de desenvolvimento infantil, aspectos psicomotores,
cognitivos e afetivos culturais
6. O jogo, a brincadeira e o brinquedo no desenvolvimento infantil
7. A psicomotricidade no meio líquido
8. Métodos de trabalho empregados em psicomotricdade e seus autores
9. Planejamento e condução de atividades em psicomotricidade
METODOLOGIA:
O programa será desenvolvido em 60 horas-aulas teóricas e práticas:
a) Teóricas – expositivas, trabalhos individuais e em grupo, debates, seminários,etc
b) Práticas – vivências corporais sobre a fundamentação teórica
AVALIAÇÃO:
A avaliação terá caráter formativo e se processará através de verificações de diversas tarefas
práticas e teóricas.
BIBLIOGRAFIA:
AIRTON, Negrine – Aprendizagem & Desenvolvimento Infantil – 3 Psicomotricidade:
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Alternativas pedagógicas. Porto Alegre, PRODIL, 1995
- Educação Psicomotora: a lateralidade e a orientação espacial. Porto Alegre, Pallotti, 1986
AXLINE, Virgínia – Dibs, à procura de si mesmo. SP, Agir, 1985
COSTE, Jean Claude – A psicomotricidade. Rio de Janeiro, Zahar, 1981
LAPIERRE, André – A Educação Psicomotora na escola Maternal. São Paulo, Manole, 1986
LE BOULCH, Jean – O desenvolvimento psicomotor do nascimento até 6 anos
Porto Alegre, Artes Médicas, 1982
- A educação pelo movimento, a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre, Artes Médicas,
1983
MELLO, Alexandre, M – Psicomotricidade, educação física e jogos infantis
São Paulo, IBRASA, 1989
PIAGET, Jean – A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e
representação. Rio de Janeiro, Zahar, 1975
ROZA, Eliza S – Quando brincar é dizer: a experiência psicanalítica na infância
Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1993
VIGOTSKY, L. S LURIA R, LEONTIEV, N – A linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. São Paulo, Icone, 1988
VAYER, Pierre – O diálogo corporal: A ação educativa para a criança de 2 a 5 anos. São
Paulo, Manole, 1989
Centro de Ciências da Saúde
Escola de Educação Física e Desportos
Curso de Bacharelado em Dança
Disciplina: DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM MOTORA
Código
EFF606
Carga Horária total 60h
Créditos
04
Pré/co-requisitos
(-)
PLANO DE CURSO
EMENTA:
Este curso tem como objetivo expor os estudantes a uma visão histórica das teorias que
explicam do desenvolvimento motor. E ainda, discutir conceitos e mecanismos.
UNIDADES
1. Teorias do desenvolvimento
. Maturacional
. Normativa
. Processamento de Informação
. Ecológica
. Pecepção – Ação
. Sistemas Dinâmicos
2. Participação do sistema visual, vestibular e somatosensiorial no controle motor
3 Medidas em aprendizagem motora
4. Arquivamento da informação motora
5 Tempo de reação
6. Transferência na aprendizagem motora
BIBLIOGRAFIA
AIRTON, Negrine (1995) Aprendizagem & Desenvolvimento Infantil – 3 Psicomotricidade:
Alternativas pedagógicas. Porto Alegre, PRODIL.
______________ (1986) Educação Psicomotora: a lateralidade e a orientação espacial. Porto
Alegre, Pallotti.
AXLINE, Virgínia (1985) Dibs, à procura de si mesmo. SP, Agir.
COSTE, Jean Claude (1981) A psicomotricidade. Rio de Janeiro, Zahar.
LAPIERRE, André (1986) A Educação Psicomotora na escola Maternal. São Paulo, Manole.
LE BOULCH, Jean (1982) O desenvolvimento psicomotor do nascimento até 6 anos. Porto
Alegre, Artes Médicas.
______________ (1983) A educação pelo movimento, a psicocinética na idade escolar. Porto
Alegre, Artes Médicas.
MELLO, Alexandre, M (1989) Psicomotricidade, educação física e jogos infantis. São Paulo,
IBRASA.
PIAGET, Jean (1975) A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e
representação. Rio de Janeiro, Zahar.
ROZA, Eliza S (1993) Quando brincar é dizer: a experiência psicanalítica na infância. Rio de
Janeiro, Relume Dumará.
VIGOTSKY, L. S LURIA R, LEONTIEV, N (1988) A linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. São Paulo, Icone.
VAYER, Pierre (1989) O diálogo corporal: A ação educativa para a criança de 2 a 5 anos.
São Paulo, Manole.
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