1. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL E CULTURAL SÃO JOSÉ CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO JOSÉ DE ITAPERUNA Projeto Pedagógico de Curso Licenciatura em História Itaperuna/RJ 2015 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO LICENCIATURA EM HISTÓRIA Reitor do Centro Universitário São José de Itaperuna Jader Almeida da Silva Pró-Reitor Acadêmico do Centro Universitário São José de Itaperuna Prof. Hudson de Oliveira Costa Secretário Geral do Centro Universitário São José de Itaperuna Prof. José Maria Cardozo Subsecretária do Centro Universitário São José de Itaperuna Ismênia Linhares Rezende Coordenação do Curso de História Prof. Me. Anízio Antônio Pirozi Sumário 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ......................................................................................... 5 1.1 Mantenedora ..................................................................................................................... 5 1.2 Base Legal da Mantenedora ............................................................................................. 5 1.3 Nome da IES ..................................................................................................................... 5 1.4 Base Legal da IES............................................................................................................. 5 1.5 Perfil e Missão da IES ...................................................................................................... 5 1.6 Missão............................................................................................................................... 6 1.7 Objetivos do Centro Universitário São José de Itaperuna ................................................ 6 1.8 Dados socioeconômicos e socioambientais da região ...................................................... 7 1.9 Breve Histórico da Fundação Educacional e Cultural São José ..................................... 10 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA ..................................................... 14 2.1 Denominação do Curso .................................................................................................. 14 2.2 Endereço de Funcionamento .......................................................................................... 14 2.3 Justificativa do Curso ..................................................................................................... 14 2.4 Ato Legal ........................................................................................................................ 15 2.5 Número de vagas anuais autorizadas .............................................................................. 15 2.6 Turno de Funcionamento ................................................................................................ 15 2.7 Carga Horária Total do Curso ......................................................................................... 15 2.8 Tempo de Integralização ................................................................................................. 15 2.9 Modalidade ..................................................................................................................... 16 2.10 Coordenação ................................................................................................................. 16 2.11 Tempo Médio de permanência do corpo docente ......................................................... 17 2.12 Demonstrativo Anual do Corpo Discente do Curso de História................................... 17 2.13 Convênios ..................................................................................................................... 17 3 CONTEXTO EDUCACIONAL ............................................................................................ 19 3.1 Breve Histórico do Curso de História ............................................................................ 19 3.2 Políticas institucionais no âmbito do curso .................................................................... 20 3.3 Programa de Iniciação Científica e Extensão – CENICE............................................... 22 3.4 Revista Transformar ....................................................................................................... 23 3.5 Extensão ......................................................................................................................... 23 3.6 Objetivos do curso .......................................................................................................... 25 3.7 Perfil profissional do egresso ......................................................................................... 26 3.8 Estrutura curricular ......................................................................................................... 28 3.9 Conteúdos curriculares ................................................................................................... 31 3.10 Metodologia .................................................................................................................. 35 3.11 Estágio curricular supervisionado................................................................................. 37 3.12 Relação com a rede de escolas da educação básica ...................................................... 38 3.13 Relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da educação básica .................................................................................................................................... 39 3.14 Relação teoria e prática................................................................................................. 39 3.15 Atividades complementares .......................................................................................... 40 3.16 Trabalho de conclusão de curso (TCC) ........................................................................ 41 3.17 Apoio ao discente ......................................................................................................... 42 3.18 Intercâmbios ................................................................................................................. 46 3.19 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso .............................................. 46 3.20 Tecnologias de informação e comunicação – TICs ...................................................... 48 3.21 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem .......................... 50 3.22 Aproveitamento de Estudos .......................................................................................... 51 3.23 Do aproveitamento discente extraordinário .................................................................. 51 3.24 Número de vagas .......................................................................................................... 52 3.25 Integração do curso com o sistema local e regional de educação ................................ 52 3.26 Atividades práticas de ensino ....................................................................................... 52 4 CORPO DOCENTE .............................................................................................................. 54 4.1Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE ............................................................ 54 4.2 Atuação do coordenador ................................................................................................. 55 4.3 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador .............................................................................................................................................. 56 4.4 Regime de trabalho do coordenador do curso ................................................................ 56 4.5 carga de coordenação do curso ....................................................................................... 56 4.6 Requisitos de titulação e experiência profissional do corpo docente ............................. 57 4.7 Titulação do corpo docente do curso .............................................................................. 58 4.8 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores ...................................... 59 4.9 Regime de trabalho do corpo docente do curso .............................................................. 59 4.10 Experiência profissional do corpo docente................................................................... 60 4.11 Experiência no exercício da docência na educação básica ........................................... 61 4.12 Experiência de magistério superior do corpo docente .................................................. 62 4.13 Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente ................................................. 62 4.14 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica. ................................................. 63 5 INFRAESTRUTURA............................................................................................................ 64 5.1 Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral - TI .......................................... 64 5.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos ......................... 64 5.3 Sala de professores ......................................................................................................... 64 5.4 Salas de aula ................................................................................................................... 65 5.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática......................................................... 65 5.6 Bibliografia básica .......................................................................................................... 65 5.7 Bibliografia complementar ............................................................................................. 66 5.8 Periódicos especializados ............................................................................................... 66 5.8 Laboratórios didáticos especializados: quantidade......................................................... 70 5.9 Laboratórios didáticos especializados: qualidade........................................................... 70 5.10 Laboratórios didáticos especializados: serviços ........................................................... 71 6 Requisitos legais e normativos .............................................................................................. 72 6.1. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso .................................................................. 72 6.2. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica ................................................. 72 6.3. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena...................................................... 72 6.4. Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos ....................................... 73 6.5. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.......................... 73 6.6. Titulação do corpo docente ............................................................................................ 74 6.7. Núcleo Docente Estruturante (NDE) ............................................................................. 74 6.8. Carga horária mínima, em horas – para Licenciatura Bacharelados e Licenciaturas .... 74 6.9 Tempo de integralização ................................................................................................. 75 6.10 Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, .. 75 6.11 Disciplina de Libras ...................................................................................................... 75 6.12 Informações acadêmicas ............................................................................................... 75 6.13 Políticas de educação ambiental ................................................................................... 76 6.14. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena .................................. 76 ANEXOS .................................................................................................................................. 77 1 Matriz Curricular ............................................................................................................... 77 2 Representação Gráfica – Estrutura Curricular ................................................................... 78 3 Ementário .......................................................................................................................... 79 4 Regimento das Atividades Complementares ................................................................... 107 5 Regulamento de Estágio Supervisionado ........................................................................ 119 6 REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ............................................................................................................................... 135 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES 1.1 Mantenedora Fundação Educacional e Cultural São José 1.2 Base Legal da Mantenedora Situada a Rua Major Porphírio nº 41, Centro, Itaperuna/RJ – CEP.: 28300-000, Registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas – Cartório do 3º ofício da Comarca sob nº185, livro A.1 de Pessoas Jurídica fls. 410. 1.3 Nome da IES Centro Universitário São José de Itaperuna 1.4 Base Legal da IES Parecer CEE nº 007, de 03/02/2009, publicado do D.O. de 12/05/2009. 1.5 Perfil e Missão da IES O Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ) busca oferecer cursos de graduação e pós-graduação lato sensu coerentes com o mercado de trabalho local e regional, sob a perspectiva de política de mercado contemporânea; e com a mesma qualidade, no que tange ao corpo docente especializado, dos grandes centros, oportunizando acesso e permanência no Ensino Superior, ampliando a escolarização da população local, e também daqueles que provêm de outros municípios do norte/noroeste do estado e/ou de outros estados circunvizinhos. São mais de 40 anos de credibilidade com a comunidade local e social pelos relevantes serviços educacionais que oferece buscando atender às demandas do Noroeste do Estado do Rio de Janeiro, região onde está situado e contribuir para a promoção da cidadania através da inclusão social dos acadêmicos. O UNIFSJ busca atender a demanda, através de princípios filosóficos e da sua visão de futuro, desenvolvendo suas ações pedagógicas pautado nas finalidades da educação superior, de forma coerente e condizente com a realidade local, tendo como perfil institucional: I - Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; 5 II – Formar profissionais para a participação no desenvolvimento social; III - Incentivar o trabalho de iniciação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, desenvolvendo a relação do homem com o contexto em que está inserido; V – Oferecer atividades acadêmico-científico-culturais com o intuito de suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora à prática cotidiana; VI – Promover ações sociais onde o estudante pode prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; VII - Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da iniciação científica geradas na instituição. 1.6 Missão Ser uma Instituição cuja excelência do desenvolvimento científico, tecnológico, artístico, cultural e da formação profissional contribua para a promoção de ações sociais que proporcionem a melhoria dos padrões de vida em sociedade, auxiliando numa convivência mais justa e solidária, de modo a garantir a aplicação dos valores democráticos e de cidadania como práxis universitária. 1.7 Objetivos do Centro Universitário São José de Itaperuna O Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ), como instituição educacional de ensino superior, tem como objetivos comuns, mantidas as características singulares aos cursos e o respeito às Diretrizes Curriculares: • Desenvolver o ensino, a pesquisa e a extensão universitária a fim de promover o desenvolvimento educacional, cultural e social da comunidade onde está inserida. • Formar nas diferentes áreas do conhecimento humano cidadãos(ãs) aptos(as) para sua inserção em setores profissionais, e para sua participação no desenvolvimento da sociedade brasileira; • Proporcionar o ensino de qualidade com tecnologia moderna para atendimento aos acadêmicos do UNIFSJ; • Garantir a efetividade da Comissão Própria de Avaliação (CPA) para que os processos 6 por ela desencadeados sejam vistos na comunidade como de superação de problemas concretos e de fixação de padrões de qualidade; • Estabelecer as Linhas Curriculares Institucionais, que nortearão as ações do Centro Universitário no ensino, na pesquisa e na extensão promover a assimilação de valores culturais, preservando as tradições, confrontando-as com outras concepções vinculadas pela sociedade e propondo alternativas de interpretações do sentido da existência humana, dentre outros. Para fazer jus a missão em atendimento aos objetivos estabelecidos, o Centro Universitário São José de Itaperuna está sempre buscando recursos necessários para a formação de um profissional ligado às mudanças do mundo contemporâneo. Para tal vem ao longo do tempo, implementando uma infraestrutura de ensino capaz de oferecer ao discente, a comodidade, o conforto e a segurança necessários, além das condições tecnológicas de ensino virtual e físico, este último por meio de ferramentas compatíveis com a formação acadêmica do discente e objetivos do Curso. 1.8 Dados socioeconômicos e socioambientais da região A economia da região no século XIX tinha como principal atividade a agropecuária, tendo a cultura do café como expoente. Na década de 40 com o esgotamento dos solos pelo café a pecuária leiteira entrou em evidência. Esta mudança refletiu no desenvolvimento econômico da região, principalmente, no êxodo rural em direção à metrópole - Rio de Janeiro, levando a um gradativo esvaziamento da área rural. A política de incremento da produção leiteira incentivou a gradual substituição dos rebanhos de corte pelo rebanho leiteiro. Assim, a base da economia local é calcada na pecuária leiteira, estimulada pela presença da fábrica de leite em pó Glória, na sede municipal. Entretanto, destaca-se a cultura de arroz, ao longo dos afluentes do Muriaé. O Rio de Janeiro sofre as consequências da migração campo/cidade. No entanto, nos seus municípios é possível se reconhecer, perspectivas de crescimento, que apontam para uma sociedade complexa e heterogênea, do ponto de vista estrutural e de produção. Itaperuna é um município que compõe a Região Noroeste Fluminense, juntamente com outros 12 municípios conforme tabela abaixo. O município está em posição geográfica que possibilita ainda o fácil acesso aos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo e a municípios vizinhos como Campos dos Goytacazes, Macaé, entre outros, o que coloca a cidade, inegavelmente, na situação de polo educacional. 7 Distante, aproximadamente 360 quilômetros da capital do estado do Rio de Janeiro, Itaperuna apresenta um contexto promissor para a operacionalização de ações condizentes com a missão e visão definida para o Centro Universitário São José de Itaperuna. Cidade Matriculados no Ensino Médio em 2012 População estimada 2012¹ Aperibé 343 10.882 habitantes Bom Jesus do Itabapoana 2037 35.896 habitantes Cambuci 528 14.849 habitantes Italva 435 14.489 habitantes Itaocara 862 22.824 habitantes Itaperuna 3356 98.521 habitantes Laje do Muriaé 301 7.341 habitantes Miracema 1123 26.724 habitantes Natividade 639 15.040 habitantes Porciúncula 639 18.293 habitantes Santo Antônio de Pádua 1660 41.108 habitantes São José de Ubá 249 7.175 habitantes Varre-Sai 346 9.966 habitantes ¹Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais. Alguns aspectos a serem considerados acerca do cenário local com base em dados atualizados pelo Censo 2012: Área da unidade territorial 1.105,341 Km² População residente total 95.841 pessoas População residente – Homens 46.553 pessoas População residente – Mulheres 49.288 pessoas Informações econômicas PIB per capita a preços correntes 17.309,05 Reais Número de empresas locais Informações educacionais 2.896 8 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais. Diponível em: http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/grafico_cidades.php?lang=&codmun=330220&idtema=117&search=rio-dejaneiro|itaperuna|ensino-matriculas-docentes-e-rede-escolar-2012. Conforme dados apresentados, Itaperuna é o mais populoso município da região. Observa-se que a população apresenta uma participação feminina superior à masculina. Ainda segundo dados do IBGE sobre os estudantes matriculados no Ensino Médio, o Centro Universitário São José de Itaperuna entra neste contexto, na capacitação destes estudantes e dos oriundos de toda a região, com a missão de: formar profissionais competentes inseridos na comunidade regional, capazes de construir o conhecimento, promover a cultura e o intercâmbio, a fim de comprometer-se com a qualidade de ensino, tendo em seu quadro doutores, doutorandos, mestres, mestrandos e especialistas totalmente integrados com todos os detalhes do projeto educacional e dispostos a contribuir para com a plena realização do trabalho. Segundo dados do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde(CNES) estão sob responsabilidade da Prefeitura Municipal de Itaperuna, 39 estabelecimentos, dentre estes: 1 ambulatório de saúde mental, 3 CAPS, 4 Centros de especialidades odontológicas, 1 Centro de Saúde Dr. Raul Travassos, 1 Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, 1 CRIE Centro de Referência de Imunos Depressivos, 3 farmácias, 1 Laboratório de análise de água do noroeste fluminense, 2 Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), 3 Postos de Saúde, 1 programa de agentes comunitários de saúde, 1 Secretaria Municipal de Saúde, 1 serviço de vigilância sanitária, 18 unidades de saúde da família, 1 unidade móvel de atendimento médico, 1 Unidade de Pronto Atendimento(UPA) e 1 Vigilância Ambiental em Saúde, entre 9 outros. Em consonância com estes pressupostos, o Centro Universitário São José de Itaperuna apoia-se em sua missão: Ser uma Instituição cuja excelência do desenvolvimento científico, tecnológico, artístico, cultural e da formação profissional contribua para a promoção das ações sociais que proporcionem a melhoria dos padrões de vida em sociedade, auxiliando na construção de uma sociedade mais justa e solidária, de modo a garantir a aplicação dos valores democráticos e de cidadania como práxis universitária. Com a expansão econômica advinda pelo aumento da prospecção e exploração do petróleo e principalmente pela implantação do Mineroduto Minas/Rio e o complexo siderúrgico de Açu, em cidades vizinhas, Itaperuna vem recebendo um aumento progressivo de investimento públicos e privados oferecendo produtos de acordo com as necessidades locais, sem falar das instituições de ensino superior que vêm alterando consideravelmente o cenário itaperunense, já que a cidade recebe pessoas de vários municípios para estudar nas IES sediadas no município. Grande parte destas pessoas, assim como as que moram na região, após a sua formação saem do município buscando melhores oportunidades, outra parcela permanece na localidade participando ativamente do progresso local. 1.9 Breve Histórico da Fundação Educacional e Cultural São José A Fundação Educacional e Cultural São José, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e de caráter filantrópico, com sede e foro no município de Itaperuna, Estado do Rio de Janeiro, registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas – Cartório do 3º ofício da Comarca sob nº185, livro A.1 de Pessoas Jurídica fls. 410, está instalada na Rua Major Porphírio nº 41, Centro, Itaperuna - Rio de Janeiro, tendo por finalidade "instalar e manter estabelecimentos de ensino de todos os níveis admitidos pela atuação na área da educação promovendo assistência educacional inclusive gratuitamente". A história da mantenedora do Centro Universitário São José de Itaperuna mistura-se com a história local, já que a sua instituição se deu a partir do trabalho de um bravo lutador, o saudoso Padre Humberto Lindelauf, Pároco da Igreja Matriz de São José do Avahy que, embora alemão de nascimento, tornou-se itaperunense de alma e coração. 10 Foto do Padre Humberto Lindelauf História e Memória da Fundação São José: 40 anos de Educação A inserção do Pe. Humberto na história de Itaperuna e da Fundação São José, se dá a partir de sua vinda para o Brasil, como missionário, somando forças para o desenvolvimento do município de Itaperuna. Iniciou suas atividades na Matriz São José do Avahy, ocasião em que, preocupado com a situação da educação no município, sobretudo no que dizia respeito à mão de obra especializada, vislumbrou a possibilidade da criação de um Ginásio Orientado para o Trabalho (GOT). A partir de então, fundou a Associação Educacional e Cultural São José, mantenedora do Ginásio São José, ainda na década de 1960, destinado a meninos carentes que realizavam oficinas de carpintaria, marcenaria, gráfica e torno mecânico, preparando os jovens aprendizes para o mercado de trabalho. Posteriormente, criou a Fundação São José, agora com o intuito de manter a Faculdade de Filosofia de Itaperuna (atual UNIFSJ), tão necessária ao desenvolvimento local e regional. Durante a década de 1980, a então Fundação Educacional e Cultural São José passa a oferecer todos os Cursos da Educação Básica: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Profissionalizante e, somente a partir do ano 2000, são implementados os cursos técnicos. Ainda na década de 1980, a Escola de Aplicação passa a destinar-se a aplicação prática do estágio supervisionado dos cursos de licenciatura, o que muito contribuiu para os acadêmicos à época. Iniciou suas atividades no ano de 1968 com a instalação da Faculdade de Filosofia de Itaperuna – FAFITA, 1ª instituição de ensino superior da região, autorizada pelo Conselho Estadual de Educação, Ato de 26/04/68, publicado no Diário Oficial de 04/05/68, com os Cursos de Letras, Ciências Sociais, Pedagogia e Matemática, funcionando nas dependências do então Ginásio São José, a que veio se juntar, posteriormente, no ano letivo de 1972, o Curso de Estudos Sociais, com licenciatura de 1º grau. A Faculdade de Filosofia de Itaperuna consolidou-se na região noroeste fluminense, sul capixaba e zona da mata mineira, tendo obtido o reconhecimento de seus cursos no ano de 1975, através do Decreto Federal nº 75.514, de 19/03/1975, publicado no D.O.U. de 20/03/1975. Na medida em que crescia o conceito da Faculdade na região, também tornava-se 11 imperiosa a necessidade de implantação de outros cursos. Com essa visão, a Entidade Mantenedora encaminha ao Conselho Estadual de Educação o projeto do Curso de Ciências Contábeis, a ser ministrado pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Padre Humberto FACITA, cuja aprovação se deu através do Parecer CEE nº 471/86, que veio a ser reconhecido pela Portaria nº 748, de 06/05/1993, publicada no D.O.U. de 10/05/93. Posteriormente, autorizado pelo Parecer CEE nº 233, de 20/10/2001, publicado no D.O. de 22/11/2001, a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Padre Humberto passou a contar também com o Curso de Comunicação Social – Jornalismo, tendo alcançado o seu reconhecimento pelo Parecer CEE nº 027/2007, de 26/09/2007, publicado no D.O. de 02/10/2007. Nos idos de 1999, foi autorizado o funcionamento do Curso de Tecnologia em Informática, Parecer CEE nº 027/2000, de 21/12/1999, publicado no D.O. de 28/01/2000, a ser ministrado pela Faculdade de Informática de Itaperuna – FAINITA, cujo reconhecimento se deu pelo Parecer CEE nº 1.182/2002, de 17/12/2002, D.O. de 20/05/2003. No limiar do novo século, a Fundação submete ao egrégio Conselho de Educação do Estado do Rio de Janeiro a proposta de integração das Faculdades de Filosofia de Itaperuna – FAFITA, de Ciências Humanas e Sociais Padre Humberto – FACITA e de Informática – FAINITA, criando as Faculdades Integradas Padre Humberto – FIPH, tendo obtido autorização emitida pelo Parecer CEE Nº 108/03, de 21/08/03, D.O. de 05/09/03. Em 2008, a Fundação solicitou ao Conselho Estadual de Educação o credenciamento do Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ, por transformação das Faculdades Integradas Padre Humberto – FIPH, tendo obtido o credenciamento pelo Parecer CEE nº 007, de 03/03/2009, publicado do D.O. de 12/05/2009. O Centro Universitário São José de Itaperuna respondeu até o dia 10 de novembro de 2011, aos preceitos legais de ordem Estadual emanadas do Conselho Estadual de Educação. Posterior a esta data e, por força do Edital n° 01/2011, o UNIFSJ deixa de responder à autarquia Estadual, passando a responder aos preceitos e fundamentos legais do Ministério da Educação e Cultura- MEC- passando a compor o Sistema Federal de Educação. Atualmente o Centro Universitário São José de Itaperuna oferece os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Psicologia, História, Matemática, História e Letras, além de cursos de Pós-graduação lato sensu nas áreas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Ciências Exatas e da Terra, Ciências da Saúde e Linguística, Letras e Artes. Até 2011 o Centro Universitário José de Itaperuna era supervisionado pelo Conselho Estadual de 12 Educação do Estado do Rio de Janeiro, e migrou no ano 2011 para a supervisão do Ministério da Educação - MEC. 13 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA 2.1 Denominação do Curso O curso de História confere ao graduado diploma de Licenciado em História. 2.2 Endereço de Funcionamento Rua Major Porphírio nº 41, Centro, Itaperuna/RJ – CEP.: 28300-000 2.3 Justificativa do Curso O Curso de História, é oferecido pelo Centro Universitário São José de Itaperuna, à Rua Major Porphírio Henriques, Centro, na cidade de Itaperuna, Estado do Rio de Janeiro, no turno noturno, foi autorizado pela Ata do Conselho Superior de Autorizado pelo Parecer C.E.E. /RJ nº 863 de 06/08/2002, homologado em 22/08/2002 e publicado no D.O.E./RJ de 02/09/2002. Reconhecido pelo Parecer C.E.E./RJ Nº 59 de 24/07/2007, homologado em 19/10/2007 e publicado no D.O.E./RJ em 17/10/2007. A oferta é de 60 vagas anuais, com duas entradas semestrais. O curso de História tem uma carga horária total de 2883 horas. No PPC consta que o tempo mínimo de integralização é de 06 semestres letivos. O Curso de História, do Centro Universitário São José de Itaperuna, caracteriza-se pela formação de profissionais com as atribuições de formação de educadores para atuarem de forma ética e profissional na área de História, desenvolvendo atividades associadas às principais áreas de atuação do profissional no campo historiográfico. Bem como, formar educadores que saibam integrar teoria a prática, subjetividades e objetividades necessárias na atuação do cientista dentro das ciências sociais. No intuito de aproximar o profissional de sua realidade, bem como de instrumentalizálo com habilidades e competências necessárias a sua atuação junto à comunidade, e também, em respeito às Diretrizes Curriculares Nacionais, o Curso de História centra-se no aluno como sujeito da aprendizagem, e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo de ensino e aprendizagem buscando a formação integral e adequada, por meio de uma articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Indiscutivelmente existe uma demanda significativa tanto no município quanto na região de profissionais habilitados para exercer a função docente, de forma ética e eficaz, adequados ao novo cenário social, primando também por uma visão educacional empreendedora. Daí a necessidade de se ter o curso de graduação em História, que busca 14 proporcionar formação de qualidade aos que desejarem ingressar no mercado de trabalho. O curso visa formar um profissional capaz de atuar na sociedade de forma crítica, tomar decisões e implantar soluções para os problemas, atuando com ética profissional, compreensão da realidade social, cultural e econômica de seu meio. Contribui, portanto, no atendimento das necessidades da região de sua abrangência, bem como das demais regiões em que estão inseridos os futuros egressos. Para realização de uma prática efetiva o Centro Universitário São José de Itaperuna tem convênios firmados com a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Estadual de Educação que viabilizam espaços com condições pedagógicas fundamentais para tal. Assim posto, o compromisso social se justifica pelas seguintes razões: a exigência de profissionais com competência técnica e humanística para atender as demandas da área das ciências sociais; a necessidade de profissionais aptos para atuarem em equipe de instituições públicas e/ou privadas na área das ciências sociais; desenvolvimento da profissão, por meio da qualificação de profissionais para a prática, o ensino e a pesquisa; a importância de formar profissionais responsáveis por prestar um serviço relevante e crítico a cerca dos processos envolvendo a História da humanidade. 2.4 Ato Legal O curso foi autorizado pela Ata do Conselho Superior de Autorizado pelo Parecer C.E.E. /RJ nº 863 de 06/08/2002, homologado em 22/08/2002 e publicado no D.O.E./RJ de 02/09/2002. Reconhecido pelo Parecer C.E.E./RJ Nº 59 de 24/07/2007, homologado em 19/10/2007 e publicado no D.O.E./RJ em 17/10/2007. 2.5 Número de vagas anuais autorizadas 60 vagas anuais 2.6 Turno de Funcionamento Noturno 2.7 Carga Horária Total do Curso 2.883 horas. 2.8 Tempo de Integralização 06 semestres letivos 15 2.9 Modalidade Presencial 2.10 Coordenação O Coordenador do Curso de História da IES, Professor Mestre Anízio Antônio Pirozi, possui Mestrado em Sociologia Política e Graduação em História, trabalha em regime integral no UNIFSJ. Exerce a função de docente na IES desde 2013, como coordenador do curso de graduação em História há 1 ano e como consultor e colaborador em projetos sociais, há 2 anos desenvolve pesquisas de cultura e memória no Centro de Pesquisa, pesquisas relacionadas ao resgate e preservação da diversidade cultural afro-brasileira há 04 anos e membro da Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH). Ao Coordenador compete: 1- integrar o Conselho Acadêmico da Instituição; 2- elaborar em conjunto com o corpo docente e discente o projeto pedagógico do curso; 3- aplicar no âmbito do curso de sua coordenação o plano de avaliação institucional, evidenciando os resultados a coordenação geral; 4- acompanhar e contribuir com as atividades desenvolvidas pelos setores de apoio técnico, que dão suporte às ações pedagógicas do curso; 5- executar ou fazer executar as decisões dos órgãos que lhe sejam superiores no que diz respeito à sua competência; 6- distribuir, de acordo com as diversas atividades do curso, carga horária semanal de cada professor que nele terá exercício, considerando os respectivos regimes de trabalho; 7- diligenciar para que, de acordo com os recursos disponíveis, o curso disponha de uma infraestrutura de apoio que atenda às suas necessidades; 8- comunicar, à coordenação geral dos Centros as faltas e irregularidades praticadas por professor, funcionário e aluno, sob sua responsabilidade, quando as providências disciplinares não forem de sua competência; 9- emitir correspondência em geral, convocações, avisos, editais e ofícios necessários ao cumprimento das atribuições do curso; 16 10- prestar assistência aos alunos no que se refere às questões pedagógicas, curriculares e extracurriculares; 11- encaminhar ao Coordenador dos Centros as necessidades de pessoal docente, técnico e administrativo para atendimento às atividades desenvolvidas no curso; 12- propor ao Coordenador dos Centros, acordos e convênios com instituições públicas e privadas, necessárias à prática de formação dos alunos; 13- acompanhara distribuição dos alunos pelos diversos campos de estágio, zelando pela efetivação dos mesmos; 14- zelar pelo patrimônio da Instituição colocado à disposição dos cursos; 15- coordenar todas as atividades acadêmicas e administrativas do curso, em conformidade com este Regimento, com a legislação pertinente e as normas e resoluções editadas pelas autoridades competentes. 