1.
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL E CULTURAL SÃO JOSÉ
CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO JOSÉ DE ITAPERUNA
Projeto Pedagógico de Curso
Licenciatura em História
Itaperuna/RJ
2015
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
LICENCIATURA EM HISTÓRIA
Reitor do Centro Universitário São José de Itaperuna
Jader Almeida da Silva
Pró-Reitor Acadêmico do Centro Universitário São José de Itaperuna
Prof. Hudson de Oliveira Costa
Secretário Geral do Centro Universitário São José de Itaperuna
Prof. José Maria Cardozo
Subsecretária do Centro Universitário São José de Itaperuna
Ismênia Linhares Rezende
Coordenação do Curso de História
Prof. Me. Anízio Antônio Pirozi
Sumário
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ......................................................................................... 5
1.1 Mantenedora ..................................................................................................................... 5
1.2 Base Legal da Mantenedora ............................................................................................. 5
1.3 Nome da IES ..................................................................................................................... 5
1.4 Base Legal da IES............................................................................................................. 5
1.5 Perfil e Missão da IES ...................................................................................................... 5
1.6 Missão............................................................................................................................... 6
1.7 Objetivos do Centro Universitário São José de Itaperuna ................................................ 6
1.8 Dados socioeconômicos e socioambientais da região ...................................................... 7
1.9 Breve Histórico da Fundação Educacional e Cultural São José ..................................... 10
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA ..................................................... 14
2.1 Denominação do Curso .................................................................................................. 14
2.2 Endereço de Funcionamento .......................................................................................... 14
2.3 Justificativa do Curso ..................................................................................................... 14
2.4 Ato Legal ........................................................................................................................ 15
2.5 Número de vagas anuais autorizadas .............................................................................. 15
2.6 Turno de Funcionamento ................................................................................................ 15
2.7 Carga Horária Total do Curso ......................................................................................... 15
2.8 Tempo de Integralização ................................................................................................. 15
2.9 Modalidade ..................................................................................................................... 16
2.10 Coordenação ................................................................................................................. 16
2.11 Tempo Médio de permanência do corpo docente ......................................................... 17
2.12 Demonstrativo Anual do Corpo Discente do Curso de História................................... 17
2.13 Convênios ..................................................................................................................... 17
3 CONTEXTO EDUCACIONAL ............................................................................................ 19
3.1 Breve Histórico do Curso de História ............................................................................ 19
3.2 Políticas institucionais no âmbito do curso .................................................................... 20
3.3 Programa de Iniciação Científica e Extensão – CENICE............................................... 22
3.4 Revista Transformar ....................................................................................................... 23
3.5 Extensão ......................................................................................................................... 23
3.6 Objetivos do curso .......................................................................................................... 25
3.7 Perfil profissional do egresso ......................................................................................... 26
3.8 Estrutura curricular ......................................................................................................... 28
3.9 Conteúdos curriculares ................................................................................................... 31
3.10 Metodologia .................................................................................................................. 35
3.11 Estágio curricular supervisionado................................................................................. 37
3.12 Relação com a rede de escolas da educação básica ...................................................... 38
3.13 Relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da educação
básica .................................................................................................................................... 39
3.14 Relação teoria e prática................................................................................................. 39
3.15 Atividades complementares .......................................................................................... 40
3.16 Trabalho de conclusão de curso (TCC) ........................................................................ 41
3.17 Apoio ao discente ......................................................................................................... 42
3.18 Intercâmbios ................................................................................................................. 46
3.19 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso .............................................. 46
3.20 Tecnologias de informação e comunicação – TICs ...................................................... 48
3.21 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem .......................... 50
3.22 Aproveitamento de Estudos .......................................................................................... 51
3.23 Do aproveitamento discente extraordinário .................................................................. 51
3.24 Número de vagas .......................................................................................................... 52
3.25 Integração do curso com o sistema local e regional de educação ................................ 52
3.26 Atividades práticas de ensino ....................................................................................... 52
4 CORPO DOCENTE .............................................................................................................. 54
4.1Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE ............................................................ 54
4.2 Atuação do coordenador ................................................................................................. 55
4.3 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador
.............................................................................................................................................. 56
4.4 Regime de trabalho do coordenador do curso ................................................................ 56
4.5 carga de coordenação do curso ....................................................................................... 56
4.6 Requisitos de titulação e experiência profissional do corpo docente ............................. 57
4.7 Titulação do corpo docente do curso .............................................................................. 58
4.8 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores ...................................... 59
4.9 Regime de trabalho do corpo docente do curso .............................................................. 59
4.10 Experiência profissional do corpo docente................................................................... 60
4.11 Experiência no exercício da docência na educação básica ........................................... 61
4.12 Experiência de magistério superior do corpo docente .................................................. 62
4.13 Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente ................................................. 62
4.14 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica. ................................................. 63
5 INFRAESTRUTURA............................................................................................................ 64
5.1 Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral - TI .......................................... 64
5.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos ......................... 64
5.3 Sala de professores ......................................................................................................... 64
5.4 Salas de aula ................................................................................................................... 65
5.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática......................................................... 65
5.6 Bibliografia básica .......................................................................................................... 65
5.7 Bibliografia complementar ............................................................................................. 66
5.8 Periódicos especializados ............................................................................................... 66
5.8 Laboratórios didáticos especializados: quantidade......................................................... 70
5.9 Laboratórios didáticos especializados: qualidade........................................................... 70
5.10 Laboratórios didáticos especializados: serviços ........................................................... 71
6 Requisitos legais e normativos .............................................................................................. 72
6.1. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso .................................................................. 72
6.2. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica ................................................. 72
6.3. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena...................................................... 72
6.4. Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos ....................................... 73
6.5. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.......................... 73
6.6. Titulação do corpo docente ............................................................................................ 74
6.7. Núcleo Docente Estruturante (NDE) ............................................................................. 74
6.8. Carga horária mínima, em horas – para Licenciatura Bacharelados e Licenciaturas .... 74
6.9 Tempo de integralização ................................................................................................. 75
6.10 Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, .. 75
6.11 Disciplina de Libras ...................................................................................................... 75
6.12 Informações acadêmicas ............................................................................................... 75
6.13 Políticas de educação ambiental ................................................................................... 76
6.14. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação
Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena .................................. 76
ANEXOS .................................................................................................................................. 77
1 Matriz Curricular ............................................................................................................... 77
2 Representação Gráfica – Estrutura Curricular ................................................................... 78
3 Ementário .......................................................................................................................... 79
4 Regimento das Atividades Complementares ................................................................... 107
5 Regulamento de Estágio Supervisionado ........................................................................ 119
6 REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO ............................................................................................................................... 135
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES
1.1 Mantenedora
Fundação Educacional e Cultural São José
1.2 Base Legal da Mantenedora
Situada a Rua Major Porphírio nº 41, Centro, Itaperuna/RJ – CEP.: 28300-000,
Registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas – Cartório do 3º ofício da
Comarca sob nº185, livro A.1 de Pessoas Jurídica fls. 410.
1.3 Nome da IES
Centro Universitário São José de Itaperuna
1.4 Base Legal da IES
Parecer CEE nº 007, de 03/02/2009, publicado do D.O. de 12/05/2009.
1.5 Perfil e Missão da IES
O Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ) busca oferecer cursos de
graduação e pós-graduação lato sensu coerentes com o mercado de trabalho local e regional,
sob a perspectiva de política de mercado contemporânea; e com a mesma qualidade, no que
tange ao corpo docente especializado, dos grandes centros, oportunizando acesso e
permanência no Ensino Superior, ampliando a escolarização da população local, e também
daqueles que provêm de outros municípios do norte/noroeste do estado e/ou de outros estados
circunvizinhos.
São mais de 40 anos de credibilidade com a comunidade local e social pelos relevantes
serviços educacionais que oferece buscando atender às demandas do Noroeste do Estado do
Rio de Janeiro, região onde está situado e contribuir para a promoção da cidadania através da
inclusão social dos acadêmicos.
O UNIFSJ busca atender a demanda, através de princípios filosóficos e da sua visão de
futuro, desenvolvendo suas ações pedagógicas pautado nas finalidades da educação superior,
de forma coerente e condizente com a realidade local, tendo como perfil institucional:
I - Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do
pensamento reflexivo;
5
II – Formar profissionais para a participação no desenvolvimento social;
III - Incentivar o trabalho de iniciação científica, visando o desenvolvimento da
ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, desenvolvendo a relação do homem
com o contexto em que está inserido;
V – Oferecer atividades acadêmico-científico-culturais com o intuito de suscitar o
desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, integrando os conhecimentos
que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora à prática cotidiana;
VI – Promover ações sociais onde o estudante pode prestar serviços especializados à
comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
VII - Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das
conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da iniciação científica geradas na
instituição.
1.6 Missão
Ser uma Instituição cuja excelência do desenvolvimento científico, tecnológico,
artístico, cultural e da formação profissional contribua para a promoção de ações sociais que
proporcionem a melhoria dos padrões de vida em sociedade, auxiliando numa convivência
mais justa e solidária, de modo a garantir a aplicação dos valores democráticos e de cidadania
como práxis universitária.
1.7 Objetivos do Centro Universitário São José de Itaperuna
O Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ), como instituição educacional
de ensino superior, tem como objetivos comuns, mantidas as características singulares aos
cursos e o respeito às Diretrizes Curriculares:
•
Desenvolver o ensino, a pesquisa e a extensão universitária a fim de promover o
desenvolvimento educacional, cultural e social da comunidade onde está inserida.
•
Formar nas diferentes áreas do conhecimento humano cidadãos(ãs) aptos(as) para sua
inserção em setores profissionais, e para sua participação no desenvolvimento da
sociedade brasileira;
•
Proporcionar o ensino de qualidade com tecnologia moderna para atendimento aos
acadêmicos do UNIFSJ;
•
Garantir a efetividade da Comissão Própria de Avaliação (CPA) para que os processos
6
por ela desencadeados sejam vistos na comunidade como de superação de problemas
concretos e de fixação de padrões de qualidade;
•
Estabelecer as Linhas Curriculares Institucionais, que nortearão as ações do Centro
Universitário no ensino, na pesquisa e na extensão promover a assimilação de valores
culturais, preservando as tradições, confrontando-as com outras concepções vinculadas
pela sociedade e propondo alternativas de interpretações do sentido da existência
humana, dentre outros.
Para fazer jus a missão em atendimento aos objetivos estabelecidos, o Centro
Universitário São José de Itaperuna está sempre buscando recursos necessários para a
formação de um profissional ligado às mudanças do mundo contemporâneo. Para tal vem ao
longo do tempo, implementando uma infraestrutura de ensino capaz de oferecer ao discente, a
comodidade, o conforto e a segurança necessários, além das condições tecnológicas de ensino
virtual e físico, este último por meio de ferramentas compatíveis com a formação acadêmica
do discente e objetivos do Curso.
1.8 Dados socioeconômicos e socioambientais da região
A economia da região no século XIX tinha como principal atividade a agropecuária,
tendo a cultura do café como expoente. Na década de 40 com o esgotamento dos solos pelo
café a pecuária leiteira entrou em evidência. Esta mudança refletiu no desenvolvimento
econômico da região, principalmente, no êxodo rural em direção à metrópole - Rio de Janeiro,
levando a um gradativo esvaziamento da área rural.
A política de incremento da produção leiteira incentivou a gradual substituição dos
rebanhos de corte pelo rebanho leiteiro. Assim, a base da economia local é calcada na
pecuária leiteira, estimulada pela presença da fábrica de leite em pó Glória, na sede municipal.
Entretanto, destaca-se a cultura de arroz, ao longo dos afluentes do Muriaé. O Rio de Janeiro
sofre as consequências da migração campo/cidade. No entanto, nos seus municípios é possível
se reconhecer, perspectivas de crescimento, que apontam para uma sociedade complexa e
heterogênea, do ponto de vista estrutural e de produção.
Itaperuna é um município que compõe a Região Noroeste Fluminense, juntamente
com outros 12 municípios conforme tabela abaixo. O município está em posição geográfica
que possibilita ainda o fácil acesso aos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo e a
municípios vizinhos como Campos dos Goytacazes, Macaé, entre outros, o que coloca a
cidade, inegavelmente, na situação de polo educacional.
7
Distante, aproximadamente 360 quilômetros da capital do estado do Rio de Janeiro,
Itaperuna apresenta um contexto promissor para a operacionalização de ações condizentes
com a missão e visão definida para o Centro Universitário São José de Itaperuna.
Cidade
Matriculados no
Ensino Médio em
2012
População estimada 2012¹
Aperibé
343
10.882 habitantes
Bom Jesus do Itabapoana
2037
35.896 habitantes
Cambuci
528
14.849 habitantes
Italva
435
14.489 habitantes
Itaocara
862
22.824 habitantes
Itaperuna
3356
98.521 habitantes
Laje do Muriaé
301
7.341 habitantes
Miracema
1123
26.724 habitantes
Natividade
639
15.040 habitantes
Porciúncula
639
18.293 habitantes
Santo Antônio de Pádua
1660
41.108 habitantes
São José de Ubá
249
7.175 habitantes
Varre-Sai
346
9.966 habitantes
¹Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais.
Alguns aspectos a serem considerados acerca do cenário local com base em dados
atualizados pelo Censo 2012:
Área da unidade territorial
1.105,341 Km²
População residente total
95.841 pessoas
População residente – Homens
46.553 pessoas
População residente – Mulheres
49.288 pessoas
Informações econômicas
PIB per capita a preços correntes
17.309,05 Reais
Número de empresas locais
Informações educacionais
2.896
8
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais.
Diponível em: http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/grafico_cidades.php?lang=&codmun=330220&idtema=117&search=rio-dejaneiro|itaperuna|ensino-matriculas-docentes-e-rede-escolar-2012.
Conforme dados apresentados, Itaperuna é o mais populoso município da região.
Observa-se que a população apresenta uma participação feminina superior à masculina.
Ainda segundo dados do IBGE sobre os estudantes matriculados no Ensino Médio, o
Centro Universitário São José de Itaperuna entra neste contexto, na capacitação destes
estudantes e dos oriundos de toda a região, com a missão de: formar profissionais
competentes inseridos na comunidade regional, capazes de construir o conhecimento,
promover a cultura e o intercâmbio, a fim de comprometer-se com a qualidade de ensino,
tendo em seu quadro doutores, doutorandos, mestres, mestrandos e especialistas totalmente
integrados com todos os detalhes do projeto educacional e dispostos a contribuir para com a
plena realização do trabalho.
Segundo dados do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde(CNES) estão
sob responsabilidade da Prefeitura Municipal de Itaperuna, 39 estabelecimentos, dentre estes:
1 ambulatório de saúde mental, 3 CAPS, 4 Centros de especialidades odontológicas, 1 Centro
de Saúde Dr. Raul Travassos, 1 Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, 1 CRIE
Centro de Referência de Imunos Depressivos, 3 farmácias, 1 Laboratório de análise de água
do noroeste fluminense, 2 Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), 3 Postos de Saúde,
1 programa de agentes comunitários de saúde, 1 Secretaria Municipal de Saúde, 1 serviço de
vigilância sanitária, 18 unidades de saúde da família, 1 unidade móvel de atendimento
médico, 1 Unidade de Pronto Atendimento(UPA) e 1 Vigilância Ambiental em Saúde, entre
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outros.
Em consonância com estes pressupostos, o Centro Universitário São José de Itaperuna
apoia-se em sua missão: Ser uma Instituição cuja excelência do desenvolvimento científico,
tecnológico, artístico, cultural e da formação profissional contribua para a promoção das
ações sociais que proporcionem a melhoria dos padrões de vida em sociedade, auxiliando na
construção de uma sociedade mais justa e solidária, de modo a garantir a aplicação dos
valores democráticos e de cidadania como práxis universitária.
Com a expansão econômica advinda pelo aumento da prospecção e exploração do
petróleo e principalmente pela implantação do Mineroduto Minas/Rio e o complexo
siderúrgico de Açu, em cidades vizinhas, Itaperuna vem recebendo um aumento progressivo
de investimento públicos e privados oferecendo produtos de acordo com as necessidades
locais, sem falar das instituições de ensino superior que vêm alterando consideravelmente o
cenário itaperunense, já que a cidade recebe pessoas de vários municípios para estudar nas
IES sediadas no município. Grande parte destas pessoas, assim como as que moram na região,
após a sua formação saem do município buscando melhores oportunidades, outra parcela
permanece na localidade participando ativamente do progresso local.
1.9 Breve Histórico da Fundação Educacional e Cultural São José
A Fundação Educacional e Cultural São José, pessoa jurídica de direito privado, sem
fins lucrativos e de caráter filantrópico, com sede e foro no município de Itaperuna, Estado do
Rio de Janeiro, registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas – Cartório do 3º
ofício da Comarca sob nº185, livro A.1 de Pessoas Jurídica fls. 410, está instalada na Rua
Major Porphírio nº 41, Centro, Itaperuna - Rio de Janeiro, tendo por finalidade "instalar e
manter estabelecimentos de ensino de todos os níveis admitidos pela atuação na área da
educação promovendo assistência educacional inclusive gratuitamente".
A história da mantenedora do Centro Universitário São José de Itaperuna mistura-se
com a história local, já que a sua instituição se deu a partir do trabalho de um bravo lutador, o
saudoso Padre Humberto Lindelauf, Pároco da Igreja Matriz de São José do Avahy que,
embora alemão de nascimento, tornou-se itaperunense de alma e coração.
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Foto do Padre Humberto Lindelauf
História e Memória da Fundação São José: 40 anos de Educação
A inserção do Pe. Humberto na história de Itaperuna e da Fundação São José, se dá a
partir de sua vinda para o Brasil, como missionário, somando forças para o desenvolvimento
do município de Itaperuna. Iniciou suas atividades na Matriz São José do Avahy, ocasião em
que, preocupado com a situação da educação no município, sobretudo no que dizia respeito à
mão de obra especializada, vislumbrou a possibilidade da criação de um Ginásio Orientado
para o Trabalho (GOT). A partir de então, fundou a Associação Educacional e Cultural São
José, mantenedora do Ginásio São José, ainda na década de 1960, destinado a meninos
carentes que realizavam oficinas de carpintaria, marcenaria, gráfica e torno mecânico,
preparando os jovens aprendizes para o mercado de trabalho. Posteriormente, criou a
Fundação São José, agora com o intuito de manter a Faculdade de Filosofia de Itaperuna
(atual UNIFSJ), tão necessária ao desenvolvimento local e regional.
Durante a década de 1980, a então Fundação Educacional e Cultural São José passa a
oferecer todos os Cursos da Educação Básica: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio
e Profissionalizante e, somente a partir do ano 2000, são implementados os cursos técnicos.
Ainda na década de 1980, a Escola de Aplicação passa a destinar-se a aplicação prática do
estágio supervisionado dos cursos de licenciatura, o que muito contribuiu para os acadêmicos
à época.
Iniciou suas atividades no ano de 1968 com a instalação da Faculdade de Filosofia de
Itaperuna – FAFITA, 1ª instituição de ensino superior da região, autorizada pelo Conselho
Estadual de Educação, Ato de 26/04/68, publicado no Diário Oficial de 04/05/68, com os
Cursos de Letras, Ciências Sociais, Pedagogia e Matemática, funcionando nas dependências
do então Ginásio São José, a que veio se juntar, posteriormente, no ano letivo de 1972, o
Curso de Estudos Sociais, com licenciatura de 1º grau.
A Faculdade de Filosofia de Itaperuna consolidou-se na região noroeste fluminense,
sul capixaba e zona da mata mineira, tendo obtido o reconhecimento de seus cursos no ano de
1975, através do Decreto Federal nº 75.514, de 19/03/1975, publicado no D.O.U. de
20/03/1975.
Na medida em que crescia o conceito da Faculdade na região, também tornava-se
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imperiosa a necessidade de implantação de outros cursos. Com essa visão, a Entidade
Mantenedora encaminha ao Conselho Estadual de Educação o projeto do Curso de Ciências
Contábeis, a ser ministrado pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Padre Humberto FACITA, cuja aprovação se deu através do Parecer CEE nº 471/86, que veio a ser reconhecido
pela Portaria nº 748, de 06/05/1993, publicada no D.O.U. de 10/05/93. Posteriormente,
autorizado pelo Parecer CEE nº 233, de 20/10/2001, publicado no D.O. de 22/11/2001, a
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Padre Humberto passou a contar também com o
Curso de Comunicação Social – Jornalismo, tendo alcançado o seu reconhecimento pelo
Parecer CEE nº 027/2007, de 26/09/2007, publicado no D.O. de 02/10/2007.
Nos idos de 1999, foi autorizado o funcionamento do Curso de Tecnologia em
Informática, Parecer CEE nº 027/2000, de 21/12/1999, publicado no D.O. de 28/01/2000, a
ser ministrado pela Faculdade de Informática de Itaperuna – FAINITA, cujo reconhecimento
se deu pelo Parecer CEE nº 1.182/2002, de 17/12/2002, D.O. de 20/05/2003.
No limiar do novo século, a Fundação submete ao egrégio Conselho de Educação do
Estado do Rio de Janeiro a proposta de integração das Faculdades de Filosofia de Itaperuna –
FAFITA, de Ciências Humanas e Sociais Padre Humberto – FACITA e de Informática –
FAINITA, criando as Faculdades Integradas Padre Humberto – FIPH, tendo obtido
autorização emitida pelo Parecer CEE Nº 108/03, de 21/08/03, D.O. de 05/09/03.
Em 2008, a Fundação solicitou ao Conselho Estadual de Educação o credenciamento
do Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ, por transformação das Faculdades
Integradas Padre Humberto – FIPH, tendo obtido o credenciamento pelo Parecer CEE nº 007,
de 03/03/2009, publicado do D.O. de 12/05/2009.
O Centro Universitário São José de Itaperuna respondeu até o dia 10 de novembro de
2011, aos preceitos legais de ordem Estadual emanadas do Conselho Estadual de Educação.
Posterior a esta data e, por força do Edital n° 01/2011, o UNIFSJ deixa de responder à
autarquia Estadual, passando a responder aos preceitos e fundamentos legais do Ministério da
Educação e Cultura- MEC- passando a compor o Sistema Federal de Educação.
Atualmente o Centro Universitário São José de Itaperuna oferece os cursos de
Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Psicologia, História, Matemática, História e
Letras, além de cursos de Pós-graduação lato sensu nas áreas de Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas, Ciências Exatas e da Terra, Ciências da Saúde e Linguística, Letras e Artes. Até
2011 o Centro Universitário José de Itaperuna era supervisionado pelo Conselho Estadual de
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Educação do Estado do Rio de Janeiro, e migrou no ano 2011 para a supervisão do Ministério
da Educação - MEC.
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2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA
2.1 Denominação do Curso
O curso de História confere ao graduado diploma de Licenciado em História.
2.2 Endereço de Funcionamento
Rua Major Porphírio nº 41, Centro, Itaperuna/RJ – CEP.: 28300-000
2.3 Justificativa do Curso
O Curso de História, é oferecido pelo Centro Universitário São José de Itaperuna, à
Rua Major Porphírio Henriques, Centro, na cidade de Itaperuna, Estado do Rio de Janeiro, no
turno noturno, foi autorizado pela Ata do Conselho Superior de Autorizado pelo Parecer
C.E.E. /RJ nº 863 de 06/08/2002, homologado em 22/08/2002 e publicado no D.O.E./RJ de
02/09/2002. Reconhecido pelo Parecer C.E.E./RJ Nº 59 de 24/07/2007, homologado em
19/10/2007 e publicado no D.O.E./RJ em 17/10/2007. A oferta é de 60 vagas anuais, com
duas entradas semestrais. O curso de História tem uma carga horária total de 2883 horas. No
PPC consta que o tempo mínimo de integralização é de 06 semestres letivos.
O Curso de História, do Centro Universitário São José de Itaperuna, caracteriza-se
pela formação de profissionais com as atribuições de formação de educadores para atuarem de
forma ética e profissional na área de História, desenvolvendo atividades associadas às
principais áreas de atuação do profissional no campo historiográfico. Bem como, formar
educadores que saibam integrar teoria a prática, subjetividades e objetividades necessárias na
atuação do cientista dentro das ciências sociais.
No intuito de aproximar o profissional de sua realidade, bem como de instrumentalizálo com habilidades e competências necessárias a sua atuação junto à comunidade, e também,
em respeito às Diretrizes Curriculares Nacionais, o Curso de História centra-se no aluno como
sujeito da aprendizagem, e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo de
ensino e aprendizagem buscando a formação integral e adequada, por meio de uma
articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
Indiscutivelmente existe uma demanda significativa tanto no município quanto na
região de profissionais habilitados para exercer a função docente, de forma ética e eficaz,
adequados ao novo cenário social, primando também por uma visão educacional
empreendedora. Daí a necessidade de se ter o curso de graduação em História, que busca
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proporcionar formação de qualidade aos que desejarem ingressar no mercado de trabalho.
O curso visa formar um profissional capaz de atuar na sociedade de forma crítica,
tomar decisões e implantar soluções para os problemas, atuando com ética profissional,
compreensão da realidade social, cultural e econômica de seu meio. Contribui, portanto, no
atendimento das necessidades da região de sua abrangência, bem como das demais regiões em
que estão inseridos os futuros egressos.
Para realização de uma prática efetiva o Centro Universitário São José de Itaperuna
tem convênios firmados com a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Estadual de
Educação que viabilizam espaços com condições pedagógicas fundamentais para tal.
Assim posto, o compromisso social se justifica pelas seguintes razões: a exigência de
profissionais com competência técnica e humanística para atender as demandas da área das
ciências sociais; a necessidade de profissionais aptos para atuarem em equipe de instituições
públicas e/ou privadas na área das ciências sociais; desenvolvimento da profissão, por meio
da qualificação de profissionais para a prática, o ensino e a pesquisa; a importância de formar
profissionais responsáveis por prestar um serviço relevante e crítico a cerca dos processos
envolvendo a História da humanidade.
2.4 Ato Legal
O curso foi autorizado pela Ata do Conselho Superior de Autorizado pelo Parecer
C.E.E. /RJ nº 863 de 06/08/2002, homologado em 22/08/2002 e publicado no D.O.E./RJ de
02/09/2002. Reconhecido pelo Parecer C.E.E./RJ Nº 59 de 24/07/2007, homologado em
19/10/2007 e publicado no D.O.E./RJ em 17/10/2007.
2.5 Número de vagas anuais autorizadas
60 vagas anuais
2.6 Turno de Funcionamento
Noturno
2.7 Carga Horária Total do Curso
2.883 horas.
2.8 Tempo de Integralização
06 semestres letivos
15
2.9 Modalidade
Presencial
2.10 Coordenação
O Coordenador do Curso de História da IES, Professor Mestre Anízio Antônio Pirozi,
possui Mestrado em Sociologia Política e Graduação em História, trabalha em regime integral
no UNIFSJ. Exerce a função de docente na IES desde 2013, como coordenador do curso de
graduação em História há 1 ano e como consultor e colaborador em projetos sociais, há 2 anos
desenvolve pesquisas de cultura e memória no Centro de Pesquisa, pesquisas relacionadas ao
resgate e preservação da diversidade cultural afro-brasileira há 04 anos e membro da
Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH).
Ao Coordenador compete:
1- integrar o Conselho Acadêmico da Instituição;
2- elaborar em conjunto com o corpo docente e discente o projeto pedagógico do
curso;
3- aplicar no âmbito do curso de sua coordenação o plano de avaliação institucional,
evidenciando os resultados a coordenação geral;
4- acompanhar e contribuir com as atividades desenvolvidas pelos setores de apoio
técnico, que dão suporte às ações pedagógicas do curso;
5- executar ou fazer executar as decisões dos órgãos que lhe sejam superiores no que
diz respeito à sua competência;
6- distribuir, de acordo com as diversas atividades do curso, carga horária semanal de
cada professor que nele terá exercício, considerando os respectivos regimes de trabalho;
7- diligenciar para que, de acordo com os recursos disponíveis, o curso disponha de
uma infraestrutura de apoio que atenda às suas necessidades;
8- comunicar, à coordenação geral dos Centros as faltas e irregularidades praticadas
por professor, funcionário e aluno, sob sua responsabilidade, quando as providências
disciplinares não forem de sua competência;
9- emitir correspondência em geral, convocações, avisos, editais e ofícios necessários
ao cumprimento das atribuições do curso;
16
10- prestar assistência aos alunos no que se refere às questões pedagógicas,
curriculares e extracurriculares;
11- encaminhar ao Coordenador dos Centros as necessidades de pessoal docente,
técnico e administrativo para atendimento às atividades desenvolvidas no curso;
12- propor ao Coordenador dos Centros, acordos e convênios com instituições
públicas e privadas, necessárias à prática de formação dos alunos;
13- acompanhara distribuição dos alunos pelos diversos campos de estágio, zelando
pela efetivação dos mesmos;
14- zelar pelo patrimônio da Instituição colocado à disposição dos cursos;
15- coordenar todas as atividades acadêmicas e administrativas do curso, em
conformidade com este Regimento, com a legislação pertinente e as normas e resoluções
editadas pelas autoridades competentes.
16- exercer as atribuições disciplinares e administrativas que lhe forem conferidas por
ato próprio.
2.11 Tempo Médio de permanência do corpo docente
O Centro Universitário São José de Itaperuna objetivando oferecer um ensino de
qualidade aos discentes, prima por não ter uma rotatividade exacerbada quanto ao corpo
docente na intenção de consolidar a ação pedagógica.
Constata-se que o tempo médio de permanência do corpo docente na Instituição é em
média de 7 anos.
2.12 Demonstrativo Anual do Corpo Discente do Curso de História
DISCENTES
Ingressantes
Matriculados
Estágio Supervisionado
TCC
FIES
2012
35
76
44
23
0
2013
17
66
42
16
02
2014
21
67
44
29
05
2.13 Convênios
Para realização de uma prática efetiva, oferecendo uma formação completa, o Centro
Universitário São José de Itaperuna tem convênios firmados com Instituições Privadas e
Públicas no âmbito educacional na esfera Municipal e Estadual, sendo: Secretaria de Estado
17
de Educação do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) e Secretarias Municipais de
Educação da micro região do Noroeste Fluminense.
18
3 CONTEXTO EDUCACIONAL
3.1 Breve Histórico do Curso de História
O Curso de História, do Centro Universitário São José de Itaperuna, ao longo de seus
12 anos de existência, caracteriza-se pela formação de profissionais com as atribuições de
formação de educadores para atuarem de forma ética e profissional na área de História,
desenvolvendo atividades associadas às principais áreas de atuação do profissional no campo
historiográfico. Bem como, formar educadores que saibam integrar teoria a prática,
subjetividades e objetividades necessárias na atuação do cientista dentro das ciências sociais.
No intuito de aproximar o profissional de sua realidade, bem como de instrumentalizálo com habilidades e competências necessárias a sua atuação junto à comunidade, e também,
em respeito às Diretrizes Curriculares Nacionais, o Curso de História centra-se no aluno como
sujeito da aprendizagem, e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo de
ensino e aprendizagem buscando a formação integral e adequada, por meio de uma
articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
Indiscutivelmente existe uma demanda significativa tanto no município quanto na
região de profissionais habilitados para exercer a função docente, de forma ética e eficaz,
adequados ao novo cenário social, primando também por uma visão educacional
empreendedora. Daí a necessidade de se ter o curso de graduação em História, que busca
proporcionar formação de qualidade aos que desejarem ingressar no mercado de trabalho.
O curso visa formar um profissional capaz de atuar na sociedade de forma crítica,
tomar decisões e implantar soluções para os problemas, atuando com ética profissional,
compreensão da realidade social, cultural e econômica de seu meio. Contribui, portanto, no
atendimento das necessidades da região de sua abrangência, bem como das demais regiões em
que estão inseridos os futuros egressos.
Para realização de uma prática efetiva o Centro Universitário São José de Itaperuna
tem convênios firmados com a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Estadual de
Educação que viabilizam espaços com condições pedagógicas fundamentais para tal.
Assim posto, o compromisso social se justifica pelas seguintes razões: a exigência de
profissionais com competência técnica e humanística para atender as demandas da área das
ciências sociais; a necessidade de profissionais aptos para atuarem em equipe de instituições
públicas e/ou privadas na área das ciências sociais; desenvolvimento da profissão, por meio
19
da qualificação de profissionais para a prática, o ensino e a pesquisa; a importância de formar
profissionais responsáveis por prestar um serviço relevante e crítico a cerca dos processos
envolvendo a História da humanidade.
3.2 Políticas institucionais no âmbito do curso
O Curso de História possui ações integradas ao ensino, pesquisa e extensão buscando
atender essas diretrizes próprias do Curso que são asseguradas pelo Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI). O PDI, PPI e o PPC atuam de forma a promover
atividades de extensão por meio de um processo educativo, cultural e científico que articulam
pesquisa, ensino viabilizam a relação formadora.
As políticas institucionais de ensino do Centro Universitário São José de Itaperuna têm
por objetivo desenvolver a concepção crítica do aluno, assim como despertar a criatividade e a
compreensão dos conhecimentos técnicos peculiares de cada de Curso. Para isso, busca
ensino ético, humanista e generalista, que proporciona processo efetivo de ensino de
qualidade e coerência com as realidades da Região, fazendo uso de metodologias adequadas
que desenvolvem a técnica e a prática devidamente fundamentadas para o exercício eficaz da
profissão.
Partindo do pressuposto de que a Iniciação Científica é o processo de produção de um
conhecimento, a partir de um determinado problema, reafirma-se a pesquisa como princípio
formador, que terá sua prática potencializada por uma estrutura curricular, que permita
antecipar a formação específica correspondente. Buscar permanentemente o avanço do
conhecimento através da Iniciação Científica e promover a divulgação de seus resultados a
serviço da comunidade e uma ação que deve ser estimulada pelas atividades pedagógicas.
