Ciência sem fronteiras UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO. Sumário Resumo Executivo Objetivos Metas Execução Orçamento Cronograma Características da Proposta Introdução O papel das agências e instituições participantes O papel do CNPq O papel da CAPES O papel da SESU/MEC – Graduação Sanduíche O papel da SETEC/MEC – Educação Profissional e Tecnológica Objetivos do Programa Ciência sem Fronteiras Temas e áreas de interesse Processo de seleção das instituições de destino Capacitação Internacional em Inovação e Tecnologia Aspectos gerais da capacitação Ciência sem Fronteiras na Graduação Ciência sem Fronteiras para a educação profissional e tecnológica Ciência sem Fronteiras na Pós-Graduação Ciência sem Fronteiras nas Empresas Ciência sem Fronteiras para orientadores e pesquisadores atuando nas áreas prioritárias Atração de cientistas para o país Bolsa jovens cientistas de grande talento no Brasil Atração de lideranças Internacionais para o Brasil Processo de seleção dos candidatos Bolsas Sanduíche na Graduação (SWG): Bolsas de Doutorado-sanduiche (SWE) e bolsas de pós-doutorado (PDE) Bolsas de Doutorado pleno (GDE), Estágio Senior (ESN) e Treinamento no Exterior (SPE) Obrigações das Universidades brasileiras cujos alunos recebam bolsas SWG e SWE. Processo de seleção dos jovens cientistas de grande talento Processo de seleção dos Pesquisadores Visitantes Especiais Gestão do Programa Ciência sem Fronteiras Cronograma de Implantação do Programa Cronograma de implantação das bolsas no CNPq Cronograma de implantação das bolsas na CAPES Cronograma Global de implementação anual de novas bolsas Orçamento Custos totais do programa 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 4 5 5 6 6 7 8 8 8 9 9 9 10 10 10 10 11 2 2 2 2 2 2 2 16 16 16 16 17 17 Orçamento Geral para as Bolsas implementadas no CNPq/MCT ( valores em R$ 1.000) Orçamento Geral para as Bolsas implementadas na CAPES/MEC ( valores em R$) Cronograma de ação das duas agências Contatos 18 18 19 20 Anexo I 1. Número de Estudantes de Instituições de Ensino Superior selecionados pelo Prouni com pontuação >650 21 2. Número de Estudantes de Instituições de Ensino Superior selecionados pelo SiSU com pontuação >650 24 3. Número de Estudantes que recebem Bolsa PIBIC 28 4. Classificação da Times Higher Education E QS World University Rankings (por áreas) Melhores Universidades do Mundo em Engenharias e Tecnologia Melhores Universidades do Mundo em Ciências da Vida Melhores Universidades do Mundo em Ciências da Saúde 30 34 38 (por continentes) Melhores Universidades da América do Norte Melhores Universidades da Europa Melhores Universidades da Ásia Melhores Universidades da Oceania Melhores Universidades da Africa 41 45 51 53 55 5. Melhores Universidades do BRICs 57 6. Instituições de Ensino Superior Brasileiras com IGC 4 ou 5 59 Resumo Executivo Objetivos O objetivo do Programa Ciência sem Fronteiras é a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, com vistas a promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimular pesquisas que gerem inovação e, consequentemente, aumentar a competitividade das empresas brasileiras. Esse objetivo será concretizado por meio da expansão significativa do intercâmbio e da mobilidade de graduandos, pós-graduandos, pesquisadores e docentes brasileiros no exterior. Este Programa visa também contribuir para o processo de internacionalização das Instituições de Ensino Superior e dos centros de pesquisa brasileiros, propiciando maior visibilidade da pesquisa acadêmica e científica que é feita no País, por meio da colaboração e do estabelecimento de projetos de pesquisa conjuntos com instituições e parceiros estrangeiros. A expectativa é de que, a médio prazo, essas ações acarretem também maior fluxo de investimento estrangeiro voltado à formação de recursos humanos, à promoção da inovação, da ciência e da tecnologia no País. A expansão da formação dessa força de trabalho altamente especializada se dará em duas vertentes: (1) 0 aumento expressivo da presença de estudantes de graduação, pós-graduação, pós-doutores e docentes brasileiros em instituições de excelência no exterior, em áreas do conhecimento definidas como prioritárias; (2) o estímulo à vinda de jovens talentos e pesquisadores estrangeiros de elevada qualificação para o Brasil, com atuação em áreas de interesse do país. Metas A meta global a ser atingida é enviar para capacitação no exterior 75.000 bolsistas brasileiros até o final do ano de 2014, por meio do esforço conjunto dos Ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Ministério da Educação (MEC), de suas respectivas instituições de fomento, CNPq e CAPES, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. Adicionalmente, pretende-se promover a vinda de, no mínimo, 1.200 jovens talentos e 300 lideranças científicas estrangeiras, por meio da repatriação de cientistas e pesquisadores brasileiros radicados no exterior. Essa iniciativa contribuirá fortemente para o esforço conjunto de capacitar rapidamente maior contingente de estudantes brasileiros, além de promover maior interação entre cientistas brasileiros e suas contrapartes estrangeiras. Execução Os recursos necessários para a implantação do presente Programa estão detalhados nas tabelas anexas e deverão ser adicionalmente acrescidos aos orçamentos atuais das instituições envolvidas, visto que as dotações orçamentárias vigentes não são suficientes para promover a referida expansão da oferta de bolsas prevista neste documento. Orçamento Os recursos necessários para a presente proposta estão detalhados em tabelas anexas (páginas e deverão ser obtidos por créditos adicionais, visto que o atual orçamento do CNPq não é suficiente para promover a oferta de bolsas prevista no Ciência sem Fronteiras. Cronograma Este Programa será iniciado já a partir do segundo semestre de 2011. A CAPES e o CNPq ampliarão significativamente a oferta das bolsas existentes no âmbito das ações já em curso, bem como atuarão na agilização de celebração de protocolos, acordos e convênios de colaboração e parcerias com agências congêneres e centros de excelência no exterior. 1 Características da Proposta Introdução A ciência brasileira apresentou significativa expansão nos últimos anos e tem produzido pesquisa de alta qualidade em diversas áreas do conhecimento. No entanto, ainda há muito por avançar. A proporção de doutores por milhão de habitantes, por exemplo, ainda está muito aquém do ideal para um país com as características de rápido crescimento econômico como o Brasil neste momento. Outro aspecto que também merece mais atenção é a baixa interação entre a pesquisa acadêmica e o setor empresarial e a sociedade civil, em geral. Todos os países economicamente desenvolvidos apresentam taxas de doutores por habitantes maiores que as do Brasil. Segundo relatório da UNESCO em 2010, em 2007 possuíamos 657 doutores por milhão de habitantes, uma taxa baixa quando comparada à de 3.656 dos países desenvolvidos ou à média mundial de 1.081 (dados todos do mesmo ano). Para comparação, o número de doutores por milhão de habitantes é de 4.627 na Coréia, de 3.304 na Rússia e de 1.071 na China. Os dados da última PINTEC-IBGE (Pesquisa e Inovação Tecnológica) indicam que a indústria sente bastante a falta de pessoal altamente qualificado para integrar seus quadros. Adicionalmente, as publicações científicas brasileiras apresentam uma baixa frequência de colaboração internacional. Todas as análises recentes mostram que a internacionalização da produção científica tem efeito importante sobre o impacto das publicações em termos da utilização das informações publicadas. Também, vale notar que todas as boas instituições acadêmicas e bons centros de pesquisa mundo afora vem passando por um intenso processo de internacionalização, aumentando a sua visibilidade e respondendo às necessidades do mundo globalizado atual. Em contraste, as instituições brasileiras, muito novas no cenário mundial, encontram-se ainda, em sua maioria, em estado muito latente nesse processo. Em relação à aproximação da pesquisa acadêmica com o setor empresarial, é baixa a taxa de registros de patentes nos âmbitos nacional e internacional, o que prejudica a inovação, com conseqüências ruins para a nossa economia, não contribuindo para o necessário aumento da competitividade. A localização geográfica, a língua, o sistema educacional e até mesmo a cultura são fatores que dificultam uma formação e uma visão mais internacional dos brasileiros. A grande extensão territorial e o isolamento físico, com baixa interação da América Latina é um primeiro fator de baixa integração internacional. A língua portuguesa, mesmo sendo uma das mais faladas no âmbito universal, nas Américas é falada exclusivamente pelos brasileiros. O sistema educacional, por sua vez, não tem ações eficazes direcionadas para amplificar a interação dos estudantes brasileiros com outros países e outras culturas. 