Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança SETORIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS DO BACHARELADO EM DANÇA Entendemos que a setorização se dá pelo agrupamento de disciplinas que estejam dialogando de uma certa forma em seus conteúdos identificando assim áreas de interesse que nos aponte um processo de investigação, levando a uma proposta de futuras linhas de pesquisa. Bem como possibilitar uma organização que facilite todas as necessidades da formação de um bailarino interprete e coreógrafo em sua complexidade. Isto nos faz pensar que a setorização não é simplesmente uma categorização de disciplinas, mas é preciso pensar em estratégias de ensino e pesquisa que se interliguem de uma maneira mais coesa para a formação profissional do aluno. Para cada um apontamos alguns eixos temáticos. Num primeiro estudo identificamos como proposta inicial cinco grupos de setorização. São eles: I) Estudos interdisciplinares de linguagens artísticas; II) Técnica e corporeidade; III) Interpretação e composição coreográfica; IV) Procedimentos metodológicos; V) Dança, criação e imagem; VI) Folclore. Estudos interdisciplinares de linguagens artísticas. Como eixo temático, pensamos nos estudos das representações das linguagens e os princípios históricos e estéticos das artes possibilitando uma formação básica artística, vinculada à cultura e à história, estreitando a relação entre linguagem, cultura e arte. Metodologia: aulas expositivas e teóricas; seminários teóricos-práticos; dinâmicas de grupo, apreciação de vídeo, visitas (aulas em ambientes fora da UFRJ) Avaliação: seminários teóricos e práticos (coletivos), freqüência e participação (individuais) Técnica e Corporeidade Estudo e experimentação dos princípios do movimento, possibilitando um corpo consciente de suas ações, capaz de refletir os fundamentos que regem o corpo e suas relações no tempo, no espaço e nas dinâmicas. Metodologia: aula diretiva, descoberta orientada, improvisação. Avaliação: de execução de seqüências de movimentos, de improvisação a partir de um conteúdo, de elaboração e análise de movimentos, de elaboração de esquete coreográfico, de leitura e análise de textos, de participação e freqüência nas aulas. Interpretação e Coreografia Eixo facilitador do processo de criação, interpretação, expressão corporal e desenvolvimento da capacidade de análise crítica das produções coreográficas resultantes. Metodologia: aulas práticas com exposição do conteúdo em que os alunos aprendem os exercícios sob orientação do professor. Exercícios de improvisação em que os alunos experimentam os objetivos acima descritos. Avaliação: os critérios de avaliação serão atribuídos levando-se em conta : Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança a) Freqüência e participação nas aulas. b) Relatório mensal das reflexões sobre a prática em aula. c) Exercício cênico no qual serão avaliados a absorção e o entendimento das ferramentas estudadas durante a disciplina. Procedimentos Metodológicos em Dança Estudo e experimentação das estratégias de ensino e pesquisa em dança, para a elaboração e execução de projetos e produções artísticas e científicas junto a diferentes realidades sociais dos grupos de trabalho. Metodologia: aulas expositivas, teóricas e práticas, organização dos processos didáticopedagógicos para estudo de movimento, análise e estudo de processo didático-pedagógico para aula de dança e estudo de movimento, sistematização de projetos para produção científica, sistematização de projeto e atividade científica e artística para a produção acadêmica em artes. Avaliação: relatórios, seminários, produção artística e científica, exeqüibilidade de projetos elaborados durante o curso Dança, criação e imagem Estudo e experimentação das relações entre a linguagem da dança e a linguagem do vídeo e do cinema gerando uma produção do conhecimento transdisciplinar e um espaço de pesquisa do corpo coreográfico sob o ponto de vista da imagem em movimento e da imagemmovimento. Metodologia e Avaliação: ver nos programas Folclore brasileiro Estudo e experimentação da cultura um filme, entre aqueles vistos durante o curso e analisá-lo do ponto de vista da representação cinematográfica do corpo coreográfico.corporal nas danças folclóricas brasileiras, possibilitando uma análise, reflexão e recriação do movimento, partindo de um conceito do corpo na contemporaneidade em permanente construção. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança PROGRAMAS 1 - ESTUDOS INTERDISCIPLINARES DE LINGUAGENS ARTÍSTICAS. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Música e Movimento CARGA HORÁRIA SEMANAL: 60 CÓDIGO: EFA480 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Análise e experimentação corporal dos parâmetros da música e seus elementos estruturais básicos. Musicalização básica para dançarinos com ênfase na leitura rítmica e sua expressão pela corporeidade. OBJETIVOS: Vivenciar os elementos da música pela corporeidade. Relacionar os parâmetros do som e os elementos da música com os elementos e parâmetros da dança. Relacionar as estruturas rítmicas e formais da música à criação coreográfica UNIDADES: Unidade I: os parâmetros da música: som, ruído, timbre, alturas, dinâmicas, intensidade e ritmo. Unidade II: o tempo na música: multiplicações da unidade de tempo. Unidade III: o tempo na música: divisões da unidade de tempo. Unidade IV: combinações utilizando-se o gesto e o movimento nas estruturas rítmicas estudadas nas duas unidades anteriores. BIBLIOGRAFIAS BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1986. COPLAND, Aaron. Como Ouvir e Entender a Música. Rio de Janeiro: Editora Artenova, 1974. FONSECA, Afonso. Grupo – Fugacidade, Ritmo e Forma. GIFFONI, Maria Amália. Danças de Corte. SCHAFFER, Murray, O Ouvido Pensante. São Paulo: Unesp, 1991. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Musica e Dança CÓDIGO: EFA107 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 Nº DE CRÉDITOS: 2 EMENTA: Conceituação das Formas básicas e Gêneros musicais e sua correlação com a prática coreográfica. OBJETIVOS: Identificar as principais Formas e Gêneros musicais. Relacionar a estrutura formal aos principais pontos de execução na aplicação de movimentos, nas partes do corpo e nas famílias da dança. Relacionar as estruturas formais da música à criação coreográfica. UNIDADES: Unidade I: elementos estruturais da música. Unidade II: elementos básicos da música e características de época. Unidade III: formas básicas. Unidade IV: correlações entre a organização musical e a coreografia. OBS: em todas as unidades será desenvolvida a sensibilização e a percepção das formas musicais (apreciação musical). BIBLIOGRAFIAS: BENNETT, Roy. Forma e Estrutura na Música, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editores, 1986. BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente COPLAND, Aaron. Como Ouvir e Entender a Música, Rio de Janeiro, Editora Artenova, 1974. SCHAFFER, Murray, O Ouvido Pensante, São Paulo, Unesp, 1991. MIRIAM, G. Mendes. A Dança Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Filosofia, estética e dança I CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 CÓDIGO: EFA 106 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Princípios, conceitos e noções acerca das reflexões estéticas em diferentes abordagens filosóficas. Conceito de homem, corpo, movimento, espaço, tempo, relacionamento com a dança a partir das diferentes correntes filosóficas. OBJETIVOS: Levar o aluno a uma análise crítica da dança tomando a atitude filosófica como instrumento de análise. Conhecer as principais escolas filosóficas e suas concepções estéticas e éticas. Dominar conceitos de filosofia. UNIDADES: Unidade I: A função da filosofia. A filosofia e o conhecimento. O surgimento da filosofia. O conceito de estética e ética. Unidade II: A filosofia Pré-socrática. a filosofia Clássica. A filosofia Medieval. Unidade III: A filosofia na Era Moderna. O Romantismo e novas concepções de homem e mundo. Unidade IV: A filosofia contemporânea. BIBLIOGRAFIAS: ARANHA,H.l. Filosofando. São Paulo: Moderna,1991 CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática,1994. DELEUZE, Gilles & Gattarri, Felix.O que é filosofia? Rio de Janeiro, Editora 34,1999. MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar,1997. MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia:lições preliminares.São Paulo: Mestre Jou. TRIGUEIRO, Durmeval (org). Filosofia da Educação Brasileira. Rio de Janeiro:Civilização Brasileira,1983. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Filosofia, estética e dança II CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 CÓDIGO: EFA 108 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Estudo de problemas fundamentais da reflexão estética e suas ligações com a práxis artística hoje. Interfaces entre ciência/ filosofia/arte/ética, entendendo estes temas em sua complexidade e como provocadores de questionamentos na formação do profissional da dança na atualidade. Novas perspectivas para a interpretação e para a criação de diferentes linguagens em dança dentro de uma visão transformadora. OBJETIVOS: Construir o conceito de estética em escolas de pensamento em filosofia. Problematizar a arte da dança e o corpo a partir de conceitos estéticos.Permitir os conceitos filosóficos como elementos de criação artística. UNIDADES: Unidade I: O conceito de Estética em filosofia. Principais escolas estéticas em filosofia. Unidade II: A estética como elemento de análise da ciência. relações enttre ética e estética. Unidade III: A análise em obras de arte e na dança. BIBLIOGRAFIAS: ARGAN, Gulio C. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras,1988. BACHELARD, Gaston. A terra e os devaneios da vontade. São Paulo, Martins Fontes,2001. ______________________. A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes,1999. DELEUZE, Gilles & Gattari, Félix. Caosmose -um novo paradigma estético.Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. ______________________. O que é Filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34,1996. EAGLETON, Terry. A ideologia da estética. Rio de Janeiro:Zahar, 1993. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: História da dança I CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 CÓDIGO: EFA 471 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: As diferentes funções sociais e estéticas assumidas pela dança até o final do século XIX. Estudo das relações culturais da dança através da história, identificando as principais características de época numa análise contextual desde o período Pré Histórico, Idade moderna e o advento das bases acadêmicas da dança. O método e Escola de Ballet como paradigma gestador do conhecimento da dança teatral no ocidente até final do século XIX. OBJETIVOS: Possibilitar o reconhecimento das principais escolas de dança teatral do ocidente. Problematizar a dança como elemento estético da sociedade ocidental. UNIDADES: Unidade I: O HOMEM, A CULTURA E A DANÇA - O surgimento da cultura - O corpo e a cultura - O corpo como devir - O homem e a dança Unidade II: A DANÇA PRIMITIVA - A dança paleolítica - A dança neolítica - A dança mimética e simbólica Unidade III: DANÇA NAS GRANDES CIVILIZAÇÕES - Dança na Índia - Dança no Egito - Dança na China e no Japão Dança grega e subjetividade platônica e aristotélica na estética do baléUnidade IV: A DANÇA NA IDADE MÉDIA - Dança e o cristianismo - A corporeidade na igreja - A negação da dança pela Igreja Unidade V: O NASCIMENTO E O BARROCO - A dança da corte - O surgimento do balé na corte - A subjetividade cartesiana e kantiana na estética do balé - Luís XIV e o balé Unidade VI: O BALÉ ROMÂNTICO - A subjetividade do Romantismo na dança - A revolução de noverre - A decadência do balé francês - A Escola Russa de balé: Petipá e Fonkine Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIAS: BOURCIER, Paul. História da dança no ocidente. São Paulo: Martins Fontes,1998. CAMINADA, Eliana. História da Dança- Evolução Cultural. Rio de Janeiro: Sprint,1999. LARAIA, Roque de Barros. Cultura um conceito Antropológico. Rio de janeiro:Zahar, 1998. MIRIAM, g. Mendes. A Dança. Rio de Janeiro:Ática,1987. MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1980. MONTEIRO, Mariana. Noverre: Cartas sobre a Dança. Sao Paulo: Edusp,1998. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: História da dança II CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 CÓDIGO: EFA 125 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: As rupturas das vanguardas do início do século XX. Identificação das diferentes linhagens da dança moderna nos Estados Unidos e Europa. A busca pela automatização dos meios materiais de expressão na dança.A subjetividade e modernidade na dança. O diálogo do balé e da modernidade perspectivas, impasses e tendências da dança na atualidade. As diferentes funções sociais e estéticas assumidas pela dança na atualidade. Estudo da dança no contexto da arte contemporânea. OBJETIVOS: Analisar as diversas escolas de dança moderna e seus paradigmas. Conceituar contemporaneidade e modernidade. Analisar o papel existencial da Dança Contemporânea. UNIDADES: Unidade I: OS BALÉS DE DIAGHELEV: FOKINE, NIJINSKY, MASSINE, LIFAR E BALANCHINE Unidade II: A DANÇA PÓS-MODERNA AMERICANA - Isadora, Delsarte e Füller - A Denishawn school e seus continuadores - A dança contemporânea na América Unidade III: A ESCOLA eXPRESSIONISTA ALEMÃ - Laban e sua revolução - Dalcroze, Mary Wigman e Joos - Pina Bausch e o teatro e dança BIBLIOGRAFIAS: BOURCIER, Paul. História da dança no ocidente. São Paulo: Martins Fontes,1998. CAMINADA, Eliana. História da Dança- Evolução Cultural. Rio de Janeiro: Sprint,1999. LARAIA, Roque de Barros. Cultura um conceito Antropológico. Rio de janeiro:Zahar, 1998. MIRIAM, g. Mendes. A Dança. Rio de Janeiro:Ática,1987. MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1980. MONTEIRO, Mariana. Noverre: Cartas sobre a Dança. Sao Paulo: Edusp,1998. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Arte e movimento CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 CÓDIGO: EFA 105 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Aspectos transdisciplinares das relações entre as artes visuais com a linguagem da dança. Panorama da história da arte através do estudo das artes visuais e sua relação com a dança. Aplicações das artes visuais na criação da dança como linguagem. OBJETIVOS: Possibilitar o reconhecimento e análise dos principais movimentos artísticos da história das artes visuais no mundo e no Brasil. Produzir relações entre artes visuais e dança. Facilitar a criação em dança a partir de elementos das artes visuais. UNIDADES: Arte, conceitos e elementos de análise nas artes visuais. O surgimento da arte . Arte Pré-histórica, Antiga e Medieval. A arte na Era Moderna: Renascimento, Barroco, Neoclássico. Romantismo e Modernismo. Arte Contemporânea Análise interdisciplinar em artes. BIBLIOGRAFIAS: ARGAN, Gullio C. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras,1988. CHIPP, H.B.Teorias da Arte Moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1996. GOMBRICH, Ernst H. História da arte. Rio de Janeiro: LCT, 1998. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Apreciação Musical e Dança CARGA HORÁRIA: 30 CÓDIGO: EFA206 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Estudo das formas e gêneros musicais, com ênfase na produção musical da contemporaneidade. Conceitos e idéias advindas da estruturação musical como elemento para a construção do discurso coreográfico e as possíveis influências exercidas pela música nas diversos aspectos da dança contemporânea. OBJETIVOS: Compreensão do conceito de estilo e forma musical, sua origem e evolução e suas influências no processo coreográfico. Correlação da linguagem musical com a linguagem coreográfica. Aplicação dos elementos estruturais e formais da música na elaboração de projetos coreográficos. UNIDADES: Unidade I: o conceito de estilo e forma Unidade II: os elementos do discurso musical (motivos, frases e períodos) e suas aplicações coreográficas. Unidade III: análise dos fatores determinantes do discurso musical e sua evolução na História da Música. Unidade IV: as novas concepções de construção musical na contemporaneidade e suas aplicações coreográficas. BIBLIOGRAFIAS: ANDRADE, Mário de. Pequena História da Música. ANDÉ, Roland de. Histoire Universelle de la Musique. BARRAUD, H. Para Compreender as Músicas de Hoje. Trad: J.J. de Moraes e Maria Lúcia Machado, São Paulo: Ed. Perspectiva, 1975. BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1986. COPLAND, Aaron. Como Ouvir e Entender a Música. Rio de Janeiro: Editora Artenova, 1974. SCHAFFER, Murray, O Ouvido Pensante. São Paulo: Unesp, 1991. SCHURMANN, E. F. A Música Como Linguagem. São Paulo: Brasiliense, 1990. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Simbologia do Movimento CARGA HORÁRIA: 45 horas CÓDIGO: EFA 509 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: O corpo como sistema de linguagem em suas representações e relações simbólicas através de uma visão da Semiótica aplicada à Dança. OBJETIVOS: Identificar aspectos simbólicos na comunicação humana Identificar a Dança como linguagem não verbal Identificar no estudo da Semiologia , o corpo como signo. Analisar a escrita dos corpos na narrativa da obra artística, através do processo semiótico . Elaborar propostas de criação e de interpretação na pesquisa corporal, a partir do estudo do movimento e seus elementos simbólicos. Elaborar composições coreográficas, baseadas na semiologia da Dança e seus significados na temática do corpo. Analisar o corpo e sua gestualidade como aspectos simbólicos na cultura brasileira. UNIDADES: Unidade I – Corpo e História Unidade II – O simbólico na comunicação humana Unidade III – Relações e Interpretações sobre o estudo das partes do Corpo e seus símbolos. Unidade IV – As diferentes linguagens : verbal e não – verbal. Unidade V – A Dança e os sistemas semióticos Unidade VI – O conceito de Semiologia, Signo e Símbolo. Unidade VII - A Integração de Linguagens : Sonora, Visual e Literária . BIBLIOGRAFIAS: OSTROWER, Fayga. Acasos e Criação Artística. Rio de Janeiro : Campus,1995. GUIRAUD, Pierre. A Semiologia. Lisboa: Presença, 1983. JUNG, Carl. O Homem e seus Símbolos. Rio de Janeiro : Editora Nova Fronteira, 2000. DUCROT, Oswald e TODOROV, Tzevan. Dicionário Enciclopédico das Ciências da Linguagem . São Paulo : Perspectiva, 1988. ECO, Umberto. Obra Aberta. São Paulo : Perspectiva, 2001. BARTHES,Roland. O prazer do texto. São Paulo ; Perspectiva, 2002. _______________. Elementos de Semiologia. São Paulo ; Cultrix, 1977. CHEVALIER, Jean e GHEER, Alain. Dicionário dos Símbolos. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1999. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Literatura e Dança CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 horas CÓDIGO: EFA 302 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Aspectos transdisciplinares das relações da linguagem literária e a dança. Estudo crítico e histórico de estilos de época e período da literatura ocidental. Análise da imagem literária nas Artes Cênicas. OBJETIVOS: Identificar a concepção de linguagem na literatura e na dança; Identificar a questão da linguagem poética nas diferentes manifestações artísticas; Estabelecer uma inter-relação da literatura dramatúrgica brasileira do século XX na criação artística em Dança; Analisar poesias, prosas, contos, romances e outros textos dramatúrgicos na criação e composição da Dança como linguagem da Arte Contemporânea; Identificar o processo de leitura e escrita na narrativa da obra artística. UNIDADES: Unidade I – Concepções de linguagem Unidade II – Aspectos da teoria literária Unidade III – Abordagem semiológica na literatura e na dança Unidade IV – Os estilos de época na literatura e suas relações na história da dança Unidade V – As influências do modernismo e as contribuições de Mario de Andrade. BIBLIOGRAFIAS: BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Editora Perspectiva, 2002. ANDRADE, Mario de. Danças dramáticas. São Paulo : Martins, 1959, 3 volumes. CANTON, Kátia. E o príncipe dançou. São Paulo ; Editora Ática, 1994. BOURCIER, Paul. História da dança no Ocidente.São Paulo : Martins Fontes, 1998. EAGLETON, Terry. Teoria Literária. São Paulo : Martins Fontes, 2001. CARPEAUX, Otto Maria. História Social da Literatura e da Arte HAUSER, Arnold. História da Literatura no ocidente DANTAS, Mônica. O Enigma do Corpo. Porto Alegre ; Editora Universidade/ UFRGS, 1999. CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: Beca Produções culturais, 1999. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de integração em dança teatro A. CÓDIGO: EFA002 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Integração da estética teatral com a linguagem da dança do ponto de vista das artes cênicas. Estudo dos gêneros teatrais e suas relações com o intérprete do palco. Identificação de parâmetros do corpo e da interpretação no teatro grego, medieval, clássico e romântico. OBJETIVOS: Apresentar questões do corpo cênico no teatro. Identificar os gêneros: dramático, lírico e épico segundo o ponto de vista do narrador. Reconhecer no texto dramático, indicações da corporalidade e da ação de personagens. UNIDADES: O lugar do narrador nos gêneros épico, lírico e dramático. O corpo em cena, o princípio da teatralidade: no rito e no palco. Leitura e apreciação de exemplos de corporalidade e ação em textos do teatro grego, medieval, clássico e romântico. Exercício cênico partindo de um dos exemplos acima. BIBLIOGRAFIAS: ARISTÓTELES. Poética; tradução, prefácio, introdução, comentário, apêndices e notas Eudoro de Souza. Brasília: Imprensa Nacional/ Casa da Moeda/Universidade de Lisboa, 1986. BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2000. CANDIDO, Antonio (org.). A Personagem de Ficção. São Paulo: Perspectiva, 1998. CARLSON, Marvin. Teorias do Teatro: estudo histórico-crítico dos gregos à atualidade. São Paulo: UNESP, 1997. COHEN, Selma Jeanne. Dance as Theatre Art source readings in dance history from 1581 to the present, NJ, Princenton, 1992. HUGO, Victor. Do Grotesco e do Sublime. São Paulo: Perspectiva MONTEIRO, Marianna. Noverre: Cartas sobre a Dança. São Paulo: Edusp/Fapesp, 1998.NIETZSCHE, F. A origem da Tragédia.São Paulo: Cia das Letras, 1992. PRADO, Décio de Almeida. História concisa do Teatro Brasileiro: 1570-1908; São Paulo: EDUSP, 1999. VERNANT, Jean-Pierre. Mito e pensamento entre os gregos. São Paulo: Difusão européia do Livro/EDUSP, 1973 . Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de integração em dança teatro B. CÓDIGO: EFA008 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Integração da estética teatral com a linguagem da dança do ponto de vista das artes cênicas. Estudo dos gêneros teatrais e suas relações com o intérprete do palco. Identificação dos parâmetros do corpo cênico no teatro moderno: o advento do encenador e as mudanças no modo de atuação. OBJETIVOS: Estudar a transição de uma estética de representação para uma estética da expressão. Identificar o conceito de ação física e do sentido de composição de personagem. Verificar elementos de composição em alguns encenadores e teóricos do teatro. Reconhecer materiais de composição corporal em alguns textos do teatro moderno ocidental. UNIDADES: Valores românticos na estética da representação: originalidade, genialidade, inspiração e a transição para uma estética da expressividade. O advento do encenador. O copo como gerador da expressão: o impulso interior, a respiração, o gesto, o movimento e a ação física. Leitura de textos teóricos e dramáticos. Exercício cênico partindo de um exemplo citado. BIBLIOGRAFIAS: ASLAN, Odette. O ator no século XX. São Paulo: Perspectiva, 1994. BERGHAUS, G. O expressionismo no teatro: interpretação, cenografia e dança. In O Percevejo, n° 5, Revista de Teatro, Crítica e Estética. Rio de Janeiro: UNI-RIO/ Departamento de Teoria do Teatro/CLA, 1997. BONFITTO, Matteo. O Ator Compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002. BORNHEIM, Gerd. O sentido e a máscara. São Paulo: Perspectiva,1975. BORNHEIM, Gerd.Brecht: A estética do Teatro. Rio de Janeiro: Graal, 1992. FARIA, João Roberto. O Teatro Realista no Brasil:1855-1865. São Paulo: Perspectiva/EDUSP, 1993. GUINSBURG, J. (Org.) Semiologia do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1988. MAGALDI, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. Rio de Janeiro: MEC /FUNARTE/ SNT. ROUBINE, Jean-Jaques. A Linguagem da Encenação Teatral; trad. e apresentação Yan Michalski. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998. ROUBINE, Jean-Jaques. A Arte do Ator. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995. ROSENFELD, Anatol. Teatro Moderno. São Paulo: Perspectiva, 1997. ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. São Paulo: Perspectiva, 1985. RUIZ, Roberto.O Teatro de Revista no Brasil das origens à primeira guerra; Rio de Janeiro: INAGEN; 1988. PRADO, Décio de Almeida. João Caetano e a arte do ator. São Paulo: Ática, 1984. VENEZIANO, Neide. O Teatro de Revista no Brasil, dramaturgia e convenções; São Paulo: UNICAMP; 1991. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de integração em dança teatro C. CÓDIGO: EFA014 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Integração da estética teatral com a linguagem da dança do ponto de vista das artes cênicas. Estudo dos gêneros teatrais e suas relações com o intérprete do palco. Identificação dos parâmetros do corpo cênico no teatro-físico, na dança contemporânea e na performance. OBJETIVOS: Estudar os elementos de teatralidade na composição coreográfica. Verificar a aplicação das técnicas de ação física e da dança contemporânea na composição cênica atual. UNIDADES: Elementos da teatralidade incorporados à linguagem coreográfica. O coreógrafo encenador e o dançarino-ator-compositor. Exercício de composição a partir de um tema da cena contemporânea BIBLIOGRAFIAS: FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e o Wuppertal dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec, 2000. ARTAUD, Antonin. O Teatro e seu Duplo. São Paulo: Max Limonad, 1984. BERRETTINI, Célia. O Teatro ontem e hoje. São Paulo: Perspectiva, 1980. BROOK, Peter. A Porta Aberta. Rio de Janeiro: Civ. Bradsileira,1999. GROTOWSKI, Jerzy. Em busca de um Teatro Pobre; trad. de Aldomar Conrado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976. COHEN, Renato. Work in Progress na cena contemporânea.São Paulo: Perspectiva, 1997. LABAN, Rudolf. Effort: Economy in body movement, London LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1971. LINS, Daniel. (Org.). Nietzsche e Deleuze: Que pode o corpo. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Fundamentos da dança: movimento CARGA HORÁRIA: 60 CÓDIGO: EFA200 Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA: Reflexão teórica-prática acerca das diferentes concepções do movimento compreendidos na interação entre fisicalidade, emocionalidade, intelectualidade e intuição; a partir de um olhar relacionado à luz da filosofia, da ciência e da arte sobre diferentes enfoques temáticos tais como: movimento e filosofia, movimento e linguagem, movimento e expressão, movimento e cultura. As possibilidades corporais do movimento e sua conformação como meio material de expressão da dança. Princípios da ação corporal cotidiana relacionada com a técnica e criatividade na dança, com base nos Fundamentos da Dança de Helenita Sá Earp e nos estudos do movimento de Rudolf Laban. OBJETIVOS: Valorizar e reconhecer a importância da estruturação do parâmetro Movimento para o desenvolvimento da linguagem artística da dança a partir da conjugação da Teoria "Fundamentos da Dança" de Helenita Sá Earp e do Sistema Laban. Identificar e relacionar os elementos constitutivos do parâmetro movimento e as categorias de movimento de Laban. Exercitar o olhar e apontar elementos de observação e análise do movimento para o desenvolvimento de uma reflexão criativa sobre a dança. Identificar, assimilar e experimentar conceitos básicos de movimento, linguagem e expressividade na construção do conhecimento para o desenvolvimento da dança como uma poética do corpo. UNIDADES: Conceitos básicos de movimento, vida, arte, sujeito e cultura. A Linguagem da dança. Estudo do parâmetro movimento interagindo com os demais parâmetros (ritmo, espaço, forma, dinâmica) no desenvolvimento da técnica e criatividade na dança. O parâmetro movimento e a categoria corpo: sistemas corporais, padrões de desenvolvimento do movimento, ritmos de tensão de fluxo. Aspectos anatômicos, fisiológicos e cinesiológicos da mecânica corporal na formação do sujeito. Estudo do parâmetro movimento e a categoria esforço: fatores de qualidade do movimento (peso, tempo, fluxo espaço), a necessidade de expressão e as intenções subjetivas. Estudo do parâmetro movimento e a categoria espaço: a cruz dimensional e a tridimensionalidade do corpo no espaço. Estudo do parâmetro movimento e a categoria forma: o sujeito e sua kinesfera, o outro e o mundo. Tamanho e formas de relacionamento através do movimento. Topologia das conexões interno-externas. Elementos figurativos e abstratos traduzidos na mecânica corporal. Conceituação de imagem, signo e símbolo e sua importância no desenvolvimento criativo da linguagem da dança e sua leitura. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIA: ARTAUD, Antonin. Linguagem e Vida. São Paulo: Perspectiva, 1995. BERGSON, Henri. Matéria e Memória. São Paulo: Martins Fontes,1999. BONFITTO, Matteo. O Ator compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002. BURGER, P.I.; LUCKMAN, T. A Construção Social da Realidade. Rio de Janeiro: Vozes, 1978. CAMINADA, Eliana. História da Dança – Evolução Cultural. CASCUDO, Luís da Câmara. História dos nossos gestos. São Paulo: Melhoramentos, 1976. DUNCAN, Isadora. Minha Vida.Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. HALL, Stuart. A Identidade Cultural na pós-modernidade. . Rio de Janeiro: DO&A, 2000. ROHDEN, H. Filosofia da Arte.São Paulo: Alvorada, 1985. LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1971. LABAN, Rudolf. Effort: Economy in body movement. London: Northcote, s/d. LINS, Daniel. (Org.). Nietzsche e Deleuze: Que pode o corpo. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002. MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1980. NIJINSKY, Vaslav. Cadernos Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1998. RODRIGUES, José Carlos. O corpo na história. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. SHINYASHIKI, R. A Carícia Essencial: uma psicologia do afeto. São Paulo: Gente,1985. VILAÇA, Nízia & GÓES, Fred. Em nome do corpo. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Programa atualizado em, setembro/2004. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Fundamentos da dança: espaço-forma. CARGA HORÁRIA: 30 CÓDIGO: EFA204 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Reflexão acerca das diferentes concepções do mundo relacional, do espaço e da forma compreendidos na interação entre: corpo-mente-espaço e que incluem explorações da esfera pessoal de movimento (kinesfera). Estudo das tensões dimensionais, planares, diagonais ou transversas e das formas cristalinas representativas dessas articulações espaciais (octaedro, cubo, icosaedro, etc.), experimentadas dentro do corpo e nas relações deste com o meio ambiente. OBJETIVOS: Identificar as estruturas corporais com a cruz dimensional (altura, largura, profundidade), as possibilidades de movimento a partir das articulações e os sentidos de percurso (para cima e para baixo, para um lado e para o outro, para frente e para trás). Relacionar a esfera pessoal de movimento (kinesfera), formada pela união dos elementos: níveis (alto, médio e baixo), dimensões e planos (vertical, horizontal e sagital), com possíveis formas de relacionamento do sujeito e seus estados emocionais. Explorar a relação de adaptabilidade do corpo às suas necessidades internas e externas em suas dimensões plásticas de variação do volume e do tamanho do movimento, além das trajetórias retas, curvas e sinuosas, das superfícies planas e das formas redondas e contorcidas. Identificar as formas cristalinas e as possíveis trajetórias que elas propõem. UNIDADES: A cruz dimensional e o sujeito. Dimensões, direções e sentidos. Planos e níveis. O octaedro e o icosaedro: movimentos centrais, periféricos e transversos. A formação da Kinesfera e o espaço interno, externo e global. Tamanho e forma do movimento. O cubo e suas diagonais. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIAS: BACHELAR, Gaston. A Poética do Espaço. GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. GUATTARI, Félix. Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: Ed.34, 1992. HALL, Stuart. A Identidade Cultural na pós-modernidade. . Rio de Janeiro: DO&A, 2000. LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. LANGER, Susane K. Sentimento e Forma. PLATÃO. Timeu e Crítias ou A Atlântida. Curitiba: Hemus, 2002. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. SASPORTES, José. Pensar a Dança: a reflexão estética de Mallarmé a Cocteau. Lisboa:Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1983. SENNET, Richard. Carne e Pedra; tradução de Marcos Aarão Reis. Rio de Janeiro: Record,1997. WOISEN, Bernhard. Dança: um caminho para a totalidade. São Paulo: Triom, 2000. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Fundamentos da dança: dinâmica e tempo. CÓDIGO: EFA305 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 30 EMENTA: Reflexão acerca da dinamogenia das variações energéticas do movimento e suas conformações em diferentes empregos da força. Estudo da Effort Theory e os Fatores de Qualidade do Movimento: Peso, Espaço, Tempo e Fluxo, isoladamente e em suas combinações. Elementos dinâmicos como intensidade, entradas da força, impulsos, passagens e ligação do movimento e os modos de execução (conduzido, lançado, balanceado, ondulante, vibratório, pendular e percutido) para o estudo das variações interpretativas do movimento. Análise da importância do caráter emocional no desenvolvimento da preparação do intérprete, com base nos estudos sobre a dança de Rudolf Laban e Helenita Sá Earp. OBJETIVOS: Enfatizar as qualidades do movimento, o ritmo dinâmico, a motivação interna/externa que estimula a escolha de uma maneira de se mover. Experimentar e refletir sobre "como" o indivíduo se move em relação a 4 fatores básicos: fluxo, peso, tempo e espaço. Experimentar cada fator isoladamente e em suas múltiplas combinações. UNIDADES: A cruz dimensional e a cruz dos esforços: os fatores de qualidade do movimento: peso, tempo, espaço. Os ritmos de tensão de fluxo e os padrões de desenvolvimento. Os estados e as variações na combinação de 2 fatores: peso-tempo/ peso-espaço/ pesofluxo/ espaço-tempo/espaço-fluxo/tempo-fluxo. Os impulsos e as combinações de 3 fatores: fluxo-tempo-espaço/fluxo-peso-espaço; fluxo-tempo-peso. As ações básicas de esforço e as combinações de 3 fatores: peso- tempo-espaço. A dinâmica de peso e o ritmo interno do movimento. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIAS: BERGSON, Henri. Matéria e Memória. São Paulo: Martins Fontes,1999. BONFITTO, Matteo. O Ator compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002. CAMINADA, Eliana. História da Dança – Evolução Cultura. DUNCAN, Isadora. Minha Vida.Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o Sistema Laban/Bartenieff na Formação e Pesquisa em Artes Cênicas.São Paulo: Annablume, 2002. GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. KALTENBRUNNER, Thomas. Contact Improvisation. KENDALL, H. O. et al. Músculos puebras y funciones. LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. LABAN, Rudolf.Dança Educativa Moderna. LABAN, Rudolf. Effort: Economy in body movement. London: Northcote, s/d. NEWLOVE, Jean. Laban for actors and dancers.London: Nick Hern Books, 1993. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança 2-TÉCNICA E CORPOREIDADE Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Introdução ao Estudo da Corporeidade CÓDIGO: EFA 110 CARGA HORÁRIA: 60 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Contextualização das formas de expressão do corpo enquanto linguagem, a partir de suas representações simbólicas, referente ao processo político, histórico e cultural. Concepções do corpo através dos tempos na formação da cultura ocidental. A corporeidade como produção de subjetividades, na estruturação e organização de uma linguagem e na ação do corpo em movimento. OBJETIVOS: Analisar os princípios da Corporeidade no estudo do movimento. Formar um pensamento crítico sobre as questões do corpo na contemporaneidade Identificar o corpo como linguagem Analisar o processo cultural e histórico na escrita dos corpos Estabelecer relações entre linguagem, subjetividade e Corporeidade Desenvolver um maior domínio corporal, a partir das experimentações sinestésicas, lúdicas e expressivas. Identificar a corporeidade como instrumento analisador para a construção de técnicas nas diversas práticas corporais. Oportunizar um estudo do movimento com base nos princípios da corporeidade, possibilitando a recodificação dos gestos através da desconstrução do movimento padronizado. UNIDADES: Unidade I – Corpo e História Unidade II – Visão estrutural do Corpo Unidade III – Relações e Interpretações sobre o estudo das partes do Corpo e seus processos de significação. Unidade IV – As diferentes possibilidades expressivas do corpo e suas relações com o espaço, tempo, dinâmica, com o outro e com os objetos. Unidade V – Corporeidade, Linguagem e Subjetividade. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Laboratório dos Parâmetros da Dança A: movimento CÓDIGO: EFA201 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4 horas Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA: Estudo laboratorial para composição de exercícios e improvisações de frases coreográficas solísticas e em grupo, baseadas nas combinações de movimentos sucessivos e simultâneos das partes do corpo isoladas e entre elas, enfocando possibilidades da coluna cervical, face, tronco e seus segmentos, membros superiores e inferiores. Percepção e exploração das possibilidades de movimento a partir das conexões ósseas estabelecidas entre estas partes e suas possibilidades articulares. Reflexão sobre a interação entre as frases estudadas, sobre princípios relativos à cena e exercícios de introdução à composição coreográfica utilizando as frases desenvolvidas. OBJETIVOS: Identificar as partes do corpo e suas conexões ósseas; Desenvolver pesquisa de movimento a partir do estudo de princípios e ferramentas que possibilitem variações, progressões de movimento e aumento do vocabulário individual; Estudos e reflexões sobre princípios de construção da cena Exercícios didáticos e introdutórios à composição coreográfica. UNIDADES: Unidade I – Estudo sobre as partes do corpo e suas conexões. Unidade II –Laboratórios de pesquisa de movimento. Unidade III – Estudo sobre princípios de composição de cena. Unidade IV – Exercícios introdutórios à composição coreográfica. BIBLIOGRAFIAS: SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. FERNANDES, Ciane. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na formação e pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002. GARAUDY, Roger. Dançar a Vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. ________. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone Editora LTDA, 1990. MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da Percepção. Campinas: Martins Fontes, 1999. MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: Funarte, 1979. RENGEL, Lenira Peral. Dicionário Laban. Campinas: UNICAMP, 2001. Dissertação de Mestrado – Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas, 2001. SILVA, Eusébio. Comentários e Instruções sobre a Dança. Belo Horizonte: Editora do Autor, 1983. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Laboratório dos Parâmetros da Dança B: Espaço-Forma CÓDIGO: EFA205 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 horas Nº DE CRÉDITOS: 01 EMENTA: Estudo laboratorial para composição de exercícios e improvisações de frases coreográficas baseadas nos referenciais da geometria euclidiana e da topologia. Diversificações da forma corporal a partir das linhas (curvas, retas, angulares e mistas) para criação gestual das partes do corpo isoladas e combinadas; enfocando diferentes posicionamentos, tais como: paralelismos, oposições, perpendicularismos, simetrias, assimetrias, sentidos, níveis e direções. Deformações a partir de linhas euclidianas da forma corporal e de deformações geradas a partir de formas corporais já distorcidas. Estudo das transformações da forma articulando as partes do corpo com as Famílias da Dança. Improvisações de frases coreográficas a partir das relações temáticas delimitadas.Interações compositivas do gesto com outros aspectos da linguagem cênica, tomando como referência as teorias de dança de Helenita Sá Earp e Rudolfo Laban. OBJETIVOS: Investigar e aplicar os referenciais dos Parâmetros Espaço- Forma para a análise e criação de exercícios segmentares e seqüenciais artísticas na Dança. Identificar e apontar os principais pontos de execução dos movimentos das partes do corpo a partir dos referenciais do Parâmetro Espaço- Forma Executar e elaborar diferentes seqüências de movimentos nas partes do corpo e nas famílias em diferentes bases de apoio, a partir dos referenciais do Parâmetro EspaçoForma. Aplicar os referenciais do Parâmetro Espaço-Forma na criação e expressão do gesto cênico em atividades de improvisação. UNIDADES: Unidade I – Referenciais do espaço em relação às partes e o corpo como um todo para construção do gesto cênico. Descoberta, identificação e elaboração de movimentos considerando: - relações entre espaço interno- cinesfera espaço externo; - relações entre espaço direto e espaço indireto; - variação do nível das partes e do corpo como um todo, em diferentes bases de apoio; - diversificação do eixo da parte e do corpo como um todo ocasionando - modificação do centro de gravidade e equilíbrio da forma no espaço. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Unidade II – O desenho da forma individual das partes do corpo e do corpo como um todo no espaço como possibilidade expressiva e criativa do gesto cênico. Descoberta, identificação e elaboração de movimentos considerando: - possibilidades de relações das parte do corpo com enfoque nos desenhos angulares; - possibilidades de relações das partes do corpo com enfoque nos desenhos retilíneos; - possibilidades de relações das partes do corpo com enfoque nos desenhos curvos; - transformações contínuas e descontínuas de forma geométricas no espaço; - transformações topológicas da forma; - relações entre forma geométrica e topológica; - paralelismos, oposições, perpendicularismos, simetrias e assimetrias das formas. Unidade III – Diversificação da forma no espaço individual, nas relações de dupla e relações com materiais. - descoberta, identificação e elaboração de movimentos considerando: - preenchimento da forma individual, com e sem utilização de material, em diferentes bases de apoio; - preenchimento da forma em duplas, com e sem utilização de material, em diferentes bases de apoio; - jogos de grupos – distribuições e preenchimento no espaço, com e sem utilização de material. BIBLIOGRAFIAS: ARTAUD, Antonin. O teatro e se duplo. São Paulo: Martins Fontes, 2ª ed, 1999. BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes,1993. BARBA, Eugênio; SAVARESE, Nicola. a Arte secreta do ator. São Paulo: Hucitec Editora da Unicamp, 1995. BONFITTO,Matteo. Ator-compositor: as ações físicas como eixo: de Stanislávski a Barba. São Paulo: Perspectiva, 2002. BROOK,Peter. O teatro e seu espaço. Petrópolis: Vozes, 1970. CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento. vol 1: Introdução à análise das técnicas corporais. São Paulo: Manole,1992. FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e o Wuppertal dança-teatro: repetições e transformações. São Paulo: Hucitec, 2000. _________________. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na formação e pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002. LABAN, Rudolf Von. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. OSTROWER,Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes,1994. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Laboratórios dos parâmetros da dança C:dinâmica CÓDIGO: EFA 304 CARGA HORÁRIA:30 Nº DE CRÉDITOS: 01 EMENTA: Estudo laboratorial para composição de exercícios e improvisações de frases coreográficas solísticas baseadas nas variações dinamogênicas, tais como: forças ligantes no movimento, entradas da forças nas raízes das articulações, segmentos e partes. Passagens contínuas e descontínuas da força nos segmentos e entre os segmentos, pequenos e grandes impulsos. Diversificações da intensidade do suavíssimo ao fortíssimo, conjugadas com variações agógicas. Enfoque investigativo de possibilidades de dinâmicas regulares, advindas da predominância de uma força - guia e ou múltiplas forças contrastantes. Modos de execução do movimento: Conduzido (conduzido propriamente dito, ondulante e pendular); Impulsionado (lançados, balançados e percutidos) e Vibratório. Combinações entre os modos de execução do movimento em diferentes bases e em mudanças de base interpenetradas com as Famílias da dança. Interações de frases coreográficas solísticas com um outro aspecto da linguagem cênica, com base nos estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban. OBJETIVOS: Desenvolver a criação para composição do exercício segmentar e seqüência artística baseado no estudo do parâmetro dinâmica. Executar e analisar movimentos básicos do corpo, de forma isolada e combinada, em diferentes bases, a partir dos referenciais do parâmetro dinâmica: ligação do movimento, passagem da força, entradas da força, intensidade com variações do andamento, impulsos e acentos e os modos de execução. UNIDADES: Estudo das ligações dos movimentos e entradas da força, para a construção de possibilidades corporais criativas e detalhamento técnico, em aulas de laboratórios, nas diferentes bases Estudo das variações da intensidade e andamento nas partes do corpo e no corpo como todo em diferentes bases e situações. Estudo dos impulsos e acentos, para diversificação da linguagem corporal, em diferentes partes do corpo e bases de apoios. Estudo dos modos de execução em diferentes partes do corpo e no corpo como um todo, de forma isolada e combinada, nas diferentes bases de apoios. BIBLIOGRAFIAS: FAHLBUSCH, Hannelore. Dança Moderna – Contemporânea. LABAN, Rudof. Domínio do Movimento. S. Paulo: Summus, 1971 MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1996. MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1980. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança II e III. (Apostila), 2003. LELOUP, Jean-yves. O Corpo e seus Símbolos: uma antropologia essencial. Rio de Janeiro: Vozes, 1988. AVALIAÇÃO: De resumo de textos para discussão De elaboração e análise de seqüências de movimentos De execução de seqüências elaboradas pelo professor De participação e freqüência nas aulas De improvisação a partir de temas diversificados METODOLOGIA Aula prática (lição completa) Aplicação de laboratórios para improvisação Aplicação e discussão de textos e vídeos. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Laboratório dos Parâmetros da Dança D - Ritmo CÓDIGO: EFA307 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 01 EMENTA: Estudo laboratorial para composição de exercícios, seqüências e improvisações de frases coreográficas baseados nas interfaces de processos poéticos do ritmo temporal na movimentação individual na dança e do ritmo temporal na música. Relações entre pulso, andamento, compasso e o sistema proporcional dos valores musicais com a criação da movimentação, nas partes do corpo isoladas e combinadas entrelaçadas com compassos simples (binário, ternário e quaternário). Improvisações de frases coreográficas a partir do ritmo musical. Interações compositivas com acompanhamento musicais diversos. OBJETIVOS: Investigar e aplicar os referenciais do Parâmetro Tempo para análise e criação de exercícios segmentares e seqüências artísticas na Dança; identificar e apontar os principais pontos de execução dos movimentos das partes do corpo a partir dos referenciais do Parâmetro Tempo; executar e elaborar diferentes seqüenciais de movimento nas partes do corpo e nas famílias em diferentes bases de apoio, a partir dos referenciais do Parâmetro Tempo; Aplicar os referenciais do Parâmetro Tempo na criação e expressão do gesto cênico em atividades de improvisação. UNIDADES: Unidade I – Conscientização do ritmo biológico, psicológico e métrico para a ação qualitativa do movimento; possibilidades de variações do som produzido pelo próprio corpo, no corpo do outro, no objeto, no meio ambiente e por meio da manipulação de instrumentos musicais articulados aos movimentos das partes do corpo e Famílias da Dança. Unidade II – Interiorização e vivência do pulso aplicado ao movimento das partes do corpo e das Famílias da Dança; variação do andamento para diversificação do trabalho técnicoartístico nas partes do corpo e nas Famílias da Dança (adágio, moderato, allegro, presto); estudo dos compassos simples e valores rítmicos para diversificação do trabalho técnicoartístico nas partes do corpo e nas Famílias da Dança. Unidade IIIRitmos característicos e populares na relação com as diferentes possibilidades corporais para o desenvolvimento técnico-artístico. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIAS: BARBA, Eugênio; SAVARESE, Nicola. A Arte secreta do ator. São Paulo: Hucitec Editora da Unicamp,1995. BONFITTO,Matteo. Ator-compositor: as ações físicas como eixo: de Stanislsvski a Barba. São Paulo: Perspectiva,2002. COPLAND,Aaron. Como ouvir e entender música. Rio de Janeiro: Arte Nova.1974. FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e o Wuppertal dança-teatro: repetições e transformações. São Paulo: Hucitec,2000. __________________.O Corpo em Movimento: o Sistema Laban/ Bartenieff na formação e pesquisa em Artes Cênicas. São Paulo: Annablume, 2002. LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 1994. SHINCA, Marta. Psicomotricidade Ritmo e Expressão Corporal. São Paulo: Manole, 1991. WISNIK, José Miguel. O som e o sentido, uma nova história da música. São Paulo: Sewarcz,1989. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: TECNICA GERAL DA DANCA CARGA HORÁRIA SEMANAL: 06h CÓDIGO: EFA101 Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA: Introdução aos processos de execução e qualificação técnico-artística a partir dos enfoques temáticos dos movimentos básicos das partes do corpo e do corpo como um todo: em diferentes bases, com diferentes composições de linhas das formas, noções do peso a partir de trabalhos com o eixo corporal, planos, níveis e sentidos, variações rítmicas e de andamento, variações da intensidade da forca aplicada ao movimento. Capacitação da performance (desenvolvimento de valências físicas integradas a qualificação interpretativa do movimento) em diferentes estruturas de aula do tipo lição completa (estratégias diretivas e não-diretivas). Utilização de diferentes formas de composição e preenchimento do espaço da sala de aula, do corpo grupal e deste com objetos no contexto da dança como linguagem da arte contemporânea, baseadas nos estudos do movimento de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban. OBJETIVOS: Identificar os movimentos básicos das partes do corpo, bem como suas combinações em bases diferentes. Executar seqüências de movimentos em diferentes bases, com enfoque em: - uma parte do corpo. - duas e três partes do corpo. - contato de partes iguais e diferentes do corpo. - com diferentes referenciais do movimento (combinações e estados). - com diferentes referenciais espaciais. - com diferentes referenciais de dinâmica. - com diferentes referenciais rítmicos e de andamento. Executar variações de movimentos do corpo como um todo em bases diferentes. (FAMÍLIAS DA DANÇA) Elaborar seqüências de movimentos das partes e do corpo como um todo em bases diferentes. (FAMÍLIAS DA DANÇA) UNIDADES: UNIDADE I: O Parâmetro Movimento no desenvolvimento da Técnica da Dança UNIDADE II: Os Parâmetros Espaço e Forma no desenvolvimento da Técnica da Dança UNIDADE III: O Parâmetro Dinâmica no desenvolvimento da Técnica da Dança UNIDADE IV: O Parâmetro Tempo no desenvolvimento da Técnica da Dança BIBLIOGRAFIAS: LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento, São Paulo, SP, Summus, 1971. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. MEYER, André. Helenita Sá Earp e suas propostas para abordagens criativas da formação do intérprete na dança contemporânea. In: Memória ABRACE I. Anais do I Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. São Paulo, SP, USP, 1999. CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza. I Coletânea de Artigos do Departamento de Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ, Papel & Virtual, 2000. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: TÉCNICA DA DANÇA A CARGA HORÁRIA SEMANAL: 6 horas CODIGO: EFA110 Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA: Princípios fundamentais para qualificação da performance a partir do conhecimento da natureza e dos estados do movimento na dança. Aplicação dos conteúdos relativos ao parâmetro Movimento da teoria de Helenita Sa Earp, Fundamentos da Dança (Movimentos básicos das partes do corpo, combinações sucessivas e simultâneas de movimentos das partes do corpo, combinações de movimentos das partes do corpo com movimentos do corpo como um todo - famílias da dança, estados do movimento-potencial e liberado- e suas relações com os movimentos do corpo como um todo - famílias da dança, relações de combinações de partes do corpo com os estados do movimento em diferentes bases de apoio), para o desenvolvimento das qualidades técnico-artisticas dos intérpretes de dança. OBJETIVOS: Identificar e apontar os principais pontos de execução do movimento segmentar e das famílias da dança a partir das relações de - movimentos básicos do corpo e suas combinações e diversificação dos estados do movimento (potencial e liberado) em diferentes bases. Executar diferentes combinações dos movimentos básicos das partes do corpo e do corpo como um todo em diferentes relações do potencial e liberado. Elaborar diferentes seqüências de movimentos para trabalho físico segmentar e das famílias, baseadas nos referenciais quanto a combinação dos movimentos básicos e relações do potencial e liberado. Descobrir nas diferentes relações dos movimentos os principais pontos de execução. Reelaborar determinadas seqüências dadas em aula conforme a orientação do professor. UNIDADES: Unidade I – A totalidade do movimento. Unidade II – : Movimentos básicos das partes e do corpo como um todo aplicados à organização da Técnica da Dança para desenvolvimento da linguagem artística. Unidade III – Os estados do movimento aplicados à organização da Técnica da Dança para desenvolvimento da linguagem artística. Unidade IV – Aplicação dos conteúdos em trabalho coreográfico de grupo. BIBLIOGRAFIAS: LABAN, R. Domínio do Movimento. Summus Editorial, São Paulo, 1971. OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Editora Campus, 2a ed., RJ, 1995. ROUBINE, J.J. A arte do ator. Jorge Zahar, Rio de Janeiro, 1995. SOUZA, Maria Inês Galvão . Do diálogo das artes à dança do amor: Um memorial sobre o espetáculo O amor e seus duplos. Rio de Janeiro, 2002. RIOARTE. Gesto . Prefeitura do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Vols. 1, 2 e 3. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Técnica da Dança B CARGA HORÁRIA SEMANAL: 06 horas CÓDIGO:EFA127 Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA: Princípios fundamentais para a qualificação da performance a partir do conhecimento e aplicação dos parâmetros espaço e forma na Dança com o desenvolvimento dos conteúdos: planos, sentidos, direções e níveis das partes do corpo e do corpo como um todo no espaço (noções de volume, profundidade, tamanho) e aplicações em diferentes bases, relações espaço interno, kinesfera e espaço global (Laban), possibilidades de diferentes amplitudes do movimento, diversificação do eixo gravitacional das partes do corpo e do corpo como um todo ocasionando modificação do centro de gravidade e equilíbrio da forma no espaço, possibilidades de relações das partes do corpo com enfoque nos estudo das angulações, possibilidades de relações das partes do corpo com enfoque nos desenhos curvos, transformações contínuas e descontínuas da forma no espaço, diversificação da forma nas diferentes posições, relações de uma mesma forma em bases de apoio diferentes, preenchimento da forma individual e utilização de material, preenchimento e complementação de formas em duplas e grupos. OBJETIVOS: Geral: desenvolver conceitos para qualificação técnica e artística, avaliando e aplicando teórica e praticamente os princípios para qualificação e execução dos movimentos com enfoque nos parâmetros espaço e forma. Específicos: - Identificar e apontar os principais pontos de execução do movimento segmentar e das famílias da dança (Fundamentos da dança, Earp) a partir das relações dos parâmetros espaço e forma. - Executar diferentes combinações dos movimentos básicos das partes do corpo e do corpo como um todo em diferentes relações da forma corporal no espaço. - Reelaborar determinadas seqüências dadas em aula conforme a orientação do professor. UNIDADES: UNIDADE I: Composição de exercícios com variações de referenciais espaciais em relação as partes e o corpo como um todo. UNIDADE II: O desenho da forma individual das partes do corpo e do corpo como um todo no espaço UNIDADE III: Diversificação da forma no espaço individual, nas relações de dupla, grupo e nas relações com materiais. BIBLIOGRAFIAS: ARTAUD, Antonin. O Teatro e seu Duplo. São Paulo: Martins Fontes, 2a ed., 1999. KANDINSKY, Wassily.Ponto e Linha sobre Plano. SP, Martins Fontes. LABAN, Rudolf Von, Domínio do Movimento. SP, Summus Editorial, 1971. LABAN, Rudolf Von, Dança Educativa Moderna. SP, Ícone Editora, 1990. MARQUES, Isabel, Ensino de dança hoje, textos e contextos. Cortez Editora,1999. OSTROWER, Fayga, Acasos e Criação Artística. RJ, Editora Campus, 2a ed.,1995. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA:Técnica da Dança - Contatos e Apoios CÓDIGO: EFA203 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 5 horas/aulas Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA: A performance corporal como linguagem da arte contemporânea. Processos da execução e qualificação técnico-artística para a formação do intérprete. Técnica que trabalha através de pontos físicos o estímulo à pesquisa, criação e improvisação do movimento. Pelos caminhos da consciência corporal, estimular o trabalho sensível, perceptivo e cognitivo, sendo essa tríade o fundamento do curso. OBJETIVOS: • Identificar e perceber diferentes pesos corporais; • Instrumentalizar e construir através da compreensão do contato, um corpo apto de modo perceptivo, emotivo e sensível consigo e com o meio; • Perceber através do estudo da gravidade em ação nos diferentes corpos, como as forças físicas atuam no corpo em movimento; • Compreender o percurso do peso, da energia e dos estudos a cada momento para acessar outros “novos” terrenos em si, com o outro e o espaço; • Estimular a criatividade, e pesquisa e a performance. PROGRAMA: Unidade I – Consciência do Peso. Peso individual e peso do outro; Sensibilização, percepção e fluência do corpo; Peso e contra-peso – estados do movimento. Unidade II – Toque Duo/Trio; Condução e apoios do corpo; Sensibilização, percepção e fluência através da pele, do músculo e do osso (ativo/passivo). Unidade III – Contato, Apoio e Improvisação Improvisação, Jogos, Roteiro e pesquisa para desenvolver um pequeno projeto em diferentes espaços (públicos ou privados). BIBLIOGRAFIAS: LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento, São Paulo, SP, Summus, 1971. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. MEYER, André. Helenita Sá Earp e suas propostas para abordagens criativas da formação do intérprete na dança contemporânea. In: Memória ABRACE I. Anais do I Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. São Paulo, SP, USP, 1999. CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza. I Coletânea de Artigos do Departamento de Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ, Papel & Virtual, 2000. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Técnica da Dança D CÓDIGO: EFA355 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 5 horas/aulas Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA: A performance corporal como linguagem da arte contemporânea. Processos da execução e qualificação técnico - artística para a formação do intérprete. Aspectos do estudo da dinâmica e dos modos de execução como referenciais para o domínio de habilidades motoras e interpretativas. Desenvolvimento das valências físicas, a partir de vocabulários corporais enfocando múltiplas conexões em diferentes estilísticas da movimentação segmentar e do corpo como um todo nos diversos diagramas da forças em diferentes sinergias musculares para a qualificação da performance e dinamização imaginante do movimento em progressão para os níveis intermediários à adiantados, com base nos estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban. OBJETIVOS: - Identificar e avaliar os principais pontos de execução na elaboração de movimentos, com aplicação do parâmetro dinâmica. - Executar diferentes combinações de movimentos das partes do corpo e das famílias da dança a partir da aplicação dos conteúdos abordados no parâmetro dinâmica. - Elaborar diferentes seqüências de movimentos para o trabalho físico segmentar e famílias da dança baseado no estudo dos diferentes referenciais do parâmetro dinâmica. - Enriquecer a imaginação criadora através da pesquisa do movimento corporal, tendo como enfoque temático o parâmetro dinâmica. UNIDADES: I – Ligação do movimento, Entradas da força e Passagem da força e sua relação com a intensidade e o andamento, aplicadas à organização da técnica da dança para o desenvolvimento da linguagem artística. II - Variações de intensidade relacionadas as variações de andamento aplicadas à organização da técnica da dança para o desenvolvimento da linguagem artística. III - Impulsos e Acentos aplicados à organização da técnica da dança para o desenvolvimento da linguagem artística. IV- Os modos de execução (movimento: conduzido, percutido, balanceado, vibratório, pendular e lançado) aplicados à organização da técnica da dança para o desenvolvimento da linguagem artística. BIBLIOGRAFIAS: BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. A Arte Secreta do Ator: dicionário de antropologia teatral. São Paulo: Editora Hucitec, 1995. CARDOSO, Liana da S. & GUALTER, Katya S. I Coletânea de Artigos do Departamento de Arte Corporal, Rio de Janeiro, Papel & Virtual, 2000. FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e Wuppertal Dança / Teatro – Repetição e Transformação GAIARSA, José Ângelo. Couraça Muscular do Caráter: trabalho corporal em psicoterapia, fundamentos e técnicas. São Paulo: Agora, 1984. BURNIER, Luís Otávio. A Arte de Ator: da técnica à representação. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2001. LABAN, Rudof Von. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Summus, 1990. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança ________________ . Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1978. MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Técnica da Dança CARGA HORÁRIA: 60 CODIGO: EFA 428 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: A performance corporal como linguagem da arte contemporânea. Processo de execução e qualificação técnico-artística para formação do intérprete e coreógrafo, através de estudos de seqüência compositivas, tendo o caráter como referência para o domínio de habilidades motoras e interpretativas. Conformação de seqüências compositivas com variações de caráter, para fins da qualificação da performance, em progressão para os níveis intermediário à adiantado. Aplicabilidade dos princípios de execução do movimento, em seqüências compositivas, relacionando os estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban, com questões da técnica da dança proeminentes no mercado de trabalho. OBJETIVOS: - Aplicar os referenciais dos parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e Tempo na realização de seqúências compositivas com enfoque no estudo do caráter: - Identificar e apontar os principais pontos de execução em diferentes relações no estudo integrado dos Parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e Tempo; - Executar diferentes possibilidades de movimentos básicos das partes do corpo e do corpo como um todo (Famílias da Dança) baseadas na interligação dos referenciais dos parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e Tempo; - Elaborar diferentes seqüências de movimentos articulando os referencias dos parâmetros Movimento, Espaço-Forma, Dinâmica e Tempo. UNIDADES: Unidade I –Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações expressivas do movimento com ênfase no caráter jocoso; Unidade II – Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações do movimento com ênfase no caráter lírico; Unidade III – Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações expressivas so movimento com ênfase no caráter sensual; Unidade IV – Seqüências artísticas elaboradas a partir de variações expressivas do movimento com ênfase no caráter romântico. BIBLIOGRAFIAS: BARBA,Eugênio.; SAVARESE, Nicola. A Arte Secreta Do Ator. SÃo Paulo: Hucitec Editora da Unicamp, 1995. CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento. Introdução à análise das técnicas corporais. v.1. São Paulo: Manole,1992. FERNANDES,Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na formação e pesquisas em artes cênicas. São Paulo. Annablume,2002. HERRIGEL, Eugen. A arte cavalheiresca do arquiteto Zen. São Paulo: Pensamento,s/d HALSEBACH, Bárbara. Dança, improvisação e movimento. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1998. LABAN, R. Domínio do Movimento. Summus Editorial, São Paulo, 1971. __________. Dança Educativa Moderna. Sao Paulo: Ícone Editora, 1990. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Editora Campus, 2a ed., Rio de Janeiro, 1995. KANDINSKY,Wassily. Ponto e linha sobre Plano. São Paulo: Martins Fontes, 1997. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Famílias da Dança CARGA HORÁRIA: 60 CÓDIGO: EFA303 N º DE CRÉDITOS: 3 EMENTA: Estudo laboratorial para desenvolvimento de pesquisas de movimento com o intuito de ampliar o vocabulário de movimento individual e de exercitar a composição coreográfica. Composição de exercícios que envolvam princípios das variações e progressões de movimento, baseados na combinação sucessiva e simultânea das partes do corpo e das famílias da dança; transferências, locomoções, voltas, saltos, quedas e elevações. Lição completa baseada nos estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e de Rudolf Laban. OBJETIVOS: Identificar as partes do corpo e famílias da dança; Desenvolver pesquisa de movimento a partir do estudo de princípios e ferramentas que possibilitem variações e progressões de movimento; Estudos e reflexões sobre processos de composição coreográfica. Exercício de composição coreográfica e reflexão sobre seu próprio processo. UNIDADES: Unidade I – Estudo sobre as partes do corpo Unidade II – Estudo sobre as famílias da dança: transferências, locomoções, voltas, saltos, quedas e elevações. Unidade III – Laboratórios de pesquisa de movimento. Unidade IV – Estudo de ferramentas para a composição coreográfica e reflexão sobre alguns processos Unidade V – Exercícios de composição coreográfica. BIBLIOGRAFIAS: DANTAS, Monica. Dança. O Enigma do Movimento. Porto Alegre: Ed. Universidade/ UFRGS, 1999. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. FERNANDES, Ciane. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na formação e pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002. LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. ________. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone Editora LTDA, 1990. MIRANDA, Regina. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: Funarte, 1979. RENGEL, Lenira Peral. Dicionário Laban. Campinas: UNICAMP, 2001. Dissertação de Mestrado – Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas, 2001. SILVA, Eusébio Lôbo da. Método Integral da Dança; Um Estudo do Desenvolvimento dos exercícios técnicos centrados no aluno. Instituto de Artes – Unicamp, 1993. Tese de Doutorado em Artes, Unicamp, 2000. SILVA, Soraia. Profetas em Movimento. São Paulo: EDUSP, 2001. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Ginástica Artística I CARGA HORÁRIA: 60 CÓDIGO: EFN235 N º DE CRÉDITOS: 3 EMENTA: Vivência orientada e estudo reflexivo das metodologias para a prática da ginástica. OBJETIVOS: Possibilitar aos alunos: a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística; b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas; c) ao final do curso, realizar estágios em escolas de 1º grau. UNIDADES 1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA 2. As provas da Ginástica Artística e suas características 3 Histórico da Ginástica Artística 4 Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA 5 Metodologia aplicada ao ensino da GA 6 Noções gerais do julgamento da GA 7 Organização de campeonatos da GA 8 Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico de iniciação nos aparelhos oficiais da GA METODOLOGIA: O programa será desenvolvido em 60 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da disciplina. AVALIAÇÃO: Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos. Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula. Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA BIBLIOGRAFIA: ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística Rio de Janeiro, Sprint GIL, AC – Metodologia do Ensino Superior LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva São Paulo, Manole, 1987 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS EM FAMÍLIAS DA DANÇA CÓDIGO: EFA 034 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 45 Nº DE CRÉDITOS: 01 EMENTA Estudo laboratorial para composição exercícios em forma de educativos e exercícios em forma de composições de uma mesma família e entre as famílias da dança em relação à solicitação da força, do equilíbrio, da coordenação e da agilidade nas variações do corpo como um todo para proporcionar domínios adequados às múltiplas solicitações interpretativas na dança contemporânea. princípios das variações e das progressões baseados nas combinações sucessivas e simultâneas quanto ao número e tipo de partes do corpo e de número e tipos de famílias, as posições dos membros inferiores e suas mudanças em transferências, locomoções, voltas, saltos, quedas e elevações em diferentes bases e com mudanças de base para ampliar vocabulários da movimentação individual. diferentes níveis de aprendizado motor (iniciante, intermediário, e adiantado) para a organização de exercícios educativos respectivos ao estudo das famílias da dança de uma aula tipo lição completa baseado nos estudos sobre a dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban. OBJETIVOS - desenvolver a criação para composição do exercício segmentar e seqüência artística baseado no estudo das famílias da dança - Executar e analisar movimentos básicos do corpo, de forma isolada e combinada, em diferentes bases, a partir das famílias da dança: Transferência, Locomoção, Voltas, Saltos, Quedas e Elevações. UNIDADES I – Estudo das famílias transferência e locomoção em diferentes bases. II – Estudo da família volta em diferentes bases. III – Estudo da família salto em diferentes bases. IV – Estudo das famílias quedas e elevações em diferentes bases. AVALIAÇÃO De resumo de textos para discussão De elaboração e análise de seqüências de movimentos De participação e freqüência nas aulas METODOLOGIA Aula prática (lição de estudo e lições de laboratórios) Aulas Expositivas com diferentes dinâmicas de grupos Aplicação e discussão de textos e vídeos. BIBLIOGRAFIAS BRINKMAN, Lola. A Linguagem do Movimento Corporal. COHEN, Renato. Performance como Linguagem. FELDENKRAIS, Moshe. Consciência pelo Movimento. LABAN, Rudolf. Domínio do movimento. _____________. Dança Educativa Moderna. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina: Atividade de integração – Dança e Acrobacia A Código EFA003 Carga Horária total 30h Créditos 02 Pré/co-requisitos ( - ) EMENTA As possibilidades de integração e aplicação dos elementos acrobáticos da ginástica de solo na formação de intérpretes de dança e coreógrafos. Diversificação e desenvolvimento de atividades práticas envolvendo a acrobacia na construção do movimento em processos criadores. Recriação dos diferentes elementos da trave de equilíbrio, barras, paralelas (simétricas e assimétricas), argola, barra fixa, solo, salto sobre o cavalo, mini-trampolim, trampolim acrobático traduzidos para a dança como linguagem da arte contemporânea. OBJETIVOS: Possibilitar aos alunos: a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística; b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas. UNIDADES 1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA 2. As provas da Ginástica Artística e suas características 3. Histórico da Ginástica Artística 4. Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA 5. Metodologia aplicada ao ensino da GA 6. Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico na GA e para o ensino da recriação do trabalho corporal na dança, a partir dos modelos dos exercícios de GA. METODOLOGIA: O programa será desenvolvido em 30 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da disciplina. AVALIAÇÃO: Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos. Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula. Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA BIBLIOGRAFIA: ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística. Rio de Janeiro, Sprint ARNOLD, K & ZINKE, K. Ginástica de aparelhos para meninos GIL, AC – Metodologia do Ensino Superior LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva. São Paulo, Manole, 1987 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina: Atividade de integração – Dança e Acrobacia B Código EFA009 Carga Horária total 30h Créditos 02 Pré/co-requisitos ( - ) EMENTA: As possibilidades de integração e aplicação dos elementos acrobáticos da ginástica artística na formação de intérpretes de dança e coreógrafos. Diversificação e desenvolvimento de atividades práticas envolvendo a acrobacia na construção do movimento em processos criadores. Recriação dos diferentes elementos de acrobacias aéreas realizadas no tecido, trapézio e arcos, traduzidos para a dança como linguagem da arte contemporânea. OBJETIVOS: Possibilitar aos alunos: a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística; b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas. UNIDADES 1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA 2. As provas da Ginástica Artística e suas características 3. Histórico da Ginástica Artística 4. Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA 5. Metodologia aplicada ao ensino da GA 6. Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico na GA e para o ensino da recriação do trabalho corporal na dança, a partir dos modelos dos exercícios de GA METODOLOGIA: O programa será desenvolvido em 30 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da disciplina. AVALIAÇÃO: Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos. Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula. Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA BIBLIOGRAFIA: ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística. Rio de Janeiro, Sprint ARNOLD, K & ZINKE, K. Ginástica de aparelhos para meninos GIL, AC – Metodologia do Ensino Superior LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva. São Paulo, Manole, 1987 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina: Atividade de integração – Dança e Acrobacia C Código EFA015 Carga Horária total 30h Créditos 02 Pré/co-requisitos ( - ) EMENTA As possibilidades de integração e aplicação dos elementos acrobáticos da ginástica artística na formação de intérpretes de dança e coreógrafos. Diversificação e desenvolvimento de atividades práticas envolvendo a acrobacia na construção do movimento em processos criadores. Recriação dos diferentes elementos de apoios, pegadas, equilíbrios e duos em contatos acrobáticos, traduzidos para a dança como linguagem da arte contemporânea. OBJETIVOS: Possibilitar aos alunos: a) desenvolver as formas de auxílio nos exercícios básicos da Ginástica Artística; b) trabalhar a Ginástica Artística inter-relacionada com as outras disciplinas. UNIDADES 1. Aspectos fundamentais de postura e segurança aplicadas na GA 2. As provas da Ginástica Artística e suas características 3 Histórico da Ginástica Artística 4 Meios auxiliares utilizados no aprendizado da GA 5 Metodologia aplicada ao ensino da GA 6 Progressões pedagógicas para o ensino do exercício básico na GA e para o ensino da recriação do trabalho corporal na dança, a partir dos modelos dos exercícios de GA METODOLOGIA: O programa será desenvolvido em 30 horas aula, através de aulas teóricas e práticas centradas no aluno, que participará em grupos ou individualmente, com a orientação do professor da disciplina. AVALIAÇÃO: Teóricas: serão realizadas duas provas discursivas, ambas com o mesmo peso de pontos. Práticas: serão realizadas avaliações em todos os aparelhos apresentados em aula. Conceito: freqüência às aulas, envolvimento nas atividades de classe, colaboração nos trabalhos em grupos e relatórios de atividades da GA BIBLIOGRAFIA: ALBUQUERQUE, JAF e SANTOS, JCE – Manual de Ginástica Artística. Rio de Janeiro, Sprint GIL, AC – Metodologia do Ensino Superior LEGUET, J – Ações Motoras na Ginástica Desportiva. São Paulo, Manole, 1987 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de Integração em Bale e Contemporaneidade A CÓDIGO: EFA004 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Diversificação e desenvolvimento de aulas para a preparação de intérpretes de dança para o mercado de trabalho brasileiro, a partir de recriação dos diferentes elementos do balé como linguagem da arte contemporânea. Possibilidades de variação do parâmetro movimento com o objetivo de estruturar novas formas de composição de movimentos, mantendo a estrutura da aula de balé, com variações, tais como: variações de rotações dos membros inferiores - paralela, interna e externa, variações de atitudes dos membros inferiores – flexão e extensão, combinações de diferentes partes do corpo, aplicação de diferentes estados do movimento – potencial e liberado, estudo de diferentes contatos e apoios das partes do corpo. OBJETIVOS: Analisar os princípios da técnica do bale através da experimentação da estrutura de uma aula e da variação dos exercícios pela aplicação de variações do parâmetro movimento. Relacionar a técnica do balé com os fundamentos da dança de Helenita Sá Earp, ampliando a discussão sobre técnica e criatividade na contemporaneidade. UNIDADES: Estrutura da aula de balé clássico e contextualização da disciplina no curso de dança (princípios metodológicos da técnica do balé e progressões para os modelos) Variações de rotação numa estrutura de aula de balé. Combinações de outras partes do corpo mantendo a estrutura da aula de balé A aplicação de diferentes estilos musicais e a desconstrução de modelos corporais da técnica do balé, a partir dos princípios de construção de movimento na teoria Fundamentos da Dança. BIBLIOGRAFIAS: VAGANOVA, Agripina. Princípios da dança clássica. DLIVER,Ceuta. William Forsythe. Coreography and dance. MELO, Victor Andrade de; PEREIRA, Patrícia Gomes; SOUZA, Maria Inês Galvão. Dança e animação cultural: “Improvisações”, 2003 (no prelo) PTAK, Andrew. The Ballet Book. A young dancer’s guide. New York: Beaufort Books, 1984 PEREIRA, P. SOUZA, M. I. G. O Processo de Criação e Expressão Cênica: A experiência das “Quartas da Improvisação”, Memória ABRACE VII, 2003. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de Integração em Bale e Contemporaneidade B CÓDIGO: EFA010 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 02h Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Diversificação e desenvolvimento de aulas para a preparação de intérpretes de dança para o mercado de trabalho brasileiro, a partir de recriação dos diferentes elementos do balé como linguagem da arte contemporânea. Possibilidades de variação dos parâmetros espaço-forma com o objetivo de estruturar novas formas de composição de movimentos, mantendo a estrutura da aula de balé, com variações, tais como: variações de planos, sentidos, direções e níveis das partes do corpo no espaço, aplicações dos movimentos de bale em diferentes bases, relações de possibilidades de diferentes amplitudes do movimento, diversificação do eixo gravitacional do corpo como um todo nos exercícios da barra ocasionando modificação do centro de gravidade e equilíbrio da forma no espaço, variações das angulações dos membros inferiores e superiores, variação das posições mantendo exercícios de barra e centro. OBJETIVOS: Desenvolver a qualificação técnica e artística, avaliando e aplicando teórica e praticamente os princípios para qualificação e execução dos movimentos com enfoque nos parâmetros espaço e forma, a partir da estrutura das aulas de bale. UNIDADES: Estrutura da aula de balé clássico e variações dessa estrutura a partir das variações de planos, sentidos, direções e níveis das partes do corpo no espaço (princípios metodológicos da técnica do balé e progressões para os novos modelos) Aplicações dos movimentos de bale em diferentes bases, relações de possibilidades de diferentes amplitudes do movimento. Diversificação do eixo gravitacional do corpo como um todo nos exercícios da barra ocasionando modificação do centro de gravidade e equilíbrio da forma no espaço. IVVariações das angulações dos membros inferiores e superiores, variação das posições mantendo exercícios de barra e centro. BIBLIOGRAFIAS: CAMINADA, Eliana. História da dança – evolução cultural. CANTON. E o príncipe dançou. FUX, Maria. Dança: experiência de vida AU, Susan. Ballet e modern dance. New York, Thames andHudson, 1988. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de integração em dança e alongamento A CÓDIGO: EFA005 CARGA HORÁRIA POR PERÍODO: 30 horas Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Estudo e reconhecimento da estrutura corporal, e qualidades físicas, a partir de vivências perceptivas e motrizes para o desenvolvimento de um corpo sensível, flexível, ágil e expressivo. Introdução à prática e aos conceitos teóricos das relações do corpo e sua flexibilidade com as características do peso, apoios, projeções, mobilidade articular e tônus (equilíbrio e flexibilidade). Integração e aplicação das valências físicas alongamento e flexibilidade, bem como dos elementos básicos de correção postural, na linguagem da dança contemporânea. Trabalho corporal criativo individual, em duplas, grupos, com enfoque no parâmetro movimento estudado em Helenita Sá Earp. OBJETIVOS: Desenvolver o potencial perceptivo e motor, visando uma movimentação mais consciente, flexível e expressiva; desenvolver possibilidades dinâmicas do movimento, sua criatividade e comunicação a partir dos temas: peso, apoios, projeções, mobilidade, tônus e flexibilidade, com enfoque no parâmetro movimento; pesquisar corporal e conceitualmente sobre os temas: alongamento, elasticidade e flexibilidade, com enfoque no parâmetro movimento estudado em Helenita Sá Earp. UNIDADES: I- Reconhecimento da estrutura corporal: ossos, músculos, articulações, pele – diálogos possíveis entre os fundamentos da consciência corporal e os estudos de Helenita Sá Earp II- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: peso e mobilidade. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e o parâmetro movimento estudado em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. III- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: apoios e tônus. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e o parâmetro movimento estudado em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. IV- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: contato e projeção. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e o parâmetro movimento estudado em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. BIBLIOGRAFIAS: ALEXANDER Guerda. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo: Martins Fontes, 1996. FELDENKRAIS , Moshe. Consciência pelo Movimento. São Paulo: Summus, 1987. FELDENKRAIS , Moshe. (1988) Vida e Movimento. São Paulo: Summus, 1988. GAINZA Violeta H. Conversas com Guerda Alexander. São Paulo: Summus, 1997. LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978. LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987. STOKOE, Patricia. Expresión Corporal: Arte , Salud y Educación. Buenos Aires: ICSAHumanitas, 1987. VIANNA, Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano,1990. VISHNIVETZ Berta. Eutonia, educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus, 1996 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividades de integração em dança e alongamento B CÓDIGO: EFA011 CARGA HORÁRIAPOR PERÍODO: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Estudo e reconhecimento da estrutura corporal, e qualidades físicas, a partir de vivências perceptivas e motrizes para o desenvolvimento de um corpo sensível, flexível, ágil e expressivo. Introdução à prática e aos conceitos teóricos das relações do corpo e sua flexibilidade com as características do peso, apoios, projeções, mobilidade articular e tônus (equilíbrio e flexibilidade). Integração e aplicação das valências físicas alongamento e flexibilidade, bem como dos elementos básicos de correção postural, na linguagem da dança contemporânea. Trabalho corporal criativo individual, em duplas, grupos, com enfoque nos parâmetros espaço e forma, estudados em Helenita Sá Earp. OBJETIVOS: Desenvolver o potencial perceptivo e motor, visando uma movimentação mais consciente, flexível e expressiva; desenvolver possibilidades dinâmicas do movimento, sua criatividade e comunicação a partir dos temas: peso, apoios, projeções, mobilidade, tônus e flexibilidade, com enfoque no parâmetro movimento; pesquisar corporal e conceitualmente sobre os temas: alongamento, elasticidade e flexibilidade, com enfoque nos parâmetros espaço e forma, estudados em Helenita Sá Earp UNIDADES: I- Reconhecimento da estrutura corporal: ossos, músculos, articulações, pele – diálogos possíveis entre os fundamentos da consciência corporal e os estudos de Helenita Sá Earp II- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: peso e mobilidade. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros espaço e forma, estudados em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. III- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: apoios e tônus. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros espaço e forma, estudados em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. IV- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: contato e projeção. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros espaço e forma, estudados em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. BIBLIOGRAFIAS: ALEXANDER G. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo: Martins Fontes, 1996. FELDENKRAIS , Moshe. Consciência pelo Movimento. São Paulo: Summus, 1987. FELDENKRAIS , Moshe. (1988) Vida e Movimento. São Paulo: Summus, 1988. GAINZA Violeta H. Conversas com Guerda Alexander. São Paulo: Summus, 1997. LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978. LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987. STOKOE, Patricia. Expresión Corporal: Arte , Salud y Educación. Buenos Aires: ICSAHumanitas, 1987. VIANNA, Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano,1990. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança VISHNIVETZ Berta. Eutonia, educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus, 1996 SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividades de integração em dança e alongamento C CÓDIGO: EFA CARGA HORÁRIAPOR PERÍODO: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Estudo e reconhecimento da estrutura corporal, e qualidades físicas, a partir de vivências perceptivas e motrizes para o desenvolvimento de um corpo sensível, flexível, ágil e expressivo. Introdução à prática e aos conceitos teóricos das relações do corpo e sua flexibilidade com as características do peso, apoios, projeções, mobilidade articular e tônus (equilíbrio e flexibilidade). Integração e aplicação das valências físicas alongamento e flexibilidade, bem como dos elementos básicos de correção postural, na linguagem da dança contemporânea. Trabalho corporal criativo individual, em duplas, grupos, com enfoque nos parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em Helenita Sá Earp. OBJETIVOS: Desenvolver o potencial perceptivo e motor, visando uma movimentação mais consciente, flexível e expressiva; desenvolver possibilidades dinâmicas do movimento, sua criatividade e comunicação a partir dos temas: peso, apoios, projeções, mobilidade, tônus e flexibilidade, com enfoque no parâmetro movimento; pesquisar corporal e conceitualmente sobre os temas: alongamento, elasticidade e flexibilidade, com enfoque nos parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em Helenita Sá Earp UNIDADES: I- Reconhecimento da estrutura corporal: ossos, músculos, articulações, pele – diálogos possíveis entre os fundamentos da consciência corporal e os estudos de Helenita Sá Earp II- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: peso e mobilidade. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. III- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: apoios e tônus. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. IV- Sensopercepção e motricidade sobre os temas: contato e projeção. A relação destes assuntos com a valência física alongamento e os parâmetros dinâmica e ritmo, estudados em Helenita Sá Earp. Laboratórios de pesquisa, improvisação e elaboração de seqüências e reflexão. BIBLIOGRAFIAS: ALEXANDER G. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo: Martins Fontes, 1996. FELDENKRAIS , Moshe. Consciência pelo Movimento. São Paulo: Summus, 1987. FELDENKRAIS , Moshe. (1988) Vida e Movimento. São Paulo: Summus, 1988. GAINZA Violeta H. Conversas com Guerda Alexander. São Paulo: Summus, 1997. LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978. LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987. STOKOE, Patricia. Expresión Corporal: Arte , Salud y Educación. Buenos Aires: ICSAHumanitas, 1987. VIANNA, Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano,1990. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança VISHNIVETZ Berta. Eutonia, educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus, 1996 SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança 3- INTERPRETAÇÃO E COREOGRAFIA Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Roteiros e improvisações I CARGA HORÁRIA POR PERÍODO: 45 CÓDIGO: EFA 507 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Improvisação na dança. Desenvolvimento de práticas improvisacionais em grupo. Esquemas geradores para a estruturação de laboratórios relacionais e de pequenos roteiros coreográficos baseados em aspectos dos parâmetros de tempo, espaço, forma dinâmica de movimento. Noções de diferentes concepções de montagem coreográfica. O processo criativo: da improvisação a composição. OBJETIVOS: Que o aluno desenvolva sua própria dança com os correspondentes elementos de pesquisa, expressão, criatividade e comunicação. Que o aluno aprenda e reconheça os diferentes conteúdos da dança e desenvolva a criatividade a partir de laboratórios sobre temas relacionados a: Sensopercepcão e motricidade, tempo, espaço, forma, dinâmica, qualidades de movimento, objetos auxiliares, imagens produtivas, reprodutivas. Que o aluno seja capaz de realizar pequenos roteiros coreográficos baseados nos temas desenvolvidos. Que o aluno seja capaz de compor a partir dos assuntos abordados na aula. UNIDADES: Percepção, expressão e comunicação. Laboratórios sobre tempo, espaço, forma, dinâmicas e qualidades do movimento. A improvisação e processo criativo. O objeto e os elementos da natureza na pesquisa de movimentos. Imagens produtivas e reprodutivas. Da improvisação a composição. Roteiros coreográficos. BIBLIOGRAFIAS: AGUIAR, Moisés. Teatro espontâneo e psicodrama. Ed Agora. ARNHEIM, Rudolf. Intuição e intelecto na arte.São Paulo: Martins Fontes, 1989. ALEXANDER Guerda. Eutonia, um caminho para percepção corporal. São Paulo: Martins Fontes, 1996. LABAN, R. Danza educativa moderna. Buenos Aires: Paidós, 1978. LABAN Rudolf , Domínio do Movimento São Paulo: Summus 1987. BRASIL Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte. Brasília: DP&A, 2000. MENDES, Miriam Garcia. A dança, Princípios. São Paulo: Atica, 1989. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. STOKOE Patricia et al. La expresión corporal-danza en el congreso pedagógico. In: Anais do Congresso Pedagógico Nacional. Buenos Aires, 1986. VIANNA Klauss. A dança. São Paulo: Siciliano, 1990. RYNGAERT, Jean-Pierre. Ler o teatro contemporâneo. São Paulo: Martins Fontes, 1998. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Roteiros e improvisação II CARGA HORÁRIA: 60 CÓDIGO: EFA508 Nº DE CRÉDITOS: 3.0 EMENTA: Improvisação na dança. Desenvolvimento de práticas improvisacionais em grupo e esquemas geradores para a estruturação de laboratórios relacionais e de pequenos roteiros coreográficos baseados em aspectos dos parâmetros tempo, espaço, forma e dinâmica e movimento. Noções sobre a estruturação metodológica dessas práticas improvisacionais e sobre sua utilização a serviço da cena. Práticas de construção de story board e suas aplicações para diferentes concepções da montagem coreográfica. OBJETIVOS: O aluno deverá ser capaz de, a partir de práticas improvisacionais, desenvolver individualmente e em grupo os esquemas geradores para a estruturação de laboratórios relacionais e de pequenos roteiros coreográficos baseados em aspectos dos parâmetros tempo, espaço, forma e dinâmica e movimento. METODOLOGIA: Aulas práticas com exposição do conteúdo em que os alunos aprendem os exercícios sob orientação do professor. Exercícios de improvisação em que os alunos experimentam os objetivos acima descritos. AVALIAÇÃO: Os critérios de avaliação serão atribuídos levando-se em conta : a) Freqüência e participação nas aulas. b) Relatório mensal das reflexões sobre a prática em aula. c) Exercício cênico no qual será avaliada a absorção e o entendimento das ferramentas estudadas durante a disciplina. BIBLIOGRAFIA: ARTAUD, A. O Teatro e Seu Duplo. São Paulo, Martins Fontes, 1999. CASCIERO, Tomas. “Laban Movement Studies and Actor Training”; An Experiential and Theoretical Course for training Actors in Physical Awareness and Expressivity. EUA: Towson, 1998. (Ph. D. – Arts and Humanites) Theater Department, Towson University, 1998. CORDEIRO, HOMBURGER e CAVALCANTI, C. Método Laban – Nível Básico. São Paulo: Ed. Laban Art, 1989 FERNANDES, C. O Corpo em Movimento; o Sistema Laban/ Bartenieff na formação e pesquisa em Artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002. LABAN, R. O Domínio do Movimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. OLIVIER, Giovanina. “Um Olhar Sobre o Esquema Corporal, a Imagem Corporal, a Consciência Corporal e a Corporeidade”. UNICAMP, 1991. Dissertação (Mestrado em Educação Motora) - Faculdade de Educação Física. RENGEL, Lenira Peral. “Dicionário Laban”. UNICAMP, 2001. Dissertação de Mestrado – Instituto de Artes. RODRIGUES, G. Bailarino, pesquisador, intérprete: processo de formação. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1997. ISBN: 85-85781-41-6. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. SILVA, E. L. da.: Comentários e Instruções Sobre a Dança, 1.ª ed., Belo Horizonte, 1983. _____________: “Método Integral da Dança: um estudo dos exercícios técnicos em dança centrado no aluno”. Universidade Estadual de Campinas, 1993. Tese de doutorado. STANISLAVSKI, C. A Construção da Personagem. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. _______________. A preparação do Ator. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. YONE, B. Viver o seu corpo. 1ª edição. Lisboa: Édition du Senil, 1976. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Estágio de roteirização e montagem coreográfica CÓDIGO: EFAUO6 CARGA HORÁRIA: 120 Nº DE CRÉDITOS: 06 EMENTA: O processo de criação e montagem coreográfica no desenvolvimento da dança como linguagem da arte contemporânea. Atividades básicas de elaboração de roteiros para a montagem de coreografias no diálogo do individuo com o coletivo. Vivência da roteirização e montagem da produção de coreografia para públicos de festivais e mostras de danças. OBJETIVOS: Viabilizar a pesquisa e criação artística através da montagem e encenação de espetáculo coreográfico. Promover diálogos entre diferentes linguagens artísticas. UNIDADES: Vivência interdisciplinar para a produção de uma obra coreográfica. Elaboração e roteiro, laboratórios corporais e montagem coreográfica. AVALIAÇÃO: De resumo de textos para discussão De elaboração de esquete coreográfico com roteiro De elaboração e aplicação de laboratórios práticos De seminários De apresentação cênica METODOLOGIA: Aula prática com enfoque em ações corporais diversificadas Aplicação de laboratórios Elaboração e aplicação de roteiros coreográficos Apreciação de textos, vídeos, espetáculos, exposições, ações cotidianas e pesquisa de campo em comunidades definidas. BIBLIOGRAFIAS: COHEN, Renato. Performance como Linguagem. BENJAMIM, Walter. A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica . In: Obras Escolhidas. Magia e Técnica. Arte e Política. 1985 ESSLIN, Martin. Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, Zahar, 1979. OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de Criação. Rio de Janeiro: Vozes, 1994. Rodrigues, Graziela. Bailarino-Pesquisador-Intérprete: processo de formação. Rio de Janeiro: Funarte,1997. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos Especiais em Elaboração Coreográfica CÓDIGO: EFA033 CARGA HORÁRIA: 60 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: O processo coletivo de criação artística como procedimento essencial no desenvolvimento da dança como linguagem da arte contemporânea. Atividades básicas de elaboração de roteiros para a montagem e direção de intérpretes de diferentes características. Vivência de encenações da produção e direção artística para públicos de festivais e mostras de danças. OBJETIVOS: Análise da natureza e do processo de interação dos elementos coreográficos em conjunto e sua aplicação em diferentes composições. UNIDADES: I – Pequenos roteiros e laboratórios corporais. II – Elaboração de Cena e roteirização. III – Montagem e apresentação de cena roteirizada. METODOLOGIA: Vivências práticas tendo como referencial os parâmetros da dança Lição de laboratório Improvisação AVALIAÇÃO: De resumo de textos para discussão De elaboração de esquete coreográfico com roteiro De elaboração e aplicação de laboratórios práticos De apresentação cênica BIBLIOGRAFIAS BRINKMAN, Lola. A Linguagem do Movimento Corporal. COHEN, Renato. Performance como Linguagem. FELDENKRAIS, Moshe. Consciência pelo Movimento. LABAN, Rudolf. Domínio do movimento. _____________. Dança Educativa Moderna. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA:Tópicos especiais em música e coreografia CÓDIGO: EFA019 CARGA HORÁRIA : 120 Nº DE CRÉDITOS: 06 EMENTA Estudos dos elementos sonoros (ritmo, timbre, melodia, harmonia) como elementos de pesquisa de movimento na produção de e criação coreográfica OBJETIVOS Levar o aluno a uma análise crítica da relação produção sonora e criação coreográfica para elaboração de trabalho artístico em dança.. UNIDADES IAnalise dos elementos sonoros. II- Análise dos sons e sua expressão em dança III- Laboratórios de dança e som IV- Produção coreográfica BIBLIOGRAFIAS ARHEIM, Rudolf. A Intuição e o Intelecto na Arte. São Paulo, Martins Fontes,1989. BENNET. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro: Zahar, 1988. CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza (org). (2000). I Coletânea de Artigos do Departamento de Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ. Papel & Virtual Editora, 1999. LABAN, Rudolf von. Domínio do Movimento. São Paulo, SP. Sumus Editora, 1978 _________________().Dança Educativa Moderna.São Paulo, Ícone, 1994. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. SILVA, Ignácio Assis (org). O Corpo e o Sentido. A escuta do Sensível. São Paulo, SP. UNESP Editora, s.d. TRAGTENBERG, Livio. Música de Cena. São Paulo: Perspectiva, 1999. WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. São Paulo: Companhia da Letras, 1989. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos Especiais em Literatura e Coreografia CÓDIGO: EFA020 CARGA HORÁRIA: 120 Nº DE CRÉDITOS: 6,0 EMENTA: Inter-relação da literatura nos diversos campos da criação e da expressão artística como um tema de pesquisa para a composição coreográfica. Estudo acerca do conhecimento e do desenvolvimento da literatura brasileira do século XX, enquanto processo de elaboração de roteiros para a dança, como linguagem da arte contemporânea. OBJETIVOS: Analisar nas obras artísticas as características e a evolução dos diferentes estilos literários; Identificar os pontos de interseção entre a obra literária e a história da dança; Identificar as relações entre o texto literário e o texto coreográfico; Identificar a construção poética na literatura e na dança; Elaborar composições coreográficas baseadas em temas literários. UNIDADES: I – Estudo das manifestações artísticas: a leitura da obra na literatura, na pintura e na dança II – Panorama do simbolismo e do movimento vanguardista no Brasil III – Modernismo e suas influências na brasilidade da dança (1ª e 2ª fases), a semana de arte moderna e o estudo das danças dramáticas em Mario de Andrade IV – A produção literária e o estudo da gestualidade no pós-modernismo (Guimarães Rosa, Clarice Lispector e João Cabral de Melo Neto) V – Construção coreográfica a partir da pesquisa dos temas literários BIBLIOGRAFIAS: BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Editora Perspectiva, 2002. ANDRADE, Mario de. Danças dramáticas. São Paulo : Martins, 1959, 3 volumes. CANTON, Kátia. E o príncipe dançou. São Paulo ; Editora Ática, 1994. BOURCIER, Paul. História da dança no Ocidente.São Paulo : Martins Fontes, 1998. EAGLETON, Terry. Teoria Literária. São Paulo : Martins Fontes, 2001. CARPEAUX, Otto Maria. História Social da Literatura e da Arte HAUSER, Arnold. História da Literatura no ocidente DANTAS, Mônica. O Enigma do Corpo. Porto Alegre ; Editora Universidade/ UFRGS, 1999. CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: Beca Produções culturais, 1999. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança 4 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS EM DANÇA Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Produção Cultural em Dança CÓDIGO: EFA306 CARGA HORÁRIA : 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: Habilitação de intérpretes de dança e coreógrafos para planejar, preparar e promover espaços, convencionais e não convencionais, de intercâmbio cultural e artístico entre comunidades e instituições, tendo em vista o mercado de trabalho brasileiro e a coerência com os princípios sociais, éticos e estéticos da dança como linguagem de arte contemporânea. OBJETIVOS: Possibilitar momentos de planejamento de atividades nas quais os profissionais possam experimentar e construir a dança enquanto linguagem de arte em diferentes espaços, estabelecendo relações com diversas instituições e comunidades. Tornar o profissional hábil quanto à preparação de espaços convencionais e não convencionais, permitindo a trocas de vivências e informações do uso e ocupação destes espaços. Incentivar a promoção, criação e construção de espaços tendo em vista o mercado de trabalho brasileiro. Favorecer a reflexão a respeito dos princípios sociais, éticos e estéticos da dança enquanto linguagem de arte contemporânea. UNIDADES: - Conceitos básicos: cultura e produção; Planejamento; Processo de criação; Objetivos do projeto; Busca de patrocínio. - Espaços convencionais e não convencionais. Comunidades e Instituições. Abrangência do projeto na sociedade. - O mercado de trabalho brasileiro. A competência profissional. - A Dança como Linguagem de Arte Contemporânea e os seus princípios sociais, éticos e estéticos. METODOLOGIA - aulas expositivas, teóricas e práticas - organização dos processos didáticos e pedagógicos para estudo de movimento - análise e estudo de processo didático-pedagógico para aula de dança e estudo de movimento - sistematização de projetos para produção científica - sistematização de projeto e atividade científica e artística para a produção acadêmica em artes. AVALIAÇÃO - Relatórios, seminários, produção artística e científica, exeqüibilidade de projetos elaborados durante o curso Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIAS: ------, Raymod. História da Estética. ------, Jorge. A Arte da Performance. ------, Cássia. Dança e Mundialização. MALAGODI, Maria Eugênia.CESNIK, Fábio de Sá. Projetos Culturais: elaboração, administração, aspectos legais e busca de patrocínio. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Introdução à Metodologia Científica CÓDIGO: EFN 119 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 45 Nº DE CRÉDITOS: 3 EMENTA: A compreensão dos princípios básicos da Metodologia Científica e sua relação com o pensamento filosófico e a epistemologia, e o entrosamento dos fundamentos teóricos da produção científica com o processo de construção do conhecimento em Dança. OBJETIVOS: Possibilitar uma crítica do processo de construção do conhecimento a partir da análise histórica da evolução do pensamento humano e de sua práxis social: Compreender o processo de constituição da ciência em sua dimensão histórica, seus fundamentos, princípios e metodologia, Compreender o processo de constituição das ciências humanas, a crítica epistemológia e filosófica, Perceber os três períodos do processo de evolução histórica do pensamento humano (helínio/clássico, moderno e pós-moderno), Identificar princípios metodológicos em ciências sociais, Analisar a estrutura de um Projeto de Pesquisa, seu processo e desdobramento em produto científico, Conhecer as normas universais para elaboração de documentos científicos, Construir um documento científico, com o apoio do grupo de trabalho. UNIDADES: 1 A Filosofia e a Ciência. Pensamento Originário. Acesso ao Pensamento Originário. 2 A técnica. A Linguagem. A tecnologia Científica. 3 Fundamentos de Metodologia Científica. Metodologia do Trabalho Acadêmico. A Comunicação. 4 Projeto Cultural e Projeto de Pesquisa. Busca de Patrocínio e Apoio a Projetos. Normas Técnicas BIBLIOGRAFIAS: LEÃO, Emmanuel Carneiro. Aprendendo a Pensar. vol I e II. Editora Vozes. FISCHER, Ernst. A necessidade da Arte: uma interpretação marxista. Zahar Editores. JAPIASSÚ, H. Introdução às Ciências Humanas. Letras e Letras HÜHNE, Leda Miranda. Introdução à Metodologia Científica. Editora Agir. CERVO, Al; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. Makron Books. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da Ciência e Prática da Pesquisa. Vozes. ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSNAJDER, Fernando. Método nas Ciências Naturais e Sociais GALLIANO, A. Guilherme. O Método Científico: Teoria e Prática. Harbra. CRUZ, Anamaria da Costa; Mendes, Maria Tereza Reis. Trabalhos Acadêmicos, dissertações e teses: estrutura e apresentação. Intertexto. MALAGODI, Maria Eugênia; CESNIK, Fábio de Sá. Projetos Culturais: elaboração, administração, aspectos legais, busca de Patrocínio. Fazendo Arte Editorial. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023 (2002), 6027 (2003), 6028 (1990), 10520 (2002), 12225 (1992), 14724 (2002). Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Progressões do movimento segmentar CÓDIGO: EFA207 CARGA HORÁRIA: 60 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Estudo laboratorial acerca das progressões motoras das solicitações articulares e musculares em relação as valências força, equilíbrio, coordenação, agilidade e alongamento; enfocando as seguintes relações dos membros inferiores: posições básicas, pequenas e grandes flexões, posições iniciais, simetrias e assimetrias das flexões e rotações, apoios do terceiro segmento, níveis de sustentação da perna leve; relacionados com a manutenção e combinação das posições do membro inferior na base de pé e em outras bases; tais como: sentada, deitada e combinadas (joelhos / mãos, mãos / pés, joelho / pés). Organização de esquemas de organização de exercícios relativos ao estudo segmentar visando a preparação do dançarino, com base nos estudos de dança de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban. OBJETIVOS: - Analisar, desenvolver e avaliar os elementos estruturadores das progressões dos movimentos segmentares dentro dos princípios da Dança como linguagem da Arte Contemporânea. - Relacionar os elementos estruturadores das progressões dos movimentos segmentares para aplicações artísticas e pedagógicas da Dança. UNIDADES: Unidade I - Progressões dos movimentos das partes para o desenvolvimento da consciência corporal e da valência coordenação. Unidade II – Progressões dos movimentos das partes para o desenvolvimento do alongamento e da força muscular relacionando aos fundamentos Espaço e Forma. Unidade III - Progressões dos movimentos das partes para o desenvolvimento do equilíbrio relacionando ao fator Peso. Unidade IV – Progressões dos movimentos das partes do corpo e do corpo inteiro para o desenvolvimento da consciência corporal e das valências físicas como um todo BIBLIOGRAFIAS: Memória ABRACE II – Anais da I Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Escola de Dança / UFBa, Salvador, 2000. Magill, Richard A. Aprendizagem Motora: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 1984. FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento – o sistema Laban/Bartenieff na formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002. GREINER, C. e AMORIM, C. Leituras do corpo. São Paulo: Annablume, 2003. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Lições de Laboratório A CÓDIGO: EFA500 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4h Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Estudo de diferentes tipos de organização de aulas de dança para a capacitação técnicaartística. Investigação da estrutura básica de uma aula tipo Lição completa e suas variações e possibilidades de ligações entre as suas diferentes partes (introdução, estudo segmentar, estudo das famílias da dança e finalização). Planejamento e roteirização de temas centrais (focos) com sub-temas e ou aspectos recorrentes das possibilidades da linguagem corporal a partir de agentes variantes do movimento, da forma, da dinâmica, espaço e do tempo; no trabalho da formação performática.. Análise de estruturas de aulas de dança advindas das relações do corpo com o meio ambiente (bases de sustentação), de diferentes jogos de distribuição e agrupamentos na sala de aula, utilizações de objetos (barra, bastões, bancos, tecidos, elásticos, bolas) e contatos e apoios entre indivíduos (dois a dois, três a três e em grupos). Possibilidades da interação e da relação entre os estilos de ensino diretivos e não diretivos na organização de uma aula do tipo Lição Completa. Aplicação dos estudos das progressões do movimento segmentar e do corpo como um todo na formação de exercícios em progressão pedagógica. Noções de curvas de solicitação do esforço em aulas de dança. Estudo de esquemas compositivos para a criação de exercícios diretivos com enfoque na utilização dos agentes de variação de parâmetros da dança segundo aspectos abordados nas pesquisas de Helenita Sá Earp (Fundamentos da Dança). Aplicação da linguagem verbal numa aula de técnica de dança de acordo com pontos fundamentais para a qualificação da execução, elementos de correção, transmissão conceitual da nomenclatura anatômica, relações de sucessividade e simultaneidade entre a oralidade e a movimentação na demonstração dos exercícios em estratégias diretivas e não diretivas e estimulação poética do sentido interpretativo da ação. OBJETIVOS: Objetivo Geral: -Orientar partes de aulas de técnica de dança e aulas completas, enfocando conteúdos específicos dos Fundamentos da Dança, através de diferentes estratégias e processos de ensino, de forma progressiva e coerente. Objetivos Específicos: -Elaborar diferentes estratégias para as partes das aulas de técnica de dança (introdução, estudo segmentar, estudo das famílias e finalização) a partir dos conceitos e conteúdos trabalhados nas aulas. -Enfocar um único tema nas diferentes partes da aula de técnica de dança. -Aplicar o estudo das progressões dos movimentos segmentares e das famílias no desenvolvimento das aulas de técnica de dança. -Aplicar a linguagem verbal apropriada para o desenvolvimento de conteúdos específicos e para a correção de exercícios. UNIDADES: Aplicação de diferentes conteúdos nas aulas de Técnica de Dança. Estruturas de Aula. Progressões nas aulas de Técnica de Dança. Princípios de execução e linguagem verbal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIAS: OSSONA, Paulina. A Educação pela Dança. São Paulo: Summus editorial, 1988. MARQUES, I. Ensino de Dança hoje. São Paulo: Cortez, 1999. LABAN, R.. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990. RENGEL, L. Dicionário Laban. São Paulo: Annablume, 2003. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. BARBOSA, A. M. (org.) Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Lições de Laboratório B CÓDIGO: EFA 501 CARGA HORÁRIA: 60 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Princípios didático-artísticos da Dança como linguagem da Arte Contemporânea e a formação do profissional da Dança comprometido com as transformações sociais e estéticas. Elementos estruturadores dos diferentes tipos e níveis de planejamento de aula de Dança como Arte Contemporânea: objetivos, formulação e progressão de conteúdos e estratégias de ensino, processos de avaliação. Relação entre as atividades didáticas e a produção artística em Dança como Arte Contemporânea. Os Parâmetros e os fatores do movimento e o desenvolvimento de diferentes temas. OBJETIVOS: Analisar os elementos contidos nas diferentes estruturas e modelos de planos de aulas para o ensino e desenvolvimento da Dança como linguagem da Arte contemporânea. Analisar, elaborar e avaliar os diferentes tipos e modelos de planos de aula de Dança para o ensino e desenvolvimento da Dança como linguagem da Arte Contemporânea. UNIDADES: - Diretrizes para elaboração de Planejamento de Ensino, Produção Artística e Treinamento em Dança: - Características da atuação do profissional de Dança comprometido com as transformações sociais e estéticas - Adequação das ações para diferentes clientelas - Multiculturalismo e as ações de Dança. - Fundamentos para Planejamento de Aulas e Atividades Artísticas de Dança: - Diagnóstico para a criação de propostas e temas de trabalho - O trabalho interativo para o desenvolvimento das atividades criativas. - Estratégias para as ações de trabalho de criação coletiva. - A interdisciplinaridade através da Dança. - O Planejamento no Ensino, na Produção Artística e no Treinamento de Dança: desenvolvimento de temas e estratégias de progressão. - Relação do processo pedagógico ou experimental e a produção coreográfica. - Estratégias para o processo experimental e o planejamento de aulas e laboratórios. - Modelos de planos de aula e laboratórios. BIBLIOGRAFIAS: NOVAS, Cassia. Dança e .Mundialização – Políticas de Cultura. OSSONA, Paulina. A Educação pela Dança. TURRA,C..M; ENRICONE, D; SANT’ANNA, F; ANDRÉ, L . Planejamento de Ensino e Avaliação. COHEN, Renato. Performance como Linguagem. VERDERI, Erica. Dança na Escola . ______________. Dança Educativa Moderna . SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Oficina em Técnica da Dança – Movimento / Espaço / Forma. CÓDIGO: EFA 487 CARGA HORÁRIA: 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Princípios didático – artísticos da Dança contemporânea e a formação do profissional de Dança em experimentações relacionadas com os parâmetros movimento, espaço e forma, em progressão dos níveis intermediários à adiantados, com base nos estudos sobre a Dança de Helenita de Sá Earp e Rudolf Laban. OBJETIVOS: Elaborar planos de aula com aplicação dos princípios do movimento, do espaço e da forma. Criar diferentes estratégias de ensino para desenvolvimento de atividades relacionadas ao aprofundamento dos parâmetros: Movimento, Espaço e Forma. Identificar nos procedimentos metodológicos utilizados durante as aulas, as progressões do estudo dos parâmetros para aquisição de uma técnica. Analisar os processos (diretivos e não diretivos ) desenvolvidos nas aulas em relação ao Tema, Objetivos, Conteúdos e outros elementos na experimentação didática e artística da Dança. UNIDADES: Unidade I – O estudo do movimento segundo os princípios da Corporeidade. Unidade II – A espacialidade na Dança. Unidade III – As relações entre Corpo, Movimento e Espaço produzidos pela Dança Contemporânea. Unidade IV – Os fundamentos de uma experimentação Didática e Artística da Dança. Unidade V – O significado do Movimento no aprofundamento da expressão e da interpretação do corpo na Dança. Unidade VI – O estudo das partes do corpo e a consciência do movimento, na criação da forma e na relação com o espaço. Unidade VII – As ações corporais e o fluxo do movimento segundo Laban. Unidade VIII – A relação corpo – espaço: direções, planos e trajetórias. Unidade IX – A configuração da forma e a estrutura de linguagem. Unidade X – A imagem poética e o estudo da forma. Unidade XI – O movimento, o espaço e a forma e suas ações interdisciplinares. BIBLIOGRAFIAS: LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo ; Ícone, 1990 _____________. Domínio do Movimento.São Paulo ; Summus, 1978. BATALHA, Celina. Competências Definidoras do Professor de Dança . Rio de Janeiro: PapelVirtual, 2000. BACHELARD, Gaston. A Poética do espaço.São Paulo ; Martins Fontes, 1993. DANTAS, Mônica. Dança : o enigma do movimento. Porto Alegre : Ed. Universidade / UFRGS, 1999. FAYGA, Ostrower. Acasos e Criação Artística.Rio de Janeiro : Editora Campus, 1995. LANGER, Susanne. Sentimento e Forma. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Oficina em técnica da Dança - Dinâmica e Ritmo. CÓDIGO: EFA 596 CARGA HORÁRIA: 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Princípios didático – artísticos da Dança Contemporânea e a formação do profissional de Dança comprometido com as transformações sociais e estéticas. Aplicação dos elementos estruturadores dos diferentes tipos e níveis de planejamento de aulas de Dança em experimentações relacionadas com os parâmetros Dinâmica e Ritmo, em progressão dos níveis intermediários à adiantados, com base nos estudos sobre a Dança de Helenita de Sá Earp e Rudolf Laban. OBJETIVOS: Elaborar planos de aula, com aplicação dos princípios da dinâmica e do ritmo. Elaborar diferentes estratégias de ensino para desenvolvimento de atividades relacionadas ao tema tempo. Identificar os procedimentos metodológicos utilizados nas progressões de estudo do movimento referente ao parâmetro tempo. Analisar os processos desenvolvidos nas aulas para aprimoramento técnico em relação ao tema, objetivos e conteúdos. Avaliar o domínio do ritmo e da dinâmica na execução técnica do movimento. Explorar no próprio corpo, diferentes variações ritmicas e dinâmicas no movimento. UNIDADES: Unidade I – Estudo do parâmetro Tempo. Unidade II – A relação entre tempo, ritmo e dinâmica. Unidade III – O estudo do fator tempo (lento / rápido) e peso (leve / forte) segundo Laban. Unidade IV – A qualidade do movimento (esforço) e as diferentes possibilidades expressivas do corpo. Unidade V – O método Dalcroze e suas relações com o estudo do movimento. Unidade VI – Combinação dos elementos de movimento (peso, tempo e espaço) nas diferentes ações corporais. BIBLIOGRAFIAS: LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1978. _____________. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. BATALHA, Celina. Competências Definidoras do Professor de Dança . LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo : Cortez, 1994. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos Especiais em Didática e Pedagogia da Dança CÓDIGO: EFA035 CARGA HORÁRIA: 60 Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Temas para elaboração de projetos na área da Didática e Pedagogia da Dança. Construção de projetos e planejamentos na área da Didática e Pedagogia da Dança. OBJETIVOS: Elaborar critérios e indicadores para o levantamento de temas e ações transdisciplinares relacionados com a área de didática e pedagogia da Dança como linguagem da Arte Contemporânea Elaborar e avaliar propostas de projetos e planejamentos para a implantação de ações diversificadas na área didática e pedagógica da Dança como linguagem da Arte Contemporânea. UNIDADE: Unidade I: - Fundamentos e Diretrizes para Elaboração de Projetos na Área Pedagógica da Dança - A Dança como fenômeno de individualização de grupos sociais - A Dança como linguagem da Arte contemporânea na formação de cidadania e na formação artístico-coreográfica - A ação pedagógica da Dança nas áreas artística, educacional, social, cultural, terapêutica, reabilitacional, etc Unidade II - Elaboração de Projetos na Área Pedagógica de Dança - A Dança como produto de ações transdisciplinares - Importância de diagnósticos para levantamento de temas para projetos na área pedagógica - Desenvolvimento e progressões de temas para elaboração de projetos na área pedagógica - Roteiros para a elaboração de projetos na área pedagógica BIBLIOGRAFIAS: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: Um reencontro com a Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999. ___________. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. MARQUES, Isabel. O Ensino de Dança hoje: textos e contextos. São Paulo: Cortez, 1999. BATALHA, Celina. Competências Definidoras do Professor de Dança. Rio de Janeiro: Papel Virtual, 2000. BRASIL, Ministério de Educação e Cultura. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional / 9.394. Brasília:MEC/SEF, 1996. _______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte. Brasília: MEC/SEF, 1998. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança LARROSA, Jorge. Pedagogia Profana: Danças, Piruetas e mascaradas. Belo Horizonte: Autêntica, 1999. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA:Tópicos especiais em Oficina Pedagógica CÓDIGO: EFA 038 CARGA HORÁRIA: 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 03 EMENTA: Temas para elaboração de projetos e planejamentos para desenvolvimento de oficinas pedagógicas. Construção de projetos e planejamentos para o desenvolvimento de oficinas pedagógicas de Dança. OBJETIVOS: Elaborar temas de aula que levem às ações transdisciplinares, relacionados com a área didática, pedagógica e artística da Dança. Elaborar projetos para as oficinas de técnica da Dança a partir dos temas dados. Aplicar o estudo das progressões dos movimentos baseado no princípio da corporeidade e nas especificidades das diferentes técnicas corporais. Desenvolver os temas de oficinas a partir de diferentes estímulos; sonoro, literário, visual. Construir propostas pedagógicas que desenvolvam em sua execução técnica, as habilidades expressivas e criativas do intérprete em Dança. UNIDADES: Unidade I – Os elementos estruturadores da linguagem da Dança como processo pedagógico no ensino fundamental. Unidade II – Entrelaçamento de conteúdos : os princípios da corporeidade, os elementos estruturadores da linguagem, os fatores de movimento. Unidade III – Os fatores de progressão e de criação e as ações interdisciplinares. Unidade IV – A adequação dos elementos constitutivos dos planejamentos de ensinos condições e necessidades dos alunos. Unidade V – Os processos de avaliação e de organização coletiva a serem considerados na abordagem didática e pedagógica da Dança para o desenvolvimento do ensino e da aprendizagem. Unidade VI - Aperfeiçoamento e compreensão dos elementos do movimento: partes do corpo, dinâmicas do movimento, uso do espaço e das ações . BIBLIOGRAFIAS: DEMO, Pedro. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de Janeiro: Tempos Brasileiros, 1994. FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. São Paulo: Paz e Terra, 1998. FUX, Maria. Dança, experiência de vida. São Paulo: Summus, 1983. GUATTARI, Félix e ROLNIK, SUELI. Micropolítica: cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes, 1996. LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990. MATOS, Lucia.H.A. O corpo, a Dança, a escola. Coletâneas PPGE. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação, v.1, n.1,1999. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de integração em dança e saúde A CÓDIGO: EFA 001 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2,0 Nº DE CRÉDITOS: 2 EMENTA: Reflexão e análise crítica da aplicabilidade da dança, com base nos estudo do movimento de Helenita Sá Earp e Rudolf Laban, para grupos usuários de diversas modalidades de em serviços de saúde. OBJETIVOS: Levar o aluno a ser capaz de atuar e refletir em práticas de dança na área de saúde com diversos grupos de usuários UNIDADES: I – Serviços de saúde: - Conceito de saúde - Níveis de prevenção em saúde - Formas de intervenção na área da medicina II- Equipes de saúde - O conceito de equipes de saúde - O conceito de multi, inter e transdisciplinaridade - Dança nas equipes de saúde III- Dança e saúde - História e função da dança na saúde - Funções motoras e psicomotoras da dança na reabilitação física - Funções exploratórias sensoriais, psíquicas e auto-expressivas da dança em saúde metal - Função social da dança em exclusão social. BIBLIOGRAFIAS: ALEXANDER, Gerda. Eutonia: Um Caminho para a Percepção Corporal. São Paulo, SP. Martins Fontes Editor,1991. ARAÚJO, Márcia Curvello dos Santos & HALFOUN, Vera Lucia Rabello de Castro. Apostila sobre as patologias da Diabetes Melitus e Hipertensão Arterial ARHEIM, Rudolf. A Intuição e o Intelecto na Arte. São Paulo, Martins Fontes,1989. CARDOSO, Liana da Silva & GUALTER, Katya Souza (org). (2000). I Coletânea de Artigos do Departamento de Arte Corporal. Rio de Janeiro, RJ. Papel & Virtual Editora, 1999. LABAN, Rudolf von. Domínio do Movimento. São Paulo, SP. Sumus Editora, 1978 _________________().Dança Educativa Moderna.São Paulo, Ícone, 1994. SILVA, Ignácio Assis (org). O Corpo e o Sentido. A escuta do Sensível. São Paulo, SP. UNESP Editora, s.d. SARRACENO. Manual de Saúde Mental.São Paulo, 2001 PARHAN, L. Diane. A recreação na terapia ocupacional pediátrica. São Paulo: Santos, 2000. SÁ EARP, Helenita. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística em Dança Contemporânea da UFRJ, 1986 - 1997. SÁ EARP, Helenita & DIAS, Gloria. In: Lima, André Meyer. Estudo do Movimento I, II e III. (Apostila), 2003. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança 5- DANÇA,CRIAÇÃO E IMAGEM Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: CINEMA E DANÇA A CÓDIGO EFA 300 – 2.0 créditos Carga horária: 30 horas EMENTA: Concepções de corpo, a partir de um campo conceitual onde o cinema e a dança constroem uma interdisciplinaridade. Análise do corpo no cinema, seus movimentos, gestos e atitudes, principalmente, no cinema moderno que reage à narrativa clássica, do tipo aristotélica, mergulhando no corpo para reencontrar a vida. Iniciação na técnica e na linguagem do vídeo e do cinema. Reflexões e conclusões teóricas sobre o ato de filmar um corpo em movimento de dança. OBJETIVOS: - identificar e apontar os códigos cinematográficos, a partir da visionamento dos filmes (principalmente os que contém cenas de dança), previamente selecionados pelo professor junto com os alunos - identificar e apontar os códigos cinematográficos, a partir do processo de elaboração e produção de um ensaio audiovisual - construir um conceito de corpo e movimento na dança, a partir da visionamento de filmes (principalmente os que contêm cenas de dança), previamente selecionados pelo professor junto com os alunos - construir um conceito de corpo e movimento na dança, a partir do processo de elaboração e produção de um ensaio audiovisual UNIDADES: Unidade I – Semiologia do cinema (uma introdução à linguagem cinematográfica); Panorama geral sobre a história da dança no cinema. Unidade II – O movimento na dança e no cinema – construção do conceito de corpo e movimento a partir da imagem-movimento: debates teóricos Unidade III – O movimento na dança e no cinema – construção do conceito de corpo e movimento a partir da imagem-movimento: exemplos de exercícios e práticas. METODOLOGIA: Trata-se de um trabalho interdisciplinar envolvendo estudos sobre o corpo e o movimento da dança e do cinema, tomando a visionamento de filmes (principalmente os que contêm cenas de dança) e o processo de elaboração e produção de ensaios audiovisuais, como sendo espaços de investigação e de produção de conhecimento. Aqui, a imagem se constitui no ponto de partida e no ponto de chegada das análises e discussões das aulas, ultrapassando assim, uma função meramente ilustrativa. Procedimentos: Leituras e discussões de textos Visionamento das seqüências (principalmente coreográficas), dos filmes selecionados, previamente Análise das imagens, principalmente, das seqüências coreográficas. Direção da filmagem de coreografias concebidas pelo próprio aluno Direção da montagem das seqüências coreográficas filmadas anteriormente Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança AVALIAÇÕES: Freqüência e participação Individual (teórica) – Análise fílmica. O aluno deverá escolher um filme que contenha cenas de dança e analisá-lo do ponto de vista da representação cinematográfica do corpo coreográfico. Coletiva (prática) – A turma se dividirá em grupos de, no máximo, 4 alunos. Cada grupo produzirá um ensaio audiovisual sobre a dança com, aproximadamente, 5 minutos de duração, acompanhado de um trabalho escrito, com a seguinte organização: tema, objetivos, introdução, justificativa e etapas a serem cumpridas. Aproximadamente 3 páginas digitadas (corpo 12, fonte times new roman, espaço 1.5). BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não-aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. BURCH, Noel. (1992). Práxis do cinema. São Paulo, SP. Editora Perspectiva. COHEN, Renato. Performance como Linguagem COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. São Paulo, SP. Editora Papirus. ROUBINE, Jean-Jacques. A Linguagem da Encenação Teatral. Rio de Janeiro: Zahar, 1998 SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). "Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ - Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. STANISLAVSKI, Constantin. A Preparação do Ator VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance”. In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. FILMOGRAFIA PRELIMINAR Filmes A dança da borboleta de Thomas Alva Edison (EUA, 1895); Carmen Revient au pays. Kinoshita Keisuke (Japão) La petite marchande d’allumettes. Jean Renoir (França, 1928) Pink Narcissus. Kenneth Anger (EUA) The Busby Berkeley. Dick Powell & Ruby Kellen (EUA) Belezas em revista de Busby Berkeley (EUA, 1933); Dames de Busby Berkeley (EUA, 1934); O picolino de Mark Sandrich (EUA, 1934); Roberta de Willian A. Seiter (EUA, 1935); Mordedoras de 1935 de Busby Berkeley (EUA, 1935); Swing time. George Stevens (EUA, 1936) Models. Charles Vidor. (EUA, 1943) Marujos do amor de George Sidney (EUA,1945); O pirata de Vincente Minnelli (EUA, 1948); Sapatinhos vermelhos de Michael Powell e Emeric Pressburger (Inglaterra, 1948); Aviso aos navegantes. Watson Macedo. (Brasil,1951) Cantando na chuva de Gene Kelly e Stanley Donen (EUA, 1952); Carnaval Atlântida de José Carlos Burle (Brasil, 1952); Invitation to the dance. Gene Kelly (EUA, 1956) Amor, sublime amor de Jerome Robbins e Robert Wise (EUA, 1961); Uma mulher é uma mulher de Jean-Luc Godard (França/ Itália, 1961); Les demoiselles de Rochefort. Jacques Demy (França, 1967). Tous lês autres s’appellentali. Rainer Werner Fassbinder. (Alemanha, 1973) Era uma vez em Hollywood de Jack HaLley Jr. (EUA, 1974); Isto também era Hollywood de Gene Kelly (EUA, 1976); Os embalos de sábado à noite. John Badham (EUA,1977) A lira do delírio de Walter Lima Jr. (Brasil, 1978); Grease nos tempos da brilhantina. Randal Kleiser (EUA,1978) Fama de Alan Parker (EUA, 1980); A idade da Terra de Glauber Rocha (Brasil, 1980); Bodas de sangue de Carlos Saura (França/ Espanha, 1981); O baile de Ettore Scola (Itália/ França/ Algéria, 1982); A ópera do malandro de Ruy Guerra (Brasil/ França, 1986); A última tempestade de Peter Greenaway (França/ Inglaterra/ Itália/ Holanda/ Japão, 1991); O bebê santo de Macon de Peter Greenaway (Bélgica/ Alemanha/ Inglaterra/ França, 1993); Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Assim dançou o comunismo de Dana Ranga (Alemanha, 1996); Todos dizem eu te amo. Woody Allen (EUA, 1996) Billy Elliot de Stephen Daldry (Inglaterra, 2000); Dançando no escuro de Lars Von Trier (Dinamarca/ Suécia/ França/ Rússia, 2000); Imagens do oriente – turismo vândalo. Yervant Gianikian & Ângela Ricci Lucci. (Japão, 2001) As cinzas de Deus. André Semenza (Inglaterra/ Brasil, 2002) Vídeos The movies begin – volume I. Produção do vídeo: David Shepard (EUA) Evidentia. (A film conceived by Sylvie Guillem). Thomas Lovell Balogh, Adam Roberts, Mats Ek, Ha Van (EUA, 1995) Dança no século. Dança Contemporânea: a explosão. (EUA) Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Cinema e dança B CÓDIGO: EFA039 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 3.0 EMENTA: Integração da linguagem cinematográfica com a linguagem da dança, a partir do visionamento de filmes e análises fílmicas. Debates teóricos sobre as funções (finalidades expressivas) dos códigos cinematográficos na representação dos movimentos coreográficos. Elementos básicos para o desenvolvimento da técnica e da linguagem do vídeo e do cinema, tomando a dança e o cinema como linguagens da arte contemporânea. OBJETIVOS: Formar uma cultura fílmica, a partir do visionamento de filmes, principalmente, de filmes que contêm cenas de dança identificar e apontar os códigos cinematográficos relacionar os códigos cinematográficos com a representação cinematográfica dos movimentos coreográficos UNIDADES: Unidade I – Cinema. O musical norte-americano Unidade II – Cinema. Outras nacionalidades Unidade III – Cinema. Vanguardas Unidade IV – Televisão. A dança na televisão e o vídeo-dança METODOLOGIA: Visionamento de filmes que contêm cenas de dança Análise das imagens, principalmente, das seqüências coreográficas. AVALIAÇÃO: Freqüência e participação Individual – teórica – Análise fílmica. O aluno deverá escolher um filme, entre aqueles vistos durante o curso e analisá-lo do ponto de vista da representação cinematográfica do corpo coreográfico. Coletiva – a turma se dividirá em grupos com no máximo 5 componentes. Cada grupo selecionará um filme não visionado durante o curso e desenvolverá uma análise do ponto de vista da representação cinematográfica do corpo coreográfico. BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ - Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. FILMOGRAFIA Filmes A dança da borboleta de Thomas Alva Edison (EUA, 1895); Carmen Revient au pays. Kinoshita Keisuke (Japão) La petite marchande d’allumettes. Jean Renoir (França, 1928) Pink Narcissus. Kenneth Anger (EUA) The Busby Berkeley. Dick Powell & Ruby Kellen (EUA) Belezas em revista de Busby Berkeley (EUA, 1933); Dames de Busby Berkeley (EUA, 1934); O picolino de Mark Sandrich (EUA, 1934); Roberta de Willian A. Seiter (EUA, 1935); Mordedoras de 1935 de Busby Berkeley (EUA, 1935); Swing time. George Stevens (EUA, 1936) Models. Charles Vidor. (EUA, 1943) Marujos do amor de George Sidney (EUA,1945); O pirata de Vincente Minnelli (EUA, 1948); Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Sapatinhos vermelhos de Michael Powell e Emeric Pressburger (Inglaterra, 1948); Aviso aos navegantes. Watson Macedo. (Brasil,1951) Cantando na chuva de Gene Kelly e Stanley Donen (EUA, 1952); Carnaval Atlântida de José Carlos Burle (Brasil, 1952); Invitation to the dance. Gene Kelly (EUA, 1956) Amor, sublime amor de Jerome Robbins e Robert Wise (EUA, 1961); Uma mulher é uma mulher de Jean-Luc Godard (França/ Itália, 1961); Les demoiselles de Rochefort. Jacques Demy (França, 1967). Tous lês autres s’appellentali. Rainer Werner Fassbinder. (Alemanha, 1973) Era uma vez em Hollywood de Jack HaLley Jr. (EUA, 1974); Isto também era Hollywood de Gene Kelly (EUA, 1976); Os embalos de sábado à noite. John Badham (EUA,1977) A lira do delírio de Walter Lima Jr. (Brasil, 1978); Grease nos tempos da brilhantina. Randal Kleiser (EUA,1978) Fama de Alan Parker (EUA, 1980); A idade da Terra de Glauber Rocha (Brasil, 1980); Bodas de sangue de Carlos Saura (França/ Espanha, 1981); O baile de Ettore Scola (Itália/ França/ Algéria, 1982); A ópera do malandro de Ruy Guerra (Brasil/ França, 1986); A última tempestade de Peter Greenaway (França/ Inglaterra/ Itália/ Holanda/ Japão, 1991); O bebê santo de Macon de Peter Greenaway (Bélgica/ Alemanha/ Inglaterra/ França, 1993); Assim dançou o comunismo de Dana Ranga (Alemanha, 1996); Todos dizem eu te amo. Woody Allen (EUA, 1996) Billy Elliot de Stephen Daldry (Inglaterra, 2000); Dançando no escuro de Lars Von Trier (Dinamarca/ Suécia/ França/ Rússia, 2000); Imagens do oriente – turismo vândalo. Yervant Gianikian & Ângela Ricci Lucci. (Japão, 2001) As cinzas de Deus. André Semenza (Inglaterra/ Brasil, 2002) Vídeos The movies begin – volume I. Produção do vídeo: David Shepard (EUA) Evidentia. (A film conceived by Sylvie Guillem). Thomas Lovell Balogh, Adam Roberts, Mats Ek, Ha Van (EUA, 1995) Dança no século. Dança Contemporânea: a explosão. (EUA) Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Cinema e dança C CÓDIGO: EFA040 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 60 horas Nº DE CRÉDITOS: 3.0 EMENTA: Aplicação e desenvolvimento da técnica e da linguagem do vídeo e do cinema, no processo de elaboração de roteiros e produção de ensaios audiovisuais de dança. Fusão da dança com o cinema e vídeo, gerando um debate teórico acerca da transdisciplinaridade entre essas linguagens, construindo uma nova linguagem da arte contemporânea. OBJETIVO: Produzir ensaios audiovisuais de dança. UNIDADES: Unidade I – Concepção de roteiros/ projetos de ensaios audiovisuais Unidade II – Seleção da estética coreográfica (movimentos de dança) Unidade III – Seleção da estética cinematográfica (modos de filmar e de montar/ ordenar as imagens filmadas) Unidade IV – Finalização do ensaio audiovisual METODOLOGIA: Processo de produção de um vídeo-dança obedecendo às regras técnicas do cinema. O aluno de dança aprenderá a interagir com uma equipe técnica fora de sua área de atuação (a turma será formada também de alunos da graduação em cinema da UFF). O aluno de dança deverá aprender também, a reorganizar sua criação coreográfica dentro das divisões operacionais do audiovisual: argumento e roteiro, pré-produção, gravações, finalização, distribuição e exibição. AVALIAÇÃO: Ao final da disciplina, haverá uma exibição para a comunidade do curso de dança (professores, funcionários e alunos) aberta à comunidade da UFRJ e à sociedade em geral. Após a sessão, o professor e os alunos da disciplina promoverão um debate com o espectador, para fins de uma avaliação sobre o ensaio audiovisual visionado. BIBLIOGRAFIA: COMPARATO, Doc. Da Criação ao Roteiro. Editora Rocco; COMPARATO, Doc. Roteiro: Arte e Técnica de Escrever para Cinema e Televisão. Rio de Janeiro: Nórdica, 1983; COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DANCYGER, Ken. Técnicas de Edição para Cinema e Vídeo. Editora Campus, 2003; DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense FELLINI, Federico. Fazer um Filme. Editora Civilização Brasileira; GERBASE, Carlos. Cinema – Direção de Atores. Editora Artes e Ofícios, 2003; MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MANZANO, Luis Adelmo F. Som-imagem no Cinema. Editora Perspectiva, 2003; SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: O movimento na dança e produção da imagem CÓDIGO: EFA024 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos do parâmetro movimento. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos do parâmetro movimento, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos do parâmetro movimento. UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito do parâmetro movimento na dança. Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento. METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado. AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Espaço e forma na dança e produção da imagem CÓDIGO: EFA025 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos dos parâmetros espaço-forma. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos dos parâmetros espaço-forma, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos dos parâmetros espaçoforma. UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito dos parâmetros espaço-forma na dança. Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática nãoaristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ - Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Dinâmica e ritmo na dança e produção da imagem CÓDIGO: EFA026 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos dos parâmetros dinâmica e ritmo. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos dos parâmetros dinâmica e ritmo, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos dos parâmetros dinâmica e ritmo. UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito dos parâmetros dinâmica e ritmo na dança. Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática nãoaristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ - Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos especiais em progressões do movimento segmentar e produção da imagem CÓDIGO: EFA027 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos princípios norteadores das progressões do movimento segmentar. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos princípios norteadores das progressões do movimento segmentar, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos princípios norteadores das progressões do movimento segmentar. UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia, movimento e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito de progressão do movimento segmentar na dança, numa perspectiva criadora do movimento Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos especiais em famílias da dança e produção da imagem CÓDIGO: EFA028 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos princípios norteadores das famílias da dança. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos princípios norteadores das famílias da dança, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos princípios norteadores das famílias da dança UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo, movimento, coreografia e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito de famílias da dança, numa perspectiva criadora do movimento Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto representado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos especiais em música e movimento e produção da imagem CÓDIGO: EFA029 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos elementos básicos da música. A fusão da música e da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos da música, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos da música UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo, musicalidade, coreografia e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito de música-dança, numa perspectiva criadora do movimento humano Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto representado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Fundamentos coreográficos e produção da imagem CÓDIGO: EFA030 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos fundamentos coreográficos. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos elementos básicos dos fundamentos coreográficos, acompanhado de uma argumentação teórica OU Produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos elementos básicos dos fundamentos coreográficos UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo, coreografia e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito dos fundamentos coreográficos Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos especiais em danças folclóricas brasileiras e produção da imagem CÓDIGO: EFA031 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nas danças folclóricas brasileiras. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nas danças folclóricas brasileiras, acompanhado de uma argumentação teórica OU Produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nas danças folclóricas brasileiras UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo coreográfico, folclore e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito de folclore brasileiro na dança. Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Fundamentos da corporeidade e produção da imagem CÓDIGO: EFA032 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 150 horas CARGA HORÁRIA SEMANAL: 10.0 horas Nº DE CRÉDITOS: 8.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios audiovisuais ou de monografias sobre a dança, com enfoque nos fundamentos da corporeidade. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Produzir um ensaio audiovisual de dança, com enfoque temático nos fundamentos da corporeidade, acompanhado de uma argumentação teórica OU produzir uma monografia promotora de debates teóricos acerca da imagem (videográfica ou cinematográfica) do corpo coreográfico, com enfoque temático nos fundamentos da corporeidade UNIDADES: Unidade I – Construindo um conceito de corpo coreográfico, coreografia e interpretação coreográfica Unidade II – Construindo um conceito de corporeidade na dança. Unidade IV – Relações dos conceitos anteriormente construídos com a imagem-movimento METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Palestra Ilustrada CÓDIGO: EFAX01 CARGA HORÁRIA TOTAL (no período): 30 horas CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2,0 horas Nº DE CRÉDITOS: 1.0 EMENTA: Desenvolvimento de temas específicos para a produção de ensaios. A fusão da dança com o vídeo e cinema, como sendo uma abordagem transdisciplinar da arte contemporânea. Conclusões teóricas acerca da representação videográfica ou cinematográfica do corpo coreográfico. OBJETIVOS: Análise e seleção de temas específicos acerca da construção do corpo coreográfico, para a produção de um ensaio audiovisual de dança, acompanhado de uma argumentação teórica UNIDADES: Unidade I – Definição do tema do ensaio audiovisual Unidade II – Debates teóricos acerca do tema selecionado e elaboração do roteiro do ensaio audiovisual METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Visionamento de filmes Análise fílmica Elaboração de roteiros para a produção de vídeos Filmagem e montagem das cenas selecionadas METODOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Revisão bibliográfica Visionamento de filmes Análise fílmica Outros procedimentos a serem definidos conforme o tema abordado AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENSAIOS AUDIOVISUAIS: Análise qualitativa do ensaio audiovisual conforme os critérios previamente definidos pela comissão de trabalhos práticos de conclusão de curso do setor de conhecimento Dança, Criação e Imagem AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MONOGRAFIAS: Análise qualitativa do trabalho teórico conforme os critérios previamente definidos pela comissão de monografias do curso BIBLIOGRAFIA: AUMONT, Jacques e outros. (1994). A Estética do Filme. São Paulo, SP. Editora Papirus. AUMONT, Jacques. (1995). A imagem. Campinas, SP. Editora Papirus. BAZIN, André. (1991). O Cinema. Ensaios. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BENJAMIM, Walter. (1985). Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. BERGSON, Henri. (1971). A Evolução Criadora. Rio de Janeiro, RJ. Editora Opera Mundi. _______________. (1999). Matéria e Memória. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BORNHEIM, Gerd. (1992). Brecht. A Estética do Teatro. São Paulo, SP. Editora Graal. BRECHT, Bertolt. (1957). Estudos sobre o Teatro. Para uma arte dramática não- aristotélica. Lisboa. Editora Portugália. COSTA, Antônio. (1989). Compreender o cinema. São Paulo, SP. Editora Globo. DEBORD, Guy. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. DELEUZE, Gilles. (1985). Cinema. A imagem – movimento. São Paulo, SP. Editora Brasiliense _______________. (1990). Cinema. A imagem – tempo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. _______________. (1998). Conversações. 1972 – 1990. Rio de Janeiro: Editora 34. ESSLIN, Martin. (1979). Brecht: dos males, o menor. Rio de Janeiro, RJ. Editora Zahar. EWEN, David. (1967). A História do Musical Americano. Rio de Janeiro, RJ. Editora Lidador. FERNANDES, Ciane. (2000). “Entre artificialidade e experiência: o gesto re-presentado.” In: Pina Bausch e o Wuppewrtal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Hucitec GUALTER, Katya Souza. (2003). O corpo coreográfico e os movimentos cinematográficos no musical Roberta. Programa de Mestrado do Núcleo de Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. MACHADO, Arlindo. (1997). A arte do vídeo. São Paulo, SP. Editora Brasiliense. MAROCCO, Inês Alcaraz. (1998). “Gestualidade: Experiência e Expressão Espetaculares.” In: Greiner, Christine & Bião, Armindo. Etnocenologia. Textos Selecionados. São Paulo, SP. Editora Annablume. P. 85 – 93. NIETZSCHE, Friedrich. (1999). Assim falou Zaratustra. São Paulo, SP. Martin Claret ONFRAY, Michel. (2002). “Sob o signo do Hedonismo.” In: Gesto. Dança, palavra, estética, movimento. Rio de Janeiro, RJ. Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Rio Arte. Prefeitura. SÁ EARP, Helenita.(1986 – 2001). “Método Fundamentos da Dança”. In: Sá Earp, Ana Célia de. Programa de Iniciação e Profissionalização Artística de Dança Contemporânea da UFRJ Grupo Dança da UFRJ. Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1o. e 2o. semestres. SANTOS, Rudi. (1993). Manual de vídeo. Rio de Janeiro, RJ. Editora UFRJ. VANOYE, Francis & GOLIOT – LÉTÉ. (1994). Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas, SP. Editora Papirus VIEIRA, João Luiz. (1996). “Cinema e Performance.” In: Xavier, Ismail (org). O Cinema no Século. Rio de Janeiro, RJ. Editora Imago. P. 337 – 351. XAVIER, Ismail. (org). (1983). A Experiência de Cinema. Ontologia. Rio de Janeiro, RJ. Edições Graal. FILHO, Luis Rosemberg (org). (1986).Godard, Jean Luc. Rio de Janeiro, RJ. Editora Livraria Taurus. BENJAMIM, Walter. (1985). “A obra e arte na era da reprodutibilidade técnica” . In: Obras Escolhidas. Magia e Técnica. Arte e Política. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança 6 - FOLCLORE BRASILEIRO Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Folclore Brasileiro: Danças e Folguedos CÓDIGO: EFA 360 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4 horas Nº DE CRÉDITOS: EMENTA: Características gerais das danças e dos folguedos na cultura popular brasileira e sua importância no desenvolvimento da Dança como linguagem da Arte Contemporânea. Relações com o desenvolvimento artístico e pedagógico da Dança OBJETIVOS: Identificar e analisar aspectos do Folclore na vida cotidiana e a importância do Folclore na formação e criação em Dança Contemporânea e na cidadania brasileira Identificar as danças e folguedos como linguagem do povo brasileiro Executar e analisar danças e folguedos com várias motivações Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo temáticas baseadas na cultura popular brasileira. UNIDADES: I)O que é Folclore e cultura Popular e a importância na formação da cidadania II)A formação do povo brasileiro III)Danças e Folguedos com várias motivações IV) Laboratórios de criação em Dança baseados na cultura popular BIBLIOGRAFIAS: ANDRADE, Mario. Danças Dramáticas do Brasil. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Folclore BURKE, Peter. A Cultura Popular na Idade Moderna CASTRO, Zaide. Danças do Norte e do Sul. GIFFONI, Maria Amalia. Danças Folclóricas Brasileiras HALL, Stuart. Identidade na Pós-modernidade Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Tópicos especiais em danças folclóricas brasileiras CÓDIGO: EFA 518 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4 horas Nº DE CRÉDITOS: 3,0 EMENTA Características gerais das danças e dos folguedos na cultura popular brasileira de origem afro-brasileira e sua importância no desenvolvimento da Dança como linguagem da Arte Contemporânea. Relações com o desenvolvimento artístico e pedagógico da Dança. OBJETIVOS • Identificar e analisar aspectos do Folclore na vida cotidiana e na arte • Identificar as danças e folguedos de origem afro-brasileira como linguagem do povo brasileiro • Executar e analisar os parâmetros das danças e folguedos de origem afro-brasileira com várias motivações • Criar coreografias baseadas na cultura popular • Identificar a importância e as influências das Danças Folclóricas de origem afrobrasileira na formação e criação em Dança Contemporânea UNIDADES I) O que é Folclore e a importância na formação da cidadania II)A presença da cultura africana na formação do povo brasileiro III)Danças e Folguedos de origem afro-brasileira com várias motivações IV) Laboratórios de criação coreográfica em Dança baseados no folclore de origem afro-brasileira. METODOLOGIA Aulas práticas e expositivas. Atividades individuais e em grupo. Laboratórios de movimentos. AVALIAÇÃO Provas práticas e teóricas, seminários e pesquisas de campo BIBLIOGRAFIAS ANDRADE, Mário. Danças Dramáticas do Brasil. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Folclore BURKE, Peter. A Cultura Popular na Idade Moderna CASTRO, Zaide. Danças do Norte e do Sul. GIFFONI, Maria Amália. Danças Folclóricas da Europa LOPES, Nei. O Negro no Rio de Janeiro e Sua Tradição Musical VERGER, Pierre. Orixás Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de Integração em Danças Populares e Contemporaneidade A CÓDIGO: EFA006 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: A importância do enfoque em temas específicos para a produção coreográfica das Danças Populares em suas tendências emergentes (Dança de salão) como linguagem da Arte Contemporânea. Elementos básicos das Danças Populares como temas para produções coreográficas. Roteiros coreográficos baseados nas Danças Populares. OBJETIVOS: Analisar as possibilidades temáticas desencadeadas pelo estudo das Danças Populares em suas tendências emergentes (Dança de salão) para o aproveitamento e desenvolvimento de criações coreográficas e situações de ensino na dança como linguagem na Arte contemporânea Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo temáticas baseadas em temas das Danças de salão relacionando-os as possíveis origens nas danças folclóricas. UNIDADES: I)Prática de coreografias específicas das Danças de Salão II) As Danças Folclóricas e as Danças de Salão III) Laboratório de Criação BIBLIOGRAFIAS: BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. Anatomia del actor CÔRTES, Paixão; LESSA, Barbosa. Manual de Danças Gaúchas LIMA, Luis Costa (org). Teorias de Cultura de Massa. MARQUES, Isabel. Ensino de dança hoje VERDERI, Erica Beatriz L.P. Dança na Escola Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de Integração em Danças Populares e Contemporaneidade B CÓDIGO: EFA012 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: A importância do enfoque em temas específicos para a produção coreográfica das Danças Populares em suas tendências emergentes (“Dança de rua”) como linguagem da Arte Contemporânea. Elementos básicos das Danças Populares como temas para produções coreográficas. Roteiros coreográficos. OBJETIVOS: *Analisar as possibilidades temáticas desencadeadas pelo estudo das Danças Populares em suas tendências emergentes (Street-dance/lambaeróbica) para o aproveitamento e desenvolvimento de criações coreográficas e situações de ensino na dança como linguagem na Arte contemporânea *Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo temáticas baseadas em temas da “Dança de Rua” e sua história no Brasil. UNIDADES: I)Prática e história das várias manifestações da “Dança de Rua” II) Laboratório de Criação em Dança BIBLIOGRAFIAS: BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. Anatomia del actor; BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Cultura da Rua LIMA, Luis Costa (org). Teorias de Cultura de Massa. VERDERI, Erica Beatriz L.P. Dança na Escola Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Atividade de integração em Danças Populares e Contemporaneidade C CÓDIGO: EFA018 CARGA HORÁRIA: 30 Nº DE CRÉDITOS: 02 EMENTA: A importância do enfoque em temas específicos para a produção coreográfica das Danças Populares em suas tendências emergentes (Capoeira) como linguagem da Arte Contemporânea. Elementos básicos das Danças Populares como temas para produções coreográficas. Roteiros coreográficos baseados nas Danças Populares. OBJETIVOS: Identificar a capoeira como uma manifestação folclórica e linguagem histórica Identificar a história e os movimentos tradicionais dos dois estilos de capoeira (Angola e Regional) Elaborar, montar e interpretar roteiros de produções coreográficas, desenvolvendo temáticas baseadas em elementos da capoeira e sua história. UNIDADES: I)História da capoeira no Brasil (gênese) II)Prática dos dois estilos da Capoeira (Angola e Regional) III)Laboratório de Criação em Dança baseado nesta manifestação BIBLIOGRAFIAS: LIMA, Luis Costa (org). Teorias de Cultura de Massa. VERDERI, Erica Beatriz L.P. Dança na Escola; BARBA, Eugenio; SAVARESE, Nicola. Anatomia del actor; BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O Que é Folclore CARNEIRO, Edison. Religiões Negras-Negros Bantos Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança 8 DISCIPLINAS DE OUTROS DEPARTAMENTOS Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Antropologia do corpo CÓDIGO: EFC100 CARGA HORÁRIA: 60 Nº DE CRÉDITOS: 04 EMENTA O curso pretende apresentar aos alunos uma introdução a abordagem antropológica do corpo humano como um locus de manifestação da vida social. Assim, longe de percorrer uma bibliografia exaustiva sobre o tema, o objetivo será, tomando como ponto de partida o estudo da antropologia da cultura a partir do texto de Laraia (2003) e do conceito de Corporeidade, construir um debate em torno de possíveis usos sociais dos corpos, e de significados sociais atribuídos a algumas das principais funções biológicas, além de contextualizar esta reflexão dentro do desenvolvimento do conceito de corpo na dança contemporânea. O curso também destina-se a identificar e a refletir sobre trabalhos e pesquisa nas áreas das artes cênicas que partam de uma reflexão antropológica. UNIDADES METODOLOGIA: Aulas expositivas e práticas do conteúdo da disciplina. Estudo de vídeos e discussão de textos AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação serão atribuídos levando-se em conta : a) Freqüência e participação nas aulas. b) Trabalhos escritos acerca do conteúdo abordado e dos textos indicados para leitura. c) Exercício cênico no qual serão avaliados a absorção e o entendimento das ferramentas estudadas durante a disciplina. BIBLIOGRAFIA ARTAUD, Antonin. Os Tarahumaras. Lisboa: Relógio d’Água Editores LDA, 1985. ARTAUD, Antonin. O teatro e Seu Duplo. São Paulo: Martins Fontes, 1999. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança ASSMANN, H. Paradigmas Educacionais e Corporeidade. Piracicaba: Ed. UNIMEP, 1995. BARBA, E. e SAVERESE, N. Anatomia del Ator. México: Grupo Editorial Gaceta, 1988. BARBA, Eugênio. Além das Ilhas Flutuantes. São Paulo: Hucitec/ UNICAMP,1991. CORRÊA, Arantes Urias. Artaud Teatro e Cultura. Campinas: UNICAMP, 1988. GROTOWSKI, Jersy. Em Busca de um Teatro Pobre. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,1971. LARAIA, Roque. Cultura – Um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da Percepção. Campinas: Martins Fontes, 1999. OLIVIER, Giovanina. Um Olhar Sobre o Esquema Corporal, a Imagem Corporal, a Consciência Corporal e a Corporeidade. Campinas: UNICAMP, 1991. Dissertação (Mestrado em Educação Motora) - Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, 1991. PRÓCHNO, Caio César Camargo. O Corpo do Ator, Metamorfoses e Simulacros. São Paulo: Annablume, 1999 RODRIGUES, Graziela. O Bailarino Pesquisador-Intérprete. São Paulo: FUNARTE, 1996. TAVARES, M. Imagem Corporal. Conceito e Desenvolvimento. São Paulo: Manole Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina: CINESIOLOGIA Código:EFF290 Departamento BIOCIÊNICAS Carga Horária total 45h Créditos 03 Período 4º Pré/co-requisitos: (BMA 132) Anatomia aplicada à Educação Física PLANO DE CURSO EMENTA Estudo analítico da biomecânica das estruturas do aparelho locomotor, da estática das articulações, da dinâmica muscular, da biomecânica dos segmentos do corpo humano e dos movimentos desportivos, bem como das habilidades motoras. OBJETIVOS: GERAIS: Aperfeiçoar o desempenho na habilidades motoras. Aperfeiçoar o executor. Contribuir na preparação do professor de Educação Física para ensinar a execução. Desenvolver no professor a capacidade para avaliar os exercícios e as atividades do ponto de vista dos seu efeitos na estrutura do corpo humano. PROGRAMA UNIDADES: Conteúdo Conceito e Objetivos Mecânica muscular e articular Propriedades físicas dos músculos, do fáscia, dos tendões, dos ossos e da cartilagem. Equilíbrio do corpo humano Leis de Newton Efeitos da força da gravidade Centro de gravidade do corpo Equilíbrio do corpo com um sistema articulado Mecânica da coluna vertebral. Estatística da coluna Arquitetura Distribuição dos esforços Equilíbrio intrínseco METODOLOGIA: Aulas expositivas – Pretende-se que a aula expositiva seja do tipo: teórica, dialogada. Cada tempo será de 50min e 10min de intervalo. Pretende-se ainda que na aula expositiva sejam usados métodos audiovisuais: transparências, diapositivos, filmes, etc. Dinâmica de grupo: Várias técnicas de estudo em grupo, poderão ser usadas como: seminário, discussão livre, painel simples ou painel integrado, etc Aulas práticas: As aulas práticas, quando exeqüíveis, o que depender de material, local e pessoal, deverão ser planejadas previamente. AVALIAÇÃO: Do aluno: Consta de atividades informativas e formativas que poderão fornecer ao professor a possibilidade de uma avaliação do rendimento do decurso da aprendizagem. A avaliação Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança corrente substituirá a aplicação das provas tradicionais. Do Curso: Será feita pelo rendimento dos alunos. BIBLIOGRAFIA: LUTTGENS E WELLS – KINESIOLOGY - Scientific basis of Human Motion Saunders College Publishing STIENDLER, Arthur e THOMAS, Charles C. – Kinesiology of the human body DYSON, Geoffuy –The mechanics of athletics University of London Press Ltd Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina BIOMECÂNICA I Código EFF480 Departamento BIOCIÊNICAS Carga Horária total 45h Créditos 03 Pré/co-requisitos (EFF 290) Cinesiologia PLANO DE CURSO PROGRAMA Unidades Conteúdo 1. Conceituação da Biomecânica . Diferenciação entre Biomecânica e Cinesiologia . Discussão sobre parâmetros biomecânicos 2. Cinética Angular . Classificação de alavancas e eficiência mecânica . Conceitos de momento e torque 3 Mecânica Muscular . Curva comprimento x tensão . Modelos mecânicos do músculo 4. Eletromiografia . Origem do sinal mioelétrico . Definição da eletromiografia como técnica eletrodiagnóstica . Relação atividade mioelétrica x curva comprimento x tensão . Momento x atividade mioelétrica 5 Aspectos biomecânicos do salto vertical . Análise cinemática e cinética do salto vertical . Estimativa de participação de membros superiores (MMSS) . Corrida de aproximação e índice (IE) no salto vertical 6. Propriedades biomecânicas dos tecidos ósseo, cartilaginoso e conjuntivo . Discussão sobre as diversas forças que atuam sobre estes tecidos 7. Marcha e corrida . Aspectos cinéticos e cinemáticos básicos e suas diferenças BIBLIOGRAFIA:: HAY, J.G. – Biomecânica das Técnicas Desportivas. 