A Iniciação Científica se articula com o ensino, para produzir um novo conhecimento
e também está articulada com a Extensão. Com a implantação do CENICE – Centro de
Iniciação Científica e Extensão do Centro Universitário São José de Itaperuna, os discentes
passaram a ter maior incentivo e apoio para a elaboração dos seus projetos e realização de
suas pesquisas. A Iniciação Científica, quando realizada no ensino superior, tem como
objetivo, não somente a geração de conhecimento, mas também, deve ser vista como uma
ação educativa, promotora da construção e da reconstrução das descobertas.
A investigação científica desenvolve o espírito crítico e criativo, a curiosidade, o
aprofundamento e a disciplina do ser humano e futuro profissional.
20
As linhas de pesquisa se tornaram um campo de permanente interação às atividades do
ensino. Para tanto é realizada uma atividade integrada articulada por uma das disciplinas do
curso a estimular a investigação documental, bibliográfica e de campo.
Os estudantes de História do Centro Universitário São José de Itaperuna direcionam
suas pesquisas aos fatores diretamente ligados ao seu perfil profissional e as necessidades
sociais. Entre as linhas de pesquisa desenvolvidas pelos alunos na instituição temos:
Linha I: Teoria da História, Cultura e Identidade.
A Linha de Pesquisa propõe os conceitos de cultura, sociedade e identidade como
categorias centrais para a compreensão das sociedades em sua reflexão histórica, assim como
possibilita enfatizar a história da história, a história dos conceitos, e análises centradas em
questões propriamente teóricas. Uma de suas diretrizes reside na investigação das diferentes
concepções de cultura e de suas interfaces com outros conceitos e noções que operam no
campo da história. Portanto, o diálogo entre teoria da história, cultura e identidade pode
contemplar a noção de cultura como um conjunto de relações, valores, práticas e imaginários
em um dado contexto social, assim como vincular os estudos sobre relações de trabalho, e a
ligação entre sujeitos, práticas e instituições. Dentro dessa linha de pesquisa busca-se,
especialmente, a valorização da memória e identidade local e regional.
Linha II: História, Gênero e Poder.
Na linha 2, pretende-se elaborar pesquisas com o objetivo de entender como, a partir
das relações de gênero, podemos vivenciar, reproduzir, contestar ou subverter o poder através
da História. Para tal, entendemos o poder como algo mais do que um conjunto de aparelhos e
instituições que garantem a sujeição dos indivíduos ao Estado ou meramente um sistema de
dominação exercido por uma classe sobre a outra ou até mesmo como uma certa capacidade
que alguém possua. Também, se analisarão as estruturas e bases das instituições formais, ou
não, de poder ao longo do tempo.
Linha III: História, Educação e Práticas de Ensino.
A presente linha de pesquisa caracteriza-se por propor a problematização e
compreensão dos processos de produção, circulação e adoção de discursos e saberes
pedagógicos, bem como a emergência de experiências educativas formais e não formais na
História, em suas continuidades e descontinuidades, temporalidades e espacialidades
específicas, voltando-se também para o estudo das práticas pedagógicas, aplicadas ao ensino
21
de História. Esta linha de pesquisa interessa-se também pela inserção de novas práticas e
novas tecnologias aplicadas ao ensino-aprendizagem, à escola e suas contribuições para a
prática do docente de História, assim como a análise de recursos e instrumentos aplicáveis
para a melhoria do conhecimento histórico.
Poderão ser acrescentadas novas linhas de pesquisa em virtude das transformações
sociais e exigências impostas pelo mercado de trabalho.
3.3 Programa de Iniciação Científica e Extensão – CENICE
O Centro de Iniciação Científica (CENICE) do UNIFSJ é o setor destinado a estimular
a oferta e a realização de atividades de iniciação científica e extensão pelos acadêmicos e
docentes vinculados ao Centro Universitário São José de Itaperuna; certificar; manter a
guarda
documental;
capacitar
pessoal
e
realizar,
quando
oportuno,
palestras/seminários/congressos com temáticas voltadas para diversas áreas de atuação.
A Iniciação Científica no UNIFSJ tem definida a política de ação no conjunto
normativo da IES: (PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional, Regimento Geral do
Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ e normas definidas pelo Programa de
Iniciação Científica e Extensão - CENICE).
Entende-se que a pesquisa é o processo que garante a contínua (re)elaboração do
conhecimento humano. A investigação além do compromisso precípuo de produção de
conhecimento, constitui-se em estratégia de revitalização intelectual e de organização
profissional.
Pretende-se que o Curso de História se constitua num espaço aberto para a circulação a
análise do pensamento científico, formando um pólo profissionalizante em favor do nível
qualitativo do profissional que se pretende formar. Pretende-se oferecer ainda condições
básicas para que o acadêmico seja capaz de produzir, ou seja, ler, refletir, observar e
classificar, ações fundamentais e necessárias de quem investiga.
O objetivo é aproximar o acadêmico de um contexto de experimento, aguçando-lhe o
pensamento crítico e o agir metódico, no sentido da busca por respostas que terão como
resultante a melhoria das condições de vida da população local, regional, e quiçá nacional.
Portanto, o UNIFSJ busca por meio de projetos ligados à área de estudo do acadêmico,
objetivando a aquisição de recursos que dinamizem a execução do projeto de iniciação
científica e que, ao mesmo tempo, faculte ao acadêmico, ampliar seus conhecimentos de
22
maneira específica, a saber:
•
Realizar investigação científica voltadas para o aprofundamento teórico-prático das
disciplinas dos cursos que a instituição ministra;
•
Estimular a formação de pesquisadores capazes de buscar entender as problemáticas
que perpassam o seu cotidiano como profissionais;
•
Iniciar alunos da graduação no processo científico, de forma a torná-los mais
qualificados para o exercício de sua profissão;
3.4 Revista Transformar
O Centro Universitário São José de Itaperuna, mantém a Revista Transformar, que faz
parte de diversos indexadores como o SEER/IBICT, Latindex, CAPES, classificada no Qualis
da CAPES como B5, na área de Letras/Linguística.
Quanto à submissão de artigos, a revista aceita apenas artigos em áreas ligadas aos
cursos oferecidos pela IES, buscando de forma transdisciplinar difundir as investigações
realizadas por estudantes e docentes do UNIFSJ e da comunidade intelectual externa.
3.5 Extensão
O Centro Universitário São José de Itaperuna trabalha com a perspectiva de fazer da
tríade Ensino, Pesquisa e Extensão um organismo acadêmico comum de modo a aproximar o
conhecimento adquirido na academia à realidade.
Outrossim, o ensino passa a ser um momento de formação prazerosa, dinâmica e de
descobertas, o que possibilita enxergar o universo acadêmico como algo a ser construído e
(re)estruturado.
O UNIFSJ dá ênfase à realização de atividades de extensão abertas à comunidade em
geral, considerando que a ação extensionista é fundamental para o plano pedagógico, e forma
com o ensino a base de sustentação da vida acadêmica, estabelecendo um sistema necessário
de comunicação entre a Instituição e a Comunidade, o que permite a definição da verdadeira
vocação institucional.
A elaboração e execução de um planejamento interdisciplinar, integrando o ensino, a
iniciação científica e os programas de extensão, contribuem para a valorização da relação
comunidade/Instituição, conduzindo o ser humano ao conhecimento crítico, reflexivo e
transformador, indispensável à construção e ao exercício de uma cidadania plena.
23
A prática da extensão, possibilita o equilíbrio entre as demandas socialmente exigidas
e as inovações que surgem do trabalho acadêmico, propiciando uma maior versatilidade na
formação, podendo ser útil na definição do perfil do aluno, tanto para responder a um anseio
de fundamentação acadêmica, como a de atender demandas da sociedade.
As ações de extensão universitária são realizadas, preferencialmente pelo acadêmico,
sob a forma de:
•
Atendimento à comunidade, diretamente ou em parceria com instituições públicas e
particulares;
•
Concepção, planejamento, execução e gerenciamento de projetos de interesse de
instituições públicas ou privadas;
•
Participação em iniciativa de natureza cultural, artística e científica;
•
Promoção de atividades artísticas, culturais e desportivas;
•
Publicação de trabalhos de interesse cultural ou científico;
•
Divulgação de conhecimentos e técnicas de trabalho;
•
Estímulo à criação literária, artística e científica e à especulação filosófica;
•
Cursos abertos às comunidades: social e acadêmica;
•
Fomento à formação e a consolidação de uma comunidade acadêmica responsável
socialmente;
•
Contribuição para o intercâmbio de conhecimento entre a comunidade e a
Universidade;
•
Contribuição no processo emancipatório da comunidade nas suas ações de criação,
intercâmbio e disseminação do conhecimento.
As atividades de extensão estão sendo estimuladas e são entendidas como estratégias
que propiciam a interação teórica e prática, além de oportunizar ao aluno a escolha correta da
área da História em que pretende atuar futuramente, geram possibilidades para aprender a
trabalhar em equipes multiprofissionais, conhecer a realidade do mercado de trabalho,
acompanhar a evolução do conhecimento na sua área de atuação, revitalizando atividades
docentes e discentes.
São consideradas atividades de extensão:
•
Apresentação de trabalhos em congressos, encontros e seminários.
•
Cursos de extensão, atualização e aperfeiçoamento;
•
Estágios voluntários;
24
•
Jornadas acadêmicas;
•
Minicursos;
•
Monitorias;
•
Palestras;
•
Visitas técnicas e viagens de estudos em locais onde se desenvolvam trabalhos
relacionados ao Curso, bem como outras atividades, devidamente constantes do
regimento.
3.6 Objetivos do curso
O Curso de História do UNIFSJ, ancorado nas legislações pertinentes, objetiva dotar o
estudante de conhecimentos requeridos para o exercício de competências e habilidades acerca
da docência e pesquisa, qualificando-o para o exercício profissional com base no rigor
científico e intelectual pautado em princípios éticos; formar historiadores-professores capazes
de atuar de forma crítica na produção, transmissão e comunicação do conhecimento histórico,
visando propiciar uma união necessária, nos termos antes definidos, das dimensões do ensino,
da Iniciação Científica e da extensão, no tocante às atividades principais dos profissionais de
História;
O curso visa oferecer aos acadêmicos, formação generalista e integral na área de
História, possibilitando-os reconhecer e intervir no processo educacional, bem como na
realidade social. O Curso de História inscreve-se, portanto, em estruturas flexíveis para que
possa facultar ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação no mercado
de trabalho, criando oportunidades para o desenvolvimento de habilidades necessárias para se
atingir a competência desejada, ao priorizar a abordagem pedagógica centrada no
desenvolvimento da autonomia do acadêmico e promover a articulação constante entre
ensino, pesquisa e extensão, além da articulação direta com a pós-graduação.
O Curso de licenciatura em História do Centro Universitário São José de Itaperuna
tem como objetivos específicos na formação do profissional de história:
a) formar historiadores-professores conscientes do seu papel de educador orientador e
atuantes no ensino público e privado;
b) possibilitar condições teórico-pedagógicas aos acadêmicos, orientando-os de modo
que possam atuar com competência nos contextos sociais, étnico-culturais e históricos,
procurando sempre solucionar problemas relacionados a um ensino integrado à comunidade
educacional;
25
c) promover, ao longo do curso, um processo de reflexão sobre o fazer pedagógico,
tendo como princípio o conhecimento dos fundamentos básicos da área e específicos ao
currículo, mostrando as diversas tendências historiográficas para uma aplicação adequada ao
seu trabalho como educador;
d) Problematizar, nas múltiplas dimensões das experiências dos sujeitos históricos, a
constituição de diferentes relações de tempo e espaço;
e) oportunizar condições para um pensamento crítico de amplas e múltiplas referências
teóricas e práticas para a compreensão do trabalho pedagógico em todas as dimensões:
coletiva, cidadã, inclusiva, ética e democrática, que tenham como fundamento as políticas e
diretrizes definidas pelo sistema nacional de educação;
f) gerar formação profissional sustentada pela tríplice função da atividade acadêmica:
ensino, pesquisa e extensão, relacionando a formação técnica e científica do acadêmico à
realidade das organizações e às demandas mundial, nacionais e regionais;
g) desenvolver uma nova concepção da história, adequada a um novo paradigma de
relações sociais, políticas, econômicas e culturais, com profissionais cuja formação
humanística e visão global os habilite as tomadas de decisões no meio a que estão inseridos;
h) Usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, de
forma teórico-prática subsidiando o exercício da profissão do historiador, tendo em vista
otimizar os referidos conhecimentos como ferramenta no processo de ensino e aprendizagem;
i) Capacitar os egressos no domínio dos conteúdos básicos, dos métodos e técnicas
pedagógicas que são objeto de ensino-aprendizagem objetivando a transmissão do
conhecimento para os diferentes níveis de ensino.
Está estruturado sob a relação tríade entre objetivos, a matriz curricular e o perfil
profissional do egresso, atrelados ao contexto educacional regional/nacional, visando, através
dos conteúdos curriculares, promover aquisição de conhecimentos pontuais com vistas a uma
práxis qualitativa enquanto profissional da área de história.
3.7 Perfil profissional do egresso
O perfil do acadêmico do Curso de Graduação de História, não se limita à preparação
de indivíduos para o mercado de trabalho. Ao final do percurso acadêmico, de acordo com a
missão institucional, além de cidadãos qualificados e críticos, os graduados devem apresentar
sólida formação profissional e técnica para atuar na transformação da sociedade de maneira
26
humana, eclética, ética, com visão científica, cidadã e globalizada, nos aspectos
socioambientais e culturais, por reconhecer a importância do aprimoramento profissional de
base científica relacionado às diferentes áreas de formação, estando apto a atuar,
interdisciplinarmente, em área afins.
O egresso deverá ter condições de suprir demandas sociais específicas relativas ao seu
campo de conhecimento (magistério em todos os graus, preservação do patrimônio,
assessorias a entidades públicas e privadas nos setores culturais, artísticos, turísticos etc.)
Vale destacar que na proposta de formação, para evitar que os egressos se tornem
meros reprodutores de ideias e conhecimentos adquiridos ao longo do curso são trabalhadas as
competências e habilidades gerais e específicas que lhes permitam uma atualização contínua e
permanente e possam, assim, contribuir para a aplicação do que os acadêmicos já sabem às
exigências novas, resultantes de transformações da realidade.
O Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ, atento às transformações
políticas, econômicas e sociais e à consequente emergência de um novo paradigma social,
compreende a necessidade de um novo perfil para o profissional em História, já que de acordo
com as diretrizes curriculares nacionais direciona-se a uma formação mais humana, holística,
ética e socialmente e ecologicamente responsável, que lhe possibilite desenvolver ações
profissionais para atingir os objetivos organizacionais sem comprometer a integridade e a
estrutura dos valores sociais.
Para tanto, o acadêmico, deve ser capaz de exercer sua profissão, inserido no contexto
social, acompanhar a evolução do conhecimento em sua área, ser comprometido com o
desenvolvimento regional e com as questões ligadas à sustentabilidade social e ambiental.
Deve também ser capaz de identificar e exercer sua profissão de acordo com as demandas
locais, regionais e nacionais, bem como trabalhar em equipe interdisciplinar e
multiprofissional. Portanto, o perfil do egresso em História - tem como proposta uma
formação acadêmica que desenvolva profissionais socialmente responsáveis, conscientes de
que estão inseridos em uma sociedade pela qual precisam zelar.
Ademais, há que se dedicar acompanhamento dos egressos, investigar suas trajetórias
profissionais, a partir de suas realidades pessoais, acadêmicas e sociais, numa busca de dados
relevantes, que contribuirão para a melhoria da qualidade de ensino. Assim, o Curso de
História se propõe a contribuir com a formação do acadêmico do UNIFSJ a partir de ações de
caráter acadêmico-científica, ética, sociocultural, artística e moral, de modo a oferecer
27
condições reais de aplicação e desenvolvimento dos objetivos delineados para o Curso, sem
perder a função filosófico pedagógica pautada nos pilares: o saber ser [a partir das
características pessoais que o acadêmico deve ter], o saber [enquanto formação, a experiência
profissional e escolar que o acadêmico deve ter, em outras palavras, o currículo], o fazer [que
compreende o papel que o acadêmico vai desempenhar no cargo, associados a características
do cargo e/ou tarefas a serem realizadas] e o saber conviver que define as atitudes e
comportamentos de convivência que o acadêmico deve ter na vida de relacionamento.
Nesse sentido prima-se por uma formação que viabilize ao acadêmico exercer a prática
profissional com competência, dignidade, responsabilidade e autonomia, nesta sociedade
plural e complexa, marcada por valores culturais diferentes e maneiras diversas de
organização política e social, provendo-lhe uma verdadeira visão da realidade em que irá
atuar, assim como uma compreensão crítica de sua práxis, possibilitando-lhe tomada de
decisões que ocorram por opção e não por falta de alternativas.
Outrossim, o UNIFSJ tem a preocupação de formar profissionais dotados de tais
competências e habilidades, consciente que estará formando um profissional moderno
desejado pelo mercado de trabalho.
3.8 Estrutura curricular
Sabe-se que o projeto pedagógico não é somente uma carta de intenções; deve
expressar a reflexão e o trabalho realizado em conjunto por todos os profissionais da IES, no
sentido de atender às diretrizes do sistema nacional de Educação, bem como às necessidades
locais e específicas do público a que se pretende atender.
Este instrumento teórico-metodológico visa ajudar o docente a enfrentar os desafios do
cotidiano, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e participativa.
Para a prática do Estágio, são firmados parcerias e convênios com instituições e órgãos da
área [pública e privada], além de oferecer a oportunidade de o acadêmico realizar ações
práticas nos Laboratórios Didáticos Especializados na IES como forma de melhor qualificar e
capacitar os futuros profissionais da História. Trata-se de um instrumento que permite
clarificar a ação educativa da instituição educacional em sua totalidade.
As disciplinas que compõem a estrutura curricular do Curso de História, proporcionam
e facilitam a ação interdisciplinar entre as ciências tratadas nos variados cursos oferecidos
pela IES. Além disso, faculta o diálogo entre os Cursos, oferecendo aos acadêmicos uma
28
formação holística, bastante enriquecedora e mais completa sobre o aspecto de formação
generalista.
Desta maneira, a interdisciplinaridade é trabalhada na transversalidade dos cursos e
alcança seu cume no instante em que os acadêmicos são levados a enxergar nas parcerias
estabelecidas, quer entre disciplinas, quer entre os cursos, a troca de experiências necessárias
a sua formação, já que, os cursos desenvolvem atividades que podem agregar valor ao
currículo, assim como o conhecimento do acadêmico.
A proposta do currículo se organiza por meio de eixos estruturantes interligados de
formação, de modo a atender a legislação vigente, a saber: Ciências Humanas e Sociais e
Ciências da História, este último subdividido em Fundamentos da História, Assistência à
História, Administração de História e Ensino de História, que viabilizam um conjunto de
conhecimentos e habilidades necessários para a formação profissional. A proposta do Curso
de História privilegia a interação dos dois âmbitos de conhecimento e formação: o Teórico e o
Prático/Formação
Profissional;
Conteúdos
Histórico/Historiográficos
e
Práticas
de
Pesquisadores e Formação Humanístico-Ético-Cultural.
As disciplinas que compõem o eixo Teórico e o Prático/Formação Profissional
contemplam conteúdos teórico-práticos de bases pedagógicas e historiográficas aplicadas às
situações decorrentes do processo da produção do conhecimento histórico, levando em
consideração os estudos mais atualizados nos respectivos campos, com carga horária de
41,3% do total das aulas.
Já o eixo dos Conteúdos Histórico/Historiográfico, com carga horária 50% do total das
aulas, incluem-se os processos, os métodos e as abordagens das principais escolas teóricas no
tocante a historiografia contemporânea e demais campos de atuação da Ciência Histórica.
O eixo de Formação Humanístico-Ético-Cultural, composto por uma carga horária de
8,7%, visa fundamentalmente discutir valores éticos que promovam a integração e o respeito
pela diversidade sócio-histórica, refletindo sobre as questões de gênero, etnias, minorias,
valores sócio ambientais e pluralidade cultural.
Valorizam-se, a pluralidade de pensamento, entendendo-se o conflito de ideias, a
dialética, como fecundo e importante para a formação pretendida. Entende-se, também, que o
acadêmico deva ser estimulado a buscar o autodesenvolvimento, como base de sua realização
pessoal e profissional.
29
O projeto pedagógico tem como propósito a explicitação dos fundamentos teóricometodológicos, dos objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de
avaliação institucional.
A fundamentação teórico-metodológica do Curso de História procura a efetivação da
intencionalidade do Centro Universitário São José de Itaperuna, que é a formação do cidadão
participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Nessa dimensão visamos à
efetivação de seus propósitos e sua intencionalidade.
A concepção teórico-metodológica deste projeto procura desenvolver características
voltadas para produzir um processo participativo de decisões, instaurar uma forma de
organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições, explicite
princípios baseados na autonomia, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo
à participação de todos no projeto comum e coletivo, proporcione opções explícitas na direção
de superar problemas no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade especifica
e explicite o compromisso com a formação do cidadão.
Dessa forma, não se privilegia um eixo curricular. As disciplinas que compõem a
matriz mantém relação interdisciplinar, na medida em que preparam o acadêmico para
expansão do conhecimento e, portanto, para sua formação técnico-acadêmico-cultural. Na
estrutura curricular do Curso de História do UNIFSJ, é contemplada a formação humanística
do graduando. A visão social e ética é trabalhada não apenas nas disciplinas de cunho social,
mas esta inserida na filosofia da articulação curricular.
Na estrutura curricular (vide anexo 2) do Curso de História do UNIFSJ, é contemplada
a formação humanística do graduando. A visão social e ética é trabalhada não apenas nas
disciplinas de cunho social, mas está inserida na filosofia da articulação curricular.
O curso contempla 2.883 horas, divididas em 1.883 horas de conteúdos básicos e
específicos (Teórico/Prático), 400 horas de Estágio Supervisionado, 400 horas de Prática de
Ensino e 200 horas de Atividades Complementares, podendo ainda ser acrescido carga horária
de disciplinas optativas que visam o enriquecimento curricular do estudante, bem como a
possibilidade de aquisição de novos conhecimentos de áreas afins.
As Disciplinas Optativas celebram a oportunidade de flexibilização curricular do curso
viabilizando uma formação mais generalista e condizente com as competências e habilidades
a serem trabalhadas.
30
3.9 Conteúdos curriculares
Os conteúdos curriculares, as competências e as habilidades a serem assimilados e
adquiridos no nível de graduação em História devem conferir-lhe terminalidade e capacidade
acadêmica e/ou profissional, considerando as demandas e necessidades prevalentes e
prioritárias da população conforme o quadro educacional do país/região. E, em face das
Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de História, procurando resgatar a formação
geral do acadêmico, e atender o Artigo 11 da Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de
2002, contemplam-se, também, as dimensões: da articulação nos âmbitos de conhecimento
profissional; da interação e da comunicação, bem como do desenvolvimento da autonomia
intelectual e profissional; articulação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade; articulação
entre formação comum com a formação específica; articulação entre conhecimentos a serem
ensinados e dos conhecimentos filosóficos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a
ação educativa; e articulação entre dimensões teóricas e práticas.
Em consonância com esta diretriz a estrutura do Curso de História do Centro
Universitário São José de Itaperuna, aborda as áreas de conhecimento, habilidades, atitudes e
valores éticos, fundamentais à formação profissional e acadêmica; contempla e aborda temas
observando o equilíbrio teórico-prático, desvinculado da visão tecnicista, permitindo na
prática e no exercício das atividades a aprendizagem da arte de aprender; busca abordar
precocemente os temas inerentes às atividades profissionais de forma integrada, evitando a
separação entre ciclo básico e profissional; favorece a flexibilização curricular de forma a
atender interesses mais específicos/atualizados, sem perda dos conhecimentos essenciais ao
exercício da profissão; compromete o aluno com o desenvolvimento científico e a busca do
avanço técnico associado ao bem estar, à qualidade de vida e ao respeito aos direitos
humanos; ser organizada de forma a permitir que haja disponibilidade de tempo para a
consolidação dos conhecimentos e para as atividades complementares objetivando progressiva
autonomia intelectual do aluno.
Em participação do NDE, com a atualização de matriz, de bibliografia, o Curso de
História do Centro Universitário São José de Itaperuna trabalha os conteúdos curriculares na
formação de um Historiador que conheça dos aspectos generalistas aos aspectos específicos
no âmbito da ciência da História, tornando-o devidamente habilitado conforme as exigências
atuais do mercado.
Os procedimentos metodológicos adotados consideram as especificidades e a natureza
31
de cada disciplina, a realidade institucional em termos de recursos humanos e de estrutura
física, não descuidando dos objetivos do curso e do perfil do profissional que se tem a
expectativa de formar.
Por ocasião da elaboração do currículo, buscou-se promover a interdisciplinaridade
dentre as áreas e subáreas que se interseccionam e se complementam. As atividades
desenvolvidas ao longo do curso visam à interação constante, na medida em que privilegiam o
diálogo entre as disciplinas, seja pela referência a teorias estudadas ou aos trabalhos práticos
efetivados nas diversas disciplinas, caracterizando a busca pela flexibilização curricular.
Buscou-se conciliar a carga horária mínima necessária para garantir a formação do
profissional/educador, segundo o perfil delineado, e as exigências normativas estabelecidas
pelas Legislações Federal e Institucional.
Assim, respaldados pelas Diretrizes Curriculares o Centro Universitário observa outras
formas de orientação inerentes à formação para a atividade docente, como o preparo para: o
ensino visando à aprendizagem do aluno; o acolhimento e o trato da diversidade; o exercício
de atividades de enriquecimento cultural; o aprimoramento em práticas investigativas; a
elaboração e a execução de projetos de desenvolvimento dos conteúdos curriculares; o uso de
tecnologias da informação e da comunicação e de metodologias, estratégias e materiais de
apoio inovadores e o desenvolvimento de hábitos de colaboração e de trabalho em equipe.
A seleção de conteúdos é o resultado de uma perspectiva maior de saberes conforme o
objetivo que se tenha de educação a oferecer. Para formar um ser humano crítico e atuante na
sociedade é imprescindível selecionar conhecimentos diversos daqueles que são
tradicionalmente escolhidos e que não enfatizam tanto a criticidade. Ao selecionar
determinado conteúdo para fazer parte da matriz curricular, privilegia-se alguns em
detrimento de outros.
A definição dos conteúdos para elaboração dos currículos a serem desenvolvidos nos
cursos do Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ) focam uma análise da
realidade, sobretudo nos aspectos da inserção regional da Instituição e enfatizam numa
relação tríade entre referenciais específicos, tais como:
•
Socioantropológico: Considera os diferentes aspectos da realidade social em que o
currículo será aplicado. Visam despertar no aluno a consciência crítica-reflexiva para
os problemas regionais, nacionais e mundiais, de modo que possa capacitá-los a
exercer uma profissão na sociedade com respostas conscientes e ações que contribuam
32
para a construção de uma sociedade onde todos tenham oportunidades iguais no
exercício da cidadania;
•
Psicológico: Visa o desenvolvimento cognitivo do aluno;
•
Epistemológico: Baseia-se nas características fundamentais das diversas áreas do saber
tratadas pelo currículo;
Entende-se que o processo educacional deve estar centrado nos conteúdos relevantes
para a formação do cidadão, respeitadas as especificidades das diferentes disciplinas. O
estudante deve ser avaliado quanto ao desenvolvimento de competências e habilidades, por
meio da aprendizagem significativa desses conteúdos que esteja aliada à teoria e prática.
Além disso, o desenvolvimento metodológico dos conteúdos requer estratégias que
desenvolvam várias competências cognitivas básicas, como a observação, compreensão,
argumentação, organização, análise, síntese, comunicação de ideias, planejamento,
memorização, entre outras.
Ao selecionar os conteúdos e elaborar os currículos, os professores trabalham
conforme suas visões de mundo, suas práticas e representações sociais. Os docentes do
UNIFSJ observam as seguintes diretrizes na elaboração e revisão dos currículos:
•
Revisam os currículos tendo em vista sua contínua atualização, adequação e
redimensionamento, buscando coerência com os objetivos do curso; com o perfil do
egresso e observadas as diretrizes curriculares nacionais, fixadas pela legislação em
vigor;
•
Discutem a importância da determinação de objetivos que orientem o processo,
envolvendo a seleção de conteúdos, procedimentos, avaliação, e definindo o tipo de
relação pedagógica a ser estabelecida.
•
Adequação da metodologia de ensino à fundamentação teórico-metodológica do curso,
atualizando, quando necessário, os programas, ementas, bibliografias e planos de
ensino;
•
Tomam como referência a prática profissional, analisando criticamente as formas de
seleção e organização dos conteúdos, identificando qual a concepção de cidadão, está
se formando.
•
Dinamizam as atividades práticas de formação profissional e a orientação acadêmica;
A matriz curricular do curso de História está pautada ainda na visão interdisciplinar do
33
ensino, viabilizando reflexões, discussões e pesquisas, de modo transversal, relacionadas às
questões socioambientais, de direitos humanos e étnico-raciais, através das disciplinas
“Educação, Cultura e Direitos Humanos” e “Responsabilidade Socioambiental”, busca formar
um profissional sob a perspectiva do respeito ao multiculturalismo e à qualidade de vida
humana, respeitando assim aos requisitos legais estabelecidos.
Visando atender aos objetivos da legislação vigente, o artigo
que leva em
consideração os desafios da educação superior diante das intensas transformações que têm
ocorrido na sociedade contemporânea, no mercado de trabalho e nas condições de exercício
profissional, o Curso de História tem por objetivo dotar o egresso dos conhecimentos
requeridos para o exercício profissional cujo perfil revele-se na forma de um profissional
interculturalmente competente, capaz de lidar de forma crítica, consciente de sua inserção na
sociedade e nas relações com o outro.
E, em face das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de História e a
Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002, que instituiu as Diretrizes para a Formação
Inicial de Professores da Educação Básica em cursos de nível superior, procurando resgatar a
formação geral do acadêmico, no curso de História do UNIFSJ contempla-se, os seguintes
eixos: da articulação dos diversos âmbitos de conhecimento profissional; da interação e da
comunicação, bem como do desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional; da
articulação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade; articulação entre formação comum
com a formação específica; articulação entre conhecimentos a serem ensinados e dos
conhecimentos filosóficos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a ação educativa;
articulação entre dimensões teóricas e práticas.
Os procedimentos metodológicos adotados consideram as especificidades e a natureza
de cada disciplina, a realidade institucional em termos de recursos humanos e de estrutura
física, não descuidando dos objetivos do curso e do perfil do profissional que se tem a
expectativa de formar.
Por ocasião da elaboração do currículo, buscou-se promover a interdisciplinaridade
dentre as áreas e subáreas que se interseccionam e se complementam. As atividades
desenvolvidas ao longo do curso visam à interação constante, na medida em que privilegiam o
diálogo entre as disciplinas, seja pela referência a teorias estudadas ou aos trabalhos práticos
efetivados nas diversas disciplinas, caracterizando a busca pela flexibilização curricular.
A matriz curricular do curso de História está pautada na visão interdisciplinar do
34
ensino, viabilizando reflexões, discussões e pesquisas, de modo transversal, relacionadas às
questões socioambientais, de direitos humanos e étnico-raciais, através das disciplinas
“Educação, Cultura e Direitos Humanos” e “Tópicos Especiais I e II”, busca formar um
profissional sob a perspectiva do respeito ao multiculturalismo e à qualidade de vida humana,
respeitando assim aos requisitos legais estabelecidos.
Os conteúdos curriculares do curso de História do UNIFSJ estão adequados ao que
tange a atualização de bibliografias, acessibilidade, adequação de cargas horárias, ambos
respaldados nas legislações vigentes, conforme pode ser observado nos anexos 1, 2 e 3.
3.10 Metodologia
Na percepção do UNIFSJ, a prática educativa tem como princípio a indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, os currículos dos cursos ofertados devem ser
dinâmicos, flexíveis e transformadores.
Assim, as metodologias de ensino-aprendizagem devem resultar em: democratização
do conhecimento acadêmico; instrumentalização do processo dialético teoria/prática;
promoção da interdisciplinariedade; visão integrada da sociedade com a universidade e acima
de tudo conscientização para responsabilidade socioambiental, cultural e de inclusão.
Desta forma, quando elaboram seus planos de ensino, os docentes especificam, a
metodologia que utilizarão em suas disciplinas, selecionando os procedimentos mais
adequados e apropriados às diversas situações de aprendizagem.
Esta definição é feita de acordo com o perfil delineado para os egressos, que
compreende conhecimentos, competências e habilidades gerais e específicas a ser
desenvolvido pelos discentes, nas atividades, o que privilegia, permanentemente, a articulação
entre teoria e prática, como também as características particulares e específicas de cada
disciplina.
A IES valoriza, aprecia e recomenda a utilização de práticas metodológicas
diversificadas, respeitando-se a autonomia do docente na definição da melhor abordagem
pedagógica a ser tratada por cada disciplina, entendida como aquela que melhor se adapta às
turmas e à natureza da matéria a ser trabalhada, de acordo com o perfil delineado para os
egressos, que compreende conhecimentos, competências e habilidades gerais e específicas a
serem desenvolvidas, o que privilegia, permanentemente, a articulação entre teoria e prática,
como também as características particulares e específicas de cada disciplina.
