MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO SESCOOP NACIONAL SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – SESCOOP/RS RELATÓRIO DE GESTÃO 2011 Porto Alegre (RS), Maio / 2012 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO SESCOOP NACIONAL SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – SESCOOP/RS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO 2011 Relatório de Gestão do Exercício 2011 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art.70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 108/2010, Portaria TCU 123/2011 e das orientações da Controladoria Geral da União Portaria CGU nº 2.546/2010, de 27/12/2010. Porto Alegre (RS), Maio / 2012 SUMÁRIO MENSAGEM DO PRESIDENTE .......................................................................................................7 CUMPRINDO A MISSÃO ..................................................................................................................8 SOBRE ESTE RELATÓRIO ...............................................................................................................9 1. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DO SESCOOP/RS ............................................................10 2. INTRODUÇÃO .........................................................................................................................11 3. SUMÁRIO EXECUTIVO..........................................................................................................13 CAPÍTULO 1 - PERFIL INSTITUCIONAL .....................................................................................15 1.1 Constituição e Natureza da Entidade.......................................................................................15 1.2 Responsabilidade Institucional ................................................................................................16 1.3 Missão e Visão .........................................................................................................................16 1.4 Fonte de Recursos ....................................................................................................................18 CAPÍTULO 2 - GOVERNANÇA CORPORATIVA ........................................................................20 2.1 Objetivos Estratégicos..............................................................................................................21 2.2 Estrutura Organizacional ........................................................................................................24 CAPÍTULO 3 - COOPERANDO COM O FUTURO .......................................................................25 3.1 Atuação junto ao Público Jovem ..............................................................................................30 3.2 Atuação voltada para o Social .................................................................................................31 3.3 Responsabilidade Ambiental ....................................................................................................32 3.4 Formação Profissional em Nível Acadêmico ...........................................................................32 CAPÍTULO 4 - GESTÃO DE PESSOAS..........................................................................................34 4.1 Perfil do Corpo Funcional .......................................................................................................34 4.2 Movimentação do Quadro de Pessoal .....................................................................................36 4.3 Capacitações ............................................................................................................................36 4.4 Folha de Pagamento ................................................................................................................36 CAPÍTULO 5 - PRESTAÇÃO DE CONTAS ...................................................................................37 5.1 Atuação Finalística ..................................................................................................................37 5.1.1 Investimentos em Formação e Capacitação profissional .................................................38 5.1.2 Investimento em Promoção Social ....................................................................................40 5.1.3 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas ...........................45 5.2 Gestão do Sistema ....................................................................................................................46 5.2.1 Gestão Interna - Suporte Administrativo ..........................................................................47 a) Gestão do Processo de Planejamento Institucional - Conselho Administrativo ...................48 b) Serviços de Administração e Controle Financeiro - Conselho Fiscal ..................................49 c) Serviço de Auditoria - Auditoria Interna ...............................................................................50 d) Gestão Administrativa - Diretoria Executiva (Presidência e Superintendência) ..................51 2 e) Manutenção de Serviços Administrativos - Administrativo e Financeiro .............................52 f) Ações de Informática - Departamento de Informática ...........................................................53 5.3 Indicadores de Desempenho Operacional ...............................................................................57 CAPÍTULO 6 - EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ...........................................................................59 6.1 – Receitas .................................................................................................................................59 6.2 – Despesas ................................................................................................................................59 CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................................................62 3 LISTA DE ANEXOS Anexo I - Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício de referência ...65 Anexo II - Histórico da composição e das despesas com recursos humanos - 2008 a 2011..............65 Anexo III - Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ ..................................66 Anexo IV - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos ......................67 Anexo V - Informações sobre Cumprimento da Lei 8.730/93 ..........................................................67 Anexo VI - Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da União ............67 Anexo VII - Informações sobre providências adotadas para atender deliberações do TCU ou em relatório de auditoria do órgão de controle interno ............................................................................67 Anexo VIII - Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle interno ..................................................................................................................................67 Anexo IX - Informações sobre Estrutura de controles internos .........................................................73 Anexo X - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis ....................................................................75 Anexo XI - Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a conformidade e o Desempenho da Unidade ....................................................................................................................76 Anexo - XII - Demonstrações Contábeis. .......................................................................................102 Anexo - XIII - Parecer do Conselho Fiscal. .....................................................................................121 Anexo - XIV - Parecer do Conselho Estadual e/ou Nacional ..........................................................122 Anexo XV - Atendimento ao TCU Quanto ao Conteúdo Mínimo do Relatório de Gestão (DN TCU Nº 108, DE 27 /10/ 2010) .................................................................................................................126 Anexo XVI - Índice remissivo de indicadores GRI (G3).................................................................128 4 LISTA DE QUADROS Quadro I – Sescoop e os Desafios do Cooperativismo ......................................................................17 Quadro II - Distribuição da contribuição social arrecadada ...............................................................19 Quadro III – Evolução das receitas ....................................................................................................19 Quadro IV – Proposta de valor do Sescoop/RS .................................................................................23 Quadro V - Estrutura do Organograma do Sescoop/RS .....................................................................24 Quadro VI - Participação das cooperativas do Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. .................26 Quadro VII - Associados em Cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. .................27 Quadro VIII - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. ...............28 Quadro IX - Folha de Pagamento - Previsto e Realizado Exercício 2011 .........................................36 Quadro X - Previsto e Realizado por Linhas de Ação .......................................................................37 Quadro XI - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza – Formação Profissional ...........39 Quadro XII - Realização por Elemento de Despesa – Formação Profissional...................................39 Quadro XIII - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza - Promoção Social ..................41 Quadro XIV - Realização por Elemento de Despesa - Promoção Social...........................................41 Quadro XV - Realização por Projeto - Cultura ..................................................................................41 Quadro XVI - Realização por Projeto - Educação .............................................................................42 Quadro XVII - Realização por Projeto - Saúde..................................................................................42 Quadro XVIII - Realização por Projeto - Integração Social ..............................................................43 Quadro XIX - Realização por Projeto – Geração de Renda ...............................................................44 Quadro XX - Realização por Projeto – Meio Ambiente ....................................................................44 Quadro XXI- Manutenção da Estrutura do Monitoramento ..............................................................46 Quadro XXII - Realização por Projetos Monitoramento ...................................................................46 Quadro XXIII - Previsto e Realizado Financeiro por Ação ...............................................................47 Quadro XXIV - Realização por Elemento de Despesa - Despesas Administrativas .........................47 Quadro XXV - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Administrativo ...........................48 Quadro XXVI - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Fiscal.........................................49 Quadro XXVII - Realização por Elemento de Despesa – Auditoria Interna .....................................50 Quadro XXVIII - Realização por Elemento de Despesa – Diretoria Executiva ................................51 Quadro XXIX - Realização por Elemento de Despesa – Administrativo e Financeiro .....................52 Quadro XXX - Realização por Elemento de Despesa – Informática .................................................53 Quadro XXXI - Realização por Elemento de Despesa – Divulgação ................................................55 Quadro XXXII - Realização por Elemento de Despesa - Divulgação ...............................................55 Quadro XXXIII - Realização por Projeto ..........................................................................................55 Quadro XXXIV – Receitas Previstas e Realizadas ............................................................................59 Quadro XXXV - Despesas Previstas e Realizadas em 2011 ..............................................................60 Quadro XXXVI - Aplicações Diretas - Pessoal e Encargos ..............................................................60 Quadro XXXVII - Aplicações Diretas - Despesas Administrativas ..................................................60 Quadro XXXVIII - Aplicações Diretas - Despesas Institucionais .....................................................61 Quadro XXXIX - Aplicações Diretas - Serviços de Terceiros ..........................................................61 Quadro XL - Aplicações Diretas - Despesas Tributárias e Financeiras .............................................61 Quadro XLI - Despesas de Capital .....................................................................................................61 5 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico I - Cooperativas no Estado do Rio Grande do Sul por ramo de atividade. ...........................26 Gráfico II - Associados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade. ..................27 Gráfico III - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade. ...............28 Gráfico IV - Evolução das exportações das Cooperativas nos Estados Brasileiros. ..........................30 Gráfico V – Alunos cotizados no Programa Jovem Aprendiz no Estado do Rio Grande do Sul. .....30 Gráfico VI - Empregado por faixa etária ...........................................................................................35 Gráfico VII - Empregado por nível de formação ...............................................................................35 Gráfico VIII - Empregado por faixa salarial ......................................................................................35 Gráfico IX - Histórico da Realização Financeira - Formação Profissional........................................39 Gráfico X - Histórico da Realização Financeira - Promoção Social ..................................................40 Gráfico XI - Histórico da Realização Financeira – Monitoramento ..................................................45 Gráfico XII - Realizações Financeiras de Despesas com o Conselho Administrativo ......................48 Gráfico XIII - Realização Financeira de Despesas do Conselho Fiscal .............................................50 Gráfico XIV - Realização Financeira de Despesas da Auditoria Interna ...........................................51 Gráfico XV - Realização Financeira das Despesas Diretoria Executiva ...........................................52 Gráfico XVI - Realização Financeira das Despesas do Administrativo e Financeiro .......................53 Gráfico XVII - Realização Financeira das Despesas de Informática .................................................54 Gráfico XVIII - Histórico da Realização Financeira – Divulgação ...................................................56 6 MENSAGEM DO PRESIDENTE Bons Resultados e Ótimas Perspectivas O ano de 2011 foi muito bom para o cooperativismo gaúcho. Várias circunstâncias favoreceram os avanços que as cooperativas tiveram no período. O SESCOOP/RS contribuiu com importantes projetos para consolidar os processos de cultura e visibilidade do cooperativismo, formação profissional e crescimento econômico das cooperativas. Nesse sentido, destacaram-se: O credenciamento da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo e a criação do Curso Superior em Tecnologia em Gestão de Cooperativas, autorizados através das Portarias 994 e 290 do Ministério da Educação (MEC), respectivamente; A Campanha Publicitária de Valorização do Cooperativismo, que objetiva tornar mais claro o que as cooperativas e o cooperativismo fazem para a sociedade gaúcha, reforçando, ainda, que as cooperativas prestam bons serviços à sociedade e aos seus associados, além de oferecerem produtos de alta qualidade; A conclusão da primeira etapa do projeto da Reestruturação das Cooperativas Agropecuárias, onde 48 cooperativas, coletivamente, realizam a tarefa de propor uma reformulação na atuação do ramo no Estado do Rio Grande do Sul. O programa conta com o apoio financeiro das cooperativas integrantes do mesmo, do Sescoop/RS, além do Sistema Sicredi como participante incentivador do projeto; A realização da 5ª edição do Programa Cultural “O Rio Grande Canta o Cooperativismo”, que ao longo de suas edições registrou a participação de mais de 45 mil pessoas, além de 1.300 artistas ligados ao canto, verso, poesia e letras, que através da boa música contribuíram para o ensino e a promoção dos princípios e valores do cooperativismo e pela integração das comunidades; Por fim, o Programa Jovem Aprendiz, que orçamentariamente é o maior projeto do Sescoop/RS, onde o destaque é que grande parte dos alunos são imediatamente absorvidos pelas cooperativas após a conclusão do curso (índice que pode ultrapassar 80%, em alguns casos) e, neste particular, o projeto obteve os melhores indicadores de todo o Sistema “S” do Brasil no relatório do Ministério do Trabalho e Emprego. Em 2012, a ordem será comemorar e aproveitar o grande momento que a ONU nos oferece, dizendo que o “cooperativismo faz bem para o mundo” e consagrando-o de Ano Internacional das Cooperativas. Nosso grande enfoque será a inclusão cooperativa da mulher e em especial do jovem, porque ele garante o futuro das cooperativas, motivando a necessidade de incentivar sua participação no sistema cooperativista. Todos os eventos previstos para o período objetivam mostrar o que as cooperativas fazem pelo Rio Grande do Sul. Esperamos no final de 2012, que os associados, empregados e pessoas ligadas ao cooperativismo se orgulhem de fazer parte da cooperativa, porque ela faz bons produtos, realiza bons serviços, satisfaz as necessidades humanas e faz bem para toda a sociedade. Vergilio Frederico Perius Presidente do Sescoop/RS 7 CUMPRINDO A MISSÃO Força do cooperativismo em 2011: 550 cooperativas, 1.999.766 associados e 48.755 empregados. Atuação em 2011: 110.369 pessoas beneficiadas em ações de formação profissional Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável... MISSÃO DO SESCOOP 110.858 pessoas beneficiadas em ações de promoção social. 107 ações de monitoramento de cooperativas. ...por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas... ...respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares. Programas - Jovem Aprendiz, - Acompanhamento econômico-financeiro com foco na sustentabilidade, - Fortalecimento da cultura da cooperação, - Qualidade de Vida/Saúde e Segurança no Trabalho, - Ensino de Formação Profissional. ................. 8 SOBRE ESTE RELATÓRIO Este primeiro relatório de gestão com enfoque em sustentabilidade do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul - SESCOOP/RS relata o desempenho e resultados das atividades e ações da Instituição no apoio ao cooperativismo. As informações contábeis são relativas ao período compreendido entre os dias 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2011. O documento apresenta também os princípios e os valores que conduzem a atuação do SESCOOP/RS bem como suas estratégias e compromissos perante seus diversos públicos de relacionamento. Todos os dados contidos neste Relatório mantêm as mesmas fontes e métodos de cálculo utilizados na edição imediatamente anterior a este documento (Relatório de Gestão de 2010), disponível ao público no formato eletrônico (pela Internet), no endereço http://www.sescooprs.coop.br/. As informações para a elaboração deste documento foram prestadas por diversas áreas da Instituição, sob a coordenação da Área Administrativa. O público-alvo deste relatório são os principais parceiros identificados pelo Sescoop/RS: associados e empregados de cooperativas, gestores, órgãos de controle, conselhos superiores e a sociedade em geral. Mesmo tendo seus parceiros previamente mapeados, a Instituição ainda não dispõe de um processo estruturado de engajamento desses públicos para efeitos de identificação de temas e abordagens para o Balanço Social. Diretrizes GRI – O Sescoop adota a terceira (e mais recente) versão das diretrizes previstas pelo Global Report Iniciative (GRI)*, a G3. Com base nas informações publicadas e nos indicadores de desempenho consolidados nesta edição, a Instituição acredita estar em condições de declarar o presente documento como integrante do nível C da estrutura GRI. A íntegra deste documento está disponível no portal do Sescoop na Internet. Caso tenha interesse em obter esclarecimentos adicionais ou apresentar críticas e sugestões, entre em contato com a Área Administrativa do SESCOOP/RS pelo telefone (51) 3323-0000. Se preferir, envie um e-mail para a caixa postal [email protected]. Os indicadores GRI utilizados neste relatório, bem como as respostas e a indicação do capítulo nos quais seus conteúdos podem ser encontrados, aparecem descritos nas páginas a seguir. Para melhor identificação, consultar o Anexo XVI “Índice remissivo de Indicadores GRI (G3)”, na página 107. *Global Report Initiative (GRI) - Organização Internacional Multistakeholder detentora de um modelo de referência mundial para a elaboração de relatórios de sustentabilidade. 9 1. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DO SESCOOP/RS Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério do Trabalho e Emprego - MTE Código SIORG: 02.844 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul Denominação abreviada: SESCOOP/RS Código SIORG: Código LOA: Código SIAFI: Não se aplica Não se aplica Não se aplica Situação: Ativa Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo Principal Atividade: Formação Profissional, Promoção Social Código CNAE: 85.99.6-99 e Monitoramento/Desenvolvimento das Cooperativas Telefones/Fax de (051) 3323-0000 (051) 3323-0000 (051) 3323-0007 contato: E-mail: [email protected] Página na Internet: http://www.sescooprs.coop.br Endereço Postal: Rua Félix da Cunha, nº 12 - CEP nº 90570-000 - Porto Alegre – RS Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Medida Provisória nº 1.715, de 03 de setembro de 1998 e suas reedições e Decreto nº 3.017, de 07 de abril de 1999, publicado no Diário Oficial da União em 07.04.1999; Lei nº 11.524/2007 de 23/11/2007. Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Regimento Interno registrado no 1º Cartório de Títulos e Documentos de Pessoa Jurídica de Porto Alegre, sob o nº 1614484 em 18 de novembro de 2010. Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Regulamento de Licitações e Contratos – Resolução nº 43/2006 e Norma de Pessoal – Resolução nº 300/2008. Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se Aplica Não se Aplica Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se Aplica Não se Aplica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão Não se Aplica Não se Aplica 10 2. INTRODUÇÃO O Relatório de Gestão do Exercício 2011 do SESCOOP/RS está em concordância com o disposto na IN TCU nº 63/2010, DN TCU nº 108/2010, Portaria TCU 123/2011 e orientações da Controladoria Geral da União Portaria CGU nº 2546/2010. A estrutura contempla informações gerais sobre a gestão, atividades realizadas no período e prestação de contas. Estão relatadas de forma a propiciar uma visão completa dos objetivos propostos e ações realizadas, nas suas respectivas áreas de atuação. O documento está estruturado em seis capítulos, sendo apresentado no capítulo “1” o Perfil Institucional que traz uma visão macro a Instituição; no capítulo “2” são identificados os elementos da Governança Corporativa; no capítulo “3” destaca-se a responsabilidade social através do Cooperando com o Futuro; no capítulo “4” é apresentada a gestão de pessoas; no capítulo “5” são destacados os elementos que compões a Prestação de Contas e por fim no capítulo “6” está demonstrada a execução orçamentária diante da programação das receitas e despesas previstas e realizadas no exercício de 2011. Com relação à parte B, da DN 108/2010 – Informações Contábeis da Gestão, o Sescoop/RS adota o previsto na Lei nº 6.404/76 (atualizada 11.638/07 e 11.941/09). Em razão dá não aplicabilidade a nossa Instituição, deixamos de apresentar neste relatório, algumas informações elencadas na DN nº 108/2010 do TCU. São elas: a) Informações sobre a movimentação e os saldos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores. (Item 4 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); b) Declaração da área responsável atestando que as informações referentes a contratos e convênios ou outros instrumentos congêneres estão disponíveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG e no Sistema de Gestão de Convênios, Contratos de Repasse e Termos de Parceria – SICONV, conforme estabelece o art. 19 da Lei nº 12.309, de 9 de agosto de 2010. (Item 7 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); c) Informações sobre a utilização de cartões de pagamento do governo federal, observando-se as disposições dos Decretos nºs 5.355/2005 e 6.370/2008. (Item 13 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); d) Informações sobre Renúncia Tributária, contendo declaração do gestor de que os beneficiários diretos da renúncia, bem como da contrapartida, comprovaram, no exercício, que estavam em situação regular em relação aos pagamentos dos tributos juntos à Secretaria da Receita Federal do Brasil – SRFB, ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS e à Seguridade Social. (Item 14 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); e) Declaração do contador responsável pela unidade jurisdicionada atestando que os demonstrativos contábeis (Balanços Orçamentário, Financeiro e Patrimonial e a Demonstração das Variações Patrimoniais, previstas na Lei n° 4.320, de 17 de março de 1964) e o demonstrativo levantado por unidade gestora responsável - UGR (válido apenas para as unidades gestoras não executoras) refletem a adequada situação orçamentária, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta relatório de gestão. (Item 1 da Parte B – Informações Contábeis da Gestão do Anexo II da DN TCU 108/2010); 11 f) Informações sobre a composição acionária do capital social, indicando os principais acionistas e respectivos percentuais de participação, assim como a posição da UJ como detentora de investimento permanente em outras sociedades (investidora). (Item 4 da Parte B – Informações Contábeis da Gestão do Anexo II da DN TCU 108/2010). Também deixamos de apresentar algumas informações elencadas na DN 108/2010 do TCU, em razão dá não ocorrência em nossa Instituição. São elas: a) Informações sobre o reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos. (Item 3 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); b) Informação sobre as transferências mediante convênio, contrato de repasse, termo de parceria, termo de cooperação, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou instrumentos congêneres, vigentes no exercício de referência. (Item 6 da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); c) Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ, classificado como “Bens de Uso Especial”, de propriedade da União ou locado de terceiros. (Item 11da Parte A - Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); d) Informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do órgão de controle interno a que a unidade jurisdicionada se vincula ou as justificativas para o não cumprimento. (Item 15 da Parte A Conteúdo Geral do Anexo II da DN TCU 108/2010); Em 2012 o SESCOOP/RS continuará priorizando a execução de atividades voltadas a Formação Profissional, imprescindível para o pleno desenvolvimento das cooperativas. Nesse escopo, os objetivos estratégicos traçados estão relacionados com o atendimento, fomento e o apoio à formulação de projetos voltados à melhoria da gestão nas Sociedades Cooperativas. No campo interno, refletem a implementação da gestão por processo e o desenvolvimento intenso de recursos humanos. Com essas iniciativas, o SESCOOP/RS atua de forma continuada, supera desafios e evolui no sentido de cumprir, cada vez mais, seu papel perante associados e empregados das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul. 12 3. SUMÁRIO EXECUTIVO O cooperativismo é um movimento voltado para formas associativas e democráticas de organização da produção, do trabalho e do consumo, com o foco no atendimento às necessidades comuns dos seus associados e não apenas no lucro, no que se diferencia dos demais empreendimentos. A importância do cooperativismo pode ser avaliada em razão da recente decisão da ONU – Organização das Nações Unidades que definiu 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas, colocando o cooperativismo em evidência no mundo. Segundo estudos da ACI - Aliança Cooperativa Internacional, as cooperativas somam aproximadamente 1 bilhão de membros em 90 países do mundo, o que equivale a 1/7 da população da Terra. De cada 7 pessoas no mundo, 1 está associada a uma cooperativa. No Brasil, estima-se em 30 milhões de pessoas envolvidas com o cooperativismo. O referido estudo aponta que as 300 maiores cooperativas do mundo faturam mais de US$ 1,6 trilhão, valor que se aproxima ao PIB da nona maior economia do mundo, o Canadá. Além de riqueza monetária, as cooperativas geram muitos postos de trabalho. Em todo o mundo, são mais de 100 milhões de empregos. “As cooperativas demonstram para a comunidade internacional que é possível perseguir tanto a viabilidade econômica quanto a responsabilidade social” – afirma o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Com 550 cooperativas e 48.755 empregados, o cooperativismo gaúcho conta com aproximadamente 2 milhões de associados em 2011. Em 2010 o faturamento bruto foi de 21 bilhões de reais e estimado em 27 bilhões para 2011. Embora sejam sociedades sem fins lucrativos, as cooperativas atuam numa economia de mercado e em concorrência com empresas essencialmente privadas. Apesar das diferenças na propriedade do capital, na destinação dos resultados e na relação com as comunidades, as cooperativas agem num ambiente competitivo em que predominam o mercado as empresas capitalistas e, portanto, devem estar bem preparadas. Diante disso, o sistema cooperativista depara-se com o desafio de atender às demandas sociais de seus associados e de seu entorno e, ao mesmo tempo, desenvolver-se em conformidade com um mercado altamente competitivo. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP, criado em 1998, faz parte do Sistema S. Tem como objetivo integrar o Sistema Cooperativista Nacional e auxiliá-lo a vencer seus desafios. Cabe ao SESCOOP organizar, administrar e executar: O ensino de formação profissional cooperativista para associados e empregados de cooperativas; A promoção social de associados, empregados de cooperativas e familiares e, O monitoramento das cooperativas em todo o território nacional. O grande desafio é apoiar de modo efetivo cooperativas de 13 diferentes ramos (da agricultura aos serviços, passando pelo comércio e pela indústria), com portes distintos, (grandes e pequenas) distribuídas espacialmente por todo o Estado (nos 496 municípios). Com todas essas atribuições e uma abrangência nacional, o SESCOOP/RS atua num ambiente de elevada complexidade. 13 As ações implementadas no decorrer do ano possibilitaram avanços concretos nas áreas de formação profissional, promoção social, monitoramento e desenvolvimento para o cooperativismo gaúcho. A execução orçamentária (despesas/investimentos) reforça esta condição, alcançando 83,56% no ano de 2011, 86,22% em 2010, 83,81% em 2009, 83,52% em 2008, 64,52% em 2007 e 46,42% em 2006. Nota: Os percentuais alcançados nos exercícios de 2010 e 2008 levam em conta o ajuste orçamentário decorrente das Inversões Financeiras (R$ 3.320.867,00 e R$ 13.436.673,00 respectivamente) alocadas no centro de responsabilidade do Conselho Administrativo. A proposta orçamentária para 2012 é de R$ 38.200.000,00, apresentando crescimento de 72% em relação ao exercício de 2011. Está adequada a nova realidade do sistema cooperativo e contempla a previsão de realização de 1.001 projetos. A estrutura funcional e organizacional é simples e ajustada às necessidades da Entidade. Neste contexto as instalações da Sede receberam melhorias e adequações (nos últimos anos), para atender as demandas do sistema, com investimentos em móveis, equipamentos de informática e softwares. O quadro de empregados está estruturado e recebe permanentes investimentos em ações de capacitação e qualificação profissional, de forma a permitir que a Entidade esteja preparada para atender atuais e futuras demandas do sistema cooperativo. O SESCOOP/RS mantém uma sólida situação financeira e patrimonial, fortalecida por uma gestão profissional que lhe permite projetar ações, sejam de curto, médio e longo prazo. Todas as despesas e investimentos são efetuados levando-se em conta a perenidade da Entidade e do Sistema Cooperativista. Estas informações permitem afirmar que os objetivos planejados foram alcançados, embora muito trabalho e desafios ainda surgirão para o Sistema Cooperativo. As estruturas físicas e de recursos humanos bem como os indicadores citados permitem afirmar que o SESCOOP/RS está preparado para avançar ainda mais. 14 CAPÍTULO 1 - PERFIL INSTITUCIONAL O SESCOOP integra o Sistema Cooperativista Brasileiro, fornecendo-lhe suporte em formação profissional - técnica e gerencial. A entidade atua também na promoção social dos associados, empregados e familiares, bem como no monitoramento/desenvolvimento das cooperativas. Do ponto de vista formal, o SESCOOP é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, constituída sob o regimento de serviço social autônomo. A Instituição é mantida por recursos de natureza parafiscal. Os valores das contribuições, feitas pelas cooperativas, são definidos a partir de um percentual sobre as folhas de pagamento. Composto por uma Unidade Nacional e por 27 unidades estaduais é considerado uma entidade "paraestatal", pois desempenha serviços não exclusivos do Estado, em colaboração com ele, recebendo incentivos do poder público. Por essa razão, está sujeito a controle pela Administração Pública e pelo Tribunal de Contas da União. Em linhas gerais, a Unidade Nacional do SESCOOP é responsável pela normatização de procedimentos e pela definição das linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais. Estas, por sua vez, devem seguir essas diretrizes sem, contudo, deixar de atender às demandas específicas de sua região. 