SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução Nº 13/2015 Aprova Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Análises Clínicas Modalidade: Educação Profissional Forma de articulação: Subsequente. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista deliberação na reunião realizada no dia 10 de abril de 2015, (Processo no 23074.068311/2014-11), RESOLVE: Art. 1º Aprovar a realização e programação pela Escola Técnica de Saúde da UFPB do Centro de Ciências da Saúde o Curso Técnico em Análises Clínicas, com Eixo Tecnológico: ambiente, saúde e segurança, com carga horária de 1500 horas. Art. 2º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus I, na Escola Técnica de Saúde da UFPB e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução; Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 27 de abril de 2015. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz Presidente SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURAL SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS I ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 13/2015 - CONSEPE Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Análises Clínicas Modalidade: Educação Profissional Forma de articulação: Subsequente HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS 2 EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA 3 ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA REITORA MARGARETH DE FÁTIMA FORMIGA MELO DINIZ VICE-REITOR EDUARDO RAMALHO RABENHORST DIRETORA GERAL DA ESCOLA TÉCNICA ISMENIA MANGUEIRA SOARES VICE-DIRETORA DA ESCOLA TÉCNICA KESIA MACEDO R F LEITE DIREÇÃO GERAL DE ENSINO KESIA MACEDO R F LEITE COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA THEÓFFILLO DA SILVA LOPES TÉCNICA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS MÉRCIA FERREIRA DE ASSIS COMISSÃO DE REFORMULAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS LUCIO ROBERTO CANÇADO CASTELLANO RENATA COELHO FREIRE BATISTA QUEI ROZ RONALDO RODRIGUES SARMENTO COLABORADORES: ANDREA FERNANDA RAMOS DE FREITAS CLAUDENICE RODRIGUES DO NASCIMENTO GILDECI ALVES DE LIRA NILSAMIRA DA SILVA OLIVEIRA ZILDA COELHO MONTENEGRO 4 Sumário APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................................... 6 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................................................ 10 JUSTIFICATIVA ........................................................................................................................................ 11 OBJETIVOS ............................................................................................................................................... 13 Geral ......................................................................................................................................................... 13 Específicos ................................................................................................................................................ 13 REQUISITOS DE ACESSO..................................................................................................................... 14 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................................................. 15 MATRIZ CURRICULAR ........................................................................................................................... 16 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................................................. 22 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ...................................................................................................... 24 Competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde ................................. 24 Competências do Técnico em Análises Clínicas ............................................................................. 25 Habilidades............................................................................................................................................. 27 METODOLOGIA ........................................................................................................................................ 30 Relatório de Conclusão de Estágio de Curso ....................................................................................... 31 Prática Profissional ................................................................................................................................... 31 Estágio Supervisionado............................................................................................................................ 31 Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores ................................... 33 Critérios e Procedimentos de Avaliação ................................................................................................ 34 Recuperação ........................................................................................................................................ 35 BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ........................................................................... 36 PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ............................................................................. 39 CERTIFICAÇÃO ................................................................................................................................... 41 REFERÊNCIAS ......................................................................................................................................... 42 Anexos ........................................................................................................................................................ 43 5 APRESENTAÇÃO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02 de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado da junção de algumas escolas superiores. Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº. 3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba, incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. A partir de sua federalização, a UFPB desenvolveu uma crescente estrutura multicampi, distinguindo-se, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema de ensino superior do país que, em geral, têm suas atividades concentradas num só espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras. No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete campi. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A partir de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital), Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e Sousa) a serem incorporados pela UFCG. Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior, denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFPB criou em 2005 mais um campus, no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape e Rio Tinto, Atualmente a UFPB está estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) e Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR); Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) e o Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o 6 Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). Dois novos centros foram criados em 2011 pelo Conselho Universitário (Consuni). São eles: o Centro de Informática e o Centro de Energias Alternativas Renováveis. Nos últimos cinco anos, com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de tamanho e, hoje, já é a instituição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a oferecer o maior número de vagas no seu processo seletivo. Em 2005, a UFPB oferecia cerca de 3.700 vagas por ano. Para 2012, são 8.020 vagas distribuídas pelo Processo Seletivo Seriado (PSS) e pelo ENEM/SISU. Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel fundamental na promoção do ensino superior e técnico profissionalizante, além da pesquisa e extensão. A Escola Técnica de Saúde (outrora denominada Escola de Auxiliar de Enfermagem) foi criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, passando a ser denominada Escola Técnica de Saúde da UFPB através da Resolução do Consuni 05/2000 em 28/06/2000. Inicialmente oferecia apenas o curso técnico em Enfermagem. Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em 29/06/2003 através da Resolução da Consepe 40/2003 e por fim o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, através da resolução 16/2007 de 09 de abril de 2007. Por indicação do Ministério da Educação e Cultura, o Curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, implantado inicialmente como curso experimental, precisou convergir para o Curso Técnico em Análises Clínicas, uma vez que este curso já constava no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação e Cultura e se assemelhava ao Curso Técnico em Biodiagnóstico em muitos aspectos. A Escola Técnica de Saúde (ETS) tem como finalidade formar e qualificar profissionais para atuar em diferentes campos de trabalho na área da saúde, oferecendo mecanismos para a educação permanente, através do ensino técnico profissionalizante. Considerando as demandas do Estado da Paraíba, este novo curso- o Curso Técnico em Análises Clínicas – beneficiará a região, promovendo por meio da educação profissional, melhoria da qualidade de vida, atenção à saúde, preservação e utilização da natureza e desenvolvimento e inovação em aparato tecnológico. 7 Figura 1: Mapa do Estado da Paraíba. Os serviços da área de saúde que se dedicam às atividades de Laboratórios de Análises Clínicas são encontrados em diferentes instituições, sejam elas públicas, privadas, hospitalares e não hospitalares. Na responsabilidade que recai sobre os vários tipos de profissionais na área da saúde, justifica-se a preocupação com o aprimoramento e atualização dos recursos humanos, de modo que profissionais de serviços laboratoriais possam acompanhar os avanços científicos e tecnológicos para atender às atuais exigências e preparar-se para o futuro. Nesse contexto e para atender às novas exigências do setor de saúde, e em atenção ao ofício nº 1344/2013 DPEPT/SETEC/MEC de 30 de agosto de 2013 e à resolução CNE/CEB nº 4, de 06 de junho de 2012, a ETS/UFPB propõe a adequação do atual curso técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia para um novo curso, o Técnico em Análises Clínicas, objetivando um perfil profissional de conclusão mais amplo, que propicie aos educandos melhores oportunidades no mercado de trabalho. O corpo docente, em sua maioria professores especialistas e doutores em regime de dedicação exclusiva, com ampla experiência na área de Análises Clínicas, estabelecem novas metodologias de ensino, tornando o curso diferenciado. Com carga horária equivalente a 1500 horas, distribuídas em dois anos, sendo ofertadas 20 vagas semestralmente, o Curso Técnico em Análises Clínicas representa uma grande 8 oportunidade para a maioria dos concluintes do ensino médio das escolas públicas e privadas, que não conseguem, por questões socioeconômicas, ter acesso às universidades. Constitui também qualificação permanente para os profissionais que desejam uma nova oportunidade de atuação no mercado de trabalho. 9 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO LOCALIZAÇÃO ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE – UFPB – CAMPUS I CNPJ 24098477000110 ENDEREÇO: CIDADE UNIVERSITÁRIA S/N CEP 58051-900 FONE(S): ):(83) 3216.7400 E-MAIL(S): coordenaçã[email protected] DIRETOR GERAL: Ismênia Soares Mangueira DADOS DO CURSO EIXO TECNOLÓGICO: Ambiente, saúde e Segurança NOME DO CURSO: Técnico em Análises Clínicas NÍVEL: Fundamental. X Médio. MODALIDADE: XEducação Profissional. Educação Básica. X Educação a Distância. Educação de Jovens e Adultos. Superior. Educação Superior. Educação Especial. Educação Prisional. Educação Indígena. Educação Quilombola. Forma de articulação Educação Básica com a Educação Profissional: Integrada. X Subsequent Concomitant na mesma instituição de ensino; e/ou e. e: em instituições de ensino distintas; e/ou em instituições de ensino distintas mediante convênio intercomplementaridade. OFERTA: X Presencial. À distância. CARGA HORÁRIA DO CURSO: TOTAL 1.500 HORAS* *com o estágio curricular Conteúdos curriculares teóricos e práticos: Estágio: 180 horas DURAÇÃO DO CURSO: 2 anos TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO: Tempo Mínimo: 2 anos* Tempo Médio: 2 anos Tempo Máximo: 4 anos QUANTIDADE DE VAGAS OFERTADAS/ANO: 40 REGIME DE MATRÍCULA: Semestral* NÚMERO DE VAGAS OFERECIDAS/ANO: 40 TURNO: será determinado em edital, podendo ser: XMatutino XVespertino X Noturno x X X Integral Não se aplica *Tempo de integralização será adequado ao módulo ingressante. 10 JUSTIFICATIVA O diagnóstico, o tratamento de patologias e o monitoramento da saúde incluem, dentre outros, os dados e informações obtidos por análises realizadas em amostras biológicas. A importância desses procedimentos no processo dos cuidados de saúde justifica a emergente preocupação com o aprimoramento da formação técnica profissional na área de serviço de apoio e diagnóstico. A formação de nível técnico em saúde, dentre elas o técnico em análises clínicas, requer algumas peculiaridades necessárias para que o profissional se adapte às mudanças na organização e no processo de trabalho em saúde, com a introdução de inovações tecnológicas e novas formas de conceber o processo saúde- doença. Educar em saúde significa formar o novo profissional para além do simples treinamento, formar para que possa adquirir uma legitimação profissional no que se refere ao alcance das novas tecnologias e conquistas científicas para uso em nossa sociedade, na perspectiva das necessidades do mundo do trabalho. Com a implementação do Sistema Único de Saúde (SUS), emergente na Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1988), a área da saúde necessita de pessoal formado nos diversos níveis e nas diversas áreas dentro de um novo paradigma da saúde: o paradigma da integralidade e das diretrizes do SUS. Formar profissionais para o exercício de atividades técnicas em saúde, mesmo em áreas bem analíticas como é o caso das análises clínicas, vai além de uma formação técnica de qualidade, que objetiva preparar os indivíduos para o mundo do trabalho, como também formar cidadãos conscientes de sua responsabilidade técnica e social, cientes de seus direitos e deveres na construção de uma sociedade mais solidária e menos desigual. Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pelo Ministério da Educação em 2008, “o técnico em análises clínicas auxilia e executa atividades padronizadas de laboratório necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Colabora na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às análises clínicas. Em sua atuação é requerida a supervisão profissional pertinente, bem como a observância à impossibilidade de divulgação direta de resultados”. Com a instituição da Resolução CNE/CEB nº. 04/99 que promoveu reformas na educação profissional de nível técnico, onde os currículos deixaram de centrar-se em conteúdos e grades de disciplinas e se transformaram em competências, o Curso Técnico 11 em Análises Clínicas, será proposto nestes moldes e condições. No entanto, com o intuito de atualizar a educação técnica às condições de mercado atual, primamos por atualizar a matriz curricular visando uma melhor preparação do educando para o mercado de trabalho e o exercício da profissão. A Habilitação Profissional do Técnico em Análises Clínicas Área Profissional de Saúde, é um curso de educação profissional de nível técnico, que atende ao disposto na LDB Nº 9394/96, no Decreto Nº. 5154, de 23 de julho de 2004 e Decreto 8268 de 18 de julho de 2014, nos Referenciais Curriculares para a Educação Profissional de Nível Técnico – Área Profissional de Saúde - Subárea Análises Clínicas. O cenário de profissionais técnicos de suporte ao diagnóstico, que insere o técnico em análises clínicas, é constituído por muitas pessoas cujas formações abrangem apenas o ensino médio e básico, sem formação específica, orientados e treinados. Sendo assim, há necessidade de uma formação que atenda às exigências do mundo do trabalho, de modo a acompanhar os avanços científicos, tecnológicos e mecatrônicos da área no contexto da globalização. Visando responder às demandas por profissionais que atendam à necessidade de mercado emergente no Estado e contribuindo efetivamente para a qualidade dos serviços de saúde oferecidos na região, ETS – Campus I- UFPB, propõe-se a oferecer o Curso Técnico em Análises Clínicas. De acordo suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo tecnológico “Ambiente, Saúde e Segurança”, o qual está embasado legalmente, conforme os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), bem como das demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil. 12 OBJETIVOS Geral O Curso Técnico em Análises Clínicas tem por objetivo formar profissionais habilitados para responder pela organização do processo de trabalho em Análises Clínicas, com ações voltadas para o apoio ao diagnóstico, coleta e manipulação de amostras biológicas, execução supervisionada de exames laboratoriais e operação de equipamentos, atendendo as normas de Biossegurança. O profissional formado poderá atuar em equipes multidisciplinares, operando e zelando pelo bom funcionamento do aparato tecnológico laboratorial e contribuindo diretamente com questões ligadas à educação para saúde e para o auto-cuidado, proteção, prevenção, promoção da saúde e segurança no trabalho. Específicos Fornecer o conhecimento necessário para o futuro profissional orientar o cliente/paciente, receber, preparar, processar amostras biológicas; Assistir ao bioquímico, ao biomédico ou médico patologista, na execução das análises clínicas; Levar o futuro profissional a colocar em suas ações a ciência, a tecnologia e a ética a serviço da vida; Integrar o futuro Técnico em Análises Clínicas com o mercado de trabalho através da convivência com o meio profissional; Atender a demanda dos serviços dos Técnicos em Análises Clínicas na área de saúde da Região Nordeste; Contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços na área de saúde da população da Região Nordeste do Estado do Paraíba. 13 REQUISITOS DE ACESSO O ingresso no Curso de Técnico em Análises Clínicas dar-se-á por três meios: 1 – Processo Seletivo, para alunos que tenham concluído o Ensino Médio e que tenham completado a idade de 18 (dezoito) anos até a data da realização do Estágio Supervisionado. Havendo interesse e disponibilidade de vagas, a nota do Exame Nacional do Ensino Médio também poderá ser utilizada. 2 – Processo Seletivo de transferência facultativa (voluntária) de vagas remanescentes e ociosas nos módulos que houver desistência, abandono e evasão de alunos de turmas regulares. 