MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
SESCOOP NACIONAL
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO
DO RIO GRANDE DO SUL – SESCOOP/RS
RELATÓRIO DE GESTÃO
2011
Porto Alegre (RS), Maio / 2012
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
SESCOOP NACIONAL
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO
DO RIO GRANDE DO SUL – SESCOOP/RS
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO 2011
Relatório de Gestão do Exercício 2011
apresentado aos órgãos de controle interno e
externo como prestação de contas anual a
que esta Unidade está obrigada nos termos
do art.70 da Constituição Federal, elaborado
de acordo com as disposições da IN TCU nº
63/2010, da DN TCU nº 108/2010, Portaria
TCU 123/2011 e das orientações da
Controladoria Geral da União Portaria CGU
nº 2.546/2010, de 27/12/2010.
Porto Alegre (RS), Maio / 2012
SUMÁRIO
MENSAGEM DO PRESIDENTE .......................................................................................................7
CUMPRINDO A MISSÃO ..................................................................................................................8
SOBRE ESTE RELATÓRIO ...............................................................................................................9
1.
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DO SESCOOP/RS ............................................................10
2.
INTRODUÇÃO .........................................................................................................................11
3.
SUMÁRIO EXECUTIVO..........................................................................................................13
CAPÍTULO 1 - PERFIL INSTITUCIONAL .....................................................................................15
1.1 Constituição e Natureza da Entidade.......................................................................................15
1.2 Responsabilidade Institucional ................................................................................................16
1.3 Missão e Visão .........................................................................................................................16
1.4 Fonte de Recursos ....................................................................................................................18
CAPÍTULO 2 - GOVERNANÇA CORPORATIVA ........................................................................20
2.1 Objetivos Estratégicos..............................................................................................................21
2.2 Estrutura Organizacional ........................................................................................................24
CAPÍTULO 3 - COOPERANDO COM O FUTURO .......................................................................25
3.1 Atuação junto ao Público Jovem ..............................................................................................30
3.2 Atuação voltada para o Social .................................................................................................31
3.3 Responsabilidade Ambiental ....................................................................................................32
3.4 Formação Profissional em Nível Acadêmico ...........................................................................32
CAPÍTULO 4 - GESTÃO DE PESSOAS..........................................................................................34
4.1 Perfil do Corpo Funcional .......................................................................................................34
4.2 Movimentação do Quadro de Pessoal .....................................................................................36
4.3 Capacitações ............................................................................................................................36
4.4 Folha de Pagamento ................................................................................................................36
CAPÍTULO 5 - PRESTAÇÃO DE CONTAS ...................................................................................37
5.1 Atuação Finalística ..................................................................................................................37
5.1.1 Investimentos em Formação e Capacitação profissional .................................................38
5.1.2 Investimento em Promoção Social ....................................................................................40
5.1.3 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas ...........................45
5.2 Gestão do Sistema ....................................................................................................................46
5.2.1 Gestão Interna - Suporte Administrativo ..........................................................................47
a) Gestão do Processo de Planejamento Institucional - Conselho Administrativo ...................48
b) Serviços de Administração e Controle Financeiro - Conselho Fiscal ..................................49
c) Serviço de Auditoria - Auditoria Interna ...............................................................................50
d) Gestão Administrativa - Diretoria Executiva (Presidência e Superintendência) ..................51
2
e) Manutenção de Serviços Administrativos - Administrativo e Financeiro .............................52
f) Ações de Informática - Departamento de Informática ...........................................................53
5.3 Indicadores de Desempenho Operacional ...............................................................................57
CAPÍTULO 6 - EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ...........................................................................59
6.1 – Receitas .................................................................................................................................59
6.2 – Despesas ................................................................................................................................59
CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................................................62
3
LISTA DE ANEXOS
Anexo I - Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício de referência ...65
Anexo II - Histórico da composição e das despesas com recursos humanos - 2008 a 2011..............65
Anexo III - Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ ..................................66
Anexo IV - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos ......................67
Anexo V - Informações sobre Cumprimento da Lei 8.730/93 ..........................................................67
Anexo VI - Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da União ............67
Anexo VII - Informações sobre providências adotadas para atender deliberações do TCU ou em
relatório de auditoria do órgão de controle interno ............................................................................67
Anexo VIII - Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de
controle interno ..................................................................................................................................67
Anexo IX - Informações sobre Estrutura de controles internos .........................................................73
Anexo X - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis ....................................................................75
Anexo XI - Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a conformidade e o
Desempenho da Unidade ....................................................................................................................76
Anexo - XII - Demonstrações Contábeis. .......................................................................................102
Anexo - XIII - Parecer do Conselho Fiscal. .....................................................................................121
Anexo - XIV - Parecer do Conselho Estadual e/ou Nacional ..........................................................122
Anexo XV - Atendimento ao TCU Quanto ao Conteúdo Mínimo do Relatório de Gestão (DN TCU
Nº 108, DE 27 /10/ 2010) .................................................................................................................126
Anexo XVI - Índice remissivo de indicadores GRI (G3).................................................................128
4
LISTA DE QUADROS
Quadro I – Sescoop e os Desafios do Cooperativismo ......................................................................17
Quadro II - Distribuição da contribuição social arrecadada ...............................................................19
Quadro III – Evolução das receitas ....................................................................................................19
Quadro IV – Proposta de valor do Sescoop/RS .................................................................................23
Quadro V - Estrutura do Organograma do Sescoop/RS .....................................................................24
Quadro VI - Participação das cooperativas do Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. .................26
Quadro VII - Associados em Cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. .................27
Quadro VIII - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. ...............28
Quadro IX - Folha de Pagamento - Previsto e Realizado Exercício 2011 .........................................36
Quadro X - Previsto e Realizado por Linhas de Ação .......................................................................37
Quadro XI - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza – Formação Profissional ...........39
Quadro XII - Realização por Elemento de Despesa – Formação Profissional...................................39
Quadro XIII - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza - Promoção Social ..................41
Quadro XIV - Realização por Elemento de Despesa - Promoção Social...........................................41
Quadro XV - Realização por Projeto - Cultura ..................................................................................41
Quadro XVI - Realização por Projeto - Educação .............................................................................42
Quadro XVII - Realização por Projeto - Saúde..................................................................................42
Quadro XVIII - Realização por Projeto - Integração Social ..............................................................43
Quadro XIX - Realização por Projeto – Geração de Renda ...............................................................44
Quadro XX - Realização por Projeto – Meio Ambiente ....................................................................44
Quadro XXI- Manutenção da Estrutura do Monitoramento ..............................................................46
Quadro XXII - Realização por Projetos Monitoramento ...................................................................46
Quadro XXIII - Previsto e Realizado Financeiro por Ação ...............................................................47
Quadro XXIV - Realização por Elemento de Despesa - Despesas Administrativas .........................47
Quadro XXV - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Administrativo ...........................48
Quadro XXVI - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Fiscal.........................................49
Quadro XXVII - Realização por Elemento de Despesa – Auditoria Interna .....................................50
Quadro XXVIII - Realização por Elemento de Despesa – Diretoria Executiva ................................51
Quadro XXIX - Realização por Elemento de Despesa – Administrativo e Financeiro .....................52
Quadro XXX - Realização por Elemento de Despesa – Informática .................................................53
Quadro XXXI - Realização por Elemento de Despesa – Divulgação ................................................55
Quadro XXXII - Realização por Elemento de Despesa - Divulgação ...............................................55
Quadro XXXIII - Realização por Projeto ..........................................................................................55
Quadro XXXIV – Receitas Previstas e Realizadas ............................................................................59
Quadro XXXV - Despesas Previstas e Realizadas em 2011 ..............................................................60
Quadro XXXVI - Aplicações Diretas - Pessoal e Encargos ..............................................................60
Quadro XXXVII - Aplicações Diretas - Despesas Administrativas ..................................................60
Quadro XXXVIII - Aplicações Diretas - Despesas Institucionais .....................................................61
Quadro XXXIX - Aplicações Diretas - Serviços de Terceiros ..........................................................61
Quadro XL - Aplicações Diretas - Despesas Tributárias e Financeiras .............................................61
Quadro XLI - Despesas de Capital .....................................................................................................61
5
LISTA DE GRÁFICOS
Gráfico I - Cooperativas no Estado do Rio Grande do Sul por ramo de atividade. ...........................26
Gráfico II - Associados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade. ..................27
Gráfico III - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade. ...............28
Gráfico IV - Evolução das exportações das Cooperativas nos Estados Brasileiros. ..........................30
Gráfico V – Alunos cotizados no Programa Jovem Aprendiz no Estado do Rio Grande do Sul. .....30
Gráfico VI - Empregado por faixa etária ...........................................................................................35
Gráfico VII - Empregado por nível de formação ...............................................................................35
Gráfico VIII - Empregado por faixa salarial ......................................................................................35
Gráfico IX - Histórico da Realização Financeira - Formação Profissional........................................39
Gráfico X - Histórico da Realização Financeira - Promoção Social ..................................................40
Gráfico XI - Histórico da Realização Financeira – Monitoramento ..................................................45
Gráfico XII - Realizações Financeiras de Despesas com o Conselho Administrativo ......................48
Gráfico XIII - Realização Financeira de Despesas do Conselho Fiscal .............................................50
Gráfico XIV - Realização Financeira de Despesas da Auditoria Interna ...........................................51
Gráfico XV - Realização Financeira das Despesas Diretoria Executiva ...........................................52
Gráfico XVI - Realização Financeira das Despesas do Administrativo e Financeiro .......................53
Gráfico XVII - Realização Financeira das Despesas de Informática .................................................54
Gráfico XVIII - Histórico da Realização Financeira – Divulgação ...................................................56
6
MENSAGEM DO PRESIDENTE
Bons Resultados e Ótimas Perspectivas
O ano de 2011 foi muito bom para o cooperativismo gaúcho. Várias circunstâncias favoreceram os
avanços que as cooperativas tiveram no período. O SESCOOP/RS contribuiu com importantes
projetos para consolidar os processos de cultura e visibilidade do cooperativismo, formação
profissional e crescimento econômico das cooperativas. Nesse sentido, destacaram-se:





O credenciamento da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo e a criação do Curso
Superior em Tecnologia em Gestão de Cooperativas, autorizados através das Portarias 994 e
290 do Ministério da Educação (MEC), respectivamente;
A Campanha Publicitária de Valorização do Cooperativismo, que objetiva tornar mais claro
o que as cooperativas e o cooperativismo fazem para a sociedade gaúcha, reforçando, ainda,
que as cooperativas prestam bons serviços à sociedade e aos seus associados, além de
oferecerem produtos de alta qualidade;
A conclusão da primeira etapa do projeto da Reestruturação das Cooperativas
Agropecuárias, onde 48 cooperativas, coletivamente, realizam a tarefa de propor uma
reformulação na atuação do ramo no Estado do Rio Grande do Sul. O programa conta com o
apoio financeiro das cooperativas integrantes do mesmo, do Sescoop/RS, além do Sistema
Sicredi como participante incentivador do projeto;
A realização da 5ª edição do Programa Cultural “O Rio Grande Canta o Cooperativismo”,
que ao longo de suas edições registrou a participação de mais de 45 mil pessoas, além de
1.300 artistas ligados ao canto, verso, poesia e letras, que através da boa música
contribuíram para o ensino e a promoção dos princípios e valores do cooperativismo e pela
integração das comunidades;
Por fim, o Programa Jovem Aprendiz, que orçamentariamente é o maior projeto do
Sescoop/RS, onde o destaque é que grande parte dos alunos são imediatamente absorvidos
pelas cooperativas após a conclusão do curso (índice que pode ultrapassar 80%, em alguns
casos) e, neste particular, o projeto obteve os melhores indicadores de todo o Sistema “S” do
Brasil no relatório do Ministério do Trabalho e Emprego.
Em 2012, a ordem será comemorar e aproveitar o grande momento que a ONU nos oferece, dizendo
que o “cooperativismo faz bem para o mundo” e consagrando-o de Ano Internacional das
Cooperativas. Nosso grande enfoque será a inclusão cooperativa da mulher e em especial do jovem,
porque ele garante o futuro das cooperativas, motivando a necessidade de incentivar sua
participação no sistema cooperativista.
Todos os eventos previstos para o período objetivam mostrar o que as cooperativas fazem pelo Rio
Grande do Sul. Esperamos no final de 2012, que os associados, empregados e pessoas ligadas ao
cooperativismo se orgulhem de fazer parte da cooperativa, porque ela faz bons produtos, realiza
bons serviços, satisfaz as necessidades humanas e faz bem para toda a sociedade.
Vergilio Frederico Perius
Presidente do Sescoop/RS
7
CUMPRINDO A MISSÃO
Força do cooperativismo em 2011:
550 cooperativas, 1.999.766
associados e 48.755
empregados.
Atuação em 2011:
110.369 pessoas beneficiadas
em ações de formação
profissional
Promover o
desenvolvimento do
cooperativismo de
forma integrada e
sustentável...
MISSÃO
DO
SESCOOP
110.858 pessoas beneficiadas
em ações de promoção social.
107 ações de monitoramento
de cooperativas.
...por meio da
formação
profissional, da
promoção social e do
monitoramento das
cooperativas...
...respeitando sua
diversidade,
contribuindo para sua
competitividade e
melhorando a qualidade
de vida dos cooperados,
empregados e familiares.
Programas
- Jovem Aprendiz,
- Acompanhamento
econômico-financeiro com
foco na sustentabilidade,
- Fortalecimento da cultura
da cooperação,
- Qualidade de Vida/Saúde
e Segurança no Trabalho,
- Ensino de Formação
Profissional.
.................
8
SOBRE ESTE RELATÓRIO
Este primeiro relatório de gestão com enfoque em sustentabilidade do Serviço Nacional de
Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul - SESCOOP/RS relata o
desempenho e resultados das atividades e ações da Instituição no apoio ao cooperativismo.
As informações contábeis são relativas ao período compreendido entre os dias 1º de janeiro e 31 de
dezembro de 2011. O documento apresenta também os princípios e os valores que conduzem a
atuação do SESCOOP/RS bem como suas estratégias e compromissos perante seus diversos
públicos de relacionamento.
Todos os dados contidos neste Relatório mantêm as mesmas fontes e métodos de cálculo utilizados
na edição imediatamente anterior a este documento (Relatório de Gestão de 2010), disponível ao
público no formato eletrônico (pela Internet), no endereço http://www.sescooprs.coop.br/.
As informações para a elaboração deste documento foram prestadas por diversas áreas da
Instituição, sob a coordenação da Área Administrativa.
O público-alvo deste relatório são os principais parceiros identificados pelo Sescoop/RS: associados
e empregados de cooperativas, gestores, órgãos de controle, conselhos superiores e a sociedade em
geral. Mesmo tendo seus parceiros previamente mapeados, a Instituição ainda não dispõe de um
processo estruturado de engajamento desses públicos para efeitos de identificação de temas e
abordagens para o Balanço Social.
Diretrizes GRI – O Sescoop adota a terceira (e mais recente) versão das diretrizes previstas pelo
Global Report Iniciative (GRI)*, a G3. Com base nas informações publicadas e nos indicadores de
desempenho consolidados nesta edição, a Instituição acredita estar em condições de declarar o
presente documento como integrante do nível C da estrutura GRI.
A íntegra deste documento está disponível no portal do Sescoop na Internet. Caso tenha interesse
em obter esclarecimentos adicionais ou apresentar críticas e sugestões, entre em contato com a Área
Administrativa do SESCOOP/RS pelo telefone (51) 3323-0000. Se preferir, envie um e-mail para a
caixa postal [email protected].
Os indicadores GRI utilizados neste relatório, bem como as respostas e a indicação do capítulo nos
quais seus conteúdos podem ser encontrados, aparecem descritos nas páginas a seguir.
Para melhor identificação, consultar o Anexo XVI “Índice remissivo de Indicadores GRI (G3)”,
na página 107.
*Global Report Initiative (GRI) - Organização Internacional Multistakeholder detentora de um modelo de referência mundial para
a elaboração de relatórios de sustentabilidade.
9
1.
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DO SESCOOP/RS
Poder e Órgão de Vinculação
Poder: Executivo
Órgão de Vinculação: Ministério do Trabalho e Emprego - MTE
Código SIORG: 02.844
Identificação da Unidade Jurisdicionada
Denominação completa: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do
Rio Grande do Sul
Denominação abreviada: SESCOOP/RS
Código SIORG:
Código LOA:
Código SIAFI:
Não se aplica
Não se aplica
Não se aplica
Situação: Ativa
Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo
Principal Atividade: Formação Profissional, Promoção Social
Código CNAE: 85.99.6-99
e Monitoramento/Desenvolvimento das Cooperativas
Telefones/Fax de
(051) 3323-0000
(051) 3323-0000
(051) 3323-0007
contato:
E-mail: [email protected]
Página na Internet: http://www.sescooprs.coop.br
Endereço Postal: Rua Félix da Cunha, nº 12 - CEP nº 90570-000 - Porto Alegre – RS
Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada
Medida Provisória nº 1.715, de 03 de setembro de 1998 e suas reedições e Decreto nº 3.017, de
07 de abril de 1999, publicado no Diário Oficial da União em 07.04.1999; Lei nº 11.524/2007 de
23/11/2007.
Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada
Regimento Interno registrado no 1º Cartório de Títulos e Documentos de Pessoa Jurídica de
Porto Alegre, sob o nº 1614484 em 18 de novembro de 2010.
Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada
Regulamento de Licitações e Contratos – Resolução nº 43/2006 e Norma de Pessoal – Resolução
nº 300/2008.
Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Código SIAFI
Nome
Não se Aplica
Não se Aplica
Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Código SIAFI
Nome
Não se Aplica
Não se Aplica
Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões
Código SIAFI da Unidade Gestora
Código SIAFI da Gestão
Não se Aplica
Não se Aplica
10
2. INTRODUÇÃO
O Relatório de Gestão do Exercício 2011 do SESCOOP/RS está em concordância com o disposto
na IN TCU nº 63/2010, DN TCU nº 108/2010, Portaria TCU 123/2011 e orientações da
Controladoria Geral da União Portaria CGU nº 2546/2010.
A estrutura contempla informações gerais sobre a gestão, atividades realizadas no período e
prestação de contas. Estão relatadas de forma a propiciar uma visão completa dos objetivos
propostos e ações realizadas, nas suas respectivas áreas de atuação.
O documento está estruturado em seis capítulos, sendo apresentado no capítulo “1” o Perfil
Institucional que traz uma visão macro a Instituição; no capítulo “2” são identificados os elementos
da Governança Corporativa; no capítulo “3” destaca-se a responsabilidade social através do
Cooperando com o Futuro; no capítulo “4” é apresentada a gestão de pessoas; no capítulo “5” são
destacados os elementos que compões a Prestação de Contas e por fim no capítulo “6” está
demonstrada a execução orçamentária diante da programação das receitas e despesas previstas e
realizadas no exercício de 2011.
Com relação à parte B, da DN 108/2010 – Informações Contábeis da Gestão, o Sescoop/RS adota o
previsto na Lei nº 6.404/76 (atualizada 11.638/07 e 11.941/09).
Em razão dá não aplicabilidade a nossa Instituição, deixamos de apresentar neste relatório, algumas
informações elencadas na DN nº 108/2010 do TCU.
São elas:
a) Informações sobre a movimentação e os saldos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores.
(Item 4 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010);
b) Declaração da área responsável atestando que as informações referentes a contratos e convênios
ou outros instrumentos congêneres estão disponíveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema
Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG e no Sistema de Gestão de Convênios,
Contratos de Repasse e Termos de Parceria – SICONV, conforme estabelece o art. 19 da Lei nº
12.309, de 9 de agosto de 2010. (Item 7 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU
108/2010);
c) Informações sobre a utilização de cartões de pagamento do governo federal, observando-se as
disposições dos Decretos nºs 5.355/2005 e 6.370/2008. (Item 13 da Parte A - Conteúdo Geral do
Anexo II da DN TCU 108/2010);
d) Informações sobre Renúncia Tributária, contendo declaração do gestor de que os beneficiários
diretos da renúncia, bem como da contrapartida, comprovaram, no exercício, que estavam em
situação regular em relação aos pagamentos dos tributos juntos à Secretaria da Receita Federal
do Brasil – SRFB, ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS e à Seguridade Social.
(Item 14 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010);
e) Declaração do contador responsável pela unidade jurisdicionada atestando que os
demonstrativos contábeis (Balanços Orçamentário, Financeiro e Patrimonial e a Demonstração
das Variações Patrimoniais, previstas na Lei n° 4.320, de 17 de março de 1964) e o
demonstrativo levantado por unidade gestora responsável - UGR (válido apenas para as
unidades gestoras não executoras) refletem a adequada situação orçamentária, financeira e
patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta relatório de gestão. (Item 1 da Parte B –
Informações Contábeis da Gestão do Anexo II da DN TCU 108/2010);
11
f) Informações sobre a composição acionária do capital social, indicando os principais acionistas e
respectivos percentuais de participação, assim como a posição da UJ como detentora de
investimento permanente em outras sociedades (investidora). (Item 4 da Parte B – Informações
Contábeis da Gestão do Anexo II da DN TCU 108/2010).
Também deixamos de apresentar algumas informações elencadas na DN 108/2010 do TCU, em
razão dá não ocorrência em nossa Instituição.
São elas:
a) Informações sobre o reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos.
(Item 3 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010);
b) Informação sobre as transferências mediante convênio, contrato de repasse, termo de
parceria, termo de cooperação, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou
instrumentos congêneres, vigentes no exercício de referência. (Item 6 da Parte A - Conteúdo
Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010);
c) Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ,
classificado como “Bens de Uso Especial”, de propriedade da União ou locado de terceiros.
(Item 11da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010);
d) Informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em
acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do órgão de controle interno a que a unidade
jurisdicionada se vincula ou as justificativas para o não cumprimento. (Item 15 da Parte A Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010);
Em 2012 o SESCOOP/RS continuará priorizando a execução de atividades voltadas a Formação
Profissional, imprescindível para o pleno desenvolvimento das cooperativas.
Nesse escopo, os objetivos estratégicos traçados estão relacionados com o atendimento, fomento e o
apoio à formulação de projetos voltados à melhoria da gestão nas Sociedades Cooperativas. No
campo interno, refletem a implementação da gestão por processo e o desenvolvimento intenso de
recursos humanos.
Com essas iniciativas, o SESCOOP/RS atua de forma continuada, supera desafios e evolui no
sentido de cumprir, cada vez mais, seu papel perante associados e empregados das Cooperativas do
Estado do Rio Grande do Sul.
12
3. SUMÁRIO EXECUTIVO
O cooperativismo é um movimento voltado para formas associativas e democráticas de organização
da produção, do trabalho e do consumo, com o foco no atendimento às necessidades comuns dos
seus associados e não apenas no lucro, no que se diferencia dos demais empreendimentos.
A importância do cooperativismo pode ser avaliada em razão da recente decisão da ONU –
Organização das Nações Unidades que definiu 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas,
colocando o cooperativismo em evidência no mundo.
Segundo estudos da ACI - Aliança Cooperativa Internacional, as cooperativas somam
aproximadamente 1 bilhão de membros em 90 países do mundo, o que equivale a 1/7 da população
da Terra. De cada 7 pessoas no mundo, 1 está associada a uma cooperativa. No Brasil, estima-se em
30 milhões de pessoas envolvidas com o cooperativismo.
O referido estudo aponta que as 300 maiores cooperativas do mundo faturam mais de US$ 1,6
trilhão, valor que se aproxima ao PIB da nona maior economia do mundo, o Canadá. Além de
riqueza monetária, as cooperativas geram muitos postos de trabalho. Em todo o mundo, são mais de
100 milhões de empregos.
“As cooperativas demonstram para a comunidade internacional que é possível perseguir tanto a
viabilidade econômica quanto a responsabilidade social” – afirma o secretário-geral da ONU, Ban
Ki-moon.
Com 550 cooperativas e 48.755 empregados, o cooperativismo gaúcho conta com aproximadamente
2 milhões de associados em 2011. Em 2010 o faturamento bruto foi de 21 bilhões de reais e
estimado em 27 bilhões para 2011.
Embora sejam sociedades sem fins lucrativos, as cooperativas atuam numa economia de mercado e
em concorrência com empresas essencialmente privadas. Apesar das diferenças na propriedade do
capital, na destinação dos resultados e na relação com as comunidades, as cooperativas agem num
ambiente competitivo em que predominam o mercado as empresas capitalistas e, portanto, devem
estar bem preparadas. Diante disso, o sistema cooperativista depara-se com o desafio de atender às
demandas sociais de seus associados e de seu entorno e, ao mesmo tempo, desenvolver-se em
conformidade com um mercado altamente competitivo.
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP, criado em 1998, faz parte
do Sistema S. Tem como objetivo integrar o Sistema Cooperativista Nacional e auxiliá-lo a vencer
seus desafios. Cabe ao SESCOOP organizar, administrar e executar:
 O ensino de formação profissional cooperativista para associados e empregados de
cooperativas;
 A promoção social de associados, empregados de cooperativas e familiares e,
 O monitoramento das cooperativas em todo o território nacional.
O grande desafio é apoiar de modo efetivo cooperativas de 13 diferentes ramos (da agricultura aos
serviços, passando pelo comércio e pela indústria), com portes distintos, (grandes e pequenas)
distribuídas espacialmente por todo o Estado (nos 496 municípios). Com todas essas atribuições e
uma abrangência nacional, o SESCOOP/RS atua num ambiente de elevada complexidade.
13
As ações implementadas no decorrer do ano possibilitaram avanços concretos nas áreas de formação
profissional, promoção social, monitoramento e desenvolvimento para o cooperativismo gaúcho. A
execução orçamentária (despesas/investimentos) reforça esta condição, alcançando 83,56% no ano de
2011, 86,22% em 2010, 83,81% em 2009, 83,52% em 2008, 64,52% em 2007 e 46,42% em 2006.
Nota: Os percentuais alcançados nos exercícios de 2010 e 2008 levam em conta o ajuste orçamentário
decorrente das Inversões Financeiras (R$ 3.320.867,00 e R$ 13.436.673,00 respectivamente) alocadas
no centro de responsabilidade do Conselho Administrativo.
A proposta orçamentária para 2012 é de R$ 38.200.000,00, apresentando crescimento de 72% em
relação ao exercício de 2011. Está adequada a nova realidade do sistema cooperativo e contempla a
previsão de realização de 1.001 projetos.
A estrutura funcional e organizacional é simples e ajustada às necessidades da Entidade. Neste
contexto as instalações da Sede receberam melhorias e adequações (nos últimos anos), para atender as
demandas do sistema, com investimentos em móveis, equipamentos de informática e softwares. O
quadro de empregados está estruturado e recebe permanentes investimentos em ações de capacitação e
qualificação profissional, de forma a permitir que a Entidade esteja preparada para atender atuais e
futuras demandas do sistema cooperativo.
O SESCOOP/RS mantém uma sólida situação financeira e patrimonial, fortalecida por uma gestão
profissional que lhe permite projetar ações, sejam de curto, médio e longo prazo. Todas as despesas e
investimentos são efetuados levando-se em conta a perenidade da Entidade e do Sistema
Cooperativista.
Estas informações permitem afirmar que os objetivos planejados foram alcançados, embora muito
trabalho e desafios ainda surgirão para o Sistema Cooperativo. As estruturas físicas e de recursos
humanos bem como os indicadores citados permitem afirmar que o SESCOOP/RS está preparado para
avançar ainda mais.
14
CAPÍTULO 1 - PERFIL INSTITUCIONAL
O SESCOOP integra o Sistema Cooperativista Brasileiro, fornecendo-lhe suporte em formação
profissional - técnica e gerencial. A entidade atua também na promoção social dos associados,
empregados e familiares, bem como no monitoramento/desenvolvimento das cooperativas.
Do ponto de vista formal, o SESCOOP é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos,
constituída sob o regimento de serviço social autônomo. A Instituição é mantida por recursos de
natureza parafiscal. Os valores das contribuições, feitas pelas cooperativas, são definidos a partir de
um percentual sobre as folhas de pagamento.
Composto por uma Unidade Nacional e por 27 unidades estaduais é considerado uma entidade
"paraestatal", pois desempenha serviços não exclusivos do Estado, em colaboração com ele,
recebendo incentivos do poder público. Por essa razão, está sujeito a controle pela Administração
Pública e pelo Tribunal de Contas da União.
Em linhas gerais, a Unidade Nacional do SESCOOP é responsável pela normatização de
procedimentos e pela definição das linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais.
Estas, por sua vez, devem seguir essas diretrizes sem, contudo, deixar de atender às demandas
específicas de sua região.
1.1 Constituição e Natureza da Entidade
A criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi oficializada pela Medida
Provisória 1.715, de 3 de setembro de 1998. O Decreto 3.017, de 06 de abril do ano seguinte,
complementou a medida provisória, instituindo regulamentos e dispositivos que disciplinam a
atuação do SESCOOP.
Obedecendo a essa legislação, o Sescoop/RS instituiu seu regimento interno, que estabelece os
seguintes objetivos:
I.
Planejar e executar eventos de Formação Profissional do Cooperativismo e da Promoção
Social, adequados as necessidades e possibilidades locais e regionais e de acordo com os
princípios e metodologia estabelecidas pela Administração;
II.
Utilizar, sempre que possível, os recursos institucionais públicos e privados, já existentes
nas comunidades onde atuar;
III.
Operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas,
conforme sistema desenvolvido e aprovado em Assembleia Geral da Organização das
Cooperativas Brasileiras – OCB, e supletivamente pela Assembleia Geral da OCERGS –
Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul;
IV.
Assistir as sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas
de treinamento e na realização da aprendizagem metódica e contínua;
V.
Exercer a coordenação, supervisão e fiscalização da execução de programas e projetos de
Formação Profissional e de gestão em cooperativas, de empregados e associados;
VI.
Promover a mobilização da capacidade instalada na OCERGS – Sindicato e Organização
das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul, e áreas afins, nos estabelecimentos de
ensino, associações de classe e de caráter cultural, objetivando evitar a duplicação de
investimentos na execução de imobilizações visando à atividade de Formação Profissional e
Promoção Social;
VII.
Promover e apoiar a formação e o aperfeiçoamento de pessoal especializado nas atividades
integrante do seu objetivo, bem como, realizar o treinamento sistemático de seu pessoal
técnico administrativo e de apoio;
15
VIII.
Formular planos e programas anuais e plurianuais de trabalho;
IX.
Estabelecer política de atuação que contemple tanto a manutenção de cursos permanentes de
treinamento em estabelecimentos próprios ou conveniados, como a realização de cursos de
curta e média duração, de natureza transitória;
X.
Fazer observar os critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional para assegurar a indicação
dos trabalhadores em cooperativas, que serão selecionados para participar dos programas de
Formação Profissional, com base no princípio de igualdade sem distinção de gênero, raça,
crença religiosa, convicção filosófica ou política;
XI.
Organizar e executar pesquisas sobre aspectos vinculados à mão-de-obra em cooperativa e o
mercado de trabalho;
XII.
Promover pesquisas cientificas sobre métodos e tecnologia educacionais apropriadas à
aprendizagem no meio cooperativista;
XIII.
Articular-se junto a órgãos e entidades nacionais e internacionais em assuntos relacionados
com a formação de profissionais em cooperativas e atividades assemelhadas;
XIV. Divulgar as ações do cooperativismo e sua importância socioeconômica;
XV.
Editar, reeditar, publicar, imprimir e distribuir, por qualquer meio – impresso, eletrônico,
virtual ou outros que venham a surgir.
1.2 Responsabilidade Institucional
Os alvos da atuação do SESCOOP são as cooperativas, seus associados e empregados, bem como
os respectivos familiares. O trabalho da entidade organiza-se a partir de quatro áreas de atuação.
São elas:

Formação Profissional;

Promoção Social;

Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas e,

Gestão do Sistema.
As ações do Sescoop/RS para fortalecimento das cooperativas englobam capacitação, valorização e
melhor aproveitamento dos empregados e seus associados. Desse modo, a entidade busca alçá-los a
patamares mais elevados de inovação e excelência, favorecendo a competitividade dos produtos e
serviços.
1.3 Missão e Visão
A função e a razão de ser do SESCOOP estão contempladas em sua missão: "Promover o
desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação
profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua
diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos
associados, empregados e familiares”.
O escopo de sua atuação busca o desenvolvimento sustentado do cooperativismo, de forma a
produzir a melhoria dos resultados obtidos pelas cooperativas e o fortalecimento de seu papel
econômico e social. A visão estratégica do SESCOOP/RS é ser reconhecido por sua excelência na
formação profissional cooperativista e promoção da sustentabilidade das cooperativas, visando
melhor qualidade de vida e bem estar de seus associados, empregados e familiares.
16
No cumprimento da sua missão o Sescoop/RS atua visando criar condições favoráveis ao
desenvolvimento do cooperativismo e propiciar a superação dos desafios encontrados pelas
entidades cooperativistas em seus ambientes de atuação.
1- Doutrina e Princípios: realiza ações no sentido de tornar a doutrina e princípios do
cooperativismo conhecidos e praticados;
2- Legislação: atua em parceria com entidades, principalmente com a OCERGS e OCB, buscando
tornar a legislação, sua interpretação e aplicação pelos órgãos julgadores e fiscalizadores,
adequada aos preceitos cooperativistas;
3- Cultura da cooperação: realiza atividades visando sensibilizar a sociedade sobre a importância
da cultura da cooperação, como forma de propiciar desenvolvimento econômico e social;
4- Cooperativas: propicia condições para a implantação de governança e gestão profissionalizadas
das cooperativas, possibilitando atuação em ambientes competitivos, por intermédio da
capacitação dos dirigentes, associados e empregados. Assim, trabalha no sentido da
sustentabilidade dos empreendimentos cooperativos;
5- Resultados: realiza ações de monitoramento do desempenho das cooperativas, propondo as
medidas adequadas à obtenção de resultados econômicos e sociais positivos. Cuida, em parceria
com a OCERGS e OCB, da transparência e divulgação dos resultados do sistema cooperativista;
6- Imagem: atua, em parceria com a OCERGS e OCB, no sentido de divulgar, zelar e fortalecer a
imagem do cooperativismo junto à sociedade.
Quadro I – Sescoop e os Desafios do Cooperativismo
SESCOOP E OS DESAFIOS DO COOPERATIVISMO
DOUTRINA E
PRINCIPIOS
DISSEMINADA E
PRATICADA
RECONHECIDA E
FAVORÁVEL
IMAGEM
LEGISLAÇÃO
DIVULGAR
FORTALECER
ADEQUADA E BEM
INTERPRETADA
INFLUENCIAR
SESCOOP
SENSIBILIZAR
MONITORAR
CULTURA DA
COOPERAÇÃO
CAPACITAR
RESULTADOS
TRANSPARENTES E
DIVULGADOS
ASSIMILADA E
PRATICADA
COOPERATIVAS
GOVERNANÇA E
GESTAO
PROFISSIONALIZADA
EMPREGADOS
S
CAPACITADOS
CAPACITADOS E
COMPROMETIDOS
ASSOCIADOS
Fonte: Planejamento Estratégico Sescoop/RS 2011-2013
17
Destacam-se entre os principais desafios do cooperativismo encontrados pelo Sescoop/RS no
Estado do Rio Grande do Sul:

A profissionalização da gestão e a definição de critérios objetivos de formação para a gestão
das cooperativas;

A integração das cooperativas visando novos arranjos produtivos e obtenção de escala;

A definição das atividades “foco estratégico” das cooperativas agropecuárias;

A criação e a adoção de mecanismos de contratualização e/ou fidelização das relações
estabelecidas com seus associados;

O fortalecimento da identidade cooperativa;

A organização do quadro social;

A elevação do nível de educação cooperativista dos associados;

O desenvolvimento de banco de dados que possibilite o acompanhamento da autogestão das
cooperativas;

A formação e qualificação de recursos humanos para suprir as necessidades das
cooperativas;

O incentivo às práticas de auditoria interna e externa nas cooperativas;

A adoção de plano de contas contábil “uniforme” para as cooperativas, em especial do ramo
agropecuário.
1.3 Fonte de Recursos
A principal fonte de recursos do SESCOOP é a contribuição social em percentual de 2,5%,
incidente sobre as folhas de pagamento das cooperativas.
A distribuição orçamentária da contribuição social está prevista em Regimento Interno e obedece a
seguinte diretriz:

10% (dez por cento) são destinados ao custeio e à aplicação na Unidade Nacional do SESCOOP;

2% (dois por cento) do orçamento é enviado à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)
a título de taxa de administração pela utilização de sua estrutura institucional, de representação,
de informação e de logística disponível no Sistema OCB/OCEs;

20% (vinte por cento) irão compor o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo
(FUNDECOOP), administrado pela Unidade Nacional, conforme resolução do Conselho
Nacional do SESCOOP;