1.1 Constituição e Natureza da Entidade A criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi oficializada pela Medida Provisória 1.715, de 3 de setembro de 1998. O Decreto 3.017, de 06 de abril do ano seguinte, complementou a medida provisória, instituindo regulamentos e dispositivos que disciplinam a atuação do SESCOOP. Obedecendo a essa legislação, o Sescoop/RS instituiu seu regimento interno, que estabelece os seguintes objetivos: I. Planejar e executar eventos de Formação Profissional do Cooperativismo e da Promoção Social, adequados as necessidades e possibilidades locais e regionais e de acordo com os princípios e metodologia estabelecidas pela Administração; II. Utilizar, sempre que possível, os recursos institucionais públicos e privados, já existentes nas comunidades onde atuar; III. Operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas, conforme sistema desenvolvido e aprovado em Assembleia Geral da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB, e supletivamente pela Assembleia Geral da OCERGS – Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul; IV. Assistir as sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de treinamento e na realização da aprendizagem metódica e contínua; V. Exercer a coordenação, supervisão e fiscalização da execução de programas e projetos de Formação Profissional e de gestão em cooperativas, de empregados e associados; VI. Promover a mobilização da capacidade instalada na OCERGS – Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul, e áreas afins, nos estabelecimentos de ensino, associações de classe e de caráter cultural, objetivando evitar a duplicação de investimentos na execução de imobilizações visando à atividade de Formação Profissional e Promoção Social; VII. Promover e apoiar a formação e o aperfeiçoamento de pessoal especializado nas atividades integrante do seu objetivo, bem como, realizar o treinamento sistemático de seu pessoal técnico administrativo e de apoio; 15 VIII. Formular planos e programas anuais e plurianuais de trabalho; IX. Estabelecer política de atuação que contemple tanto a manutenção de cursos permanentes de treinamento em estabelecimentos próprios ou conveniados, como a realização de cursos de curta e média duração, de natureza transitória; X. Fazer observar os critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional para assegurar a indicação dos trabalhadores em cooperativas, que serão selecionados para participar dos programas de Formação Profissional, com base no princípio de igualdade sem distinção de gênero, raça, crença religiosa, convicção filosófica ou política; XI. Organizar e executar pesquisas sobre aspectos vinculados à mão-de-obra em cooperativa e o mercado de trabalho; XII. Promover pesquisas cientificas sobre métodos e tecnologia educacionais apropriadas à aprendizagem no meio cooperativista; XIII. Articular-se junto a órgãos e entidades nacionais e internacionais em assuntos relacionados com a formação de profissionais em cooperativas e atividades assemelhadas; XIV. Divulgar as ações do cooperativismo e sua importância socioeconômica; XV. Editar, reeditar, publicar, imprimir e distribuir, por qualquer meio – impresso, eletrônico, virtual ou outros que venham a surgir. 1.2 Responsabilidade Institucional Os alvos da atuação do SESCOOP são as cooperativas, seus associados e empregados, bem como os respectivos familiares. O trabalho da entidade organiza-se a partir de quatro áreas de atuação. São elas: Formação Profissional; Promoção Social; Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas e, Gestão do Sistema. As ações do Sescoop/RS para fortalecimento das cooperativas englobam capacitação, valorização e melhor aproveitamento dos empregados e seus associados. Desse modo, a entidade busca alçá-los a patamares mais elevados de inovação e excelência, favorecendo a competitividade dos produtos e serviços. 1.3 Missão e Visão A função e a razão de ser do SESCOOP estão contempladas em sua missão: "Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos associados, empregados e familiares”. O escopo de sua atuação busca o desenvolvimento sustentado do cooperativismo, de forma a produzir a melhoria dos resultados obtidos pelas cooperativas e o fortalecimento de seu papel econômico e social. A visão estratégica do SESCOOP/RS é ser reconhecido por sua excelência na formação profissional cooperativista e promoção da sustentabilidade das cooperativas, visando melhor qualidade de vida e bem estar de seus associados, empregados e familiares. 16 No cumprimento da sua missão o Sescoop/RS atua visando criar condições favoráveis ao desenvolvimento do cooperativismo e propiciar a superação dos desafios encontrados pelas entidades cooperativistas em seus ambientes de atuação. 1- Doutrina e Princípios: realiza ações no sentido de tornar a doutrina e princípios do cooperativismo conhecidos e praticados; 2- Legislação: atua em parceria com entidades, principalmente com a OCERGS e OCB, buscando tornar a legislação, sua interpretação e aplicação pelos órgãos julgadores e fiscalizadores, adequada aos preceitos cooperativistas; 3- Cultura da cooperação: realiza atividades visando sensibilizar a sociedade sobre a importância da cultura da cooperação, como forma de propiciar desenvolvimento econômico e social; 4- Cooperativas: propicia condições para a implantação de governança e gestão profissionalizadas das cooperativas, possibilitando atuação em ambientes competitivos, por intermédio da capacitação dos dirigentes, associados e empregados. Assim, trabalha no sentido da sustentabilidade dos empreendimentos cooperativos; 5- Resultados: realiza ações de monitoramento do desempenho das cooperativas, propondo as medidas adequadas à obtenção de resultados econômicos e sociais positivos. Cuida, em parceria com a OCERGS e OCB, da transparência e divulgação dos resultados do sistema cooperativista; 6- Imagem: atua, em parceria com a OCERGS e OCB, no sentido de divulgar, zelar e fortalecer a imagem do cooperativismo junto à sociedade. Quadro I – Sescoop e os Desafios do Cooperativismo SESCOOP E OS DESAFIOS DO COOPERATIVISMO DOUTRINA E PRINCIPIOS DISSEMINADA E PRATICADA RECONHECIDA E FAVORÁVEL IMAGEM LEGISLAÇÃO DIVULGAR FORTALECER ADEQUADA E BEM INTERPRETADA INFLUENCIAR SESCOOP SENSIBILIZAR MONITORAR CULTURA DA COOPERAÇÃO CAPACITAR RESULTADOS TRANSPARENTES E DIVULGADOS ASSIMILADA E PRATICADA COOPERATIVAS GOVERNANÇA E GESTAO PROFISSIONALIZADA EMPREGADOS S CAPACITADOS CAPACITADOS E COMPROMETIDOS ASSOCIADOS Fonte: Planejamento Estratégico Sescoop/RS 2011-2013 17 Destacam-se entre os principais desafios do cooperativismo encontrados pelo Sescoop/RS no Estado do Rio Grande do Sul: A profissionalização da gestão e a definição de critérios objetivos de formação para a gestão das cooperativas; A integração das cooperativas visando novos arranjos produtivos e obtenção de escala; A definição das atividades “foco estratégico” das cooperativas agropecuárias; A criação e a adoção de mecanismos de contratualização e/ou fidelização das relações estabelecidas com seus associados; O fortalecimento da identidade cooperativa; A organização do quadro social; A elevação do nível de educação cooperativista dos associados; O desenvolvimento de banco de dados que possibilite o acompanhamento da autogestão das cooperativas; A formação e qualificação de recursos humanos para suprir as necessidades das cooperativas; O incentivo às práticas de auditoria interna e externa nas cooperativas; A adoção de plano de contas contábil “uniforme” para as cooperativas, em especial do ramo agropecuário. 1.3 Fonte de Recursos A principal fonte de recursos do SESCOOP é a contribuição social em percentual de 2,5%, incidente sobre as folhas de pagamento das cooperativas. A distribuição orçamentária da contribuição social está prevista em Regimento Interno e obedece a seguinte diretriz: 10% (dez por cento) são destinados ao custeio e à aplicação na Unidade Nacional do SESCOOP; 2% (dois por cento) do orçamento é enviado à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a título de taxa de administração pela utilização de sua estrutura institucional, de representação, de informação e de logística disponível no Sistema OCB/OCEs; 20% (vinte por cento) irão compor o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo (FUNDECOOP), administrado pela Unidade Nacional, conforme resolução do Conselho Nacional do SESCOOP; 68% (sessenta e oito por cento) são aplicados diretamente pelas unidades estaduais ou regionais, nas atividades relativas aos objetivos fins, despesas de caráter geral e investimentos necessários para atingir seus objetivos, conforme normas definidas pelo Conselho Nacional do SESCOOP. 18 Quadro II - Distribuição da contribuição social arrecadada Exercícios Contribuição Social 2009 Arrecadação 23.749.619,66 27.393.352,86 (696.079,76) (831.236,69) (958.767,35) 19.191.914,04 22.918.382,97 26.434.585,51 383.838,28 458.367,66 528.691,71 1.919.191,40 2.291.838,30 2.643.458,55 3.838.382,80 4.583.676,59 5.286.917,10 13.050.501,53 15.584.500,42 17.975.518,15 2% Taxa de Administração - OCB 10% Receita da Unidade Nacional 20% Receita do FUNDECOOP 68% Receita Líquida do SESCOOP/RS 2011 19.887.993,80 Taxa de Arrecadação INSS (3,5%) Valor Repassado ao SESCOOP NACIONAL 2010 Fonte: Sistema Zeus Quadro III – Evolução das receitas Receita Contribuições Financeiras Serviços Outras Receitas Receitas de Transferências Total 2009 2010 2010/2009 2011 2011/2010 13.050.501,53 15.584.500,42 19,42% 17.975.518,15 15,34% 2.058.244,88 2.295.017,17 11,50% 3.466.564,92 51,05% - - 0,00% 3.387,14 100,00% 46.058,40 142.680,49 209,78% 372.408,29 161,01% - - 0,00% 20.000,00 100,00% 15.154.804,81 18.022.198,08 21.837.878,50 21,17% 18,92% Fonte: Sistema Zeus O cooperativismo gaúcho manteve seu processo de desenvolvimento em 2011. Observa-se um crescimento importante na receita de contribuições, motivado pelo incremento no volume das operações realizadas pelas cooperativas e, consequente melhora do padrão salarial de seus empregados. A adesão de mais gaúchos ao movimento (em especial dos ramos, crédito, saúde e infraestrutura) também contribuiu para a consolidação desta receita. O resultado financeiro decorre da aplicação dos recursos disponíveis no fluxo de caixa. Os valores são aplicados no Banco do Brasil e a remuneração dos títulos está atrelada ao CDI. 19 CAPÍTULO 2 - GOVERNANÇA CORPORATIVA A estrutura de gestão do Sescoop/RS obedece às melhores práticas de governança corporativa, respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração: a) Transparência – não só em relação aos dados contábeis, mas a todos os assuntos que possam gerar conflitos de interesses internos ou externos; b) Equidade - igualdade de tratamento a todos os grupos, sejam eles conselheiros, governo, associados, empregados etc.; c) Prestação de contas – os gestores prestam contas à sociedade, ao sistema cooperativista e ao governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato; d) Responsabilidade – conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio, o desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente. A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura: um Conselho Administrativo, um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva, composta por um presidente e um superintendente. A Presidência do Sescoop/RS é cargo privativo exercido pelo presidente da OCERGS - Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul. A seguir, a função de cada um desses órgãos: CONSELHO ADMINISTRATIVO É o órgão máximo de deliberação na administração estadual, cabendo-lhe difundir e implementar as políticas, diretrizes, programas, projetos e normativos, com estrita observância das deliberações e decisões do Conselho Nacional. Composto por cinco membros titulares e três suplentes, sendo o Presidente da OCERGS seu Presidente nato; um representante indicado pelo Presidente do Conselho Nacional; um representante titular e um suplente, representando os trabalhadores em cooperativas; dois representantes titulares e dois suplentes representando as cooperativas. O representante do Conselho Nacional será indicado por seu presidente, e os três representantes das cooperativas inclusive suplentes, serão indicados pelo Presidente do Sescoop/RS. Todos os conselheiros tem mandato de quatro anos, permitida a recondução para igual período. CONSELHO FISCAL Órgão fiscalizador dos atos da gestão administrativa. Acompanha a execução financeira e orçamentária, cabendo-lhe, dentre outras atribuições, analisar as demonstrações financeiras, fornecer opinião sobre o plano de orçamento e emitir parecer sobre as contas. Composto por três membros titulares e igual número de suplentes, indicados pelo Presidente do Conselho Administrativo, para um mandato de quatro anos, sendo vedada a recondução para o período subsequente. DIRETORIA EXECUTIVA A Diretoria Executiva é o órgão gestor da Administração do SESCOOP/RS, consoante às diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Estadual. É composta pelo Presidente do Conselho Administrativo e pelo Superintendente. O Superintendente é designado pelo Presidente e referendado pelo Conselho Administrativo do SESCOOP/RS. 20 2.1 Objetivos Estratégicos O Planejamento Estratégico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi aprovado pelo Conselho Nacional em setembro de 2011 e apresenta como desafio impulsionar a atuação do Sescoop em prol do desenvolvimento das cooperativas brasileiras, dando maior visibilidade aos resultados gerados em favor do público-alvo. Por ser um plano corporativo, as macroestratégias nele definidas representam um esforço conjunto entre as unidades estaduais e a unidade nacional para a concretização de resultados. Objetivos Estratégicos Finalísticos Considerando o trabalho realizado em 2011, visando à ampliação da interação entre os níveis estratégicos, o nivelamento de visões e percepções e o alinhamento entre as Unidades do Sistema objetivando assegurar a compatibilização e coerência entre as linhas de ações, o SESCOOP/RS direciona seus esforços e mantem o foco, priorizando o atendimento dos objetivos definidos no seu Plano Estratégico, conforme a seguir destacados: Objetivo Estratégico 1 – Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo no Rio Grande do Sul. O desenvolvimento sustentável do cooperativismo somente será possível se apoiado em sólidos pilares, representados aqui pela doutrina, pelos princípios e valores do cooperativismo. É preciso garantir que todos os cooperativistas os conheçam e os pratiquem, desde o momento da criação da cooperativa. Não basta, porém, uma ação no âmbito do sistema cooperativista. O adequado suporte ao cooperativismo requer maior aproximação com a sociedade. Muitas vezes, a população não sabe distinguir o cooperativismo dos demais tipos societários, o que acaba retirando vantagens e igualando as cooperativas às demais formas de produção, notadamente às empresas. Desse modo, faz-se importante a difusão da doutrina, dos princípios e dos valores do cooperativismo no Rio Grande do Sul como elementos integradores de uma organização social competitiva, mas que produz frutos sociais aos seus associados e demais atores relacionados. Objetivo Estratégico 2 – Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada às suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade. Em um ambiente de cada vez maior competitividade, a eficiência da gestão é instrumento central para a sustentabilidade das organizações. A formação em gestão cooperativista se volta para a preparação em governança e em gestão profissional das cooperativas e para a formação de lideranças cooperativistas. Difere das abordagens empresariais à medida que se alinha à doutrina, aos princípios e valores do cooperativismo. Nessa área, o desafio do Sescoop é ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista e garantir o alinhamento das ofertas às suas reais necessidades. Objetivo Estratégico 3 – Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional. Além da formação em gestão cooperativista, as cooperativas necessitam de associados e empregados em outras áreas administrativas e em suas áreas de atuação específicas. Tendo em vista a grande diversidade de ramos de negócio no sistema cooperativista, dispersos no Rio Grande do Sul, não é possível nem adequado que o Sescoop/RS desenvolva programas de formação profissional para todas as necessidades de todas as cooperativas. O Sescoop/RS focará seus esforços na identificação das diversas demandas, formação de parcerias e viabilização de soluções de formação profissional para as cooperativas. 21 Objetivo Estratégico 4 – Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas. Um dos princípios do cooperativismo é a gestão democrática. As cooperativas são organizações democráticas, controladas por seus membros, que participam ativamente na formulação de suas políticas e nas tomadas de decisão. Como a cooperativa é uma entidade que agrega no mínimo 20 associados, tendo cada um o mesmo poder de voto nas decisões estratégicas, uma boa governança é fundamental para sua sustentabilidade e seu crescimento. Além disso, organizações com modelos mais complexos de governança tendem a refletir essa complexidade também em sua gestão. O Sescoop/RS contribui para a governança e a gestão das cooperativas, por meio da disseminação de conhecimento sobre o tema, da identificação, disseminação e incentivo à adoção de boas práticas, tudo atrelado à doutrina, aos princípios e aos valores do cooperativismo. Objetivo Estratégico 5 – Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas. O cooperativismo constitui-se em uma excelente opção para empreender negócios, gerar e distribuir riqueza e apoiar o desenvolvimento da sociedade. Contudo, para que ele consiga alcançar esses resultados é fundamental que as cooperativas sejam sustentáveis, bem gerenciadas e competitivas. As cooperativas precisam desenvolver sua governança e suas competências técnicas, além de incorporar métodos, instrumentos e boas práticas de gestão. Devem se pautar em metas de desempenho e resultados. Como forma de aumentar as chances de sucesso, é importante que as cooperativas contem com mecanismos de monitoramento externo que as auxiliem na identificação de pontos de melhoria, oportunidades e boas práticas em gestão e governança. Sendo assim, o Sescoop/RS deve desenvolver um modelo de monitoramento que analise as cooperativas e forneça informações sobre boas práticas e padrões de qualidade em gestão e governança, contribuindo de maneira pró-ativa para a minimização de riscos, a profissionalização da gestão e a sustentabilidade das cooperativas. Objetivo Estratégico 6 – Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho. Para reduzir os riscos de acidentes, as cooperativas precisam concentrar esforços na promoção de ações e medidas de segurança no trabalho cooperativista, seja ele realizado dentro ou fora das cooperativas e por associados ou empregados das cooperativas. Mais do que apenas cumprir a legislação, cooperativas que adotam práticas de segurança no trabalho reduzem gastos com acidentes e assistência à saúde, melhoram a relação com empregados e fortalecem a imagem perante o público. A atuação do Sescoop/RS nesse âmbito se propõe a desenvolver programas e competências para a disseminação de informações e conceitos de segurança no trabalho e para apoio e incentivos à prevenção de acidentes e à melhoria das condições de trabalho. Objetivo Estratégico 7 – Promover um estilo de vida saudável entre associados, empregados e familiares. A promoção social tem por finalidade desenvolver ações que favoreçam um estilo de vida saudável e possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados de cooperativas, associados e seus familiares. A atuação do Sescoop/RS se dará por meio da articulação de parcerias para campanhas e do desenvolvimento de programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos associados, empregados e familiares. 22 Objetivo Estratégico 8 – Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras. Com a preocupação cada vez maior da sociedade com o impacto das organizações nas questões sociais e do meio ambiente, é fundamental que o cooperativismo desempenhe ações para mitigar seus efeitos negativos, promovendo a responsabilidade socioambiental das cooperativas. Por isso, o Sescoop/RS atuará com foco não só na melhoria do desempenho interno das cooperativas, mas também na adoção por estas de conceitos e boas práticas de responsabilidade socioambiental. Essa atuação é convergente com o princípio cooperativista do interesse pela comunidade, que orienta o trabalho das cooperativas também para o desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por meio de políticas aprovadas pelos membros. Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio Objetivo Estratégico 9 – Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do Sescoop/RS. O Sescoop/RS possui um quadro de empregados qualificados. No entanto, para que os objetivos finalísticos estabelecidos sejam alcançados, o Sescoop/RS precisa desenvolver competências aderentes aos novos desafios propostos. A ampliação das competências deverá ser viabilizada também pela ampliação quantitativa das redes de colaboradores, internos e externos, visando ao aumento da capacidade de realização orientada para resultados para o público-alvo. Deve ainda aprimorar seu sistema de gestão de pessoas, com o aperfeiçoamento dos processos de seleção, desenvolvimento e avaliação do corpo funcional, além de promover a integração de seus funcionários, visando valorizar e elevar o desempenho profissional de seus quadros. Objetivo Estratégico 13 – Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados. Implementar ações de marketing institucional, assegurando a qualidade e transparência das ações e na comunicação dos resultados do sistema cooperativista. Quadro IV – Proposta de valor do Sescoop/RS VALORES COOPERATIVAS Gestão profissionalizada Envolvimento maior dos cooperados com suas cooperativas Sensibilização para a responsabilidade socioambiental Ambiente propício à cooperação Padrões de qualidade em gestão e governança cooperativistas Educação cooperativista e em gestão cooperativa Desenvolvimento de lideranças cooperativistas Transparência da gestão COOPERATIVAS Formação profissional de qualidade Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedorismo Transparência da gestão Melhoria da segurança no trabalho e de qualidade de vida Melhoria da qualidade de vida FAMÍLIAS Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedorismo Melhoria da qualidade de vida Proposta de Valor EMPREGADOS DAS ASSOCIADOS Fonte: Planejamento Estratégico Sescoop/RS 2011-2013 23 2.2 Estrutura Organizacional O SESCOOP/RS, além dos órgãos colegiados, contempla três áreas em sua estrutura organizacional: Administrativa e Operacional, Técnica e de Ensino. Quadro V - Estrutura do Organograma do Sescoop/RS Conselho Administrativo Conselho Fiscal Presidência Assessoria Jurídica Auditoria Interna Superintendência Área Técnica Área Administrativa e Operacional Coordenação Administrativa Coordenação Operacional Gerência de Formação Profissional Gerência de Promoção Social Área de Ensino Gerência de Monitoramento Direção ESCOOP Fonte: Departamento Administrativo Área Administrativa e Operacional – Subdividida em duas coordenações, “administrativa e operacional” que objetivam prestar apoio às demais áreas na execução dos objetivos estratégicos propostos. Área Técnica – Subdividida em três gerências, “Formação Profissional, Promoção Social e de Monitoramento”, que atuam na execução das atividades finalísticas do SESCOOP/RS. Formação Profissional – Responsável por organizar, administrar, executar o ensino de formação profissional dos trabalhadores em cooperativas e dos associados, bem como assistir às sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e na execução de programas de treinamento e na realização de aprendizagem metódica e contínua. Promoção Social – Responsável por organizar, administrar, executar as ações de promoção social, bem como assistir às sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e na execução de programas educativos e participativos que visam trazer benefícios para a qualidade de vida e melhorias sociais aos empregados de cooperativas, associados e seus familiares. Monitoramento – Responsável pelo planejamento, execução, avaliação de programas, estudos, pesquisas, projetos e ações relacionadas ao desenvolvimento das cooperativas. Visa o desenvolvimento da qualidade de gestão, primando pela preservação da doutrina cooperativista, legalidade, credibilidade, transparência diante do quadro social e a garantia da sua qualidade, cumprindo seus objetivos econômicos e sociais. Área de Ensino - Responsável por organizar, administrar, executar as ações de ensino acadêmico através da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – ESCOOP. Assessoria Jurídica – Oferece respaldo legal à atuação institucional em assuntos relacionados com a elaboração de instrumentos jurídicos, pareceres, normativos e acompanhamento dos processos em que a Instituição é parte, além de oferecer apoio a representação política institucional. Auditoria Interna - Reporta-se à Diretoria Executiva, atende às demandas e serve de apoio aos Conselhos e demais áreas da Entidade. O foco é o trabalho preventivo, mediante a validação dos controles internos aplicados nas operações resultantes da gestão patrimonial, contábil, financeira, orçamentária e de recursos humanos. O objetivo é garantir a veracidade dos registros e a confiabilidade dos comprovantes que os suportam, a fim de garantir credibilidade e transparência às demonstrações financeiras. 24 CAPÍTULO 3 - COOPERANDO COM O FUTURO O cooperativismo é uma importante força impulsionadora de desenvolvimento do país, estando presente em 1.407 municípios brasileiros – mais de 25% do total do País. Uma das principais demandas do setor é a capacitação de seus profissionais, que buscam ganhar espaço no mercado nacional e internacional. Atento às necessidades dos associados, o Sescoop investe na formação de líderes, gestores e associados, visando sempre o fortalecimento, a qualificação e a sustentabilidade do setor. Em 2011 o cooperativismo do Rio Grande do Sul manteve seu processo de crescimento, mais gaúchos aderiram ao sistema que fechou o ano com 75.382 novos associados – crescimento 3,92% em relação ao ano anterior. Embora o número de empregos tenha ficado estável, o faturamento das cooperativas registrou um crescimento expressivo, passando de 18 bilhões em 2009 para 21 bilhões em 2010 e, estimado em 27 bilhões para 2011(dados em fase de consolidação). O número de cooperativas registradas encerrou com 550 das 728 que constavam em 2010. A redução foi motivada principalmente pelo fato de que são considerados somente os registros de cooperativas com cadastro ativo (documentação regular junto ao Sistema). Outras 534 cooperativas registradas encontram-se em situação de cadastro inativo. Também justificam a diminuição os processos de incorporação e a inativação cadastral de cooperativas que não estão mais atuando no mercado. Os indicadores citados mostram a dinâmica do cooperativismo e sua visão de buscar alternativas e oportunidades. O sistema cooperativista é pujante, busca o aumento de escala, de produtividade, a eficiência econômica e a inserção no mercado com o objetivo de ganhar mais competitividade, além de promover a inclusão social. O Sescoop/RS se posiciona em conformidade com esse crescimento. A entidade mantém seu foco investindo na formação profissional, capacitação, educação e monitoramento, bem como, levando cultura aos associados, empregados e dirigentes das cooperativas gaúchas, certo de que este trabalho é fundamental para o futuro do cooperativismo. Números do Cooperativismo Gaúcho O cooperativismo do Rio Grande do Sul reúne 550 cooperativas com cadastro ativo (documentação regular) vinculadas ao Sistema Ocergs-Sescoop/RS. São cerca de 2 milhões de associados, 50 mil empregos diretos gerados em 2011 e um faturamento anual de R$ 21 bilhões (apurado com base nos cadastros ativos em 2010). Estima-se um faturamento de 27 bilhões para o Exercício 2011 (trabalho de consolidação dos dados em fase final pela área de Monitoramento). Em relação ao cooperativismo nacional, o Rio Grande do Sul possui 8% de participação no número de cooperativas com cadastro ativo, 20% em número de associados e 16% em número de empregados. 25 Quadro VI - Participação das cooperativas do Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. RAMOS Nº DE COOPERATIVAS RS VARIAÇÃO BRASIL 2011 -2% 170 11% Part./RS 2011 1.523 2010 1.548 120 123 -2% 14 12% 1.047 1.064 -2% 102 10% 294 302 -3% 21 7% 9 12 -25% 3 33% Habitacional 226 242 -7% 39 17% Infraestrutura 128 141 -9% 22 17% Mineral 69 63 10% 3 4% Produção 243 235 3% 10 4% Saúde 846 852 -1% 62 7% Agropecuário Consumo Crédito Educacional Especial Trabalho Transporte Turismo e Lazer TOTAL Fonte: OCB - 31/12/2011 966 1.024 -6% 64 7% 1.088 1.015 7% 36 3% 27 31 -13% 4 15% 6.586 6.652 -1% 550 8% Gráfico I - Cooperativas no Estado do Rio Grande do Sul por ramo de atividade. Habitacional 39 Transporte 36 Infraestrutura 22 Saúde 62 Trabalho 64 Educacional 21 Consumo 14 Produção 10 Turismo e Lazer 4 Especial/Social 3 550 Cooperativas Crédito 102 Mineral 3 Agropecuário 170 Fonte: OCERGS – 31/12/2011 26 Quadro VII - Associados em Cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. RAMOS Agropecuário Consumo Nº DE ASSOCIADOS 2011 2010 VARIAÇÃO BRASIL 969.541 943.054 2.710.423 2.297.218 RS Part./RS 3% 2011 290.585 30% 18% 49.208 2% 26% 4.673.174 4.019.528 16% 1.206.442 51.534 57.547 -10% 2.252 4% 393 397 -1% 257 65% Habitacional 99.474 101.071 -2% 19.122 19% Infraestrutura 829.331 778.813 6% 391.626 47% 183% 278 0% 0% 793 7% 10% 21.709 8% 6% Crédito Educacional Especial Mineral Produção Saúde 58.891 11.500 271.004 20.792 11.454 246.265 Trabalho 188.644 217.127 -13% 10.479 Transporte 143.458 321.893 -55% 6.928 5% 1.368 9.016.527 7% 11% 87 1.999.766 6% 20% Turismo e Lazer 1.468 TOTAL 10.008.835 Fonte: OCB - 31/12/2011 Gráfico II - Associados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade. Trabalho 10.479 Saúde 21.709 Habitacional 19.122 Transporte 6.928 Infraestrutura 391.626 Educacional 2.252 Consumo 49.208 Produção 793 Especial/Social 257 Turismo e Lazer 87 Mineral Crédito 1.206.442 1.999.766 Associados 278 Agropecuário 290.585 Fonte: OCERGS – 31/12/2011 27 Quadro VIII - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul no cenário brasileiro. Nº DE EMPREGADOS RS 2011 2010 VARIAÇÃO BRASIL Agropecuário 155.896 146.011 7% 27.330 18% Consumo 10.968 9.892 11% 114 1% Crédito 33.988 29.130 17% 7.461 22% Educacional 3.694 3.349 10% 27 1% 12 14 -14% 5 42% Habitacional 1.829 1.676 9% 132 7% Infraestrutura 6.334 5.775 10% 3.137 50% 161 144 12% 0 0% Produção 3.605 3.669 -2% 2.952 82% Saúde 67.156 56.776 18% 7.383 11% Trabalho 2.738 3.879 -29% 55 2% Transporte 9.712 10.787 -10% 145 1% 193 32 503% 14 7% 271.134 9,30% 48.755 16% RAMOS Especial Mineral Turismo e Lazer TOTAL 296.286 Fonte: OCB - 31/12/2011 2011 Part./RS Gráfico III - Empregados em cooperativas no Rio Grande do Sul por ramo de atividade. Trabalho 55 Saúde 7.383 Crédito 7.461 48.755 Empregados Agropecuário 27.330 Habitacional 132 Transporte 145 Infraestrutura 3.137 Educacional 27 Consumo 114 Produção 2.952 Turismo e Lazer 14 Especial/Social 5 Fonte: OCERGS – 31/12/2011 28 EXPRESSÃO DO COOPERATIVISMO DO RIO GRANDE DO SUL As Cooperativas Gaúchas contribuem com diversos setores do Estado e movimentaram a economia com 10,40% do PIB/RS (2010). A expressão pode ser avaliada da seguinte forma: Cooperativas Agropecuárias detêm 71,3% do PIB AGROPECUÁRIO do Rio Grande do Sul. (Pesquisa FACCAT – 2011); EXPODIRETO-COTRIJAL – Idealizada e realizada anualmente pela Cooperativa Agropecuária e Industrial – COTRIJAL, a Feira Internacional que ocorre em Não-MeToque/RS, movimenta a economia do Rio Grande em mais de 1 bilhão de reais; As Cooperativas Agropecuárias participam com 36% (em média) da PRODUÇÃO DE GRÃOS; As Cooperativas de Infraestrutura ocupam a 4ª posição no ranking de distribuição de energia no Estado. Possuem um parque próprio gerador de energia, composto por 21 PCH’S (Pequenas Centrais Hidrelétricas) e outras 5 em parcerias, gerando energia que atende 25% de suas necessidades. A energia gerada é de forma limpa, sustentável e renovável, com reduzido impacto ambiental. Investiram cerca de R$ 100 milhões em novas e em reforço de estruturas, para fazer frente ao aumento no consumo nas áreas atendidas. Apresentaram em 2011 um incremento no consumo de energia elétrica de 7,31%, enquanto o indicador nas concessionárias gaúchas foi de 4,30% e nacional de 3,60%; O ramo Saúde através do Sistema Unimed/RS construiu sete hospitais nos últimos anos, nas cidades de Montenegro, Caxias do Sul, Ijuí, Novo Hamburgo, Guaíba, Santa Maria e Santo Ângelo, com investimentos na ordem de R$ 115 milhões. Possui 1.695.612 usuários, ocupa a 48ª posição no ranking das 100 Maiores Empresas do Rio Grande do Sul e 31ª posição entre as maiores Receitas Brutas (Revista Amanhã nº 277 de Setembro/2011); O cooperativismo de crédito, representado pelo Sicredi – Consolidado, ocupa a 6ª colocação no ranking das 100 Maiores Empresas do Rio Grande do Sul. O Grupo ocupa, ainda, a 9ª posição entre as 50 maiores Receitas Brutas, a 4ª posição entre os Maiores Patrimônios Líquidos e a 3ª posição no volume de Capital de Giro (Revista Amanhã nº 277 de Setembro/2011); Em 2011, as cooperativas brasileiras registraram um crescimento recorde nas exportações, fechando o ano com US$ 6.176 bilhões. O cooperativismo do Rio Grande do Sul aparece na 4ª posição nas exportações do cooperativismo no País. 29 Gráfico IV - Evolução das exportações das Cooperativas nos Estados Brasileiros. 