3 – Processo seletivo de vagas destinadas a complementação curricular de formação de Técnicos de Análises Clínicas para os portadores de certificados de cursos equivalentes ou assemelhados, tais como os portadores de diplomas do antigo curso Técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia ou portadores de diploma de Auxiliar ou Assistente em Análises Clínicas. De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os processos seletivos obedecerão o percentual mínimo estabelecidos na lei e decreto supracitados. O processo seletivo será divulgado através de edital publicado na Imprensa Oficial, com indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo, além do número de vagas oferecidas. As competências e as habilidades exigidas serão aquelas previstas para o Ensino Médio, nas três áreas do conhecimento: a) Códigos, Linguagens e suas Tecnologias. b) Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. c) Ciências Humanas e suas Tecnologias. A Coordenação do curso em Análises Clínicas organizará a oferta dos módulos, propiciando o acesso dos candidatos aprovados aos módulos integrantes dos blocos 14 iniciais previstos no fluxograma do curso. O acesso aos demais módulos dar-se-á através de processo de matrícula, em observância à oferta ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular tem por características: Atendimento às demandas dos cidadãos, do mercado e da sociedade; Conciliação das demandas identificadas com a vocação, a capacidade institucional e os objetivos da Escola Técnica de Saúde- Universidade Federal da Paraíba; Estrutura curricular que evidencie as competências gerais da área profissional e específicas de cada habilitação; Articulação modular das competências; Carga horária total de 1.500, consistindo em 1.320 horas de aulas teóricas e práticas, 180 horas de estágio supervisionado obrigatório. O curso está programado em 4 módulos, de forma a otimizar o período total para a execução do curso, respeitando a carga horária mínima de cada área, de acordo com a legislação vigente; Prática Profissional (Estágio Curricular Supervisionado) de 180 horas. Os estágios apresentam características interdisciplinares, sendo constituídos de estágios em recepção, coleta, setores laboratoriais e apoio ao diagnóstico. Serão realizadas as práticas laboratoriais em vários laboratórios clínicos e de pesquisa sejam eles: públicos, privados ou terceirizados; Trabalho de Conclusão de Curso, que envolva as bases tecnológicas específicas às suas competências por meio do Relatório das atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado apresentado ao final do último módulo do curso. 15 MATRIZ CURRICULAR O Curso Técnico em Análises Clínicas será desenvolvido em quadro módulos, no turno diurno, vespertino ou noturno, sendo o acesso feito inicialmente pelo módulo I ou básico. O trabalho de ensino-aprendizagem é desenvolvido sob orientação dos professores e dos técnicos por meio de projetos com a participação dos estudantes. O enriquecimento de conhecimentos se dá, também, através de visitas técnicas, sendo escolhidas instituições hospitalares ou órgãos públicos de saúde, feiras, congressos e outros eventos relacionados à área, bem como palestras, monitorias dentro e fora da instituição e estágio de conclusão de curso. As aulas práticas serão desenvolvidas em laboratórios da Unidade de Ensino. Com o desenvolvimento e defesa de projetos e atividades de monitoria, complementa-se a junção da teoria com a prática que, aliados à Prática Profissional do estágio obrigatório, garantirá ao estudante uma formação segura e generalista. A combinação entre teoria e prática é considerada como forma para desenvolvimento das competências necessárias à formação técnica. Ao final do Curso, o aluno deverá apresentar um Trabalho de Conclusão de Curso que poderá ser um Relatório de Conclusão de Estágio, envolvendo conteúdos específicos, objetivando desenvolver e articular as competências e habilidades trabalhadas durante o curso. A dinâmica do curso contempla o desenvolvimento da capacidade teórico, técnico e metodológico aos profissionais em Análises Clínicas, agregando a ética profissional no trabalho com a utilização da metodologia do trabalho em equipe. Os componentes curriculares do Curso Técnico em Análises Clínicas encontram-se discriminados no quadro abaixo e o anexo I apresenta as ementas das unidades curriculares, distribuído assim um conteúdo atualizado e dinâmico e uma relação entre as diversas unidades que compõem o curso, objetivando e garantindo, dessa forma, a interdisciplinaridade e uma formação holística. 16 CARGA HORARIA MÓDULOS MÓDULO I – Básico COMPONENTES CURRICULARES 1º CH SEM 2º SEM CH 4º SEM CH TOTAL CH PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE MEIO AMBIENTE E SAÚDE BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL 52 28 32 52 28 32 PRIMEIROS SOCORROS 28 28 40 40 40 20 40 64 40 40 40 20 40 64 INFORMÁTICA E EMPREENDEDORISMO PARASITOLOGIA I ÉTICA EM SAÚDE METODOLOGIA CIENTÍFICA MICROBIOLOGIA I ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA X TÉCNICAS DE COLETA DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS MICROBIOLOGIA II MÓDULO II – Fundamentos em Análises Clínicas CH 3º SEM BIOQUIMICA I PARASITOLOGIA II QUÍMICA GERAL E PREPARO DE SOLUÇÕES EDUCAÇÃO EM SAÚDE BIOLOGIA CELULAR HEMATOLOGIA I URINÁLISE I CITOLOGIA E LÍQUIDOS CAVITÁRIOS X 20 20 40 40 40 40 40 40 40 40 60 32 40 40 40 60 32 40 40 40 CARGA CARGA HORÁRIA HORÁRIA POR TOTAL MÓDULO 384 776 392 MÓDULOS COMPONENTES CURRICULARES CARGA HORARIA 1º SEM MÓDULO III – Profissional I CH 2º SEM CH 3º SEM CH 4º SEM CH TOTAL CH HEMATOLOGIA II 40 40 BIOQUÍMICA II 40 40 URINÁLISE II 40 40 40 40 32 32 IMUNOLOGIA I 40 40 HISTOLOGIA E PROC. TECIDOS I 44 44 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LABORATÓRIO I 80 80 BIOLOGIA MOLECULAR I X HORMONIOLOGIA I CARGA HORÁRIA/ MÓDULO 276 544 MÓDULO IV – Profissional II HISTOLOGIA E PROC. TECIDOS II CONTROLE DE QUALIDADE LABORATORIAL 44 44 40 40 IMUNOLOGIA II 40 40 32 32 NOÇÕES DE PATOLOGIA GERAL 32 32 ETICA PROFISSIONAL E LEGISLAÇÃO 40 40 BIOLOGIA MOLECULAR II 40 40 100 100 HORMONIOLOGIA II 268 X ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LABORATORIO II SUB-TOTAL TOTAL DE CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIOS 384 392 276 268 1320 180 18 TOTAL DE CARGA HORÁRIA 1500 19 MÓDULO I – BÁSICO O MÓDULO I OU BÁSICO tem como objetivo fornecer subsídios primários para alcançar o módulo intermediário, centralizando uma introdução para o curso técnico. Nele estão compreendidas disciplinas introdutórias de cursos técnicos na área da saúde. MÓDULO II – FUNDAMENTOS EM ANÁLISES CLÍNICAS O Módulo II tem como objetivo dar subsídios para a aplicação prática a ser efetuada nos módulos III e IV, apresentando algumas disciplinas laboratoriais inerentes ao técnico em análises clínicas. MÓDULO PROFFISIONAL III – PROFISSIONAL I No Módulo III serão oferecidas disciplinas para a aquisição do perfil intermediário, culminando com o estágio obrigatório, o que propiciará o desenvolvimento de habilidades e práticas laboratoriais relativas à aplicação dos conhecimentos científicos adquiridos ao longo do processo de aprendizagem. Após a conclusão deste módulo, o aluno terá a formação intermediária em Auxiliar em Análises Clínicas. MÓDULO IV – PROFFISIONAL II As bases teóricas e práticas para o aluno do Curso Técnico em Análises Clínicas no módulo IV representam um componente essencial na sua formação, pois é por meio dos conhecimentos adquiridos neste que o mesmo ganhará experiência necessária para se formar e exercer suas atividades como Técnico em Análises Clínicas. Este módulo irá proporcionar uma visão do real trabalho, apresentando oportunidades para o aluno aplicar todo o conhecimento acumulado ao longo dos períodos precedentes, para que o mesmo pratique e estabeleça uma relação entre o trabalho e a escola. Aliado às unidades curriculares específicas e estágio com foco na coleta de amostras biológicas e apoio ao diagnóstico, serão trabalhadas unidades curriculares de caráter social que envolvem legislação e condutas éticas em ambiente profissional. O aluno terá unidades curriculares com o objetivo de consolidar a formação teórica com a prática, propiciando o desenvolvimento de habilidades e destrezas relativas à aplicação dos conhecimentos científicos trabalhados ao longo do processo de aprendizagem. Após a conclusão do módulo IV, o aluno terá concluído todas as disciplinas necessárias para a formação de Técnico em Análises Clínicas. 21 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O técnico em Análises clínicas é o profissional que auxilia e executa atividades padronizadas de laboratório - automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Colabora, compondo equipes multidisciplinares, na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às análises clínicas. Opera e zela pelo bom funcionamento do aparato tecnológico de laboratório de saúde. Em sua atuação é requerida a supervisão profissional pertinente, bem como a observância à impossibilidade de divulgação direta de resultados. O Técnico em Análises Clínicas é o profissional com visão sistêmica do meio ambiente, saúde e segurança, que atua de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução da profissão. Aplica e respeita as normas de proteção e preservação do meio ambiente, saúde e segurança no trabalho. Tem habilidades de comunicação e de trabalho em equipe multidisciplinar e age com ética profissional, sustentabilidade, flexibilidade, responsabilidade social e domínio do saber-fazer, do saber-ser, do saber-saber e do saber-conviver. O Técnico em Análises Clínicas facilita o acesso e a disseminação dos saberes na área da saúde pública e conhece a dinâmica do Sistema Único de Saúde (SUS). É um profissional que busca a prevenção da doença, a promoção da saúde e preserva a integridade e a individualidade do ser humano, por meio da humanização da assistência e da valorização da autonomia das pessoas na recuperação da saúde. Executa com presteza e correção as ações necessárias e relacionadas à rotina de trabalho em laboratório de análises clínicas, desde a recepção do cliente até o auxílio ao profissional de nível superior na execução de exames laboratoriais nas diversas amostras biológicas, nas atividades de auxílio diagnóstico e terapêutico, colaborando com o desenvolvimento da saúde da população. O técnico atuará sob a supervisão do Biomédico, Bioquímico ou médico patologista clínico, desenvolvendo ações em Laboratórios de Análises Clínicas referenciadas nas necessidades de saúde individuais e coletivas. Os profissionais deverão apresentar bom relacionamento interpessoal, senso crítico-reflexivo e autocrítica, iniciativa, flexibilidade, senso de observação acurado, capacidade de auto_______________________________________________________________________________________ 22 UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 gestão, abstração e raciocínio lógico. O profissional deve ser capaz de compreender seus limites, tendo plena consciência de suas ações. Aliada a essas características, o profissional deve ser pró-ativo e conhecedor das normas e determinações do laboratório em que atuar. Estes profissionais desenvolverão suas atividades em instituições públicas ou privadas. No campo profissional, poderá existir um inter-relacionamento com outros técnicos da área de saúde, tais como: biomédicos, bioquímicos, médicos, enfermeiros, entre outros. O Técnico em Análises Clínicas deverá articular suas atividades profissionais com as ações dos demais agentes da equipe multiprofissional, assim como com os conhecimentos oriundos de várias disciplinas ou ciências, destacando o caráter interdisciplinar da prática. _______________________________________________________________________________________ 23 UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O profissional de Análises Clínicas deverá ser tecnicamente competente, sendo capaz de decidir e agir em situações imprevistas. Ele deve apresentar uma postura ético-política, compromissada com os interesses dos excluídos e uma postura ética profissional direcionada ao desempenho de suas funções, exigindo cada vez mais maior capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria e espírito empreendedor, bem como capacidade de visualização e resolução de problemas. A polivalência de funções é uma exigência desse profissional. O trabalho coletivo e compartilhado deverá ser também uma prática do perfil desse profissional, bem como respeito ao bem comum, a solidariedade e a responsabilidade. O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá consubstanciar a identidade do curso através das competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde e as competências da habilitação do Técnico em Análises Clínicas, atendendo à legislação em vigor. Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho (art. 6º da Resolução CNE/CEB Nº 04/99). Competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde/doença; Identificar a estrutura e organização do sistema de saúde vigente; Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho; Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade; Realizar trabalho em equipe, correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou ciências, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área; Aplicar normas de biossegurança; Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental; Interpretar e aplicar a legislação referente aos direitos do usuário; Identificar e aplicar princípios e normas de conservação de recursos não renováveis e de preservação de meio ambiente; Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho; Avaliar riscos de iatrogenias, ao executar procedimentos técnicos; _______________________________________________________________________________________ 24 UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta do profissional de saúde; Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos; Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção; Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com as exigências do campo de atuação; Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados; Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde. Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação; Utilizar recursos e ferramentas de informática específicos da área; Realizar primeiros socorros em situação de emergência; Competências do Técnico em Análises Clínicas Possuir experiência e conhecimentos teóricos sobre os conteúdos que envolvem as técnicas realizadas em todos os setores de um laboratório, com sólida formação teórico-prática multidisciplinar e não restrita apenas a determinada área; Possuir maior flexibilidade, agilidade, atenção e capacidade em superar as dificuldades encontradas no desempenho da função; Possuir conhecimento básico sobre o funcionamento das máquinas e equipamentos existentes e cuidados para sua conservação; Saber atuar em equipe e agir com ética no trabalho; Cumprir as normas de biossegurança; Ter interesse em aprender e desenvolver seu trabalho; Saber ler, interpretar e executar a técnica com eficiência, preparando material e executando exames, sendo-lhe vedado o exercício da profissão de forma autônoma, estando suas atividades subordinadas a supervisão do profissional responsável pelo laboratório de Análises Clínicas; Possuir conhecimentos teóricos e práticos que possibilitem o cruzamento de dados entre os setores existentes no laboratório; Ter responsabilidade, interesse e pontualidade; Realizar qualquer tipo de coleta de material, com exceção de aspirados como biópsia, líquor e líquido ascítico; _______________________________________________________________________________________ 25 UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 Realizar exames de rotina, assim como: espermograma, parasitológicos, sangue oculto, pH, urinálise, hormônio, testes de gravidez, hematológicos, microbiológicos e bioquímicos; Realizar centrifugação, separação e triagem; Buscar aperfeiçoamento constante com dinamismo e predisposição para aprender; Possuir conhecimentos sobre as principais técnicas de esterilização; Realizar atividades com segurança evitando-se erros; Saber como limpar uma bancada e como desprezar materiais contaminados; Possuir conhecimentos na área de citopatologia e anatomia patológica; Manter e promover os padrões de excelência no exercício da profissão, assim como desenvolver a arte e a ciência da mesma; Salvaguardar a dignidade e a privacidade dos pacientes, de modo que o resultado de qualquer exame executado por ele ou por outras pessoas não caia em domínio público; Realizar coleta de materiais biológicos com a maior precisão possível, pois a exatidão e a confiabilidade de um resultado dependem de como foi feita a coleta do material em questão; Saber orientar os pacientes sobre os fatores externos (dieta, uso de medicamento, esforço físico) que podem alterar o resultado do exame; Ser profissional ao receber o paciente, pois, muitas vezes seu estado emocional encontra-se fragilizado devido ao estresse da coleta; Ser responsável ao fazer a identificação do material que acabou de ser coletado, pois a troca pode causar erros irreparáveis; Saber manusear, conhecer, calibrar e principalmente conservar toda a aparelhagem necessária à rotina de seu laboratório; Estar sempre atento à data de validade e temperatura de armazenamento de reagentes imprescindíveis para a realização de exames; Documentar as análises realizadas, registrar e arquivar as cópias dos documentos e resultados de exames; Orientar a comunidade quanto aos determinantes e condicionantes do processo saúde-doença (aspectos: sociais, econômicos, políticos, culturais, biológicos, ecológicos e psicológicos), aplicando princípios e normas de biossegurança, higiene, saúde pessoal e ambiental, contribuindo para a melhoria de sua qualidade de vida; Conhecer a história das políticas de saúde no país e o Sistema de Saúde vigente; _______________________________________________________________________________________ 26 UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 Saber atuar em equipe com flexibilidade, reconhecendo suas funções e dos demais membros, assim como, respeitando a hierarquia existente na mesma área, para maior desempenho e qualidade nas relações de trabalho; Saber interpretar e aplicar normas e princípios éticos; Correlacionar conhecimentos de várias ciências buscando constantemente atualizar-se em relação às exigências do mercado, para melhor desenvolvimento e qualidade de seu trabalho; Operar equipamentos, zelando por sua manutenção, identificando e avaliando suas instalações, assim como, executar procedimentos técnicos avaliando riscos de iatrogenia; Atuar como profissional de saúde em situações de emergência, realizando atendimento de primeiros socorros; Orientar quanto à importância da conservação e preservação do meio ambiente no exercício do trabalho em saúde. Habilidades Expressa idéias de forma clara empregando técnicas de comunicação apropriadas a cada situação; Aplica à variante linguística adequada a cada contexto de situação real de comunicação oral e escrita; Faz uso apropriado das normas gramaticais da variante em determinado contexto de comunicação; Realiza a coleta de amostras biológicas de acordo com as normas de biossegurança, higiene e saúde pessoal; Age segundo a perspectiva do atendimento integral e de qualidade à saúde; Executa ações em acordo as normas de higiene e saúde pessoal e ambiental; Realiza o descarte de material biológico em acordo com as normas de biossegurança e preservação ambiental; Executa ações próprias ao exercício profissional segundo os princípios éticos que regem a conduta do profissional da saúde; Promove os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença; Realiza