História
Isaquel Silva
*Respostas corretas
1. (UEL) Leia o texto a seguir:
Algumas medidas de Licurgo diferiram daquelas da
maior parte dos povos. Em outras cidades, cada
qual governa seus filhos, domésticos e bens.
Licurgo, desejoso que os cidadãos pudessem ajudar
uns aos outros, permitiu que cada um pudesse
mandar, igualmente, em seus e em filhos de outros.
[...] Há, ainda, outros costumes contrários aos da
maioria dos gregos, estabelecidos, em Esparta, por
Licurgo. Em outras cidades, sabe-se, todos tentam
ganhar o máximo de dinheiro possível. Uns são
agricultores, outros armadores, comerciantes ou
artesãos. Em Esparta, contudo, Licurgo proibiu que
os homens livres exerçam qualquer atividade
lucrativa e estabeleceu que as únicas atividades
aceitáveis fossem aquelas que se ligam à liberdade
da cidade. Ademais, como buscar a riqueza neste
país que, graças a Licurgo, ter estabelecido para
todos a mesma contribuição alimentar e o mesmo
tipo de vida, impediu-se que se ambicione a fortuna,
devido aos prazeres que ela proporciona?
(Xenofonte, A constituição Lacedemônica, 6-7. In: FUNARI, P. P. A.
Antiguidade Clássica. A história e a cultura a partir dos
documentos. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2003, p. 102.)
Xenofonte contrapõe, nesse excerto, os costumes
dos esparciatas aos de outros povos da Grécia
Antiga. Com base no texto e nos conhecimentos
sobre o tema, analise as seguintes afirmações:
IA busca do lucro não era uma característica
comum à maioria das cidades gregas, já que
se tratavam de sociedades agrárias voltadas
para a autossuficiência.
II- Graças à igualdade estabelecida entre os
homens livres por sua constituição, Esparta se
tornou, para o mundo grego, um exemplo de
democracia.
III- Em Esparta, a exploração do trabalho de uma
comunidade dependente fez com que os
homens
livres
não
precisassem,
necessariamente, se dedicar às atividades
lucrativas.
IV- A disciplina imposta aos esparciatas e a
austeridade de seu modo de vida favoreceram
o poderio militar de Esparta, mas também a
conservação de suas instituições oligárquicas.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente as afirmativas I e II são corretas.
b) Somente as afirmativas II e IV são corretas.
c) Somente as afirmativas III e IV são corretas.
d) Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
e) Somente as afirmativas I, III e IV são corretas.
Teste
Limoeiro,19/04/2012
N°: ____ Série: 1º/EM
Turma: 2
2. (PROFESSOR/ARAPORÃ) “A nossa constituição
não tem nada a invejar as leis dos outros: ela é um
modelo, e não imita. Chama-se democracia porque
funciona para o maior número, e não para uma
minoria. Todos participam igualmente nas leis
respeitando aos assuntos privados, é apenas o valor
que introduz distinções, e as honras vão mais para
os méritos do que para a fortuna. Nem a pobreza
nem a obscuridade impedem de servir a um cidadão
capaz de servir a cidade”.
(Discurso de Péricles. In: MOSSÉ, Claude. As Instituições Gregas,
Lisboa: Ed 70, 1985, p. 157.)
No texto acima nota-se uma exaltação desmedida
de Péricles à democracia. Com o advento da
democracia na polis grega durante o período
clássico, podemos considerar como CORRETO:
a) Foram conservados os antigos ideais de
autarquia da polís, da propriedade da terra, da
guerra, do ócio, como valores positivos;
b) Vetava-se
oportunidade
de
voto
nas
assembléias, às mulheres e escravos, porém era
concedida aos metecos (estrangeiros), quando
de sua importante participação no comércio da
polís;
c) Tratava-se de uma democracia representativa e
pluralista, pois era vetado o banimento do
cidadão de sua polís;
d) Iniciada por Psístrato a democracia em Atenas,
alcançou seu apogeu com o período helenístico,
como herança de Alexandre, que tanto a
valorizava como forma de governo;
e) Com
expressivo
apoio
dos
filósofos,
a
democracia grega terminou por influenciar todas
as formas de governo dos impérios orientais da
Antiguidade.