35
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está plenamente
comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e
com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
A explicitação de conteúdos que congreguem conhecimentos adquiridos em diversas
disciplinas, de caráter prático, levando em consideração a reflexão da solução do problema
proposto e de suas diversas relações com a realidade profissional, bem como a explanação
oral de trabalhos e projetos próprios a partir da situação problema proposta, numa aplicação
direta de metodologia investigativa, próxima à aplicação da atuação no mercado de trabalho,
são fundamentais no avanço qualitativo do estudante.
A escrita e a leitura de projetos são consideradas parte da solução e imprescindíveis
para a compreensão lógica do processo individual de criação e reprodução de respostas. Além
disso, estimula-se a manipulação de softwares para o aumento da complexidade e da
contextualização de ideias e criações.
A aplicação de técnicas construtivas no desenvolvimento dos trabalhos evita o
descolamento de teoria e prática acadêmica da realidade profissional.
O Curso de História utiliza, portanto, metodologia contextualizada, voltada para as
necessidades e desenvolvimento dos acadêmicos, valorizando o relacionamento permanente
com os docentes. Os conteúdos programáticos das disciplinas do curso de História são
trabalhados através de aulas que podem ser realizadas por meio de:
•
Aulas expositivas teóricas: realizadas nas salas de aula convencionais com lousa
eletrônica e/ou em laboratórios para fornecer conhecimentos teóricos ao aluno.
•
Aulas práticas: disciplinas de caráter teórico-prático são desenvolvidas ao longo do
curso de acordo com a necessidade e relevância julgada pelo docente como
indispensável a qualidade do conteúdo a ser ministrado. As aulas práticas visam
complementar as aulas teóricas, enfatizando os conhecimentos expostos na sala de
aula e estimulando o poder de observação dos alunos, e consequentemente, atendendo
aos objetivos do curso, que é foco no conhecimento e aprendizagem.
•
Palestras e Seminários: a maioria das disciplinas dos ciclos pré-profissional e
profissional incluem seminários temáticos desenvolvidos pelos alunos, buscando
complementar o conteúdo programático desenvolvido pela disciplina com assuntos
atuais e promover o desenvolvimento crítico oral do aluno.
36
•
Atividades de extensão: as atividades de extensão ocorrem como uma atividade
multidisciplinar, envolvendo professores de disciplinas afins e ocorrem em locais
específicos voltados para a formação generalista podem ser realizadas em
empresa/instituições ligadas à área.
A metodologia adotada no Curso de História tem como princípios de dinamização do
currículo:
•
Equilíbrio entre teoria e prática, bem como entre conteúdos básicos e
profissionalizantes;
•
Adoção de estratégias de reforço pedagógico (orientação extraclasse e estágios);
•
Utilização da análise do desempenho do egresso através de ficha de acompanhamento;
•
Participação em projetos de extensão e Iniciação Científica;
•
Adoção da metodologia de pesquisa como parte da prática pedagógica e estímulo à
produção intelectual;
•
Incentivo ao intercâmbio interinstitucional;
•
Utilização das redes mundiais de informação;
•
Cooperação Empresa x IES (estágios curriculares e extracurriculares);
•
Adoção de estratégias de interdisciplinaridade.
A prática docente procura atender às necessidades de conhecimento reveladas pelos
acadêmicos. É frequentemente atualizada; desafiadora, objetiva e real, sem deixar de ser
crítica e reflexiva, aproximando teoria e prática. Incentiva à leitura, Iniciação Científica e
extensão, priorizando a iniciativa do acadêmico, o interesse, a dedicação e a responsabilidade
do acadêmico do Curso.
Nos conteúdos abordados, os conceitos são correlacionados com a realidade
profissional. Contempla as sugestões dos acadêmicos, quanto à pesquisa, à avaliação, os
trabalhos
complementares
e
as
práticas
de
estágio,
parcerias
com
instituições/órgãos/empresas/ repartições públicas e privadas.
3.11 Estágio curricular supervisionado
O Estágio Supervisionado no Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ é
desenvolvido com base nas normativas do Regulamento de Estágio Supervisionado
devidamente aprovado pelo Conselho Superior do UNIFSJ, organizado com base no Plano de
37
Estágio definido pela Coordenação e o docente supervisor responsável pelo componente
curricular.
Entende-se por estágio o exercício pré-profissional, em que o discente fundamenta os
conhecimentos teóricos adquiridos no Curso, mediante aprovação prévia de programação
específica, sob orientação direta do docente supervisor e pela Coordenação.
A carga horária mínima do Estágio Curricular Supervisionado para o curso de História
é estabelecida em 400 horas, com base nas Diretrizes Curriculares do Curso e/ou com base em
outra norma legal vigente a serem adotadas sobre o componente curricular, constituindo-se
em etapa obrigatória à obtenção do título de licenciado em História.
Para a prática do Estágio, são firmados parcerias e convênios com instituições e órgãos
da área [pública e privada], além de oferecer a oportunidade de o acadêmico realizar ações
práticas nos Laboratórios Didáticos Especializados na IES como forma de melhor qualificar e
capacitar os futuros profissionais da História.
O estágio curricular supervisionado tem como objetivo a complementação do ensino e
da aprendizagem. Instrumento de integração entre o ensino teórico e a prática de
aperfeiçoamento de técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. Portanto, será
toda atividade de aprendizagem social, profissional, proporcionada ao estudante pela sua
participação em situações reais de vida e/ou trabalho.
Os Estágios do Curso de História do UNIFSJ acontecem na Escola de Aplicação da
IES e nas Escolas da Rede Municipal e Estadual de Ensino. São estágios obrigatórios
supervisionados e realizados nos três últimos períodos, onde os estudantes desenvolvem
tarefas inerentes à profissão de Historiadores e Professores de História, focadas no processo
de trabalho. Com esta proposta, estarão aptos ao exercício de suas atividades com excelência
técnica, visão ética e humanística e responsabilidade social na melhoria dos diversos cenários
de atenção da História e de responsabilidade técnica do profissional da área.
Portanto o estágio supervisionado (vide anexo 4) do curso de História do UNIFSJ está
adequado quantos aos aspectos: carga horária, existência de convênios, formas de
apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
3.12 Relação com a rede de escolas da educação básica
O curso de História do UNIFSJ através dos Estágios Supervisionados permite a
integração do estudante com o sistema local e regional de educação, através de convênios
38
firmados com a Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Estadual de Educação que
visam possibilitar o desenvolvimento de atividades, previstas na proposta pedagógica do
curso de História no que tange ao desenvolvimento de práticas relacionadas à profissão do
historiador, que contribuam qualitativamente com a formação do estudante, proporcionando
vivências relacionadas a realidade dos serviços educacionais.
Portanto o estágio supervisionado do curso de História do UNIFSJ está
adequadamente
regulamentado/institucionalizado
e
devidamente
acompanhado
pelo
orientador nas atividades e quanto aos aspectos: carga horária, existência de convênios,
formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
3.13 Relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas
da educação básica
A docência deverá ser a base obrigatória na formação e identidade profissional, desta
forma, os estágios serão supervisionados, acompanhados e avaliados por professores, sob a
coordenação dos cursos.
A realização do Estágio se fará em estabelecimentos escolares públicos ou privados,
para esse fim conveniado. As Entidades conveniadas encarregar-se-ão de proporcionar:
a) As condições favoráveis ao desenvolvimento de Estágio;
b) O acompanhamento ao estagiário, através do professor regente;
c) Assistência ao estagiário na preparação para a Regência, disponibilizando o
planejamento da Instituição e prestando as informações necessárias a sua realização;
d) A avaliação do aluno-estagiário referente às atividades de Regência
As atividades realizadas durante o Estágio Curricular Supervisionado serão,
obrigatoriamente, avaliadas pelo Professor-titular.
Portanto, no Estágio Supervisionado do curso de História da UNIFSJ a relação entre
licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da Educação Básica está
adequadamente regulamentado/institucionalizado.
3.14 Relação teoria e prática
O UNIFSJ entende que a prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um
espaço isolado que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso, a prática deverá
39
estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor. Em tempo e
espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática transcenderá o estágio e terá
como finalidade promover a articulação das diferentes práticas, numa perspectiva
interdisciplinar.
Sendo assim, no Estágio Supervisionado do curso de História da UNIFSJ a relação
teoria está adequadamente regulamentado/institucionalizado.
3.15 Atividades complementares
As Atividades Complementares (A.C) do Curso de História do Centro Universitário
São José de Itaperuna são realizadas com base em normatização elaborada pelo Programa de
Iniciação Científica e Extensão do UNIFSJ, aprovada pelo Conselho Superior na qual
consideram-se as múltiplas manifestações acadêmicas que objetivem: complementar o
currículo pedagógico vigente; ampliar os horizontes do conhecimento, bem como de sua
prática para além da sala de aula; favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência
com as diferenças sociais e favorecer a tomada de iniciativa nos acadêmicos.
Deste modo as A.C. são vistas como oportunidades de ampliação e aprofundamento do
conhecimento, de flexibilização curricular no sentido do acadêmico poder construir uma rede
de conhecimento paralelo ao da sua formação específica, permitindo a elaboração de um olhar
macro sobre uma realidade ou objeto, contemplando a articulação entre ensino, pesquisa e
extensão, o que assegura o caráter interdisciplinar em relação às diversas áreas do
conhecimento.
Para a realização e cumprimento da carga horária exigida, os acadêmicos deverão
cumprir 200 horas de atividades, realizadas no decorrer do curso, comprovando
documentalmente à coordenação de curso.
Metodologicamente, as Atividades Complementares são quantificadas com base em
critérios formais que determinam o valor atribuído às ações operacionalizadas, descritas em
formulário de controle próprio, cabendo à Coordenação do Curso a análise, julgamento,
avaliação e validação das atividades realizadas pelos acadêmicos. O coordenador emitirá
parecer conclusivo para a secretaria geral da IES, conforme formulário institucional, para o
arquivamento/registro destas e cômputo da carga horária. A não realização e cumprimento de
toda a carga horária definida para a A.C ensejará na impossibilidade de conclusão do Curso.
Com o objetivo de incentivar à participação em eventos de natureza diversa que
40
contribuam para a sua formação humanística e profissional, atendendo às Diretrizes
Curriculares Nacionais relacionadas ao Curso, as A.C são normatizadas com base em três
pilares estruturais, a se considerar: Formação Acadêmica de Ensino, as atividades de
Formação Acadêmica de Pesquisa e as atividades de Formação Acadêmica de Extensão e
definidas por norma específica.
Portanto, as Atividades Complementares (anexo 4) do curso de História do UNIFSJ
estão adequadas quantos aos aspectos: carga horária, formas de apresentação, diversidade de
atividades.
3.16 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC – é obrigatório, realiza o fechamento das
disciplinas da Matriz Curricular e serve de importante balizador para verificar a formação do
acadêmico e sua capacidade de produção científica.
O processo de formação técnica tem seu início a partir da oferta da disciplina
Metodologia Científica, por intermédio da qual o acadêmico tem o primeiro contato com as
normas
técnicas
da
IES,
o
conhecimento
sobre
a
pesquisa,
bem
como
a
preparação/capacitação para o universo acadêmico.
Nos dois últimos períodos do Curso, nas disciplinas, Trabalho de Conclusão de Curso
[TCC] I e II, cada uma perfazendo a carga horária de 40 horas, os acadêmicos são orientados
na elaboração do projeto de pesquisa em consonância com as normas da IES, organizadas
pelo Centro de Iniciação Científica e Extensão, e aprovadas pelo Conselho Superior,
finalizando com a escrita do Artigo Científico sob a orientação de um docente que tem o papel
de promover reflexões, questionamentos e direcionamento da temática a ser investigada pelo
estudante/pesquisador.
O acadêmico passará por um processo avaliativo composto por uma Banca, formada
pelo docente-orientador, e por dois profissionais ligados à área ou não. Deverá entregar a
redação do artigo científico, bem como apresentar a pesquisa em audiência pública,
demonstrando de maneira clara e satisfatória, conhecimento sobre o tema abordado e
compreensão das exigências da profissão, para ser aprovado na disciplina TCC II.
Os trabalhos de maior relevância poderão ser apresentados a Equipe Editorial da
Revista Transformar (ISSN: 21758255), do Centro de Iniciação Científica e Extensão do
UNIFSJ, com o intuito de serem publicados.
41
Assim posto, o TCC (vide anexo 6) do curso de História do UNIFSJ está adequado
quantos aos aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
3.17 Apoio ao discente
O atendimento de qualidade ao estudante é prioridade institucional, o que passa pelos
atributos de uma boa aula e de outras atividades acadêmicas, à prestação de informações e
resolução de problemas operacionais que envolvam a vida acadêmica do discentes.
O acesso dos acadêmicos aos cursos é tão importante e significativo quanto a sua
permanência e fidelização à IES, na busca da continuidade de seus estudos.
A Instituição oferece formas de atendimento aos acadêmicos que incentivem e
propiciem condições para que estes desenvolvam suas atividades com qualidade.
O grande diferencial característico do Centro Universitário São José de Itaperuna é a
relação direta dos acadêmicos com seus gestores o que facilita o atendimento às necessidades
dos mesmos. As necessidades existentes são tratadas diretamente pelos gestores e
coordenador garantindo o processo democrático eleito pela IES como legado operacional.
Deste modo os acadêmicos se sentem mais valorizados e certos de que serão ouvidos
por profissionais que poderão agir no sentido de resolver as eventuais necessidades.
O Centro Universitário São José de Itaperuna, direciona e valoriza os seguintes
aspectos relacionados com a atenção aos discentes, através de: Atendimento Eletrônico,
Programa de Nivelamento Acadêmico, Programa de Atendimento Psicopedagógico, Programa
de Monitoria, Programa de Apoio Financeiro, Programa de Iniciação Acadêmica, CPA –
Comissão Própria de Avaliação e Programa de Orientação Profissional.
O acesso virtual aos meios eletrônicos de comunicação está disponibilizado aos
acadêmicos durante 24 horas por dia. São eles: Internet – www.fsj.edu.br, através do link,
“OUVIDORIA”, o estudante poderá dar a sua contribuição com sugestões e/ou críticas, e
encaminhar suas dúvidas direcionando a sua escrita para as esferas: EAP (Escola de
Aplicação), FSJ (Presidência), TECFSJ (Coordenação Curso Técnico) e UNIFSJ (Centro
Universitário São José de Itaperuna).
Os estudantes contam com o Programa de Nivelamento Acadêmico que apresenta-se
como uma das ações necessárias para a adaptação dos discentes no ensino superior que, além
de experimentarem uma forte transição metodológica, trazem consigo muitas diferenciações
em níveis de conhecimentos básicos, proporcionando um melhor relacionamento interpessoal.
42
O nivelamento é uma forma de proporcionar um equilíbrio de conhecimento em
determinado assunto na turma que foi composta no início de cada curso, com isto as
dificuldades de conhecimentos anteriores que deveriam ser advindos do ensino médio cursado
por cada discente. Este é realizado com o 1° Período por meio de projeto.
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico Educacional (NAPE) está estruturado como
setor Educacional e se propõe a disponibilizar Atendimento Psicopedagógico, socioafetivo e
cognitivo aos discentes dos diversos cursos oferecidos pelo UNIFSJ, no sentido de minimizar
possíveis dificuldades na assimilação ativa dos saberes próprios da formação acadêmica. O
atendimento
Psicopedagógico,
através
de
um
espaço
para
acompanhamento
individual/institucional, busca desenvolver um trabalho diferenciado aos discentes, no que
tange a adaptação emocional, psicológica, social, econômica e/ou cognitiva.
As atividades deste núcleo correspondem a ações de natureza interdisciplinar
desenvolvidas sob a forma de programas, projetos, cursos, eventos, ações suplementares,
extensão, publicações e outras modalidades acadêmicas que reconheçam os diferentes estilos
de aprender e favoreçam o processo de aprendizagem.
O objetivo primordial é proporcionar a melhor adaptação do acadêmico ao meio da
academia possibilitando uma ação preventiva e acolhedora seja em assuntos de ordem
material, emocional ou educacional envolvendo, em todo o processo: docentes,
discentes/acadêmicos e os demais e funcionários da Instituição.
Nele os acadêmicos poderão contar com o apoio irrestrito de profissionais de
reconhecimento notório na área e que promoverão esforços para apoiar e orientar as ações do
acadêmico que esteja passando por alguma dificuldade (de relacionamento, dificuldade de
adaptação, de origem emocional, dificuldades de aprendizagem, dentre outros) no ambiente
acadêmico.
Ao NAPE cabe a elaboração e definição de estratégias de “combate” à evasão
acadêmica, nivelamento, orientação pedagógica, quer por motivo relacionado à dificuldade de
aprendizagem, quer em decorrência de transtornos e/ou problemas de ordem afetivoemocional. Para tanto, sua estrutura é composta por uma pedagoga e uma psicóloga que
procuram de maneira técnica minimizar os conflitos e atritos decorrentes do novo ambiente no
qual o acadêmico se encontra inserido.
A partir da elaboração de planos de estudos específicos, buscar-se-á minimizar a
deficiência apresentada em relação às habilidades básicas necessárias ao desenvolvimento do
43
currículo.
São atribuições do núcleo de apoio:
•
Oferecer atendimento aos acadêmicos dos cursos do UNIFSJ;
•
Identificar as dificuldades presentes no interior do corpo discente, no que diz respeito
às relações interpessoais e profissionais;
•
Garantir o apoio pedagógico quanto à organização dos estudos da rotina acadêmica;
•
Encaminhar as reivindicações junto aos professores para um melhor aproveitamento
do rendimento escolar;
•
Atender alunos encaminhados pelas coordenações, pelos professores, ou outros
encaminhamentos, ajudando a recuperação de rendimentos insuficientes e/ou
minimizando conflitos interpessoais;
•
Oferecer encontros para debates e reflexões de temas que favoreçam a maior
conscientização no desempenho acadêmico;
•
Planejar, executar e avaliar intervenções acadêmicas capazes de contribuir para a
elevação e ganhos nos processos de ensino e aprendizagem;
•
Identificar dificuldades de aprendizagem decorrentes da não adaptação ao espaço
institucional;
•
Promover a mediação de conflitos entre os corpos docentes e discente, próprios das
instituições de ensino superior, mas sempre estimulando à prática responsável e ética
diante da comunidade acadêmica e suas normas e particularidades;
•
Promover estratégias para que o aluno redirecione sua postura, reconhecendo na
graduação um nível de ensino que requer práticas emancipatórias e autonomia de
aprendizagem;
•
Promover estratégias para o acompanhamento sistemático e diferenciado aos alunos
portadores de dificuldades e/ou deficiências de causas variadas;
•
Estimular ações propostas pelos alunos e/ou seu órgão representativo que tenham
objetivos explícitos de valorização de estudos acadêmicos, dos cursos e da instituição;
•
Promover o assessoramento aos alunos no que tange aos regimes normativos e
pedagógicos da Instituição.
•
Participar do desenvolvimento de projetos, programas e ações que visem a
permanência e aproveitamento satisfatório doa alunos nas atividades escolares;
•
Participar de programas específicos elaborados pelo professor da disciplina, dirigidos
44
a alunos;
•
Encaminhar os alunos a Psicólogos da clínica-escola quando diagnosticada a
necessidade de acompanhamento psicoterapêutico prolongado (problemas de ordem
afetiva, luto, isolamento social, desenraizamento geográfico, transição para o ensino
superior, ansiedade, depressão, pânico, entre outros);
•
Implementar palestras, análises fílmicas e debates para desenvolver no aluno posturas
pró-ativas que favorecem o encontro consigo mesmo, bem como o estabelecimento de
metas, propósitos de vida e definição de objetivos profissionais. (Princípios éticos,
importância da família na busca da autorrealização, Saúde Mental e Trabalho, entre
outros).
O Programa de Monitoria investe nas potencialidades e disponibilidades
evidenciadas pelos alunos, através do estímulo à canalização desse diferencial em monitorias
de ensino. A monitoria é uma atividade extracurricular remunerada e/ou não remunerada,
destinada a acadêmicos regularmente matriculados em seu curso de graduação com o objetivo
de estimular atividades disciplinares de auxílio à docência, iniciação científica e extensão,
proporcionando desta forma, uma melhoria na qualidade de ensino e aprendizagem.
As normas para a monitoria são estabelecidas em documento próprio ficando a cargo
das coordenações de curso a publicação do Edital com as exigências para que o discente esteja
apto a candidatar-se e ser selecionado.
O discente monitor, ao final do período letivo, receberá do Centro de Iniciação
Científica e Extensão do Centro Universitário São José de Itaperuna um certificado de
participação no Programa de Monitoria;
O Programa de Apoio Financeiro visa fornecimento de alternativas para os
problemas de ordem financeira que impossibilitam, muitas vezes, a permanência nos cursos
em que lograram obter acesso, para tal, a IES conta, caso seja necessário/possível, com o
oferecimento de bolsas e está credenciada ao Financiamento Estudantil (FIES);
O UNIFSJ como instituição pública de direito privado, muito embora não seja
entidade filantrópica, oferece um considerável número de suas vagas para bolsas de estudo,
atreladas às normas regulamentares aprovadas pelo Conselho Superior com base nas
singularidades dos casos, após análise e avaliação, além de estar inserido no Programa
governamental do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), cumprindo assim com o seu
papel social no exercício da cidadania e de acesso ao ensino superior.
45
No Programação de Iniciação Acadêmica acontece o acolhimento especial aos
alunos novos, ingressantes por processo seletivo ou por transferência, viabilizando sua
integração ao meio acadêmico;
Na Comissão Própria de Avaliação - CPA é imprescindível a participação discente no
processo de autoavaliação institucional, utilizando seus resultados como forma de articulação
do apoio que necessitam;
Disponibiliza-se serviços de orientação profissional e vocacional (visitas, palestras,
aplicação e análise de testes vocacionais) para os alunos do UNIFSJ e para a comunidade
escolar de Itaperuna e região através do Programa de Orientação Profissional;
A coordenação de curso desenvolve também discussões acerca da participação
estudantil fomentando no meio acadêmico o protagonismo do Centro Acadêmico, incitando os
estudantes a participarem efetivamente da gestão da unidade, de forma democrática,
objetivando propiciar igualdade de condições a todos os componentes do espaço escolar, e
consequentemente a melhoria da qualidade do ensino.
3.18 Intercâmbios
A Fundação Educacional e Cultural São José - FSJ busca a finalidade de estabelecer
intercâmbio com entidades públicas ou privadas em âmbito nacional e internacional para a
consecução de suas finalidades e vem procurando convênios com instituições, empresas,
hospitais, repartições e órgãos públicos ligados à área de formação do acadêmico capazes de
melhor oportunizar a qualificação dos discentes matriculados no UNIFSJ.
Os convênios firmados pelo Centro Universitário São José de Itaperuna, por meio da
mantenedora – Fundação Educacional e Cultural São José, objetivam o aprimoramento do
discente, compreendendo a necessidade do intercâmbio entre IES no sentido de oferecer ao
estudante um conhecimento singular, a partir da troca de experiências com discentes além
fronteiras da Instituição.
Uma parceria comum e gratificante para o UNIFSJ ocorre desde o ano de 2004, com o
Rotary Clube, Distrito 4750, o que vem se mantendo de modo bastante significativo,
honrando a FSJ pelo caráter empreendedor e social do Rotary Clube, comum à missão e
valores da IES.
3.19 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
46
Todas as etapas de uma Avaliação Institucional são construídas de modo dialético e
gradativo, mas não fragmentado, porquanto avaliar é também conhecer para transformar. É
importante que todos os integrantes da comunidade tenham o pertencimento do processo de
avaliação e possam avaliar a necessidade de agir sobre seus resultados.
O UNIFSJ sempre reconheceu a importância da avaliação como um processo, por
meio do qual a Instituição busca atingir, de forma mais eficiente e efetiva, o conhecimento de
sua dinâmica, de seu modo de inserção na sociedade. Consequentemente, subsidiar a sua
permanente reconstrução como instituição comprometida com o espaço social que ocupa.
Em função da Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional
de Avaliação da Educação Superior (SINAES), deu-se início ao processo de análise/reflexão
para a construção coletiva do projeto de autoavaliação que objetivou a melhoria da qualidade
na educação superior e orientação da expansão.
O Centro Universitário São José de Itaperuna - UNIFSJ promove sua avaliação
mediante a autoavaliação, coordenada por uma comissão nomeada pela Instituição de Ensino,
denominada Comissão Própria de Avaliação (CPA); Avaliação externa realizada pelo INEP e
Avaliação de Desempenho dos Estudantes (ENADE).
A autoavaliação do curso é realizada em concordância com a Avaliação Institucional
da IES, sendo coordenada pela CPA (Comissão Permanente de Avaliação), constituindo num
processo por meio do qual o curso analisa internamente o que é e o que deseja ser, o que de
fato realiza, como se organiza, administra e age, buscando sistematizar informações para
analisá-las e interpretá-las com vistas à identificação de práticas exitosas, bem como a
percepção de omissões e equívocos, a fim de evitá-los no futuro.
Tal avaliação é entendida como meio e não como fim que, ao envolver todos os setores
e segmentos da instituição ligados ao UNIFSJ, promovendo a melhoria na qualidade do
ensino oferecido.
O planejamento e avaliação, especialmente os processos, dos resultados e eficácia da
autoavaliação institucional se dá de maneira dinâmica, sistêmica e livre de qualquer
interferência por parte da mantenedora do Centro Universitário São José de Itaperuna que dá
amplo poder de ação à Comissão Própria de Avaliação(CPA) para que, com base nas
constatações de caráter qualitativo e mensurável, possa oferecer elementos para o
planejamento de ações acadêmico-administrativas no sentido de manter e melhorar a
qualidade do ensino e dos serviços oferecidos pelo UNIFSJ e mantenedora.
47
A Metodologia do Processo de Avaliação Institucional no UNIFSJ tem início com a
Campanha de Sensibilização, que estimulam o corpo docente, corpo discente e corpo técnicoadministrativo, a partir da construção da credibilidade da mudança e do comprometimento de
todos com a Instituição.
Após o período de avaliação, todos os dados são coletados pela própria CPA, de modo
isolado e sigiloso, objetivando garantir a fidedignidade do processo. São elaborados relatórios
que, em momento específico, obedecendo às formalidades legais, sendo entregues cópias à
Presidência da Fundação Educacional e Cultural São José, ao Reitor do UNIFSJ e vicereitoria Acadêmica. É realizada uma reunião com os representantes dos NDE e Coordenadores
de Curso quando lhes são apresentados os dados já tabulados, no sentido de provocar uma
reflexão profunda e dialógica.
Os resultados são consolidados em formas de pontos fortes e fracos (atingidos, a serem
atingidos e não atingidos ainda). Por meio de reuniões é que se faz a apreciação e discussão a
respeito dos dados, tendo-se como base os relatórios da autoavaliação interna. Nesta ocasião,
são estudados os mecanismos para o saneamento das deficiências apontadas.
Os relatórios são divulgados à Comunidade Acadêmica para que seus dados possam
contribuir na tomada de decisão e nos processos de aprimoramento de cursos e da IES como
um todo.
De posse das informações técnicas da CPA, os membros do NDE passam a avaliá-las,
convocando e ouvindo os partícipes do colegiado do curso e os representantes das turmas no
sentido de planejarem ações conjuntas que possibilitem a melhoria do ensino e da IES como
um todo. Tal avaliação é entendida como meio e não como fim que, ao envolver todos os
setores e segmentos da instituição ligados ao UNIFSJ, promove a melhoria na qualidade do
ensino oferecido.
3.20 Tecnologias de informação e comunicação – TICs
Dentro de uma proposta pedagógica que abrange teoria e prática, o curso de História
aborda o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como ferramentas no
processo de ensino aprendizagem. O uso das TICs no curso é fomentado de duas maneiras: 1)
Processo de gestão acadêmica - simplificando o acesso às informações pertinentes ao curso,
como por exemplo, horários, calendários, matriz curricular, etc.; 2) Recurso didático proporcionando novas formas de trabalho, possibilitando a criação de ambientes de
48
aprendizagem em que os alunos possam pesquisar, fazer antecipações, simulações, confirmar
ideias prévias, experimentar, criar soluções e construir novas formas de representação mental.
Nesse contexto, o Centro Universitário São José de Itaperuna disponibiliza aos
docentes e discentes do curso de História, diversos recursos tecnológicos que serão elencados
abaixo:
Site institucional – proporciona acesso as principais informações referentes ao curso,
tais como: condições de oferta do curso (ato autorizativo, dirigentes e coordenação do curso,
corpo docente, matriz curricular); calendário acadêmico; manual do aluno; notícias sobre
eventos; Centro de Iniciação Científica e Extensão – CENICE; Comissão Própria de
Avaliação – CPA; Revista Transformar; Núcleo de Atendimento Psicopedagógico – NAPE;
Biblioteca, Ouvidoria.
Portal aluno – Acesso a dados acadêmicos como notas, frequência, material didático
de apoio, horário, reserva de livros.
Biblioteca Virtual - Acesso ilimitado a base de dados das bibliotecas virtuais
“Pearson” e “Minha Biblioteca”.
Estrutura física – algumas salas de aula estão equipadas com computador, caixa de
som, projetor multimídia, lousa eletrônica com software específico que possibilita um maior
dinamismo na apresentação de conteúdos. Para as salas que não possuem tais recursos, são
disponibilizados projetores multimídia de forma portátil. Ainda merece destaque, o acesso à
internet via rede sem fio por toda instituição.
Laboratórios de informática – atendem de maneira excelente, considerando os
aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número de usuários, velocidade de acesso à
internet, política de atualização de equipamentos e softwares, adequação do espaço físico,
disponíveis aos alunos e professores em tempo integral. Os Laboratórios têm por finalidade
atender aos alunos de todos os anos/cursos oferecidos pelo UNIFSJ, permitindo a prática de
atividades relacionadas ao ensino, à pesquisa e o desenvolvimento do conhecimento.
Softwares – os professores que utilizam da tecnologia como recurso didáticopedagógico, indicam softwares específicos que se adaptam à sua proposta de ensino.
O que se espera com a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação no
processo ensino-aprendizagem é a realização de aulas mais criativas, motivadoras, dinâmicas
e que envolvam os alunos para novas descobertas e aprendizagem, bem como desenvolver
49
projetos de iniciação científica e extensão individuais ou coletivos.
3.21 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
A avaliação do Processo Ensino Aprendizagem do Curso de História do UNIFSJ se dá
com base nas normas regimentais e programa de ensino do curso e que tem como objetivo
acompanhar o desenvolvimento do acadêmico em seus estudos/atividades e visa diagnosticar
as dificuldades e oportunizar medidas de melhoria do processo de aprendizagem.
Para tanto, o desempenho deve incidir, preferencialmente, com prevalência dos
aspectos qualitativos sobre os quantitativos, incentivando a participação do estudante nas
disciplinas teóricas, nas práticas de formação, na produção do Trabalho de Conclusão de
Curso, bem como na verificação das atividades realizadas em estudos independentes, quando
houver.
Para efeito de aprovação do acadêmico na disciplina, são considerados três aspectos
fundamentais: a frequência obrigatória mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total das
horas de aula [o acadêmico que não obtiver o percentual definido por Lei será considerado
reprovado por frequência, independente da média obtida ao final]; cumprimento da carga
horária obrigatória da Atividade Complementar e obtenção da média aritmética 6,0 (seis) na
verificação do aproveitamento do desempenho curricular ao longo do período letivo,
decorrente do processo avaliatório na disciplina.
O Sistema Avaliativo do Centro Universitário São José de Itaperuna segue as
disposições e normas constantes do Regimento Geral do UNIFSJ, aprovado pelo Conselho
Superior, a saber: a verificação do aproveitamento escolar do discente no processo de
avaliação da IES, será aferida por meio da AV1, AV2, e quando necessário da AV3, onde a
média aritmética mínima para aprovação é 6,0 (seis), sendo resultante da soma das duas
maiores notas obtidas ao longo do processo avaliativo, sendo descartada a menor nota,
conforme regulamentação específica aprovada pelo Conselho Superior.
É permitido aos acadêmicos o aproveitamento de conhecimentos adquiridos através de
estudos e de práticas independentes, desde que atendidos os limites e critérios estabelecidos
em regulamentação específica aprovada pelo Conselho Superior.
O acadêmico reprovado por aproveitamento ou frequência poderá ser matriculado em
regime de dependência em até quatro disciplinas por período, estando sujeito às mesmas
exigências para aprovação.
50
3.22 Aproveitamento de Estudos
Baseando-nos no Art. 47 § 2º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação que preconiza
que os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio
de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora
especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas dos
sistemas de ensino, e ainda na Resolução do Conselho Federal de Educação nº 5/79 que
instituiu no seu artigo 2º que as IES têm autonomia de regulamentar o aproveitamento de
estudos nos seus regimento/estatuto, o UNIFSJ estabeleceu que poderão ser aproveitados os
conhecimentos adquiridos e as competências desenvolvidas pelo acadêmico, desde que
comprovada experiência ou conhecimento no conteúdo programático em determinada
disciplina ou disciplinas, de acordo com norma regimental da IES e, depois de avaliada
documentação comprobatória, pela coordenação do Curso e a Pró-reitoria.
3.23 Do aproveitamento discente extraordinário
É facultado ao discente o aproveitamento de estudos realizados e experiências
profissionais, para fins de prosseguimento de estudos.
O aproveitamento de estudos e experiências, visa ao reconhecimento das competências
adquiridas pelo cidadão ao longo da sua vida estudantil e experiência profissional, tendo
como referência o perfil profissional do curso pretendido.
A solicitação de aproveitamento de estudos e experiências deverá ser feita pelo
discente através de requerimento, dentro do prazo previsto no calendário acadêmico.
A avaliação das competências adquiridas por meio de estudos e experiências será feita
por comissão constituída pelo Colegiado de Curso, conforme diretrizes emanadas pelo
Conselho Superior.