os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos com total controle de qualidade; _______________________________________________________________________________________ 27 UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 Age com total segurança no descarte de amostras já analisadas e o correto armazenamento de amostras, sem causar danos ao meio ambiente nem à saúde dos envolvidos; Informa ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre serviços que tenham sido prestados, respeitando o direito individual do sigilo; Executa ações na administração de rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos; Prepara soluções, reagentes e vidrarias para a realização dos exames; Opera equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção; Auxilia na realização e análise dos exames em cada setor do laboratório clínico, como Parasitologia, Bioquímica, Hematologia, Microbiologia, Imunologia e Urinálise; Administra as ocorrências e serviços prestados, de acordo com as exigências do campo de atuação; Executa lavagem, secagem, esterilização e acondicionamento de materiais e amostras biológicas; Executa ações de controle e armazenamento de materiais próprios à análise clínica. _______________________________________________________________________________________ 28 UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 Por fim as instituições escolares são obrigadas a atender por força de lei alguns temas transversais, devido ao que preconizam as leis, decretos, pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação – CNE em suas Câmaras de Educação Básica – CEB e Plena - CP, bem como princípios pedagógicos/andragógicos que norteiam a Educação brasileira. Assim, para atendimento às temáticas que tratam da inclusão social, proteção e respeito ao meio ambiente, o itinerário formativo dos estudantes perpassará pelos seguintes pontos: Item 01 02 03 04 05 06 Temática Dispositivo Legal Culturas afroLeis nº 9394/1996, brasileira e 10.639/2003, indígena 11.645/2008 e a Res. CNE/CP nº 1, de 17/06/2004. Estatuto do Idoso Lei nº 10.741/2003 Inclusão (necessidades específicas diversidade) Educação Ambiental Lei nº 9394/1996 e Lei nº 9.795/1999 Educação para o Lei nº9.503/1997 Trânsito -Educação Lei nº Alimentar 11.947/2009 07 Direitos Humanos 08 Estatuto Criança e Adolescente Decreto 7.037/2009 da do Lei 8069/90 nº Unidades curriculares - Psicologia Aplicada - Ética em Saúde - Ética e Legislação Profissional - Educação em Saúde - Psicologia Aplicada - Ética em Saúde - Ética e Legislação Profissional - Educação em Saúde - Psicologia Aplicada - Ética em Saúde - Ética e Legislação Profissional - Educação em Saúde -Meio Ambiente e Saúde - Educação em Saúde - Biossegurança Laboratorial - Primeiros Socorros - Biologia Celular - Bioquímica I e II - Educação em Saúde - Psicologia Aplicada - Ética em Saúde - Ética profissional e legislação - Educação em Saúde - Psicologia Aplicada - Ética em Saúde - Ética e Legislação Profissional - Educação em Saúde _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 29 METODOLOGIA Propõe-se uma metodologia que propicie no aluno desenvolvimento da capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria, capacidade de visualização e resolução de problemas. Para isso, serão aplicados: Exercícios; Visitas aos laboratórios; Visitas técnicas aos órgãos de saúde; Interpretação e discussão de textos técnicos; Apresentação de vídeos técnicos; Apresentação de seminários; Trabalhos de pesquisa; Trabalhos em equipe; Relatórios de ensaios e atividades desenvolvidas em aula ou atividade extraaula; Estudo de Caso; Execução e apresentação de projetos; Realização de Trabalho de Conclusão de Curso ao final do último módulo, com objetivo de desenvolver e articular as competências e habilidades trabalhadas durante o curso. A Coordenação Pedagógica acompanhará e motivará os docentes, avaliando e dinamizando a prática pedagógica. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 30 Relatório de Conclusão de Estágio de Curso O relatório de Conclusão de Estágio de Curso é uma atividade obrigatória e consistirá no Relatório das Atividades Realizadas durante o Estágio Supervisionado do último módulo (Módulo IV), descrevendo a realidade social e profissional em Laboratório Clínico, tendo a orientação de um docente da área específica. Caberá ao aluno organizar seu Relatório segundo as normas da ABNT, seguindo as orientações do professor da unidade curricular do estágio. O trabalho será entregue no final do curso ao docente da unidade curricular de estágio, que analisará o trabalho, julgando o aluno em APROVADO OU REPROVADO, conforme critérios de avaliação. Prática Profissional A Prática Profissional será desenvolvida em órgãos que compõe os elos do Sistema de Saúde do Estado da Paraíba e do Nordeste e nos laboratórios da Unidade Escolar. A Prática Profissional será incluída na carga horária da Habilitação Profissional e não está desvinculada da teoria: ela constitui e organiza o currículo. Será desenvolvida ao longo do curso por meio de Estágio Curricular Supervisionado e Atividades Complementares. Estágio Supervisionado De acordo com a Lei nº11788/2008, o estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para o trabalho e sociedade. Na Habilitação Profissional de Técnico em Análises Clínicas, o estágio supervisionado é obrigatório e totaliza 180 horas, estando incluídas nas 1.500 horas previstas para a totalização do curso. O estágio supervisionado obrigatório será desenvolvido módulos III e IV, com práticas voltadas para auxiliar e executar atividades padronizadas de laboratório _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 31 automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. O estágio deverá ser global, envolvendo prática em atendimento, prática laboratorial e apoio ao diagnóstico. O estágio em laboratório clínico deverá ser realizado em Instituição Pública ou Privada, após preenchimento no Termo de Convênio e Termo de Compromisso de Estágio, firmado entre a Instituição de Saúde (concedente), o estagiário e o interveniente, Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I. No início do estágio, o aluno deverá contar com o Seguro de Acidentes pessoais, a ser fornecido pela Escola Técnica de Saúde. O estagiário terá o acompanhamento do Supervisor biomédico, bioquímico, biólogo ou médico patologista que também ficará na Unidade de Saúde, e será o elo entre a Escola e a Instituição de Saúde, orientando e acompanhando os trabalhos de estágio. O professor deverá preencher diariamente a ficha de acompanhamento do aluno. O Art. 3º, §2º da Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004 estabelece que os estagiários com deficiência terão o direito a serviços de apoio de profissionais da educação especial e de profissionais da área objeto do estágio. O docente supervisor de estágio deverá ser indicado pelo colegiado do curso, que deverá possuir formação e experiência profissional na área de Análises Clínicas, com a finalidade de orientar e supervisionar o estagiário. A avaliação do processo do estágio supervisionado terá como parâmetros as competências e as habilidades definidas para cada unidade de integração interdisciplinar dos módulos, além de considerar a assiduidade, pontualidade, desempenho e profissionalismo do aluno durante o estágio supervisionado, além da entrega do relatório de conclusão de estágio. Os estágios ocorrerão durante os horários disponíveis dos laboratórios em parceria com a Universidade Federal da Paraíba- Escola Técnica de Saúde, em João PessoaParaíba, podendo acontecer em qualquer horário e dias letivos, inclusive aos sábados. Conforme a Lei 11.788/2008 no Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. O aluno estagiário deverá desenvolver atividades, tais como: - Recepção do cliente/paciente e cadastro; - Coleta de material biológico utilizados na realização de exames laboratoriais; - Triagem do material biológico; _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 32 - Transporte, conservação, armazenamento de amostras biológicas e reagentes utilizados nas técnicas laboratoriais; - Realização de exames nos diversos setores das Análises Clínicas: Parasitologia, Bioquímica, Fluidos Corporais, Hematologia, Microbiologia, Imunologia, utilizando as técnicas empregadas em cada setor e familiarizando-se com a automação em Laboratórios de Análises Clínicas; - Lavagem e esterilização de materiais utilizados nos exames laboratoriais; -Participação em projetos de ensino, pesquisa e extensão; Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores As competências anteriormente desenvolvidas pelos alunos, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Análises Clínicas poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. Assim, poderão ser aproveitados no curso os conhecimentos e experiências desenvolvidos: a) Em disciplinas cursadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende realizar o aproveitamento; b) Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do aluno através do colegiado do curso; A avaliação para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, com indicação de eventuais complementações ou dispensas, será de responsabilidade da coordenação de curso, que deverá nomear um relator para analisar o pedido de aproveitamento de conhecimentos e competências indicando a documentação comprobatória desses conhecimentos e habilidades desenvolvidos anteriormente e as estratégias adotadas para avaliação e dos resultados obtidos pelo aluno. O aproveitamento de estudos por componente curricular será efetuado quando este tenha sido cursado, com aprovação, em curso do mesmo nível de ensino, observando compatibilidade de, pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária do componente curricular que o aluno deveria cumprir na Escola Técnica de Saúde. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 33 No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o aproveitamento de componente curricular, além da aplicação de procedimentos que possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos conteúdos curriculares. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela Coordenação de Curso e por professores dos componentes curriculares. O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a integralização do currículo do curso, sendo que o aluno é obrigado a cursar, na ETS, no mínimo 50% (cinquenta por cento) da carga horária prevista para a integralização do respectivo curso. Todo aproveitamento deve ser pedido antes do início do módulo o qual o solicitante deveria ingressar. Critérios e Procedimentos de Avaliação A avaliação, parte integrante do processo de aprendizagem, tem como objetivo o acompanhamento e a verificação de construção de competências trabalhadas pela escola. Constitui-se um processo permanente e contínuo, utilizando-se de instrumentos diversificados de análise do desempenho do aluno, nas diferentes situações de aprendizagem, consideradas as competências propostas para cada uma delas. A avaliação em cada módulo será resultante de diversos instrumentos que permitam o diagnóstico e a verificação do rendimento escolar e deverão estar previstos no plano de ensino de cada componente curricular, definida (a avaliação) no planejamento estabelecido nas reuniões do Conselho de Análise de cada módulo. A aprovação do aluno dar-se-á por: Verificação de frequência; Avaliação do aproveitamento acadêmico; Conforme a Lei n° 9.394/96, Lei Darcy Ribeiro Diretrizes e Bases da Educação Nacional, art. 24, inciso VI, “o controle de frequência fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a frequência mínima de setenta e cinco por cento do total de horas letivas para aprovação”. Terá direito a seguir o itinerário programado no projeto de curso, o aluno que tenha concluído com êxito o(s) módulo(s) previsto(s) no período letivo no qual esteja matriculado. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 34 A avaliação da aprendizagem tem por finalidade promover a melhoria da realidade educacional do estudante, priorizando o processo de ensino-aprendizagem, tanto individual quanto coletivamente. A avaliação deverá ser contínua e processual assumindo a função diagnóstica, com vistas a proporcionar melhorias no processo de ensino- aprendizagem. Terão preponderância os aspectos qualitativos sobre os quantitativos. A avaliação dos aspectos qualitativos compreende, além da acumulação de conhecimentos, o diagnóstico, a orientação e reorientação do processo de ensinoaprendizagem, visando ao aprofundamento dos conhecimentos e ao desenvolvimento de habilidades e atitudes dos estudantes. A avaliação do desempenho escolar é feita por componentes, considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à frequência às aulas teóricas, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e atividades práticas. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do estudante e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas. Os instrumentos avaliativos deverão estar previstos no plano de ensino de cada componente curricular e deverá ser explicado aos estudantes quando de seu ingresso no Campus, observando as normas contidas nesta Organização Curricular e na Organização Didática Pedagógica. Recuperação A recuperação tem por finalidade oportunizar o acompanhamento das dificuldades encontradas no decorrer do componente curricular, proporcionando condições de aprendizado, minimizando as dificuldades, sendo realizada de forma contínua e especial, acompanhada por parte do docente. A recuperação processar-se-á continuamente em sala de aula, na qual o docente criará novas situações de aprendizagem e dará atendimento aos discentes que dele necessitarem, mediante atividades diversificadas, ou em período extraclasse, mediante elaboração, pelo docente, de um cronograma de trabalho. Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, em cada disciplina será aprovado o aluno que obtiver média ponderada igual o superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6 (seis) a média dos exercícios escolares e peso 4 (quatro) a nota dos exercícios programados para a recuperação, ressalvado o disposto no Art. 54, alínea c, do Regimento Geral, ou seja, aqueles que passarem regularmente com média 7,0. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 35 BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS O Curso Técnico em Análises Clínicas utilizará as salas de aulas disponíveis na Escola Técnica de Saúde, a biblioteca própria e os laboratórios equipados já existentes, que eram utilizados pelo Curso Técnico em Biodiagnóstico. Atualmente o Curso possui dois laboratórios totalmente equipados e em funcionamento (Lapab – Laboratório de Amostras Biológicas e o Lacet – Laboratório de Cultivo e Análise Celular). Há cerca de um ano, um novo prédio foi construído e nele estão disponíveis oito novos laboratórios. Alguns equipamentos já foram comprados e outros estão em processo de licitação e/ ou importação. ACERVO BIBLIOGRÁFICO A Escola Técnica de Saúde faz parte da Universidade Federal da Paraíba, possui biblioteca com acervo bibliográfico de vários cursos, que dará suporte ao Curso Técnico em Análises Clínicas. Além disso, o antigo Curso Técnico em Biodiagnóstico possui um acervo próprio de títulos específicos. Abaixo segue a lista do acervo próprio do curso. ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA TÍTULO CRUZ, Isabel Cristina Fonseca da (Trad.). Anatomia & Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. (Série Incrivelmente Fácil) DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. GOLDBERG, Stephen. Descomplicando… anatomia clínica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. GOLDBERG, Stephen. Descomplicando… fisiologia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. GUYTON, Arthur C. ; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MICHALANY, Jorge; MICHALANY, Nílceo S. Anatomia e histologia da pele. São Paulo: Lemos Editorial, 2002. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. OLIVEIRA, Norival Santolin de. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. (Coleção Curso de Enfermagem) PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard (Ed.). Sobotta Atlas de anatomia humana. 22. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 2v. QUANTIDADE 6 2 1 1 1 7 4 10 5 _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 36 BIOÉTICA TÍTULO ENGELHARDT JR., H. Tristram. Fundamentos da bioética. 2. ed. Rio de Janeiro: Loyola, 2004. FEIJÓ, Anamaria Gonçalves dos Santos; BRAGA, Luisa Maria Gomes de Macedo; PITREZ, Paulo Márcio Condessa (Org.). Animais na pesquisa e no ensino: aspectos éticos e técnicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. SCHRAMM, Fermin Roland et al. (Org.) Bioética: riscos e proteção. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; FIOCRUZ, 2005. SINGER, Peter. Ética prática. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. QUANTIDADE 4 1 2 2 BIOSSEGURANÇA TÍTULO HIRATA, Mario Hiroyuki; MANCINI FILHO, Jorge. Manual de biossegurança. São Paulo: Manole, 2008. SALERNO, Reynolds M.; GAUDIOSO, Jennifer. Laboratory biosecurity handbook. Boca Raton, FL: CRC Press, 2007. QUANTIDADE 1 1 HISTOLOGIA TÍTULO CORMACK, David H. Fundamentos de Histologia . 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de Histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. GARTNER, Leslie P.; Hiat, James L. Tratado de histologia em cores. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. HADLER, Walter A.; SILVEIRA, Sineli R. Histofisiologia dos Epitélios: correlação entre a morfologia e a função nos epitélios. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1993. JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia Básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. LEBOFFE, Michael J. Atlas Fotográfico de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. WELSCH, Ulrich (ed.). Sobotta: atlas de histologia, citologia, histologia e anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. YOUN, Barbara et al.. Wheater Histologia Funcional: texto e atlas em cores. 4. ed. Rio de Janeiro-RJ: Guanabara Koogan, 2001. IMUNOLOGIA BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 14. ed. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1970. BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à QUANTIDADE 6 4 2 4 3 7 4 4 4 2 1 1 _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 37 medicina e à higiene. 22. Ed. São Paulo: Melhoramentos, 1982. ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogn, 2011. ROITT, Ivan M. Fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Human Molecular Genetics. 4. ed. New York: Garland Science, 2011. MICROBIOLOGIA BARBOSA, Heloiza Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2005. CIMERMAN, Benjamim; FRANCO, Marco Antonio. Atlas de parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São Paulo: Atheneu, 2005. LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. LUZ NETO, Leonardo Severo; VOLPI, Roseli; REIS, Pedro Aguiar dos. Microbiologia e parasitologia. Goiânia: AB, 2003. (Coleção Curso de Enfermagem) MACIEL, Juceli Maria. Microbiologia e parasitologia. 3. ed. Canoas: ULBRA, 2003. MADIGAN, Michael T. et al. Microbiologia de Brock. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. MIMS, Cedric et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. MURRAY, Patrick R.; ROSENTAL, Ken S.; PFALLER, Michael A. Microbiologia Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São Paulo: Atheneu, 2006. OKURA, Mônica Hitomi; RENDE, José Carlos. Microbiologia: roteiro de aulas práticas. Ribeirão Preto, SP: Tecmedd, 2008. PELCZAR JÚNIOR, Michael J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1997. SANTOS FILHO, Lauro. Manual de microbiologia clínica. 3. ed. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2003. TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. 8. ed. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. (Edit.) Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. (Edit.) Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. MICROSCOPIA ÓPTICA BRADBURY, Savile; BRACEGIRDLE, Brian. Introduction to Light Microscopy. London: Bios Scientific, 1998. FALK, David S.; BRILL, Dieter R.; STORK, David G. Seeing the Light : optics in nature, photography, color, vision, and holography. New York: John Wiley & Sons, 1986. GOLDSTEIN, Dennis H. Polarized Light. 2. ed. rev. ampl. New 3 1 2 4 6 8 7 2 1 2 4 4 2 1 1 5 2 3 2 4 1 _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 38 York: Marcel Dekker, 2003. GONZALEZ, Rafael C.; WOODS, Richard E. Processamento de Imagens Digitais. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. INOUÉ, Shinya; SPRING, Kenneth R. Video microscopy: the fundamentals. 2.ed. New York: Plenum, 1997. LEAL, Luiz Henrique Monteiro. Fundamentos de Microscopia. Rio de Janeiro: EduERJ, 2000. MURPHY, DOUGLAS B. Fundamentals of Light Microscopy and Electronic Imaging. New York: Wiley-Liss, 2001. OLSZEWER, Efraim. 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São Paulo: Michalany S/A, 1990. 2 3 4 3 4 3 4 6 5 1 2 4 11 PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO A contratação dos docentes e técnicos-administrativos, que atuam na Universidade Federal da Paraíba –Escola Técnica de Saúde da UFPB- Campus I, foi realizada por meio de Concurso Público, como determinam as normas próprias das Instituições Federais de ensino básico, técnico e tecnológico. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 39 Quadro Demonstrativo dos Docentes do Curso Técnico em Análises Clínicas: NOME GRADUAÇÃO Andrea Fernanda Ramos de Paula Ciências Biológicas Claudenice Rodrigues do Nascimento Gildeci Alves de Lira Ismênia Mangueira Nilsamira da Silva Oliveira Lúcio Roberto Cançado Castellano Renata Coelho Freire Batista Queiroz Ronaldo Rodrigues Sarmento Zilda Montenegro Coelho Ciências Biológicas Ciências Biológicas Ciências da Computação TITULAÇÃO Em qualificaçãomestranda Especialização em Análises Clínicas e em qualificação mestranda Doutorado Doutorado Letras Doutorado Biomedicina Doutorado Odontologia e Ciências Biológicas Doutorado Biomedicina Doutorado Psicologia Doutorado REGIME DE TRABALHO DE DE DE DE DE DE DE DE DE Quadro Demonstrativo de Apoio Técnico-Administrativo: NOME Carmen Gabriella Gomes Silva Aline Grams Land Aremita M. Gonçalves Christine Dantas Benício Maria Oselandia Rodrigues Leite Leojoan Moura Cavalcante Luciane Alves Coutinho Sarmento Maria do Rosário Carvalho Mércia Ferreira de Assis Robson Lima Palmeira Rosa Virgínia de Oliveira GRADUAÇÃO Biomedicina Administração Nível Médio Biblioteconomia Psicologia Informática Pedagogia Pedagogia Pedagogia Nível Médio Serviço Social TITULAÇÃO Mestrado Mestrado Especialização Especialização Especialização Especialização Especialização _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 40 CERTIFICAÇÃO Será conferido Certificado de Auxiliar em Análises Clínicas ao aluno matriculado regularmente na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I, após a conclusão do Módulo III constante na Estrutura Curricular do Curso Técnico em Análises Clínicas, incluindo o Estágio Supervisionado I, mediante avaliação adotada pela Instituição de Ensino. No certificado constarão ainda as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, que são as habilidades em informática, atendimento ao cliente, recepção e coleta, transporte e conservação de amostras biológicas. Será conferido Diploma de Técnico em Análises Clínicas ao aluno matriculado regularmente na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I, após a conclusão de todos os módulos constantes na Estrutura Curricular do Curso Técnico em Análises Clínicas, incluindo os Estágios Supervisionados I e II, com a entrega do Trabalho de Conclusão de Curso, mediante avaliação adotada pela Instituição de ensino. No diploma constarão ainda as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 41 REFERÊNCIAS BRASIL, Decreto Nº 6.095, de 24 de abril de 2007. Estabelece diretrizes para fins de constituição dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia – IF, no âmbito da Rede Federal de Educação Tecnológica. Brasília: 2007. ________, Lei Nº 11.892/08, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. _______, Lei Nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). ________, Ministério da Educação. Educação Profissional e Tecnológica: Projetos e Ações. Brasília: 2010. _________. Plano de Desenvolvimento da Educação: Um novo modelo de educação profissional e tecnológica. Brasília: 2000. _________. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico. Brasília: 2000. _________, PARECER CNE/CEB nº 17/97. Estabelece as diretrizes operacionais para a educação profissional em nível nacional. Brasília, 03 de dezembro de 1997. ________,Parecer CNE/CEB 16/99 do Conselho Nacional de Educação. ________,Parecer n. 40/2004 do Conselho Nacional de Educação. ________, Lei no 11.892 de 28 de dezembro de 2008. ________,Portaria Interministerial n° 1.082 de 20 de novembro de 2009. ________ Parecer n. 6/2012 do Conselho Nacional de Educação. CNI. Confederação Nacional das Indústrias. Estatística. Disponivel em www.cni.org.br. Acesso em 03.10.2012 DOLABELA, F. O Segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. FAZENDA, I.C.A. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 1991. FRIGOTTO, G. Estrutura e sujeito e os fundamentos da relação trabalho e educação. In: LOMBARDI, J. C, SAVIANI, D. e SANFELICE, J. (Org.). Capitalismo, trabalho e educação. 2 ed. Campinas SP: Autores Associados, 2004. IFTO, Instituto Federal do Tocantins. Instruções Normativas nº 04/2010 e 09/2011. IBGE. Dados estatísticos: cidades. Disponível em www.ibge.gov.br , acesso em 17/10/2012. MARTINS, H.T. Gestão de carreiras na era do conhecimento: abordagem conceitual e resultados de pesquisa. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Poder Executivo, Brasília, DF, 06 out. 1988. n° 191 A. ______. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília: MEC/SET, 2008. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 42 ANEXOS _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 43 Planos de Ensino do Módulo I Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Psicologia aplicada à saúde. CARGA HORÁRIA: 52 h Ementa Conceitos básicos de psicologia. O ser humano na perspectiva sócio-histórica. Desenvolvimento humano. Personalidade. Identidade. Relações humanas. Comunicação. Postura profissional. Objetivos Geral: - Construir conhecimentos sobre o ser humano, sob os princípios da psicologia científica, que possibilitem o autoconhecimento e permitam a análise das situações vivenciadas no ambiente de trabalho que favoreça o estabelecimento de relacionamentos produtivos em ambiente profissional. j Específicos: - Refletir sobre a importância dos conhecimentos da psicologia científica no atendimento em saúde e nas relações de trabalho; - Reconhecer situações geradoras de ansiedade e os mecanismos de defesa; - Identificar situações-problemas relativas às relações profissionais e buscar soluções para o trabalho em equipe. - Construir atitudes favoráveis a uma boa comunicação com equipe de trabalho e usuários do serviço. - Desenvolver postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Introdução à psicologia (conceitos, objetivos, relações com outras ciências); -O ser humano numa visão sócio-histórica. - O desenvolvimento humano ao longo da vida (crianças, adolescentes, adultos, idosos) - Estudo da personalidade (conceitos, traços da personalidade, ajustamento da personalidade, mecanismos de defesa, aspectos básicos da personalidade humana); - Identidade. Estigma. Preconceito. Diversidade. Inclusão. - Assédio Moral; Assédio Sexual; Bullying; -Comunicação (formas e componentes) - Relações humanas (considerações gerais; conceitos; grupos e relações humanas; postura e condições pessoais e o êxito; preparo das pessoas para viverem em grupos; relação homem-trabalho; valorização humana e capacidade profissional; trabalho, lazer, recreação; auto-realização humana). Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual, estudos de caso e seminários em equipes. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida BOCK, Ana M.B.; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo da psicologia. 13. Ed. São Paulo – SP: Saraiva, 1999. TELES, Maria L.S. O que é Psicologia. São Paulo – SP: Brasiliense. MILITÃO, Albigenor & Rose. Jogos, Dinâmicas e vivências grupais: como desenvolver sua melhor técnica em atividades grupais. Rio de Janeiro – RJ: qualitymark, 2000 MILITÃO, Albigenor & Rose.S.O.S. Dinâmicas de grupo. Rio de Janeiro – RJ: qualitymark, 1999. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 44 PLANO DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR: MEIO AMBIENTE E SAÚDE CARGA HORÁRIA: 28 h Ementa Esta disciplina visa propiciar ao aluno a capacidade de compreender e correlacionar as questões inerentes entre a saúde e o meio ambiente. Objetivos Geral: Compreender e correlacionar as questões inerentes à saúde e o meio ambiente. Específicos: - Adquirir noções de saúde pública e doenças relacionadas ao ambiente; - Entender a importância da preservação ambiental como forma indispensável para assegurar melhor condição de vida para as futuras gerações; - Conhecer as formas adequadas de gerenciamento dos resíduos sólidos, líquidos e químicos; - Compreender o processo básico de análise microbiológica da água. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Geração de resíduos sólidos; - Classificação dos resíduos sólidos; - Origem das emissões atmosféricas; - Caracterização e classificação; - Principais impactos causados pelo lançamento de resíduos líquidos nos cursos d’água; - Responsabilidade por danos ambiental; - Noções de Saúde Pública; - Efeitos nocivos da ausência de saneamento; - Análise microbiológica da água; - Saúde pública e doenças relacionadas ao meio ambiente. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem produção de textos. Bibliografia Sugerida SOARES, J.L. Programas de Saúde, São Paulo: Scipione. FAJARDO, E. Se Cada Um Fizer a Sua Parte, São Paulo: Senac, 1998. ALVES, A. C. Saneamento Básico. 1ªed. Bauru: Edipro, 1998. FUND. NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. 3ºed. Brasília: 2004. GRANT, W. D.; LONG, P. E. Microbiologia Ambiental. Zaragoza: Acribia, 1989. 222p. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 45 PLANO DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR: Biossegurança Laboratorial CARGA HORÁRIA: 32 EMENTA A disciplina proporcionará a compreensão dos aspectos da biossegurança desde a organização do local de trabalho até a identificação e minimização dos riscos em laboratórios da área de saúde. Discutirá a importância do conhecimento e uso dos equipamentos de proteção individuais e coletivos, bem como a utilização de técnicas adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluídos e resíduos, assim como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos de acordo com legislação. OBJETIVOS Geral: Compreender os diferentes tipos de riscos à saúde existente em laboratórios clínicos e de pesquisa, discutindo medidas de controle e equipamentos de biossegurança capazes de proporcionar proteção para a equipe de saúde, usuários dos serviços e ao ambiente. Específicos: - Discutir a biossegurança através do conceito, histórico e legislação; - Reconhecer, selecionar e utilizar, adequadamente, equipamentos de proteção individual e coletivo, para o controle de riscos em laboratórios da área de saúde; - Prevenir, controlar e avaliar a contaminação através da utilização de técnicas adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos, assim como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de proteger o cliente contra os riscos biológicos; - Identificar as fontes de contaminação radioativa de forma a realizar ações eficazes de prevenção e controle de danos provocados pelas radiações ionizantes; - Planejar e orientar atividades laboratoriais de forma segura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (O que se pretende ensinar?) - Introdução à biossegurança, histórico e legislação; - Riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes em laboratórios da área de saúde; - Mapa de Risco (níveis de biossegurança e sinalização de segurança); - Barreiras de contenção: EPIs e EPCs; - Métodos e técnicas de limpeza, desinfecção terminal e concorrente; - Conceitos de assepsia, anti-sepsia, desinfecção, descontaminação e esterilização; - Contaminação radioativa – fontes, prevenção e controle; - Gerenciamento do descarte de resíduos, fluídos, agentes biológicos, físicos, químicos e radioativos. METODOLOGIA DE ENSINO (Como se pretende ensinar?) As aulas terão a participação ativa dos alunos na construção do conhecimento e serão adotadas as seguintes metodologias: - Aulas teóricas expositivas com utilização de recursos audiovisuais; discussões, debates e questionamentos dos conteúdos relacionados à biossegurança, através de textos e assuntos do cotidiano. - Desenvolvimento de aulas práticas no laboratório de ensino. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 46 O processo de avaliação será contínuo e ocorrerá através da participação dos alunos nas atividades desenvolvidas na sala de aula e laboratório, e também avaliação do conteúdo teórico, com questões objetivas e dissertativas. Bibliografia Sugerida HIRATA, M., H. & MANCINI FILHO, J. Manual de Biossegurança, São Paulo, Manole, 2002. MASTROENI, F. M. Biossegurança Aplicada a Laboratórios e Serviços de Saúde. São Paulo: Atheneu, 2005. TEIXEIRA, P. & VALE, S. (org.). Biossegurança - Uma Abordagem Multidisciplinar. Rio Janeiro, FIOCRUZ, 1996. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Primeiros Socorros CARGA HORÁRIA: 28 h Ementa Esta disciplina visa ensinar as medidas iniciais e imediatas aplicadas à vítima fora do ambiente hospitalar, executada por qualquer pessoa, para garantir a vida e evitar o agravamento das lesões existentes. Objetivos Geral: - Conhecer as ações inicias a serem realizadas em vítimas de acidentes, de diversas naturezas, a fim de evitar o agravamento de lesões existentes. Específicos -- Conhecer os princípios gerais de primeiros socorros; - Conhecer os materiais de primeiros socorros; - Identificar os sinais vitais e a avaliar o acidentado; - Procedimentos a serem feitos em caso de: mal súbito, corpos estranhos no nariz, ouvido e garganta, infarto, afogamento, estado de choque, hemorragias, ferimentos, luxações, distensões e entorses, fraturas, choque elétrico, insolação e queimaduras, intoxicações e picadas de animais peçonhentos; - Executar e identificar maneiras adequadas de mobilização e transporte de acidentados; Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 47 - Princípios gerais de primeiros socorros - Material de primeiros socorros - Sinais vitais e a prática de sua verificação. - Avaliação geral do acidentado - Males súbitos - Corpos estranhos no nariz, ouvido e garganta. - Reanimação cárdio-respiratória - Afogamento - Estado de choque - Hemorragias - Ferimentos - Luxações, distensões e entorses. - Fraturas - Choque elétrico - Insolação - Queimaduras - Intoxicações - Picadas de animais peçonhentos - Mobilização e transporte de acidentados - Humanização em primeiros socorros Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual, aulas práticas em laboratório e seminários em equipes. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida Sousa, Lucila Medeiros Minichello. Noções de Primeiros Socorros. Editora Iátria. 2010. 176p. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Informática e Empreendedorismo CARGA HORÁRIA: 40 Ementa Esta disciplina visa dar suporte à utilização de computadores e softwares no âmbito da área da saúde, além de fornecer conhecimentos básicos de empreendedorismo, essencial para a empregabilidade. Objetivos _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 48 Geral - Adquirir noções gerais do funcionamento de microcomputadores e de softwares importantes nos serviços básicos de saúde. Compreender noções de empreendedorismo e sua aplicabilidade na vida profissional. Específicos - Conhecer a operacionalização básica de um microcomputador; - Conhecer o funcionamento do sistema Windows; - Conhecer o funcionamento do software Word para Windows; - Preparar e editar textos no Word; - Conhecer um software de navegação; - Buscar informações na Internet e trocar correspondência eletrônica; - Construir um Curriculum Vitae; - Adquirir conhecimentos básicos sobre empreendedorismo e gestão da vida profissional; Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) Noções sobre o funcionamento de um computador; Introdução ao Windows; Trabalhando com o Windows; Introdução ao Microsoft Word; Apresentação e introdução a Internet; Trabalhando com pesquisas na Internet paralelamente ao Microsoft Word; Criando e enviando e-mail; Construção de Curriculum Vitae; Criatividade e inovação – trabalhando a visão empreendedora; Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas expositivas dialogadas em sala de aula utilizando Datashow; Aulas práticas em laboratório de informática; Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação da participação em sala de aula e assiduidade; Estudos dirigidos, trabalhos individuais/grupo e produção de textos usando o computador; Bibliografia Sugerida CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao Espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001. HASHIMOTO, Marcos. Intraempreendedores: o motor de inovação das organizações. 2012. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira. MOURA, Juliana G. A. Entrevista de Emprego. 2013. Disponível em http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/entrevista-de-emprego/69927/. STEPHEN, Robbins, P. Comportamento Organizacional. 11. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. NORTON, PETER, Introdução à Informática, Editora Makron Books, 1997. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Parasitologia I CARGA HORÁRIA: 40 Ementa _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 49 Conceitos básicos sobre a biologia do PARASITO, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos do parasito; habitat nos hospedeiros vertebrados e invertebrado, ciclo evolutivo (biológico) e mecanismos de transmissão; relação parasito-hospedeiro e sua associação com a doença humana (patogenia e sintomatologia), os métodos de diagnósticos, a epidemiologia (distribuição, prevalência e fatores ambientais), as medidas profiláticas e de controle, assim como seus principais vetores. Objetivos Geral Capacitar os alunos, ao executarem técnicas comuns de diagnóstico em Parasitologia Médica, fornecendo-lhes subsídios para conhecerem a sensibilidade e especiosidade deste método laboratorial rotineiramente empregados na prática. Específicos Oferecer uma visão geral sobre Parasitologia humana; Desenvolver o espírito crítico-científico; Definir a terminologia geral usada em Parasitologia; Conhecer a distribuição geográfica geral e a incidência relativa de cada parasita de importância médica; Efetuar a identificação genérica de infecções parasitárias; Conhecer e identificar vetores e hospedeiros envolvidos na transmissão de doenças parasitárias; Identificar e desenvolver métodos potencialmente promissores de diagnóstico e controle epidemiológicos do parasitismo e ter conscientização dos problemas das zoonoses no Brasil. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Noções básicas e gerais na realização de métodos parasitológicos tais como: a)Metologia de(HPJ) Hoffmann ou sedimentação espontânea, onde pesquisa a presença de ovos de helmintos. - Identificação de todos os parasitos intestinais, sanguíneos e de alguns animais; Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) 1- Aulas Práticas expositivas das enteroparasitoses 2- Utilização do data show 3- Utilização do atlas de enteroparasitoses 4- Discussões e apresentações 5- Utilização do Retroprojetor Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos parasitários. -Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Sugerida CIMERMAN, cimerman e . Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2002. Brener Z, Andrade Z. Trypanosoma cruzy e Doença de Chagas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1979. Ferreira, W. A., Ávila,S. L. M. – Diagnóstico Laboratorial. 2ª edição. Rio de Janeiro, Editora Koogan, 2001. Mahmoud AAF. Schistosomiasis. In: Cecil Textbook of Medicine. 18 ed. WB. Saunders Company; 1988. Neves PD, Melo AL, Linardi PM. Parasitologia humana. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1995. Neves, D. P. – Parasitologia Dinâmica. 11ª edição. São Paulo, Editora Atheneu, 2003. Ravel, R. – Laboratório Clínico, Aplicações Clínicas dos Dados Laboratoriais. 6ª edição. Rio de Janeiro, Editora Koogan, 1997. REY, L. – Bases da Parasitologia. 2a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2002 [380 páginas]. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 50 REY, L. – Parasitologia. 3a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2001 [856 páginas]. Schechter M, Marangoni DV. Doenças infecciosas e conduta diagnóstica e terapêutica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1998. Veronesi R, Focaccia R. Tratado de infectologia. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1997. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Ética em Saúde CARGA HORÁRIA: 40 Ementa Esta disciplina visa a apresentar aos alunos os princípios fundamentais da ética e sua aplicação na vida quotidiana, além de promover reflexões sobre questões éticas importantes no âmbito profissional. Objetivos Geral: Conhecer os fundamentos da ética, compreendendo a interação entre racionalidade, espiritualidade e sociabilidade humanas com a ética; Específicos; - Definir ética e seus objetivos; - Identificar pontos em que a ética se relaciona com a razão, a espiritualidade e a questão social; - Descrever os direitos e deveres do ser humano; Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) Fundamentos da ética (conceitos, objetivos) Ética (o homem, a vida, a saúde) Homem-ser racional (a consciência, a inteligência, a liberdade, a responsabilidade). Homem-ser espiritual (liberdade religiosa, crença). Homem-ser social (socialização, liberdade em sociedade, legislação, organização social) Direitos e deveres do homem (saúde da comunidade; saúde e cidadania; conselhos municipais; participação e representatividade da comunidade nas questões de política em saúde; educação em saúde); Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas dialogadas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual, seminários em equipes. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação da participação em sala de aula e assiduidade; Estudos dirigidos, trabalhos individuais/grupo e produção de textos; Bibliografia Sugerida COVRE, Maria de Lourdes Manzini. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1995. DORNELLES, J. R. W. O que são direitos humanos. 2.ed. São Paula: Brasiliense, 1993. VALLS, Álvaro. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986. VÁSQUEZ, Adofo Sanches. Ética. Trad. João Dell’Anna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Metodologia Científica CARGA HORÁRIA: 20 _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 51 Ementa A disciplina abordará o estudo teórico, técnico e crítico que direcionam os trabalhos acadêmicos dos estudantes, na perspectiva dos trabalhos didáticos e científicos. Refletirá a importância da articulação do ensino, pesquisa e extensão no âmbito das universidades públicas brasileiras, como uma de suas maiores virtudes e expressão de compromisso social. Objetivos Geral; - Instrumentalizar o aluno de elementos teórico-práticos necessários para a adoção de atitude favorável frente aos atos de estudar e pesquisar, na perspectiva de subsidiar a realização de trabalhos acadêmicos e de educação continuada. Específicos; - Identificar os elementos necessários para a construção dos trabalhos acadêmicos (didáticos e científicos); - Aplicar as normas da ABNT na elaboração de trabalhos e atividades acadêmicas; - Discutir a importância social das universidades públicas brasileiras na articulação do ensino, pesquisa e extensão; - Retratar as diversas fontes de estudos, suas implicações e efeitos na formação acadêmica. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) 1. Diretrizes do trabalho acadêmico: 1.1. Trabalhos didáticos (seminários, debates e relatórios); - Seminários: estrutura e funcionamento; fontes; componentes; etapas; exemplos de procedimento e roteiros em seminários; - Debates: sequencia e organização; - Procedimentos para elaboração de relatório de visita técnica e estágio supervisionado. 1.3 Trabalhos científicos (artigos científicos, monografias, projetos de pesquisa e extensão); - As funções da Universidade: ensino, pesquisa e extensão; - Cadastro de currículum vitae na Plataforma Lattes; - Participações em eventos científicos. 1.3 Normas da ABNT para elaboração e confecção de trabalhos e atividades acadêmicas. 1.4 Discussões sobre fontes de estudo: biblioteca, internet, jornal, revistas etc. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas expositivas e dialogadas, através de debates, leitura de textos, trabalhos em grupos, apresentação de seminários, onde serão utilizados recursos multimídia. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação contínua, somatória dos trabalhos desenvolvidos durante a disciplina. Bibliografia recomendada: Básica CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. 7. reimpr. São Paulo: Atlas, 2009. Complementar SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atualiz. São Paulo: Cortez, 2007. ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre arte e ciência. 3. ed. rev. Campinas, SP:Autores Associados, 2006. 124 p. (Coleção polêmicas de nosso tempo, 59). _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 52 Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR : Microbiologia I CARGA HORÁRIA: 40 horas Ementa Conceitos básicos sobre a Microbiologia, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos dos microorganismos; habitat nos hospedeiros os métodos de diagnósticos. Interpretação e correlação dos aspectos fisiopatogênicos e do diagnóstico laboratorial das principais doenças humanas. Estudo diagnóstico clínicolaboratorial das principais doenças microbianas do homem. Objetivos Objetivos gerais - Possibilitar ao aluno alcançar o perfil final, segundo a proposta pedagógica do curso para a disciplina de Microbiologia, contemplando as seguintes habilidades e competências: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente. Objetivos específicos - Realizar todas as práticas relativas à isolamento de bactérias e fungos, assim como identificação bacteriana e fúngica, conhecimento das principais técnicas microbiológicas, meios de transporte, alças calibradas, swabs de coleta. - Interpretar os resultados das culturas, buscando correlacionar o resultado obtido com algumas síndromes clínicas (doenças, infecções). Demonstrar métodos de controle: qualidade de meios de cultura, microscópio, autoclave, estufas, etc. Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) Conteúdo programático Normas de Biossegurança e controle de qualidade do setor em Microbiologia. Urocultura Coprocultura Antibióticos e resistência bacteriana. Hemocultura Cultura do liquor cefalorraquidiano Diagnóstico laboratorial das micoses Estrutura e morfologia microscópica e macroscópica de fungos leveduriformes e filamentosos. Coleta , transporte, processamento e armazenamento de amostras micológicas. Exame direto, cultura e microcultivo Identificação fúngica: provas biológicas (auxanograma e zimograma), nutricionais e bioquímicas Laudo Laboratorial micológico e bacteriológico. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas Práticas expositivas dos micro-organismos; Utilização do data show; Utilização do atlas de Microbiologia; Discussões e apresentações; Utilização do Retro-Projetor Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem -As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos parasitários. -Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: Postura,comportamento,Habilidades,ética,Conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico. Referência/Bibliografia Básica ÁVILA, F. S .Guia prático para controle de infeção hospitalar. São Paulo, SP: USP-SP, 1990-1991. BOOP, C. e cols. Escherichia, Shiguella and Salmonella In: MURRAY, P.R. Manual of clinical Microbiology. 7. ed. 1999. EDWARDS, P. R.; EWING .W. H. Identification of enterobacteriaceae. 3. ed., São Francisco, EUA: Burgers, 1972. Guia prático para controle de infecção hospitalar. São Paulo, SP. USP –SP , 1990-1991 ISBN 85-8523808-9. JONH, P. H.; MARK, C. Controle de infecção hospitalar. 1. ed., 1996. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 53 JAWETZ, E. D. Microbiologia médica . Tradução de: Review of medical microbiology. 15. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. KONEMAN, E. W. et al. Color atlas and textbook of diagnostic microbiology. 5. ed. Lippincott: Raven Publishers, 1989. PELEZAR, M. J.; CHAN, E.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceito e aplicações. Rio de Janeiro: Makron Books, 1997. p. 1- 20. ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: UNESP, 1994. p. 237. TRABULSI, L. R. et al. Microbiologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. PLANO DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR: ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA CARGA HORÁRIA: 64h Ementa Estudo básico da organização estrutural (anatômica) do corpo humano abrangendo os níveis microscópico e macroscópico, com ênfase no estudo da anatomia macroscópica. Agregado ao estudo da forma, será estudada a fisiologia de cada órgão, sistema e aparelho estudado. Objetivos Geral: - Conhecer a organização estrutural dos vários sistemas e aparelhos que constituem o corpo humano, compreendendo o funcionamento de cada órgão constituinte e estabelecendo correlação entre os conhecimentos de anatomia e os conteúdos das disciplinas profissionalizantes. Específicos: - Identificar os níveis de organização do corpo humano, planos de delimitação, planos de secção, eixos do corpo humano, posição anatômica, normalidade, anomalia e variações anatômicas; -Descrever as estruturas constituintes e a fisiologia dos principais órgãos do sistema esquelético, cardiovascular, linfático, respiratório, digestório, urinário, reprodutor masculino e feminino, endócrino nervoso e sensorial; - Sumarizar as conexões entre os diferentes sistemas estudados; - Desenvolver respeito pelo cadáver humano, enquanto peça chave para o aprendizado. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Níveis de organização do corpo humano, planos de delimitação, planos de secção, eixos do corpo humano, posição anatômica, normalidade, anomalia e variações anatômicas; - Sistema esquelético, com suas junturas ou articulações; - Sistema cardiovascular; - Sistema linfático; - Sistema respiratório; - Sistema digestório; - Sistema urinário; - Sistema reprodutor masculino e feminino; - Sistema endócrino; - Sistema nervoso; - Sistema sensorial. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas expositivas teóricas com exercícios, utilizando o quadro branco e recursos audiovisuais; - Atividades práticas utilizando modelos e cadáveres humanos; - Trabalhos individuais em grupos ou equipes; - Pesquisas na internet e em Bibliotecas; - Problematização de situações práticas ligadas à área para estimular o aprendizado. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 54 Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Avaliação do conteúdo teórico, estudos dirigidos e trabalhos em grupo; -Avaliação prática utilizando cadáveres humanos; - Participação nas aulas e assiduidade. Bibliografia Sugerida: DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 2002. 200p. TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Fundamentos de anatomia e fisiologia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed. 2006. 718p. SPRINGHOUSE CORPORATION. Anatomia e Fisiologia – Série Incrivelmente Fácil. Rio de Janeiro: Guanabara. 2003. 292 p. RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água – Tecnologia Atualizada. São Paulo: Edgard Blucher, 1991. OLIVEIRA, W. E. Técnica de Abastecimento e Tratamento de Água. CETESB, São Paulo, 1976. SEWELL, G. H. Administração e Controle da Qualidade Ambiental. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária LTDA., 1978. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 55 Planos de Ensino Módulo II Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Técnicas de Coleta de Amostras Biológicas CARGA HORÁRIA: 20 Ementa Conceitos básicos sobre coleta de amostras biológicas. Método de coleta e conservação dos materiais para a realização de análises bioquímicas, biológicas, microbiológicas, micológicas, hematológicas, citológicas, parasitológicas, imunológicas e toxicológicas. Objetivos Geral : Esta disciplina visa desenvolver a visão de que o técnico em análises clínicas é um profissional com responsabilidades no atendimento e coleta de amostras do paciente, necessitando participar de todas as ações dentro do laboratório, englobando desde a atenção e atendimento ao paciente com destaque no acompanhamento de todo o processo de coleta e conservação do material biológico. Desenvolverá as habilidades necessárias à execução práticade várias coletas biológicas e das etapas de vários e diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e confirmação) bem como a capacidade de relacionar informações dos exames de acordo com sua maneira de coletar enas tomada de decisões. Específicos - Habilitar a realizar a coleta de todos os exames solicitados pela clínica médica; - Desenvolver uma visão minuciosa quanto ao aspecto do material colhido e/ou recebido, possibilitando demonstrar tanto para o paciente quanto para os funcionários, o seu domínio referente a todas a ações que norteiam as boas práticas de um laboratório de análises clínicas. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Técnica de Coleta de amostra biológica: -Teste pré-analítico - medicação/pedido de exame; - Identificação do paciente- Protocolo do paciente; - Preparo do paciente para coleta de amostras sangüíneas com relação a atividades físicas, jejum, tabagismo, uso de drogas e atributos físicos; - Procedimento Operacional Padrão para coleta de sangue; - Uso de torniquete; - Punção venosa com seringa; - Punção venosa com tubo a vácuo; - Anticoagulantes e conservadores para sangue; - Coagulograma, - Teste do pezinho; - Punção arterial; - Hemólise. - Manipulação da amostra de sangue; a) Sangue Total; b) Soro;c) Plasma; d) Centrifugação; e) Separação e Preservação. - Coleta de urina; a) Coleta de urina para EAS; b) Coleta de urina para teste de gravidez; c) Coleta de urina para cultura; d) Coleta de urina com prazo marcado (24) horas; e) Conservadores de urina; - Coleta de fezes; a) Coleta de fezes para pesquisa de sangue oculto; b). Coleta de fezes para coprocultura; c). Coleta de fezes com 3 amostras em líquido conservante; d)Coleta de fezes para pesquisa de rotavírus; -Coleta de saliva; - Coleta de líquido seminal. -Coleta de escarro / Precauções no preparo do esfregaço; Coleta de linfa para pesquisa de Hanseníase; _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 56 Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) 1- Aulas Práticas expositivas de Técnicas de coletas de amostras biológicas. 2- Utilização do data show 3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários 4- Discussões e apresentações 5- Utilização do Retroprojetor Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas, apresentações e relatórios dos métodos de diagnóstico em líquidos corporais. Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Recomendada: BURTIS, Carl A. ; ASWOOD, Edward R. Tietz. Fundamentos de Química Clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 1998. NAOUM, Paulo César; NAOUM, Flavio Augusto. Hematologia Laboratorial – Eritrócitos. 1. ed. São José do Rio Preto: SP. Academia de Ciência e Tecnologia.2005. LARGURA, Álvaro. Manual de exames 2005. Cascavel:PR. www.alvaro.com.br .2005. CIRIADES, Pierre G. J. Patologia Clínica – Manual de Exames. 9. ed. São Paulo:SP. PARDINI, Hermes. Manual de Exames 2004/2005. Belo Horizonte: MG.www.hermespardini.com.br. FLEURY, Instituto. Manual de Exames. São Paulo:SP. www.institutofleury.org.br. www.rhesus.com . Rhesus Medicina Auxiliar, 2002. UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04. PLANO DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR: Microbiologia II CARGA HORÁRIA: 40 horas EMENTA Conceitos básicos sobre a Microbiologia, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos dos microorganismos; habitat nos hospedeiros os métodos de diagnósticos. Interpretação e correlação dos aspectos fisiopatogênicos e do diagnóstico laboratorial das principais doenças humanas. Estudo diagnóstico clínicolaboratorial das principais doenças microbianas do homem. Objetivos gerais Possibilitar ao aluno alcançar o perfil final, segundo a proposta pedagógica do curso para a disciplina de Microbiologia, contemplando as seguintes habilidades e competências: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente. Objetivos específicos Realizar todas as práticas relativas à isolamento de bactérias e fungos, assim como identificação bacteriana e fúngica, conhecimento das principais técnicas microbiológicas, meios de transporte, alças calibradas, swabs de coleta. Interpretar os resultados das culturas, buscando correlacionar o resultado obtido com algumas síndromes clínicas (doenças, infecções). Demonstrar métodos de controle: qualidade de meios de cultura, microscópio, autoclave, estufas, etc. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO(O que se pretende ensinar?) _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 57 Diagnóstico Laboratorial das Micoses Estrutura e morfologia microscópica de fungo Coleta ,Transporte e Armazenamento de amostras micológicas. Exame direto: a fresco e com KOH a 20%. Cultura: A-Meios de cultura,B –Inoculação C-Incubação dos cultivos e D-Coloração com Lactofeno Azul Algodão). Microcultivo Representação Macroscópica do Fungo-Colônia Provas Biológicas,Nutricionais e Bioquímicas Identificação Fúngica Avaliação teórico/prática Hemocultura Coprocultura Urocultura Antibiograma METODOLOGIA DE ENSINO (Como se pretende ensinar?) 12345- Aulas Práticas expositivas dos micro-organismos Utilização do data show Utilização do atlas de Microbiologia Discussões e apresentações Utilização do Retroprojetor AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM -As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos parasitários. -Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: Postura,comportamento,Habilidades,ética,Conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Sugerida: ÁVILA, F. S .Guia prático para controle de infeção hospitalar. São Paulo, SP: USP-SP, 1990-1991. BOOP, C. e cols. Escherichia, Shiguella and Salmonella In: MURRAY, P.R. Manual of clinical Microbiology. 7. ed. 1999. EDWARDS, P. R.; EWING .W. H. Identification of enterobacteriaceae. 3. ed., São Francisco, EUA: Burgers, 1972. Guia prático para controle de infecção hospitalar. São Paulo, SP. USP –SP , 1990-1991 ISBN 85-85238-08-9. JONH, P. H.; MARK, C. Controle de infecção hospitalar. 1. ed., 1996. JAWETZ, E. D. Microbiologia médica . Tradução de: Review of medical microbiology. 15. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. KONEMAN, E. W. et al. Color atlas and textbook of diagnostic microbiology. 5. ed. Lippincott: Raven Publishers, 1989. PELEZAR, M. J.; CHAN, E.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceito e aplicações. Rio de Janeiro: Makron Books, 1997. p. 1- 20. ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: UNESP, 1994. p. 237. TRABULSI, L. R. et al. Microbiologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica I CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Medida da luz dispersa, Carboidratos, Diabete Mellitus, Proteínas, Marcadores Tumorais, Enzimologia Clínica, Provas de Função Hepática, Icterícias, Provas de Função Renal, Lipídeos, Lipoproteínas e Dislipemias, Equilíbrio ÁcidoBásico, Marcadores Ósseos, Marcadores Cardíacos, Urianálise. Objetivos _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 58 O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a avaliar um estado patológico, através da medição do grau de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais; identificando dosagens químicas específicas utilizadas no curso da evolução de patologias, eficazes para o seu diagnóstico e monitoramento. Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) Conceituação e objetivos da bioquímica clínica; Princípios gerais de técnicas para doseamento de uma substância; Fotometria e Leis da Fotometria; Metabolismo e Diagnóstico Bioquímico de alterações em Carboidratos; Hormônios do metabolismo glicídico; Marcadores auto-imunes; Proteínas; Vitaminas; Enzimas e cofatores enzimáticos; Proteínas de fase aguda; Marcadores tumorais; Provas de função dos órgãos e sistemas fisiológicos. Generalidades sobre o equilíbrio ácido-básico (Ionograma). Aulas Práticas: Princípios Técnicos de laboratório e dosagens. Espectrofotometria. Dosagens sanguíneas. Instalação, uso e conservação de equipamentos do setor de Bioquímica. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos. Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas práticas e data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores. Bibliografia Recomendada BAYNES, J. & DOMINICZAK, M. K. Bioquímica médica. 1 ed. São Paulo. Editora Manole. 2OOO. BAVER, J. D. Clinical laboratory methods. 9 ed. Mosby: St Louis, 1982, 244-247p. CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3 ed. Editora Artes Médicas Sul: Porto Alegre, 2000. CHAMPE, P. C. & HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada. 2 ed. Editora Artes Médicas: Porto Alegre, 1996. HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B. Sounders company: Philadelphia, 1996. HENRY, Richard J.; CANNON, Donald C. & WINKELMAN, J. W. Química Clinica. Princípios y técnicas. 2 ed. Editorial Jims: Barcelona, 1982. KAPLAN, Alex; JACK, Rhona; OPHEIM, Kente; TIOVOLA, Bert & LYON, Andrew W. Clinical Chemistry. Interpretation and techniques, 4 ed. Williams & Wilkins: Baltimore, 1995. KAPLAN, Laurence A. & PESCE, Amadeo. J. Clinical Chemistry. Theory, analysis, correlation. 3 ed. Mosby: St. Louis, 1996. LOPEZ, R. & ADOLFH, L. Diagnóstico enzimático das doenças do coração, fígado e pâncreas. Editora Atheneu: São Paulo. 1981. MARSHALL, William J. & BANGERT, Stephen K. Clinical biochemistry. Metabolic and clinical aspects. Churchill Livingstone: New York. 1995. MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990. MONTEGOMERY, Rex; CONWAY, Thomas W. & SPECTOR, Arthur. A. Bioquímica. Uma abordagem dirigida por casos. 5 ed. Editorial Artes Médicas Ltda. 1994. TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia, 1995. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Parasitologia II CARGA HORÁRIA: 40 Ementa Conceitos básicos sobre a biologia do PARASITO, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos do parasito; habitat nos hospedeiros vertebrados e invertebrado, ciclo evolutivo (biológico) e mecanismos de transmissão; relação parasito-hospedeiro e sua associação com a doença humana (patogenia e sintomatologia), os métodos de diagnósticos, a epidemiologia (distribuição, prevalência e fatores ambientais), as medidas profiláticas e de controle, assim como seus principais vetores. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 59 Objetivos Geral: Capacitar os alunos, ao executarem técnicas comuns de diagnóstico em Parasitologia Médica, fornecendo-lhes subsídios para conhecerem a sensibilidade e especiosidade deste método laboratorial rotineiramente empregados na prática. Específicos; Oferecer uma visão geral sobre Parasitologia humana; Desenvolver o espírito crítico-científico; Definir a terminologia geral usada em Parasitologia; Conhecer a distribuição geográfica geral e a incidência relativa de cada parasita de importância médica; Efetuar a identificação genérica de infecções parasitárias; Conhecer e identificar vetores e hospedeiros envolvidos na transmissão de doenças parasitárias; Identificar e desenvolver métodos potencialmente promissores de diagnóstico e controle epidemiológicos do parasitismo e ter conscientização dos problemas das zoonoses no Brasil. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) 1) Metologia de Kato-Kats, metodologia quantitativa de ovos de helmintos 2) Metologia de Faust, método de diagnóstico através de flutuação no sulfato de zinco a 33% e densidade de 1.180. 3) Metodologia de Baermann moraes( método para diagnósticar presença de larvas de helmintos entre outras demais técnicas. 4) Método para pesquisar sangue oculto nas fezes (exames bioquímicos). Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) 1- Aulas Práticas expositivas das enteroparasitoses 2- Utilização do data show 3- Utilização do atlas de enteroparasitoses 4- Discussões e apresentações 5- Utilização do Retroprojetor Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos parasitários. -Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Sugerida CIMERMAN, cimerman e . Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2002. Brener Z, Andrade Z. Trypanosoma cruzy e Doença de Chagas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1979. Ferreira, W. A., Ávila,S. L. M. – Diagnóstico Laboratorial. 2ª edição. Rio de Janeiro, Editora Koogan, 2001. Mahmoud AAF. Schistosomiasis. In: Cecil Textbook of Medicine. 18 ed. WB. Saunders Company; 1988. Neves PD, Melo AL, Linardi PM. Parasitologia humana. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1995. Neves, D. P. – Parasitologia Dinâmica. 11ª edição. São Paulo, Editora Atheneu, 2003. Ravel, R. – Laboratório Clínico, Aplicações Clínicas dos Dados Laboratoriais. 6ª edição. Rio de Janeiro, Editora Koogan, 1997. REY, L. – Bases da Parasitologia. 2a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2002 [380 páginas]. REY, L. – Parasitologia. 3a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2001 [856 páginas]. Schechter M, Marangoni DV. Doenças infecciosas e conduta diagnóstica e terapêutica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1998. Veronesi R, Focaccia R. Tratado de infectologia. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1997. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 60 Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Química Geral e Preparo de Soluções CARGA HORÁRIA: 40 h Ementa A disciplina abordará as noções básicas de segurança no laboratório, apresentando equipamentos, substâncias químicas e vidrarias a serem utilizados durante a execução dos experimentos propostos. Aplicação de conceitos fundamentais de química em experimentos representativos, através das reações químicas, como também o preparo e padronização de soluções, observando os tipos de soluções, seus componentes e diluição. Objetivos Geral; Fomentar a vivência do estudante junto ao ambiente laboratorial e promover o conhecimento prático envolvendo diferentes conceitos fundamentais da química. Específicos; Familiarizar os alunos as práticas e rotinas das atividades desenvolvidas no laboratório, aplicando as normas de segurança laboratorial; Reconhecer e utilizar as principais substâncias químicas utilizadas na rotina laboratorial, bem como os equipamentos básicos de laboratório e vidrarias; Identificar e realizar reações químicas básicas; Preparar e padronizar soluções; Observar e caracterizar soluções e seus componentes; Executar diluições; Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Segurança no laboratório; principais precauções a serem tomadas em um laboratório químico; - Seleção e manuseio de reagentes e produtos químicos; - Equipamentos básicos de laboratório e vidrarias; - Densidade de sólidos e líquidos; - Reações químicas; - Soluções; Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas discursivas e dialogadas partindo do conhecimento prévio do aluno. Serão utilizados recursos audiovisuais para melhor ilustrar o conteúdo exposto; - Exercícios teórico-práticos com o intuito de estimular a discussão dos assuntos estudados entre os alunos. - Aulas práticas no laboratório integrando o conteúdo teórico. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Avaliação do conteúdo teórico, questões discursivas e objetivas e relatório de aula prática; - Participação durante as aulas (debates e questionamentos) bem como assiduidade. Bibliografia Sugerida: MAIA, DALTAMIR JUSTINO; BIANCHI, J. C. DE A. Química Geral: Fundamentos. 1ª Edição. Editora PEARSON (LIVROS UNIVERSITARIOS), 2007. Neves, V.J.M. Como preparar soluções químicas em laboratório. Editora Tecmedd, 2004. TRINDADE, Diamantino F.; BANUTH, Gilda S. L. Química Básica Experimental. 4. ed. São Paulo/SP: Editora Ícone, 2010. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 61 Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Educação em Saúde CARGA HORÁRIA: 60 h Ementa Esta disciplina visa fornecer subsídios para que os estudantes possam promover atividades educativas para o auto-cuidado com a saúde, obtendo elementos para um educação em saúde individual e coletiva. Além disto, objetiva a compreesão do funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Objetivos Geral: Propiciar ao aluno a capacidade de conhecer como funciona o SUS e conhecer as medidas de higiene pessoal e coletiva, agregando a este conhecimento tópicos de educação ambiental. Específicos: - Conhecer a história do SUS; - Compreender e vivenciar a saúde comunitária; - Identificar medidas de higiene individual e coletiva (conceito de higiene, objetivos, histórico; higiene individual; higiene mental; higiene sexual; higiene da alimentação; vigilância sanitária, higiene e segurança do trabalho); - Debater temas relacionados à educação ambiental. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - História do SUS - Saúde comunitária - Medidas de higiene individual e coletiva (conceito de higiene, objetivos, histórico; higiene individual; higiene mental; higiene sexual; higiene da alimentação; vigilância sanitária, higiene e segurança do trabalho) - Educação ambiental. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas dialogadas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual, confecção de relatórios de observação, seminários em equipes, visitas domiciliares em comunidades da grande João Pessoa e atividades extra-classe na ETA (Estação de Tratamento de Água), ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) e Aterro Sanitário. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Bibliografia Sugerida: BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. O trabalho do agente comunitário de saúde. Programa de agentes comunitários de saúde. Brasília: 1994 BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental e SUS. Os centros de atenção psicossocial. Brasília, 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. Reforma Psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Reforma Psiquiátrica e política de Saúde Mental no Brasil BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1988. CECCIM, Ricardo Burg. Saúde e doença: uma reflexão para a educação da saúde. In: MEYER, Dagmar E. Estermann (Org.). Saúde e sexualidade na escola. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 2006. p. 37-50. REDE DE EDUCAÇÃO POPULAR E SAÚDE. Carta: a Educação Popular em saúde e o governo popular e democrático do Partido dos Trabalhadores. Nós da Rede - Boletim da Rede de Educação Popular e Saúde. Recife, n. 3, p. 6-8, 2003. VASCONCELOS, E. M. Educação popular, um jeito especial de conduzir o processo educativo no setor saúde. [S.1:s.n.], 2003. VASCONCELOS, E. M. Educação Popular nos serviços de saúde. São Paulo: Hucitec, 1997. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 62 VASCONCELOS, E. M. Redefinindo as práticas de saúde a partir de experiências de Educação popular nos serviços de saúde.Interface: comunicação, saúde, educação, [S.l.], v. 8, p. 121-126, 2001. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR : Biologia Celular CARGA HORÁRIA: 40 Ementa A disciplina abordará a importância da relação entre as características estruturais, moleculares e funcionais das células procariontes e eucariontes, envolvendo a utilização do microscópio óptico comum em aulas práticas de biologia celular. Apresentará conceitos básicos sobre o dinamismo das estruturas celulares, através do estudo das propriedades da membrana plasmática, estrutura e função das organelas celulares, as características do núcleo e seus processos de divisão celular, bem como as aplicações da biologia celular na área da saúde, suas contribuições e avanços. Objetivos Geral: - Compreender as características moleculares básicas e propriedades dos diferentes tipos celulares. Específicos: - Caracterizar a célula em seus aspectos moleculares, estruturais e funcionais em procariotos e eucariotos, para o entendimento desta como unidade geradora das respostas biológicas do organismo; - Descrever os componentes mecânicos e ópticos do microscópio óptico comum, desenvolver habilidade no manuseio e realizar prática de focalização; - Identificar as estruturas dos componentes da membrana plasmática; - Diferenciar os tipos de transportes através da membrana; - Distinguir as organelas celulares e suas respectivas funções; - Descrever sobre a estrutura do núcleo celular e os processos básicos de divisão celular, destacando a importância e cada processo; - Identificar as principais formas de utilização dos conhecimentos de biologia celular na área da saúde, no seu estado atual e perspectivas futuras. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Organização geral: procariontes e eucariontes; - Métodos de estudo da célula, a utilização do Microscópio Óptico Comum; - Biomembranas; estrutura, permeabilidade e transporte celular; - Estrutura e funções das organelas celulares; - Núcleo (DNA e RNA, cromatina, nucleoplasma e envoltório nuclear) e Ciclo celular. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas teóricas expositivas e dialogadas, com discussão de textos e vídeos; trabalhos em grupos na forma de seminários, com a utilização de recursos multimídia (data show), quadro branco e DVDs. - Aulas teóricas – práticas de microscopia óptica comum, integrando a biologia celular, que serão desenvolvidas no laboratório de ensino, onde serão utilizados microscópios e laminários. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação contínua da disciplina, através dos questionamentos, debates, discussões sobre os conteúdos propostos, apresentação de seminários, assiduidade e pontualidade durante as aulas. Avaliação teórica - prática (questões objetivas e dissertativas) - Critérios: Demonstração de domínio de conteúdo, capacidade de sistematização das ideias, habilidades no manuseio do microscópio, focalização e cuidados. Bibliografia Sugerida Bibliografia Básica ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. 2011. Fundamentos da Biologia Celular. 3ª Edição. Editora Artmed. Bibliografia complementar _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 63 COOPER G.M. & HAUSMAN R.E. A Célula: uma abordagem molecular. 3ª ed. Porto Alegre, Artmed, 2007. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9.ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. NORMAN R.I., LODWICK D. Biologia Celular. Rio de Janeiro, Elsevier, 2007. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Hematologia I CARGA HORÁRIA: 40 h Ementa Proporcionar ao aluno, conceitos básicos de Hematologia, conhecer as funções reguladoras da Hematopoese em condições normais e anormais e elucidar os mecanismos que dão base á interpretação de um Eritrograma, Leucograma, e Plaquetograma em condições normais e patológicas. Objetivos Proporcionar ao aluno, conceitos básicos e específicos de hematologia, aplicar, executar e interpretar as técnicas laboratoriais que exploram a hematologia em condições normais e patológicas, tornando o aluno apto ao mercado de trabalho. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Introdução a Hematologia, elementos constituintes do sangue; - Aspectos morfológicos e quantitativos do sangue periférico e Medula Óssea; Hematopoese (Evolução, Proliferação, Diferenciação, Maturação); - Hemoglobina (Estrutura, Metabolismo, Degradação); - Eritropoese (Eritrograma, Índices Hematimétricos); - Hemograma: Série Vermelha – hemácias, hemoglobina, hematócrito, índices hematimétricos; - Análise de Hemograma. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, , trabalho em grupo e individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas). Bibliografia Sugerida LORENZI, T.F. Atlas de Hematologia: Clínica Hematológica Ilustrada. 1.ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. HENRY, J.B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais, 18. ed., São Paulo, Ed. Manole, 1995.1678p. OLIVEIRA, R.A.G. Hemograma: Como Fazer e Interpretar. 