2 Nas décadas de 1970 e 80, houve um expressivo movimento de capacitação de brasileiros no exterior o que contribuiu para o vigoroso desenvolvimento da ciência realizada no Brasil. Tendo demonstrado uma elevada capacidade de formar pessoal e de produzir ciência de qualidade, o país necessita de um novo e forte programa de internacionalização para estimular a tecnologia e a inovação. O Ciência sem Fronteiras se insere justamente neste esforço para aumentar a visibilidade e a inserção das instituições brasileiras através de expressiva cooperação internacional promover um avanço decisivo da tecnologia e da inovação no Brasil É dispensável fazer aqui qualquer defesa da importância do relacionamento entre os povos de diferentes origens e culturas em um mundo globalizado. A integração dos mercados já seria razão suficiente para tanto. Mais do que um mercado, no entanto, essa é uma exigência da sociedade moderna. O programa de intercâmbio aqui proposto não pretende revolucionar o sistema educacional, mas pretende, isto sim, lançar experimentalmente a semente do que pode ser o início da transformação estratégica na formação de recursos humanos especializados e preparados para as necessidades do desenvolvimento nacional, ao expor estudantes brasileiros a um ambiente de alta competitividade e empreendedorismo. Nesta direção, a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação tem o claro entendimento que programas integrados de internacionalização permitem a elevação de nossas universidades a padrões de classe internacional e propiciam o aumento de sua visibilidade e articulação em nível global qualificando a produção de conhecimento e a formação de pessoas, necessários ao desenvolvimento e a soberania nacional. O programa também pretende contribuir para a correção das limitações acima indicadas, ao atrair pesquisadores de reconhecida liderança internacional interessados em desenvolver atividades profissionais no país, fortalecendo a capacidade técnico-científica e a formação de recursos humanos altamente qualificados por meio da interação com os cientistas atuantes no Brasil. Ênfase especial deverá ser concedida para promover o retorno e a permanência de cientistas brasileiros. Nesta vertente, o programa aumentará a interação de estudantes brasileiros, de vários níveis, com os cientistas participantes. O Programa dará ênfase às áreas do conhecimento definidas como prioritárias pelos dois Ministérios, que serão responsáveis pela sua implantação por meio de suas unidades vinculadas, CAPES e CNPq, conforme será apresentado adiante. O papel das agências e instituições participantes Um dos aspectos centrais para o sucesso deste programa será a ação integrada entre o Ministério da Educação, através das suas Secretarias de Ensino Superior (SesU) e de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da CAPES, e do Ministério da Ciência e Tecnologia, através do CNPq. O CSF será um programa especial que complementará as atividades de cooperação internacional e de bolsas no exterior desenvolvido pelas duas agências. O papel do CNPq O CNPq atuará de acordo com a sua missão de fomentar a ciência, tecnologia e inovação no Brasil, para o que necessita apoiar a formação de pessoal altamente capacitado e estimular a fixação 3 de pesquisadores de excelência. Para tanto, a agência provê os instrumentos de apoio adequados como bolsas no país e no exterior e os recursos de fomento à pesquisa, oferecidos através de chamadas públicas periódicas. O CNPq também mantém forte relação com as Universidades através dos Programas Institucionais de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e Tecnológica (PIBIT), com cerca de 30 mil bolsistas, anualmente avaliados em simpósios de apresentação de seus trabalhos de pesquisa, bem como com os Programas de Pós-graduação, aos quais oferece cerca de 20 mil bolsas de mestrado e doutorado na forma de cotas institucionais, e ambas as modalidades deverão receber bolsas no exterior para os melhores alunos. O CNPq também mantém os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), centros temáticos de excelência que recerão também cotas de bolsas, nas áreas estratégicas definidas pelo Programa Ciência sem Fronteiras. Pela sua excepcional visibilidade e prestígio internacional, o CNPq buscará a celebração de convênios com agências congêneres internacionais e com Institutos de Pesquisa Tecnológica, para o oferecimento de vagas para estudantes brasileiros. Com estas ações o CNPq deverá oferecer 35 mil novas bolsas no exterior do Programa Ciência sem Fronteiras. O papel da CAPES Nas modalidades de bolsas concedidas pela CAPES, o candidato poderá submeter sua proposta diretamente à CAPES, no caso do doutorado pleno no exterior, ou terá a possibilidade de se candidatar a uma cota de bolsa sanduíche concedida para as instituições de ensino. Além disso, o candidato poderá solicitar uma bolsa por meio de um projeto de pesquisa de cooperação internacional, que permite a cada coordenador enviar seus estudantes ao exterior. Atualmente, a CAPES mantém aproximadamente 5 mil bolsistas distribuídos em mais de 50 países, estudando em diversas universidades e instituições de ensino e de pesquisa de grande prestígio acadêmico e científico. Para a implementação deste plano de formação no exterior, as modalidades de candidatura individual balcão, projetos conjuntos de pesquisa e parcerias universitárias serão alvo de atuação prioritária da CAPES, dada a sua experiência nessas linhas de ação. A sua ação será baseada na expansão e reforço dos programas que já estão consolidados, além da negociação com instituições de vários países para assinatura de novos acordos de cooperação. Para que a qualidade dos projetos de pesquisa e o prestígio de seus bolsistas no exterior não sejam comprometidos com a urgência e a dimensão dessa nova política de formação no exterior, a CAPES definiu também uma estratégia embasada principalmente nos seguintes níveis de ação: 1. 2. 3. 4. 5. 6. Expansão do número de cotas de bolsas para as instituições de ensino e de pesquisa e da concessão de bolsas dentro dos projetos de cooperação já existentes, com foco em áreas previamente definidas; Ampliação dos programas de graduação sanduíche e de licenciaturas no exterior para outros países; Lançamento do programa de estágio no exterior para os bolsistas PIBID; Implementação de novos convênios recentemente assinados ou em vias de serem assinados; Lançamento do Programa induzido de formação de Recursos Humanos para institutos de pesquisa (Embrapa, Inmetro, INPI, Fiocruz e outros); Ampliação do número de cátedras da CAPES em países-chave; 4 7. 8. 9. Instituição de centros de estudos brasileiros em países chave com missão bem definida e coordenada pela CAPES; Definição de ações com vistas a promover maior internacionalização das IES brasileiras e, consequentemente da pós-graduação; Promoção do ensino e da aprendizagem de idiomas estrangeiros. Essas modalidades permitirão operacionalizar o programa como um todo, possibilitando a expansão da cooperação internacional e a concessão de bolsas para as áreas prioritárias de forma induzida. O papel da SESU/MEC – Graduação Sanduíche A Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação tem o claro entendimento que programas integrados de internacionalização permitem a elevação de nossas universidades a padrões de classe internacional e propiciam o aumento de sua visibilidade e articulação em nível global qualificando a produção de conhecimento e formação de pessoal necessário ao desenvolvimento e à soberania nacional. O objetivo é promover a consolidação e a expansão integrada e estratégica da internacionalização das Instituições de Ensino Superior do país através de ações de mobilidade acadêmica internacional de estudantes de graduação. Serão foco do Programa as áreas críticas em ciências e tecnologias necessárias ao desenvolvimento nacional. Isso permitirá a vivência e experiência acadêmica e prática de estudantes de graduação em universidades de excelência de todo o mundo. Serão oferecidas modalidades de auxílios e bolsas para estudantes de graduação, selecionados dentro de critérios de qualidade estabelecidos pela Sesu/MEC, para realização de um ano de estudos acadêmicos e vivências técnico-científicas em universidades de padrões de excelência mundiais no exterior. O papel da SETEC/MEC – Educação Profissional e Tecnológica Deve-se considerar nesse Plano a importância da participação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no programa de mobilidade internacional de discentes para o período 20112014, levando em conta as particularidades da Educação Profissional e Tecnológica, em especial dos cursos superiores de tecnologia. Os cursos superiores de tecnologia são responsáveis por um total de 11,4% da oferta total de cursos de graduação no país, equivalendo a um total de 680.679 matrículas (incluindo as modalidades presencial e à distância). Também se identifica a existência de uma demanda de alunos de nível técnico para participação em ações de intercâmbio internacional. Atualmente, a Rede Federal de EPT possui 352.204 alunos matriculados em cursos de nível médio técnico (integrados ou não). A Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica possui mais de 100 convênios assinados com instituições estrangeiras. Nos últimos anos, foi desenvolvida uma série de ações no sentido de preparar essas instituições para participar de um processo de internacionalização adaptado às particularidades da educação profissional, sem a replicação de modelos. Nesse sentido, o CONIF (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica) e o FORINTER (Fórum de Relações Internacionais da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica) desenvolveram um documento de políticas de relações internacionais da Rede Federal para balizar essas ações de cooperação internacional. Isso fez com que os acordos e as parcerias fossem estabelecidos de maneira estratégica e baseados em 5 diretrizes convergentes com as ações de Política Externa Brasileira. Diante desse quadro, algumas ações maiores foram desenvolvidas, em especial com o Canadá, França e EUA. Objetivos do Programa Ciência sem Fronteiras O objetivo geral é promover de maneira acelerada o desenvolvimento tecnológico e estimular os processos de inovação no Brasil por meio da promoção da mobilidade internacional docente, discente de graduação e pós-graduação, de pós-doutorandos e pesquisadores brasileiros, estimulando a inserção das pesquisas feitas nas instituições brasileiras às melhores experiências internacionais. Os objetivos específicos são: • Complementar a formação de estudantes brasileiros, dando-lhes a oportunidade de vivenciar experiências educacionais voltadas para a qualidade, o empreendedorismo, a competitividade e a inovação. • Complementar a formação do ponto de vista técnico em áreas consideradas como prioritárias e estratégicas para o Brasil. • Criar oportunidade de cooperação entre os grupos brasileiros e estrangeiros dentro e fora da academia. • Promover a cooperação técnico-científica entre pesquisadores brasileiros e pesquisadores de reconhecida liderança científica residentes no exterior por meio de Programas Bilaterais e Programa para fixação parcial no País, na forma de pesquisadores visitantes ou em caráter permanente. • Localizar centros e lideranças no exterior de interesse prioritário ou estratégico para o Brasil, em áreas e setores selecionados para estabelecimento de cooperação e treinamento. • Temas e