O aproveitamento de estudos e experiências profissionais poderá ser deferido ou
indeferido conforme análise da comissão.
O aproveitamento de estudos e experiências profissionais poderá ser realizado a partir
de processos de avaliação estruturados visando à comprovação de competências e habilidades,
de forma combinada ou não, através de:
I. simulação de situações reais de trabalho;
II. observação, entrevistas com o interessado;
51
III. provas e exames teóricos e práticos;
IV. análise do histórico escolar e currículo/programa do curso superior realizado,
concluído ou não.
Os discentes que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por
meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca
examinadora especial, poderão ter isenção de disciplinas, de acordo com as normas dos
sistemas de ensino.
3.24 Número de vagas
O Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ oferece para o curso de
História 30 vagas semestrais, no turno noturno, todas adequadas à infraestrutura e docentes do
curso, a saber:
Semestre
Total de
Vagas
Anuais
Total de
Ingressantes
1º Semestre
2010/1
60
32
2011/1
60
22
2012/1
60
35
2013/1
60
17
2014/1
60
21
2015/1
60
28
Total de
Total de vagas
vagas
Ociosas
Preenchidas
155
205
3.25 Integração do curso com o sistema local e regional de educação
O curso de História do UNIFSJ através dos Estágios Supervisionados permite a
integração do estudante com o sistema local e regional de educação, através de convênios
firmados com a Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Estadual de Educação que
visam possibilitar o desenvolvimento de atividades, previstas na proposta pedagógica do
curso de História no que tange ao desenvolvimento de práticas relacionadas à profissão do
historiador, que contribuam qualitativamente com a formação do estudante, proporcionando
vivências relacionadas a realidade dos serviços educacionais.
3.26 Atividades práticas de ensino
52
O UNIFSJ entende que a prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um
espaço isolado que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso, a prática deverá
estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor.
Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática
transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes práticas,
numa perspectiva interdisciplinar.
53
4 CORPO DOCENTE
4.1Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem uma atuação fundamental e constante na
melhoria do curso, no atendimento às demandas do mercado de trabalho e nas inovações
acadêmicas atuais. Os encontros acontecem em datas pré-determinadas no transcorrer do
semestre letivo, com o objetivo de analisar as considerações docentes, as técnicas atuais de
ensino-aprendizagem e sua aplicação no curso. Todos os membros são professores ativos, com
formação acadêmica e profissional na área do curso, proporcionando o comprometimento
entre a teoria e a prática em todo o processo de implantação e atualização do PPC.
O NDE, no âmbito do Curso de História tem função consultiva, propositiva e de
assessoramento sobre matéria de natureza acadêmica. Sua composição se dá com base na
estrutura, a saber:
a) Coordenador do Curso na condição de Coordenador Geral.
b) Docentes com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto
sensu.
c) Coordenador Pedagógico do NDE - responsável direto pelas ações de orientação aos
coordenadores e docentes.
d) Coordenadora de Projeto Institucional - responsável pelas orientações relativas à
elaboração de projetos institucionais consoante o interesse do NDE do Curso.
Portanto, cabe ao NDE, que integra a estrutura de gestão acadêmica, dentre outras
funções, a formulação do Projeto Pedagógico do Curso – PPC, sendo responsável pelo seu
acompanhamento, atualização e consolidação.
Compõem o Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de História os seguintes
docentes e suas respectivas titulação e regime de trabalho:
Docente
Anízio Antônio Pirozi
Elaine Borges da Silva Tardin
Hudson de Oliveira Costa
Priscilla Alves Juvino Couto
Taís de Cassia Alves Badaró
Titulação
Regime de
Trabalho
Tempo de
Permanência no
NDE
Mestre
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Integral
Integral
Integral
Parcial
Parcial
2 anos
3 anos
4 anos
3 anos
4 anos
54
4.2 Atuação do coordenador
A coordenação pedagógica do curso exerce a função básica de acompanhar o
desenvolvimento do currículo, adotando como referência o perfil do profissional pretendido.
Cabe, também, ao coordenador estabelecer uma relação de parceria com seu corpo docente e
os demais cursos da IES, além da interação com o corpo discente, pois assim, será possível
realizar práticas conjuntas entre os cursos valorizando os trabalhos interdisciplinares.
Desse modo, o coordenador do Curso de História tem como competência,
regimentalmente definida:
1-integrar o Conselho Acadêmico da Instituição;
2-elaborar em conjunto com o corpo docente e discente o projeto pedagógico do curso;
3-aplicar no âmbito do curso de sua coordenação o plano de avaliação institucional,
evidenciando os resultados a coordenação geral;
4-acompanhar e contribuir com as atividades desenvolvidas pelos setores de apoio
técnico, que dão suporte às ações pedagógicas do curso;
5-executar ou fazer executar as decisões dos órgãos que lhe sejam superiores no que
diz respeito à sua competência;
6-distribuir, de acordo com as diversas atividades do curso, carga horária semanal de
cada professor que nele terá exercício, considerando os respectivos regimes de trabalho;
7-diligenciar para que, de acordo com os recursos disponíveis, o curso disponha de
uma infraestrutura de apoio que atenda às suas necessidades;
8-comunicar, à coordenação geral dos Centros as faltas e irregularidades praticadas por
professor, funcionário e aluno, sob sua responsabilidade, quando as providências disciplinares
não forem de sua competência;
9-emitir correspondência em geral, convocações, avisos, editais e ofícios necessários
ao cumprimento das atribuições do curso;
10-prestar assistência aos alunos no que se refere às questões pedagógicas, curriculares
e extracurriculares;
11-encaminhar ao Coordenador dos Centros as necessidades de pessoal docente,
técnico e administrativo para atendimento às atividades desenvolvidas no curso;
55
12-propor ao Coordenador dos Centros, acordos e convênios com instituições públicas
e privadas, necessárias à prática de formação dos alunos;
13-acompanhara distribuição dos alunos pelos diversos campos de estágio, zelando
pela efetivação dos mesmos;
14-zelar pelo patrimônio da Instituição colocado à disposição dos cursos;
15-coordenar todas as atividades acadêmicas e administrativas do curso, em
conformidade com este Regimento, com a legislação pertinente e as normas e resoluções
editadas pelas autoridades competentes.
16-exercer as atribuições disciplinares e administrativas que lhe forem conferidas por
ato próprio.
4.3 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica
do coordenador
Nome: Anízio Antônio Pirozi
A) Dados do coordenador: Mestre em Sociologia Política pela Universidade Estadual
do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF e Graduado em História pelo Centro
Universitário São José de Itaperuna.
B) Experiência Profissional do coordenador do Curso
O Coordenador do Curso de História da IES, Professor Mestre Anízio Antônio Pirozi,
exerce a função de docente na IES desde 2013, como coordenador do curso de graduação em
História desde 2014 e como consultor e colaborador em projetos sociais há 4 anos e há 2 anos
desenvolve pesquisas de cultura e memória no Centro de Iniciação Científica e pesquisas
relacionadas ao resgate e preservação da diversidade cultural afro-brasileira há 04 anos.
4.4 Regime de trabalho do coordenador do curso
O Regime de trabalho do coordenador do curso é de tempo integral com 40 horas,
sendo 20 dedicados exclusivamente à coordenação e o restante distribuído entre atividades de
docência, pesquisa, dentre outras atividades.
4.5 carga de coordenação do curso
O mesmo é presidente do NDE (Núcleo Docente Estruturante) realizando reuniões
periódicas. Ainda em relação ao regime de trabalho do coordenador são destinadas somente
56
para a gestão respeitando-se a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas
e as horas dedicadas à coordenação, a saber: Cálculo: 60/20 = 3.
Para efetuar-se o cálculo utilizou-se o número de vagas do curso dividido pelo número
de horas semanais de trabalho do coordenador no curso.
4.6 Requisitos de titulação e experiência profissional do corpo docente
O Centro Universitário São José de Itaperuna valoriza a experiência dos docentes, pois
entende que a construção do saber está intrinsecamente relacionada à prática profissional. O
processo de seleção e contratação dar-se-á por meio de avaliação documental e técnica, com
base nas etapas, a saber:
a) apresentação do(s) título(s) acadêmico(s) e documentação declarada no currículo
lattes;
b) apresentar declaração de disponibilidade de horário;
c) participar de processo de entrevista com a coordenação do curso;
d) exame psicotécnico com profissional da área de psicologia (quando se entender
necessário);
e) demonstrar conhecimento na área de atuação, além de competência técnicodidático-pedagógica por meio de aula de apresentação/teste realizada na presença de comissão
constituída por membros do setor acadêmico e administrativo da IES e/ou da mantenedora.
f) experiência no magistério do Ensino Superior;
g) experiência acadêmica e não acadêmica do docente.
A avaliação dos Títulos é critério definido como requisito para contratação e tem como
objetivo averiguar o aperfeiçoamento profissional, crescimento de sua produção intelectual e
a atualização científica. O julgamento é baseado na apresentação do Currículo Lattes
atualizado e nos comprovantes de titulação e aperfeiçoamento profissional apresentados em
relação às atividades desenvolvidas pelo candidato.
Os resultados são comunicados e a contratação então se dá de imediato, dentro das
normas da CLT, após exame médico admissional.
A dedicação de tempo do docente para regime de trabalho, em conformidade com
legislação vigente, dependerá do quantitativo de disciplina(s) no currículo oficial a ser
57
oferecido, bem como das propostas a serem apresentadas para o profissional pela IES.
A capacitação e Treinamentos no UNIFSJ é coordenada pelo Núcleo Docentes
Estruturante, que viabiliza ações de interesse comum, depois de ouvidos os coordenadores.
Em se tratando da Qualificação do Profissional a IES incentiva a ascensão vertical por meio
da formação do Mestrado e Doutorado.
O Setor de Comunicação e Tecnologia cumpre o papel de formação do quadro
administrativo, dos docentes e profissionais da direção acerca das tecnologias e recursos
disponíveis e oferecidos pela IES.
4.7 Titulação do corpo docente do curso
O corpo docente do curso de História é composto por 17 docentes, sendo 11,8% de
doutores, 64,7% mestres e 23,5% especialistas, ou seja, 76,5% dos docentes têm formação
stricto sensu.
Docentes
Titulação
Alcíone Moreira Gonçalves
Mestre
Ângela da Silva Gomes Poz
Mestre
Anízio Antonio Pirozi
Mestre
Deise Rocha Primo
Mestre
Dulce Helena Pontes Ribeiro
Doutora
Elaine Borges Da Silva Tardin
Mestre
Elielza Da Silva Cruz Machado
Especialista
Franciney Luiz De França
Especialista
Hudson de Oliveira Costa
Especialista
Lucia de Fátima Freitas
Mestre
Márcio De Oliveira Monteiro
Mestre
Perilo Gomes Vargas
Mestre
Priscilla Alves Juvino Couto
Mestre
Taís De Cássia Badaró Alves
Mestre
Thiago Freitas De Souza
Doutor
Maria Carolina Gomes Barbalho
Mestre
Jorge Junio do Nascimento Aguiar
Especialista
As comprovações de titulação estão em poder da instituição e disponíveis para
apreciação durante avaliação in loco.
58
4.8 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores
O corpo docente do Curso, atualmente, conta com 2 docentes com titulação de
Doutorado, composto portanto por 11,8% de doutores, a saber:
Docentes
Titulação
Dulce Helena Pontes Ribeiro
Doutora
Thiago Freitas De Souza
Doutor
4.9 Regime de trabalho do corpo docente do curso
Os professores são contratados, sob o regime da legislação trabalhista, para jornadas
em regime de Tempo Integral, Parcial, ou são contratados por hora-aula, tendo em vista as
características das disciplinas e do profissional selecionado.
O valor de remuneração da hora-aula é compatível ao praticado na região onde a
instituição está inserida e com base nas convenções estabelecidas entre a mantenedora e o
Sindicato dos Professores.
A mantenedora pode utilizar-se de contrato de prestação de serviço por tempo
determinado para suprir possíveis carências e/ou necessidades, respeitadas as normas
trabalhistas.
Os cargos passíveis e/ou não de gratificação poderão ser classificados como:
dedicação por Tempo Integral com Dedicação Exclusiva dedicação por Tempo Integral Sem
Dedicação Exclusiva, Dedicação Parcial e/ou Horista, de acordo com critérios definidos pelo
Censo Escolar.
Os casos em que haja necessidade de substituição eventual de docente serão tratados
de maneira a priorizar profissionais do próprio curso e que tenha aderência e carga horária
com disponibilidade para esse acúmulo temporário. Quando não se encontra disponibilidade
para tais substituições eventuais no próprio curso, buscar-se-á no mercado de trabalho
profissionais qualificados, com base nos critérios de seleção e contratação, definido neste
PDI.
Casos de licenças e outros afastamentos são previstos e solucionados com base nas
normas legais vigentes e estratégias definidas pelos Coordenadores de Curso. Em casos
59
emergenciais, a contratação de docente substituto(a) poderá ser feita por tempo determinado,
por um período letivo, com a possibilidade de renovação, até prazo não superior a 02(dois)
anos, sem caracterizar ingresso na carreira docente.
Os casos omissos devem ser avaliados pela reitoria, pró-reitorias em conjunto com a
mantenedora.
No curso de graduação em História temos os seguintes regimes de trabalho dos
docentes: 70% são TI/TP (4 TI = 29% e 6 TP = 41%).
Docentes
Regime de Trabalho
Alcione Moreira Gonçalves
Parcial
Angela Da Silva Gomes Poz
Parcial
Anízio Antonio Pirozi
Integral
Deise Rocha Primo
Integral
Dulce Helena Pontes Ribeiro
Parcial
Elaine Borges Da Silva Tardin
Parcial
Elielza Da Silva Cruz Machado
Horista
Franciney Luiz De França
Integral
Hudson de Oliveira Costa
Integral
Lucia de Fátima Freitas
Horista
Márcio De Oliveira Monteiro
Horista
Perilo Gomes Vargas
Parcial
Priscilla Alves Juvino Couto
Parcial
Taís De Cássia Badaró Alves
Horista
Thiago Freitas De Souza
Parcial
Maria Carolina Gomes Barbalho
Horista
Jorge Junio do Nascimento Aguiar
Integral
4.10 Experiência profissional do corpo docente
Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso, 11 têm experiência profissional
de pelo menos 2 anos, excluídas as atividades no magistério superior, ou seja, cerca de 64%.
60
Docentes
Tempo de Experiência Profissional
Alcíone Moreira Gonçalves
4
Ângela da Silva Gomes Poz
0
Anízio Antonio Pirozi
10
Deise Rocha Primo
6
Dulce Helena Pontes Ribeiro
3
Elaine Borges Da Silva Tardin
2
Elielza Da Silva Cruz Machado
3
Franciney Luiz De França
24
Hudson de Oliveira Costa
10
Lúcia de Fátima Freitas
4
Márcio De Oliveira Monteiro
14
Perilo Gomes Vargas
0
Priscilla Alves Juvino Couto
3
Taís De Cássia Badaró Alves
0
Thiago Freitas De Souza
0
Maria Carolina Gomes Barbalho
0
Jorge Junio do Nascimento Aguiar
0
4.11 Experiência no exercício da docência na educação básica
Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso, 15 têm experiência no exercício
da docência na educação básica, ou seja, cerca de 88 %.
Docentes
Tempo de Experiência Profissional
Alcíone Moreira Gonçalves
28
Ângela da Silva Gomes Poz
17
Anízio Antonio Pirozi
3
Deise Rocha Primo
13
Dulce Helena Pontes Ribeiro
24
Elaine Borges Da Silva Tardin
3
Elielza Da Silva Cruz Machado
2
Franciney Luiz De França
13
Hudson de Oliveira Costa
0
Lúcia de Fátima Freitas
24
Márcio De Oliveira Monteiro
17
61
Perilo Gomes Vargas
17
Priscilla Alves Juvino Couto
5
Taís De Cássia Badaró Alves
30
Thiago Freitas De Souza
4
Maria Carolina Gomes Barbalho
4
Jorge Junio do Nascimento Aguiar
3
4.12 Experiência de magistério superior do corpo docente
Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso 15 (88%) possuem experiência
de magistério superior igual ou maior que três anos.
Docentes
Tempo de Experiência Profissional
Alcíone Moreira Gonçalves
26
Ângela da Silva Gomes Poz
2
Anízio Antonio Pirozi
2
Deise Rocha Primo
4
Dulce Helena Pontes Ribeiro
16
Elaine Borges Da Silva Tardin
3
Elielza Da Silva Cruz Machado
3
Franciney Luiz De França
4
Hudson de Oliveira Costa
8
Lúcia de Fátima Freitas
11
Márcio De Oliveira Monteiro
14
Perilo Gomes Vargas
11
Priscilla Alves Juvino Couto
3
Taís De Cássia Badaró Alves
18
Thiago Freitas De Souza
4
Maria Carolina Gomes Barbalho
4
Jorge Junio do Nascimento Aguiar
3
4.13 Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
O Colegiado do Curso (conforme estatuto e ou regimento) tem sua ação por meio das
Reuniões de Docentes e Discente(s), sob a coordenação geral do Coordenador do Curso, com
62
registro em Ata, participação dos pares e encaminhamento das decisões a comunidade
acadêmica.
Os discentes têm a sua participação por meio de seu(s) representante(s) de turma(s),
incentivados pela Coordenação.
A dinâmica de funcionamento proposta para o Colegiado do Curso (Reunião de
Professores) consiste na discussão primária dos problemas e questões a serem pensadas em
relação ao Curso e, a posteriori, repassar a tônica para os representantes do NDE, para que
possam, em coletivo técnico, pensar as decisões a serem tomadas e ações a serem
implementadas com vistas ao Curso.
As reuniões dos docentes acontecem periodicamente, com datas previstas pelo
Coordenador.
Para a realização de todas essas etapas leva-se em consideração o calendário
acadêmico da IES, como forma de melhor atender e organizar as atuações do Curso em
eventos, bem como atender ações imediatas por meio de reuniões extraordinárias.
4.14 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica.
Constata-se que dos 17 docentes vinculados ao Curso 9 (52%) têm entre 4 a 6
produções científica, cultural, artística ou tecnológica (nos últimos três anos) a saber:
Docentes
Número de Produção
Alcíone Moreira Gonçalves
0
Ângela da Silva Gomes Poz
09
Anízio Antonio Pirozi
24
Deise Rocha Primo
01
Dulce Helena Pontes Ribeiro
05
Elaine Borges Da Silva Tardin
08
Elielza Da Silva Cruz Machado
02
Franciney Luiz De França
03
Hudson de Oliveira Costa
0
Lúcia de Fátima Freitas
0
Márcio De Oliveira Monteiro
08
Perilo Gomes Vargas
0
Priscilla Alves Juvino Couto
04
63
Taís De Cássia Badaró Alves
15
Maria Carolina Gomes Barbalho
07
Jorge Junio do Nascimento Aguiar
05
5 INFRAESTRUTURA
5.1 Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral - TI
O Centro Universitário São José de Itaperuna - UNIFSJ disponibiliza gabinetes de
trabalho para o seu quadro de professores em tempo integral, valorizando a produção e a
dedicação do profissional na sua área de atuação acadêmica.
O UNIFSJ dispõe de gabinetes de trabalho equipados, para as Coordenações do Curso,
para os docentes em tempo integral, segundo a finalidade de utilização, com computador,
impressora, telefone, e atendem aos requisitos de dimensão, acessibilidade, limpeza,
iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade
desenvolvida, permitindo a adequada permanência do corpo docente na Instituição.
Por desempenharem outras funções na instituição os professores em TI já possuem
salas ou gabinetes/estação de trabalho de modo a atender de maneira excelente as demandas
pertinentes.
5.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
A sala destinada a coordenação do curso está localizada no térreo do prédio da
Fundação educacional e Cultural São José, mantenedora do Centro Universitário São José de
Itaperuna, com dimensões de 45m² de área para atendimento ao público, duas salas (total 11,6
m²) para atendimento individualizado e um banheiro privativo.
5.3 Sala de professores
Os docentes do Centro Universitário São José de Itaperuna - UNIFSJ dispõe de ampla
sala de professores, com dimensões de 37,35m², temperatura condicionada e composta por
mesa de estudo coletiva, áreas de estudo individual, equipamentos de informática com acesso
à internet, ambiente de estar, e armários para armazenamento de objetos pessoais e material.
Além disso, o acesso à internet sem fio garante àqueles que trazem seus computadores
portáteis o acesso à rede, possibilitando o bom desenvolvimento das atividades
complementares a sala se aula.
64
5.4 Salas de aula
A instituição disponibiliza para o Centro Universitário um total de 29 salas de aula
com uma área total de aproximadamente 1706,26 m², todas com o mesmo padrão de
ambientação, atendendo de maneira excelente as necessidades institucionais, tais como:
tamanho, limpeza, iluminação, acústica, segurança, acessibilidade e conservação.
5.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática
A Fundação São José dispõe de três laboratórios de informática que possuem ar
condicionado, iluminação adequada, internet banda larga de 15 Mbps, 71 (setenta)
computadores distribuídos da seguinte forma:
•
Laboratório I - 25 (vinte e cinco)
•
Laboratório II - 29 (vinte e nove)
•
Laboratório III - 17 (dezessete)
Esses laboratórios podem ser utilizados para aula e para uso individual dos alunos.
Funcionam em tempo integral com a supervisão/orientação de um profissional responsável.
Há também, um manual de normas que orienta o uso por parte da comunidade acadêmica,
disponível para consulta.
Para fazer frente aos desafios da prestação de serviços de Tecnologia da Informação, o
Centro Universitário São José de Itaperuna, revisa anualmente todas as necessidades de
atualização tecnológica dos equipamentos e softwares, adequando-as ao Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI). A proposta é que todo processo de atualização seja
realizado de maneira organizada, alinhando tecnologia e planejamento, bem como alocar de
maneira estruturada os recursos orçamentários de infraestrutura tecnológica.
A Fundação São José também disponibiliza aos seus alunos acesso à internet através
de rede wireless, com banda larga de 20 Mbps.
5.6 Bibliografia básica
O Curso de História atende os livros de bibliografia complementar com cinco ou mais
títulos para cada disciplina, com dois exemplares por título. Possuímos ainda a assinatura da
biblioteca virtual da PEARSON , e da biblioteca virtual Minha biblioteca nas quais temos
vários títulos utilizados na bibliografia complementar. A biblioteca da Faculdade possui um
acervo total de aproximadamente 29.253, sendo 1045 na área de História e 8.660 títulos
65
virtuais.
O acervo bibliográfico da Biblioteca Padre Humberto está informatizado através do
Sistema QiBibWeb, que permite o registro, empréstimo, catalogação, classificação, consulta e
reserva online. O usuário dispõe de catálogos atualizados, onde consta a relação de livros e
monografias. Na catalogação e classificação, utilizamos o CDD, a tabela de Cutter e o Código
Anglo Americano – CCAA.
5.7 Bibliografia complementar
O Curso de História atende os livros de bibliografia complementar com cinco ou mais
títulos para cada disciplina, com dois exemplares por título. Possuímos ainda a assinatura da
biblioteca virtual da PEARSON, e da biblioteca virtual Minha biblioteca nas quais temos
vários títulos utilizados na bibliografia complementar. A biblioteca da Faculdade possui um
acervo total de aproximadamente 29.253, sendo 1045 na área de História e 8.660 títulos
virtuais.
5.8 Periódicos especializados
Revistas em papel
Boletim do Centro de estudos Portugueses
Caderno de Sociologia e Política
Cadernos de história da ciência – Instituto Buntantan
Ensaio: Avaliação e Políticas públicas em
educação
Época
Estudos avançados
Ética
Exame
Filosofia
Geografares
Geografia: revista do departamento de geociências
História biblioteca nacional
História Revista
História viva + grandes temas
Horizontes antropológicos
Impressão pedagógica
Isto é
Metis – História e Cultura
Atividades práticas de ensino National Geographic
Nossa história
Nova escola
Novos estudos
Olhar de professor
Pátio Ensino Médio, profissional e tecnológico
66
Pátio Revista pedagógica
Raça, etnia e saúde
Revista Appai Educar
Revista Brasileira de História
Revista brasileira de história 20
Revista da cultura
Revista de História da Biblioteca
Revista do historiador
Revista do mestrado de história
Revista do professor
Revista História comparada
Revista IHGB
Revista Religião e sociedade
Revistas Estudos Históricos
Veja
Veja Rio
Revista eletrônicas disponibilizadas no site
Achegas.net – Revista de Ciência Política (ISSN 1677-8855)
AfricanStudiesReview
Alfa: Revista de Linguística (UNESP. São José do Rio Preto.
Antiguidade Clássica
Antíteses
Anuário de Literatura
Ariús:
Arqueologia Pública
ArtCultura: Revista de História, Cultura e Arte
Barcelona
Cadernos Cedes
Cadernos de História
Cadernos de História da Educação
Cadernos de História: Publicação do corpo docente do departamento de História UFOP
Cadernos Pagu
Cadernos Prolam (Programa De Pós-Graduação Em Integração Da América Latina Da Usp)
EMBORNAL: Revista Eletrônica da ANPUH-CE
Enfoques
Environmental History
Esboços – Revista do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC
Escritos (Fundação Casa de Rui Barbosa)
Estudos Afro-Asiáticos
Estudos de Sociologia (Recife) B4 HIST.
Estudos Históricos (Rio de Janeiro)
Atividades práticas de ensino Estudos Ibero-Americanos
Fênix – Revista de História e Estudos Culturais
Habitus
HIb: Revista de Historia Iberoamericana
História Agora
História Agora – Revista de História do Tempo Presente
História Comparada
67
História Constitucional
História da Historiografia
História e Diversidade
História e- História
História Econômica & História de Empresas
História Em Revista – Núcleo De Documentação Histórica Da Ufpel
História Revista
História Social
História Unisinos
História, Ciências, Saúde – Manguinhos
História. Questões e Debates
História: Debates e Tendências
Historiae: revista de história da Universidade Federal do Rio Grande
Histórica – Revista Eletrônica Do Arquivo Do Estado
History and Theory
Ideias – Revista do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP
Imaginário (USP)
Intellèctus
Intersections
Lua Nova
Mana: Revista de Antropologia Social
Novos Estudos CEBRAP
Opinião Pública
Opsis (UFG)
Oracula (UMESP)
Ponta de Lança: História, Memória & Cultura
Pontes
Religião & Sociedade
REVER -Revista de Estudos da Religião (PUCSP)
Revista Antíteses do Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade
Estadual de Londrina
Revista Asas – Cultura E História Da Aviação
Revista Brasileira de Ciências Sociais
Revista Brasileira de Estudos de População
Revista Brasileira de História
Revista Brasileira de História
Revista Histórica
Estudos Afro-Asiáticos
Revista Afro-Ásia
Revista Estudos Históricos
Revista Tempo
Revista Topoi
Revista de História Comparada
Revista História Hoje
Revista Historia Agora
Vária História
História, Ciências, Saúde – Manguinhos
Revista do IHGB
Revista da SBHC
Revista do Patrimônio
68
Revista História Social
Revista Diálogos
Revista Trapézio
Revista de História da Arte e Arqueologia
Revista Navigator
Revista Pontes
Revista Recorde
Revista Topoi
Cadernos CRH
Revista Brasileira de História da Educação
Revista Brasileira de História das Religiões
Revista Brasileira de Política Internacional
Revista Brasileira do Caribe
Revista Da Sbhc (Sociedade Brasileira De História Da Ciência):
Revista de História (USP)
Revista de História Comparada (UFRJ)
Revista De História Da Biblioteca Nacional
Revista de História da Sociedade e da Cultura
Revista De História Da UFES – ES:
Revista de História das Ideias
Revista De História E Estudos Culturais
Revista De História Regional
Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
Revista Eletrônica Cadernos De História
Revista Eletrônica de História Antiga e Medieval
Revista Eletrônica De História Comparada
Revista Eletrônica De História Do Brasil
Revista Eletrônica de História do Brasil UFJF
Revista Eletrônica do Centro de Estudos do Imaginário UFRO
REVISTA ELETRÔNICA DO NIEJ
REVISTA ELETRÔNICA DO TEMPO PRESENTE
Revista Eletrônica Documento/Monumento
Revista Eletrônica História em Reflexão
Revista Esboços
Revista Estudos Feministas
Revista Cadernos de História
Revista Brasileira do Caribe
Revista Episteme
Saeculum – Revista de História
Revista Opsis
Revista de História Regional
Revista Estudos Históricos | Cpdoc
Revista Estudos Políticos
Revista Histedbr Online
Revista História da Historiografia
Revista História Hoje
Revista Historiador
Revista Histórica
REVISTA JESUS HISTÓRICO
Revista Litteris
69
Revista Lusófona de Ciência das Religiões
REVISTA MILITARES E POLÍTICA
Revista Militares na Política
Revista Multidisciplinar das Faculdades Integradas Pitágoras
Revista Outros Tempos
Revista Signum
Revista Tema Livre.
Tempo: Revista Do Departamento De História Da Uff
The American Historical Review
The Electronic Journal Of Australian And New Zealand History
The History Teacher
The Journal For Multimedia History
The Journal Of American History
The Journal Of World History
The Medieval Review
The Western Historical Quaterly
The William And Mary Quaterly
Vestígios – Revista Latino-Americana De Arqueologia Histórica
5.8 Laboratórios didáticos especializados: quantidade
O curso de História do Centro Universitário São José de Itaperuna, disponibiliza
laboratórios que atendem ao número de vagas oferecidas pelo curso, sendo 03 Laboratórios de
Informática, 01 Laboratório de Realidade Virtual, 01 Laboratório de Práticas Pedagógicas,
ambos compartilhados com outros cursos da IES.
São equipados com a seguinte estrutura:
São 03 Laboratórios de Informática totalizando: uma área de 177,55m², 71
computadores, ar condicionado, quadro branco, mesas e cadeiras.
Um Laboratório de Realidade Virtual perfazendo uma área de 70,21m², equipado
com cadeiras, lousa digital, projetor multimídia 3d, óculos 3d, ar condicionado, caixas de
som.
Um Laboratório de Práticas Pedagógicas perfazendo uma área de 32 m², equipado
com cadeiras, mesas, armários, computadores, ar condicionado.
5.9 Laboratórios didáticos especializados: qualidade
Para fazer frente aos desafios da prestação de serviços o Centro Universitário São José
de Itaperuna (UNIFSJ), revisa anualmente todas as necessidades de atualização dos
equipamentos de seus laboratórios, adequando-as ao Plano de Desenvolvimento Institucional
(PDI). A proposta é que todo processo de atualização seja realizado de maneira organizada,
70
alinhando o planejamento, com alocação estruturada dos recursos financeiros.
As instalações são adequadas e compatíveis com a proposta acadêmica do curso. O
acesso é comum a todos os usuários, inclusive os de mobilidade reduzida.
A aquisição de materiais de consumo é feita baseada nas solicitações encaminhadas
pelos responsáveis dos setores e sua manutenção realizada por profissionais capacitados,
mantendo a qualidade e a quantidade necessárias para a realização de ensaios, aulas práticas e
atendimentos. Os mesmos possuem normas de funcionamento, utilização e segurança
condizentes com a legislação em vigor.
5.10 Laboratórios didáticos especializados: serviços
A infraestrutura dos Laboratórios didáticos especializados satisfaz as necessidades dos
professores, alunos e da comunidade, pois contempla equipamentos de ponta e mobiliário
adequados para realização das práticas aliadas aos conteúdos teóricos previstos nos
componentes curriculares, com o intuito de aprimorar os conhecimentos dos usuários.
Devido às múltiplas exigências de qualidade tanto no ensino quanto na prestação se
serviços, os setores passam por manutenção e fiscalização periódicas, contando com a
supervisão de profissionais responsáveis por seus perfeitos funcionamentos.
71
6 Requisitos legais e normativos
6.1. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
O curso de História do UNIFSJ está amparado pela Resolução CNE/CES nº 13/2002,
que estabelece as Diretrizes curriculares Nacionais do curso de Licenciatura em História e do
Parecer CNE – Conselho Nacional de Educação/CES – Câmara de Educação Superior nº 492,
de 03 de Abril de 2001 e para tanto o curso atende a todos os dispositivos legais pertinentes,
uma vez que cumpre fielmente, através de sua matriz curricular, bem como do Projeto
Pedagógico do curso, todos os requisitos traçados pela Diretriz, como carga horária total de
2883 horas, distribuídas em: 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular,
vivenciadas ao longo do curso, 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado
a partir do início da segunda metade do curso, 1883 (mil e oitocentas e oitenta e três) horas de
aulas para os conteúdos curriculares de natureza científicocultural e, 200 (duzentas) horas
para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais.
6.2. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica
Resolução CNE/CEB 4/2010
O curso de História do UNIFSJ está em conformidade com as DCN’s da Educação
Básica, conforme disposto na Resolução CNE/CEB 4/2010 uma vez que compreende
propostas de ação junto a escolas de educação básica, elaboradas com base na análise
realizada e pressupostos teóricos estudados e propostas de estudos de iniciação científica
efetivadas. O Estágio no Ensino Fundamental e no Ensino Médio é condição indispensável
para conclusão do Curso de Graduação História do UNIFSJ, conforme previsto no Artigo 65,
da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 e poderá ser realizado em
escolas das redes estadual, municipal e particular.
6.3. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnicoraciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
Lei Nº 9.394/96, com a redação dada pelas Leis Nº 10.639/2003 e N° 11.645/2008, e
da Resolução CNE/CP N° 1/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP Nº 3/2004.