3. (UPE) “De acordo com as nossas leis somos todos
iguais no que se refere aos negócios privados.
Quanto à participação na vida pública, porém, cada
qual obtém a consideração de acordo com seus
méritos e mais importante é o valor pessoal que a
classe a que pertence; isto quer dizer que ninguém
sente o obstáculo de sua pobreza ou da condição
social inferior quando o seu valor o incapacite a
prestar serviços à cidade.”
Péricles. Citado por Moreira, p. 28.
Sobre o governo de Péricles, o que podemos
afirmar?
a) Péricles assumiu o governo após o assassinato
de Címon, aristocrata que vivia constantemente
em atritos com os governantes espartanos.
b) Soldados e marinheiros passaram a receber
salário, bem como os empregados de cargos
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Colégio 3° Milênio – Uma história de grandes resultados!
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públicos passaram a ser remunerados através
da instituição da “mistoforia”.
c) Ampliou os direitos de cidadania para as
mulheres, escravos e estrangeiros.
d) No seu governo, a Grécia alcançou prosperidade
econômica, principalmente através da extração
de prata dos Montes Laruion e dos trabalhos dos
mineradores assalariados.
e) Foram fundadas colônias (cléruquias) onde
milhares de cidadãos podiam comprar lotes de
terras (kleros) para poderem cultivar.
4. (UEL) Uma das características da cultura política
grega é a noção de cidadania. Tal noção define a
vinculação da pessoa a uma determinada pólis, por
laços essencialmente familiares, e estabelece,
concomitantemente, a permanente obrigação de
defesa da cidade, a contribuição para seu bem geral,
e o direito de opinar sobre seus destinos. Foi em
virtude desta última implicação do conceito de
cidadania que, em sentido lato, quase todas as
cidades gregas tenderam à democracia. As
diferenças se fazem sentir quanto à forma de
participação do cidadão. Com base no texto e nos
conhecimentos sobre a cidadania grega, é correto
afirmar:
a) As reformas de Péricles buscaram, entre outras
coisas, incorporar todos os cidadãos ao processo
decisório da Eclésia e dos tribunais, tornando
possível a participação dos menos abastados,
por meio de modesta remuneração.
b) Nas pólis que se mantinham institucionalmente
oligárquicas, ou sujeitas a modalidades de
tirania, era vedado aos cidadãos comuns
externar suas opiniões sobre as decisões
públicas.
c) As mulheres, numa cultura patriarcal que
reservava a vida pública exclusivamente aos
homens, eram cidadãs partícipes da discussão
política, tendo voz ativa e voto na assembléia.
d) Nas cidades gregas, o estrangeiro era um
hóspede destituído da cidadania, tendo os seus
direitos privados devidamente assegurados, sem
restrições quanto à propriedade fundiária e aos
direitos cívicos.
e) O escravo, que antes de tudo estava excluído da
cidadania, era considerado como parte da
comunidade e, portanto, capacitado a opinar
sobre os negócios públicos.
5. (UFAL/COVEST) Desvendar os mistérios do mundo
e tentar entendê-los, para melhor viver, faz parte da
História nos seus mais diversos períodos. Na antiga
Grécia, foram destacados os estudos e as
concepções de mundo na Filosofia. Um dos seus
filósofos mais conhecido, Aristóteles, defendeu:
a) as teorias que consagravam o idealismo,
criticando qualquer tipo de convivência social
distante da democracia.
b) a construção de uma ciência próxima dos
pensadores sofistas, exaltando o relativismo na
ética.
c) a existência de um conhecimento resultado da
observação
e
da
experiência
humanas,
discordando, assim, de Platão.
d) a desvinculação entre forma e matéria,
considerado o universo resultado da criação de
um Deus ético e generoso.
e) a prevalência dos ensinamentos dialéticos de
Heráclito, ressaltando o valor da convivência
social para a cultura.