2.500 2.000 1.500 1.000 500 0 SP PR MG RS SC MT MS Demais Estados 2008 951 1.442 411 407 317 138 111 233 2009 996 1.490 357 251 174 176 49 135 2010 1.564 1.639 453 217 211 178 66 89 2011 2.079 1.930 885 364 313 235 200 170 Elaboração: SESCOOP/RS Fonte: MDIC (2011) * em milhões de US$ 3.1 Atuação junto ao Público Jovem a) Programa Jovem Aprendiz O Sescoop/RS realiza o Programa Jovem Aprendiz nas cooperativas, preparando jovens de 14 a 24 anos para o mercado de trabalho. Executado pelas cooperativas Educacionais Coeducars, Cooperconcórdia, Coopater, Coopeeb e Cootrael o Programa é desenvolvido em cumprimento à Lei Federal 10.097/2000, onde é determinado que as empresas devem ter em seu quadro de empregados, no mínimo 5% e no máximo 15% de jovens aprendizes, cujas funções exijam formação profissional. Os cursos oferecidos são de Assistente Administrativo para Cooperativas, Processamento de Carnes, Processamento de Leite e Derivados e, Assistente para Manufatura de Calçados. Em 2011 foram 1306 jovens, cotizados em 90 cooperativas estabelecidas em 35 municípios do Estado. O orçamento previsto pelo Sescoop/RS para este programa em 2012 é de R$ 4.410.766,00, para o atendimento de 1.425 alunos, de acordo com a demanda programada. Gráfico V – Alunos cotizados no Programa Jovem Aprendiz no Estado do Rio Grande do Sul. 1800 1.425 1600 1400 1.306 1200 870 1000 709 800 600 400 442 178 200 0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: SESCOOP/RS – 2012: Previsão do número de alunos 30 b) Combate ao Trabalho Infantil O Sescoop/RS trabalha no combate ao trabalho infantil de forma indireta: Quando desenvolve no Estado um programa forte de Jovem Aprendiz cotizando todos os alunos. Os jovens, de 14 a 24 anos, têm uma prática pedagógica em sala de aula, de 500 horas, além da prática na cooperativa, de mais 500 horas, de forma assistida, conforme determinam as regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) em respeito à proteção do menor no trabalho. Esses jovens, enquanto Aprendizes ficam contratados pelas cooperativas, recebendo remuneração calculada de acordo com o salário mínimo regional. Muitas cooperativas do Rio Grande do Sul contratam os Jovens Aprendizes após o término do Programa. Ou seja, além de garantir a entrada no mercado de trabalho, a iniciativa ainda pode definir o futuro profissional dos jovens. Com a estruturação das cooperativas de Trabalho. O Sescoop/RS não permite que menores de 18 anos sejam sócios de cooperativas de Trabalho. O Sistema Ocergs-Sescoop/RS recusa o registro de cooperativas de Trabalho que tenham menores em seu quadro social, ainda que pudessem aceitar associados a partir de 16 anos, conforme determina a Lei Cooperativista. Entretanto, a entidade gaúcha não permite menores de 18 anos em cooperativas de Trabalho. Esta medida garante que os 10.479 associados nas 64 cooperativas de Trabalho não tenham menos de 18 anos. 3.2 Atuação voltada para o Social Festival de Música “O Rio Grande Canta o Cooperativismo” Para divulgar o cooperativismo e valorizar a cultura do Rio Grande do Sul, o Sescoop/RS realiza, desde 2007, o festival de música “O Rio Grande Canta o Cooperativismo”. Propõe através da música, uma nova didática para a promoção dos princípios e valores do cooperativismo. O Rio Grande Canta o Cooperativismo atrai toda a família, incluindo jovens e mulheres. No Estado, onde a música tradicional é extremamente valorizada, o Festival ganha mais destaque a cada edição. Nas cinco edições realizadas, obras de grande qualidade literária circularam nas vozes e instrumentos de centenas de artistas. Gratuito e aberto ao público, o Festival reúne milhares de pessoas a cada etapa, que ocorre sempre em uma cidade diferente. Já foram contemplados 26 municípios: Caibaté, Ibirubá, Antônio Prado, Rolante, Santa Rosa, Anta Gorda, Gramado, Marau, São Luiz Gonzaga, Nova Palma, Porto Alegre, Imbé, Taquari, Soledade, Lagoa Vermelha, Uruguaiana, São Miguel das Missões, Lajeado, Nova Petrópolis, Farroupilha, Santo Ângelo, Pelotas, Pinhal, Bento Gonçalves, São José do Ouro e Tapera. Ao longo de suas cinco edições, registrou a participação de mais de 45 mil pessoas, além de 1.300 artistas ligados ao canto, verso, poesia e letras, que através da boa musica contribuíram para o ensino e a promoção dos princípios e valores do cooperativismo e pela integração das comunidades. Para participar, é preciso que um dos autores seja associado de uma cooperativa. A letra deve ter como temática o cooperativismo. As etapas do Rio Grande Canta o Cooperativismo possuem, além da apresentação das canções concorrentes, um show de encerramento com grupos consagrados no cenário musical gaúcho. Ao final de cada edição são gravados o CD e o DVD do evento. Ao todo já são cinco CDs e cinco DVDs gravados, que reúnem 64 obras inéditas. O Festival está aberto a todas as manifestações musicais que tenham algum vínculo com o Rio Grande do Sul. A edição de 2012 do Festival está sendo planejada. 31 3.3 Responsabilidade Ambiental A equipe do Sescoop/RS enxerga a responsabilidade socioambiental como uma oportunidade de ultrapassar os objetivos da Instituição, participando efetivamente da transformação da sociedade. Afinal, a cultura solidária que sustenta o cooperativismo não se limita a aspectos técnicos de gestão. Ela afeta positivamente a vida das pessoas em seus relacionamentos sociais e as leva a adotar uma postura mais positiva em relação ao outro e ao meio ambiente. Com base nessa visão, a Entidade tem investido em projetos pedagógicos para levar a cultura da cooperação às escolas de ensino fundamental e médio da rede pública. O objetivo é colaborar com a formação de uma nova geração mais empreendedora e comprometida com o pensamento cooperativista. Responsabilidade Socioambiental O Sescoop/RS realiza cursos de capacitação gratuitos aos empregados e associados das cooperativas. Entre estas capacitações, destacam-se aquelas voltadas à responsabilidade socioambiental. Em 2011, foram realizados os cursos de “ Educação Ambiental e Responsabilidade Social”, “Agricultura Familiar e Sustentabilidade Ambiental”, “Responsabilidade Ambiental”, “Separação e Reciclagem dos Resíduos Sólidos”, “Recuperação e Proteção de Nascentes e Cabeceiras de Mananciais da Água na Propriedade das Cooperativas”. O Sescoop/RS recebeu inúmeras sugestões de produtores rurais que participaram dos cursos gratuitos voltados ao meio ambiente. Verificou-se a necessidade de que o Sescoop/RS acompanhe as alterações propostas no Código Florestal Brasileiro, para que os 290.585 agricultores vinculados às cooperativas Agropecuárias gaúchas possam continuar produzindo riquezas para o Brasil, dentro dos princípios de responsabilidade ambiental e sustentabilidade. Internamente, o SESCOOP/RS também trabalha para reduzir o impacto de suas atividades no meio ambiente, por meio de ações educativas em relação a economia no uso dos recursos naturais (energia elétrica e água), além dos elementos observados no Anexo X – Gestão ambiental e licitações sustentáveis. 3.4 Formação Profissional em Nível Acadêmico Faz parte da missão do Sescoop/RS, promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional de seus empregados e associados. Para alcançar esta meta, a entidade trabalhou para o credenciamento da primeira faculdade voltada ao ensino do cooperativismo do Sistema “S” brasileiro. A Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo - ESCOOP recebeu parecer positivo e unânime do Conselho Nacional de Educação (CNE). O credenciamento foi finalizado em 20 julho de 2011 com a publicação da Portaria 994 no DOU autorizando seu funcionamento. Antes do credenciamento, a Faculdade já havia recebido duas avaliações do Ministério da Educação: sua estrutura obteve conceito 4 e o Curso Tecnólogo em Gestão de Cooperativas conceito 5, o máximo creditado. A ESCOOP é uma iniciativa surgida de uma lacuna na capacitação das lideranças de cooperativas gaúchas. A primeira experiência, que culminou na proposta de criação da Faculdade, ocorreu entre os anos de 2007 e 2010, no Curso Superior em Gestão de Cooperativas, o Gescoop, realizado em parceria com a Univates (Universidade do Vale do Taquari). A graduação formou sua primeira turma em maio de 2010. 32 O curso terá duração média entre 2 anos e meio a 3 anos. A graduação foi autorizada pelo Ministério da Educação através da Portaria 290 publicada no DOU em 25 de julho de 2011. A carga horária total é de 1.620 horas ou 108 créditos acadêmicos. As disciplinas serão ofertadas (inicialmente) de segunda a sexta-feira, no período da noite, na sede da Faculdade. A sede da ESCOOP está localizada no Centro de Formação Profissional Cooperativista do Sescoop/RS, em Porto Alegre. Trata-se de uma estrutura com salas de aula, biblioteca, auditório, laboratório de informática, espaço de convivência e amplo estacionamento interno e externo. O local está inteiramente disponível e vem sendo utilizado pelas cooperativas para capacitações e cursos de pós-graduação realizados pelo Sescoop/RS em parceria com universidades desde 2009, quando foi inaugurado. Em 2011 foi registrada uma movimentação próxima de 9 mil pessoas nos eventos realizados. Destaca-se, também, que desde 2006 o Sescoop/RS faz parcerias com instituições de ensino superior para propiciar o ensino em nível de terceiro grau para empregados e associados das cooperativas, através da concessão de bolsas de estudo em cursos de extensão, graduação, pósgraduação e latu sensu e stricto sensu em cooperativismo. Em 2011, 9 instituições de ensino superior mantiveram parceria com o Sescoop/RS, totalizando 14 cursos de pós-graduação e 247 alunos contemplados. 33 CAPÍTULO 4 - GESTÃO DE PESSOAS Um ambiente de trabalho saudável, atrativo e motivador impulsiona a produtividade organizacional e aumenta o nível de satisfação de seus empregados. Por esta razão o Sescoop/RS investe constantemente na valorização, nas condições de trabalho e na melhoria da qualidade de vida do seu quadro de pessoal. O Sescoop/RS dedica ao público interno, atenção e cuidados semelhantes aos destinados a empregados e associados das cooperativas. Uma das prioridades é realizar constantemente a capacitação, o aperfeiçoamento e o desenvolvimento de seus empregados. Paralelamente, procurase criar um clima organizacional positivo, que estimula a confraternização, a cooperação, o trabalho em equipe e o envolvimento das equipes em ações sociais. Com pouco mais de dez anos de atuação, o Sescoop/RS vê-se diante de desafios comuns a organizações que se relacionam com um cenário dinâmico, exigindo contínuo aprimoramento de suas rotinas e dos processos de trabalho. Por isso, a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhor atender aos seus objetivos organizacionais. Nesse sentido, no ano de 2011, o SESCOOP/RS reformula o Plano de Cargos e Salários, o qual passa a denominar-se de Plano de Cargos, Carreiras e Salários – PCCS. Traz como suporte para a nova estrutura o conceito de cargo amplo, no qual as funções passam a ser transitórias, diversificadas e direcionadas para o cumprimento eficaz da missão institucional. Os cargos deixam de ser um conjunto de atribuições permanentes e adquirem a configuração de um espaço organizacional, sendo as atribuições funcionais associadas à própria estratégia do negócio. Isto possibilita que os ocupantes dos cargos possam exercer todo o potencial de suas competências para a consecução dos objetivos organizacionais e confere maior flexibilidade na mobilidade dos funcionários e melhor aproveitamento das competências com base na multifuncionalidade, gerando satisfação pessoal e progresso funcional. Nesta configuração o crescimento nas carreiras decorre diretamente das competências que os empregados são capazes de mobilizar frente a um contexto organizacional que age estrategicamente para o alcance de seus objetivos. 4.1 Perfil do Corpo Funcional Ao final de 2011, o quadro de pessoal somava 42 empregados efetivos, sendo que entre estes, 88% (37 empregados) ingressaram na Instituição nos últimos quatro anos, indicando um quadro renovado e em ampliação. Como Instituição socialmente responsável, ressalta-se que o Sescoop/RS prima pela igualdade de tratamento, sendo vedado qualquer tipo de preconceito. Destaca-se que na formação do quadro atual, 19 profissionais são do sexo feminino e 23 do sexo masculino. Quanto à faixa etária, a maior concentração dos profissionais é na faixa de até 40 anos, que totaliza 53% dos empregados. O dado evidencia um quadro jovem, tendendo à condição de sênior. 34 Gráfico VI - Empregado por faixa etária 41-50 Anos 21% 51-60 Anos 17% acima de 60 Anos 9% 31-40 Anos 29% até 30 Anos 24% Fonte: Departamento Administrativo Sescoop/RS No quesito escolaridade, o Sescoop/RS apresenta empregados com ótimo nível de qualificação, onde 7% estão cursando a graduação, 67% possuem graduação completa e deste grupo, 29% já cursaram alguma especialização. Gráfico VII - Empregado por nível de formação Pós Graduação 29% Ensino Fundamental 2% Nível Médio 24% Superior Completo 38% Superior Incompleto 7% Fonte: Departamento Administrativo Sescoop/RS Em relação à remuneração, é perceptível o destaque de dois grandes grupos, onde o primeiro retrata os empregados do nível operacional, com rendimentos de até R$ 2.000,00 (33%) e o segundo, que compreende os profissionais de nível técnico, com salários entre R$ 2.001,00 e R$ 4.000,00 (38%). Os valores estão em pleno equilíbrio com os praticados pelo mercado de trabalho regional. Ressalta-se na política de valorização dos recursos humanos, a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, como estratégia de retenção da força de trabalho. Gráfico VIII - Empregado por faixa salarial R$ 2001-3000 12% Até R$ 2000 33% Acima de R$ 7000 10% R$ 3001-4000 26% R$ 6001-7000 5% R$ 5001-6000 9% R$ 4001-5000 5% Fonte: Departamento de Administrativo Sescoop/RS 35 4.2 Movimentação do Quadro de Pessoal No decorrer 2011, o Sescoop/RS efetivou 8 admissões e 3 desligamentos. Movimentação normal, frente à necessidade das organizações de renovar e oxigenar seus recursos humanos. Dos 8 colaboradores contratados, 3 ocorreram para atender demandas relacionadas com áreas finalísticas e 5 para demandas em outros setores da entidade. 4.3 Capacitações Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal, o Sescoop/RS identifica necessidades, promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades profissionais, buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado. O empregados dos SESCOOP/RS poderão ingressar em programas, cursos, eventos, treinamentos e seminários, de que em consonância com as necessidades de evolução e o alcance dos objetivos estratégicos da entidade. Os incentivos concedidos contemplam também cursos de capacitação profissional, graduação, extensão e pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu. No ano de 2011, foram proporcionadas 397 horas em cursos de aperfeiçoamento profissional, 5 bolsas para cursos de graduação e 5 para cursos de pós-graduação. 4.4 Folha de Pagamento O Sescoop/RS destinou R$ 3,07 milhões para cumprimento das obrigações com a folha de pagamento de pessoal em 2011. O valor executado representou 94,65% do orçamento previsto para o exercício, conforme demonstrado no quadro abaixo. Quadro IX - Folha de Pagamento - Previsto e Realizado Exercício 2011 Detalhamento Vencimentos e Remuneração Encargos Sociais Patronais Benefícios (VT+VA+PL.Saúde+Seg.Vida) Previsto Total 2.115.978,00 Realizado 2.001.162,55 Previsto 687.254,00 Realizado 641.097,91 Previsto 447.370,00 Realizado 434.388,90 %Real. 94,57% 93,28% 97,10% Previsto 3.250.602,00 94,65% Realizado 3.076.649,36 Fonte: Sistemas Zeus – Legenda: (VT–Vale-transporte) (VA–Vale-alimentação) (PL. Saúde – Plano de Saúde) (Seg.Vida – Seguro de Vida) Total Na análise da composição das despesas com pessoal, observa-se um equilíbrio na execução dos itens salários, encargos e benefícios, fato que demonstra um bom nível de precisão na previsão de recursos na formulação do orçamento. Na análise histórica, baseado no Anexo II – Histórico da composição e das despesas com pessoal compreendida entre os anos de 2008 a 2011, verifica-se a evolução no quadro de pessoal. Os valores correspondentes a salários também acompanharam essa evolução, considerando que anualmente são repassados os reajustes salariais aprovados em convenção coletiva de trabalho. 36 CAPÍTULO 5 - PRESTAÇÃO DE CONTAS Conforme mostrado ao longo deste relatório, a atuação do Sescoop/RS engloba quatro linhas prioritárias de atuação. Três delas estão relacionadas à missão da entidade, razão pela qual são classificadas como áreas finalísticas. São as de Formação e Capacitação Profissional, Promoção Social e Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas. A quarta e última área de atuação trata da “organização e gestão do sistema”, ou seja, dos processos que dão suporte às áreas finalísticas, visando atingir os objetivos institucionais do Sescoop/RS. Estão apresentadas no próximo quadro, o orçamento previsto e o efetivamente realizado pelo Sescoop/RS no ano de 2011, por linha de atuação. Quadro X - Previsto e Realizado por Linhas de Ação Linhas de Ação Realizado 2010 2011 Realizado % Exec. I- Atuação Finalística 8.822.314,56 16.788.697,00 13.384.250,84 79,72% Formação/capacitação profissional 3.996.821,42 8.316.716,00 6.145.482,35 73,89% Promoção Social 3.206.384,02 5.683.387,00 5.170.917,94 90,98% Monitoramento/Desenvolvimento de Cooperativas 1.619.109,12 2.788.594,00 2.067.850,55 74,15% 3.478.897,70 5.057.694,00 4.894.826,55 96,78% 25.756,00 28.490,00 28.485,60 99,98% II - Gestão do Sistema Órgãos Colegiados (CONSAD/CONFISC) Previsto Diretoria Executiva (PRESI/SUPER) Administrativo (Apoio/Informática/Jurídico) 267.858,41 328.476,00 324.220,12 98,70% 1.929.696,65 2.126.575,00 2.091.129,49 98,33% Divulgação/Comunicação 1.255.586,64 2.574.153,00 2.450.991,34 95,22% 362.588,60 343.789,00 263.865,00 76,75% 12.663.800,86 22.190.180,00 18.542.942,39 83,56% III - Investimentos Total Fonte: Sistema Zeus 5.1 Atuação Finalística Nesta linha de ação o Sescoop/RS encontra o maior empreendimento entre os programas oferecidos ao seu público. A formação profissional dos sócios, dirigentes e empregados das cooperativas é condição indispensável para o sucesso do empreendimento cooperativo. O mix de programas oferecidos é abrangente e contempla as necessidades das cooperativas quanto à formação de seus quadros. A metodologia empregada nestes programas é diversificada e a realização dos eventos é condicionada a disponibilidade dos beneficiários. Os projetos são realizados de forma centralizada e descentralizada. Os centralizados são aqueles executados pela própria equipe do Sescoop/RS. Os descentralizados, executados diretamente pelas cooperativas, através de seus Agentes de Desenvolvimento do Cooperativismo. Projetos Centralizados Trata-se de um conjunto de cursos oferecidos aos empregados e associados das cooperativas, abordando temas relacionados ao desenvolvimento cooperativista e aos aspectos técnicos e comportamentais. 37 Os programas centralizados atendem necessidades ou demandas comuns entre cooperativas e/ou ramos. Essas demandas são originadas pelas próprias cooperativas ou provocadas pelas Áreas de Formação Profissional e Promoção Social, através de contatos, pesquisas diretas e outras fontes de informações. Projetos descentralizados Atendem às solicitações dos diversos ramos de atividade do cooperativismo através de eventos tipificados como Cursos, Palestras, Seminários, Encontros, programas de Graduação e Pósgraduação. Estes projetos possuem como característica o atendimento de demandas mais específicas das cooperativas contribuintes com o Sescoop/RS. Estas podem apresentar projetos na razão de 25% dos valores contribuídos, conforme previsto na Resolução Sescoop/RS nº 04 de 01 de novembro de 2006. Para sua elaboração e execução, o Sescoop/RS capacita os Agentes de Desenvolvimento do Cooperativismo, que são profissionais pertencentes aos quadros de empregados das cooperativas. Por estarem ligados a mesma, o atendimento fica alicerçado na real necessidade, já que é identificado “in loco”. Programa “UNI-SESCOOP” Tem por finalidade a concessão de bolsas de estudo sob a modalidade “Ações Centralizadas” a associados, dirigentes e empregados de sociedades cooperativas sediadas no Estado do Rio Grande do Sul. Estão previstas bolsas de estudo para Cursos de Extensão, Graduação em Cooperativismo e Pós-Graduação em Cooperativismo (Lato Sensu e Stricto Sensu), observadas as condições estabelecidas na Resolução Sescoop/RS Nº 02/2006. O programa viabilizou a realização de 14 eventos, beneficiando 247 pessoas e foi desenvolvido em parceria com Instituições de Ensino Superior devidamente credenciadas junto ao Sescoop/RS. 5.1.1 Investimentos em Formação e Capacitação profissional Este programa tem por objetivo aumentar a empregabilidade do trabalhador e do associado em cooperativa, elevar sua produtividade e renda, reduzindo o risco de desemprego e subemprego. Estão contemplados os valores do Plano Anual, cuja atuação está voltada à execução de projetos relacionados à Capacitação Profissional, Aperfeiçoamento Profissional, Graduação Acadêmica, Graduação Tecnológica e Pós-Graduação dos associados e dos empregados das Cooperativas. As despesas envolvem gastos com a locação de espaços físicos e equipamentos, aquisição de materiais de divulgação e para treinamento, necessários e suficientes para a execução das atividades previstas. Contempla também, gastos com auxílios financeiros a estudantes através da concessão de bolsas de estudo e de auxílio educacional mediante inscrição em cursos e eventos, além de gastos com serviços especializados que, na sua grande maioria, implicam no pagamento dos serviços de instrutores contratados para a realização dos eventos programados. Para o desenvolvimento do programa foram previstas ações na área da Formação Profissional, objetivo finalístico do Sescoop/RS, com investimento total de R$ 6.145.482,35 (projetos mais folha de pagamento). O valor aplicado especificamente em projetos foi de R$ 5.022,490,16. Os resultados destas ações são detalhados a seguir: 38 Gráfico IX - Histórico da Realização Financeira - Formação Profissional 7.000.000,00 6.000.000,00 5.000.000,00 4.000.000,00 3.000.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 - 2007 4.418.929,00 2008 4.952.426,00 2009 6.259.727,00 2010 5.233.617,00 2011 6.989.882,00 Realizado 3.256.272,40 4.345.266,07 4.684.853,23 3.996.821,42 5.022.490,16 Previsto Fonte: Sistema Zeus Quadro XI - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza – Formação Profissional Realização Física Realização Financeira Natureza dos Projetos Nº PARTICIPANTES Previsto Capacitação Profissional Aperfeiçoamento Profissional Graduação Acadêmica Graduação Tecnológica Pós Graduação Total Realizado % Realizado PREVISTO REALIZADO % Realizado 511.690,00 406.010,00 79,35% 1.141 836 73,27% 3.974.372,00 2.673.361,77 67,27% 125.276 108.428 86,55% 927.827,00 736.625,91 79,39% 576 364 63,19% 38.266,00 14.704,75 38,43% 18 5 27,78% 1.537.727,00 1.191.787,73 77,50% 1.206 736 61,03% 6.989.882,00 5.022.490,16 71,85% 128.217 110.369 86,08% Realização Física Natureza dos Projetos Nº PROJET OS PREVIST O REALIZADO Nº EVENT OS Nº PART ICIPANT ES PREVIST O REALIZADO CH % PREVIST O REALIZADO % % PREVIST O REALIZADO 74,19% 1141 836 73,27% 3.816 3.468 % Capacitação Profissional 47 38 80,85% 93 69 90,88% Aperfeiçoamento Profissional 501 346 69,06% 1703 1.180 69,29% 125276 108.428 86,55% 17.849 15.343 85,96% Graduação Acadêmica 45 44 97,78% 45 46 102,22% 576 364 63,19% 21.801 23.151 106,19% 81,82% Graduação T ecnológica 5 3 60,00% 5 3 60,00% 18 5 27,78% 1.980 1.620 Pós Graduação 83 73 87,95% 87 74 85,06% 1206 736 61,03% 14.430 14.386 99,70% Total 681 504 74,01% 1933 1.372 70,98% 128217 110.369 86,08% 59.876 57.968 96,81% Quadro XII - Realização por Elemento de Despesa – Formação Profissional Despesa Auxílio Financeiro a Estudante Auxílios Educacionais Encargos s/ Serviços de Terceiros Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Serviços e Divulgação Institucionais Serviços Especializados - PJ Total Fonte: Sistema Zeus Prevista Realizada 2.527.701,00 241.346,00 9.745,00 45.235,00 1.700,00 1.055.471,00 28.610,00 3.080.074,00 1.965.654,96 144.788,66 4.267,60 11.268,00 100,00 628.446,84 24.450,00 2.243.514,10 % Realizado 77,76% 59,99% 43,79% 24,91% 5,88% 59,54% 85,46% 72,84% 6.989.882,00 5.022.490,16 71,85% 39 A execução financeira de 71,85% da área de Formação Profissional está relacionada com diversos fatores que interferiram na realização dos projetos previstos para o exercício, conforme detalhado a seguir: a) Os projetos de natureza Capacitação Profissional alcançaram realização financeira de 79,35%. Os cursos previstos nesta natureza atendem as demandas de cooperativas do ramo de Infraestrutura. A execução pode ser considerada adequada, levando em conta que algumas vezes os eventos não são realizados por indisponibilidade dos profissionais que estavam envolvidos em reparos nas redes elétricas danificadas por alterações climáticas. b) A execução financeira dos projetos da natureza de aperfeiçoamento, que concentra a maioria dos eventos da área de Formação Profissional, foi de 67,27%. O escopo dos projetos é variado, e a execução depende exclusivamente do interesse e da disponibilidade dos profissionais das cooperativas. Muitas vezes esta demanda não mantém a constância necessária, o que leva a não realização de eventos . c) Quanto aos projetos da natureza de Graduação Acadêmica, Graduação Tecnológica e Pósgraduação, a realização financeira atingiu 79,39%, 38,43 e 77,50% respectivamente. Embora estes projetos contemplem eventos que possuem certa previsibilidade em sua execução, ainda assim são influenciados por fatores como a disponibilidade de disciplinas nos cursos de graduação, a não realização de cursos previstos pelas Instituições de Ensino para o exercício e pela mobilidade funcional dos beneficiários de tais ações de formação. 5.1.2 Investimento em Promoção Social Este programa tem por objetivo melhorar a qualidade de vida do trabalhador. É voltado a realização de ações nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Meio Ambiente, Geração de Renda e Integração Social dos empregados de cooperativas, dos associados e de seus familiares, bem como da comunidade onde estão inseridos. Para o desenvolvimento do programa foram previstas ações na área de Promoção Social, objetivo finalístico do Sescoop/RS, com investimento total de R$ 5.170.917,94 (projetos mais despesas com a folha de pagamento). As despesas dos projetos executados referem-se à locação de espaços físicos e equipamentos, materiais técnicos e didáticos e a contratação de serviços de Instrutores para a realização dos eventos programados. O valor aplicado especificamente em projetos foi de R$ 4.739.895,19. Os resultados destas ações são detalhados a seguir: Gráfico X - Histórico da Realização Financeira - Promoção Social 6.000.000,00 5.000.000,00 4.000.000,00 3.000.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 0,00 Previsto 2007 654.713,00 2008 2009 2010 2011 2.191.329,00 3.098.268,00 3.435.715,00 5.222.397,00 Realizado 386.036,05 2.152.373,70 2.976.539,99 3.206.384,02 4.739.895,19 Fonte: Sistema Zeus 40 Quadro XIII - Previsto e Realizado Físico-Financeiro por Natureza - Promoção Social Despesa Prevista Auxílio Financeiro a Estudante Realizada % Real. 2.400,00 - Bens Intangíveis 132.000,00 132.000,00 100,00% Encargos s/ Serv de Terceiros 407.780,00 402.451,85 98,69% Locações 100.280,00 50.509,99 50,37% 21.900,00 16.478,00 75,24% Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento 0,00% 749.497,00 588.269,35 78,49% Outros Serv de Terceiros - PF 66.000,00 66.000,00 100,00% Premiações 52.000,00 45.000,00 86,54% Serv e Divulg Institucionais 609.660,00 600.310,00 98,47% Serviços Especializados - PJ 3.080.880,00 2.838.876,00 92,14% 5.222.397,00 4.739.895,19 90,76% Total Geral Fonte: Sistema Zeus Quadro XIV - Realização por Elemento de Despesa - Promoção Social Natureza dos Projetos Realização Financeira Previsto Realizado Realização Física % Realizado Previsto Realizado % Realizado 59.632 111,65% 3.739.216,00 3.559.310,75 95,19% 53.412 Saúde 133.616,00 97.738,45 73,15% 10.000 7.731 77,31% Cultura 894.170,00 842.875,00 94,26% 15.000 15.438 102,92% Integração Social 347.855,00 219.226,00 63,02% 21.389 27.253 127,42% Geração de Renda 63.840,00 4.439,99 6,95% 500 300 60,00% 37,31% 500 504 100,80% 100.801 110.858 109,98% Educação Meio Ambiente Total Fonte: Sistema Zeus 43.700,00 5.222.397,00 16.305,00 4.739.895,19 90,76% Quadro XV - Realização por Projeto - Cultura Projetos de Cultura COMTUL - Show da Segurança COOPEROQUE - Teatro Motivacional COOPEROQUE - Teatro Sobre Segurança COSUEL - Dia da Criança COSUEL 2011 COTRIPAL - Garota Rural 2011 Lançamento CD/DVD Festival 2010 O Rio Grande Canta Cooperativismo 2011 UNIMED NORDESTE - Comemora Dia Médico UNIMED REG.PRODUÇÃO - Motivação Arte Total Fonte: Sistema Zeus Previsto 1.570,00 4.200,00 1.800,00 18.000,00 6.000,00 124.800,00 696.700,00 38.600,00 2.500,00 894.170,00 Realizado 1.500,00 1.800,00 17.000,00 5.425,00 124.750,00 688.900,00 1.000,00 2.500,00 842.875,00 % Realizado 95,54% 0,00% 100,00% 94,44% 90,42% 99,96% 98,88% 2,59% 100,00% 94,26% 41 Quadro XVI - Realização por Projeto - Educação Projetos de Educação A Turminha da Reciclagem 2011 Aquisição de Livros AURORA ALIM - Palestra Social AURORA ALIM-Adm.Orçament.Familiar CCN - Ccn nas Escolas - Cotrisana CCN -Caderno Institucional CCN CCN- Gestão Rural Jovens Emprendedores CERTAJA ENERGIA - Ação Comunitária CERTAJA ENERGIA - Sementes Cooperativism CERTAJA ENERGIA - Sementes Coopertivis COAGRIL - Coagril 25 anos Plant. Coop Fu COMTUL - Pales Motiv. Val. Pes. Bus.Feli COMTUL - Palestra Adminis. Pes. Ren. Fam COMTUL - Prevenção Acidentes Dia a Dia Coprel na Escola e Coprel Ecologia -2011 COTRIBÁ - Projeto Escola Campo COTRIJAL - Educação Coop. Motiv.Des.Mulh COTRIMAIO - Jovem Coop. Const. Futuro COTRIPAL - Eu + Você = Mun Melhor 2011 COTRIPAL - XXIV SIPAT COTRISAL SARANDI - Imp. Par. Colhe.Conf Cursos e Seminários Promoção Social FECOAGRO - Suces. Soc. Fam. Prop. Rural FECOAGRO - Sem Reed Alim Mulheres Cooper Programa Jovem Aprendiz SANTA CLARA - Prog. For.Prod. leite Info SICREDI A PESTANA - Ciclo Est. Prog. Cre SICREDI A PESTANA - Comu. Apre. Sen.Pe.A SICREDI AJURICABA - Ciclo Est. Prog. Cre SICREDI ALTOS SERRA RS - Cord. Núc. Rep. SICREDI FRONTEIRA S.- Inclus. Dig. Coop SICREDI NOROESTE - Desenv. Coop. Sust. SICREDI NOROESTE - Desenv. Lider Coop At SICREDI PANAMBI - Ciclo Est. Prog. Cresc SICREDI PIONEIRA - IV Fór União Faz Vida SICREDI S. AUGUSTO - Ciclo Est. Prog. Cr SICREDI S. AUGUSTO - Com. Aprend. Se.Pen SICREDI ZONA SUL - Inclusão Digital Coop União Faz a Vida - Materiais Didáticos UNIMED REG.PRODUÇÃO - Economia Familiar Total Fonte: Sistema Zeus Previsto 106.395,00 90.722,00 8.700,00 4.800,00 9.800,00 4.900,00 1.728,00 16.000,00 10.000,00 16.800,00 12.000,00 650,00 650,00 750,00 137.500,00 6.800,00 59.200,00 17.000,00 6.000,00 6.000,00 2.500,00 47.389,00 10.000,00 21.600,00 2.959.656,00 19.968,00 2.400,00 2.400,00 2.400,00 25.000,00 12.925,00 23.400,00 3.200,00 2.400,00 24.980,00 2.400,00 2.400,00 16.450,00 39.953,00 1.400,00 3.739.216,00 Realizado 106.395,00 45.140,00 8.700,00 4.800,00 4.900,00 1.728,00 15.000,00 16.250,00 12.000,00 600,00 600,00 600,00 137.499,36 6.800,00 56.400,00 10.900,00 6.000,00 2.500,00 39.093,10 9.000,00 9.144,00 2.946.586,14 19.968,00 1.800,00 12.925,00 24.580,00 1.800,00 16.450,00 39.952,15 1.200,00 3.559.310,75 % Realizado 100,00% 49,76% 100,00% 100,00% 0,00% 100,00% 100,00% 93,75% 0,00% 96,73% 100,00% 92,31% 92,31% 80,00% 100,00% 100,00% 95,27% 64,12% 0,00% 100,00% 100,00% 82,49% 90,00% 42,33% 99,56% 100,00% 0,00% 75,00% 0,00% 0,00% 100,00% 0,00% 0,00% 0,00% 98,40% 0,00% 75,00% 100,00% 100,00% 85,71% 95,19% Quadro XVII - Realização por Projeto - Saúde Projetos de Saúde Ação Pró-Saúde 2011 CERTAJA DESENV - Saúde Bem Estar Arte COMTUL - Gerenciam Estrese Depressão COSUEL -Movimento Perfeito O Poder Mente FECOVINHO - Prog. Saúde Qualdade Vida UNIMED RS - Pales. Autoconhec. Sec.Méd. Total Fonte: Sistema Zeus Previsto 87.466,00 3.700,00 750,00 5.900,00 31.000,00 4.800,00 133.616,00 Realizado 74.758,45 3.700,00 600,00 5.680,00 8.200,00 4.800,00 97.738,45 % Realizado 85,47% 100,00% 80,00% 96,27% 26,45% 100,00% 73,15% 42 Quadro XVIII - Realização por Projeto - Integração Social Projetos de Integração Social Ações de Promoção Ramo Transporte CCN - 2º Encontro Mulheres Cooper CCN - Cooperativa O Dono é o Associado CCN - Encontro Assoc. Aniversário Coop. CCN - Integração Colaboradoras Femeninas CCN - Motivação Cooperação CCN -Encontro Jovens Cooperativistas CCN-Encontro Liderança Cooperativista I CCN-Encontro Liderança Cooperativista II CCN-Encontro Liderança Cooperativista II CCN-Encontro Mulheres Cooperativista CCN-Encontro Mulheres Cooperativista CCN-Encontro Mulheres Cooperativista I CCN-Encontro Mulheres Cooperativista II CERTAJA DESENV - Conferenc. Motivacional COAGRIL - Encontro Mulheres Coagril COOPATRIGO - Encontro Expo São Luiz 2011 COOPATRIGO - Encontro Mulheres COSUEL - 1º Maio 2011 COSUEL - Encontro Casais COSUEL - Encontro de Mulheres COSUEL - Encontro Jovens COSULATI - Encon. Mulher Corden.Vice Sec COTRIBÁ - 1º Encontro Famíla Rural COTRIBÁ - Projeto Cotribá 100 Anos - 2 COTRIBÁ - Projeto Cotribá 100 Anos - I COTRIEL - Encontro Jovens Cooperat 2011 COTRIEL - Encontro Mulheres Coop 2011 COTRIPAL - Encontrão 25 º COTRIROSA - 4º Encontro Mulheres Coop COTRISOJA - Encontro Mulher Cotrisoja COTRISOJA - Encontro Nov. Líderes/Socios Dia da Criança Cosuel 2011 FECOAGRO - XIII Enco Exec. Esp. Ra Agro FECOVINHO - Enc Regional Cooperativismo SICREDI A JACUÍ - Encon. Cord. Núc. Alt. SICREDI CONFED SICREDI - DVD Trajet Sicr SICREDI CONFED SICREDI - Trajet. Sicredi SICREDI REGIÃO CENTRO - Pales.Tec.Motiva UNIMED VTRP - Dia de Integração Total Fonte: Sistema Zeus Previsto 7.895,00 2.400,00 3.600,00 2.400,00 3.600,00 3.600,00 1.800,00 2.400,00 1.800,00 4.200,00 2.400,00 1.800,00 4.000,00 4.000,00 3.350,00 1.700,00 39.000,00 2.400,00 26.000,00 6.000,00 13.900,00 8.400,00 20.550,00 2.500,00 8.000,00 16.800,00 8.000,00 21.500,00 13.800,00 1.800,00 5.000,00 2.400,00 32.500,00 15.800,00 8.600,00 4.400,00 4.080,00 24.480,00 6.000,00 5.000,00 347.855,00 Realizado 5.345,00 2.400,00 3.600,00 2.400,00 3.000,00 3.600,00 1.800,00 2.400,00 1.800,00 2.400,00 1.800,00 4.000,00 4.000,00 3.350,00 1.700,00 39.000,00 2.400,00 17.573,00 4.000,00 2.400,00 20.550,00 2.400,00 8.000,00 16.800,00 4.000,00 14.408,00 13.700,00 1.800,00 4.200,00 2.400,00 15.800,00 3.200,00 3.000,00 219.226,00 % Realizado 67,70% 100,00% 100,00% 100,00% 83,33% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 67,59% 0,00% 28,78% 28,57% 100,00% 96,00% 100,00% 100,00% 50,00% 67,01% 99,28% 100,00% 84,00% 100,00% 0,00% 100,00% 0,00% 72,73% 0,00% 0,00% 50,00% 0,00% 63,02% 43 Quadro XIX - Realização por Projeto – Geração de Renda Projetos de Geração Renda PIÁ - Palestra Hortifrutigrangeiros SICREDI NOROESTE - Rede Coop. Agreg Ren XV Seminário Esta Genética Reprod Leiteira Total Fonte: Sistema Zeus Previsto 36.000,00 23.400,00 4.440,00 63.840,00 Realizado 4.439,99 4.439,99 % Realizado 0,00% 0,00% 100,00% 6,95% Realizado 1.200,00 3.105,00 12.000,00 16.305,00 % Realizado 100,00% 70,57% 0,00% 94,49% 0,00% 37,31% Quadro XX - Realização por Projeto – Meio Ambiente Projetos de Meio Ambiente CCN - Clima e Meio Ambiente CERTAJA ENERGIA - Conf. Meio Ambiente COOPATRIGO - Palestra Climatologia COOPERLUZ - Agric. Famil. Sustentab Ambi UNIMED RS - Cur Gest. Resp. Meio Ambente Total Fonte: Sistema Zeus Previsto 1.200,00 4.400,00 2.400,00 12.700,00 23.000,00 43.700,00 As principais atividades realizadas foram: a) Programa: “Jovem Aprendiz” O Programa Jovem Aprendiz está previsto na Lei 10.097/2000 e regulamentado pelo Decreto 5.598/2005. O Artigo 429 prevê que os estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a empregar e matricular aprendizes nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem, equivalente a cinco por cento no mínimo e quinze por cento no máximo, tomando como base o número de trabalhadores existentes em cada estabelecimento cujas funções demandem formação profissional. Cabe ao Sescoop/RS oferecer cursos de Jovem Aprendiz às cooperativas regulares com o Sistema e estabelecidas no Estado do Rio Grande do Sul, para que estes sejam cotizados pelas mesmas. Os Jovens, de 14 a 24 anos, são capacitados nos cursos de Assistente Administrativo, Processamento de Carnes e Derivados e de Assistente de Manufatura de Calçados. A carga horária total do programa é composta por 500 horas de aulas teóricas e 500 horas de aulas práticas supervisionadas. As aulas teóricas ministradas em locais adequados e as aulas práticas realizadas dentro dos estabelecimentos das cooperativas demandantes. O Programa Jovem Aprendiz contabilizou 53 turmas com 1.306 alunos distribuídos em 35 municípios do Estado. Os alunos foram cotizados por cooperativas das cidades de Bagé, Encantado, Caçapava do Sul, Carlos Barbosa, Cerro Largo, Cruz Alta, Dom Pedrito, Erechim, Espumoso, Frederico Westphalen, Garibaldi, Ibirubá, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Não-Me-Toque, Nova Petrópolis, Pelotas, Panambi, Picada Café, Porto Alegre, Salvador das Missões, Sananduva, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo, São Luiz Gonzaga, Sarandi, Soledade, Tapera, Taquari. Teutônia, Três de Maio, Veranópolis. b) Cultura e Cooperativismo: “O Rio Grande Canta o Cooperativismo” O Rio Grande Canta o Cooperativismo é um festival de música promovido pelo Sescoop/RS desde 2007. Propõe uma nova didática para a promoção dos princípios e valores do cooperativismo através da música, em ambiente que reúne crianças, jovens e adultos. 