áreas de interesse Os temas de interesse para o Brasil são: • • • • • • • • • • • • Engenharias e demais áreas tecnológicas; Ciências Exatas e da Terra: Física, Química, Biologia e Geociências Ciências Biomédicas e da Saúde Computação e tecnologias da informação; Tecnologia Aeroespacial; Fármacos; Produção Agrícola Sustentável; Petróleo, Gás e Carvão Mineral; Energias Renováveis; Tecnologia Mineral; Biotecnologia; Nanotecnologia e Novos materiais; 6 • • • • • • Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais; Biodiversidade e Bioprospecção; Ciências do Mar; Indústria criativa; Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva Formação de Tecnólogos. Baseado em estudos realizados pela Secretaria de Ensino Superior do MEC, o Ministério da Indústria e Comércio e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), foram identificadas prioridades de treinamento de pessoal para o país, considerando o cenário de investimentos atuais e futuros, As áreas prioritárias para o Programa de Graduação Sanduíche Internacional são as ciências, engenharias e formação de professores. Inicialmente serão convidados a participar as universidades brasileiras com formações em graduação nas seguintes áreas: Tecnologias da Informação e Comunicação, Nanotecnologia, Biotecnologia, Robótica, Novos Materiais, Aeronáutica e Aeroespacial, Biocombustíveis e Energias Renováveis, Transportes e Construção Civil, Recursos do Mar e Biodiversidade e Agricultura. Processo de seleção das instituições de destino Os estudantes e pós-doutores do Ciência sem Fronteiras terão o seu treinamento nas melhores instituições disponíveis, prioritariamente entre as 30 mais bem classificadas nos rankings internacionais para cada grande área do conhecimento. Tais instituições serão caracterizadas pela excelência na produção científica e na formação de recursos humanos para o mercado de trabalho, podendo ser e universidades, institutos de pesquisa e centros de tecnologia. Como exemplos de rankings internacionais por área do conhecimento pode-se citar o Times Higher Education e o QS World University Rankings: (http://www.timeshighereducation.co.uk/world-university-rankings/) (http://www.topuniversities.com/university-rankings) Adicionalmente às Universidades, o Programa Ciência sem Fronteiras poderá buscar parcerias com os melhores Institutos de Pesquisa básica, aplicada e tecnológica do mundo, para receber alunos brasileiros, em programas de doutorado sanduíche ou pleno e pós-doutoramento. As instituições de destino deverão assumir o compromisso de fornecer o espaço, a infra-estrutura e o pessoal necessários, usualmente disponíveis para os alunos e pesquisadores do próprio país acolhedor. O pagamento das taxas acadêmicas deverá ser excluído ou negociado com as instituições estrangeiras recebedoras dos bolsistas brasileiros, ou alternativamente deverá ser negociada uma forma de compensação das taxas pelos governos dos países receptores ou mesmo empresas parceiras deste projeto. 7 Capacitação Internacional em Inovação e Tecnologia Aspectos gerais da capacitação O CNPq e a CAPES buscarão estabelecer parceria com as FAPs e empresas para atuação conjunta em todas as modalidades do programa Ciência sem Fronteiras. No estabelecimento de parcerias, podem ser propostos modelos de mobilidade distintos dos modelos aqui descritos, desde que voltados para os objetivos do programa. As bolsas do programa Ciência sem Fronteiras poderão ser utilizadas para especialistas e engenheiros ligados a programas de P&D de empresas, nesses casos com compartilhamento de custos. Os INCTs e outras redes ou grupos de excelência terão acesso preferencial a todas as modalidades do programa Ciência sem Fronteiras. As ICTs brasileiras são fortemente estimuladas a utilizar os seus mecanismos de cooperação internacional no estabelecimento de parcerias dentro do escopo deste programa. Adicionalmente, as Agências de Fomento buscarão ativamente estabelecer convênios com instituições de excelência, com ênfase naquelas tecnológicas para estimular a presença de estudantes e cientistas brasileiros. Terão prioridade as candidaturas que promovam a participação dos estudantes ou pesquisadores brasileiros em estágios tecnológicos, ao ambiente de inovação e a formatos e currículos inovadores. Ciência sem Fronteiras na Graduação O programa é dirigido aos alunos de graduação de melhor desempenho acadêmico, caracterizado por critérios de excelência como a nota no ENEM, premiação em programas de Iniciação Científica e Tecnológica, Olimpíadas e Concursos Temáticos (p.ex., matemática, ciências, inovação, tecnologia da informação, etc...), bem como a excelência de sua universidade de origem. O Comitê de Coordenação do Programa Ciência Sem Fronteiras elaborará uma lista de universidades estrangeiras de elevada qualidade acadêmica credenciadas para participar do programa. A fim de garantir a qualidade, serão convidadas a participar deste programa as universidades de reconhecida qualidade internacional, que estejam prioritariamente entre as 30 melhores avaliadas nos rankings acadêmicos internacionais, por área do conhecimento. Também serão incluídas no programa Instituto de Pesquisa Aplicada e Tecnológica de excelência reconhecida internacionalmente. As instituições e agências de fomento, bem como universidades brasileiras participantes do programa estabelecerão os acordos de cooperação e convênios necessários para o reconhecimento mútuo das atividades acadêmicas realizadas. · Bolsas Sanduíche no Exterior para a Graduação (SWG): O aluno de graduação nas áreas prioritárias ou correlatas, recebe uma bolsa de estudos, além das passagens, auxílio instalação e seguro saúde, para cumprir programa de mobilidade de 6 a 15 meses. A mobilidade inicialmente concedida por 6 meses, poderá ser estendida para 15 meses no caso de incluir 8 experiência de estágio programado de pesquisa ou inovação/tecnologia em indústria, centro de pesquisa ou laboratório.Meta de 27.500 bolsas em 4 anos. Ciência sem Fronteiras para a educação profissional e tecnológica A ação tem como público alvo os alunos de cursos superiores oferecidos por Institutos de Formação Profissional e Tecnológica, em especial aqueles relacionados às áreas prioritárias do Programa CsF. Os alunos selecionados deverão estar, prioritariamente, no penúltimo ano de formação. Para a realização do intercâmbio, eles deverão permanecer na instituição parceira por um período de 6 meses. No retorno, a instituição deverá facilitar seu processo de revalidação de disciplinas/créditos, de forma a não prejudicar o prosseguimento dos estudos do aluno. Deverão ser criados mecanismos de retorno das experiências do estudante à instituição de origem, após sua chegada ao Brasil. Ele poderá atuar como ponto focal para outros estudantes interessados, além de participar de projetos de pesquisa nas temáticas do curso aproveitadas na instituição estrangeira. Ciência sem Fronteiras na Pós-Graduação Para este Programa, serão oferecidas as modalidades mostradas a seguir. · Bolsas Sanduíche no Exterior para a Pós-Graduação: Caberá ao coordenador da pósgraduação, na instituição de origem, verificar se o candidato se enquadra nas prioridades do Programa Ciência Sem Fronteiras. Serão priorizados os candidatos que já completaram pelo menos um ano de doutoramento no Brasil, já aceitos para as atividades de pesquisa no exterior e que sejam fluentes na língua do país de destino ou em inglês. Os estudantes de doutorado sem bolsa nacional poderão ser indicados para participação no Programa. Meta de 24.700 bolsas em 4 anos. · Doutorado Pleno no Exterior: Refere-se à obtenção de titulação acadêmica no exterior em áreas prioritárias, nas melhores instituições internacionais. Nas áreas tecnológicas e nas áreas aplicadas, visa também ao fortalecendo da inovação, cujo principal resultado será a aproximação com o setor empresarial e com a sociedade civil. Meta de 9.940 bolsas em 4 anos. · Pós-Doutorado no Exterior: Para candidatos com título de doutor e aceite em Instituição de excelência no exterior. Duração mínima de 6 meses e máxima de 24 meses. Meta de 11.000 bolsas em 4 anos. Ciência sem Fronteiras nas Empresas Para este Programa serão oferecidas as modalidades mostradas a seguir. · Treinamento no Exterior (SPE): esta bolsa se aplica particularmente a especialistas e engenheiros de empresa ou ICTs em geral que necessitam absorver ou aperfeiçoar técnicas especificas. Estende-se aos técnicos e gestores de tecnologia trabalhando em escritórios de relações internacionais de universidades, núcleos de inovação tecnológica, centros de pesquisa e empresas. Visa apoiar a participação de especialistas e técnicos em atividades de 9 aperfeiçoamento, reciclagem ou treinamento no exterior, por meio da realização de estágios e cursos. Meta de 700 bolsas em 4 anos. Ciência sem Fronteiras para orientadores e pesquisadores atuando nas áreas prioritárias Para este Programa serão oferecidas as modalidades mostradas a seguir. · Estágio Sênior no Exterior (ESN): bolsa com duração de dois a seis meses que visa a propiciar ao pesquisador consolidado o desenvolvimento de projeto de pesquisa ou parte dele em instituição estrangeira de competência internacionalmente reconhecida. Meta de 660 bolsas em 4 anos. Atração de cientistas para o país Para este Programa serão oferecidas as modalidades mostradas a seguir. Bolsa jovens cientistas de grande talento no Brasil Jovens pesquisadores com produção científica diferenciada receberão uma bolsa de pesquisa e recursos de custeio para cumprir dois a três anos de atividades com um grupo de pesquisas no Brasil. Nessa vertente seriam elegíveis jovens cientistas talentosos em início de carreira, prioritamente brasileiros, que atuem nos temas prioritários do Ciência sem Fronteiras e que tenham se destacado qualitativa e quantitativamente pela produção científica ou tecnológica. Eles receberão uma bolsa especial BJT da ordem de R$ 7.000,00 por até três anos, e recursos de pesquisa adicionais da ordem de 40 mil reais por ano. Será estimulada a alocação destes bolsistas em todas as regiões do país, especialmente através de convênios com as FAPs. O Programa prevê atrair até 1.200 jovens pesquisadores. Atração de lideranças Internacionais para o Brasil Pesquisador Visitante Especial – trata-se de um caso especial de visitante com caráter duradouro. O pesquisador assume o compromisso de vir ao Brasil com regularidade previamente definida (pelo menos um mês a cada ano) e a receber estudantes e pesquisadores brasileiros no seu laboratório. A proposta prevê a associação com grupo no Brasil que ficará responsável pelo gerenciamento do projeto. Entre os benefícios estão a Bolsa de Visitante Especial – BVE – no valor de R$14.000,00/mês que ele recebe integral quando está no Brasil, custo de uma viagem anual para o pesquisador, uma bolsa PDJ e uma bolsa SWE, além de R$ 50.000,00 por ano como recursos para a pesquisa. O Programa prevê atrair até 300 lideranças internacionais. 