As diretrizes para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira e Indígena são atendidas uma vez que a temática é tratada de modo
transversal e está inclusa nas seguintes disciplinas constantes do currículo curso de História:
72
História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação Cultura e Direitos Humanos e no
componente curricular - Atividades Complementares.
6.4. Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP N° 1, de
30/05/2012.
No tocante à Educação em Direitos Humanos são atendidas uma vez que a temática é
tratada de modo transversal e está inclusa na seguinte disciplina constante do currículo curso
de História: História Contemporânea I e II , Educação, Cultura e Direitos Humanos e no
componente curricular - Atividades Complementares.
6.5. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
O Centro Universitário através do Núcleo de atendimento psicopedagógico – NAPE,
recomenda propiciar ao estudante com Autismo: (a) oportunidades pedagógicas de construção
de conduta e participação por meio de seus pares (metacognição); (b) oportunidade de
elaboração de estratégias no cotidiano do ensino: organização da comunicação e organização
do estudo (regulação e autorregulação); (c) elaboração de recursos e organização da rotina, de
acordo com as peculiaridades de cada aluno e de cada curso.
Para a garantia do direito à educação e ao ensino profissionalizante, conforme
preconizado no inciso IV, alínea a, do artigo 3º da Lei nº 12.764/2012, os sistemas de ensino
devem efetuar a matrícula dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista nas classes
comuns de ensino regular, assegurando o direito à acompanhante de apoio desde que
comprovada sua necessidade, fato este ainda não ocorreu nesta IES.
No art. 3º, parágrafo único, a referida lei assegura aos estudantes com Transtorno do
Espectro Autista, o direito à acompanhante, desde que comprovada sua necessidade. Esse
serviço deve ser compreendido, à luz do conceito de adaptação razoável de acordo com o que
versa o art. 2º da CDPD (ONU/2006), “Adaptação razoável” significa as modificações e os
ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional ou indevido, quando
requeridos em cada caso, a fim de assegurar que as pessoas com deficiência possam gozar ou
exercer, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos humanos e
liberdades fundamentais.
73
Ciente de toda a legislação que trata do assunto e principalmente atendendo ao seu
propósito de inclusão do estudante com Transtorno do Espectro Autista, no caso da existência
de demanda, o UNIFSJ compromete-se a disponibilizar atendimento adequado e, caso
necessário, acompanhamento especializado ao aluno.
6.6. Titulação do corpo docente
(art. 66 da Lei N° 9.394, de 20 de dezembro de 1996)
O corpo docente do curso de História é composto por 17 docentes, sendo 11,8% de
doutores, 64,7% mestres e 23,5% especialistas, ou seja, 76,5% dos docentes têm formação
stricto sensu.
6.7. Núcleo Docente Estruturante (NDE)
(Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010)
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem uma atuação fundamental e constante na
melhoria do curso, no atendimento às demandas do mercado de trabalho e nas inovações
acadêmicas atuais. Os encontros acontecem em datas pré-determinadas no transcorrer do
semestre letivo, com o objetivo de analisar as considerações docentes, as técnicas atuais de
ensino-aprendizagem e sua aplicação no curso. Todos os membros são professores ativos, com
formação acadêmica e profissional na área do curso, proporcionando o comprometimento
entre a teoria e a prática em todo o processo de implantação e atualização do PPC.
O NDE, no âmbito do Curso de História tem função consultiva, propositiva e de
assessoramento sobre matéria de natureza acadêmica. Sua composição se dá com base na
estrutura, a saber:
a) Coordenador do Curso na condição de Coordenador Geral.
b) Docentes com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto
sensu.
c) Coordenador Pedagógico do NDE - responsável direto pelas ações de orientação aos
coordenadores e docentes.
d) Coordenadora de Projeto Institucional - responsável pelas orientações relativas à
elaboração de projetos institucionais consoante o interesse do NDE do Curso.
6.8. Carga horária mínima, em horas – para Licenciatura Bacharelados e
74
Licenciaturas
Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Graduação, Licenciatura ado, Presencial).
Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, Licenciatura ado, Presencial). Resolução
CNE/CP N° 2/2002 (Licenciaturas). Resolução CNE/CP Nº 1/2006 (Pedagogia). Resolução
CNE/CP N° 1/2011 (Letras)
A IES atende às normativas pertinentes uma vez que trabalha com a carga horária total
de 2883 (duas mil e oitocentas e oitenta e três) horas, articulando teoria e prática, conforme
estabelecido pela Resolução CNE/CP N° 2/2002 (Licenciaturas).
6.9 Tempo de integralização
Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Graduação, Licenciatura bacharelado, Presencial).
Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, Licenciatura bacharelado, Presencial).
Resolução CNE/CP N° 02 /2002 (Licenciaturas)
O curso de História está de acordo com a resolução Nº 1 de 18/02/2002, pois possui
um tempo de integralização mínimo de 3 (três) anos e uma com a carga horária total de 2883
(duas mil e oitocentas e oitenta e três) horas, articulando teoria e prática.
6.10 Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou
mobilidade reduzida,
CF/88, Art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei N° 10.098/2000,
nos Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009, N° 7.611/2011 e na Portaria N° 3.284/2003.
A IES atende às normativas pertinentes uma vez que possui: rampas permanentes nos
ambientes com degraus; salas de aula destinadas ao curso, plenamente adaptadas; e
acessibilidade aos demais ambientes da IES tais como: biblioteca, laboratórios, secretaria
acadêmica, setor financeiro, sala da direção, sala de coordenação, entre outros.
6.11 Disciplina de Libras
(Dec. N° 5.626/2005)
A IES atende às normativas pertinentes, uma vez que oferece o conteúdo de LIBRAS
no 5º e 6° períodos do curso através da disciplina Língua Brasileira de Sinais.
6.12 Informações acadêmicas
(Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC N°
75
23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010)
As informações acadêmicas no UNIFSJ estão disponibilizadas na forma impressa e
virtual, visto que a IES conta com comunicação através do site institucional, noticiário em
rádios de circulação local e regional e avisos afixados em quadros.
6.13 Políticas de educação ambiental
(Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002)
Quanto à integração da educação ambiental às disciplinas do curso de História de
modo transversal, contínuo e permanente, observa-se o atendimento à Lei nº 9.795, de
27/04/99 e ao Decreto nº 4.281 de 25/06/2002 através da disciplina, Tópicos Especiais em
Meio Ambiente e no componente curricular - Atividades Complementares que abordam temas
relacionados à educação ambiental e ainda através de projetos, programas e eventos que
promovem atividades que dialogam com a questão do meio ambiente, dentro de
possibilidades de manejo, conservação, preservação, inserção de valores, ressignificação de
atitudes e posturas, contribuindo para maior sustentabilidade local e regional.
6.14. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação
plena
Resoluções CNE/CP N° 1/2002 e CNE/CP N° 2/2002.
O curso de História do UNIFSJ está amparado pelas Resoluções CNE/CP nº 1/2002 e
CNE/CP nº 2/2002, que estabelecem as Diretrizes curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, do curso de Licenciatura em História e
para tanto o curso atende a todos os dispositivos legais pertinentes, uma vez que cumpre
fielmente, através de sua matriz curricular, bem como do Projeto Pedagógico do curso, todos
os requisitos traçados pela Diretriz.
A matriz do curso, assim como o seu PPC será realinhada de forma a atender a
solicitação do Parecer CNE/CP Nº 2/2015.
76
ANEXOS
1 Matriz Curricular
MATRIZ CURRICULAR – HISTÓRIA
Mat ri z Curri cul ar – 2013/1
CARGA H ORÁRI A
D I SCI P LI N AS
P RÁT I CA
D E EN S.
( H /A )
CRÉD I TOS
T E ORI A
(H/A)
ES TÁ GI O
(H)
2
2
4
5
3
4
3
23
40
40
80
100
60
60
380
-
80
4
5
2
2
4
2
4
80
100
40
40
40
80
380
-
80
80
40
80
100
100
40
360
-
80
80
20
80
80
80
40
40
320
120
120
80
80
3
4
3
4
2
3
4
2
25
60
80
60
80
40
60
40
420
140
-
-
140
80
80
140
-
80
140
400
80
480
1 º P ERÍ OD O
Didát i ca
Fi losof ia
Hist óri a Ant i ga
Int rodução ao Est udos Hi st óri cos
Língua Port uguesa
Prát ica de Ensi no I
Soci ol ogi a
SU BTOTAL
80
2 º P ERÍ OD O
Hist óri a do Brasi l I
Hist óri a Medi ev al
Inf orm át i ca na Educação
Met odol ogi a Ci ent íf ica
Prát ica de Ensi no II
Psi col ogia da Educação
Teori a da Hi st óri a I
SU BTOTAL
23
3 º P ERÍ OD O
Ant ropol ogi a
Hist óri a do Brasi l II
Hist óri a Moderna
Prát ica de Ensi no III
Teori a da Hi st óri a II
Tópi cos Especi ai s I
2
4
5
4
5
2
SU BTOTAL
22
4 º P ERÍ OD O
Est ági o Superv i si onado I
Hist óri a da Am éri ca I
Hist óri a das Idei as Pol ít i cas
Hist óri a do Brasi l III
Hist ori ograf ia Brasi l ei ra
Prát ica de Ensi no IV
Tópi cos Especi ai s II
4
4
4
2
4
2
SU BTOTAL
5 º P ERÍ OD O
Est ági o Superv i si onado II
Hist óri a Cont em porânea I
Hist óri a da Am éri ca II
Hist óri a da Art e I
Hist óri a do Brasi l IV
Língua Brasi l eira de Si nais I
Opt at i v a I
Prát ica de Ensi no V
Trabal ho de Concl usão de Curso I
SU BTOTAL
6 º P ERÍ OD O
Est ági o Superv i si onado III
Hist óri a Cont em porânea II
Hist óri a da Art e II
Hist óri a da Áf ri ca e Cul t ura Af ro-Brasil ei ra
Est rut ura e Funci onam ent o da Educação Bási ca
Língua Brasi l eira de Si nais II
Prát ica de Ensi no VI
Opt at i v a II
Educação, Cul t ura e Di reit os Hum anos
Trabal ho de Concl usão de Curso II
SU BTOTAL
3
60
3
60
3
60
2
40
2
40
4
3
60
2
40
2
40
24
400
137
2.2 60
T O TA L
TOTALI Z AD ORES D E CARGA H ORÁRI A
At i v idades Com pl em ent ares (H)
Cont eúdos Bási cos e Específ icos (H)*
Est ági o Superv i si onado (H)
Prát ica de Ensi no (H)*
CA RGA H ORÁ RI A T OTA L ( H )
200
1883
400
400
2883
OPTATIVAS
Pat rim ôni o Hi st óri co – Cul t ural
Hist óri a do Pensam ent o Polít ico Brasil ei ro
Gênero e Rel ações de Poder
Museol ogi a e Arqui v ol ogia
3
3
3
3
60
60
60
60
LEGENDA: (H/A) => hora/aula de 50 minutos // (H) => hora/aula de 60 minutos
* - (H/A) conv ert i da em (H)
77
2 Representação Gráfica – Estrutura Curricular
1º período
2º período
3º período
4º período
5º período
6º período
História Antiga
História do Brasil I
História do Brasil II
História da América I
História
Contemporânea I
História
Contemporânea II
Introdução aos
Estudos Históricos
História Medieval
História Moderna
História das Ideias
Políticas
História da
América II
História da Arte II
Didática
Teoria da História I
Teoria da História II
História do Brasil III
História da Arte I
História da África e
cultura afro-brasileira
Prática de Ensino I
Informática na
Educação
Tópicos Especiais
em História
Historiografia
Brasileira
História do Brasil
IV
Prática de Ensino VI
Língua Portuguesa
Prática de Ensino II
Prática de Ensino III
Tópicos Especiais em
História do Brasil
Prática de Ensino
V
Estágio
Supervisionado III
Sociologia
Metodologia
Científica
Antropologia
Estágio
Supervisionado I
Estágio
Supervisionado II
TCC II
Prática de Ensino IV
TCC I
Estrutura e
Funcionamento da
Educação Básica
Libras I
Libras II
Optativa
Educação Cultura e
Direitos Humanos
Filosofia
Psicologia da
Educação
Optativa
Conteúdos Histórico/ Historiográficos e Práticas de Pesquisa
Conteúdos de formação profissional – Formação Pedagógica
Formação Humanístico-Ético-Cultural
78
3 Ementário
Ementário do Curso de História
1º Período
DIDÁTICA
Ementa
A Didática é disciplina interdisciplinar, busca uma (re) significação que emerge da
investigação sobre o ensino como prática social viva nos contextos sociais e institucionais nos
quais ocorre. Neste sentido, define-se como direção do processo de ensinar, no qual estão
envolvidos, articuladamente, fins imediatos (instrutivos), mediatos (formativos) e
procedimentos adequados ao ensino e à aprendizagem.
Bibliografia Básica:
CANDAU,Vera Maria. A Didática em Questão. Petrópolis: Vozes, 1996.
CORDEIRO,Jaime. Didática. São Paulo: Contexto, 2007.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Didática e interdisciplinaridade. São Paulo: Papirus,
1998.
Bibliografia Complementar:
MASETTO, Marcos Tarciso. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD,1994.
ARREDONDO, Santiago Castillo; GONZÁLEZ, Luis Polanco Ensine a Estudar... Aprenda a
Aprender: Didática do Estudo: Volume 1 e 2.
KARNAL, LEANDRO. Conversas com um Jovem Professor. São Paulo. Contexto 2012.
PERRENOUD, Philippe. Formando Professores Profissionais: Quais Estratégias? Quais
Competências? Porto Alegre: Artmed, 2001.
PILETTI, Nelson. Aprendizagem:teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2013.
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS HISTÓRICOS
Ementa
Análise dos princípios que norteiam e dão especificidade ao campo do conhecimento histórico
(verdade, objetividade, fontes, fato, etc.). Como se conhece a História. A formação do
pensamento racional e científico: do Renascimento ao Século das Luzes. O nascimento da
história como ciência: séculos XVIII e XIX. Panorama geral da produção historiográfica no
século XX, com ênfase à Escola dos Annales.
Bibliografia Básica:
BURKE, Peter. A escrita da História. São Paulo: Editora da UNESP, 1992.
CARDOSO, Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo. (Orgs.) Domínios da História: Ensaios de Teoria
e Metodologia . Rio de Janeiro: Campus, 1997.
HOBSBAWM, Eric. Sobre história. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
Bibliografia Complementar:
CERTEAU, Michel de. A escrita da História. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2000.
79
BARROS, José D’Assunção. A Teoria e a Formação do Historiador. In: Revista Teias v. 11,
n. 23. p. 41-62 2010. ISSN 1518-5370 [eletrônico]. Disponível em:
http://www.periodicos.proped.pro.br/index.php/revistateias/article/view/513/552
Acessado
em 02/02/2014.
______________. Os Campos da História – uma introdução às especialidades da História. In:
Revista HISTEDBR On-line, Campinas, n.16, p. 17 -35, dez. 2004 - ISSN: 1676-2584.
Disponível
em:
http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/revis/revis16/art3_16.pdf.
Acessado em: 02/02/2014.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma introdução à História. 10.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
PRÁTICA DE ENSINO I
Ementa
A Prática Pedagógica implica um processo de reflexão e aprendizado sobre a prática docente
levando em consideração: a teoria, a compreensão e construção de novos saberes, a partir de
situações singulares. Possibilita a integração e a mobilização de recursos adquiridos para à
ação, num contexto de ensino.
Bibliografia Básica:
DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 1991.
PERRENOUD ,F. ET ali: Formando Professores Profissionais:Quais estratégias?Quais
Competências. Trad. de Fátima Murad e Eunice Gruman. Porto Alegre: Artmed, 2001.
ZABALA, Antoni; A Prática Educativa: Como Ensinar. Trad. De Ernani F. Rosa, Porto
Alegre. Artmed, 1998.
Bibliografia Complementar:
CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011.
DEMO, Pedro. Metodologia da investigação em educação. Curitiba: Ibpex, 2012.
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública: a pedagogia crítico-social dos
conteúdos.São Paulo: Ed Loyola,1999.
NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. LEAL, Daniela.Teorias da aprendizagem um
encontro entre os pensamentos filosóficos, pedagógicos e psicológicos. Curitiba:Ibpex, 2012.
PERRENOUD F. Dez novas Competências Para Ensinar:convite à viagem. Trad. De Patrícia
Chittoni Ramos, Porto Alegre; Artmed, 2000.
SOCIOLOGIA
Ementa
Visando a construção do conhecimento do graduando, a presente disciplina propõe a
discussão e construção de conhecimentos e saberes sociológicos, tais como: as condições
histórico-sociais da Sociologia como ciência e no marco das Ciências Sociais. O pensamento
sociológico clássico: Comte, Weber, Marx, Dürkheim. Conceitos sociológicos básicos:
cultura e sociedade, controle, processos e mudança social. A disciplina pretende o estudo das
categorias sociológicas básicas: sociedade, trabalho, organização e controle social, status,
estratificação e papel social. Propõe ainda o estudo do conceito e valor da vida humana, da
ciência, discutindo temas que cercam os direitos humanos.
Bibliografia Básica:
80
LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia.São Paulo: Brasiliense, 2007.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. São Paulo: Atlas,
2010.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural: iniciação,teoria e temas/ 18 ed. –
Petrópolis:Vozes, 2011.
Bibliografia de Complementar:
BOAS, Franz. Antropologia Cultural. 1. ed. São Paulo: Jorge Zahar, 2005.
DIAS, R. Introdução à Sociologia.2 ed. São Paulo:Pearson Prentice Hall, 2010.
DURKEIM, Èmile. As regras do método sociológico.São Paulo:Nacional,1974. (Biblioteca
universitária.Série 2,Ciências Sociais:44).
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7 ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria Ligia O; OLIVEIRA, Maria Garênia M. de. Um
Toque de Clássicos. 2ª ed. Rev. Amp. Belo Horizonte: ED. UFMG, 2002. Disponível em:
http://books.google.com.br/books?id=hW_2c5wWbh8C&printsec=frontcover&dq=toque+de+
cl%C3%A1ssicos&hl=pt-R&sa=X&ei=49IyUTgG463kAeGxYCoBw&ved=0CC4Q6AEwAA#v=onepage&q=toque%20de%20cl%C3%A1
ssicos&f=fals
LÍNGUA PORTUGUESA
Ementa
Texto: leitura e produção. Léxico: semântica, seleção e adequação. Conectivos. Coesão e
coerência textuais. Tópicos gramaticais. Novo Acordo Ortográfico.
Bibliografia Básica:
BECHARA , Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2000.
CEGALLA , Domingos Paschoal . Novíssima gramática da língua portuguesa. 48.ed. rev.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9 ed. São Paulo :Ática, 2002.
Bibliografia Complementar:
ILARI, Rodolfo; Basso, Renato. O Português da Gente: a língua que estudamos a língua que
falamos. São Paulo: Contexto, 2006.
Koch, Ingedore Grunfeld Villaça. A Inter Ação pela Linguagem . São Paulo: Contexto, 2007.
______________. O Texto e a Construção dos Sentidos. São Paulo: Contexto, 2000.
KOCH, Ingedore Villaça &TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. São Paulo: Cortez,
2000.
PLATÃO &FIORIN. Lições de texto: Leitura e redação. São Paulo : Ática, 2002.
FILOSOFIA
Ementa
O curso de Introdução à Filosofia visa discutir sobre as principais teorias e nomes da história
do conhecimento e da filosofia, e contexto histórico em que viveram seus criadores. Busca
também, refletir sobre os tipos de conhecimento, evolução histórica do conhecimento em
geral e do conhecimento científico em particular. Produção e evolução do pensamento
Ocidental e a importância da história e da filosofia da ciência para a Educação. Bem como,
problematizar eixos temáticos como Filosofia e Educação: elucidações conceituais e
81
articulações; a essência da Filosofia; reflexão filosófica; a Filosofia e as ciências; a filosofia e
a busca da verdade; o que é conhecimento; o pensamento mítico; a problemática filosófica no
século XX.
Bibliografia Básica:
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna,
1993.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia: Histórias e Grandes Temas. São Paulo:
Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar:
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
GHIRALDELLI JR, Paulo. A aventura da Filosofia: de Parmênides a Nietzsche. FSJ. BV.
2010.
Disponível
em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520427798/pages/_1. Acesso em: 11
dez, 2013.
MATTAR, João. Introdução à Filosofia. FSJ. BV. 2010. Disponível em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576056973/pages/_1. Acesso em: 11
dez, 2013.
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 13
ed.- Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2010.
ROSENTAL, M. Pequeno Dicionário Filosófico. São Paulo: Livraria, 1959.
HISTÓRIA ANTIGA
Ementa
Contextualização e problematização do conceito de pré-história. Caracterização dos grandes
períodos da pré-história : do paleolítico ao neolítico (nomadismo, caçadores coletores,
pastoreio, sedentarismo e aldeamentos) . O homem na escala zoológica, em seu processo de
hominização e expressões culturais nos períodos da pré-história.
Caracterização do processo de formação das primeiras civilizações: Egito, Mesopotâmia ,
civilizações Mediterrâneas. Abordagem das civilizações em seus processos culturais, políticos
e econômicos . Civilizações na América , Ásia e África . Caracterização dos povos que estão
na origem da civilização ocidental : Grécia Antiga (conquistas culturais, passagem do mito ao
pensamento filosófico, escravismo , processos culturais , políticos e econômicos) e Roma
Antiga (herança da cultura clássica grega, conflitos político-sociais, aspectos econômicos,
transformações históricas) .
Bibliografia Básica:
PINSKY, Jaime. As Primeiras Civilizações. São Paulo: Contexto, 2003.
GRANT, Neil. As Conquistas Romanas. São Paulo: Ática, 1992.
ROSTOVTZEFF, M. História da Grécia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1973.
Bibliografia Complementar:
FUNARI, Pedro Paulo. Pré-História do Brasil. São Paulo: Contexto, 2012.
_________________. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2012.
GUARINELO, Norberto Luiz. História Antiga. São Paulo: Contexto, 2013.
JOÃO, Maria Teresa David.Tópicos da história antiga oriental. Curitiba: Intersaberes, 2013.
PINSKY, Jaime. 100 Textos de História Antiga. São Paulo: Contexto, 2012.
82
2º Período
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Ementa
A disciplina envolve temas sobre a natureza, concepções e formas de conhecimento e sobre a
prática de atividades básicas de apropriação do conhecimento, como: estudo, leitura,
fichamentos, esquemas, resumos, resenhas e sinopses, e também orientações referentes ao
Projeto de Pesquisa.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do trabalho científico.São Paulo:
Atlas, 2001.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2002.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humana. São Paulo: Perspectiva, 1990.
Bibliografia Complementar:
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2a Ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
CERVO, A. M. (Org). Metodologia científica. 6a Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
DEMO, Pedro. Pesquisa e informação qualitativa. Campinas, São Paulo: Papirus, 2012.
JUNIOR, C. F. Guia do trabalho científico. Do projeto à redação final. São Paulo,contexto,
2011.
MARTINS, Heloisa H. Metodologia qualitativa de pesquisa. Educação e pesquisa, vol.30,
n2,
p.289-300.
2004.
Artigo
online
disponível
em:
http://www.scielo.br/pdf/ep/v30n2/v30n2a07.pdf
PRÁTICA DE ENSINO II
Ementa
A disciplina proporciona o embasamento teórico, tendo em vista a racionalização das
atividades práticas e o compromisso social e político do professor, oferecendo alternativas
para o ensino de História. Buscando construir um perfil docente que tenha características
interdisciplinares e com posturas necessárias para um educador conectado as novas
tecnologias e exigências da sublime tarefa de educar.
Bibliografia Básica:
DEMO,Pedro.Desafios modernos da educação. Petrópolis:Vozes, 2000.
ZABALA,Antoni. A prática educativa:como ensinar.Porto Alegre:Artmed, 2010.
FAZENDA, Ivani C. Arantes.Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 2011.
Bibliografia Complementar:
AVELAR,Alexandre de Sá. Os desafios do ensino de História:problemas teóricos e
metodológicos. Curitiba: Ibpex, 2011.
CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática.Campinas: Papirus, 2011.
83
KARNALL,Leandro (Org.) História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. São
Paulo. Contexto, 2009.
NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. LEAL, Daniela.Teorias da aprendizagem um
encontro entre os pensamentos filosóficos, pedagógicos e psicológicos. Curitiba:Ibpex, 2012.
SCHIMIDT, Maria Auxiliadora.CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo: Scipione,
2009.
HISTÓRIA DO BRASIL I
Ementa
O Brasil : povos pré-cabralinos. A Expansão Marítima e Comercial e a “Descoberta do
Brasil”. O período Pré-Colonial brasileiro. O início da colonização (Administração, economia
e sociedade). As invasões estrangeiras. As economias complementares. A expansão territorial
e os tratados de limites. A ação da Igreja Católica no Brasil colonial. A mineração e os
primeiros movimentos de contestação ao domínio português no Brasil. O período joanino e a
emancipação política do Brasil.
Bibliografia Básica:
ABREU, Capistrano de. Capítulos da História Colonial (1500-1580). Itatiaia: EDUSP, 1988.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. São Paulo: Record, 2001.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956.
Bibliografia Complementar:
FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder. São Paulo: Editora Globo, Vol. I., 1991.
LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
NOVAIS, Fernando (Dir.). História da Vida Privada no Brasil – Colônia. São Paulo: Cia das
Letras, Vol. I, 1997.
RAMOS, Fábio Pestana; MORAIS, Marcus Vinícius de. Eles Formaram o Brasil. São Paulo:
Contexto, 2010.
___________. No Tempo das Especiarias. 3ed. São Paulo: Contexto, 2006.
INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
Ementa
Promover a Inclusão Digital e apresentar a Informática como uma das revolucionárias e
fundamentais ferramentas de trabalho e apoio para profissionais da área de História. Histórico
da informática na educação. Classificação/Uso de softwares educacionais. A Internet como
tecnologia para construção de conhecimentos. Redes sociais na Internet. Escrita colaborativa.
Uso Educacional de softwares do pacote LIbreOffice.
Bibliografia Básica:
VELOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: O novo ritmo da informação. Rio de
Janeiro: Papirus Editora, 2007.
COX, Kenia Kodel. Informática na educação escolar. Campinas: Autores Associados, 2003.
Bibliografia Complementar:
84
BRITO, Gláucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e Novas Tecnologias: um
repensar.
Curitiba:
IBPEX,
2006,
Disponível
em:
<http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788578389147/pages/-2>. Acesso em:
12 out. 2013, 10:40.
CARVALHO, Fábio Câmara Araújo de; IVANOFF, Gregório Bittar. Tecnologias que
educam: ensinar e aprender com as tecnologias de informação e comunicação. São Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:<http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576053675/pages/_1>. Acesso
em: 12 out. 2013, 12:40.
DUPREY, Barbar; et all. Guia do Writer: processando texto com o LibreOffice 3.3. [S.l.].
[s.n.], 2011. Disponível em: <https://wiki.documentfoundation.org/images/b/b3/0200WG3Guia_do_Writer-ptbr.pdf>. Acesso em: 10 out. 2013, 19:00.
PACHECO, Gustavo Buzzatti. Guia de introdução às funções do LibreOffice Calc . [S.l.].
[s.n.],
2013.
Disponível
em:
<https://wiki.documentfoundation.org/images/9/95/Guia_de_Introdu%C3%A7%C3%A3o_%
C3%A0s_Fun%C3%A7%C3%B5es_do_LibreOffice_Calc.pdf>. Acesso em: 10 out. 2013,
18:00.
PARKER, Hal; et al. Guia do iniciante do LibreOffice 3.3. [S.l.]: [s.n.], 2011. Disponível
em:<https://wiki.documentfoundation.org/images/3/3e/0100GS3-GuiadoIniciante-ptbr.pdf>.
Acesso em: 12 out. 2013, 22:40.
HISTÓRIA MEDIEVAL
Ementa
A disciplina tem por objetivo dar uma ampla visão das principais correntes de pensamento
que acompanham as estruturas institucionais, políticas e culturais que conviviam e se
sucediam na Idade Média. Buscando compreender o panorama linear do século V ao XV, mas
enfatizando o estudo do Feudalismo, tomando-se como referência a análise de textos ligados
ao Materialismo Histórico e à Nova História. A partir dessa abordagem, pretende-se oferecer
ao aluno elementos de crítica historiográfica visando uma compreensão melhor do período
medieval, e em particular, do Feudalismo.
Bibliografia Básica:
ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Porto: Edições Afrontamento,
1982.
BLOCH, Marc. A Sociedade Feudal. Lisboa: Edições 70, 1982.
FRANCO Jr., Hilário. A Idade Média, Nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001.
Bibliografia Complementar:
DUBY, Georges. As Três Ordens ou imaginário do feudalismo. Lisboa: Editorial Estampa
1994.
GINZBURG, Carlo. O Queijo e os Vermes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Vol. I. Lisboa: Editorial Estampa
1984.
MATTOSO, Antônio G. Compêndio de história universal: história antiga e medieval. São
Paulo: Melhoramentos, 1959.
TESTAS, Guy. TESTAS, Jean. A Inquisição. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1968.
85
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Ementa
A Disciplina Psicologia na Educação propõe-se a enriquecer o processo de formação do
profissional da educação, oferecendo-lhe subsídios do conhecimento da psicologia aplicada
com fins de possibilitar reflexão crítica da psicologia educacional, conhecer as bases da
psicologia aplicada á educação nas suas diferentes correntes, desenvolver temas de relevância
para a prática educativa, como a psicologia do adolescente realizando paralelo entre teoria e
pratica.
Bibliografia Básica:
ABERASTURY, A Adolescência Normal. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
COLL, César et alli. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas,
1996.
DAVIS, C & OLIVEIRA, Z. Psicologia na Educação. São Paulo: Cortez, 1991.
Bibliografia Complementar:
BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia do desenvolvimento. São Paulo:
Ática, 1995.
BOCK, Ana Maria Bahia. Psicologias: Uma Introdução ao Estudo de Psicologia. São Paulo:
Saraiva, 2002.
CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia da Adolescência: Normalidade e
Psicopatologia. Petrópolis, Vozes. 1987.
KOHL, M. Vygotsky: Aprendizado e Desenvolvimento, Um Processo Sócio-Histórico. São
Paulo: Editora Scipione, 1993.
WOOLFOLK, Anita E. Psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
TEORIA DA HISTÓRIA I
Ementa
A disciplina procura discutir o processo de afirmação da História como ciência
fundamentada no princípio da temporalidade, como negação das Filosofias da História
e de seu caráter atemporal. Identificação das correntes teóricas que a partir do final do
século XVIII e no decorrer do século XIX compuseram a “época historicista”.
Caracterização do paradigma moderno pela identificação das “escolas” metódica,
historista, marxista e escola dos annales.
Bibliografia Básica:
AGUIRRE ROJAS, Carlos Antônio.Os annales e a historiografia: tradições críticas de Marc
Bloch a Michel Foucault. Maringa: Eduem, 2000.
BURKE, Peter. A escola dos Annales, 1929-1989. A Revolução Francesa da
historiografia.São Paulo: UNESP , 1991.
REIS, José Carlos. A História entre a Filosofia e a Ciência. 2 ed. São Paulo: Ática , 1999.
Bibliografia complementar:
DE CERTEAU, M. A Escrita da História. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982.
FEBVRE, Lucien. Combates Pela História. Lisboa : Editorial Presença, 1977.
FONTANA, Josep. História: análise do passado e projeto social. Bauru: EDUSC, 1998.
HOBSBAWN, E. Sobre História: Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
86
LE GOFF, J. (Org.). A Nova História. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
3º Período
HISTÓRIA MODERNA
Ementa
A disciplina aborda os temas centrais da Idade Moderna, da Crise do Feudalismo às primeiras
manifestações do Capitalismo, o caminho percorrido passa por aspectos econômicos,
políticos, sociais e culturais. Portanto, a disciplina se propõe ao estudo das estruturas
sociais, políticas e econômicas em vigor na Europa Ocidental, nos séculos XVI, XVII e
XVIII.
Bibliografia Básica:
HOBSBAWM, Eric J. A Era das revoluções – 1789-1848. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 2006.
CHARTIER, R. & ARIÉS, P. História da Vida Privada 3: Da Renascença ao Século das
Luzes. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
MARQUES, Adhemar (et. alli). História Moderna Através de Textos. São Paulo: Contexto,
2000.
Bibliografia Complementar:
ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1998.
BRAUDEL, Fernand. La Méditerranée : et le monde méditerranéen à L' epoque de Philippe
II. Paris: Armand Colin, 1990.
MICELI, Paulo. História Moderna.São Paulo: Contexto, 2013.
PESTANA RAMOS, Fábio. No Tempo das Especiarias. São Paulo: Contexto, 2006.
WEBER, Max ([1904-5] 2001) - A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo:
Martin Claret, 2001.
TEORIA DA HISTÓRIA II
Ementa
As teorias históricas do século XX. O movimento dos “Annales”. Os marxistas ingleses e a
“new social history”. A teoria pós- moderna. História social e História Social da Cultura.
História Cultural e História das Ideias. Micro- história e História das Religiões e
Religiosidades. Teoria e método na historiografia contemporânea: debates e perspectivas.
Bibliografia Básica:
BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP,
1992.
CARDOSO, Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo. (Orgs.) Domínios da História: Ensaios de Teoria
e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
CERTEAU, Michel de. A escrita da História. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2000.
Bibliografia Complementar:
BARROS, José D’Assunção. O Campo Histórico: As especialidades e abordagens da
História. Petrópolis: Vozes, 2005.
BURKE, Peter. A Escola dos Annales (1929-1989). A Revolução Francesa da historiografia.
São Paulo: Editora da UNESP, 1991.