44 O Festival conquistou grande destaque entre os músicos gaúchos ao longo de suas cinco edições. Obras de grande qualidade literária circulam nas vozes e instrumentos de centenas de artistas, muitos já consagrados nos palcos de festivais, outros buscando seu espaço nas artes. Gratuito e aberto ao público, o Festival reúne em cada etapa milhares de pessoas, sendo a grande maioria associados e colaboradores das cooperativas da região, familiares e comunidade em geral. Além de apresentar as obras e artistas classificados durante as eliminatórias e premiar os vencedores do Festival, a final do Rio Grande Canta o Cooperativismo é especial por ser a etapa em que se gravam o CD e DVD do evento. Em 2011, o Festival em sua 5ª Edição, levou ao palco doze músicas na final realizada em dezembro na cidade de Tapera, que foram eleitas durante as etapas eliminatórias realizadas nas cidades de Pinhal, Bento Gonçalves e São José do Ouro. O Rio Grande Canta o Cooperativismo tem ainda outro diferencial: cada etapa é realizada em uma cidade diferente. Assim, o Festival passa por todas as regiões do Estado, divulgando o sistema cooperativista e contribuindo com a expansão da arte musical no Rio Grande do Sul. 5.1.3 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas As atividades de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas têm como principal objetivo a manutenção da qualidade da gestão das empresas cooperativas, preservando sua credibilidade perante terceiros e a transparência ante o quadro social. Busca-se, ainda, assegurar a longevidade das cooperativas. A qualidade da gestão é perseguida mediante processos que envolvem a constituição, o registro, o sistema de acompanhamento e a auditoria de gestão, incluindo também a análise de cenários econômicos e dos meios de conduzir os negócios nos diversos ambientes onde atuam. Esses processos combinam-se ao monitoramento das cooperativas, que busca proporcionar melhores níveis de eficiência e eficácia, com maiores resultados e menos gastos financeiros. Outra meta é garantir que as cooperativas sejam, de fato, sociedades democráticas atentas aos anseios dos associados, sem, contudo, perder de vista o mercado e os condicionantes econômicos. Gráfico XI - Histórico da Realização Financeira – Monitoramento 3.000.000,00 2.500.000,00 2.000.000,00 1.500.000,00 1.000.000,00 500.000,00 Previsto Realizado 2007 421.122,00 390.478,37 2008 1.334.660,0 1.297.647,8 2009 2.458.912,0 2.108.906,4 2010 1.853.048,0 1.619.109,1 2011 2.788.594,0 2.067.850,5 Fonte: Sistema Zeus 45 Quadro XXI- Manutenção da Estrutura do Monitoramento Centro de Responsabilidade Realização Financeira Previsto Realizado % Realizado Pessoal - Monitoramento 312.311,00 283.173,74 90,67% Viagens - Monitoramento 13.600,00 12.690,72 93,31% Manutenção - Monitoramento 25.450,00 21.687,33 85,22% 222.731,00 170.731,35 76,65% Total Produto Entidade Mantida Fonte: Sistema Zeus Realização Física Previsto Realizado % Realizado 1 1 100% Quadro XXII - Realização por Projetos Monitoramento Projetos de Monitoramento Expressão do Cooperativismo Gaúcho Reestruturação Coop. Agropecuárias Previsto 343.053,00 % Realizado 330.000,00 96,20% Realizado 1.611.180,00 1.006.298,76 62,46% 134.000,00 65.000,00 48,51% Aval. Indic. Estratégias.Compet.Coop. 94.000,00 94.000,00 100,00% Plano Contas Padrão Contab. Coop Agropec. 70.000,00 70.000,00 100,00% 185.000,00 185.000,00 100,00% 2.437.233,00 1.750.298,76 71,81% Programa Desenvol. Consultoria – Resol. 14 Alternativas Produtivas Reg Centro Leste Total Fonte: Sistemas Zeus 5.2 Gestão do Sistema Nesse tópico, será apresentado como o Sescoop/RS utiliza o orçamento que recebe anualmente para administrar seus processos que dão suporte à atividade finalística. Em linhas gerais, os recursos foram executados em três áreas: Gestão de Pessoas, Comunicação e Informática. Os principais projetos e desafios da área de gestão de pessoas foram listados no capítulo 4, que trata do relacionamento do Sescoop/RS com seu público interno. A gestão da comunicação interna, alicerçada no conceito de comunicação sistêmica e integrada, vem atuando no sentido de dar visibilidade a missão, visão e aos objetivos institucionais. A área de informática está permanentemente preocupada com a adequação dos meios necessários e suficientes para a manutenção e funcionamento dos serviços conforme demonstrado no Anexo III. E nesse sentido desenvolveu ações destinadas a garantir aprimoramento da plataforma tecnológica, tanto em termos hardware como de software, observando o crescimento das demandas internas, assim como as tendências tecnológicas e os cuidados que a área requer. Em relação aos controles internos, o SESCOOP/RS atua com uma metodologia preventiva, propondo medidas para controle e redução de riscos que pudessem ter impacto sob o patrimônio, os interesses ou a imagem da entidade. O Anexo IX, demonstra claramente a preocupação em manter o controle sobre as operações, minimizar os riscos e manter a transparência da gestão. 46 O resultado da ação efetiva dos controles internos é percebido pelo poucos pontos de recomendação apresentados no Anexo VIII, sendo na sua maioria sugestões de implementação de melhorias, visto que não foram identificados elementos relevantes ou impactantes ao patrimônio da entidade. 5.2.1 Gestão Interna - Suporte Administrativo As realizações desta área estão relacionadas com salários e encargos do pessoal envolvido nas atividades de apoio à atuação finalística da Instituição, bem como a manutenção e funcionamento, envolvendo previsão de recursos no montante total de R$ 2.827.330,00. Para a realização de atividades de organização e gestão do Sistema, o Sescoop/RS aplicou R$ 2.707.700,21 em 2011, representando 95,77% do previsto, conforme demonstrado a seguir. Quadro XXIII - Previsto e Realizado Financeiro por Ação Ações Gestão do Processo Planejamento Institucional Serviços de Administração e Controle Financeiro Serviço de Auditoria Gestão Administrativa Manutenção de Serviços Administrativos Ações de Informática Total Previsto Realizado % Realizado 20.720,00 20.716,80 99,98% 7.770,00 7.768,80 99,98% 149.040,00 136.120,87 91,33% 328.476,00 324.220,12 98,70% 1.989.526,00 1.952.847,37 98,16% 331.798,00 266.026,25 80,18% 2.827.330,00 2.707.700,21 95,77% Fonte: Sistema Zeus Quadro XXIV - Realização por Elemento de Despesa - Despesas Administrativas Despesa Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patronais Indenizações Trabalhistas Benefícios Sociais Desp. C/Dirig. e Conselheiros Ocupação e Serviços Públicos Despesas de Comunicação Material de Consumo Material de Consumo Durável Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Serv e Divulg Institucionais Serviços Especializados - PJ Serviços de Transportes Serviços Gerais - PJ Outros Serv de Terceiros - PJ Encargos s/ Serv de Terceiros Imp, Taxas e Contrib Federais Imp, Taxas e Contrib Estad Imp, Taxas e Contrib Municip Outras Despesas Tributárias Despesas Financeiras Bens Intangíveis Bens Móveis Total Fonte: Sistema Zeus Previsto 919.896,00 304.587,00 20.000,00 212.423,00 28.490,00 67.400,00 183.500,00 80.110,00 13.750,00 18.010,00 17.550,00 20.500,00 109.450,00 8.450,00 44.900,00 63.115,00 19.000,00 322.000,00 1.560,00 19.350,00 1.900,00 7.600,00 14.700,00 329.089,00 2.827.330,00 Realizado 881.507,33 287.794,48 20.000,00 207.025,70 28.485,60 54.181,33 177.595,00 79.684,93 13.700,16 6.689,70 8.433,83 14.298,40 100.436,60 8.292,02 36.684,02 62.936,65 15.603,49 410.283,21 1.555,93 19.307,52 1.870,35 7.468,96 7.156,50 256.708,50 2.707.700,21 % Realizado 95,83% 94,49% 100,00% 97,46% 99,98% 80,39% 96,78% 99,47% 99,64% 37,14% 48,06% 69,75% 91,76% 98,13% 81,70% 99,72% 82,12% 127,42% 99,74% 99,78% 98,44% 98,28% 48,68% 78,01% 95,77% 47 a) Gestão do Processo de Planejamento Institucional - Conselho Administrativo Quadro XXV - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Administrativo Apoio • Coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais e a avaliação e controle dos programas na área do trabalho, emprego e renda. • O Conselho Administrativo integra a estrutura básica do Sescoop/RS, está previsto no Regimento Interno da Entidade e representa o órgão máximo de deliberação na Administração Estadual. Tipo de Ação Finalidade Descrição Centro de Responsabilidade Manutenção do Funcionamento - CONSAD Total Produto Previsto 20.720,00 20.720,00 Previsto 1 Entidade Mantida Realização Financeira Realizado % Realizado 20.716,80 99,98% 20.716,80 99,98% Realização Física Realizado 1 % Realizado 100% Ao Conselho Administrativo, composto por cinco conselheiros, cabe difundir e implementar as políticas e diretrizes e aprovar projetos e normativos, com estrita observância das deliberações e decisões do Conselho Nacional. Reúne-se ordinariamente a cada dois meses e, pela necessidade de aprovação de projetos, foram programadas reuniões mensais para o exercício de 2011. Gráfico XII - Realizações Financeiras de Despesas com o Conselho Administrativo 14.000.000,00 12.000.000,00 10.000.000,00 8.000.000,00 6.000.000,00 4.000.000,00 2.000.000,00 Previsto 2007 26.860,00 2008 13.472.193,0 2009 23.140,00 2010 3.340.467,00 2011 20.720,00 Realizado 24.712,50 35.520,00 23.097,60 19.530,40 20.716,80 Fonte: Sistema Zeus – Vide Notas de Inversões Financeiras 1 e 2 para os Exercícios 2008 e 2010. Análise das realizações e dos resultados: Em 2011, o Conselho Administrativo, realizou seis reuniões ordinárias e seis extraordinárias. Deliberou sobre resoluções, aprovação de projetos da atividade finalística, prestação de contas do exercício de 2010, parecer e relatório da Auditoria Externa sobre as contas de 2010, execução orçamentária do exercício 2011 e proposta orçamentária para o exercício de 2012, além da contratação de empregados e da baixa de bens do ativo imobilizado. 48 Nota 1 : Inversões Financeiras. No exercício de 2008, por conta da liberação dos recursos que estavam contingenciados na Unidade Nacional do SESCOOP, autorizada através da Resolução nº 200 de 12 de Fevereiro de 2008 do SESCOOP NACIONAL, o SESCOOP/RS pode contar com a transferência extraordinária de recursos no montante de R$ 15.326.986,58, referentes a contribuições acrescidas de rendimentos financeiros acumulados em diversos exercícios. Por se tratar de recursos de vários exercícios anteriores que não tiveram a sua efetiva utilização pela unidade estadual, destaca-se a inclusão neste grupo de Despesas de Capital - Inversões Financeiras, o valor de R$ 13.436.673,00, com vistas à execução em exercícios futuros. Nota 2 : Inversões Financeiras. No exercício de 2010, tem-se a ocorrência de uma situação atípica, onde o valor das Receitas do Sescoop/RS é maior que o valor das Despesas Previstas para o período. A ocorrência desse fato, deve-se aos seguintes fatores: Aumento significativo na receita de contribuições ao Sescoop/RS; Aumento da receita de juros das aplicações financeiras; Redução no valor dos projetos descentralizados apresentados pelas cooperativas; Redução no valor dos projetos da área de Monitoramento, sendo estes em fase de construção, com execução a ser reprogramada para o exercício de 2011. Considerando o exposto e por tratar-se de uma situação atípica e momentânea de superávit financeiro, destaca-se que para efeitos de previsão de execução orçamentária, a importância de R$ 3.320.867,00 foi alocada no grupo de Despesas de Capital - Inversões Financeiras, com vistas à execução em exercícios futuros. b) Serviços de Administração e Controle Financeiro - Conselho Fiscal Quadro XXVI - Realização por Elemento de Despesa – Conselho Fiscal Apoio • Aperfeiçoar os procedimentos das áreas de execução financeira, contábil e de controle interno, buscando maior eficiência e a melhoria dos gastos do SESCOOP/RS. Tipo de Ação Finalidade • O Conselho Fiscal integra a estrutura básica do SESCOOP/RS, estando previsto no Regimento Interno da Entidade. É órgão colegiado de fiscalização e tem por finalidade acompanhar e fiscalizar a execução financeira, orçamentária e atos de gestão da Entidade. Descrição Centro de Responsabilidade Manutenção do Funcionamento - COFIS Total Produto Entidade Mantida Previsto 7.770,00 7.770,00 Previsto 1 Realização Financeira Realizado % Realizado 7.768,80 99,98% 7.768,80 99,98% Realização Física Realizado 1 % Realizado 100% O Conselho Fiscal é composto por três conselheiros. Os gastos previstos referem-se a Diárias e Ajuda de Custo. 49 Gráfico XIII - Realização Financeira de Despesas do Conselho Fiscal 8.000,00 7.500,00 7.000,00 6.500,00 6.000,00 5.500,00 5.000,00 4.500,00 4.000,00 Previsto 2007 7.400,00 2008 7.920,00 2009 5.810,00 2010 6.300,00 2011 7.770,00 Realizado 7.200,00 7.920,00 5.774,40 6.225,60 7.768,80 Fonte: Sistema Zeus Análise das realizações e dos resultados: O conselho reuniu-se em cinco oportunidades, de forma ordinária, onde foram analisados os documentos, execução financeira e orçamentária, além dos relatórios emitidos pela Auditoria Externa. Com base nos trabalhos realizados o conselho emitiu parecer recomendando a aprovação das contas do exercício de 2010. c) Serviço de Auditoria - Auditoria Interna Quadro XXVII - Realização por Elemento de Despesa – Auditoria Interna Apoio • Gestão das Políticas de Execução Financeira, Contábil e de Controle Interno Tipo de Ação Finalidade • A Unidade de Auditoria Interna serve como suporte aos órgãos colegiados, atuando de conformidade com as Normas Técnicas dos Órgãos de Controle, em especial da Controladoria Geral da União – CGU/RS e, ainda, de forma supervisionada pela Assessoria de Auditoria e Controle do SESCOOP NACIONAL. Trabalha buscando comprovar a legalidade, a legitimidade e a efetividade dos atos administrativos, procedendo a verificações, exames e análises com a emissão de pareceres e de recomendações necessárias. Descrição Centro de Responsabilidade Pessoal - AUDIN Viagens - AUDIN Total Produto Entidade Mantida Realização Financeira Previsto Realizado 146.690,00 134.199,48 2.350,00 1.921,39 149.040,00 136.120,87 Previsto 1 Realização Física Realizado 1 % Realizado 91,49% 81,76% 91,33% % Realizado 100% Os valores das despesas orçadas com pessoal da Auditoria Interna compreendem os salários, encargos, benefícios e provisões, além de gastos com eventuais deslocamentos em viagens para um empregado. 50 Gráfico XIV - Realização Financeira de Despesas da Auditoria Interna 160.000,00 120.000,00 80.000,00 40.000,00 - 2007 Previsto 112.718,00 Realizado 68.369,17 2008 87.880,00 85.404,48 2009 96.038,00 94.897,01 2010 2011 109.296,00 149.040,00 106.851,37 136.120,87 Fonte: Sistema Zeus Análise das realizações e dos resultados: Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura da unidade de Auditoria Interna atenderam às demandas da Instituição, garantindo o seu funcionamento e uma aplicação de 91,33% do recurso previsto. No Exercício de 2011, as horas técnicas foram direcionadas a trabalhos específicos de exame de processos administrativos e de prestação de contas, que geraram 1.345 pareceres de regularidade de processos internos, com vistas ao pagamento ou reembolso. Os trabalhos realizados buscaram agregar valor à gestão, com o atendimento dos normativos pertinentes, visando ao assessoramento da administração na aplicação dos recursos. Dentre as demais atividades realizadas, destacam-se o acompanhamento das Solicitações de Auditoria, o acompanhamento das Reuniões dos Conselhos Fiscal e Administrativo da Entidade e a Assessoria técnica as demais áreas. d) Gestão Administrativa - Diretoria Executiva (Presidência e Superintendência) Quadro XXVIII - Realização por Elemento de Despesa – Diretoria Executiva Apoio • Prover os órgãos do SESCOOP de meios administrativos para a implementação da gestão de seus programas finalísticos. • A Diretoria Executiva integra a estrutura básica do SESCOOP/RS, estando prevista no Regimento Interno da Entidade. É o órgão gestor da Administração Estadual, consoante às diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Estadual sendo composta pelo Presidente e pelo Superintendente. Tipo de Ação Finalidade Descrição Centro de Responsabilidade Viagens - PRESID Manutenção - PRESID Pessoal - SUPER Viagens - SUPER Total Produto Entidade Mantida Realização Financeira Previsto Realizado % Realizado 7.510,00 3.530,04 47,00% 17.810,00 17.627,14 98,97% 302.606,00 302.575,44 99,99% 550,00 487,50 88,64% 328.476,00 324.220,12 98,70% Previsto 1 Realização Física Realizado 1 % Realizado 100% 51 Gráfico XV - Realização Financeira das Despesas Diretoria Executiva 500.000,00 400.000,00 300.000,00 200.000,00 100.000,00 Previsto Realizado 2007 457.605,00 460.390,30 2008 181.439,00 168.184,34 2009 136.525,00 133.039,02 2010 175.165,00 161.007,04 2011 328.476,00 324.220,12 Fonte: Sistema Zeus Análise das realizações e dos resultados: A Presidência atuou significativamente na representação da Entidade, na implantação e no acompanhamento das diretrizes emanadas da Unidade Nacional. Presidiu 12 (doze) reuniões do Conselho Administrativo e participou de seminários, palestras e eventos organizados pelo Sescoop/RS ou na condição de convidado por outras instituições. De outro lado, a superintendência, esteve à frente da coordenação, supervisão e acompanhamento das atividades administrativas e a execução dos programas e projetos previstos para o exercício 2011. Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura da Diretoria Executiva do SESCOOP/RS atenderam às demandas da Instituição, garantindo o seu funcionamento e uma aplicação de 98,70% do recurso previsto. e) Manutenção de Serviços Administrativos - Administrativo e Financeiro Tipo de Ação Finalidade Apoio •Manutenção da Atividade Administrativa. Descrição •As despesas previstas nesta ação compreendem, basicamente, os custos com pessoal e encargos incidentes, bem como os gastos necessários ao funcionamento da estrutura administrativa da Entidade. Também contemplados os gastos com investimentos previstos e realizados. Os valores orçados a título de salários, encargos, benefícios e provisões estão relacionados com a estrutura de suporte à diretoria executiva que contempla dezoito empregados alocados nas áreas administrativa, financeira, contábil, jurídica, recursos humanos, serviços gerais e transporte. Quadro XXIX - Realização por Elemento de Despesa – Administrativo e Financeiro Centro de Responsabilidade Pessoal - Administração e Finanças Viagens - Administração e Finanças Manutenção - Administração e Finanças Investimentos - Administração e Finanças Pessoal - Jurídico Viagens - Jurídico Total Produto Entidade Mantida Realização Financeira Previsto Realizado 643.730,00 596.574,96 12.350,00 4.966,11 943.475,00 990.219,87 210.889,00 189.085,00 169.932,00 169.075,89 9.150,00 2.925,54 1.989.526,00 1.952.847,37 Previsto 1 Realização Física Realizado 1 % Realizado 92,67% 40,21% 104,95% 89,66% 99,50% 31,97% 98,16% % Realizado 100% 52 Gráfico XVI - Realização Financeira das Despesas do Administrativo e Financeiro 7.000.000,00 6.000.000,00 5.000.000,00 4.000.000,00 3.000.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 - 2007 2008 2009 2010 2011 Previsto 6.151.493,00 5.258.935,00 3.555.289,00 2.082.346,00 1.989.526,00 Realizado 3.388.454,34 3.581.294,96 3.371.467,16 1.968.761,08 1.952.847,37 Fonte: Sistema Zeus Análise das realizações e dos resultados: Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura administrativa atenderam às demandas da Instituição, garantindo seu funcionamento e uma aplicação de 98,16 % dos recursos previstos. f) Ações de Informática - Departamento de Informática Tipo de Ação Finalidade Apoio •Manutenção da Atividade Administrativa. Descrição • O Departamento de Informática integra a estrutura básica do Sescoop/RS, sendo responsável pela gestão das ferramentas de hardware e software computacionais disponíveis no ambiente da Entidade. Os gastos previstos referem-se aos custos com pessoal, encargos, benefícios, auxílios, materiais de consumo, despesas de viagem, serviços de terceiros e investimentos em hardware e software. Os valores orçados a título de salários, encargos, benefícios e provisões estão relacionados com a estrutura de suporte de informática que contemplava ao final do exercício quatro empregados alocados nessa área. Quadro XXX - Realização por Elemento de Despesa – Informática Centro de Responsabilidade Pessoal - INFO Viagens - INFO Manutenção - INFO Investimentos - INFO Total Produto Entidade Mantida Fonte: Sistema Zeus Previsto 173.948,00 3.650,00 21.300,00 132.900,00 331.798,00 Previsto 1 Realização Financeira Realizado 173.901,74 1.292,95 16.051,56 74.780,00 266.026,25 % Realizado 99,97% 35,42% 75,36% 56,27% 80,18% Realização Física Realizado 1 % Realizado 100% 53 Gráfico XVII - Realização Financeira das Despesas de Informática 600.000,00 500.000,00 400.000,00 300.000,00 200.000,00 100.000,00 Previsto Realizado 2007 274.055,00 233.926,59 2008 252.312,00 139.662,41 2009 573.316,00 507.944,63 2010 376.973,00 323.524,17 2011 331.798,00 266.026,25 Fonte: Sistema Zeus Análise das realizações e dos resultados: Os valores previstos e realizados na manutenção da estrutura do Departamento de Informática atenderam às demandas da Instituição, garantindo o seu funcionamento e uma aplicação de 80,18% dos recursos previstos. Os gastos com viagens demonstrados no centro de responsabilidade apresentaram uma execução abaixo do projetado, visto que houve uma redução na demanda, envolvendo passagens, diárias e hospedagens, gerando um superávit orçamentário para a Instituição. Destacam-se entre as atividades desenvolvidas por essa área a implementação de melhorias na home page, o planejamento, desenvolvimento e implantação do Sistema Cadastro Geral das Cooperativas Gaúchas, a implantação das atualizações de versão nos softwares de gestão, prestação de suporte aos usuários e manutenção dos equipamentos disponíveis. Os investimentos previstos contemplaram a aquisição de equipamentos de Informática e softwares, totalizando uma realização de 56,27% dos recursos. Dentre os investimentos realizados no exercício, destacam-se a aquisição de monitores LCD, de computadores e notebooks com sistema operacional e aplicativos. g) Divulgação/Comunicação Tipo de Ação Finalística Finalidade • Garantir a prestação dos serviços de comunicação de massa com qualidade e preço acessível. Descrição • Criar, desenvolver e fortalecer o relacionamento com seu público e com a comunidade em geral, por meio de ações de comunicação, informação, promoção e divulgação do cooperativismo. 54 Quadro XXXI - Realização por Elemento de Despesa – Divulgação Realização Financeira Centro de Responsabilidade Previsto Realizado % Realizado Pessoal - Imprensa 122.731,00 73.970,40 60,27% Viagens - Imprensa 5.653,00 2.413,95 42,70% 94.347,00 94.347,00 100,00% 222.731,00 170.731,35 76,65% Manutenção - Imprensa Total Realização Física Produto Previsto Realizado % Realizado 1 1 100% Entidade Mantida Realização Financeira Natureza dos Projetos Previsto Realizado Realização Física % Realizado Previsto Realizado % Realizado 14.200 15.500 109,15% Projetos de Divulgação 2.351.422,00 2.280.259,99 96,97% Total 2.351.422,00 2.280.259,99 96,97% Quadro XXXII - Realização por Elemento de Despesa - Divulgação Despesa Serv e Divulg Institucionais Locações Serviços Especializados Encargos s/ Serv de Terceiros Total Prevista 2.252.989,00 82.800,00 15.000,00 633,00 2.351.422,00 Realizada 2.181.827,49 82.800,00 15.000,00 632,50 2.280.259,99 Previsto Realizado % Realizado 96,84% 100,00% 100,00% 99,92% 96,97% Quadro XXXIII - Realização por Projeto Projetos de Divulgação Jornal O INTERIOR 2011 Cooperativismo na TV 2011 Campanha de Divulgação Institucional Dia Internacional Cooperativismo - 2011 Expointer 2011 Expodireto Cotrijal 2011 II Agroind Familiar Total % Realizado 104.800,00 80.550,00 76,86% 76.139,00 76.138,25 100,00% 1.900.000,00 1.853.260,24 97,54% 35.683,00 35.682,50 100,00% 175.800,00 175.800,00 100,00% 24.000,00 23.829,00 99,29% 35.000,00 2.351.422,00 35.000,00 2.280.259,99 100,00% 96,97% 55 Gráfico XVIII - Histórico da Realização Financeira – Divulgação 3.000.000,00 2.500.000,00 2.000.000,00 1.500.000,00 1.000.000,00 500.000,00 Previsto Realizado 2007 231.220,00 14.219,60 2008 2009 2010 2011 1.028.143,00 1.700.675,00 1.395.501,00 2.574.153,00 984.843,68 1.101.426,08 1.255.586,64 2.450.991,34 Fonte: Sistema Zeus Análise das realizações e dos resultados: O Sescoop/RS conta com uma Assessoria de Imprensa, que atuou na divulgação das ações desenvolvidas pela Entidade. No ano de 2011 foram produzidas 4 edições do jornal “O Interior” e produzidos releases para divulgação em programas de rádio e televisão. Foi prestada assessoria na produção de material de divulgação institucional, a cobertura jornalística e fotográfica dos eventos realizados e mantida a atualização constante da home-page, com a inserção de notícias e matérias sobre os eventos em destaque no Estado. Feiras: Expodireto-Cotrijal 2011 e Expointer 2011 O Sescoop/RS apoiou e participou de feiras e eventos promovidos por cooperativas e entidades ligadas ao cooperativismo, onde oportunizou a divulgação de produtos e serviços das cooperativas, permitindo maior visibilidade do sistema cooperativo. Para a divulgação das ações e eventos e para a disseminação de informações ao público do setor cooperativista, o Sescoop/RS, utilizou-se de três canais de comunicação: Programa Cooperativismo na TV Através de veiculação do programa de televisão em nível nacional, dando abrangência aos temas e ações em execução no Estado, bem como as realizações das cooperativas filiadas ao sistema. Jornal “O Interior” Através da produção e distribuição mensal do Jornal “O Interior”, que permite aos treze ramos do cooperativismo a divulgação de suas ações, bem como a prestação de informações e o acompanhamento dos principais temas ligados ao cooperativismo. O valor realizado no exercício é plenamente justificável, pois visa promover a identidade cooperativista, demonstrando a aplicação dos princípios e valores institucionais, além da divulgação das ações desenvolvidas, fortalecendo assim o caráter participativo, democrático e integrado das ações. Divulgação Institucional – Valorização do Cooperativismo Através da campanha publicitária, que objetiva promover e divulgar o cooperativismo, visando o fortalecimento de sua imagem, com abordagem das seguintes questões: a) Que ajude a criar um significado positivo e moderno para o cooperativismo; b) Que explique e construa a noção de que o cooperativismo é importante para a sociedade e para as pessoas; c) Que fortaleça o orgulho dos associados das cooperativas, gerando identidade e valor social; d) Que ajude a valorizar os produtos e os serviços das cooperativas. 56 5.3 Indicadores de Desempenho Operacional i. Indicadores de Eficácia Nome: Índice de Aplicação dos Recursos (IAR) Descritivo: calcula o percentual de investimento total realizado em relação ao previsto, excluindo-se recursos provenientes do Fundecoop. Fórmula: Investimento total realizado Investimento total previsto Em R$ Elementos Investimento Total Realizado Investimento Total Previsto Índice de aplicação dos Recursos (IAR) 2009 15.085.185,88 18.000.000,00 83,81% 2010 12.663.800,86 18.008.428,00 70,32% 2011 18.542.942,39 22.190.180,00 83,56% Fonte: Sistema Zeus Nome: Média de Participantes por Evento (MPE) Descritivo: calcula o número médio de participantes por evento. Fórmula: Total de participantes Total de Eventos Elementos Total de Participantes Total de Eventos Média de Participantes por Evento (MPE) 2009 172.585 506 341 2010 130.992 529 248 2011 221.334 596 371 Fonte: Sistema Pro Eventos Sescoop/RS ii. Indicadores de Eficiência Nome: Investimento Médio por Participante (IMP) Descritivo: calcula o valor médio investido em eventos por participante. Fórmula: Investimento total__ Total de participantes Em R$ Elementos Investimento Total Total de Participantes Investimento Médio por Participante (IMP) 2009 8.617.248,68 172.585 R$ 49,93 2010 8.291.863,45 130.992 R$ 63,30 2011 11.512.684,11 221.334 R$ 52,01 Fonte: Sistemas Zeus e Pro Eventos Sescoop/RS 57 Nome: Investimento Médio por Evento Realizado (IME) Descritivo: calcula o valor médio investido por evento. Fórmula: Investimento total em eventos Total de eventos realizados Em R$ Elementos 2009 2010 2011 Investimento Total em Eventos 8.617.248,68 8.291.863,45 11.512.684,11 Total de Eventos Realizados 506 529 596 Investimento Médio por Evento Realizado (IME) R$ 17.030,14 R$ 15.674,60 R$ 19.316,58 Fonte: Sistemas Zeus e Pro Eventos Sescoop/RS iii. Indicadores de Efetividade Nome: Índice de Fortalecimento do Sistema (IFS) Descritivo: calcula relação entre o valor investido pelo SESCOOP (em ações finalísticas) e a variação do valor arrecadado pelo SESCOOP no último período, em relação ao período anterior. Fórmula: Variação do valor arrecadado Valor investido Elementos Variação do Valor Arrecadado Valor Investido Índice de Fortalecimento do Sistema (IFS)* 2009 1.328.696,78 8.617.248,68 0,15 2010 2.533.998,89 8.291.863,45 0,30 2011 2.391.017,73 11.512.684,11 0,21 Fonte: Sistema Zeus *Para cada R$1,00 investido pelo Sescoop/RS nas ações finalísticas foi obtido um incremento de 0,21 vezes no valor arrecadado pela Instituição, entre os anos de 2011 e 2010. 58 CAPÍTULO 6 - EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA gestão orçamentária e o planejamento institucional do Sescoop têm por finalidade contribuir para a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa. A O plano de trabalho/orçamento do SESCOOP/RS para 2011, na forma da reprogramação aprovada pelo Conselho Nacional, envolveu previsão de recursos no total de R$ 22.190.180,00. As receitas atingiram a importância de R$ 21.837.878,50 representando execução de 98,41% em relação ao previsto. As aplicações alcançaram o montante de R$ 18.542.942,39 representando 83,56% do previsto para o exercício. Frente a essas realizações, o resultado orçamentário foi de R$ 3.294.936,11. 