2ª ed. Rio de Janeiro Interamericana, 1981 HAY, J. G. & REID, J. G. – “As bases anatômicas e mecânicas do movimento humano. Editora Prentice Hall do Brasil Ltda HALL, S. – Biomecânica básica. Editora Guanabara Koogan AS, 1993 CARR, G – Biomecânica dos esportes. 1ª edição, Editora Manole Ltda ROSE, J & GAMBLE, J.G. – Marcha humana. Editora Premier HAMILL, J. & KNUTSEN, K. M. – Bases biomecânicas do movimento humano 1ª edição, Editora Manole Ltda ENOKA, R. M. – Bases Neuromecânicas da Cinesiologia. 2ª edição, Editora Manole Ltda WIHRED, R. – Atlas de Anatomia em Movimento. Ed Manole, São Paulo, 1986 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina BIOMECÂNICA II Código EFF602 Carga Horária total 45h Créditos 03 Pré/co-requisitos (EFF 480) Biomecânica I PLANO DE CURSO EMENTA: Análise biomecânica de movimentos desportivos. Métodos e técnicas de avaliação biomecânica no esporte. OBJETIVOS GERAIS: Reconhecer os conceitos biomecânicos que fundamentam as técnicas desportivas Aplicar os conceitos biomecânicos para detecção e correção, de falhas de execução de gestos desportivos. Conhecer as técnicas de avaliação em biomecânica do esporte (testes de campo e laboratóriais). PROGRAMA Unidades Conteúdo 1. Biomecânica da corrida 2. Biomecânica do salto vertical 3 Biomecânica dos esportes . voleibol . basquetebol . natação . futebol . atletismo 4. Medida e Avaliação em Biomecânica no Desporto - Conceitos básicos: . cinematografia . eletrogoniometria . strain gages . eletromiografiailometria 5 Instrumentação: . Plataforma de salto . Plataforma de centro de gravidade . Temporizador de marcha . Plataforma de força . Posturograma METODOLOGIA: Aulas teóricas – retroprojetor, projetor de slides . expositivas . dinâmica de grupo . AVALIAÇÃO: Do aluno: 2 avaliações escritas e trabalho escrito individual Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIA: BRUMMSTRON – Cinesiologia Clínica Ed Manole, 4ª ed. São Paulo, 1987 HAY, J.G. – Biomecânica das Técnicas Desportivas 2ª ed. Rio de Janeiro Interamericana, 1981 RACH and BURKE – Cinesiologia e Anatomia Aplicada Ed Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1977 WRIRED, R. – Atlas de Anatomia em Movimento Ed Manole, São Paulo, 1986 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança DISCIPLINA: Anatomia para Educação Física CRÉDITOS: 5,0 CARGA HORÁRIA: 120h CÓDIGO: BMA132 EMENTA: Introdução à Nomina Anatômica: Planos e eixos de construção do corpo humano; Organização geral dos sistemas circulatório, respiratório e nervoso. Organização geral do abdômen. Introdução ao sistema esquelético. Características do corpo humano. Introdução do sistema articular. Alavancas do corpo humano. Introdução ao sistema muscular. Características morfofuncionais dos músculos, tecidos e fibras musculares. Mecânica muscular. Função e trabalho muscular aplicada à morfologia. Anatomia funcional da coluna vertebral, cintura escapular, membro superior, cintura pélvica e membros inferiores. Aspectos morfológicos da marcha. OBJETIVOS GERAIS: Introdução à organização geral do corpo humano. Habilitar o aluno a identificar as principais estruturas viscerais do corpo humano. Identificação das principais características anatômicas de ossos, músculos e articulações. Classificação funcional dos ossos, músculos e articulações. Estudo regional detalhado das diversas regiões do aparelho locomotor, permitindo ao aluno associar forma e função no aparelho locomotor, através de aulas expositivas e práticas incluindo demonstrações, exercícios práticos, estudo dirigido e testes de função muscular. PROGRAMA Unidades Conteúdo 1. Organização geral do corpo humano: princípios de construção do corpo humano 2. Planos e eixos anatômicos: nomina anatômica 3 Esqueleto 4. Organização do Sistema Circulatório 5. Organização Geral do Sistema Respiratório 6. Organização Geral do Abdômen: vísceras abdominais 7. Organização Geral do Sistema Nervoso 8. Estudo do Sistema Nervoso Periférico: Nervos Periféricos 9. Introdução ao Sistema Esquelético: Ossos 10. Introdução ao Sistema Articular: Articulações 11. Mecanismo de Alavancas: articulações II 12. Introdução ao sistema muscular: músculos 13. Tecido, Fibra e Grupos Musculares: Músculos II 14. Biomecânica Muscular: Músculos III 15. Anatomia Funcional da Coluna Vertebral: Coluna Vertebral, Anatomia de Superfície 16. Anatomia funcional do ombro: ombro, anatomia de superfície 17. Anatomia funcional do cotovelo, punho e mão: anatomia de superfície 18. Anatomia funcional da pelve: anatomia de superfície 19. Anatomia funcional do joelho e pé: anatomia de superfície 20. Postura e marcha: Músculos posturais e da marcha, anatomia da superfície. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança METODOLOGIA: Aula teórica, 2 provas escritas no final do tópico BIBLIOGRAFIA: ABRAHAMS, PH; HUTCHINGS, RT; MARKS Jr, SC. Atlas Colorido de Anatomia Humana de McMinn, São Paulo: Manole, 4a. Ed., 1999. HALL, S. Biomecânica Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. McARDLE, WD; KATCH, FI; KACTH, VL. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e Desempenho Humano.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a. Ed. 1993. NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. Porto Alegre: Artmed, 1998. SOBOTTA, J; BECKER. Sobota – Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 20a. Ed., 1993. SPENCE, AP. Anatomia Humana Básica. São Paulo: Manole, 2a. Ed., 1991 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina BIOQUÍMICA EF Código Carga Horária total 30h Créditos 02 Período 2º IQB122 EMENTA: Estudo introdutório dos processos químicos celulares. Ácidos, Bases e Sais. Propriedades físicas dos aminoácidos. Proteínas e sistemas protéicos especializados. Metabolismo glicídeo e lipídeo. OBJETIVOS GERAIS: Propiciar ao estudante de Educação Física e Desportos o conhecimento fundamental dos fenômenos bioquímicos aplicáveis à fisiologia, enfatizando os temas vinculados ao metabolismo humano. PROGRAMA Unidades Conteúdo 1. Bases químicas da fisiologia humana: o equilíbrio do meio interno, componentes do meio intra e extra celular: ácidos, bases e sais: pH: sistemas-tampão: alterações do pH sanguíneo e suas conseqüências; acidose e alcalose; 2. Protídeos: aminoácidos e peptídeos: aspectos nutricionais; peptídeos fisiologicamente ativos; endorfinas. Estrutura das proteínas; proteínas especializadas; enzimas e bioquímica da digestão; 3. Bioenergética e oxidações biológicas: cadeia respiratória e fosforilação oxidativa; sistemas energéticos do tecido muscular; o sistema ATP-CP 4. Metabolismo glicídico: glicólise e ciclo de Krebs. Utilização do glicogênio. O lactato e seu destino. 5. Metabolismo lipídico: estrutura e funções biológicas; lipoproteínas e aterosclerose; lipólise e QR dos lipídios. O treinamento físico como indutor do catabolismo dos ácidos graxos METODOLOGIA: O curso é ministrado através de aulas teóricas, trabalhos de grupo e seminários. Os recursos didáticos empregados, além de quadro de giz, são os projetores de slides e equipamentos de retroprojeção, quando aplicáveis, ministram-se aulas de demonstrações, especialmente para realização de análises químicas. AVALIAÇÃO: São produzidas duas notas parciais durante o período: cada nota poderá ser resultante da composição de mais de uma forma de avaliação. O aluno será considerado aprovado quando esta média for igual ou superior a 7,0 (sete), o que corresponderá ao seu grau final. Sendo tal média inferior a 7,0 (sete), o aluno irá a exame final e o grau final será a média aritmética entre a nota do exame final e a média conseguida no decorrer do período. O aluno será aprovado se o grau final for igual ou superior a 5,0 (cinco). BIBLIOGRAFIA: HARPER, H A – Manual de Química Fisiológica. Ed Atheneu Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança LEHNINGER, A L – Bioquímica. Ed Edgard Blucher FOX & MATHEUS – Bases fisiológicas da Educação Física e dos Desportos Ed Interamericana ASTRAND, P – Tratado de Fisiologia do Exercício.Ed Interamericana Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina FISIOLOGIA EI Código BMB204 Centro CCS Instituto Biofísica Carga Horária total 60h Créditos 03 Período 3º Pré/co-requisitos (BMA 132/IQB122) Anatomia aplicada à EF/BioquímicaEF PLANO DE CURSO OBJETIVOS GERAIS: Aquisição de conceitos básicos e fundamentais para que o aluno possa estudar fisiologia do exercício e as modificações fisiológicas decorrentes. Entendimento do estado homeostásico do organismo (neuro e renal) e absorção e utilização dos alimentos como fonte de energia. 1. Neurofisiologia EMENTA:: Introdução ao Sistema Nervoso. Bioeletrogênese – Sinapse – Receptores farmacológicos – músculo esquelético – Metabolismo energético – Concentração muscular – Reflexos – Fisiologia dos Receptores Sensoriais – Fisiologia da Medula – Controle motor do SNC – Sistema Nervoso Autônomo – Hipotálamo e hipófise. OBJETIVOS: O aluno deverá ser capaz de: · Entender a sinalização no SN · Entender as bases de funcionamento dos sistemas sensoriais · Entender como funcionam as fibras musculares e os músculos como um todo e nos movimentos · Entender como se dá o controle central sobre o SNA e endócrino Temática: Introdução ao Sistema Nervoso: membrana celular, lipídeos e proteínas transportes e canais, neurônios e glias; Bioletrogênese: potencial de repouso potencial de ação, propagação eletrônica, propagação ativa condução saltatória; Sinapse: estrutura, liberação de neurotransmissores, ação sobre receptores, ênfase ao receptor colinérgico, placa motora, transmissão neuro-muscular, epsp, ipsp; Músculo esquelético: Fibras musculares, proteínas contráteis, filamentos deslizantes (ciclo da miosina), acoplamento excitação-contração, relaxamento da fibra; Metabolismo energético: aeróbico e anaeróbico, glicose, fosforilação oxidativa, lipídeos e proteínas como fonte de energia; Reflexos: arco reflexo (fuso, órgão tendinoso de golgi), reflexo miotático cruzado, contração isométrica, concentração isotômica, unidade motora, recurtamento. Receptores Sensoriais: somáticos, tipos de fibras, reflexos, campos receptores, representação somática no SNC, controle de movimentos (vias descendentes, gânglios da base, cerebelo, etc); SNA – organização NT, reflexo, stress; Hipotálamo e hipófise - estrutura e função, controle hipotalâmico da homeostase Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança METODOLOGIA: Aula teórica, 2 provas escritas no final do tópico BIBLIOGRAFIA: BERNE, R & MATTHEU, Levy – Fisiologia. Ed Guanabara, 3ª edição, 1997 KANDEL, SCHWARTS, JESSE - Fundamentos da Neurociência e do Comportamento. 1997 SCHANF, MOFFET e MOFFET – Fisiologia Humana 2. Fisiologia Renal EMENTA:: Organização morfo-funcional do rim, hemodinâmica renal, filtração glomerular, transporte de água e solutos ao longo do néfron, regulação do volume e tonicidade do meio externo, regulação renal do pH do meio externo. OBJETIVOS: O aluno será capaz de: · Listar as funções renais, incluindo os hormônios secretados pelos rins: · Entender as relações existentes entre os componentes do néfron e a função renal; · Entender como ocorre a filtração glomerular e listar as forças que determinam essa filtração · Entender os mecanismos básicos da reabsorção e secreção tubulares; · Entender a regulação renal do volume e da composição dos líquidos corporais e descrever o controle da excreção renal de água, do sódio, do potássio, do cálcio e do fosfato. · Relacionar as alterações no funcionamento renal durante e após exercícios físicos; · Entender os princípios e a aplicação da técnica de “clearance”; · Compreender as razões para as alterações no clerarance de uréia e a creatinina após exercícios físicos; · Descrever as fontes de ganho e perda do íon H+, os tampões corporais e o papel do rim na regulação do pH corporal; · Discutir o uso do bicarbonato como “dopping” em alguns esportes Temática: · Funções Renais: anatomia morfo-funcional do rim · Fluxo sangüíneo renal e filtração glomerular · Clearance ou depuração renal · Mecanismos de reabsorção e secreção tubulares · Regulação renal do volume e da osmolalidade dos fluídos corporais · Regulação renal do pH dos fluidos corporais · Regulação renal dos íons K+ , Ca 2+ e do fosfato · Modificação da função renal durante após exercícios físicos METODOLOGIA: Aulas teóricas, filmes científicos, estudos dirigidos realizados em sala e em grupos, com a presença do professor e/ou tutores. A avaliação é composta dos estudos dirigidos, onde são discutidos os temas das aulas em conjunto, e uma prova discursiva, onde será avaliada a compreensão e o raciocínio de cada aluno individualmente. Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança BIBLIOGRAFIA: BERNE, Robert & MATTHEU, Levy – Fisiologia. Ed Guanabara, 4ª Edição, 1998 GUYTON, Arthur – Tratado de Fisiologia Médica. Ed Guanabara, 9ª edição, 1997 AIRES, Margarida de Mello – Fisiologia. Ed Guanabara, 1999 3. Fisiologia Digestiva EMENTA:: Tubo gastro intestinal, apresentação funcional. Fases da digestão. Organização anatômica. Funções secretoras. Mecanismos básicos do controle das secreções. Hidrólise = reação geral da digestão. Secreção salivar: glândulas salivares: estrutura/classificação/unidade secretora. Inervação. Controle da secreção. Carboidratos da dieta. Composição da saliva e função dos principais componentes. Mecanismo de hidrólise dos polissacarídeos. Secreção gástrica. Estômago: aspectos estruturais: tipos de glândulas e classificação de acordo com sua localização. Secreções e função de cada secreção. Função do ácido clorídrico. Regulação das secreções. Secreção pancreática: pâncreas aspectos anatômicos, funcionais e estruturais. Composição da secreção pancreática: função de cada controle da secreção pancreática. Secreção biliar: fígado: aspectos anatômicos, funcionais e estruturais (organização hepática) Junção hepato-vesico-intestinal. Secreção biliar. Composição da bile. Função de cada componente. Origem e formação dos sais biliares. Origem e formação dos pigmentos biliares. Transporte/conjunção/secreção da bilirrubina. Controle do armazenamento e esvaziamento da vesícula biliar. Intestino delgado: aspectos anato-funcionais, características estruturais e relação com absorção dos carboidratos, lipídeos e proteínas. Intestino grosso: aspectos anatofuncionais. Secreções: principais funções. Funções de absorção do tubo digestivo: boca/estômago/intestino delgado e grosso. Absorção d água, eletrólitos, vitaminas e substâncias absorvidas por mecanismos específicos. Resumo da digestão. Funções motoras do tubo gastro-intestinal TEMÁTICA: .Secreção salivar: Funções da saliva. Tipos de glándulas salivares e tipos de saliva. Células mucosas e serosas; principais estruturas das glândulas salivares. Formação e secreção da saliva. Saliva primária e secundária. Regulação da secreção salivar . Mastigação: Controle nervoso. Mastigação voluntária e reflexa. Deglutição fase voluntária e involuntária. Reflexo da deglutição. Trânsito esofágico: Características da musculatura do esôfago – estriada e lisa esfíncter esofágico superior. Peristálse primária. Formação da onda peristáltica esofágica – papel do sistema nervoso autônomo, sistema nervoso entérico. Esfíncter esofágico inferior. Peristáse secundária. Enchimento gástrico: Estômago proximal – fundo e parte do corpo gástrico. Regulação da pressão intragástrica. Esvaziamento gástrico: estômago distal – parte posterior do corpo, antro e piloro. Regulação neuro-hormonal do esvaziamento gástrico. Secreções gástricas pairetal e não parietal, características, regulação e função. Período interdigestivo: atividade motora e secretora Intestino delgado: duodeno, jejuno e íleo. Características: secreção pancreática, regulação e função. Secreções intestinais Fígado: Funções do fígado, formação, principais constituintes da bile hepática e bile vesicular, secreção biliar Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Motilidade do intestino delgado: Papel do sistema nervoso entérico e da musculatura lisa. Regulação neuro-humoral da motilidade, tipos de movimentos, esvaziamento do íleo e esfíncter íleo secal. HCI das enzimas pancreáticas e intestinais absorção de ácidos aminados e peptídeos. Lipídeos: papel da bile e enzimas lipolíticas. Absorção de lipídeos. Açúcares: digestão e absorção. Papel das enzimas salivares, pancreáticas e entéricas. Absorção de água e íons no intestino delgado Intestino grosso: características do ceco cólon e reto. Características da musculatura lisa e do sistema nervoso entérico: absorção de água e íons no intestino grosso. Canal anal e defecação. METODOLOGIA: Aulas expositivas, estudos dirigidos e seminários. A aferição ao final do bloco será através de provas discursivas e solução de problemas. BIBLIOGRAFIA: BERNE, Robert & MATTHEU, Levy – Fisiologia. Ed Guanabara, 4ª Edição, 1998 AIRES, Margarida de Mello – Fisiologia. Ed Guanabara, 1999 GUYTON, Arthur – Tratado de Fisiologia Médica.Ed Guanabara, 9ª edição, 1997 SHAUT, C et al. – Fisiologia. Guanabara Koogan, 1993 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina PSICOMOTRICIDADE I Código EFC235 Departamento CORRIDAS Carga Horária total 60h Créditos 03 Período 3º Pré/co-requisitos (-) PLANO DE CURSO EMENTA: Estudo analítico dos conceitos e dos aspectos históricos da psicomotricidade, dos movimentos e das leis relacionadas à sua evolução, bem como dos campos de atuação e principais linhas de trabalho da psicomotricidade, das funções psicomotoras, suas implicações nos jogos infantis, na educação física para a criança dos 2 aos 10 anos de idade. OBJETIVOS GERAIS: Proporcionar ao futuro professor elementos para: 1) situar de forma crítica, a psicomotricidade no contexto histórico e educacional, integrada à Educação Física; 2) conhecer e caracterizar os campos de atuação da Psicomotricidade e suas principais linhas de trabalho; 3) planejar e conduzir atividades de psicomotricidade no campo da Educação Psicomotora. PROGRAMA Unidades Conteúdo 1. Conceito de Psicomotricidade 2. Aspectos Históricos 3 Campos de atuação: terapia, reeducação e educação psicomotora 4. Estruturas da psicomotricidade – Funções Psicomotoras 5 A Psicomotricidade no processo de desenvolvimento infantil, aspectos psicomotores, cognitivos e afetivos culturais 6. O jogo, a brincadeira e o brinquedo no desenvolvimento infantil 7. A psicomotricidade no meio líquido 8. Métodos de trabalho empregados em psicomotricdade e seus autores 9. Planejamento e condução de atividades em psicomotricidade METODOLOGIA: O programa será desenvolvido em 60 horas-aulas teóricas e práticas: a) Teóricas – expositivas, trabalhos individuais e em grupo, debates, seminários,etc b) Práticas – vivências corporais sobre a fundamentação teórica AVALIAÇÃO: A avaliação terá caráter formativo e se processará através de verificações de diversas tarefas práticas e teóricas. BIBLIOGRAFIA: AIRTON, Negrine – Aprendizagem & Desenvolvimento Infantil – 3 Psicomotricidade: Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Alternativas pedagógicas. Porto Alegre, PRODIL, 1995 - Educação Psicomotora: a lateralidade e a orientação espacial. Porto Alegre, Pallotti, 1986 AXLINE, Virgínia – Dibs, à procura de si mesmo. SP, Agir, 1985 COSTE, Jean Claude – A psicomotricidade. Rio de Janeiro, Zahar, 1981 LAPIERRE, André – A Educação Psicomotora na escola Maternal. São Paulo, Manole, 1986 LE BOULCH, Jean – O desenvolvimento psicomotor do nascimento até 6 anos Porto Alegre, Artes Médicas, 1982 - A educação pelo movimento, a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre, Artes Médicas, 1983 MELLO, Alexandre, M – Psicomotricidade, educação física e jogos infantis São Paulo, IBRASA, 1989 PIAGET, Jean – A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro, Zahar, 1975 ROZA, Eliza S – Quando brincar é dizer: a experiência psicanalítica na infância Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1993 VIGOTSKY, L. S LURIA R, LEONTIEV, N – A linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo, Icone, 1988 VAYER, Pierre – O diálogo corporal: A ação educativa para a criança de 2 a 5 anos. São Paulo, Manole, 1989 Centro de Ciências da Saúde Escola de Educação Física e Desportos Curso de Bacharelado em Dança Disciplina: DESENVOLVIMENTO MOTOR E APRENDIZAGEM MOTORA Código EFF606 Carga Horária total 60h Créditos 04 Pré/co-requisitos (-) PLANO DE CURSO EMENTA: Este curso tem como objetivo expor os estudantes a uma visão histórica das teorias que explicam do desenvolvimento motor. E ainda, discutir conceitos e mecanismos. UNIDADES 1. Teorias do desenvolvimento . Maturacional . Normativa . Processamento de Informação . Ecológica . Pecepção – Ação . Sistemas Dinâmicos 2. Participação do sistema visual, vestibular e somatosensiorial no controle motor 3 Medidas em aprendizagem motora 4. Arquivamento da informação motora 5 Tempo de reação 6. Transferência na aprendizagem motora BIBLIOGRAFIA AIRTON, Negrine (1995) Aprendizagem & Desenvolvimento Infantil – 3 Psicomotricidade: Alternativas pedagógicas. Porto Alegre, PRODIL. ______________ (1986) Educação Psicomotora: a lateralidade e a orientação espacial. Porto Alegre, Pallotti. AXLINE, Virgínia (1985) Dibs, à procura de si mesmo. SP, Agir. COSTE, Jean Claude (1981) A psicomotricidade. Rio de Janeiro, Zahar. LAPIERRE, André (1986) A Educação Psicomotora na escola Maternal. São Paulo, Manole. LE BOULCH, Jean (1982) O desenvolvimento psicomotor do nascimento até 6 anos. Porto Alegre, Artes Médicas. ______________ (1983) A educação pelo movimento, a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre, Artes Médicas. MELLO, Alexandre, M (1989) Psicomotricidade, educação física e jogos infantis. São Paulo, IBRASA. PIAGET, Jean (1975) A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro, Zahar. ROZA, Eliza S (1993) Quando brincar é dizer: a experiência psicanalítica na infância. Rio de Janeiro, Relume Dumará. VIGOTSKY, L. S LURIA R, LEONTIEV, N (1988) A linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo, Icone. VAYER, Pierre (1989) O diálogo corporal: A ação educativa para a criança de 2 a 5 anos. São Paulo, Manole.