16- exercer as atribuições disciplinares e administrativas que lhe forem conferidas por ato próprio. 2.11 Tempo Médio de permanência do corpo docente O Centro Universitário São José de Itaperuna objetivando oferecer um ensino de qualidade aos discentes, prima por não ter uma rotatividade exacerbada quanto ao corpo docente na intenção de consolidar a ação pedagógica. Constata-se que o tempo médio de permanência do corpo docente na Instituição é em média de 7 anos. 2.12 Demonstrativo Anual do Corpo Discente do Curso de História DISCENTES Ingressantes Matriculados Estágio Supervisionado TCC FIES 2012 35 76 44 23 0 2013 17 66 42 16 02 2014 21 67 44 29 05 2.13 Convênios Para realização de uma prática efetiva, oferecendo uma formação completa, o Centro Universitário São José de Itaperuna tem convênios firmados com Instituições Privadas e Públicas no âmbito educacional na esfera Municipal e Estadual, sendo: Secretaria de Estado 17 de Educação do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) e Secretarias Municipais de Educação da micro região do Noroeste Fluminense. 18 3 CONTEXTO EDUCACIONAL 3.1 Breve Histórico do Curso de História O Curso de História, do Centro Universitário São José de Itaperuna, ao longo de seus 12 anos de existência, caracteriza-se pela formação de profissionais com as atribuições de formação de educadores para atuarem de forma ética e profissional na área de História, desenvolvendo atividades associadas às principais áreas de atuação do profissional no campo historiográfico. Bem como, formar educadores que saibam integrar teoria a prática, subjetividades e objetividades necessárias na atuação do cientista dentro das ciências sociais. No intuito de aproximar o profissional de sua realidade, bem como de instrumentalizálo com habilidades e competências necessárias a sua atuação junto à comunidade, e também, em respeito às Diretrizes Curriculares Nacionais, o Curso de História centra-se no aluno como sujeito da aprendizagem, e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo de ensino e aprendizagem buscando a formação integral e adequada, por meio de uma articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Indiscutivelmente existe uma demanda significativa tanto no município quanto na região de profissionais habilitados para exercer a função docente, de forma ética e eficaz, adequados ao novo cenário social, primando também por uma visão educacional empreendedora. Daí a necessidade de se ter o curso de graduação em História, que busca proporcionar formação de qualidade aos que desejarem ingressar no mercado de trabalho. O curso visa formar um profissional capaz de atuar na sociedade de forma crítica, tomar decisões e implantar soluções para os problemas, atuando com ética profissional, compreensão da realidade social, cultural e econômica de seu meio. Contribui, portanto, no atendimento das necessidades da região de sua abrangência, bem como das demais regiões em que estão inseridos os futuros egressos. Para realização de uma prática efetiva o Centro Universitário São José de Itaperuna tem convênios firmados com a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Estadual de Educação que viabilizam espaços com condições pedagógicas fundamentais para tal. Assim posto, o compromisso social se justifica pelas seguintes razões: a exigência de profissionais com competência técnica e humanística para atender as demandas da área das ciências sociais; a necessidade de profissionais aptos para atuarem em equipe de instituições públicas e/ou privadas na área das ciências sociais; desenvolvimento da profissão, por meio 19 da qualificação de profissionais para a prática, o ensino e a pesquisa; a importância de formar profissionais responsáveis por prestar um serviço relevante e crítico a cerca dos processos envolvendo a História da humanidade. 3.2 Políticas institucionais no âmbito do curso O Curso de História possui ações integradas ao ensino, pesquisa e extensão buscando atender essas diretrizes próprias do Curso que são asseguradas pelo Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). O PDI, PPI e o PPC atuam de forma a promover atividades de extensão por meio de um processo educativo, cultural e científico que articulam pesquisa, ensino viabilizam a relação formadora. As políticas institucionais de ensino do Centro Universitário São José de Itaperuna têm por objetivo desenvolver a concepção crítica do aluno, assim como despertar a criatividade e a compreensão dos conhecimentos técnicos peculiares de cada de Curso. Para isso, busca ensino ético, humanista e generalista, que proporciona processo efetivo de ensino de qualidade e coerência com as realidades da Região, fazendo uso de metodologias adequadas que desenvolvem a técnica e a prática devidamente fundamentadas para o exercício eficaz da profissão. Partindo do pressuposto de que a Iniciação Científica é o processo de produção de um conhecimento, a partir de um determinado problema, reafirma-se a pesquisa como princípio formador, que terá sua prática potencializada por uma estrutura curricular, que permita antecipar a formação específica correspondente. Buscar permanentemente o avanço do conhecimento através da Iniciação Científica e promover a divulgação de seus resultados a serviço da comunidade e uma ação que deve ser estimulada pelas atividades pedagógicas. A Iniciação Científica se articula com o ensino, para produzir um novo conhecimento e também está articulada com a Extensão. Com a implantação do CENICE – Centro de Iniciação Científica e Extensão do Centro Universitário São José de Itaperuna, os discentes passaram a ter maior incentivo e apoio para a elaboração dos seus projetos e realização de suas pesquisas. A Iniciação Científica, quando realizada no ensino superior, tem como objetivo, não somente a geração de conhecimento, mas também, deve ser vista como uma ação educativa, promotora da construção e da reconstrução das descobertas. A investigação científica desenvolve o espírito crítico e criativo, a curiosidade, o aprofundamento e a disciplina do ser humano e futuro profissional. 20 As linhas de pesquisa se tornaram um campo de permanente interação às atividades do ensino. Para tanto é realizada uma atividade integrada articulada por uma das disciplinas do curso a estimular a investigação documental, bibliográfica e de campo. Os estudantes de História do Centro Universitário São José de Itaperuna direcionam suas pesquisas aos fatores diretamente ligados ao seu perfil profissional e as necessidades sociais. Entre as linhas de pesquisa desenvolvidas pelos alunos na instituição temos: Linha I: Teoria da História, Cultura e Identidade. A Linha de Pesquisa propõe os conceitos de cultura, sociedade e identidade como categorias centrais para a compreensão das sociedades em sua reflexão histórica, assim como possibilita enfatizar a história da história, a história dos conceitos, e análises centradas em questões propriamente teóricas. Uma de suas diretrizes reside na investigação das diferentes concepções de cultura e de suas interfaces com outros conceitos e noções que operam no campo da história. Portanto, o diálogo entre teoria da história, cultura e identidade pode contemplar a noção de cultura como um conjunto de relações, valores, práticas e imaginários em um dado contexto social, assim como vincular os estudos sobre relações de trabalho, e a ligação entre sujeitos, práticas e instituições. Dentro dessa linha de pesquisa busca-se, especialmente, a valorização da memória e identidade local e regional. Linha II: História, Gênero e Poder. Na linha 2, pretende-se elaborar pesquisas com o objetivo de entender como, a partir das relações de gênero, podemos vivenciar, reproduzir, contestar ou subverter o poder através da História. Para tal, entendemos o poder como algo mais do que um conjunto de aparelhos e instituições que garantem a sujeição dos indivíduos ao Estado ou meramente um sistema de dominação exercido por uma classe sobre a outra ou até mesmo como uma certa capacidade que alguém possua. Também, se analisarão as estruturas e bases das instituições formais, ou não, de poder ao longo do tempo. Linha III: História, Educação e Práticas de Ensino. A presente linha de pesquisa caracteriza-se por propor a problematização e compreensão dos processos de produção, circulação e adoção de discursos e saberes pedagógicos, bem como a emergência de experiências educativas formais e não formais na História, em suas continuidades e descontinuidades, temporalidades e espacialidades específicas, voltando-se também para o estudo das práticas pedagógicas, aplicadas ao ensino 21 de História. Esta linha de pesquisa interessa-se também pela inserção de novas práticas e novas tecnologias aplicadas ao ensino-aprendizagem, à escola e suas contribuições para a prática do docente de História, assim como a análise de recursos e instrumentos aplicáveis para a melhoria do conhecimento histórico. Poderão ser acrescentadas novas linhas de pesquisa em virtude das transformações sociais e exigências impostas pelo mercado de trabalho. 3.3 Programa de Iniciação Científica e Extensão – CENICE O Centro de Iniciação Científica (CENICE) do UNIFSJ é o setor destinado a estimular a oferta e a realização de atividades de iniciação científica e extensão pelos acadêmicos e docentes vinculados ao Centro Universitário São José de Itaperuna; certificar; manter a guarda documental; capacitar pessoal e realizar, quando oportuno, palestras/seminários/congressos com temáticas voltadas para diversas áreas de atuação. A Iniciação Científica no UNIFSJ tem definida a política de ação no conjunto normativo da IES: (PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional, Regimento Geral do Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ e normas definidas pelo Programa de Iniciação Científica e Extensão - CENICE). Entende-se que a pesquisa é o processo que garante a contínua (re)elaboração do conhecimento humano. A investigação além do compromisso precípuo de produção de conhecimento, constitui-se em estratégia de revitalização intelectual e de organização profissional. Pretende-se que o Curso de História se constitua num espaço aberto para a circulação a análise do pensamento científico, formando um pólo profissionalizante em favor do nível qualitativo do profissional que se pretende formar. Pretende-se oferecer ainda condições básicas para que o acadêmico seja capaz de produzir, ou seja, ler, refletir, observar e classificar, ações fundamentais e necessárias de quem investiga. O objetivo é aproximar o acadêmico de um contexto de experimento, aguçando-lhe o pensamento crítico e o agir metódico, no sentido da busca por respostas que terão como resultante a melhoria das condições de vida da população local, regional, e quiçá nacional. Portanto, o UNIFSJ busca por meio de projetos ligados à área de estudo do acadêmico, objetivando a aquisição de recursos que dinamizem a execução do projeto de iniciação científica e que, ao mesmo tempo, faculte ao acadêmico, ampliar seus conhecimentos de 22 maneira específica, a saber: • Realizar investigação científica voltadas para o aprofundamento teórico-prático das disciplinas dos cursos que a instituição ministra; • Estimular a formação de pesquisadores capazes de buscar entender as problemáticas que perpassam o seu cotidiano como profissionais; • Iniciar alunos da graduação no processo científico, de forma a torná-los mais qualificados para o exercício de sua profissão; 3.4 Revista Transformar O Centro Universitário São José de Itaperuna, mantém a Revista Transformar, que faz parte de diversos indexadores como o SEER/IBICT, Latindex, CAPES, classificada no Qualis da CAPES como B5, na área de Letras/Linguística. Quanto à submissão de artigos, a revista aceita apenas artigos em áreas ligadas aos cursos oferecidos pela IES, buscando de forma transdisciplinar difundir as investigações realizadas por estudantes e docentes do UNIFSJ e da comunidade intelectual externa. 3.5 Extensão O Centro Universitário São José de Itaperuna trabalha com a perspectiva de fazer da tríade Ensino, Pesquisa e Extensão um organismo acadêmico comum de modo a aproximar o conhecimento adquirido na academia à realidade. Outrossim, o ensino passa a ser um momento de formação prazerosa, dinâmica e de descobertas, o que possibilita enxergar o universo acadêmico como algo a ser construído e (re)estruturado. O UNIFSJ dá ênfase à realização de atividades de extensão abertas à comunidade em geral, considerando que a ação extensionista é fundamental para o plano pedagógico, e forma com o ensino a base de sustentação da vida acadêmica, estabelecendo um sistema necessário de comunicação entre a Instituição e a Comunidade, o que permite a definição da verdadeira vocação institucional. A elaboração e execução de um planejamento interdisciplinar, integrando o ensino, a iniciação científica e os programas de extensão, contribuem para a valorização da relação comunidade/Instituição, conduzindo o ser humano ao conhecimento crítico, reflexivo e transformador, indispensável à construção e ao exercício de uma cidadania plena. 23 A prática da extensão, possibilita o equilíbrio entre as demandas socialmente exigidas e as inovações que surgem do trabalho acadêmico, propiciando uma maior versatilidade na formação, podendo ser útil na definição do perfil do aluno, tanto para responder a um anseio de fundamentação acadêmica, como a de atender demandas da sociedade. As ações de extensão universitária são realizadas, preferencialmente pelo acadêmico, sob a forma de: • Atendimento à comunidade, diretamente ou em parceria com instituições públicas e particulares; • Concepção, planejamento, execução e gerenciamento de projetos de interesse de instituições públicas ou privadas; • Participação em iniciativa de natureza cultural, artística e científica; • Promoção de atividades artísticas, culturais e desportivas; • Publicação de trabalhos de interesse cultural ou científico; • Divulgação de conhecimentos e técnicas de trabalho; • Estímulo à criação literária, artística e científica e à especulação filosófica; • Cursos abertos às comunidades: social e acadêmica; • Fomento à formação e a consolidação de uma comunidade acadêmica responsável socialmente; • Contribuição para o intercâmbio de conhecimento entre a comunidade e a Universidade; • Contribuição no processo emancipatório da comunidade nas suas ações de criação, intercâmbio e disseminação do conhecimento. As atividades de extensão estão sendo estimuladas e são entendidas como estratégias que propiciam a interação teórica e prática, além de oportunizar ao aluno a escolha correta da área da História em que pretende atuar futuramente, geram possibilidades para aprender a trabalhar em equipes multiprofissionais, conhecer a realidade do mercado de trabalho, acompanhar a evolução do conhecimento na sua área de atuação, revitalizando atividades docentes e discentes. São consideradas atividades de extensão: • Apresentação de trabalhos em congressos, encontros e seminários. • Cursos de extensão, atualização e aperfeiçoamento; • Estágios voluntários; 24 • Jornadas acadêmicas; • Minicursos; • Monitorias; • Palestras; • Visitas técnicas e viagens de estudos em locais onde se desenvolvam trabalhos relacionados ao Curso, bem como outras atividades, devidamente constantes do regimento. 3.6 Objetivos do curso O Curso de História do UNIFSJ, ancorado nas legislações pertinentes, objetiva dotar o estudante de conhecimentos requeridos para o exercício de competências e habilidades acerca da docência e pesquisa, qualificando-o para o exercício profissional com base no rigor científico e intelectual pautado em princípios éticos; formar historiadores-professores capazes de atuar de forma crítica na produção, transmissão e comunicação do conhecimento histórico, visando propiciar uma união necessária, nos termos antes definidos, das dimensões do ensino, da Iniciação Científica e da extensão, no tocante às atividades principais dos profissionais de História; O curso visa oferecer aos acadêmicos, formação generalista e integral na área de História, possibilitando-os reconhecer e intervir no processo educacional, bem como na realidade social. O Curso de História inscreve-se, portanto, em estruturas flexíveis para que possa facultar ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação no mercado de trabalho, criando oportunidades para o desenvolvimento de habilidades necessárias para se atingir a competência desejada, ao priorizar a abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da autonomia do acadêmico e promover a articulação constante entre ensino, pesquisa e extensão, além da articulação direta com a pós-graduação. O Curso de licenciatura em História do Centro Universitário São José de Itaperuna tem como objetivos específicos na formação do profissional de história: a) formar historiadores-professores conscientes do seu papel de educador orientador e atuantes no ensino público e privado; b) possibilitar condições teórico-pedagógicas aos acadêmicos, orientando-os de modo que possam atuar com competência nos contextos sociais, étnico-culturais e históricos, procurando sempre solucionar problemas relacionados a um ensino integrado à comunidade educacional; 25 c) promover, ao longo do curso, um processo de reflexão sobre o fazer pedagógico, tendo como princípio o conhecimento dos fundamentos básicos da área e específicos ao currículo, mostrando as diversas tendências historiográficas para uma aplicação adequada ao seu trabalho como educador; d) Problematizar, nas múltiplas dimensões das experiências dos sujeitos históricos, a constituição de diferentes relações de tempo e espaço; e) oportunizar condições para um pensamento crítico de amplas e múltiplas referências teóricas e práticas para a compreensão do trabalho pedagógico em todas as dimensões: coletiva, cidadã, inclusiva, ética e democrática, que tenham como fundamento as políticas e diretrizes definidas pelo sistema nacional de educação; f) gerar formação profissional sustentada pela tríplice função da atividade acadêmica: ensino, pesquisa e extensão, relacionando a formação técnica e científica do acadêmico à realidade das organizações e às demandas mundial, nacionais e regionais; g) desenvolver uma nova concepção da história, adequada a um novo paradigma de relações sociais, políticas, econômicas e culturais, com profissionais cuja formação humanística e visão global os habilite as tomadas de decisões no meio a que estão inseridos; h) Usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, de forma teórico-prática subsidiando o exercício da profissão do historiador, tendo em vista otimizar os referidos conhecimentos como ferramenta no processo de ensino e aprendizagem; i) Capacitar os egressos no domínio dos conteúdos básicos, dos métodos e técnicas pedagógicas que são objeto de ensino-aprendizagem objetivando a transmissão do conhecimento para os diferentes níveis de ensino. Está estruturado sob a relação tríade entre objetivos, a matriz curricular e o perfil profissional do egresso, atrelados ao contexto educacional regional/nacional, visando, através dos conteúdos curriculares, promover aquisição de conhecimentos pontuais com vistas a uma práxis qualitativa enquanto profissional da área de história. 3.7 Perfil profissional do egresso O perfil do acadêmico do Curso de Graduação de História, não se limita à preparação de indivíduos para o mercado de trabalho. Ao final do percurso acadêmico, de acordo com a missão institucional, além de cidadãos qualificados e críticos, os graduados devem apresentar sólida formação profissional e técnica para atuar na transformação da sociedade de maneira 26 humana, eclética, ética, com visão científica, cidadã e globalizada, nos aspectos socioambientais e culturais, por reconhecer a importância do aprimoramento profissional de base científica relacionado às diferentes áreas de formação, estando apto a atuar, interdisciplinarmente, em área afins. O egresso deverá ter condições de suprir demandas sociais específicas relativas ao seu campo de conhecimento (magistério em todos os graus, preservação do patrimônio, assessorias a entidades públicas e privadas nos setores culturais, artísticos, turísticos etc.) Vale destacar que na proposta de formação, para evitar que os egressos se tornem meros reprodutores de ideias e conhecimentos adquiridos ao longo do curso são trabalhadas as competências e habilidades gerais e específicas que lhes permitam uma atualização contínua e permanente e possam, assim, contribuir para a aplicação do que os acadêmicos já sabem às exigências novas, resultantes de transformações da realidade. O Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ, atento às transformações políticas, econômicas e sociais e à consequente emergência de um novo paradigma social, compreende a necessidade de um novo perfil para o profissional em História, já que de acordo com as diretrizes curriculares nacionais direciona-se a uma formação mais humana, holística, ética e socialmente e ecologicamente responsável, que lhe possibilite desenvolver ações profissionais para atingir os objetivos organizacionais sem comprometer a integridade e a estrutura dos valores sociais. Para tanto, o acadêmico, deve ser capaz de exercer sua profissão, inserido no contexto social, acompanhar a evolução do conhecimento em sua área, ser comprometido com o desenvolvimento regional e com as questões ligadas à sustentabilidade social e ambiental. Deve também ser capaz de identificar e exercer sua profissão de acordo com as demandas locais, regionais e nacionais, bem como trabalhar em equipe interdisciplinar e multiprofissional. Portanto, o perfil do egresso em História - tem como proposta uma formação acadêmica que desenvolva profissionais socialmente responsáveis, conscientes de que estão inseridos em uma sociedade pela qual precisam zelar. Ademais, há que se dedicar acompanhamento dos egressos, investigar suas trajetórias profissionais, a partir de suas realidades pessoais, acadêmicas e sociais, numa busca de dados relevantes, que contribuirão para a melhoria da qualidade de ensino. Assim, o Curso de História se propõe a contribuir com a formação do acadêmico do UNIFSJ a partir de ações de caráter acadêmico-científica, ética, sociocultural, artística e moral, de modo a oferecer 27 condições reais de aplicação e desenvolvimento dos objetivos delineados para o Curso, sem perder a função filosófico pedagógica pautada nos pilares: o saber ser [a partir das características pessoais que o acadêmico deve ter], o saber [enquanto formação, a experiência profissional e escolar que o acadêmico deve ter, em outras palavras, o currículo], o fazer [que compreende o papel que o acadêmico vai desempenhar no cargo, associados a características do cargo e/ou tarefas a serem realizadas] e o saber conviver que define as atitudes e comportamentos de convivência que o acadêmico deve ter na vida de relacionamento. Nesse sentido prima-se por uma formação que viabilize ao acadêmico exercer a prática profissional com competência, dignidade, responsabilidade e autonomia, nesta sociedade plural e complexa, marcada por valores culturais diferentes e maneiras diversas de organização política e social, provendo-lhe uma verdadeira visão da realidade em que irá atuar, assim como uma compreensão crítica de sua práxis, possibilitando-lhe tomada de decisões que ocorram por opção e não por falta de alternativas. Outrossim, o UNIFSJ tem a preocupação de formar profissionais dotados de tais competências e habilidades, consciente que estará formando um profissional moderno desejado pelo mercado de trabalho. 3.8 Estrutura curricular Sabe-se que o projeto pedagógico não é somente uma carta de intenções; deve expressar a reflexão e o trabalho realizado em conjunto por todos os profissionais da IES, no sentido de atender às diretrizes do sistema nacional de Educação, bem como às necessidades locais e específicas do público a que se pretende atender. Este instrumento teórico-metodológico visa ajudar o docente a enfrentar os desafios do cotidiano, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e participativa. Para a prática do Estágio, são firmados parcerias e convênios com instituições e órgãos da área [pública e privada], além de oferecer a oportunidade de o acadêmico realizar ações práticas nos Laboratórios Didáticos Especializados na IES como forma de melhor qualificar e capacitar os futuros profissionais da História. Trata-se de um instrumento que permite clarificar a ação educativa da instituição educacional em sua totalidade. As disciplinas que compõem a estrutura curricular do Curso de História, proporcionam e facilitam a ação interdisciplinar entre as ciências tratadas nos variados cursos oferecidos pela IES. Além disso, faculta o diálogo entre os Cursos, oferecendo aos acadêmicos uma 28 formação holística, bastante enriquecedora e mais completa sobre o aspecto de formação generalista. Desta maneira, a interdisciplinaridade é trabalhada na transversalidade dos cursos e alcança seu cume no instante em que os acadêmicos são levados a enxergar nas parcerias estabelecidas, quer entre disciplinas, quer entre os cursos, a troca de experiências necessárias a sua formação, já que, os cursos desenvolvem atividades que podem agregar valor ao currículo, assim como o conhecimento do acadêmico. A proposta do currículo se organiza por meio de eixos estruturantes interligados de formação, de modo a atender a legislação vigente, a saber: Ciências Humanas e Sociais e Ciências da História, este último subdividido em Fundamentos da História, Assistência à História, Administração de História e Ensino de História, que viabilizam um conjunto de conhecimentos e habilidades necessários para a formação profissional. A proposta do Curso de História privilegia a interação dos dois âmbitos de conhecimento e formação: o Teórico e o Prático/Formação Profissional; Conteúdos Histórico/Historiográficos e Práticas de Pesquisadores e Formação Humanístico-Ético-Cultural. As disciplinas que compõem o eixo Teórico e o Prático/Formação Profissional contemplam conteúdos teórico-práticos de bases pedagógicas e historiográficas aplicadas às situações decorrentes do processo da produção do conhecimento histórico, levando em consideração os estudos mais atualizados nos respectivos campos, com carga horária de 41,3% do total das aulas. Já o eixo dos Conteúdos Histórico/Historiográfico, com carga horária 50% do total das aulas, incluem-se os processos, os métodos e as abordagens das principais escolas teóricas no tocante a historiografia contemporânea e demais campos de atuação da Ciência Histórica. O eixo de Formação Humanístico-Ético-Cultural, composto por uma carga horária de 8,7%, visa fundamentalmente discutir valores éticos que promovam a integração e o respeito pela diversidade sócio-histórica, refletindo sobre as questões de gênero, etnias, minorias, valores sócio ambientais e pluralidade cultural. Valorizam-se, a pluralidade de pensamento, entendendo-se o conflito de ideias, a dialética, como fecundo e importante para a formação pretendida. Entende-se, também, que o acadêmico deva ser estimulado a buscar o autodesenvolvimento, como base de sua realização pessoal e profissional. 29 O projeto pedagógico tem como propósito a explicitação dos fundamentos teóricometodológicos, dos objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de avaliação institucional. A fundamentação teórico-metodológica do Curso de História procura a efetivação da intencionalidade do Centro Universitário São José de Itaperuna, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Nessa dimensão visamos à efetivação de seus propósitos e sua intencionalidade. A concepção teórico-metodológica deste projeto procura desenvolver características voltadas para produzir um processo participativo de decisões, instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições, explicite princípios baseados na autonomia, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e coletivo, proporcione opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade especifica e explicite o compromisso com a formação do cidadão. Dessa forma, não se privilegia um eixo curricular. As disciplinas que compõem a matriz mantém relação interdisciplinar, na medida em que preparam o acadêmico para expansão do conhecimento e, portanto, para sua formação técnico-acadêmico-cultural. Na estrutura curricular do Curso de História do UNIFSJ, é contemplada a formação humanística do graduando. A visão social e ética é trabalhada não apenas nas disciplinas de cunho social, mas esta inserida na filosofia da articulação curricular. Na estrutura curricular (vide anexo 2) do Curso de História do UNIFSJ, é contemplada a formação humanística do graduando. A visão social e ética é trabalhada não apenas nas disciplinas de cunho social, mas está inserida na filosofia da articulação curricular. O curso contempla 2.883 horas, divididas em 1.883 horas de conteúdos básicos e específicos (Teórico/Prático), 400 horas de Estágio Supervisionado, 400 horas de Prática de Ensino e 200 horas de Atividades Complementares, podendo ainda ser acrescido carga horária de disciplinas optativas que visam o enriquecimento curricular do estudante, bem como a possibilidade de aquisição de novos conhecimentos de áreas afins. As Disciplinas Optativas celebram a oportunidade de flexibilização curricular do curso viabilizando uma formação mais generalista e condizente com as competências e habilidades a serem trabalhadas. 30 3.9 Conteúdos curriculares Os conteúdos curriculares, as competências e as habilidades a serem assimilados e adquiridos no nível de graduação em História devem conferir-lhe terminalidade e capacidade acadêmica e/ou profissional, considerando as demandas e necessidades prevalentes e prioritárias da população conforme o quadro educacional do país/região. E, em face das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de História, procurando resgatar a formação geral do acadêmico, e atender o Artigo 11 da Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002, contemplam-se, também, as dimensões: da articulação nos âmbitos de conhecimento profissional; da interação e da comunicação, bem como do desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional; articulação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade; articulação entre formação comum com a formação específica; articulação entre conhecimentos a serem ensinados e dos conhecimentos filosóficos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a ação educativa; e articulação entre dimensões teóricas e práticas. Em consonância com esta diretriz a estrutura do Curso de História do Centro Universitário São José de Itaperuna, aborda as áreas de conhecimento, habilidades, atitudes e valores éticos, fundamentais à formação profissional e acadêmica; contempla e aborda temas observando o equilíbrio teórico-prático, desvinculado da visão tecnicista, permitindo na prática e no exercício das atividades a aprendizagem da arte de aprender; busca abordar precocemente os temas inerentes às atividades profissionais de forma integrada, evitando a separação entre ciclo básico e profissional; favorece a flexibilização curricular de forma a atender interesses mais específicos/atualizados, sem perda dos conhecimentos essenciais ao exercício da profissão; compromete o aluno com o desenvolvimento científico e a busca do avanço técnico associado ao bem estar, à qualidade de vida e ao respeito aos direitos humanos; ser organizada de forma a permitir que haja disponibilidade de tempo para a consolidação dos conhecimentos e para as atividades complementares objetivando progressiva autonomia intelectual do aluno. Em participação do NDE, com a atualização de matriz, de bibliografia, o Curso de História do Centro Universitário São José de Itaperuna trabalha os conteúdos curriculares na formação de um Historiador que conheça dos aspectos generalistas aos aspectos específicos no âmbito da ciência da História, tornando-o devidamente habilitado conforme as exigências atuais do mercado. Os procedimentos metodológicos adotados consideram as especificidades e a natureza 31 de cada disciplina, a realidade institucional em termos de recursos humanos e de estrutura física, não descuidando dos objetivos do curso e do perfil do profissional que se tem a expectativa de formar. Por ocasião da elaboração do currículo, buscou-se promover a interdisciplinaridade dentre as áreas e subáreas que se interseccionam e se complementam. As atividades desenvolvidas ao longo do curso visam à interação constante, na medida em que privilegiam o diálogo entre as disciplinas, seja pela referência a teorias estudadas ou aos trabalhos práticos efetivados nas diversas disciplinas, caracterizando a busca pela flexibilização curricular. Buscou-se conciliar a carga horária mínima necessária para garantir a formação do profissional/educador, segundo o perfil delineado, e as exigências normativas estabelecidas pelas Legislações Federal e Institucional. Assim, respaldados pelas Diretrizes Curriculares o Centro Universitário observa outras formas de orientação inerentes à formação para a atividade docente, como o preparo para: o ensino visando à aprendizagem do aluno; o acolhimento e o trato da diversidade; o exercício de atividades de enriquecimento cultural; o aprimoramento em práticas investigativas; a elaboração e a execução de projetos de desenvolvimento dos conteúdos curriculares; o uso de tecnologias da informação e da comunicação e de metodologias, estratégias e materiais de apoio inovadores e o desenvolvimento de hábitos de colaboração e de trabalho em equipe. A seleção de conteúdos é o resultado de uma perspectiva maior de saberes conforme o objetivo que se tenha de educação a oferecer. Para formar um ser humano crítico e atuante na sociedade é imprescindível selecionar conhecimentos diversos daqueles que são tradicionalmente escolhidos e que não enfatizam tanto a criticidade. Ao selecionar determinado conteúdo para fazer parte da matriz curricular, privilegia-se alguns em detrimento de outros. A definição dos conteúdos para elaboração dos currículos a serem desenvolvidos nos cursos do Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ) focam uma análise da realidade, sobretudo nos aspectos da inserção regional da Instituição e enfatizam numa relação tríade entre referenciais específicos, tais como: • Socioantropológico: Considera os diferentes aspectos da realidade social em que o currículo será aplicado. Visam despertar no aluno a consciência crítica-reflexiva para os problemas regionais, nacionais e mundiais, de modo que possa capacitá-los a exercer uma profissão na sociedade com respostas conscientes e ações que contribuam 32 para a construção de uma sociedade onde todos tenham oportunidades iguais no exercício da cidadania; • Psicológico: Visa o desenvolvimento cognitivo do aluno; • Epistemológico: Baseia-se nas características fundamentais das diversas áreas do saber tratadas pelo currículo; Entende-se que o processo educacional deve estar centrado nos conteúdos relevantes para a formação do cidadão, respeitadas as especificidades das diferentes disciplinas. O estudante deve ser avaliado quanto ao desenvolvimento de competências e habilidades, por meio da aprendizagem significativa desses conteúdos que esteja aliada à teoria e prática. Além disso, o desenvolvimento metodológico dos conteúdos requer estratégias que desenvolvam várias competências cognitivas básicas, como a observação, compreensão, argumentação, organização, análise, síntese, comunicação de ideias, planejamento, memorização, entre outras. Ao selecionar os conteúdos e elaborar os currículos, os professores trabalham conforme suas visões de mundo, suas práticas e representações sociais. Os docentes do UNIFSJ observam as seguintes diretrizes na elaboração e revisão dos currículos: • Revisam os currículos tendo em vista sua contínua atualização, adequação e redimensionamento, buscando coerência com os objetivos do curso; com o perfil do egresso e observadas as diretrizes curriculares nacionais, fixadas pela legislação em vigor; • Discutem a importância da determinação de objetivos que orientem o processo, envolvendo a seleção de conteúdos, procedimentos, avaliação, e definindo o tipo de relação pedagógica a ser estabelecida. • Adequação da metodologia de ensino à fundamentação teórico-metodológica do curso, atualizando, quando necessário, os programas, ementas, bibliografias e planos de ensino; • Tomam como referência a prática profissional, analisando criticamente as formas de seleção e organização dos conteúdos, identificando qual a concepção de cidadão, está se formando. • Dinamizam as atividades práticas de formação profissional e a orientação acadêmica; A matriz curricular do curso de História está pautada ainda na visão interdisciplinar do 33 ensino, viabilizando reflexões, discussões e pesquisas, de modo transversal, relacionadas às questões socioambientais, de direitos humanos e étnico-raciais, através das disciplinas “Educação, Cultura e Direitos Humanos” e “Responsabilidade Socioambiental”, busca formar um profissional sob a perspectiva do respeito ao multiculturalismo e à qualidade de vida humana, respeitando assim aos requisitos legais estabelecidos. Visando atender aos objetivos da legislação vigente, o artigo que leva em consideração os desafios da educação superior diante das intensas transformações que têm ocorrido na sociedade contemporânea, no mercado de trabalho e nas condições de exercício profissional, o Curso de História tem por objetivo dotar o egresso dos conhecimentos requeridos para o exercício profissional cujo perfil revele-se na forma de um profissional interculturalmente competente, capaz de lidar de forma crítica, consciente de sua inserção na sociedade e nas relações com o outro. E, em face das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de História e a Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002, que instituiu as Diretrizes para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica em cursos de nível superior, procurando resgatar a formação geral do acadêmico, no curso de História do UNIFSJ contempla-se, os seguintes eixos: da articulação dos diversos âmbitos de conhecimento profissional; da interação e da comunicação, bem como do desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional; da articulação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade; articulação entre formação comum com a formação específica; articulação entre conhecimentos a serem ensinados e dos conhecimentos filosóficos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a ação educativa; articulação entre dimensões teóricas e práticas. Os procedimentos metodológicos adotados consideram as especificidades e a natureza de cada disciplina, a realidade institucional em termos de recursos humanos e de estrutura física, não descuidando dos objetivos do curso e do perfil do profissional que se tem a expectativa de formar. Por ocasião da elaboração do currículo, buscou-se promover a interdisciplinaridade dentre as áreas e subáreas que se interseccionam e se complementam. As atividades desenvolvidas ao longo do curso visam à interação constante, na medida em que privilegiam o diálogo entre as disciplinas, seja pela referência a teorias estudadas ou aos trabalhos práticos efetivados nas diversas disciplinas, caracterizando a busca pela flexibilização curricular. A matriz curricular do curso de História está pautada na visão interdisciplinar do 34 ensino, viabilizando reflexões, discussões e pesquisas, de modo transversal, relacionadas às questões socioambientais, de direitos humanos e étnico-raciais, através das disciplinas “Educação, Cultura e Direitos Humanos” e “Tópicos Especiais I e II”, busca formar um profissional sob a perspectiva do respeito ao multiculturalismo e à qualidade de vida humana, respeitando assim aos requisitos legais estabelecidos. Os conteúdos curriculares do curso de História do UNIFSJ estão adequados ao que tange a atualização de bibliografias, acessibilidade, adequação de cargas horárias, ambos respaldados nas legislações vigentes, conforme pode ser observado nos anexos 1, 2 e 3. 