6.1 – Receitas Das receitas realizadas em 2011, no montante de R$ 21.837.878,50, 82,31% são oriundas de receitas de contribuições ao Sescoop/RS, 15,87% pelas Receitas Patrimoniais e 1,81% de outras receitas correntes, conforme demonstrado no quadro abaixo. Quadro XXXIV – Receitas Previstas e Realizadas Receitas Previsto RUBRICAS Receitas de Contribuições R$ Realizado % R$ Execução % % 18.829.360,00 84,85% 17.975.518,15 82,31% 95,47% 3.200.000,00 14,42% 3.466.564,92 15,87% 108,33% 2.900,00 0,00% 2.900,00 0,01% 0,00% Transferências Correntes 46.000,00 0,21% 20.000,00 0,09% 0,00% Outras Receitas Correntes 111.920,00 0,50% 372.895,43 1,71% 333,18% Alienação de Bens - 0,00% - 0,00% 0,00% Transferências de Capital - 0,00% - 0,00% 0,00% Outras Receitas de Capital - 0,00% - 0,00% 0,00% Receitas Patrimoniais Receitas de Serviços Total Fonte: Sistema Zeus 22.190.180,00 100,00% 21.837.878,50 100,00% 98,41% 6.2 – Despesas O Plano de Trabalho da Unidade do Sescoop/RS para 2011 previu despesas no valor de R$ 22.190.180,00 distribuídas por natureza e rubricas a seguir especificadas. As despesas efetivas, no cumprimento da programação orçamentária aprovada pelo Conselho Nacional, totalizaram a importância de R$ 18.542.942,39. As aplicações estão distribuídas nos quadros apresentados a seguir: 59 Quadro XXXV - Despesas Previstas e Realizadas em 2011 Despesas Previsto Rubricas Pessoal e Encargos Sociais Outras Despesas Correntes R$ Investimentos Inversões Financeiras % Variação R$ % % 3.270.602,00 14,74% 3.076.649,36 16,59% 94,07% 18.413.789,00 82,98% 15.070.428,03 81,27% 81,84% 505.789,00 2,28% 395.865,00 2,13% 78,27% 0,00% - 0,00% 0,00% - Total Fonte: Sistema Zeus Realizado 22.190.180,00 100,00% 18.542.942,39 100,00% 83,56% A execução orçamentária quando analisada sob a ótica do quadro acima, nos indica que muito embora o quadro de pessoal não seja tão significativo, o modelo de planejamento adotado para a área de pessoal está adequado, pois a execução chegou a 94,07% do valor previsto. As despesas correntes, que contemplam todos os gastos da área meio e fim, alcançaram uma execução de 81,84% do valor previsto. Cabe ressaltar, que os valores previstos com projetos, estão detalhados no Anexo XI, que apresenta a execução individual. No que diz respeito aos investimentos, tem-se que os gastos com aquisições de bens estão voltados a renovação do parque de máquinas e equipamentos necessários e suficientes para o atendimento das demandas. Quadro XXXVI - Aplicações Diretas - Pessoal e Encargos Natureza da Despesa Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patronais Benefícios Sociais Total Previsto Realizado % Realizado 2.115.978,00 2.001.162,55 94,57% 687.254,00 641.097,91 93,28% 447.370,00 434.388,90 97,10% 3.270.602,00 3.076.649,36 94,07% Fonte: Sistema Zeus Quadro XXXVII - Aplicações Diretas - Despesas Administrativas Natureza da Despesa Previsto Realizado % Realizado Desp. C/Dirig. e Conselheiros 28.490,00 28.485,60 99,98% Ocupação e Serviços Públicos 106.500,00 93.214,26 87,53% Despesas de Comunicação 220.707,00 212.704,80 96,37% Material de Consumo 104.610,00 92.963,87 88,87% Material de Consumo Durável 16.750,00 15.852,56 94,64% Passagens e Locomoções 31.363,00 16.393,67 52,27% Diárias e Hospedagens 48.170,00 34.643,20 71,92% 556.590,00 494.257,96 88,80% Total Fonte: Sistema Zeus 60 Quadro XXXVIII - Aplicações Diretas - Despesas Institucionais Natureza da Despesa Locações Previsto Realizado % Realizado 228.315,00 144.577,99 63,32% 28.600,00 16.578,00 57,97% 1.902.688,00 1.294.525,14 68,04% 52.000,00 45.000,00 86,54% Serv e Divulg Institucionais 3.013.999,00 2.920.461,95 96,90% Auxílio Financeiro a Estudante 2.530.101,00 1.965.654,96 77,69% 241.346,00 144.788,66 59,99% 7.997.049,00 6.531.586,70 81,67% Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Premiações Auxílios Educacionais Total Fonte: Sistema Zeus Quadro XXXIX - Aplicações Diretas - Serviços de Terceiros Natureza da Despesa Previsto Realizado % Realizado Auditoria e Consultoria 2.397.233,00 1.750.209,81 73,01% Serviços Especializados - PJ 6.390.684,00 5.197.826,70 81,33% Serviços de Transportes 34.550,00 27.933,18 80,85% Serviços Gerais - PJ 68.900,00 49.983,62 72,55% Outros Serv de Terceiros - PF 66.000,00 66.000,00 100,00% Outros Serv de Terceiros - PJ 89.115,00 65.186,65 73,15% Encargos s/ Serv de Terceiros 437.158,00 422.955,44 96,75% 9.483.640,00 7.580.095,40 79,93% Total Fonte: Sistema Zeus Quadro XL - Aplicações Diretas - Despesas Tributárias e Financeiras Natureza da Despesa Imp, Taxas e Contrib Federais Imp, Taxas e Contrib Estad Previsto 322.000,00 Realizado % Realizado 410.283,21 127,42% 6.310,00 6.251,51 99,07% 38.700,00 38.613,94 99,78% Outras Despesas Tributárias 1.900,00 1.870,35 98,44% Despesas Financeiras 7.600,00 7.468,96 98,28% 376.510,00 464.487,97 Imp, Taxas e Contrib Municip Total 123,37% Fonte: Sistema Zeus Quadro XLI - Despesas de Capital Natureza da Despesa Bens Intangíveis Obras e Instalações Bens Móveis Total Previsto Realizado % Realizado 146.700,00 139.156,50 94,86% 30.000,00 0,00 0,00% 329.089,00 256.708,50 78,01% 505.789,00 395.865,00 78,27% Fonte: Sistema Zeus 61 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este relatório é um documento rico em significados, os quais estão ligados entre si por uma relação de causa e consequência. Uma parte do relatório está repleta de cifras e números, os quais, invariavelmente, retratam mais um ano muito positivo na trajetória de crescimento constante e sólido do Cooperativismo Gaúcho e do Sescoop/RS. A causa deste desempenho remonta aos princípios que inspiraram o surgimento do cooperativismo no Brasil. O ideal cooperativo, desde seus primeiros passos, em 1.902, com as iniciativas do Padre Theodor Amstad, sempre carregou consigo a capacidade transformadora, o potencial de gerar benefícios coletivos para quem descobre a força da colaboração. Os dados apresentados unem o espírito cooperativo e o trabalho desenvolvido pelo Sescoop/RS em benefício do sistema cooperativo, que consiste, especialmente, em qualificar a mão de obra através da formação profissional e de modernas ferramentas de gestão, promover estilo de vida saudável, intensificar a adoção de responsabilidade socioambiental, monitorar resultados e assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações. Neste sentido destacam-se: “O Convênio de Cooperação da DGRV com o Sescoop/RS” Que objetiva: O fortalecimento das cooperativas no Rio Grande do Sul que atuam no setor agrário (melhorando gestão, rentabilidade, cooperação entre cooperativas, Know-how e tecnologias). Deste modo, as cooperativas se tornam mais vigorosas, tendo a possibilidade de fornecer serviços atrativos e competitivos para os estabelecimentos associados, aumentando assim a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade da agricultura. Este vínculo contribui também para a intensificação da cooperação política e econômica entre o Brasil e A Alemanha nos setores agrário e alimentar. “O Programa de Reestruturação das Cooperativas Agropecuárias” Que tem com objetivos principais a definição de: Modelos de gestão política e profissional adequado às necessidades das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul; Estratégias para revitalização de núcleos, buscando a transparência e o comprometimento dos associados com o empreendimento cooperativo; Projetos de viabilidade de modelos de integração cooperativa com vistas a buscar escalas operacionais; Foco das cooperativas agropecuárias, desvinculando-se das atividades alheias a suas finalidades; Despesas operacionais e de pessoal compatíveis com o foco; Modelos de contratualização das relações estabelecidas entre associados e cooperativas, das cooperativas entre si e intensificação de projetos agroindustriais; Formas de cooperação adequadas às necessidades das cooperativas em estudo, através da elaboração de projetos, visando a participação ou criação de centrais, parcerias ou incorporações; Melhoria da governança cooperativa. Será desenvolvido em 18 meses e executado em 5 Etapas, sendo a 1ª com cenários econômicos; a 2ª com análise das cooperativas; a 3ª com estratégias de negócios; a 4ª sobre governança e a 5ª sobre o plano de execução. A empresa contratada para a execução do projeto é o Banco Rabobank Internacional Brasil S.A. 62 “A Campanha de Valorização do Cooperativismo” Que objetiva mostrar a força do cooperativismo no Rio Grande do Sul e fortalecer o orgulho das pessoas que fazem parte do sistema cooperativista. Propõe o desenvolvimento de um posicionamento institucional que aborde as seguintes questões: Ajude a criar um significado positivo e moderno para o cooperativismo; Explique e construa a noção de que o cooperativismo é importante para a sociedade e para as pessoas, independentemente de serem do campo ou da cidade; Fortaleça o orgulho dos associados das cooperativas do Estado, gerando identidade e valor social; Ajude a valorizar os produtos e os serviços das cooperativas. O público alvo é a sociedade gaúcha em geral, abrangendo formadores de opinião, tanto das comunidades do interior, quanto dos centros urbanos; Imprensa em geral; Segmentos empresariais e trade de relacionamento das cooperativas; Poderes Públicos; Potenciais associados de cooperativas nos 13 ramos de atuação das cooperativas no Rio Grande do Sul, em especial os jovens das comunidades. “O Credenciamento da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – ESCOOP” Que objetiva ampliar o acesso dos empregados e associados das cooperativas na formação em gestão, a Entidade atuará na consecução dos objetivos finalísticos do Sescoop/RS. Credenciada em julho/2011 executará atividades relacionadas ao ensino de formação profissional; Fomento da produção científica no campo do cooperativismo; Disseminação do conhecimento do cooperativismo em seus aspectos sociais e econômicos. Possui a missão de preparar profissionais para as diversas áreas das cooperativas, notadamente para a moderna gestão. A ESCOOP realizará cursos próprios de graduação, extensão e de pós-graduação, oferecendo bolsa de estudos de 70% aos alunos associados ou empregados em cooperativas. Está programado para ser realizado no início do primeiro semestre/2012, o 1º vestibular para o Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas. Terá duração média entre dois anos e meio a três anos. A carga horária do curso será de 1.620 horas ou 108 créditos acadêmicos. As disciplinas serão ofertadas de segunda a sexta-feira, no período da noite, na sede da Faculdade. “Plano Estratégico Sescoop/RS 2011/2013” Onde foram definidos os objetivos estratégicos, reforçando que o Sescoop/RS almeja novos horizontes para o Cooperativismo Gaúcho. Para tal, formulou seu Plano Estratégico para o período de 2011/2013, onde foram identificados seus principais desafios, lições apreendidas, oportunidades, ameaças, forças e fragilidades, resultando na formulação da Árvore Estratégica da Entidade, definindo claramente seus objetivos estratégicos, de administração e apoio, bem como linhas de ações e indicadores de desempenho. 63 “Transparência nos Atos de Gestão” Prestação de contas objetiva e transparente. As demonstrações contábeis do exercício 2011, além de se prestarem ao cumprimento dos dispositivos legais que tratam dos itens que compõem a prestação de contas anual, traduzem, ainda, a preocupação dos gestores com a transparência das informações repassadas ao público de interesse. Os documentos contábeis encontram-se no Anexo deste relatório, contemplando: Balanço Patrimonial; Demonstração dos Superávits/Déficits do Exercício; Demonstração dos Fluxos de Caixa; Balanço Orçamentário, Balanço Financeiro, Demonstrativo das Variações Patrimoniais e as Notas explicativas. Finalizando, ressalta-se que a mensagem do Presidente do Sescoop/RS direciona os objetivos da Entidade em 2012. A ordem é comemorar e aproveitar o grande momento que a ONU nos oferece, dizendo que o “cooperativismo faz bem para o mundo” e consagrando “2012 como Ano Internacional das Cooperativas”. Nosso grande enfoque será a inclusão cooperativa da mulher e em especial do jovem, porque ele garante o futuro das cooperativas, motivando a necessidade de incentivar sua participação no sistema cooperativista. A campanha publicitária em execução reforça o sistema cooperativista ressaltando o conceito de que quem coopera não apenas cresce, mas também tem mais força, produz mais, tem mais amigos, é gente moderna e faz acontecer. 64 Anexo I - Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício de referência Não houve efetivação de convênios no exercício de 2011, e não há transferências previstas para o exercício de 2012. Anexo II - Histórico da composição e das despesas com recursos humanos - 2008 a 2011 Descrição 2008 Quant. Despesa Salários Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade 35 Total pessoal próprio 35 Encargos Benefícios Descrição Estagiários 3 Total estagiários 3 Descrição Total Geral 1.258.415,72 Despesa Salários 392.633,98 Encargos 301.945,95 35 1.952.995,65 35 Benefícios Despesa Bolsa auxílio Taxa 2010 Valor Quant. Despesa 1.787.287,67 Salários 444.990,00 Encargos 317.781,40 37 2.550.059,07 37 Benefícios 2009 Valor Quant. 16.176,60 1.797,40 2 17.974,00 2 Despesa Bolsa auxílio Taxa 2011 Valor Quant. 1.670.034,47 Despesa Salários 533.202,94 Encargos 330.434,99 42 2.533.672,40 42 Benefícios Quant. Despesa Bolsa auxílio 1.848,01 205,33 - 2.053,34 - Taxa - 2.001.162,55 641.097,91 434.388,90 3.076.649,36 2010 Valor Valor 2011 Valor Quant. - - - - Despesa Bolsa auxílio Taxa Valor - - - 2011 Quant. Pessoal envolvido em ações de suporte da unidade Quant. 2008 Quant. Pessoal envolvido em ações finalísticas da unidade 2009 Valor Despesa Salários 19 23 42 Valor 1.099.655,22 Encargos 353.303,43 Benefícios 207.025,70 Salários 901.507,33 Encargos 287.794,48 Benefícios 227.363,20 3.076.649,36 Fonte: Sistema Zeus 65 Anexo III - Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ Quesitos a serem avaliados Avaliação 1 2 3 4 5 Planejamento 1. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como um todo. x 2. Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor. x 3. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ. x Recursos Humanos de TI 4. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI. 4 5. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do Órgão/Entidade. x Segurança da Informação 6. Existe uma área específica, com responsabilidades definidas, para lidar estrategicamente com segurança da informação. x 7. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída mediante documento específico. x Desenvolvimento e Produção de Sistemas 8. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as necessidades da UJ. 9. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida. x x 10. É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do Órgão/Entidade oferecidas aos seus clientes. x 11. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço. x Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI 12. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao desenvolvimento interno da própria UJ. 25% 13. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI. x 14. O Órgão/Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de gestão de contratos de bens e serviços de TI. x 15. Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão/Entidade referente a produtos e serviços de TI terceirizados? x Considerações Gerais: Respondido conjuntamente, pelo Analista da Área de TI e pela Superintendência. LEGENDA Níveis de avaliação: (1) Totalmente inválida, (2) Parcialmente inválida, (3) Neutra, (4) Parcialmente válida, (5) Totalmente válida. 66 Anexo IV - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos Não Aplicável. Anexo V - Informações sobre Cumprimento da Lei 8.730/93 Os membros dos conselhos, a diretoria executiva, os encarregados da gestão orçamentária e financeira listados no Rol de Responsáveis, encontram-se em dia com as obrigações previstas na Lei n.º 8.730, de 10 de novembro de 1993, e na Instrução Normativa - IN n.º 05, de 10 de março de 1994, do Tribunal de Contas da União- TCU. Anexo VI - Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da União A unidade não é gestora de patrimônio imobiliário, classificado como "Bens de Uso Especial", de propriedade da União ou locado de terceiros. Anexo VII - Informações sobre providências adotadas para atender deliberações do TCU ou em relatório de auditoria do órgão de controle interno Não há. Anexo VIII - Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle interno Nº Relatório nº Descrição da recomendação 012/2011 Recomendação Aprimorar o controle sobre os 2.1.1 quantitativos físicos das ações realizadas. Setor Providência Gerência das Atividades Finalísticas Foi desenvolvido o módulo sistematizado no Sistema Pró-Eventos, para que essas execuções pudessem ser acompanhadas a curto prazo, fato que já aconteceu na elaboração do relatório do terceiro quadrimestre 2011. Observar, nos instrumentos Serão incluídos nos contratos cláusula contratuais, a inclusão de expressa informando que o Edital integra o Recomendação cláusula referente às Superintendência contrato para todos os fins, com ênfase 4.1.1 penalidades previstas em especial às penalidades descritas no Edital. instrumento convocatório. 67 Nº Relatório nº Descrição da recomendação 012/2011 Setor Providência O Cadastro de Sociedades Prestadoras de Formalizar consulta à Serviços possui, atualmente, mais de 670 Assessoria Jurídica acerca da Sociedades Prestadoras de Serviços legalidade da utilização do Cadastradas e não há qualquer fator "Cadastro de Sociedades impeditivo para que outras empresas possam Prestadoras de Serviços" integrar o referido cadastro. Para tanto, basta Recomendação perante o Regulamento de Superintendência que a pessoa jurídica interessada observe os 4.2.1 Licitações e Contratos do requisitos estabelecidos no art. 8° da SESCOOP e legislação Resolução 04/2006 SESCOOP/RS, requisitos conexa, no intuito de estes que nada mais são do que exigências resguardar a Unidade de decorrentes das normas que regulam a matéria eventuais apontamentos pelos e dos entendimentos do Tribunal de Contas da órgãos de fiscalização. União acerca das contratações. a Resolução Recomendação Observar 043/2006-Sescoop Nacional Superintendência Diante do Exposto, tem-se que a Resolução 4.2.2 quando ocorrer contratações. 043/2006 Sescoop Nacional tem sido observada na sua integralidade, não havendo Cumprir a Resoulção Recomendação qualquer prática que esteja em dissonância 043/2006, Sescoop Nacional, Superintendência com a referida norma. 4.3.1 em especial quanto ao artigo 9º. Aperfeiçoar o processo de Recomendação planejamento orçamentário, visando adequar o orçamento Superintendência As recomendações serão observadas. Estamos 5.1.1 às necessidades reais da na fase final do processo de Seleção de Unidade. Pessoal. Faz parte desta ação, a contratação de técnico que terá atribuições de aperfeiçoar o Efetuar verificações processo de planejamento orçamentário bem periódicas entre o Orçado x Recomendação como o acompanhamento da realização dos Realizado, de forma a obter Superintendência eventos planejados. 5.1.2 acompanhamento da realização mais próximo dos eventos planejados. Formalizar mensalmente as O SESCOOP/RS adotou desde o ano de 2007 conciliações bancárias, o procedimento de conciliação individual das evidenciando as assinaturas contas patrimoniais, e em especial as contas do preparador e do revisor, bancárias, seja a de movimentação de conta Recomendação bem como anexando a estas Superintendência corrente ou de conta aplicação. Tanto que os os extratos bancários e Coordenação 6.1.1 processos de conciliação foram submetidos à originais, que devem ser Administrativa análise desta auditoria, no entanto, a assinatura solicitadas aos bancos, como é um formalismo que será observado, assim sugestão de melhoria de como a emissão (impressão dos extratos) na controles internos. própria agência bancária. 68 Nº Relatório nº Descrição da recomendação 012/2011 Setor Providência A recomendação será observada parcialmente. Ressalta-se, que o controle das contas a pagar Adotar controle de contas a Superintendência já é realizado através do sistema Zeus. Todas Recomendação pagar por meio do módulo e Coordenação as obrigações são apropriadas e controladas 6.2.1 financeiro do sistema ZEUS. Administrativa neste sistema, que é base inclusive para a apuração das informações de execução orçamentárias. Realizar levantamento minucioso dos motivos da existência de saldos, referente a obrigações com fornecedores, pendentes a Recomendação longa data, submetendo este Superintendência levantamento a apreciação e e Coordenação A recomendação será acatada. 6.2.2 aprovação formal da alta Administrativa administração, visando possibilitar a tomada de decisão a respeito destas providências. Fornecer ao departamento de contabilidade, o relatório de contingências, evidenciando o valor estimado e a probabilidade de perda, claramente a Recomendação contendo informação de que se trata da 7.1.1 posição na data base de encerramento do balancete mensal, visando refletir nos registros contábeis a posição atualizada das contingências. Efetuar o registro contábil das contingências, mensalmente, com base no relatório a ser disponibilizado pela Recomendação Assessoria Jurídica, visando 7.1.2 refletir nos registros contábeis a posição atualizada das contingências e de acordo com as normas contábeis. Assessoria Jurídica Coordenação Administrativa Ao final de cada mês é enviado à contabilidade o relatório de contingências devidamente atualizado, com informações da última movimentação processual, acompanhado do valor estimado a ser provisionado. No que concerne à classificação (provável, possível ou remota) em que pese a menção aos valores a serem provisionados apontarem para as probabilidades de perda, informamos que tal informação será devidamente incluída nos relatórios de maneira a colaborar com as tratativas contábeis. A recomendação será acatada. 69 Nº Relatório nº Descrição da recomendação 012/2011 Realizar a conciliação mensal dos saldos contábeis com os respectivos controles operacionais, evidenciando formalmente as divergências Recomendação entre os saldos contábeis e os saldos operacionais, bem 7.2.1 como evidenciar formalmente as inconsistências referentes a itens pendentes a longa data, contendo as assinaturas do preparador e do revisor. Realizar a contabilização da atualização monetária referente ao Recomendação retroativa, período compreendido entre a 7.3.1 data de realização do depósito judicial e a data base atual. Realizar a contabilização da atualização monetária Recomendação prospectiva, mensalmente, até 7.3.2 o desfecho da ação que originou o depósito. Recomendação 8.4.1 (Ressaltase que a numeração correta seria 7.4.1) Reclassificar o saldo de R$ 13.703,43 pagos a Octacílio Grivot para o ativo realizável a longo prazo. Setor Providência Coordenação Administrativa Ratificamos que o SESCOOP/RS adota o procedimento de conciliações de contas, como já frisado no item 6.1.1. No entanto, a recomendação será acatada. Coordenação Administrativa O referido valor teve sua execução no mês de novembro de 2011. No entanto, caso tenha outros eventos semelhantes proceder-se-á conforme o recomendado. Coordenação Administrativa Coordenação Administrativa A recomendação será acatada. A recomendação foi apreciada pela assessoria jurídica. O entendimento é de que o valor ainda deve permanecer no Ativo Circulante. No decorrer do próximo exercício a situação do processo será novamente examinada e a reclassificação efetuada, caso a situação não seja resolvida. Adotar medidas com o objetivo de garantir adequada Recomendação segregação de funções das Superintendência A recomendação será acatada. 7.5.1 áreas operacionais supracitadas. 70 Nº Relatório nº Descrição da recomendação 012/2011 Setor Providência Providenciar estudo técnico sobre a melhor tratativa contábil a ser adotada em relação ao caso em tela, podendo ser realizado internamente por meio do Presidência, Recomendação corpor técnico da entidade em Superintendência A recomendação será acatada. 7.6.1 conjunto com o SESCOOP e Coordenação Nacional, ou externamente Administrativa por meio de Consultoria Contábil, conforme entendimento da administração. Obter laudo técnico a respeito Presidência, Recomendação dos valores segregados de Superintendência terrenos e edificações na data A recomendação será acatada. 7.6.2 e Coordenação de aquisição. Administrativa Recomendação Efetuar o cálculo de ajustes e 7.6.3 lançamentos contábeis. Gerência de Contabilidade e Coordenação Administrativa A recomendação será acatada. Obter aprovação da alta Recomendação administração em relação aos Conselho Fiscal e lançamentos de ajustes e A recomendação será acatada. 7.6.4 Administrativo reclassificações. Rever o critério contábil Recomendação adotado e proceder aos ajustes e reclassificações cabíveis. 7.7.1 Coordenação Administrativa A recomendação será acatada. Envidar esforços no sentido de adequar-se à determinação prevista na NBC T 16.10, Recomendação procedendo à formalização do Superintendência estudo exigido, submetendo e Coordenação A recomendação será acatada. 7.8.1 este estudo a aprovação da Administrativa administração. 71 Nº Relatório nº Descrição da recomendação 012/2011 Setor Providência Envidar esforços no sentido de adequar-se à determinação prevista no CPC 27, A recomendação será acatada. procedendo à formalização da Superintendência Recomendação Definiremos em conjunto com o SESCOOP revisão do valor residual e da e Coordenação 7.9.1 Nacional o melhor procedimento a ser estimativa de vida útil dos Administrativa aplicado. bens do ativo permanente, submetendo este estudo a aprovação da administração. Formalizar o período de vida útil do bem estimado pela Recomendação Administração da Entidade, Superintendência A recomendação será acatada. 8.1.1 conforme determinado na norma citada neste apontamento de auditoria. Formalizar o valor residual do bem estimado pela Administração da Entidade, Recomendação documentado a base dos Superintendência A recomendação será acatada. 8.1.2 dados e critérios utilizados, conforme determinado na norma citada neste apontamento de auditoria. Realizar a contabilização das depreciações do bem considerando a vida útil e o Recomendação valor residual estimados formalmente pela alta 8.1.3 administração da entidade, conforme determinado na norma citada neste apontamento de auditoria. Coordenação Administrativa A recomendação será acatada. Atualizar os termos de responsabilidade em relação Recomendação às adições e baixas ocorridas desde a última formalização 8.2.1 até a data base atual, de forma a refletir a posição atual do ativo imobilizado. Coordenação Administrativa A recomendação será acatada. Atualizar os termos de responsabilidade do ativo Recomendação imobilizado 8.2.2 prospectivamente, sempre que ocorrerem novas aquisições e baixas de bens. Coordenação Administrativa A recomendação será acatada. 72 Anexo IX - Informações sobre Estrutura de controles internos Avaliação Aspectos do sistema de controle interno Ambiente de Controle 1 2 3 4 5 1. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. X 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. X 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. X 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. X 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. X 8. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. X 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. Avaliação de Risco X 1 2 3 4 10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. 5 X 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. X 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. X 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. X 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ, ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. X 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. X 16. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. X 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. X 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. X Procedimentos de Controle 19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. 1 2 3 5 X 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 4 X X 73 Avaliação Aspectos do sistema de controle interno 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionados com os objetivos de controle. Informação e Comunicação X 1 2 3 4 5 23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. X 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. X 25. A informação disponível à UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. X 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. X 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. X Monitoramento 1 2 3 4 5 28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. X 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. X 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. X Considerações gerais: Os itens 12,13,14,15, 28,29 e 30 – Respondidos com base na matriz de risco da Assessoria de Auditoria e Controle da Unidade Nacional do Sescoop. Demais itens respondidos conjuntamente pela Auditoria Interna e a Superintendência. LEGENDA - Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida, (2) Parcialmente inválida, (3) Neutra, (4) Parcialmente válida,(5) Totalmente válido 74 Anexo X - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis 1 2 3 4 1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias primas. Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? X 2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. X 3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de limpeza biodegradáveis). 4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. X X 5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas). Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? X 6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos? X 7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? Sim. A delimitação do objeto da licitação, incluiu o item de que os veículos fossem bicombustíveis(etanol/gasolina). 8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização, reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? X X 9. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens/produtos. 10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia, possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. 5 X X 11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006. X 12. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Campanha para diminuir o consumo de água, executada com a utilização de folders. X 13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Campanha para substituição do copo plástico descartável pelo copo cerâmico ou de vidro, que são reutilizáveis. X Considerações Gerais: Respondido pela Diretoria Executiva e a Comissão Permanente de Licitações. LEGENDA - Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida, (2) Parcialmente inválida, (3) Neutra, (4) Parcialmente válida, (5) Totalmente válida. 75 Anexo XI - Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a conformidade e o Desempenho da Unidade 1. Execução Física e Financeira das Ações Realizadas EXECUÇÃO FISICA TIPO DE PRIORIDADE AÇÃO UNIDADE DE MEDIDA EXECUÇÃO FINANCEIRA META A META META SER PREVISTA REALIZADA REALIZADA EM 2012 META REALIZADA META A SER REALIZADA EM 2012 328.476,00 324.220,12 375.834,00 1 1.989.526,00 1.952.847,37 11.902.772,00 1 1 331.798,00 266.026,25 243.558,00 1 1 1 20.720,00 20.716,80 21.351,00 Serviço Mantido 1 1 1 7.770,00 7.768,80 8.007,00 3 Auditoria Realizada 1 1 1 149.040,00 136.120,87 76.108,00 A 3 Ação Realizada 28 28 26 2.574.153,00 2.450.991,34 3.470.563,00 Promoção social no cooperativismo A 3 Pessoa Beneficiada 120.601 110.858 383.155 5.683.387,00 5.170.917,94 6.227.621,00 Qualificação profissional do trabalhador Qualif profissional na área do cooperat A 3 Pessoa Beneficiada 128.217 110.369 69.446 8.316.716,00 6.145.482,35 13.507.551,00 Gest polít exec financ, cont e controle Monit, superv, audit e controle de coop A 3 Serviço Mantido 601 107 659 2.788.594,00 2.067.850,55 2.366.635,00 FUNÇÃO SUB-FUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO Trabalho Administração Geral Gestão da política de trabalho e emprego Gestão administrativa A 3 Entidade Mantida 1 1 1 Trabalho Administração Geral Apoio administrativo Manutenção de serviços administrativos A 3 Serviço Mantido 1 1 Trabalho Administração Geral Apoio administrativo Ações de informática A 3 Serviço Mantido 1 Trabalho Normatização e Fiscalização Gestão da política de trabalho e emprego Gestão do processo planej institucional A 3 Plano Desenvolvido Trabalho Normatização e Fiscalização Gest polít exec financ, cont e controle Serv de administ e controle financeiro A 3 Trabalho Normatização e Fiscalização Gest polít exec financ, cont e controle Serviço de auditoria A Trabalho Comunicação Social Serviços de comunicação de massa Divulgação de ações institucionais Trabalho Proteção e Benefícios ao Trabalhador Melhoria da qualid vida do trabalhador Trabalho Empregabilidade Trabalho Empregabilidade META PREVISTA Fonte: Sistema Zeus 76 2. Demonstrativo da Programação de Despesas Correntes Origem orçamentária Exercícios Dotação Proposta Orçamento Aprovado Orçamento Reformulado TOTAL Fonte: Sistema Zeus 2 - Juros e encargos da dívida 2011 2010 1 - Pessoal e encargos 2011 2010 3.727.899,00 2.649.450,00 2.649.450,00 2.649.450,00 3.270.602,00 2.601.210,00 3.270.602,00 2.601.210,00 3 – Outras despesas 2011 - - - - - - - - 2010 23.717.101,00 16.366.750,00 23.717.101,00 16.366.750,00 18.413.789,00 11.356.551,00 18.413.789,00 11.356.551,00 3. Demonstrativo da Programação de Despesas de Capital Origem s orçamentária Exercícios Dotação Proposta Orçamento Aprovado Orçamento Reformulado TOTAL 4 - Investimentos 2011 5 – Inversões financeiras 2010 255.000,00 653.800,00 255.000,00 653.800,00 505.789,00 729.800,00 505.789,00 729.800,00 2011 6 – Outras despesas de capital 2010 2011 2010 - - - - - - - - - - - - - 3.320.867,00 3.320.867,00 Fonte: Sistema Zeus 4. Demonstrativo das Despesas Correntes Realizadas por Grupo e Elemento de Despesa GRUPOS DE DESPESA VALORES PAGOS 2011 2010 1 - Despesas de Pessoal 3.076.649,36 2.533.672,40 Vencimentos e Remunerações 2.001.162,55 1.670.034,47 641.097,91 533.202,94 - - 434.388,90 330.434,99 Encargos Sociais Patronais Remunerações Variáveis Benefícios Sociais Benefícios Assistenciais - 2 - Juros e Encargos da Dívida - - 3 - Outras Despesas Correntes 15.038.254,79 9.517.938,22 Despesas com Dirigentes e Conselheiros 28.485,60 25.756,00 Ocupação e Serviços Públicos 93.214,26 83.184,38 212.704,80 197.383,42 Material de Consumo 92.963,87 132.875,73 Material de Consumo Durável 15.852,56 11.153,01 Passagens e Locomoções 16.393,67 45.050,78 34.643,20 63.597,09 Despesas de Comunicação 77 GRUPOS DE DESPESA VALORES PAGOS 2011 2010 Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem - - 144.577,99 119.794,38 16.578,00 15.277,00 1.294.525,14 562.960,72 45.000,00 46.000,00 Serviços de Divulgação Institucional 2.920.461,95 1.889.563,45 Auxílio Financeiro a Estudante 1.965.654,96 1.222.054,98 144.788,66 137.874,64 Auditoria e Consultoria 1.750.209,81 81.600,00 Serviços Especializados - PJ 5.197.826,70 4.080.073,80 Serviços de Transportes 27.933,18 20.940,23 Serviços Gerais - PJ 49.983,62 43.172,44 - - Outros Serviços de Terceiros - PF 66.000,00 66.000,00 Outros Serviços de Terceiros - PJ 33.013,41 27.057,37 Encargos s/ Serviços de Terceiros 422.955,44 327.084,89 Serviços Especializados - PF - - Serviços Gerais - PF - - 410.283,21 261.434,33 6.251,51 4.092,70 38.613,94 36.552,40 Outras Despesas Tributárias 1.870,35 12.313,25 Despesas Financeiras 7.468,96 5.091,23 Transferências Regulamentares - - Convênios com a União - - Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos - - Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Premiações Auxílios Educacionais Estagiários Impostos, Taxas e Contribuições Federais Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais Impostos, Taxas e Contribuições Municipais Fonte: Sistema Zeus 78 5. Demonstrativo de Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa GRUPOS DE DESPESA VALORES PAGOS 2011 2010 4 - Investimentos 395.865,00 Bens Intangíveis 139.156,50 Bens Móveis 256.708,50 5 - Inversões Financeiras 6 - Outras despesas de capital 612.190,24 263.172,00 349.018,24 - - Fonte: Sistema Zeus 6. Demonstrativo da Evolução dos Gastos Gerais ANO DESCRIÇÃO 2011 2010 2009 1. Passagens 16.393,67 45.050,78 20.581,07 2. Diárias e Ressarcimento de despesas em viagens 35.643,20 63.597,09 52.643,09 3. Serviços Terceirizados 9.647.793,56 5.287.322,73 5.952.970,60 3.1. Publicidade 2.046.356,55 633.096,76 833.387,97 3.2. Vigilância, Limpeza e Conservação 10.621,20 5.486,30 22.079,96 3.3 Tecnologia da Informação 34.160,61 16.730,98 5.543,98 7.556.655,20 4.632.008,69 5.091.958,69 4. Cartão de Pagamento do Governo Federal - - - 5. Suprimento de Fundos - - - 9.699.830,43 5.395.970,60 6.026.194,76 3.4. Outras Terceirizações TOTAIS Fonte: Sistema Zeus 7. Demonstrativo das despesas por natureza Realizado Orçado Realizado % % 2011 Partic. Realiz. Rubricas 2009 2010 2011 2.550.059,07 2.203.237,41 2.823.232,00 97.833,98 129.588,10 114.083,00 78.970,05 0,43% 69,22% - - - - 0,00% 0,00% Auxílio Financeiro a Estudante 1.301.536,96 1.222.054,98 2.530.101,00 1.965.654,96 10,60% 77,69% Material de Consumo 1.061.020,15 706.989,46 2.024.048,00 1.403.341,57 7,57% 69,33% Serviços de Terceiros 7.544.180,00 7.411.435,10 13.533.559,00 11.316.032,40 61,03% 83,61% Pessoal, Encargos e Indenizações Despesas de Viagem Outras Despesas Variáveis Obrigações, Tributos e Contribuições Equipamentos, Materiais Permanentes Total Geral 2.642.260,46 14,25% 93,59% 719.259,28 641.477,57 806.068,00 879.974,45 4,75% 109,17% 1.811.296,44 349.018,24 359.089,00 256.708,50 1,38% 71,49% 15.085.185,88 12.663.800,86 22.190.180,00 18.542.942,39 100% 83,56% Fonte: Sistema Zeus 79 8. Resumo das programações de despesas Origem dos Créditos Orçamentários Exercícios Despesas Correntes 2010 Despesas Capital 2011 2010 2011 Dotação proposta pela UJ 19.016.200,00 27.445.000,00 653.800,00 255.000,00 Orçamento Aprovado 19.016.200,00 27.445.000,00 653.800,00 255.000,00 Orçamento Reformulado 13.957.761,00 21.684.391,00 4.050.667,00 505.789,00 13.957.761,00 21.684.391,00 4.050.667,00 505.789,00 Total Fonte: Sistema Zeus 9. Movimentação orçamentária por grupo de despesa Não houve movimentação externa. 