6. (UFPB) O Império Persa foi um dos maiores da
Antiguidade. Depois de conquistado por Alexandre, o
Grande, a cultura grega foi introduzida nos antigos
domínios
persas
e
naqueles
posteriormente
conquistados pelo rei macedônio, ensejando a
configuração da cultura helenística. Sobre a cultura
helenística, é correto afirmar:
a) Destacou-se por uma campanha sistemática de
destruição de bibliotecas e combate às culturas
dos povos conquistados.
b) Caracterizou-se por uma religião monoteísta e o
desprezo ao culto dos deuses oriundos da
cultura grega.
c) Distinguiu-se pela aversão à filosofia e,
inversamente, por uma visão de mundo
fortemente
pragmática
e
distante
do
pensamento abstrato.
d) Resultou da imposição da cultura grega sobre as
demais culturas das regiões conquistadas, a
exemplo da egípcia e da persa.
e) Celebrizou-se
pelo
predomínio
do
monumentalismo e da grandiosidade no estilo
arquitetônico, com o exemplo marcante do Farol
de Alexandria.
7. (COVEST) As contribuições dos gregos para o
mundo ocidental foram muito significativas. Na
produção da cultura e das reflexões sobre o mundo,
os gregos:
a) construíram um pensamento lógico admirável,
com destaques para filósofos como Aristóteles e
Sófocles.
b) refizeram
a
mitologia
da
Antiguidade,
pretendendo recuperar as criações dos caldeus e
assírios.
c) escreveram peças teatrais sobre os dramas
humanos,
com
destaque
para
Prometeu
Acorrentado, de Ésquilo.
d) viveram a mais plena democracia do mundo
ocidental, sem desigualdades política e social.
e) foram grandes juristas, estabelecendo normas
éticas seguidas pelos judeus e pelos romanos.
8. (UFRR) A cidade e o Estado não surgiram na Grécia
antiga, mas a Pólis, entre os séculos VIII e III a.C,
foi uma criação
especificamente
grega. Não
possuíam unidade política e, pelo menos até a
época conhecida
como
"Período
das
Hegemonias", gozavam de ampla soberania. Isso
significa que:
a) Tinham crenças religiosas intercambiáveis e
mantinham
uma
política
comum
de
organização financeira.
b) Foi o modelo clássico de cidadania, mais tarde
difundido e adaptado em todo o Ocidente, pois
eram dirigidas pelo mesmo soberano.
c) Eram dirigidas pelo mesmo soberano,
e
permitiam que os cidadãos participassem
ativamente nos negócios públicos (incluindo
administração, elaboração de leis, tribunais e
defesa).
d) Formavam um mercado comum de produtos e
os comerciantes eram os detentores do
poder, mas dependiam da produção agrícola.
e) Historicamente, foi o marco do rompimento
com
práticas
políticas
teocráticas
ou
despóticas, tornando-se o modelo clássico de
cidadania, mais tarde difundido e adaptado em
todo
o
Ocidente
eram
politicamente
autônoma.
e) única democracia no mundo antigo, o governo
ateniense era exercido pela participação direta
dos cidadãos na Assembleia; na democracia
comumente adotada no mundo moderno, o povo
elege representantes para exercerem o governo.
11. (UFPB) Leia, com atenção, o texto que se segue:
9. (UPE) Esparta foi erguida pelos dórios, numa região
chamada Lacônia. A dominação dória sobre os povos
conquistados na região originou uma rígida
organização social, econômica e política. Sobre
Esparta, é INCORRETO afirmar que
a) a atuação do Estado se fazia presente em todas
as esferas do cotidiano da população com uma
legislação bastante severa, predominância do
militarismo e controle das terras.
b) devido a sua localização, tornou-se ponto de
encontro entre a Grécia e as civilizações do
Crescente
Fértil,
o
que
favoreceu
o
desenvolvimento da talassocracia.
c) os
esparciatas,
homens
livres,
cidadãos
espartanos, proprietários de terras, que não
podiam exercer o comércio, ficavam à
disposição do exército ou dos negócios públicos.
d) a gerúsia, um conselho de anciãos composto de
membros da aristocracia com mais de 60 anos,
fiscalizava as atividades dos reis.
e) o governo espartano, que possuía uma estrutura
oligárquica, preocupava-se com a estabilidade
política, interferia sistematicamente na vida da
população e consagrava os privilégios da
minoria.