3.10 Metodologia Na percepção do UNIFSJ, a prática educativa tem como princípio a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, os currículos dos cursos ofertados devem ser dinâmicos, flexíveis e transformadores. Assim, as metodologias de ensino-aprendizagem devem resultar em: democratização do conhecimento acadêmico; instrumentalização do processo dialético teoria/prática; promoção da interdisciplinariedade; visão integrada da sociedade com a universidade e acima de tudo conscientização para responsabilidade socioambiental, cultural e de inclusão. Desta forma, quando elaboram seus planos de ensino, os docentes especificam, a metodologia que utilizarão em suas disciplinas, selecionando os procedimentos mais adequados e apropriados às diversas situações de aprendizagem. Esta definição é feita de acordo com o perfil delineado para os egressos, que compreende conhecimentos, competências e habilidades gerais e específicas a ser desenvolvido pelos discentes, nas atividades, o que privilegia, permanentemente, a articulação entre teoria e prática, como também as características particulares e específicas de cada disciplina. A IES valoriza, aprecia e recomenda a utilização de práticas metodológicas diversificadas, respeitando-se a autonomia do docente na definição da melhor abordagem pedagógica a ser tratada por cada disciplina, entendida como aquela que melhor se adapta às turmas e à natureza da matéria a ser trabalhada, de acordo com o perfil delineado para os egressos, que compreende conhecimentos, competências e habilidades gerais e específicas a serem desenvolvidas, o que privilegia, permanentemente, a articulação entre teoria e prática, como também as características particulares e específicas de cada disciplina. 35 A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está plenamente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. A explicitação de conteúdos que congreguem conhecimentos adquiridos em diversas disciplinas, de caráter prático, levando em consideração a reflexão da solução do problema proposto e de suas diversas relações com a realidade profissional, bem como a explanação oral de trabalhos e projetos próprios a partir da situação problema proposta, numa aplicação direta de metodologia investigativa, próxima à aplicação da atuação no mercado de trabalho, são fundamentais no avanço qualitativo do estudante. A escrita e a leitura de projetos são consideradas parte da solução e imprescindíveis para a compreensão lógica do processo individual de criação e reprodução de respostas. Além disso, estimula-se a manipulação de softwares para o aumento da complexidade e da contextualização de ideias e criações. A aplicação de técnicas construtivas no desenvolvimento dos trabalhos evita o descolamento de teoria e prática acadêmica da realidade profissional. O Curso de História utiliza, portanto, metodologia contextualizada, voltada para as necessidades e desenvolvimento dos acadêmicos, valorizando o relacionamento permanente com os docentes. Os conteúdos programáticos das disciplinas do curso de História são trabalhados através de aulas que podem ser realizadas por meio de: • Aulas expositivas teóricas: realizadas nas salas de aula convencionais com lousa eletrônica e/ou em laboratórios para fornecer conhecimentos teóricos ao aluno. • Aulas práticas: disciplinas de caráter teórico-prático são desenvolvidas ao longo do curso de acordo com a necessidade e relevância julgada pelo docente como indispensável a qualidade do conteúdo a ser ministrado. As aulas práticas visam complementar as aulas teóricas, enfatizando os conhecimentos expostos na sala de aula e estimulando o poder de observação dos alunos, e consequentemente, atendendo aos objetivos do curso, que é foco no conhecimento e aprendizagem. • Palestras e Seminários: a maioria das disciplinas dos ciclos pré-profissional e profissional incluem seminários temáticos desenvolvidos pelos alunos, buscando complementar o conteúdo programático desenvolvido pela disciplina com assuntos atuais e promover o desenvolvimento crítico oral do aluno. 36 • Atividades de extensão: as atividades de extensão ocorrem como uma atividade multidisciplinar, envolvendo professores de disciplinas afins e ocorrem em locais específicos voltados para a formação generalista podem ser realizadas em empresa/instituições ligadas à área. A metodologia adotada no Curso de História tem como princípios de dinamização do currículo: • Equilíbrio entre teoria e prática, bem como entre conteúdos básicos e profissionalizantes; • Adoção de estratégias de reforço pedagógico (orientação extraclasse e estágios); • Utilização da análise do desempenho do egresso através de ficha de acompanhamento; • Participação em projetos de extensão e Iniciação Científica; • Adoção da metodologia de pesquisa como parte da prática pedagógica e estímulo à produção intelectual; • Incentivo ao intercâmbio interinstitucional; • Utilização das redes mundiais de informação; • Cooperação Empresa x IES (estágios curriculares e extracurriculares); • Adoção de estratégias de interdisciplinaridade. A prática docente procura atender às necessidades de conhecimento reveladas pelos acadêmicos. É frequentemente atualizada; desafiadora, objetiva e real, sem deixar de ser crítica e reflexiva, aproximando teoria e prática. Incentiva à leitura, Iniciação Científica e extensão, priorizando a iniciativa do acadêmico, o interesse, a dedicação e a responsabilidade do acadêmico do Curso. Nos conteúdos abordados, os conceitos são correlacionados com a realidade profissional. Contempla as sugestões dos acadêmicos, quanto à pesquisa, à avaliação, os trabalhos complementares e as práticas de estágio, parcerias com instituições/órgãos/empresas/ repartições públicas e privadas. 3.11 Estágio curricular supervisionado O Estágio Supervisionado no Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ é desenvolvido com base nas normativas do Regulamento de Estágio Supervisionado devidamente aprovado pelo Conselho Superior do UNIFSJ, organizado com base no Plano de 37 Estágio definido pela Coordenação e o docente supervisor responsável pelo componente curricular. Entende-se por estágio o exercício pré-profissional, em que o discente fundamenta os conhecimentos teóricos adquiridos no Curso, mediante aprovação prévia de programação específica, sob orientação direta do docente supervisor e pela Coordenação. A carga horária mínima do Estágio Curricular Supervisionado para o curso de História é estabelecida em 400 horas, com base nas Diretrizes Curriculares do Curso e/ou com base em outra norma legal vigente a serem adotadas sobre o componente curricular, constituindo-se em etapa obrigatória à obtenção do título de licenciado em História. Para a prática do Estágio, são firmados parcerias e convênios com instituições e órgãos da área [pública e privada], além de oferecer a oportunidade de o acadêmico realizar ações práticas nos Laboratórios Didáticos Especializados na IES como forma de melhor qualificar e capacitar os futuros profissionais da História. O estágio curricular supervisionado tem como objetivo a complementação do ensino e da aprendizagem. Instrumento de integração entre o ensino teórico e a prática de aperfeiçoamento de técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. Portanto, será toda atividade de aprendizagem social, profissional, proporcionada ao estudante pela sua participação em situações reais de vida e/ou trabalho. Os Estágios do Curso de História do UNIFSJ acontecem na Escola de Aplicação da IES e nas Escolas da Rede Municipal e Estadual de Ensino. São estágios obrigatórios supervisionados e realizados nos três últimos períodos, onde os estudantes desenvolvem tarefas inerentes à profissão de Historiadores e Professores de História, focadas no processo de trabalho. Com esta proposta, estarão aptos ao exercício de suas atividades com excelência técnica, visão ética e humanística e responsabilidade social na melhoria dos diversos cenários de atenção da História e de responsabilidade técnica do profissional da área. Portanto o estágio supervisionado (vide anexo 4) do curso de História do UNIFSJ está adequado quantos aos aspectos: carga horária, existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 3.12 Relação com a rede de escolas da educação básica O curso de História do UNIFSJ através dos Estágios Supervisionados permite a integração do estudante com o sistema local e regional de educação, através de convênios 38 firmados com a Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Estadual de Educação que visam possibilitar o desenvolvimento de atividades, previstas na proposta pedagógica do curso de História no que tange ao desenvolvimento de práticas relacionadas à profissão do historiador, que contribuam qualitativamente com a formação do estudante, proporcionando vivências relacionadas a realidade dos serviços educacionais. Portanto o estágio supervisionado do curso de História do UNIFSJ está adequadamente regulamentado/institucionalizado e devidamente acompanhado pelo orientador nas atividades e quanto aos aspectos: carga horária, existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 3.13 Relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da educação básica A docência deverá ser a base obrigatória na formação e identidade profissional, desta forma, os estágios serão supervisionados, acompanhados e avaliados por professores, sob a coordenação dos cursos. A realização do Estágio se fará em estabelecimentos escolares públicos ou privados, para esse fim conveniado. As Entidades conveniadas encarregar-se-ão de proporcionar: a) As condições favoráveis ao desenvolvimento de Estágio; b) O acompanhamento ao estagiário, através do professor regente; c) Assistência ao estagiário na preparação para a Regência, disponibilizando o planejamento da Instituição e prestando as informações necessárias a sua realização; d) A avaliação do aluno-estagiário referente às atividades de Regência As atividades realizadas durante o Estágio Curricular Supervisionado serão, obrigatoriamente, avaliadas pelo Professor-titular. Portanto, no Estágio Supervisionado do curso de História da UNIFSJ a relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da Educação Básica está adequadamente regulamentado/institucionalizado. 3.14 Relação teoria e prática O UNIFSJ entende que a prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso, a prática deverá 39 estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor. Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar. Sendo assim, no Estágio Supervisionado do curso de História da UNIFSJ a relação teoria está adequadamente regulamentado/institucionalizado. 3.15 Atividades complementares As Atividades Complementares (A.C) do Curso de História do Centro Universitário São José de Itaperuna são realizadas com base em normatização elaborada pelo Programa de Iniciação Científica e Extensão do UNIFSJ, aprovada pelo Conselho Superior na qual consideram-se as múltiplas manifestações acadêmicas que objetivem: complementar o currículo pedagógico vigente; ampliar os horizontes do conhecimento, bem como de sua prática para além da sala de aula; favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais e favorecer a tomada de iniciativa nos acadêmicos. Deste modo as A.C. são vistas como oportunidades de ampliação e aprofundamento do conhecimento, de flexibilização curricular no sentido do acadêmico poder construir uma rede de conhecimento paralelo ao da sua formação específica, permitindo a elaboração de um olhar macro sobre uma realidade ou objeto, contemplando a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, o que assegura o caráter interdisciplinar em relação às diversas áreas do conhecimento. Para a realização e cumprimento da carga horária exigida, os acadêmicos deverão cumprir 200 horas de atividades, realizadas no decorrer do curso, comprovando documentalmente à coordenação de curso. Metodologicamente, as Atividades Complementares são quantificadas com base em critérios formais que determinam o valor atribuído às ações operacionalizadas, descritas em formulário de controle próprio, cabendo à Coordenação do Curso a análise, julgamento, avaliação e validação das atividades realizadas pelos acadêmicos. O coordenador emitirá parecer conclusivo para a secretaria geral da IES, conforme formulário institucional, para o arquivamento/registro destas e cômputo da carga horária. A não realização e cumprimento de toda a carga horária definida para a A.C ensejará na impossibilidade de conclusão do Curso. Com o objetivo de incentivar à participação em eventos de natureza diversa que 40 contribuam para a sua formação humanística e profissional, atendendo às Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas ao Curso, as A.C são normatizadas com base em três pilares estruturais, a se considerar: Formação Acadêmica de Ensino, as atividades de Formação Acadêmica de Pesquisa e as atividades de Formação Acadêmica de Extensão e definidas por norma específica. Portanto, as Atividades Complementares (anexo 4) do curso de História do UNIFSJ estão adequadas quantos aos aspectos: carga horária, formas de apresentação, diversidade de atividades. 3.16 Trabalho de conclusão de curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC – é obrigatório, realiza o fechamento das disciplinas da Matriz Curricular e serve de importante balizador para verificar a formação do acadêmico e sua capacidade de produção científica. O processo de formação técnica tem seu início a partir da oferta da disciplina Metodologia Científica, por intermédio da qual o acadêmico tem o primeiro contato com as normas técnicas da IES, o conhecimento sobre a pesquisa, bem como a preparação/capacitação para o universo acadêmico. Nos dois últimos períodos do Curso, nas disciplinas, Trabalho de Conclusão de Curso [TCC] I e II, cada uma perfazendo a carga horária de 40 horas, os acadêmicos são orientados na elaboração do projeto de pesquisa em consonância com as normas da IES, organizadas pelo Centro de Iniciação Científica e Extensão, e aprovadas pelo Conselho Superior, finalizando com a escrita do Artigo Científico sob a orientação de um docente que tem o papel de promover reflexões, questionamentos e direcionamento da temática a ser investigada pelo estudante/pesquisador. O acadêmico passará por um processo avaliativo composto por uma Banca, formada pelo docente-orientador, e por dois profissionais ligados à área ou não. Deverá entregar a redação do artigo científico, bem como apresentar a pesquisa em audiência pública, demonstrando de maneira clara e satisfatória, conhecimento sobre o tema abordado e compreensão das exigências da profissão, para ser aprovado na disciplina TCC II. Os trabalhos de maior relevância poderão ser apresentados a Equipe Editorial da Revista Transformar (ISSN: 21758255), do Centro de Iniciação Científica e Extensão do UNIFSJ, com o intuito de serem publicados. 41 Assim posto, o TCC (vide anexo 6) do curso de História do UNIFSJ está adequado quantos aos aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação. 3.17 Apoio ao discente O atendimento de qualidade ao estudante é prioridade institucional, o que passa pelos atributos de uma boa aula e de outras atividades acadêmicas, à prestação de informações e resolução de problemas operacionais que envolvam a vida acadêmica do discentes. O acesso dos acadêmicos aos cursos é tão importante e significativo quanto a sua permanência e fidelização à IES, na busca da continuidade de seus estudos. A Instituição oferece formas de atendimento aos acadêmicos que incentivem e propiciem condições para que estes desenvolvam suas atividades com qualidade. O grande diferencial característico do Centro Universitário São José de Itaperuna é a relação direta dos acadêmicos com seus gestores o que facilita o atendimento às necessidades dos mesmos. As necessidades existentes são tratadas diretamente pelos gestores e coordenador garantindo o processo democrático eleito pela IES como legado operacional. Deste modo os acadêmicos se sentem mais valorizados e certos de que serão ouvidos por profissionais que poderão agir no sentido de resolver as eventuais necessidades. O Centro Universitário São José de Itaperuna, direciona e valoriza os seguintes aspectos relacionados com a atenção aos discentes, através de: Atendimento Eletrônico, Programa de Nivelamento Acadêmico, Programa de Atendimento Psicopedagógico, Programa de Monitoria, Programa de Apoio Financeiro, Programa de Iniciação Acadêmica, CPA – Comissão Própria de Avaliação e Programa de Orientação Profissional. O acesso virtual aos meios eletrônicos de comunicação está disponibilizado aos acadêmicos durante 24 horas por dia. São eles: Internet – www.fsj.edu.br, através do link, “OUVIDORIA”, o estudante poderá dar a sua contribuição com sugestões e/ou críticas, e encaminhar suas dúvidas direcionando a sua escrita para as esferas: EAP (Escola de Aplicação), FSJ (Presidência), TECFSJ (Coordenação Curso Técnico) e UNIFSJ (Centro Universitário São José de Itaperuna). Os estudantes contam com o Programa de Nivelamento Acadêmico que apresenta-se como uma das ações necessárias para a adaptação dos discentes no ensino superior que, além de experimentarem uma forte transição metodológica, trazem consigo muitas diferenciações em níveis de conhecimentos básicos, proporcionando um melhor relacionamento interpessoal. 42 O nivelamento é uma forma de proporcionar um equilíbrio de conhecimento em determinado assunto na turma que foi composta no início de cada curso, com isto as dificuldades de conhecimentos anteriores que deveriam ser advindos do ensino médio cursado por cada discente. Este é realizado com o 1° Período por meio de projeto. O Núcleo de Apoio Psicopedagógico Educacional (NAPE) está estruturado como setor Educacional e se propõe a disponibilizar Atendimento Psicopedagógico, socioafetivo e cognitivo aos discentes dos diversos cursos oferecidos pelo UNIFSJ, no sentido de minimizar possíveis dificuldades na assimilação ativa dos saberes próprios da formação acadêmica. O atendimento Psicopedagógico, através de um espaço para acompanhamento individual/institucional, busca desenvolver um trabalho diferenciado aos discentes, no que tange a adaptação emocional, psicológica, social, econômica e/ou cognitiva. As atividades deste núcleo correspondem a ações de natureza interdisciplinar desenvolvidas sob a forma de programas, projetos, cursos, eventos, ações suplementares, extensão, publicações e outras modalidades acadêmicas que reconheçam os diferentes estilos de aprender e favoreçam o processo de aprendizagem. O objetivo primordial é proporcionar a melhor adaptação do acadêmico ao meio da academia possibilitando uma ação preventiva e acolhedora seja em assuntos de ordem material, emocional ou educacional envolvendo, em todo o processo: docentes, discentes/acadêmicos e os demais e funcionários da Instituição. Nele os acadêmicos poderão contar com o apoio irrestrito de profissionais de reconhecimento notório na área e que promoverão esforços para apoiar e orientar as ações do acadêmico que esteja passando por alguma dificuldade (de relacionamento, dificuldade de adaptação, de origem emocional, dificuldades de aprendizagem, dentre outros) no ambiente acadêmico. Ao NAPE cabe a elaboração e definição de estratégias de “combate” à evasão acadêmica, nivelamento, orientação pedagógica, quer por motivo relacionado à dificuldade de aprendizagem, quer em decorrência de transtornos e/ou problemas de ordem afetivoemocional. Para tanto, sua estrutura é composta por uma pedagoga e uma psicóloga que procuram de maneira técnica minimizar os conflitos e atritos decorrentes do novo ambiente no qual o acadêmico se encontra inserido. A partir da elaboração de planos de estudos específicos, buscar-se-á minimizar a deficiência apresentada em relação às habilidades básicas necessárias ao desenvolvimento do 43 currículo. São atribuições do núcleo de apoio: • Oferecer atendimento aos acadêmicos dos cursos do UNIFSJ; • Identificar as dificuldades presentes no interior do corpo discente, no que diz respeito às relações interpessoais e profissionais; • Garantir o apoio pedagógico quanto à organização dos estudos da rotina acadêmica; • Encaminhar as reivindicações junto aos professores para um melhor aproveitamento do rendimento escolar; • Atender alunos encaminhados pelas coordenações, pelos professores, ou outros encaminhamentos, ajudando a recuperação de rendimentos insuficientes e/ou minimizando conflitos interpessoais; • Oferecer encontros para debates e reflexões de temas que favoreçam a maior conscientização no desempenho acadêmico; • Planejar, executar e avaliar intervenções acadêmicas capazes de contribuir para a elevação e ganhos nos processos de ensino e aprendizagem; • Identificar dificuldades de aprendizagem decorrentes da não adaptação ao espaço institucional; • Promover a mediação de conflitos entre os corpos docentes e discente, próprios das instituições de ensino superior, mas sempre estimulando à prática responsável e ética diante da comunidade acadêmica e suas normas e particularidades; • Promover estratégias para que o aluno redirecione sua postura, reconhecendo na graduação um nível de ensino que requer práticas emancipatórias e autonomia de aprendizagem; • Promover estratégias para o acompanhamento sistemático e diferenciado aos alunos portadores de dificuldades e/ou deficiências de causas variadas; • Estimular ações propostas pelos alunos e/ou seu órgão representativo que tenham objetivos explícitos de valorização de estudos acadêmicos, dos cursos e da instituição; • Promover o assessoramento aos alunos no que tange aos regimes normativos e pedagógicos da Instituição. • Participar do desenvolvimento de projetos, programas e ações que visem a permanência e aproveitamento satisfatório doa alunos nas atividades escolares; • Participar de programas específicos elaborados pelo professor da disciplina, dirigidos 44 a alunos; • Encaminhar os alunos a Psicólogos da clínica-escola quando diagnosticada a necessidade de acompanhamento psicoterapêutico prolongado (problemas de ordem afetiva, luto, isolamento social, desenraizamento geográfico, transição para o ensino superior, ansiedade, depressão, pânico, entre outros); • Implementar palestras, análises fílmicas e debates para desenvolver no aluno posturas pró-ativas que favorecem o encontro consigo mesmo, bem como o estabelecimento de metas, propósitos de vida e definição de objetivos profissionais. (Princípios éticos, importância da família na busca da autorrealização, Saúde Mental e Trabalho, entre outros). O Programa de Monitoria investe nas potencialidades e disponibilidades evidenciadas pelos alunos, através do estímulo à canalização desse diferencial em monitorias de ensino. A monitoria é uma atividade extracurricular remunerada e/ou não remunerada, destinada a acadêmicos regularmente matriculados em seu curso de graduação com o objetivo de estimular atividades disciplinares de auxílio à docência, iniciação científica e extensão, proporcionando desta forma, uma melhoria na qualidade de ensino e aprendizagem. As normas para a monitoria são estabelecidas em documento próprio ficando a cargo das coordenações de curso a publicação do Edital com as exigências para que o discente esteja apto a candidatar-se e ser selecionado. O discente monitor, ao final do período letivo, receberá do Centro de Iniciação Científica e Extensão do Centro Universitário São José de Itaperuna um certificado de participação no Programa de Monitoria; O Programa de Apoio Financeiro visa fornecimento de alternativas para os problemas de ordem financeira que impossibilitam, muitas vezes, a permanência nos cursos em que lograram obter acesso, para tal, a IES conta, caso seja necessário/possível, com o oferecimento de bolsas e está credenciada ao Financiamento Estudantil (FIES); O UNIFSJ como instituição pública de direito privado, muito embora não seja entidade filantrópica, oferece um considerável número de suas vagas para bolsas de estudo, atreladas às normas regulamentares aprovadas pelo Conselho Superior com base nas singularidades dos casos, após análise e avaliação, além de estar inserido no Programa governamental do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), cumprindo assim com o seu papel social no exercício da cidadania e de acesso ao ensino superior. 45 No Programação de Iniciação Acadêmica acontece o acolhimento especial aos alunos novos, ingressantes por processo seletivo ou por transferência, viabilizando sua integração ao meio acadêmico; Na Comissão Própria de Avaliação - CPA é imprescindível a participação discente no processo de autoavaliação institucional, utilizando seus resultados como forma de articulação do apoio que necessitam; Disponibiliza-se serviços de orientação profissional e vocacional (visitas, palestras, aplicação e análise de testes vocacionais) para os alunos do UNIFSJ e para a comunidade escolar de Itaperuna e região através do Programa de Orientação Profissional; A coordenação de curso desenvolve também discussões acerca da participação estudantil fomentando no meio acadêmico o protagonismo do Centro Acadêmico, incitando os estudantes a participarem efetivamente da gestão da unidade, de forma democrática, objetivando propiciar igualdade de condições a todos os componentes do espaço escolar, e consequentemente a melhoria da qualidade do ensino. 3.18 Intercâmbios A Fundação Educacional e Cultural São José - FSJ busca a finalidade de estabelecer intercâmbio com entidades públicas ou privadas em âmbito nacional e internacional para a consecução de suas finalidades e vem procurando convênios com instituições, empresas, hospitais, repartições e órgãos públicos ligados à área de formação do acadêmico capazes de melhor oportunizar a qualificação dos discentes matriculados no UNIFSJ. Os convênios firmados pelo Centro Universitário São José de Itaperuna, por meio da mantenedora – Fundação Educacional e Cultural São José, objetivam o aprimoramento do discente, compreendendo a necessidade do intercâmbio entre IES no sentido de oferecer ao estudante um conhecimento singular, a partir da troca de experiências com discentes além fronteiras da Instituição. Uma parceria comum e gratificante para o UNIFSJ ocorre desde o ano de 2004, com o Rotary Clube, Distrito 4750, o que vem se mantendo de modo bastante significativo, honrando a FSJ pelo caráter empreendedor e social do Rotary Clube, comum à missão e valores da IES. 3.19 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso 46 Todas as etapas de uma Avaliação Institucional são construídas de modo dialético e gradativo, mas não fragmentado, porquanto avaliar é também conhecer para transformar. É importante que todos os integrantes da comunidade tenham o pertencimento do processo de avaliação e possam avaliar a necessidade de agir sobre seus resultados. O UNIFSJ sempre reconheceu a importância da avaliação como um processo, por meio do qual a Instituição busca atingir, de forma mais eficiente e efetiva, o conhecimento de sua dinâmica, de seu modo de inserção na sociedade. Consequentemente, subsidiar a sua permanente reconstrução como instituição comprometida com o espaço social que ocupa. Em função da Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), deu-se início ao processo de análise/reflexão para a construção coletiva do projeto de autoavaliação que objetivou a melhoria da qualidade na educação superior e orientação da expansão. O Centro Universitário São José de Itaperuna - UNIFSJ promove sua avaliação mediante a autoavaliação, coordenada por uma comissão nomeada pela Instituição de Ensino, denominada Comissão Própria de Avaliação (CPA); Avaliação externa realizada pelo INEP e Avaliação de Desempenho dos Estudantes (ENADE). A autoavaliação do curso é realizada em concordância com a Avaliação Institucional da IES, sendo coordenada pela CPA (Comissão Permanente de Avaliação), constituindo num processo por meio do qual o curso analisa internamente o que é e o que deseja ser, o que de fato realiza, como se organiza, administra e age, buscando sistematizar informações para analisá-las e interpretá-las com vistas à identificação de práticas exitosas, bem como a percepção de omissões e equívocos, a fim de evitá-los no futuro. Tal avaliação é entendida como meio e não como fim que, ao envolver todos os setores e segmentos da instituição ligados ao UNIFSJ, promovendo a melhoria na qualidade do ensino oferecido. O planejamento e avaliação, especialmente os processos, dos resultados e eficácia da autoavaliação institucional se dá de maneira dinâmica, sistêmica e livre de qualquer interferência por parte da mantenedora do Centro Universitário São José de Itaperuna que dá amplo poder de ação à Comissão Própria de Avaliação(CPA) para que, com base nas constatações de caráter qualitativo e mensurável, possa oferecer elementos para o planejamento de ações acadêmico-administrativas no sentido de manter e melhorar a qualidade do ensino e dos serviços oferecidos pelo UNIFSJ e mantenedora. 47 A Metodologia do Processo de Avaliação Institucional no UNIFSJ tem início com a Campanha de Sensibilização, que estimulam o corpo docente, corpo discente e corpo técnicoadministrativo, a partir da construção da credibilidade da mudança e do comprometimento de todos com a Instituição. Após o período de avaliação, todos os dados são coletados pela própria CPA, de modo isolado e sigiloso, objetivando garantir a fidedignidade do processo. São elaborados relatórios que, em momento específico, obedecendo às formalidades legais, sendo entregues cópias à Presidência da Fundação Educacional e Cultural São José, ao Reitor do UNIFSJ e vicereitoria Acadêmica. É realizada uma reunião com os representantes dos NDE e Coordenadores de Curso quando lhes são apresentados os dados já tabulados, no sentido de provocar uma reflexão profunda e dialógica. Os resultados são consolidados em formas de pontos fortes e fracos (atingidos, a serem atingidos e não atingidos ainda). Por meio de reuniões é que se faz a apreciação e discussão a respeito dos dados, tendo-se como base os relatórios da autoavaliação interna. Nesta ocasião, são estudados os mecanismos para o saneamento das deficiências apontadas. Os relatórios são divulgados à Comunidade Acadêmica para que seus dados possam contribuir na tomada de decisão e nos processos de aprimoramento de cursos e da IES como um todo. De posse das informações técnicas da CPA, os membros do NDE passam a avaliá-las, convocando e ouvindo os partícipes do colegiado do curso e os representantes das turmas no sentido de planejarem ações conjuntas que possibilitem a melhoria do ensino e da IES como um todo. Tal avaliação é entendida como meio e não como fim que, ao envolver todos os setores e segmentos da instituição ligados ao UNIFSJ, promove a melhoria na qualidade do ensino oferecido. 