10 Processo de seleção dos candidatos Bolsas Sanduíche na Graduação (SWG): Os estudantes candidatos às bolsas deverão, no momento do início previsto da viagem de estudos, ter integralizado ao menos 40% e, no máximo, 80% do currículo previsto para seu curso. Isso equivale, em fluxo normal de um curso de 10 semestres, a ter concluído quatro e, no regresso ainda ter por cursar dois semestres. Os critérios de seleção dos estudantes para participação no programa serão baseados no desempenho e potencial acadêmico. Poderão ainda participar estudantes que ingressaram na instituição por meio do Programa Universidade para Todos (Prouni) ou do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e que obtiveram nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), utilizado para seleção de estudantes pelo Sisu, superior a 650 pontos. Para participar do Programa, a instituição deverá apresentar propostas para os editais que serão abertos pelo MEC, arrolando os cursos que pretende incluir. Após a avaliação, as universidades com suas propostas aprovadas receberão, para cada curso participante, um número de vagas para as bolsas internacionais para enviar os seus estudantes às universidades estrangeiras. Além disso, será uma ação fortemente acoplada aos Programas de Iniciação Científica (PIBIC) e Tecnológica (PIBIT) do CNPq. • O CNPq concederá cotas de bolsas SWG aos Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica, e as Comissões PIBIC/PIBIT farão a seleção dos candidatos com base em seu desempenho nas avaliações anuais, incluídos os alunos de IC/IT com bolsas de outras instituições ou mesmo sem bolsa. Os pedidos deverão ser apresentados com o aceite da instituição no exterior e a recomendação da comissão do PIBIC. Terão preferência os candidatos com fluência em inglês ou na língua falada na instituição de destino. Serão concedidas cotas de bolsas às ICTs com base na cota PIBIC e PIBIT; • No caso dos INCTs e demais Redes Temáticas de Excelência (p.ex. PRONEX, Rede Clima, Rede de Terapia Celular, etc...), as bolsas deverão ser concedidas de acordo com os critérios definidos pelo Comitê Gestor de cada INCT; • Os alunos premiados em olimpíadas de matemática ou ciências, feiras científicas e atividades similares de mérito reconhecido também são potenciais candidatos a participar das bolsas SWG. • Estarão participando do programa, todas as instituições da Rede Federal de Educação Superior e da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, as instituições do sistema estadual de educação superior paulista e as instituições públicas e privadas brasileiras com Índice Geral de Cursos (IGC) maior ou igual a quatro – em uma escala que varia entre 1 e 5. Poderão ainda participar estudantes de instituições que tenham IGC inferior a 4 mas que tenham Conceito Preliminar de Cursos de Graduação (CPC) do curso na área participante maior ou igual a 4. 11 • Serão abertos editais anuais para participação no Programa que convidarão as IES brasileiras elegíveis a apresentar propostas para concorrer às bolsas. • O tempo previsto para realização da graduação sanduíche é de 6 a 15 meses, podendo o mesmo estar associado a um estágio em empresa de sua área de formação. Estrutura de Apoio aos Estudantes Brasileiros no Exterior Tendo em vista a história de cooperação do Grupo Santander com os programas de mobilidade acadêmica nas universidades brasileiras, a Secretaria de Educação Superior do MEC estabeleceu conversações com essa entidade com vistas a apoio ao programa de Graduação Sanduíche Internacional. Nesse sentido, a Divisão Global Santander Universidades estará prestando assistência aos estudantes brasileiros em todos os países que dispõe de estrutura este fim. A Rede Santander de Universidades tem estrutura em 13 países (Argentina, Chile, Colômbia, Cingapura, China, Espanha, EUA, México, Porto Rico, Portugal, Reino Unido, Rússia, Uruguai), em quatro continentes, com mais de 2 mil pessoas envolvidas. O mapa com essa estrutura é apresentado a seguir. A dinâmica da mobilidade estudantil internacional Uma vez que o estudante esteja selecionado para participar do Programa, com universidade e curso de destino especificados, serão construídos e acordados planos de atividades acadêmicas que serão pactuados entre instituições de origem, estudante bolsista e universidade de destino. Quando do retorno do estudante do Programa ao país, as atividades acadêmicas realizadas pelo bolsista durante o programa deverão ser validadas para integralização curricular correspondente ao período cursado na universidade no exterior. Assim, se o estudante matriculado em um curso de 10 semestres em uma instituição brasileira ficar dois semestres na universidade no exterior, as atividades previstas e realizadas durante dois semestres mobilizados deverão ser validadas em substituição àquelas que ele faria na instituição brasileira naquele período. Os critérios de aprovação para vali12 dação das atividades acadêmicas serão sempre aqueles da instituição estrangeira onde os estudos no período da bolsa foram realizados. Os estudantes selecionados para o programa receberão os benefícios descritos a seguir para viabilizar seus estudos: mensalidades, auxílio instalação, seguro saúde e auxílio deslocamento. Os valores previstos são aqueles constantes da Portaria CAPES 19/2011, de 08 de fevereiro de 2011: GRADUAÇÃO SANDUICHE COMPONENTES Mensalidade Auxílio Instalação (mês) Seguro Saúde (mês) EUA (US$) 870 US$ (€) (£) (CAN$) (A$) (¥) 870 870 620 950 1.080 86.020 110 110 110 80 130 140 12.410 90 70 70 - 100 110 9.480 AUXÍLIO DESLOCAMENTO REGIÃO GEOGRÁFICA (US$) (€) (£) (CAN$) (A$) (¥) AFRICA 1.950 1.310 - - - - AMÉRICA CENTRAL 1.120 - - - - - AMÉRICA DO NORTE 1.620 - - 1.670 - - AMÉRICA DO SUL 680 460 - - - - ÁSIA 2.400 - - - - 214.580 AUSTRÁLIA e NOVA ZELÂNDIA 2.250 - - - 2.460 - GRÃ-BRETANHA E IRLANDA DO NORTE 1.800 - 1.130 - - - COMUNIDADE EUROPÉIA E DEMAIS PAÍSES DA EUROPA 1.650 1.110 - - - - Bolsas de Doutorado-sanduiche (SWE) e bolsas de pós-doutorado (PDE) • Serão abertas chamadas públicas nacionais periódicas para concessão destas bolsas; • Serão também concedidas cotas de bolsas nas duas modalidades aos INCTs e outras Redes Temáticas de Excelência; • A CAPES lançou o “Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE)”, que concederá duas cotas de bolsa de estudo a cada programa de pós-graduação. Cada cota representa 12 meses de estudo, que pode ser utilizada por até 3 estudantes em um período mí13 nimo de 4 meses. A seleção é feita pelas próprias Instituições, com critérios definidos pela CAPES. • Cotas de bolsas para a modalidade SWE serão concedidas aos cursos de pós-graduação com conceito maior ou igual a 3 na classificação da CAPES-MEC. • As bolsas de doutorado sanduíche e pós-doutorado poderão também ser obtidas por meio dos projetos de pesquisa de cooperação internacional entre grupos brasileiros e estrangeiros, com critérios de seleção definidos pelo coordenador do projeto. Bolsas de Doutorado pleno (GDE), Estágio Senior (ESN) e Treinamento no Exterior (SPE) • As agências abrirão chamadas públicas nacionais periódicas para concessão destas bolsas. A CAPES e o CNPq possuem o programa de Doutorado Pleno no Exterior, com editais anuais. As bolsas oferecidas destinam-se a candidatos de desempenho e potencial acadêmico comprovados, cujos projetos não possam ser realizados total ou parcialmente no Brasil. O processo de seleção é composto de análise de mérito do projeto e da qualificação do estudante por coordenadores de área e de entrevistas. • A Capes e o CNPq oferecem bolsa para a realização de Estágio Sênior no exterior a pesquisadores doutores com formação obtida há mais de oito anos, que se enquadre, preferencialmente, na categoria pesquisador 1 do CNPq ou demonstrar produção científica equivalente e com vínculo empregatício com instituição de ensino superior ou de pesquisa brasileira, visando o intercâmbio científico e o estabelecimento de parcerias com congêneres internacionais, direcionado à execução de projeto de pesquisa, sempre inserido no contexto institucional de atuação do candidato. • As bolsas de Treinamento de Especialistas no Exterior, direcionadas a técnicos e pesquisadores de empresas, serão oferecidas através de chamas públicas nacionais periódicas e também acopladas a projetos de P&D apoiados por programas de fomento como RHAE-CNPq, PAPPE-FINEP e similares. Obrigações das Universidades brasileiras cujos alunos recebam bolsas SWG e SWE. • Reconhecimento dos créditos obtidos no exterior; • Acompanhamento das atividades dos estudantes pelos orientadores brasileiros; Processo de seleção dos jovens cientistas de grande talento • O CNPq e a CAPES abrirão chamadas públicas internacionais periódicas, com divulgação em revistas de grande prestígio, para concessão de bolsas nesta modalidade; • Os INCTs e os Institutos do MCT são fortemente estimulados a utilizar este mecanismo; • A partir do ano de 2012, o CNPq buscará estabelecer parceria com as FAPs e empresas para atuação conjunta na atração de jovens talentos; • Terão preferência as candidaturas nas quais haja claro compromisso de contratação do pesquisador pela empresa interessada ou de absorção por universidade Process de seleção dos Pesquisadores Visitantes Especiais • O CNPq e a CAPES abrirão chamadas públicas internacionais periódicos, em revistas de grande prestígio, para concessão de bolsas nesta modalidade; • Os INCTs e os Institutos do MCT são fortemente estimulados a utilizar este mecanismo; 14 • As ICTs brasileiras e as FAPs poderão apresentar candidaturas compatíveis com este componente do programa para negociação, caso a caso, da possibilidade de compartilhamento dos custos. • A CAPES apóia visitas de média ou longa duração, de professores do exterior convidados por cursos de doutorado de Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras. É concedida bolsa de no máximo R$8.900, passagem aérea e auxílio instalação e a visita pode variar de 4 a 12 meses. • • Gestão do Programa Ciência sem Fronteiras Será Constituído um Comitê Gestor do Programa Ciência sem Fronteiras composto por representantes do CNPq, CAPES, SESu e SeTec, em número e membros definidos pelos Ministros da Educação e da Ciência e Tecnologia. Poderão ser incluidos representantes de outras agências de fomento e associações representativas das Universidades brasileiras. 