87
FALCON, Franciso C. História Cultural .Uma nova visão sobre a sociedade e a cultura. Rio
de Janeiro: Campus, 2002.
HOBSBAWN, E. Sobre História: Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
LE GOFF, J. (Org.). A Nova História. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
HISTÓRIA DO BRASIL II
Ementa
A emancipação política brasileira e a implantação do Regime Monárquico; Principais
correntes historiográficas. As conjurações coloniais, a Corte portuguesa no Rio de Janeiro e a
interiorização da metrópole: revolução e restauração. A construção do Estado imperial
brasileiro: unitarismo e federalismo; liberalismo, romantismo e conservantismo; cidadania,
escravidão, ordem e exclusão.
Bibliografia Básica:
LINHARES, Maria Yeda. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 1990.
SKIDMORE, Thomas. Uma História do Brasil. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
MATTOS, Ilmar. História do Brasil: Império. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, José Murilo de. A Formação das almas : o imaginário da República no Brasil.
São Paulo:Companhia das Letras, 2006.
MENEZES, Alfredo Mota. A Guerra é Nossa. São Paulo: Contexto, 2012.
MARCUS, Cláudio. Teoria Geral do Estado. São Paulo: Manole, 2010.
NOVAIS, Fernando. ALENCASTRO, Luiz Felipe de. História da Vida Privada no Brasil:
Império: a corte e a modernidade nacional. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
OLIVEIRA, Dennison. História do Brasil: Política e Economia. Curitiba: Ibpex, 2009.
PRÁTICA DE ENSINO III
Ementa
A disciplina proporciona o embasamento teórico, tendo em vista a construção de atividades
práticas e o compromisso social e político do professor, oferecendo alternativas para o ensino
de História com uma leitura dinâmica e construtiva, partindo da história pessoal do educador.
Bibliografia Básica:
ARANTES, Ivani Catarina. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 2013.
FURTADO, Júlio. Professor:vida,morte e ressurreição. Rio de Janeiro: Waked, 2010.
Bibliografia Complementar:
AVELAR, Alexandre de Sá. Os desafios do ensino de História:problemas teóricos e
metodológicos. Curitiba: Ibpex, 2011.
CUNHA, Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011.
KARNALL,Leandro (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São
Paulo: Contexto, 2009.
NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. LEAL, Daniela. Teorias da aprendizagem um
encontro entre os pensamentos filosóficos, pedagógicos e psicológicos. Curitiba: Ibpex, 2012.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010.
88
ANTROPOLOGIA
Ementa
Conceito, campo e abordagens da Antropologia. O método antropológico. A formação
histórica da Antropologia como área do conhecimento: da “pré-história” (séculos XVI-XVIII)
até os dias atuais. As principais tendências do pensamento antropológico contemporâneo.
Perspectivas antropológicas da cultura brasileira.
Bibliografia Básica:
GEERTZ, Clifford. Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2005.
MELLO, Luiz Gonzaga. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas. Petrópolis: Vozes,
2013.
Bibliografia Complementar:
BOAS, Franz. Antropologia Cultural. São Paulo: Jorge Zahar, 2005.
BOUDON, Raymond. Dicionário crítico de sociologia. São Paulo: Ática, 1993.
DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001.
GOMES, Mércio Pereira. Antropologia: ciência do homem filosofia da cultura. São Paulo:
Pearson, s.d.
MARCONI & PRESOTTO. Antropologia: uma introdução. São Paulo: Atlas, 1985.
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA - GEOGRAFIA APLICADA À HISTÓRIA I
Ementa
Desenvolvimento cartográfico ao longo da história, a importância do espaço geográfico nas
sociedades modernas, a expansão comercial e marítima pelo espaço geográfico. O
desenvolvimento industrial pelo espaço global ao longo da história, assim como debates que
permeiam sua influencia no meio ambiente. Realização do processo de desenvolvimento do
capitalismo e como este sistema político-econômico se difundiu pelo globo a partir do século
XV, influenciando o modo de vida da comunidade internacional até a atualidade. Fluxos de
capitais especulativos, produtivos, de informações e de pessoas ao longo do espaço
globalizado. Evolução histórica e a geoestratégia na utilização das fontes de energia.
Bibliografia Básica:
BERQUO, Elza. “Evolução demográfica”. In: SACHS, I, WILHEIM, J, PINHEIRO, P. S.
(Orgs.) Brasil um século de transformações. São Paulo, Companhia das Letras: 2001.
FURTADO, Celso. O capitalismo global. São Paulo: Paz e Terra, 1998.
SINGER, Paul. Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas. São Paulo: Contexto,
2012.
Bibliografia Complementar:
DALTON, George. Sistemas econômicos e sociedade: capitalismo, comunismo e terceiro
mundo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.
FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1974.
________________. Desenvolvimento e Subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundo de
Cultura, 1961.
IANNI, Octavio. Teorias da Globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
89
SINGER, Paul. O Capitalismo: sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. São Paulo: Moderna,
1987.
4º Período
HISTÓRIA DA AMÉRICA I
Ementa
Compreender a diversidade cultural das Américas no tempo da chegada dos europeus,
com destaque para a conquista e colonização espanhola e portuguesa como a gestação de
uma nova sociedade. Estudar a América latina em vários aspectos: economia, religião,
inquisição e evangelização; sociedade e castas; mulheres, índios, escravos e mestiços.
Na última unidade abordaremos a dependência latino-americana e do norte dos
Estados Unidos ao sistema capitalista universal, buscando compreender a relação entre
racismo e sociedade, que vigora até os dias atuais.
A busca por uma identidade ameríndia e africana é primordial para compreendermos a
América que somos atualmente: é possível pensar em uma identidade americana como um
todo?
Bibliografia básica:
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
PINKSY, Jayme (et. al.) História da América através de textos. São Paulo: Contexto, 2007.
PRADO, Maria Ligia; PELEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo:
Contexto, 2014.
Bibliografia complementar:
BARBITTA, Enrique Y. Peregalli. A América que os europeus encontraram. Coleção
discutindo a História. Rio de Janeiro: Saraiva, 2013.
BETHEL, Leslie (Org.) História da América Latina. Volume 1: América Latina
Colonial. São Paulo: EDUSP, 1997.
DIJK, Teun A. Van. Racismo e discurso na América Latina. São Paulo: Contexto, 2008.
MORAIS, Marcus Vinícius. Hernán Cortez. Civilizador ou genocida? São Paulo,
Contexto, 2011.
RAMINELLI, Ronald. Nobreza Indígena da Nova Espanha: alianças e conquistas. Tempo:
revista do departamento de História da UFF, n. 27, 2009, pp. 83-96. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/tem/v14n27/a06v1427.pdf Acesso em junho de 2014.
HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA
Ementa
A disciplina pretende abordar a produção historiográfica brasileira, de modo a percorrer
os diferentes períodos da história do Brasil segundo as linhas interpretativas dos clássicos
da historiografia. Para tal, procura partir da produção historiográfica do Período
Colonial caracterizando o Relato dos Viajantes, a produção dos missionários cristãos e a
atuação das academias literárias. Destaca-se a produção historiográfica no séc. XIX com a
conquista da cientificidade do discurso histórico por meio Varnhagem e a História Geral do
Brasil. A produção historio gráfica no séc. XX será abordada com ênfase em Capistrano de
90
Abreu e Oliveira Vianna bem como a década de 30 e as novas perspectivas. Os anos 40 e 50
na produção historiográfica nacional serão discutidos para então, enforcarmos o pós- 64 e
a década de 70 na produção historiográfica dos brasilianistas. Debates e perspectivas
na produção historiográfica brasileira contemporânea.
Bibliografia Básica:
FREITAS, Marcos Cezar de. (org.). Historiografia Brasileira em Perspectiva. São Paulo:
Contexto, 2005.
RODRIGUES, José Honório. Teoria da história do Brasil: introdução metodológica. 2 ed. São
Paulo: Nacional, 1969.
MARTINS, Estevão de Rezende. A História Pensada: teoria e método na
historiografia europeia no século XIX. FSJ. BV. 2010. Disponível em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572444682/pages/_1. Acesso em:
Janeiro de 2014.
Bibliografia Complementar:
ABREU, Capistrano de. Capítulos de Historia Colonial (1500-1800). São Paulo: EDUSP,
1988.
CARDOSO, Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo. (Orgs.) Domínios da História: Ensaios de Teoria
e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. São Paulo: Global, 2005.
HOLANDA, Sergio Buarque de. História Geral da Civilização Brasileira. São Paulo:
Difel,1985.
__________. Raízes do Brasil. 26 ed. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA II
Ementa
Bipolarização político-econômica através da dicotomia ideológica entre o capitalismo e o
socialismo, tendo como liderança os EUA e a ex-URSS respectivamente, a Ordem
Geopolítica da Guerra Fria, o fim da Guerra Fria e a emergência de uma Nova Ordem
Internacional, a Multipolaridade Político-Econômica. O crescimento do comércio
internacional e a formação dos blocos econômicos regionais. Desenvolvimento do processo
de industrialização do Brasil ao longo da história, a importância do espaço geográfico em
relação às condições sócio-político-econômicas e de recursos naturais, a concentração de
divisas com as exportações de café direcionadas à implantação da infraestrutura e formação
de um mercado financeiro. A aceleração do desenvolvimento industrial nacional do início do
século XX até ao final da Ditadura Militar e as características da economia brasileira a partir
de 1985 até a atualidade. Estudar como foi realizado o processo de desenvolvimento histórico
da produção de energia no Brasil e a geoestratégia na utilização de diversas fontes energéticas
ao longo do território brasileiro de acordo com as características ambientais, espaciais e de
expansão de tecnopolos.
Bibliografia Básica:
SACHS, I, WILHEIM, J, PINHEIRO, P. S. (Orgs). Brasil um século de transformações. São
Paulo, Companhia das Letras: 2001.
BARBOSA, Alexandre de Freitas. O Mundo Globalizado economia sociedade e política. Rio
de Janeiro: Contexto, 2009.
VESENTINI, José Willian. Novas Geopolíticas. São Paulo: Contexto, s.d.
91
Bibliografia Complementar:
FURTADO, Celso. O capitalismo global. São Paulo: Paz e Terra: 1998.
_______________. Desenvolvimento e Subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundo de
Cultura, 1961.
________________.O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 3º
ed.: 1974.
SEN. Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
GOLDEMBERG, J. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo: Edusp, 1998.
HISTÓRIA DO BRASIL III
Ementa
Contextualizar e caracterizar os principais projetos republicanos no início da República
Brasileira. Destacar a política oligárquica e a política de valorização do café. Analisar os
movimentos sociais de contestação nas cidades e nas áreas rurais, destacando também o
movimento operário. Correlacionar o início da industrialização com a crise da 1º República.
Destacar os principais embates que determinarão a Revolução de 1930
Bibliografia Básica:
PENNA, Lincoln de Abreu. República Brasileira - Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas. São Paulo: Cia. das Letras, 1990.
______________. Os bestializados. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.
Bibliografia Complementar:
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1942.
COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república. São Paulo: Brasiliense, 1987.
MENDONÇA, Sonia Regina de. “Estado e sociedade: a consolidação da república
oligárquica” in LINHARES, Maria Yedda L. (Org.) História geral do Brasil. Rio de Janeiro:
Campus, 1990.
MUNIZ, Edmundo. Canudos: a guerra social. Rio de Janeiro: Elo, 1997.
PEDREIRA, Jorge & COSTA, Fernando Dores. D. João VI: um príncipe entre dois
continentes. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
PRÁTICA DE ENSINO IV
Ementa
A presente disciplina visa realizar o estudo dos princípios epistemológicos que norteiam o
processo de ensino/aprendizagem em História, incluindo o estudo da estrutura da educação
brasileira, com ênfase nos aspectos legais, estruturais e técnico-administrativos. Além disso,
se propõe abordar a história da disciplina, no âmbito dos diferentes contextos das instituições
escolares. Também visa trabalhar a visão do aluno através do pensamento do professorreflexivo em sua prática de ensino.
Bibliografia Básica:
SCHÖN, Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000.
DEMO, Pedro. Desafios modernos da educação. Petrópolis, Vozes: 2000
AVELAR, Alexandre de Sá. Os Desafios do Ensino de História: problemas, teorias e
métodos. Curitiba: Intersaberes, 2012.
92
Bibliografia Complementar:
KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: Conceitos, práticas e propostas. São
Paulo: Contexto, 2010.
CAVALCANTE, Maria do Espírito Santo Rosa. O Ensino de História e os Novos Paradigmas
de Avaliação. Congresso Internacional do Curso de História da UFG/Jataí: Historia e
Diversidade
Cultural.
2009.
Disponível
em:
http://www.congressohistoriajatai.org/anais2009/doc%20(41).pdf
CORTELLA, Mario Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e
políticos. São Paulo: Cortez,2009.
RASSI ,Marcos Antônio Caixeta; FONSECA, Selva Guimarães. Saberes Docentes e Práticas
de Ensino de História na Escola Fundamental e Média. Saeculum – Revista de História. João
Pessoa. 2006. Disponível em: http://www.cchla.ufpb.br/saeculum/saeculum15_dos08_rassifonseca.pdf
SANTANA, Maria das Graças,. A Reflexão na Prática Docente. UNIVEN, 1999. Disponível
em:http://www.univen.edu.br/revista/n010/A%20REFLEX%C3O%20NA%20PR%C1TICA
%20DOCENTE.pdf
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
Ementa
O Supervisionado é o espaço onde os discentes podem perceber possíveis contradições entre
a teoria e a prática, como se dá na prática a operacionalização de metodologias de ensino, bem
como a percepção do relacionamento professor-aluno de modo a construir o conhecimento. É
assim, por excelência, o espaço onde o discente terá os primeiros contatos com a profissão
docente.
Bibliografia Básica:
BITTENCOURT, Cirse. O saber histórico e a sala de aula. São Paulo: Contexto, 2001.
KARNALL,Leandro ( Org. ) História na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003.
MORIN, Edgard. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez. 2000
Bibliografia Complementar:
BRASIL, Ministério da Educação,Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental.
Brasília: Ministério, 1998.
CABRINI, Conceição. O ensino de História: uma revisão urgente. São Paulo: Brasiliense,
1994.
JOANILHO,André Luiz. História e Pratica: Pesquisa em sala de aula. Campinas: Mercado de
Letras, 1996.
FONSECA, Selma Guimarães. Os Caminhos da História Ensinada. São Paulo: Papirus, 2011.
SILVA, Marcos. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo estendido. São Paulo:
Papirus, 2006.
HISTÓRIA DAS IDEIAS POLÍTICAS
Ementa
A disciplina contempla, acima de tudo, as questões fundadoras da política na modernidade, a
partir de seus autores seminais e dos desdobramentos de seu ideário no processo de
construção do Estado Moderno e nas trilhas revolucionárias do Estado Liberal; outras
93
problemáticas contempladas resultam de concepções políticas versadas no conservadorismo,
no socialismo e demais filiações ideológicas.
Bibliografia Básica:
BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2003.
HEYWOOD, Andrew. Ideologias políticas. Vol. 1 e 2. São Paulo: Ática, 2010.
WEFFORT, Francisco C. (Org.) Os Clássicos da Política. Vol. 1 e 2. São Paulo: Ática, 2003.
Bibliografia Complementar:
ARISTÓTELES. A Política. Coleção Universidade. Rio de Janeiro: Tecnoprint, s/d.
BOBBIO, NORBERTO, O Futuro da Democracia, uma defesa das regras do Jogo. São Paulo:
Paz e Terra, 1986.
WEBER, Max. GERTH, H.H. e WRIGHT, C. Mills (Org.) Ensaios de sociologia. Editora
Rio de Janeiro: LTC, 1982.
HOBBES, Thomas. O leviatã ou matéria. Forma e poder de um estado eclesiástico e civil.
Coleção Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1997.
MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Martin Claret, 2003.
HISTÓRIA LOCAL
Ementa
A presente disciplina propõe um debate de questões teóricas e metodológicas da História
Regional e Local, assim como a origens e evolução da História Regional e Local; suas
especificidades, possibilidades, limites e fontes da pesquisa histórica regional e local. Se
preocupa também com o ensino de História Local e como deve ser inserida a temática na sala
de aula. Ainda visa discutir tópicos políticos, econômico e social da História do Noroeste
Fluminense de uma forma interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
BARROS, José D’Assunção. O Campo da História. Especialidades e abordagens. Petrópolis:
Vozes, 2005.
DINIZ, Dulce. O desenvolver de um município. Do Germinar à Frutificação. Rio de Janeiro:
Damadá, 1985.
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1996.
Bibliografia Complementar:
HENRIQUES, Porphirio. A terra da promissão. Rio de Janeiro: Aurora, 1956
PINTO, Dario Boechat. A miragem e a sereia. Itaperuna: Editora Samuel de Souza, 1983.
TEIXEIRA, Pedro. Bom Jesus o Itabapoana (1822-2002). Memorial da colonização do
município, da frustrada emancipação em 1890 e das eleições municipais. (1947-2000). Bom
Jesus do Itabapoana, Gráfica e Editora Bom Jesus, 2003.
JUVINO, Priscilla A. Couto ; SILVA, Elaine Borges da. Perpetuação da Elite Política do
Município de Bom Jesus do Itabapoana e sua Visão da Ditadura Militar. Seminário Nacional
Sociologia
e
Política
(Online),
v.
17,
p.
http://www.humanas.ufpr.br/site/evento/SociologiaPolitica/GTsONLINE/GT2/EixoIV/perpetuacao-elite-politica-Priscilla-e-Elaine.pdf . 2009.
PINHO, Leandro Garcia. Construindo a história local: uma análise dos discursos e registros
escritos sobre o passado da região Noroeste Fluminense no século XX. Caderno de resumos
& Anais do 2º. Seminário Nacional de História da Historiografia. A dinâmica do historicismo:
94
tradições historiográficas modernas. Ouro Preto: EdUFOP, 2008. (ISBN: 978-85-288-0057-9).
Disponível em: http://www.seminariodehistoria.ufop.br/seminariodehistoria2008/t/pinho.pdf
5º Período
HISTÓRIA DA AMÉRICA II
Ementa
A disciplina visa analisar e discutir o fim do período colonial e os movimentos de
independência na América até os dias atuais. Assim sendo, os conteúdos selecionados serão: a
América espanhola do século XIX e XX (formação dos Estados Nacionais, revoluções,
populismo, militarismo, democracia); os Estados Unidos no século XIX e XX (expansão,
fronteiras e democracia e globalização). Visa ainda refletir, a partir da produção
historiográfica, sobre os sentidos da história contemporânea da América.
Bibliografia Básica:
DIJK, Teun A. Van. Racismo e discurso na América Latina. São Paulo: Contexto, 2008.
PINKSY, Jayme (et. al.) História da América através de textos. São Paulo: Contexto, 2007.
ZIERER, Otto. História da América. Petrópolis: Vozes, 1964/5
Bibliografia Complementar:
DONADIO, Marcela; TIBILLETI, Maria de la Paz (Coord.). Atlas comparativo de la defensa
en América Latina y Caribe: edición 2012 – 1a ed. – Buenos Aires: RESDAL, 2012.
Disponível em :http://www.resdal.org.ar/
GOLVÊA, Maria de Fátima Silva. Revolução e independências: notas sobre o conceito e os
processos revolucionários na América espanhola. Revista de Estudos Históricos. Vol. 10. N.
20,
1997.
Site
da
Fundação
Getúlio
Vargas.
Disponível
em
http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2056/1195 Acesso em fevereiro
de 2013.
KARNAL, Leandro. Estados Unidos: a formação da Nação. São Paulo, Contexto, 2012.
Coleção Repensando a História.
______________ (Org). História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo:
contexto, 2007.
POZO, José Del. História da América Latina e do Caribe: Dos Processos de Independência
aos Dias Atuais. Petrópolis: Vozes, 2009.
HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA I
Ementa
A disciplina contempla conceitos, problemas e processos históricos que, cronologicamente, se
inserem nos séculos XVIII e XIX. Os temas abordados correspondem ao contexto daquilo que
o historiador britânico, Eric Hobsbawn, convencionou chamar de “Era das Revoluções”.
Bibliografia Básica:
FALCON, Francisco José Calazans. Iluminismo. FSJ. BV. 2009. Disponível em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508015139/pages/_1. Acesso em 12
dez, 2013.
95
HOBSBAWN, Eric. A Era das Revoluções: 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.
________________. A Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.
Bibliografia Complementar:
FALCON, Franciso; MOURA, Gerson. A Formação do Mundo Contemporâneo. São Paulo:
Campus, 1983.
FURET, François. Pensando a Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
MARQUES, Adhemar (et. alli). História Contemporânea Através de Textos. São Paulo:
Contexto, 2005.
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Martin
Claret, 2004.
THOMPSON, Paul. A Formação da Classe Operária Inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1997.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – (TCC I)
Ementa
Formulação do projeto de pesquisa do Trabalho de conclusão de Curso apoiado em métodos e
técnicas de pesquisa correspondentes, a partir das áreas de conhecimento do curso de História.
A disciplina tem como objetivo oferecer ajuda e estímulo teórico-metodológico complementar
à elaboração e execução do projeto de pesquisa. Haverá na segunda parte do curso a
apresentação dos projetos de TCC e debate sobre a problemática central das propostas, assim
como sugestões para uma melhor operacionalização do estudo.
Bibliografia Básica:
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2002.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humana. São Paulo: Perspectiva, 1990.
CERVO, A.M (Org.) Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
Bibliografia Complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação.Disponível em http://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/tse-norma-abnt-6023
Acesso em janeiro de 2014.
CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma introdução à História. 7. São Paulo: Brasiliense, 1988.
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
JUNIOR, Celso Ferrarezi. Guia do trabalho científico. Do projeto à redação final. São Paulo:
Contexto, 2011.
DEMO, Pedro. Pesquisa e informação qualitativa. Campinas: Papirus, 2012.
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS I
Ementa
Esta disciplina se propõe a apresentar os pressupostos teóricos, históricos, filosóficos,
sociológicos, pedagógicos e técnicos da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS – a qual se
constitui como sistema lingüístico das comunidades de pessoas surdas no Brasil, contribuindo
para a formação do professor, e para inclusão do Deficiente Auditivo no contexto escolar.
96
Bibliografia Básica:
BRASIL, GOVERNO FEDERAL. Decreto Federal nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005,
Brasília, 2005. DISPONÍVEL EM: http://www.cbsurdos.org.br/legislacao.htm
LUCHESI, M. R. C. Educação de pessoas surdas: Experiências vividas, histórias narradas.
Campinas:
Papirus,
2012.
Disponível
em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788530807283%20
SACKS, O.W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998.
Bibliografia Complementar:
DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento Educacional Especializado: pessoa com
surdes. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da.pdf
DICIONÁRIO BRASILEIRO DE LÍNGUA DE SINAIS. Disponível em:
http://www.acessobrasil.org.br/libras/
FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. Curitiba: Ibpex, 2011.
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (Org.) Libras conhecimento além dos sinais. Pearson.
2011.
RONICE, Muller Quadros; MAGALI L. P. S. Idéias para ensinar português para alunos
surdos.
–
Brasília
:
MEC,
SEESP,
2006.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/port_surdos.pdf
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
Ementa
O aprendizado através da observação docente e da prática em sala de aulas começa a ser
inserido no cotidiano do discente. Também se desenvolve a elaboração e produção de
material didático – Planejamento geral e específico do trabalho docente voltado para o ensino
de História. Busca-se a reflexão crítica da experiência do estágio supervisionado para o
aprimoramento do trabalho docente e discente.
Bibliografia Básica:
CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011.
FAZENDA,Ivani Catarina Arantes (et alli.). PICONENEZ, Stela (Coord.) A Prática de ensino
e o Estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 2010.
ZABALA, Antoni. A prática educativa:como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental.
Brasília: Ministério da Educação, 1998.
DALLA COSTA, Armando João. O ensino de história e suas linguagens. Curitiba: Ibpex,
2011.
FONSECA, Selva G. Didática e prática de ensino de história. Campinas: Papirus, 2010.
KARNALL, Leandro (Org.) História na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003.
MELO, Alessandro.Fundamentos socioculturais da educação.Curitiba: Ibpex, 2011.
HISTÓRIA DA ARTE I
Ementa
A disciplina de História da Arte propõe uma abordagem introdutória acerca dos processos
evolutivos da representação artística ao longo do desenvolvimento a cultura ocidental.
97
Mediante uma perspectiva que congrega a abordagem conjunta de elementos sócio-históricos
e formais, a disciplina de História da arte tem como enfoque a localização temporal dos
diversos estilos, tendências estéticas e escolas artísticas e suas relações com o quadro
histórico de que são resultado. Conhecer e discutir a relação entre arte e história; O conceito
de arte; Os estudos históricos e artísticos, os principais elementos e aspectos que marcaram as
Artes desde o período da Pré-História até a Idade Moderna.
Bibliografia Básica:
ARGAN, Julio César. Arte Moderna. 1992. São Paulo: Cia das Letras, 2010.
BATTISTONI FILHO, Duílio. Pequena História da Arte. Campinas: Papirus, 2012.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2001.
Bibliografia Complementar:
BOSI, Alfredo. Reflexão sobre a arte. São Paulo: Ática, 2000.
DANA, Arnold. Introdução à História da Arte. São Paulo: Ática, 2008.
GOMBRICH, E. H. A História da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
JANSON, H.W; JANSON, Anthony. Iniciação à História da Arte. Rio de Janeiro: Martins
Fontes, 2009.
NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da Arte. São Paulo: Ática, 2010.
HISTÓRIA DO BRASIL IV
Ementa
Da “revolução” de 1930 ao Estado Novo. Da “revolução” de 1930 ao Estado Novo - dos
fundamentos do modelo autoritário de Vargas ao processo de "redemocratização". O
período "democrático" e a experiência “populista” no Brasil. O nacional desenvolvimentismo:
A Política Externa Independente e a Guerra Fria. O segundo governo Vargas; Juscelino e o
nacional-desenvolvimentismo; Jango e o "estrangulamento" da experiência populista.
Relações Estado/sociedade, configuração partidária, movimento sindical e aspectos culturais.
O Regime militar: diretrizes políticas econômicas no período. Estado e sociedade Civil:
tendências no interior do Estado Maior e os governos militares. Repressão e Novo
Sindicalismo. A movimentação cultural do período. O difícil caminho da democratização no
Brasil: políticas econômicas e reflexos sociais. A evolução política de Figueiredo a FHC. Os
dilemas da democracia brasileira. A cultura e o cotidiano brasileiro no contexto de
redemocratização até os dias atuais.
Bibliografia Básica:
PENNA, Lincoln de Abreu. República Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
SKIDMORE, T. Brasil: de Getúlio Vargas a Castelo Branco. São Paulo: Paz e Terra, 1982
_____________. Brasil: de Castelo a Tancredo. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930. Historiografia e História. São Paulo: Brasiliense,
1987.
Bibliografia Complementar:
MENDONÇA, S. R; FONTES, Virgínia Maria. História do Brasil recente – 1964-1992. São
Paulo: Ática, 2006.
FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930. Historiografia e História. São Paulo: Brasiliense,
1987.
_____________. O pensamento nacionalista autoritário. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
98
FICO, Carlos. Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar. Revista Brasileira de
História. São Paulo, v. 24, no 47, p.29-60 – 2004 Disponível em
http://www.scielo.br/pdf/rbh/v24n47/a03v2447.pdf Acesso em 10 de agosto de 2013.
ZANELATTO João Henrique. Estado, Cultura e Identidade Nacional no Tempo de Vargas.
UNESC.
Disponível
em:
http://periodicos.unesc.net/index.php/historia/article/viewFile/418/427
PRÁTICA DE ENSINO V
Ementa
A disciplina tem como objetivo contribuir para a formação de profissional do ensino de
História para atuar no ensino básico, por intermédio de estudos que estabeleçam relações
entre os fundamentos da produção historiográfica e os da história ensinada. Além de abordar a
história da disciplina, no âmbito dos diferentes contextos das instituições escolares, tem como
proposta analisar currículos, programas, material didático, práticas escolares e representações
e ações do corpo docente no processo educativo brasileiro. Também aborda o estudo dos
princípios epistemológicos que norteiam o processo de ensino/aprendizagem em História,
incluindo o estudo da estrutura da educação brasileira, com ênfase nos aspectos legais,
estruturais e técnico-administrativos.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: história e
geografia. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Currículo Mínimo – História. Secretaria
de Estado de Educação, Rio de Janeiro, 2012.
RASSI, Marcos Antônio Caixeta. FONSECA, Selva Guimarães. Saberes docentes e práticas
de ensino de história na escola fundamental e média. João Pessoa, Revista de História,
número 15. Jul/dez 2006.
Bibliografia Complementar:
AVELAR, Alexandre de Sá. Os Desafios do Ensino de História: problemas, teorias e
métodos. Curitiba: Intersaberes, 2012.
COSTA, Valdelúcia Alves. Educação Escolar Inclusiva: demanda por uma sociedade
democrática. São Paulo: Revista do Centro de Educação. Número 22, 2003. Disponível em:
http://coralx.ufsm.br/revce/ceesp/2003/02/a2.htm
HOBSBAWN, Eric. Sobre a História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
MATTHEUS, Michael. História, filosofia e ensino de ciências: a tendência atual de
reaproximação. Cadernos de ensino de filosofia., v. 12, n. 3: p. 164-214, dez. 1995.
Disponível em: http://journal.ufsc.br/index.php/fisica/article/viewFile/7084/6555
PINSKY, Jaime (org.). O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 1992.
PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL
Ementa
O curso se propõe a discutir questões pertinentes ao campo de estudo do patrimônio histórico
e cultural no Brasil, enfatizando a riqueza de seu patrimônio, o processo de criação e
consolidação dos organismos de proteção ao patrimônio, os debates inerentes à preservação,
99
proteção, conservação, educação e gestão de bens culturais e as interfaces entre patrimônio,
memória, cultura, turismo e meio ambiente.
Bibliografia básica:
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2 Ed. Rio de
Janeiro: Editoria da FGV, 2004.
CASTRO, Sônia Rabello de. O Estado na preservação de bens culturais: o tombamento. Rio
de Janeiro: Renovar, 1991.
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. S. Paulo: Ed. da UNESP, Estação Liberdade,
2001.
Bibliografia complementar:
CURY, Isabelle. Cartas patrimoniais. 3. Ed. Rio de Janeiro: Edições do Patrimônio, 2004.
GIRAUDY, Daniele; BOUILHET, Henry. O museu e a vida. Ri o de Janeiro: Fundação
Nacional Pro - Memória; Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro - RS; Belo Horizonte:
UFMG - Escola de Biblioteconomia, 1990.
HORTA, Maria de Lourdes Parreiras, GRUNBERG, Evelina, MONTEIRO, Adriane Queiroz.
Guia básico de educação patrimonial. Brasília: IPHAN, Rio de Janeiro: Museu Imperial,
IPHAN, 1999.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Anais da I
Oficina de Pesquisa: A pesquisa histórica no IPHAN. Rio de Janeiro: COPEDOC, 2008.
OLIVEIRA, Lúcia Lippi. Cultura é patrimônio: um guia. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, 2008.
SIMÃO, Maria Cristina Rocha. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo
Horizonte: Autêntica, 2001.
6º Período
HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA II
Ementa
A disciplina contempla conceitos, problemas e processos históricos que,
cronologicamente, correspondem à segunda metade do período conhecido como História
Contemporânea. Nesse sentido, os temas abordados se inserem ao longo do século XX;
segue-se, portanto, uma sequência lógica iniciada com outra disciplina, ofertada no
semestre anterior sob o nome de História Contemporânea I.
Bibliografia básica:
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém : um relato sobre a banalidade do mal. São
Paulo: Cia das Letras, 1999.
HOBSBAWN, Eric. A Era dos Extremos: o Breve Século XX. São Paulo, Companhia das
Letras, 1995.
________________. A Era dos Impérios (1875-1914). São Paulo, Paz e Terra, 2001.
Bibliografia complementar:
BUADES, Josep M. A Guerra Civil espanhola. São Paulo: Contexto, 2013.
CHOMSKY, Noam. Contendo a democracia. Rio de Janeiro: Record, 2009.
HOBSBAWM, Eric. Globalização, Democracia e Terrorismo. São Paulo: Companhia das
letras, 2008.
MAGNOLI, Demétrio (Org.) História das guerras. São Paulo: Contexto, 2006.
100
SONDHAUS, Lawrence. A primeira guerra mundial. A história completa. São Paulo:
Contexto, 2013.
PRÁTICA DE ENSINO VI
Ementa
A presente disciplina visa realizar o estudo dos princípios epistemológicos que norteiam o
processo de ensino/aprendizagem em História. Além disso, se propõe abordar a história da
disciplina no âmbito dos diferentes contextos das instituições escolares. Desta forma,
trabalhar as abordagens às culturas africanas e indígenas no âmbito do ensino de História e
assim oportunizar ao alunos um pensamento reflexivo e voltado para a afirmação da
cidadania.
Bibliografia Básica:
CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo (Org.) Domínios da História Ensaios de teoria e
metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
AVELAR, Alexandre de Sá. Os Desafios do Ensino de História: problemas, teorias e métodos.
Curitiba: Intersaberes, 2012.
SILVA, Marcos. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo estendido. São Paulo: Papirus,
2006.
Bibliografia Complementar:
AQUINO, Maria Aparecida. O processo de Avaliação e o Ensino de História. São Paulo:
Mimeo, 2009.
CAVALCANTE, Maria do Espírito Santo Rosa. O Ensino de História e os Novos Paradigmas
de Avaliação. Congresso Internacional do Curso de História da UFG/Jataí:Historia e
Diversidade
Cultural.
2009.