3.20 Tecnologias de informação e comunicação – TICs Dentro de uma proposta pedagógica que abrange teoria e prática, o curso de História aborda o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como ferramentas no processo de ensino aprendizagem. O uso das TICs no curso é fomentado de duas maneiras: 1) Processo de gestão acadêmica - simplificando o acesso às informações pertinentes ao curso, como por exemplo, horários, calendários, matriz curricular, etc.; 2) Recurso didático proporcionando novas formas de trabalho, possibilitando a criação de ambientes de 48 aprendizagem em que os alunos possam pesquisar, fazer antecipações, simulações, confirmar ideias prévias, experimentar, criar soluções e construir novas formas de representação mental. Nesse contexto, o Centro Universitário São José de Itaperuna disponibiliza aos docentes e discentes do curso de História, diversos recursos tecnológicos que serão elencados abaixo: Site institucional – proporciona acesso as principais informações referentes ao curso, tais como: condições de oferta do curso (ato autorizativo, dirigentes e coordenação do curso, corpo docente, matriz curricular); calendário acadêmico; manual do aluno; notícias sobre eventos; Centro de Iniciação Científica e Extensão – CENICE; Comissão Própria de Avaliação – CPA; Revista Transformar; Núcleo de Atendimento Psicopedagógico – NAPE; Biblioteca, Ouvidoria. Portal aluno – Acesso a dados acadêmicos como notas, frequência, material didático de apoio, horário, reserva de livros. Biblioteca Virtual - Acesso ilimitado a base de dados das bibliotecas virtuais “Pearson” e “Minha Biblioteca”. Estrutura física – algumas salas de aula estão equipadas com computador, caixa de som, projetor multimídia, lousa eletrônica com software específico que possibilita um maior dinamismo na apresentação de conteúdos. Para as salas que não possuem tais recursos, são disponibilizados projetores multimídia de forma portátil. Ainda merece destaque, o acesso à internet via rede sem fio por toda instituição. Laboratórios de informática – atendem de maneira excelente, considerando os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número de usuários, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares, adequação do espaço físico, disponíveis aos alunos e professores em tempo integral. Os Laboratórios têm por finalidade atender aos alunos de todos os anos/cursos oferecidos pelo UNIFSJ, permitindo a prática de atividades relacionadas ao ensino, à pesquisa e o desenvolvimento do conhecimento. Softwares – os professores que utilizam da tecnologia como recurso didáticopedagógico, indicam softwares específicos que se adaptam à sua proposta de ensino. O que se espera com a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação no processo ensino-aprendizagem é a realização de aulas mais criativas, motivadoras, dinâmicas e que envolvam os alunos para novas descobertas e aprendizagem, bem como desenvolver 49 projetos de iniciação científica e extensão individuais ou coletivos. 3.21 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem A avaliação do Processo Ensino Aprendizagem do Curso de História do UNIFSJ se dá com base nas normas regimentais e programa de ensino do curso e que tem como objetivo acompanhar o desenvolvimento do acadêmico em seus estudos/atividades e visa diagnosticar as dificuldades e oportunizar medidas de melhoria do processo de aprendizagem. Para tanto, o desempenho deve incidir, preferencialmente, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, incentivando a participação do estudante nas disciplinas teóricas, nas práticas de formação, na produção do Trabalho de Conclusão de Curso, bem como na verificação das atividades realizadas em estudos independentes, quando houver. Para efeito de aprovação do acadêmico na disciplina, são considerados três aspectos fundamentais: a frequência obrigatória mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total das horas de aula [o acadêmico que não obtiver o percentual definido por Lei será considerado reprovado por frequência, independente da média obtida ao final]; cumprimento da carga horária obrigatória da Atividade Complementar e obtenção da média aritmética 6,0 (seis) na verificação do aproveitamento do desempenho curricular ao longo do período letivo, decorrente do processo avaliatório na disciplina. O Sistema Avaliativo do Centro Universitário São José de Itaperuna segue as disposições e normas constantes do Regimento Geral do UNIFSJ, aprovado pelo Conselho Superior, a saber: a verificação do aproveitamento escolar do discente no processo de avaliação da IES, será aferida por meio da AV1, AV2, e quando necessário da AV3, onde a média aritmética mínima para aprovação é 6,0 (seis), sendo resultante da soma das duas maiores notas obtidas ao longo do processo avaliativo, sendo descartada a menor nota, conforme regulamentação específica aprovada pelo Conselho Superior. É permitido aos acadêmicos o aproveitamento de conhecimentos adquiridos através de estudos e de práticas independentes, desde que atendidos os limites e critérios estabelecidos em regulamentação específica aprovada pelo Conselho Superior. O acadêmico reprovado por aproveitamento ou frequência poderá ser matriculado em regime de dependência em até quatro disciplinas por período, estando sujeito às mesmas exigências para aprovação. 50 3.22 Aproveitamento de Estudos Baseando-nos no Art. 47 § 2º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação que preconiza que os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas de ensino, e ainda na Resolução do Conselho Federal de Educação nº 5/79 que instituiu no seu artigo 2º que as IES têm autonomia de regulamentar o aproveitamento de estudos nos seus regimento/estatuto, o UNIFSJ estabeleceu que poderão ser aproveitados os conhecimentos adquiridos e as competências desenvolvidas pelo acadêmico, desde que comprovada experiência ou conhecimento no conteúdo programático em determinada disciplina ou disciplinas, de acordo com norma regimental da IES e, depois de avaliada documentação comprobatória, pela coordenação do Curso e a Pró-reitoria. 3.23 Do aproveitamento discente extraordinário É facultado ao discente o aproveitamento de estudos realizados e experiências profissionais, para fins de prosseguimento de estudos. O aproveitamento de estudos e experiências, visa ao reconhecimento das competências adquiridas pelo cidadão ao longo da sua vida estudantil e experiência profissional, tendo como referência o perfil profissional do curso pretendido. A solicitação de aproveitamento de estudos e experiências deverá ser feita pelo discente através de requerimento, dentro do prazo previsto no calendário acadêmico. A avaliação das competências adquiridas por meio de estudos e experiências será feita por comissão constituída pelo Colegiado de Curso, conforme diretrizes emanadas pelo Conselho Superior. O aproveitamento de estudos e experiências profissionais poderá ser deferido ou indeferido conforme análise da comissão. O aproveitamento de estudos e experiências profissionais poderá ser realizado a partir de processos de avaliação estruturados visando à comprovação de competências e habilidades, de forma combinada ou não, através de: I. simulação de situações reais de trabalho; II. observação, entrevistas com o interessado; 51 III. provas e exames teóricos e práticos; IV. análise do histórico escolar e currículo/programa do curso superior realizado, concluído ou não. Os discentes que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter isenção de disciplinas, de acordo com as normas dos sistemas de ensino. 3.24 Número de vagas O Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ oferece para o curso de História 30 vagas semestrais, no turno noturno, todas adequadas à infraestrutura e docentes do curso, a saber: Semestre Total de Vagas Anuais Total de Ingressantes 1º Semestre 2010/1 60 32 2011/1 60 22 2012/1 60 35 2013/1 60 17 2014/1 60 21 2015/1 60 28 Total de Total de vagas vagas Ociosas Preenchidas 155 205 3.25 Integração do curso com o sistema local e regional de educação O curso de História do UNIFSJ através dos Estágios Supervisionados permite a integração do estudante com o sistema local e regional de educação, através de convênios firmados com a Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Estadual de Educação que visam possibilitar o desenvolvimento de atividades, previstas na proposta pedagógica do curso de História no que tange ao desenvolvimento de práticas relacionadas à profissão do historiador, que contribuam qualitativamente com a formação do estudante, proporcionando vivências relacionadas a realidade dos serviços educacionais. 3.26 Atividades práticas de ensino 52 O UNIFSJ entende que a prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso, a prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor. Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar. 53 4 CORPO DOCENTE 4.1Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem uma atuação fundamental e constante na melhoria do curso, no atendimento às demandas do mercado de trabalho e nas inovações acadêmicas atuais. Os encontros acontecem em datas pré-determinadas no transcorrer do semestre letivo, com o objetivo de analisar as considerações docentes, as técnicas atuais de ensino-aprendizagem e sua aplicação no curso. Todos os membros são professores ativos, com formação acadêmica e profissional na área do curso, proporcionando o comprometimento entre a teoria e a prática em todo o processo de implantação e atualização do PPC. O NDE, no âmbito do Curso de História tem função consultiva, propositiva e de assessoramento sobre matéria de natureza acadêmica. Sua composição se dá com base na estrutura, a saber: a) Coordenador do Curso na condição de Coordenador Geral. b) Docentes com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. c) Coordenador Pedagógico do NDE - responsável direto pelas ações de orientação aos coordenadores e docentes. d) Coordenadora de Projeto Institucional - responsável pelas orientações relativas à elaboração de projetos institucionais consoante o interesse do NDE do Curso. Portanto, cabe ao NDE, que integra a estrutura de gestão acadêmica, dentre outras funções, a formulação do Projeto Pedagógico do Curso – PPC, sendo responsável pelo seu acompanhamento, atualização e consolidação. Compõem o Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de História os seguintes docentes e suas respectivas titulação e regime de trabalho: Docente Anízio Antônio Pirozi Elaine Borges da Silva Tardin Hudson de Oliveira Costa Priscilla Alves Juvino Couto Taís de Cassia Alves Badaró Titulação Regime de Trabalho Tempo de Permanência no NDE Mestre Mestre Especialista Mestre Mestre Integral Integral Integral Parcial Parcial 2 anos 3 anos 4 anos 3 anos 4 anos 54 4.2 Atuação do coordenador A coordenação pedagógica do curso exerce a função básica de acompanhar o desenvolvimento do currículo, adotando como referência o perfil do profissional pretendido. Cabe, também, ao coordenador estabelecer uma relação de parceria com seu corpo docente e os demais cursos da IES, além da interação com o corpo discente, pois assim, será possível realizar práticas conjuntas entre os cursos valorizando os trabalhos interdisciplinares. Desse modo, o coordenador do Curso de História tem como competência, regimentalmente definida: 1-integrar o Conselho Acadêmico da Instituição; 2-elaborar em conjunto com o corpo docente e discente o projeto pedagógico do curso; 3-aplicar no âmbito do curso de sua coordenação o plano de avaliação institucional, evidenciando os resultados a coordenação geral; 4-acompanhar e contribuir com as atividades desenvolvidas pelos setores de apoio técnico, que dão suporte às ações pedagógicas do curso; 5-executar ou fazer executar as decisões dos órgãos que lhe sejam superiores no que diz respeito à sua competência; 6-distribuir, de acordo com as diversas atividades do curso, carga horária semanal de cada professor que nele terá exercício, considerando os respectivos regimes de trabalho; 7-diligenciar para que, de acordo com os recursos disponíveis, o curso disponha de uma infraestrutura de apoio que atenda às suas necessidades; 8-comunicar, à coordenação geral dos Centros as faltas e irregularidades praticadas por professor, funcionário e aluno, sob sua responsabilidade, quando as providências disciplinares não forem de sua competência; 9-emitir correspondência em geral, convocações, avisos, editais e ofícios necessários ao cumprimento das atribuições do curso; 10-prestar assistência aos alunos no que se refere às questões pedagógicas, curriculares e extracurriculares; 11-encaminhar ao Coordenador dos Centros as necessidades de pessoal docente, técnico e administrativo para atendimento às atividades desenvolvidas no curso; 55 12-propor ao Coordenador dos Centros, acordos e convênios com instituições públicas e privadas, necessárias à prática de formação dos alunos; 13-acompanhara distribuição dos alunos pelos diversos campos de estágio, zelando pela efetivação dos mesmos; 14-zelar pelo patrimônio da Instituição colocado à disposição dos cursos; 15-coordenar todas as atividades acadêmicas e administrativas do curso, em conformidade com este Regimento, com a legislação pertinente e as normas e resoluções editadas pelas autoridades competentes. 16-exercer as atribuições disciplinares e administrativas que lhe forem conferidas por ato próprio. 4.3 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador Nome: Anízio Antônio Pirozi A) Dados do coordenador: Mestre em Sociologia Política pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF e Graduado em História pelo Centro Universitário São José de Itaperuna. B) Experiência Profissional do coordenador do Curso O Coordenador do Curso de História da IES, Professor Mestre Anízio Antônio Pirozi, exerce a função de docente na IES desde 2013, como coordenador do curso de graduação em História desde 2014 e como consultor e colaborador em projetos sociais há 4 anos e há 2 anos desenvolve pesquisas de cultura e memória no Centro de Iniciação Científica e pesquisas relacionadas ao resgate e preservação da diversidade cultural afro-brasileira há 04 anos. 4.4 Regime de trabalho do coordenador do curso O Regime de trabalho do coordenador do curso é de tempo integral com 40 horas, sendo 20 dedicados exclusivamente à coordenação e o restante distribuído entre atividades de docência, pesquisa, dentre outras atividades. 4.5 carga de coordenação do curso O mesmo é presidente do NDE (Núcleo Docente Estruturante) realizando reuniões periódicas. Ainda em relação ao regime de trabalho do coordenador são destinadas somente 56 para a gestão respeitando-se a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas dedicadas à coordenação, a saber: Cálculo: 60/20 = 3. Para efetuar-se o cálculo utilizou-se o número de vagas do curso dividido pelo número de horas semanais de trabalho do coordenador no curso. 4.6 Requisitos de titulação e experiência profissional do corpo docente O Centro Universitário São José de Itaperuna valoriza a experiência dos docentes, pois entende que a construção do saber está intrinsecamente relacionada à prática profissional. O processo de seleção e contratação dar-se-á por meio de avaliação documental e técnica, com base nas etapas, a saber: a) apresentação do(s) título(s) acadêmico(s) e documentação declarada no currículo lattes; b) apresentar declaração de disponibilidade de horário; c) participar de processo de entrevista com a coordenação do curso; d) exame psicotécnico com profissional da área de psicologia (quando se entender necessário); e) demonstrar conhecimento na área de atuação, além de competência técnicodidático-pedagógica por meio de aula de apresentação/teste realizada na presença de comissão constituída por membros do setor acadêmico e administrativo da IES e/ou da mantenedora. f) experiência no magistério do Ensino Superior; g) experiência acadêmica e não acadêmica do docente. A avaliação dos Títulos é critério definido como requisito para contratação e tem como objetivo averiguar o aperfeiçoamento profissional, crescimento de sua produção intelectual e a atualização científica. O julgamento é baseado na apresentação do Currículo Lattes atualizado e nos comprovantes de titulação e aperfeiçoamento profissional apresentados em relação às atividades desenvolvidas pelo candidato. Os resultados são comunicados e a contratação então se dá de imediato, dentro das normas da CLT, após exame médico admissional. A dedicação de tempo do docente para regime de trabalho, em conformidade com legislação vigente, dependerá do quantitativo de disciplina(s) no currículo oficial a ser 57 oferecido, bem como das propostas a serem apresentadas para o profissional pela IES. A capacitação e Treinamentos no UNIFSJ é coordenada pelo Núcleo Docentes Estruturante, que viabiliza ações de interesse comum, depois de ouvidos os coordenadores. Em se tratando da Qualificação do Profissional a IES incentiva a ascensão vertical por meio da formação do Mestrado e Doutorado. O Setor de Comunicação e Tecnologia cumpre o papel de formação do quadro administrativo, dos docentes e profissionais da direção acerca das tecnologias e recursos disponíveis e oferecidos pela IES. 4.7 Titulação do corpo docente do curso O corpo docente do curso de História é composto por 17 docentes, sendo 11,8% de doutores, 64,7% mestres e 23,5% especialistas, ou seja, 76,5% dos docentes têm formação stricto sensu. Docentes Titulação Alcíone Moreira Gonçalves Mestre Ângela da Silva Gomes Poz Mestre Anízio Antonio Pirozi Mestre Deise Rocha Primo Mestre Dulce Helena Pontes Ribeiro Doutora Elaine Borges Da Silva Tardin Mestre Elielza Da Silva Cruz Machado Especialista Franciney Luiz De França Especialista Hudson de Oliveira Costa Especialista Lucia de Fátima Freitas Mestre Márcio De Oliveira Monteiro Mestre Perilo Gomes Vargas Mestre Priscilla Alves Juvino Couto Mestre Taís De Cássia Badaró Alves Mestre Thiago Freitas De Souza Doutor Maria Carolina Gomes Barbalho Mestre Jorge Junio do Nascimento Aguiar Especialista As comprovações de titulação estão em poder da instituição e disponíveis para apreciação durante avaliação in loco. 58 4.8 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores O corpo docente do Curso, atualmente, conta com 2 docentes com titulação de Doutorado, composto portanto por 11,8% de doutores, a saber: Docentes Titulação Dulce Helena Pontes Ribeiro Doutora Thiago Freitas De Souza Doutor 4.9 Regime de trabalho do corpo docente do curso Os professores são contratados, sob o regime da legislação trabalhista, para jornadas em regime de Tempo Integral, Parcial, ou são contratados por hora-aula, tendo em vista as características das disciplinas e do profissional selecionado. O valor de remuneração da hora-aula é compatível ao praticado na região onde a instituição está inserida e com base nas convenções estabelecidas entre a mantenedora e o Sindicato dos Professores. A mantenedora pode utilizar-se de contrato de prestação de serviço por tempo determinado para suprir possíveis carências e/ou necessidades, respeitadas as normas trabalhistas. Os cargos passíveis e/ou não de gratificação poderão ser classificados como: dedicação por Tempo Integral com Dedicação Exclusiva dedicação por Tempo Integral Sem Dedicação Exclusiva, Dedicação Parcial e/ou Horista, de acordo com critérios definidos pelo Censo Escolar. Os casos em que haja necessidade de substituição eventual de docente serão tratados de maneira a priorizar profissionais do próprio curso e que tenha aderência e carga horária com disponibilidade para esse acúmulo temporário. Quando não se encontra disponibilidade para tais substituições eventuais no próprio curso, buscar-se-á no mercado de trabalho profissionais qualificados, com base nos critérios de seleção e contratação, definido neste PDI. Casos de licenças e outros afastamentos são previstos e solucionados com base nas normas legais vigentes e estratégias definidas pelos Coordenadores de Curso. Em casos 59 emergenciais, a contratação de docente substituto(a) poderá ser feita por tempo determinado, por um período letivo, com a possibilidade de renovação, até prazo não superior a 02(dois) anos, sem caracterizar ingresso na carreira docente. Os casos omissos devem ser avaliados pela reitoria, pró-reitorias em conjunto com a mantenedora. No curso de graduação em História temos os seguintes regimes de trabalho dos docentes: 70% são TI/TP (4 TI = 29% e 6 TP = 41%). Docentes Regime de Trabalho Alcione Moreira Gonçalves Parcial Angela Da Silva Gomes Poz Parcial Anízio Antonio Pirozi Integral Deise Rocha Primo Integral Dulce Helena Pontes Ribeiro Parcial Elaine Borges Da Silva Tardin Parcial Elielza Da Silva Cruz Machado Horista Franciney Luiz De França Integral Hudson de Oliveira Costa Integral Lucia de Fátima Freitas Horista Márcio De Oliveira Monteiro Horista Perilo Gomes Vargas Parcial Priscilla Alves Juvino Couto Parcial Taís De Cássia Badaró Alves Horista Thiago Freitas De Souza Parcial Maria Carolina Gomes Barbalho Horista Jorge Junio do Nascimento Aguiar Integral 4.10 Experiência profissional do corpo docente Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso, 11 têm experiência profissional de pelo menos 2 anos, excluídas as atividades no magistério superior, ou seja, cerca de 64%. 60 Docentes Tempo de Experiência Profissional Alcíone Moreira Gonçalves 4 Ângela da Silva Gomes Poz 0 Anízio Antonio Pirozi 10 Deise Rocha Primo 6 Dulce Helena Pontes Ribeiro 3 Elaine Borges Da Silva Tardin 2 Elielza Da Silva Cruz Machado 3 Franciney Luiz De França 24 Hudson de Oliveira Costa 10 Lúcia de Fátima Freitas 4 Márcio De Oliveira Monteiro 14 Perilo Gomes Vargas 0 Priscilla Alves Juvino Couto 3 Taís De Cássia Badaró Alves 0 Thiago Freitas De Souza 0 Maria Carolina Gomes Barbalho 0 Jorge Junio do Nascimento Aguiar 0 4.11 Experiência no exercício da docência na educação básica Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso, 15 têm experiência no exercício da docência na educação básica, ou seja, cerca de 88 %. Docentes Tempo de Experiência Profissional Alcíone Moreira Gonçalves 28 Ângela da Silva Gomes Poz 17 Anízio Antonio Pirozi 3 Deise Rocha Primo 13 Dulce Helena Pontes Ribeiro 24 Elaine Borges Da Silva Tardin 3 Elielza Da Silva Cruz Machado 2 Franciney Luiz De França 13 Hudson de Oliveira Costa 0 Lúcia de Fátima Freitas 24 Márcio De Oliveira Monteiro 17 61 Perilo Gomes Vargas 17 Priscilla Alves Juvino Couto 5 Taís De Cássia Badaró Alves 30 Thiago Freitas De Souza 4 Maria Carolina Gomes Barbalho 4 Jorge Junio do Nascimento Aguiar 3 4.12 Experiência de magistério superior do corpo docente Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso 15 (88%) possuem experiência de magistério superior igual ou maior que três anos. Docentes Tempo de Experiência Profissional Alcíone Moreira Gonçalves 26 Ângela da Silva Gomes Poz 2 Anízio Antonio Pirozi 2 Deise Rocha Primo 4 Dulce Helena Pontes Ribeiro 16 Elaine Borges Da Silva Tardin 3 Elielza Da Silva Cruz Machado 3 Franciney Luiz De França 4 Hudson de Oliveira Costa 8 Lúcia de Fátima Freitas 11 Márcio De Oliveira Monteiro 14 Perilo Gomes Vargas 11 Priscilla Alves Juvino Couto 3 Taís De Cássia Badaró Alves 18 Thiago Freitas De Souza 4 Maria Carolina Gomes Barbalho 4 Jorge Junio do Nascimento Aguiar 3 4.13 Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente O Colegiado do Curso (conforme estatuto e ou regimento) tem sua ação por meio das Reuniões de Docentes e Discente(s), sob a coordenação geral do Coordenador do Curso, com 62 registro em Ata, participação dos pares e encaminhamento das decisões a comunidade acadêmica. Os discentes têm a sua participação por meio de seu(s) representante(s) de turma(s), incentivados pela Coordenação. A dinâmica de funcionamento proposta para o Colegiado do Curso (Reunião de Professores) consiste na discussão primária dos problemas e questões a serem pensadas em relação ao Curso e, a posteriori, repassar a tônica para os representantes do NDE, para que possam, em coletivo técnico, pensar as decisões a serem tomadas e ações a serem implementadas com vistas ao Curso. As reuniões dos docentes acontecem periodicamente, com datas previstas pelo Coordenador. Para a realização de todas essas etapas leva-se em consideração o calendário acadêmico da IES, como forma de melhor atender e organizar as atuações do Curso em eventos, bem como atender ações imediatas por meio de reuniões extraordinárias. 4.14 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica. Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso 9 (52%) têm entre 4 a 6 produções científica, cultural, artística ou tecnológica (nos últimos três anos) a saber: Docentes Número de Produção Alcíone Moreira Gonçalves 0 Ângela da Silva Gomes Poz 09 Anízio Antonio Pirozi 24 Deise Rocha Primo 01 Dulce Helena Pontes Ribeiro 05 Elaine Borges Da Silva Tardin 08 Elielza Da Silva Cruz Machado 02 Franciney Luiz De França 03 Hudson de Oliveira Costa 0 Lúcia de Fátima Freitas 0 Márcio De Oliveira Monteiro 08 Perilo Gomes Vargas 0 Priscilla Alves Juvino Couto 04 63 Taís De Cássia Badaró Alves 15 Maria Carolina Gomes Barbalho 07 Jorge Junio do Nascimento Aguiar 05 5 INFRAESTRUTURA 5.1 Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral - TI O Centro Universitário São José de Itaperuna - UNIFSJ disponibiliza gabinetes de trabalho para o seu quadro de professores em tempo integral, valorizando a produção e a dedicação do profissional na sua área de atuação acadêmica. O UNIFSJ dispõe de gabinetes de trabalho equipados, para as Coordenações do Curso, para os docentes em tempo integral, segundo a finalidade de utilização, com computador, impressora, telefone, e atendem aos requisitos de dimensão, acessibilidade, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida, permitindo a adequada permanência do corpo docente na Instituição. Por desempenharem outras funções na instituição os professores em TI já possuem salas ou gabinetes/estação de trabalho de modo a atender de maneira excelente as demandas pertinentes. 5.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos A sala destinada a coordenação do curso está localizada no térreo do prédio da Fundação educacional e Cultural São José, mantenedora do Centro Universitário São José de Itaperuna, com dimensões de 45m² de área para atendimento ao público, duas salas (total 11,6 m²) para atendimento individualizado e um banheiro privativo. 5.3 Sala de professores Os docentes do Centro Universitário São José de Itaperuna - UNIFSJ dispõe de ampla sala de professores, com dimensões de 37,35m², temperatura condicionada e composta por mesa de estudo coletiva, áreas de estudo individual, equipamentos de informática com acesso à internet, ambiente de estar, e armários para armazenamento de objetos pessoais e material. Além disso, o acesso à internet sem fio garante àqueles que trazem seus computadores portáteis o acesso à rede, possibilitando o bom desenvolvimento das atividades complementares a sala se aula. 64 5.4 Salas de aula A instituição disponibiliza para o Centro Universitário um total de 29 salas de aula com uma área total de aproximadamente 1706,26 m², todas com o mesmo padrão de ambientação, atendendo de maneira excelente as necessidades institucionais, tais como: tamanho, limpeza, iluminação, acústica, segurança, acessibilidade e conservação. 5.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática A Fundação São José dispõe de três laboratórios de informática que possuem ar condicionado, iluminação adequada, internet banda larga de 15 Mbps, 71 (setenta) computadores distribuídos da seguinte forma: • Laboratório I - 25 (vinte e cinco) • Laboratório II - 29 (vinte e nove) • Laboratório III - 17 (dezessete) Esses laboratórios podem ser utilizados para aula e para uso individual dos alunos. Funcionam em tempo integral com a supervisão/orientação de um profissional responsável. Há também, um manual de normas que orienta o uso por parte da comunidade acadêmica, disponível para consulta. Para fazer frente aos desafios da prestação de serviços de Tecnologia da Informação, o Centro Universitário São José de Itaperuna, revisa anualmente todas as necessidades de atualização tecnológica dos equipamentos e softwares, adequando-as ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). A proposta é que todo processo de atualização seja realizado de maneira organizada, alinhando tecnologia e planejamento, bem como alocar de maneira estruturada os recursos orçamentários de infraestrutura tecnológica. A Fundação São José também disponibiliza aos seus alunos acesso à internet através de rede wireless, com banda larga de 20 Mbps. 5.6 Bibliografia básica O Curso de História atende os livros de bibliografia complementar com cinco ou mais títulos para cada disciplina, com dois exemplares por título. Possuímos ainda a assinatura da biblioteca virtual da PEARSON , e da biblioteca virtual Minha biblioteca nas quais temos vários títulos utilizados na bibliografia complementar. A biblioteca da Faculdade possui um acervo total de aproximadamente 29.253, sendo 1045 na área de História e 8.660 títulos 65 virtuais. O acervo bibliográfico da Biblioteca Padre Humberto está informatizado através do Sistema QiBibWeb, que permite o registro, empréstimo, catalogação, classificação, consulta e reserva online. O usuário dispõe de catálogos atualizados, onde consta a relação de livros e monografias. Na catalogação e classificação, utilizamos o CDD, a tabela de Cutter e o Código Anglo Americano – CCAA. 5.7 Bibliografia complementar O Curso de História atende os livros de bibliografia complementar com cinco ou mais títulos para cada disciplina, com dois exemplares por título. Possuímos ainda a assinatura da biblioteca virtual da PEARSON, e da biblioteca virtual Minha biblioteca nas quais temos vários títulos utilizados na bibliografia complementar. A biblioteca da Faculdade possui um acervo total de aproximadamente 29.253, sendo 1045 na área de História e 8.660 títulos virtuais. 5.8 Periódicos especializados Revistas em papel Boletim do Centro de estudos Portugueses Caderno de Sociologia e Política Cadernos de história da ciência – Instituto Buntantan Ensaio: Avaliação e Políticas públicas em educação Época Estudos avançados Ética Exame Filosofia Geografares Geografia: revista do departamento de geociências História biblioteca nacional História Revista História viva + grandes temas Horizontes antropológicos Impressão pedagógica Isto é Metis – História e Cultura Atividades práticas de ensino National Geographic Nossa história Nova escola Novos estudos Olhar de professor Pátio Ensino Médio, profissional e tecnológico 66 Pátio Revista pedagógica Raça, etnia e saúde Revista Appai Educar Revista Brasileira de História Revista brasileira de história 20 Revista da cultura Revista de História da Biblioteca Revista do historiador Revista do mestrado de história Revista do professor Revista História comparada Revista IHGB Revista Religião e sociedade Revistas Estudos Históricos Veja Veja Rio Revista eletrônicas disponibilizadas no site Achegas.net – Revista de Ciência Política (ISSN 1677-8855) AfricanStudiesReview Alfa: Revista de Linguística (UNESP. São José do Rio Preto. Antiguidade Clássica Antíteses Anuário de Literatura Ariús: Arqueologia Pública ArtCultura: Revista de História, Cultura e Arte Barcelona Cadernos Cedes Cadernos de História Cadernos de História da Educação Cadernos de História: Publicação do corpo docente do departamento de História UFOP Cadernos Pagu Cadernos Prolam (Programa De Pós-Graduação Em Integração Da América Latina Da Usp) EMBORNAL: Revista Eletrônica da ANPUH-CE Enfoques Environmental History Esboços – Revista do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC Escritos (Fundação Casa de Rui Barbosa) Estudos Afro-Asiáticos Estudos de Sociologia (Recife) B4 HIST. Estudos Históricos (Rio de Janeiro) Atividades práticas de ensino Estudos Ibero-Americanos Fênix – Revista de História e Estudos Culturais Habitus HIb: Revista de Historia Iberoamericana História Agora História Agora – Revista de História do Tempo Presente História Comparada 67 História Constitucional História da Historiografia História e Diversidade História e- História História Econômica & História de Empresas História Em Revista – Núcleo De Documentação Histórica Da Ufpel História Revista História Social História Unisinos História, Ciências, Saúde – Manguinhos História. Questões e Debates História: Debates e Tendências Historiae: revista de história da Universidade Federal do Rio Grande Histórica – Revista Eletrônica Do Arquivo Do Estado History and Theory Ideias – Revista do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP Imaginário (USP) Intellèctus Intersections Lua Nova Mana: Revista de Antropologia Social Novos Estudos CEBRAP Opinião Pública Opsis (UFG) Oracula (UMESP) Ponta de Lança: História, Memória & Cultura Pontes Religião & Sociedade REVER -Revista de Estudos da Religião (PUCSP) Revista Antíteses do Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Estadual de Londrina Revista Asas – Cultura E História Da Aviação Revista Brasileira de Ciências Sociais Revista Brasileira de Estudos de População Revista Brasileira de História Revista Brasileira de História Revista Histórica Estudos Afro-Asiáticos Revista Afro-Ásia Revista Estudos Históricos Revista Tempo Revista Topoi Revista de História Comparada Revista História Hoje Revista Historia Agora Vária História História, Ciências, Saúde – Manguinhos Revista do IHGB Revista da SBHC Revista do Patrimônio 68 Revista História Social Revista Diálogos Revista Trapézio Revista de História da Arte e Arqueologia Revista Navigator Revista Pontes Revista Recorde Revista Topoi Cadernos CRH Revista Brasileira de História da Educação Revista Brasileira de História das Religiões Revista Brasileira de Política Internacional Revista Brasileira do Caribe Revista Da Sbhc (Sociedade Brasileira De História Da Ciência): Revista de História (USP) Revista de História Comparada (UFRJ) Revista De História Da Biblioteca Nacional Revista de História da Sociedade e da Cultura Revista De História Da UFES – ES: Revista de História das Ideias Revista De História E Estudos Culturais Revista De História Regional Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro Revista Eletrônica Cadernos De História Revista Eletrônica de História Antiga e Medieval Revista Eletrônica De História Comparada Revista Eletrônica De História Do Brasil Revista Eletrônica de História do Brasil UFJF Revista Eletrônica do Centro de Estudos do Imaginário UFRO REVISTA ELETRÔNICA DO NIEJ REVISTA ELETRÔNICA DO TEMPO PRESENTE Revista Eletrônica Documento/Monumento Revista Eletrônica História em Reflexão Revista Esboços Revista Estudos Feministas Revista Cadernos de História Revista Brasileira do Caribe Revista Episteme Saeculum – Revista de História Revista Opsis Revista de História Regional Revista Estudos Históricos | Cpdoc Revista Estudos Políticos Revista Histedbr Online Revista História da Historiografia Revista História Hoje Revista Historiador Revista Histórica REVISTA JESUS HISTÓRICO Revista Litteris 69 Revista Lusófona de Ciência das Religiões REVISTA MILITARES E POLÍTICA Revista Militares na Política Revista Multidisciplinar das Faculdades Integradas Pitágoras Revista Outros Tempos Revista Signum Revista Tema Livre. Tempo: Revista Do Departamento De História Da Uff The American Historical Review The Electronic Journal Of Australian And New Zealand History The History Teacher The Journal For Multimedia History The Journal Of American History The Journal Of World History The Medieval Review The Western Historical Quaterly The William And Mary Quaterly Vestígios – Revista Latino-Americana De Arqueologia Histórica 5.8 Laboratórios didáticos especializados: quantidade O curso de História do Centro Universitário São José de Itaperuna, disponibiliza laboratórios que atendem ao número de vagas oferecidas pelo curso, sendo 03 Laboratórios de Informática, 01 Laboratório de Realidade Virtual, 01 Laboratório de Práticas Pedagógicas, ambos compartilhados com outros cursos da IES. São equipados com a seguinte estrutura: São 03 Laboratórios de Informática totalizando: uma área de 177,55m², 71 computadores, ar condicionado, quadro branco, mesas e cadeiras. Um Laboratório de Realidade Virtual perfazendo uma área de 70,21m², equipado com cadeiras, lousa digital, projetor multimídia 3d, óculos 3d, ar condicionado, caixas de som. Um Laboratório de Práticas Pedagógicas perfazendo uma área de 32 m², equipado com cadeiras, mesas, armários, computadores, ar condicionado. 