15 Cronograma de Implantação do Programa Cronograma de implantação das bolsas no CNPq Jovem CiTreinamento Pesquisador entista de Doutorado Graduação PósDoutorado Estágio- de EspecialisVisitante esgrande Sanduiche Sanduiche Doutorado Pleno senior ta no Exterior pecial (no talento (no (empresa) Brasil) Brasil) 700 2000 800 140 40 100 100 10 2011 2012 1500 3000 1000 300 120 100 100 20 2013 3500 4500 1200 500 200 200 100 30 2014 5000 6000 2000 1000 300 300 100 40 Total 10700 15500 5000 1940 660 700 400 100 Cronograma de implantação das bolsas na CAPES Ano Doutorado sanduíche no exterior Doutorado pleno no exterior 2011 2012 2013 2014 Total 2.000 3.500 4.100 4.300 13.900 250 2.000 2.400 3.200 7.850 PósGraduação doutorado no sanduíche no exterior exterior 400 1.000 1.200 1.300 3.900 Estágio Sênior no exterior Jovem Cientista de grande talento (no Brasil) Pesquisador Visitante especial (no Brasil) Total 100 500 600 800 2.000 100 120 120 120 460 50 80 80 80 290 3.400 10.200 12.200 14.200 40.000 500 3.000 3.700 4.400 11.600 Cronograma Global de implementação anual de novas bolsas CNPq Ano 2010 2011 2012 2013 2014 Novas bolsas por ano 3.890 6.140 10.230 14.740 35.000 Remanescentes do Ano anterior 250 670 1.300 Bolsistas ativos no ano 500 3.890 6.390 10.900 16.040 Novas bolsas por ano 3.400 10.200 12.200 14.200 40.000 CAPES Remanescentes do Ano anteriBolsistas or ativos no ano 5.000 3.237 6.637 3.400 13.600 2.600 14.800 5.200 19.400 16 Orçamento Custos totais do programa O custo do programa, nas suas diversas modalidades, é apresentado na tabela abaixo: CNPq Descrição Doutorado sanduíche no exterior Doutorado pleno no exterior Pós-doutorado no exterior Graduação sanduíche no exterior Estágio para especialistas no exterior (empresas) Estágio Sênior no exterior Total CAPES Quantidade Orçamento (R$) Quantidade Orçamento (R$) 10.700 397.184.000 13.900 387.569.920 1.940 135.510.682 7.850 614.093.760 5.000 240.800.000 3.900 207.184.320 15.500 464.752.000 11.600 199.873.344 700 22.064.000 660 19.958.400 2.000 63.050.400 34.500 1.280.269.082 39.250 1.471.771.744 CNPq Descrição CAPES Quantidade Quantidade Orçamento (R$) Jovens Talentos Pesquisador Visitante Especial 400 105.228.000 460 110.913.200 100 29.792.000 290 114.790.200 Total 500 135.020.000 750 225.703.400 CNPq Descrição CAPES Quantidade Orçamento (R$) Quantidade Orçamento (R$) Orçamento (R$) Total 35.000 1.415.289.082 40.000 1.697.475.144 Gestão e Administração do Programa Total Geral 1% 14.152.891 1.429.441.973 2% 33.949.503 1.731.424.647 17 Orçamento Anual do Programa Orçamento Anual para as Bolsas implementadas no CNPq/MCT ( valores em R$) 2011 (considerando os meses de implementação) 2012 (incluindo os remanescentes do ano anterior) 2013 (incluindo os remanescentes do ano anterior) 2014 (incluindo os remanescentes do ano anterior) 7.587.328 74.076.672 129.920.000 185.600.000 397.184.000 1.648.282 11.250.176 17.740.800 75.437.824 37.900.800 57.792.000 78.220.800 96.320.000 135.510.682 240.800.000 17.510.656 353.203 132.409.344 4.485.197 134.928.000 6.048.000 179.904.000 9.072.000 464.752.000 19.958.400 920.384 5.383.616 6.304.000 9.456.000 22.064.000 457.856 4.704.000 9.408.000 15.222.144 29.792.000 105.228.000 1.415.289.082 Doutorado Sanduiche Doutorado Integral Pós-Doutorado Sanduiche na Graduação Estágio Senior Treinamento de Especialista no Exterior Pesquisador Visitante Especial Pesquisador Jovem Talento TOTAL 3.414.064 23.384.000 35.076.000 43.353.936 43.141.949 337.621.453 417.376.800 617.148.880 Total Orçamento Geral para as Bolsas implementadas na CAPES/MEC ( valores em R$) 2011* 2012 2013 2014 68.337.920 111.360.000 101.461.333 106.410.667 387.569.920 Doutorado Integral 19.373.760 90.720.000 187.488.000 316.512.000 614.093.760 Pós-Doutorado 28.992.320 57.792.000 57.792.000 62.608.000 207.184.320 29.714.144 48.724.000 55.470.400 65.964.800 199.873.344 Estágio Senior 4.082.400 16.632.000 18.144.000 24.192.000 63.050.400 Pesquisador Visitante Especial 2.923.000 21.870.400 34.414.400 55.582.400 114.790.200 Pesquisador Jovem Talento 1.960.000 24.236.000 38.266.400 46.450.800 110.913.200 155.383.544 371.334.400 493.036.533 677.720.667 1.697.475.144 Doutorado Sanduiche (1) Total Sanduiche na Graduação (2) TOTAL *em 2011, foram considerados três meses de implementação para as novas bolsas Estão contabilizadas as bolsas remanescentes em cada ano Foi acrescentado o número de bolsistas ativos em 2011 18 Cronograma de ação das duas agências DATA ATIVIDADE Junho, 2011 Obtenção de recursos adicionais para 2011; Ampliação de novos acordos internacionais; Criação das novas modalidades de bolsas. Julho, 2011 Reformulação dos acordos com as instituições de ciência e tecnologia (ICTs) detentoras de cotas do PIBIC para inclusão da modalidade de bolsas internacionais (CNPq); Duplicação do número de bolsas de doutorado sanduíche (CAPES); Lançamento de editais para as diversas modalidades de bolsa. Agosto, 2011 Julgamento dos editais e análise das solicitações de bolsas pelas ICTs. Setembro, 2011 Início da ativação das bolsas. A implantação das bolsas se dará ao longo dos 12 meses da etapa 1. Março, 2012 Lançamento dos editais do Ciência sem Fronteiras 2012 e reajuste das cotas das ICTs. Julho, 2012 Julgamento dos editais e análise das solicitações de bolsas pelas ICTs. Setembro, 2012 Início das bolsas da segunda fase Outubro, 2012 Avaliação da primeira fase do Ciência sem Fronteiras. Março, 2013 Lançamento dos editais do Ciência sem Fronteiras 2012 e reajuste das cotas das ICTs. Julho, 2013 Julgamento dos editais e análise das solicitações de bolsas pelas ICTs. Setembro, 2013 Início das bolsas da terceira fase Outubro, 2013 Avaliação da segunda fase do Ciência sem Fronteiras. Março, 2014 Lançamento dos editais do Ciência sem Fronteiras 2012 e reajuste das cotas das ICTs. Abril, 2014 Avaliação do Ciência sem Fronteiras. Julho, 2014 Julgamento dos editais e análise das solicitações de bolsas pelas ICTs. Setembro, 2014 Início das bolsas da quarta fase. Outubro, 2014 Decisão quanto ao futuro do programa. 19 Contatos Informações sobre esta proposta do Ciência sem Fronteiras podem ser obtidas em: No MCT/CNPq: [email protected] Na MEC/CAPES: [email protected] Na MEC/SESu: Na MEC/SETEC: 20 ANEXO I Número de Estudantes de Instituições de Ensino Superior selecionados pelo Prouni com pontuação >650 Por Região, Unidade Federativa, e curso das áreas de Exatas e Biológicas 21 UF Biológicas Exatas Total Biológicas /Exatas AC AM AP PA RR RO TO NORTE % 16 57 7 86 4 105 50 325 4% 3 30 4 163 2 33 26 261 3% 19 87 11 249 6 138 76 586 3% AL BA CE MA RN PB PE PI SE NORDESTE % 19 365 219 147 128 104 147 170 51 1.350 19% 3 486 107 99 73 23 181 29 77 1.078 11% 22 851 326 246 201 127 328 199 128 2.428 14% DF GO MS MT CENTROOESTE % 131 184 82 37 173 280 69 32 304 464 151 69 434 6% 554 6% 988 6% ES MG RJ SP SUDESTE % 141 1.344 566 1.816 3.867 53% 146 2090 786 2851 5.873 61% 287 3434 1352 4667 9.740 58% PR RS SC SUL % 491 625 193 1.309 18% 602 957 260 1.819 19% 1093 1582 453 3.128 19% Total 7.285 9.585 16.870 22 Cursos Área Biológicas Agronomia Bioenergia Biomedicina Biotecnologia Ciências Ambientais Ciências Biológicas Enfermagem Farmácia Fisioterapia Fonoaudiologia Gestão Ambiental Medicina Medicina Veterinária Nutrição Oceanografia Odontologia Psicologia Química Radiologia Terapia Ocupacional Zootecnia TOTAL Nº Bolsistas Prouni 97 3 418 9 1 367 954 708 539 27 130 1.490 247 328 3 624 1.122 156 37 21 4 7.285 Cursos Área Exatas Análise E Desenvolvimento De Sistemas Arquitetura E Urbanismo Automação Industrial Ciências Contábeis Computação Construção Naval Desenho Industrial Eletrotécnica Engenharias Fabricação Mecânica Física Matemática Mecatrônica Industrial Petróleo E Gás Processos Químicos Produção Multimídia Redes De Telecomunicações TOTAL % Bolsistas Prouni 1,33% 0,04% 5,74% 0,12% 0,01% 5,04% 13,10% 9,72% 7,40% 0,37% 1,78% 20,45% 3,39% 4,50% 0,04% 8,57% 15,40% 2,14% 0,51% 0,29% 0,05% 100% Nº Bolsistas % BolsisProuni tas Prouni 1.007 908 29 971 640 1 51 8 5.740 9 25 121 23 30 7 14 1 9.585 10,51% 9,47% 0,30% 10,13% 6,68% 0,01% 0,53% 0,08% 59,89% 0,09% 0,26% 1,26% 0,24% 0,31% 0,07% 0,15% 0,01% 100% 23 Número de Estudantes de Instituições de Ensino Superior selecionados pelo SiSU com pontuação >650 Por Região, Unidade Federativa, e curso das áreas de Exatas e Biológicas 24 UF Biológicas Exatas AC AM AP PA RR RO TO NORTE % 411 116 19 11 83 640 4% 679 10 379 30 27 171 1.296 4% Total Biológicas /Exatas 1.090 10 495 49 38 254 1.936 4% AL BA CE MA RN PB PE PI SE NORDESTE % 14 465 1174 941 112 103 1218 749 25 4.801 31% 24 657 2.225 1.158 577 394 1.436 856 81 7.408 24% 38 1.122 3.399 2.099 689 497 2.654 1.605 106 12.209 27% DF GO MS MT CENTROOESTE % 8 36 396 935 120 640 1.366 8 156 1.036 2.301 1.375 9% 2.126 7% 3.501 8% ES MG RJ SP SUDESTE % 27 1753 3311 1348 6.439 41% 349 3.815 4.971 5.060 14.195 47% 376 5.568 8.282 6.408 20.634 45% PR RS SC SUL % 315 1997 44 2.356 15% 3.669 1.438 122 5.229 17% 3.984 3.435 166 7.585 17% Total 15.611 30.254 45.865 25 Cursos da Área Biológicas Nº Estudantes Sisu AGROECOLOGIA AGROINDÚSTRIA AGRONOMIA ALIMENTOS AQÜICULTURA BIOMEDICINA BIOQUÍMICA BIOTECNOLOGIA CIÊNCIAS CIÊNCIAS AGRÁRIAS CIÊNCIAS AGRÍCOLAS CIÊNCIAS AMBIENTAIS CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CIÊNCIAS DA NATUREZA ECOLOGIA ENFERMAGEM FARMÁCIA FISIOTERAPIA