10. (VUNESP) Há 2 500 anos, de todos os Estados da
época, somente em Atenas, aqueles qualificados
como cidadãos, independentemente da riqueza ou
status, poderiam determinar diretamente seu
próprio destino na Assembleia. Via de regra, a
democracia moderna dá poder ao povo para fazer
pouco mais do que votar em representantes. Tais
representantes estão atrelados a partidos; a maioria
partidária é que efetivamente toma todas as
decisões em nosso nome.
(Revista BBC História, Ano 1. Edição n.º 9. Adaptado)
O texto permite a seguinte comparação:
a) enquanto a democracia ateniense era acessível
a todos os cidadãos, sem nenhuma restrição
quanto à sua renda ou origem social, a
democracia moderna exige que os cidadãos se
filiem a um partido político.
b) na democracia ateniense, a Assembleia era
controlada por cidadãos que fossem qualificados
para decidir o destino da cidade; na democracia
moderna, o povo apoia todas as decisões
tomadas por seus representantes.
c) Atenas foi o único local do mundo antigo a
estabelecer a democracia participativa e direta
para todos os seus habitantes, enquanto pelas
regras do mundo atual, a democracia não é
válida
para
o
povo,
mas
para
seus
representantes.
d) na democracia ateniense, apenas os cidadãos
das camadas sociais enriquecidas e que
desfrutassem de prestígio participavam da
Assembleia; na democracia moderna não
existem Assembleias, apenas partidos políticos.
“– Guardas! Guardas! – grita Creonte, alucinado. –
Levem depressa, e para bem longe daqui, este homem
desgraçado que, querendo sobrepor -se aos deuses,
matou
noiva, filho, esposa e mãe. Ai de mim, tudo desmorona
a
meu redor. Um deus, sim, um deus desabou sobre mim
com seu peso enorme e calcou aos pés a minha sorte.
– Não se devem ofender os deuses. Os golpes
impiedosos
que eles infligem ensinam os homens arrogantes a
chegar à
velhice com sabedoria. Eis a primeira condição da
felicidade – conclui o corifeu, secundado pelo coro dos
velhos tebanos.”
(SÓFOCLES. Antígone. Tradução e adaptação de Cecília Casas.
São Paulo: Scipione, 2004 , p. 38-39).
A passagem acima é extraída da peça Antígone, do
poeta e dramaturgo grego Sófocles (496-405 a.C.).
A tragédia clássica caracteriza-se pelas tentativas
humanas de fugir do destino determinado pelos
deuses. Na sociedade grega da Antigüidade,
a) os deuses eram divindades infalíveis e
onipresentes e, por isso, detinham em suas
mãos os destinos da Humanidade.
b) Zeus era equivalente ao Deus dos cristãos,
tendo apenas uma denominação distinta.
c) a religião estabelecia rígido controle moral,
considerando como pecado o sexo e o consumo
de vinho.
d) os deuses eram imagens projetadas dos
próprios homens, adquirindo, além da forma
humana, suas paixões, defeitos e vícios.
e) os deuses eram divindades abstratas, sem
forma definida, possuindo apenas características
morais e espirituais.
12. (CAJUINA) A origem da civilização grega está
intimamente ligada à ilha de Creta, no sul do Mar
Egeu. Nessa ilha, com 258 km de comprimento e 58
km na parte mais larga, desenvolveu-se uma
sociedade fundada no comércio. Essa civilização
passou por vários períodos entre os séculos XII e
VIII a.C. Neste momento, consolidou-se o período
homérico onde temos informações concentradas nas
obras de Homero que são: Ilíada e Odisséia.