5.9 Laboratórios didáticos especializados: qualidade Para fazer frente aos desafios da prestação de serviços o Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ), revisa anualmente todas as necessidades de atualização dos equipamentos de seus laboratórios, adequando-as ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). A proposta é que todo processo de atualização seja realizado de maneira organizada, 70 alinhando o planejamento, com alocação estruturada dos recursos financeiros. As instalações são adequadas e compatíveis com a proposta acadêmica do curso. O acesso é comum a todos os usuários, inclusive os de mobilidade reduzida. A aquisição de materiais de consumo é feita baseada nas solicitações encaminhadas pelos responsáveis dos setores e sua manutenção realizada por profissionais capacitados, mantendo a qualidade e a quantidade necessárias para a realização de ensaios, aulas práticas e atendimentos. Os mesmos possuem normas de funcionamento, utilização e segurança condizentes com a legislação em vigor. 5.10 Laboratórios didáticos especializados: serviços A infraestrutura dos Laboratórios didáticos especializados satisfaz as necessidades dos professores, alunos e da comunidade, pois contempla equipamentos de ponta e mobiliário adequados para realização das práticas aliadas aos conteúdos teóricos previstos nos componentes curriculares, com o intuito de aprimorar os conhecimentos dos usuários. Devido às múltiplas exigências de qualidade tanto no ensino quanto na prestação se serviços, os setores passam por manutenção e fiscalização periódicas, contando com a supervisão de profissionais responsáveis por seus perfeitos funcionamentos. 71 6 Requisitos legais e normativos 6.1. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso O curso de História do UNIFSJ está amparado pela Resolução CNE/CES nº 13/2002, que estabelece as Diretrizes curriculares Nacionais do curso de Licenciatura em História e do Parecer CNE – Conselho Nacional de Educação/CES – Câmara de Educação Superior nº 492, de 03 de Abril de 2001 e para tanto o curso atende a todos os dispositivos legais pertinentes, uma vez que cumpre fielmente, através de sua matriz curricular, bem como do Projeto Pedagógico do curso, todos os requisitos traçados pela Diretriz, como carga horária total de 2883 horas, distribuídas em: 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do curso, 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do início da segunda metade do curso, 1883 (mil e oitocentas e oitenta e três) horas de aulas para os conteúdos curriculares de natureza científicocultural e, 200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais. 6.2. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica Resolução CNE/CEB 4/2010 O curso de História do UNIFSJ está em conformidade com as DCN’s da Educação Básica, conforme disposto na Resolução CNE/CEB 4/2010 uma vez que compreende propostas de ação junto a escolas de educação básica, elaboradas com base na análise realizada e pressupostos teóricos estudados e propostas de estudos de iniciação científica efetivadas. O Estágio no Ensino Fundamental e no Ensino Médio é condição indispensável para conclusão do Curso de Graduação História do UNIFSJ, conforme previsto no Artigo 65, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 e poderá ser realizado em escolas das redes estadual, municipal e particular. 6.3. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnicoraciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena Lei Nº 9.394/96, com a redação dada pelas Leis Nº 10.639/2003 e N° 11.645/2008, e da Resolução CNE/CP N° 1/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP Nº 3/2004. As diretrizes para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena são atendidas uma vez que a temática é tratada de modo transversal e está inclusa nas seguintes disciplinas constantes do currículo curso de História: 72 História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação Cultura e Direitos Humanos e no componente curricular - Atividades Complementares. 6.4. Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP N° 1, de 30/05/2012. No tocante à Educação em Direitos Humanos são atendidas uma vez que a temática é tratada de modo transversal e está inclusa na seguinte disciplina constante do currículo curso de História: História Contemporânea I e II , Educação, Cultura e Direitos Humanos e no componente curricular - Atividades Complementares. 6.5. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012. O Centro Universitário através do Núcleo de atendimento psicopedagógico – NAPE, recomenda propiciar ao estudante com Autismo: (a) oportunidades pedagógicas de construção de conduta e participação por meio de seus pares (metacognição); (b) oportunidade de elaboração de estratégias no cotidiano do ensino: organização da comunicação e organização do estudo (regulação e autorregulação); (c) elaboração de recursos e organização da rotina, de acordo com as peculiaridades de cada aluno e de cada curso. Para a garantia do direito à educação e ao ensino profissionalizante, conforme preconizado no inciso IV, alínea a, do artigo 3º da Lei nº 12.764/2012, os sistemas de ensino devem efetuar a matrícula dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista nas classes comuns de ensino regular, assegurando o direito à acompanhante de apoio desde que comprovada sua necessidade, fato este ainda não ocorreu nesta IES. No art. 3º, parágrafo único, a referida lei assegura aos estudantes com Transtorno do Espectro Autista, o direito à acompanhante, desde que comprovada sua necessidade. Esse serviço deve ser compreendido, à luz do conceito de adaptação razoável de acordo com o que versa o art. 2º da CDPD (ONU/2006), “Adaptação razoável” significa as modificações e os ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional ou indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que as pessoas com deficiência possam gozar ou exercer, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos humanos e liberdades fundamentais. 73 Ciente de toda a legislação que trata do assunto e principalmente atendendo ao seu propósito de inclusão do estudante com Transtorno do Espectro Autista, no caso da existência de demanda, o UNIFSJ compromete-se a disponibilizar atendimento adequado e, caso necessário, acompanhamento especializado ao aluno. 6.6. Titulação do corpo docente (art. 66 da Lei N° 9.394, de 20 de dezembro de 1996) O corpo docente do curso de História é composto por 17 docentes, sendo 11,8% de doutores, 64,7% mestres e 23,5% especialistas, ou seja, 76,5% dos docentes têm formação stricto sensu. 6.7. Núcleo Docente Estruturante (NDE) (Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010) O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem uma atuação fundamental e constante na melhoria do curso, no atendimento às demandas do mercado de trabalho e nas inovações acadêmicas atuais. Os encontros acontecem em datas pré-determinadas no transcorrer do semestre letivo, com o objetivo de analisar as considerações docentes, as técnicas atuais de ensino-aprendizagem e sua aplicação no curso. Todos os membros são professores ativos, com formação acadêmica e profissional na área do curso, proporcionando o comprometimento entre a teoria e a prática em todo o processo de implantação e atualização do PPC. O NDE, no âmbito do Curso de História tem função consultiva, propositiva e de assessoramento sobre matéria de natureza acadêmica. Sua composição se dá com base na estrutura, a saber: a) Coordenador do Curso na condição de Coordenador Geral. b) Docentes com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. c) Coordenador Pedagógico do NDE - responsável direto pelas ações de orientação aos coordenadores e docentes. d) Coordenadora de Projeto Institucional - responsável pelas orientações relativas à elaboração de projetos institucionais consoante o interesse do NDE do Curso. 6.8. Carga horária mínima, em horas – para Licenciatura Bacharelados e 74 Licenciaturas Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Graduação, Licenciatura ado, Presencial). Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, Licenciatura ado, Presencial). Resolução CNE/CP N° 2/2002 (Licenciaturas). Resolução CNE/CP Nº 1/2006 (Pedagogia). Resolução CNE/CP N° 1/2011 (Letras) A IES atende às normativas pertinentes uma vez que trabalha com a carga horária total de 2883 (duas mil e oitocentas e oitenta e três) horas, articulando teoria e prática, conforme estabelecido pela Resolução CNE/CP N° 2/2002 (Licenciaturas). 6.9 Tempo de integralização Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Graduação, Licenciatura bacharelado, Presencial). Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, Licenciatura bacharelado, Presencial). Resolução CNE/CP N° 02 /2002 (Licenciaturas) O curso de História está de acordo com a resolução Nº 1 de 18/02/2002, pois possui um tempo de integralização mínimo de 3 (três) anos e uma com a carga horária total de 2883 (duas mil e oitocentas e oitenta e três) horas, articulando teoria e prática. 6.10 Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, CF/88, Art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei N° 10.098/2000, nos Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009, N° 7.611/2011 e na Portaria N° 3.284/2003. A IES atende às normativas pertinentes uma vez que possui: rampas permanentes nos ambientes com degraus; salas de aula destinadas ao curso, plenamente adaptadas; e acessibilidade aos demais ambientes da IES tais como: biblioteca, laboratórios, secretaria acadêmica, setor financeiro, sala da direção, sala de coordenação, entre outros. 6.11 Disciplina de Libras (Dec. N° 5.626/2005) A IES atende às normativas pertinentes, uma vez que oferece o conteúdo de LIBRAS no 5º e 6° períodos do curso através da disciplina Língua Brasileira de Sinais. 6.12 Informações acadêmicas (Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC N° 75 23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010) As informações acadêmicas no UNIFSJ estão disponibilizadas na forma impressa e virtual, visto que a IES conta com comunicação através do site institucional, noticiário em rádios de circulação local e regional e avisos afixados em quadros. 6.13 Políticas de educação ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002) Quanto à integração da educação ambiental às disciplinas do curso de História de modo transversal, contínuo e permanente, observa-se o atendimento à Lei nº 9.795, de 27/04/99 e ao Decreto nº 4.281 de 25/06/2002 através da disciplina, Tópicos Especiais em Meio Ambiente e no componente curricular - Atividades Complementares que abordam temas relacionados à educação ambiental e ainda através de projetos, programas e eventos que promovem atividades que dialogam com a questão do meio ambiente, dentro de possibilidades de manejo, conservação, preservação, inserção de valores, ressignificação de atitudes e posturas, contribuindo para maior sustentabilidade local e regional. 6.14. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena Resoluções CNE/CP N° 1/2002 e CNE/CP N° 2/2002. O curso de História do UNIFSJ está amparado pelas Resoluções CNE/CP nº 1/2002 e CNE/CP nº 2/2002, que estabelecem as Diretrizes curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, do curso de Licenciatura em História e para tanto o curso atende a todos os dispositivos legais pertinentes, uma vez que cumpre fielmente, através de sua matriz curricular, bem como do Projeto Pedagógico do curso, todos os requisitos traçados pela Diretriz. A matriz do curso, assim como o seu PPC será realinhada de forma a atender a solicitação do Parecer CNE/CP Nº 2/2015. 76 ANEXOS 1 Matriz Curricular MATRIZ CURRICULAR – HISTÓRIA Mat ri z Curri cul ar – 2013/1 CARGA H ORÁRI A D I SCI P LI N AS P RÁT I CA D E EN S. ( H /A ) CRÉD I TOS T E ORI A (H/A) ES TÁ GI O (H) 2 2 4 5 3 4 3 23 40 40 80 100 60 60 380 - 80 4 5 2 2 4 2 4 80 100 40 40 40 80 380 - 80 80 40 80 100 100 40 360 - 80 80 20 80 80 80 40 40 320 120 120 80 80 3 4 3 4 2 3 4 2 25 60 80 60 80 40 60 40 420 140 - - 140 80 80 140 - 80 140 400 80 480 1 º P ERÍ OD O Didát i ca Fi losof ia Hist óri a Ant i ga Int rodução ao Est udos Hi st óri cos Língua Port uguesa Prát ica de Ensi no I Soci ol ogi a SU BTOTAL 80 2 º P ERÍ OD O Hist óri a do Brasi l I Hist óri a Medi ev al Inf orm át i ca na Educação Met odol ogi a Ci ent íf ica Prát ica de Ensi no II Psi col ogia da Educação Teori a da Hi st óri a I SU BTOTAL 23 3 º P ERÍ OD O Ant ropol ogi a Hist óri a do Brasi l II Hist óri a Moderna Prát ica de Ensi no III Teori a da Hi st óri a II Tópi cos Especi ai s I 2 4 5 4 5 2 SU BTOTAL 22 4 º P ERÍ OD O Est ági o Superv i si onado I Hist óri a da Am éri ca I Hist óri a das Idei as Pol ít i cas Hist óri a do Brasi l III Hist ori ograf ia Brasi l ei ra Prát ica de Ensi no IV Tópi cos Especi ai s II 4 4 4 2 4 2 SU BTOTAL 5 º P ERÍ OD O Est ági o Superv i si onado II Hist óri a Cont em porânea I Hist óri a da Am éri ca II Hist óri a da Art e I Hist óri a do Brasi l IV Língua Brasi l eira de Si nais I Opt at i v a I Prát ica de Ensi no V Trabal ho de Concl usão de Curso I SU BTOTAL 6 º P ERÍ OD O Est ági o Superv i si onado III Hist óri a Cont em porânea II Hist óri a da Art e II Hist óri a da Áf ri ca e Cul t ura Af ro-Brasil ei ra Est rut ura e Funci onam ent o da Educação Bási ca Língua Brasi l eira de Si nais II Prát ica de Ensi no VI Opt at i v a II Educação, Cul t ura e Di reit os Hum anos Trabal ho de Concl usão de Curso II SU BTOTAL 3 60 3 60 3 60 2 40 2 40 4 3 60 2 40 2 40 24 400 137 2.2 60 T O TA L TOTALI Z AD ORES D E CARGA H ORÁRI A At i v idades Com pl em ent ares (H) Cont eúdos Bási cos e Específ icos (H)* Est ági o Superv i si onado (H) Prát ica de Ensi no (H)* CA RGA H ORÁ RI A T OTA L ( H ) 200 1883 400 400 2883 OPTATIVAS Pat rim ôni o Hi st óri co – Cul t ural Hist óri a do Pensam ent o Polít ico Brasil ei ro Gênero e Rel ações de Poder Museol ogi a e Arqui v ol ogia 3 3 3 3 60 60 60 60 LEGENDA: (H/A) => hora/aula de 50 minutos // (H) => hora/aula de 60 minutos * - (H/A) conv ert i da em (H) 77 2 Representação Gráfica – Estrutura Curricular 1º período 2º período 3º período 4º período 5º período 6º período História Antiga História do Brasil I História do Brasil II História da América I História Contemporânea I História Contemporânea II Introdução aos Estudos Históricos História Medieval História Moderna História das Ideias Políticas História da América II História da Arte II Didática Teoria da História I Teoria da História II História do Brasil III História da Arte I História da África e cultura afro-brasileira Prática de Ensino I Informática na Educação Tópicos Especiais em História Historiografia Brasileira História do Brasil IV Prática de Ensino VI Língua Portuguesa Prática de Ensino II Prática de Ensino III Tópicos Especiais em História do Brasil Prática de Ensino V Estágio Supervisionado III Sociologia Metodologia Científica Antropologia Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II TCC II Prática de Ensino IV TCC I Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Libras I Libras II Optativa Educação Cultura e Direitos Humanos Filosofia Psicologia da Educação Optativa Conteúdos Histórico/ Historiográficos e Práticas de Pesquisa Conteúdos de formação profissional – Formação Pedagógica Formação Humanístico-Ético-Cultural 78 3 Ementário Ementário do Curso de História 1º Período DIDÁTICA Ementa A Didática é disciplina interdisciplinar, busca uma (re) significação que emerge da investigação sobre o ensino como prática social viva nos contextos sociais e institucionais nos quais ocorre. Neste sentido, define-se como direção do processo de ensinar, no qual estão envolvidos, articuladamente, fins imediatos (instrutivos), mediatos (formativos) e procedimentos adequados ao ensino e à aprendizagem. Bibliografia Básica: CANDAU,Vera Maria. A Didática em Questão. Petrópolis: Vozes, 1996. CORDEIRO,Jaime. Didática. São Paulo: Contexto, 2007. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Didática e interdisciplinaridade. São Paulo: Papirus, 1998. Bibliografia Complementar: MASETTO, Marcos Tarciso. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD,1994. ARREDONDO, Santiago Castillo; GONZÁLEZ, Luis Polanco Ensine a Estudar... Aprenda a Aprender: Didática do Estudo: Volume 1 e 2. KARNAL, LEANDRO. Conversas com um Jovem Professor. São Paulo. Contexto 2012. PERRENOUD, Philippe. Formando Professores Profissionais: Quais Estratégias? Quais Competências? Porto Alegre: Artmed, 2001. PILETTI, Nelson. Aprendizagem:teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2013. INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS HISTÓRICOS Ementa Análise dos princípios que norteiam e dão especificidade ao campo do conhecimento histórico (verdade, objetividade, fontes, fato, etc.). Como se conhece a História. A formação do pensamento racional e científico: do Renascimento ao Século das Luzes. O nascimento da história como ciência: séculos XVIII e XIX. Panorama geral da produção historiográfica no século XX, com ênfase à Escola dos Annales. Bibliografia Básica: BURKE, Peter. A escrita da História. São Paulo: Editora da UNESP, 1992. CARDOSO, Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo. (Orgs.) Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia . Rio de Janeiro: Campus, 1997. HOBSBAWM, Eric. Sobre história. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. Bibliografia Complementar: CERTEAU, Michel de. A escrita da História. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000. 79 BARROS, José D’Assunção. A Teoria e a Formação do Historiador. In: Revista Teias v. 11, n. 23. p. 41-62 2010. ISSN 1518-5370 [eletrônico]. Disponível em: http://www.periodicos.proped.pro.br/index.php/revistateias/article/view/513/552 Acessado em 02/02/2014. ______________. Os Campos da História – uma introdução às especialidades da História. In: Revista HISTEDBR On-line, Campinas, n.16, p. 17 -35, dez. 2004 - ISSN: 1676-2584. Disponível em: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/revis/revis16/art3_16.pdf. Acessado em: 02/02/2014. CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma introdução à História. 10.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005. PRÁTICA DE ENSINO I Ementa A Prática Pedagógica implica um processo de reflexão e aprendizado sobre a prática docente levando em consideração: a teoria, a compreensão e construção de novos saberes, a partir de situações singulares. Possibilita a integração e a mobilização de recursos adquiridos para à ação, num contexto de ensino. Bibliografia Básica: DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 1991. PERRENOUD ,F. ET ali: Formando Professores Profissionais:Quais estratégias?Quais Competências. Trad. de Fátima Murad e Eunice Gruman. Porto Alegre: Artmed, 2001. ZABALA, Antoni; A Prática Educativa: Como Ensinar. Trad. De Ernani F. Rosa, Porto Alegre. Artmed, 1998. Bibliografia Complementar: CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011. DEMO, Pedro. Metodologia da investigação em educação. Curitiba: Ibpex, 2012. LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos.São Paulo: Ed Loyola,1999. NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. LEAL, Daniela.Teorias da aprendizagem um encontro entre os pensamentos filosóficos, pedagógicos e psicológicos. Curitiba:Ibpex, 2012. PERRENOUD F. Dez novas Competências Para Ensinar:convite à viagem. Trad. De Patrícia Chittoni Ramos, Porto Alegre; Artmed, 2000. SOCIOLOGIA Ementa Visando a construção do conhecimento do graduando, a presente disciplina propõe a discussão e construção de conhecimentos e saberes sociológicos, tais como: as condições histórico-sociais da Sociologia como ciência e no marco das Ciências Sociais. O pensamento sociológico clássico: Comte, Weber, Marx, Dürkheim. Conceitos sociológicos básicos: cultura e sociedade, controle, processos e mudança social. A disciplina pretende o estudo das categorias sociológicas básicas: sociedade, trabalho, organização e controle social, status, estratificação e papel social. Propõe ainda o estudo do conceito e valor da vida humana, da ciência, discutindo temas que cercam os direitos humanos. Bibliografia Básica: 80 LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia.São Paulo: Brasiliense, 2007. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. São Paulo: Atlas, 2010. MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural: iniciação,teoria e temas/ 18 ed. – Petrópolis:Vozes, 2011. Bibliografia de Complementar: BOAS, Franz. Antropologia Cultural. 1. ed. São Paulo: Jorge Zahar, 2005. DIAS, R. Introdução à Sociologia.2 ed. São Paulo:Pearson Prentice Hall, 2010. DURKEIM, Èmile. As regras do método sociológico.São Paulo:Nacional,1974. (Biblioteca universitária.Série 2,Ciências Sociais:44). MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010. QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria Ligia O; OLIVEIRA, Maria Garênia M. de. Um Toque de Clássicos. 2ª ed. Rev. Amp. Belo Horizonte: ED. UFMG, 2002. Disponível em: http://books.google.com.br/books?id=hW_2c5wWbh8C&printsec=frontcover&dq=toque+de+ cl%C3%A1ssicos&hl=pt-R&sa=X&ei=49IyUTgG463kAeGxYCoBw&ved=0CC4Q6AEwAA#v=onepage&q=toque%20de%20cl%C3%A1 ssicos&f=fals LÍNGUA PORTUGUESA Ementa Texto: leitura e produção. Léxico: semântica, seleção e adequação. Conectivos. Coesão e coerência textuais. Tópicos gramaticais. Novo Acordo Ortográfico. Bibliografia Básica: BECHARA , Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2000. CEGALLA , Domingos Paschoal . Novíssima gramática da língua portuguesa. 48.ed. rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9 ed. São Paulo :Ática, 2002. Bibliografia Complementar: ILARI, Rodolfo; Basso, Renato. O Português da Gente: a língua que estudamos a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006. Koch, Ingedore Grunfeld Villaça. A Inter Ação pela Linguagem . São Paulo: Contexto, 2007. ______________. O Texto e a Construção dos Sentidos. São Paulo: Contexto, 2000. KOCH, Ingedore Villaça &TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 2000. PLATÃO &FIORIN. Lições de texto: Leitura e redação. São Paulo : Ática, 2002. FILOSOFIA Ementa O curso de Introdução à Filosofia visa discutir sobre as principais teorias e nomes da história do conhecimento e da filosofia, e contexto histórico em que viveram seus criadores. Busca também, refletir sobre os tipos de conhecimento, evolução histórica do conhecimento em geral e do conhecimento científico em particular. Produção e evolução do pensamento Ocidental e a importância da história e da filosofia da ciência para a Educação. Bem como, problematizar eixos temáticos como Filosofia e Educação: elucidações conceituais e 81 articulações; a essência da Filosofia; reflexão filosófica; a Filosofia e as ciências; a filosofia e a busca da verdade; o que é conhecimento; o pensamento mítico; a problemática filosófica no século XX. Bibliografia Básica: ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 1993. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994. COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia: Histórias e Grandes Temas. São Paulo: Saraiva, 2006. Bibliografia Complementar: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2000. GHIRALDELLI JR, Paulo. A aventura da Filosofia: de Parmênides a Nietzsche. FSJ. BV. 2010. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520427798/pages/_1. Acesso em: 11 dez, 2013. MATTAR, João. Introdução à Filosofia. FSJ. BV. 2010. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576056973/pages/_1. Acesso em: 11 dez, 2013. MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 13 ed.- Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2010. ROSENTAL, M. Pequeno Dicionário Filosófico. São Paulo: Livraria, 1959. HISTÓRIA ANTIGA Ementa Contextualização e problematização do conceito de pré-história. Caracterização dos grandes períodos da pré-história : do paleolítico ao neolítico (nomadismo, caçadores coletores, pastoreio, sedentarismo e aldeamentos) . O homem na escala zoológica, em seu processo de hominização e expressões culturais nos períodos da pré-história. Caracterização do processo de formação das primeiras civilizações: Egito, Mesopotâmia , civilizações Mediterrâneas. Abordagem das civilizações em seus processos culturais, políticos e econômicos . Civilizações na América , Ásia e África . Caracterização dos povos que estão na origem da civilização ocidental : Grécia Antiga (conquistas culturais, passagem do mito ao pensamento filosófico, escravismo , processos culturais , políticos e econômicos) e Roma Antiga (herança da cultura clássica grega, conflitos político-sociais, aspectos econômicos, transformações históricas) . Bibliografia Básica: PINSKY, Jaime. As Primeiras Civilizações. São Paulo: Contexto, 2003. GRANT, Neil. As Conquistas Romanas. São Paulo: Ática, 1992. ROSTOVTZEFF, M. História da Grécia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1973. Bibliografia Complementar: FUNARI, Pedro Paulo. Pré-História do Brasil. São Paulo: Contexto, 2012. _________________. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2012. GUARINELO, Norberto Luiz. História Antiga. São Paulo: Contexto, 2013. JOÃO, Maria Teresa David.Tópicos da história antiga oriental. Curitiba: Intersaberes, 2013. PINSKY, Jaime. 100 Textos de História Antiga. São Paulo: Contexto, 2012. 82 2º Período METODOLOGIA CIENTÍFICA Ementa A disciplina envolve temas sobre a natureza, concepções e formas de conhecimento e sobre a prática de atividades básicas de apropriação do conhecimento, como: estudo, leitura, fichamentos, esquemas, resumos, resenhas e sinopses, e também orientações referentes ao Projeto de Pesquisa. Bibliografia Básica: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do trabalho científico.São Paulo: Atlas, 2001. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2002. ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humana. São Paulo: Perspectiva, 1990. Bibliografia Complementar: CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2a Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. CERVO, A. M. (Org). Metodologia científica. 6a Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. DEMO, Pedro. Pesquisa e informação qualitativa. Campinas, São Paulo: Papirus, 2012. JUNIOR, C. F. Guia do trabalho científico. Do projeto à redação final. São Paulo,contexto, 2011. MARTINS, Heloisa H. Metodologia qualitativa de pesquisa. Educação e pesquisa, vol.30, n2, p.289-300. 2004. Artigo online disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ep/v30n2/v30n2a07.pdf PRÁTICA DE ENSINO II Ementa A disciplina proporciona o embasamento teórico, tendo em vista a racionalização das atividades práticas e o compromisso social e político do professor, oferecendo alternativas para o ensino de História. Buscando construir um perfil docente que tenha características interdisciplinares e com posturas necessárias para um educador conectado as novas tecnologias e exigências da sublime tarefa de educar. Bibliografia Básica: DEMO,Pedro.Desafios modernos da educação. Petrópolis:Vozes, 2000. ZABALA,Antoni. A prática educativa:como ensinar.Porto Alegre:Artmed, 2010. FAZENDA, Ivani C. Arantes.Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 2011. Bibliografia Complementar: AVELAR,Alexandre de Sá. Os desafios do ensino de História:problemas teóricos e metodológicos. Curitiba: Ibpex, 2011. CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática.Campinas: Papirus, 2011. 83 KARNALL,Leandro (Org.) História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. São Paulo. Contexto, 2009. NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. LEAL, Daniela.Teorias da aprendizagem um encontro entre os pensamentos filosóficos, pedagógicos e psicológicos. Curitiba:Ibpex, 2012. SCHIMIDT, Maria Auxiliadora.CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2009. HISTÓRIA DO BRASIL I Ementa O Brasil : povos pré-cabralinos. A Expansão Marítima e Comercial e a “Descoberta do Brasil”. O período Pré-Colonial brasileiro. O início da colonização (Administração, economia e sociedade). As invasões estrangeiras. As economias complementares. A expansão territorial e os tratados de limites. A ação da Igreja Católica no Brasil colonial. A mineração e os primeiros movimentos de contestação ao domínio português no Brasil. O período joanino e a emancipação política do Brasil. Bibliografia Básica: ABREU, Capistrano de. Capítulos da História Colonial (1500-1580). Itatiaia: EDUSP, 1988. FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. São Paulo: Record, 2001. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956. Bibliografia Complementar: FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder. São Paulo: Editora Globo, Vol. I., 1991. LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. NOVAIS, Fernando (Dir.). História da Vida Privada no Brasil – Colônia. São Paulo: Cia das Letras, Vol. I, 1997. RAMOS, Fábio Pestana; MORAIS, Marcus Vinícius de. Eles Formaram o Brasil. São Paulo: Contexto, 2010. ___________. No Tempo das Especiarias. 3ed. São Paulo: Contexto, 2006. INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO Ementa Promover a Inclusão Digital e apresentar a Informática como uma das revolucionárias e fundamentais ferramentas de trabalho e apoio para profissionais da área de História. Histórico da informática na educação. Classificação/Uso de softwares educacionais. A Internet como tecnologia para construção de conhecimentos. Redes sociais na Internet. Escrita colaborativa. Uso Educacional de softwares do pacote LIbreOffice. Bibliografia Básica: VELOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999. KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: O novo ritmo da informação. Rio de Janeiro: Papirus Editora, 2007. COX, Kenia Kodel. Informática na educação escolar. Campinas: Autores Associados, 2003. Bibliografia Complementar: 84 BRITO, Gláucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e Novas Tecnologias: um repensar. Curitiba: IBPEX, 2006, Disponível em: <http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788578389147/pages/-2>. Acesso em: 12 out. 2013, 10:40. CARVALHO, Fábio Câmara Araújo de; IVANOFF, Gregório Bittar. Tecnologias que educam: ensinar e aprender com as tecnologias de informação e comunicação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. Disponível em:<http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576053675/pages/_1>. Acesso em: 12 out. 2013, 12:40. DUPREY, Barbar; et all. Guia do Writer: processando texto com o LibreOffice 3.3. [S.l.]. [s.n.], 2011. Disponível em: <https://wiki.documentfoundation.org/images/b/b3/0200WG3Guia_do_Writer-ptbr.pdf>. Acesso em: 10 out. 2013, 19:00. PACHECO, Gustavo Buzzatti. Guia de introdução às funções do LibreOffice Calc . [S.l.]. [s.n.], 2013. Disponível em: <https://wiki.documentfoundation.org/images/9/95/Guia_de_Introdu%C3%A7%C3%A3o_% C3%A0s_Fun%C3%A7%C3%B5es_do_LibreOffice_Calc.pdf>. Acesso em: 10 out. 2013, 18:00. PARKER, Hal; et al. Guia do iniciante do LibreOffice 3.3. [S.l.]: [s.n.], 2011. Disponível em:<https://wiki.documentfoundation.org/images/3/3e/0100GS3-GuiadoIniciante-ptbr.pdf>. Acesso em: 12 out. 2013, 22:40. HISTÓRIA MEDIEVAL Ementa A disciplina tem por objetivo dar uma ampla visão das principais correntes de pensamento que acompanham as estruturas institucionais, políticas e culturais que conviviam e se sucediam na Idade Média. Buscando compreender o panorama linear do século V ao XV, mas enfatizando o estudo do Feudalismo, tomando-se como referência a análise de textos ligados ao Materialismo Histórico e à Nova História. A partir dessa abordagem, pretende-se oferecer ao aluno elementos de crítica historiográfica visando uma compreensão melhor do período medieval, e em particular, do Feudalismo. Bibliografia Básica: ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Edições Afrontamento, 1982. BLOCH, Marc. A Sociedade Feudal. Lisboa: Edições 70, 1982. FRANCO Jr., Hilário. A Idade Média, Nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Bibliografia Complementar: DUBY, Georges. As Três Ordens ou imaginário do feudalismo. Lisboa: Editorial Estampa 1994. GINZBURG, Carlo. O Queijo e os Vermes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Vol. I. Lisboa: Editorial Estampa 1984. MATTOSO, Antônio G. Compêndio de história universal: história antiga e medieval. São Paulo: Melhoramentos, 1959. TESTAS, Guy. TESTAS, Jean. A Inquisição. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1968. 85 PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ementa A Disciplina Psicologia na Educação propõe-se a enriquecer o processo de formação do profissional da educação, oferecendo-lhe subsídios do conhecimento da psicologia aplicada com fins de possibilitar reflexão crítica da psicologia educacional, conhecer as bases da psicologia aplicada á educação nas suas diferentes correntes, desenvolver temas de relevância para a prática educativa, como a psicologia do adolescente realizando paralelo entre teoria e pratica. Bibliografia Básica: ABERASTURY, A Adolescência Normal. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. COLL, César et alli. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. DAVIS, C & OLIVEIRA, Z. Psicologia na Educação. São Paulo: Cortez, 1991. Bibliografia Complementar: BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Ática, 1995. BOCK, Ana Maria Bahia. Psicologias: Uma Introdução ao Estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2002. CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia da Adolescência: Normalidade e Psicopatologia. Petrópolis, Vozes. 1987. KOHL, M. Vygotsky: Aprendizado e Desenvolvimento, Um Processo Sócio-Histórico. São Paulo: Editora Scipione, 1993. WOOLFOLK, Anita E. Psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. TEORIA DA HISTÓRIA I Ementa A disciplina procura discutir o processo de afirmação da História como ciência fundamentada no princípio da temporalidade, como negação das Filosofias da História e de seu caráter atemporal. Identificação das correntes teóricas que a partir do final do século XVIII e no decorrer do século XIX compuseram a “época historicista”. Caracterização do paradigma moderno pela identificação das “escolas” metódica, historista, marxista e escola dos annales. Bibliografia Básica: AGUIRRE ROJAS, Carlos Antônio.Os annales e a historiografia: tradições críticas de Marc Bloch a Michel Foucault. Maringa: Eduem, 2000. BURKE, Peter. A escola dos Annales, 1929-1989. A Revolução Francesa da historiografia.São Paulo: UNESP , 1991. REIS, José Carlos. A História entre a Filosofia e a Ciência. 2 ed. São Paulo: Ática , 1999. Bibliografia complementar: DE CERTEAU, M. A Escrita da História. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. FEBVRE, Lucien. Combates Pela História. Lisboa : Editorial Presença, 1977. FONTANA, Josep. História: análise do passado e projeto social. Bauru: EDUSC, 1998. HOBSBAWN, E. Sobre História: Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. 86 LE GOFF, J. (Org.). A Nova História. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 3º Período HISTÓRIA MODERNA Ementa A disciplina aborda os temas centrais da Idade Moderna, da Crise do Feudalismo às primeiras manifestações do Capitalismo, o caminho percorrido passa por aspectos econômicos, políticos, sociais e culturais. Portanto, a disciplina se propõe ao estudo das estruturas sociais, políticas e econômicas em vigor na Europa Ocidental, nos séculos XVI, XVII e XVIII. Bibliografia Básica: HOBSBAWM, Eric J. A Era das revoluções – 1789-1848. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 2006. CHARTIER, R. & ARIÉS, P. História da Vida Privada 3: Da Renascença ao Século das Luzes. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. MARQUES, Adhemar (et. alli). História Moderna Através de Textos. São Paulo: Contexto, 2000. Bibliografia Complementar: ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1998. BRAUDEL, Fernand. La Méditerranée : et le monde méditerranéen à L' epoque de Philippe II. Paris: Armand Colin, 1990. MICELI, Paulo. História Moderna.São Paulo: Contexto, 2013. PESTANA RAMOS, Fábio. No Tempo das Especiarias. São Paulo: Contexto, 2006. WEBER, Max ([1904-5] 2001) - A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2001. TEORIA DA HISTÓRIA II Ementa As teorias históricas do século XX. O movimento dos “Annales”. Os marxistas ingleses e a “new social history”. A teoria pós- moderna. História social e História Social da Cultura. História Cultural e História das Ideias. Micro- história e História das Religiões e Religiosidades. Teoria e método na historiografia contemporânea: debates e perspectivas. Bibliografia Básica: BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP, 1992. CARDOSO, Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo. (Orgs.) Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. CERTEAU, Michel de. A escrita da História. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000. Bibliografia Complementar: BARROS, José D’Assunção. O Campo Histórico: As especialidades e abordagens da História. Petrópolis: Vozes, 2005. BURKE, Peter. A Escola dos Annales (1929-1989). A Revolução Francesa da historiografia. São Paulo: Editora da UNESP, 1991. 87 FALCON, Franciso C. História Cultural .Uma nova visão sobre a sociedade e a cultura. Rio de Janeiro: Campus, 2002. HOBSBAWN, E. Sobre História: Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. LE GOFF, J. (Org.). A Nova História. São Paulo: Martins Fontes, 1998. HISTÓRIA DO BRASIL II Ementa A emancipação política brasileira e a implantação do Regime Monárquico; Principais correntes historiográficas. As conjurações coloniais, a Corte portuguesa no Rio de Janeiro e a interiorização da metrópole: revolução e restauração. A construção do Estado imperial brasileiro: unitarismo e federalismo; liberalismo, romantismo e conservantismo; cidadania, escravidão, ordem e exclusão. Bibliografia Básica: LINHARES, Maria Yeda. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 1990. SKIDMORE, Thomas. Uma História do Brasil. São Paulo: Paz e Terra, 2000. MATTOS, Ilmar. História do Brasil: Império. São Paulo: Paz e Terra, 2000. Bibliografia Complementar: CARVALHO, José Murilo de. A Formação das almas : o imaginário da República no Brasil. São Paulo:Companhia das Letras, 2006. MENEZES, Alfredo Mota. A Guerra é Nossa. São Paulo: Contexto, 2012. MARCUS, Cláudio. Teoria Geral do Estado. São Paulo: Manole, 2010. NOVAIS, Fernando. ALENCASTRO, Luiz Felipe de. História da Vida Privada no Brasil: Império: a corte e a modernidade nacional. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. OLIVEIRA, Dennison. História do Brasil: Política e Economia. Curitiba: Ibpex, 2009. PRÁTICA DE ENSINO III Ementa A disciplina proporciona o embasamento teórico, tendo em vista a construção de atividades práticas e o compromisso social e político do professor, oferecendo alternativas para o ensino de História com uma leitura dinâmica e construtiva, partindo da história pessoal do educador. Bibliografia Básica: ARANTES, Ivani Catarina. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 2013. FURTADO, Júlio. Professor:vida,morte e ressurreição. Rio de Janeiro: Waked, 2010. Bibliografia Complementar: AVELAR, Alexandre de Sá. Os desafios do ensino de História:problemas teóricos e metodológicos. Curitiba: Ibpex, 2011. CUNHA, Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011. KARNALL,Leandro (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2009. NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. LEAL, Daniela. Teorias da aprendizagem um encontro entre os pensamentos filosóficos, pedagógicos e psicológicos. Curitiba: Ibpex, 2012. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010. 88 ANTROPOLOGIA Ementa Conceito, campo e abordagens da Antropologia. O método antropológico. A formação histórica da Antropologia como área do conhecimento: da “pré-história” (séculos XVI-XVIII) até os dias atuais. As principais tendências do pensamento antropológico contemporâneo. Perspectivas antropológicas da cultura brasileira. Bibliografia Básica: GEERTZ, Clifford. Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2005. MELLO, Luiz Gonzaga. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas. Petrópolis: Vozes, 2013. Bibliografia Complementar: BOAS, Franz. Antropologia Cultural. São Paulo: Jorge Zahar, 2005. BOUDON, Raymond. Dicionário crítico de sociologia. São Paulo: Ática, 1993. DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001. GOMES, Mércio Pereira. Antropologia: ciência do homem filosofia da cultura. São Paulo: Pearson, s.d. MARCONI & PRESOTTO. Antropologia: uma introdução. São Paulo: Atlas, 1985. TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA - GEOGRAFIA APLICADA À HISTÓRIA I Ementa Desenvolvimento cartográfico ao longo da história, a importância do espaço geográfico nas sociedades modernas, a expansão comercial e marítima pelo espaço geográfico. O desenvolvimento industrial pelo espaço global ao longo da história, assim como debates que permeiam sua influencia no meio ambiente. Realização do processo de desenvolvimento do capitalismo e como este sistema político-econômico se difundiu pelo globo a partir do século XV, influenciando o modo de vida da comunidade internacional até a atualidade. Fluxos de capitais especulativos, produtivos, de informações e de pessoas ao longo do espaço globalizado. Evolução histórica e a geoestratégia na utilização das fontes de energia. Bibliografia Básica: BERQUO, Elza. “Evolução demográfica”. In: SACHS, I, WILHEIM, J, PINHEIRO, P. S. (Orgs.) Brasil um século de transformações. São Paulo, Companhia das Letras: 2001. FURTADO, Celso. O capitalismo global. São Paulo: Paz e Terra, 1998. SINGER, Paul. Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas. São Paulo: Contexto, 2012. Bibliografia Complementar: DALTON, George. Sistemas econômicos e sociedade: capitalismo, comunismo e terceiro mundo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974. ________________. Desenvolvimento e Subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1961. IANNI, Octavio. Teorias da Globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. 89 SINGER, Paul. O Capitalismo: sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. São Paulo: Moderna, 1987. 4º Período HISTÓRIA DA AMÉRICA I Ementa Compreender a diversidade cultural das Américas no tempo da chegada dos europeus, com destaque para a conquista e colonização espanhola e portuguesa como a gestação de uma nova sociedade. Estudar a América latina em vários aspectos: economia, religião, inquisição e evangelização; sociedade e castas; mulheres, índios, escravos e mestiços. Na última unidade abordaremos a dependência latino-americana e do norte dos Estados Unidos ao sistema capitalista universal, buscando compreender a relação entre racismo e sociedade, que vigora até os dias atuais. A busca por uma identidade ameríndia e africana é primordial para compreendermos a América que somos atualmente: é possível pensar em uma identidade americana como um todo? Bibliografia básica: GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001. PINKSY, Jayme (et. al.) História da América através de textos. São Paulo: Contexto, 2007. PRADO, Maria Ligia; PELEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014. Bibliografia complementar: BARBITTA, Enrique Y. Peregalli. A América que os europeus encontraram. Coleção discutindo a História. Rio de Janeiro: Saraiva, 2013. BETHEL, Leslie (Org.) História da América Latina. Volume 1: América Latina Colonial. São Paulo: EDUSP, 1997. DIJK, Teun A. Van. Racismo e discurso na América Latina. São Paulo: Contexto, 2008. MORAIS, Marcus Vinícius. Hernán Cortez. Civilizador ou genocida? São Paulo, Contexto, 2011. RAMINELLI, Ronald. Nobreza Indígena da Nova Espanha: alianças e conquistas. Tempo: revista do departamento de História da UFF, n. 27, 2009, pp. 83-96. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tem/v14n27/a06v1427.pdf Acesso em junho de 2014. HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA Ementa A disciplina pretende abordar a produção historiográfica brasileira, de modo a percorrer os diferentes períodos da história do Brasil segundo as linhas interpretativas dos clássicos da historiografia. Para tal, procura partir da produção historiográfica do Período Colonial caracterizando o Relato dos Viajantes, a produção dos missionários cristãos e a atuação das academias literárias. Destaca-se a produção historiográfica no séc. XIX com a conquista da cientificidade do discurso histórico por meio Varnhagem e a História Geral do Brasil. A produção historio gráfica no séc. XX será abordada com ênfase em Capistrano de 90 Abreu e Oliveira Vianna bem como a década de 30 e as novas perspectivas. Os anos 40 e 50 na produção historiográfica nacional serão discutidos para então, enforcarmos o pós- 64 e a década de 70 na produção historiográfica dos brasilianistas. Debates e perspectivas na produção historiográfica brasileira contemporânea. Bibliografia Básica: FREITAS, Marcos Cezar de. (org.). Historiografia Brasileira em Perspectiva. São Paulo: Contexto, 2005. RODRIGUES, José Honório. Teoria da história do Brasil: introdução metodológica. 2 ed. São Paulo: Nacional, 1969. MARTINS, Estevão de Rezende. A História Pensada: teoria e método na historiografia europeia no século XIX. FSJ. BV. 2010. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572444682/pages/_1. Acesso em: Janeiro de 2014. Bibliografia Complementar: ABREU, Capistrano de. Capítulos de Historia Colonial (1500-1800). São Paulo: EDUSP, 1988. CARDOSO, Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo. (Orgs.) Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. São Paulo: Global, 2005. HOLANDA, Sergio Buarque de. História Geral da Civilização Brasileira. São Paulo: Difel,1985. __________. Raízes do Brasil. 26 ed. São Paulo: Cia das Letras, 1995. TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA II Ementa Bipolarização político-econômica através da dicotomia ideológica entre o capitalismo e o socialismo, tendo como liderança os EUA e a ex-URSS respectivamente, a Ordem Geopolítica da Guerra Fria, o fim da Guerra Fria e a emergência de uma Nova Ordem Internacional, a Multipolaridade Político-Econômica. O crescimento do comércio internacional e a formação dos blocos econômicos regionais. Desenvolvimento do processo de industrialização do Brasil ao longo da história, a importância do espaço geográfico em relação às condições sócio-político-econômicas e de recursos naturais, a concentração de divisas com as exportações de café direcionadas à implantação da infraestrutura e formação de um mercado financeiro. A aceleração do desenvolvimento industrial nacional do início do século XX até ao final da Ditadura Militar e as características da economia brasileira a partir de 1985 até a atualidade. Estudar como foi realizado o processo de desenvolvimento histórico da produção de energia no Brasil e a geoestratégia na utilização de diversas fontes energéticas ao longo do território brasileiro de acordo com as características ambientais, espaciais e de expansão de tecnopolos. Bibliografia Básica: SACHS, I, WILHEIM, J, PINHEIRO, P. S. (Orgs). Brasil um século de transformações. São Paulo, Companhia das Letras: 2001. BARBOSA, Alexandre de Freitas. O Mundo Globalizado economia sociedade e política. Rio de Janeiro: Contexto, 2009. VESENTINI, José Willian. Novas Geopolíticas. São Paulo: Contexto, s.d. 91 Bibliografia Complementar: FURTADO, Celso. O capitalismo global. São Paulo: Paz e Terra: 1998. _______________. Desenvolvimento e Subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1961. ________________.O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 3º ed.: 1974. SEN. Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 2000. GOLDEMBERG, J. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo: Edusp, 1998. HISTÓRIA DO BRASIL III Ementa Contextualizar e caracterizar os principais projetos republicanos no início da República Brasileira. Destacar a política oligárquica e a política de valorização do café. Analisar os movimentos sociais de contestação nas cidades e nas áreas rurais, destacando também o movimento operário. Correlacionar o início da industrialização com a crise da 1º República. Destacar os principais embates que determinarão a Revolução de 1930 Bibliografia Básica: PENNA, Lincoln de Abreu. República Brasileira - Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas. São Paulo: Cia. das Letras, 1990. ______________. Os bestializados. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. Bibliografia Complementar: CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1942. COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república. São Paulo: Brasiliense, 1987. MENDONÇA, Sonia Regina de. “Estado e sociedade: a consolidação da república oligárquica” in LINHARES, Maria Yedda L. (Org.) História geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990. MUNIZ, Edmundo. Canudos: a guerra social. Rio de Janeiro: Elo, 1997. PEDREIRA, Jorge & COSTA, Fernando Dores. D. João VI: um príncipe entre dois continentes. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. PRÁTICA DE ENSINO IV Ementa A presente disciplina visa realizar o estudo dos princípios epistemológicos que norteiam o processo de ensino/aprendizagem em História, incluindo o estudo da estrutura da educação brasileira, com ênfase nos aspectos legais, estruturais e técnico-administrativos. Além disso, se propõe abordar a história da disciplina, no âmbito dos diferentes contextos das instituições escolares. Também visa trabalhar a visão do aluno através do pensamento do professorreflexivo em sua prática de ensino. Bibliografia Básica: SCHÖN, Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. DEMO, Pedro. Desafios modernos da educação. Petrópolis, Vozes: 2000 AVELAR, Alexandre de Sá. Os Desafios do Ensino de História: problemas, teorias e métodos. Curitiba: Intersaberes, 2012. 92 Bibliografia Complementar: KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: Conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2010. CAVALCANTE, Maria do Espírito Santo Rosa. O Ensino de História e os Novos Paradigmas de Avaliação. Congresso Internacional do Curso de História da UFG/Jataí: Historia e Diversidade Cultural. 2009. Disponível em: http://www.congressohistoriajatai.org/anais2009/doc%20(41).pdf CORTELLA, Mario Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez,2009. RASSI ,Marcos Antônio Caixeta; FONSECA, Selva Guimarães. Saberes Docentes e Práticas de Ensino de História na Escola Fundamental e Média. Saeculum – Revista de História. João Pessoa. 2006. Disponível em: http://www.cchla.ufpb.br/saeculum/saeculum15_dos08_rassifonseca.pdf SANTANA, Maria das Graças,. A Reflexão na Prática Docente. UNIVEN, 1999. Disponível em:http://www.univen.edu.br/revista/n010/A%20REFLEX%C3O%20NA%20PR%C1TICA %20DOCENTE.pdf ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Ementa O Supervisionado é o espaço onde os discentes podem perceber possíveis contradições entre a teoria e a prática, como se dá na prática a operacionalização de metodologias de ensino, bem como a percepção do relacionamento professor-aluno de modo a construir o conhecimento. É assim, por excelência, o espaço onde o discente terá os primeiros contatos com a profissão docente. Bibliografia Básica: BITTENCOURT, Cirse. O saber histórico e a sala de aula. São Paulo: Contexto, 2001. KARNALL,Leandro ( Org. ) História na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003. MORIN, Edgard. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez. 2000 Bibliografia Complementar: BRASIL, Ministério da Educação,Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental. Brasília: Ministério, 1998. CABRINI, Conceição. O ensino de História: uma revisão urgente. São Paulo: Brasiliense, 1994. JOANILHO,André Luiz. História e Pratica: Pesquisa em sala de aula. Campinas: Mercado de Letras, 1996. FONSECA, Selma Guimarães. Os Caminhos da História Ensinada. São Paulo: Papirus, 2011. SILVA, Marcos. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo estendido. São Paulo: Papirus, 2006. HISTÓRIA DAS IDEIAS POLÍTICAS Ementa A disciplina contempla, acima de tudo, as questões fundadoras da política na modernidade, a partir de seus autores seminais e dos desdobramentos de seu ideário no processo de construção do Estado Moderno e nas trilhas revolucionárias do Estado Liberal; outras 93 problemáticas contempladas resultam de concepções políticas versadas no conservadorismo, no socialismo e demais filiações ideológicas. Bibliografia Básica: BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003. HEYWOOD, Andrew. Ideologias políticas. Vol. 1 e 2. São Paulo: Ática, 2010. WEFFORT, Francisco C. (Org.) Os Clássicos da Política. Vol. 1 e 2. São Paulo: Ática, 2003. Bibliografia Complementar: ARISTÓTELES. A Política. Coleção Universidade. Rio de Janeiro: Tecnoprint, s/d. BOBBIO, NORBERTO, O Futuro da Democracia, uma defesa das regras do Jogo. São Paulo: Paz e Terra, 1986. WEBER, Max. GERTH, H.H. e WRIGHT, C. Mills (Org.) Ensaios de sociologia. Editora Rio de Janeiro: LTC, 1982. HOBBES, Thomas. O leviatã ou matéria. Forma e poder de um estado eclesiástico e civil. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1997. MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Martin Claret, 2003. HISTÓRIA LOCAL Ementa A presente disciplina propõe um debate de questões teóricas e metodológicas da História Regional e Local, assim como a origens e evolução da História Regional e Local; suas especificidades, possibilidades, limites e fontes da pesquisa histórica regional e local. Se preocupa também com o ensino de História Local e como deve ser inserida a temática na sala de aula. Ainda visa discutir tópicos políticos, econômico e social da História do Noroeste Fluminense de uma forma interdisciplinar. Bibliografia Básica: BARROS, José D’Assunção. O Campo da História. Especialidades e abordagens. Petrópolis: Vozes, 2005. DINIZ, Dulce. O desenvolver de um município. Do Germinar à Frutificação. Rio de Janeiro: Damadá, 1985. LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1996. Bibliografia Complementar: HENRIQUES, Porphirio. A terra da promissão. Rio de Janeiro: Aurora, 1956 PINTO, Dario Boechat. A miragem e a sereia. Itaperuna: Editora Samuel de Souza, 1983. TEIXEIRA, Pedro. Bom Jesus o Itabapoana (1822-2002). Memorial da colonização do município, da frustrada emancipação em 1890 e das eleições municipais. (1947-2000). Bom Jesus do Itabapoana, Gráfica e Editora Bom Jesus, 2003. JUVINO, Priscilla A. Couto ; SILVA, Elaine Borges da. Perpetuação da Elite Política do Município de Bom Jesus do Itabapoana e sua Visão da Ditadura Militar. Seminário Nacional Sociologia e Política (Online), v. 17, p. http://www.humanas.ufpr.br/site/evento/SociologiaPolitica/GTsONLINE/GT2/EixoIV/perpetuacao-elite-politica-Priscilla-e-Elaine.pdf . 2009. PINHO, Leandro Garcia. Construindo a história local: uma análise dos discursos e registros escritos sobre o passado da região Noroeste Fluminense no século XX. Caderno de resumos & Anais do 2º. Seminário Nacional de História da Historiografia. A dinâmica do historicismo: 94 tradições historiográficas modernas. Ouro Preto: EdUFOP, 2008. (ISBN: 978-85-288-0057-9). Disponível em: http://www.seminariodehistoria.ufop.br/seminariodehistoria2008/t/pinho.pdf 5º Período HISTÓRIA DA AMÉRICA II Ementa A disciplina visa analisar e discutir o fim do período colonial e os movimentos de independência na América até os dias atuais. Assim sendo, os conteúdos selecionados serão: a América espanhola do século XIX e XX (formação dos Estados Nacionais, revoluções, populismo, militarismo, democracia); os Estados Unidos no século XIX e XX (expansão, fronteiras e democracia e globalização). Visa ainda refletir, a partir da produção historiográfica, sobre os sentidos da história contemporânea da América. Bibliografia Básica: DIJK, Teun A. Van. Racismo e discurso na América Latina. São Paulo: Contexto, 2008. PINKSY, Jayme (et. al.) História da América através de textos. São Paulo: Contexto, 2007. ZIERER, Otto. História da América. Petrópolis: Vozes, 1964/5 Bibliografia Complementar: DONADIO, Marcela; TIBILLETI, Maria de la Paz (Coord.). Atlas comparativo de la defensa en América Latina y Caribe: edición 2012 – 1a ed. – Buenos Aires: RESDAL, 2012. Disponível em :http://www.resdal.org.ar/ GOLVÊA, Maria de Fátima Silva. Revolução e independências: notas sobre o conceito e os processos revolucionários na América espanhola. Revista de Estudos Históricos. Vol. 10. N. 20, 1997. Site da Fundação Getúlio Vargas. Disponível em http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2056/1195 Acesso em fevereiro de 2013. KARNAL, Leandro. Estados Unidos: a formação da Nação. São Paulo, Contexto, 2012. Coleção Repensando a História. ______________ (Org). História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: contexto, 2007. POZO, José Del. História da América Latina e do Caribe: Dos Processos de Independência aos Dias Atuais. Petrópolis: Vozes, 2009. HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA I Ementa A disciplina contempla conceitos, problemas e processos históricos que, cronologicamente, se inserem nos séculos XVIII e XIX. Os temas abordados correspondem ao contexto daquilo que o historiador britânico, Eric Hobsbawn, convencionou chamar de “Era das Revoluções”. Bibliografia Básica: FALCON, Francisco José Calazans. Iluminismo. FSJ. BV. 2009. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508015139/pages/_1. Acesso em 12 dez, 2013. 95 HOBSBAWN, Eric. A Era das Revoluções: 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008. ________________. A Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008. Bibliografia Complementar: FALCON, Franciso; MOURA, Gerson. A Formação do Mundo Contemporâneo. São Paulo: Campus, 1983. FURET, François. Pensando a Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989. MARQUES, Adhemar (et. alli). História Contemporânea Através de Textos. São Paulo: Contexto, 2005. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Martin Claret, 2004. THOMPSON, Paul. A Formação da Classe Operária Inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – (TCC I) Ementa Formulação do projeto de pesquisa do Trabalho de conclusão de Curso apoiado em métodos e técnicas de pesquisa correspondentes, a partir das áreas de conhecimento do curso de História. A disciplina tem como objetivo oferecer ajuda e estímulo teórico-metodológico complementar à elaboração e execução do projeto de pesquisa. Haverá na segunda parte do curso a apresentação dos projetos de TCC e debate sobre a problemática central das propostas, assim como sugestões para uma melhor operacionalização do estudo. Bibliografia Básica: DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2002. ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humana. São Paulo: Perspectiva, 1990. CERVO, A.M (Org.) Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Bibliografia Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação.Disponível em http://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/tse-norma-abnt-6023 Acesso em janeiro de 2014. CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma introdução à História. 7. São Paulo: Brasiliense, 1988. CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. JUNIOR, Celso Ferrarezi. Guia do trabalho científico. Do projeto à redação final. São Paulo: Contexto, 2011. DEMO, Pedro. Pesquisa e informação qualitativa. Campinas: Papirus, 2012. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS I Ementa Esta disciplina se propõe a apresentar os pressupostos teóricos, históricos, filosóficos, sociológicos, pedagógicos e técnicos da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS – a qual se constitui como sistema lingüístico das comunidades de pessoas surdas no Brasil, contribuindo para a formação do professor, e para inclusão do Deficiente Auditivo no contexto escolar. 96 Bibliografia Básica: BRASIL, GOVERNO FEDERAL. Decreto Federal nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, Brasília, 2005. DISPONÍVEL EM: http://www.cbsurdos.org.br/legislacao.htm LUCHESI, M. R. C. Educação de pessoas surdas: Experiências vividas, histórias narradas. Campinas: Papirus, 2012. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788530807283%20 SACKS, O.W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Bibliografia Complementar: DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento Educacional Especializado: pessoa com surdes. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da.pdf DICIONÁRIO BRASILEIRO DE LÍNGUA DE SINAIS. Disponível em: http://www.acessobrasil.org.br/libras/ FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. Curitiba: Ibpex, 2011. PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (Org.) Libras conhecimento além dos sinais. Pearson. 2011. RONICE, Muller Quadros; MAGALI L. P. S. Idéias para ensinar português para alunos surdos. – Brasília : MEC, SEESP, 2006. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/port_surdos.pdf ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Ementa O aprendizado através da observação docente e da prática em sala de aulas começa a ser inserido no cotidiano do discente. Também se desenvolve a elaboração e produção de material didático – Planejamento geral e específico do trabalho docente voltado para o ensino de História. Busca-se a reflexão crítica da experiência do estágio supervisionado para o aprimoramento do trabalho docente e discente. Bibliografia Básica: CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011. FAZENDA,Ivani Catarina Arantes (et alli.). PICONENEZ, Stela (Coord.) A Prática de ensino e o Estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 2010. ZABALA, Antoni. A prática educativa:como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010. Bibliografia Complementar: BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 1998. DALLA COSTA, Armando João. O ensino de história e suas linguagens. Curitiba: Ibpex, 2011. FONSECA, Selva G. Didática e prática de ensino de história. Campinas: Papirus, 2010. KARNALL, Leandro (Org.) História na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003. MELO, Alessandro.Fundamentos socioculturais da educação.Curitiba: Ibpex, 2011. HISTÓRIA DA ARTE I Ementa A disciplina de História da Arte propõe uma abordagem introdutória acerca dos processos evolutivos da representação artística ao longo do desenvolvimento a cultura ocidental. 97 Mediante uma perspectiva que congrega a abordagem conjunta de elementos sócio-históricos e formais, a disciplina de História da arte tem como enfoque a localização temporal dos diversos estilos, tendências estéticas e escolas artísticas e suas relações com o quadro histórico de que são resultado. Conhecer e discutir a relação entre arte e história; O conceito de arte; Os estudos históricos e artísticos, os principais elementos e aspectos que marcaram as Artes desde o período da Pré-História até a Idade Moderna. Bibliografia Básica: ARGAN, Julio César. Arte Moderna. 1992. São Paulo: Cia das Letras, 2010. BATTISTONI FILHO, Duílio. Pequena História da Arte. Campinas: Papirus, 2012. PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2001. Bibliografia Complementar: BOSI, Alfredo. Reflexão sobre a arte. São Paulo: Ática, 2000. DANA, Arnold. Introdução à História da Arte. São Paulo: Ática, 2008. GOMBRICH, E. H. A História da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999. JANSON, H.W; JANSON, Anthony. Iniciação à História da Arte. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2009. NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da Arte. São Paulo: Ática, 2010. HISTÓRIA DO BRASIL IV Ementa Da “revolução” de 1930 ao Estado Novo. Da “revolução” de 1930 ao Estado Novo - dos fundamentos do modelo autoritário de Vargas ao processo de "redemocratização". O período "democrático" e a experiência “populista” no Brasil. O nacional desenvolvimentismo: A Política Externa Independente e a Guerra Fria. O segundo governo Vargas; Juscelino e o nacional-desenvolvimentismo; Jango e o "estrangulamento" da experiência populista. Relações Estado/sociedade, configuração partidária, movimento sindical e aspectos culturais. O Regime militar: diretrizes políticas econômicas no período. Estado e sociedade Civil: tendências no interior do Estado Maior e os governos militares. Repressão e Novo Sindicalismo. A movimentação cultural do período. O difícil caminho da democratização no Brasil: políticas econômicas e reflexos sociais. A evolução política de Figueiredo a FHC. Os dilemas da democracia brasileira. A cultura e o cotidiano brasileiro no contexto de redemocratização até os dias atuais. Bibliografia Básica: PENNA, Lincoln de Abreu. República Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. SKIDMORE, T. Brasil: de Getúlio Vargas a Castelo Branco. São Paulo: Paz e Terra, 1982 _____________. Brasil: de Castelo a Tancredo. São Paulo: Paz e Terra, 1988. FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930. Historiografia e História. São Paulo: Brasiliense, 1987. Bibliografia Complementar: MENDONÇA, S. R; FONTES, Virgínia Maria. História do Brasil recente – 1964-1992. São Paulo: Ática, 2006. FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930. Historiografia e História. São Paulo: Brasiliense, 1987. _____________. O pensamento nacionalista autoritário. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. 98 FICO, Carlos. Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 24, no 47, p.29-60 – 2004 Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rbh/v24n47/a03v2447.pdf Acesso em 10 de agosto de 2013. ZANELATTO João Henrique. Estado, Cultura e Identidade Nacional no Tempo de Vargas. UNESC. Disponível em: http://periodicos.unesc.net/index.php/historia/article/viewFile/418/427 PRÁTICA DE ENSINO V Ementa A disciplina tem como objetivo contribuir para a formação de profissional do ensino de História para atuar no ensino básico, por intermédio de estudos que estabeleçam relações entre os fundamentos da produção historiográfica e os da história ensinada. Além de abordar a história da disciplina, no âmbito dos diferentes contextos das instituições escolares, tem como proposta analisar currículos, programas, material didático, práticas escolares e representações e ações do corpo docente no processo educativo brasileiro. Também aborda o estudo dos princípios epistemológicos que norteiam o processo de ensino/aprendizagem em História, incluindo o estudo da estrutura da educação brasileira, com ênfase nos aspectos legais, estruturais e técnico-administrativos. Bibliografia Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: história e geografia. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Currículo Mínimo – História. Secretaria de Estado de Educação, Rio de Janeiro, 2012. RASSI, Marcos Antônio Caixeta. FONSECA, Selva Guimarães. Saberes docentes e práticas de ensino de história na escola fundamental e média. João Pessoa, Revista de História, número 15. Jul/dez 2006. Bibliografia Complementar: AVELAR, Alexandre de Sá. Os Desafios do Ensino de História: problemas, teorias e métodos. Curitiba: Intersaberes, 2012. COSTA, Valdelúcia Alves. Educação Escolar Inclusiva: demanda por uma sociedade democrática. São Paulo: Revista do Centro de Educação. Número 22, 2003. Disponível em: http://coralx.ufsm.br/revce/ceesp/2003/02/a2.htm HOBSBAWN, Eric. Sobre a História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. MATTHEUS, Michael. História, filosofia e ensino de ciências: a tendência atual de reaproximação. Cadernos de ensino de filosofia., v. 12, n. 3: p. 164-214, dez. 1995. Disponível em: http://journal.ufsc.br/index.php/fisica/article/viewFile/7084/6555 PINSKY, Jaime (org.). O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 1992. PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL Ementa O curso se propõe a discutir questões pertinentes ao campo de estudo do patrimônio histórico e cultural no Brasil, enfatizando a riqueza de seu patrimônio, o processo de criação e consolidação dos organismos de proteção ao patrimônio, os debates inerentes à preservação, 99 proteção, conservação, educação e gestão de bens culturais e as interfaces entre patrimônio, memória, cultura, turismo e meio ambiente. Bibliografia básica: BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2 Ed. Rio de Janeiro: Editoria da FGV, 2004. CASTRO, Sônia Rabello de. O Estado na preservação de bens culturais: o tombamento. Rio de Janeiro: Renovar, 1991. CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. S. Paulo: Ed. da UNESP, Estação Liberdade, 2001. Bibliografia complementar: CURY, Isabelle. Cartas patrimoniais. 3. Ed. Rio de Janeiro: Edições do Patrimônio, 2004. GIRAUDY, Daniele; BOUILHET, Henry. O museu e a vida. Ri o de Janeiro: Fundação Nacional Pro - Memória; Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro - RS; Belo Horizonte: UFMG - Escola de Biblioteconomia, 1990. HORTA, Maria de Lourdes Parreiras, GRUNBERG, Evelina, MONTEIRO, Adriane Queiroz. Guia básico de educação patrimonial. Brasília: IPHAN, Rio de Janeiro: Museu Imperial, IPHAN, 1999. INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Anais da I Oficina de Pesquisa: A pesquisa histórica no IPHAN. Rio de Janeiro: COPEDOC, 2008. OLIVEIRA, Lúcia Lippi. Cultura é patrimônio: um guia. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, 2008. SIMÃO, Maria Cristina Rocha. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. 6º Período HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA II Ementa A disciplina contempla conceitos, problemas e processos históricos que, cronologicamente, correspondem à segunda metade do período conhecido como História Contemporânea. Nesse sentido, os temas abordados se inserem ao longo do século XX; segue-se, portanto, uma sequência lógica iniciada com outra disciplina, ofertada no semestre anterior sob o nome de História Contemporânea I. Bibliografia básica: ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém : um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Cia das Letras, 1999. HOBSBAWN, Eric. A Era dos Extremos: o Breve Século XX. São Paulo, Companhia das Letras, 1995. ________________. A Era dos Impérios (1875-1914). São Paulo, Paz e Terra, 2001. Bibliografia complementar: BUADES, Josep M. A Guerra Civil espanhola. São Paulo: Contexto, 2013. CHOMSKY, Noam. Contendo a democracia. Rio de Janeiro: Record, 2009. HOBSBAWM, Eric. Globalização, Democracia e Terrorismo. São Paulo: Companhia das letras, 2008. MAGNOLI, Demétrio (Org.) História das guerras. São Paulo: Contexto, 2006. 100 SONDHAUS, Lawrence. A primeira guerra mundial. A história completa. São Paulo: Contexto, 2013. PRÁTICA DE ENSINO VI Ementa A presente disciplina visa realizar o estudo dos princípios epistemológicos que norteiam o processo de ensino/aprendizagem em História. Além disso, se propõe abordar a história da disciplina no âmbito dos diferentes contextos das instituições escolares. Desta forma, trabalhar as abordagens às culturas africanas e indígenas no âmbito do ensino de História e assim oportunizar ao alunos um pensamento reflexivo e voltado para a afirmação da cidadania. Bibliografia Básica: CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo (Org.) Domínios da História Ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. AVELAR, Alexandre de Sá. Os Desafios do Ensino de História: problemas, teorias e métodos. Curitiba: Intersaberes, 2012. SILVA, Marcos. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo estendido. São Paulo: Papirus, 2006. Bibliografia Complementar: AQUINO, Maria Aparecida. O processo de Avaliação e o Ensino de História. São Paulo: Mimeo, 2009. CAVALCANTE, Maria do Espírito Santo Rosa. O Ensino de História e os Novos Paradigmas de Avaliação. Congresso Internacional do Curso de História da UFG/Jataí:Historia e Diversidade Cultural. 2009. Disponível em:http://www.congressohistoriajatai.org/anais2009/doc%20(41).pdf FONSECA, Selva G.Didática e prática de ensino de história. Campinas: Papirus, 2010. FUNARI, Pedro Paulo & PIÑON, Ana (Orgs.). A Temática Indígena na Escola. São Paulo: Contexto, 2011. SANTANA, Maria das Graças,. A Reflexão na Prática Docente. UNIVEN, 1999.Disponível em:http://www.univen.edu.br/revista/n010/A%20REFLEX%C3O%20NA%20PR%C1TICA %20DOCENTE.pdf. HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA Ementa A presente disciplina busca discutir a legislação e conteúdo da Lei 10.639/03, que versa sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, ressalta a importância da cultura negra na formação da sociedade brasileira. A Lei 10.639/03 propõe novas diretrizes curriculares para o estudo da história e cultura afro-brasileira e africana. Nesse sentido, buscaremos promover um debate capaz de apontar os principais pontos envolvendo a temática em questão. Bem como, preparar os professores para trabalharem em sala de aula a cultura afro-brasileira como constituinte e formadora da sociedade brasileira, na qual os negros são considerados como sujeitos históricos, valorizando-se, portanto, o pensamento e as ideias de importantes intelectuais negros brasileiros, a cultura (música, culinária, dança) e as religiões de matrizes africanas. 101 Bibliografia Básica: FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. São Paulo: Global, 2006. ________________. Sobrados e Mucambos. São Paulo: Global, 2004. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1989. Bibliografia Complementar: BASTIDE, Roger. Brasil terra de contrastes. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1959. BOSY, Alfredo. Cultura Brasileira: temas e situações. São Paulo: FSJ. BV, 2008. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508015788/pages/_1. Acesso em: 6 dez. 2013. DIWAN, Pietra. Raça Pura: uma história da eugenia no Brasil e no mundo. São Paulo, FSJ. BV, 2007. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443722/pages/_1. Acesso em: 7 dez, 2013. GOMES, Mércio Pereira. Antropologia Hiperdialética. São Paulo: FSJ. BV. 2011. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572446433/pages/-2. Acesso em: 7 dez, 2013. MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura afro-brasileira. FSJ. BV. 2007. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443715/pages/_1. Acesso em 7 dez, 2013. HISTÓRIA DA ARTE II Ementa Abordagem dos diversos conceitos de arte e sua importância para o entendimento da história do homem; A arte como forma de contestação ao sistema social vigente e como forma de sugestão de novos padrões estéticos. Os estudos históricos e artísticos dos principais elementos e aspectos que marcaram as Artes desde o século XIX até o período Contemporâneo. A arte brasileira e suas implicações para um novo modelo de sociedade. Bibliografia Básica: DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas e Movimentos. São Paulo: Cosacnaif, 2011. GOMBRICH, E. H. A História da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999. BATTISTONI FILHO, Duílio. Pequena História da Arte. Campinas: Papirus, 2002. Bibliografia Complementar: BOSI,Alfredo. CHILVERS, Ian. Dicionário Oxford de Arte. São Paulo: Martins Fontes, 2007. CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea. Uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2005. __________________. Teorias da arte. São Paulo: Martins Fontes. 2005. REZENDE, Neide. A semana de arte moderna. São Paulo: Ática, 2008. STANGOS, Nikos. Conceitos da arte moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS II Ementa Esta disciplina se propõe a apresentar os pressupostos teóricos-históricos, filosóficos, sociológicos, pedagógicos, culturais e técnicos da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS – a 102 qual se constitui como sistema linguístico das comunidades de pessoas surdas no Brasil. Aspectos culturais e sócio-interacionais entre os surdos e dos mesmo com os ouvintes. Noções da linguística aplicada à LIBRAS e sua gramática, além de proporcionar condições necessárias para a aquisição da LIBRAS a nível básico. Contribuindo para a formação do professor, e para inclusão do Deficiente Auditivo no contexto escolar. Bibliografia Básica: BRASIL, GOVERNO FEDERAL. Decreto Federal nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, Brasília, 2005. DISPONÍVEL EM: http://www.cbsurdos.org.br/legislacao.htm QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. MEC: Brasília, 2004. SACKS, O.W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Bibliografia Complementar: DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento Educacional Especializado: pessoa com surdes. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da.pdf Dicionário Brasileiro de Língua de Sinais. Disponível em: http://www.acessobrasil.org.br/libras/ FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. Curitiba: Editora Ibpex, 2011. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788578388126 LUCHESI, M. R. C. Educação de pessoas surdas: Experiências vividas, histórias narradas. 4ª ed. Campinas: Papirus, 2012. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788530807283%20 PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (org.). Libras conhecimento além dos sinais. Pearson. 2011. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576058786 ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Ementa A disciplina favorece uma permanente reflexão em torno da Educação Brasileira e as Legislações em vigor, evidenciando a pesquisa, os processos formativos e a análise dos substratos das leis de ensino : 4.024/61, 5.540,/68, 5.692/71 e 7.044/82: ainda permite a análise da Lei nº9.393/96, da Reorientação Curricular e da Formação dos Profissionais da Educação e das disposições legais atinentes à situação atual de ensino. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. BRASIL, LDB. Lei 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em<www.mec.gov.br>. Acesso em: 17 Set 2010. COSTA, Antonio Carlos Gomes, Escola Sem Sala de Aula. Campinas: Papirus, 2006. Bibliografia Complementar: DEMO, Pedro. A Nova LDB: Ranços e avanços. Campinas: Papirus, 2011. CERVI, Rejane de Medeiros . Planejamento e Avaliação Educacional. Curitiba: Ibpex, 2008. FURTADO, Júlio. Professor vida, morte e ressurreição. Rio de Janeiro: Wart Editora, 2010. PILETTI, Nelson; ROSSATO, Geovanio. Educação básica – Da organização legal ao cotidiano escolar. São Paulo: Editora Ática, 2010. 103 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Ementa A disciplina prevê a elaboração do trabalho científico e/ou tecnológico, envolvendo temas abrangidos pelo curso, capacitando com subsídios teóricos e metodológicos de pesquisa necessários à elaboração do TCC. Desenvolvimento, elaboração e confecção do Trabalho de Conclusão de Curso, na forma de artigo científico. Apresentação do TCC à banca examinadora. Bibliografia: Indicada de acordo com o trabalho do orientando. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Ementa A prática de ensino de história naturaliza-se para o aluno. Experiência na prática docente; Identidade docente; A história da disciplina no âmbito dos diferentes contextos das instituições escolares; analisar currículos, programas, material didático, práticas escolares e representações e ações do corpo docente no processo educativo brasileiro, com ênfase nos aspectos legais, estruturais e técnico-administrativos. Bibliografia Básica: CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011. FAZENDA,Ivani Catarina Arantes (et all.). PICONENEZ, Stela (Coord.) A Prática de ensino e o Estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 2010. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010. Bibliografia Complementar: BRASIL, LDB. Lei 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em<www.mec.gov.br>. Acesso em: 17 Set 2010. DALLA COSTA, Armando João. O ensino de história e suas linguagens. Curitiba: Ibpex, 2011 FONSECA, Selva G. Didática e prática de ensino de história. Campinas: Papirus, 2010. KARNALL,Leandro ( Org. ) História na sala de aula. São Paulo. Contexto, 2003. MELO, Alessandro.Fundamentos socioculturais da educação.Curitiba: Ibpex, 2011. MUSEOLOGIA E ARQUIVOLOGIA Ementa A disciplina visa abordar os aspectos teóricos, metodológicos e princípios norteadores do campo da museologia e da descrição arquivística. Trata da compreensão do surgimento e do desenvolvimento da ideia de museu e do campo de conhecimento da museologia, relacionando Museologia e o pensamento social brasileiro. Visa tratar de normas e padrões da descrição arquivística, assim como da formação, registro, classificação, catalogação, inventário e acondicionamento de coleções. Bibliografia básica: MORTARA, Adriana (org.) Museu: lugar do público. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009. 104 POULOT, Dominique. Museu e museologia. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013. RODRIGUES, G. M.; COSTA, Marli Guedes. Arquivologia: configurações da pesquisa no Brasil. Brasília: UNB, 2012. Bibliografia complementar: BRASIL. Ministério da Cultura. Política nacional de museus: relatório de gestão 2003-2006. Brasília: MinC/IPHAN/DEMU, 2006. Disponível em: http://www.museus.gov.br/wpcontent/uploads/2010/02/relatorio_2003_2006_1.pdf Acesso em junho de 2015. ____________________. Conselho Nacional de Arquivos. NOBRADE: Norma Brasileira de Descrição Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006. Disponível em: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/nobrade.pdf. Acesso em: junho de 2015. COHEN, Regina; DUARTE, Cristiane e BRASILEIRO, Alice. Acessibilidade a Museus. Ministério da Cultura / Instituto Brasileiro de Museus. – Brasília, DF: MinC/Ibram, 2012. (Cadernos Museológicos Vol.2) 190 p. Disponível em http://www.museus.gov.br/wpcontent/uploads/2013/07/acessibilidade_a_museu_miolo.pdf Acesso em junho de 2015. GONÇALVES, José Reginaldo Santos. Antropologia dos objetos: coleções, museus e patrimônio. Rio de Janeiro, 2007. 256p. (Museu, memória e cidadania) Disponível em http://naui.ufsc.br/files/2010/09/antropologia_dos_objetos_V41.pdf Acesso em junho de 2015. MORAES, Nilson Alves de. Políticas públicas, políticas culturais e museu no Brasil. Museologia e Patrimônio. Vol. 2, No 1 (2009). Disponível em: http://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/issue/view/6. EDUCAÇÃO, CULTURA E DIREITOS HUMANOS Ementa A disciplina visa à formação de nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade , do respeito às diversidades e da tolerância, acerca da questão racial como tema da identidade nacional. A constituição de alguns símbolos da nacionalidade. Os lugares e as posições de poder de alguns grupos na sociedade brasileira. A questão negra e as relações raciais centrais. Panorama socioantropológico dos modos como a identidade nacional e os seus símbolos foram pensados. As identidades sociais, o contexto das mudanças pelas quais vem passando a sociedade brasileira. As legislações em vigor sobre as etnias dos povos negros e indígenas, especificamente as Leis 10.639, de 9 de janeiro de 2003 e 11.645, de 10 de março de 2008. O curso será ministrado de forma pluridisciplinar, com aspectos e teorias de diferentes áreas das Ciências Humanas e Sociais. Bibliografia Básica: BASTIDE, Roger. Antropologia Aplicada. São Paulo: Perspectiva, 1979. LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense. 2007. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Chile: Paz e Terra. 1968. Bibliografia Complementar: GOMES, Mércio Pereira. Antropologia. São Paulo: FSJ. BV. 2011. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443838/pages/_1. ___________________. Antropologia Hiperdialética.Antropologia. São Paulo: FSJ. BV. 2008. Disponível em http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572446433/pages/-2ges/_1. 105 ____________________. Os Índios e o Brasil: presente, passado e futuro. São Paulo: FSJ. BV. 2008. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572447423. MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira. São Paulo: FSJ. BV. 2007. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443715/pages/_ BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 23 dez., 1996. _______. Lei Federal n° 10.639/03 in Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996. _______. Lei Federal n° 11.645/08 in Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996. _______. Resolução nº. 1, de 17 de junho de 2004, do CNE/MEC, que “institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro- Brasileira e Africana”. _________. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Superando o racismo na escola. 2. ed. Brasília: Ministério da educação, 2005. 204 p.(número de consulta: 379.260981 S959 2. ed. / 2005) _________. Educação antirracista: caminhos abertos pela lei federal nº 10.639/03. Brasília: 106 4 Regimento das Atividades Complementares Atividades Complementares As atividades complementares são componentes curriculares obrigatórias dos Cursos da Graduação do Centro Universitário São José de Itaperuna, doravante identificado pelo conjunto de siglas: UNIFSJ. São práticas acadêmicas apresentadas sob múltiplos formatos, tendo em vista essencialmente: ∆ Complementar o currículo pedagógico vigente. ∆ Ampliar os horizontes do conhecimento, bem como de sua prática para além da sala de aula. ∆ Favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais. ∆ Favorecer a tomada de iniciativa nos alunos. As atividades complementares são oportunidades para que os alunos tenham acesso ao amplo espectro de conhecimento, ideias, problemas e metodologias e com isso possam agregar à sua formação específica novas e diferentes perspectivas que darão maior valor e melhores resultados ao seu futuro desempenho científico e profissional. Assim, devem contemplar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, assegurando o seu caráter interdisciplinar em relação às diversas áreas do conhecimento respeitando, no entanto, o Projeto Político do Curso. A efetiva participação dos alunos nas atividades complementares contribui para uma formação geral, para a capacidade de análise dos problemas humanos, dos aspectos concernentes ao seu processo de formação profissional e de cidadãos, capacitando-os ao exercício da aprendizagem continuada e ao aprimoramento da postura ética, formação humanística e generalista e à consciência das suas responsabilidades sociais. Com base na peculiaridade das atividades, considerar-se-á: Atividades de FORMAÇÃO ACADÊMICA DE ENSINO: participação em projetos de monitoria de disciplinas que integram o elenco do curso, a participação em seminários de integração 107 extraclasse em que temas relevantes para a área do curso são abordados, disciplinas eletivas, seminários, jornadas, eventos, simpósios, cursos em instituições devidamente reconhecidas pelo CENICE, grupos de estudos utilizando-se a interdisciplinaridade. Atividades de FORMAÇÃO ACADÊMICA DE PESQUISA: contemplam a participação em projetos de iniciação científica e a publicação de trabalhos em periódicos ou em anais de congressos, estágios voluntários em pesquisa, participação em programa de iniciação científica, apresentação de trabalho em congresso e eventos científicos. Atividades de FORMAÇÃO ACADÊMICA DE EXTENSÃO: participação em programas e projetos de extensão, seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização e similares. Além disso, a participação em estágios extracurriculares (estágios não obrigatórios) e a representação estudantil em colegiados de cursos, plenário de departamento e colegiados superiores são contabilizados como atividades complementares. Entende-se que a participação do aluno no fazer acadêmico é de grande importância para sua formação. Os cursos de graduação têm como responsabilidade, além da formação profissional, a formação de cidadãos. NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º As atividades complementares têm como objetivo incentivar o aluno a participar de experiências diversificadas que contribuam para a sua formação humana e profissional, atendendo às Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas ao Curso de Nível Superior oferecido pelo UNIFSJ. CAPÍTULO II DO ÓRGÃO RESPONSÁVEL Art. 2º A Coordenação do Curso é responsável pela análise, julgamento, avaliação e validação das atividades complementares realizadas pelos acadêmicos dos cursos do UNIFSJ, devendo repassar as informações catalogadas ao secretário responsável pela secretaria acadêmica para o arquivamento/registro destas e cômputo da carga horária. 108 CAPÍTULO III DAS NORMAS Art. 3º Serão consideradas apenas as atividades com temas pertinentes que complementem a estrutura curricular dos cursos, assim como temas transversais (sustentabilidade, diversidade, direitos humanos, sociopolíticos e outros). Art. 4º Todas as atividades consideradas como complementares devem ser obrigatoriamente comprovadas. O processo se dará da seguinte forma: § 1 - O acadêmico deverá solicitar e preencher o TERMO DE COMPROMISSO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES – fornecido pela Coordenação do respectivo Curso. § 2 - A validação dar-se-á mediante preenchimento de formulário de requerimento das atividades complementares, com as respectivas cópias de originais comprobatórias das atividades complementares, para avaliação e posterior deferimento pela coordenação. § 3 - Após deferimento ou indeferimento, a coordenação do curso emitirá e encaminhará parecer a Coordenação do CENICE, com cópia para a secretaria acadêmica que se responsabilizará pelo arquivamento e registro da carga horária das atividades complementares realizadas. Art. 5º O acadêmico deverá acumular carga horária descrita na matriz curricular do seu Curso, em atividades complementares reconhecidas pela Coordenação do Curso de Graduação correspondente, contabilizando no máximo 30 horas em cada tipo de atividade (conforme lista de atividades do Art. 7º). § 1 - As atividades reconhecidas pela Coordenação deverão estar em consonância com os Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação, com base nas normas estabelecidas neste regimento. § 2 – As horas excedentes serão desconsideradas do cômputo total da carga horária das atividades complementares Art. 6º As atividades complementares devem ser realizadas durante o período em que o aluno esteja regularmente matriculado nos Cursos de Graduação. Art. 7º Os licenciandos ingressantes nos Cursos de Graduação através de transferência ou reingresso ficam sujeitos ao cumprimento da carga horária estabelecida para as atividades complementares, podendo solicitar o cômputo da carga horária atribuída pela instituição de 109 origem a essas atividades, observadas as seguintes condições: § 1 - A compatibilidade das Atividades Complementares estabelecidas pela instituição de origem com as estabelecidas neste Regulamento. § 2 - A carga horária atribuída pela instituição de origem e a conferida por este regulamento a atividades idênticas ou congêneres. CAPÍTULO IV DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 8º As atividades complementares, bem como o número de horas computadas, estão listadas e enumeradas abaixo. §1- Apresentação de trabalho em congresso, seminário, simpósio, salão de iniciação científica e similar, local, regional, nacional e internacional Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: para apresentação de trabalhos sob a forma de pôster e/ou banner sem publicação em anais, periódicos e revistas especializadas (10 horas), pôster com publicação em anais periódicos e revistas especializadas (20 horas), apresentação oral sem publicação em anais periódicos e revistas especializadas (20 horas) e com publicação (30 horas). Para eventos Internacionais acrescentam-se 20 horas na pontuação específica. §2- Publicações de artigo científico completo (artigo efetivamente publicado ou com aceite final de publicação) em periódico especializado, com comissão editorial, sem a necessidade de ser o primeiro autor Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada publicação equivale a 30 horas. §3- Autor ou coautor de capítulo de livro (relacionado aos objetivos do curso) Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: Cada publicação equivale a 30 horas. §4- Participação, como membro efetivo, em eventos científicos promovidos pelo UNIFSJ: semana acadêmica, cultural (ou equivalente), seminário, jornada, fórum, congresso, encontro, apresentação e/ou defesa pública de trabalho de conclusão de curso, artigos, 110 monografia, dissertação e tese. O número de horas computadas para atividades complementares será de 01 (uma) hora para cada hora de evento. Em relação aos eventos para os quais não for determinado previamente o número de horas a ser computado para atividades complementares, o número de horas equivalentes será analisado e definido pela Coordenação do Curso correspondente. §5- Participação, como membro efetivo, em eventos científicos promovidos por instituições reconhecidas pela coordenação: semana acadêmica, cultural (ou equivalente), seminário, jornada, fórum, congresso, encontro, apresentação e/ou defesa pública de trabalho de conclusão de curso, artigos, monografia, dissertação e tese. O número de horas computadas para atividades complementares será de 02 (duas) horas para cada hora de evento. Em relação aos eventos para os quais não for determinado previamente o número de horas a ser computado para atividades complementares, o número de horas equivalentes será analisado e definido pela Coordenação dos Cursos. §6- Participação, como membro efetivo, em disciplinas extracurriculares e/ou cursos de nível superior (cursos de extensão universitária, cursos dirigidos especificamente a acadêmicos e profissionais de nível superior da área correlata), promovidos pelo UNIFSJ. Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora realizada equivale a uma hora de atividade complementar. §7- Participação, como membro efetivo, em disciplinas extracurriculares e/ou cursos de nível superior (cursos de extensão universitária, cursos dirigidos especificamente a acadêmicos e profissionais de nível superior da área correlata), promovidos por instituições reconhecidas pela Coordenação Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora realizada equivale a duas horas de atividade complementar. §8- Atuação como monitor em disciplinas do Curso de Formação - Ensino Fundamental a partir do 6º ano e Ensino Médio - (mínimo de um semestre completo) 111 Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora realizada de monitoria equivale a uma hora de atividade complementar. §9- Atuação como monitor em outras instituições de ensino Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora realizada de monitoria equivale uma hora de atividade complementar. §10- Estágio não obrigatório, remunerado ou não, realizado sob supervisão do professor ou de outras instituições reconhecidas pela Coordenação do Curso Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada duas horas realizadas equivalem a uma hora de atividade complementar. §11- Ministrar Curso de Extensão, oficina ou evento de cunho de extensão reconhecido pela Coordenação Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora de curso ministrado e/ou horas apresentadas em certificado equivalem a duas horas de atividade complementar. §12- Participação em atividade de extensão/ação comunitária, reconhecida pela Coordenação de Curso. Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora realizada equivale a uma hora de atividade complementar. §13-Participação em pesquisa, com ou sem bolsa de iniciação científica, com pesquisador ou grupo de pesquisa/instituição reconhecida pela Coordenação do Curso Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: 10 horas por mês de participação em pesquisa ou horas constantes no certificado. §14- Participação em comissões (organização de eventos – Semanas Acadêmicas, Semanas de Iniciação Científica etc.), colegiados (Diretório Acadêmico, Conselhos e Comissão de Avaliação e de Divulgação) Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: horas constantes no certificado. §15- Participação em cursos preparatórios para concursos (na área de formação e cursos em Língua Estrangeira) 112 Horas de atividades complementares computadas pela coordenação: horas constantes no certificado limitado a 20 horas. §16- Publicação de matéria, artigo de opinião dentre outros gêneros de cunho informativo em jornais acadêmicos ou revistas especializadas com registro de ISSN. Horas de atividades complementares computadas pela coordenação: cada matéria, artigo ou outro gênero de divulgação equivale a 20 horas. §17- Participação como membro de expediente em material de cunho informativo com registro de ISSN (revisor, diagramador, fotógrafo e outros) Horas de atividades complementares computadas pela coordenação: cada participação equivale a 10 horas. §18- Participação em eventos culturais recomendados e/ou reconhecidos pela coordenação do UNIFSJ 5 horas para cada participação (público); 10 horas para cada participação direta no evento (ator, co-autor, músico etc.) §19- Casos específicos de atividades não contempladas na lista anterior serão avaliados pelas respectivas Coordenações dos Cursos de Graduação. 113 CAPÍTULO V DA APRESENTAÇÃO SISTÊMICA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art.9º-A documentação comprobatória das atividades complementares está estabelecida abaixo com base no Artigo 8º deste regimento: Parágrafo Atividade Ação §1 Participação e/ou Apresentação de trabalho em congresso, seminário, simpósio, salão de iniciação científica e similar, local, regional, nacional e internacional Apresentação de trabalhos sob a forma de Pôster e/ou Banner sem publicação em Anais, periódicos e revistas especializadas Apresentação de Pôster e/ou Banner com publicação em Anais periódicos e revistas especializadas §3 Autor ou coautor de capítulo de livro (relacionado aos objetivos do curso) Certificado ou documento equivalente 20 horas 20 horas Certificado ou documento equivalente 30 horas Cópia da publicação, declaração ou documento equivalente Para participação em Eventos Internacionais Acrescentar 20 horas na pontuação específica Certificado ou documento equivalente Para cada publicação 30 horas Cópia da publicação, declaração ou documento equivalente Para cada publicação 30 horas Cópia da publicação, declaração ou documento equivalente Com publicação Publicações de artigo científico completo (artigo efetivamente publicado ou com aceite final de publicação) em periódico especializado, com comissão editorial, sem a necessidade de ser o primeiro autor 10 horas Documentação a ser apresentada Cópia da publicação, declaração ou documento equivalente Apresentação oral sem publicação em Anais periódicos e revistas especializadas e §2 Carga Horária Correspondente 114 §4 Participação, como membro efetivo, em eventos científicos promovidos pelo UNIFSJ: semana acadêmica, cultural (ou equivalente), seminário, jornada, fórum, congresso, encontro, apresentação e/ou defesa pública de trabalho de conclusão de curso, artigos, monografia, dissertação e tese Para cada hora de evento 01 (uma) hora para cada hora de evento Em relação aos eventos para os quais não for determinado previamente o número de horas a ser computado para atividades complementares, o número de horas equivalentes será analisado e definido pela Coordenação do Curso correspondente §6 Certificado ou documento equivalente Participação, como membro efetivo, em eventos científicos Para cada hora de evento promovidos por instituições reconhecidas pela coordenação: semana acadêmica, cultural (ou equivalente), seminário, jornada, fórum, congresso, encontro, apresentação e/ou defesa pública de trabalho de conclusão de curso, artigos, monografia, dissertação e tese 01 (uma) horas para cada Certificado ou hora de evento documento equivalente Em relação aos eventos para os quais não for determinado previamente o número de horas a ser computado para atividades complementares, o número de horas equivalente será analisado e definido pela Coordenação dos Cursos §7 Participação, como membro efetivo, em disciplinas extracurriculares e/ou cursos de nível superior Certificado ou documento equivalente Certificado ou documento equivalente Para cada uma hora realizada Equivale 2 (duas) horas para cada hora de atividade complementar Certificado ou documento equivalente 115 (cursos de extensão universitária, cursos dirigidos especificamente a acadêmicos e profissionais de nível superior da área correlata), promovidos por instituições reconhecidas pela Coordenação §8 Atuação como monitor em disciplinas do Curso de Formação - Ensino Fundamental a partir do 6º ano e Ensino Médio (mínimo de um semestre completo) Para cada uma hora realizada de monitoria Equivale uma hora de atividade complementar. Certificado ou documento equivalente da Coordenação §9 Atuação como monitor em outras instituições de ensino Para cada uma hora realizada de monitoria Equivale uma hora de atividade complementar. Certificado ou documento equivalente da Coordenação §10 Estágio não obrigatório, Para cada duas horas realizadas Equivalem a uma hora de Certificado ou atividade complementar. documento equivalente remunerado ou não, realizado sob supervisão do professor ou de outras instituições reconhecidas pela Coordenação do Curso §11 §12 Ministrar Curso de Extensão, oficina ou evento de cunho de extensão reconhecido pela Coordenação Para cada uma hora de curso ministrado e/ou horas apresentadas em certificado Participação em atividade Para cada uma hora realizada de extensão/ação comunitária, reconhecida pela Coordenação de Curso Equivalem a duas horas de atividade complementar. Certificado ou documento equivalente da Coordenação Equivale a uma hora de atividade complementar. Certificado ou documento equivalente 116 §13 Participação em pesquisa, com ou sem bolsa de iniciação científica, com pesquisador ou grupo de pesquisa/instituição reconhecida pela Coordenação do Curso §14 Participação em Horas constantes no certificado Ver certificado comissões (organização de eventos – Semanas Acadêmicas, Semanas de Iniciação Científica etc), colegiados (Diretório Acadêmico, Conselhos e Comissão de Avaliação e de Divulgação) Certificado ou documento equivalente §15 Participação em cursos preparatórios para concursos (na área de formação e cursos em Língua Estrangeira) Horas constantes no certificado 20 horas. limitado a 20 horas Certificado ou documento equivalente da Coordenação §16 Publicação de matéria, artigo de opinião dentre outros gêneros de cunho informativo em jornais Acadêmicos ou revistas especializadas com registro de ISSN Para cada matéria, artigo ou outro gênero de divulgação 20 horas. Cópia da publicação, declaração ou documento equivalente §17 Participação como membro de expediente em material de cunho informativo com registro de ISSN (revisor, diagramador, fotógrafo e outros) Para cada participação 10 horas Certificado ou documento equivalente da coordenação Para cada participação (público) 5 horas Participação em evento culturais recomendados 10 horas por mês de participação em pesquisa ou horas constantes no certificado Equivale a 10 horas no máximo/mês Certificado ou documento equivalente da Coordenação do CENICE Certificado ou documento equivalente 117 §18 e/ou reconhecidos pela coordenação do UNIFSJ Para cada participação direta no evento (ator, co-autor, músico etc) da Coordenação 10 horas Art.10- Este Regimento, que Normatiza as Atividades Complementares do Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ, entra em vigor na data de sua publicação. Parágrafo único: deverá ser respeitado, como caso extraordinário de exceção, os casos de Cursos em andamento, bem como os iniciados anteriormente à data desta publicação, podendo o coordenador se aproveitar das normas contidas neste documento para a elaboração de uma planilha/formulário de registro. Itaperuna, 22 de agosto de 2011 Conselho Superior Centro Universitário São José de Itaperuna 118 5 Regulamento de Estágio Supervisionado PLANO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 INTRODUÇÃO: O objetivo deste é dar informações que direcionem as atividades do Estágio Supervisionado na habilitação em História, que deverão ser desenvolvidas pelos alunos do Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ. As atividades aqui propostas deverão ser planejadas, executadas e avaliadas pelos estagiários e professor supervisor do estágio. O que se busca é ressaltar as vozes daqueles que se engajam num processo de formação profissional, que podem contribuir trocando experiências e estabelecer um diálogo entre teoria e prática, entre os participantes do processo ensino-aprendizagem. 2 JUSTIFICATIVA: O Centro Universitário São José de Itaperuna, em sua missão de produzir conhecimento e formar profissionais competentes e críticos para o magistério do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, deve proporcionar a esses licenciandos meios para que haja um espaço para o exercício da prática pedagógica supervisionada pelo professor de estágio. O estágio é o espaço privilegiado na formação dos professores, para que eles percebam possíveis contradições entre teoria e prática, como se dá na prática a operacionalização de metodologias de ensino, como, na sala de aula, as relações professor-aluno se estabelecem, de modo que haja a construção do conhecimento. A formação dos professores de História não podem abstrair do momento em que os estagiários participam das atividades de uma sala de aula real, onde possam vivenciar as reações e atuações profissionais em exercício: de suas observações e co-participações com o trabalho dos mestres; de entrevistas com esses profissionais e com seus alunos para saber de suas dificuldades no desempenho de suas tarefas; de organização de atividades e aulas que levem os alunos a participarem bem como tomarem posicionamentos críticos. O que se pretende é formar profissionais capazes de contribuir para o encaminhamento de questões 119 presentes na prática pedagógica, como a construção do conhecimento através da interação professor e aluno, a formação de cidadãos críticos cientes da importância de sua ação no contexto social. Diante de tudo isso, o curso de História, através do professor de Estágio Supervisionado, estruturou o presente projeto de estágio de modo a atender os anseios da Instituição e dos licenciandos, de modo que o estágio seja constituído de experiências relevantes para que o futuro professor possa desempenhar sua tarefa de educador em qualquer contexto educacional. 3 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO: 3.1 OBJETIVOS GERAIS: • Oportunizar aos licenciandos um momento para o estabelecimento do diálogo entre teoria e prática que vem permeando a sua formação e a prática pedagógica. • Consolidar a formação dos professores de História. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • desenvolver nos licenciandos a habilidade de trabalhar com crianças e e jovens no ensino de História; • oportunizar o espaço para observação da prática pedagógica dos professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, para co-participar dessa atividade e , no final, ministrar aulas nessas turmas; • levar os licenciandos a participar do projeto de reforço escolar para os alunos da Instituição de Educação Básica públicas e/ou privadas, sob a orientação do professor supervisor de estágio; • desenvolver novas sugestões metodológicas para o ensino de História no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. 