10. Quadro “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Originários da UJ Modalidade de Contratação Despesa Comprometida 2011 Licitação Despesa Paga 2010 - 2011 1.493.039,37 2010 2.961.901,70 1.493.039,37 - Convite Concorrência Pregão - Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade - 218.350,00 1.853.260,24 218.350,00 1.274.689,37 1.108.641,46 1.274.689,37 8.526.900,50 12.420.306,22 6.976.826,13 7.715.691,50 12.195066,22 6.165.617,13 811.209,00 225240,00 811.209,00 Regime de Execução Especial 49.441,91 46.591,50 49.441,91 46.591,50 Suprimento de Fundos 49.441,91 46.591,50 49.441,91 46.591,50 Pagamento de Pessoal 3.112.292,56 2.597.269,49 3.112.292,56 2.597.269,49 Pagamento em Folha 3.076.649,36 2.533.672,40 3.076.649,36 2.533.672,40 Diárias 35.643,20 63.597,09 35.643,20 63.597,09 Outras - - - 11. Quadro “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Recebidos pela UJ (convênios e Fundecoop projetos especiais) Modalidade de Contratação Licitação Convite Concorrência Pregão Contratações Diretas Regime de Execução Especial Pagamento de Pessoal Outras Despesa Comprometida 2011 20.000,00 - Despesa Paga 2010 2011 - 2010 20.000,00 - - 80 Quadro “Despesas Correntes e Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa” – Créditos Recebidos pela UJ. (convênios e Fundecoop projetos especiais) GRUPOS DE DESPESA 1 - Despesas de Pessoal 2 - Juros e Encargos da Dívida 3 - Outras Despesas Correntes Serviços Especializados - PJ VALORES PAGOS 2011 2010 20.000,00 20.000,00 - Quadro “Despesa Corrente e Despesa de Capital por Grupo e Elemento de Despesa” – Créditos Originários da UJ GRUPOS DE DESPESA 1 - Despesas de Pessoal VALORES PAGOS 2011 2010 3.076.649,36 2.533.672,40 Vencimentos e Remunerações 2.001.162,55 Encargos Sociais Patronais Remunerações Variáveis Benefícios Sociais Benefícios Assistenciais 2 - Juros e Encargos da Dívida 3 - Outras Despesas Correntes Despesas com Dirigentes e Conselheiros Ocupação e Serviços Públicos Despesas de Comunicação Material de Consumo Material de Consumo Durável Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Premiações Serviços de Divulgação Institucional Auxílio Financeiro a Estudante Auxílios Educacionais 641.097,91 434.388,90 1.670.034,47 533.202,94 330.434,99 15.038.254,79 9.517.938,22 28.485,60 25.756,00 93.214,26 83.184,38 212.704,80 197.383,42 92.963,87 132.875,73 15.852,56 11.153,01 16.393,67 45.050,78 34.643,20 63.597,09 - - 144.577,99 119.794,38 16.578,00 15.277,00 1.294.525,14 562.960,72 45.000,00 46.000,00 2.920.461,95 1.889.563,45 1.965.654,96 1.222.054,98 144.788,66 137.874,64 81 Auditoria e Consultoria Serviços Especializados - PJ Serviços de Transportes Serviços Gerais - PJ 1.750.209,81 81.600,00 5.177.826,70 4.080.073,80 27.933,18 20.940,23 49.983,62 43.172,44 - - 66.000,00 66.000,00 33.013,41 27.057,37 422.955,44 327.084,89 - - - - 410.283,21 261.434,33 6.251,51 4.092,70 38.613,94 36.552,40 1.870,35 12.313,25 7.468,96 5.091,23 - - - - - - Estagiários Outros Serviços de Terceiros - PF Outros Serviços de Terceiros - PJ Encargos s/ Serviços de Terceiros Serviços Especializados - PF Serviços Gerais - PF Impostos, Taxas e Contribuições Federais Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais Impostos, Taxas e Contribuições Municipais Outras Despesas Tributárias Despesas Financeiras Transferências Regulamentares Convênios com a União Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos GRUPOS DE DESPESA 4 - Investimentos VALORES PAGOS 2011 2010 395.865,00 Bens Intangíveis 139.156,50 Bens Móveis 256.708,50 5 - Inversões Financeiras 6 - Outras despesas de capital - 612.190,24 263.172,00 349.018,24 - 82 12. Quadro “Detalhamento dos projetos de Formação Profissional por natureza” Natureza - Qualificação / Capacitação Profissional Projeto de Capacitação Profissional Curso Responsável Técnico - Transporte Previsto Realizado %Realizado 13.050,00 13.050,00 100,00% FECOERGS - Curso Avan.Proj. Red.Dis.Ene 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Cur. Elete. Básica NR 10 MTE 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Cur.Ins. Ope. Equi. Med. Esp 1.920,00 - FECOERGS - Curso Bás. Proj. Red. Dis. En 4.800,00 4.800,00 100,00% FECOERGS - Cur.For.Elet.Re.Aér.Dis E 3 12.240,00 11.520,00 94,12% FECOERGS - Cur.For. Elet. Red.Aér.Dis.E2 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Cur.For. Elet. Red.Aér.Dis.E4 20.880,00 6.240,00 29,89% FECOERGS - Curso Fiscalização Redes 4.800,00 - 0,00% FECOERGS - Curso Lig. Unid. Cons. BT 19.200,00 19.200,00 100,00% FECOERGS - Curso Liga. Unid. Cons. MT 19.200,00 19.200,00 100,00% FECOERGS - Curso Mont. Estru. Equipa 7.680,00 7.680,00 100,00% FECOERGS - Curso NR 10 Básico Teutônia 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Curso Oper. Caminh Guindauto 2.880,00 2.880,00 100,00% FECOERGS - Cur. Oper. Peq. Cen Hid - PCH 19.200,00 19.200,00 100,00% FECOERGS - Cur. Rec. NR 10 Bá. SEP Teuto 9.600,00 7.680,00 80,00% 14.400,00 9.600,00 66,67% FECOERGS - Curso Forma Eletrecist. Lider 2.880,00 - 0,00% FECOERGS - Cur.For..Elet. Ser. Aten. Con 14.400,00 - 0,00% FECOERGS - Cur.Ope.Cen.Ope. Dis. M.Espe 8.640,00 8.640,00 100,00% FECOERGS - Cur. For.Pro. Re. Dis.En.E Bá 4.800,00 4.800,00 100,00% FECOERGS - Cur. For. Ele. Red. Aé. Dis F 24.640,00 24.640,00 100,00% FECOERGS - Cur. Forma. Elete. Fis. Rede 4.800,00 4.800,00 100,00% FECOERGS - Curso Eletr. Básica NR 10 MTE 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Cur. Ins. Sub. Equip. Esp.M O 7.040,00 7.040,00 100,00% FECOERGS - Curso For. Liga.Un.Con. BT K 19.200,00 19.200,00 100,00% FECOERGS - Cur.Oper.Moto Ser.Pod.Ár.Re.E 2.880,00 2.880,00 100,00% FECOERGS - Curso NR 10 Básico Ibirubá 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Cur. For. Ope. Cam Guin M Q 6.240,00 6.240,00 100,00% FECOERGS - Cur.Ope.Ins.Equip. Esp.Mo N 11.520,00 11.520,00 100,00% FECOERGS - Curso For. Elet. Ins. Ope. Eq 3.840,00 3.840,00 100,00% FECOERGS - Cur.Ope. Equi.Bá.Ins. Sub LM 7.040,00 7.040,00 100,00% FECOERGS - Cur. Rec. NR 10 Bá. SEP Ibiru 7.680,00 7.680,00 100,00% FECOERGS - Curso Forma Eletec. RIC BT 38.400,00 33.600,00 87,50% FECOERGS - Cur. For. Ele. Red. Aé. Dis C 19.200,00 19.200,00 100,00% FECOERGS - Cur. Proj. Rede. Dis. Mod. Av 9.600,00 - FECOERGS - Curso RIC de MT 0,00% 0,00% 83 Projeto de Capacitação Profissional Previsto Realizado %Realizado FECOERGS - Man. Cont. Pat.Set.Elé.MCPSE 11.000,00 - 0,00% FECOERGS - Cur.Planej.Expan Sis.Dis.PDD 18.400,00 - 0,00% FECOERGS - Cur. Perda Energ. Téc. Comer 11.000,00 - 0,00% FECOERGS - Cur Op Moto Ser e Poda Arv 2.880,00 2.880,00 100,00% FECOERGS - Curso de Eletricidade Básica 4.800,00 4.800,00 100,00% FECOERGS - Cur Form Elet Red Are Dist 28.800,00 28.800,00 100,00% FECOERGS - Cur Form Proj Red Dist Ene El 4.800,00 4.800,00 100,00% FECOERGS - Cur Recicl NR10 Básico e SEP 5.760,00 5.760,00 100,00% FECOERGS - Curso NR10 Básico 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Cur Form Elet Red Trans Energ 9.600,00 9.600,00 100,00% FECOERGS - Cur NR10 SEP para TELECON 4.800,00 - 511.690,00 406.010,00 Total 0,00% 79,35% Natureza – Aperfeiçoamento Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado AURORA ALIM - 11º Cong. Stress ISMA BR 4.500,00 4.500,00 AURORA ALIM - Adm Orçamento Familiar 4.850,00 - 0,00% AURORA ALIM - Convenção Contábil 500,00 - 0,00% AURORA ALIM - Curso de Negociação 775,00 750,00 96,77% AURORA ALIM - Desenv. Lid.Coop.e Func. 12.850,00 - 0,00% AURORA ALIM - Dicção,Desenibição, Orat 9.000,00 9.000,00 AURORA ALIM - Format. Pront. Instal. Elé 7.200,00 - AURORA ALIM - Informática Básica 8.790,00 8.790,00 100,00% AURORA ALIM - Libras- Ling. Bras. Sinais 6.000,00 5.700,00 95,00% AURORA ALIM - Palestra Família Tudo 3.600,00 - 0,00% 10.800,00 5.760,00 53,33% AURORA ALIM - Planej.Program. Cont.Manut 7.800,00 7.780,00 99,74% AURORA ALIM - Simp. Téc. Incub.Matriz.Co 660,00 660,00 100,00% 3.000,00 - 0,00% 240,00 235,00 97,92% BANRICOOP - Projeto Educa Coop Banricoop 2.275,00 2.275,00 100,00% CAAL - Qualidade Caal - Centro Comercial 1.800,00 1.800,00 100,00% CAAL - Qualidade Caal Industria 10.441,00 10.440,54 100,00% CAAL - Qualidade Caal - Insumos 1.800,00 1.800,00 100,00% CAMNPAL - Capac. Func. Representantes 15.500,00 12.960,00 83,61% CAMNPAL - Capacitação Quadro Social 10.000,00 5.400,00 54,00% CCGL - Atualização Setor Contábil 17.062,00 4.156,36 24,36% CCGL - Atualização Padrões Fabricação 12.672,00 - 0,00% AURORA ALIM - Palestra Lideres AURORA ALIM - Trein. Brigada Incêndio AURORA ALIM - Workshop Alimentos 100,00% 100,00% 0,00% 84 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado CCGL - Atualização Setor Financeiro 11.205,00 1.007,00 8,99% CCGL - Atualização Setor Marketing 1.341,00 1.341,00 100,00% CCGL - Atualização Setor RH 7.000,00 - CCGL - Atualização TI 3.110,00 3.110,00 100,00% CCGL - Biossegurança no Campo 2.304,00 2.112,00 91,67% CCGL - Boas Práticas de Fabricação 9.080,00 - 0,00% CCGL - Controle de Estoques 4.400,00 - 0,00% CCGL - Cur.Estat.Exprim. Prog. Comp.SAEG 9.200,00 2.500,00 27,17% CCGL - Curso Análise de Sementes 3.600,00 - 0,00% 270,00 270,00 100,00% CCGL - Curso benef. Sementes Encar. UBS 1.080,00 1.080,00 100,00% CCGL - Curso Biosegurança 3.000,00 - 0,00% CCGL - Curso de Biotecnologia 3.500,00 - 0,00% CCGL - Curso Vendas 3.960,00 1.728,00 43,64% CCGL - Dicção Oratória - Nível 02 2.000,00 2.000,00 100,00% CCGL - Educação Ambiental Resp. Social 2.304,00 - 0,00% 10.000,00 5.496,00 54,96% 900,00 900,00 100,00% 2.304,00 - 0,00% 900,00 840,00 93,33% 3.216,00 2.421,00 75,28% 900,00 900,00 100,00% CCGL - Higienização Ind. Alimentos 1.760,00 - 0,00% CCGL - Impor. Aferi. Calib. Mat. Laborat 1.152,00 - 0,00% CCGL - Instrumenta Anal Aplic.Cont. Proc 3.560,00 - 0,00% CCGL - Logistica e Distribuição 1.900,00 - 0,00% CCGL - Manutenção Ativos 3.350,00 - 0,00% CCGL - Metodo Anali Leite e Derivados 2.880,00 - 0,00% CCGL - Motivação 5.800,00 3.546,00 61,14% CCGL - Novas regras de Ortografia 7.000,00 - 0,00% CCGL - Pintura e Instalação Predial 7.960,00 7.680,00 96,48% CCGL - Qualidades de Gestores 2.304,00 - 0,00% CCGL - Resultado Pesquisa: Cultura Verão 20.500,00 - 0,00% CCGL - reunião Pesquisa Soja Região Sul 600,00 - 0,00% CCGL - Reunião Sul-Brasil Pesquisa Trigo 1.000,00 - 0,00% CCGL - Segurança do Trabalho - Cruz Alta 9.792,00 4.608,00 47,06% 13.248,00 2.880,00 21,74% 4.800,00 - 0,00% CCGL - Curso Básico de HP CCGL - Encontro Técnico Cultura Trigo CCGL - Ferramentas Gestão Logística CCGL - Forma Aud InterNBR/ISO17025/2005 CCGL - Gestão Custos CCGL - Gestão Manut.Pat. Construções CCGL - Gestão Transporte CCGL - Segurança Trabalho Rio Grande CCGL - Válvula Segurança e de Alívio 0,00% 85 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado CCGL- Analise Instrumental 1.600,00 - CCGL- Exele. Benef. Armaz. Grão Qual T 1.728,00 1.728,00 CCGL- Forma Audit SIG ISO 9001/14001 4.608,00 - 0,00% CCGL -Treinamento Técnico Cuiltura Soja 12.500,00 - 0,00% CCN - Acesso Trab Esp Confina - S.José O 4.800,00 4.800,00 100,00% CCN - Acesso Trab Esp Confina - Soledade 4.800,00 4.800,00 100,00% CCN - Acesso Trab Esp Confina-Lagoa Ver 4.800,00 4.800,00 100,00% CCN - Atend. Clientes Associados Tapejar 864,00 864,00 100,00% CCN - Atendim Cliente Assoc - Sanaduva 3.600,00 3.564,00 99,00% CCN - Atendim Cliente Assoc - Soledade 1.728,00 1.728,00 100,00% CCN - Atendim Clliente Assoc. Ibiraiaras 864,00 864,00 100,00% CCN - Atendimento Assoc. Clientes 1.728,00 - CCN - CIPA Comis Int. Prev. Acid. L.Verm 2.880,00 2.880,00 100,00% CCN - CIPA Comis Int. Prev.Acid.S José O 2.880,00 2.880,00 100,00% CCN - Coopere e Faça a Diferença 2.880,00 2.880,00 100,00% CCN - Formação Tecnica Associados 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN - Gestão Controladoria Interna I 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN - Gestão Controladoria Interna II 1.800,00 1.764,00 98,00% CCN - Gestão Controladoria Interna III 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN - Gestão Controladoria Interna IV 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN - Gestão Controladoria Interna V 1.200,00 1.200,00 100,00% CCN - Gestão Controladoria Interna VI 1.200,00 1.200,00 100,00% CCN - Gestão Controladoria Interna VII 1.200,00 1.200,00 100,00% CCN - Gestão Controladoria Interna VIII 1.200,00 1.200,00 100,00% CCN - Gestão Supermercados 2.400,00 2.376,00 99,00% 14.400,00 14.400,00 100,00% CCN - Relações Humanas Comunic Lider I 6.090,00 5.817,80 95,53% CCN - relações Humanas Comunic. Lider II 6.090,00 5.817,80 95,53% CCN - Seminário Estratégico I 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN - Seminário Estratégico II 2.400,00 2.400,00 100,00% CCN - Técnicas Venda Negoc - Ibiraiaras 864,00 864,00 100,00% CCN - Técnicas Venda Negoc - Soledade 1.728,00 1.728,00 100,00% CCN- Formação Lideres 2.400,00 - CCN- Gestão Financ Crédito Cobrança 1.728,00 1.728,00 100,00% CCN-Formação Técnica Equipe Técnica I 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN-Formação Técnica Equipe Técnica II 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN-Formação Técnica Equipe Técnica III 1.800,00 1.800,00 100,00% CCN-Gestão Rural 3.840,00 3.672,52 95,64% CCN - Multip. Desenv. Gestão Qualid To 0,00% 100,00% 0,00% 0,00% 86 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado CECRERS - Desenv. Gere Gest Sist Mod 10 11.272,00 4.992,00 44,29% CECRERS - Planej. Estrat. Sist. CECRERS 4.224,00 3.168,00 75,00% CECRERS - Prog. Capac. Cons. Admin. Fisc 3.228,00 1.728,00 53,53% 11.868,00 9.774,00 82,36% CECRERS - Prog. For. Desenv. Equipes 9.528,00 9.528,00 100,00% CECRERS - Seminário Integ. Sist. CECRERS 8.800,00 3.000,00 34,09% CECRERS - Treinam. Sis. FACMUTUO Coop. 5.000,00 - 0,00% CECRERS -Planej.Cond. Realiz. Assem Ger. 1.158,00 1.008,00 87,05% 30.128,00 25.508,00 84,67% 7.500,00 7.500,00 100,00% CEN SICREDI SUL - Conselho Administação 12.600,00 12.600,00 100,00% CEN SICREDI SUL - Material Curso Intega 1.900,00 1.821,00 95,84% CEN SICREDI SUL - Negociação Vendas 28.245,00 23.625,00 83,64% CEN SICREDI SUL - Prev. Frau. Gafoscopia 34.418,00 33.618,00 97,68% CEN SICREDI SUL -Análise Balanço 32.072,00 25.864,00 80,64% CEN SICREDI SUL -Jeito Sicredi Atender 26.901,00 25.281,00 93,98% CERILUZ - Coop.Ativa Vis.Est.Evol. Ativ 23.400,00 19.800,00 84,62% CERTAJA DES-Boas Práticas Armaz Grãos 3.000,00 - 0,00% CERTAJA DESENV - Conf. Atend. Cliente 1.200,00 1.200,00 100,00% CERTAJA DESENV - Conf. Empregabilidade 1.200,00 1.000,00 83,33% CERTAJA DESENV - Escola Lideres 9.504,00 9.500,00 99,96% CERTAJA DES-Feedback Des.Equipe 800,00 800,00 100,00% CERTAJA DES-O Líder Coach 800,00 800,00 100,00% CERTEL - Administração Windows Server 1.980,00 - CERTEL - Manual do Colaborador 3.780,00 3.780,00 CERTEL ENERGIA - Administ Windows Server 1.980,00 - 0,00% CERTEL ENERGIA - Manual Colaborador 1.668,00 1.608,00 96,40% CERTHIL - Motivação Sensibilização 1.800,00 1.800,00 100,00% CERTHIL - Treinam. Desenv. Compet Compor 4.800,00 4.800,00 100,00% CERTHIL- Coaching e Mentoring 3.600,00 3.600,00 100,00% CERTHIL DESENV - Treina. Desenv. Comp. C 4.560,00 4.560,00 100,00% - - #DIV/0! 7.440,00 6.912,00 92,90% 24.000,00 6.912,00 28,80% COCEAGRO - Gestão Ambiental 4.800,00 - 0,00% COCEAGRO - Normas Produtivas 4.200,00 - 0,00% COMTUL - Estrut. Plano Indic. Qualidade 3.960,00 3.900,60 98,50% COMTUL - Implant. Boas Práticas Fabrica 2.784,00 2.742,24 98,50% CECRERS - Prog. Des.Lid. Estrat. 12 Even CEN SICREDI SUL - Ações Eficazes CEN SICREDI SUL - Conselheiros Fiscais COAGRIL - NR 33 Trabalho Espa Confinado COCEAGRO - Desenvolvimento Líderes COCEAGRO - Ges. Estrat. Ana.. Indic. Eco 0,00% 100,00% 87 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado COMTUL - Treinamento Auditores Qualidade 3.192,00 1.512,00 47,37% Confec Mat Didát e Comunic Prog CRESCER 400.800,00 135.972,53 33,93% Confecção Material Didático Prog CRESCER 316.197,00 316.196,21 100,00% Conhecer para Crescer - Etapa 2011 - CP 6.000,00 1.959,23 32,65% Conhecer para Crescer - Etapa 2011 - RP 46.000,00 20.000,00 43,48% COOMAT- Palestra Motivacional 1.200,00 1.200,00 100,00% COOMAT- Qualificação dos Colaboradores 5.300,00 - 0,00% COOPATIGO - Boas Práticas Fabricação 4.800,00 4.752,00 99,00% COOPATRIGO - Curso NR 33 2.400,00 - 0,00% COOPATRIGO - Curso Pacote Office 2.400,00 2.400,00 100,00% COOPATRIGO - Curso Sobre Vendas 1.200,00 1.200,00 100,00% COOPATRIGO - Palestra Motivação 3.000,00 2.400,00 80,00% COOPATRIGO - Qualid. Proc. Benef. Sem 3.600,00 - 0,00% COOPATRIGO - Técnicas Vendas Negoc 3.840,00 3.840,00 100,00% COOPATRIGO- Curso Excel Avançado 2.400,00 2.400,00 100,00% COOPERAGUDO - Jornada Qualif. Profis 14.000,00 14.000,00 100,00% COOPERMIL - Capac. Prev. Acid. Trabalho 3.000,00 3.000,00 100,00% COOPERMIL - Capacit. Trab. Espa. Confina 1.920,00 1.920,00 100,00% COOPERMIL - Capacitação Atendim. Vendas 3.000,00 3.000,00 100,00% COOPERMIL - Capacitação Comunicação 3.600,00 3.600,00 100,00% COOPERMIL - Capacitação Motiv Comporta 3.200,00 3.200,00 100,00% COOPERMIL - Capacitar em Sist Info Geren 31.500,00 24.000,00 76,19% COOPERMIL - Exelência no Atendimento 7.500,00 7.500,00 100,00% COOPEROQUE - Boas Práticas Fabricação 3.840,00 3.840,00 100,00% COOPEROQUE - Curso Promeiros Socorros 1.728,00 - 0,00% COOPEROQUE - Gestão por Resultados 1.600,00 - 0,00% COOPEROQUE - Manei Faz. Loc. Trab Feliz 1.600,00 - 0,00% COOPLANTIO - Brigada de Incêndio 1.596,00 1.536,00 96,24% COOPLANTIO - Brigada de Incêndio II 1.396,00 1.344,00 96,28% COOPLANTIO - Desenvolv Intelig.Emocio I 1.440,00 - 0,00% COOPLANTIO - Desenvolv Intelig.Emocio II 1.440,00 1.440,00 100,00% COOPLANTIO - NR 33 Superv. Entra- Pelota 630,00 576,00 91,43% COOPLANTIO - NR 33 Traba Altura -Fax So 1.536,00 1.335,00 86,91% COOPLANTIO - NR 33 Traba Altura -Pal Mis 1.536,00 1.500,00 97,66% COOPLANTIO - NR 33 Traba Altura -Pelotas 1.536,00 1.335,00 86,91% COOPLANTIO - NR 33 Traba Esp. Confin I 1.536,00 1.536,00 100,00% COOPLANTIO - NR 33 Traba Esp. Confin II 1.536,00 1.536,00 100,00% COOPLANTIO - NR 33 Traba Esp. Confin III 1.536,00 1.536,00 100,00% 88 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado COOPLANTIO - NR 33 Uso Equi Prot Ind I 384,00 384,00 100,00% COOPLANTIO - NR 33 Uso Equi Prot Ind II 384,00 384,00 100,00% COOPLANTIO - NR 33 Uso Equi Prot Ind III 384,00 384,00 100,00% COOPLANTIO-NR 33 Super Entra - Faxi Sot 630,00 - 10.560,00 10.560,00 100,00% COPREL - Mentoring Gestores - 2011 9.600,00 9.600,00 100,00% COSUEL - Dia de Campo - Prod. Leiteira 9.790,00 9.140,00 93,36% COSUEL - Compet. Grupos Qualidade 2.700,00 2.002,00 74,15% COSUEL - Curso Aprefeiço Padaria Confei 3.840,00 - 0,00% COSUEL - Curso de Sistema 5S 3.600,00 - 0,00% COSUEL - Encontro Delegados Suplentes 2.400,00 2.400,00 100,00% COSUEL - Encontro Transportadores Leite 3.600,00 1.800,00 50,00% COSUEL - Gerenc. UPLs Atrav. Informatiz 5.808,00 4.608,00 79,34% COSUEL - Gestão Vendedores 7.200,00 - 0,00% COSUEL - Inclus Digi Cont.Leit Anta Gor 7.780,00 7.680,00 98,71% COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Encanta 7.780,00 7.680,00 98,71% COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Progres 7.780,00 7.680,00 98,71% COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Roca Sa 7.780,00 3.840,00 49,36% COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit. Venâ Ai 7.780,00 7.680,00 98,71% COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit.Guaporé 7.780,00 7.680,00 98,71% COSUEL - Inclus Digl Cont. Leit.V. Rio P 7.780,00 7.680,00 98,71% COSUEL - Indica. Desemp. Laboratório 1.500,00 - 0,00% COSUEL - Interp. Crité. Forma Avali PGPQ 2.000,00 - 0,00% COSUEL - Normas ISO 17.025 3.000,00 1.800,00 60,00% COSUEL - Palestra Motivando p/ Qualidade 2.400,00 - 0,00% 500,00 275,00 55,00% COSUEL -Boas PrátiC Fabrica Ind. Ração 1.800,00 1.780,00 98,89% COSUEL -Boas Práticas Fabricação 3.600,00 3.600,00 100,00% COSUEL- Inclus Digi Cont. Leit.Arroio M 7.780,00 7.680,00 98,71% COSUEL-Contrib. Mot. Aju.Final. Proc.Ven 7.200,00 - 0,00% COSULATI - Encont. Coordenad. Vice Sec 26.300,00 16.080,00 61,14% COTRIBÁ - Desenvolvendo Colabora Líderes 11.520,00 11.520,00 100,00% 7.680,00 7.680,00 100,00% 21.120,00 21.120,00 100,00% COTRIBÁ - Semana SIPAT 2011 3.600,00 3.600,00 100,00% COTRIBÁ - Treinamento p/ Colaboradores 1.633,00 1.608,50 98,50% COTRICAMPO - Gestão Liderança 4.100,00 - 0,00% COTRICAMPO - Gestão Negócios 2.978,00 2.978,00 COPREL - Coaching Colaboradores -2011 COSUEL - Workshop Alimentos COTRIBÁ - Desenvolvendo Colaboradores COTRIBÁ - Programa Desenvol. Pessoas 0,00% 100,00% 89 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado COTRICAMPO - Saú Segu Trab. Esp.Conf NR 5.376,00 5.376,00 100,00% COTRIEL - Comuni Relac. Interpessoal 8.000,00 7.776,00 97,20% COTRIEL - Trabalho em Equipe 2.000,00 1.944,00 97,20% COTRIEL - Desenvolvimento Lideres 9.000,00 9.000,00 100,00% COTRIEL - DIPAT Dia Inter Prev. Acid. Tr 2.000,00 1.950,00 97,50% COTRIEL - Exelência em Serviços 2.000,00 1.944,00 97,20% COTRIEL - Impleme. Boas Prát. Fab. Var 9.000,00 8.832,00 98,13% COTRIEL - Planejamento Organiz Pessoal 1.836,00 1.836,00 100,00% COTRIEL - Programa Desenv. Gerencial 8.040,00 7.992,00 99,40% COTRIEL - Recicla Boas Prá. Fab. Agroind 8.748,00 8.748,00 100,00% COTRIEL - SIPAT Sem. Int. Prev. Acid. Tr 2.000,00 2.000,00 100,00% COTRIJAL - Curso Boas Prát. Fab. Ind. Al 1.600,00 - COTRIJAL - Curso Dicção, Desini Orat. 1.920,00 1.920,00 100,00% COTRIJAL - Curso Espec. Melhoria Qualid 2.000,00 2.000,00 100,00% COTRIJAL - Form. Aud. Tec. Sis. Nac. Cer 3.750,00 - COTRIJAL - Geração Valor 4.320,00 4.320,00 100,00% COTRIJAL - Trein. Apres. Alto Impacto 6.180,00 6.180,00 100,00% COTRIJAL - Treina.s/ como Trat. Não Conf 1.580,00 1.501,00 95,00% COTRIJAL - Treinamento Proc Hoffman 12.420,00 12.420,00 100,00% COTRIJAL - Treinamento Rel.Hum.Dale Car 21.500,00 21.500,00 100,00% COTRIJAL -Treinam. Secag. Aeração Grãos 4.800,00 3.456,00 72,00% COTRIJUC - Benefic e Armazen de Sementes 2.400,00 - 0,00% COTRIJUC - Controle de Pragas 2.400,00 - 0,00% COTRIJUC - Desenv. Pes. Prof. Orien.Res. 4.800,00 4.800,00 100,00% COTRIJUC - Desenvolvimento Lideres 1.920,00 1.920,00 100,00% COTRIJUC - Técnicas Avançada Vendas 2.592,00 2.592,00 100,00% COTRIJUC - Treinam. NR33 - Vig, Trab, Au 2.400,00 - 0,00% COTRIJUC - Treinamento NR 10 4.800,00 - 0,00% COTRIJUC - Treinamento NR 11 2.880,00 - 0,00% COTRIJUC - Treinamento para Moleiros 4.680,00 - 0,00% COTRIJUC -Treinam. NR 33 - Vig, Trab, Au 1.920,00 1.920,00 100,00% 20.000,00 20.000,00 100,00% 9.216,00 7.680,00 83,33% 19.200,00 19.200,00 100,00% 864,00 864,00 100,00% 5.820,00 5.820,00 100,00% 11.520,00 11.520,00 100,00% 2.200,00 960,00 43,64% COTRIMAIO - Formação Coaching Mentoring COTRIMAIO - Treinamento NR 33 COTRIPAL - Colaborador Eficaz 2011 COTRIPAL - Crédito Cobrança COTRIPAL - Famíla Cooperativa 2011 COTRIPAL - Lider Modelo 2011 COTRIPAL - RH Modelo 2011 0,00% 0,00% 90 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado COTRIPAL - Comprador Modelo 2011 1.920,00 1.920,00 COTRIPAL - Gestão Visual 1.920,00 - 0,00% COTRIPAL - Mate Didát Cotri/ Sesco2011 4.000,00 - 0,00% COTRIPAL - Reposição Merchandising 3.840,00 2.592,00 67,50% COTRIPAL - Vendedor Modelo 2011 5.184,00 5.184,00 100,00% COTRIROSA - Boas Prát. Fab. Cer. Pad. 6.806,00 6.806,00 100,00% COTRIROSA - Capacitação para Líderes 1.600,00 1.600,00 100,00% COTRIROSA - Exelência no Atendimento 1.800,00 1.800,00 100,00% COTRIROSA - Palestra Comportamental 3.600,00 3.600,00 100,00% COTRIROSA -Capacit. Imple.Planej Estraté 23.040,00 23.040,00 100,00% COTRISAL SARANDI - Capac. Cargos Sal. 12.000,00 10.400,00 86,67% COTRISAL SARANDI - Capacit. Liderança 3.600,00 3.600,00 100,00% COTRISAL SARANDI - Curso CIPA 1.200,00 1.200,00 100,00% COTRISAL SARANDI - Curso Esp. Confinado 9.000,00 8.999,20 99,99% COTRISAL SARANDI - Trei. Rel. Hum.Com E 15.010,00 15.010,00 100,00% COTRISAL SARANDI - Trein. Com. Incêndio 6.000,00 5.999,76 100,00% COTRISAL SARNDI - Cap. Boas Prá. Fab Pad 6.000,00 6.000,00 100,00% COTRISAL SARNDI - Cap. Boas Prá. Fab Ra. 12.240,00 12.240,00 100,00% COTRISEL - Capacit Supervisor Esp Confin 4.320,00 4.050,00 93,75% COTRISEL - Curso.Forma. Brigada Incêndio 20.736,00 20.716,00 99,90% COTRISEL - Eletrodo Revestido 3.840,00 3.840,00 100,00% COTRISEL - Manutenção Rolamentos 1.536,00 1.536,00 100,00% 11.088,00 10.224,00 92,21% COTRISEL - Recicl Seg Inst Eletr - NR10 1.920,00 1.920,00 100,00% COTRISEL - Trabalho em Alturas 7.680,00 7.680,00 100,00% COTRISOJA - Gestão Pessoas 2.400,00 2.364,00 98,50% COTRISOJA - Treina Atendimento Vendas 2.400,00 2.400,00 100,00% COTRISOJA - Treina Dicção e Oratória 2.376,00 2.376,00 100,00% COTRISOJA - Treina Relações Humanas 5.040,00 5.040,00 100,00% COTRISOJA - Treinamento em Informática 4.800,00 - 0,00% Curso Capac. Ambiental Ag. Financ Coop 3.150,00 - 0,00% Curso Form. Contábil Cooperativista 2011 20.660,00 18.027,32 87,26% Curso Formação Gestão Cooperativa -2011 21.428,00 12.906,80 60,23% Curso Gestão Cooperativas Transporte 13.120,00 10.800,00 82,32% Curso Rec. Prot. Nasc.Cab. Mana Águas 3.812,00 - 0,00% Curso Sep. Rec. Res. Sól. Ger. Coop. Pro 3.812,00 2.374,32 62,29% 19.500,00 19.500,00 100,00% 7.200,00 7.200,00 100,00% COTRISEL - Prevenção de Perdas FECOAGRO - Capac. Depar. Técnico FECOAGRO - Curso Atualização Proagro 100,00% 91 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado FECOAGRO - Curso Cons. Adm. Fis. Lid 19.728,00 19.728,00 100,00% FECOAGRO - Curso Legislação Tributária 24.864,00 24.864,00 100,00% FECOAGRO - Custo Prod.Lav. Plantio Dire 18.000,00 17.700,00 98,33% FECOAGRO - IX Semin Secretá Sist. FecoA 14.500,00 7.680,00 52,97% FECOAGRO - Capacitação p Gestão 6.144,00 6.144,00 100,00% FECOAGRO - Curso Cap.Operad. Sec.Grãos 9.888,00 - 0,00% FECOAGRO - Curso Cap.Operad.Armazens 9.888,00 8.160,00 82,52% FECOAGRO - Curso Cap.Operad.Benefic. 9.888,00 8.160,00 82,52% FECOAGRO - Curso Conselho Administração 6.144,00 - 0,00% FECOAGRO - Gestão Rural Associados Coop 12.000,00 12.000,00 100,00% FECOAGRO - Seminário Cap.Ferram.Vendas 4.800,00 4.800,00 100,00% FECOAGRO - Seminário s/ Agroclimatologia 8.400,00 8.400,00 100,00% FECOVINHO - Prog. Desenv. Coop Viti PDCV 33.000,00 27.889,00 84,51% FECOVINHO - Prog. Rend. Ges. Fina.Trib 22.360,00 20.325,80 90,90% FECOVINHO - Prog.For.Qua.Ges.Neg. 2011 25.460,00 25.057,40 98,42% Material Didático - Forma Profis 2011 38.700,00 23.331,59 60,29% PIÁ - Curso de Atendimento 18.720,00 18.720,00 100,00% PIA - Área Produtiva 21.600,00 20.903,62 96,78% PIÁ - Produtor Leiteiro I Educação Coop 24.000,00 10.560,00 44,00% PIÁ - Produtor Leiteiro II Ges. Prop. R 24.000,00 24.000,00 100,00% PIÁ - Produtor Leiteiro III Prod.Lei.Qua 24.000,00 24.000,00 100,00% PIÁ - Produtor Leiteiro IV Man. Rep. San 24.000,00 24.000,00 100,00% PIÁ - Produtor Leiteiro VI O Negó Leite 24.000,00 24.000,00 100,00% PIÁ - Produtor LeiteiroV Alim.Cons. For 24.000,00 24.000,00 100,00% PIÁ - prog. Des. Ger. Lider. 1 Diag. Pot 24.000,00 24.000,00 100,00% PIÁ - prog. Des. Ger. Lider. 2 Feedback 14.400,00 14.400,00 100,00% PIÁ - prog. Des. Ger. Lider. 3 Corporat 24.000,00 24.000,00 100,00% 4.800,00 4.800,00 100,00% Programa de Formação Profis - Cooper 17.760,00 15.030,00 84,63% Programa de Formação Profis -Operac 2011 23.916,00 12.234,36 51,16% Programa de Formação Profis-Admin 2011 61.258,00 44.046,89 71,90% Programa de Formação Profis-Tecnico 2011 37.040,00 35.265,00 95,21% Programa Interno Qualidade Produtiv 2011 51.136,00 40.598,27 79,39% Projetos Especiais - Formação Profis2011 24.350,00 22.429,85 92,11% 5.184,00 5.184,00 100,00% 10.368,00 10.368,00 100,00% 960,00 960,00 100,00% 11.520,00 11.520,00 100,00% PIA - Resensibilização dos 5S SANTA CLARA - Cur Lider QTSC-Lid.Com.Rel SANTA CLARA - Cur. Encar.Set. Lid.Com.Re SANTA CLARA - Curso Merc Agro Aten Cli SANTA CLARA - Curso Super. Atend. Clie 92 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional SANTA CLARA - Prog. Desenv. Quadro Tec Previsto Realizado %Realizado 4.800,00 4.800,00 SANTA CLARA - prog. Trein. Int. Seg. Tra 12.048,00 - Seminário Jurídico 2011 35.641,00 35.640,05 100,00% SICREDI A JACUÍ - Sem. Reg. Colab. Sic. 5.200,00 1.800,00 34,62% SICREDI A PESTANA - Liderança Situacio 1.920,00 - 0,00% 864,00 864,00 100,00% SICREDI A.NORD - Compromet. Atitude 1.800,00 1.800,00 100,00% SICREDI A.NORD - Pales. Assoc. Ges. Res 3.000,00 - 0,00% SICREDI ALTOS DA SERRA - Adm. Tempo 4.420,00 1.920,00 43,44% SICREDI CONFED SICREDI - Capac. Sel Com 4.800,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Capac.Comunica 6.336,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Capac.Ges.Desem 5.760,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Certif.Atua CPA 3.100,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Fichá Você Col 19.584,00 19.388,16 99,00% SICREDI CONFED SICREDI - Fichá Você Ges 2.992,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Kit Integ Jei S 14.652,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Kit Mult.Jei Se 24.990,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Liv. Prog.Crsce 12.978,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI - Prog. Gera. Sic 18.800,00 - 0,00% SICREDI CONFED SICREDI -Jeito Sic.Ser At 11.520,00 11.520,00 SICREDI ITAQUI - Matemática Financeira 2.920,00 - 0,00% SICREDI METROP RS - Desenv Gestores II 9.036,00 7.496,00 82,96% SICREDI METROP RS - Treinam Integração 6.930,00 6.930,00 100,00% SICREDI PANAMBI - Recuperação Crédito 1.920,00 1.920,00 100,00% SICREDI PIONEIRA - Des.Col. Ger. Negócio 6.000,00 - 0,00% SICREDI PIONEIRA - Des.Col. Ger. Unidade 4.000,00 - 0,00% SICREDI REGIÃO CENTRO - Prog. Cap. Venda 3.168,00 3.167,92 100,00% SICREDI REGIÃO CENTRO - Prog. Des. Lider 6.336,00 3.840,00 60,61% SICREDI SERRANA RS - Adminis. Tempo 1.728,00 1.728,00 100,00% SICREDI SERRANA RS - Desenvol. Multiplic 1.335,00 960,00 71,91% SICREDI SERRANA RS - Melhoria Continua 2.478,00 1.728,00 69,73% SICREDI SERRANA RS - Treina Ges. Equipes 2.103,00 1.728,00 82,17% SICREDI SERRANA RS - Treina.Téc.Ava.Ven 1.728,00 1.728,00 100,00% SICREDI SERRO AZUL - Tec. Avan Ven M II 864,00 864,00 100,00% SICREDI SERRO AZUL - Tec. Avan Vendas 2.268,00 2.268,00 100,00% SICREDI SUDOESTE - Gestão Pessoas 2.800,00 - SICREDI V JAGUARI - Mercado Financeiro 2.800,00 2.800,00 100,00% SICREDI V TAQUARI - Formação Líderes 7.296,00 3.648,00 50,00% SICREDI A PESTANA - Téc.Avan.Vendas II 100,00% 0,00% 100,00% 0,00% 93 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional UNICRED CENTRAL - Capacita Conselheiros Previsto Realizado %Realizado 5.292,00 5.292,00 100,00% UNICRED CENTRAL - Capacita Gerentes 13.548,00 12.559,93 92,71% UNICRED CENTRAL - Capacita Líderes 14.020,00 13.080,00 93,30% UNICRED CENTRAL - Capacita Vendas 14.040,00 13.944,60 99,32% UNICRED CENTRAL - Grafodocumentoscopia 1.934,00 1.933,40 99,97% UNICRED POA - Integração dos Colaborador 9.500,00 - 0,00% UNIMED ERECHIM - Atendim. Clie Área Saú 1.800,00 - 0,00% UNIMED ERECHIM - Desenvol. Lideranças 1.200,00 - 0,00% UNIMED ERECHIM - Fortal.Parc.Qual.Prof.Á 1.800,00 - 0,00% 960,00 - 0,00% 1.728,00 864,00 50,00% 960,00 960,00 100,00% UNIMED MISSÕES - Desenv. Lider Intermed 4.320,00 4.320,00 100,00% UNIMED MISSÕES - Desenv. Lider Avançado 1.620,00 - UNIMED MISSÕES - Gestão Processos 6.048,00 6.048,00 100,00% UNIMED MISSÕES - Profis. Estrat. Vendas 1.920,00 1.920,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Sensib. Mapea. Proces 7.200,00 7.200,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Sensib.Exelê Ges.PGQP 1.290,00 - 0,00% UNIMED NOROESTE - Sensibiliz. Plane.Est 1.800,00 - 0,00% UNIMED NOROESTE - Subsistemas RH 1.440,00 1.440,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Cur. Ges. Qual Dirig 960,00 960,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Curso Ferram Quali 960,00 960,00 100,00% 2.400,00 - 0,00% UNIMED NOROESTE - Defin. Indic. Desemp. 