68% (sessenta e oito por cento) são aplicados diretamente pelas unidades estaduais ou regionais,
nas atividades relativas aos objetivos fins, despesas de caráter geral e investimentos necessários
para atingir seus objetivos, conforme normas definidas pelo Conselho Nacional do SESCOOP.
18
Quadro II - Distribuição da contribuição social arrecadada
Exercícios
Contribuição Social
2009
Arrecadação
23.749.619,66
27.393.352,86
(696.079,76)
(831.236,69)
(958.767,35)
19.191.914,04
22.918.382,97
26.434.585,51
383.838,28
458.367,66
528.691,71
1.919.191,40
2.291.838,30
2.643.458,55
3.838.382,80
4.583.676,59
5.286.917,10
13.050.501,53
15.584.500,42
17.975.518,15
2% Taxa de Administração - OCB
10% Receita da Unidade Nacional
20% Receita do FUNDECOOP
68% Receita Líquida do SESCOOP/RS
2011
19.887.993,80
Taxa de Arrecadação INSS (3,5%)
Valor Repassado ao SESCOOP NACIONAL
2010
Fonte: Sistema Zeus
Quadro III – Evolução das receitas
Receita
Contribuições
Financeiras
Serviços
Outras Receitas
Receitas de Transferências
Total
2009
2010
2010/2009
2011
2011/2010
13.050.501,53
15.584.500,42
19,42%
17.975.518,15
15,34%
2.058.244,88
2.295.017,17
11,50%
3.466.564,92
51,05%
-
-
0,00%
3.387,14
100,00%
46.058,40
142.680,49
209,78%
372.408,29
161,01%
-
-
0,00%
20.000,00
100,00%
15.154.804,81
18.022.198,08
21.837.878,50
21,17%
18,92%
Fonte: Sistema Zeus
O cooperativismo gaúcho manteve seu processo de desenvolvimento em 2011. Observa-se um
crescimento importante na receita de contribuições, motivado pelo incremento no volume das
operações realizadas pelas cooperativas e, consequente melhora do padrão salarial de seus
empregados. A adesão de mais gaúchos ao movimento (em especial dos ramos, crédito, saúde e
infraestrutura) também contribuiu para a consolidação desta receita. O resultado financeiro decorre
da aplicação dos recursos disponíveis no fluxo de caixa. Os valores são aplicados no Banco do
Brasil e a remuneração dos títulos está atrelada ao CDI.
19
CAPÍTULO 2 - GOVERNANÇA CORPORATIVA
A estrutura de gestão do Sescoop/RS obedece às melhores práticas de governança corporativa,
respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração:
a) Transparência – não só em relação aos dados contábeis, mas a todos os assuntos que possam
gerar conflitos de interesses internos ou externos;
b) Equidade - igualdade de tratamento a todos os grupos, sejam eles conselheiros, governo,
associados, empregados etc.;
c) Prestação de contas – os gestores prestam contas à sociedade, ao sistema cooperativista e ao
governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato;
d) Responsabilidade – conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio, o
desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente.
A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura: um Conselho
Administrativo, um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva, composta por um presidente e um
superintendente. A Presidência do Sescoop/RS é cargo privativo exercido pelo presidente da
OCERGS - Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul.
A seguir, a função de cada um desses órgãos:
CONSELHO ADMINISTRATIVO
É o órgão máximo de deliberação na administração estadual, cabendo-lhe difundir e implementar as
políticas, diretrizes, programas, projetos e normativos, com estrita observância das deliberações e
decisões do Conselho Nacional. Composto por cinco membros titulares e três suplentes, sendo o
Presidente da OCERGS seu Presidente nato; um representante indicado pelo Presidente do
Conselho Nacional; um representante titular e um suplente, representando os trabalhadores em
cooperativas; dois representantes titulares e dois suplentes representando as cooperativas. O
representante do Conselho Nacional será indicado por seu presidente, e os três representantes das
cooperativas inclusive suplentes, serão indicados pelo Presidente do Sescoop/RS. Todos os
conselheiros tem mandato de quatro anos, permitida a recondução para igual período.
CONSELHO FISCAL
Órgão fiscalizador dos atos da gestão administrativa. Acompanha a execução financeira e
orçamentária, cabendo-lhe, dentre outras atribuições, analisar as demonstrações financeiras,
fornecer opinião sobre o plano de orçamento e emitir parecer sobre as contas. Composto por três
membros titulares e igual número de suplentes, indicados pelo Presidente do Conselho
Administrativo, para um mandato de quatro anos, sendo vedada a recondução para o período
subsequente.
DIRETORIA EXECUTIVA
A Diretoria Executiva é o órgão gestor da Administração do SESCOOP/RS, consoante às diretrizes
estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Estadual. É composta pelo Presidente do Conselho
Administrativo e pelo Superintendente. O Superintendente é designado pelo Presidente e
referendado pelo Conselho Administrativo do SESCOOP/RS.
20
2.1 Objetivos Estratégicos
O Planejamento Estratégico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi aprovado
pelo Conselho Nacional em setembro de 2011 e apresenta como desafio impulsionar a atuação do
Sescoop em prol do desenvolvimento das cooperativas brasileiras, dando maior visibilidade aos
resultados gerados em favor do público-alvo.
Por ser um plano corporativo, as macroestratégias nele definidas representam um esforço conjunto
entre as unidades estaduais e a unidade nacional para a concretização de resultados.
Objetivos Estratégicos Finalísticos
Considerando o trabalho realizado em 2011, visando à ampliação da interação entre os níveis
estratégicos, o nivelamento de visões e percepções e o alinhamento entre as Unidades do Sistema
objetivando assegurar a compatibilização e coerência entre as linhas de ações, o SESCOOP/RS
direciona seus esforços e mantem o foco, priorizando o atendimento dos objetivos definidos no seu
Plano Estratégico, conforme a seguir destacados:
Objetivo Estratégico 1 – Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios
e os valores do cooperativismo no Rio Grande do Sul.
O desenvolvimento sustentável do cooperativismo somente será possível se apoiado em sólidos
pilares, representados aqui pela doutrina, pelos princípios e valores do cooperativismo. É preciso
garantir que todos os cooperativistas os conheçam e os pratiquem, desde o momento da criação da
cooperativa.
Não basta, porém, uma ação no âmbito do sistema cooperativista. O adequado suporte ao
cooperativismo requer maior aproximação com a sociedade. Muitas vezes, a população não sabe
distinguir o cooperativismo dos demais tipos societários, o que acaba retirando vantagens e
igualando as cooperativas às demais formas de produção, notadamente às empresas. Desse modo,
faz-se importante a difusão da doutrina, dos princípios e dos valores do cooperativismo no Rio
Grande do Sul como elementos integradores de uma organização social competitiva, mas que
produz frutos sociais aos seus associados e demais atores relacionados.
Objetivo Estratégico 2 – Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista,
alinhada às suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade.
Em um ambiente de cada vez maior competitividade, a eficiência da gestão é instrumento central
para a sustentabilidade das organizações. A formação em gestão cooperativista se volta para a
preparação em governança e em gestão profissional das cooperativas e para a formação de
lideranças cooperativistas. Difere das abordagens empresariais à medida que se alinha à doutrina,
aos princípios e valores do cooperativismo. Nessa área, o desafio do Sescoop é ampliar o acesso das
cooperativas à formação em gestão cooperativista e garantir o alinhamento das ofertas às suas reais
necessidades.
Objetivo Estratégico 3 – Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das
cooperativas na formação profissional.
Além da formação em gestão cooperativista, as cooperativas necessitam de associados e
empregados em outras áreas administrativas e em suas áreas de atuação específicas.
Tendo em vista a grande diversidade de ramos de negócio no sistema cooperativista, dispersos no
Rio Grande do Sul, não é possível nem adequado que o Sescoop/RS desenvolva programas de
formação profissional para todas as necessidades de todas as cooperativas. O Sescoop/RS focará
seus esforços na identificação das diversas demandas, formação de parcerias e viabilização de
soluções de formação profissional para as cooperativas.
21
Objetivo Estratégico 4 – Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas
cooperativas.
Um dos princípios do cooperativismo é a gestão democrática. As cooperativas são organizações
democráticas, controladas por seus membros, que participam ativamente na formulação de suas
políticas e nas tomadas de decisão. Como a cooperativa é uma entidade que agrega no mínimo 20
associados, tendo cada um o mesmo poder de voto nas decisões estratégicas, uma boa governança é
fundamental para sua sustentabilidade e seu crescimento. Além disso, organizações com modelos
mais complexos de governança tendem a refletir essa complexidade também em sua gestão.
O Sescoop/RS contribui para a governança e a gestão das cooperativas, por meio da disseminação
de conhecimento sobre o tema, da identificação, disseminação e incentivo à adoção de boas
práticas, tudo atrelado à doutrina, aos princípios e aos valores do cooperativismo.
Objetivo Estratégico 5 – Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das
cooperativas.
O cooperativismo constitui-se em uma excelente opção para empreender negócios, gerar e distribuir
riqueza e apoiar o desenvolvimento da sociedade. Contudo, para que ele consiga alcançar esses
resultados é fundamental que as cooperativas sejam sustentáveis, bem gerenciadas e competitivas.
As cooperativas precisam desenvolver sua governança e suas competências técnicas, além de
incorporar métodos, instrumentos e boas práticas de gestão. Devem se pautar em metas de
desempenho e resultados.
Como forma de aumentar as chances de sucesso, é importante que as cooperativas contem com
mecanismos de monitoramento externo que as auxiliem na identificação de pontos de melhoria,
oportunidades e boas práticas em gestão e governança.
Sendo assim, o Sescoop/RS deve desenvolver um modelo de monitoramento que analise as
cooperativas e forneça informações sobre boas práticas e padrões de qualidade em gestão e
governança, contribuindo de maneira pró-ativa para a minimização de riscos, a profissionalização
da gestão e a sustentabilidade das cooperativas.
Objetivo Estratégico 6 – Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho.
Para reduzir os riscos de acidentes, as cooperativas precisam concentrar esforços na promoção de
ações e medidas de segurança no trabalho cooperativista, seja ele realizado dentro ou fora das
cooperativas e por associados ou empregados das cooperativas. Mais do que apenas cumprir a
legislação, cooperativas que adotam práticas de segurança no trabalho reduzem gastos com
acidentes e assistência à saúde, melhoram a relação com empregados e fortalecem a imagem
perante o público.
A atuação do Sescoop/RS nesse âmbito se propõe a desenvolver programas e competências para a
disseminação de informações e conceitos de segurança no trabalho e para apoio e incentivos à
prevenção de acidentes e à melhoria das condições de trabalho.
Objetivo Estratégico 7 – Promover um estilo de vida saudável entre associados, empregados e
familiares.
A promoção social tem por finalidade desenvolver ações que favoreçam um estilo de vida saudável
e possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados de cooperativas,
associados e seus familiares.
A atuação do Sescoop/RS se dará por meio da articulação de parcerias para campanhas e do
desenvolvimento de programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos
associados, empregados e familiares.
22
Objetivo Estratégico 8 – Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das
cooperativas brasileiras.
Com a preocupação cada vez maior da sociedade com o impacto das organizações nas questões
sociais e do meio ambiente, é fundamental que o cooperativismo desempenhe ações para mitigar
seus efeitos negativos, promovendo a responsabilidade socioambiental das cooperativas.
Por isso, o Sescoop/RS atuará com foco não só na melhoria do desempenho interno das
cooperativas, mas também na adoção por estas de conceitos e boas práticas de responsabilidade
socioambiental. Essa atuação é convergente com o princípio cooperativista do interesse pela
comunidade, que orienta o trabalho das cooperativas também para o desenvolvimento sustentado de
suas comunidades, por meio de políticas aprovadas pelos membros.
Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio
Objetivo Estratégico 9 – Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia
do Sescoop/RS.
O Sescoop/RS possui um quadro de empregados qualificados. No entanto, para que os objetivos
finalísticos estabelecidos sejam alcançados, o Sescoop/RS precisa desenvolver competências
aderentes aos novos desafios propostos. A ampliação das competências deverá ser viabilizada
também pela ampliação quantitativa das redes de colaboradores, internos e externos, visando ao
aumento da capacidade de realização orientada para resultados para o público-alvo.
Deve ainda aprimorar seu sistema de gestão de pessoas, com o aperfeiçoamento dos processos de
seleção, desenvolvimento e avaliação do corpo funcional, além de promover a integração de seus
funcionários, visando valorizar e elevar o desempenho profissional de seus quadros.
Objetivo Estratégico 13 – Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na
comunicação dos resultados.
Implementar ações de marketing institucional, assegurando a qualidade e transparência das ações e
na comunicação dos resultados do sistema cooperativista.
Quadro IV – Proposta de valor do Sescoop/RS
VALORES
COOPERATIVAS
Gestão profissionalizada

Envolvimento maior dos
cooperados com suas
cooperativas



Sensibilização para a
responsabilidade
socioambiental
Ambiente propício à
cooperação
Padrões de qualidade em
gestão e governança
cooperativistas




Educação
cooperativista e
em gestão
cooperativa
Desenvolvimento
de lideranças
cooperativistas
Transparência da
gestão
COOPERATIVAS

Formação profissional
de qualidade

Conhecimento da
cultura da cooperação
e exercício do
empreendedorismo

Transparência da
gestão

Melhoria da segurança
no trabalho e de
qualidade de vida
Melhoria da
qualidade de vida
FAMÍLIAS
 Conhecimento
da
cultura da
cooperação e
exercício do
empreendedorismo
 Melhoria da
qualidade de vida
Proposta de Valor

EMPREGADOS DAS
ASSOCIADOS
Fonte: Planejamento Estratégico Sescoop/RS 2011-2013
23
2.2 Estrutura Organizacional
O SESCOOP/RS, além dos órgãos colegiados, contempla três áreas em sua estrutura
organizacional: Administrativa e Operacional, Técnica e de Ensino.
Quadro V - Estrutura do Organograma do Sescoop/RS
Conselho Administrativo
Conselho Fiscal
Presidência
Assessoria Jurídica
Auditoria Interna
Superintendência
Área Técnica
Área Administrativa e Operacional
Coordenação
Administrativa
Coordenação
Operacional
Gerência de
Formação
Profissional
Gerência de
Promoção Social
Área de Ensino
Gerência de
Monitoramento
Direção
ESCOOP
Fonte: Departamento Administrativo

Área Administrativa e Operacional – Subdividida em duas coordenações, “administrativa e
operacional” que objetivam prestar apoio às demais áreas na execução dos objetivos estratégicos
propostos.

Área Técnica – Subdividida em três gerências, “Formação Profissional, Promoção Social e de
Monitoramento”, que atuam na execução das atividades finalísticas do SESCOOP/RS.
Formação Profissional – Responsável por organizar, administrar, executar o ensino de
formação profissional dos trabalhadores em cooperativas e dos associados, bem como
assistir às sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e na execução de programas
de treinamento e na realização de aprendizagem metódica e contínua.
Promoção Social – Responsável por organizar, administrar, executar as ações de promoção
social, bem como assistir às sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e na
execução de programas educativos e participativos que visam trazer benefícios para a
qualidade de vida e melhorias sociais aos empregados de cooperativas, associados e seus
familiares.
Monitoramento – Responsável pelo planejamento, execução, avaliação de programas,
estudos, pesquisas, projetos e ações relacionadas ao desenvolvimento das cooperativas. Visa
o desenvolvimento da qualidade de gestão, primando pela preservação da doutrina
cooperativista, legalidade, credibilidade, transparência diante do quadro social e a garantia
da sua qualidade, cumprindo seus objetivos econômicos e sociais.

Área de Ensino - Responsável por organizar, administrar, executar as ações de ensino
acadêmico através da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – ESCOOP.
Assessoria Jurídica – Oferece respaldo legal à atuação institucional em assuntos relacionados com
a elaboração de instrumentos jurídicos, pareceres, normativos e acompanhamento dos processos em
que a Instituição é parte, além de oferecer apoio a representação política institucional.
Auditoria Interna - Reporta-se à Diretoria Executiva, atende às demandas e serve de apoio aos
Conselhos e demais áreas da Entidade. O foco é o trabalho preventivo, mediante a validação dos
controles internos aplicados nas operações resultantes da gestão patrimonial, contábil, financeira,
orçamentária e de recursos humanos. O objetivo é garantir a veracidade dos registros e a
confiabilidade dos comprovantes que os suportam, a fim de garantir credibilidade e transparência às
demonstrações financeiras.
24
CAPÍTULO 3 - COOPERANDO COM O FUTURO
O cooperativismo é uma importante força impulsionadora de desenvolvimento do país, estando
presente em 1.407 municípios brasileiros – mais de 25% do total do País. Uma das principais
demandas do setor é a capacitação de seus profissionais, que buscam ganhar espaço no mercado
nacional e internacional. Atento às necessidades dos associados, o Sescoop investe na formação de
líderes, gestores e associados, visando sempre o fortalecimento, a qualificação e a sustentabilidade
do setor.
Em 2011 o cooperativismo do Rio Grande do Sul manteve seu processo de crescimento, mais
gaúchos aderiram ao sistema que fechou o ano com 75.382 novos associados – crescimento 3,92%
em relação ao ano anterior. Embora o número de empregos tenha ficado estável, o faturamento das
cooperativas registrou um crescimento expressivo, passando de 18 bilhões em 2009 para 21 bilhões
em 2010 e, estimado em 27 bilhões para 2011(dados em fase de consolidação).
O número de cooperativas registradas encerrou com 550 das 728 que constavam em 2010. A
redução foi motivada principalmente pelo fato de que são considerados somente os registros de
cooperativas com cadastro ativo (documentação regular junto ao Sistema). Outras 534 cooperativas
registradas encontram-se em situação de cadastro inativo. Também justificam a diminuição os
processos de incorporação e a inativação cadastral de cooperativas que não estão mais atuando no
mercado.
Os indicadores citados mostram a dinâmica do cooperativismo e sua visão de buscar alternativas e
oportunidades. O sistema cooperativista é pujante, busca o aumento de escala, de produtividade, a
eficiência econômica e a inserção no mercado com o objetivo de ganhar mais competitividade, além
de promover a inclusão social.
O Sescoop/RS se posiciona em conformidade com esse crescimento. A entidade mantém seu foco
investindo na formação profissional, capacitação, educação e monitoramento, bem como, levando
cultura aos associados, empregados e dirigentes das cooperativas gaúchas, certo de que este
trabalho é fundamental para o futuro do cooperativismo.
Números do Cooperativismo Gaúcho
O cooperativismo do Rio Grande do Sul reúne 550 cooperativas com cadastro ativo (documentação
regular) vinculadas ao Sistema Ocergs-Sescoop/RS.
São cerca de 2 milhões de associados, 50 mil empregos diretos gerados em 2011 e um faturamento
anual de R$ 21 bilhões (apurado com base nos cadastros ativos em 2010). Estima-se um
faturamento de 27 bilhões para o Exercício 2011 (trabalho de consolidação dos dados em fase final
pela área de Monitoramento).
Em relação ao cooperativismo nacional, o Rio Grande do Sul possui 8% de participação no número
de cooperativas com cadastro ativo, 20% em número de associados e 16% em número de
empregados.
25
Quadro VI - Participação das cooperativas do Rio Grande do Sul no cenário brasileiro.
RAMOS
Nº DE COOPERATIVAS
RS
VARIAÇÃO
BRASIL
2011
-2%
170
11%
Part./RS
2011
1.523
2010
1.548
120
123
-2%
14
12%
1.047
1.064
-2%
102
10%
294
302
-3%
21
7%
9
12
-25%
3
33%
Habitacional
226
242
-7%
39
17%
Infraestrutura
128
141
-9%
22
17%
Mineral
69
63
10%
3
4%
Produção
243
235
3%
10
4%
Saúde
846
852
-1%
62
7%
Agropecuário
Consumo
Crédito
Educacional
Especial
Trabalho
Transporte
Turismo e Lazer
TOTAL
Fonte: OCB - 31/12/2011
966
1.024
-6%
64
7%
1.088
1.015
7%
36
3%
27
31
-13%
4
15%
6.586
6.652
-1%
550
8%
Gráfico I - Cooperativas no Estado do Rio Grande do Sul por ramo de atividade.
Habitacional
39 Transporte
36
Infraestrutura
22
Saúde
62
Trabalho
64
Educacional
21
Consumo
14
Produção
10
Turismo e Lazer
4
Especial/Social
3
550
Cooperativas
Crédito
102
Mineral
3
Agropecuário
170
Fonte: OCERGS – 31/12/2011
26
Quadro VII - Associados em Cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro.
RAMOS
Agropecuário
Consumo
Nº DE ASSOCIADOS
2011
2010
VARIAÇÃO
BRASIL
969.541
943.054
2.710.423
2.297.218
RS
Part./RS
3%
2011
290.585
30%
18%
49.208
2%
26%
4.673.174
4.019.528
16%
1.206.442
51.534
57.547
-10%
2.252
4%
393
397
-1%
257
65%
Habitacional
99.474
101.071
-2%
19.122
19%
Infraestrutura
829.331
778.813
6%
391.626
47%
183%
278
0%
0%
793
7%
10%
21.709
8%
6%
Crédito
Educacional
Especial
Mineral
Produção
Saúde
58.891
11.500
271.004
20.792
11.454
246.265
Trabalho
188.644
217.127
-13%
10.479
Transporte
143.458
321.893
-55%
6.928
5%
1.368
9.016.527
7%
11%
87
1.999.766
6%
20%
Turismo e Lazer
1.468
TOTAL
10.008.835
Fonte: OCB - 31/12/2011
Gráfico II - Associados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade.
Trabalho
10.479
Saúde
21.709
Habitacional
19.122
Transporte
6.928
Infraestrutura
391.626
Educacional
2.252
Consumo
49.208
Produção
793
Especial/Social
257
Turismo e Lazer
87
Mineral
Crédito
1.206.442
1.999.766
Associados
278
Agropecuário
290.585
Fonte: OCERGS – 31/12/2011
27
Quadro VIII - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro.
Nº DE EMPREGADOS
RS
2011
2010
VARIAÇÃO
BRASIL
Agropecuário
155.896
146.011
7%
27.330
18%
Consumo
10.968
9.892
11%
114
1%
Crédito
33.988
29.130
17%
7.461
22%
Educacional
3.694
3.349
10%
27
1%
12
14
-14%
5
42%
Habitacional
1.829
1.676
9%
132
7%
Infraestrutura
6.334
5.775
10%
3.137
50%
161
144
12%
0
0%
Produção
3.605
3.669
-2%
2.952
82%
Saúde
67.156
56.776
18%
7.383
11%
Trabalho
2.738
3.879
-29%
55
2%
Transporte
9.712
10.787
-10%
145
1%
193
32
503%
14
7%
271.134
9,30%
48.755
16%
RAMOS
Especial
Mineral
Turismo e Lazer
TOTAL
296.286
Fonte: OCB - 31/12/2011
2011
Part./RS
Gráfico III - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade.
Trabalho
55
Saúde
7.383
Crédito
7.461
48.755
Empregados
Agropecuário
27.330
Habitacional
132
Transporte
145
Infraestrutura
3.137
Educacional
27
Consumo
114
Produção
2.952
Turismo e Lazer
14
Especial/Social
5
Fonte: OCERGS – 31/12/2011
28
EXPRESSÃO DO COOPERATIVISMO DO RIO GRANDE DO SUL
As Cooperativas Gaúchas contribuem com diversos setores do Estado e movimentaram a economia
com 10,40% do PIB/RS (2010). A expressão pode ser avaliada da seguinte forma:

Cooperativas Agropecuárias detêm 71,3% do PIB AGROPECUÁRIO do Rio Grande do Sul.
(Pesquisa FACCAT – 2011);

EXPODIRETO-COTRIJAL – Idealizada e realizada anualmente pela Cooperativa
Agropecuária e Industrial – COTRIJAL, a Feira Internacional que ocorre em Não-MeToque/RS, movimenta a economia do Rio Grande em mais de 1 bilhão de reais;

As Cooperativas Agropecuárias participam com 36% (em média) da PRODUÇÃO DE
GRÃOS;

As Cooperativas de Infraestrutura ocupam a 4ª posição no ranking de distribuição de
energia no Estado. Possuem um parque próprio gerador de energia, composto por 21 PCH’S
(Pequenas Centrais Hidrelétricas) e outras 5 em parcerias, gerando energia que atende 25%
de suas necessidades. A energia gerada é de forma limpa, sustentável e renovável,
com reduzido impacto ambiental. Investiram cerca de R$ 100 milhões em novas e em
reforço de estruturas, para fazer frente ao aumento no consumo nas áreas atendidas.
Apresentaram em 2011 um incremento no consumo de energia elétrica de 7,31%, enquanto
o indicador nas concessionárias gaúchas foi de 4,30% e nacional de 3,60%;

O ramo Saúde através do Sistema Unimed/RS construiu sete hospitais nos últimos anos, nas
cidades de Montenegro, Caxias do Sul, Ijuí, Novo Hamburgo, Guaíba, Santa Maria e Santo
Ângelo, com investimentos na ordem de R$ 115 milhões. Possui 1.695.612 usuários, ocupa
a 48ª posição no ranking das 100 Maiores Empresas do Rio Grande do Sul e 31ª posição
entre as maiores Receitas Brutas (Revista Amanhã nº 277 de Setembro/2011);

O cooperativismo de crédito, representado pelo Sicredi – Consolidado, ocupa a 6ª colocação
no ranking das 100 Maiores Empresas do Rio Grande do Sul. O Grupo ocupa, ainda, a 9ª
posição entre as 50 maiores Receitas Brutas, a 4ª posição entre os Maiores Patrimônios
Líquidos e a 3ª posição no volume de Capital de Giro (Revista Amanhã nº 277 de
Setembro/2011);