4 NORMAS GERAIS DO ESTÁGIO: a) O estágio ocorrerá no 4º, no 5º e no 6º Período e deverá estar voltado para as atividades relacionadas à Instituição de Ensino onde será realizado o Estágio. b) O licenciando que desejar desenvolver atividades pedagógicas em outras Instituições de Ensino, poderá fazê-lo e trazer reflexões e experiências desses outros espaços 120 para que sejam somadas às vividas no Centro Universitário. c) A carga horária será: 120 horas para o 4º Período; 140 horas para o 5º Período e 140 horas para o 6º Período. d) As atividades propostas pela coordenação do estágio deverão ser cumpridas obrigatoriamente pelo estagiário. e) Todos os documentos relativos ao estágio deverão ser preenchidos e entregues na data prevista. f) É de total responsabilidade do licenciando a autenticidade das informações contidas nos relatórios. g) No caso de falta às atividades previstas, o estagiário deverá justificar, por escrito, num prazo de setenta e duas horas para que a Coordenação do Estágio analise e tome as providências cabíveis. h) As normas acima relacionadas poderão sofrer alterações sempre que os dispositivos legais assim o exigirem. 5 COMPETÊNCIA DO PROFESSOR SUPERVISOR: O professor supervisor deverá orientar os licenciandos no período do estágio. Eles deverão coordenar as atividades organizadas pelos estagiários no planejamento de atividades pedagógicas, na organização de eventos oficinas, seminários, etc., bem como na redação de relatórios. Os professores supervisores são elementos de ligação entre os estagiários e o Centro Universitário. 6 DEVERES DOS LICENCIANDOS: É de competência dos licenciandos: • cumprir em sua totalidade as horas destinadas ao estágio, participar de atividades variadas para perceber a amplitude de atividades e ação do professor de História; • ter atitude de respeito aos professores, alunos, colegas e todos aqueles envolvidos nas atividades de estágio; • ter atitude de cooperação ao desenvolver as tarefas propostas, considerando a importância de sua participação para sua própria formação; 121 • preencher a ficha de identificação e manter constantemente atualizado o registro de frequência; • comparecer aos encontros que se façam necessários para sanar dúvidas; • elaborar relatório das atividades desenvolvidas e apresentá-los ao professor supervisor na data estabelecida, devidamente digitados; • observar os princípios de ética profissional, mantendo sigilo quanto aos problemas que venha a conhecer no local do estágio, comportando-se de forma discreta; • cumprir os prazos de entrega de documentos que comprovem os estágios. 7 AVALIAÇÃO: Os licenciandos serão avaliados na frequência, na participação da organização e desenvolvimento de atividades, na observação, na co-participação e nas aulas ministradas em turmas de Ensino Fundamental e de Ensino Médio. A avaliação será durante o processo e no final de cada etapa. 122 TERMO DE COMPROMISSO COM AS NORMAS DE REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Eu _____________________________________________regularmente matriculado no Curso de História,_______Período, habilitação _______________________, matrícula nº _________________, do Centro Universitário São José de Itaperuna, comprometo-me a cumprir a carga horária de Estágio Supervisionado, de acordo com a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, do Regulamento de Estágio Supervisionado e da Proposta Pedagógica desta Instituição de Ensino. Itaperuna, _____ de ______________ de _____________ _________________________________________________________ Estagiário(a) 123 TERMO DE COMPROMISSO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IDENTIFICAÇÃO DO ESTAGIÁRIO Nome: ___________________________________________________________________ UNIFSJ – Centro Universitário São José de Itaperuna Curso: História Escola:___________________________________________________________________ Professor da Escola/orientador do Estágio: ____________________________________ Direção da Escola: _________________________________________________________ Turmas: ________________________________________________________________ Dias da semana: ___________________________________________________________ Horário: _________________________________________________________________ Pelo presente TERMO DE COMPROMISSO, declaro estar ciente de que o convênio firmado nos termos da Lei e do Decreto entre a FSJ e assegura-me o direito de realizar estágio compatível com o meu Curso Habilitação em estabelecimento de ensino da rede oficial, sem qualquer vínculo empregatício. Declaro, também, estar ciente de que devo atender às seguintes disposições reguladoras do estágio: O estudante se obriga a estagiar__________ horas dia, no horário de ___________________, totalizando_____________horas de estágio. • O Estagiário deverá cumprir as normas internas do estabelecimento de ensino, especialmente as que resguardam o sigilo e a veiculação de informações a que tenha acesso em decorrência do estágio. • O Estagiário deverá planejar e registrar as atividades de estágio na forma e padrões estabelecidos, conjuntamente, pelo professor de História e pela professora responsável pela disciplina Estágio Supervisionado (UNIFSJ). • O Estagiário terá acesso às instalações, aos recursos materiais, instrucionais e tecnológicos do estabelecimento de ensino, previstos no planejamento de atividades, desde que autorizado pelo professor responsável. • O desligamento do Estagiário ocorrerá, automaticamente, ao término do estágio, ou durante a sua realização, nos seguintes casos: a) a pedido do estagiário; b) pela interrupção do curso na instituição de ensino superior c) pelo não cumprimento, sem motivo justificado, em 25% (vinte e cinco por cento) da duração estipulada para o estágio. • O Estagiário terá direito a receber os documentos relativos ao estágio, ao término deste. • Itaperuna______de_______________de __________. _________________________________________ Direção da Escola (assinatura e carimbo) _________________________________ Estagiário(a) _____________________________________ ________________________ Professora responsável pela disciplina Estágio Supervisionado – UNIFSJ Coordenador do Curso de História UNIFSJ 124 CARTA DE APRESENTAÇÃO O Centro Universitário São José de Itaperuna tem como função, através do Curso de História, formar cidadãos críticos e dinâmicos para o mercado de trabalho, através de uma prática de estágio contextualizada e comprometida com a transformação social, no qual a formação profissional, a responsabilidade a ética e a práxis visam a promover o desenvolvimento humano e o bem estar social. Para cumprir as exigência legais e pedagógicas, o centro Universitário São José de Itaperuna, por meio do Núcleo de Estágios Supervisionados, neste documento representado, vem com muita satisfação APRESENTAR o(a) aluno(a) ___________________________, devidamente matriculado no Curso de História, habilitação ________________________, sob nº de matrícula ____________, em condições de estagiar nessa Instituição de Ensino e SOLICITAR que lhe seja concedida a oportunidade de horas de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório na Formação Docente. De acordo com a Lei Nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 os estágios curriculares do curso de História devem ser considerados como um vínculo educativo-profissionalizante, supervisionado e desenvolvido como parte do projeto pedagógico do curso e pré-requisito para aprovação e obtenção do diploma; devem ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. Na oportunidade, agradecemos antecipadamente o seu apoio como parceiro dessa Instituição, colocamo-nos a sua disposição e informamos que o(a) aluno(a) está inscrito(a) no Fundo e Cobertura de Acidentes Pessoais do Centro Universitário São José de Itaperuna. Cordialmente, Itaperuna, _____ de ________________ de __________. ___________________________________________________ Professora do Estágio Supervisionado 125 FICHA DE DADOS CADASTRAIS DO ALUNO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA 1 Dados Pessoais Nome: ___________________________________________________________________ Curso:_________________________Habilitação:_________________________________ Endereço:_______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ Telefones: ___________________ /_________________ Email:______________________________ 2 Dados Profissionais 2,1 Situação pessoal quanto às atividades profissionais: ( ) Exerce atividades profissionais; ( ) Não exerce atividades profissionais. 2.1.1 Na hipótese de exercer atividades profissionais: ( ) com vínculo empregatício; ( ) sem vínculo empregatício; ( ) em áreas relacionadas com a docência; ( ) em áreas não relacionadas com a docência. 3 Local de trabalho (caso seja profissional de ensino): Instituição: ____________________________________________________________________ Horário de trabalho: ______________________________________________________________ Tempo em que se encontra empregado nesta Instituição: _________________________________ Funções que exerce atualmente nessa Instituição: _______________________________________ Citar a(s) disciplina(s) e a(s) série(s) em que já trabalhou ou em que atualmente trabalha: ___________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Observações: 3.1. As informações acima devem ser documentalmente comprovadas, inclusive através de carta-relatório assinadas por dirigentes da Instituição (carimbo e assinatura); 2 Caso o aluno pretenda que as atividades que exerce como docente, no mesmo período em que ocorra o estágio, sejam consideradas válidas como estágio profissional, as informações acima devem ser pormenorizadas em relatório especial. Desta forma, as horas exercidas em atividades docentes (somente a regência) especificadas em Língua Portuguesa e/ou Língua Inglesa/Espanhola serão entendidas como 30 % do Estágio Supervisionado em História ou seja, 42 horas totais, desde que o aluno tenha a partir de 1 ano de exercício. 126 4 Dados sobre o Estágio Supervisionado em História ( ) Há disponibilidade de horário para estágio; ( ) Não há disponibilidade de horário para estágio. 4.1 Havendo possibilidade: Dias da semana: _______________________________________________ Horário:______________________________________________________ 4.1.1 Instituição em que realizará o estágio: Instituição:_______________________________________________________________ Endereço: _________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ Setor de Atividade: _________________________________________________________ Coordenador: ______________________________________________________________ Área de Estágio: ___________________________________________________________ Período em que se realizará o Estágio: __________________________________________ 5 Dados do Centro Universitário São José de Itaperuna: 5.1 Professora Orientadora: _______________________________________________ 5.2 Documentação relativa ao Estágio: ( ) já endereçada carta e correspondente documentação à Instituição indicada pelo aluno; ( ) já encaminhamos à Profª. __________________________________________________ documentos anexados pelo aluno sobre atividades profissionais já exercidas relacionadas com a Licenciatura em História, para emissão de Parecer. 127 TERMO DE ACEITE DE: COLÉGIO: _______________________________________________________________ ENDEREÇO:________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ TELEFONE:______________________________________ EMAIL:__________________________________________ PARA: Centro Universitário São José de Itaperuna Rua Major Porphírio Henrique, nº ______, Centro, Itaperuna, RJ – CEP – 28300000 Assunto: Comunicado de aceitação de estágio Informamos a V. ________________________________________________,aluno do _____ Período do Curso de História, habilitação ________________________, dessa Instituição, foi aceito(a) neste Colégio como estagiário(a), podendo realizar suas atividades de Estágio Supervisionado do Curso de História, nas modalidades de observação ou regência de acordo com o horário de aulas para o ano letivo de ____________ e para fins de cumprimento das exigências legais para formação de professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Ressaltamos o direito desta instituição de ensino interromper tal atividade, quando for julgado necessário ou útil para o bom andamento das aulas. Nesse caso, deve tal situação ser imediatamente comunicada ao Coordenador do Estágio, na faculdade, para fins de controle e de outras providências que não venham prejudicar o(a) estagiário(a), no cumprimento de suas obrigações curriculares. Os(as) professores(as) abaixo relacionados(as) estarão autorizados a ceder espaço para a realização de tais atividades em suas disciplinas de __________________________, a partir de _____/_____/__________. 1 2 Atenciosamente, Professor:_______________________________________________________________ Disciplina: __________________________________________________________ Professor: Disciplina: ______________________________________________________________ _____________________________________________________________ 3 Professor: _______________________________________________________________ Disciplina: ______________________________________________________________ ____________________________________________________________________ 128 Fotos do Estágio Supervisionado II FOTO 1 Frente ou espaço físico da Escola FOTO2 Estagiário e professor supervisor. FOTO 3 Alunos realizando as atividades propostas. FOTO 4 Alunos realizando as atividades propostas. 129 ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4º PERÍODO – HISTÓRIA DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE CARGA HORÁRIA I – Enfrentar problemas reais nos estabelecimentos de Ensino (Total: 50 h) 01. Observação em campo (Ensino Fundamental 2) 02. Observação em campo (Ensino Médio) 03. Discussão Pedagógica Supervisionada 04. Entrevista 20 h (04) 20 h (03) 5 h (03) 5 h (01) II – Aplicar os conhecimentos teóricos apreendidos no curso (Total: 40 h) 01. Participação em Seminários, Encontros Pedagógicos, Palestras, Conferências. 02. Participação em criação de Projetos Didáticos 03. Participação em Ações Sociais 04. Confecção de Clipping III – Aprofundamento na área de interesse (Total: 30 h) 01. Iniciação à produção de artigo científico 02. Participação em projetos de iniciação científica 03. Participação em cursos, eventos, congressos, reuniões, Conselhos de Classe etc. 10 h (05) 10 h (01) 10 h (01) 10 h 10 h 10 h 10 h (05) 130 ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 5º PERÍODO – HISTÓRIA DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE CARGA HORÁRIA I – Enfrentar problemas reais nos estabelecimentos de Ensino (Total: 40 h) 01. Observação em campo (Ensino Fundamental 2) 02. Observação em campo (Ensino Médio) 03. Discussão Pedagógica Supervisionada 04. Entrevista 05. Docência Supervisionada 10 h (10) 10 h (10) 10 h (02) 5 h (01) 5 h (01) II – Aplicar os conhecimentos teóricos apreendidos no curso (Total: 60 h) 01. Participação em Seminários, Encontros Pedagógicos, Palestras, Conferências. 02. Criação e aplicação de Projetos Didáticos 03. Prática em campo (Ensino Fundamental) 04. Prática em campo (Ensino Médio) o5. Monitoria 06. Participação em Ações Sociais (Projetos) 07. Pesquisa Dirigida III – Aprofundamento na área de interesse (Total: 40 h) 01. Participação em cursos de extensão 02. Iniciação à produção de artigo científico 03. Participação em projetos de iniciação científica 04. Participação em cursos, eventos, congressos, reuniões, Conselhos de Classe etc. 10 h (05) 10 h (01) 10 h (03) 10 h (03) 10 h (01) 5 h (01) 5 h (01) 10 h 10 h 10 h 10 h (05) 131 ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 6º PERÍODO – HISTÓRIA DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE CARGA HORÁRIA I – Enfrentar problemas reais nos estabelecimentos de Ensino (Total: 30 h) 01. Gestão Escolar 02. Observação em campo (Ensino Médio) 03. Discussão Pedagógica Supervisionada 04. Entrevistas 05. Docência Supervisionada (Reforço) 6 h (05) 6 h (05) 6 h (02) 6 h (01) 6 h (05) II – Aplicar os conhecimentos teóricos apreendidos no curso (Total: 50 h) 01. Participação em Seminários, Encontros Pedagógicos, Palestras, Conferências. 02. Criação e aplicação de Projetos Didáticos 03. Prática em campo (Ensino Fundamental 2) 04. Prática em campo (Ensino Médio) 05. Monitoria 06. Participação em Ações Sociais (Projetos) 07. Pesquisa Dirigida III – Aprofundamento na área de interesse (Total: 60 h) 01. Participação em Curso de Extensão 02. Produção de artigo científico 03. Participação em projetos de iniciação científica 04. Participação em cursos, eventos, congressos, reuniões, Conselhos de Classe etc. 5 h (05) 10 h (01) 10 h (03) 10 h (03) 5 h (01) 5 h (01) 5 h (01) 15 h 15 h 15 h 15 h (05) 132 FICHA DE OBSERVAÇÃO DE AULAS Aluno estagiário: _______________________________________ Matrícula: __________ Estabelecimento: ___________________________________________________________ Curso: Ensino Fundamental ( ) Ensino Médio( ) Série: ________ Turma: ________ Turno: ________ Disciplina: ________________________________________________________________ Dia: _____/______/_______ Professor(a) Titular da Turma: ________________________________________________ Tema da Aula: _____________________________________________________________ Técnicas e Materiais Utilizados: _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _____________________________________________________________ Participação da Turma (caracterize a participação) _______________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ Observações (faça seus comentários sob o ponto de vista didático, sempre se fundamentando em fatos ocorridos e observados na aula que está sendo objeto de análise): _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ ___________________________________________________________ ________________________ __________________________ Assinatura do Estagiário Assinatura Professor da Turma _______________________________________________ Assinatura do Professor de Estágio Supervisionado Itaperuna, _______ de ______________ de _____________. 133 RELATÓRIO DE COPARTICIPAÇÃO Aluno Estagiário: _____________________________________ Matrícula: _________ Estabelecimento: __________________________________________________________ Disciplina: __________________________________________________________ Série: ____________________________ Duração: ____________________________ Objetivos da atividade da qual participou: ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ _______________________________________________________________ Desenvolvimento: ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Avaliação da atividade (Análise do estagiário sobre a atividade). ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________ Local e Data _________________________________ Assinatura e carimbo da autoridade escolar ________________________________ Assinatura do(a) Estagiário(a) __________________________________________ Assinatura do Professor do Estágio Supervisionado 134 6 REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento dispõe sobre as diretrizes específicas para a realização de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), integrante do currículo pleno ministrado, indispensável à colação de grau dos seus alunos. Será elaborado em forma de Artigo, apresentado em sessão pública. Parágrafo único – Somente serão submetidos à Banca Examinadora do TCC os alunos que tenham sido aprovados em todas as disciplinas do currículo pleno, inclusive em Atividades Complementares (Formação Complementar). II – DA COMISSÃO DE TCC Art. 2º São atribuições da Comissão do TCC (Coordenador do Curso, Professor Orientador de TCC, Coordenador de TCC): • Analisar a habilitação dos Professores para orientação de TCC. • Elaborar o edital disponibilizando aos alunos o nome dos Professores Orientadores habilitados para aquele semestre letivo, fixando datas para a devolução do termo de compromisso do Professor Orientador de TCC e o termo de compromisso do aluno. • Elaborar e controlar a relação de alunos e seus respectivos Professores Orientadores, bem como os temas de Artigo a serem desenvolvidos. • Designar Banca Examinadora para todos os alunos aptos a apresentarem seus trabalhos. • Designar data limite para a entrega do TCC. • Elaborar e publicar edital de todas as Bancas Examinadoras, com 15 (quinze) dias de antecedência, contendo datas, horários e locais, para a apresentação do TCC pelos alunos, que deverá iniciar-se, pelo menos, 15 (quinze) dias antes do término do 135 período letivo. • Designar novas Bancas examinadoras para as apresentação de TCC consideradas insuficientes. • Analisar e solucionar os demais casos especiais, ad-referendum do Colegiado do Curso. III – DA DESIGNAÇÃO DO PROFESSOR ORIENTADOR Art. 3º O TCC é desenvolvido sob a orientação de um Professor vinculado ao curso em estudo. Na falta de um especialista da Instituição, outro componente do corpo docente do Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ) poderá ser admitido como Orientador. Art. 4º Estão habilitados para orientação os Professores mestres e/ou doutores e, ainda, os especialistas que comprovem ter apresentado monografia perante Banca especial, na conclusão dos respectivos cursos de pós-graduação lato sensu. Art. 5º O nome dos Professores Orientadores será disponibilizado aos alunos através de edital ou ofício circular, formulado pela Comissão de TCC, e publicado no primeiro mês de atividades de cada semestre. Art. 6º Os Professores Orientadores da Graduação serão escolhidos pelos alunos, dentre os Professores habilitados informados no edital, através do preenchimento do formulário: termo de compromisso do aluno e o termo de aceite do Professor Orientador. Os Professores Orientadores dos Cursos de Pós-Graduação são designados pelo Coordenador do Curso em consonância com a linha de pesquisa definida. Parágrafo único – O aluno (ou grupo de alunos) deverá devolver o referido formulário ao Professor Orientador de TCC, no prazo fixado pela Comissão de TCC, com o devido preenchimento do termo de compromisso firmado pelo Professor Orientador do TCC. Art. 7º Cada Professor só poderá orientar até 05 (cinco) TCCs por semestre. Extrapolando esse limite, a Comissão de TCC decidirá a resolução do problema. Art. 8º Ocorrendo a hipótese de o aluno (ou grupo de alunos) não encontrar Professor que se disponha a assumir a sua orientação, a escolha será feita pela Comissão de TCC. Art. 9° A substituição do Professor Orientador só será permitida mediante aprovação da Comissão de TCC e se houver outro docente para assumir a sua orientação, devendo o fato 136 ser comunicado com antecedência de 20 dias, pelo menos, da data de entrega do TCC e por escrito à Comissão de TCC. IV – DA FORMA DO ARTIGO Art. 10° O TCC obedecerá, na sua estrutura formal, às normas da ABNT sobre documentação, no que forem aplicáveis, e deverá trazer diretrizes fixadas no “Manual Institucional do TCC” aos alunos para cópia em local indicado pela Coordenação do Curso. Parágrafo único – O Artigo do TCC, apresentado pelo aluno (ou grupo de alunos) ao Professor Orientador, deverá obedecer ao que dispõe o Artigo anterior. V – DO ACOMPANHAMENTO DO TCC Art. 11 O aluno (ou grupo de alunos) tomará ciência do Professor de orientação do TCC sobre a Ficha de Acompanhamento do TCC, que fica de posse do referido Professor e que conterá os seguintes campos a serem preenchidos: 1 A linha de pesquisa, a data de início e término do TCC e o tema inicial e final do TCC; 2 nome, endereço residencial completo, telefone e e-mail do aluno (ou grupo de alunos); 3 nome do Professor Orientador; 4 local e horário para orientação, que serão determinados pelo Professor Orientador, com a assinatura deste; 5 tarefas a serem cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos), obedecendo às diretrizes gerais; 6 prazo fixado para cumprimento de cada tarefa; 7 tarefas efetivamente cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos); 8 avaliação do Orientador; 9 indicação (ou não) do Professor de TCC e do Professor Orientador para a apresentação do trabalho perante a Banca Examinadora. Parágrafo único – Quando os referidos Professores deixarem de indicar o trabalho 137 para a Banca, deverão, no mesmo despacho, explicitar os motivos da não indicação. Art. 12 Os prazos para cumprimento das tarefas pelo aluno (ou grupo de alunos) (ou grupo de alunos) ficam vinculados ao calendário das 02 (duas) avaliações semestrais. Art. 13 As tarefas básicas a serem cumpridas pelos alunos devem seguir a seguinte ordem: a) apresentação da matriz analítica do TCC; b) levantamento bibliográfico e fichamentos; c) elaboração das seções do TCC; d) apresentação da conclusão, introdução e referências. Art. 14 As tarefas cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos) serão submetidas ao Professor Orientador, que deverá visá-las e devolvê-las ao aluno, após as respectivas anotações na Ficha de Acompanhamento do TCC, não se esquecendo de tomar a assinatura do aluno (ou grupo de alunos) em cada orientação. Art. 15 O TCC só poderá ser entregue ao Professor de orientação de TCC com a Ficha de Acompanhamento do TCC devidamente preenchida e assinada pelo Professor Orientador e repassada à comissão de TCC na data estipulada pela mesma. VI – DA APRESENTAÇÃO DO TCC Art. 16 Após a data limite para a entrega do TCC, e de acordo com a análise das fichas de acompanhamento de cada aluno (ou cada grupo de alunos), serão designadas e divulgadas, pela Comissão de TCC, as Banca s examinadoras, contendo datas, horários e locais para a realização das apresentação. §1º. Quando o Artigo for entregue com atraso, a relevância do motivo deve ser avaliada pela Comissão de TCC. §2º. Não será admitido um segundo atraso, o que implica a reprovação na disciplina TCC. Art. 17 O aluno (ou grupo de alunos) deverá entregar seu Artigo ao Professor Orientador do TCC, em número de 04 (quatro) cópias impressas e 01 (uma) digital, mediante recibo, e as mesmas serão entregues, pelo respectivo Professor, aos membros da Banca 138 Examinadora, com prazo não inferior a quinze dias, contado da data designada para a apresentação. Art. 18 A apresentação do TCC deverá seguir as normas técnicas prescritas no Manual Institucional de TCC do UNIFSJ, a metodologia científica e as regras ortográficas vigentes. Art. 19 O Artigo de TCC será avaliado assim: Pelo Professor Orientador: o comprometimento com o processo da pesquisa do aluno (ou grupo de alunos) – único item avaliado pelo Orientador na Banca (valor 1,0) Pelo Professor de TCC: aspectos formais (conforme Manual Institucional de TCC do UNIFSJ); citações referenciadas (autor, ano e página); referências (não só a formatação destas como também verificar se constam todos os referenciados no corpo do texto e se houve inclusão de autor não referenciado) – (valor 1,0) Pelos dois Examinadores convidados para a Banca (valor 8,0): c.1) Sobre o trabalho escrito: c.1.1) Relevância do trabalho realizado (atualidade / nível de informação / importância / título pertinente); c.1.2) Introdução (contêm os elementos indispensáveis?) c.1.3) Desenvolvimento (contempla problema e objetivos? Consistência e rigor teóricometodológico, fontes confiáveis? Faz citações?) c.1.4) Conclusão / considerações finais (fecha a introdução?) c.1.5) Redação (clareza, coesão, coerência, elegância, atendimento à norma culta da língua portuguesa) c.2) Sobre a apresentação oral: c.2.1) Introdução (colocação do problema, justificativa e objetivos); Conclusão (capacidade de síntese quanto à proposta inicial) c.2.2) Capacidade de apresentação oral dentro do tempo limite (10 a 15 minutos) c.2.3) Desempenho na arguição (domínio, clareza, objetividade nas respostas argumentação consistente) Parágrafo único – A Ficha de Avaliação do TCC deverá estar preenchida (exceto o item relativo à apresentação oral) antes de o aluno (ou grupo de alunos) iniciar sua 139 apresentação, evitando que se negligencie o trabalho escrito em face do sucesso ou insucesso da apresentação oral. Art. 20 A ata de apresentação do Artigo, que consta, deverá ser devidamente preenchida e assinada pelos membros da Banca Examinadora, em reunião secreta. Em seguida, o aluno (ou grupo de alunos) e demais presentes ouvirão a leitura da ata pelo Orientador. VII – DA BANCA EXAMINADORA DE TCC Art. 21 Examinar e avaliar os TCCs conforme os critérios de avaliação previstos neste Regulamento (Cf. Art. 19). Art. 22 Reunir-se em horário, data e local previamente estabelecidos; §1º. Encaminhar à Comissão de TCC toda a documentação pertinente à avaliação final dos TCCs, obedecendo aos prazos previstos neste Regulamento; Art. 23 Caso a Banca Examinadora considere insuficiente a apresentação do Artigo pelo aluno (ou grupo de alunos) em 1ª etapa e este tendo direito à apresentação em 2ª etapa, a Banca Examinadora deverá entregar por escrito ao mesmo as indicações para reformulações do trabalho. A Comissão de TCC designará nova Banca Examinadora para que o aluno (ou grupo de alunos), contados 10 (dez) dias (e informado de data, horário e local), faça nova apresentação oral. VIII – DO DEVER DO PROFESSOR ORIENTADOR Art. 24 O Professor Orientador deverá, na forma do art. 10 deste Regulamento, desempenhar adequadamente suas atividades de orientação, dentre elas: 1 1 informar aos alunos sobre os critérios e normas deste Regulamento, bem como sobre fichas de acompanhamento e avaliação que serão utilizadas pela Banca Examinadora do TCC. O Orientador deverá ler e mostrar ao aluno (ou grupo de alunos) estas fichas; 2 orientar o aluno (ou grupo de alunos) no estabelecimento de um projeto e cronograma para realização do TCC; 3 fixar local, datas e horários para orientação, juntamente com o aluno (ou grupo de alunos); 140 4 orientar o aluno (ou grupo de alunos) nas tarefas básicas previstas no art. 13 deste Regulamento; 5 fixar as demais tarefas a serem cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos); 6 estabelecer prazos para cumprimento das tarefas; 7 atribuir notas às tarefas apresentadas; 8 indicar bibliografia básica ao aluno (ou grupo de alunos) sob sua orientação; 9 indicar ou não o trabalho para apresentação perante a Banca Examinadora; 10 remeter à Coordenação do Curso, de imediato, comunicação sempre que o aluno (ou grupo de alunos) não cumprir as normas estabelecidas ou na ocorrência de desacordos ou divergências que possam prejudicar a continuidade das orientações; 11 controlar o tempo gasto pelo orientando para a finalização do trabalho, visando o atendimento dos prazos; 12 controlar a frequência do aluno (ou grupo de alunos), preenchendo a ficha individual de controle de frequência, fornecida pela Comissão de TCC; 13 sugerir juntamente com o aluno (ou grupo de alunos), a composição da Banca Examinadora do TCC; 14 presidir a Banca Examinadora do TCC do aluno (ou grupo de alunos) sob sua orientação; 15 integrar Banca Examinadora de outros TCCs, quando solicitado pela Comissão de TCC; 16 caso identifique plágio ou cópia: p.1) reter o material, o que provará o plágio; p.2) alertar o aluno (ou grupo de alunos) das implicações jurídicas e acadêmicas; p.3) comunicar imediatamente à coordenação do curso; p.4) caso não sane o problema, agendar horário para conversa entre o orientando, Orientador e Coordenação de TCC no intuito de solucionar a situação; p.5) se ainda assim o problema perdurar, avisar à Comissão de TCC para agendamento de 141 horário e encaminhamento de providências necessárias; 17 verificar a correção do Artigo na versão final corrigida e emitir o parecer de satisfatório ou insatisfatório. Parágrafo único – Todas as anotações relativas às atividades acima descritas deverão constar da Ficha de Acompanhamento do TCC, prevista no art. 11 deste Regulamento. Art. 25 Considera-se plágio quando o trabalho incorrer nos seguintes vícios: a) quando, intencionalmente ou não, são usadas palavras ou ideias de outro autor, sem o devido crédito, bastando para caracterizar o plágio a presença de 15 (quinze) ou mais linhas nesta situação, contínuas ou não, no todo do TCC; b) quando dá crédito ao autor, porém, intencionalmente ou não, utilizam-se palavras exatamente iguais às dele, sem indicar a transcrição com o uso de aspas ou recuo de texto, bastando para caracterizar o plágio a presença de 15 (quinze) ou mais linhas nesta situação, contínuos ou não, no todo do TCC; c) não será considerado crédito ao autor a mera denotação da sua referência ao final do TCC, no capítulo destinado às referências, sendo necessária também a sua menção expressa quando da reprodução de suas ideias ou frases no trecho específico do Artigo, conforme as normas acadêmicas; d) no caso da presença de plágio, em trechos correspondentes a menos de 15 (quinze) linhas, contínuos ou não, caberá apenas advertência ao aluno, sendo permitida a sua aprovação no tocante a este critério, ainda que sendo possibilitada a redução da nota. Parágrafo único – O plágio é ilícito administrativo, de caráter civil, que deve ser caracterizado em caráter objetivo, sendo irrelevante a verificação da boa-fé do autor. IX – DO DEVER DO ALUNO Art. 26 Conhecer e cumprir as determinações do Regulamento de Orientação de TCC. Art. 27 A responsabilidade pela elaboração e cumprimento do TCC é inteiramente do aluno (ou grupo de alunos). 142 Art. 28 Rubricar a folha individual da Ficha de Acompanhamento do TCC por ocasião das sessões de orientação. Art. 29 Entregar ao Professor de TCC o trabalho concluído, em 04 (quatro) vias, vedando-se quaisquer reformulações posteriores, exceto anexação de errata. Art. 30 O aluno (ou grupo de alunos) deverá cumprir todas as tarefas determinadas pelo Professor Orientador. Art. 31 A Ficha de Acompanhamento de TCC ficará sob a guarda do Orientador, que deverá apresentá-la ao aluno (ou grupo de alunos) em cada orientação com anotações pertinentes para que o mesmo as leia e dê sua rubrica. Art. 32 Cumprir os prazos estabelecidos pela Comissão de TCC. X – DA APROVAÇÃO Art. 33 A aprovação no Artigo após a apresentação está vinculada à entrega no prazo estipulado pela Comissão de TCC de 01 cópia impressa e encadernada e 01 cópia em CD do Artigo, ambas corrigidas. Art. 34 A entrega do Artigo sem as devidas correções sugeridas pela Banca será considerada insatisfatória e o aluno (ou grupo de alunos) será considerado reprovado em TCC. XI – DA DISPONIBILIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS TRABALHOS Art. 35 Deverão obrigatoriamente ser entregues ao Professor Orientador como documentação final do TCC, cópias do Artigo e/ou produtos, documentos exigidos em normas complementares, na forma impressa e na eletrônica. §1º. O Artigo deverá obrigatoriamente obedecer aos padrões estabelecidos pelo UNIFSJ para apresentação de trabalhos acadêmicos. Art. 36 O UNIFSJ reserva-se o direito de disponibilizar os Artigos em cópia material, ou por intermédio de mídias diversas, nas bibliotecas e na Internet. Parágrafo único – Quando da necessidade de sigilo em determinados dados ou resultados do trabalho, estes não serão divulgados eletronicamente ou via Artigo 143 disponibilizado na biblioteca e na Internet. XII – DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 37 Os demais casos serão resolvidos pela Comissão de TCC quando de sua atribuição. Caso contrário, serão submetidos à apreciação da Coordenação do Curso. Em casos excepcionais, porém, caberá recurso para a Comissão de TCC e deste para o Conselho de Faculdade. Art. 38 Este Regulamento entra em vigor na da data de sua aprovação pelo colegiado de curso, após a sua homologação pelo conselho de TCC. 144