Disponível
em:http://www.congressohistoriajatai.org/anais2009/doc%20(41).pdf
FONSECA, Selva G.Didática e prática de ensino de história. Campinas: Papirus, 2010.
FUNARI, Pedro Paulo & PIÑON, Ana (Orgs.). A Temática Indígena na Escola. São Paulo:
Contexto, 2011.
SANTANA, Maria das Graças,. A Reflexão na Prática Docente. UNIVEN, 1999.Disponível
em:http://www.univen.edu.br/revista/n010/A%20REFLEX%C3O%20NA%20PR%C1TICA
%20DOCENTE.pdf.
HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
Ementa
A presente disciplina busca discutir a legislação e conteúdo da Lei 10.639/03, que versa sobre
o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, ressalta a importância da cultura negra
na formação da sociedade brasileira. A Lei 10.639/03 propõe novas diretrizes curriculares
para o estudo da história e cultura afro-brasileira e africana. Nesse sentido, buscaremos
promover um debate capaz de apontar os principais pontos envolvendo a temática em questão.
Bem como, preparar os professores para trabalharem em sala de aula a cultura afro-brasileira
como constituinte e formadora da sociedade brasileira, na qual os negros são considerados
como sujeitos históricos, valorizando-se, portanto, o pensamento e as ideias de importantes
intelectuais negros brasileiros, a cultura (música, culinária, dança) e as religiões de matrizes
africanas.
101
Bibliografia Básica:
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. São Paulo: Global, 2006.
________________. Sobrados e Mucambos. São Paulo: Global, 2004.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio Editora,
1989.
Bibliografia Complementar:
BASTIDE, Roger. Brasil terra de contrastes. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1959.
BOSY, Alfredo. Cultura Brasileira: temas e situações. São Paulo: FSJ. BV, 2008. Disponível
em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508015788/pages/_1. Acesso
em: 6 dez. 2013.
DIWAN, Pietra. Raça Pura: uma história da eugenia no Brasil e no mundo. São Paulo, FSJ.
BV,
2007.
Disponível
em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443722/pages/_1. Acesso em: 7
dez, 2013.
GOMES, Mércio Pereira. Antropologia Hiperdialética. São Paulo: FSJ. BV. 2011. Disponível
em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572446433/pages/-2. Acesso
em: 7 dez, 2013.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura afro-brasileira. FSJ. BV. 2007. Disponível
em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443715/pages/_1. Acesso
em 7 dez, 2013.
HISTÓRIA DA ARTE II
Ementa
Abordagem dos diversos conceitos de arte e sua importância para o entendimento da história
do homem; A arte como forma de contestação ao sistema social vigente e como forma de
sugestão de novos padrões estéticos. Os estudos históricos e artísticos dos principais
elementos e aspectos que marcaram as Artes desde o século XIX até o período
Contemporâneo. A arte brasileira e suas implicações para um novo modelo de sociedade.
Bibliografia Básica:
DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas e Movimentos. São Paulo: Cosacnaif, 2011.
GOMBRICH, E. H. A História da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
BATTISTONI FILHO, Duílio. Pequena História da Arte. Campinas: Papirus, 2002.
Bibliografia Complementar:
BOSI,Alfredo. CHILVERS, Ian. Dicionário Oxford de Arte. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea. Uma introdução. São Paulo: Martins Fontes,
2005.
__________________. Teorias da arte. São Paulo: Martins Fontes. 2005.
REZENDE, Neide. A semana de arte moderna. São Paulo: Ática, 2008.
STANGOS, Nikos. Conceitos da arte moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS II
Ementa
Esta disciplina se propõe a apresentar os pressupostos teóricos-históricos, filosóficos,
sociológicos, pedagógicos, culturais e técnicos da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS – a
102
qual se constitui como sistema linguístico das comunidades de pessoas surdas no Brasil.
Aspectos culturais e sócio-interacionais entre os surdos e dos mesmo com os ouvintes.
Noções da linguística aplicada à LIBRAS e sua gramática, além de proporcionar condições
necessárias para a aquisição da LIBRAS a nível básico. Contribuindo para a formação do
professor, e para inclusão do Deficiente Auditivo no contexto escolar.
Bibliografia Básica:
BRASIL, GOVERNO FEDERAL. Decreto Federal nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005,
Brasília, 2005. DISPONÍVEL EM: http://www.cbsurdos.org.br/legislacao.htm
QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua
portuguesa. MEC: Brasília, 2004.
SACKS, O.W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998.
Bibliografia Complementar:
DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento Educacional Especializado: pessoa com
surdes. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da.pdf
Dicionário
Brasileiro
de
Língua
de
Sinais.
Disponível
em:
http://www.acessobrasil.org.br/libras/
FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. Curitiba: Editora Ibpex, 2011. Disponível em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788578388126
LUCHESI, M. R. C. Educação de pessoas surdas: Experiências vividas, histórias narradas. 4ª
ed. Campinas: Papirus, 2012. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788530807283%20
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (org.). Libras conhecimento além dos sinais. Pearson.
2011. Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576058786
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
Ementa
A disciplina favorece uma permanente reflexão em torno da Educação Brasileira e as
Legislações em vigor, evidenciando a pesquisa, os processos formativos e a análise dos
substratos das leis de ensino : 4.024/61, 5.540,/68, 5.692/71 e 7.044/82: ainda permite
a análise da Lei nº9.393/96, da Reorientação Curricular e da Formação dos
Profissionais da Educação e das disposições legais atinentes à situação atual de ensino.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF:
Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.
BRASIL, LDB. Lei 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível
em<www.mec.gov.br>. Acesso em: 17 Set 2010.
COSTA, Antonio Carlos Gomes, Escola Sem Sala de Aula. Campinas: Papirus, 2006.
Bibliografia Complementar:
DEMO, Pedro. A Nova LDB: Ranços e avanços. Campinas: Papirus, 2011.
CERVI, Rejane de Medeiros . Planejamento e Avaliação Educacional. Curitiba: Ibpex, 2008.
FURTADO, Júlio. Professor vida, morte e ressurreição. Rio de Janeiro: Wart Editora, 2010.
PILETTI, Nelson; ROSSATO, Geovanio. Educação básica – Da organização legal ao
cotidiano escolar. São Paulo: Editora Ática, 2010.
103
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Ementa
A disciplina prevê a elaboração do trabalho científico e/ou tecnológico, envolvendo temas
abrangidos pelo curso, capacitando com subsídios teóricos e metodológicos de pesquisa
necessários à elaboração do TCC. Desenvolvimento, elaboração e confecção do Trabalho de
Conclusão de Curso, na forma de artigo científico. Apresentação do TCC à banca
examinadora.
Bibliografia:
Indicada de acordo com o trabalho do orientando.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
Ementa
A prática de ensino de história naturaliza-se para o aluno. Experiência na prática docente;
Identidade docente; A história da disciplina no âmbito dos diferentes contextos das
instituições escolares; analisar currículos, programas, material didático, práticas escolares e
representações e ações do corpo docente no processo educativo brasileiro, com ênfase nos
aspectos legais, estruturais e técnico-administrativos.
Bibliografia Básica:
CUNHA,Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 2011.
FAZENDA,Ivani Catarina Arantes (et all.). PICONENEZ, Stela (Coord.) A Prática de ensino
e o Estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 2010.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, LDB. Lei 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível
em<www.mec.gov.br>. Acesso em: 17 Set 2010.
DALLA COSTA, Armando João. O ensino de história e suas linguagens. Curitiba: Ibpex,
2011
FONSECA, Selva G. Didática e prática de ensino de história. Campinas: Papirus, 2010.
KARNALL,Leandro ( Org. ) História na sala de aula. São Paulo. Contexto, 2003.
MELO, Alessandro.Fundamentos socioculturais da educação.Curitiba: Ibpex, 2011.
MUSEOLOGIA E ARQUIVOLOGIA
Ementa
A disciplina visa abordar os aspectos teóricos, metodológicos e princípios norteadores do
campo da museologia e da descrição arquivística. Trata da compreensão do surgimento e do
desenvolvimento da ideia de museu e do campo de conhecimento da museologia,
relacionando Museologia e o pensamento social brasileiro. Visa tratar de normas e padrões da
descrição arquivística, assim como da formação, registro, classificação, catalogação,
inventário e acondicionamento de coleções.
Bibliografia básica:
MORTARA, Adriana (org.) Museu: lugar do público. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009.
104
POULOT, Dominique. Museu e museologia. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
RODRIGUES, G. M.; COSTA, Marli Guedes. Arquivologia: configurações da pesquisa no
Brasil. Brasília: UNB, 2012.
Bibliografia complementar:
BRASIL. Ministério da Cultura. Política nacional de museus: relatório de gestão 2003-2006.
Brasília: MinC/IPHAN/DEMU, 2006. Disponível em: http://www.museus.gov.br/wpcontent/uploads/2010/02/relatorio_2003_2006_1.pdf Acesso em junho de 2015.
____________________. Conselho Nacional de Arquivos. NOBRADE: Norma Brasileira de
Descrição Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006. Disponível em:
http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/nobrade.pdf. Acesso em: junho
de 2015.
COHEN, Regina; DUARTE, Cristiane e BRASILEIRO, Alice. Acessibilidade a Museus.
Ministério da Cultura / Instituto Brasileiro de Museus. – Brasília, DF: MinC/Ibram, 2012.
(Cadernos Museológicos Vol.2) 190 p. Disponível em http://www.museus.gov.br/wpcontent/uploads/2013/07/acessibilidade_a_museu_miolo.pdf Acesso em junho de 2015.
GONÇALVES, José Reginaldo Santos. Antropologia dos objetos: coleções, museus e
patrimônio. Rio de Janeiro, 2007. 256p. (Museu, memória e cidadania) Disponível em
http://naui.ufsc.br/files/2010/09/antropologia_dos_objetos_V41.pdf Acesso em junho de
2015.
MORAES, Nilson Alves de. Políticas públicas, políticas culturais e museu no Brasil.
Museologia
e
Patrimônio.
Vol.
2,
No
1
(2009).
Disponível
em:
http://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/issue/view/6.
EDUCAÇÃO, CULTURA E DIREITOS HUMANOS
Ementa
A disciplina visa à formação de nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade ,
do respeito às diversidades e da tolerância, acerca da questão racial como tema da identidade
nacional. A constituição de alguns símbolos da nacionalidade. Os lugares e as posições de
poder de alguns grupos na sociedade brasileira. A questão negra e as relações raciais centrais.
Panorama socioantropológico dos modos como a identidade nacional e os seus símbolos
foram pensados. As identidades sociais, o contexto das mudanças pelas quais vem passando a
sociedade brasileira. As legislações em vigor sobre as etnias dos povos negros e indígenas,
especificamente as Leis 10.639, de 9 de janeiro de 2003 e 11.645, de 10 de março de 2008. O
curso será ministrado de forma pluridisciplinar, com aspectos e teorias de diferentes áreas das
Ciências Humanas e Sociais.
Bibliografia Básica:
BASTIDE, Roger. Antropologia Aplicada. São Paulo: Perspectiva, 1979.
LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense. 2007.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Chile: Paz e Terra. 1968.
Bibliografia Complementar:
GOMES, Mércio Pereira. Antropologia. São Paulo: FSJ. BV. 2011. Disponível em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443838/pages/_1.
___________________. Antropologia Hiperdialética.Antropologia. São Paulo: FSJ. BV.
2008. Disponível em
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572446433/pages/-2ges/_1.
105
____________________. Os Índios e o Brasil: presente, passado e futuro. São Paulo: FSJ.
BV.
2008.
Disponível
em:
http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572447423.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira. São Paulo: FSJ. BV. 2007.
Disponível em: http://fsj.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572443715/pages/_
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 23 dez., 1996.
_______. Lei Federal n° 10.639/03 in Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996.
_______. Lei Federal n° 11.645/08 in Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996.
_______. Resolução nº. 1, de 17 de junho de 2004, do CNE/MEC, que “institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro- Brasileira e Africana”.
_________. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Superando o racismo na escola. 2. ed. Brasília:
Ministério da educação, 2005. 204 p.(número de consulta: 379.260981 S959 2. ed. / 2005)
_________. Educação antirracista: caminhos abertos pela lei federal nº 10.639/03. Brasília:
106
4 Regimento das Atividades Complementares
Atividades Complementares
As atividades complementares são componentes curriculares obrigatórias dos Cursos
da Graduação do Centro Universitário São José de Itaperuna, doravante identificado pelo
conjunto de siglas: UNIFSJ. São práticas acadêmicas apresentadas sob múltiplos formatos,
tendo em vista essencialmente:
∆ Complementar o currículo pedagógico vigente.
∆ Ampliar os horizontes do conhecimento, bem como de sua prática para além da sala de
aula.
∆ Favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais.
∆ Favorecer a tomada de iniciativa nos alunos.
As atividades complementares são oportunidades para que os alunos tenham acesso ao
amplo espectro de conhecimento, ideias, problemas e metodologias e com isso possam
agregar à sua formação específica novas e diferentes perspectivas que darão maior valor e
melhores resultados ao seu futuro desempenho científico e profissional.
Assim, devem contemplar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, assegurando
o seu caráter interdisciplinar em relação às diversas áreas do conhecimento respeitando, no
entanto, o Projeto Político do Curso.
A efetiva participação dos alunos nas atividades complementares contribui para uma
formação geral, para a capacidade de análise dos problemas humanos, dos aspectos
concernentes ao seu processo de formação profissional e de cidadãos, capacitando-os ao
exercício da aprendizagem continuada e ao aprimoramento da postura ética, formação
humanística e generalista e à consciência das suas responsabilidades sociais.
Com base na peculiaridade das atividades, considerar-se-á:
Atividades de FORMAÇÃO ACADÊMICA DE ENSINO: participação em projetos de
monitoria de disciplinas que integram o elenco do curso, a participação em seminários de integração
107
extraclasse em que temas relevantes para a área do curso são abordados, disciplinas eletivas,
seminários, jornadas, eventos, simpósios, cursos em instituições devidamente reconhecidas pelo
CENICE, grupos de estudos utilizando-se a interdisciplinaridade.
Atividades de FORMAÇÃO ACADÊMICA DE PESQUISA: contemplam a participação em
projetos de iniciação científica e a publicação de trabalhos em periódicos ou em anais de congressos,
estágios voluntários em pesquisa, participação em programa de iniciação científica, apresentação de
trabalho em congresso e eventos científicos.
Atividades de FORMAÇÃO ACADÊMICA DE EXTENSÃO: participação em programas e
projetos de extensão, seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização
e similares. Além disso, a participação em estágios extracurriculares (estágios não obrigatórios) e a
representação estudantil em colegiados de cursos, plenário de departamento e colegiados superiores
são contabilizados como atividades complementares.
Entende-se que a participação do aluno no fazer acadêmico é de grande importância
para sua formação. Os cursos de graduação têm como responsabilidade, além da formação
profissional, a formação de cidadãos.
NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS
Art. 1º As atividades complementares têm como objetivo incentivar o aluno a
participar de experiências diversificadas que contribuam para a sua formação humana e
profissional, atendendo às Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas ao Curso de Nível
Superior oferecido pelo UNIFSJ.
CAPÍTULO II
DO ÓRGÃO RESPONSÁVEL
Art. 2º A Coordenação do Curso é responsável pela análise, julgamento, avaliação e
validação das atividades complementares realizadas pelos acadêmicos dos cursos do UNIFSJ,
devendo repassar as informações catalogadas ao secretário responsável pela secretaria
acadêmica para o arquivamento/registro destas e cômputo da carga horária.
108
CAPÍTULO III
DAS NORMAS
Art. 3º Serão consideradas apenas as atividades com temas pertinentes que
complementem a estrutura curricular dos cursos, assim como temas transversais
(sustentabilidade, diversidade, direitos humanos, sociopolíticos e outros).
Art. 4º Todas as atividades consideradas como complementares devem ser
obrigatoriamente comprovadas. O processo se dará da seguinte forma:
§ 1 - O acadêmico deverá solicitar e preencher o TERMO DE COMPROMISSO DE
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – fornecido pela Coordenação do respectivo Curso.
§ 2 - A validação dar-se-á mediante preenchimento de formulário de requerimento das
atividades complementares, com as respectivas cópias de originais comprobatórias das
atividades complementares, para avaliação e posterior deferimento pela coordenação.
§ 3 - Após deferimento ou indeferimento, a coordenação do curso emitirá e
encaminhará parecer a Coordenação do CENICE, com cópia para a secretaria acadêmica que
se responsabilizará pelo arquivamento e registro da carga horária das atividades
complementares realizadas.
Art. 5º O acadêmico deverá acumular carga horária descrita na matriz curricular do seu
Curso, em atividades complementares reconhecidas pela Coordenação do Curso de Graduação
correspondente, contabilizando no máximo 30 horas em cada tipo de atividade (conforme lista
de atividades do Art. 7º).
§ 1 - As atividades reconhecidas pela Coordenação deverão estar em consonância com
os Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação, com base nas normas estabelecidas neste
regimento.
§ 2 – As horas excedentes serão desconsideradas do cômputo total da carga horária das
atividades complementares
Art. 6º As atividades complementares devem ser realizadas durante o período em que
o aluno esteja regularmente matriculado nos Cursos de Graduação.
Art. 7º Os licenciandos ingressantes nos Cursos de Graduação através de transferência
ou reingresso ficam sujeitos ao cumprimento da carga horária estabelecida para as atividades
complementares, podendo solicitar o cômputo da carga horária atribuída pela instituição de
109
origem a essas atividades, observadas as seguintes condições:
§ 1 - A compatibilidade das Atividades Complementares estabelecidas pela instituição
de origem com as estabelecidas neste Regulamento.
§ 2 - A carga horária atribuída pela instituição de origem e a conferida por este
regulamento a atividades idênticas ou congêneres.
CAPÍTULO IV
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 8º As atividades complementares, bem como o número de horas computadas,
estão listadas e enumeradas abaixo.
§1- Apresentação de trabalho em congresso, seminário, simpósio, salão de iniciação
científica e similar, local, regional, nacional e internacional
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: para apresentação
de trabalhos sob a forma de pôster e/ou banner sem publicação em anais, periódicos e revistas
especializadas (10 horas), pôster com publicação em anais periódicos e revistas especializadas
(20 horas), apresentação oral sem publicação em anais periódicos e revistas especializadas (20
horas) e com publicação (30 horas). Para eventos Internacionais acrescentam-se 20 horas na
pontuação específica.
§2- Publicações de artigo científico completo (artigo efetivamente publicado ou com
aceite final de publicação) em periódico especializado, com comissão editorial, sem a
necessidade de ser o primeiro autor
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada publicação
equivale a 30 horas.
§3- Autor ou coautor de capítulo de livro (relacionado aos objetivos do curso)
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: Cada publicação
equivale a 30 horas.
§4- Participação, como membro efetivo, em eventos científicos promovidos pelo
UNIFSJ: semana acadêmica, cultural (ou equivalente), seminário, jornada, fórum, congresso,
encontro, apresentação e/ou defesa pública de trabalho de conclusão de curso, artigos,
110
monografia, dissertação e tese.
O número de horas computadas para atividades complementares será de 01 (uma) hora
para cada hora de evento.
Em relação aos eventos para os quais não for determinado previamente o número de
horas a ser computado para atividades complementares, o número de horas equivalentes será
analisado e definido pela Coordenação do Curso correspondente.
§5- Participação, como membro efetivo, em eventos científicos promovidos por
instituições reconhecidas pela coordenação: semana acadêmica, cultural (ou equivalente),
seminário, jornada, fórum, congresso, encontro, apresentação e/ou defesa pública de trabalho
de conclusão de curso, artigos, monografia, dissertação e tese.
O número de horas computadas para atividades complementares será de 02 (duas)
horas para cada hora de evento.
Em relação aos eventos para os quais não for determinado previamente o número de
horas a ser computado para atividades complementares, o número de horas equivalentes será
analisado e definido pela Coordenação dos Cursos.
§6- Participação, como membro efetivo, em disciplinas extracurriculares e/ou cursos
de nível superior (cursos de extensão universitária, cursos dirigidos especificamente a
acadêmicos e profissionais de nível superior da área correlata), promovidos pelo UNIFSJ.
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora
realizada equivale a uma hora de atividade complementar.
§7- Participação, como membro efetivo, em disciplinas extracurriculares e/ou cursos
de nível superior (cursos de extensão universitária, cursos dirigidos especificamente a
acadêmicos e profissionais de nível superior da área correlata), promovidos por instituições
reconhecidas pela Coordenação
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora
realizada equivale a duas horas de atividade complementar.
§8- Atuação como monitor em disciplinas do Curso de Formação - Ensino
Fundamental a partir do 6º ano e Ensino Médio - (mínimo de um semestre completo)
111
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora
realizada de monitoria equivale a uma hora de atividade complementar.
§9- Atuação como monitor em outras instituições de ensino
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora
realizada de monitoria equivale uma hora de atividade complementar.
§10- Estágio não obrigatório, remunerado ou não, realizado sob supervisão do
professor ou de outras instituições reconhecidas pela Coordenação do Curso
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada duas horas
realizadas equivalem a uma hora de atividade complementar.
§11- Ministrar Curso de Extensão, oficina ou evento de cunho de extensão
reconhecido pela Coordenação
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora de
curso ministrado e/ou horas apresentadas em certificado equivalem a duas horas de atividade
complementar.
§12- Participação em atividade de extensão/ação comunitária, reconhecida pela
Coordenação de Curso.
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: cada uma hora
realizada equivale a uma hora de atividade complementar.
§13-Participação em pesquisa, com ou sem bolsa de iniciação científica, com
pesquisador ou grupo de pesquisa/instituição reconhecida pela Coordenação do Curso
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: 10 horas por mês
de participação em pesquisa ou horas constantes no certificado.
§14- Participação em comissões (organização de eventos – Semanas Acadêmicas,
Semanas de Iniciação Científica etc.), colegiados (Diretório Acadêmico, Conselhos e
Comissão de Avaliação e de Divulgação)
Horas de atividades complementares computadas pela Coordenação: horas constantes
no certificado.
§15- Participação em cursos preparatórios para concursos (na área de formação e
cursos em Língua Estrangeira)
112
Horas de atividades complementares computadas pela coordenação: horas constantes
no certificado limitado a 20 horas.
§16- Publicação de matéria, artigo de opinião dentre outros gêneros de cunho
informativo em jornais acadêmicos ou revistas especializadas com registro de ISSN.
Horas de atividades complementares computadas pela coordenação: cada matéria, artigo ou outro
gênero de divulgação equivale a 20 horas.
§17- Participação como membro de expediente em material de cunho informativo com
registro de ISSN (revisor, diagramador, fotógrafo e outros)
Horas de atividades complementares computadas pela coordenação: cada participação
equivale a 10 horas.
§18- Participação em eventos culturais recomendados e/ou reconhecidos pela
coordenação do UNIFSJ
5 horas para cada participação (público); 10 horas para cada participação direta no
evento (ator, co-autor, músico etc.)
§19- Casos específicos de atividades não contempladas na lista anterior serão
avaliados pelas respectivas Coordenações dos Cursos de Graduação.
113
CAPÍTULO V
DA APRESENTAÇÃO SISTÊMICA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art.9º-A documentação
comprobatória
das
atividades
complementares
está
estabelecida abaixo com base no Artigo 8º deste regimento:
Parágrafo
Atividade
Ação
§1
Participação e/ou
Apresentação de trabalho
em congresso, seminário,
simpósio, salão de
iniciação científica e
similar, local, regional,
nacional e internacional
Apresentação de trabalhos sob
a forma de Pôster e/ou Banner
sem publicação em Anais,
periódicos e revistas
especializadas
Apresentação de Pôster e/ou
Banner com publicação em
Anais periódicos e revistas
especializadas
§3
Autor ou coautor de
capítulo de livro
(relacionado aos
objetivos do curso)
Certificado ou
documento equivalente
20 horas
20 horas
Certificado ou
documento equivalente
30 horas
Cópia da publicação,
declaração ou
documento equivalente
Para participação em Eventos
Internacionais
Acrescentar 20 horas na
pontuação específica
Certificado ou
documento equivalente
Para cada publicação
30 horas
Cópia da publicação,
declaração ou
documento equivalente
Para cada publicação
30 horas
Cópia da publicação,
declaração ou
documento equivalente
Com publicação
Publicações de artigo
científico completo
(artigo efetivamente
publicado ou com aceite
final de publicação) em
periódico especializado,
com comissão editorial,
sem a necessidade de ser
o primeiro autor
10 horas
Documentação a ser
apresentada
Cópia da publicação,
declaração ou
documento equivalente
Apresentação oral sem
publicação em Anais
periódicos e revistas
especializadas e
§2
Carga Horária
Correspondente
114
§4
Participação, como
membro efetivo, em
eventos científicos
promovidos pelo
UNIFSJ: semana
acadêmica, cultural (ou
equivalente), seminário,
jornada, fórum,
congresso, encontro,
apresentação e/ou defesa
pública de trabalho de
conclusão de curso,
artigos, monografia,
dissertação e tese
Para cada hora de evento
01 (uma) hora para cada
hora de evento
Em relação aos eventos
para os quais não for
determinado previamente
o número de horas a ser
computado para
atividades
complementares, o
número de horas
equivalentes será
analisado e definido pela
Coordenação do Curso
correspondente
§6
Certificado ou
documento equivalente
Participação, como
membro efetivo, em
eventos científicos
Para cada hora de evento
promovidos por
instituições reconhecidas
pela coordenação:
semana acadêmica,
cultural (ou equivalente),
seminário, jornada,
fórum, congresso,
encontro, apresentação
e/ou defesa pública de
trabalho de conclusão de
curso, artigos,
monografia, dissertação e
tese
01 (uma) horas para cada Certificado ou
hora de evento
documento equivalente
Em relação aos eventos
para os quais não for
determinado previamente
o número de horas a ser
computado para
atividades
complementares, o
número de horas
equivalente será
analisado e definido pela
Coordenação dos Cursos
§7
Participação, como
membro efetivo, em
disciplinas
extracurriculares e/ou
cursos de nível superior
Certificado ou
documento equivalente
Certificado ou
documento equivalente
Para cada uma hora realizada
Equivale 2 (duas) horas
para cada hora de
atividade complementar
Certificado ou
documento equivalente
115
(cursos de extensão
universitária, cursos
dirigidos especificamente
a acadêmicos e
profissionais de nível
superior da área
correlata), promovidos
por instituições
reconhecidas pela
Coordenação
§8
Atuação como monitor
em disciplinas do Curso
de Formação - Ensino
Fundamental a partir do
6º ano e Ensino Médio (mínimo de um semestre
completo)
Para cada uma hora realizada
de monitoria
Equivale uma hora de
atividade complementar.
Certificado ou
documento equivalente
da Coordenação
§9
Atuação como monitor
em outras instituições de
ensino
Para cada uma hora realizada
de monitoria
Equivale uma hora de
atividade complementar.
Certificado ou
documento equivalente
da Coordenação
§10
Estágio não obrigatório, Para cada duas horas realizadas Equivalem a uma hora de Certificado ou
atividade complementar. documento equivalente
remunerado ou não,
realizado sob supervisão
do professor ou de outras
instituições reconhecidas
pela Coordenação do
Curso
§11
§12
Ministrar Curso de
Extensão, oficina ou
evento de cunho de
extensão reconhecido
pela Coordenação
Para cada uma hora de curso
ministrado e/ou horas
apresentadas em certificado
Participação em atividade Para cada uma hora realizada
de extensão/ação
comunitária, reconhecida
pela Coordenação de
Curso
Equivalem a duas horas
de atividade
complementar.
Certificado ou
documento equivalente
da Coordenação
Equivale a uma hora de
atividade complementar.
Certificado ou
documento equivalente
116
§13
Participação em
pesquisa, com ou sem
bolsa de iniciação
científica, com
pesquisador ou grupo de
pesquisa/instituição
reconhecida pela
Coordenação do Curso
§14
Participação em
Horas constantes no certificado Ver certificado
comissões (organização
de eventos – Semanas
Acadêmicas, Semanas de
Iniciação Científica etc),
colegiados (Diretório
Acadêmico, Conselhos e
Comissão de Avaliação e
de Divulgação)
Certificado ou
documento equivalente
§15
Participação em cursos
preparatórios para
concursos (na área de
formação e cursos em
Língua Estrangeira)
Horas constantes no certificado 20 horas.
limitado a 20 horas
Certificado ou
documento equivalente
da Coordenação
§16
Publicação de matéria,
artigo de opinião dentre
outros gêneros de cunho
informativo em jornais
Acadêmicos ou revistas
especializadas com
registro de ISSN
Para cada matéria, artigo ou
outro gênero de divulgação
20 horas.
Cópia da publicação,
declaração ou
documento equivalente
§17
Participação como
membro de expediente
em material de cunho
informativo com registro
de ISSN (revisor,
diagramador, fotógrafo e
outros)
Para cada participação
10 horas
Certificado ou
documento equivalente
da coordenação
Para cada participação
(público)
5 horas
Participação em evento
culturais recomendados
10 horas por mês de
participação em pesquisa ou
horas constantes no certificado
Equivale a 10 horas no
máximo/mês
Certificado ou
documento equivalente
da Coordenação do
CENICE
Certificado ou
documento equivalente
117
§18
e/ou reconhecidos pela
coordenação do UNIFSJ
Para cada participação direta
no evento (ator, co-autor,
músico etc)
da Coordenação
10 horas
Art.10- Este Regimento, que Normatiza as Atividades Complementares do Centro
Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ, entra em vigor na data de sua publicação.
Parágrafo único: deverá ser respeitado, como caso extraordinário de exceção, os casos
de Cursos em andamento, bem como os iniciados anteriormente à data desta publicação,
podendo o coordenador se aproveitar das normas contidas neste documento para a elaboração
de uma planilha/formulário de registro.
Itaperuna, 22 de agosto de 2011
Conselho Superior
Centro Universitário São José de Itaperuna
118
5 Regulamento de Estágio Supervisionado
PLANO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
1 INTRODUÇÃO:
O objetivo deste é dar informações que direcionem as atividades do Estágio
Supervisionado na habilitação em História, que deverão ser desenvolvidas pelos alunos do
Centro Universitário São José de Itaperuna – UNIFSJ.
As atividades aqui propostas deverão ser planejadas, executadas e avaliadas
pelos estagiários e professor supervisor do estágio. O que se busca é ressaltar as vozes
daqueles que se engajam num processo de formação profissional, que podem contribuir
trocando experiências e estabelecer um diálogo entre teoria e prática, entre os participantes do
processo ensino-aprendizagem.
2 JUSTIFICATIVA:
O Centro Universitário São José de Itaperuna, em sua missão de produzir
conhecimento e formar profissionais competentes e críticos para o magistério do Ensino
Fundamental e do Ensino Médio, deve proporcionar a esses licenciandos meios para que haja
um espaço para o exercício da prática pedagógica supervisionada pelo professor de estágio. O
estágio é o espaço privilegiado na formação dos professores, para que eles percebam possíveis
contradições entre teoria e prática, como se dá na prática a operacionalização de metodologias
de ensino, como, na sala de aula, as relações professor-aluno se estabelecem, de modo que
haja a construção do conhecimento.
A formação dos professores de História não podem abstrair do momento em que os
estagiários participam das atividades de uma sala de aula real, onde possam vivenciar as
reações e atuações profissionais em exercício: de suas observações e co-participações com o
trabalho dos mestres; de entrevistas com esses profissionais e com seus alunos para saber de
suas dificuldades no desempenho de suas tarefas; de organização de atividades e aulas que
levem os alunos a participarem bem como tomarem posicionamentos críticos. O que se
pretende é formar profissionais capazes de contribuir para o encaminhamento de questões
119
presentes na prática pedagógica, como a construção do conhecimento através da interação
professor e aluno, a formação de cidadãos críticos cientes da importância de sua ação no
contexto social.
Diante de tudo isso, o curso de História, através do professor de Estágio
Supervisionado, estruturou o presente projeto de estágio de modo a atender os anseios da
Instituição e dos licenciandos, de modo que o estágio seja constituído de experiências
relevantes para que o futuro professor possa desempenhar sua tarefa de educador em qualquer
contexto educacional.
3 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO:
3.1 OBJETIVOS GERAIS:
•
Oportunizar aos licenciandos um momento para o estabelecimento do diálogo entre
teoria e prática que vem permeando a sua formação e a prática pedagógica.
•
Consolidar a formação dos professores de História.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
•
desenvolver nos licenciandos a habilidade de trabalhar com crianças e e jovens no
ensino de História;
•
oportunizar o espaço para observação da prática pedagógica dos professores do Ensino
Fundamental e do Ensino Médio, para co-participar dessa atividade e , no final,
ministrar aulas nessas turmas;
•
levar os licenciandos a participar do projeto de reforço escolar para os alunos da
Instituição de Educação Básica públicas e/ou privadas, sob a orientação do professor
supervisor de estágio;
•
desenvolver novas sugestões metodológicas para o ensino de História no Ensino
Fundamental e no Ensino Médio.
4 NORMAS GERAIS DO ESTÁGIO:
a) O estágio ocorrerá no 4º, no 5º e no 6º Período e deverá estar voltado para as
atividades relacionadas à Instituição de Ensino onde será realizado o Estágio.
b) O licenciando que desejar desenvolver atividades pedagógicas em outras
Instituições de Ensino, poderá fazê-lo e trazer reflexões e experiências desses outros espaços
120
para que sejam somadas às vividas no Centro Universitário.
c) A carga horária será: 120 horas para o 4º Período; 140 horas para o 5º Período e 140
horas para o 6º Período.
d) As atividades propostas pela coordenação do estágio deverão ser cumpridas
obrigatoriamente pelo estagiário.
e) Todos os documentos relativos ao estágio deverão ser preenchidos e entregues na
data prevista.
f) É de total responsabilidade do licenciando a autenticidade das informações contidas
nos relatórios.
g) No caso de falta às atividades previstas, o estagiário deverá justificar, por escrito,
num prazo de setenta e duas horas para que a Coordenação do Estágio analise e tome as
providências cabíveis.
h) As normas acima relacionadas poderão sofrer alterações sempre que os dispositivos
legais assim o exigirem.