960,00 - 0,00% UNIMED NOROESTE - Elab. Relatório Gestão 960,00 - 0,00% UNIMED NOROESTE - Exêlencia Atendimento 2.880,00 - 0,00% UNIMED NOROESTE - Forma Aval. Méd. PGQP 1.920,00 1.920,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Gestão Estratég. RH 1.800,00 1.800,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Inter.Crité Avalação 1.920,00 1.920,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Pales. Motiv. 3ª Sipat 1.200,00 1.200,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Rel. Interp. x Efic. 1.200,00 1.200,00 100,00% UNIMED NOROESTE - RH Estratégico 960,00 960,00 100,00% UNIMED NOROESTE - Seminário Contabilidad 960,00 - 0,00% UNIMED REG.PRODUÇÃO - Ética no Trabalho 1.500,00 1.477,50 98,50% UNIMED RS - Curso de Negociação 2.736,00 2.736,00 100,00% UNIMED RS - Palestra Ética p/Secetárias 1.800,00 1.200,00 66,67% UNIMED RS - Seminário Gestão Pessoas 5.000,00 - 0,00% 840,00 840,00 UNIMED ERECHIM - Recicla Brigad Cipeiro UNIMED MISSÕES - Atend. Cliente Maior De UNIMED MISSÕES - Cur.Falar Púb..Pos.Dic UNIMED NOROESTE - Curso Negociação UNIMED RS - Adm. Tem. Tempo Fat. Produt 0,00% 100,00% 94 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado UNIMED RS - Alcançando Res. Atrav.Equipe 2.500,00 - 0,00% UNIMED RS - Alinha. Estra. Desenv. Equip 9.600,00 - 0,00% UNIMED RS - Atendim Cliente - Poa 4.320,00 - 0,00% 500,00 360,00 72,00% UNIMED RS - Atendim Para Secretárias 1.200,00 1.200,00 100,00% UNIMED RS - Atendim Recém- Nascido 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Atualização em Curativos 864,00 - 0,00% 4.320,00 - 0,00% UNIMED RS - Aval. Desemp. Fornecedores 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Boas Prát.Serv.Alim.DCR 216 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Capac. Setor Compras 2.880,00 - 0,00% UNIMED RS - Controladoria Corporativa 2.880,00 - 0,00% 10.000,00 5.000,00 50,00% UNIMED RS - Convenção Marketing Comunic 3.435,00 1.800,00 52,40% UNIMED RS - Cur. Gestão Qual. Total 40 H 6.000,00 6.000,00 100,00% UNIMED RS - Curso Rotinas Trabalhistas 1.200,00 1.200,00 100,00% 600,00 - UNIMED RS - Curso Atendimento Cliente 1.800,00 1.800,00 UNIMED RS - Curso Atendimento Público 3.000,00 - UNIMED RS - Curso Cerimonial Protocolo 864,00 864,00 100,00% UNIMED RS - Curso de Endomarketing 6.500,00 6.350,00 97,69% UNIMED RS - Curso Examinadores PGQP 1.728,00 1.728,00 100,00% UNIMED RS - Curso Ferramentas Qualidade 1.100,00 1.100,00 100,00% UNIMED RS - Curso Gestão Financeira 5.200,00 - UNIMED RS - Curso Gestão Mapeam Proc 2.112,00 2.112,00 100,00% UNIMED RS - Curso Gestão Qual. Tot Dirig 2.340,00 864,00 36,92% UNIMED RS - Curso Indicadores 1.100,00 - 0,00% UNIMED RS - Curso Manutenção 2.200,00 - 0,00% UNIMED RS - Curso Novos Coopera Área 2 650,00 - 0,00% UNIMED RS - Curso Novos Coopera Área 3 650,00 648,70 99,80% UNIMED RS - Curso Oratória 2.200,00 - 0,00% UNIMED RS - Curso Planej.Estrat. e BSC 2.880,00 2.880,00 100,00% 864,00 864,00 100,00% UNIMED RS - Curso Técnico Médicos Coope 1.700,00 - 0,00% UNIMED RS - Curso Trat. Não Conformidade 1.100,00 - 0,00% 18.240,00 18.240,00 4.320,00 - 0,00% 23.040,00 - 0,00% UNIMED RS - Atendim Cliente Uruguaia UNIMED RS - Auditor Lider ISO 9001:2008 UNIMED RS - Convenção Estadual Vendas UNIMED RS - Curso Aperf. Área Enfermagem UNIMED RS - Curso Red. Enmpresarial UNIMED RS - Desenvolv Competências UNIMED RS - desenvolv. Equip.Trabalho II UNIMED RS - Educ. Méd. Cont. Plant- ACLS 0,00% 100,00% 0,00% 0,00% 100,00% 95 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional UNIMED RS - Educ. Méd. Cont. Plant- PLAS Previsto Realizado %Realizado 23.040,00 - 0,00% UNIMED RS - Encon.Núc.Desenv. Humano 5.000,00 - 0,00% UNIMED RS - Excel Avançado 4.320,00 - 0,00% UNIMED RS - Forma Avalia PGQP - Nível 2 792,00 792,00 UNIMED RS - Forma. Avalia. Acredit. Hosp 1.728,00 - 0,00% UNIMED RS - Forma. Conselhe. Cooperativa 26.400,00 - 0,00% 4.000,00 - 0,00% 23.000,00 - 0,00% 864,00 864,00 100,00% 1.920,00 1.920,00 100,00% UNIMED RS - Gestão Pessoas Competência 840,00 840,00 100,00% UNIMED RS - Gestão Processos 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Gestão Qualidade Total - GQT 4.320,00 - 0,00% UNIMED RS - Gestão Risco Ambiente Hosp 1.728,00 - 0,00% UNIMED RS - Higieniz. Instit. Saúde 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Instala Rede Computador 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Interp. Requis. Acredit. Hos 1.728,00 - 0,00% UNIMED RS - Interpre Critér Ava. PGQP N2 1.728,00 - 0,00% UNIMED RS - Interpret. NBR ISO 9001-2008 1.728,00 - 0,00% UNIMED RS - Interpreta de Critérios PNQ 1.200,00 1.200,00 UNIMED RS - Interpretação de Critérios 4.000,00 - 0,00% UNIMED RS - Jornada Científica 6.130,00 - 0,00% UNIMED RS - Jornada Médica Simpó. Enferm 5.880,00 5.750,00 97,79% 432,00 - 0,00% UNIMED RS - Mapame proc Princ. Apoio 14.400,00 14.400,00 UNIMED RS - Pales. Antibioticotera Profi 2.500,00 - 0,00% UNIMED RS - Palestra Atendimento Cliente 3.600,00 - 0,00% UNIMED RS - Palestra Atualiz. Saúde Ocup 2.500,00 - 0,00% UNIMED RS - Palestra Coperativismo 2.400,00 - 0,00% UNIMED RS - Palestra Ética Funcionário 2.500,00 1.200,00 48,00% UNIMED RS - Palestra Farmacoeconomia 2.500,00 2.364,00 94,56% UNIMED RS - Palestra Médicos Cooperados 2.400,00 2.400,00 100,00% UNIMED RS - Palestra Técnicas Vendas 3.600,00 - 11.520,00 11.520,00 100,00% UNIMED RS - Programa Desenv. Pessoas 800,00 720,00 90,00% UNIMED RS - Projeto Segurança Trânsito 1.536,00 - 0,00% UNIMED RS - Rotinas Laboratoriais 1.728,00 - 0,00% 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Formação Avaliadores UNIMED RS - Formação Liderança UNIMED RS - gerenc. Confli. Ges. Qualida UNIMED RS - Gerenciamento Projetos UNIMED RS - Logistica p/ Amoxarifado UNIMED RS - Progra Desenv. Pessoas M 1 UNIMED RS - Seleção por Competências 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 96 Projeto de Aperfeiçoamento Profissional Previsto Realizado %Realizado UNIMED RS - Seminá. Estad. Promo. Saúde 5.000,00 - UNIMED RS - Seminá. Estad. Respon Social 1.800,00 1.800,00 100,00% UNIMED RS - Seminá. Prof. Área Secretári 2.500,00 1.800,00 72,00% UNIMED RS - Seminário Atend. Cliente 6.000,00 - 0,00% UNIMED RS - Seminário das Secretárias 9.500,00 2.400,00 25,26% UNIMED RS - Seminário de Contabilidade 5.000,00 - 0,00% UNIMED RS - Seminário Jurídico 3.000,00 1.200,00 40,00% UNIMED RS - Sensibiliz. para Excelência 2.000,00 - 0,00% UNIMED RS - Técnicas Negociação 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Técnicas para Telefonistas 864,00 - 0,00% UNIMED RS - Treina. Resíduos Solid. Saú 432,00 - 0,00% 3.600,00 - 0,00% 10.800,00 10.800,00 100,00% UNIMED VTRP - Coaching de Liderança 7.200,00 7.200,00 100,00% UNIMED VTRP - Curso Atendimento Cliente 3.600,00 1.600,00 44,44% UNIMED VTRP - Desenvolvimento Equipes 10.800,00 8.940,00 82,78% UNIMED VTRP - Desenvolvimento Liderança 13.200,00 - 0,00% 738,00 648,00 87,80% 1.920,00 1.728,00 90,00% UNIODONTO FEDERA - Atual.Dentís.M 4,5,6, 13.200,00 13.200,00 100,00% UNIODONTO FEDERA - Cur Plan Estrat BSC 2.880,00 - UNIODONTO FEDERA - Cur.Aux.Saú Bucal 2Pa 8.370,00 8.370,00 100,00% UNIODONTO FEDERA - Endomarketing 7.200,00 7.200,00 100,00% 864,00 864,00 100,00% 3.973.535,00 2.673.361,77 67,28% UNIMED RS - Vivencial Lideranças UNIMED RS - Workshops Capacitação UNIMED VTRP - Gestão Ativo Intangível UNIMED VTRP - Gestão de Riscos UNIODONTO FEDERA - Técnica Telefonista Total 0,00% 0,00% Natureza - Graduação Acadêmica Projeto de Graduação Acadêmica Previsto Realizado %Realizado AURORA ALIM - Bolsa Estu. Graduação 60.000,00 52.836,16 88,06% Bolsa Estudos Graduação Curso de Direito 5.700,00 5.541,05 97,21% CAMOL - Bolsa Estudos Grad. Adm. Bacha 4.574,00 4.558,94 99,67% 28.800,00 19.649,00 68,23% CCN - Bolsa Est. Grad Adm Emp -Coopibi 2 4.200,00 4.200,00 100,00% CCN - Bolsa Est. Grad Adm Emp. -Coopibi 3.360,00 3.360,00 100,00% CERTEL - Bolsa Estudos Graduação 81.521,00 75.025,18 92,03% CERTEL ENERGIA - Bolsa Est. Graduação 26.171,00 25.999,93 99,35% CCGL - Bolsa Estudos - Graduação 97 Projeto de Graduação Acadêmica Previsto COOLAN - Bolsa Estudos Cursos Graduação 140.983,00 140.983,00 100,00% COOPER - Bolsa Estudos Graduação 3.178,00 3.178,00 100,00% COOTEGAL - Bolsa Estudos Graduação 6.000,00 6.000,00 100,00% COTRIMAIO - Bolsa Estudo - Graduação 1.585,00 594,30 37,50% PIÁ - Bol. Est. Grad. Adm. Ciê Cont 1S 30.000,00 30.000,00 100,00% PIÁ - Bol. Est. Grad. Adm. Ciê Cont 2S 30.000,00 30.000,00 100,00% 5.235,00 5.132,35 98,04% SANTA CLARA - Bolsa Estudos - Graduação 60.000,00 - 0,00% SICREDI A. URUGUAI - Bol.Est. Graduação 37.415,00 36.004,97 96,23% 7.000,00 6.283,88 89,77% SICREDI BOTUCARAI -Bolsa Est. Graduação 12.000,00 8.535,58 71,13% SICREDI CELEIRO RS SC - Bolsa Est. Gradu 19.865,00 18.722,35 94,25% SICREDI CEN SERRA RS - Bol. Est. Gradua 20.000,00 17.416,89 87,08% SICREDI ESPUMOSO - Bol Est. Gradua 2011 10.000,00 8.551,38 85,51% SICREDI IBIRUBÁ - Bolsa Estu. Gradua2011 5.000,00 5.000,00 100,00% SICREDI ITAQUI - Bolsa Estudos Graduação 5.080,00 1.452,37 28,59% SICREDI NORDESTE RS - Bol. Est.Graduação 14.000,00 14.000,00 100,00% SICREDI NORTE - Bolsa Est. Graduação 14.000,00 11.529,41 82,35% SICREDI OURO BRANCO RS - Bol.Est. Grad. 30.000,00 14.975,07 49,92% SICREDI PLANALTO - Bol. Est. Graduação 9.000,00 3.297,88 36,64% SICREDI QUARTA COLONIA - Bol Est. Grad 3.600,00 3.066,15 85,17% SICREDI R DOS VALES - Bol Est. Graduação 39.740,00 31.258,34 78,66% SICREDI REGIÃO CENTRO - Bol.Est. Gradua 3.600,00 3.363,76 93,44% SICREDI ROTA TERRAS - Bol.Est. Grad2011 9.000,00 5.608,85 62,32% SICREDI SERRO AZUL - Bol Est Pós-Grad 33.508,00 - 0,00% SICREDI SUDOESTE - Bolsa Est. Graduação 12.000,00 11.423,65 95,20% SICREDI V CAMAQUÃ - Bolsa Est. Gradua 3.600,00 3.600,00 100,00% SICREDI V RIO PRADO RS - Bol. Est. Grad 21.623,00 21.622,62 100,00% UNIMED NORDESTE - Bolsa Est. Grad. Admin 8.660,00 4.109,32 47,45% UNIMED NORDESTE - Bolsa Est. Graduação 3.600,00 2.612,86 72,58% UNIMED RS - Bol.Est. Aux. Educ.Grad.Cola 9.000,00 9.000,00 100,00% UNIMED RS - Bol.Est.Grad. Colab.Fede.Uni 16.000,00 14.909,70 93,19% UNIMED RS - Bol.Est.Grad.Colab. Uni S.M. 48.000,00 48.000,00 100,00% UNIMED RS - Bol.Est.Grad.Colab.Uni.Lit.S 21.000,00 7.430,42 35,38% UNIMED STA ROSA - Bolsa Est. Graduação 7.229,00 6.596,41 91,25% UNIMED VTRP - Bolsa Est. Graduação I 8.000,00 8.000,00 100,00% UNIMED VTRP - Bolsa Est. Graduação II 5.000,00 3.196,14 63,92% 927.827,00 736.625,91 79,39% Programa Interno Qualidade Produtivi2008 SICREDI A.NORD - Bol. Est. Grad. 2011 Total Realizado %Realizado 98 Natureza – Graduação Tecnológica Projeto de Graduação Tecnológica Previsto Realizado %Realizado AURORA ALIM - Bolsa Estu Cur. Técnicos 1.000,00 1.000,00 100,00% CECRERS -Bolsa Est. Grad.Tec.Ges.Com 10 7.000,00 2.614,59 37,35% CECRERS -Bolsa Est. Grad.Tec.Ges .RH 14.000,00 5.190,22 37,07% CECRERS -Bolsa Est. Grad. Tec Ges. Comer 14.000,00 3.656,09 26,11% CERTEL ENERGIA - Bolsa Estudos Tecnicos 2.266,00 2.243,85 99,02% 38.266,00 14.704,75 38,43% Total Natureza - Pós Graduação Projeto de Pós Graduação Previsto Realizado %Realizado ALIANÇA-Bolsta Estudos Mestrado Biot 5.830,00 5.101,34 87,50% AURORA ALIM - Bolsa Estu. Mestrado 8.000,00 6.934,61 86,68% AURORA ALIM - Bolsa Estud.Mest.Eng.Alim. 4.000,00 1.163,04 29,08% AURORA ALIM - Bolsa Estudos - Doutorado 4.500,00 4.500,00 100,00% 25.000,00 19.468,85 77,88% Bolsa Pós-grad Esp.Ges,Planej,Org,Eve1 2.700,00 2.682,62 99,36% Bolsa Est. Mestrado Inclusão Soc. Acesse 11.036,00 11.035,74 100,00% Bolsa Est. Pós-Grad Esp. Gestão Esta Pes 2.970,00 2.951,43 99,37% Bolsa Estudos Pós-Grad Esp. Gestão Pes 2.800,00 2.741,74 97,92% Bolsa Pós-grad.Esp.Ges.Planej,Org,Eve 2 2.970,00 2.723,80 91,71% 19.200,00 12.632,00 65,79% CCN - Bolsa Estudos MBA Executivo -Camol 3.520,00 3.520,00 100,00% CCN -Bol Est. Pós-Grad. Pec. Leit Coopi 1.467,00 978,60 66,71% CCN -Bol Est. Pós-Grad. Dire Empre Coopi 2.724,00 2.723,28 99,97% CCN -Bol Est. Pós-Grad. Pec. Leit Camol 5.900,00 5.211,36 88,33% CECRERS -Bolsa Est. Pós-Grad Cont. Finan 15.000,00 3.130,73 20,87% CECRERS -Bolsa Est. Pós-Grad Ges.Riscos 10.000,00 - 0,00% CEN SICREDI SUL - Bolsa Est. Pós Dvs Cur 25.780,00 18.030,64 69,94% CEN SICREDI SUL -Bolsa Est. Pós Com Mark 48.127,00 48.127,00 100,00% CEN SICREDI SUL -Bolsa Est. Pós Ges. Pes 61.180,00 60.202,33 98,40% CEN SICREDI SUL-Bol Est. Pós Ges.Est.Pes 391.832,00 337.612,62 86,16% COOPERCULTURA - Bolsa Estudos Pós-Grad 1.960,00 - 0,00% COTRIJAL - Bolsa Estudos Pós Dinâ Gr.SBD 3.960,00 3.152,10 79,60% 524,00 462,00 88,17% COTRIMAIO - Bol Est. MBA Gestão Pes Des 3.192,00 3.000,48 94,00% COTRIMAIO - Bol. Est - Mest. Desenvo 2.961,00 2.960,58 99,99% COTRIMAIO - Bol. Est - Mest. Desenvo II 2.961,00 2.960,58 99,99% AURORA ALIM - Bolsa Estudos Pós-Grad CCGL - Bolsa Estudos Pós-Graduação COTRIMAIO - Bol Est Pós MBA Gest Pessoas 99 Projeto de Pós Graduação Previsto Realizado %Realizado COTRIMAIO - Bol. Est. Pós Enge Seg. Trab 4.327,00 4.326,26 99,98% COTRIMAIO - Bol. Est. Pós MBA Gest Emres 1.515,00 1.514,10 99,94% 600,00 592,20 98,70% COTRIMAIO - Bol. Est. Pós Pec. Leite. II 1.785,00 1.080,81 60,55% COTRIMAIO - Bol. Est. Pós Pec. Leiteira 1.785,00 1.080,81 60,55% FACCAT-Pós-Latu Sensu Ges.Coop.2008NH 5.700,00 1.890,00 33,16% FACCAT-Pós-Latu Sensu Ges.Coop.2010Uruga 46.200,00 46.200,00 100,00% FACCAT-Pós-Latu Sensu Ges.Coop.Cr.09 POA 14.800,00 7.058,33 47,69% FACENP - Pós Gest Coop e Desenv Reg 7.700,00 - 0,00% FACUL IDEAU - MBA Exec. Cooperat 2011 7.700,00 3.850,00 50,00% 66.200,00 66.126,68 99,89% FECOVINHO - Bolsa Est. MBA Pes FGV Con 3.935,00 3.935,00 100,00% FTEC - Pós-Graduação Ges. Coop. 2011 7.700,00 - 0,00% PIÁ - Bol. Est. Pós Nutri. Bov. Leiteiro 9.000,00 8.989,34 99,88% SANTA CLARA - Bolsa Est. Pós-Grad. 2.000,00 - 0,00% SICREDI A.NORD - Bol. Est. Pós-Grad 7.000,00 7.000,00 SICREDI BOTUCARAI - Bolsa Est. Pós Gra 5.000,00 - 0,00% SICREDI CEN SERRA RS - Bol. Est. Pós-Gra 2.000,00 1.656,40 82,82% SICREDI CENT LESTE - Bol. Est. Pós-Grad 24.097,00 24.097,00 100,00% SICREDI COOPERUCS - Bol. Est. Pós-Grad 2.000,00 - 0,00% SICREDI ESTAÇÃO - Bol. Est. Pós- Gradua 3.500,00 1.066,81 30,48% SICREDI G.PALMEIRA - Bol.Est MBA Ges Emp 2.336,00 2.336,00 100,00% SICREDI G.PALMEIRA - Bol.Est MBA Ges Fin 1.185,00 1.185,00 100,00% 16.000,00 16.000,00 100,00% 5.000,00 3.680,88 73,62% 858,00 858,00 100,00% SICREDI REG PROD - Bol. Est. MBA Finan 1.688,00 1.048,36 62,11% SICREDI REG PROD - Bol. Est. Pós Chapecó 2.230,00 - 0,00% SICREDI REG PROD - Bol. Est. Pós Ges.Fin 234,00 234,00 100,00% SICREDI REG PROD - Bol. Est. Pós Xanxerê 6.501,00 4.568,83 70,28% SICREDI REG PROD - Bol. Est.Pós Adm.Ges 477,00 266,00 55,77% 4.225,00 - 0,00% SICREDIMIL - Bolsa Estudos Pós-Gradua 15.001,00 15.000,01 99,99% UCS - Cur Exten em Gest Inov Tecn Coop 4.000,00 - 0,00% UNICRED POA - Bolsa Est. Pós Mark Com 5.500,00 2.447,20 44,49% UNIJUI - Pòs-Grad Lato Sen Ges Coop 2010 77.000,00 77.000,00 100,00% UNIMED RS - Bol.Est. Ext.Aten.Pré-Hos Bá 42.000,00 18.978,63 45,19% UNIMED RS - Bol.Est. Ext.Ges.Pro.Saú M 4 24.800,00 - 0,00% COTRIMAIO - Bol. Est. Pós MBA Gover. TI FACULDADE IMED - Ges.Finan Coop.Cr-2010 SICREDI NORTE RS - Bol Est Pós-Grad SICREDI OURO BRAN. RS - Bol.Es. Pós Gra SICREDI REG PROD - Bol. Est. MBA Fin Emp SICREDI SERRO AZUL - Bol. Est. Pós Grad 100,00% 100 Projeto de Pós Graduação Previsto Realizado %Realizado UNIMED RS - Bol.Est..Ext.Ges.Pro.Saú M 3 24.800,00 16.218,32 65,40% UNIMED RS - Bol.Est.Ext. Urgê.Cap.At.Pré 30.000,00 - 0,00% UNIMED RS - Bol.Est.Ext. Urgê.Cap.At.Pré 30.000,00 - 0,00% UNIMED RS - Bol.Est.Ext. Urgê.Cap.At.Pré 30.000,00 19.014,72 63,38% UNIMED RS - Bol.Est.Ext.Aten.Pré-Hos Av. 90.000,00 59.520,38 66,13% UNIMED RS - Bol.Est.Pós-Grad.Col.Sta Mar 24.000,00 22.006,18 91,69% UNIMED RS - Bol.Est.Pós-Grad.Mar.Com.Coo 8.400,00 4.599,72 54,76% UNIMED STA ROSA - Bolsa Est. Pós-Grad 1.662,00 1.662,00 100,00% UNIMED VTRP - Bolsa Est. Pós-Graduação 6.500,00 4.049,68 62,30% UNISC - Pós Grad.Lat Sen Coop Cré 2010 30.800,00 30.798,72 100,00% UNISINOS - Curso Esp.Coop CESCOOP XXX 10 33.500,00 31.441,76 93,86% UNISINOS - Esp em Cooper - CESCOOP XXXI 7.700,00 3.080,00 40,00% UNIVATES - MBA Gestão Coop 2008 8.500,00 7.810,53 91,89% UNIVATES - MBA Gestão Coop Cré 2009 18.000,00 17.966,48 99,81% UPF - Especaliz Ges Neg Coop 2011 20.200,00 19.152,00 94,81% UPF - Especializ Ges Neg Coop 2009 11.529,00 11.529,00 100,00% URI STO ANG - Pós-Gra Espec Coop 2010 54.500,00 53.406,60 97,99% VIN SÃO JOÃO - Bol Est Mest Biot Ges Vit 4.800,00 1.457,52 30,37% 1.538.564,00 1.191.787,73 77,46% Total 101 Anexo - XII - Demonstrações Contábeis. Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 (Valores expressos em reais) ATIVO Notas 31/12/2011 31/12/2010 Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa 5 33.957.794 27.394.383 Outros créditos - 29.924 16.940 Estoques - 73.029 73.028 Despesas pagas antecipadamente - 22.423 14.771 34.083.170 27.499.122 Total do ativo circulante Ativo não circulante Créditos de valores a receber de terceiros, liquido de provisão para perdas 6 - - Imobilizado 7 5.749.191 5.923.413 Intangível 8 389.472 400.368 6.138.663 6.323.781 40.221.833 33.822.903 Total do ativo não circulante Total do ativo As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras. 102 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 (Valores expressos em reais) PASSIVO E PATRIMÔNIO SOCIAL Notas 31/12/2011 31/12/2010 4.664.580 254.504 307.121 823.414 2.734.250 167.061 248.169 - 6.049.619 3.149.480 93.724 60.000 93.724 60.000 34.078.490 30.613.423 Total do patrimônio social 34.078.490 30.613.423 Total do passivo e patrimônio social 40.221.833 33.822.903 Passivo circulante Contas a pagar Salários, encargos sociais e imposto a pagar Provisões trabalhistas e encargos previdenciários Outras obrigações (projeto reestruturação cooperativas agropecuárias) 9 10 11 12 Total do passivo circulante Passivo não circulante Provisão para contingências 13 Total do passivo não circulante Patrimônio social Superávit acumulado 14 As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras. 103 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS Demonstrações do superávit para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 (Valores expressos em reais) Notas Receita operacional bruta 2011 2010 17.995.518 15.584.501 15 17.995.518 15.584.501 Pessoal, encargos e benefícios sociais 16 (3.056.649) (2.533.672) Despesas institucionais 17 (6.531.587) (3.993.525) Despesas administrativas 18 (494.258) (559.000) Despesas de serviços profissionais contratados 19 (7.580.095) (4.645.929) Despesas tributárias 20 (457.019) (314.394) Despesas com provisões - (73.346) - Despesas com depreciações e amortizações - (490.899) (416.838) Outras despesas operacionais - (86) Outras receitas operacionais 21 Receitas brutas de contribuições Custo/ (receitas) despesas operacionais Superávit antes do resultado financeiro Resultado financeiro líquido Superávit do exercício 22 - 375.796 98.180 (18.308.143) (12.365.178) (312.625) 3.219.323 3.777.692 2.612.228 3.465.067 5.831.551 As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras. 104 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS Demonstrações das mutações do patrimônio social para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 (Valores expressos em reais) Superávit acumulado parcial dos exercícios findos em 31/12/09 e 31/12/10 Saldo acumulado integral em 31/12/09 com incorporação do superávit do exercício de 31/12/09 Superávit do exercício findo em 31/12/10 Saldo acumulado de superávit integral em 31/12/10 com incorporação do superávit do exercício findo em 31/12/10 Saldo em 31 de dezembro de 2010 Superávit do exercício findo em 31/12/11 Saldos acumulados de superávit parcial e integral do exercício findo em 31/12/11 Superávit do exercício findo em 31/12/11 Total 24.781.872 - 24.781.872 5.831.551 - 5.831.551 30.613.423 - 30.613.423 - 3.465.067 3.465.067 30.613.423 3.465.067 34.078.490 As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras. 105 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 (Valores expressões em reais) Fluxo de caixa proveniente das operações Superávit exercício Ajustes para reconciliar o superávit do exercício com recursos provenientes de atividades operacionais Depreciação e amortização Resultados nas baixas do ativo imobilizado Resultados nas baixas do ativo intangível Provisão para contingências Redução/ (aumento) nos ativos: Outros créditos Estoques Despesas pagas antecipadamente Aumento/ (redução) nos passivos: Contas a pagar Salários, encargos sociais e impostos a pagar Provisões trabalhistas e encargos previdenciários Outras obrigações (projeto de reestruturação das agropecuárias) 2011 2010 3.465.067 5.831.551 490.898 416.838 - 75.222 84 - 33.724 - 3.989.773 6.323.611 (12.984) 215.792 (1) 14.068 (7.652) (7.029) (20.637) 222.831 1.930.330 432.090 87.443 64.080 58.952 (355.683) 823.414 - 2.900.139 (723.693) Recursos líquidos gerados nas atividades operacionais 6.869.275 5.822.749 Fluxo de caixa utilizado nas atividades de investimento Adições ao ativo imobilizado (256.707) (349.018) (49.157) (263.172) Recursos líquidos utilizados nas atividades de investimento (305.864) (612.190) Aumento de caixa e equivalentes de caixa 6.563.411 5.210.559 27.394.383 22.183.824 33.957.794 27.394.383 6.563.411 5.210.559 Adições ao ativo intangível Caixa e equivalente de caixa No início do exercício No final do exercício Redução/ (aumento) do caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações financeiras. 106 Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 (Valores Expressos em reais, exceto quando indicado) 1. Contexto operacional Em 03 de setembro de 1998, a Medida Provisória nº 1.715/98 criou o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O Decreto nº 3.017/99, de 06 de abril do ano seguinte, complementou o ato inaugural e instituiu os regulamentos e demais dispositivos que lhe balizam a atuação. O Sescoop integra o Sistema Cooperativista Brasileiro e fornece-lhe suporte em formação profissional - técnica e gerencial -e na promoção social dos associados, empregados e familiares, além de apoiar diretamente a operação das cooperativas. Formalmente, é entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, constituída sob o estatuto de serviço social autônomo. Seus recursos são de natureza para fiscal: originam-se das cooperativas, que contribuem com um percentual de 2,5% sobre as folhas de pagamento, conforme preceitua o artigo 12 do Decreto-lei nº 3.017 de abril de 1999: “A distribuição e forma de utilização dos recursos aludidos neste capitulo serão definidos no Regimento Interno.” As responsabilidades sociais do Sescoop/RS evidenciam-se, particularmente, na ênfase conferida às atividades capazes de produzir efeitos socioeconômicos condizentes com os objetivos do Sistema Cooperativista. O Sistema Sescoop opera em todo o território brasileiro. Compõe-se de uma unidade nacional - o Sescoop/NA, com sede em Brasília e de 27 unidades estaduais que atuam nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal. Conta, em função dessa estrutura, com grande capilaridade, o que entre outras vantagens confere-lhe flexibilidade ímpar no atendimento às cooperativas. O Sescoop/RS está sujeito, ainda, à auditoria externa e tem sua execução orçamentária sob o crivo do Tribunal de Contas da União, o qual tem poderes para efetuar fiscalizações contábil e financeira, além de inspeções e auditorias operacionais e patrimoniais, nos termos dos artigos 70 e 71 da Carta Magna e artigos 1º e 5º da Lei nº 8.443/92 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União), bem como enviar à Controladoria Geral da União, conforme preceitua a Lei nº 11.768, de agosto de 2008, do artigo 6º, parágrafo 3º: “As entidades constituídas sob a forma de serviço social autônomo, destinatárias de contribuições dos empregadores, incidentes sobre a folha de salários, deverão divulgar, pela internet, dados e informações acerca dos valores recebidos à conta das contribuições, bem como das aplicações efetuadas, discriminadas por finalidade e região.” 107 O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio Grande do Sul (“Sescoop/RS”) é segundo a Lei nº 9.532/97, artigo 12: “uma entidade imune do imposto de renda por ser uma instituição sem fins lucrativos que presta serviços para os quais foi instituída.” “Art. 12. Para efeito do disposto no art. 150, inciso VI alínea "c", da Constituição, considera-se imune à instituição de educação ou de assistência social que preste os serviços para os quais houver sido instituída e os coloque à disposição da população em geral, em caráter complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos. (Vide artigos 1º e 2º da Mpv 2.18949, de 2001) (Vide Medida Provisória nº 2158-35, de 2001) “§ 1º Não estão abrangidos pela imunidade os rendimentos e ganhos de capital auferidos em aplicações financeiras de renda fixa ou de renda variável. § 2º Para o gozo da imunidade, as instituições a que se refere este artigo, estão obrigadas a atender aos seguintes requisitos: a) não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados; (Vide Lei nº 10.637, de 2002); b) aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais; c) manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão; d) conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem assim a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial; e) apresentar, anualmente, Declaração de Rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal; f) recolher os tributos retidos sobre os rendimentos por elas pagos ou creditados e a contribuição para a seguridade social relativa aos empregados, bem assim cumprir as obrigações acessórias daí decorrentes; g) assegurar à destinação de seu patrimônio a outra instituição que atenda às condições para gozo da imunidade, no caso de incorporação, fusão, cisão ou de encerramento de suas atividades, ou a órgão público; h) outros requisitos, estabelecidos em lei específica, relacionados com o funcionamento das entidades a que se refere este artigo. § 3° Considera-se entidade sem fins lucrativos a que não apresente superávit em suas contas ou, caso o apresente em determinado exercício, destine referido resultado, integralmente, à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais. (Redação dada pela Lei nº 9.718, de 1998).” De acordo com o artigo 150 da Carta Magna: “Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: (EC nº 3/93 e EC nº 42/2003)-VI - Instituir impostos sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei; § 4º As vedações expressas no inciso VI, alíneas b e c, compreendem somente o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas.” 108 As operações dos Sescoops estaduais são substancialmente mantidas por meio do recebimento do repasse de recursos efetuados pelo Sescoop Nacional. Havendo déficit técnico apurado no exercício, este será absorvido pelo patrimônio social (superávit acumulado). A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração, através do colegiado e Conselho fiscal do Sescoop/RS, no dia 07 de março de 2012. Todos os valores são apresentados em reais, exceto de outro modo indicado, arredondados o valor mais próximo de mil reais ou milhares de reais. 2. Preparação e apresentação das demonstrações financeiras 2.1. Base de apresentação As demonstrações financeiras da Entidade foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento de Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), homologados pelos órgãos reguladores e normativos voltados para entidades sem fins lucrativos NBC T 10.19, NBC T 3 e NBC T 6. Até 31 de dezembro de 2010 as demonstrações financeiras da Entidade foram elaboradas e apresentadas em conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público -NBCASP, aprovadas pelo CFC, alinhadas às normas internacionais de Contabilidade para o setor público emitidas pela Federação Internacional de Contadores -IFAC e adaptadas aos regulamentos instituídos pelo Sescoop. Em 01 de janeiro de 2011 as práticas contábeis foram modificadas de NBCASP para as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento de Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), incluindo as NBC T voltadas para entidades sem fins lucrativos. A administração entende que tal mudança é requerida, tanto que o órgão regulamentador permite a adoção e é adequada a atividade desenvolvida pelo Sescoop. As demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 são as primeiras preparadas pela Administração do Sescoop/RS que consideram a adoção completa dos CPC-PME emanados do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), tendo como data de transição 01 de janeiro de 2011. Com a alteração da Lei nº 4.320/1964 para Lei nº 6.404/1976 cabe salientar que, como a Entidade recebe recursos à conta do orçamento fiscal e da seguridade social, era obrigada a apresentar a execução da referida parcela de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP), conforme estabelecido no artigo 101, que descreve que os resultados do exercício serão demonstrados no balanço orçamentário, balanço financeiro, balanço patrimonial e na demonstração das variações patrimoniais. Em 2011, com a adoção às práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei nº 6.404/76, alteradas pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09, e nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e demais normativos específicos às demonstrações financeiras a serem apresentadas são: balanço patrimonial, demonstração do superávit/ déficit do exercício, demonstração da mutação do patrimônio social e demonstração do fluxo de caixamétodo indireto, essas demonstrações financeiras devem ser complementadas com as notas explicativas. 109 As alterações mencionadas no parágrafo anterior são os únicos efeitos advindos da mudança de prática contábil no exercício de 2011, conforme resultado de diagnóstico efetuado por empresa especializada no exercício findo em 31 de dezembro de 2010. 2.2. Principais práticas contábeis aplicadas na elaboração destas demonstrações financeiras 2.2.1. Apuração do resultado O resultado das operações do Sescoop/RS, especificamente as suas (receitas e despesas) são apurados em conformidade com o regime contábil de competência. As receitas de contribuições destinadas ao Sescoop/RS são reconhecidas contabilmente no momento do efetivo recebimento financeiro. 2.2.2. Estimativas contábeis Na preparação das demonstrações financeiras são adotadas premissas para o reconhecimento das estimativas, para registro de certos ativos, passivos e outras operações como: provisões para contingências, perdas estimadas para crédito de liquidação duvidosa, vida útil dos bens do imobilizado, classificações de curto e longo prazo, entre outros. Os resultados a serem apurados, quando da concretização dos fatos que resultaram no reconhecimento destas estimativas, poderão ser diferentes dos valores registrados nas demonstrações financeiras. A Administração monitora e revisa periódica e tempestivamente estas estimativas e suas premissas. 2.2.3. Caixa e equivalentes de caixa Incluem caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras com liquidez imediata e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa são classificadas na categoria “Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado” acrescidas dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços. 2.2.4. Estoques Os materiais para expediente e consumo estão avaliados ao custo médio de aquisição, não excedendo o seu valor de mercado. 2.2.5. Imobilizado O imobilizado é mensurado pelo seu custo histórico, menos depreciação acumulada, incluindo ainda, quando aplicável, os juros capitalizados durante o período de construção, para os casos de ativos qualificáveis, líquido de depreciação acumulada e de provisão para redução ao valor recuperável de ativos para os bens paralisados e sem expectativa de reutilização ou realização. A depreciação é computada pelo método linear, com base na vida útil estimada de cada bem, conforme nota explicativa n° 7. A vida útil estimada e o método de depreciação são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Os ganhos e as perdas em alienações são apurados comparando-se o produto da venda com o valor residual contábil e são reconhecidos na demonstração do resultado. 110 2.2.6. Impairment O Sescoop/RS avaliou no encerramento do exercício social se existiram evidências objetivas de deterioração de seus ativos. Caso se confirmasse a existência de impactos nos fluxos de caixa pela deterioração de seus ativos e esta pudesse ser estimada de maneira confiável, o Sescoop/RS reconheceria no resultado a perda por impairment. Foi elaborado um relatório interno pelo Sescoop/RS, visando atender as exigências contidas no CPC PME, e não foi identificada a necessidade de provisão para desvalorização de ativos em 31 de dezembro de 2011. 2.2.7. Intangível Ativos intangíveis adquiridos, separadamente, são mensurados no reconhecimento inicial ao custo de aquisição e, posteriormente, deduzidos da amortização acumulada e perdas do valor recuperável, quando aplicável. A Administração revisa anualmente o valor estimado de realização dos ativos, e taxa de depreciação, levando em consideração sua vida útil. A amortização dos bens intangíveis é reconhecida no resultado do exercício de acordo com as taxas informadas na Nota Explicativa nº 7. 2.2.8. Fornecedores As contas a pagar a fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos no curso ordinário dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes, exceto quando o prazo de vencimento for superior a 12 meses após a data do balanço, quando são apresentadas como passivo não circulante. São, inicialmente, reconhecidas pelo valor pactuado em contrato ou documento similar hábil, e documento fiscal legal, os quais propiciem ao Sescoop/RS bases confiáveis de mensuração de valor e realização do fato gerador objeto de registro por competência. Na prática, são, normalmente, reconhecidas ao valor da fatura correspondente. Os salários, incluindo provisões para férias, 13º salário e os pagamentos complementares negociados em acordos coletivos de trabalho, adicionados dos encargos sociais correspondentes, são apropriados pelo regime de competência. 