1.ed., São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2007. RAPAPORT, S. Introdução a Hematologia. 2.ed., São Paulo: ROCCA 1990.450p. VALLADA, E.P., Manual de Técnicas Hematológicas. 1.ed., Rio de Janeiro: Atheneu, 1997.423p. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR : Urinálise I CARGA HORÁRIA: 40 horas Ementa Conceitos básicos sobre a biologia das doenças renais, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos dos rins e dos órgãos onde existem líquidos cavitários; Estudo da composição bioquímica e celular da urina. Análise clínica e laboratorial das características gerais e dos elementos anormais do sedimento urinário e de líquidos corporais e citologia esfoliativa. Objetivos _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 64 Objetivos gerais: A disciplina de Urianálise e Líquidos cavitários oferecerá ao aluno o conteúdo referente ao diagnóstico clínico-laboratorial das principais doenças infecciosas, congênitas, metabólicas na população humana, em especial aquelas que comprometem a saúde pública no Brasil. Desenvolverá as habilidades necessárias à execução prática das etapas de vários e diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e confirmação) bem como a capacidade de relacionar informações para resolução de casos clínicos e tomada de decisões. Objetivos específicos: Identificar e compreender as alterações de líquidos corporais e/ou funcionamento dos rins, analisar os líquidos cavitários e os diferentes processos patológicos tanto em nível local quanto sistêmico; Analisar os analitos utilizados para diagnóstico clínico-laboratorial das principais patologias humanas; Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) Coleta e conservação das amostras de urina Revisão da fisiologia renal Exame físico na urinálise Exame químico em urinálise: Glicose, Corpos cetônicos, Bilirrubina, Urobilinogênio, Hemoglobina, Proteínas, Ácido ascórbico, Nitrito, pH. Interferentes no exame químico; Realização da rotina laboratorial. Cuidados no manuseio da tira reativa. Diferenciar Hemoglobinúria, Hematúria e Mioglobinúria. Sedimentoscopia. Descreva a formação dos cilindros nos túbulos renais; Origem das células encontradas na urina. Componentes microscópicos do sedimento urinário. Contagem na câmara de Neubauer Cristais de urina ácida, neutra e alcalina, e os cristais considerados anormais no sedimento urinário Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) 1- Aulas Práticas expositivas dos líquidos cavitários e da urina. 2- Utilização do data show 3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários 4- Discussões e apresentações 5- Utilização do Retro-Projector Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem -As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos de diagnóstico em líquidos corporais. -Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como: Postura,comportamento,Habilidades,Ética,Conteúdo e Interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Sugerida UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04. SEGREDOS EM UROLOGIA. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. CECIL, Godman. Tratado de Medicina Interna. 21 ed. Guanabara Koogan, 2001. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Citologia e Líquidos Cavitários CARGA HORÁRIA: 40 horas Ementa Conceitos básicos sobre a biologia das doenças renais, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos dos rins e dos órgãos onde existem líquidos cavitários; Estudo da composição bioquímica e celular da urina. Análise clínica e laboratorial das características gerais e dos elementos anormais do sedimento urinário e de líquidos corporais e citologia esfoliativa. Objetivos _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 65 Objetivos gerais: A disciplina de Líquidos cavitários e Citologia oncológica oferecerá ao aluno o conteúdo referente ao diagnóstico clínico-laboratorial das principais doenças infecciosas, congênitas, metabólicas na população humana, em especial aquelas que comprometem a saúde pública no Brasil, assim como diagnóstico de câncer de colo uterino. Desenvolverá as habilidades necessárias à execução prática das etapas de vários e diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e confirmação) bem como a capacidade de relacionar informações para resolução de casos clínicos e tomada de decisões. Objetivos específicos: Identificar e compreender as alterações de líquidos corporais e/ou funcionamento dos líquidos, analisar os líquidos cavitários e os diferentes processos patológicos tanto em nível local quanto sistêmico; Analisar os analitos utilizados para diagnóstico clínico-laboratorial das principais patologias humanas; Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) Diagnóstico nos líquidos cavitários: - Líquor; - Líquido pleural; - Líquido sinovial; - Líquido pericárdico; - Líquidos cavitários em geral. Diagnóstico na Citologia oncológica: - Diagnóstico de diversos tipos de câncer; - Diversas colorações; - Citologia de líquidos cavitários em geral. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) 1- Aulas Práticas expositivas dos líquidos cavitários e da urina. 2- Utilização do data show 3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários 4- Discussões e apresentações 5- Utilização do Retroprojetor Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem -As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos de diagnóstico em líquidos corporais. -Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Recomendada UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04. CECIL, Godman. Tratado de Medicina Interna. 21 ed. Guanabara Koogan, 2001. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 66 Planos de Ensino Módulo III Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Hematologia II CARGA HORÁRIA: 40 h Ementa Proporcionar ao aluno, conceitos específicos em hematologia, classificação e estudo das Anemias (Carenciais, Hemoglobinopatias, Enzimopatias, Membranopatias). Classificação e estudo das Leucemias e Linfomas. Mielograma. Hemostasia e Coagulação. Diagnóstico Hematológico Diferencial. Objetivos Proporcionar ao aluno, conhecimentos específicos de hematologia, aplicar, executar e interpretar as técnicas laboratoriais que exploram a hematologia em condições normais e patológicas, e fatores de interferências nos resultados dos mesmos, tornando o aluno apto ao mercado de trabalho. Conteúdo Programático - Anemia Falciforme,Traço Falciforme; - Anemias Hemolíticas; - Coleta Sanguínea; - Esfregaço, Coloração de lâminas; - Trombopoese (Produção, Estrutura, Metabolismo); - Hemostasia e Coagulação Sanguínea; - Leucopoese / Aspectos Morfológicos dos Leucócitos; - Leucopoese / Propriedades e Funções dos Leucócitos; - Leucemias; - Leucopoese; - Linfomas de Hodgkin e não Hodgkin; - Linfoma de Burkitt; - Mononucleose Infecciosa; - LES (Lúpus Eritematoso Sistêmico); - Diagnóstico Hematológico; - Fatores e Condições que podem interferir no Hemograma. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas expositivas com material áudio visual de apoio. Seminários. Estudo dirigido de casos clínicos. Aulas Práticas com discussão e interpretação de resultados. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas). Bibliografia Sugerida LORENZI, T.F. Atlas de Hematologia: Clínica Hematológica Ilustrada. 1.ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. HENRY, J.B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais, 18. ed., São Paulo, Ed. Manole, 1995.1678p. OLIVEIRA, R.A.G. Hemograma: Como Fazer e Interpretar. 1.ed., São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2007. RAPAPORT, S. Introdução a Hematologia. 2.ed., São Paulo: ROCCA 1990.450p. VALLADA, E.P., Manual de Técnicas Hematológicas. 1.ed., Rio de Janeiro: Atheneu, 1997.423p. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica II CARGA HORÁRIA: 40h Ementa _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 67 Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Medida da luz dispersa, Carboidratos, Diabete Mellitus, Proteínas, Marcadores Tumorais, Enzimologia Clínica, Provas de Função Hepática, Icterícias, Provas de Função Renal, Lipídeos, Lipoproteínas e Dislipemias, Equilíbrio ÁcidoBásico, Marcadores Ósseos, Marcadores Cardíacos, Urianálise. Objetivos O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a avaliar um estado patológico, através da medição do grau de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais; identificando dosagens químicas específicas utilizadas no curso da evolução de patologias, eficazes para o seu diagnóstico e monitoramento. Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) Enzimas e Diagnóstico de hepatopatias, pancreopatias, neoplasias; Perfil enzimático (quociente enzimático); Marcadores ósseos; Metabolismo e Alterações em Lipídeos e Lipoproteínas; Perfil lipídico; Marcadores Cardíacos, Urinálise. Aulas Práticas: Dosagens sanguíneas. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos. Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas práticas e data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores. Bibliografia Sugerida BAYNES, J. & DOMINICZAK, M. K. Bioquímica médica. 1 ed. São Paulo. Editora Manole. 2OOO. BAVER, J. D. Clinical laboratory methods. 9 ed. Mosby: St Louis, 1982, 244-247p. CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3 ed. Editora Artes Médicas Sul: Porto Alegre, 2000. CHAMPE, P. C. & HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada. 2 ed. Editora Artes Médicas: Porto Alegre, 1996. HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B. Sounders company: Philadelphia, 1996. HENRY, Richard J.; CANNON, Donald C. & WINKELMAN, J. W. Química Clinica. Princípios y técnicas. 2 ed. Editorial Jims: Barcelona, 1982. KAPLAN, Alex; JACK, Rhona; OPHEIM, Kente; TIOVOLA, Bert & LYON, Andrew W. Clinical Chemistry. Interpretation and techniques, 4 ed. Williams & Wilkins: Baltimore, 1995. KAPLAN, Laurence A. & PESCE, Amadeo. J. Clinical Chemistry. Theory, analysis, correlation. 3 ed. Mosby: St. Louis, 1996. LOPEZ, R. & ADOLFH, L. Diagnóstico enzimático das doenças do coração, fígado e pâncreas. Editora Atheneu: São Paulo. 1981. MARSHALL, William J. & BANGERT, Stephen K. Clinical biochemistry. Metabolic and clinical aspects. Churchill Livingstone: New York. 1995. MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990. MONTEGOMERY, Rex; CONWAY, Thomas W. & SPECTOR, Arthur. A. Bioquímica. Uma abordagem dirigida por casos. 5 ed. Editorial Artes Médicas Ltda. 1994. TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia, 1995. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR : Urinálise II CARGA HORÁRIA: 40 horas Ementa Conceitos básicos sobre a biologia das doenças renais, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos dos rins e dos órgãos onde existem líquidos cavitários; Estudo da composição bioquímica e celular da urina. Análise clínica e laboratorial das características gerais e dos elementos anormais do sedimento urinário e de líquidos corporais e citologia esfoliativa. Objetivos _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 68 Objetivos gerais: A disciplina de Urianálise e Líquidos cavitários oferecerá ao aluno o conteúdo referente ao diagnóstico clínico-laboratorial das principais doenças infecciosas, congênitas, metabólicas na população humana, em especial aquelas que comprometem a saúde pública no Brasil. Desenvolverá as habilidades necessárias à execução prática das etapas de vários e diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e confirmação) bem como a capacidade de relacionar informações para resolução de casos clínicos e tomada de decisões. Objetivos específicos: Identificar e compreender as alterações de líquidos corporais e/ou funcionamento dos rins, analisar os líquidos cavitários e os diferentes processos patológicos tanto em nível local quanto sistêmico; Analisar os analitos utilizados para diagnóstico clínico-laboratorial das principais patologias humanas; Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) Parasitas urinários. Síndromes renais e infecção do trato urinário Realização da rotina laboratorial Laudos e identificação de urinas indicativas de ITU. Síndrome nefrótica; Glomerulonefrite; Cistite; Pielonefrite. Realização da técnica de Proteinúria de 24 horas. Proteína de Bence Jones: identificação da proteinúria de Bence Jones. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) 1- Aulas Práticas expositivas dos líquidos cavitários e da urina. 2- Utilização do data show 3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários 4- Discussões e apresentações 5- Utilização do Retro-Projetor Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem -As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos de diagnóstico em líquidos corporais. -Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como: Postura,comportamento,Habilidades,Ética,Conteúdo e Interesse do aluno no aprendizado específico. Bibliografia Sugerida UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04. SEGREDOS EM UROLOGIA. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. CECIL, Godman. Tratado de Medicina Interna. 21 ed. Guanabara Koogan, 2001. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR : Biologia Molecular I CARGA HORÁRIA: 40 horas Ementa Conhecer a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos, compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais. Objetivos _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 69 O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a Conhecer a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos, compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais. Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) Conceituação e objetivos da biologia molecular; Histórico do material genético; natureza química e estrutural do material genético; dinâmica de atividade do dna; dinâmica de atividade do rna; metilação em ribose; duplicação do dna e o conceito de cópias; genes e organização genômica; mecanismos de transcrição gênica e síntese protéica Instalação, uso e conservação de equipamentos do setor de Bioquímica. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos. Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas práticas e data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores. Bibliografia Sugerida ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; RAFF, Martin; ROBERTS, Keith; WALTER, Peter. Molecular Biology of the Cell. 5 ed. Garland Science, 2007. HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B. Sounders company: Philadelphia, 1996. MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990. MURPHY, Kenneth.P. Methods in Molecular Biology. 1ª ed. Humana Press, 2001. TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia, 1995. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR : Hormoniologia I CARGA HORÁRIA: 32 horas Ementa Esta disciplina a visa estudar as substâncias químicas específicas fabricadas pelo sistema endócrino ou por neurônios altamente especializados, com suas respectivas funções, além do conhecimento das técnicas para a realização das dosagens realizadas em laboratório. Objetivos Objetivos gerais - Compreender a fisiologia hormonal e as técnicas para as dosagens hormonais. Objetivos específicos - Conhecer os Procedimentos para dosagens hormonais; - Realizar provas hormonais. Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) - Glândula pineal. Hipófise, Tiroide, Timo, Glândula suprarrenal, Pâncreas, Ovários, Testículos. -Ritmos hormonais; - Procedimentos em dosagens hormonais; - Provas funcionais endócrinas; Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 70 - Aulas expositivas teóricas com exercícios, utilizando o quadro branco e recursos audiovisuais; - Atividades práticas em laboratório; - Trabalhos individuais em grupos ou equipes; - Pesquisas na internet e em Bibliotecas; - Problematização de situações práticas ligadas à área para estimular o aprendizado. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação do conteúdo teórico, estudos dirigidos e trabalhos em grupo; -Avaliação prática em laboratório; - Participação nas aulas e assiduidade. Bibliografia Sugerida DEVLIN, T. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas, 5º ed. Edgard Blucher Ltda, Vol 1,2002. FAGUNDE, S. R.; MACHADO, S. H. Manual de Exames Laboratoriais na Prática do Nutricionista, Ed. Roca, 2011. GUYTON, A. Tratado de Fisiologia Médica. WALLACH, J. Interpretação de Exames Laboratoriais, 8º Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2009. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Imunologia I CARGA HORÁRIA: 40h Ementa Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Preparo de reagentes e amostras biológicas para Interação Antígeno – Anticorpo, Sorologia, Reações de precipitação, aglutinação, fixação do complemento, ensaios enzimáticos ELISA, microscopia de luz comum, contagem de células e taxa de viabilidade celular. Ensaios de biocompatibilidade. Objetivos A disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a avaliar um estado patológico, através da medição do grau de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais; capacitando o aluno na execução de ensaios de imunodiagnóstico, necessários para o diagnóstico e monitoramento de doenças em humanos e outros animais. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) Aulas Teóricas e Práticas: Introdução ao estudo da imunologia, Células e tecidos do Sistema Imunológico, Antígenos e Imunógenos, Anticorpos/Imunoglobulinas, Vacinas, Sistema Complemento, Resposta Inflamatória, Imunohematologia e Tipagem sanguínea: Grupos Sanguíneos. Princípios Técnicos de laboratório e dosagens. Espectrofotometria e Microscopia de Luz. Dosagens sanguíneas. Instalação, Uso e Conservação de equipamentos básicos do setor de Imunologia. Preparo e uso de soluções reagentes, corantes e tampões utilizados nas reações sorológicas. Identificação das amostras biológicas utilizados em reações sorológicas, imunohematológicas e outras. Realização das técnicas e constituição de protocolo operacional padrão usados na rotina do setor de imunologia (ELISA, ELISPOT, RIFI, hemaglutinação, entre outras). Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos. Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas práticas e data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores. Bibliografia Sugerida BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 14. ed. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1970. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 71 BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 22. Ed. São Paulo: Melhoramentos, 1982. ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogn, 2011. ROITT, Ivan M. Fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Human Molecular Genetics. 4. ed. New York: Garland Science, 2011. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Histologia e Processamento de Tecidos I CARGA HORÁRIA: 44 h Ementa Esta disciplina visa a apresentar as características morfo-fisiológicas dos principais tecidos animais e a realizar a manipulação e processamento destes tecidos para a confecção de preparados histológicos permanentes. Objetivos Geral: - Propiciar ao aluno a capacidade de identificar morfologicamente os diversos tipos de tecidos biológicos e utilizar adequadamente as normas técnicas de processamento de amostras biológicas destes tecidos. Específicos: - Distinguir os tecidos biológicos encontrados nas amostras submetidas para processamento e observação microscópica, tais como tecido epitelial, tecido conjuntivo propriamente dito, tecido cartilaginoso, tecido ósseo, tecido sangüíneo, tecido adiposo; - Aplicar as boas práticas de exames laboratoriais; - Utilizar corretamente equipamentos de observação microscópica; - Utilizar adequadamente substâncias conservantes; - Identificar frascos de amostras coletadas; - Aplicar os preceitos éticos durante a realização das atividades laboratoriais; - Realizar adequadamente o processamento de amostras biológicas para observação ao microscópio óptico; - Usar adequadamente os EPIs. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Tecido epitelial; - Tecido conjuntivo propriamente dito; - Tecido cartilaginoso; - Tecido ósseo; - Tecido sangüíneo; - Tecido adiposo; - Aspectos gerais da coleta e fixação de material biológico; - Clivagem, infiltração e inclusão; - Microtomia; - Coloração de rotina (Hematoxilina-Eosina); Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. - Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas). Bibliografia Sugerida ª JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, L. Histologia Básica. 8 ed. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro –RJ. 1999. ª SOBOTTA. Histologia. Atlas colorido de Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica Humana. 5 ed. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1999. DI FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1991. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 72 a MICHALANY, J. Técnica Histológica em Anatomia Patológica. Gráfica – editora Michalany S/A. 2 . ed. São Paulo-SP. 1990. JUNQUEIRA, L.C. Técnicas básicas de citologia e histologia. Santos: São Paulo, 1983. 123p. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 73 Planos de Ensino do Módulo IV Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Histologia e Processamento de Tecidos II CARGA HORÁRIA: 44 h Ementa Esta disciplina visa a apresentar as características morfo-fisiológicas dos principais tecidos animais e a realizar a manipulação e processamento destes tecidos para a confecção de preparados histológicos permanentes. Objetivos Geral: - Propiciar ao aluno a capacidade de identificar morfologicamente os diversos tipos de tecidos biológicos e utilizar adequadamente as normas técnicas de processamento de amostras biológicas destes tecidos. Específicos: - Distinguir os tecidos biológicos encontrados nas amostras submetidas para processamento e observação microscópica, tais como o tecido muscular e tecido nervoso; - Aplicar as boas práticas de exames laboratoriais; - Utilizar corretamente equipamentos de observação microscópica; - Utilizar adequadamente substâncias conservantes; - Identificar frascos de amostras coletadas; - Aplicar os preceitos éticos durante a realização das atividades laboratoriais; - Realizar adequadamente o processamento de amostras biológicas para observação ao microscópio óptico; - Usar adequadamente os EPIs. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Tecido muscular; - Tecido nervoso; - Aspectos gerais da coleta e fixação de material biológico; - Clivagem, infiltração e inclusão; - Microtomia; - Coloração de rotina (Hematoxilina-Eosina); Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos. - Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas). Bibliografia Sugerida ª JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, L. Histologia Básica. 8 ed. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro –RJ. 1999. ª SOBOTTA. Histologia. Atlas colorido de Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica Humana. 5 ed. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1999. DI FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1991. a MICHALANY, J. Técnica Histológica em Anatomia Patológica. Gráfica – editora Michalany S/A. 2 . ed. São Paulo-SP. 1990. JUNQUEIRA, L.C. Técnicas básicas de citologia e histologia. Santos: São Paulo, 1983. 123p. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: CONTROLE DE QUALIDADE LABORATORIAL CARGA HORÁRIA: 40 h Ementa _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 74 Introdução ao controle de qualidade. Sistema da qualidade e gestão da qualidade. Padronização no laboratório clínico. Erros na realização de exames. Controle interno e externo da qualidade. Programas de acreditação ou credenciamento da qualidade. Padrões, calibradores e amostras controle. Objetivos Geral: - Conhecer a política, a filosofia e o sistema de qualidade praticado em laboratório de análises clínicas Específicos: - Contribuir para diagnósticos, prevenção e prognósticos corretos por meio de análises e interpretação de materiais humanos; - Conhecer o sistema de controle de qualidade intralaboratorial e controle interlaboratorial; - Avaliar as condições funcionais dos equipamentos e aparelhos do laboratório. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) - Conhecer os conceitos de garantia de qualidade e qualidade total; - Aplicar regras técnicas básicas para a qualidade, a confiabilidade e a segurança de resultados de exames; - Aplicar os procedimentos e cuidados de um sistema de controle de qualidade intra-laboratorial e conhecer a importância do uso de um mecanismo de controle externo de qualidade (interlaboratorial); - Conhecer as NBRs relacionadas à atividade laboratorial de análises clínicas; - Conhecer as normas ISO relacionadas à atividade; - Identificar os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos de controle de qualidade em laboratórios de análises clínicas; - Aplicar controle de qualidade físico-químico e microbiológico; - Conhecer as noções sobre o funcionamento de equipamentos e aparelhagem básica utilizada nos laboratórios de análises clínicas; - Conhecer as noções sobre calibração e controle das condições funcionais de equipamentos e aparelhos do laboratório; - Identificar as características mecatrônicas de equipamentos de diagnóstico automatizado; - Empregar princípios da qualidade na prestação de serviços de saúde. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas expositivas teóricas com exercícios; - Atividades práticas; - Trabalhos individuais em grupos ou equipes; - Pesquisas na internet e em Bibliotecas; -Desafios de situações práticas ligadas à área para estimular o aprendizado. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Os alunos serão avaliados de forma contínua através dos trabalhos individuais e em grupos ou equipes, realizados semanalmente ou mensalmente em sala de aula, além da avaliação do envolvimento e participação nas atividades propostas nas aulas. Bibliografia Sugerida WESTGARD, J. O. Klee C.G. Quality management em Tietz textbook of clinical chemistry, Burts, Ashwood ER eds, W. B. Saunders Co., Philadelphia, 1994. LEVEY, S., JENNINGS, E. R. The use of control charts in the clinical laboratory. Am. J. Clin. Path., v. 20, p.1059-1966, 1950. PEREIRA, j. V., Bioquímica Clínica. Ed. Universitária/UFPB, 1998. 406p. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Imunologia II CARGA HORÁRIA: 40h Ementa _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 75 Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Fluorescência e leis de Fluorescência, Luminescência e Leis da Luminescência. Reação de hipersensibilidade, Testes cutâneos de leitura tardia e Imunodeficiências. Preparo de reagentes e amostras biológicas para Interação Antígeno – Anticorpo, Sorologia, Reações de precipitação, aglutinação, fixação do complemento, ensaios enzimáticos ELISA e ELISPOT, microscopia de luz comum, microscopia de luz polarizada, microscopia de luz epifluorescência, reações de imunoflorescência direta e indireta, imunohistoquímica, microscopia confocal a laser, microscopia eletrônica de varredura e de transmissão, citometria de fluxo, reações de Western Blotting, Dot blot, reações de Polimerase em cadeia. Objetivos O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a avaliar um estado patológico, através da medição do grau de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais; capacitando o aluno na execução de ensaios de imunodiagnóstico, necessários para o diagnóstico e monitoramento de doenças em humanos e outros animais. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) Aulas Teóricas e Práticas: Princípios Técnicos de laboratório e dosagens. Espectrofotometria e Microscopia de imunofluorescência. Dosagens sanguíneas. Instalação, Uso e Conservação de equipamentos avançados do setor de Imunologia. Preparo e uso de soluções reagentes, corantes e tampões utilizados nas reações sorológicas. Identificação das amostras biológicas utilizados em reações sorológicas, imunohematológicas e outras. Realização das técnicas e constituição de protocolo operacional padrão usados na rotina do setor de imunologia (citometria de fluxo, reações de Western Blotting, Dot blot, reações de Polimerase em cadeia, imunoprecipitação). Técnicas de cultivo e manutenção de linhagens de células humanas e animais para estudos e diagnósticos avançados em imunologia de doenças. Conservação de amostras biológicas e insumos imunobiológicos. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos. Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas práticas e data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores. Bibliografia Sugerida BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 14. ed. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1970. BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 22. Ed. São Paulo: Melhoramentos, 1982. ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogn, 2011. ROITT, Ivan M. Fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Human Molecular Genetics. 4. ed. New York: Garland Science, 2011. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR : Hormoniologia II CARGA HORÁRIA: 32 horas Ementa Esta disciplina a visa fornecer o conhecimento das técnicas para a realização das dosagens realizadas em laboratório, com enfoque nas alterações hormonais. Objetivos _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 76 Objetivos gerais Compreender a fisiologia hormonal e as técnicas para as dosagens hormonais. Objetivos específicos - Conhecer os Procedimentos para dosagens hormonais; - Realizar provas hormonais; - Compreender a fisiopatologia das endocrinopatias. Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?) - Glândula pineal. Hipófise, Tiroide, Timo, Glândula suprarrenal, Pâncreas, Ovários, Testículos. -Ritmos hormonais; - Procedimentos em dosagens hormonais; - Provas funcionais endócrinas; - Endocrinopatias; Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) - Aulas expositivas teóricas com exercícios, utilizando o quadro branco e recursos audiovisuais; - Atividades práticas em laboratório; - Trabalhos individuais em grupos ou equipes; - Pesquisas na internet e em Bibliotecas; - Problematização de situações práticas ligadas à área para estimular o aprendizado. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Avaliação do conteúdo teórico, estudos dirigidos e trabalhos em grupo; -Avaliação prática em laboratório; - Participação nas aulas e assiduidade. Bibliografia Sugerida DEVLIN, T. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas, 5º ed. Edgard Blucher Ltda, Vol 1,2002. FAGUNDE, S. R.; MACHADO, S. H. Manual de Exames Laboratoriais na Prática do Nutricionista, Ed. Roca, 2011. GUYTON, A. Tratado de Fisiologia Médica. WALLACH, J. Interpretação de Exames Laboratoriais, 8º Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2009. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: NOÇÕES DE PATOLOGIA GERAL CARGA HORÁRIA: 32 h Ementa A disciplina envolverá o estudo geral dos mecanismos das doenças, discutindo os principais agentes agressivos, alterações patológicas básicas gerais e a fisiopatologia envolvida nesses processos. Objetivos Geral: Compreender os principais mecanismos de agressão e defesa, reconhecer as alterações patológicas básicas e discutir a fisiopatologia envolvida nesses processos. Específicos: - Discutir os mecanismos de alterações celulares; - Entender o funcionamento da célula e as alterações sofridas por esta devido à agressão; - Enfatizar os processos de adaptação das células quando expostas a diferentes situações patológicas; - Identificar as alterações reversíveis e irreversíveis e os mecanismos de morte celular; - Caracterizar o processo fisiopatológico das patologias mais prevalentes; - Identificar os mecanismos gerais de defesa do organismo ao sofrer agressão; - Estabelecer evidências básicas de reparo, cicatrização tecidual e calcificação. - Descrever as características gerais de neoplasias. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 77 A célula normal: morfologia e metabolismo básicos. Mecanismos de adesão e reconhecimento no contato célula-célula. A célula como unidade adaptativa. Degeneração tecidual: autólise. Lesão celular reversível e irreversível: generalidades. Morte celular e necrose tecidual: principais subtipos. Calcificação tecidual: causas e aspectos morfológicos. Inflamação aguda e crônica: conceitos gerais e principais componentes celulares. Transtorno do crescimento e diferenciação celular: conceito de atrofia, hipertrofia, hiperplasia, metaplasia e displasia. Introdução ao estudo das neoplasias: definição e nomenclatura, diferenças básicas entre lesões benignas e malignas, conceito de metástase. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) As aulas serão desenvolvidas de forma expositivo-dialogadas, com o desenvolvimento de atividades individuais e coletivas, através do uso do quadro branco, recursos audiovisuais e meios eletrônicos, utilizando0se princípios problematizadores e a construção coletiva de conhecimento. Serão realizados trabalhos em grupos e estudos dirigidos, trabalhos de análise e discussão de artigos científicos de temas importantes em patologia. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Avaliação do conteúdo teórico, questões discursivas e objetivas, estudos dirigidos e trabalhos em grupo. - Participação durante as aulas (debates e questionamentos) bem como assiduidade. Bibliografia Sugerida BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo. Patologia Geral. 3 edição. Editora Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro, RJ, 2004. MONTENEGRO, M.F.; FRANCO, M. Patologia processos gerais. São Paulo: Atheneu, 2004. ROBBINS, S.L.; CONTRAN, R.S. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. ABBAS, A., LITCHMAN, A. Imunologia Básica. Revinter. Rio de Janeiro, 2003. FARIA, José Lopes. Patologia geral: fundamentos das doenças com aplicações clínicas. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL CARGA HORÁRIA: 40 h Ementa Esta disciplina visa a apresentar os princípios gerais da ética aplicada às atividades na área da saúde e da pesquisa, assim como levar à compreensão dos direitos e deveres legais do técnico em análises clínicas. Objetivos Geral: Aperfeiçoar e orientar o exercício profissional na área da saúde mediante o conhecimento e a reflexão das diretrizes, códigos, leis, declarações e recomendações nacionais e internacionais, referentes à prática de atividades na área da saúde. Específicos: - Proporcionar ao aluno conhecimentos sobre os conceitos gerais de ética e bioética; - Fornecer conhecimento sobre os direitos e deveres profissionais do técnico em Análises Clínicas (código deontológico); - Apresentar os princípios éticos e legais da pesquisa com animais e com seres humanos. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 78 - História e evolução da bioética; - Referenciais Teóricos da Bioética: Princípios. - Ética Aplicada à Pesquisa em Saúde. - Diretrizes e Normas em Pesquisa em Saúde. - Tópicos de Bioética: pesquisa com seres humanos; utilização de animais para pesquisa e ensino; - Legislação de regulamentação da profissão do Técnico em Análises Clínicas. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) Aulas expositivas dialogadas, seminários, estudos de caso, trabalhos individuais e em grupo. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem - Frequência mínima de 75%; - Participação ativa nas aulas e seminários; - Produção textual acerca de tópicos de bioética e legislação profissional do técnico em análises clínicas; - Parecer sobre um caso selecionado. Bibliografia Sugerida GOLDIM JR. Pesquisa em Saúde: Leis, Normas e Diretrizes. 3a.ed. Porto Alegre: HCPA, 1997. GOLDIM JR. Bioética e Complexidade. Revista HCPA 2006;26(2):86-92. GOLDIM JR. Bioética complexa: uma abordagem abrangente para o processo de tomada de decisão. Revista da AMRIGS, 2009;53(1):58-63. VALLSA. Da Ética à Bioética. Petrópolis: Vozes. 2004. www.cff.org.br .Resoluções do Conselho Federal de Farmácia 464/2007, 485/2008 e 517/2009. ______Brasil. Lei Nº 9605 de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. ______Brasil. Resolução 466 do Conselho Nacional de Saúde de 12 de dezembro de 2012. Plano de Ensino COMPONENTE CURRICULAR: Biologia Molecular II CARGA HORÁRIA: 40 h Ementa Ampliar os conhecimento dos alunos quanto a conhecer e manipular a estrutura dos ácidos nucléicos; compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais. Objetivos O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a Conhecer a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos, compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais. Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?) Controle da expressão e da recombinação gênica; mutações e mecanismos de reparação do DNA com aplicação no diagnóstico do câncer; PCR (reação em cadeia da polimerase), PCR em tempo real com variações metodológicas e sua aplicação laboratorial no diagnóstico; desenvolvimento e aplicação de anticorpos monoclonais; microarrays de DNA; técnicas de extração e purificação de ácidos nucléicos; sequenciamento genético; eletroforese uni e multi-dimensional; fotodocumentação dos géis e densitometria de bandas. análise de perfil de bandas eletroforéticas e sua aplicação em laboratório clínico; princípios e aplicações da bioinformática em biologia molecular; conceitos e aplicações da biologia molecular em biotecnologia. Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?) _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 79 Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos. Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas práticas e data show. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores. Bibliografia Sugerida: ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; RAFF, Martin; ROBERTS, Keith; WALTER, Peter. Molecular Biology of the Cell. 5 ed. Garland Science, 2007. HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B. Sounders company: Philadelphia, 1996. MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990. MURPHY, Kenneth.P. Methods in Molecular Biology. 1ª ed. Humana Press, 2001. TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia, 1995. _______________________________________________________________________________________ UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400 80