5 COMPETÊNCIA DO PROFESSOR SUPERVISOR:
O professor supervisor deverá orientar os licenciandos no período do estágio. Eles
deverão coordenar as atividades organizadas pelos estagiários no planejamento de atividades
pedagógicas, na organização de eventos oficinas, seminários, etc., bem como na redação de
relatórios. Os professores supervisores são elementos de ligação entre os estagiários e o
Centro Universitário.
6 DEVERES DOS LICENCIANDOS:
É de competência dos licenciandos:
•
cumprir em sua totalidade as horas destinadas ao estágio, participar de atividades
variadas para perceber a amplitude de atividades e ação do professor de História;
•
ter atitude de respeito aos professores, alunos, colegas e todos aqueles envolvidos nas
atividades de estágio;
•
ter atitude de cooperação ao desenvolver as tarefas propostas, considerando a
importância de sua participação para sua própria formação;
121
•
preencher a ficha de identificação e manter constantemente atualizado o registro de
frequência;
•
comparecer aos encontros que se façam necessários para sanar dúvidas;
•
elaborar relatório das atividades desenvolvidas e apresentá-los ao professor supervisor
na data estabelecida, devidamente digitados;
•
observar os princípios de ética profissional, mantendo sigilo quanto aos problemas que
venha a conhecer no local do estágio, comportando-se de forma discreta;
•
cumprir os prazos de entrega de documentos que comprovem os estágios.
7 AVALIAÇÃO:
Os licenciandos serão avaliados na frequência, na participação da organização e
desenvolvimento de atividades, na observação, na co-participação e nas aulas ministradas em
turmas de Ensino Fundamental e de Ensino Médio.
A avaliação será durante o processo e no final de cada etapa.
122
TERMO DE COMPROMISSO COM AS NORMAS DE REGULAMENTO DO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Eu _____________________________________________regularmente matriculado
no Curso de História,_______Período, habilitação _______________________, matrícula nº
_________________, do Centro Universitário São José de Itaperuna, comprometo-me a
cumprir a carga horária de Estágio Supervisionado, de acordo com a Lei nº 11.788, de 25 de
setembro de 2008, do Regulamento de Estágio Supervisionado e da Proposta Pedagógica
desta Instituição de Ensino.
Itaperuna, _____ de ______________ de _____________
_________________________________________________________
Estagiário(a)
123
TERMO DE COMPROMISSO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
IDENTIFICAÇÃO DO ESTAGIÁRIO
Nome: ___________________________________________________________________
UNIFSJ – Centro Universitário São José de Itaperuna
Curso: História
Escola:___________________________________________________________________
Professor da Escola/orientador do Estágio: ____________________________________
Direção da Escola: _________________________________________________________
Turmas: ________________________________________________________________
Dias da semana: ___________________________________________________________
Horário: _________________________________________________________________
Pelo presente TERMO DE COMPROMISSO, declaro estar ciente de que o convênio firmado nos termos da
Lei e do Decreto entre a FSJ e assegura-me o direito de realizar estágio compatível com o meu Curso Habilitação em
estabelecimento de ensino da rede oficial, sem qualquer vínculo empregatício.
Declaro, também, estar ciente de que devo atender às seguintes disposições reguladoras do estágio:
O estudante se obriga a estagiar__________ horas dia, no horário de ___________________,
totalizando_____________horas de estágio.
• O Estagiário deverá cumprir as normas internas do estabelecimento de ensino, especialmente as que
resguardam o sigilo e a veiculação de informações a que tenha acesso em decorrência do estágio.
• O Estagiário deverá planejar e registrar as atividades de estágio na forma e padrões estabelecidos,
conjuntamente, pelo professor de História e pela professora responsável pela disciplina Estágio
Supervisionado (UNIFSJ).
• O Estagiário terá acesso às instalações, aos recursos materiais, instrucionais e tecnológicos do
estabelecimento de ensino, previstos no planejamento de atividades, desde que autorizado pelo professor
responsável.
• O desligamento do Estagiário ocorrerá, automaticamente, ao término do estágio, ou durante a sua realização,
nos seguintes casos:
a) a pedido do estagiário;
b) pela interrupção do curso na instituição de ensino superior
c) pelo não cumprimento, sem motivo justificado, em 25% (vinte e cinco por cento) da duração estipulada
para o estágio.
• O Estagiário terá direito a receber os documentos relativos ao estágio, ao término deste.
•
Itaperuna______de_______________de __________.
_________________________________________
Direção da Escola
(assinatura e carimbo)
_________________________________
Estagiário(a)
_____________________________________
________________________
Professora responsável pela disciplina
Estágio Supervisionado – UNIFSJ
Coordenador do Curso de História
UNIFSJ
124
CARTA DE APRESENTAÇÃO
O Centro Universitário São José de Itaperuna tem como função, através do Curso de
História, formar cidadãos críticos e dinâmicos para o mercado de trabalho, através de uma
prática de estágio contextualizada e comprometida com a transformação social, no qual a
formação profissional, a responsabilidade a ética e a práxis visam a promover o
desenvolvimento humano e o bem estar social.
Para cumprir as exigência legais e pedagógicas, o centro Universitário São José de
Itaperuna, por meio do Núcleo de Estágios Supervisionados, neste documento representado,
vem com muita satisfação APRESENTAR o(a) aluno(a) ___________________________,
devidamente matriculado no Curso de História, habilitação ________________________, sob
nº de matrícula ____________, em condições de estagiar nessa Instituição de Ensino e
SOLICITAR que lhe seja concedida a oportunidade de horas de Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório na Formação Docente.
De acordo com a Lei Nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 os estágios curriculares do
curso de História devem ser considerados como um vínculo educativo-profissionalizante,
supervisionado e desenvolvido como parte do projeto pedagógico do curso e pré-requisito
para aprovação e obtenção do diploma; devem ser planejados, executados, acompanhados e
avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se
constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de
aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano.
Na oportunidade, agradecemos antecipadamente o seu apoio como parceiro dessa
Instituição, colocamo-nos a sua disposição e informamos que o(a) aluno(a) está inscrito(a) no
Fundo e Cobertura de Acidentes Pessoais do Centro Universitário São José de Itaperuna.
Cordialmente,
Itaperuna, _____ de ________________ de __________.
___________________________________________________
Professora do Estágio Supervisionado
125
FICHA DE DADOS CADASTRAIS DO ALUNO
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
1
Dados Pessoais
Nome: ___________________________________________________________________
Curso:_________________________Habilitação:_________________________________
Endereço:_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
Telefones: ___________________ /_________________
Email:______________________________
2 Dados Profissionais
2,1 Situação pessoal quanto às atividades profissionais:
( ) Exerce atividades profissionais;
( ) Não exerce atividades profissionais.
2.1.1 Na hipótese de exercer atividades profissionais:
( ) com vínculo empregatício;
( ) sem vínculo empregatício;
( ) em áreas relacionadas com a docência;
( ) em áreas não relacionadas com a docência.
3 Local de trabalho (caso seja profissional de ensino):
Instituição: ____________________________________________________________________
Horário de trabalho: ______________________________________________________________
Tempo em que se encontra empregado nesta Instituição: _________________________________
Funções que exerce atualmente nessa Instituição: _______________________________________
Citar a(s) disciplina(s) e a(s) série(s) em que já trabalhou ou em que atualmente trabalha:
___________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
Observações:
3.1. As informações acima devem ser documentalmente comprovadas, inclusive através de carta-relatório
assinadas por dirigentes da Instituição (carimbo e assinatura);
2 Caso o aluno pretenda que as atividades que exerce como docente, no mesmo período em que ocorra o estágio,
sejam consideradas válidas como estágio profissional, as informações acima devem ser pormenorizadas em
relatório especial. Desta forma, as horas exercidas em atividades docentes (somente a regência) especificadas em
Língua Portuguesa e/ou Língua Inglesa/Espanhola serão entendidas como 30 % do Estágio Supervisionado em
História ou seja, 42 horas totais, desde que o aluno tenha a partir de 1 ano de exercício.
126
4 Dados sobre o Estágio Supervisionado em História
( ) Há disponibilidade de horário para estágio;
( ) Não há disponibilidade de horário para estágio.
4.1 Havendo possibilidade:
Dias da semana: _______________________________________________
Horário:______________________________________________________
4.1.1 Instituição em que realizará o estágio:
Instituição:_______________________________________________________________
Endereço: _________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
Setor de Atividade: _________________________________________________________
Coordenador: ______________________________________________________________
Área de Estágio: ___________________________________________________________
Período em que se realizará o Estágio: __________________________________________
5 Dados do Centro Universitário São José de Itaperuna:
5.1 Professora Orientadora: _______________________________________________
5.2 Documentação relativa ao Estágio:
( ) já endereçada carta e correspondente documentação à Instituição indicada pelo aluno;
( ) já encaminhamos à Profª. __________________________________________________
documentos anexados pelo aluno sobre atividades profissionais já exercidas relacionadas com
a Licenciatura em História, para emissão de Parecer.
127
TERMO DE ACEITE
DE:
COLÉGIO: _______________________________________________________________
ENDEREÇO:________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
TELEFONE:______________________________________
EMAIL:__________________________________________
PARA:
Centro Universitário São José de Itaperuna
Rua Major Porphírio Henrique, nº ______, Centro, Itaperuna, RJ – CEP – 28300000
Assunto: Comunicado de aceitação de estágio
Informamos a V. ________________________________________________,aluno do
_____ Período do Curso de História, habilitação ________________________, dessa Instituição,
foi aceito(a) neste Colégio como estagiário(a), podendo realizar suas atividades de Estágio
Supervisionado do Curso de História, nas modalidades de observação ou regência de acordo
com o horário de aulas para o ano letivo de ____________ e para fins de cumprimento das
exigências legais para formação de professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
Ressaltamos o direito desta instituição de ensino interromper tal atividade, quando for julgado
necessário ou útil para o bom andamento das aulas. Nesse caso, deve tal situação ser
imediatamente comunicada ao Coordenador do Estágio, na faculdade, para fins de controle e de
outras providências que não venham prejudicar o(a) estagiário(a), no cumprimento de suas
obrigações curriculares.
Os(as) professores(as) abaixo relacionados(as) estarão autorizados a ceder espaço para a
realização de tais atividades em suas disciplinas de __________________________, a partir de
_____/_____/__________.
1
2
Atenciosamente,
Professor:_______________________________________________________________
Disciplina: __________________________________________________________
Professor:
Disciplina:
______________________________________________________________
_____________________________________________________________
3 Professor: _______________________________________________________________
Disciplina: ______________________________________________________________
____________________________________________________________________
128
Fotos do Estágio Supervisionado II
FOTO 1 Frente ou espaço físico da Escola
FOTO2 Estagiário e professor supervisor.
FOTO 3 Alunos realizando as atividades propostas.
FOTO 4 Alunos realizando as atividades propostas.
129
ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
4º PERÍODO – HISTÓRIA
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
CARGA
HORÁRIA
I – Enfrentar problemas reais nos estabelecimentos de Ensino
(Total: 50 h)
01. Observação em campo (Ensino Fundamental 2)
02. Observação em campo (Ensino Médio)
03. Discussão Pedagógica Supervisionada
04. Entrevista
20 h (04)
20 h (03)
5 h (03)
5 h (01)
II – Aplicar os conhecimentos teóricos apreendidos no curso
(Total: 40 h)
01. Participação em Seminários, Encontros Pedagógicos,
Palestras, Conferências.
02. Participação em criação de Projetos Didáticos
03. Participação em Ações Sociais
04. Confecção de Clipping
III – Aprofundamento na área de interesse
(Total: 30 h)
01. Iniciação à produção de artigo científico
02. Participação em projetos de iniciação científica
03. Participação em cursos, eventos, congressos, reuniões,
Conselhos de Classe etc.
10 h (05)
10 h (01)
10 h (01)
10 h
10 h
10 h
10 h (05)
130
ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
5º PERÍODO – HISTÓRIA
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
CARGA HORÁRIA
I – Enfrentar problemas reais nos estabelecimentos de Ensino
(Total: 40 h)
01. Observação em campo (Ensino Fundamental 2)
02. Observação em campo (Ensino Médio)
03. Discussão Pedagógica Supervisionada
04. Entrevista
05. Docência Supervisionada
10 h (10)
10 h (10)
10 h (02)
5 h (01)
5 h (01)
II – Aplicar os conhecimentos teóricos apreendidos no curso
(Total: 60 h)
01. Participação em Seminários, Encontros Pedagógicos,
Palestras, Conferências.
02. Criação e aplicação de Projetos Didáticos
03. Prática em campo (Ensino Fundamental)
04. Prática em campo (Ensino Médio)
o5. Monitoria
06. Participação em Ações Sociais (Projetos)
07. Pesquisa Dirigida
III – Aprofundamento na área de interesse
(Total: 40 h)
01. Participação em cursos de extensão
02. Iniciação à produção de artigo científico
03. Participação em projetos de iniciação científica
04. Participação em cursos, eventos, congressos, reuniões,
Conselhos de Classe etc.
10 h (05)
10 h (01)
10 h (03)
10 h (03)
10 h (01)
5 h (01)
5 h (01)
10 h
10 h
10 h
10 h (05)
131
ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
6º PERÍODO – HISTÓRIA
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
CARGA
HORÁRIA
I – Enfrentar problemas reais nos estabelecimentos de Ensino
(Total: 30 h)
01. Gestão Escolar
02. Observação em campo (Ensino Médio)
03. Discussão Pedagógica Supervisionada
04. Entrevistas
05. Docência Supervisionada (Reforço)
6 h (05)
6 h (05)
6 h (02)
6 h (01)
6 h (05)
II – Aplicar os conhecimentos teóricos apreendidos no curso
(Total: 50 h)
01. Participação em Seminários, Encontros Pedagógicos,
Palestras, Conferências.
02. Criação e aplicação de Projetos Didáticos
03. Prática em campo (Ensino Fundamental 2)
04. Prática em campo (Ensino Médio)
05. Monitoria
06. Participação em Ações Sociais (Projetos)
07. Pesquisa Dirigida
III – Aprofundamento na área de interesse
(Total: 60 h)
01. Participação em Curso de Extensão
02. Produção de artigo científico
03. Participação em projetos de iniciação científica
04. Participação em cursos, eventos, congressos, reuniões,
Conselhos de Classe etc.
5 h (05)
10 h (01)
10 h (03)
10 h (03)
5 h (01)
5 h (01)
5 h (01)
15 h
15 h
15 h
15 h (05)
132
FICHA DE OBSERVAÇÃO DE AULAS
Aluno estagiário: _______________________________________ Matrícula: __________
Estabelecimento: ___________________________________________________________
Curso: Ensino Fundamental ( )
Ensino Médio( )
Série: ________
Turma: ________
Turno: ________
Disciplina: ________________________________________________________________
Dia: _____/______/_______
Professor(a) Titular da Turma: ________________________________________________
Tema da Aula: _____________________________________________________________
Técnicas e Materiais Utilizados:
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_____________________________________________________________
Participação da Turma (caracterize a participação)
_______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
Observações (faça seus comentários sob o ponto de vista didático, sempre se fundamentando em
fatos ocorridos e observados na aula que está sendo objeto de análise):
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
___________________________________________________________
________________________
__________________________
Assinatura do Estagiário
Assinatura Professor da Turma
_______________________________________________
Assinatura do Professor de Estágio Supervisionado
Itaperuna, _______ de ______________ de _____________.
133
RELATÓRIO DE COPARTICIPAÇÃO
Aluno Estagiário: _____________________________________ Matrícula: _________
Estabelecimento: __________________________________________________________
Disciplina: __________________________________________________________
Série: ____________________________ Duração: ____________________________
Objetivos da atividade da qual participou:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
_______________________________________________________________
Desenvolvimento:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
_________________________________________________________________
Avaliação da atividade (Análise do estagiário sobre a atividade).
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
_________________________________________________________________
_________________________________________________
Local e Data
_________________________________
Assinatura e carimbo da autoridade escolar
________________________________
Assinatura do(a) Estagiário(a)
__________________________________________
Assinatura do Professor do Estágio Supervisionado
134
6 REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO
I – DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º O presente Regulamento dispõe sobre as diretrizes específicas para a
realização de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), integrante do currículo pleno
ministrado, indispensável à colação de grau dos seus alunos. Será elaborado em forma de
Artigo, apresentado em sessão pública.
Parágrafo único – Somente serão submetidos à Banca Examinadora do TCC os
alunos que tenham sido aprovados em todas as disciplinas do currículo pleno, inclusive em
Atividades Complementares (Formação Complementar).
II – DA COMISSÃO DE TCC
Art. 2º São atribuições da Comissão do TCC (Coordenador do Curso, Professor
Orientador de TCC, Coordenador de TCC):
•
Analisar a habilitação dos Professores para orientação de TCC.
•
Elaborar o edital disponibilizando aos alunos o nome dos Professores Orientadores
habilitados para aquele semestre letivo, fixando datas para a devolução do termo de
compromisso do Professor Orientador de TCC e o termo de compromisso do aluno.
•
Elaborar e controlar a relação de alunos e seus respectivos Professores Orientadores,
bem como os temas de Artigo a serem desenvolvidos.
•
Designar Banca Examinadora para todos os alunos aptos a apresentarem seus
trabalhos.
•
Designar data limite para a entrega do TCC.
•
Elaborar e publicar edital de todas as Bancas Examinadoras, com 15 (quinze) dias de
antecedência, contendo datas, horários e locais, para a apresentação do TCC pelos
alunos, que deverá iniciar-se, pelo menos, 15 (quinze) dias antes do término do
135
período letivo.
•
Designar novas Bancas examinadoras para as apresentação de TCC consideradas
insuficientes.
•
Analisar e solucionar os demais casos especiais, ad-referendum do Colegiado do
Curso.
III – DA DESIGNAÇÃO DO PROFESSOR ORIENTADOR
Art. 3º O TCC é desenvolvido sob a orientação de um Professor vinculado ao curso
em estudo. Na falta de um especialista da Instituição, outro componente do corpo docente do
Centro Universitário São José de Itaperuna (UNIFSJ) poderá ser admitido como Orientador.
Art. 4º Estão habilitados para orientação os Professores mestres e/ou doutores e,
ainda, os especialistas que comprovem ter apresentado monografia perante Banca especial,
na conclusão dos respectivos cursos de pós-graduação lato sensu.
Art. 5º O nome dos Professores Orientadores será disponibilizado aos alunos através
de edital ou ofício circular, formulado pela Comissão de TCC, e publicado no primeiro mês de
atividades de cada semestre.
Art. 6º Os Professores Orientadores da Graduação serão escolhidos pelos alunos,
dentre os Professores habilitados informados no edital, através do preenchimento do
formulário: termo de compromisso do aluno e o termo de aceite do Professor Orientador. Os
Professores Orientadores dos Cursos de Pós-Graduação são designados pelo Coordenador do
Curso em consonância com a linha de pesquisa definida.
Parágrafo único – O aluno (ou grupo de alunos) deverá devolver o referido
formulário ao Professor Orientador de TCC, no prazo fixado pela Comissão de TCC, com o
devido preenchimento do termo de compromisso firmado pelo Professor Orientador do TCC.
Art. 7º Cada Professor só poderá orientar até 05 (cinco) TCCs por semestre.
Extrapolando esse limite, a Comissão de TCC decidirá a resolução do problema.
Art. 8º Ocorrendo a hipótese de o aluno (ou grupo de alunos) não encontrar Professor
que se disponha a assumir a sua orientação, a escolha será feita pela Comissão de TCC.
Art. 9° A substituição do Professor Orientador só será permitida mediante aprovação
da Comissão de TCC e se houver outro docente para assumir a sua orientação, devendo o fato
136
ser comunicado com antecedência de 20 dias, pelo menos, da data de entrega do TCC e por
escrito à Comissão de TCC.
IV – DA FORMA DO ARTIGO
Art. 10° O TCC obedecerá, na sua estrutura formal, às normas da ABNT sobre
documentação, no que forem aplicáveis, e deverá trazer diretrizes fixadas no “Manual
Institucional do TCC” aos alunos para cópia em local indicado pela Coordenação do Curso.
Parágrafo único – O Artigo do TCC, apresentado pelo aluno (ou grupo de alunos) ao
Professor Orientador, deverá obedecer ao que dispõe o Artigo anterior.
V – DO ACOMPANHAMENTO DO TCC
Art. 11 O aluno (ou grupo de alunos) tomará ciência do Professor de orientação do
TCC sobre a Ficha de Acompanhamento do TCC, que fica de posse do referido Professor e
que conterá os seguintes campos a serem preenchidos:
1 A linha de pesquisa, a data de início e término do TCC e o tema inicial e final do TCC;
2 nome, endereço residencial completo, telefone e e-mail do aluno (ou grupo de alunos);
3 nome do Professor Orientador;
4 local e horário para orientação, que serão determinados pelo Professor Orientador, com a
assinatura deste;
5 tarefas a serem cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos), obedecendo às diretrizes
gerais;
6 prazo fixado para cumprimento de cada tarefa;
7 tarefas efetivamente cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos);
8 avaliação do Orientador;
9 indicação (ou não) do Professor de TCC e do Professor Orientador para a apresentação do
trabalho perante a Banca Examinadora.
Parágrafo único – Quando os referidos Professores deixarem de indicar o trabalho
137
para a Banca, deverão, no mesmo despacho, explicitar os motivos da não indicação.
Art. 12 Os prazos para cumprimento das tarefas pelo aluno (ou grupo de alunos) (ou
grupo de alunos) ficam vinculados ao calendário das 02 (duas) avaliações semestrais.
Art. 13 As tarefas básicas a serem cumpridas pelos alunos devem seguir a seguinte
ordem:
a) apresentação da matriz analítica do TCC;
b) levantamento bibliográfico e fichamentos;
c) elaboração das seções do TCC;
d) apresentação da conclusão, introdução e referências.
Art. 14 As tarefas cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos) serão submetidas ao
Professor Orientador, que deverá visá-las e devolvê-las ao aluno, após as respectivas
anotações na Ficha de Acompanhamento do TCC, não se esquecendo de tomar a assinatura do
aluno (ou grupo de alunos) em cada orientação.
Art. 15 O TCC só poderá ser entregue ao Professor de orientação de TCC com a Ficha
de Acompanhamento do TCC devidamente preenchida e assinada pelo Professor Orientador e
repassada à comissão de TCC na data estipulada pela mesma.
VI – DA APRESENTAÇÃO DO TCC
Art. 16 Após a data limite para a entrega do TCC, e de acordo com a análise das
fichas de acompanhamento de cada aluno (ou cada grupo de alunos), serão designadas e
divulgadas, pela Comissão de TCC, as Banca s examinadoras, contendo datas, horários e
locais para a realização das apresentação.
§1º. Quando o Artigo for entregue com atraso, a relevância do motivo deve ser
avaliada pela Comissão de TCC.
§2º. Não será admitido um segundo atraso, o que implica a reprovação na disciplina
TCC.
Art. 17 O aluno (ou grupo de alunos) deverá entregar seu Artigo ao Professor
Orientador do TCC, em número de 04 (quatro) cópias impressas e 01 (uma) digital, mediante
recibo, e as mesmas serão entregues, pelo respectivo Professor, aos membros da Banca
138
Examinadora, com prazo não inferior a quinze dias, contado da data designada para a
apresentação.
Art. 18 A apresentação do TCC deverá seguir as normas técnicas prescritas no Manual
Institucional de TCC do UNIFSJ, a metodologia científica e as regras ortográficas vigentes.
Art. 19 O Artigo de TCC será avaliado assim:
Pelo Professor Orientador: o comprometimento com o processo da pesquisa do aluno
(ou grupo de alunos) – único item avaliado pelo Orientador na Banca (valor 1,0)
Pelo Professor de TCC: aspectos formais (conforme Manual Institucional de TCC do
UNIFSJ); citações referenciadas (autor, ano e página); referências (não só a formatação destas
como também verificar se constam todos os referenciados no corpo do texto e se houve
inclusão de autor não referenciado) – (valor 1,0)
Pelos dois Examinadores convidados para a Banca (valor 8,0):
c.1) Sobre o trabalho escrito:
c.1.1) Relevância do trabalho realizado (atualidade / nível de informação / importância /
título pertinente);
c.1.2) Introdução (contêm os elementos indispensáveis?)
c.1.3) Desenvolvimento (contempla problema e objetivos? Consistência e rigor teóricometodológico, fontes confiáveis? Faz citações?)
c.1.4) Conclusão / considerações finais (fecha a introdução?)
c.1.5) Redação (clareza, coesão, coerência, elegância, atendimento à norma culta da
língua portuguesa)
c.2) Sobre a apresentação oral:
c.2.1) Introdução (colocação do problema, justificativa e objetivos); Conclusão
(capacidade de síntese quanto à proposta inicial)
c.2.2) Capacidade de apresentação oral dentro do tempo limite (10 a 15 minutos)
c.2.3) Desempenho na arguição (domínio, clareza, objetividade nas respostas
argumentação consistente)
Parágrafo único – A Ficha de Avaliação do TCC deverá estar preenchida (exceto o
item relativo à apresentação oral) antes de o aluno (ou grupo de alunos) iniciar sua
139
apresentação, evitando que se negligencie o trabalho escrito em face do sucesso ou insucesso
da apresentação oral.
Art. 20 A ata de apresentação do Artigo, que consta, deverá ser devidamente
preenchida e assinada pelos membros da Banca Examinadora, em reunião secreta. Em
seguida, o aluno (ou grupo de alunos) e demais presentes ouvirão a leitura da ata pelo
Orientador.
VII – DA BANCA EXAMINADORA DE TCC
Art. 21 Examinar e avaliar os TCCs conforme os critérios de avaliação previstos neste
Regulamento (Cf. Art. 19).
Art. 22 Reunir-se em horário, data e local previamente estabelecidos;
§1º. Encaminhar à Comissão de TCC toda a documentação pertinente à avaliação final
dos TCCs, obedecendo aos prazos previstos neste Regulamento;
Art. 23 Caso a Banca Examinadora considere insuficiente a apresentação do Artigo
pelo aluno (ou grupo de alunos) em 1ª etapa e este tendo direito à apresentação em 2ª etapa, a
Banca Examinadora deverá entregar por escrito ao mesmo as indicações para reformulações
do trabalho. A Comissão de TCC designará nova Banca Examinadora para que o aluno (ou
grupo de alunos), contados 10 (dez) dias (e informado de data, horário e local), faça nova
apresentação oral.
VIII – DO DEVER DO PROFESSOR ORIENTADOR
Art. 24 O Professor Orientador deverá, na forma do art. 10 deste Regulamento, desempenhar
adequadamente suas atividades de orientação, dentre elas:
1 1 informar aos alunos sobre os critérios e normas deste Regulamento, bem como sobre
fichas de acompanhamento e avaliação que serão utilizadas pela Banca Examinadora
do TCC. O Orientador deverá ler e mostrar ao aluno (ou grupo de alunos) estas fichas;
2 orientar o aluno (ou grupo de alunos) no estabelecimento de um projeto e cronograma
para realização do TCC;
3 fixar local, datas e horários para orientação, juntamente com o aluno (ou grupo de
alunos);
140
4 orientar o aluno (ou grupo de alunos) nas tarefas básicas previstas no art. 13 deste
Regulamento;
5 fixar as demais tarefas a serem cumpridas pelo aluno (ou grupo de alunos);
6 estabelecer prazos para cumprimento das tarefas;
7 atribuir notas às tarefas apresentadas;
8 indicar bibliografia básica ao aluno (ou grupo de alunos) sob sua orientação;
9 indicar ou não o trabalho para apresentação perante a Banca Examinadora;
10 remeter à Coordenação do Curso, de imediato, comunicação sempre que o aluno (ou
grupo de alunos) não cumprir as normas estabelecidas ou na ocorrência de desacordos
ou divergências que possam prejudicar a continuidade das orientações;
11 controlar o tempo gasto pelo orientando para a finalização do trabalho, visando o
atendimento dos prazos;
12 controlar a frequência do aluno (ou grupo de alunos), preenchendo a ficha individual
de controle de frequência, fornecida pela Comissão de TCC;
13 sugerir juntamente com o aluno (ou grupo de alunos), a composição da Banca
Examinadora do TCC;
14 presidir a Banca
Examinadora do TCC do aluno (ou grupo de alunos) sob sua
orientação;
15 integrar Banca Examinadora de outros TCCs, quando solicitado pela Comissão de
TCC;
16 caso identifique plágio ou cópia:
p.1) reter o material, o que provará o plágio;
p.2) alertar o aluno (ou grupo de alunos) das implicações jurídicas e acadêmicas;
p.3) comunicar imediatamente à coordenação do curso;
p.4) caso não sane o problema, agendar horário para conversa entre o orientando,
Orientador e Coordenação de TCC no intuito de solucionar a situação;
p.5) se ainda assim o problema perdurar, avisar à Comissão de TCC para agendamento de
141
horário e encaminhamento de providências necessárias;
17 verificar a correção do Artigo na versão final corrigida e emitir o parecer de satisfatório ou
insatisfatório.
Parágrafo único – Todas as anotações relativas às atividades acima descritas deverão
constar da Ficha de Acompanhamento do TCC, prevista no art. 11 deste Regulamento.
Art. 25 Considera-se plágio quando o trabalho incorrer nos seguintes vícios:
a) quando, intencionalmente ou não, são usadas palavras ou ideias de outro autor, sem
o devido crédito, bastando para caracterizar o plágio a presença de 15 (quinze) ou mais linhas
nesta situação, contínuas ou não, no todo do TCC;
b) quando dá crédito ao autor, porém, intencionalmente ou não, utilizam-se palavras
exatamente iguais às dele, sem indicar a transcrição com o uso de aspas ou recuo de texto,
bastando para caracterizar o plágio a presença de 15 (quinze) ou mais linhas nesta situação,
contínuos ou não, no todo do TCC;
c) não será considerado crédito ao autor a mera denotação da sua referência ao final do
TCC, no capítulo destinado às referências, sendo necessária também a sua menção expressa
quando da reprodução de suas ideias ou frases no trecho específico do Artigo, conforme as
normas acadêmicas;
d) no caso da presença de plágio, em trechos correspondentes a menos de 15 (quinze)
linhas, contínuos ou não, caberá apenas advertência ao aluno, sendo permitida a sua
aprovação no tocante a este critério, ainda que sendo possibilitada a redução da nota.
Parágrafo único – O plágio é ilícito administrativo, de caráter civil, que deve ser
caracterizado em caráter objetivo, sendo irrelevante a verificação da boa-fé do autor.
IX – DO DEVER DO ALUNO
Art. 26 Conhecer e cumprir as determinações do Regulamento de Orientação de TCC.
Art. 27 A responsabilidade pela elaboração e cumprimento do TCC é inteiramente do
aluno (ou grupo de alunos).
142
Art. 28 Rubricar a folha individual da Ficha de Acompanhamento do TCC por ocasião
das sessões de orientação.
Art. 29 Entregar ao Professor de TCC o trabalho concluído, em 04 (quatro) vias,
vedando-se quaisquer reformulações posteriores, exceto anexação de errata.
Art. 30 O aluno (ou grupo de alunos) deverá cumprir todas as tarefas determinadas
pelo Professor Orientador.
Art. 31 A Ficha de Acompanhamento de TCC ficará sob a guarda do Orientador, que
deverá apresentá-la ao aluno (ou grupo de alunos) em cada orientação com anotações
pertinentes para que o mesmo as leia e dê sua rubrica.
Art. 32 Cumprir os prazos estabelecidos pela Comissão de TCC.
X – DA APROVAÇÃO
Art. 33 A aprovação no Artigo após a apresentação está vinculada à entrega no prazo
estipulado pela Comissão de TCC de 01 cópia impressa e encadernada e 01 cópia em CD do
Artigo, ambas corrigidas.
Art. 34 A entrega do Artigo sem as devidas correções sugeridas pela Banca será
considerada insatisfatória e o aluno (ou grupo de alunos) será considerado reprovado em
TCC.
XI – DA DISPONIBILIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS TRABALHOS
Art. 35 Deverão obrigatoriamente ser entregues ao Professor Orientador como
documentação final do TCC, cópias do Artigo e/ou produtos, documentos exigidos em normas
complementares, na forma impressa e na eletrônica.
§1º. O Artigo deverá obrigatoriamente obedecer aos padrões estabelecidos pelo
UNIFSJ para apresentação de trabalhos acadêmicos.
Art. 36 O UNIFSJ reserva-se o direito de disponibilizar os Artigos em cópia material,
ou por intermédio de mídias diversas, nas bibliotecas e na Internet.
Parágrafo único – Quando da necessidade de sigilo em determinados dados ou
resultados do trabalho, estes não serão divulgados eletronicamente ou via Artigo
143
disponibilizado na biblioteca e na Internet.
XII – DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
Art. 37 Os demais casos serão resolvidos pela Comissão de TCC quando de sua
atribuição. Caso contrário, serão submetidos à apreciação da Coordenação do Curso. Em
casos excepcionais, porém, caberá recurso para a Comissão de TCC e deste para o Conselho
de Faculdade.
Art. 38 Este Regulamento entra em vigor na da data de sua aprovação pelo colegiado
de curso, após a sua homologação pelo conselho de TCC.
144
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