2.2.10. Provisões para contingências A provisão para ações judiciais são reconhecidas quando: (i) a entidade tiver uma obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados; (ii) é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e (iii) o valor possa ser estimado com segurança. Caso haja diversas obrigações semelhantes, a probabilidade de uma saída de recursos a ser exigida para a liquidação será determinada ao se considerar a natureza das obrigações como um todo. A provisão, quando existentes, é mensurada pelo valor presente das despesas que se esperam ser exigidas para liquidar a obrigação a qual reflita as avaliações atuais de mercado do valor temporal do dinheiro e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira, quando aplicável. 2.2.11. Receitas e despesas financeiras As receitas financeiras são reconhecidas pelo regime de competência. 2.2.12. Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes) Um ativo foi reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios econômico-futuros serão gerados em favor do Sescoop/RS e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo foi reconhecido no balanço patrimonial quando o Sescoop/RS possuir uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias. 111 As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação sejam prováveis que ocorram nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes. 3. Estimativa e julgamentos contábeis essenciais O Sescoop/RS realizou determinadas estimativas e premissas em relação ao futuro. Essas estimativas e os julgamentos são continuamente avaliados com base na experiência histórica e outros fatores, incluindo as expectativas dos eventos futuros que se acredita serem razoáveis de acordo com as circunstâncias. No futuro, a experiência real pode diferir dessas estimativas e premissas. As estimativas e premissas que possuem um risco significativo de provocar um ajuste importante nos valores contábeis de ativos e passivos dentro do próximo exercício financeiro estão divulgadas a seguir: Reconhecimento de receitas As receitas são preponderantemente relacionadas às transferências sistêmicas e periódicas do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) que são reconhecidas diretamente no resultado do exercício no momento do efetivo recebimento financeiro, pois em consonância ao princípio de conservadorismo não poderiam ser apropriadas com base orçamentária. Vidas úteis de ativos intangíveis e imobilizados Os ativos intangíveis e imobilizados são amortizados ou depreciados durante sua vida útil. A vida útil é baseada nas estimativas da Administração a respeito do período em que os ativos vão estar em uso, as quais são periodicamente revisadas para adequação contínua. Alterações nas estimativas poderão resultar em variações significativas no valor contábil e os valores são apropriados como despesa na demonstração dos resultados, em períodos específicos. Processos legais De acordo com o CPC PME, o Sescoop/RS reconhece uma provisão quando existe uma obrigação presente decorrente de um evento passado, uma transferência de benefícios econômicos é provável e o valor dos custos de transferência pode ser estimado de maneira confiável. Nos casos em que os critérios não são cumpridos, um passivo contingente pode ser divulgado nas notas explicativas das demonstrações financeiras. As obrigações decorrentes de passivos contingentes que foram divulgadas, ou que não são atualmente reconhecidas ou divulgadas nas demonstrações financeiras, poderiam ter um efeito material sobre o balanço patrimonial da Entidade. A aplicação desses princípios contábeis a litígios exige que a Administração realize cálculos sobre diversas matérias de fato e de direito além de seu controle. O Sescoop/RS revisou as ações judiciais pendentes, monitorando a evolução dos processos e a cada data de elaboração de relatórios, visando avaliar a necessidade de provisões e divulgações nas demonstrações financeiras. Entre os fatores considerados na tomada de decisões sobre as provisões estão à natureza do litígio, a reivindicação ou autuação, o processo judicial e o nível potencial de indenização na jurisdição em que o litígio, reivindicação ou autuação foi interposto, o andamento da ação (incluindo o andamento após a data das demonstrações financeiras, mas antes de serem emitidas), os pareceres ou opiniões dos consultores jurídicos, a experiência em casos semelhantes, e qualquer decisão da Administração do Sescoop/RS sobre a forma como ela vai responder ao litígio, reivindicação ou autuação. 112 4. Instrumentos financeiros - gestão de risco O Sescoop/RS poderá estar exposto, em virtude de suas atividades, aos seguintes riscos financeiros: risco de crédito; risco de taxa de juros de valor justo ou de fluxo de caixa; risco de câmbio; outros riscos de mercado. Da mesma maneira que em todos os outros negócios, o Sescoop/RS está exposto aos riscos que decorrem da utilização de instrumentos financeiros. Essa nota descreve os objetivos, políticas e processos do Sescoop/RS para a gestão desses riscos e os métodos utilizados para mensurá-los. Mais informações quantitativas em relação a esses riscos são apresentadas ao longo dessas demonstrações financeiras. Não houve nenhuma alteração substancial na exposição aos riscos de instrumentos financeiros do Sescoop/RS, seus objetivos, políticas e processos para a gestão desses riscos ou os métodos utilizados para mensurá-los a partir de períodos anteriores, a menos que especificado o contrário nesta nota. Principais instrumentos financeiros Os principais instrumentos financeiros utilizados pelo Sescoop/RS, de que surgem os riscos de instrumentos financeiros, são os seguintes: valores a receber; caixa em bancos; aplicações financeiras em fundos de investimentos financeiros; investimentos em títulos patrimoniais negociados ou não em bolsa; contas a pagar a fornecedores e outras. Objetivos, políticas e processos gerais O Sescoop/RS possui os seguintes órgãos colegiados: O Conselho Administrativo É órgão colegiado que detém o poder originário e soberano do Sescoop/RS. O Conselho Fiscal É o órgão de assessoramento do Conselho Deliberativo, para assuntos de gestão patrimonial e financeira. A Diretoria Executiva É o órgão de gestão administrativa do Sescoop/RS. Risco de crédito O risco de crédito para o Sescoop/RS surge preponderantemente de disponibilidades decorrentes de depósitos em bancos e aplicações financeiras em fundos de Investimentos financeiros. O Sescoop/RS aplica recursos apenas em fundos de investimentos administrados pelo Banco do Brasil S.A. ou pela Caixa Econômica Federal (CEF). O Sescoop/RS não contrata derivativos para gerenciar o risco de crédito: Ativos financeiros Caixa e equivalente de caixa (Nota 5) Outros créditos Total de ativos financeiros Valor contábil 31/12/2011 33.957.794 29.924 33.987.718 31/12/2010 27.394.383 16.939 27.411.322 113 Risco comercial O risco comercial surge da utilização de instrumentos financeiros que rendem juros, negociáveis e em moeda estrangeira. É o risco que o valor justo ou fluxos de caixa futuros de um instrumento financeiro flutuarão em virtude de alterações nas taxas de juros (risco de taxa de juros), taxas de câmbio (risco de câmbio) ou outros fatores comerciais (outro risco de preço). O Sescoop/RS não possui operações que possam gerar riscos dessa natureza. Risco de câmbio O Sescoop/RS não está sujeita ao risco de câmbio, tendo em vista que o mesmo não possui operações localizadas em outras partes do mundo, cuja moeda funcional não seja a mesma. Outros riscos de mercado O Sescoop/RS não possui participação em fundos de investimentos financeiros que possuem lastro em títulos e valores mobiliários de empresas emergentes. Divulgações sobre o patrimônio Os bens do Sescoop/RS somente poderão ser utilizados para a realização dos seus objetivos, permitida a aplicação de uns e outros para a obtenção de rendimentos destinados às suas finalidades estatutárias. 5. Caixa e equivalentes de caixa Descrição 31/12/2011 Bancos Aplicações financeiras (a) Total 31/12/2010 62.977 50.879 33.894.817 27.343.504 33.957.794 27.394.383 (a) As aplicações financeiras são efetuadas em instituição financeira de primeira linha, com resgate a qualquer momento, na modalidade de Fundo de renda fixa e CDB´s Certificado de Depósito Bancário e remuneração equivalente a 100% do CDI. 6. Créditos e valores a receber - não circulante Descrição Créditos e Valores a receber de Terceiros (-) Provisão p/Perdas de Valores a Receber de Terceiros Total 31/12/2011 31/12/2010 216.190 216.190 (216.190) (216.190) - - Referem-se a repasses efetuados à Cooperativa de Educadores no Estado do Rio Grande do Sul Ltda., no exercício de 2001, contemplados pela Sindicância 002/Sescoop-RS/2006, instituída através da Portaria nº 016 de 23 de novembro de 2006 e que recomenda ao final a instauração de Tomada de Contas Especial, que foi executada através do Processo nº 116/07C, onde se apurou o valor histórico dos repasses. Esgotadas as medidas administrativas, remeteu-se o referido processo em 23 de julho de 2007 ao Tribunal de Contas da União para adoção das medidas legalmente previstas em relação à matéria. Em 29/12/2009 o Sescoop/RS ajuizou Ação de Cobrança mediante processo de natureza ordinária nº 035/1.09.0007717-0 em cumprimento a determinação do TCU. Em 2010 foi constituída provisão para perdas e os lançamentos reclassificados para o Longo Prazo. 114 7. Imobilizado % - Taxas anuais de depreciação 4% 4% 10% 10% 20% 10% 20% 10% 10% Descrição Imóveis Instalações Móveis e utensílios Biblioteca Veículos Máquinas e equipamentos Equipamentos de informática Equipamentos de comunicação Outros Bens Móveis Total 31/12/2011 3.352.200 1.159.139 462.506 20.710 322.597 51.758 298.500 47.454 34.327 5.749.191 31/12/2010 3.513.600 1.210.437 504.643 22.680 210.094 46.068 350.541 26.460 38.890 5.923.413 Destacamos a seguir a movimentação do ativo imobilizado em 2011 e de 2010: Descrição Imóveis Instalações Móveis e utensílios Biblioteca Veículos Máquinas e equipamentos Equipamentos de informática Equipamentos de comunicação Outros Bens Móveis Total Saldo líquido em 31 de dezembro de 2010 3.513.600 1.210.437 504.643 22.680 210.094 46.068 350.541 26.460 38.890 5.923.413 Adição Baixa - Transferência 19.065 601 157.000 12.419 (380) 43.424 (39.616) 24.200 256.709 (39.996) 380 39.616 39.996 Depreciação (161.400) (51.298) (61.201) (2.570) (44.496) (6.730) (95.465) (3.206) (4.563) (430.929) Saldo líquido em 31 de dezembro de 2011 3.352.200 1.159.139 462.506 20.710 322.597 51.758 298.500 47.454 34.327 5.749.191 8. Intangível A seguir demonstramos a composição do ativo intangível, conforme determinado no CPC 04 e NBC T 19.8 -Resolução CFC nº 1.139/08: Descrição Marcas e patentes Saldo líquido em 31 de dezembro de 2010 8.820 Adição Baixa Transferência Amortização Saldo líquido em 31 de dezembro de 2011 - - - - 8.820 42.000 - - - 188.000 Direitos autorais Direitos de uso de software (taxa de amort. anual 20%) 146.000 245.548 7.157 (11.662) 11.578 (59.969) 192.652 Total 400.368 49.157 (11.662) 11.578 (59.969) 389.472 As licenças de uso de software e de sistemas de gestão empresarial adquiridas são capitalizadas e amortizadas ao longo da vida útil e as despesas associadas à sua manutenção são reconhecidas como despesas quando incorridas. Na avaliação do Sescoop/RS não há qualquer indicativo de que os valores contábeis não serão recuperados através de operações futuras. 115 9. Contas a pagar Descrição Fornecedores - Pessoa Jurídica (a) Convênios de Apoio Financeiro (b) Total 31/12/2011 1.440.995 3.223.585 4.664.580 31/12/2010 812.928 1.921.322 2.734.250 (a) São obrigações referentes a aquisições de bens e serviços para manutenção das atividades fim e meio do Sescoop/RS, nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010; (b) São obrigações referentes a Projetos Descentralizados realizados na forma da Resolução Sescoop/RS n. 04/2006, que tiveram sua execução e prestação de contas até 31 de dezembro de 2011, com o reembolso dos valores programados para o ano de 2012. 10. Salários, encargos sociais e impostos a pagar Os valores desse grupo de contas representam as obrigações decorrentes da folha de pagamento dos funcionários e demais pessoas jurídicas e físicas prestadoras de serviços, cuja posição e comentários analíticos estão descritos a seguir: Descrição Encargos, consignações e impostos s/ folha de pagamento Consignáveis de terceiros (a) Encargos de terceiros Total 31/12/2011 31/12/2010 102.213 113.206 39.085 88.539 31.522 47.000 254.504 167.061 (a) Os valores desse grupo de contas representam as obrigações decorrentes de retenções incidentes sobre pagamento das pessoas jurídicas e físicas prestadores de serviços. 11. Provisões trabalhistas e encargos previdenciários Descrição Férias abonos pecuniários adicionais de 1/3 INSS sobre Férias FGTS sobre Férias PIS sobre Férias Total 31/12/2011 231.425 54.868 18.514 2.314 307.121 31/12/2010 187.016 44.322 14.961 1.870 248.169 12. Outras obrigações (projeto de reestruturação das cooperativas agropecuárias) Descrição 31/12/2011 31/12/2010 Outras obrigações 823.414 - Total 823.414 - Referem-se ao saldo dos valores recebidos a título de contrapartida das Cooperativas participantes e apoiadoras do Projeto de Reestruturação das Cooperativas Agropecuárias (regulamentado pela Resolução Sescoop/RS nº 28 de 27/06/2011), cuja finalização do projeto e pagamento dos serviços está programada para 2012. 116 13. Provisão para contingências 31/12/2011 Descrição 31/12/2010 Contingências Cíveis 60.000 10.000 Contingências Trabalhistas 33.724 50.000 Total 93.724 60.000 Contingência Número do Processo Saldo Inicial Adições Baixa Trabalhistas 0001051-92-2010.5.04.0023 25.000 21.346 Trabalhistas 01425-2008-023-04-00-3 25.000 2.000 - 27.000 Cíveis 001/1.09.03878794-2 10.000 - - 10.000 Cíveis 035.1.09.0007717-0 - 50.000 - 50.000 60.000 73.346 Total (39.622) Saldo Final (39.622) 6.724 93.724 As contingências referem-se a processos trabalhistas e cíveis, apropriados com base em parecer jurídico emitido pela assessoria jurídica da Entidade. 14. Patrimônio social Descrição 31/12/2011 31/12/2010 Superávit acumulado 30.613.423 24.781.871 Superávit do exercício 3.465.067 5.831.552 34.078.490 30.613.423 Total O patrimônio social é composto substancialmente de superávit e ou déficit acumulados. Os valores demonstrados a seguir se referem aos resultados dos exercícios de 2011 e de 2010: 15. Receita operacional bruta Descrição 31/12/2011 Receita de Contribuições 17.975.518 Receitas de Transferência 20.000 Total 17.995.518 31/12/2010 15.584.501 15.584.501 A seguir os valores mensais de contribuição social repassados pelo Sescoop Nacional no decorrer do exercício de 2011: Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Valor em R$ contribuições 2.359.358 1.407.652 1.230.708 1.253.066 1.372.974 1.455.239 1.514.428 1.466.136 1.431.798 1.560.302 1.476.442 1.447.415 17.975.518 117 16. Pessoal, encargos e benefícios sociais Descrição Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patrimoniais Benefícios Sociais Total 31/12/2011 (1.981.162) (641.098) (434.389) (3.056.649) 31/12/2010 (1.670.034) (533.203) (330.435) (2.533.672) 17. Despesas institucionais Descrição Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Premiações Serviços e Divulgações Institucionais Auxílios Financeiros a Estudantes Auxílios Educacionais Total 31/12/2011 (144.578) (16.578) (1.294.525) (45.000) (2.920.462) (1.965.655) (144.789) (6.531.587) 31/12/2010 (119.794) (15.277) (562.961) (46.000) (1.889.563) (1.222.054) (137.876) (3.993.525) 18. Despesas administrativas Descrição Despesas com Dirigentes e Conselheiros Ocupação e Serviços Públicos Despesas de Comunicação Material de Consumo Material de Consumo Durável Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Total 31/12/2011 (28.486) (93.214) (212.705) (92.964) (15.853) (16.394) (34.642) (494.258) 31/12/2010 (25.756) (83.184) (197.383) (132.876) (11.153) (45.050) (63.598) (559.000) 19. Despesas de serviços profissionais contratados Descrição Auditoria e Consultoria Serviços Especializados Transportes Serviços Gerais Outros Serviços de Terceiros - PF Outros Serviços Encargos sobre Serviços de Terceiros Total 31/12/2011 (1.750.210) (5.197.827) (27.933) (49.984) (66.000) (65.187) (422.954) (7.580.095) 31/12/2010 (81.600) (4.080.075) (20.940) (43.172) (66.000) (27.057) (327.085) (4.645.929) 118 20. Despesas tributárias Descrição Federais Estaduais Municipais Outras Despesas Tributárias Total 31/12/2011 (410.283) (6.252) (38.614) (1.870) (457.019) 31/12/2010 (261.434) (4.093) (36.552) (12.314) (314.393) 21. Outras receitas operacionais Descrição Receitas de Serviços 31/12/2011 2.900 31/12/2010 - Outras Receitas (recuperação de despesas) (a) 372.896 98.180 Total 375.796 98.180 (a) Trata-se de recuperação de despesas através da execução do Contrato de Gestão firmado com a OCERGS -Sindicato e Organização das Cooperativas no Estado do Rio Grande do Sul. Também compõe esse valor a restituição por conta de processos, onde as Cooperativas foram notificadas pelo TCU a efetuar o reembolso de valores referente a contrapartida não comprovada na execução de projetos. 22. Resultado financeiro líquido Receitas financeiras Receitas de Aplicações financeiras e outras receitas financeiras Despesas financeiras Despesas Bancárias e outras despesas financeiras Resultado financeiro 31/12/2011 3.875.160 31/12/2011 31/12/2010 3.400.289 31/12/2010 (97.468) (788.061) 3.777.692 2.612.228 23. Seguros A Entidade adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados pela Administração como suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As apólices estão em vigor e os prêmios foram devidamente pagos. As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de revisão das demonstrações financeiras, consequentemente, não foram auditadas pelos nossos auditores independentes. 119 Relatório dos auditores independentes Aos Administradores e Conselheiros do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul Porto Alegre -RS Examinamos as demonstrações financeiras do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul (“Sescoop/RS” ou “Entidade”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do superávit, das mutações do patrimônio líquido social e dos fluxos de caixa referentes ao exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração do Sescoop/RS é responsável pela elaboração e pela adequada apresentação destas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas às pequenas e médias empresas (NBC TG 1000), como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e também que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter uma segurança razoável de que as demonstrações financeiras estejam livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para a obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independente se causada por fraude ou erro. Nesta avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Sescoop/RS para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia destes controles internos do Sescoop/RS. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 120 Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva (modificação) por limitação de escopo O Sescoop/RS não efetuou estudo visando verificar a necessidade ou não de readequação das taxas de depreciação dos bens do ativo imobilizado e do intangível em virtude da determinação da nova vida útil econômica, conforme previsto no Pronunciamento Técnico (NBC T 19.41). Consequentemente, não nos foi possível determinar se havia necessidade de ajustar essas novas taxas de depreciação e os respectivos efeitos no resultado do exercício corrente e patrimônio social naquela data. Base para opinião com ressalva (modificações) Conforme mencionado na nota explicativa n° 8, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, o Sescoop/RS mantém registrado no ativo intangível o montante de R$ 389.472, dos quais R$ 188.000 referem-se à compra de direitos autorais sobre músicas, os quais não apresentam expectativa de realização ou de geração de algum benefício econômico à Entidade. Consequentemente esse ativo, o superávit do exercício e o patrimônio social do Sescoop/RS encontram-se aumentados em R$ 188.000 naquela data. Opinião sobre as demonstrações financeiras Em nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos mencionado no parágrafo “Base para opinião com ressalva (modificação)” e pelos efeitos descritos no parágrafo “base para opinião com ressalva” (modificação), as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis as pequenas e médias empresas. Outros assuntos As demonstrações financeiras correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, elaboradas conforme as práticas contábeis enunciadas nas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP) e, também, apresentadas para fins de comparação, foram auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria datado de 31 de março de 2011, sem qualquer menção de ressalvas ( modificações) ou ênfases. Goiânia, 11 de maio de 2012. Luiz Cláudio Fontes Contador CRC RJ-032.470/O-9 “T” PR S-RS Otaniel Junior Martins Rosa Contador CRC GO-013.972/O-3 S-RS Grant Thornton Auditores Independentes CRC SP-025.583/O-1 S-RS 121 ANEXO XIII - PARECER DO CONSELHO FISCAL 122 ANEXO XIV–PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO - DEMONSTRAÇÕES 123 ANEXO XIV – PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO – RELATÓRIO DE GESTÃO 124 ANEXO XIV - PARECER DO CONSELHO NACIONAL DO SESCOOP 125 Anexo XV - Atendimento ao TCU Quanto ao Conteúdo Mínimo do Relatório de Gestão (DN TCU Nº 108, DE 27 /10/ 2010) ITEM INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A GESTÃO Informações de identificação da unidade jurisdicionada, contendo: Poder e órgão de vinculação ou supervisão; nome completo; denominação abreviada; código SIORG; código na LOA; situação operacional; natureza jurídica; principal atividade econômica; telefones de contato, endereço postal; endereço eletrônico; página na internet; normas de criação; normas relacionadas à gestão e estrutura; manuais e publicações relacionadas às atividades da unidade; códigos e nomes das unidades gestoras e gestões no Sistema SIAFI. 1 2 4 5 1.Identificação da Unidade Informações sobre o planejamento e gestão orçamentária e financeira da unidade, considerando o atingimento dos objetivos e metas físicas e financeiras, bem como as ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades, contemplando: a) Responsabilidades institucionais da unidade: I. Competência Institucional; II. Objetivos estratégicos. b) Estratégia de atuação frente às responsabilidades institucionais: I. Análise do andamento do plano estratégico da unidade ou do órgão em que a unidade esteja inserida; II. Análise do plano de ação da unidade referente ao exercício a que se referir o relatório de gestão. c) Programas de Governo sob a responsabilidade da unidade: I. Execução dos programas de Governo sob a responsabilidade da UJ; II. Execução física das ações realizadas pela UJ. d) Desempenho Orçamentário e Financeiro: I. Programação Orçamentária das Despesas; II. Execução Orçamentária das Despesas; III. Indicadores Institucionais. 3 REFERÊNCIA Informações s/ reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos. Informações sobre a movimentação e os saldos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores. Informações sobre recursos humanos da unidade, contemplando as seguintes perspectivas: a) Composição do quadro de servidores ativos; b) Composição do quadro de servidores inativos e pensionistas; c) Composição do quadro de estagiários; d) Custos associados à manutenção dos recursos humanos; e) Locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços; f) Indicadores gerenciais sobre recursos humanos. a- Capítulos 1.1,1.2 e 2.1 b- Capítulo 2 c- Capítulo 5 d- Capítulo 6 e 5.3 Anexo IV. Não se aplica Quadro A1- DN TCU nº 108/2010 Capítulo 4 e Anexo II Informação sobre as transferências mediante convênio, contrato de repasse, termo de cooperação, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou instrumentos congêneres, vigentes no exercício de referência. Anexo I Declaração da área responsável atestando que as informações referentes a contratos e convênios ou outros instrumentos congêneres estão disponíveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG e no Sistema de Gestão de Convênios, Contratos de Repasse e Termos de Parceria – SICONV, conforme estabelece o art. 19 da Lei nº 12.309, de 9 de agosto de 2010. Não se aplica Quadro A1- DN TCU nº 108/2010 Informações sobre o cumprimento das obrigações estabelecidas na Lei nº 8.730, de 10 de novembro de 1993, relacionadas à entrega e ao tratamento das declarações de bens e rendas. Anexo V 8 9 Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno da UJ, contemplando os seguintes aspectos: a) Ambiente de controle; Capítulo: 5.2 e anexo IX 6 7 126 b) c) d) e) Avaliação de risco; Procedimentos de controle; Informação e Comunicação; Monitoramento. Informações quanto à adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, materiais de tecnologia da informação (TI) e na contratação de serviços ou obras, tendo como referência a Instrução Normativa nº 1/2010 e a Portaria nº 2/2010, ambas da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e informações relacionadas à separação de resíduos recicláveis descartados em conformidade com o Decreto nº 5.940/2006. Capítulo: 5.2 e anexo X. Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ, classificado como “Bens de Uso Especial”, de propriedade da União ou locado de terceiros. Anexo VI 11 12 Informações sobre a gestão de tecnologia da informação (TI) da UJ, contemplando os seguintes aspectos: Capítulo 5.2 e Anexo III 10 a) b) c) d) e) 13 14 Planejamento da área; Perfil dos recursos humanos envolvidos; Segurança da informação; Desenvolvimento e produção de sistemas; Contratação e gestão de bens e serviços de TI. Informações sobre a utilização de cartões de pagamento do governo federal, observando-se as disposições dos Decretos nºs 5.355/2005 e 6.370/2008. Informações sobre Renúncia Tributária, contendo declaração do gestor de que os beneficiários diretos da renúncia, bem como da contrapartida, comprovaram, no exercício, que estavam em situação regular em relação aos pagamentos dos tributos juntos à Secretaria da Receita Federal do Brasil – SRFB, ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS e à Seguridade Social. Não se aplica Quadro A1- DN TCU nº 108/2010 Não se aplica Quadro A1- DN TCU nº 108/2010 Informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do órgão de controle interno a que a unidade jurisdicionada se vincula ou as justificativas para o não cumprimento. Anexo VII 15 Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle interno, caso exista na estrutura do órgão, apresentando as justificativas para os casos de não acatamento. Anexo VIII 16 Outras informações consideradas relevantes pela unidade para demonstrar a conformidade e o desempenho da gestão no exercício. Anexo XI 17 ITEM INFORMAÇÕES CONTÁBEIS QUE DEVEM COMPOR O RELATÓRIO 1 Declaração do contador responsável pela unidade jurisdicionada atestando que os demonstrativos contábeis (Balanços Orçamentário, Financeiro e Patrimonial e a Demonstração das Variações Patrimoniais, previstas na Lei n° 4.320, de 17 de março de 1964) e o demonstrativo levantado por unidade gestora responsável - UGR (válido apenas para as unidades gestoras não executoras) refletem a adequada situação orçamentária, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta relatório de gestão. REFERÊNCIA Não se aplica ao Quadro A1- DN TCU nº 108/2010 2 Demonstrações contábeis previstas na Lei n° 4.320/64, incluindo as notas explicativas, conforme disposto na Resolução CFC n° 1.133/2008 (NBC T 16.6). 3 Demonstrações contábeis previstas na Lei n° 6.404/76,incluindo as notas explicativas Não se aplica ao Quadro A1- DN TCU nº 108/2010 Anexo XII 4 Informações sobre a composição acionária do capital social, indicando os principais acionistas e respectivos percentuais de participação, assim como a posição da UJ como detentora de investimento permanente em outras sociedades (investidora). Não se aplica ao Quadro A1- DN TCU nº 108/2010 5 Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis, quando a legislação dispuser a respeito. Anexo XII 127 Anexo XVI - Índice remissivo de indicadores GRI (G3) 1. Estratégia e Análise Indicador 1.1 1.2 2. 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 2.9 2.10 3.5 3.6 3.7 3.8 3.9 3.10 Página 10 Descrição GRI Nome da Organização. Principais marcas, produtos e/ou serviços Estrutura operacional da organização, incluindo principais divisões, unidades operacionais, subsidiárias e joint ventures Localização da sede da organização Número de países em que a organização opera e nome dos países que suas principais operações estão localizadas ou são especialmente relevantes para as questões de sustentabilidade cobertas pelo relatório Tipo e natureza jurídica da propriedade Mercados atendidos (incluindo discriminação geográfica, setores atendidos e tipos de clientes/beneficiários) Porte da Organização: a) Número de empregados; b) Vendas líquidas c) Quantidade de produtos e serviços oferecidos; d) Ativo Total e) Participação dos acionistas Principais mudanças durante o período coberto pelo relatório referentes a porte, estrutura ou participação acionária. Prêmios recebidos no período coberto pelo relatório. Localização Página 13 Página 24 Parâmetros para o relatório Indicador 3.1 3.2 3.3 3.4 Localização Página 25 Perfil Organizacional Indicador 2.1 2.2 2.3 3. Descrição GRI Declaração do detentor do cargo com maior poder de decisão na organização sobre a relevância da sustentabilidade para a organização e sua estratégia. Descrição dos principais impactos, risco e oportunidades Descrição GRI Período coberto pelo relatório (como ano contábil/civil) para as informações apresentadas. Data do relatório anterior mais recente (se houver) Ciclo de emissão de relatórios (anual, bienal, etc) Dados para contato em caso de perguntas relativas ao relatório ou seu conteúdo. Processo para definição do conteúdo. Limite do relatório (como países, divisões, subsidiárias, instalações arrendadas, joint venture,fornecedores). Declaração sobre quaisquer limitações específicas quanto ao escopo ou ao limite do relatório. Base para a elaboração do relatório no que se refere a joint ventures, subsidiárias,instalações arrendadas, operações terceirizadas e outras organizações que possam afetar significativamente a comparabilidade entre períodos e/ou entre organizações. Técnicas de medição de dados e as bases de cálculos, incluindo hipóteses e técnicas, que sustentam as estimativas aplicadas à compilação dos indicadores e outras informações do relatório. Explicação das conseqüências de quaisquer reformulações de informações fornecidas em relatórios anteriores e as razões para tais reformulações (como fusões ou aquisições, mudança no período ou ano-base, na natureza do Localização Página 9 Página 9 128 negócio, em métodos de medição). Mudanças significativas em comparação com anos anteriores no que se refere a escopo, limite ou métodos de medição aplicados no relatório. Tabela que identifica a localização das informações no relatório. Política e prática atual relativa à busca de verificação externa para o relatório. 3.11 3.12 3.13 4. Governança, Compromissos e Engajamento Indicador 4.1 Descrição GRI Estrutura de governança da organização, incluindo comitês sob o mais alto órgão de governança responsável por tarefas específicas tais como estabelecimento de estratégia ou supervisão da organização. 4.2 Indicação caso a presidência do mais alto órgão de governança também seja um diretor executivo (e, se for o caso, suas funções dentro da administração da organização e as razões para tal composição). 4.3 Para organizações com uma estrutura de administração unitária, declaração do número de membros independentes ou nã0-executivos do mais alto órgão de governança. 4.4 Mecanismos para que acionistas e empregados façam recomendações ou dêem orientações ao mais alto órgão de governança. 4.5 Relação entre remuneração para membros d mais alto órgão de governança, diretoria executiva e demais executivos e o desempenho da organização.. 4.6 Processos em vigor no mais alto órgão de governança para assegurar que conflitos de interesse sejam evitados. 4.7 Processo para determinação das qualificações e conhecimento dos membros do mais alto órgão de governança para definir a estratégia da organização para questões relacionadas a temas econômicos, ambientais e sociais.. 4.8 Declarações de missão e valores, código de conduta e princípios internos relevantes para o desempenho econômico, ambiental e social. 4.9 Procedimentos do mais alto órgão de governança para supervisionar a identificação e gestão por parte da organização do desempenho econômico, ambiental e social. 4.10 Processo para autoavaliação do desempenho do mais alto órgão de governança. Especialmente com respeito ao desempenho econômico, ambiental e social. Compromissos com iniciativas externas Indicador Descrição GRI 4.11 Explicação de se e como a organização aplica o princípio da precaução. 4.12 Cartas, princípios ou outras iniciativas desenvolvidas externamente de caráter econômico, ambiental e social que a organização subscreve ou endossa. 4.13 Participação em associações e/ou organismo nacionais/internacionais.. Engajamento dos Stakeholders Indicador Descrição GRI 4.14 Relação de grupos de stakeholders engajados pela organização: a) comunidade; b) sociedade civil; c) clientes; d) acionistas; e) fornecedores; f) empregados. 4.15 Base para a identificação e seleção de stakeholders com os quais se engajar. 4.16 Abordagens para o engajamento dos stakeholders, incluindo a freqüência do engajamento por tipo e por grupo de stakeholder. 4.17 Principais temas e preocupações que foram levantados por meio do engajamento dos satakeholders e que medidas a organização têm adotado para trata-los. Localização Página 20 Página 20 Localização Página 30 Página 30 Localização Página 23 129 5. Indicadores Econômicos Indicador EC1 6. Descrição GRI Valor econômico direto gerado e distribuído, incluindo receitas, custos operacionais, remuneração de empregados, doações e outros investimentos na comunidade, lucros acumulados e pagamentos para provedores de capital e governos. Localização Página 57 Indicadores de Desempenho Ambiental Indicador EN7 EN13 EN18 Descrição GRI Iniciativas para reduzir o consumo de energia indireta e as reduções obtidas. Habitats protegidos ou restaurados Iniciativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e as reduções obtidas. Localização EN26 EN30 130