Em relação aos aspectos que caracterizaram o
período Homérico é INCORRETO afirmar:
a) O crescimento demográfico foi a principal causa
da decadência dos Genos, na medida em que o
pobre solo grego não poderia expandir sua
produção de forma proporcional ao aumento
populacional.
b) A comunidade gentílica se baseava na existência
de pequenas unidades agrícolas auto-suficientes
(Genos). Nessas unidades, os bem econômicos,
como terras, animais e sementes estavam sob o
controle do PATER.
c) Com o fim domínio gentílico sobre a terra, os
parentes mais próximos do PATER abandonaram
as terras mais férteis passando a ser conhecidos
como GEORGOIS (os bem-nascidos) que
passaram a se dedicar ao artesanato.
d) As
disputas
pelas terras cultiváveis,
o
surgimento de proprietários, não-proprietários
que passaram a se dedicar ao comércio, bem
como os conflitos entre os diversos GENOS,
resultaram num quadro de grande instabilidade.
13. “IV, 1.23 Que o pai tenha poder sobre seus filhos e
sobre os bens para dividi-los entre eles.
Enquanto estiverem vivos, não serão obrigados a
dividir os bens. Se um dos filhos for condenado <a
uma multa>, que se lhe dê sua parte ao filho
condenado, como está escrito. Se um homem
morre, que sua casa, na cidade, e tudo que se
encontra nas suas casas, com exceção dos
lugares
onde
reside
um
escravo
que,
normalmente,
vive
no
campo,
e, ainda, o
pequeno e grande gado que não seja de um
escravo, será dos filhos. Todos os outros bens
devem ser divididos corretamente, e os filhos,
quantos quer que sejam, tenham duas partes. As
filhas, quantas forem, terão uma parte.”
Lei de Gortina (Ca. 480-460 a.C.), Creta, “Estruturas sociais e
familiares”. IN: FUNARI, Pedro Paulo Abreu. Antiguidade Clássica:
a história e a cultura a partir dos documentos. Campinas, SP:
Editora da Unicamp, 1995. P. 58-9.
A citação compõe o código de leis da cidade de
Gortina na Grécia Antiga e faz referência à posse de
terra e à divisão da propriedade entre os membros
de uma mesma família. Sobre a condição de
proprietário de terras nesse período, assinale a
alternativa correta.
a) Nas terras cujos donos eram devedores, a
divisão do território entre os filhos isentava
os
novos proprietários do pagamento das
dívidas.
b) A morte de um indivíduo do grupo ocasionava a
divisão da terra tornando os lotes cada vez
menores e insuficientes para o sustento da
família.
c) A colonização não era vista como uma solução
para os casos de partilha, endividamento e
donos de terras extremamente pobres.
d) A divisão de terras entre os parentes de um
mesmo grupo era definida a partir das terras
férteis.
e) O crescimento populacional era acompanhado
pelo aumento da produção de alimentos.
14. (UFPA) Na Grécia Antiga praticava-se uma
religião politeísta e antropomórfica. Portanto, é
correto afirmar que os gregos
a) adoravam de maneira especial masculinos,
representados
em
formas
de
animais e
cultuados na Acrópole.
b) cultuavam
seus
deuses
em
cerimônias
realizadas em templos erigidos nas cavernas
que ficavam na parte alta das cidades.
c) cultuavam vários deuses representados com
forma humana, como Afrodite
e Dionísio
simbolizavam
o
amor
e
o
vinho,
respectivamente.
d) faziam festas para cultuar os principais deuses
do panteão grego somente durante a primavera
e o inverno.
e) veneravam um deus único e seus santos,
que habitavam as florestas, além de duendes
e ninfas.
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História Isaquel Silva Teste Limoeiro,19/04/2012 *Respostas