FONOAUDIOLOGIA GESTÃO AMBIENTAL MEDICINA MEDICINA VETERINÁRIA NUTRIÇÃO OCEANOGRAFIA ODONTOLOGIA PROCESSOS AMBIENTAIS PSICOLOGIA RADIOLOGIA SANEAMENTO AMBIENTAL SAÚDE TERAPIA OCUPACIONAL TOXICOLOGIA AMBIENTAL VITICULTURA E ENOLOGIA ZOOTECNIA TOTAL 38 1 1.052 143 5 310 15 338 180 13 8 307 33 2.080 108 12 1.281 1.404 573 115 452 1.954 1.140 908 107 854 62 1.087 151 115 163 186 3 15 398 15.611 % Estudantes Sisu 0,24% 0,01% 6,74% 0,92% 0,03% 1,99% 0,10% 2,17% 1,15% 0,08% 0,05% 1,97% 0,21% 13,32% 0,69% 0,08% 8,21% 8,99% 3,67% 0,74% 2,90% 12,52% 7,30% 5,82% 0,69% 5,47% 0,40% 6,96% 0,97% 0,74% 1,04% 1,19% 0,02% 0,10% 2,55% 100% 26 Cursos da Área de Exatas ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ARQUITETURA E URBANISMO ASTRONOMIA AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS CIÊNCIAS CONTÁBEIS CIÊNCIAS EXATAS CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DA TERRA ELETRÔNICA INDUSTRIAL ELETROTÉCNICA INDUSTRIAL ENGENHARIAS ESTATÍSTICA FÍSICA GEOFISICA GEOLOGIA GEOPROCESSAMENTO GESTÃO DA INFORMAÇÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL INFORMÁTICA MATEMÁTICA MECATRÔNICA INDUSTRIAL METEOROLOGIA NANOTECNOLOGIA POLÍMEROS PROCESSOS QUÍMICOS QUÍMICA SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES SISTEMAS ELÉTRICOS SISTEMAS ELETRÔNICOS TECNOLOGIA EM ELETROMECÂNICA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TOTAL Nº Estudantes Sisu 1.014 586 5 134 1.727 3.907 18 1.226 170 130 28 52 14.386 411 1.185 64 232 48 6 52 61 1.447 159 36 34 3 174 1.943 181 41 37 11 % Estudantes Sisu 3,35% 1,94% 0,02% 0,44% 5,71% 12,92% 0,06% 4,05% 0,56% 0,43% 0,09% 0,17% 47,55% 1,36% 3,92% 0,21% 0,77% 0,16% 0,02% 0,17% 0,20% 4,78% 0,52% 0,12% 0,11% 0,01% 0,58% 6,42% 0,60% 0,13% 0,12% 0,04% 744 30.254 2,46% 100% 27 Quantidade de Estudantes do Ensino Superior que Recebem Bolsa PIBIC Quantidade de cotas em uso por Instituições 28 Quadro de Cotas do PIBIC em Uso - 20/6/2011 Instituição Quantidade de Cotas PIBIC em Uso Universidade de São Paulo 1.208 Universidade Federal do Rio de Janeiro 812 Universidade Federal do Rio Grande do Sul 732 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho 660 Universidade Federal de Minas Gerais 640 Universidade Estadual de Campinas 611 Universidade Federal do Ceará 569 Universidade Federal de Pernambuco 543 Universidade Federal da Bahia 506 Universidade de Brasília 479 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária 478 Universidade Federal de Santa Catarina 467 Universidade Federal da Paraíba 457 Universidade Federal do Rio Grande do Norte 456 Universidade Federal Fluminense 418 Universidade Federal do Pará 393 Universidade Federal do Paraná 380 Universidade Federal de Viçosa 352 Fundação Oswaldo Cruz 351 Universidade Federal de São Paulo 346 Universidade Federal de Santa Maria 320 Universidade do Estado do Rio de Janeiro 317 Universidade Federal de Alagoas 295 Universidade Federal de Goiás 294 Universidade Federal de Mato Grosso 289 Universidade Federal de São Carlos 284 Universidade Estadual de Maringá 262 Universidade Estadual de Londrina 256 TOTAL: 24.500 29 Melhores Universidades do Mundo em Engenharias e Tecnologia Classificação da Times Higher Education E QS Wolrd University Rankings Cursos: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Arquitetura e Urbanismo, Astronomia, Automação Industrial, Ciência da Computação, Ciência e Tecnologia, Ciências Atmosféricas, Eletrotécnica Industrial, Engenharias, Estatística, Física, Geofísica, Geologia, Gestão da Produção Industrial, Geoprocessamento, Matemática, Mecatrônica Industrial, Metereologia, Nanotecnologia, Química, Sistemas de Informação,Sistemas de Telecomunicações. 30 Classificação Nome País 1 California Institute of Technology United States 2 Massachusetts Institute of Technology United States 3 Stanford University United States 4 Princeton University United States 5 University of California Berkeley United States 5 Harvard University United States 6 University of Cambridge 7 Swiss Federal Institute of Technology Zurich 8 University of Oxford 8 University of California, Los Angeles (UCLA) 9 Imperial College London 10 Georgia Institute of Technology United States 11 Carnegie Mellon University United States 12 Cornell University United States 12 National University of Singapore (NUS) 13 University of Toronto Canada 14 University of Michigan United States 15 University of Illinois - Urbana United States 16 National University of Singapore 16 Yale University United States 17 Columbia University United States 17 University of California Santa Barbara United States 18 Northwestern University United States 18 University of Texas at Austin United States 18 Nanyang Technological University (NTU) Singapore 19 University of Hong Kong Hong Kong 19 University of Chicago 19 The University of Melbourne 20 Tsinghua University 20 Hong Kong University of Science and Technology 22 University of Tokyo Japan 22 Ecole Polytechnique France 23 McGill University Canada United Kingdom Switzerland United Kingdom United States United Kingdom Singapore Singapore United States Australia China Hong Kong 31 24 University of Pennsylvania 24 École Polytechnique Federale of Lausanne 25 University of Washington 25 Peking University 26 University of Massachusetts 28 Pohang University of Science and Technology 29 Brown University 30 University of Melbourne Australia 30 University of Edinburgh United Kingdom 31 The University of Manchester United Kingdom 31 University of California San Diego United States 32 Rice University United States 33 Delft University of Technology Netherlands 34 Purdue University United States 34 University of Wisconsin United States 34 Ecole Normale Superieure, Paris France 36 University of Waterloo Canada 36 Monash University Australia 37 University of Queensland Australia Australia 38 Indian Institute of Technology Kanpur (IITK) 38 University of British Columbia Canada 38 University of Freiburg Germany 39 New York University (NYU) 39 Technische Universität München 39 Duke University United States 40 Johns Hopkins University United States 40 The University of Auckland New Zealand 40 University of Sydney 41 University of Southern California United States 41 University of Minnesota United States 42 University of California Davis United States 42 The University of New South Wales 43 Indian Institute of Technology Delhi (IITD) 43 Birkbeck, University of London United Kingdom 44 Australian National University Australia United States Switzerland United States China United States Republic of Korea United States India United States Germany Australia Australia India 32 46 National Taiwan University 46 University of Basel 46 Politecnico di Milano 47 Rheinisch-Westfälische Technische Hochschule Aachen 47 University of Bristol 47 University of Amsterdam Netherlands 47 University of Notre Dame United States 48 48 Nanjing University KAIST - Korea Advanced Institute of Science & Technology Korea, South 48 Seoul National University Korea, South 48 University of Science and Technology of China China 49 Indian Institute of Technology Madras (IITM) India 49 49 Bielefeld University London School of Economics and Political Science (LSE) 50 Indian Institute of Technology Bombay (IITB) 50 Ohio State University 50 Tokyo Institute of Technology Japan 50 Indian Institute of Technology Roorkee (IITR) India Taiwan Switzerland Italy Germany United Kingdom China Germany United Kingdom India United States 33 Melhores Universidades do Mundo em Ciências da Vida Classificação da Times Higher Education E QS World University Rankings Cursos: Agroecologia, Agronomia, Bioquímica, Biotecnologia, Ciências Ambientais, Ciências Atmosféricas, Ciências biológicas, Ciências da natureza, Gestão ambiental, Oceanografia, Química, Saneamento ambiental, Viticultura e enologia, Zoologia. 34 Classificação Nome País 1 Massachusetts Institute of Technology United States 2 Harvard University United States 3 Stanford University United States 4 University of Oxford United Kingdom 5 Yale University 5 University of Cambridge 7 California Institute of Technology (Caltech) United States 7 University of California Berkeley United States 8 Johns Hopkins University United States 9 Imperial College London United Kingdom 10 Princeton University 11 University College London 12 University of California Los Angeles United States 13 Duke University United States 14 University of California San Diego United States 15 National University of Singapore (NUS) 15 University of Washington United States 16 University of Michigan United States 17 Cornell University United States 18 Columbia University United States 19 University of British Columbia Canada 20 University of Toronto Canada 20 University of Illinois at Urbana-Champaign United States 21 Ludwig-Maximilians-Universität München Germany 21 University of Texas at Austin United States 21 University of Pennsylvania United States 21 Arizona State University United States 22 University of Wisconsin United States 23 McGill University 24 University of California Davis 25 University of Basel 25 University of Chicago 26 University of Edinburgh United States United Kingdom United States United Kingdom Singapore Canada United States Switzerland United States United Kingdom 35 27 Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne 27 Washington University Saint Louis 28 Karolinska Institute 29 Northwestern University United States 29 University of Hong Kong Hong Kong 29 Rensselaer Polytechnic Institute 30 Peking University China 30 University of Tokyo Japan 31 University of North Carolina, Chapel Hill 31 University of Sussex 32 University of Colorado at Boulder 32 University of Melbourne 32 Georgia Institute of Technology 33 Durham University 33 Tokyo Metropolitan University 33 Boston University 34 Swiss Federal Institute of Technology Zurich 34 Technische Universität München 35 University of Leeds 35 Kyoto University Japan 36 University of York United Kingdom 36 Trinity College Dublin 36 Brown University 37 Tsinghua University 37 The University of Manchester 37 Pohang University of Science and Technology 38 University of Queensland Australia 38 Pennsylvania State University United States 39 Rice University United States 39 University of Dundee 39 