Em 2011, as cooperativas brasileiras registraram um crescimento recorde nas exportações,
fechando o ano com US$ 6.176 bilhões. O cooperativismo do Rio Grande do Sul aparece na
4ª posição nas exportações do cooperativismo no País.
29
Gráfico IV - Evolução das exportações das Cooperativas nos Estados Brasileiros.
2.500
2.000
1.500
1.000
500
0
SP
PR
MG
RS
SC
MT
MS
Demais
Estados
2008
951
1.442
411
407
317
138
111
233
2009
996
1.490
357
251
174
176
49
135
2010
1.564
1.639
453
217
211
178
66
89
2011
2.079
1.930
885
364
313
235
200
170
Elaboração: SESCOOP/RS
Fonte: MDIC (2011)
* em milhões de US$
3.1 Atuação junto ao Público Jovem
a)
Programa Jovem Aprendiz
O Sescoop/RS realiza o Programa Jovem Aprendiz nas cooperativas, preparando jovens de 14 a 24
anos para o mercado de trabalho. Executado pelas cooperativas Educacionais Coeducars,
Cooperconcórdia, Coopater, Coopeeb e Cootrael o Programa é desenvolvido em cumprimento à Lei
Federal 10.097/2000, onde é determinado que as empresas devem ter em seu quadro de
empregados, no mínimo 5% e no máximo 15% de jovens aprendizes, cujas funções exijam
formação profissional. Os cursos oferecidos são de Assistente Administrativo para Cooperativas,
Processamento de Carnes, Processamento de Leite e Derivados e, Assistente para Manufatura de
Calçados. Em 2011 foram 1306 jovens, cotizados em 90 cooperativas estabelecidas em 35
municípios do Estado. O orçamento previsto pelo Sescoop/RS para este programa em 2012 é de
R$ 4.410.766,00, para o atendimento de 1.425 alunos, de acordo com a demanda programada.
Gráfico V – Alunos cotizados no Programa Jovem Aprendiz no Estado do Rio Grande do Sul.
1800
1.425
1600
1400
1.306
1200
870
1000
709
800
600
400
442
178
200
0
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Fonte: SESCOOP/RS – 2012: Previsão do número de alunos
30
b)
Combate ao Trabalho Infantil
O Sescoop/RS trabalha no combate ao trabalho infantil de forma indireta:
Quando desenvolve no Estado um programa forte de Jovem Aprendiz cotizando todos os alunos.
Os jovens, de 14 a 24 anos, têm uma prática pedagógica em sala de aula, de 500 horas, além da
prática na cooperativa, de mais 500 horas, de forma assistida, conforme determinam as regras da
CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) em respeito à proteção do menor no trabalho. Esses
jovens, enquanto Aprendizes ficam contratados pelas cooperativas, recebendo remuneração
calculada de acordo com o salário mínimo regional. Muitas cooperativas do Rio Grande do Sul
contratam os Jovens Aprendizes após o término do Programa. Ou seja, além de garantir a entrada no
mercado de trabalho, a iniciativa ainda pode definir o futuro profissional dos jovens.
Com a estruturação das cooperativas de Trabalho. O Sescoop/RS não permite que menores de 18
anos sejam sócios de cooperativas de Trabalho. O Sistema Ocergs-Sescoop/RS recusa o registro de
cooperativas de Trabalho que tenham menores em seu quadro social, ainda que pudessem aceitar
associados a partir de 16 anos, conforme determina a Lei Cooperativista. Entretanto, a entidade
gaúcha não permite menores de 18 anos em cooperativas de Trabalho. Esta medida garante que os
10.479 associados nas 64 cooperativas de Trabalho não tenham menos de 18 anos.
3.2 Atuação voltada para o Social
Festival de Música “O Rio Grande Canta o Cooperativismo”
Para divulgar o cooperativismo e valorizar a cultura do Rio Grande do Sul, o Sescoop/RS realiza,
desde 2007, o festival de música “O Rio Grande Canta o Cooperativismo”. Propõe através da
música, uma nova didática para a promoção dos princípios e valores do cooperativismo. O Rio
Grande Canta o Cooperativismo atrai toda a família, incluindo jovens e mulheres. No Estado, onde
a música tradicional é extremamente valorizada, o Festival ganha mais destaque a cada edição.
Nas cinco edições realizadas, obras de grande qualidade literária circularam nas vozes e
instrumentos de centenas de artistas. Gratuito e aberto ao público, o Festival reúne milhares de
pessoas a cada etapa, que ocorre sempre em uma cidade diferente. Já foram contemplados 26
municípios: Caibaté, Ibirubá, Antônio Prado, Rolante, Santa Rosa, Anta Gorda, Gramado, Marau,
São Luiz Gonzaga, Nova Palma, Porto Alegre, Imbé, Taquari, Soledade, Lagoa Vermelha,
Uruguaiana, São Miguel das Missões, Lajeado, Nova Petrópolis, Farroupilha, Santo Ângelo,
Pelotas, Pinhal, Bento Gonçalves, São José do Ouro e Tapera.
Ao longo de suas cinco edições, registrou a participação de mais de 45 mil pessoas, além de 1.300
artistas ligados ao canto, verso, poesia e letras, que através da boa musica contribuíram para o
ensino e a promoção dos princípios e valores do cooperativismo e pela integração das comunidades.
Para participar, é preciso que um dos autores seja associado de uma cooperativa. A letra deve ter
como temática o cooperativismo. As etapas do Rio Grande Canta o Cooperativismo possuem,
além da apresentação das canções concorrentes, um show de encerramento com grupos consagrados
no cenário musical gaúcho. Ao final de cada edição são gravados o CD e o DVD do evento. Ao
todo já são cinco CDs e cinco DVDs gravados, que reúnem 64 obras inéditas. O Festival está aberto
a todas as manifestações musicais que tenham algum vínculo com o Rio Grande do Sul. A edição
de 2012 do Festival está sendo planejada.
31
3.3 Responsabilidade Ambiental
A equipe do Sescoop/RS enxerga a responsabilidade socioambiental como uma oportunidade de
ultrapassar os objetivos da Instituição, participando efetivamente da transformação da sociedade.
Afinal, a cultura solidária que sustenta o cooperativismo não se limita a aspectos técnicos de gestão.
Ela afeta positivamente a vida das pessoas em seus relacionamentos sociais e as leva a adotar uma
postura mais positiva em relação ao outro e ao meio ambiente.
Com base nessa visão, a Entidade tem investido em projetos pedagógicos para levar a cultura da
cooperação às escolas de ensino fundamental e médio da rede pública. O objetivo é colaborar com a
formação de uma nova geração mais empreendedora e comprometida com o pensamento
cooperativista.
Responsabilidade Socioambiental
O Sescoop/RS realiza cursos de capacitação gratuitos aos empregados e associados das
cooperativas. Entre estas capacitações, destacam-se aquelas voltadas à responsabilidade
socioambiental. Em 2011, foram realizados os cursos de “ Educação Ambiental e Responsabilidade
Social”, “Agricultura Familiar e Sustentabilidade Ambiental”, “Responsabilidade Ambiental”,
“Separação e Reciclagem dos Resíduos Sólidos”, “Recuperação e Proteção de Nascentes e
Cabeceiras de Mananciais da Água na Propriedade das Cooperativas”.
O Sescoop/RS recebeu inúmeras sugestões de produtores rurais que participaram dos cursos
gratuitos voltados ao meio ambiente. Verificou-se a necessidade de que o Sescoop/RS acompanhe
as alterações propostas no Código Florestal Brasileiro, para que os 290.585 agricultores vinculados
às cooperativas Agropecuárias gaúchas possam continuar produzindo riquezas para o Brasil, dentro
dos princípios de responsabilidade ambiental e sustentabilidade.
Internamente, o SESCOOP/RS também trabalha para reduzir o impacto de suas atividades no meio
ambiente, por meio de ações educativas em relação a economia no uso dos recursos naturais
(energia elétrica e água), além dos elementos observados no Anexo X – Gestão ambiental e
licitações sustentáveis.
3.4 Formação Profissional em Nível Acadêmico
Faz parte da missão do Sescoop/RS, promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma
integrada e sustentável, por meio da formação profissional de seus empregados e associados. Para
alcançar esta meta, a entidade trabalhou para o credenciamento da primeira faculdade voltada ao
ensino do cooperativismo do Sistema “S” brasileiro.
A Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo - ESCOOP recebeu parecer positivo e unânime do
Conselho Nacional de Educação (CNE). O credenciamento foi finalizado em 20 julho de 2011 com
a publicação da Portaria 994 no DOU autorizando seu funcionamento.
Antes do credenciamento, a Faculdade já havia recebido duas avaliações do Ministério da
Educação: sua estrutura obteve conceito 4 e o Curso Tecnólogo em Gestão de Cooperativas
conceito 5, o máximo creditado.
A ESCOOP é uma iniciativa surgida de uma lacuna na capacitação das lideranças de cooperativas
gaúchas. A primeira experiência, que culminou na proposta de criação da Faculdade, ocorreu entre
os anos de 2007 e 2010, no Curso Superior em Gestão de Cooperativas, o Gescoop, realizado em
parceria com a Univates (Universidade do Vale do Taquari). A graduação formou sua primeira
turma em maio de 2010.
32
O curso terá duração média entre 2 anos e meio a 3 anos. A graduação foi autorizada pelo
Ministério da Educação através da Portaria 290 publicada no DOU em 25 de julho de 2011. A carga
horária total é de 1.620 horas ou 108 créditos acadêmicos. As disciplinas serão ofertadas
(inicialmente) de segunda a sexta-feira, no período da noite, na sede da Faculdade.
A sede da ESCOOP está localizada no Centro de Formação Profissional Cooperativista do
Sescoop/RS, em Porto Alegre. Trata-se de uma estrutura com salas de aula, biblioteca, auditório,
laboratório de informática, espaço de convivência e amplo estacionamento interno e externo. O
local está inteiramente disponível e vem sendo utilizado pelas cooperativas para capacitações e
cursos de pós-graduação realizados pelo Sescoop/RS em parceria com universidades desde 2009,
quando foi inaugurado. Em 2011 foi registrada uma movimentação próxima de 9 mil pessoas nos
eventos realizados.
Destaca-se, também, que desde 2006 o Sescoop/RS faz parcerias com instituições de ensino
superior para propiciar o ensino em nível de terceiro grau para empregados e associados das
cooperativas, através da concessão de bolsas de estudo em cursos de extensão, graduação, pósgraduação e latu sensu e stricto sensu em cooperativismo. Em 2011, 9 instituições de ensino
superior mantiveram parceria com o Sescoop/RS, totalizando 14 cursos de pós-graduação e 247
alunos contemplados.
33
CAPÍTULO 4 - GESTÃO DE PESSOAS
Um ambiente de trabalho saudável, atrativo e motivador impulsiona a produtividade organizacional
e aumenta o nível de satisfação de seus empregados. Por esta razão o Sescoop/RS investe
constantemente na valorização, nas condições de trabalho e na melhoria da qualidade de vida do seu
quadro de pessoal.
O Sescoop/RS dedica ao público interno, atenção e cuidados semelhantes aos destinados a
empregados e associados das cooperativas. Uma das prioridades é realizar constantemente a
capacitação, o aperfeiçoamento e o desenvolvimento de seus empregados. Paralelamente, procurase criar um clima organizacional positivo, que estimula a confraternização, a cooperação, o trabalho
em equipe e o envolvimento das equipes em ações sociais.
Com pouco mais de dez anos de atuação, o Sescoop/RS vê-se diante de desafios comuns a
organizações que se relacionam com um cenário dinâmico, exigindo contínuo aprimoramento de
suas rotinas e dos processos de trabalho. Por isso, a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no
sentido de melhor atender aos seus objetivos organizacionais.
Nesse sentido, no ano de 2011, o SESCOOP/RS reformula o Plano de Cargos e Salários, o qual
passa a denominar-se de Plano de Cargos, Carreiras e Salários – PCCS. Traz como suporte para a
nova estrutura o conceito de cargo amplo, no qual as funções passam a ser transitórias,
diversificadas e direcionadas para o cumprimento eficaz da missão institucional. Os cargos deixam
de ser um conjunto de atribuições permanentes e adquirem a configuração de um espaço
organizacional, sendo as atribuições funcionais associadas à própria estratégia do negócio. Isto
possibilita que os ocupantes dos cargos possam exercer todo o potencial de suas competências para
a consecução dos objetivos organizacionais e confere maior flexibilidade na mobilidade dos
funcionários e melhor aproveitamento das competências com base na multifuncionalidade, gerando
satisfação pessoal e progresso funcional.
Nesta configuração o crescimento nas carreiras decorre diretamente das competências que os
empregados são capazes de mobilizar frente a um contexto organizacional que age estrategicamente
para o alcance de seus objetivos.
4.1 Perfil do Corpo Funcional
Ao final de 2011, o quadro de pessoal somava 42 empregados efetivos, sendo que entre estes, 88%
(37 empregados) ingressaram na Instituição nos últimos quatro anos, indicando um quadro
renovado e em ampliação.
Como Instituição socialmente responsável, ressalta-se que o Sescoop/RS prima pela igualdade de
tratamento, sendo vedado qualquer tipo de preconceito. Destaca-se que na formação do quadro
atual, 19 profissionais são do sexo feminino e 23 do sexo masculino.
Quanto à faixa etária, a maior concentração dos profissionais é na faixa de até 40 anos, que totaliza
53% dos empregados. O dado evidencia um quadro jovem, tendendo à condição de sênior.
34
Gráfico VI - Empregado por faixa etária
41-50 Anos
21%
51-60 Anos
17%
acima de 60 Anos
9%
31-40 Anos
29%
até 30 Anos
24%
Fonte: Departamento Administrativo Sescoop/RS
No quesito escolaridade, o Sescoop/RS apresenta empregados com ótimo nível de qualificação,
onde 7% estão cursando a graduação, 67% possuem graduação completa e deste grupo, 29% já
cursaram alguma especialização.
Gráfico VII - Empregado por nível de formação
Pós Graduação
29%
Ensino
Fundamental
2%
Nível Médio
24%
Superior Completo
38%
Superior
Incompleto
7%
Fonte: Departamento Administrativo Sescoop/RS
Em relação à remuneração, é perceptível o destaque de dois grandes grupos, onde o primeiro retrata
os empregados do nível operacional, com rendimentos de até R$ 2.000,00 (33%) e o segundo, que
compreende os profissionais de nível técnico, com salários entre R$ 2.001,00 e R$ 4.000,00 (38%).
Os valores estão em pleno equilíbrio com os praticados pelo mercado de trabalho regional.
Ressalta-se na política de valorização dos recursos humanos, a implantação do Plano de Cargos,
Carreiras e Salários, como estratégia de retenção da força de trabalho.
Gráfico VIII - Empregado por faixa salarial
R$ 2001-3000
12%
Até R$ 2000
33%
Acima de R$ 7000
10%
R$ 3001-4000
26%
R$ 6001-7000
5%
R$ 5001-6000
9%
R$ 4001-5000
5%
Fonte: Departamento de Administrativo Sescoop/RS
35
4.2 Movimentação do Quadro de Pessoal
No decorrer 2011, o Sescoop/RS efetivou 8 admissões e 3 desligamentos. Movimentação normal,
frente à necessidade das organizações de renovar e oxigenar seus recursos humanos. Dos 8
colaboradores contratados, 3 ocorreram para atender demandas relacionadas com áreas finalísticas
e 5 para demandas em outros setores da entidade.
4.3 Capacitações
Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal, o Sescoop/RS identifica necessidades, promove
e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades profissionais, buscando manter
o quadro de colaboradores capacitado e motivado.
O empregados dos SESCOOP/RS poderão ingressar em programas, cursos, eventos, treinamentos e
seminários, de que em consonância com as necessidades de evolução e o alcance dos objetivos
estratégicos da entidade. Os incentivos concedidos contemplam também cursos de capacitação
profissional, graduação, extensão e pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu.
No ano de 2011, foram proporcionadas 397 horas em cursos de aperfeiçoamento profissional, 5
bolsas para cursos de graduação e 5 para cursos de pós-graduação.
4.4 Folha de Pagamento
O Sescoop/RS destinou R$ 3,07 milhões para cumprimento das obrigações com a folha de pagamento de pessoal em 2011. O valor executado representou 94,65% do orçamento previsto para o
exercício, conforme demonstrado no quadro abaixo.
Quadro IX - Folha de Pagamento - Previsto e Realizado Exercício 2011
Detalhamento
Vencimentos e Remuneração
Encargos Sociais Patronais
Benefícios (VT+VA+PL.Saúde+Seg.Vida)
Previsto
Total
2.115.978,00
Realizado
2.001.162,55
Previsto
687.254,00
Realizado
641.097,91
Previsto
447.370,00
Realizado
434.388,90
%Real.
94,57%
93,28%
97,10%
Previsto
3.250.602,00
94,65%
Realizado
3.076.649,36
Fonte: Sistemas Zeus – Legenda: (VT–Vale-transporte) (VA–Vale-alimentação)
(PL. Saúde – Plano de Saúde) (Seg.Vida – Seguro de Vida)
Total
Na análise da composição das despesas com pessoal, observa-se um equilíbrio na execução dos
itens salários, encargos e benefícios, fato que demonstra um bom nível de precisão na previsão de
recursos na formulação do orçamento.
Na análise histórica, baseado no Anexo II – Histórico da composição e das despesas com pessoal
compreendida entre os anos de 2008 a 2011, verifica-se a evolução no quadro de pessoal. Os
valores correspondentes a salários também acompanharam essa evolução, considerando que
anualmente são repassados os reajustes salariais aprovados em convenção coletiva de trabalho.
36
CAPÍTULO 5 - PRESTAÇÃO DE CONTAS
Conforme mostrado ao longo deste relatório, a atuação do Sescoop/RS engloba quatro linhas
prioritárias de atuação. Três delas estão relacionadas à missão da entidade, razão pela qual são
classificadas como áreas finalísticas. São as de Formação e Capacitação Profissional, Promoção
Social e Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas. A quarta e última área de atuação
trata da “organização e gestão do sistema”, ou seja, dos processos que dão suporte às áreas
finalísticas, visando atingir os objetivos institucionais do Sescoop/RS.
Estão apresentadas no próximo quadro, o orçamento previsto e o efetivamente realizado pelo
Sescoop/RS no ano de 2011, por linha de atuação.
Quadro X - Previsto e Realizado por Linhas de Ação
Linhas de Ação
Realizado
2010
2011
Realizado
% Exec.
I- Atuação Finalística
8.822.314,56
16.788.697,00
13.384.250,84
79,72%
Formação/capacitação profissional
3.996.821,42
8.316.716,00
6.145.482,35
73,89%
Promoção Social
3.206.384,02
5.683.387,00
5.170.917,94
90,98%
Monitoramento/Desenvolvimento de
Cooperativas
1.619.109,12
2.788.594,00
2.067.850,55
74,15%
3.478.897,70
5.057.694,00
4.894.826,55
96,78%
25.756,00
28.490,00
28.485,60
99,98%
II - Gestão do Sistema
Órgãos Colegiados
(CONSAD/CONFISC)
Previsto
Diretoria Executiva (PRESI/SUPER)
Administrativo
(Apoio/Informática/Jurídico)
267.858,41
328.476,00
324.220,12
98,70%
1.929.696,65
2.126.575,00
2.091.129,49
98,33%
Divulgação/Comunicação
1.255.586,64
2.574.153,00
2.450.991,34
95,22%
362.588,60
343.789,00
263.865,00
76,75%
12.663.800,86
22.190.180,00
18.542.942,39
83,56%
III - Investimentos
Total
Fonte: Sistema Zeus
5.1 Atuação Finalística
Nesta linha de ação o Sescoop/RS encontra o maior empreendimento entre os programas oferecidos ao
seu público. A formação profissional dos sócios, dirigentes e empregados das cooperativas é condição
indispensável para o sucesso do empreendimento cooperativo. O mix de programas oferecidos é
abrangente e contempla as necessidades das cooperativas quanto à formação de seus quadros.
A metodologia empregada nestes programas é diversificada e a realização dos eventos é condicionada a
disponibilidade dos beneficiários.
Os projetos são realizados de forma centralizada e descentralizada. Os centralizados são aqueles
executados pela própria equipe do Sescoop/RS. Os descentralizados, executados diretamente pelas
cooperativas, através de seus Agentes de Desenvolvimento do Cooperativismo.
Projetos Centralizados
Trata-se de um conjunto de cursos oferecidos aos empregados e associados das cooperativas,
abordando temas relacionados ao desenvolvimento cooperativista e aos aspectos técnicos
e comportamentais.
37
Os programas centralizados atendem necessidades ou demandas comuns entre cooperativas e/ou
ramos. Essas demandas são originadas pelas próprias cooperativas ou provocadas pelas Áreas de
Formação Profissional e Promoção Social, através de contatos, pesquisas diretas e outras fontes de
informações.
Projetos descentralizados
Atendem às solicitações dos diversos ramos de atividade do cooperativismo através de eventos
tipificados como Cursos, Palestras, Seminários, Encontros, programas de Graduação e Pósgraduação. Estes projetos possuem como característica o atendimento de demandas mais específicas
das cooperativas contribuintes com o Sescoop/RS. Estas podem apresentar projetos na razão de
25% dos valores contribuídos, conforme previsto na Resolução Sescoop/RS nº 04 de 01 de
novembro de 2006. Para sua elaboração e execução, o Sescoop/RS capacita os Agentes de
Desenvolvimento do Cooperativismo, que são profissionais pertencentes aos quadros de
empregados das cooperativas. Por estarem ligados a mesma, o atendimento fica alicerçado na real
necessidade, já que é identificado “in loco”.
Programa “UNI-SESCOOP”
Tem por finalidade a concessão de bolsas de estudo sob a modalidade “Ações Centralizadas” a
associados, dirigentes e empregados de sociedades cooperativas sediadas no Estado do Rio Grande
do Sul. Estão previstas bolsas de estudo para Cursos de Extensão, Graduação em Cooperativismo e
Pós-Graduação em Cooperativismo (Lato Sensu e Stricto Sensu), observadas as condições
estabelecidas na Resolução Sescoop/RS Nº 02/2006.
O programa viabilizou a realização de 14 eventos, beneficiando 247 pessoas e foi desenvolvido em
parceria com Instituições de Ensino Superior devidamente credenciadas junto ao Sescoop/RS.
5.1.1 Investimentos em Formação e Capacitação profissional
Este programa tem por objetivo aumentar a empregabilidade do trabalhador e do associado em
cooperativa, elevar sua produtividade e renda, reduzindo o risco de desemprego e subemprego.
Estão contemplados os valores do Plano Anual, cuja atuação está voltada à execução de projetos
relacionados à Capacitação Profissional, Aperfeiçoamento Profissional, Graduação Acadêmica,
Graduação Tecnológica e Pós-Graduação dos associados e dos empregados das Cooperativas.
As despesas envolvem gastos com a locação de espaços físicos e equipamentos, aquisição de
materiais de divulgação e para treinamento, necessários e suficientes para a execução das atividades
previstas. Contempla também, gastos com auxílios financeiros a estudantes através da concessão de
bolsas de estudo e de auxílio educacional mediante inscrição em cursos e eventos, além de gastos
com serviços especializados que, na sua grande maioria, implicam no pagamento dos serviços de
instrutores contratados para a realização dos eventos programados.
Para o desenvolvimento do programa foram previstas ações na área da Formação Profissional,
objetivo finalístico do Sescoop/RS, com investimento total de R$ 6.145.482,35 (projetos mais folha
de pagamento). O valor aplicado especificamente em projetos foi de R$ 5.022,490,16. Os resultados
destas ações são detalhados a seguir:
38
Gráfico IX - Histórico da Realização Financeira - Formação Profissional
7.000.000,00
6.000.000,00
5.000.000,00
4.000.000,00
3.000.000,00
2.000.000,00
1.000.000,00
-
2007
4.418.929,00
2008
4.952.426,00
2009
6.259.727,00
2010
5.233.617,00
2011
6.989.882,00
Realizado 3.256.272,40
4.345.266,07
4.684.853,23
3.996.821,42
5.022.490,16
Previsto
Fonte: Sistema Zeus
Quadro XI - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza – Formação Profissional
Realização Física
Realização Financeira
Natureza dos Projetos
Nº PARTICIPANTES
Previsto
Capacitação Profissional
Aperfeiçoamento Profissional
Graduação Acadêmica
Graduação Tecnológica
Pós Graduação
Total
Realizado
% Realizado
PREVISTO
REALIZADO
%
Realizado
511.690,00
406.010,00
79,35%
1.141
836
73,27%
3.974.372,00
2.673.361,77
67,27%
125.276
108.428
86,55%
927.827,00
736.625,91
79,39%
576
364
63,19%
38.266,00
14.704,75
38,43%
18
5
27,78%
1.537.727,00
1.191.787,73
77,50%
1.206
736
61,03%
6.989.882,00
5.022.490,16
71,85%
128.217
110.369
86,08%
Realização Física
Natureza dos Projetos
Nº PROJET OS
PREVIST O REALIZADO
Nº EVENT OS
Nº PART ICIPANT ES
PREVIST O REALIZADO
CH
%
PREVIST O
REALIZADO
%
%
PREVIST O REALIZADO
74,19%
1141
836
73,27%
3.816
3.468
%
Capacitação Profissional
47
38
80,85%
93
69
90,88%
Aperfeiçoamento Profissional
501
346
69,06%
1703
1.180
69,29%
125276
108.428
86,55%
17.849
15.343
85,96%
Graduação Acadêmica
45
44
97,78%
45
46
102,22%
576
364
63,19%
21.801
23.151
106,19%
81,82%
Graduação T ecnológica
5
3
60,00%
5
3
60,00%
18
5
27,78%
1.980
1.620
Pós Graduação
83
73
87,95%
87
74
85,06%
1206
736
61,03%
14.430
14.386
99,70%
Total
681
504
74,01%
1933
1.372
70,98%
128217
110.369
86,08%
59.876
57.968
96,81%
Quadro XII - Realização por Elemento de Despesa – Formação Profissional
Despesa
Auxílio Financeiro a Estudante
Auxílios Educacionais
Encargos s/ Serviços de Terceiros
Locações
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Serviços e Divulgação Institucionais
Serviços Especializados - PJ
Total
Fonte: Sistema Zeus
Prevista
Realizada
2.527.701,00
241.346,00
9.745,00
45.235,00
1.700,00
1.055.471,00
28.610,00
3.080.074,00
1.965.654,96
144.788,66
4.267,60
11.268,00
100,00
628.446,84
24.450,00
2.243.514,10
% Realizado
77,76%
59,99%
43,79%
24,91%
5,88%
59,54%
85,46%
72,84%
6.989.882,00
5.022.490,16
71,85%
39
A execução financeira de 71,85% da área de Formação Profissional está relacionada com diversos
fatores que interferiram na realização dos projetos previstos para o exercício, conforme detalhado a
seguir:
a) Os projetos de natureza Capacitação Profissional alcançaram realização financeira de
79,35%. Os cursos previstos nesta natureza atendem as demandas de cooperativas do ramo
de Infraestrutura. A execução pode ser considerada adequada, levando em conta que
algumas vezes os eventos não são realizados por indisponibilidade dos profissionais que
estavam envolvidos em reparos nas redes elétricas danificadas por alterações climáticas.
b) A execução financeira dos projetos da natureza de aperfeiçoamento, que concentra a maioria
dos eventos da área de Formação Profissional, foi de 67,27%. O escopo dos projetos é
variado, e a execução depende exclusivamente do interesse e da disponibilidade dos
profissionais das cooperativas. Muitas vezes esta demanda não mantém a constância
necessária, o que leva a não realização de eventos .
c) Quanto aos projetos da natureza de Graduação Acadêmica, Graduação Tecnológica e Pósgraduação, a realização financeira atingiu 79,39%, 38,43 e 77,50% respectivamente.
Embora estes projetos contemplem eventos que possuem certa previsibilidade em sua
execução, ainda assim são influenciados por fatores como a disponibilidade de disciplinas
nos cursos de graduação, a não realização de cursos previstos pelas Instituições de Ensino
para o exercício e pela mobilidade funcional dos beneficiários de tais ações de formação.
5.1.2 Investimento em Promoção Social
Este programa tem por objetivo melhorar a qualidade de vida do trabalhador. É voltado a realização
de ações nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Meio Ambiente, Geração de Renda e Integração
Social dos empregados de cooperativas, dos associados e de seus familiares, bem como da
comunidade onde estão inseridos.
Para o desenvolvimento do programa foram previstas ações na área de Promoção Social, objetivo
finalístico do Sescoop/RS, com investimento total de R$ 5.170.917,94 (projetos mais despesas com
a folha de pagamento). As despesas dos projetos executados referem-se à locação de espaços físicos
e equipamentos, materiais técnicos e didáticos e a contratação de serviços de Instrutores para a
realização dos eventos programados.
O valor aplicado especificamente em projetos foi de R$ 4.739.895,19. Os resultados destas ações
são detalhados a seguir:
Gráfico X - Histórico da Realização Financeira - Promoção Social
6.000.000,00
5.000.000,00
4.000.000,00
3.000.000,00
2.000.000,00
1.000.000,00
0,00
Previsto
2007
654.713,00
2008
2009
2010
2011
2.191.329,00 3.098.268,00 3.435.715,00 5.222.397,00
Realizado
386.036,05
2.152.373,70 2.976.539,99 3.206.384,02 4.739.895,19
Fonte: Sistema Zeus
40
Quadro XIII - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza - Promoção Social
Despesa
Prevista
Auxílio Financeiro a Estudante
Realizada
% Real.
2.400,00
-
Bens Intangíveis
132.000,00
132.000,00
100,00%
Encargos s/ Serv de Terceiros
407.780,00
402.451,85
98,69%
Locações
100.280,00
50.509,99
50,37%
21.900,00
16.478,00
75,24%
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
0,00%
749.497,00
588.269,35
78,49%
Outros Serv de Terceiros - PF
66.000,00
66.000,00
100,00%
Premiações
52.000,00
45.000,00
86,54%
Serv e Divulg Institucionais
609.660,00
600.310,00
98,47%
Serviços Especializados - PJ
3.080.880,00
2.838.876,00
92,14%
5.222.397,00
4.739.895,19
90,76%
Total Geral
Fonte: Sistema Zeus
Quadro XIV - Realização por Elemento de Despesa - Promoção Social
Natureza
dos Projetos
Realização Financeira
Previsto
Realizado
Realização Física
% Realizado
Previsto
Realizado
% Realizado
59.632
111,65%
3.739.216,00
3.559.310,75
95,19%
53.412
Saúde
133.616,00
97.738,45
73,15%
10.000
7.731
77,31%
Cultura
894.170,00
842.875,00
94,26%
15.000
15.438
102,92%
Integração Social
347.855,00
219.226,00
63,02%
21.389
27.253
127,42%
Geração de Renda
63.840,00
4.439,99
6,95%
500
300
60,00%
37,31%
500
504
100,80%
100.801
110.858
109,98%
Educação
Meio Ambiente
Total
Fonte: Sistema Zeus
43.700,00
5.222.397,00
16.305,00
4.739.895,19
90,76%
Quadro XV - Realização por Projeto - Cultura
Projetos de Cultura
COMTUL - Show da Segurança
COOPEROQUE - Teatro Motivacional
COOPEROQUE - Teatro Sobre Segurança
COSUEL - Dia da Criança COSUEL 2011
COTRIPAL - Garota Rural 2011
Lançamento CD/DVD Festival 2010
O Rio Grande Canta Cooperativismo 2011
UNIMED NORDESTE - Comemora Dia Médico
UNIMED REG.PRODUÇÃO - Motivação Arte
Total
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
1.570,00
4.200,00
1.800,00
18.000,00
6.000,00
124.800,00
696.700,00
38.600,00
2.500,00
894.170,00
Realizado
1.500,00
1.800,00
17.000,00
5.425,00
124.750,00
688.900,00
1.000,00
2.500,00
842.875,00
% Realizado
95,54%
0,00%
100,00%
94,44%
90,42%
99,96%
98,88%
2,59%
100,00%
94,26%
41
Quadro XVI - Realização por Projeto - Educação
Projetos de Educação
A Turminha da Reciclagem 2011
Aquisição de Livros
AURORA ALIM - Palestra Social
AURORA ALIM-Adm.Orçament.Familiar
CCN - Ccn nas Escolas - Cotrisana
CCN -Caderno Institucional CCN
CCN- Gestão Rural Jovens Emprendedores
CERTAJA ENERGIA - Ação Comunitária
CERTAJA ENERGIA - Sementes Cooperativism
CERTAJA ENERGIA - Sementes Coopertivis
COAGRIL - Coagril 25 anos Plant. Coop Fu
COMTUL - Pales Motiv. Val. Pes. Bus.Feli
COMTUL - Palestra Adminis. Pes. Ren. Fam
COMTUL - Prevenção Acidentes Dia a Dia
Coprel na Escola e Coprel Ecologia -2011
COTRIBÁ - Projeto Escola Campo
COTRIJAL - Educação Coop. Motiv.Des.Mulh
COTRIMAIO - Jovem Coop. Const. Futuro
COTRIPAL - Eu + Você = Mun Melhor 2011
COTRIPAL - XXIV SIPAT
COTRISAL SARANDI - Imp. Par. Colhe.Conf
Cursos e Seminários Promoção Social
FECOAGRO - Suces. Soc. Fam. Prop. Rural
FECOAGRO - Sem Reed Alim Mulheres Cooper
Programa Jovem Aprendiz
SANTA CLARA - Prog. For.Prod. leite Info
SICREDI A PESTANA - Ciclo Est. Prog. Cre
SICREDI A PESTANA - Comu. Apre. Sen.Pe.A
SICREDI AJURICABA - Ciclo Est. Prog. Cre
SICREDI ALTOS SERRA RS - Cord. Núc. Rep.
SICREDI FRONTEIRA S.- Inclus. Dig. Coop
SICREDI NOROESTE - Desenv. Coop. Sust.
SICREDI NOROESTE - Desenv. Lider Coop At
SICREDI PANAMBI - Ciclo Est. Prog. Cresc
SICREDI PIONEIRA - IV Fór União Faz Vida
SICREDI S. AUGUSTO - Ciclo Est. Prog. Cr
SICREDI S. AUGUSTO - Com. Aprend. Se.Pen
SICREDI ZONA SUL - Inclusão Digital Coop
União Faz a Vida - Materiais Didáticos
UNIMED REG.PRODUÇÃO - Economia Familiar
Total
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
106.395,00
90.722,00
8.700,00
4.800,00
9.800,00
4.900,00
1.728,00
16.000,00
10.000,00
16.800,00
12.000,00
650,00
650,00
750,00
137.500,00
6.800,00
59.200,00
17.000,00
6.000,00
6.000,00
2.500,00
47.389,00
10.000,00
21.600,00
2.959.656,00
19.968,00
2.400,00
2.400,00
2.400,00
25.000,00
12.925,00
23.400,00
3.200,00
2.400,00
24.980,00
2.400,00
2.400,00
16.450,00
39.953,00
1.400,00
3.739.216,00
Realizado
106.395,00
45.140,00
8.700,00
4.800,00
4.900,00
1.728,00
15.000,00
16.250,00
12.000,00
600,00
600,00
600,00
137.499,36
6.800,00
56.400,00
10.900,00
6.000,00
2.500,00
39.093,10
9.000,00
9.144,00
2.946.586,14
19.968,00
1.800,00
12.925,00
24.580,00
1.800,00
16.450,00
39.952,15
1.200,00
3.559.310,75
% Realizado
100,00%
49,76%
100,00%
100,00%
0,00%
100,00%
100,00%
93,75%
0,00%
96,73%
100,00%
92,31%
92,31%
80,00%
100,00%
100,00%
95,27%
64,12%
0,00%
100,00%
100,00%
82,49%
90,00%
42,33%
99,56%
100,00%
0,00%
75,00%
0,00%
0,00%
100,00%
0,00%
0,00%
0,00%
98,40%
0,00%
75,00%
100,00%
100,00%
85,71%
95,19%
Quadro XVII - Realização por Projeto - Saúde
Projetos de Saúde
Ação Pró-Saúde 2011
CERTAJA DESENV - Saúde Bem Estar Arte
COMTUL - Gerenciam Estrese Depressão
COSUEL -Movimento Perfeito O Poder Mente
FECOVINHO - Prog. Saúde Qualdade Vida
UNIMED RS - Pales. Autoconhec. Sec.Méd.
Total
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
87.466,00
3.700,00
750,00
5.900,00
31.000,00
4.800,00
133.616,00
Realizado
74.758,45
3.700,00
600,00
5.680,00
8.200,00
4.800,00
97.738,45
% Realizado
85,47%
100,00%
80,00%
96,27%
26,45%
100,00%
73,15%
42
Quadro XVIII - Realização por Projeto - Integração Social
Projetos de Integração Social
Ações de Promoção Ramo Transporte
CCN - 2º Encontro Mulheres Cooper
CCN - Cooperativa O Dono é o Associado
CCN - Encontro Assoc. Aniversário Coop.
CCN - Integração Colaboradoras Femeninas
CCN - Motivação Cooperação
CCN -Encontro Jovens Cooperativistas
CCN-Encontro Liderança Cooperativista I
CCN-Encontro Liderança Cooperativista II
CCN-Encontro Liderança Cooperativista II
CCN-Encontro Mulheres Cooperativista
CCN-Encontro Mulheres Cooperativista
CCN-Encontro Mulheres Cooperativista I
CCN-Encontro Mulheres Cooperativista II
CERTAJA DESENV - Conferenc. Motivacional
COAGRIL - Encontro Mulheres Coagril
COOPATRIGO - Encontro Expo São Luiz 2011
COOPATRIGO - Encontro Mulheres
COSUEL - 1º Maio 2011
COSUEL - Encontro Casais
COSUEL - Encontro de Mulheres
COSUEL - Encontro Jovens
COSULATI - Encon. Mulher Corden.Vice Sec
COTRIBÁ - 1º Encontro Famíla Rural
COTRIBÁ - Projeto Cotribá 100 Anos - 2
COTRIBÁ - Projeto Cotribá 100 Anos - I
COTRIEL - Encontro Jovens Cooperat 2011
COTRIEL - Encontro Mulheres Coop 2011
COTRIPAL - Encontrão 25 º
COTRIROSA - 4º Encontro Mulheres Coop
COTRISOJA - Encontro Mulher Cotrisoja
COTRISOJA - Encontro Nov. Líderes/Socios
Dia da Criança Cosuel 2011
FECOAGRO - XIII Enco Exec. Esp. Ra Agro
FECOVINHO - Enc Regional Cooperativismo
SICREDI A JACUÍ - Encon. Cord. Núc. Alt.
SICREDI CONFED SICREDI - DVD Trajet Sicr
SICREDI CONFED SICREDI - Trajet. Sicredi
SICREDI REGIÃO CENTRO - Pales.Tec.Motiva
UNIMED VTRP - Dia de Integração
Total
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
7.895,00
2.400,00
3.600,00
2.400,00
3.600,00
3.600,00
1.800,00
2.400,00
1.800,00
4.200,00
2.400,00
1.800,00
4.000,00
4.000,00
3.350,00
1.700,00
39.000,00
2.400,00
26.000,00
6.000,00
13.900,00
8.400,00
20.550,00
2.500,00
8.000,00
16.800,00
8.000,00
21.500,00
13.800,00
1.800,00
5.000,00
2.400,00
32.500,00
15.800,00
8.600,00
4.400,00
4.080,00
24.480,00
6.000,00
5.000,00
347.855,00
Realizado
5.345,00
2.400,00
3.600,00
2.400,00
3.000,00
3.600,00
1.800,00
2.400,00
1.800,00
2.400,00
1.800,00
4.000,00
4.000,00
3.350,00
1.700,00
39.000,00
2.400,00
17.573,00
4.000,00
2.400,00
20.550,00
2.400,00
8.000,00
16.800,00
4.000,00
14.408,00
13.700,00
1.800,00
4.200,00
2.400,00
15.800,00
3.200,00
3.000,00
219.226,00
% Realizado
67,70%
100,00%
100,00%
100,00%
83,33%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
67,59%
0,00%
28,78%
28,57%
100,00%
96,00%
100,00%
100,00%
50,00%
67,01%
99,28%
100,00%
84,00%
100,00%
0,00%
100,00%
0,00%
72,73%
0,00%
0,00%
50,00%
0,00%
63,02%
43
Quadro XIX - Realização por Projeto – Geração de Renda
Projetos de Geração Renda
PIÁ - Palestra Hortifrutigrangeiros
SICREDI NOROESTE - Rede Coop. Agreg Ren
XV Seminário Esta Genética Reprod Leiteira
Total
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
36.000,00
23.400,00
4.440,00
63.840,00
Realizado
4.439,99
4.439,99
% Realizado
0,00%
0,00%
100,00%
6,95%
Realizado
1.200,00
3.105,00
12.000,00
16.305,00
% Realizado
100,00%
70,57%
0,00%
94,49%
0,00%
37,31%
Quadro XX - Realização por Projeto – Meio Ambiente
Projetos de Meio Ambiente
CCN - Clima e Meio Ambiente
CERTAJA ENERGIA - Conf. Meio Ambiente
COOPATRIGO - Palestra Climatologia
COOPERLUZ - Agric. Famil. Sustentab Ambi
UNIMED RS - Cur Gest. Resp. Meio Ambente
Total
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
1.200,00
4.400,00
2.400,00
12.700,00
23.000,00
43.700,00
As principais atividades realizadas foram:
a) Programa: “Jovem Aprendiz”
O Programa Jovem Aprendiz está previsto na Lei 10.097/2000 e regulamentado pelo Decreto
5.598/2005. O Artigo 429 prevê que os estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a
empregar e matricular aprendizes nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem, equivalente
a cinco por cento no mínimo e quinze por cento no máximo, tomando como base o número de
trabalhadores existentes em cada estabelecimento cujas funções demandem formação profissional.
Cabe ao Sescoop/RS oferecer cursos de Jovem Aprendiz às cooperativas regulares com o Sistema e
estabelecidas no Estado do Rio Grande do Sul, para que estes sejam cotizados pelas mesmas.
Os Jovens, de 14 a 24 anos, são capacitados nos cursos de Assistente Administrativo,
Processamento de Carnes e Derivados e de Assistente de Manufatura de Calçados. A carga horária
total do programa é composta por 500 horas de aulas teóricas e 500 horas de aulas práticas
supervisionadas. As aulas teóricas ministradas em locais adequados e as aulas práticas realizadas
dentro dos estabelecimentos das cooperativas demandantes.
O Programa Jovem Aprendiz contabilizou 53 turmas com 1.306 alunos distribuídos em 35
municípios do Estado. Os alunos foram cotizados por cooperativas das cidades de Bagé, Encantado,
Caçapava do Sul, Carlos Barbosa, Cerro Largo, Cruz Alta, Dom Pedrito, Erechim, Espumoso,
Frederico Westphalen, Garibaldi, Ibirubá, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Não-Me-Toque, Nova
Petrópolis, Pelotas, Panambi, Picada Café, Porto Alegre, Salvador das Missões, Sananduva, Santa
Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo, São Luiz Gonzaga, Sarandi, Soledade,
Tapera, Taquari. Teutônia, Três de Maio, Veranópolis.
b) Cultura e Cooperativismo: “O Rio Grande Canta o Cooperativismo”
O Rio Grande Canta o Cooperativismo é um festival de música promovido pelo Sescoop/RS desde
2007. Propõe uma nova didática para a promoção dos princípios e valores do cooperativismo
através da música, em ambiente que reúne crianças, jovens e adultos.
44
O Festival conquistou grande destaque entre os músicos gaúchos ao longo de suas cinco edições.
Obras de grande qualidade literária circulam nas vozes e instrumentos de centenas de artistas,
muitos já consagrados nos palcos de festivais, outros buscando seu espaço nas artes. Gratuito e
aberto ao público, o Festival reúne em cada etapa milhares de pessoas, sendo a grande maioria
associados e colaboradores das cooperativas da região, familiares e comunidade em geral.
Além de apresentar as obras e artistas classificados durante as eliminatórias e premiar os vencedores
do Festival, a final do Rio Grande Canta o Cooperativismo é especial por ser a etapa em que se
gravam o CD e DVD do evento. Em 2011, o Festival em sua 5ª Edição, levou ao palco doze
músicas na final realizada em dezembro na cidade de Tapera, que foram eleitas durante as etapas
eliminatórias realizadas nas cidades de Pinhal, Bento Gonçalves e São José do Ouro.
O Rio Grande Canta o Cooperativismo tem ainda outro diferencial: cada etapa é realizada em uma
cidade diferente. Assim, o Festival passa por todas as regiões do Estado, divulgando o sistema
cooperativista e contribuindo com a expansão da arte musical no Rio Grande do Sul.
5.1.3 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas
As atividades de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas têm como principal objetivo a
manutenção da qualidade da gestão das empresas cooperativas, preservando sua credibilidade
perante terceiros e a transparência ante o quadro social. Busca-se, ainda, assegurar a longevidade
das cooperativas.
A qualidade da gestão é perseguida mediante processos que envolvem a constituição, o registro, o
sistema de acompanhamento e a auditoria de gestão, incluindo também a análise de cenários
econômicos e dos meios de conduzir os negócios nos diversos ambientes onde atuam.
Esses processos combinam-se ao monitoramento das cooperativas, que busca proporcionar
melhores níveis de eficiência e eficácia, com maiores resultados e menos gastos financeiros. Outra
meta é garantir que as cooperativas sejam, de fato, sociedades democráticas atentas aos anseios dos
associados, sem, contudo, perder de vista o mercado e os condicionantes econômicos.
Gráfico XI - Histórico da Realização Financeira – Monitoramento
3.000.000,00
2.500.000,00
2.000.000,00
1.500.000,00
1.000.000,00
500.000,00
Previsto
Realizado
2007
421.122,00
390.478,37
2008
1.334.660,0
1.297.647,8
2009
2.458.912,0
2.108.906,4
2010
1.853.048,0
1.619.109,1
2011
2.788.594,0
2.067.850,5
Fonte: Sistema Zeus
45
Quadro XXI- Manutenção da Estrutura do Monitoramento
Centro de Responsabilidade
Realização Financeira
Previsto
Realizado
% Realizado
Pessoal - Monitoramento
312.311,00
283.173,74
90,67%
Viagens - Monitoramento
13.600,00
12.690,72
93,31%
Manutenção - Monitoramento
25.450,00
21.687,33
85,22%
222.731,00
170.731,35
76,65%
Total
Produto
Entidade Mantida
Fonte: Sistema Zeus
Realização Física
Previsto
Realizado
% Realizado
1
1
100%
Quadro XXII - Realização por Projetos Monitoramento
Projetos de Monitoramento
Expressão do Cooperativismo Gaúcho
Reestruturação Coop. Agropecuárias
Previsto
343.053,00
%
Realizado
330.000,00
96,20%
Realizado
1.611.180,00
1.006.298,76
62,46%
134.000,00
65.000,00
48,51%
Aval. Indic. Estratégias.Compet.Coop.
94.000,00
94.000,00
100,00%
Plano Contas Padrão Contab. Coop Agropec.
70.000,00
70.000,00
100,00%
185.000,00
185.000,00
100,00%
2.437.233,00
1.750.298,76
71,81%
Programa Desenvol. Consultoria – Resol. 14
Alternativas Produtivas Reg Centro Leste
Total
Fonte: Sistemas Zeus
5.2 Gestão do Sistema
Nesse tópico, será apresentado como o Sescoop/RS utiliza o orçamento que recebe anualmente para
administrar seus processos que dão suporte à atividade finalística. Em linhas gerais, os recursos
foram executados em três áreas: Gestão de Pessoas, Comunicação e Informática.
Os principais projetos e desafios da área de gestão de pessoas foram listados no capítulo 4, que trata
do relacionamento do Sescoop/RS com seu público interno.
A gestão da comunicação interna, alicerçada no conceito de comunicação sistêmica e integrada,
vem atuando no sentido de dar visibilidade a missão, visão e aos objetivos institucionais.
A área de informática está permanentemente preocupada com a adequação dos meios necessários e
suficientes para a manutenção e funcionamento dos serviços conforme demonstrado no Anexo III. E
nesse sentido desenvolveu ações destinadas a garantir aprimoramento da plataforma tecnológica,
tanto em termos hardware como de software, observando o crescimento das demandas internas,
assim como as tendências tecnológicas e os cuidados que a área requer.
Em relação aos controles internos, o SESCOOP/RS atua com uma metodologia preventiva,
propondo medidas para controle e redução de riscos que pudessem ter impacto sob o patrimônio, os
interesses ou a imagem da entidade. O Anexo IX, demonstra claramente a preocupação em manter
o controle sobre as operações, minimizar os riscos e manter a transparência da gestão.
46
O resultado da ação efetiva dos controles internos é percebido pelo poucos pontos de recomendação
apresentados no Anexo VIII, sendo na sua maioria sugestões de implementação de melhorias, visto
que não foram identificados elementos relevantes ou impactantes ao patrimônio da entidade.
5.2.1 Gestão Interna - Suporte Administrativo
As realizações desta área estão relacionadas com salários e encargos do pessoal envolvido nas
atividades de apoio à atuação finalística da Instituição, bem como a manutenção e funcionamento,
envolvendo previsão de recursos no montante total de R$ 2.827.330,00. Para a realização de
atividades de organização e gestão do Sistema, o Sescoop/RS aplicou R$ 2.707.700,21 em 2011,
representando 95,77% do previsto, conforme demonstrado a seguir.
Quadro XXIII - Previsto e Realizado Financeiro por Ação
Ações
Gestão do Processo Planejamento Institucional
Serviços de Administração e Controle Financeiro
Serviço de Auditoria
Gestão Administrativa
Manutenção de Serviços Administrativos
Ações de Informática
Total
Previsto
Realizado
% Realizado
20.720,00
20.716,80
99,98%
7.770,00
7.768,80
99,98%
149.040,00
136.120,87
91,33%
328.476,00
324.220,12
98,70%
1.989.526,00
1.952.847,37
98,16%
331.798,00
266.026,25
80,18%
2.827.330,00
2.707.700,21
95,77%
Fonte: Sistema Zeus
Quadro XXIV - Realização por Elemento de Despesa - Despesas Administrativas
Despesa
Vencimentos e Remunerações
Encargos Sociais Patronais
Indenizações Trabalhistas
Benefícios Sociais
Desp. C/Dirig. e Conselheiros
Ocupação e Serviços Públicos
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
Material de Consumo Durável
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
Serv e Divulg Institucionais
Serviços Especializados - PJ
Serviços de Transportes
Serviços Gerais - PJ
Outros Serv de Terceiros - PJ
Encargos s/ Serv de Terceiros
Imp, Taxas e Contrib Federais
Imp, Taxas e Contrib Estad
Imp, Taxas e Contrib Municip
Outras Despesas Tributárias
Despesas Financeiras
Bens Intangíveis
Bens Móveis
Total
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
919.896,00
304.587,00
20.000,00
212.423,00
28.490,00
67.400,00
183.500,00
80.110,00
13.750,00
18.010,00
17.550,00
20.500,00
109.450,00
8.450,00
44.900,00
63.115,00
19.000,00
322.000,00
1.560,00
19.350,00
1.900,00
7.600,00
14.700,00
329.089,00
2.827.330,00
Realizado
881.507,33
287.794,48
20.000,00
207.025,70
28.485,60
54.181,33
177.595,00
79.684,93
13.700,16
6.689,70
8.433,83
14.298,40
100.436,60
8.292,02
36.684,02
62.936,65
15.603,49
410.283,21
1.555,93
19.307,52
1.870,35
7.468,96
7.156,50
256.708,50
2.707.700,21
% Realizado
95,83%
94,49%
100,00%
97,46%
99,98%
80,39%
96,78%
99,47%
99,64%
37,14%
48,06%
69,75%
91,76%
98,13%
81,70%
99,72%
82,12%
127,42%
99,74%
99,78%
98,44%
98,28%
48,68%
78,01%
95,77%
47
a) Gestão do Processo de Planejamento Institucional - Conselho Administrativo
Quadro XXV - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Administrativo
Apoio
• Coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais e a avaliação e
controle dos programas na área do trabalho, emprego e renda.
• O Conselho Administrativo integra a estrutura básica do Sescoop/RS, está
previsto no Regimento Interno da Entidade e representa o órgão máximo de
deliberação na Administração Estadual.
Tipo de Ação
Finalidade
Descrição
Centro de Responsabilidade
Manutenção do Funcionamento - CONSAD
Total
Produto
Previsto
20.720,00
20.720,00
Previsto
1
Entidade Mantida
Realização Financeira
Realizado
% Realizado
20.716,80
99,98%
20.716,80
99,98%
Realização Física
Realizado
1
% Realizado
100%
Ao Conselho Administrativo, composto por cinco conselheiros, cabe difundir e implementar as
políticas e diretrizes e aprovar projetos e normativos, com estrita observância das deliberações e
decisões do Conselho Nacional. Reúne-se ordinariamente a cada dois meses e, pela necessidade de
aprovação de projetos, foram programadas reuniões mensais para o exercício de 2011.
Gráfico XII - Realizações Financeiras de Despesas com o Conselho Administrativo
14.000.000,00
12.000.000,00
10.000.000,00
8.000.000,00
6.000.000,00
4.000.000,00
2.000.000,00
Previsto
2007
26.860,00
2008
13.472.193,0
2009
23.140,00
2010
3.340.467,00
2011
20.720,00
Realizado
24.712,50
35.520,00
23.097,60
19.530,40
20.716,80
Fonte: Sistema Zeus – Vide Notas de Inversões Financeiras 1 e 2 para os Exercícios 2008 e 2010.
Análise das realizações e dos resultados:
Em 2011, o Conselho Administrativo, realizou seis reuniões ordinárias e seis extraordinárias.
Deliberou sobre resoluções, aprovação de projetos da atividade finalística, prestação de contas do
exercício de 2010, parecer e relatório da Auditoria Externa sobre as contas de 2010, execução
orçamentária do exercício 2011 e proposta orçamentária para o exercício de 2012, além da
contratação de empregados e da baixa de bens do ativo imobilizado.
48
Nota 1 : Inversões Financeiras.
No exercício de 2008, por conta da liberação dos recursos que estavam contingenciados na Unidade
Nacional do SESCOOP, autorizada através da Resolução nº 200 de 12 de Fevereiro de 2008 do
SESCOOP NACIONAL, o SESCOOP/RS pode contar com a transferência extraordinária de
recursos no montante de R$ 15.326.986,58, referentes a contribuições acrescidas de rendimentos
financeiros acumulados em diversos exercícios. Por se tratar de recursos de vários exercícios
anteriores que não tiveram a sua efetiva utilização pela unidade estadual, destaca-se a inclusão neste
grupo de Despesas de Capital - Inversões Financeiras, o valor de R$ 13.436.673,00, com vistas à
execução em exercícios futuros.
Nota 2 : Inversões Financeiras.
No exercício de 2010, tem-se a ocorrência de uma situação atípica, onde o valor das Receitas do
Sescoop/RS é maior que o valor das Despesas Previstas para o período. A ocorrência desse fato,
deve-se aos seguintes fatores: Aumento significativo na receita de contribuições ao Sescoop/RS;
Aumento da receita de juros das aplicações financeiras; Redução no valor dos projetos
descentralizados apresentados pelas cooperativas; Redução no valor dos projetos da área de
Monitoramento, sendo estes em fase de construção, com execução a ser reprogramada para o
exercício de 2011. Considerando o exposto e por tratar-se de uma situação atípica e momentânea de
superávit financeiro, destaca-se que para efeitos de previsão de execução orçamentária, a
importância de R$ 3.320.867,00 foi alocada no grupo de Despesas de Capital - Inversões
Financeiras, com vistas à execução em exercícios futuros.
b) Serviços de Administração e Controle Financeiro - Conselho Fiscal
Quadro XXVI - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Fiscal
Apoio
• Aperfeiçoar os procedimentos das áreas de execução financeira, contábil e de
controle interno, buscando maior eficiência e a melhoria dos gastos do
SESCOOP/RS.
Tipo de Ação
Finalidade
• O Conselho Fiscal integra a estrutura básica do SESCOOP/RS, estando
previsto no Regimento Interno da Entidade. É órgão colegiado de fiscalização e
tem por finalidade acompanhar e fiscalizar a execução financeira, orçamentária e
atos de gestão da Entidade.
Descrição
Centro de Responsabilidade
Manutenção do Funcionamento - COFIS
Total
Produto
Entidade Mantida
Previsto
7.770,00
7.770,00
Previsto
1
Realização Financeira
Realizado
% Realizado
7.768,80
99,98%
7.768,80
99,98%
Realização Física
Realizado
1
% Realizado
100%
O Conselho Fiscal é composto por três conselheiros. Os gastos previstos referem-se a Diárias e
Ajuda de Custo.
49
Gráfico XIII - Realização Financeira de Despesas do Conselho Fiscal
8.000,00
7.500,00
7.000,00
6.500,00
6.000,00
5.500,00
5.000,00
4.500,00
4.000,00
Previsto
2007
7.400,00
2008
7.920,00
2009
5.810,00
2010
6.300,00
2011
7.770,00
Realizado
7.200,00
7.920,00
5.774,40
6.225,60
7.768,80
Fonte: Sistema Zeus
Análise das realizações e dos resultados:
O conselho reuniu-se em cinco oportunidades, de forma ordinária, onde foram analisados os
documentos, execução financeira e orçamentária, além dos relatórios emitidos pela Auditoria
Externa. Com base nos trabalhos realizados o conselho emitiu parecer recomendando a aprovação
das contas do exercício de 2010.
c) Serviço de Auditoria - Auditoria Interna
Quadro XXVII - Realização por Elemento de Despesa – Auditoria Interna
Apoio
• Gestão das Políticas de Execução Financeira, Contábil e de Controle Interno
Tipo de Ação
Finalidade
• A Unidade de Auditoria Interna serve como suporte aos órgãos colegiados,
atuando de conformidade com as Normas Técnicas dos Órgãos de Controle, em
especial da Controladoria Geral da União – CGU/RS e, ainda, de forma
supervisionada pela Assessoria de Auditoria e Controle do SESCOOP
NACIONAL. Trabalha buscando comprovar a legalidade, a legitimidade e a
efetividade dos atos administrativos, procedendo a verificações, exames e
análises com a emissão de pareceres e de recomendações necessárias.
Descrição
Centro de Responsabilidade
Pessoal - AUDIN
Viagens - AUDIN
Total
Produto
Entidade Mantida
Realização Financeira
Previsto
Realizado
146.690,00
134.199,48
2.350,00
1.921,39
149.040,00
136.120,87
Previsto
1
Realização Física
Realizado
1
% Realizado
91,49%
81,76%
91,33%
% Realizado
100%
Os valores das despesas orçadas com pessoal da Auditoria Interna compreendem os salários,
encargos, benefícios e provisões, além de gastos com eventuais deslocamentos em viagens para um
empregado.
50
Gráfico XIV - Realização Financeira de Despesas da Auditoria Interna
160.000,00
120.000,00
80.000,00
40.000,00
-
2007
Previsto 112.718,00
Realizado 68.369,17
2008
87.880,00
85.404,48
2009
96.038,00
94.897,01
2010
2011
109.296,00 149.040,00
106.851,37 136.120,87
Fonte: Sistema Zeus
Análise das realizações e dos resultados:
Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura da unidade de Auditoria Interna
atenderam às demandas da Instituição, garantindo o seu funcionamento e uma aplicação de 91,33%
do recurso previsto.
No Exercício de 2011, as horas técnicas foram direcionadas a trabalhos específicos de exame de
processos administrativos e de prestação de contas, que geraram 1.345 pareceres de regularidade de
processos internos, com vistas ao pagamento ou reembolso. Os trabalhos realizados buscaram
agregar valor à gestão, com o atendimento dos normativos pertinentes, visando ao assessoramento
da administração na aplicação dos recursos. Dentre as demais atividades realizadas, destacam-se o
acompanhamento das Solicitações de Auditoria, o acompanhamento das Reuniões dos Conselhos
Fiscal e Administrativo da Entidade e a Assessoria técnica as demais áreas.
d) Gestão Administrativa - Diretoria Executiva (Presidência e Superintendência)
Quadro XXVIII - Realização por Elemento de Despesa – Diretoria Executiva
Apoio
• Prover os órgãos do SESCOOP de meios administrativos para a implementação
da gestão de seus programas finalísticos.
• A Diretoria Executiva integra a estrutura básica do SESCOOP/RS, estando
prevista no Regimento Interno da Entidade. É o órgão gestor da Administração
Estadual, consoante às diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional e
Estadual sendo composta pelo Presidente e pelo Superintendente.
Tipo de Ação
Finalidade
Descrição
Centro de Responsabilidade
Viagens - PRESID
Manutenção - PRESID
Pessoal - SUPER
Viagens - SUPER
Total
Produto
Entidade Mantida
Realização Financeira
Previsto
Realizado
% Realizado
7.510,00
3.530,04
47,00%
17.810,00
17.627,14
98,97%
302.606,00
302.575,44
99,99%
550,00
487,50
88,64%
328.476,00
324.220,12
98,70%
Previsto
1
Realização Física
Realizado
1
% Realizado
100%
51
Gráfico XV - Realização Financeira das Despesas Diretoria Executiva
500.000,00
400.000,00
300.000,00
200.000,00
100.000,00
Previsto
Realizado
2007
457.605,00
460.390,30
2008
181.439,00
168.184,34
2009
136.525,00
133.039,02
2010
175.165,00
161.007,04
2011
328.476,00
324.220,12
Fonte: Sistema Zeus
Análise das realizações e dos resultados:
A Presidência atuou significativamente na representação da Entidade, na implantação e no
acompanhamento das diretrizes emanadas da Unidade Nacional. Presidiu 12 (doze) reuniões do
Conselho Administrativo e participou de seminários, palestras e eventos organizados pelo
Sescoop/RS ou na condição de convidado por outras instituições. De outro lado, a superintendência,
esteve à frente da coordenação, supervisão e acompanhamento das atividades administrativas e a
execução dos programas e projetos previstos para o exercício 2011.
Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura da Diretoria Executiva do
SESCOOP/RS atenderam às demandas da Instituição, garantindo o seu funcionamento e uma
aplicação de 98,70% do recurso previsto.
e) Manutenção de Serviços Administrativos - Administrativo e Financeiro
Tipo de Ação
Finalidade
Apoio
•Manutenção da Atividade Administrativa.
Descrição
•As despesas previstas nesta ação compreendem, basicamente, os custos com
pessoal e encargos incidentes, bem como os gastos necessários ao
funcionamento da estrutura administrativa da Entidade. Também contemplados
os gastos com investimentos previstos e realizados.
Os valores orçados a título de salários, encargos, benefícios e provisões estão relacionados com a
estrutura de suporte à diretoria executiva que contempla dezoito empregados alocados nas áreas
administrativa, financeira, contábil, jurídica, recursos humanos, serviços gerais e transporte.
Quadro XXIX - Realização por Elemento de Despesa – Administrativo e Financeiro
Centro de Responsabilidade
Pessoal - Administração e Finanças
Viagens - Administração e Finanças
Manutenção - Administração e Finanças
Investimentos - Administração e Finanças
Pessoal - Jurídico
Viagens - Jurídico
Total
Produto
Entidade Mantida
Realização Financeira
Previsto
Realizado
643.730,00
596.574,96
12.350,00
4.966,11
943.475,00
990.219,87
210.889,00
189.085,00
169.932,00
169.075,89
9.150,00
2.925,54
1.989.526,00
1.952.847,37
Previsto
1
Realização Física
Realizado
1
% Realizado
92,67%
40,21%
104,95%
89,66%
99,50%
31,97%
98,16%
% Realizado
100%
52
Gráfico XVI - Realização Financeira das Despesas do Administrativo e Financeiro
7.000.000,00
6.000.000,00
5.000.000,00
4.000.000,00
3.000.000,00
2.000.000,00
1.000.000,00
-
2007
2008
2009
2010
2011
Previsto 6.151.493,00 5.258.935,00 3.555.289,00 2.082.346,00 1.989.526,00
Realizado 3.388.454,34 3.581.294,96 3.371.467,16 1.968.761,08 1.952.847,37
Fonte: Sistema Zeus
Análise das realizações e dos resultados:
Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura administrativa atenderam às demandas
da Instituição, garantindo seu funcionamento e uma aplicação de 98,16 % dos recursos previstos.
f) Ações de Informática - Departamento de Informática
Tipo de Ação
Finalidade
Apoio
•Manutenção da Atividade Administrativa.
Descrição
• O Departamento de Informática integra a estrutura básica do Sescoop/RS, sendo responsável
pela gestão das ferramentas de hardware e software computacionais disponíveis no ambiente da
Entidade. Os gastos previstos referem-se aos custos com pessoal, encargos, benefícios, auxílios,
materiais de consumo, despesas de viagem, serviços de terceiros e investimentos em hardware e
software.
Os valores orçados a título de salários, encargos, benefícios e provisões estão relacionados com a
estrutura de suporte de informática que contemplava ao final do exercício quatro empregados
alocados nessa área.
Quadro XXX - Realização por Elemento de Despesa – Informática
Centro de Responsabilidade
Pessoal - INFO
Viagens - INFO
Manutenção - INFO
Investimentos - INFO
Total
Produto
Entidade Mantida
Fonte: Sistema Zeus
Previsto
173.948,00
3.650,00
21.300,00
132.900,00
331.798,00
Previsto
1
Realização Financeira
Realizado
173.901,74
1.292,95
16.051,56
74.780,00
266.026,25
% Realizado
99,97%
35,42%
75,36%
56,27%
80,18%
Realização Física
Realizado
1
% Realizado
100%
53
Gráfico XVII - Realização Financeira das Despesas de Informática
600.000,00
500.000,00
400.000,00
300.000,00
200.000,00
100.000,00
Previsto
Realizado
2007
274.055,00
233.926,59
2008
252.312,00
139.662,41
2009
573.316,00
507.944,63
2010
376.973,00
323.524,17
2011
331.798,00
266.026,25
Fonte: Sistema Zeus
Análise das realizações e dos resultados:
Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura do Departamento de Informática
atenderam às demandas da Instituição, garantindo o seu funcionamento e uma aplicação de 80,18%
dos recursos previstos.
Os gastos com viagens demonstrados no centro de responsabilidade apresentaram uma execução
abaixo do projetado, visto que houve uma redução na demanda, envolvendo passagens, diárias e
hospedagens, gerando um superávit orçamentário para a Instituição.
Destacam-se entre as atividades desenvolvidas por essa área a implementação de melhorias na home
page, o planejamento, desenvolvimento e implantação do Sistema Cadastro Geral das Cooperativas
Gaúchas, a implantação das atualizações de versão nos softwares de gestão, prestação de suporte
aos usuários e manutenção dos equipamentos disponíveis.
Os investimentos previstos contemplaram a aquisição de equipamentos de Informática e softwares,
totalizando uma realização de 56,27% dos recursos. Dentre os investimentos realizados no
exercício, destacam-se a aquisição de monitores LCD, de computadores e notebooks com sistema
operacional e aplicativos.
g) Divulgação/Comunicação
Tipo de Ação
Finalística
Finalidade
• Garantir a prestação dos serviços de comunicação de massa com qualidade e preço acessível.
Descrição
• Criar, desenvolver e fortalecer o relacionamento com seu público e com a comunidade em geral,
por meio de ações de comunicação, informação, promoção e divulgação do cooperativismo.
54
Quadro XXXI - Realização por Elemento de Despesa – Divulgação
Realização Financeira
Centro de Responsabilidade
Previsto
Realizado
% Realizado
Pessoal - Imprensa
122.731,00
73.970,40
60,27%
Viagens - Imprensa
5.653,00
2.413,95
42,70%
94.347,00
94.347,00
100,00%
222.731,00
170.731,35
76,65%
Manutenção - Imprensa
Total
Realização Física
Produto
Previsto
Realizado
% Realizado
1
1
100%
Entidade Mantida
Realização Financeira
Natureza dos Projetos
Previsto
Realizado
Realização Física
% Realizado
Previsto
Realizado
% Realizado
14.200
15.500
109,15%
Projetos de Divulgação
2.351.422,00
2.280.259,99
96,97%
Total
2.351.422,00
2.280.259,99
96,97%
Quadro XXXII - Realização por Elemento de Despesa - Divulgação
Despesa
Serv e Divulg Institucionais
Locações
Serviços Especializados
Encargos s/ Serv de Terceiros
Total
Prevista
2.252.989,00
82.800,00
15.000,00
633,00
2.351.422,00
Realizada
2.181.827,49
82.800,00
15.000,00
632,50
2.280.259,99
Previsto
Realizado
% Realizado
96,84%
100,00%
100,00%
99,92%
96,97%
Quadro XXXIII - Realização por Projeto
Projetos de Divulgação
Jornal O INTERIOR 2011
Cooperativismo na TV 2011
Campanha de Divulgação Institucional
Dia Internacional Cooperativismo - 2011
Expointer 2011
Expodireto Cotrijal 2011
II Agroind Familiar
Total
% Realizado
104.800,00
80.550,00
76,86%
76.139,00
76.138,25
100,00%
1.900.000,00
1.853.260,24
97,54%
35.683,00
35.682,50
100,00%
175.800,00
175.800,00
100,00%
24.000,00
23.829,00
99,29%
35.000,00
2.351.422,00
35.000,00
2.280.259,99
100,00%
96,97%
55
Gráfico XVIII - Histórico da Realização Financeira – Divulgação
3.000.000,00
2.500.000,00
2.000.000,00
1.500.000,00
1.000.000,00
500.000,00
Previsto
Realizado
2007
231.220,00
14.219,60
2008
2009
2010
2011
1.028.143,00 1.700.675,00 1.395.501,00 2.574.153,00
984.843,68 1.101.426,08 1.255.586,64 2.450.991,34
Fonte: Sistema Zeus
Análise das realizações e dos resultados:
O Sescoop/RS conta com uma Assessoria de Imprensa, que atuou na divulgação das ações
desenvolvidas pela Entidade. No ano de 2011 foram produzidas 4 edições do jornal “O Interior” e
produzidos releases para divulgação em programas de rádio e televisão. Foi prestada assessoria na
produção de material de divulgação institucional, a cobertura jornalística e fotográfica dos eventos
realizados e mantida a atualização constante da home-page, com a inserção de notícias e matérias
sobre os eventos em destaque no Estado.
Feiras: Expodireto-Cotrijal 2011 e Expointer 2011
O Sescoop/RS apoiou e participou de feiras e eventos promovidos por cooperativas e entidades
ligadas ao cooperativismo, onde oportunizou a divulgação de produtos e serviços das cooperativas,
permitindo maior visibilidade do sistema cooperativo.
Para a divulgação das ações e eventos e para a disseminação de informações ao público do setor
cooperativista, o Sescoop/RS, utilizou-se de três canais de comunicação:

Programa Cooperativismo na TV
Através de veiculação do programa de televisão em nível nacional, dando abrangência aos temas e
ações em execução no Estado, bem como as realizações das cooperativas filiadas ao sistema.

Jornal “O Interior”
Através da produção e distribuição mensal do Jornal “O Interior”, que permite aos treze ramos do
cooperativismo a divulgação de suas ações, bem como a prestação de informações e o
acompanhamento dos principais temas ligados ao cooperativismo.
O valor realizado no exercício é plenamente justificável, pois visa promover a identidade
cooperativista, demonstrando a aplicação dos princípios e valores institucionais, além da divulgação
das ações desenvolvidas, fortalecendo assim o caráter participativo, democrático e integrado das
ações.

Divulgação Institucional – Valorização do Cooperativismo
Através da campanha publicitária, que objetiva promover e divulgar o cooperativismo, visando o
fortalecimento de sua imagem, com abordagem das seguintes questões:
a) Que ajude a criar um significado positivo e moderno para o cooperativismo;
b) Que explique e construa a noção de que o cooperativismo é importante para a sociedade e para
as pessoas;
c) Que fortaleça o orgulho dos associados das cooperativas, gerando identidade e valor social;
d) Que ajude a valorizar os produtos e os serviços das cooperativas.
56
5.3 Indicadores de Desempenho Operacional
i. Indicadores de Eficácia
Nome: Índice de Aplicação dos Recursos (IAR)
Descritivo: calcula o percentual de investimento total realizado em relação ao previsto,
excluindo-se recursos provenientes do Fundecoop.
Fórmula: Investimento total realizado
Investimento total previsto Em R$
Elementos
Investimento Total Realizado
Investimento Total Previsto
Índice de aplicação dos Recursos (IAR)
2009
15.085.185,88
18.000.000,00
83,81%
2010
12.663.800,86
18.008.428,00
70,32%
2011
18.542.942,39
22.190.180,00
83,56%
Fonte: Sistema Zeus
Nome: Média de Participantes por Evento (MPE)
Descritivo: calcula o número médio de participantes por evento.
Fórmula: Total de participantes
Total de Eventos
Elementos
Total de Participantes
Total de Eventos
Média de Participantes por Evento (MPE)
2009
172.585
506
341
2010
130.992
529
248
2011
221.334
596
371
Fonte: Sistema Pro Eventos Sescoop/RS
ii.
Indicadores de Eficiência
Nome: Investimento Médio por Participante (IMP)
Descritivo: calcula o valor médio investido em eventos por participante.
Fórmula:
Investimento total__
Total de participantes
Em R$
Elementos
Investimento Total
Total de Participantes
Investimento Médio por Participante (IMP)
2009
8.617.248,68
172.585
R$ 49,93
2010
8.291.863,45
130.992
R$ 63,30
2011
11.512.684,11
221.334
R$ 52,01
Fonte: Sistemas Zeus e Pro Eventos Sescoop/RS
57
Nome: Investimento Médio por Evento Realizado (IME)
Descritivo: calcula o valor médio investido por evento.
Fórmula:
Investimento total em eventos
Total de eventos realizados Em R$
Elementos
2009
2010
2011
Investimento Total em Eventos
8.617.248,68 8.291.863,45 11.512.684,11
Total de Eventos Realizados
506
529
596
Investimento Médio por Evento Realizado (IME) R$ 17.030,14 R$ 15.674,60 R$ 19.316,58
Fonte: Sistemas Zeus e Pro Eventos Sescoop/RS
iii.
Indicadores de Efetividade
Nome: Índice de Fortalecimento do Sistema (IFS)
Descritivo: calcula relação entre o valor investido pelo SESCOOP (em ações finalísticas) e
a variação do valor arrecadado pelo SESCOOP no último período, em relação ao período
anterior.
Fórmula: Variação do valor arrecadado
Valor investido
Elementos
Variação do Valor Arrecadado
Valor Investido
Índice de Fortalecimento do Sistema (IFS)*
2009
1.328.696,78
8.617.248,68
0,15
2010
2.533.998,89
8.291.863,45
0,30
2011
2.391.017,73
11.512.684,11
0,21
Fonte: Sistema Zeus
*Para cada R$1,00 investido pelo Sescoop/RS nas ações finalísticas foi obtido um incremento de 0,21 vezes no valor
arrecadado pela Instituição, entre os anos de 2011 e 2010.
58
CAPÍTULO 6 - EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
gestão orçamentária e o planejamento institucional do Sescoop têm por finalidade contribuir para
a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa.
A
O plano de trabalho/orçamento do SESCOOP/RS para 2011, na forma da reprogramação aprovada
pelo Conselho Nacional, envolveu previsão de recursos no total de R$ 22.190.180,00. As receitas
atingiram a importância de R$ 21.837.878,50 representando execução de 98,41% em relação ao
previsto.
As aplicações alcançaram o montante de R$ 18.542.942,39 representando 83,56% do previsto para
o exercício. Frente a essas realizações, o resultado orçamentário foi de R$ 3.294.936,11.
6.1 – Receitas
Das receitas realizadas em 2011, no montante de R$ 21.837.878,50, 82,31% são oriundas de
receitas de contribuições ao Sescoop/RS, 15,87% pelas Receitas Patrimoniais e 1,81% de outras
receitas correntes, conforme demonstrado no quadro abaixo.
Quadro XXXIV – Receitas Previstas e Realizadas
Receitas
Previsto
RUBRICAS
Receitas de Contribuições
R$
Realizado
%
R$
Execução
%
%
18.829.360,00
84,85%
17.975.518,15
82,31%
95,47%
3.200.000,00
14,42%
3.466.564,92
15,87%
108,33%
2.900,00
0,00%
2.900,00
0,01%
0,00%
Transferências Correntes
46.000,00
0,21%
20.000,00
0,09%
0,00%
Outras Receitas Correntes
111.920,00
0,50%
372.895,43
1,71%
333,18%
Alienação de Bens
-
0,00%
-
0,00%
0,00%
Transferências de Capital
-
0,00%
-
0,00%
0,00%
Outras Receitas de Capital
-
0,00%
-
0,00%
0,00%
Receitas Patrimoniais
Receitas de Serviços
Total
Fonte: Sistema Zeus
22.190.180,00 100,00%
21.837.878,50 100,00%
98,41%
6.2 – Despesas
O Plano de Trabalho da Unidade do Sescoop/RS para 2011 previu despesas no valor de
R$ 22.190.180,00 distribuídas por natureza e rubricas a seguir especificadas. As despesas efetivas,
no cumprimento da programação orçamentária aprovada pelo Conselho Nacional, totalizaram a
importância de R$ 18.542.942,39. As aplicações estão distribuídas nos quadros apresentados a
seguir:
59
Quadro XXXV - Despesas Previstas e Realizadas em 2011
Despesas
Previsto
Rubricas
Pessoal e Encargos
Sociais
Outras Despesas
Correntes
R$
Investimentos
Inversões Financeiras
%
Variação
R$
%
%
3.270.602,00
14,74%
3.076.649,36
16,59%
94,07%
18.413.789,00
82,98%
15.070.428,03
81,27%
81,84%
505.789,00
2,28%
395.865,00
2,13%
78,27%
0,00%
-
0,00%
0,00%
-
Total
Fonte: Sistema Zeus
Realizado
22.190.180,00 100,00%
18.542.942,39 100,00%
83,56%
A execução orçamentária quando analisada sob a ótica do quadro acima, nos indica que muito
embora o quadro de pessoal não seja tão significativo, o modelo de planejamento adotado para a
área de pessoal está adequado, pois a execução chegou a 94,07% do valor previsto.
As despesas correntes, que contemplam todos os gastos da área meio e fim, alcançaram uma
execução de 81,84% do valor previsto.
Cabe ressaltar, que os valores previstos com projetos, estão detalhados no Anexo XI, que apresenta
a execução individual.
No que diz respeito aos investimentos, tem-se que os gastos com aquisições de bens estão voltados
a renovação do parque de máquinas e equipamentos necessários e suficientes para o atendimento
das demandas.
Quadro XXXVI - Aplicações Diretas - Pessoal e Encargos
Natureza da Despesa
Vencimentos e Remunerações
Encargos Sociais Patronais
Benefícios Sociais
Total
Previsto
Realizado
% Realizado
2.115.978,00
2.001.162,55
94,57%
687.254,00
641.097,91
93,28%
447.370,00
434.388,90
97,10%
3.270.602,00
3.076.649,36
94,07%
Fonte: Sistema Zeus
Quadro XXXVII - Aplicações Diretas - Despesas Administrativas
Natureza da Despesa
Previsto
Realizado
% Realizado
Desp. C/Dirig. e Conselheiros
28.490,00
28.485,60
99,98%
Ocupação e Serviços Públicos
106.500,00
93.214,26
87,53%
Despesas de Comunicação
220.707,00
212.704,80
96,37%
Material de Consumo
104.610,00
92.963,87
88,87%
Material de Consumo Durável
16.750,00
15.852,56
94,64%
Passagens e Locomoções
31.363,00
16.393,67
52,27%
Diárias e Hospedagens
48.170,00
34.643,20
71,92%
556.590,00
494.257,96
88,80%
Total
Fonte: Sistema Zeus
60
Quadro XXXVIII - Aplicações Diretas - Despesas Institucionais
Natureza da Despesa
Locações
Previsto
Realizado
% Realizado
228.315,00
144.577,99
63,32%
28.600,00
16.578,00
57,97%
1.902.688,00
1.294.525,14
68,04%
52.000,00
45.000,00
86,54%
Serv e Divulg Institucionais
3.013.999,00
2.920.461,95
96,90%
Auxílio Financeiro a Estudante
2.530.101,00
1.965.654,96
77,69%
241.346,00
144.788,66
59,99%
7.997.049,00
6.531.586,70
81,67%
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Premiações
Auxílios Educacionais
Total
Fonte: Sistema Zeus
Quadro XXXIX - Aplicações Diretas - Serviços de Terceiros
Natureza da Despesa
Previsto
Realizado
% Realizado
Auditoria e Consultoria
2.397.233,00
1.750.209,81
73,01%
Serviços Especializados - PJ
6.390.684,00
5.197.826,70
81,33%
Serviços de Transportes
34.550,00
27.933,18
80,85%
Serviços Gerais - PJ
68.900,00
49.983,62
72,55%
Outros Serv de Terceiros - PF
66.000,00
66.000,00
100,00%
Outros Serv de Terceiros - PJ
89.115,00
65.186,65
73,15%
Encargos s/ Serv de Terceiros
437.158,00
422.955,44
96,75%
9.483.640,00
7.580.095,40
79,93%
Total
Fonte: Sistema Zeus
Quadro XL - Aplicações Diretas - Despesas Tributárias e Financeiras
Natureza da Despesa
Imp, Taxas e Contrib Federais
Imp, Taxas e Contrib Estad
Previsto
322.000,00
Realizado
% Realizado
410.283,21
127,42%
6.310,00
6.251,51
99,07%
38.700,00
38.613,94
99,78%
Outras Despesas Tributárias
1.900,00
1.870,35
98,44%
Despesas Financeiras
7.600,00
7.468,96
98,28%
376.510,00
464.487,97
Imp, Taxas e Contrib Municip
Total
123,37%
Fonte: Sistema Zeus
Quadro XLI - Despesas de Capital
Natureza da Despesa
Bens Intangíveis
Obras e Instalações
Bens Móveis
Total
Previsto
Realizado
% Realizado
146.700,00
139.156,50
94,86%
30.000,00
0,00
0,00%
329.089,00
256.708,50
78,01%
505.789,00
395.865,00
78,27%
Fonte: Sistema Zeus
61
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este relatório é um documento rico em significados, os quais estão ligados entre si por uma relação
de causa e consequência. Uma parte do relatório está repleta de cifras e números, os quais,
invariavelmente, retratam mais um ano muito positivo na trajetória de crescimento constante e
sólido do Cooperativismo Gaúcho e do Sescoop/RS. A causa deste desempenho remonta aos
princípios que inspiraram o surgimento do cooperativismo no Brasil.
O ideal cooperativo, desde seus primeiros passos, em 1.902, com as iniciativas do Padre Theodor
Amstad, sempre carregou consigo a capacidade transformadora, o potencial de gerar benefícios
coletivos para quem descobre a força da colaboração.
Os dados apresentados unem o espírito cooperativo e o trabalho desenvolvido pelo Sescoop/RS em
benefício do sistema cooperativo, que consiste, especialmente, em qualificar a mão de obra através
da formação profissional e de modernas ferramentas de gestão, promover estilo de vida saudável,
intensificar a adoção de responsabilidade socioambiental, monitorar resultados e assegurar
qualidade e transparência na divulgação das ações.
Neste sentido destacam-se:
“O Convênio de Cooperação da DGRV com o Sescoop/RS”
Que objetiva:

O fortalecimento das cooperativas no Rio Grande do Sul que atuam no setor agrário
(melhorando gestão, rentabilidade, cooperação entre cooperativas, Know-how e
tecnologias). Deste modo, as cooperativas se tornam mais vigorosas, tendo a possibilidade
de fornecer serviços atrativos e competitivos para os estabelecimentos associados,
aumentando assim a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade da agricultura. Este
vínculo contribui também para a intensificação da cooperação política e econômica entre o
Brasil e A Alemanha nos setores agrário e alimentar.
“O Programa de Reestruturação das Cooperativas Agropecuárias”
Que tem com objetivos principais a definição de:








Modelos de gestão política e profissional adequado às necessidades das Cooperativas
Agropecuárias do Rio Grande do Sul;
Estratégias para revitalização de núcleos, buscando a transparência e o comprometimento
dos associados com o empreendimento cooperativo;
Projetos de viabilidade de modelos de integração cooperativa com vistas a buscar escalas
operacionais;
Foco das cooperativas agropecuárias, desvinculando-se das atividades alheias a suas
finalidades;
Despesas operacionais e de pessoal compatíveis com o foco;
Modelos de contratualização das relações estabelecidas entre associados e cooperativas, das
cooperativas entre si e intensificação de projetos agroindustriais;
Formas de cooperação adequadas às necessidades das cooperativas em estudo, através da
elaboração de projetos, visando a participação ou criação de centrais, parcerias ou
incorporações;
Melhoria da governança cooperativa.
Será desenvolvido em 18 meses e executado em 5 Etapas, sendo a 1ª com cenários
econômicos; a 2ª com análise das cooperativas; a 3ª com estratégias de negócios; a 4ª sobre
governança e a 5ª sobre o plano de execução. A empresa contratada para a execução do
projeto é o Banco Rabobank Internacional Brasil S.A.
62
“A Campanha de Valorização do Cooperativismo”
Que objetiva mostrar a força do cooperativismo no Rio Grande do Sul e fortalecer o orgulho
das pessoas que fazem parte do sistema cooperativista. Propõe o desenvolvimento de um
posicionamento institucional que aborde as seguintes questões:




Ajude a criar um significado positivo e moderno para o cooperativismo;
Explique e construa a noção de que o cooperativismo é importante para a sociedade e para
as pessoas, independentemente de serem do campo ou da cidade;
Fortaleça o orgulho dos associados das cooperativas do Estado, gerando identidade e valor
social;
Ajude a valorizar os produtos e os serviços das cooperativas.
O público alvo é a sociedade gaúcha em geral, abrangendo formadores de opinião, tanto das
comunidades do interior, quanto dos centros urbanos; Imprensa em geral; Segmentos
empresariais e trade de relacionamento das cooperativas; Poderes Públicos; Potenciais
associados de cooperativas nos 13 ramos de atuação das cooperativas no Rio Grande do Sul,
em especial os jovens das comunidades.
“O Credenciamento da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – ESCOOP”
Que objetiva ampliar o acesso dos empregados e associados das cooperativas na formação
em gestão, a Entidade atuará na consecução dos objetivos finalísticos do Sescoop/RS.

Credenciada em julho/2011 executará atividades relacionadas ao ensino de formação
profissional; Fomento da produção científica no campo do cooperativismo; Disseminação
do conhecimento do cooperativismo em seus aspectos sociais e econômicos. Possui a missão
de preparar profissionais para as diversas áreas das cooperativas, notadamente para a
moderna gestão.

A ESCOOP realizará cursos próprios de graduação, extensão e de pós-graduação,
oferecendo bolsa de estudos de 70% aos alunos associados ou empregados em cooperativas.

Está programado para ser realizado no início do primeiro semestre/2012, o 1º vestibular para
o Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas. Terá duração média entre dois
anos e meio a três anos. A carga horária do curso será de 1.620 horas ou 108 créditos
acadêmicos. As disciplinas serão ofertadas de segunda a sexta-feira, no período da noite, na
sede da Faculdade.
“Plano Estratégico Sescoop/RS 2011/2013”
Onde foram definidos os objetivos estratégicos, reforçando que o Sescoop/RS almeja novos
horizontes para o Cooperativismo Gaúcho.

Para tal, formulou seu Plano Estratégico para o período de 2011/2013, onde foram
identificados seus principais desafios, lições apreendidas, oportunidades, ameaças, forças e
fragilidades, resultando na formulação da Árvore Estratégica da Entidade, definindo
claramente seus objetivos estratégicos, de administração e apoio, bem como linhas de ações
e indicadores de desempenho.
63
“Transparência nos Atos de Gestão”
Prestação de contas objetiva e transparente.