Australian National University Australia 39 University of Adelaide Australia 40 Seoul National University Korea, South 40 University of Southampton United Kingdom 41 Pontificia Universidad Católica de Chile Switzerland United States Sweden United States United States United Kingdom United States Australia United States United Kingdom Japan United States Switzerland Germany United Kingdom Ireland United States China United Kingdom Republic of Korea Australia United Kingdom Chile 36 42 Monash University 43 University of California Santa Barbara 43 The Hong Kong University of Science and Technology 43 The University of Auckland 44 University of Barcelona Spain 45 University of Cape Town South Africa 46 Ecole Normale Superieure, Paris 46 The University of Sydney 47 King's College London United Kingdom 47 Royal Holloway University of London United Kingdom 47 United States 48 Ohio State University Rheinisch-Westfälische Technische Hochschule Aachen 48 Vanderbilt University United States 48 Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg 48 University of Bristol 49 Université Pierre et Marie Curie (UPMC) 49 Utrecht University 49 University of Munich 50 Hong Kong University of Science and Technology 50 Osaka University Australia United States Hong Kong New Zealand France Australia Germany Germany United Kingdom France Netherlands Germany Hong Kong Japan 37 Melhores Universidades do Mundo em Ciências da Saúde Classificação da Times Higher Education e QS World University Rankings Cursos: Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Saúde, Terapia Ocupacional. 38 Classificação Nome País 1 Harvard University United States 2 Stanford University United States 3 University of Cambridge 3 Massachusetts Institute of Technology (MIT) 4 University of Oxford United Kingdom 5 Imperial College London United Kingdom 6 Yale University United States 7 Johns Hopkins University United States 8 University of California Los Angeles United States 9 Columbia University United States 10 University College London 11 University of California Berkeley United States 11 California Institute of Technology (Caltech) United States 12 University of Toronto 13 University of Washington United States 14 Duke University United States 15 University of Michigan United States 16 University of Pennsylvania United States 17 University of North Carolina, Chapel Hill United States 17 University of California, San Francisco United States 18 University of Melbourne Australia 19 McGill University Canada 20 Washington University Saint Louis 21 Karolinska Institute 22 University of Hong Kong 23 University of Chicago United States 24 University of Pittsburgh United States 25 University of Sydney 26 University of California San Diego 27 King's College London United Kingdom 27 Rockefeller University United States 28 Cornell University United States 29 University of British Columbia United Kingdom United States United Kingdom Canada United States Sweden Hong Kong Australia United States Canada 39 30 McMaster University Canada 31 Monash University Australia 32 Emory University United States 33 Boston University United States 34 Tufts University United States 35 University of Edinburgh 36 36 University of Massachusetts The University of Texas M. D. Anderson Cancer Center 37 University of Tokyo Japan 38 Kyoto University Japan 38 Vanderbilt University 39 National University of Singapore Singapore 40 University of Adelaide Australia 41 University of California Irvine 41 Humboldt-Universität zu Berlin Germany 42 Erasmus University Rotterdam Netherlands 42 Leiden University Netherlands 42 University of Queensland Australia 43 University of Glasgow 44 Northwestern University United States 45 University of Wisconsin United States 45 University of Manchester United Kingdom 46 Australian National University Australia 46 University of Helsinki Finland 47 University of Alberta Canada 47 University of Auckland 48 University of Bristol 49 New York University (NYU) 49 Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg 49 University of Barcelona Spain 50 University of Montreal Canada United Kingdom United States United States United States United States Australia United Kingdom New Zealand United Kingdom United States Germany 40 Melhores Universidades da América do Norte Classificação da Times Higher Education E QS World University Rankings 41 Instituição País Arizona State University United States Boston College United States Boston University United States Brown University United States California Institute of Technology United States Carleton University Canada Carnegie Mellon University United States Case Western Reserve University United States Columbia University United States Concordia University Canada Cornell University Dalhousie University United States Canada Dartmouth College United States Drexel University United States Duke University United States Emory University United States George Washington University United States Georgetown University United States Georgia Institute of Technology United States Harvard University United States Indiana University United States Iowa State University United States Johns Hopkins University United States Kent State University United States Laval University Massachusetts Institute of Technology Canada United States McGill University Canada McMaster University Canada Medical College of Georgia United States Michigan State University United States New York University United States Northwestern University United States Ohio State University United States 42 Pennsylvania State University United States Princeton University United States Purdue University United States Queen's University Canada Rensselaer Polytechnic Institute United States Rice University United States Rutgers the State University of New Jersey United States Simon Fraser University Canada Stanford University United States Stony Brook University United States The University of Western Ontario Tufts University Canada United States Université de Montréal Canada University of Alberta Canada University of Arizona United States University of British Columbia Canada University of Calgary Canada University of California Berkeley United States University of California Davis United States University of California Irvine United States University of California Los Angeles United States University of California Riverside United States University of California San Diego United States University of California Santa Barbara United States University of California Santa Cruz United States University of Chicago United States University of Cincinnati United States University of Colorado United States University of Delaware United States University of Guelph Canada University of Hawaii United States University of Illinois - Chicago United States University of Illinois - Urbana United States University of Iowa United States University of Maryland College Park United States 43 University of Massachusetts United States University of Michigan United States University of Minnesota United States University of Montreal Canada University of North Carolina, Chapel Hill United States University of Notre Dame United States University of Ottawa Canada University of Pennsylvania United States University of Pittsburgh United States University of Southern California United States University of Toronto University of Utah Canada United States University of Victoria Canada University of Virginia United States University of Washington United States University of Waterloo Canada University of Wisconsin United States Vanderbilt University United States Wake Forest University United States Washington University Saint Louis United States William & Mary United States Yale University United States Yeshiva University United States York University Canada 44 Melhores Universidades da Europa Classificação da Times Higher Education E QS World University Rankings 45 Instituição Aarhus University Academy of Sciences of the Czech Republic Bielefeld University País Dinamarca Republica Checa Alemanha Birkbeck, University of London Reino Unido Catholic University of Leuven Bélgica Charles University Christian-Albrechts-Universität zu Kiel Delft University of Technology Durham University Eberhard Karls Universität Tübingen Republica Checa Alemanha Holanda Reino Unido Alemanha École Centrale de Paris França École des Ponts, ParisTech França École Normale Supérieure de Lyon França Ecole Normale Superieure, Paris França Ecole Polytechnique França École Polytechnique Federale of Lausanne Suíça Eindhoven University of Technology Holanda ENS de Lyon França Erasmus University Rotterdam Holanda Freie Universität Berlin Alemanha Georg-August-Universität Göttingen Alemanha Ghent University Bélgica Graz University of Technology Áustria Grenoble INP, Grenoble Institute of Technology França Humboldt University of Berlin Imperial College London Johann Wolfgang Goethe University Frankfurt am Main Johannes Gutenberg Universität Mainz Johannes Kepler University Linz Julius-Maximilians-Universität Würzburg Alemanha Reino Unido Alemanha Alemanha Áustria Alemanha Karl-Franzens-Universitaet Graz Áustria Karlsruhe Institute of Technology Alemanha 46 Karolinska Institute Suécia King's College London Reino Unido Lancaster University Reino Unido Leiden University London School of Economics and Political Science Ludwig-Maximilians-Universität München Holanda Reino Unido Alemanha Lund University Suécia Medical University of Vienna Áustria Newcastle University Pierre and Marie Curie University Pompeu Fabra University Queen Mary, University of London Rheinische Friedrich-Wilhelms-Universität Bonn Rheinisch-Westfälische Technische Hochschule Aachen Royal Holloway, University of London Royal Institute of Technology Reino Unido França Espanha Reino Unido Alemanha Alemanha Reino Unido Suécia Ruprecht Karl University of Heidelberg Alemanha RWTH Aachen University Alemanha Stockholm University Suécia Swedish University of Agricultural Sciences Suécia Swiss Federal Institute of Technology Zurich Suíça Technical University of Denmark Dinamarca Technical University of Munich Alemanha Technische Universität Berlin Alemanha Technische Universität Darmstadt Alemanha Technische Universität