As demonstrações contábeis do exercício 2011, além de se prestarem ao cumprimento dos
dispositivos legais que tratam dos itens que compõem a prestação de contas anual, traduzem,
ainda, a preocupação dos gestores com a transparência das informações repassadas ao
público de interesse. Os documentos contábeis encontram-se no Anexo deste relatório,
contemplando: Balanço Patrimonial; Demonstração dos Superávits/Déficits do Exercício;
Demonstração dos Fluxos de Caixa; Balanço Orçamentário, Balanço Financeiro,
Demonstrativo das Variações Patrimoniais e as Notas explicativas.
Finalizando, ressalta-se que a mensagem do Presidente do Sescoop/RS direciona os objetivos da
Entidade em 2012. A ordem é comemorar e aproveitar o grande momento que a ONU nos oferece,
dizendo que o “cooperativismo faz bem para o mundo” e consagrando “2012 como Ano
Internacional das Cooperativas”. Nosso grande enfoque será a inclusão cooperativa da mulher e em
especial do jovem, porque ele garante o futuro das cooperativas, motivando a necessidade de
incentivar sua participação no sistema cooperativista. A campanha publicitária em execução reforça
o sistema cooperativista ressaltando o conceito de que quem coopera não apenas cresce, mas
também tem mais força, produz mais, tem mais amigos, é gente moderna e faz acontecer.
64
Anexo I - Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício de referência
Não houve efetivação de convênios no exercício de 2011, e não há transferências previstas para o exercício de 2012.
Anexo II - Histórico da composição e das despesas com recursos humanos - 2008 a 2011
Descrição
2008
Quant.
Despesa
Salários
Funcionários
contratados - CLT em
exercício na Unidade
35
Total pessoal próprio
35
Encargos
Benefícios
Descrição
Estagiários
3
Total estagiários
3
Descrição
Total Geral
1.258.415,72
Despesa
Salários
392.633,98
Encargos
301.945,95
35
1.952.995,65
35
Benefícios
Despesa
Bolsa
auxílio
Taxa
2010
Valor
Quant. Despesa
1.787.287,67
Salários
444.990,00
Encargos
317.781,40
37
2.550.059,07
37
Benefícios
2009
Valor
Quant.
16.176,60
1.797,40
2
17.974,00
2
Despesa
Bolsa
auxílio
Taxa
2011
Valor
Quant.
1.670.034,47
Despesa
Salários
533.202,94
Encargos
330.434,99
42
2.533.672,40
42
Benefícios
Quant. Despesa
Bolsa
auxílio
1.848,01
205,33
-
2.053,34
-
Taxa
-
2.001.162,55
641.097,91
434.388,90
3.076.649,36
2010
Valor
Valor
2011
Valor
Quant.
-
-
-
-
Despesa
Bolsa
auxílio
Taxa
Valor
-
-
-
2011
Quant.
Pessoal envolvido em
ações de suporte da
unidade
Quant.
2008
Quant.
Pessoal envolvido em
ações finalísticas da
unidade
2009
Valor
Despesa
Salários
19
23
42
Valor
1.099.655,22
Encargos
353.303,43
Benefícios
207.025,70
Salários
901.507,33
Encargos
287.794,48
Benefícios
227.363,20
3.076.649,36
Fonte: Sistema Zeus
65
Anexo III - Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ
Quesitos a serem avaliados
Avaliação
1
2
3
4
5
Planejamento
1. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como
um todo.
x
2. Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor.
x
3. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ.
x
Recursos Humanos de TI
4. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI.
4
5. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do Órgão/Entidade.
x
Segurança da Informação
6. Existe uma área específica, com responsabilidades definidas, para lidar estrategicamente
com segurança da informação.
x
7. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída
mediante documento específico.
x
Desenvolvimento e Produção de Sistemas
8. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as
necessidades da UJ.
9. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida.
x
x
10. É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do Órgão/Entidade
oferecidas aos seus clientes.
x
11. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço.
x
Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI
12. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao
desenvolvimento interno da própria UJ.
25%
13. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da
contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI.
x
14. O Órgão/Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de
gestão de contratos de bens e serviços de TI.
x
15. Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão/Entidade referente a produtos
e serviços de TI terceirizados?
x
Considerações Gerais: Respondido conjuntamente, pelo Analista da Área de TI e pela Superintendência.
LEGENDA Níveis de avaliação: (1) Totalmente inválida, (2) Parcialmente inválida,
(3) Neutra, (4) Parcialmente válida, (5) Totalmente válida.
66
Anexo IV - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos
Não Aplicável.
Anexo V - Informações sobre Cumprimento da Lei 8.730/93
Os membros dos conselhos, a diretoria executiva, os encarregados da gestão orçamentária e financeira
listados no Rol de Responsáveis, encontram-se em dia com as obrigações previstas na Lei n.º 8.730, de 10 de
novembro de 1993, e na Instrução Normativa - IN n.º 05, de 10 de março de 1994, do Tribunal de Contas da
União- TCU.
Anexo VI - Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da União
A unidade não é gestora de patrimônio imobiliário, classificado como "Bens de Uso Especial", de
propriedade da União ou locado de terceiros.
Anexo VII - Informações sobre providências adotadas para atender deliberações do TCU ou
em relatório de auditoria do órgão de controle interno
Não há.
Anexo VIII - Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de
controle interno
Nº Relatório nº
Descrição da recomendação
012/2011
Recomendação Aprimorar o controle sobre os
2.1.1
quantitativos físicos das ações
realizadas.
Setor
Providência
Gerência das
Atividades
Finalísticas
Foi desenvolvido o módulo sistematizado no
Sistema Pró-Eventos, para que essas
execuções pudessem ser acompanhadas a
curto prazo, fato que já aconteceu na
elaboração
do
relatório
do
terceiro
quadrimestre 2011.
Observar, nos instrumentos
Serão incluídos nos contratos cláusula
contratuais, a inclusão de
expressa informando que o Edital integra o
Recomendação
cláusula
referente
às Superintendência contrato para todos os fins, com ênfase
4.1.1
penalidades previstas em
especial às penalidades descritas no
Edital.
instrumento convocatório.
67
Nº Relatório nº
Descrição da recomendação
012/2011
Setor
Providência
O Cadastro de Sociedades Prestadoras de
Formalizar
consulta
à
Serviços possui, atualmente, mais de 670
Assessoria Jurídica acerca da
Sociedades
Prestadoras
de
Serviços
legalidade da utilização do
Cadastradas e não há qualquer fator
"Cadastro de Sociedades
impeditivo para que outras empresas possam
Prestadoras de Serviços"
integrar o referido cadastro. Para tanto, basta
Recomendação perante o Regulamento de
Superintendência que a pessoa jurídica interessada observe os
4.2.1
Licitações e Contratos do
requisitos estabelecidos no art. 8° da
SESCOOP
e
legislação
Resolução 04/2006 SESCOOP/RS, requisitos
conexa,
no
intuito
de
estes que nada mais são do que exigências
resguardar a Unidade de
decorrentes das normas que regulam a matéria
eventuais apontamentos pelos
e dos entendimentos do Tribunal de Contas da
órgãos de fiscalização.
União acerca das contratações.
a
Resolução
Recomendação Observar
043/2006-Sescoop
Nacional Superintendência Diante do Exposto, tem-se que a Resolução
4.2.2
quando ocorrer contratações.
043/2006 Sescoop Nacional tem sido
observada na sua integralidade, não havendo
Cumprir
a
Resoulção
Recomendação
qualquer prática que esteja em dissonância
043/2006, Sescoop Nacional,
Superintendência com a referida norma.
4.3.1
em especial quanto ao artigo
9º.
Aperfeiçoar o processo de
Recomendação planejamento orçamentário,
visando adequar o orçamento Superintendência As recomendações serão observadas. Estamos
5.1.1
às necessidades reais da
na fase final do processo de Seleção de
Unidade.
Pessoal. Faz parte desta ação, a contratação de
técnico que terá atribuições de aperfeiçoar o
Efetuar
verificações
processo de planejamento orçamentário bem
periódicas entre o Orçado x
Recomendação
como o acompanhamento da realização dos
Realizado, de forma a obter
Superintendência eventos planejados.
5.1.2
acompanhamento
da
realização mais próximo dos
eventos planejados.
Formalizar mensalmente as
O SESCOOP/RS adotou desde o ano de 2007
conciliações
bancárias,
o procedimento de conciliação individual das
evidenciando as assinaturas
contas patrimoniais, e em especial as contas
do preparador e do revisor,
bancárias, seja a de movimentação de conta
Recomendação bem como anexando a estas Superintendência corrente ou de conta aplicação. Tanto que os
os
extratos
bancários e Coordenação
6.1.1
processos de conciliação foram submetidos à
originais, que devem ser Administrativa
análise desta auditoria, no entanto, a assinatura
solicitadas aos bancos, como
é um formalismo que será observado, assim
sugestão de melhoria de
como a emissão (impressão dos extratos) na
controles internos.
própria agência bancária.
68
Nº Relatório nº
Descrição da recomendação
012/2011
Setor
Providência
A recomendação será observada parcialmente.
Ressalta-se, que o controle das contas a pagar
Adotar
controle
de
contas
a
Superintendência
já é realizado através do sistema Zeus. Todas
Recomendação
pagar
por
meio
do
módulo
e
Coordenação
as obrigações são apropriadas e controladas
6.2.1
financeiro do sistema ZEUS.
Administrativa neste sistema, que é base inclusive para a
apuração das informações de execução
orçamentárias.
Realizar
levantamento
minucioso dos motivos da
existência de saldos, referente
a
obrigações
com
fornecedores, pendentes a
Recomendação longa data, submetendo este Superintendência
levantamento a apreciação e e Coordenação A recomendação será acatada.
6.2.2
aprovação formal da alta Administrativa
administração,
visando
possibilitar a tomada de
decisão a respeito destas
providências.
Fornecer ao departamento de
contabilidade, o relatório de
contingências, evidenciando o
valor
estimado
e
a
probabilidade
de
perda,
claramente
a
Recomendação contendo
informação
de
que
se
trata
da
7.1.1
posição na data base de
encerramento do balancete
mensal, visando refletir nos
registros contábeis a posição
atualizada das contingências.
Efetuar o registro contábil das
contingências, mensalmente,
com base no relatório a ser
disponibilizado
pela
Recomendação Assessoria Jurídica, visando
7.1.2
refletir nos registros contábeis
a posição atualizada das
contingências e de acordo
com as normas contábeis.
Assessoria
Jurídica
Coordenação
Administrativa
Ao final de cada mês é enviado à
contabilidade o relatório de contingências
devidamente atualizado, com informações da
última
movimentação
processual,
acompanhado do valor estimado a ser
provisionado. No que concerne à classificação
(provável, possível ou remota) em que pese a
menção aos valores a serem provisionados
apontarem para as probabilidades de perda,
informamos que tal informação será
devidamente incluída nos relatórios de
maneira a colaborar com as tratativas
contábeis.
A recomendação será acatada.
69
Nº Relatório nº
Descrição da recomendação
012/2011
Realizar a conciliação mensal
dos saldos contábeis com os
respectivos
controles
operacionais,
evidenciando
formalmente as divergências
Recomendação entre os saldos contábeis e os
saldos operacionais, bem
7.2.1
como evidenciar formalmente
as inconsistências referentes a
itens pendentes a longa data,
contendo as assinaturas do
preparador e do revisor.
Realizar a contabilização da
atualização
monetária
referente
ao
Recomendação retroativa,
período compreendido entre a
7.3.1
data de realização do depósito
judicial e a data base atual.
Realizar a contabilização da
atualização
monetária
Recomendação
prospectiva, mensalmente, até
7.3.2
o desfecho da ação que
originou o depósito.
Recomendação
8.4.1 (Ressaltase que a
numeração
correta seria
7.4.1)
Reclassificar o saldo de R$
13.703,43 pagos a Octacílio
Grivot para o ativo realizável
a longo prazo.
Setor
Providência
Coordenação
Administrativa
Ratificamos que o SESCOOP/RS adota o
procedimento de conciliações de contas, como
já frisado no item 6.1.1. No entanto, a
recomendação será acatada.
Coordenação
Administrativa
O referido valor teve sua execução no mês de
novembro de 2011. No entanto, caso tenha
outros eventos semelhantes proceder-se-á
conforme o recomendado.
Coordenação
Administrativa
Coordenação
Administrativa
A recomendação será acatada.
A recomendação foi apreciada pela assessoria
jurídica. O entendimento é de que o valor
ainda deve permanecer no Ativo Circulante.
No decorrer do próximo exercício a situação
do processo será novamente examinada e a
reclassificação efetuada, caso a situação não
seja resolvida.
Adotar medidas com o
objetivo de garantir adequada
Recomendação
segregação de funções das
Superintendência A recomendação será acatada.
7.5.1
áreas
operacionais
supracitadas.
70
Nº Relatório nº
Descrição da recomendação
012/2011
Setor
Providência
Providenciar estudo técnico
sobre a melhor tratativa
contábil a ser adotada em
relação ao caso em tela,
podendo
ser
realizado
internamente por meio do
Presidência,
Recomendação
corpor técnico da entidade em Superintendência
A recomendação será acatada.
7.6.1
conjunto com o SESCOOP e Coordenação
Nacional, ou externamente Administrativa
por meio de Consultoria
Contábil,
conforme
entendimento
da
administração.
Obter laudo técnico a respeito
Presidência,
Recomendação dos valores segregados de
Superintendência
terrenos e edificações na data
A recomendação será acatada.
7.6.2
e Coordenação
de aquisição.
Administrativa
Recomendação
Efetuar o cálculo de ajustes e
7.6.3
lançamentos contábeis.
Gerência de
Contabilidade e
Coordenação
Administrativa
A recomendação será acatada.
Obter aprovação da alta
Recomendação administração em relação aos
Conselho Fiscal e
lançamentos de ajustes e
A recomendação será acatada.
7.6.4
Administrativo
reclassificações.
Rever o critério contábil
Recomendação adotado e proceder aos ajustes
e reclassificações cabíveis.
7.7.1
Coordenação
Administrativa
A recomendação será acatada.
Envidar esforços no sentido
de adequar-se à determinação
prevista na NBC T 16.10,
Recomendação procedendo à formalização do Superintendência
estudo exigido, submetendo e Coordenação A recomendação será acatada.
7.8.1
este estudo a aprovação da Administrativa
administração.
71
Nº Relatório nº
Descrição da recomendação
012/2011
Setor
Providência
Envidar esforços no sentido
de adequar-se à determinação
prevista
no
CPC
27,
A recomendação será acatada.
procedendo
à
formalização
da Superintendência
Recomendação
Definiremos em conjunto com o SESCOOP
revisão do valor residual e da e Coordenação
7.9.1
Nacional o melhor procedimento a ser
estimativa de vida útil dos Administrativa
aplicado.
bens do ativo permanente,
submetendo este estudo a
aprovação da administração.
Formalizar o período de vida
útil do bem estimado pela
Recomendação
Administração da Entidade,
Superintendência A recomendação será acatada.
8.1.1
conforme determinado na
norma
citada
neste
apontamento de auditoria.
Formalizar o valor residual do
bem
estimado
pela
Administração da Entidade,
Recomendação
documentado a base dos
Superintendência A recomendação será acatada.
8.1.2
dados e critérios utilizados,
conforme determinado na
norma
citada
neste
apontamento de auditoria.
Realizar a contabilização das
depreciações
do
bem
considerando a vida útil e o
Recomendação valor residual estimados
formalmente
pela
alta
8.1.3
administração da entidade,
conforme determinado na
norma
citada
neste
apontamento de auditoria.
Coordenação
Administrativa
A recomendação será acatada.
Atualizar os termos de
responsabilidade em relação
Recomendação às adições e baixas ocorridas
desde a última formalização
8.2.1
até a data base atual, de forma
a refletir a posição atual do
ativo imobilizado.
Coordenação
Administrativa
A recomendação será acatada.
Atualizar os termos de
responsabilidade do ativo
Recomendação imobilizado
8.2.2
prospectivamente, sempre que
ocorrerem novas aquisições e
baixas de bens.
Coordenação
Administrativa
A recomendação será acatada.
72
Anexo IX - Informações sobre Estrutura de controles internos
Avaliação
Aspectos do sistema de controle interno
Ambiente de Controle
1
2
3
4
5
1. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à
consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.
X
2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os
servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade.
X
3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente.
X
4. Existe código formalizado de ética ou de conduta.
X
5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em
documentos formais.
X
6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e
servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos,
das instruções operacionais ou código de ética ou conduta.
X
7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras
das responsabilidades.
X
8. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ.
X
9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados
planejados pela UJ.
Avaliação de Risco
X
1
2
3
4
10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados.
5
X
11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas
da unidade.
X
12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa)
envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da
probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para
mitigá-los.
X
13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de
conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.
X
14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no
perfil de risco da UJ, ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo.
X
15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em
uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.
X
16. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos
da unidade.
X
17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para
apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.
X
18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e
valores de responsabilidade da unidade.
X
Procedimentos de Controle
19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os
riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.
1
2
3
5
X
20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam
consistentemente de acordo com um plano de longo prazo.
21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de
benefícios que possam derivar de sua aplicação.
4
X
X
73
Avaliação
Aspectos do sistema de controle interno
22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão
diretamente relacionados com os objetivos de controle.
Informação e Comunicação
X
1
2
3
4
5
23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada,
armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.
X
24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente
para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas.
X
25. A informação disponível à UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível.
X
26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e
indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz.
X
27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas
as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.
X
Monitoramento
1
2
3
4
5
28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua
validade e qualidade ao longo do tempo.
X
29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas
avaliações sofridas.
X
30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu
desempenho.
X
Considerações gerais: Os itens 12,13,14,15, 28,29 e 30 – Respondidos com base na matriz de risco da Assessoria de
Auditoria e Controle da Unidade Nacional do Sescoop. Demais itens respondidos conjuntamente pela Auditoria
Interna e a Superintendência.
LEGENDA - Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida, (2) Parcialmente inválida, (3) Neutra,
(4) Parcialmente válida,(5) Totalmente válido
74
Anexo X - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis
Aspectos sobre a gestão ambiental
Avaliação
Licitações Sustentáveis
1 2 3 4
1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em
consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias
primas.
Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade
ambiental foram aplicados?
X
2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente adquiridos pela
unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo
reciclável.
X
3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte
não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de limpeza
biodegradáveis).
4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência de
certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como critério
avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços.
X
X
5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo
de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas).
Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses produtos
sobre o consumo de água e energia?
X
6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado).
Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos?
X
7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos
poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos.
Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi incluído
no procedimento licitatório? Sim. A delimitação do objeto da licitação, incluiu o item de que
os veículos fossem bicombustíveis(etanol/gasolina).
8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização, reciclagem ou
reabastecimento (refil e/ou recarga).
Se houver concordância com a afirmação acima, como
essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios?
X
X
9. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de
tais bens/produtos.
10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia, possuem
exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação, à redução do
consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto
ambiental.
5
X
X
11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação,
como referido no Decreto nº 5.940/2006.
X
12. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o
consumo de água e energia elétrica.
Se houver concordância com a afirmação acima, como se
procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Campanha para
diminuir o consumo de água, executada com a utilização de folders.
X
13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de
proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores.
Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha
(palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Campanha para substituição do copo
plástico descartável pelo copo cerâmico ou de vidro, que são reutilizáveis.
X
Considerações Gerais: Respondido pela Diretoria Executiva e a Comissão Permanente de
Licitações. LEGENDA - Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida, (2) Parcialmente
inválida, (3) Neutra, (4) Parcialmente válida, (5) Totalmente válida.
75
Anexo XI - Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a conformidade e o Desempenho da Unidade
1. Execução Física e Financeira das Ações Realizadas
EXECUÇÃO FISICA
TIPO
DE
PRIORIDADE
AÇÃO
UNIDADE
DE MEDIDA
EXECUÇÃO FINANCEIRA
META A
META
META
SER
PREVISTA REALIZADA REALIZADA
EM 2012
META
REALIZADA
META A SER
REALIZADA
EM 2012
328.476,00
324.220,12
375.834,00
1
1.989.526,00
1.952.847,37
11.902.772,00
1
1
331.798,00
266.026,25
243.558,00
1
1
1
20.720,00
20.716,80
21.351,00
Serviço Mantido
1
1
1
7.770,00
7.768,80
8.007,00
3
Auditoria Realizada
1
1
1
149.040,00
136.120,87
76.108,00
A
3
Ação Realizada
28
28
26
2.574.153,00
2.450.991,34
3.470.563,00
Promoção social no
cooperativismo
A
3
Pessoa Beneficiada
120.601
110.858
383.155
5.683.387,00
5.170.917,94
6.227.621,00
Qualificação
profissional do
trabalhador
Qualif profissional
na área do cooperat
A
3
Pessoa Beneficiada
128.217
110.369
69.446
8.316.716,00
6.145.482,35
13.507.551,00
Gest polít exec
financ, cont e
controle
Monit, superv, audit
e controle de coop
A
3
Serviço Mantido
601
107
659
2.788.594,00
2.067.850,55
2.366.635,00
FUNÇÃO
SUB-FUNÇÃO
PROGRAMA
AÇÃO
Trabalho
Administração
Geral
Gestão da política
de trabalho e
emprego
Gestão
administrativa
A
3
Entidade Mantida
1
1
1
Trabalho
Administração
Geral
Apoio
administrativo
Manutenção de
serviços
administrativos
A
3
Serviço Mantido
1
1
Trabalho
Administração
Geral
Apoio
administrativo
Ações de
informática
A
3
Serviço Mantido
1
Trabalho
Normatização e
Fiscalização
Gestão da política
de trabalho e
emprego
Gestão do processo
planej institucional
A
3
Plano Desenvolvido
Trabalho
Normatização e
Fiscalização
Gest polít exec
financ, cont e
controle
Serv de administ e
controle financeiro
A
3
Trabalho
Normatização e
Fiscalização
Gest polít exec
financ, cont e
controle
Serviço de auditoria
A
Trabalho
Comunicação
Social
Serviços de
comunicação de
massa
Divulgação de ações
institucionais
Trabalho
Proteção e
Benefícios ao
Trabalhador
Melhoria da qualid
vida do trabalhador
Trabalho
Empregabilidade
Trabalho
Empregabilidade
META
PREVISTA
Fonte: Sistema Zeus
76
2. Demonstrativo da Programação de Despesas Correntes
Origem orçamentária
Exercícios
Dotação Proposta
Orçamento Aprovado
Orçamento
Reformulado
TOTAL
Fonte: Sistema Zeus
2 - Juros e encargos da
dívida
2011
2010
1 - Pessoal e encargos
2011
2010
3.727.899,00
2.649.450,00
2.649.450,00
2.649.450,00
3.270.602,00
2.601.210,00
3.270.602,00
2.601.210,00
3 – Outras despesas
2011
-
-
-
-
-
-
-
-
2010
23.717.101,00
16.366.750,00
23.717.101,00
16.366.750,00
18.413.789,00
11.356.551,00
18.413.789,00
11.356.551,00
3. Demonstrativo da Programação de Despesas de Capital
Origem s
orçamentária
Exercícios
Dotação Proposta
Orçamento Aprovado
Orçamento
Reformulado
TOTAL
4 - Investimentos
2011
5 – Inversões financeiras
2010
255.000,00
653.800,00
255.000,00
653.800,00
505.789,00
729.800,00
505.789,00
729.800,00
2011
6 – Outras despesas de capital
2010
2011
2010
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
3.320.867,00
3.320.867,00
Fonte: Sistema Zeus
4. Demonstrativo das Despesas Correntes Realizadas por Grupo e Elemento de Despesa
GRUPOS DE
DESPESA
VALORES PAGOS
2011
2010
1 - Despesas de Pessoal
3.076.649,36
2.533.672,40
Vencimentos e Remunerações
2.001.162,55
1.670.034,47
641.097,91
533.202,94
-
-
434.388,90
330.434,99
Encargos Sociais Patronais
Remunerações Variáveis
Benefícios Sociais
Benefícios Assistenciais
-
2 - Juros e Encargos da Dívida
-
-
3 - Outras Despesas Correntes
15.038.254,79
9.517.938,22
Despesas com Dirigentes e Conselheiros
28.485,60
25.756,00
Ocupação e Serviços Públicos
93.214,26
83.184,38
212.704,80
197.383,42
Material de Consumo
92.963,87
132.875,73
Material de Consumo Durável
15.852,56
11.153,01
Passagens e Locomoções
16.393,67
45.050,78
34.643,20
63.597,09
Despesas de Comunicação
77
GRUPOS DE
DESPESA
VALORES PAGOS
2011
2010
Diárias e Hospedagens
Outras Despesas de Viagem
-
-
144.577,99
119.794,38
16.578,00
15.277,00
1.294.525,14
562.960,72
45.000,00
46.000,00
Serviços de Divulgação Institucional
2.920.461,95
1.889.563,45
Auxílio Financeiro a Estudante
1.965.654,96
1.222.054,98
144.788,66
137.874,64
Auditoria e Consultoria
1.750.209,81
81.600,00
Serviços Especializados - PJ
5.197.826,70
4.080.073,80
Serviços de Transportes
27.933,18
20.940,23
Serviços Gerais - PJ
49.983,62
43.172,44
-
-
Outros Serviços de Terceiros - PF
66.000,00
66.000,00
Outros Serviços de Terceiros - PJ
33.013,41
27.057,37
Encargos s/ Serviços de Terceiros
422.955,44
327.084,89
Serviços Especializados - PF
-
-
Serviços Gerais - PF
-
-
410.283,21
261.434,33
6.251,51
4.092,70
38.613,94
36.552,40
Outras Despesas Tributárias
1.870,35
12.313,25
Despesas Financeiras
7.468,96
5.091,23
Transferências Regulamentares
-
-
Convênios com a União
-
-
Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos
-
-
Locações
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Premiações
Auxílios Educacionais
Estagiários
Impostos, Taxas e Contribuições Federais
Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais
Impostos, Taxas e Contribuições Municipais
Fonte: Sistema Zeus
78
5. Demonstrativo de Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa
GRUPOS DE
DESPESA
VALORES PAGOS
2011
2010
4 - Investimentos
395.865,00
Bens Intangíveis
139.156,50
Bens Móveis
256.708,50
5 - Inversões Financeiras
6 - Outras despesas de capital
612.190,24
263.172,00
349.018,24
-
-
Fonte: Sistema Zeus
6. Demonstrativo da Evolução dos Gastos Gerais
ANO
DESCRIÇÃO
2011
2010
2009
1. Passagens
16.393,67
45.050,78
20.581,07
2. Diárias e Ressarcimento de despesas em viagens
35.643,20
63.597,09
52.643,09
3. Serviços Terceirizados
9.647.793,56
5.287.322,73
5.952.970,60
3.1. Publicidade
2.046.356,55
633.096,76
833.387,97
3.2. Vigilância, Limpeza e Conservação
10.621,20
5.486,30
22.079,96
3.3 Tecnologia da Informação
34.160,61
16.730,98
5.543,98
7.556.655,20
4.632.008,69
5.091.958,69
4. Cartão de Pagamento do Governo Federal
-
-
-
5. Suprimento de Fundos
-
-
-
9.699.830,43
5.395.970,60
6.026.194,76
3.4. Outras Terceirizações
TOTAIS
Fonte: Sistema Zeus
7. Demonstrativo das despesas por natureza
Realizado
Orçado
Realizado
%
%
2011
Partic.
Realiz.
Rubricas
2009
2010
2011
2.550.059,07
2.203.237,41
2.823.232,00
97.833,98
129.588,10
114.083,00
78.970,05
0,43%
69,22%
-
-
-
-
0,00%
0,00%
Auxílio Financeiro a Estudante
1.301.536,96
1.222.054,98
2.530.101,00
1.965.654,96 10,60%
77,69%
Material de Consumo
1.061.020,15
706.989,46
2.024.048,00
1.403.341,57
7,57%
69,33%
Serviços de Terceiros
7.544.180,00
7.411.435,10 13.533.559,00 11.316.032,40 61,03%
83,61%
Pessoal, Encargos e Indenizações
Despesas de Viagem
Outras Despesas Variáveis
Obrigações, Tributos e Contribuições
Equipamentos, Materiais Permanentes
Total Geral
2.642.260,46 14,25%
93,59%
719.259,28
641.477,57
806.068,00
879.974,45
4,75% 109,17%
1.811.296,44
349.018,24
359.089,00
256.708,50
1,38%
71,49%
15.085.185,88 12.663.800,86 22.190.180,00 18.542.942,39
100%
83,56%
Fonte: Sistema Zeus
79
8. Resumo das programações de despesas
Origem dos Créditos
Orçamentários
Exercícios
Despesas Correntes
2010
Despesas Capital
2011
2010
2011
Dotação proposta pela UJ
19.016.200,00 27.445.000,00
653.800,00
255.000,00
Orçamento Aprovado
19.016.200,00 27.445.000,00
653.800,00
255.000,00
Orçamento Reformulado
13.957.761,00 21.684.391,00
4.050.667,00
505.789,00
13.957.761,00 21.684.391,00
4.050.667,00
505.789,00
Total
Fonte: Sistema Zeus
9. Movimentação orçamentária por grupo de despesa
Não houve movimentação externa.
10. Quadro “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Originários da UJ
Modalidade de Contratação
Despesa Comprometida
2011
Licitação
Despesa Paga
2010
-
2011
1.493.039,37
2010
2.961.901,70
1.493.039,37
-
Convite
Concorrência
Pregão
-
Contratações Diretas
Dispensa
Inexigibilidade
-
218.350,00
1.853.260,24
218.350,00
1.274.689,37
1.108.641,46
1.274.689,37
8.526.900,50
12.420.306,22
6.976.826,13
7.715.691,50
12.195066,22
6.165.617,13
811.209,00
225240,00
811.209,00
Regime de Execução Especial
49.441,91
46.591,50
49.441,91
46.591,50
Suprimento de Fundos
49.441,91
46.591,50
49.441,91
46.591,50
Pagamento de Pessoal
3.112.292,56
2.597.269,49
3.112.292,56
2.597.269,49
Pagamento em Folha
3.076.649,36
2.533.672,40
3.076.649,36
2.533.672,40
Diárias
35.643,20
63.597,09
35.643,20
63.597,09
Outras
-
-
-
11. Quadro “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Recebidos pela UJ (convênios
e Fundecoop projetos especiais)
Modalidade de Contratação
Licitação
Convite
Concorrência
Pregão
Contratações Diretas
Regime de Execução Especial
Pagamento de Pessoal
Outras
Despesa Comprometida
2011
20.000,00
-
Despesa Paga
2010
2011
-
2010
20.000,00
-
-
80
Quadro “Despesas Correntes e Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa” –
Créditos Recebidos pela UJ. (convênios e Fundecoop projetos especiais)
GRUPOS DE
DESPESA
1 - Despesas de Pessoal
2 - Juros e Encargos da Dívida
3 - Outras Despesas Correntes
Serviços Especializados - PJ
VALORES PAGOS
2011
2010
20.000,00
20.000,00
-
Quadro “Despesa Corrente e Despesa de Capital por Grupo e Elemento de Despesa” – Créditos
Originários da UJ
GRUPOS DE
DESPESA
1 - Despesas de Pessoal
VALORES PAGOS
2011
2010
3.076.649,36
2.533.672,40
Vencimentos e Remunerações
2.001.162,55
Encargos Sociais Patronais
Remunerações Variáveis
Benefícios Sociais
Benefícios Assistenciais
2 - Juros e Encargos da Dívida
3 - Outras Despesas Correntes
Despesas com Dirigentes e Conselheiros
Ocupação e Serviços Públicos
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
Material de Consumo Durável
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
Outras Despesas de Viagem
Locações
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Premiações
Serviços de Divulgação Institucional
Auxílio Financeiro a Estudante
Auxílios Educacionais
641.097,91
434.388,90
1.670.034,47
533.202,94
330.434,99
15.038.254,79
9.517.938,22
28.485,60
25.756,00
93.214,26
83.184,38
212.704,80
197.383,42
92.963,87
132.875,73
15.852,56
11.153,01
16.393,67
45.050,78
34.643,20
63.597,09
-
-
144.577,99
119.794,38
16.578,00
15.277,00
1.294.525,14
562.960,72
45.000,00
46.000,00
2.920.461,95
1.889.563,45
1.965.654,96
1.222.054,98
144.788,66
137.874,64
81
Auditoria e Consultoria
Serviços Especializados - PJ
Serviços de Transportes
Serviços Gerais - PJ
1.750.209,81
81.600,00
5.177.826,70
4.080.073,80
27.933,18
20.940,23
49.983,62
43.172,44
-
-
66.000,00
66.000,00
33.013,41
27.057,37
422.955,44
327.084,89
-
-
-
-
410.283,21
261.434,33
6.251,51
4.092,70
38.613,94
36.552,40
1.870,35
12.313,25
7.468,96
5.091,23
-
-
-
-
-
-
Estagiários
Outros Serviços de Terceiros - PF
Outros Serviços de Terceiros - PJ
Encargos s/ Serviços de Terceiros
Serviços Especializados - PF
Serviços Gerais - PF
Impostos, Taxas e Contribuições Federais
Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais
Impostos, Taxas e Contribuições Municipais
Outras Despesas Tributárias
Despesas Financeiras
Transferências Regulamentares
Convênios com a União
Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos
GRUPOS DE
DESPESA
4 - Investimentos
VALORES PAGOS
2011
2010
395.865,00
Bens Intangíveis
139.156,50
Bens Móveis
256.708,50
5 - Inversões Financeiras
6 - Outras despesas de capital
-
612.190,24
263.172,00
349.018,24
-
82
12. Quadro “Detalhamento dos projetos de Formação Profissional por natureza”
Natureza - Qualificação / Capacitação Profissional
Projeto de Capacitação Profissional
Curso Responsável Técnico - Transporte
Previsto
Realizado
%Realizado
13.050,00
13.050,00
100,00%
FECOERGS - Curso Avan.Proj. Red.Dis.Ene
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Cur. Elete. Básica NR 10 MTE
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Cur.Ins. Ope. Equi. Med. Esp
1.920,00
-
FECOERGS - Curso Bás. Proj. Red. Dis. En
4.800,00
4.800,00
100,00%
FECOERGS - Cur.For.Elet.Re.Aér.Dis E 3
12.240,00
11.520,00
94,12%
FECOERGS - Cur.For. Elet. Red.Aér.Dis.E2
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Cur.For. Elet. Red.Aér.Dis.E4
20.880,00
6.240,00
29,89%
FECOERGS - Curso Fiscalização Redes
4.800,00
-
0,00%
FECOERGS - Curso Lig. Unid. Cons. BT
19.200,00
19.200,00
100,00%
FECOERGS - Curso Liga. Unid. Cons. MT
19.200,00
19.200,00
100,00%
FECOERGS - Curso Mont. Estru. Equipa
7.680,00
7.680,00
100,00%
FECOERGS - Curso NR 10 Básico Teutônia
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Curso Oper. Caminh Guindauto
2.880,00
2.880,00
100,00%
FECOERGS - Cur. Oper. Peq. Cen Hid - PCH
19.200,00
19.200,00
100,00%
FECOERGS - Cur. Rec. NR 10 Bá. SEP Teuto
9.600,00
7.680,00
80,00%
14.400,00
9.600,00
66,67%
FECOERGS - Curso Forma Eletrecist. Lider
2.880,00
-
0,00%
FECOERGS - Cur.For..Elet. Ser. Aten. Con
14.400,00
-
0,00%
FECOERGS - Cur.Ope.Cen.Ope. Dis. M.Espe
8.640,00
8.640,00
100,00%
FECOERGS - Cur. For.Pro. Re. Dis.En.E Bá
4.800,00
4.800,00
100,00%
FECOERGS - Cur. For. Ele. Red. Aé. Dis F
24.640,00
24.640,00
100,00%
FECOERGS - Cur. Forma. Elete. Fis. Rede
4.800,00
4.800,00
100,00%
FECOERGS - Curso Eletr. Básica NR 10 MTE
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Cur. Ins. Sub. Equip. Esp.M O
7.040,00
7.040,00
100,00%
FECOERGS - Curso For. Liga.Un.Con. BT K
19.200,00
19.200,00
100,00%
FECOERGS - Cur.Oper.Moto Ser.Pod.Ár.Re.E
2.880,00
2.880,00
100,00%
FECOERGS - Curso NR 10 Básico Ibirubá
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Cur. For. Ope. Cam Guin M Q
6.240,00
6.240,00
100,00%
FECOERGS - Cur.Ope.Ins.Equip. Esp.Mo N
11.520,00
11.520,00
100,00%
FECOERGS - Curso For. Elet. Ins. Ope. Eq
3.840,00
3.840,00
100,00%
FECOERGS - Cur.Ope. Equi.Bá.Ins. Sub LM
7.040,00
7.040,00
100,00%
FECOERGS - Cur. Rec. NR 10 Bá. SEP Ibiru
7.680,00
7.680,00
100,00%
FECOERGS - Curso Forma Eletec. RIC BT
38.400,00
33.600,00
87,50%
FECOERGS - Cur. For. Ele. Red. Aé. Dis C
19.200,00
19.200,00
100,00%
FECOERGS - Cur. Proj. Rede. Dis. Mod. Av
9.600,00
-
FECOERGS - Curso RIC de MT
0,00%
0,00%
83
Projeto de Capacitação Profissional
Previsto
Realizado
%Realizado
FECOERGS - Man. Cont. Pat.Set.Elé.MCPSE
11.000,00
-
0,00%
FECOERGS - Cur.Planej.Expan Sis.Dis.PDD
18.400,00
-
0,00%
FECOERGS - Cur. Perda Energ. Téc. Comer
11.000,00
-
0,00%
FECOERGS - Cur Op Moto Ser e Poda Arv
2.880,00
2.880,00
100,00%
FECOERGS - Curso de Eletricidade Básica
4.800,00
4.800,00
100,00%
FECOERGS - Cur Form Elet Red Are Dist
28.800,00
28.800,00
100,00%
FECOERGS - Cur Form Proj Red Dist Ene El
4.800,00
4.800,00
100,00%
FECOERGS - Cur Recicl NR10 Básico e SEP
5.760,00
5.760,00
100,00%
FECOERGS - Curso NR10 Básico
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Cur Form Elet Red Trans Energ
9.600,00
9.600,00
100,00%
FECOERGS - Cur NR10 SEP para TELECON
4.800,00
-
511.690,00
406.010,00
Total
0,00%
79,35%
Natureza – Aperfeiçoamento
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
AURORA ALIM - 11º Cong. Stress ISMA BR
4.500,00
4.500,00
AURORA ALIM - Adm Orçamento Familiar
4.850,00
-
0,00%
AURORA ALIM - Convenção Contábil
500,00
-
0,00%
AURORA ALIM - Curso de Negociação
775,00
750,00
96,77%
AURORA ALIM - Desenv. Lid.Coop.e Func.
12.850,00
-
0,00%
AURORA ALIM - Dicção,Desenibição, Orat
9.000,00
9.000,00
AURORA ALIM - Format. Pront. Instal. Elé
7.200,00
-
AURORA ALIM - Informática Básica
8.790,00
8.790,00
100,00%
AURORA ALIM - Libras- Ling. Bras. Sinais
6.000,00
5.700,00
95,00%
AURORA ALIM - Palestra Família Tudo
3.600,00
-
0,00%
10.800,00
5.760,00
53,33%
AURORA ALIM - Planej.Program. Cont.Manut
7.800,00
7.780,00
99,74%
AURORA ALIM - Simp. Téc. Incub.Matriz.Co
660,00
660,00
100,00%
3.000,00
-
0,00%
240,00
235,00
97,92%
BANRICOOP - Projeto Educa Coop Banricoop
2.275,00
2.275,00
100,00%
CAAL - Qualidade Caal - Centro Comercial
1.800,00
1.800,00
100,00%
CAAL - Qualidade Caal Industria
10.441,00
10.440,54
100,00%
CAAL - Qualidade Caal - Insumos
1.800,00
1.800,00
100,00%
CAMNPAL - Capac. Func. Representantes
15.500,00
12.960,00
83,61%
CAMNPAL - Capacitação Quadro Social
10.000,00
5.400,00
54,00%
CCGL - Atualização Setor Contábil
17.062,00
4.156,36
24,36%
CCGL - Atualização Padrões Fabricação
12.672,00
-
0,00%
AURORA ALIM - Palestra Lideres
AURORA ALIM - Trein. Brigada Incêndio
AURORA ALIM - Workshop Alimentos
100,00%
100,00%
0,00%
84
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
CCGL - Atualização Setor Financeiro
11.205,00
1.007,00
8,99%
CCGL - Atualização Setor Marketing
1.341,00
1.341,00
100,00%
CCGL - Atualização Setor RH
7.000,00
-
CCGL - Atualização TI
3.110,00
3.110,00
100,00%
CCGL - Biossegurança no Campo
2.304,00
2.112,00
91,67%
CCGL - Boas Práticas de Fabricação
9.080,00
-
0,00%
CCGL - Controle de Estoques
4.400,00
-
0,00%
CCGL - Cur.Estat.Exprim. Prog. Comp.SAEG
9.200,00
2.500,00
27,17%
CCGL - Curso Análise de Sementes
3.600,00
-
0,00%
270,00
270,00
100,00%
CCGL - Curso benef. Sementes Encar. UBS
1.080,00
1.080,00
100,00%
CCGL - Curso Biosegurança
3.000,00
-
0,00%
CCGL - Curso de Biotecnologia
3.500,00
-
0,00%
CCGL - Curso Vendas
3.960,00
1.728,00
43,64%
CCGL - Dicção Oratória - Nível 02
2.000,00
2.000,00
100,00%
CCGL - Educação Ambiental Resp. Social
2.304,00
-
0,00%
10.000,00
5.496,00
54,96%
900,00
900,00
100,00%
2.304,00
-
0,00%
900,00
840,00
93,33%
3.216,00
2.421,00
75,28%
900,00
900,00
100,00%
CCGL - Higienização Ind. Alimentos
1.760,00
-
0,00%
CCGL - Impor. Aferi. Calib. Mat. Laborat
1.152,00
-
0,00%
CCGL - Instrumenta Anal Aplic.Cont. Proc
3.560,00
-
0,00%
CCGL - Logistica e Distribuição
1.900,00
-
0,00%
CCGL - Manutenção Ativos
3.350,00
-
0,00%
CCGL - Metodo Anali Leite e Derivados
2.880,00
-
0,00%
CCGL - Motivação
5.800,00
3.546,00
61,14%
CCGL - Novas regras de Ortografia
7.000,00
-
0,00%
CCGL - Pintura e Instalação Predial
7.960,00
7.680,00
96,48%
CCGL - Qualidades de Gestores
2.304,00
-
0,00%
CCGL - Resultado Pesquisa: Cultura Verão
20.500,00
-
0,00%
CCGL - reunião Pesquisa Soja Região Sul
600,00
-
0,00%
CCGL - Reunião Sul-Brasil Pesquisa Trigo
1.000,00
-
0,00%
CCGL - Segurança do Trabalho - Cruz Alta
9.792,00
4.608,00
47,06%
13.248,00
2.880,00
21,74%
4.800,00
-
0,00%
CCGL - Curso Básico de HP
CCGL - Encontro Técnico Cultura Trigo
CCGL - Ferramentas Gestão Logística
CCGL - Forma Aud InterNBR/ISO17025/2005
CCGL - Gestão Custos
CCGL - Gestão Manut.Pat. Construções
CCGL - Gestão Transporte
CCGL - Segurança Trabalho Rio Grande
CCGL - Válvula Segurança e de Alívio
0,00%
85
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
CCGL- Analise Instrumental
1.600,00
-
CCGL- Exele. Benef. Armaz. Grão Qual T
1.728,00
1.728,00
CCGL- Forma Audit SIG ISO 9001/14001
4.608,00
-
0,00%
CCGL -Treinamento Técnico Cuiltura Soja
12.500,00
-
0,00%
CCN - Acesso Trab Esp Confina - S.José O
4.800,00
4.800,00
100,00%
CCN - Acesso Trab Esp Confina - Soledade
4.800,00
4.800,00
100,00%
CCN - Acesso Trab Esp Confina-Lagoa Ver
4.800,00
4.800,00
100,00%
CCN - Atend. Clientes Associados Tapejar
864,00
864,00
100,00%
CCN - Atendim Cliente Assoc - Sanaduva
3.600,00
3.564,00
99,00%
CCN - Atendim Cliente Assoc - Soledade
1.728,00
1.728,00
100,00%
CCN - Atendim Clliente Assoc. Ibiraiaras
864,00
864,00
100,00%
CCN - Atendimento Assoc. Clientes
1.728,00
-
CCN - CIPA Comis Int. Prev. Acid. L.Verm
2.880,00
2.880,00
100,00%
CCN - CIPA Comis Int. Prev.Acid.S José O
2.880,00
2.880,00
100,00%
CCN - Coopere e Faça a Diferença
2.880,00
2.880,00
100,00%
CCN - Formação Tecnica Associados
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna I
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna II
1.800,00
1.764,00
98,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna III
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna IV
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna V
1.200,00
1.200,00
100,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna VI
1.200,00
1.200,00
100,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna VII
1.200,00
1.200,00
100,00%
CCN - Gestão Controladoria Interna VIII
1.200,00
1.200,00
100,00%
CCN - Gestão Supermercados
2.400,00
2.376,00
99,00%
14.400,00
14.400,00
100,00%
CCN - Relações Humanas Comunic Lider I
6.090,00
5.817,80
95,53%
CCN - relações Humanas Comunic. Lider II
6.090,00
5.817,80
95,53%
CCN - Seminário Estratégico I
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN - Seminário Estratégico II
2.400,00
2.400,00
100,00%
CCN - Técnicas Venda Negoc - Ibiraiaras
864,00
864,00
100,00%
CCN - Técnicas Venda Negoc - Soledade
1.728,00
1.728,00
100,00%
CCN- Formação Lideres
2.400,00
-
CCN- Gestão Financ Crédito Cobrança
1.728,00
1.728,00
100,00%
CCN-Formação Técnica Equipe Técnica I
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN-Formação Técnica Equipe Técnica II
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN-Formação Técnica Equipe Técnica III
1.800,00
1.800,00
100,00%
CCN-Gestão Rural
3.840,00
3.672,52
95,64%
CCN - Multip. Desenv. Gestão Qualid To
0,00%
100,00%
0,00%
0,00%
86
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
CECRERS - Desenv. Gere Gest Sist Mod 10
11.272,00
4.992,00
44,29%
CECRERS - Planej. Estrat. Sist. CECRERS
4.224,00
3.168,00
75,00%
CECRERS - Prog. Capac. Cons. Admin. Fisc
3.228,00
1.728,00
53,53%
11.868,00
9.774,00
82,36%
CECRERS - Prog. For. Desenv. Equipes
9.528,00
9.528,00
100,00%
CECRERS - Seminário Integ. Sist. CECRERS
8.800,00
3.000,00
34,09%
CECRERS - Treinam. Sis. FACMUTUO Coop.
5.000,00
-
0,00%
CECRERS -Planej.Cond. Realiz. Assem Ger.
1.158,00
1.008,00
87,05%
30.128,00
25.508,00
84,67%
7.500,00
7.500,00
100,00%
CEN SICREDI SUL - Conselho Administação
12.600,00
12.600,00
100,00%
CEN SICREDI SUL - Material Curso Intega
1.900,00
1.821,00
95,84%
CEN SICREDI SUL - Negociação Vendas
28.245,00
23.625,00
83,64%
CEN SICREDI SUL - Prev. Frau. Gafoscopia
34.418,00
33.618,00
97,68%
CEN SICREDI SUL -Análise Balanço
32.072,00
25.864,00
80,64%
CEN SICREDI SUL -Jeito Sicredi Atender
26.901,00
25.281,00
93,98%
CERILUZ - Coop.Ativa Vis.Est.Evol. Ativ
23.400,00
19.800,00
84,62%
CERTAJA DES-Boas Práticas Armaz Grãos
3.000,00
-
0,00%
CERTAJA DESENV - Conf. Atend. Cliente
1.200,00
1.200,00
100,00%
CERTAJA DESENV - Conf. Empregabilidade
1.200,00
1.000,00
83,33%
CERTAJA DESENV - Escola Lideres
9.504,00
9.500,00
99,96%
CERTAJA DES-Feedback Des.Equipe
800,00
800,00
100,00%
CERTAJA DES-O Líder Coach
800,00
800,00
100,00%
CERTEL - Administração Windows Server
1.980,00
-
CERTEL - Manual do Colaborador
3.780,00
3.780,00
CERTEL ENERGIA - Administ Windows Server
1.980,00
-
0,00%
CERTEL ENERGIA - Manual Colaborador
1.668,00
1.608,00
96,40%
CERTHIL - Motivação Sensibilização
1.800,00
1.800,00
100,00%
CERTHIL - Treinam. Desenv. Compet Compor
4.800,00
4.800,00
100,00%
CERTHIL- Coaching e Mentoring
3.600,00
3.600,00
100,00%
CERTHIL DESENV - Treina. Desenv. Comp. C
4.560,00
4.560,00
100,00%
-
-
#DIV/0!
7.440,00
6.912,00
92,90%
24.000,00
6.912,00
28,80%
COCEAGRO - Gestão Ambiental
4.800,00
-
0,00%
COCEAGRO - Normas Produtivas
4.200,00
-
0,00%
COMTUL - Estrut. Plano Indic. Qualidade
3.960,00
3.900,60
98,50%
COMTUL - Implant. Boas Práticas Fabrica
2.784,00
2.742,24
98,50%
CECRERS - Prog. Des.Lid. Estrat. 12 Even
CEN SICREDI SUL - Ações Eficazes
CEN SICREDI SUL - Conselheiros Fiscais
COAGRIL - NR 33 Trabalho Espa Confinado
COCEAGRO - Desenvolvimento Líderes
COCEAGRO - Ges. Estrat. Ana.. Indic. Eco
0,00%
100,00%
87
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
COMTUL - Treinamento Auditores Qualidade
3.192,00
1.512,00
47,37%
Confec Mat Didát e Comunic Prog CRESCER
400.800,00
135.972,53
33,93%
Confecção Material Didático Prog CRESCER
316.197,00
316.196,21
100,00%
Conhecer para Crescer - Etapa 2011 - CP
6.000,00
1.959,23
32,65%
Conhecer para Crescer - Etapa 2011 - RP
46.000,00
20.000,00
43,48%
COOMAT- Palestra Motivacional
1.200,00
1.200,00
100,00%
COOMAT- Qualificação dos Colaboradores
5.300,00
-
0,00%
COOPATIGO - Boas Práticas Fabricação
4.800,00
4.752,00
99,00%
COOPATRIGO - Curso NR 33
2.400,00
-
0,00%
COOPATRIGO - Curso Pacote Office
2.400,00
2.400,00
100,00%
COOPATRIGO - Curso Sobre Vendas
1.200,00
1.200,00
100,00%
COOPATRIGO - Palestra Motivação
3.000,00
2.400,00
80,00%
COOPATRIGO - Qualid. Proc. Benef. Sem
3.600,00
-
0,00%
COOPATRIGO - Técnicas Vendas Negoc
3.840,00
3.840,00
100,00%
COOPATRIGO- Curso Excel Avançado
2.400,00
2.400,00
100,00%
COOPERAGUDO - Jornada Qualif. Profis
14.000,00
14.000,00
100,00%
COOPERMIL - Capac. Prev. Acid. Trabalho
3.000,00
3.000,00
100,00%
COOPERMIL - Capacit. Trab. Espa. Confina
1.920,00
1.920,00
100,00%
COOPERMIL - Capacitação Atendim. Vendas
3.000,00
3.000,00
100,00%
COOPERMIL - Capacitação Comunicação
3.600,00
3.600,00
100,00%
COOPERMIL - Capacitação Motiv Comporta
3.200,00
3.200,00
100,00%
COOPERMIL - Capacitar em Sist Info Geren
31.500,00
24.000,00
76,19%
COOPERMIL - Exelência no Atendimento
7.500,00
7.500,00
100,00%
COOPEROQUE - Boas Práticas Fabricação
3.840,00
3.840,00
100,00%
COOPEROQUE - Curso Promeiros Socorros
1.728,00
-
0,00%
COOPEROQUE - Gestão por Resultados
1.600,00
-
0,00%
COOPEROQUE - Manei Faz. Loc. Trab Feliz
1.600,00
-
0,00%
COOPLANTIO - Brigada de Incêndio
1.596,00
1.536,00
96,24%
COOPLANTIO - Brigada de Incêndio II
1.396,00
1.344,00
96,28%
COOPLANTIO - Desenvolv Intelig.Emocio I
1.440,00
-
0,00%
COOPLANTIO - Desenvolv Intelig.Emocio II
1.440,00
1.440,00
100,00%
COOPLANTIO - NR 33 Superv. Entra- Pelota
630,00
576,00
91,43%
COOPLANTIO - NR 33 Traba Altura -Fax So
1.536,00
1.335,00
86,91%
COOPLANTIO - NR 33 Traba Altura -Pal Mis
1.536,00
1.500,00
97,66%
COOPLANTIO - NR 33 Traba Altura -Pelotas
1.536,00
1.335,00
86,91%
COOPLANTIO - NR 33 Traba Esp. Confin I
1.536,00
1.536,00
100,00%
COOPLANTIO - NR 33 Traba Esp. Confin II
1.536,00
1.536,00
100,00%
COOPLANTIO - NR 33 Traba Esp. Confin III
1.536,00
1.536,00
100,00%
88
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
COOPLANTIO - NR 33 Uso Equi Prot Ind I
384,00
384,00
100,00%
COOPLANTIO - NR 33 Uso Equi Prot Ind II
384,00
384,00
100,00%
COOPLANTIO - NR 33 Uso Equi Prot Ind III
384,00
384,00
100,00%
COOPLANTIO-NR 33 Super Entra - Faxi Sot
630,00
-
10.560,00
10.560,00
100,00%
COPREL - Mentoring Gestores - 2011
9.600,00
9.600,00
100,00%
COSUEL - Dia de Campo - Prod. Leiteira
9.790,00
9.140,00
93,36%
COSUEL - Compet. Grupos Qualidade
2.700,00
2.002,00
74,15%
COSUEL - Curso Aprefeiço Padaria Confei
3.840,00
-
0,00%
COSUEL - Curso de Sistema 5S
3.600,00
-
0,00%
COSUEL - Encontro Delegados Suplentes
2.400,00
2.400,00
100,00%
COSUEL - Encontro Transportadores Leite
3.600,00
1.800,00
50,00%
COSUEL - Gerenc. UPLs Atrav. Informatiz
5.808,00
4.608,00
79,34%
COSUEL - Gestão Vendedores
7.200,00
-
0,00%
COSUEL - Inclus Digi Cont.Leit Anta Gor
7.780,00
7.680,00
98,71%
COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Encanta
7.780,00
7.680,00
98,71%
COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Progres
7.780,00
7.680,00
98,71%
COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Roca Sa
7.780,00
3.840,00
49,36%
COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Venâ Ai
7.780,00
7.680,00
98,71%
COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit.Guaporé
7.780,00
7.680,00
98,71%
COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit.V. Rio P
7.780,00
7.680,00
98,71%
COSUEL - Indica. Desemp. Laboratório
1.500,00
-
0,00%
COSUEL - Interp. Crité. Forma Avali PGPQ
2.000,00
-
0,00%
COSUEL - Normas ISO 17.025
3.000,00
1.800,00
60,00%
COSUEL - Palestra Motivando p/ Qualidade
2.400,00
-
0,00%
500,00
275,00
55,00%
COSUEL -Boas PrátiC Fabrica Ind. Ração
1.800,00
1.780,00
98,89%
COSUEL -Boas Práticas Fabricação
3.600,00
3.600,00
100,00%
COSUEL- Inclus Digi Cont. Leit.Arroio M
7.780,00
7.680,00
98,71%
COSUEL-Contrib. Mot. Aju.Final. Proc.Ven
7.200,00
-
0,00%
COSULATI - Encont. Coordenad. Vice Sec
26.300,00
16.080,00
61,14%
COTRIBÁ - Desenvolvendo Colabora Líderes
11.520,00
11.520,00
100,00%
7.680,00
7.680,00
100,00%
21.120,00
21.120,00
100,00%
COTRIBÁ - Semana SIPAT 2011
3.600,00
3.600,00
100,00%
COTRIBÁ - Treinamento p/ Colaboradores
1.633,00
1.608,50
98,50%
COTRICAMPO - Gestão Liderança
4.100,00
-
0,00%
COTRICAMPO - Gestão Negócios
2.978,00
2.978,00
COPREL - Coaching Colaboradores -2011
COSUEL - Workshop Alimentos
COTRIBÁ - Desenvolvendo Colaboradores
COTRIBÁ - Programa Desenvol. Pessoas
0,00%
100,00%
89
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
COTRICAMPO - Saú Segu Trab. Esp.Conf NR
5.376,00
5.376,00
100,00%
COTRIEL - Comuni Relac. Interpessoal
8.000,00
7.776,00
97,20%
COTRIEL - Trabalho em Equipe
2.000,00
1.944,00
97,20%
COTRIEL - Desenvolvimento Lideres
9.000,00
9.000,00
100,00%
COTRIEL - DIPAT Dia Inter Prev. Acid. Tr
2.000,00
1.950,00
97,50%
COTRIEL - Exelência em Serviços
2.000,00
1.944,00
97,20%
COTRIEL - Impleme. Boas Prát. Fab. Var
9.000,00
8.832,00
98,13%
COTRIEL - Planejamento Organiz Pessoal
1.836,00
1.836,00
100,00%
COTRIEL - Programa Desenv. Gerencial
8.040,00
7.992,00
99,40%
COTRIEL - Recicla Boas Prá. Fab. Agroind
8.748,00
8.748,00
100,00%
COTRIEL - SIPAT Sem. Int. Prev. Acid. Tr
2.000,00
2.000,00
100,00%
COTRIJAL - Curso Boas Prát. Fab. Ind. Al
1.600,00
-
COTRIJAL - Curso Dicção, Desini Orat.
1.920,00
1.920,00
100,00%
COTRIJAL - Curso Espec. Melhoria Qualid
2.000,00
2.000,00
100,00%
COTRIJAL - Form. Aud. Tec. Sis. Nac. Cer
3.750,00
-
COTRIJAL - Geração Valor
4.320,00
4.320,00
100,00%
COTRIJAL - Trein. Apres. Alto Impacto
6.180,00
6.180,00
100,00%
COTRIJAL - Treina.s/ como Trat. Não Conf
1.580,00
1.501,00
95,00%
COTRIJAL - Treinamento Proc Hoffman
12.420,00
12.420,00
100,00%
COTRIJAL - Treinamento Rel.Hum.Dale Car
21.500,00
21.500,00
100,00%
COTRIJAL -Treinam. Secag. Aeração Grãos
4.800,00
3.456,00
72,00%
COTRIJUC - Benefic e Armazen de Sementes
2.400,00
-
0,00%
COTRIJUC - Controle de Pragas
2.400,00
-
0,00%
COTRIJUC - Desenv. Pes. Prof. Orien.Res.
4.800,00
4.800,00
100,00%
COTRIJUC - Desenvolvimento Lideres
1.920,00
1.920,00
100,00%
COTRIJUC - Técnicas Avançada Vendas
2.592,00
2.592,00
100,00%
COTRIJUC - Treinam. NR33 - Vig, Trab, Au
2.400,00
-
0,00%
COTRIJUC - Treinamento NR 10
4.800,00
-
0,00%
COTRIJUC - Treinamento NR 11
2.880,00
-
0,00%
COTRIJUC - Treinamento para Moleiros
4.680,00
-
0,00%
COTRIJUC -Treinam. NR 33 - Vig, Trab, Au
1.920,00
1.920,00
100,00%
20.000,00
20.000,00
100,00%
9.216,00
7.680,00
83,33%
19.200,00
19.200,00
100,00%
864,00
864,00
100,00%
5.820,00
5.820,00
100,00%
11.520,00
11.520,00
100,00%
2.200,00
960,00
43,64%
COTRIMAIO - Formação Coaching Mentoring
COTRIMAIO - Treinamento NR 33
COTRIPAL - Colaborador Eficaz 2011
COTRIPAL - Crédito Cobrança
COTRIPAL - Famíla Cooperativa 2011
COTRIPAL - Lider Modelo 2011
COTRIPAL - RH Modelo 2011
0,00%
0,00%
90
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
COTRIPAL - Comprador Modelo 2011
1.920,00
1.920,00
COTRIPAL - Gestão Visual
1.920,00
-
0,00%
COTRIPAL - Mate Didát Cotri/ Sesco2011
4.000,00
-
0,00%
COTRIPAL - Reposição Merchandising
3.840,00
2.592,00
67,50%
COTRIPAL - Vendedor Modelo 2011
5.184,00
5.184,00
100,00%
COTRIROSA - Boas Prát. Fab. Cer. Pad.
6.806,00
6.806,00
100,00%
COTRIROSA - Capacitação para Líderes
1.600,00
1.600,00
100,00%
COTRIROSA - Exelência no Atendimento
1.800,00
1.800,00
100,00%
COTRIROSA - Palestra Comportamental
3.600,00
3.600,00
100,00%
COTRIROSA -Capacit. Imple.Planej Estraté
23.040,00
23.040,00
100,00%
COTRISAL SARANDI - Capac. Cargos Sal.
12.000,00
10.400,00
86,67%
COTRISAL SARANDI - Capacit. Liderança
3.600,00
3.600,00
100,00%
COTRISAL SARANDI - Curso CIPA
1.200,00
1.200,00
100,00%
COTRISAL SARANDI - Curso Esp. Confinado
9.000,00
8.999,20
99,99%
COTRISAL SARANDI - Trei. Rel. Hum.Com E
15.010,00
15.010,00
100,00%
COTRISAL SARANDI - Trein. Com. Incêndio
6.000,00
5.999,76
100,00%
COTRISAL SARNDI - Cap. Boas Prá. Fab Pad
6.000,00
6.000,00
100,00%
COTRISAL SARNDI - Cap. Boas Prá. Fab Ra.
12.240,00
12.240,00
100,00%
COTRISEL - Capacit Supervisor Esp Confin
4.320,00
4.050,00
93,75%
COTRISEL - Curso.Forma. Brigada Incêndio
20.736,00
20.716,00
99,90%
COTRISEL - Eletrodo Revestido
3.840,00
3.840,00
100,00%
COTRISEL - Manutenção Rolamentos
1.536,00
1.536,00
100,00%
11.088,00
10.224,00
92,21%
COTRISEL - Recicl Seg Inst Eletr - NR10
1.920,00
1.920,00
100,00%
COTRISEL - Trabalho em Alturas
7.680,00
7.680,00
100,00%
COTRISOJA - Gestão Pessoas
2.400,00
2.364,00
98,50%
COTRISOJA - Treina Atendimento Vendas
2.400,00
2.400,00
100,00%
COTRISOJA - Treina Dicção e Oratória
2.376,00
2.376,00
100,00%
COTRISOJA - Treina Relações Humanas
5.040,00
5.040,00
100,00%
COTRISOJA - Treinamento em Informática
4.800,00
-
0,00%
Curso Capac. Ambiental Ag. Financ Coop
3.150,00
-
0,00%
Curso Form. Contábil Cooperativista 2011
20.660,00
18.027,32
87,26%
Curso Formação Gestão Cooperativa -2011
21.428,00
12.906,80
60,23%
Curso Gestão Cooperativas Transporte
13.120,00
10.800,00
82,32%
Curso Rec. Prot. Nasc.Cab. Mana Águas
3.812,00
-
0,00%
Curso Sep. Rec. Res. Sól. Ger. Coop. Pro
3.812,00
2.374,32
62,29%
19.500,00
19.500,00
100,00%
7.200,00
7.200,00
100,00%
COTRISEL - Prevenção de Perdas
FECOAGRO - Capac. Depar. Técnico
FECOAGRO - Curso Atualização Proagro
100,00%
91
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
FECOAGRO - Curso Cons. Adm. Fis. Lid
19.728,00
19.728,00
100,00%
FECOAGRO - Curso Legislação Tributária
24.864,00
24.864,00
100,00%
FECOAGRO - Custo Prod.Lav. Plantio Dire
18.000,00
17.700,00
98,33%
FECOAGRO - IX Semin Secretá Sist. FecoA
14.500,00
7.680,00
52,97%
FECOAGRO - Capacitação p Gestão
6.144,00
6.144,00
100,00%
FECOAGRO - Curso Cap.Operad. Sec.Grãos
9.888,00
-
0,00%
FECOAGRO - Curso Cap.Operad.Armazens
9.888,00
8.160,00
82,52%
FECOAGRO - Curso Cap.Operad.Benefic.
9.888,00
8.160,00
82,52%
FECOAGRO - Curso Conselho Administração
6.144,00
-
0,00%
FECOAGRO - Gestão Rural Associados Coop
12.000,00
12.000,00
100,00%
FECOAGRO - Seminário Cap.Ferram.Vendas
4.800,00
4.800,00
100,00%
FECOAGRO - Seminário s/ Agroclimatologia
8.400,00
8.400,00
100,00%
FECOVINHO - Prog. Desenv. Coop Viti PDCV
33.000,00
27.889,00
84,51%
FECOVINHO - Prog. Rend. Ges. Fina.Trib
22.360,00
20.325,80
90,90%
FECOVINHO - Prog.For.Qua.Ges.Neg. 2011
25.460,00
25.057,40
98,42%
Material Didático - Forma Profis 2011
38.700,00
23.331,59
60,29%
PIÁ - Curso de Atendimento
18.720,00
18.720,00
100,00%
PIA - Área Produtiva
21.600,00
20.903,62
96,78%
PIÁ - Produtor Leiteiro I Educação Coop
24.000,00
10.560,00
44,00%
PIÁ - Produtor Leiteiro II Ges. Prop. R
24.000,00
24.000,00
100,00%
PIÁ - Produtor Leiteiro III Prod.Lei.Qua
24.000,00
24.000,00
100,00%
PIÁ - Produtor Leiteiro IV Man. Rep. San
24.000,00
24.000,00
100,00%
PIÁ - Produtor Leiteiro VI O Negó Leite
24.000,00
24.000,00
100,00%
PIÁ - Produtor LeiteiroV Alim.Cons. For
24.000,00
24.000,00
100,00%
PIÁ - prog. Des. Ger. Lider. 1 Diag. Pot
24.000,00
24.000,00
100,00%
PIÁ - prog. Des. Ger. Lider. 2 Feedback
14.400,00
14.400,00
100,00%
PIÁ - prog. Des. Ger. Lider. 3 Corporat
24.000,00
24.000,00
100,00%
4.800,00
4.800,00
100,00%
Programa de Formação Profis - Cooper
17.760,00
15.030,00
84,63%
Programa de Formação Profis -Operac 2011
23.916,00
12.234,36
51,16%
Programa de Formação Profis-Admin 2011
61.258,00
44.046,89
71,90%
Programa de Formação Profis-Tecnico 2011
37.040,00
35.265,00
95,21%
Programa Interno Qualidade Produtiv 2011
51.136,00
40.598,27
79,39%
Projetos Especiais - Formação Profis2011
24.350,00
22.429,85
92,11%
5.184,00
5.184,00
100,00%
10.368,00
10.368,00
100,00%
960,00
960,00
100,00%
11.520,00
11.520,00
100,00%
PIA - Resensibilização dos 5S
SANTA CLARA - Cur Lider QTSC-Lid.Com.Rel
SANTA CLARA - Cur. Encar.Set. Lid.Com.Re
SANTA CLARA - Curso Merc Agro Aten Cli
SANTA CLARA - Curso Super. Atend. Clie
92
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
SANTA CLARA - Prog. Desenv. Quadro Tec
Previsto
Realizado %Realizado
4.800,00
4.800,00
SANTA CLARA - prog. Trein. Int. Seg. Tra
12.048,00
-
Seminário Jurídico 2011
35.641,00
35.640,05
100,00%
SICREDI A JACUÍ - Sem. Reg. Colab. Sic.
5.200,00
1.800,00
34,62%
SICREDI A PESTANA - Liderança Situacio
1.920,00
-
0,00%
864,00
864,00
100,00%
SICREDI A.NORD - Compromet. Atitude
1.800,00
1.800,00
100,00%
SICREDI A.NORD - Pales. Assoc. Ges. Res
3.000,00
-
0,00%
SICREDI ALTOS DA SERRA - Adm. Tempo
4.420,00
1.920,00
43,44%
SICREDI CONFED SICREDI - Capac. Sel Com
4.800,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Capac.Comunica
6.336,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Capac.Ges.Desem
5.760,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Certif.Atua CPA
3.100,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Fichá Você Col
19.584,00
19.388,16
99,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Fichá Você Ges
2.992,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Kit Integ Jei S
14.652,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Kit Mult.Jei Se
24.990,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Liv. Prog.Crsce
12.978,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI - Prog. Gera. Sic
18.800,00
-
0,00%
SICREDI CONFED SICREDI -Jeito Sic.Ser At
11.520,00
11.520,00
SICREDI ITAQUI - Matemática Financeira
2.920,00
-
0,00%
SICREDI METROP RS - Desenv Gestores II
9.036,00
7.496,00
82,96%
SICREDI METROP RS - Treinam Integração
6.930,00
6.930,00
100,00%
SICREDI PANAMBI - Recuperação Crédito
1.920,00
1.920,00
100,00%
SICREDI PIONEIRA - Des.Col. Ger. Negócio
6.000,00
-
0,00%
SICREDI PIONEIRA - Des.Col. Ger. Unidade
4.000,00
-
0,00%
SICREDI REGIÃO CENTRO - Prog. Cap. Venda
3.168,00
3.167,92
100,00%
SICREDI REGIÃO CENTRO - Prog. Des. Lider
6.336,00
3.840,00
60,61%
SICREDI SERRANA RS - Adminis. Tempo
1.728,00
1.728,00
100,00%
SICREDI SERRANA RS - Desenvol. Multiplic
1.335,00
960,00
71,91%
SICREDI SERRANA RS - Melhoria Continua
2.478,00
1.728,00
69,73%
SICREDI SERRANA RS - Treina Ges. Equipes
2.103,00
1.728,00
82,17%
SICREDI SERRANA RS - Treina.Téc.Ava.Ven
1.728,00
1.728,00
100,00%
SICREDI SERRO AZUL - Tec. Avan Ven M II
864,00
864,00
100,00%
SICREDI SERRO AZUL - Tec. Avan Vendas
2.268,00
2.268,00
100,00%
SICREDI SUDOESTE - Gestão Pessoas
2.800,00
-
SICREDI V JAGUARI - Mercado Financeiro
2.800,00
2.800,00
100,00%
SICREDI V TAQUARI - Formação Líderes
7.296,00
3.648,00
50,00%
SICREDI A PESTANA - Téc.Avan.Vendas II
100,00%
0,00%
100,00%
0,00%
93
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
UNICRED CENTRAL - Capacita Conselheiros
Previsto
Realizado %Realizado
5.292,00
5.292,00
100,00%
UNICRED CENTRAL - Capacita Gerentes
13.548,00
12.559,93
92,71%
UNICRED CENTRAL - Capacita Líderes
14.020,00
13.080,00
93,30%
UNICRED CENTRAL - Capacita Vendas
14.040,00
13.944,60
99,32%
UNICRED CENTRAL - Grafodocumentoscopia
1.934,00
1.933,40
99,97%
UNICRED POA - Integração dos Colaborador
9.500,00
-
0,00%
UNIMED ERECHIM - Atendim. Clie Área Saú
1.800,00
-
0,00%
UNIMED ERECHIM - Desenvol. Lideranças
1.200,00
-
0,00%
UNIMED ERECHIM - Fortal.Parc.Qual.Prof.Á
1.800,00
-
0,00%
960,00
-
0,00%
1.728,00
864,00
50,00%
960,00
960,00
100,00%
UNIMED MISSÕES - Desenv. Lider Intermed
4.320,00
4.320,00
100,00%
UNIMED MISSÕES - Desenv. Lider Avançado
1.620,00
-
UNIMED MISSÕES - Gestão Processos
6.048,00
6.048,00
100,00%
UNIMED MISSÕES - Profis. Estrat. Vendas
1.920,00
1.920,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Sensib. Mapea. Proces
7.200,00
7.200,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Sensib.Exelê Ges.PGQP
1.290,00
-
0,00%
UNIMED NOROESTE - Sensibiliz. Plane.Est
1.800,00
-
0,00%
UNIMED NOROESTE - Subsistemas RH
1.440,00
1.440,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Cur. Ges. Qual Dirig
960,00
960,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Curso Ferram Quali
960,00
960,00
100,00%
2.400,00
-
0,00%
UNIMED NOROESTE - Defin. Indic. Desemp.
960,00
-
0,00%
UNIMED NOROESTE - Elab. Relatório Gestão
960,00
-
0,00%
UNIMED NOROESTE - Exêlencia Atendimento
2.880,00
-
0,00%
UNIMED NOROESTE - Forma Aval. Méd. PGQP
1.920,00
1.920,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Gestão Estratég. RH
1.800,00
1.800,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Inter.Crité Avalação
1.920,00
1.920,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Pales. Motiv. 3ª Sipat
1.200,00
1.200,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Rel. Interp. x Efic.
1.200,00
1.200,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - RH Estratégico
960,00
960,00
100,00%
UNIMED NOROESTE - Seminário Contabilidad
960,00
-
0,00%
UNIMED REG.PRODUÇÃO - Ética no Trabalho
1.500,00
1.477,50
98,50%
UNIMED RS - Curso de Negociação
2.736,00
2.736,00
100,00%
UNIMED RS - Palestra Ética p/Secetárias
1.800,00
1.200,00
66,67%
UNIMED RS - Seminário Gestão Pessoas
5.000,00
-
0,00%
840,00
840,00
UNIMED ERECHIM - Recicla Brigad Cipeiro
UNIMED MISSÕES - Atend. Cliente Maior De
UNIMED MISSÕES - Cur.Falar Púb..Pos.Dic
UNIMED NOROESTE - Curso Negociação
UNIMED RS - Adm. Tem. Tempo Fat. Produt
0,00%
100,00%
94
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
UNIMED RS - Alcançando Res. Atrav.Equipe
2.500,00
-
0,00%
UNIMED RS - Alinha. Estra. Desenv. Equip
9.600,00
-
0,00%
UNIMED RS - Atendim Cliente - Poa
4.320,00
-
0,00%
500,00
360,00
72,00%
UNIMED RS - Atendim Para Secretárias
1.200,00
1.200,00
100,00%
UNIMED RS - Atendim Recém- Nascido
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Atualização em Curativos
864,00
-
0,00%
4.320,00
-
0,00%
UNIMED RS - Aval. Desemp. Fornecedores
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Boas Prát.Serv.Alim.DCR 216
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Capac. Setor Compras
2.880,00
-
0,00%
UNIMED RS - Controladoria Corporativa
2.880,00
-
0,00%
10.000,00
5.000,00
50,00%
UNIMED RS - Convenção Marketing Comunic
3.435,00
1.800,00
52,40%
UNIMED RS - Cur. Gestão Qual. Total 40 H
6.000,00
6.000,00
100,00%
UNIMED RS - Curso Rotinas Trabalhistas
1.200,00
1.200,00
100,00%
600,00
-
UNIMED RS - Curso Atendimento Cliente
1.800,00
1.800,00
UNIMED RS - Curso Atendimento Público
3.000,00
-
UNIMED RS - Curso Cerimonial Protocolo
864,00
864,00
100,00%
UNIMED RS - Curso de Endomarketing
6.500,00
6.350,00
97,69%
UNIMED RS - Curso Examinadores PGQP
1.728,00
1.728,00
100,00%
UNIMED RS - Curso Ferramentas Qualidade
1.100,00
1.100,00
100,00%
UNIMED RS - Curso Gestão Financeira
5.200,00
-
UNIMED RS - Curso Gestão Mapeam Proc
2.112,00
2.112,00
100,00%
UNIMED RS - Curso Gestão Qual. Tot Dirig
2.340,00
864,00
36,92%
UNIMED RS - Curso Indicadores
1.100,00
-
0,00%
UNIMED RS - Curso Manutenção
2.200,00
-
0,00%
UNIMED RS - Curso Novos Coopera Área 2
650,00
-
0,00%
UNIMED RS - Curso Novos Coopera Área 3
650,00
648,70
99,80%
UNIMED RS - Curso Oratória
2.200,00
-
0,00%
UNIMED RS - Curso Planej.Estrat. e BSC
2.880,00
2.880,00
100,00%
864,00
864,00
100,00%
UNIMED RS - Curso Técnico Médicos Coope
1.700,00
-
0,00%
UNIMED RS - Curso Trat. Não Conformidade
1.100,00
-
0,00%
18.240,00
18.240,00
4.320,00
-
0,00%
23.040,00
-
0,00%
UNIMED RS - Atendim Cliente Uruguaia
UNIMED RS - Auditor Lider ISO 9001:2008
UNIMED RS - Convenção Estadual Vendas
UNIMED RS - Curso Aperf. Área Enfermagem
UNIMED RS - Curso Red. Enmpresarial
UNIMED RS - Desenvolv Competências
UNIMED RS - desenvolv. Equip.Trabalho II
UNIMED RS - Educ. Méd. Cont. Plant- ACLS
0,00%
100,00%
0,00%
0,00%
100,00%
95
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
UNIMED RS - Educ. Méd. Cont. Plant- PLAS
Previsto
Realizado %Realizado
23.040,00
-
0,00%
UNIMED RS - Encon.Núc.Desenv. Humano
5.000,00
-
0,00%
UNIMED RS - Excel Avançado
4.320,00
-
0,00%
UNIMED RS - Forma Avalia PGQP - Nível 2
792,00
792,00
UNIMED RS - Forma. Avalia. Acredit. Hosp
1.728,00
-
0,00%
UNIMED RS - Forma. Conselhe. Cooperativa
26.400,00
-
0,00%
4.000,00
-
0,00%
23.000,00
-
0,00%
864,00
864,00
100,00%
1.920,00
1.920,00
100,00%
UNIMED RS - Gestão Pessoas Competência
840,00
840,00
100,00%
UNIMED RS - Gestão Processos
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Gestão Qualidade Total - GQT
4.320,00
-
0,00%
UNIMED RS - Gestão Risco Ambiente Hosp
1.728,00
-
0,00%
UNIMED RS - Higieniz. Instit. Saúde
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Instala Rede Computador
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Interp. Requis. Acredit. Hos
1.728,00
-
0,00%
UNIMED RS - Interpre Critér Ava. PGQP N2
1.728,00
-
0,00%
UNIMED RS - Interpret. NBR ISO 9001-2008
1.728,00
-
0,00%
UNIMED RS - Interpreta de Critérios PNQ
1.200,00
1.200,00
UNIMED RS - Interpretação de Critérios
4.000,00
-
0,00%
UNIMED RS - Jornada Científica
6.130,00
-
0,00%
UNIMED RS - Jornada Médica Simpó. Enferm
5.880,00
5.750,00
97,79%
432,00
-
0,00%
UNIMED RS - Mapame proc Princ. Apoio
14.400,00
14.400,00
UNIMED RS - Pales. Antibioticotera Profi
2.500,00
-
0,00%
UNIMED RS - Palestra Atendimento Cliente
3.600,00
-
0,00%
UNIMED RS - Palestra Atualiz. Saúde Ocup
2.500,00
-
0,00%
UNIMED RS - Palestra Coperativismo
2.400,00
-
0,00%
UNIMED RS - Palestra Ética Funcionário
2.500,00
1.200,00
48,00%
UNIMED RS - Palestra Farmacoeconomia
2.500,00
2.364,00
94,56%
UNIMED RS - Palestra Médicos Cooperados
2.400,00
2.400,00
100,00%
UNIMED RS - Palestra Técnicas Vendas
3.600,00
-
11.520,00
11.520,00
100,00%
UNIMED RS - Programa Desenv. Pessoas
800,00
720,00
90,00%
UNIMED RS - Projeto Segurança Trânsito
1.536,00
-
0,00%
UNIMED RS - Rotinas Laboratoriais
1.728,00
-
0,00%
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Formação Avaliadores
UNIMED RS - Formação Liderança
UNIMED RS - gerenc. Confli. Ges. Qualida
UNIMED RS - Gerenciamento Projetos
UNIMED RS - Logistica p/ Amoxarifado
UNIMED RS - Progra Desenv. Pessoas M 1
UNIMED RS - Seleção por Competências
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
96
Projeto de Aperfeiçoamento Profissional
Previsto
Realizado %Realizado
UNIMED RS - Seminá. Estad. Promo. Saúde
5.000,00
-
UNIMED RS - Seminá. Estad. Respon Social
1.800,00
1.800,00
100,00%
UNIMED RS - Seminá. Prof. Área Secretári
2.500,00
1.800,00
72,00%
UNIMED RS - Seminário Atend. Cliente
6.000,00
-
0,00%
UNIMED RS - Seminário das Secretárias
9.500,00
2.400,00
25,26%
UNIMED RS - Seminário de Contabilidade
5.000,00
-
0,00%
UNIMED RS - Seminário Jurídico
3.000,00
1.200,00
40,00%
UNIMED RS - Sensibiliz. para Excelência
2.000,00
-
0,00%
UNIMED RS - Técnicas Negociação
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Técnicas para Telefonistas
864,00
-
0,00%
UNIMED RS - Treina. Resíduos Solid. Saú
432,00
-
0,00%
3.600,00
-
0,00%
10.800,00
10.800,00
100,00%
UNIMED VTRP - Coaching de Liderança
7.200,00
7.200,00
100,00%
UNIMED VTRP - Curso Atendimento Cliente
3.600,00
1.600,00
44,44%
UNIMED VTRP - Desenvolvimento Equipes
10.800,00
8.940,00
82,78%
UNIMED VTRP - Desenvolvimento Liderança
13.200,00
-
0,00%
738,00
648,00
87,80%
1.920,00
1.728,00
90,00%
UNIODONTO FEDERA - Atual.Dentís.M 4,5,6,
13.200,00
13.200,00
100,00%
UNIODONTO FEDERA - Cur Plan Estrat BSC