Dresden Alemanha Technische Universität München Alemanha Trinity College Dublin Irlanda Universität Bayreuth Alemanha Universität Bremen Alemanha Universität Düsseldorf Alemanha Universität Erlangen-Nürnberg Alemanha Universität Frankfurt am Main Alemanha Universität Freiburg Alemanha 47 Universität Hamburg Alemanha Universität Karlsruhe Alemanha Universität Stuttgart Alemanha Université Bordeaux 1, Sciences Technologies França Université Catholique de Louvain (UCL) Bélgica Université Claude Bernard Lyon 1 França Université de la Méditerranée, Aix-Marseille II França Université de Nice, Sophia-Antipolis França Université de Strasbourg França Université Grenoble, Joseph Fourier França Universite Libre de Bruxelles (ULB) Bélgica Université Lille 1, Sciences et Technologie França Université Lille 2 França Université Montpellier 2, Sciences et Techniques França Université Paris Dauphine França Université Paris-Sud 11 França Université Pierre et Marie Curie (UPMC) França Université Toulouse III, Paul Sabatier França University College Dublin Irlanda University College London Reino Unido University of Aberdeen Reino Unido University of Amsterdam Holanda University of Antwerp Bélgica University of Barcelona Espanha University of Basel Suíça University of Bergen Noruega University of Birmingham Reino Unido University of Bonn Alemanha University of Bristol Reino Unido University of Cambridge Reino Unido University of Copenhagen Dinamarca University of Dundee Reino Unido University of East Anglia Reino Unido University of Eastern Finland University of Edinburgh Finlândia Reino Unido 48 University of Exeter Reino Unido University of Freiburg Alemanha University of Geneva Suíça University of Ghent Bélgica University of Glasgow Reino Unido University of Göttingen Alemanha University of Groningen Holanda University of Helsinki Finlândia University of Innsbruck Áustria University of Konstanz Alemanha University of Lausanne Suíça University of Leeds Reino Unido University of Liege Bélgica University of Liverpool Reino Unido University of Manchester Reino Unido University of Munich University of Nottingham University of Oulu Alemanha Reino Unido Finlândia University of Oxford Reino Unido University of Sheffield Reino Unido University of Southampton Reino Unido University of Southern Denmark Dinamarca University of St. Andrews Reino Unido University of Sussex Reino Unido University of Tampere Finlândia University of Turku Finlândia University of Twente Holanda University of Vienna Áustria University of Würzburg Alemanha University of York Reino Unido University of Zurich Suíça Uppsala University Suécia Utrecht University Holanda Vienna University of Technology Áustria Vrije Universiteit Brussel (VUB) Bélgica 49 VU University Amsterdam Holanda Wageningen University and Research Center Holanda 50 Melhores Universidades da Ásia Classificação da Times Higher Education E QS World University Rankings 51 Instituição País Bilkent University Turkey Fudan University China Hong Kong Baptist University Hong Kong Hong Kong Polytechnic University Hong Kong Hong Kong University of Science and Technology Korea Advanced Institute of Science and Technology Hong Kong Republic of Korea Kyoto University Japan Middle East Technical University Turkey Nanjing University China Nankai University China Nanyang Technological University Singapore National Chiao Tung University Taiwan National Sun Yat-Sen University Taiwan National Taiwan University Taiwan National Tsing Hua University Taiwan National University of Singapore Singapore Osaka University Japan Peking University China Pohang University of Science and Technology Republic of Korea Seoul National University Republic of Korea Shanghai Jiao Tong University China Sun Yat-sen University China Tohoku University Japan Tokyo Institute of Technology Japan Tsinghua University China University of Hong Kong Hong Kong University of Science and Technology of China China University of Tokyo Japan Yonsei University Zhejiang University Republic of Korea China 52 Melhores Universidades da Oceania Classificação da Times Higher Education E QS World University Rankings 53 Instituição País Australian National University Australia Curtin University of Technology Australia Deakin University Australia Flinders University Australia Macquarie University Australia Monash University Australia Queensland University of Technology Australia RMIT University Australia The University of Adelaide Australia The University of Melbourne Australia The University of New South Wales Australia The University of Queensland Australia The University of Sydney Australia The University of Western Australia Australia University of Auckland New Zealand University of Newcastle Australia University of South Australia Australia University of Tasmania Australia University of Technology, Sydney Australia University of Wollongong Australia 54 Melhores Universidades da África Classificação da Times Higher Education E QS World University Rankings 55 Classificação Nome País 1 University of Cape Town 2 Alexandria University Egypt 3 Cairo University Egypt South Africa 56 Universidades de Qualidade nos Países do BRICS* Países e Áreas de Estudo * Lista de universidades de qualidade internacional dos países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), sem o Brasil, com classificação pelas seguintes áreas de estudos: Agricultura, Arquitetura, Ciências Biológicas, Engenharia Química, Engenharia Civil e Estruturas, Engenharia Elétrica e Eletrônica, Engenharia Mecânica, Outras Engenharias, Computação e Tecnologia de Informação, Ciências da Terra, Estudos Ambientais, Matemática, Medicina e Física. 57 Rússia Posição 1 2 3 4 5 6 7 Índia Posição 1 2 3 4 5 6 China Instituição Lomonosov Moscow State University Saint-Petersburg State University Novosibirsk State University Tomsk State University State University Higher School of Economics (HSE) Ural State University Kazan State University Instituição Indian Institute of Technology Bombay (IITB) Indian Institute of Technology Delhi (IITD) Jawaharlal Nehru University University of Delhi Indian Institute of Technology Roorkee (IITR) University of Calcutta Posição Instituição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Peking University Tsinghua University Fudan University Shanghai Jiao Tong University University of Science and Technology of China Nanjing University Zhejiang University Tongji University Xi'an Jiaotong University Tianjin University Pontuação 100.0 70.7 46.8 37.7 34.1 32.7 30.4 Pontuação 100.0 97.3 97.3 64.0 53.8 43.9 Pontuação 100.0 97.2 83.0 70.2 69.7 66.4 59.5 38.9 36.8 35.1 África do Sul Posição 1 2 3 4 Instituição University of Cape Town University of the Witwatersrand University of Pretoria University of Kwazulu-Natal Pontuação 100.0 61.4 43.7 35.3 58 Instituições de Educação Superior Brasileiras com IGC 4 e 5 Universidades públicas Universidades privadas Institutos Federais Centros Universitários e Faculdades (públicas) Centros Universitários e Faculdades (privadas) * 59 UNIVERSIDADES IGC 4 E 5 - PÚBLICAS IES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS 28 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITI29 NHONHA E MUCURI 30 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO 31 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ - UNIFEI 32 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ 33 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS UF (Sede) IGC - Faixas UNB UFOP UFSCAR UFV UEL FURG UERJ DF MG SP MG PR RS RJ 4 4 5 5 4 4 4 UFRN UFPR UFF UFES RN PR RJ ES 4 4 4 4 UFRRJ UFMG UFJF UFBA UFPB UFPE UFRGS UFSM UFC UFG UFSC UFRJ UFRPE RJ MG MG BA PB PE RS RS CE GO SC RJ PE 4 5 4 4 4 4 5 4 4 4 4 5 4 UTFPR UNIFESP UFLA UNIFALMG PR SP MG 4 5 5 MG 4 UFVJM UFTM UNIFEI UNIOESTE UFPEL MG MG MG PR RS 4 5 4 4 4 Sigla 60 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UNIRIO RJ 4 UFMS MS 4 UFCSPA UEPG RS PR 5 4 UENF UFCG UEA UERGS RJ PB AM RS 4 4 4 4 UNIVASF PE 4 UFGD MS 4 UNIVERSIDADES IGC 4 E 5 - PRIVADAS IES 1 UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE 2 DO SUL 3 UNIVERSIDADE FEEVALE 4 UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL 5 UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JA6 NEIRO 7 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Sigla UF (Sede) IGC - Faixas UNISINOS RS 4 PUCRS FEEVALE UNISC ULBRA RS RS RS RS 4 4 4 4 PUC-RIO PUCSP RJ SP 4 4 61 INSTITUTOS FEDERAIS IGC 4 E 5 IES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Sigla CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUL-RIOGRANDENSE INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO NORTE DE MINAS GERAIS UF IGC - Faixas CEFET/RJ RJ 4 IFPB PB 4 IFSul RS 4 IFES ES 4 IFPE PE 4 IFSP SP 4 IFG GO 4 IF-SC SC 4 IFRJ RJ 4 MG 4 MG 4 IFNMG CENTROS UNIVERSITÁRIOS E FACULDADES - IGC 4 E 5 - PRIVADAS 1 IES Sigla UF (Sede) Organização Acadêmica IGC Faixas CENTRO UNIVERSITÁRIO FECAP FECAP SP Centro Universitário 4 62 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 CENTRO UNIVERSITÁRIO CENUNICEP TRAL PAULISTA CENTRO UNIVERSITÁRIO DO INSTITUTO MAUÁ DE TECNOCEUN-IMT LOGIA CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL FEI INACIANA PE SABÓIA DE MEDEIROS FACULDADES INTEGRADAS FAESA I ESPÍRITO SANTENSES FACULDADE DOUTOR FRANFAFRAM CISCO MAEDA FACULDADE DE COMPUTAÇÃO FCI-FAAP E INFORMÁTICA DA FUNDAÇÃO ALVARES PENTEADO FACULDADE DE ECONOMIA E FACULDADES FINANÇAS IBMEC IBMEC INSTITUTO DE ENSINO SUPECOC RIOR COC FACULDADE IBMEC IBMEC FACULDADE ANHANGUERA DE PELOTAS FACULDADE DE CIÊNCIAS GECESG RENCIAS DE SÃO GOTARDO FACULDADE DE TECNOLOGIA FTT TERMOMECÂNICA FACULDADE DE TECNOLOGIA FATEP DE PIRACICABA SP Centro Universitário 4 SP Centro Universitário 4 SP Centro Universitário 4 ES Faculdade 4 SP Faculdade 4 SP Faculdade 4 RJ Faculdade 5 SP Faculdade 4 MG Faculdade 4 RS Faculdade 4 MG Faculdade 4 SP Faculdade 4 SP Faculdade 4 CENTROS UNIVERSITÁRIOS E FACULDADES - IGC 4 E 5 - PÚBLICAS 15 16 17 18 19 CENTRO UNIVERSITÁRIO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ ESCOLA NACIONAL DE CIÊNCIAS ESTATÍSTICAS FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA USJ SC Centro Universitário 5 ENCE RJ Faculdade 4 FATEC SO SP Faculdade 4 ITA SP Faculdade 5 IME RJ Faculdade 5 63