2.880,00
-
UNIODONTO FEDERA - Cur.Aux.Saú Bucal 2Pa
8.370,00
8.370,00
100,00%
UNIODONTO FEDERA - Endomarketing
7.200,00
7.200,00
100,00%
864,00
864,00
100,00%
3.973.535,00
2.673.361,77
67,28%
UNIMED RS - Vivencial Lideranças
UNIMED RS - Workshops Capacitação
UNIMED VTRP - Gestão Ativo Intangível
UNIMED VTRP - Gestão de Riscos
UNIODONTO FEDERA - Técnica Telefonista
Total
0,00%
0,00%
Natureza - Graduação Acadêmica
Projeto de Graduação Acadêmica
Previsto
Realizado %Realizado
AURORA ALIM - Bolsa Estu. Graduação
60.000,00
52.836,16
88,06%
Bolsa Estudos Graduação Curso de Direito
5.700,00
5.541,05
97,21%
CAMOL - Bolsa Estudos Grad. Adm. Bacha
4.574,00
4.558,94
99,67%
28.800,00
19.649,00
68,23%
CCN - Bolsa Est. Grad Adm Emp -Coopibi 2
4.200,00
4.200,00
100,00%
CCN - Bolsa Est. Grad Adm Emp. -Coopibi
3.360,00
3.360,00
100,00%
CERTEL - Bolsa Estudos Graduação
81.521,00
75.025,18
92,03%
CERTEL ENERGIA - Bolsa Est. Graduação
26.171,00
25.999,93
99,35%
CCGL - Bolsa Estudos - Graduação
97
Projeto de Graduação Acadêmica
Previsto
COOLAN - Bolsa Estudos Cursos Graduação
140.983,00
140.983,00
100,00%
COOPER - Bolsa Estudos Graduação
3.178,00
3.178,00
100,00%
COOTEGAL - Bolsa Estudos Graduação
6.000,00
6.000,00
100,00%
COTRIMAIO - Bolsa Estudo - Graduação
1.585,00
594,30
37,50%
PIÁ - Bol. Est. Grad. Adm. Ciê Cont 1S
30.000,00
30.000,00
100,00%
PIÁ - Bol. Est. Grad. Adm. Ciê Cont 2S
30.000,00
30.000,00
100,00%
5.235,00
5.132,35
98,04%
SANTA CLARA - Bolsa Estudos - Graduação
60.000,00
-
0,00%
SICREDI A. URUGUAI - Bol.Est. Graduação
37.415,00
36.004,97
96,23%
7.000,00
6.283,88
89,77%
SICREDI BOTUCARAI -Bolsa Est. Graduação
12.000,00
8.535,58
71,13%
SICREDI CELEIRO RS SC - Bolsa Est. Gradu
19.865,00
18.722,35
94,25%
SICREDI CEN SERRA RS - Bol. Est. Gradua
20.000,00
17.416,89
87,08%
SICREDI ESPUMOSO - Bol Est. Gradua 2011
10.000,00
8.551,38
85,51%
SICREDI IBIRUBÁ - Bolsa Estu. Gradua2011
5.000,00
5.000,00
100,00%
SICREDI ITAQUI - Bolsa Estudos Graduação
5.080,00
1.452,37
28,59%
SICREDI NORDESTE RS - Bol. Est.Graduação
14.000,00
14.000,00
100,00%
SICREDI NORTE - Bolsa Est. Graduação
14.000,00
11.529,41
82,35%
SICREDI OURO BRANCO RS - Bol.Est. Grad.
30.000,00
14.975,07
49,92%
SICREDI PLANALTO - Bol. Est. Graduação
9.000,00
3.297,88
36,64%
SICREDI QUARTA COLONIA - Bol Est. Grad
3.600,00
3.066,15
85,17%
SICREDI R DOS VALES - Bol Est. Graduação
39.740,00
31.258,34
78,66%
SICREDI REGIÃO CENTRO - Bol.Est. Gradua
3.600,00
3.363,76
93,44%
SICREDI ROTA TERRAS - Bol.Est. Grad2011
9.000,00
5.608,85
62,32%
SICREDI SERRO AZUL - Bol Est Pós-Grad
33.508,00
-
0,00%
SICREDI SUDOESTE - Bolsa Est. Graduação
12.000,00
11.423,65
95,20%
SICREDI V CAMAQUÃ - Bolsa Est. Gradua
3.600,00
3.600,00
100,00%
SICREDI V RIO PRADO RS - Bol. Est. Grad
21.623,00
21.622,62
100,00%
UNIMED NORDESTE - Bolsa Est. Grad. Admin
8.660,00
4.109,32
47,45%
UNIMED NORDESTE - Bolsa Est. Graduação
3.600,00
2.612,86
72,58%
UNIMED RS - Bol.Est. Aux. Educ.Grad.Cola
9.000,00
9.000,00
100,00%
UNIMED RS - Bol.Est.Grad. Colab.Fede.Uni
16.000,00
14.909,70
93,19%
UNIMED RS - Bol.Est.Grad.Colab. Uni S.M.
48.000,00
48.000,00
100,00%
UNIMED RS - Bol.Est.Grad.Colab.Uni.Lit.S
21.000,00
7.430,42
35,38%
UNIMED STA ROSA - Bolsa Est. Graduação
7.229,00
6.596,41
91,25%
UNIMED VTRP - Bolsa Est. Graduação I
8.000,00
8.000,00
100,00%
UNIMED VTRP - Bolsa Est. Graduação II
5.000,00
3.196,14
63,92%
927.827,00
736.625,91
79,39%
Programa Interno Qualidade Produtivi2008
SICREDI A.NORD - Bol. Est. Grad. 2011
Total
Realizado %Realizado
98
Natureza – Graduação Tecnológica
Projeto de Graduação Tecnológica
Previsto
Realizado %Realizado
AURORA ALIM - Bolsa Estu Cur. Técnicos
1.000,00
1.000,00
100,00%
CECRERS -Bolsa Est. Grad.Tec.Ges.Com 10
7.000,00
2.614,59
37,35%
CECRERS -Bolsa Est. Grad.Tec.Ges .RH
14.000,00
5.190,22
37,07%
CECRERS -Bolsa Est. Grad. Tec Ges. Comer
14.000,00
3.656,09
26,11%
CERTEL ENERGIA - Bolsa Estudos Tecnicos
2.266,00
2.243,85
99,02%
38.266,00
14.704,75
38,43%
Total
Natureza - Pós Graduação
Projeto de Pós Graduação
Previsto
Realizado
%Realizado
ALIANÇA-Bolsta Estudos Mestrado Biot
5.830,00
5.101,34
87,50%
AURORA ALIM - Bolsa Estu. Mestrado
8.000,00
6.934,61
86,68%
AURORA ALIM - Bolsa Estud.Mest.Eng.Alim.
4.000,00
1.163,04
29,08%
AURORA ALIM - Bolsa Estudos - Doutorado
4.500,00
4.500,00
100,00%
25.000,00
19.468,85
77,88%
Bolsa Pós-grad Esp.Ges,Planej,Org,Eve1
2.700,00
2.682,62
99,36%
Bolsa Est. Mestrado Inclusão Soc. Acesse
11.036,00
11.035,74
100,00%
Bolsa Est. Pós-Grad Esp. Gestão Esta Pes
2.970,00
2.951,43
99,37%
Bolsa Estudos Pós-Grad Esp. Gestão Pes
2.800,00
2.741,74
97,92%
Bolsa Pós-grad.Esp.Ges.Planej,Org,Eve 2
2.970,00
2.723,80
91,71%
19.200,00
12.632,00
65,79%
CCN - Bolsa Estudos MBA Executivo -Camol
3.520,00
3.520,00
100,00%
CCN -Bol Est. Pós-Grad. Pec. Leit Coopi
1.467,00
978,60
66,71%
CCN -Bol Est. Pós-Grad. Dire Empre Coopi
2.724,00
2.723,28
99,97%
CCN -Bol Est. Pós-Grad. Pec. Leit Camol
5.900,00
5.211,36
88,33%
CECRERS -Bolsa Est. Pós-Grad Cont. Finan
15.000,00
3.130,73
20,87%
CECRERS -Bolsa Est. Pós-Grad Ges.Riscos
10.000,00
-
0,00%
CEN SICREDI SUL - Bolsa Est. Pós Dvs Cur
25.780,00
18.030,64
69,94%
CEN SICREDI SUL -Bolsa Est. Pós Com Mark
48.127,00
48.127,00
100,00%
CEN SICREDI SUL -Bolsa Est. Pós Ges. Pes
61.180,00
60.202,33
98,40%
CEN SICREDI SUL-Bol Est. Pós Ges.Est.Pes
391.832,00
337.612,62
86,16%
COOPERCULTURA - Bolsa Estudos Pós-Grad
1.960,00
-
0,00%
COTRIJAL - Bolsa Estudos Pós Dinâ Gr.SBD
3.960,00
3.152,10
79,60%
524,00
462,00
88,17%
COTRIMAIO - Bol Est. MBA Gestão Pes Des
3.192,00
3.000,48
94,00%
COTRIMAIO - Bol. Est - Mest. Desenvo
2.961,00
2.960,58
99,99%
COTRIMAIO - Bol. Est - Mest. Desenvo II
2.961,00
2.960,58
99,99%
AURORA ALIM - Bolsa Estudos Pós-Grad
CCGL - Bolsa Estudos Pós-Graduação
COTRIMAIO - Bol Est Pós MBA Gest Pessoas
99
Projeto de Pós Graduação
Previsto
Realizado
%Realizado
COTRIMAIO - Bol. Est. Pós Enge Seg. Trab
4.327,00
4.326,26
99,98%
COTRIMAIO - Bol. Est. Pós MBA Gest Emres
1.515,00
1.514,10
99,94%
600,00
592,20
98,70%
COTRIMAIO - Bol. Est. Pós Pec. Leite. II
1.785,00
1.080,81
60,55%
COTRIMAIO - Bol. Est. Pós Pec. Leiteira
1.785,00
1.080,81
60,55%
FACCAT-Pós-Latu Sensu Ges.Coop.2008NH
5.700,00
1.890,00
33,16%
FACCAT-Pós-Latu Sensu Ges.Coop.2010Uruga
46.200,00
46.200,00
100,00%
FACCAT-Pós-Latu Sensu Ges.Coop.Cr.09 POA
14.800,00
7.058,33
47,69%
FACENP - Pós Gest Coop e Desenv Reg
7.700,00
-
0,00%
FACUL IDEAU - MBA Exec. Cooperat 2011
7.700,00
3.850,00
50,00%
66.200,00
66.126,68
99,89%
FECOVINHO - Bolsa Est. MBA Pes FGV Con
3.935,00
3.935,00
100,00%
FTEC - Pós-Graduação Ges. Coop. 2011
7.700,00
-
0,00%
PIÁ - Bol. Est. Pós Nutri. Bov. Leiteiro
9.000,00
8.989,34
99,88%
SANTA CLARA - Bolsa Est. Pós-Grad.
2.000,00
-
0,00%
SICREDI A.NORD - Bol. Est. Pós-Grad
7.000,00
7.000,00
SICREDI BOTUCARAI - Bolsa Est. Pós Gra
5.000,00
-
0,00%
SICREDI CEN SERRA RS - Bol. Est. Pós-Gra
2.000,00
1.656,40
82,82%
SICREDI CENT LESTE - Bol. Est. Pós-Grad
24.097,00
24.097,00
100,00%
SICREDI COOPERUCS - Bol. Est. Pós-Grad
2.000,00
-
0,00%
SICREDI ESTAÇÃO - Bol. Est. Pós- Gradua
3.500,00
1.066,81
30,48%
SICREDI G.PALMEIRA - Bol.Est MBA Ges Emp
2.336,00
2.336,00
100,00%
SICREDI G.PALMEIRA - Bol.Est MBA Ges Fin
1.185,00
1.185,00
100,00%
16.000,00
16.000,00
100,00%
5.000,00
3.680,88
73,62%
858,00
858,00
100,00%
SICREDI REG PROD - Bol. Est. MBA Finan
1.688,00
1.048,36
62,11%
SICREDI REG PROD - Bol. Est. Pós Chapecó
2.230,00
-
0,00%
SICREDI REG PROD - Bol. Est. Pós Ges.Fin
234,00
234,00
100,00%
SICREDI REG PROD - Bol. Est. Pós Xanxerê
6.501,00
4.568,83
70,28%
SICREDI REG PROD - Bol. Est.Pós Adm.Ges
477,00
266,00
55,77%
4.225,00
-
0,00%
SICREDIMIL - Bolsa Estudos Pós-Gradua
15.001,00
15.000,01
99,99%
UCS - Cur Exten em Gest Inov Tecn Coop
4.000,00
-
0,00%
UNICRED POA - Bolsa Est. Pós Mark Com
5.500,00
2.447,20
44,49%
UNIJUI - Pòs-Grad Lato Sen Ges Coop 2010
77.000,00
77.000,00
100,00%
UNIMED RS - Bol.Est. Ext.Aten.Pré-Hos Bá
42.000,00
18.978,63
45,19%
UNIMED RS - Bol.Est. Ext.Ges.Pro.Saú M 4
24.800,00
-
0,00%
COTRIMAIO - Bol. Est. Pós MBA Gover. TI
FACULDADE IMED - Ges.Finan Coop.Cr-2010
SICREDI NORTE RS - Bol Est Pós-Grad
SICREDI OURO BRAN. RS - Bol.Es. Pós Gra
SICREDI REG PROD - Bol. Est. MBA Fin Emp
SICREDI SERRO AZUL - Bol. Est. Pós Grad
100,00%
100
Projeto de Pós Graduação
Previsto
Realizado
%Realizado
UNIMED RS - Bol.Est..Ext.Ges.Pro.Saú M 3
24.800,00
16.218,32
65,40%
UNIMED RS - Bol.Est.Ext. Urgê.Cap.At.Pré
30.000,00
-
0,00%
UNIMED RS - Bol.Est.Ext. Urgê.Cap.At.Pré
30.000,00
-
0,00%
UNIMED RS - Bol.Est.Ext. Urgê.Cap.At.Pré
30.000,00
19.014,72
63,38%
UNIMED RS - Bol.Est.Ext.Aten.Pré-Hos Av.
90.000,00
59.520,38
66,13%
UNIMED RS - Bol.Est.Pós-Grad.Col.Sta Mar
24.000,00
22.006,18
91,69%
UNIMED RS - Bol.Est.Pós-Grad.Mar.Com.Coo
8.400,00
4.599,72
54,76%
UNIMED STA ROSA - Bolsa Est. Pós-Grad
1.662,00
1.662,00
100,00%
UNIMED VTRP - Bolsa Est. Pós-Graduação
6.500,00
4.049,68
62,30%
UNISC - Pós Grad.Lat Sen Coop Cré 2010
30.800,00
30.798,72
100,00%
UNISINOS - Curso Esp.Coop CESCOOP XXX 10
33.500,00
31.441,76
93,86%
UNISINOS - Esp em Cooper - CESCOOP XXXI
7.700,00
3.080,00
40,00%
UNIVATES - MBA Gestão Coop 2008
8.500,00
7.810,53
91,89%
UNIVATES - MBA Gestão Coop Cré 2009
18.000,00
17.966,48
99,81%
UPF - Especaliz Ges Neg Coop 2011
20.200,00
19.152,00
94,81%
UPF - Especializ Ges Neg Coop 2009
11.529,00
11.529,00
100,00%
URI STO ANG - Pós-Gra Espec Coop 2010
54.500,00
53.406,60
97,99%
VIN SÃO JOÃO - Bol Est Mest Biot Ges Vit
4.800,00
1.457,52
30,37%
1.538.564,00
1.191.787,73
77,46%
Total
101
Anexo - XII - Demonstrações Contábeis.
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado
do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS
Balanços patrimoniais em
31 de dezembro de 2011 e de 2010
(Valores expressos em reais)
ATIVO
Notas
31/12/2011
31/12/2010
Ativo circulante
Caixa e equivalentes de caixa
5
33.957.794
27.394.383
Outros créditos
-
29.924
16.940
Estoques
-
73.029
73.028
Despesas pagas antecipadamente
-
22.423
14.771
34.083.170
27.499.122
Total do ativo circulante
Ativo não circulante
Créditos de valores a receber de terceiros,
liquido de provisão para perdas
6
-
-
Imobilizado
7
5.749.191
5.923.413
Intangível
8
389.472
400.368
6.138.663
6.323.781
40.221.833
33.822.903
Total do ativo não circulante
Total do ativo
As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras.
102
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado
do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS
Balanços patrimoniais em
31 de dezembro de 2011 e de 2010
(Valores expressos em reais)
PASSIVO E PATRIMÔNIO SOCIAL
Notas
31/12/2011
31/12/2010
4.664.580
254.504
307.121
823.414
2.734.250
167.061
248.169
-
6.049.619
3.149.480
93.724
60.000
93.724
60.000
34.078.490
30.613.423
Total do patrimônio social
34.078.490
30.613.423
Total do passivo e patrimônio social
40.221.833
33.822.903
Passivo circulante
Contas a pagar
Salários, encargos sociais e imposto a pagar
Provisões trabalhistas e encargos previdenciários
Outras obrigações (projeto reestruturação cooperativas agropecuárias)
9
10
11
12
Total do passivo circulante
Passivo não circulante
Provisão para contingências
13
Total do passivo não circulante
Patrimônio social
Superávit acumulado
14
As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras.
103
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado
do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS
Demonstrações do superávit para os exercícios findos em
31 de dezembro de 2011 e de 2010
(Valores expressos em reais)
Notas
Receita operacional bruta
2011
2010
17.995.518
15.584.501
15
17.995.518
15.584.501
Pessoal, encargos e benefícios sociais
16
(3.056.649)
(2.533.672)
Despesas institucionais
17
(6.531.587)
(3.993.525)
Despesas administrativas
18
(494.258)
(559.000)
Despesas de serviços profissionais contratados
19
(7.580.095)
(4.645.929)
Despesas tributárias
20
(457.019)
(314.394)
Despesas com provisões
-
(73.346)
-
Despesas com depreciações e amortizações
-
(490.899)
(416.838)
Outras despesas operacionais
-
(86)
Outras receitas operacionais
21
Receitas brutas de contribuições
Custo/ (receitas) despesas operacionais
Superávit antes do resultado financeiro
Resultado financeiro líquido
Superávit do exercício
22
-
375.796
98.180
(18.308.143)
(12.365.178)
(312.625)
3.219.323
3.777.692
2.612.228
3.465.067
5.831.551
As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras.
104
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado
do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS
Demonstrações das mutações do patrimônio social para os exercícios findos em
31 de dezembro de 2011 e de 2010
(Valores expressos em reais)
Superávit acumulado
parcial dos exercícios
findos em 31/12/09 e
31/12/10
Saldo acumulado integral em 31/12/09 com
incorporação do superávit do exercício de
31/12/09
Superávit do exercício findo em 31/12/10
Saldo acumulado de superávit integral em
31/12/10 com incorporação do superávit do
exercício findo em 31/12/10 Saldo em 31 de
dezembro de 2010
Superávit do exercício findo em 31/12/11
Saldos acumulados de superávit parcial e
integral do exercício findo em 31/12/11
Superávit do
exercício findo
em 31/12/11
Total
24.781.872
-
24.781.872
5.831.551
-
5.831.551
30.613.423
-
30.613.423
-
3.465.067
3.465.067
30.613.423
3.465.067
34.078.490
As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras.
105
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado
do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS
Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em
31 de dezembro de 2011 e de 2010
(Valores expressões em reais)
Fluxo de caixa proveniente das operações
Superávit exercício
Ajustes para reconciliar o superávit do exercício com recursos
provenientes de atividades operacionais
Depreciação e amortização
Resultados nas baixas do ativo imobilizado
Resultados nas baixas do ativo intangível
Provisão para contingências
Redução/ (aumento) nos ativos:
Outros créditos
Estoques
Despesas pagas antecipadamente
Aumento/ (redução) nos passivos:
Contas a pagar
Salários, encargos sociais e impostos a pagar
Provisões trabalhistas e encargos previdenciários
Outras obrigações (projeto de reestruturação das agropecuárias)
2011
2010
3.465.067
5.831.551
490.898
416.838
-
75.222
84
-
33.724
-
3.989.773
6.323.611
(12.984)
215.792
(1)
14.068
(7.652)
(7.029)
(20.637)
222.831
1.930.330
432.090
87.443
64.080
58.952
(355.683)
823.414
-
2.900.139
(723.693)
Recursos líquidos gerados nas atividades operacionais
6.869.275
5.822.749
Fluxo de caixa utilizado nas atividades de investimento
Adições ao ativo imobilizado
(256.707)
(349.018)
(49.157)
(263.172)
Recursos líquidos utilizados nas atividades de investimento
(305.864)
(612.190)
Aumento de caixa e equivalentes de caixa
6.563.411
5.210.559
27.394.383
22.183.824
33.957.794
27.394.383
6.563.411
5.210.559
Adições ao ativo intangível
Caixa e equivalente de caixa
No início do exercício
No final do exercício
Redução/ (aumento) do caixa e equivalentes de caixa
As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras.
106
Notas explicativas da Administração
às demonstrações financeiras para os exercícios findos em
31 de dezembro de 2011 e de 2010
(Valores Expressos em reais, exceto quando indicado)
1. Contexto operacional
Em 03 de setembro de 1998, a Medida Provisória nº 1.715/98 criou o Serviço Nacional de
Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O Decreto nº 3.017/99, de 06 de abril do ano
seguinte, complementou o ato inaugural e instituiu os regulamentos e demais dispositivos que lhe
balizam a atuação.
O Sescoop integra o Sistema Cooperativista Brasileiro e fornece-lhe suporte em formação
profissional - técnica e gerencial -e na promoção social dos associados, empregados e familiares,
além de apoiar diretamente a operação das cooperativas.
Formalmente, é entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, constituída sob o estatuto de
serviço social autônomo.
Seus recursos são de natureza para fiscal: originam-se das cooperativas, que contribuem com um
percentual de 2,5% sobre as folhas de pagamento, conforme preceitua o artigo 12 do Decreto-lei
nº 3.017 de abril de 1999:
“A distribuição e forma de utilização dos recursos aludidos neste capitulo serão definidos no
Regimento Interno.”
As responsabilidades sociais do Sescoop/RS evidenciam-se, particularmente, na ênfase conferida às
atividades capazes de produzir efeitos socioeconômicos condizentes com os objetivos do Sistema
Cooperativista.
O Sistema Sescoop opera em todo o território brasileiro. Compõe-se de uma unidade nacional - o
Sescoop/NA, com sede em Brasília e de 27 unidades estaduais que atuam nos 26 estados da
Federação e no Distrito Federal. Conta, em função dessa estrutura, com grande capilaridade, o que
entre outras vantagens confere-lhe flexibilidade ímpar no atendimento às cooperativas.
O Sescoop/RS está sujeito, ainda, à auditoria externa e tem sua execução orçamentária sob o crivo
do Tribunal de Contas da União, o qual tem poderes para efetuar fiscalizações contábil e financeira,
além de inspeções e auditorias operacionais e patrimoniais, nos termos dos artigos 70 e 71 da Carta
Magna e artigos 1º e 5º da Lei nº 8.443/92 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União), bem
como enviar à Controladoria Geral da União, conforme preceitua a Lei nº 11.768, de agosto de
2008, do artigo 6º, parágrafo 3º:
“As entidades constituídas sob a forma de serviço social autônomo, destinatárias de
contribuições dos empregadores, incidentes sobre a folha de salários, deverão divulgar, pela
internet, dados e informações acerca dos valores recebidos à conta das contribuições, bem
como das aplicações efetuadas, discriminadas por finalidade e região.”
107
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio Grande do Sul
(“Sescoop/RS”) é segundo a Lei nº 9.532/97, artigo 12:
“uma entidade imune do imposto de renda por ser uma instituição sem fins lucrativos que presta
serviços para os quais foi instituída.”
“Art. 12. Para efeito do disposto no art. 150, inciso VI alínea "c", da Constituição, considera-se
imune à instituição de educação ou de assistência social que preste os serviços para os quais
houver sido instituída e os coloque à disposição da população em geral, em caráter
complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos. (Vide artigos 1º e 2º da Mpv 2.18949, de 2001) (Vide Medida Provisória nº 2158-35, de 2001)
“§ 1º Não estão abrangidos pela imunidade os rendimentos e ganhos de capital auferidos em
aplicações financeiras de renda fixa ou de renda variável.
§ 2º Para o gozo da imunidade, as instituições a que se refere este artigo, estão obrigadas a
atender aos seguintes requisitos:
a) não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados; (Vide Lei nº
10.637, de 2002);
b) aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos
sociais;
c) manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das
formalidades que assegurem a respectiva exatidão;
d) conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os
documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem
assim a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação
patrimonial;
e) apresentar, anualmente, Declaração de Rendimentos, em conformidade com o disposto em
ato da Secretaria da Receita Federal;
f) recolher os tributos retidos sobre os rendimentos por elas pagos ou creditados e a
contribuição para a seguridade social relativa aos empregados, bem assim cumprir as
obrigações acessórias daí decorrentes;
g) assegurar à destinação de seu patrimônio a outra instituição que atenda às condições para
gozo da imunidade, no caso de incorporação, fusão, cisão ou de encerramento de suas
atividades, ou a órgão público;
h) outros requisitos, estabelecidos em lei específica, relacionados com o funcionamento das
entidades a que se refere este artigo.
§ 3° Considera-se entidade sem fins lucrativos a que não apresente superávit em suas contas ou,
caso o apresente em determinado exercício, destine referido resultado, integralmente, à
manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais. (Redação dada pela Lei nº 9.718,
de 1998).”
De acordo com o artigo 150 da Carta Magna:
“Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados,
ao Distrito Federal e aos Municípios: (EC nº 3/93 e EC nº 42/2003)-VI - Instituir impostos
sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das
entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem
fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei;
§ 4º As vedações expressas no inciso VI, alíneas b e c, compreendem somente o patrimônio, a
renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas
mencionadas.”
108
As operações dos Sescoops estaduais são substancialmente mantidas por meio do recebimento do
repasse de recursos efetuados pelo Sescoop Nacional. Havendo déficit técnico apurado no
exercício, este será absorvido pelo patrimônio social (superávit acumulado). A emissão das
demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração, através do colegiado e Conselho
fiscal do Sescoop/RS, no dia 07 de março de 2012.
Todos os valores são apresentados em reais, exceto de outro modo indicado, arredondados o valor
mais próximo de mil reais ou milhares de reais.
2. Preparação e apresentação das demonstrações financeiras
2.1. Base de apresentação
As demonstrações financeiras da Entidade foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento de Técnico de
Contabilidade para Pequenas e Médias empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC),
homologados pelos órgãos reguladores e normativos voltados para entidades sem fins lucrativos NBC T 10.19, NBC T 3 e NBC T 6.
Até 31 de dezembro de 2010 as demonstrações financeiras da Entidade foram elaboradas e
apresentadas em conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor
Público -NBCASP, aprovadas pelo CFC, alinhadas às normas internacionais de Contabilidade para
o setor público emitidas pela Federação Internacional de Contadores -IFAC e adaptadas aos
regulamentos instituídos pelo Sescoop.
Em 01 de janeiro de 2011 as práticas contábeis foram modificadas de NBCASP para as práticas
contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento de
Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC),
incluindo as NBC T voltadas para entidades sem fins lucrativos.
A administração entende que tal mudança é requerida, tanto que o órgão regulamentador permite a
adoção e é adequada a atividade desenvolvida pelo Sescoop.
As demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 são as primeiras preparadas pela
Administração do Sescoop/RS que consideram a adoção completa dos CPC-PME emanados do
Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), tendo como data de transição 01 de janeiro de 2011.
Com a alteração da Lei nº 4.320/1964 para Lei nº 6.404/1976 cabe salientar que, como a Entidade
recebe recursos à conta do orçamento fiscal e da seguridade social, era obrigada a apresentar a
execução da referida parcela de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao
Setor Público (NBCASP), conforme estabelecido no artigo 101, que descreve que os resultados do
exercício serão demonstrados no balanço orçamentário, balanço financeiro, balanço patrimonial e
na demonstração das variações patrimoniais. Em 2011, com a adoção às práticas contábeis
adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei nº 6.404/76, alteradas pelas Leis nº
11.638/07 e 11.941/09, e nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidas pelo
Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e demais normativos específicos às demonstrações
financeiras a serem apresentadas são: balanço patrimonial, demonstração do superávit/ déficit do
exercício, demonstração da mutação do patrimônio social e demonstração do fluxo de caixamétodo indireto, essas demonstrações financeiras devem ser complementadas com as notas
explicativas.
109
As alterações mencionadas no parágrafo anterior são os únicos efeitos advindos da mudança de
prática contábil no exercício de 2011, conforme resultado de diagnóstico efetuado por empresa
especializada no exercício findo em 31 de dezembro de 2010.
2.2. Principais práticas contábeis aplicadas na elaboração destas demonstrações financeiras
2.2.1. Apuração do resultado
O resultado das operações do Sescoop/RS, especificamente as suas (receitas e despesas) são
apurados em conformidade com o regime contábil de competência. As receitas de contribuições
destinadas ao Sescoop/RS são reconhecidas contabilmente no momento do efetivo recebimento
financeiro.
2.2.2. Estimativas contábeis
Na preparação das demonstrações financeiras são adotadas premissas para o reconhecimento das
estimativas, para registro de certos ativos, passivos e outras operações como: provisões para
contingências, perdas estimadas para crédito de liquidação duvidosa, vida útil dos bens do
imobilizado, classificações de curto e longo prazo, entre outros. Os resultados a serem apurados,
quando da concretização dos fatos que resultaram no reconhecimento destas estimativas, poderão
ser diferentes dos valores registrados nas demonstrações financeiras. A Administração monitora e
revisa periódica e tempestivamente estas estimativas e suas premissas.
2.2.3. Caixa e equivalentes de caixa
Incluem caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras com liquidez imediata
e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. As aplicações financeiras incluídas
nos equivalentes de caixa são classificadas na categoria “Ativos financeiros ao valor justo por meio
do resultado” acrescidas dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços.
2.2.4. Estoques
Os materiais para expediente e consumo estão avaliados ao custo médio de aquisição, não
excedendo o seu valor de mercado.
2.2.5. Imobilizado
O imobilizado é mensurado pelo seu custo histórico, menos depreciação acumulada, incluindo
ainda, quando aplicável, os juros capitalizados durante o período de construção, para os casos de
ativos qualificáveis, líquido de depreciação acumulada e de provisão para redução ao valor
recuperável de ativos para os bens paralisados e sem expectativa de reutilização ou realização. A
depreciação é computada pelo método linear, com base na vida útil estimada de cada bem,
conforme nota explicativa n° 7.
A vida útil estimada e o método de depreciação são revisados no fim de cada exercício e o efeito de
quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente.
Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros
resultantes do uso contínuo do ativo. Os ganhos e as perdas em alienações são apurados
comparando-se o produto da venda com o valor residual contábil e são reconhecidos na
demonstração do resultado.
110
2.2.6. Impairment
O Sescoop/RS avaliou no encerramento do exercício social se existiram evidências objetivas de
deterioração de seus ativos. Caso se confirmasse a existência de impactos nos fluxos de caixa pela
deterioração de seus ativos e esta pudesse ser estimada de maneira confiável, o Sescoop/RS
reconheceria no resultado a perda por impairment. Foi elaborado um relatório interno pelo
Sescoop/RS, visando atender as exigências contidas no CPC PME, e não foi identificada a
necessidade de provisão para desvalorização de ativos em 31 de dezembro de 2011.
2.2.7. Intangível
Ativos intangíveis adquiridos, separadamente, são mensurados no reconhecimento inicial ao custo
de aquisição e, posteriormente, deduzidos da amortização acumulada e perdas do valor recuperável,
quando aplicável. A Administração revisa anualmente o valor estimado de realização dos ativos, e
taxa de depreciação, levando em consideração sua vida útil. A amortização dos bens intangíveis é
reconhecida no resultado do exercício de acordo com as taxas informadas na Nota Explicativa nº 7.
2.2.8. Fornecedores
As contas a pagar a fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos
no curso ordinário dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes, exceto quando o
prazo de vencimento for superior a 12 meses após a data do balanço, quando são apresentadas como
passivo não circulante. São, inicialmente, reconhecidas pelo valor pactuado em contrato ou
documento similar hábil, e documento fiscal legal, os quais propiciem ao Sescoop/RS bases
confiáveis de mensuração de valor e realização do fato gerador objeto de registro por competência.
Na prática, são, normalmente, reconhecidas ao valor da fatura correspondente.
Os salários, incluindo provisões para férias, 13º salário e os pagamentos complementares
negociados em acordos coletivos de trabalho, adicionados dos encargos sociais correspondentes,
são apropriados pelo regime de competência.
2.2.10. Provisões para contingências
A provisão para ações judiciais são reconhecidas quando: (i) a entidade tiver uma obrigação
presente ou não formalizada como resultado de eventos passados; (ii) é provável que uma saída de
recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e (iii) o valor possa ser estimado com segurança.
Caso haja diversas obrigações semelhantes, a probabilidade de uma saída de recursos a ser exigida
para a liquidação será determinada ao se considerar a natureza das obrigações como um todo.
A provisão, quando existentes, é mensurada pelo valor presente das despesas que se esperam ser
exigidas para liquidar a obrigação a qual reflita as avaliações atuais de mercado do valor temporal
do dinheiro e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da
passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira, quando aplicável.
2.2.11. Receitas e despesas financeiras
As receitas financeiras são reconhecidas pelo regime de competência.
2.2.12. Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes)
Um ativo foi reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios
econômico-futuros serão gerados em favor do Sescoop/RS e seu custo ou valor puder ser
mensurado com segurança. Um passivo foi reconhecido no balanço patrimonial quando o
Sescoop/RS possuir uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado,
sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo.
São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias.
111
As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.
Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação sejam
prováveis que ocorram nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados como não
circulantes.
3. Estimativa e julgamentos contábeis essenciais
O Sescoop/RS realizou determinadas estimativas e premissas em relação ao futuro. Essas
estimativas e os julgamentos são continuamente avaliados com base na experiência histórica e
outros fatores, incluindo as expectativas dos eventos futuros que se acredita serem razoáveis de
acordo com as circunstâncias.
No futuro, a experiência real pode diferir dessas estimativas e premissas. As estimativas e
premissas que possuem um risco significativo de provocar um ajuste importante nos valores
contábeis de ativos e passivos dentro do próximo exercício financeiro estão divulgadas a seguir:
 Reconhecimento de receitas
As receitas são preponderantemente relacionadas às transferências sistêmicas e periódicas do
Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) que são reconhecidas diretamente no resultado
do exercício no momento do efetivo recebimento financeiro, pois em consonância ao princípio
de conservadorismo não poderiam ser apropriadas com base orçamentária.
 Vidas úteis de ativos intangíveis e imobilizados
Os ativos intangíveis e imobilizados são amortizados ou depreciados durante sua vida útil. A
vida útil é baseada nas estimativas da Administração a respeito do período em que os ativos
vão estar em uso, as quais são periodicamente revisadas para adequação contínua. Alterações
nas estimativas poderão resultar em variações significativas no valor contábil e os valores são
apropriados como despesa na demonstração dos resultados, em períodos específicos.
 Processos legais
De acordo com o CPC PME, o Sescoop/RS reconhece uma provisão quando existe uma
obrigação presente decorrente de um evento passado, uma transferência de benefícios
econômicos é provável e o valor dos custos de transferência pode ser estimado de maneira
confiável. Nos casos em que os critérios não são cumpridos, um passivo contingente pode ser
divulgado nas notas explicativas das demonstrações financeiras. As obrigações decorrentes de
passivos contingentes que foram divulgadas, ou que não são atualmente reconhecidas ou
divulgadas nas demonstrações financeiras, poderiam ter um efeito material sobre o balanço
patrimonial da Entidade. A aplicação desses princípios contábeis a litígios exige que a
Administração realize cálculos sobre diversas matérias de fato e de direito além de seu
controle. O Sescoop/RS revisou as ações judiciais pendentes, monitorando a evolução dos
processos e a cada data de elaboração de relatórios, visando avaliar a necessidade de provisões
e divulgações nas demonstrações financeiras. Entre os fatores considerados na tomada de
decisões sobre as provisões estão à natureza do litígio, a reivindicação ou autuação, o processo
judicial e o nível potencial de indenização na jurisdição em que o litígio, reivindicação ou
autuação foi interposto, o andamento da ação (incluindo o andamento após a data das
demonstrações financeiras, mas antes de serem emitidas), os pareceres ou opiniões dos
consultores jurídicos, a experiência em casos semelhantes, e qualquer decisão da
Administração do Sescoop/RS sobre a forma como ela vai responder ao litígio, reivindicação
ou autuação.
112
4. Instrumentos financeiros - gestão de risco
O Sescoop/RS poderá estar exposto, em virtude de suas atividades, aos seguintes riscos financeiros:
 risco de crédito;
 risco de taxa de juros de valor justo ou de fluxo de caixa;
 risco de câmbio;
 outros riscos de mercado.
Da mesma maneira que em todos os outros negócios, o Sescoop/RS está exposto aos riscos que
decorrem da utilização de instrumentos financeiros. Essa nota descreve os objetivos, políticas e
processos do Sescoop/RS para a gestão desses riscos e os métodos utilizados para mensurá-los.
Mais informações quantitativas em relação a esses riscos são apresentadas ao longo dessas
demonstrações financeiras.
Não houve nenhuma alteração substancial na exposição aos riscos de instrumentos financeiros do
Sescoop/RS, seus objetivos, políticas e processos para a gestão desses riscos ou os métodos
utilizados para mensurá-los a partir de períodos anteriores, a menos que especificado o contrário
nesta nota.
Principais instrumentos financeiros
Os principais instrumentos financeiros utilizados pelo Sescoop/RS, de que surgem os riscos de
instrumentos financeiros, são os seguintes:





valores a receber;
caixa em bancos;
aplicações financeiras em fundos de investimentos financeiros;
investimentos em títulos patrimoniais negociados ou não em bolsa;
contas a pagar a fornecedores e outras.
Objetivos, políticas e processos gerais
O Sescoop/RS possui os seguintes órgãos colegiados:

O Conselho Administrativo
É órgão colegiado que detém o poder originário e soberano do Sescoop/RS.

O Conselho Fiscal
É o órgão de assessoramento do Conselho Deliberativo, para assuntos de gestão patrimonial
e financeira.

A Diretoria Executiva
É o órgão de gestão administrativa do Sescoop/RS.
Risco de crédito
O risco de crédito para o Sescoop/RS surge preponderantemente de disponibilidades decorrentes de
depósitos em bancos e aplicações financeiras em fundos de Investimentos financeiros. O
Sescoop/RS aplica recursos apenas em fundos de investimentos administrados pelo Banco do Brasil
S.A. ou pela Caixa Econômica Federal (CEF).
O Sescoop/RS não contrata derivativos para gerenciar o risco de crédito:
Ativos financeiros
Caixa e equivalente de caixa (Nota 5)
Outros créditos
Total de ativos financeiros
Valor contábil
31/12/2011
33.957.794
29.924
33.987.718
31/12/2010
27.394.383
16.939
27.411.322
113
Risco comercial
O risco comercial surge da utilização de instrumentos financeiros que rendem juros, negociáveis e
em moeda estrangeira. É o risco que o valor justo ou fluxos de caixa futuros de um instrumento
financeiro flutuarão em virtude de alterações nas taxas de juros (risco de taxa de juros), taxas de
câmbio (risco de câmbio) ou outros fatores comerciais (outro risco de preço). O Sescoop/RS não
possui operações que possam gerar riscos dessa natureza.
Risco de câmbio
O Sescoop/RS não está sujeita ao risco de câmbio, tendo em vista que o mesmo não possui
operações localizadas em outras partes do mundo, cuja moeda funcional não seja a mesma.
Outros riscos de mercado
O Sescoop/RS não possui participação em fundos de investimentos financeiros que possuem lastro
em títulos e valores mobiliários de empresas emergentes.
Divulgações sobre o patrimônio
Os bens do Sescoop/RS somente poderão ser utilizados para a realização dos seus objetivos,
permitida a aplicação de uns e outros para a obtenção de rendimentos destinados às suas
finalidades estatutárias.
5. Caixa e equivalentes de caixa
Descrição
31/12/2011
Bancos
Aplicações financeiras (a)
Total
31/12/2010
62.977
50.879
33.894.817
27.343.504
33.957.794
27.394.383
(a) As aplicações financeiras são efetuadas em instituição financeira de primeira linha, com
resgate a qualquer momento, na modalidade de Fundo de renda fixa e CDB´s Certificado de
Depósito Bancário e remuneração equivalente a 100% do CDI.
6. Créditos e valores a receber - não circulante
Descrição
Créditos e Valores a receber de Terceiros
(-) Provisão p/Perdas de Valores a Receber de Terceiros
Total
31/12/2011
31/12/2010
216.190
216.190
(216.190)
(216.190)
-
-
Referem-se a repasses efetuados à Cooperativa de Educadores no Estado do Rio Grande do Sul
Ltda., no exercício de 2001, contemplados pela Sindicância 002/Sescoop-RS/2006, instituída
através da Portaria nº 016 de 23 de novembro de 2006 e que recomenda ao final a instauração de
Tomada de Contas Especial, que foi executada através do Processo nº 116/07C, onde se apurou o
valor histórico dos repasses. Esgotadas as medidas administrativas, remeteu-se o referido processo
em 23 de julho de 2007 ao Tribunal de Contas da União para adoção das medidas legalmente
previstas em relação à matéria. Em 29/12/2009 o Sescoop/RS ajuizou Ação de Cobrança mediante
processo de natureza ordinária nº 035/1.09.0007717-0 em cumprimento a determinação do TCU.
Em 2010 foi constituída provisão para perdas e os lançamentos reclassificados para o Longo Prazo.
114
7. Imobilizado
% - Taxas anuais
de depreciação
4%
4%
10%
10%
20%
10%
20%
10%
10%
Descrição
Imóveis
Instalações
Móveis e utensílios
Biblioteca
Veículos
Máquinas e equipamentos
Equipamentos de informática
Equipamentos de comunicação
Outros Bens Móveis
Total
31/12/2011
3.352.200
1.159.139
462.506
20.710
322.597
51.758
298.500
47.454
34.327
5.749.191
31/12/2010
3.513.600
1.210.437
504.643
22.680
210.094
46.068
350.541
26.460
38.890
5.923.413
Destacamos a seguir a movimentação do ativo imobilizado em 2011 e de 2010:
Descrição
Imóveis
Instalações
Móveis e utensílios
Biblioteca
Veículos
Máquinas e equipamentos
Equipamentos de informática
Equipamentos de comunicação
Outros Bens Móveis
Total
Saldo
líquido em
31 de
dezembro de
2010
3.513.600
1.210.437
504.643
22.680
210.094
46.068
350.541
26.460
38.890
5.923.413
Adição
Baixa
-
Transferência
19.065
601
157.000
12.419
(380)
43.424 (39.616)
24.200
256.709 (39.996)
380
39.616
39.996
Depreciação
(161.400)
(51.298)
(61.201)
(2.570)
(44.496)
(6.730)
(95.465)
(3.206)
(4.563)
(430.929)
Saldo
líquido em
31 de
dezembro de
2011
3.352.200
1.159.139
462.506
20.710
322.597
51.758
298.500
47.454
34.327
5.749.191
8. Intangível
A seguir demonstramos a composição do ativo intangível, conforme determinado no CPC 04 e
NBC T 19.8 -Resolução CFC nº 1.139/08:
Descrição
Marcas e patentes
Saldo
líquido
em 31 de
dezembro
de 2010
8.820
Adição
Baixa
Transferência
Amortização
Saldo
líquido
em 31 de
dezembro
de 2011
-
-
-
-
8.820
42.000
-
-
-
188.000
Direitos autorais
Direitos de uso de software
(taxa de amort. anual 20%)
146.000
245.548
7.157 (11.662)
11.578
(59.969)
192.652
Total
400.368
49.157 (11.662)
11.578
(59.969)
389.472
As licenças de uso de software e de sistemas de gestão empresarial adquiridas são capitalizadas e
amortizadas ao longo da vida útil e as despesas associadas à sua manutenção são reconhecidas
como despesas quando incorridas.
Na avaliação do Sescoop/RS não há qualquer indicativo de que os valores contábeis não serão
recuperados através de operações futuras.
115
9. Contas a pagar
Descrição
Fornecedores - Pessoa Jurídica (a)
Convênios de Apoio Financeiro (b)
Total
31/12/2011
1.440.995
3.223.585
4.664.580
31/12/2010
812.928
1.921.322
2.734.250
(a) São obrigações referentes a aquisições de bens e serviços para manutenção das atividades
fim e meio do Sescoop/RS, nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010;
(b) São obrigações referentes a Projetos Descentralizados realizados na forma da Resolução
Sescoop/RS n. 04/2006, que tiveram sua execução e prestação de contas até 31 de
dezembro de 2011, com o reembolso dos valores programados para o ano de 2012.
10. Salários, encargos sociais e impostos a pagar
Os valores desse grupo de contas representam as obrigações decorrentes da folha de pagamento
dos funcionários e demais pessoas jurídicas e físicas prestadoras de serviços, cuja posição e
comentários analíticos estão descritos a seguir:
Descrição
Encargos, consignações e impostos s/ folha de pagamento
Consignáveis de terceiros (a)
Encargos de terceiros
Total
31/12/2011
31/12/2010
102.213
113.206
39.085
88.539
31.522
47.000
254.504
167.061
(a) Os valores desse grupo de contas representam as obrigações decorrentes de retenções
incidentes sobre pagamento das pessoas jurídicas e físicas prestadores de serviços.
11. Provisões trabalhistas e encargos previdenciários
Descrição
Férias abonos pecuniários adicionais de 1/3
INSS sobre Férias
FGTS sobre Férias
PIS sobre Férias
Total
31/12/2011
231.425
54.868
18.514
2.314
307.121
31/12/2010
187.016
44.322
14.961
1.870
248.169
12. Outras obrigações (projeto de reestruturação das cooperativas agropecuárias)
Descrição
31/12/2011
31/12/2010
Outras obrigações
823.414
-
Total
823.414
-
Referem-se ao saldo dos valores recebidos a título de contrapartida das Cooperativas participantes e
apoiadoras do Projeto de Reestruturação das Cooperativas Agropecuárias (regulamentado pela
Resolução Sescoop/RS nº 28 de 27/06/2011), cuja finalização do projeto e pagamento dos serviços
está programada para 2012.
116
13. Provisão para contingências
31/12/2011
Descrição
31/12/2010
Contingências Cíveis
60.000
10.000
Contingências Trabalhistas
33.724
50.000
Total
93.724
60.000
Contingência
Número do Processo
Saldo
Inicial
Adições
Baixa
Trabalhistas
0001051-92-2010.5.04.0023
25.000
21.346
Trabalhistas
01425-2008-023-04-00-3
25.000
2.000
-
27.000
Cíveis
001/1.09.03878794-2
10.000
-
-
10.000
Cíveis
035.1.09.0007717-0
-
50.000
-
50.000
60.000
73.346
Total
(39.622)
Saldo Final
(39.622)
6.724
93.724
As contingências referem-se a processos trabalhistas e cíveis, apropriados com base em parecer
jurídico emitido pela assessoria jurídica da Entidade.
14. Patrimônio social
Descrição
31/12/2011
31/12/2010
Superávit acumulado
30.613.423
24.781.871
Superávit do exercício
3.465.067
5.831.552
34.078.490
30.613.423
Total
O patrimônio social é composto substancialmente de superávit e ou déficit acumulados. Os valores
demonstrados a seguir se referem aos resultados dos exercícios de 2011 e de 2010:
15. Receita operacional bruta
Descrição
31/12/2011
Receita de Contribuições
17.975.518
Receitas de Transferência
20.000
Total
17.995.518
31/12/2010
15.584.501
15.584.501
A seguir os valores mensais de contribuição social repassados pelo Sescoop Nacional no decorrer
do exercício de 2011:
Mês
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Total
Valor em R$ contribuições
2.359.358
1.407.652
1.230.708
1.253.066
1.372.974
1.455.239
1.514.428
1.466.136
1.431.798
1.560.302
1.476.442
1.447.415
17.975.518
117
16. Pessoal, encargos e benefícios sociais
Descrição
Vencimentos e Remunerações
Encargos Sociais Patrimoniais
Benefícios Sociais
Total
31/12/2011
(1.981.162)
(641.098)
(434.389)
(3.056.649)
31/12/2010
(1.670.034)
(533.203)
(330.435)
(2.533.672)
17. Despesas institucionais
Descrição
Locações
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Premiações
Serviços e Divulgações Institucionais
Auxílios Financeiros a Estudantes
Auxílios Educacionais
Total
31/12/2011
(144.578)
(16.578)
(1.294.525)
(45.000)
(2.920.462)
(1.965.655)
(144.789)
(6.531.587)
31/12/2010
(119.794)
(15.277)
(562.961)
(46.000)
(1.889.563)
(1.222.054)
(137.876)
(3.993.525)
18. Despesas administrativas
Descrição
Despesas com Dirigentes e Conselheiros
Ocupação e Serviços Públicos
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
Material de Consumo Durável
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
Total
31/12/2011
(28.486)
(93.214)
(212.705)
(92.964)
(15.853)
(16.394)
(34.642)
(494.258)
31/12/2010
(25.756)
(83.184)
(197.383)
(132.876)
(11.153)
(45.050)
(63.598)
(559.000)
19. Despesas de serviços profissionais contratados
Descrição
Auditoria e Consultoria
Serviços Especializados
Transportes
Serviços Gerais
Outros Serviços de Terceiros - PF
Outros Serviços
Encargos sobre Serviços de Terceiros
Total
31/12/2011
(1.750.210)
(5.197.827)
(27.933)
(49.984)
(66.000)
(65.187)
(422.954)
(7.580.095)
31/12/2010
(81.600)
(4.080.075)
(20.940)
(43.172)
(66.000)
(27.057)
(327.085)
(4.645.929)
118
20. Despesas tributárias
Descrição
Federais
Estaduais
Municipais
Outras Despesas Tributárias
Total
31/12/2011
(410.283)
(6.252)
(38.614)
(1.870)
(457.019)
31/12/2010
(261.434)
(4.093)
(36.552)
(12.314)
(314.393)
21. Outras receitas operacionais
Descrição
Receitas de Serviços
31/12/2011
2.900
31/12/2010
-
Outras Receitas (recuperação de despesas) (a)
372.896
98.180
Total
375.796
98.180
(a) Trata-se de recuperação de despesas através da execução do Contrato de Gestão firmado com a
OCERGS -Sindicato e Organização das Cooperativas no Estado do Rio Grande do Sul. Também
compõe esse valor a restituição por conta de processos, onde as Cooperativas foram notificadas
pelo TCU a efetuar o reembolso de valores referente a contrapartida não comprovada na execução
de projetos.
22. Resultado financeiro líquido
Receitas financeiras
Receitas de Aplicações financeiras e outras receitas financeiras
Despesas financeiras
Despesas Bancárias e outras despesas financeiras
Resultado financeiro
31/12/2011
3.875.160
31/12/2011
31/12/2010
3.400.289
31/12/2010
(97.468)
(788.061)
3.777.692
2.612.228
23. Seguros
A Entidade adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por
montantes considerados pela Administração como suficientes para cobrir eventuais sinistros,
considerando a natureza de sua atividade. As apólices estão em vigor e os prêmios foram
devidamente pagos.
As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de revisão das
demonstrações financeiras, consequentemente, não foram auditadas pelos nossos auditores
independentes.
119
Relatório dos auditores independentes
Aos
Administradores e Conselheiros do
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul
Porto Alegre -RS
Examinamos as demonstrações financeiras do Serviço Nacional de Aprendizagem do
Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul (“Sescoop/RS” ou “Entidade”), que compreendem
o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do superávit, das
mutações do patrimônio líquido social e dos fluxos de caixa referentes ao exercício findo naquela
data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras
A Administração do Sescoop/RS é responsável pela elaboração e pela adequada apresentação destas
demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas às
pequenas e médias empresas (NBC TG 1000), como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamento
Contábeis (CPC) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles
internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações
financeiras livres de distorção relevante, independente se causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras com base
em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.
Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e também que a
auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter uma segurança razoável de que as
demonstrações financeiras estejam livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para a obtenção de evidência a
respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os
procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos
de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independente se causada por fraude ou erro.
Nesta avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a
adequada apresentação das demonstrações financeiras do Sescoop/RS para planejar os
procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma
opinião sobre a eficácia destes controles internos do Sescoop/RS. Uma auditoria inclui, também, a
avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis
feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras
tomadas em conjunto.
120
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa
opinião.
Base para opinião com ressalva (modificação) por limitação de escopo
O Sescoop/RS não efetuou estudo visando verificar a necessidade ou não de readequação das taxas
de depreciação dos bens do ativo imobilizado e do intangível em virtude da determinação da nova
vida útil econômica, conforme previsto no Pronunciamento Técnico (NBC T 19.41).
Consequentemente, não nos foi possível determinar se havia necessidade de ajustar essas novas
taxas de depreciação e os respectivos efeitos no resultado do exercício corrente e patrimônio social
naquela data.
Base para opinião com ressalva (modificações)
Conforme mencionado na nota explicativa n° 8, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011,
o Sescoop/RS mantém registrado no ativo intangível o montante de R$ 389.472, dos quais
R$ 188.000 referem-se à compra de direitos autorais sobre músicas, os quais não apresentam
expectativa de realização ou de geração de algum benefício econômico à Entidade.
Consequentemente esse ativo, o superávit do exercício e o patrimônio social do Sescoop/RS
encontram-se aumentados em R$ 188.000 naquela data.
Opinião sobre as demonstrações financeiras
Em nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos mencionado no parágrafo “Base para opinião
com ressalva (modificação)” e pelos efeitos descritos no parágrafo “base para opinião com
ressalva” (modificação), as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente,
em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Serviço Nacional de
Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul em 31 de dezembro de 2011, o
desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis as pequenas e médias empresas.
Outros assuntos
As demonstrações financeiras correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010,
elaboradas conforme as práticas contábeis enunciadas nas Normas Brasileiras de Contabilidade
Aplicadas ao Setor Público (NBCASP) e, também, apresentadas para fins de comparação, foram
auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria datado de 31 de
março de 2011, sem qualquer menção de ressalvas ( modificações) ou ênfases.
Goiânia, 11 de maio de 2012.
Luiz Cláudio Fontes
Contador CRC RJ-032.470/O-9 “T” PR S-RS
Otaniel Junior Martins Rosa
Contador CRC GO-013.972/O-3 S-RS
Grant Thornton Auditores Independentes
CRC SP-025.583/O-1 S-RS
121
ANEXO XIII - PARECER DO CONSELHO FISCAL
122
ANEXO XIV–PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO - DEMONSTRAÇÕES
123
ANEXO XIV – PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO – RELATÓRIO DE GESTÃO
124
ANEXO XIV - PARECER DO CONSELHO NACIONAL DO SESCOOP
125
Anexo XV - Atendimento ao TCU Quanto ao Conteúdo Mínimo do Relatório de Gestão (DN
TCU Nº 108, DE 27 /10/ 2010)
ITEM
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A GESTÃO
Informações de identificação da unidade jurisdicionada, contendo: Poder e órgão de
vinculação ou supervisão; nome completo; denominação abreviada; código SIORG;
código na LOA; situação operacional; natureza jurídica; principal atividade econômica;
telefones de contato, endereço postal; endereço eletrônico; página na internet; normas
de criação; normas relacionadas à gestão e estrutura; manuais e publicações
relacionadas às atividades da unidade; códigos e nomes das unidades gestoras e gestões
no Sistema SIAFI.
1
2
4
5
1.Identificação
da Unidade
Informações sobre o planejamento e gestão orçamentária e financeira da unidade,
considerando o atingimento dos objetivos e metas físicas e financeiras, bem como as
ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades, contemplando:
a) Responsabilidades institucionais da unidade:
I.
Competência Institucional;
II.
Objetivos estratégicos.
b) Estratégia de atuação frente às responsabilidades institucionais:
I.
Análise do andamento do plano estratégico da unidade ou do órgão em
que a unidade esteja inserida;
II.
Análise do plano de ação da unidade referente ao exercício a que se
referir o relatório de gestão.
c) Programas de Governo sob a responsabilidade da unidade:
I.
Execução dos programas de Governo sob a responsabilidade da UJ;
II.
Execução física das ações realizadas pela UJ.
d) Desempenho Orçamentário e Financeiro:
I.
Programação Orçamentária das Despesas;
II.
Execução Orçamentária das Despesas;
III. Indicadores Institucionais.
3
REFERÊNCIA
Informações s/ reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos.
Informações sobre a movimentação e os saldos de Restos a Pagar de Exercícios
Anteriores.
Informações sobre recursos humanos da unidade, contemplando as seguintes
perspectivas:
a) Composição do quadro de servidores ativos;
b) Composição do quadro de servidores inativos e pensionistas;
c) Composição do quadro de estagiários;
d) Custos associados à manutenção dos recursos humanos;
e) Locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços;
f) Indicadores gerenciais sobre recursos humanos.
a- Capítulos
1.1,1.2 e 2.1
b- Capítulo 2
c- Capítulo 5
d- Capítulo 6 e
5.3
Anexo IV.
Não se aplica Quadro A1- DN
TCU nº 108/2010
Capítulo 4 e
Anexo II
Informação sobre as transferências mediante convênio, contrato de repasse, termo de
cooperação, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou instrumentos
congêneres, vigentes no exercício de referência.
Anexo I
Declaração da área responsável atestando que as informações referentes a contratos e
convênios ou outros instrumentos congêneres estão disponíveis e atualizadas,
respectivamente, no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG
e no Sistema de Gestão de Convênios, Contratos de Repasse e Termos de Parceria –
SICONV, conforme estabelece o art. 19 da Lei nº 12.309, de 9 de agosto de 2010.
Não se aplica Quadro A1- DN
TCU nº 108/2010
Informações sobre o cumprimento das obrigações estabelecidas na Lei nº 8.730, de 10
de novembro de 1993, relacionadas à entrega e ao tratamento das declarações de bens e
rendas.
Anexo V
8
9
Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno da UJ,
contemplando os seguintes aspectos:
a)
Ambiente de controle;
Capítulo: 5.2 e
anexo IX
6
7
126
b)
c)
d)
e)
Avaliação de risco;
Procedimentos de controle;
Informação e Comunicação;
Monitoramento.
Informações quanto à adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de
bens, materiais de tecnologia da informação (TI) e na contratação de serviços ou obras,
tendo como referência a Instrução Normativa nº 1/2010 e a Portaria nº 2/2010, ambas
da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão e informações relacionadas à separação de resíduos recicláveis
descartados em conformidade com o Decreto nº 5.940/2006.
Capítulo: 5.2 e
anexo X.
Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ,
classificado como “Bens de Uso Especial”, de propriedade da União ou locado de
terceiros.
Anexo VI
11
12
Informações sobre a gestão de tecnologia da informação (TI) da UJ, contemplando os
seguintes aspectos:
Capítulo 5.2 e
Anexo III
10
a)
b)
c)
d)
e)
13
14
Planejamento da área;
Perfil dos recursos humanos envolvidos;
Segurança da informação;
Desenvolvimento e produção de sistemas;
Contratação e gestão de bens e serviços de TI.
Informações sobre a utilização de cartões de pagamento do governo federal,
observando-se as disposições dos Decretos nºs 5.355/2005 e 6.370/2008.
Informações sobre Renúncia Tributária, contendo declaração do gestor de que os
beneficiários diretos da renúncia, bem como da contrapartida, comprovaram, no
exercício, que estavam em situação regular em relação aos pagamentos dos tributos
juntos à Secretaria da Receita Federal do Brasil – SRFB, ao Fundo de Garantia do
Tempo de Serviço – FGTS e à Seguridade Social.
Não se aplica Quadro A1- DN
TCU nº 108/2010
Não se aplica Quadro A1- DN
TCU nº 108/2010
Informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em
acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do órgão de controle interno a que a
unidade jurisdicionada se vincula ou as justificativas para o não cumprimento.
Anexo VII
15
Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle
interno, caso exista na estrutura do órgão, apresentando as justificativas para os casos
de não acatamento.
Anexo VIII
16
Outras informações consideradas relevantes pela unidade para demonstrar a
conformidade e o desempenho da gestão no exercício.
Anexo XI
17
ITEM
INFORMAÇÕES CONTÁBEIS QUE DEVEM COMPOR O RELATÓRIO
1
Declaração do contador responsável pela unidade jurisdicionada atestando que os
demonstrativos contábeis (Balanços Orçamentário, Financeiro e Patrimonial e a
Demonstração das Variações Patrimoniais, previstas na Lei n° 4.320, de 17 de março
de 1964) e o demonstrativo levantado por unidade gestora responsável - UGR (válido
apenas para as unidades gestoras não executoras) refletem a adequada situação
orçamentária, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta
relatório de gestão.
REFERÊNCIA
Não se aplica ao
Quadro A1- DN
TCU nº 108/2010
2
Demonstrações contábeis previstas na Lei n° 4.320/64, incluindo as notas explicativas,
conforme disposto na Resolução CFC n° 1.133/2008 (NBC T 16.6).
3
Demonstrações contábeis previstas na Lei n° 6.404/76,incluindo as notas explicativas
Não se aplica ao
Quadro A1- DN
TCU nº 108/2010
Anexo XII
4
Informações sobre a composição acionária do capital social, indicando os principais
acionistas e respectivos percentuais de participação, assim como a posição da UJ como
detentora de investimento permanente em outras sociedades (investidora).
Não se aplica ao
Quadro A1- DN
TCU nº 108/2010
5
Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis, quando a
legislação dispuser a respeito.
Anexo XII
127
Anexo XVI - Índice remissivo de indicadores GRI (G3)
1.
Estratégia e Análise
Indicador
1.1
1.2
2.
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3.5
3.6
3.7
3.8
3.9
3.10
Página 10
Descrição GRI
Nome da Organização.
Principais marcas, produtos e/ou serviços
Estrutura operacional da organização, incluindo principais divisões, unidades
operacionais, subsidiárias e joint ventures
Localização da sede da organização
Número de países em que a organização opera e nome dos países que suas
principais operações estão localizadas ou são especialmente relevantes para
as questões de sustentabilidade cobertas pelo relatório
Tipo e natureza jurídica da propriedade
Mercados atendidos (incluindo discriminação geográfica, setores atendidos e
tipos de clientes/beneficiários)
Porte da Organização:
a) Número de empregados;
b) Vendas líquidas
c) Quantidade de produtos e serviços oferecidos;
d) Ativo Total
e) Participação dos acionistas
Principais mudanças durante o período coberto pelo relatório referentes a
porte, estrutura ou participação acionária.
Prêmios recebidos no período coberto pelo relatório.
Localização
Página 13
Página 24
Parâmetros para o relatório
Indicador
3.1
3.2
3.3
3.4
Localização
Página 25
Perfil Organizacional
Indicador
2.1
2.2
2.3
3.
Descrição GRI
Declaração do detentor do cargo com maior poder de decisão na organização
sobre a relevância da sustentabilidade para a organização e sua estratégia.
Descrição dos principais impactos, risco e oportunidades
Descrição GRI
Período coberto pelo relatório (como ano contábil/civil) para as informações
apresentadas.
Data do relatório anterior mais recente (se houver)
Ciclo de emissão de relatórios (anual, bienal, etc)
Dados para contato em caso de perguntas relativas ao relatório ou seu
conteúdo.
Processo para definição do conteúdo.
Limite do relatório (como países, divisões, subsidiárias, instalações
arrendadas, joint venture,fornecedores).
Declaração sobre quaisquer limitações específicas quanto ao escopo ou ao
limite do relatório.
Base para a elaboração do relatório no que se refere a joint ventures,
subsidiárias,instalações arrendadas, operações terceirizadas e outras
organizações que possam afetar significativamente a comparabilidade entre
períodos e/ou entre organizações.
Técnicas de medição de dados e as bases de cálculos, incluindo hipóteses e
técnicas, que sustentam as estimativas aplicadas à compilação dos
indicadores e outras informações do relatório.
Explicação das conseqüências de quaisquer reformulações de informações
fornecidas em relatórios anteriores e as razões para tais reformulações (como
fusões ou aquisições, mudança no período ou ano-base, na natureza do
Localização
Página 9
Página 9
128
negócio, em métodos de medição).
Mudanças significativas em comparação com anos anteriores no que se refere
a escopo, limite ou métodos de medição aplicados no relatório.
Tabela que identifica a localização das informações no relatório.
Política e prática atual relativa à busca de verificação externa para o relatório.
3.11
3.12
3.13
4.
Governança, Compromissos e Engajamento
Indicador
4.1
Descrição GRI
Estrutura de governança da organização, incluindo comitês sob o mais alto
órgão de governança responsável por tarefas específicas tais como
estabelecimento de estratégia ou supervisão da organização.
4.2
Indicação caso a presidência do mais alto órgão de governança também seja
um diretor executivo (e, se for o caso, suas funções dentro da administração
da organização e as razões para tal composição).
4.3
Para organizações com uma estrutura de administração unitária, declaração
do número de membros independentes ou nã0-executivos do mais alto órgão
de governança.
4.4
Mecanismos para que acionistas e empregados façam recomendações ou
dêem orientações ao mais alto órgão de governança.
4.5
Relação entre remuneração para membros d mais alto órgão de governança,
diretoria executiva e demais executivos e o desempenho da organização..
4.6
Processos em vigor no mais alto órgão de governança para assegurar que
conflitos de interesse sejam evitados.
4.7
Processo para determinação das qualificações e conhecimento dos membros
do mais alto órgão de governança para definir a estratégia da organização
para questões relacionadas a temas econômicos, ambientais e sociais..
4.8
Declarações de missão e valores, código de conduta e princípios internos
relevantes para o desempenho econômico, ambiental e social.
4.9
Procedimentos do mais alto órgão de governança para supervisionar a
identificação e gestão por parte da organização do desempenho econômico,
ambiental e social.
4.10
Processo para autoavaliação do desempenho do mais alto órgão de
governança. Especialmente com respeito ao desempenho econômico,
ambiental e social.
Compromissos com iniciativas externas
Indicador
Descrição GRI
4.11
Explicação de se e como a organização aplica o princípio da precaução.
4.12
Cartas, princípios ou outras iniciativas desenvolvidas externamente de caráter
econômico, ambiental e social que a organização subscreve ou endossa.
4.13
Participação em associações e/ou organismo nacionais/internacionais..
Engajamento dos Stakeholders
Indicador
Descrição GRI
4.14
Relação de grupos de stakeholders engajados pela organização:
a) comunidade;
b) sociedade civil;
c) clientes;
d) acionistas;
e) fornecedores;
f) empregados.
4.15
Base para a identificação e seleção de stakeholders com os quais se engajar.
4.16
Abordagens para o engajamento dos stakeholders, incluindo a freqüência do
engajamento por tipo e por grupo de stakeholder.
4.17
Principais temas e preocupações que foram levantados por meio do
engajamento dos satakeholders e que medidas a organização têm adotado
para trata-los.
Localização
Página 20
Página 20
Localização
Página 30
Página 30
Localização
Página 23
129
5.
Indicadores Econômicos
Indicador
EC1
6.
Descrição GRI
Valor econômico direto gerado e distribuído, incluindo receitas, custos
operacionais, remuneração de empregados, doações e outros investimentos na
comunidade, lucros acumulados e pagamentos para provedores de capital e
governos.
Localização
Página 57
Indicadores de Desempenho Ambiental
Indicador
EN7
EN13
EN18
Descrição GRI
Iniciativas para reduzir o consumo de energia indireta e as reduções obtidas.
Habitats protegidos ou restaurados
Iniciativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e as reduções
obtidas.
Localização
EN26
EN30
130
Download

Relatório de transparência 2011 - Sistema OCERGS