SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA
CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
Resolução Nº 13/2015
Aprova Projeto Pedagógico do Curso
Técnico em Análises Clínicas
Modalidade: Educação Profissional
Forma de articulação: Subsequente.
O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal
da Paraíba, no uso de suas atribuições e tendo em vista deliberação na reunião realizada no
dia 10 de abril de 2015, (Processo no 23074.068311/2014-11),
RESOLVE:
Art. 1º Aprovar a realização e programação pela Escola Técnica de Saúde da UFPB do
Centro de Ciências da Saúde o Curso Técnico em Análises Clínicas, com Eixo Tecnológico:
ambiente, saúde e segurança, com carga horária de 1500 horas.
Art. 2º O referido Curso realizar-se-á na cidade de João Pessoa-PB, Campus
I, na Escola Técnica de Saúde da UFPB e obedecerá ao projeto em anexo a esta Resolução;
Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas
as disposições em contrário.
Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal
da Paraíba, em João Pessoa, 27 de abril de 2015.
Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz
Presidente
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURAL
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA
ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CAMPUS I
ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 13/2015 - CONSEPE
Projeto Pedagógico do Curso
Técnico em Análises Clínicas
Modalidade: Educação Profissional
Forma de articulação: Subsequente
HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
2
EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE, SAÚDE E
SEGURANÇA
3
ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
REITORA
MARGARETH DE FÁTIMA FORMIGA MELO DINIZ
VICE-REITOR
EDUARDO RAMALHO RABENHORST
DIRETORA GERAL DA ESCOLA TÉCNICA
ISMENIA MANGUEIRA SOARES
VICE-DIRETORA DA ESCOLA TÉCNICA
KESIA MACEDO R F LEITE
DIREÇÃO GERAL DE ENSINO
KESIA MACEDO R F LEITE
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
THEÓFFILLO DA SILVA LOPES
TÉCNICA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS
MÉRCIA FERREIRA DE ASSIS
COMISSÃO DE REFORMULAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
LUCIO ROBERTO CANÇADO CASTELLANO
RENATA COELHO FREIRE BATISTA QUEI ROZ
RONALDO RODRIGUES SARMENTO
COLABORADORES:
ANDREA FERNANDA RAMOS DE FREITAS
CLAUDENICE RODRIGUES DO NASCIMENTO
GILDECI ALVES DE LIRA
NILSAMIRA DA SILVA OLIVEIRA
ZILDA COELHO MONTENEGRO
4
Sumário
APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................................... 6
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................................................ 10
JUSTIFICATIVA ........................................................................................................................................ 11
OBJETIVOS ............................................................................................................................................... 13
Geral ......................................................................................................................................................... 13
Específicos ................................................................................................................................................ 13
REQUISITOS DE ACESSO..................................................................................................................... 14
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................................................. 15
MATRIZ CURRICULAR ........................................................................................................................... 16
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................................................. 22
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ...................................................................................................... 24
Competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde ................................. 24
Competências do Técnico em Análises Clínicas ............................................................................. 25
Habilidades............................................................................................................................................. 27
METODOLOGIA ........................................................................................................................................ 30
Relatório de Conclusão de Estágio de Curso ....................................................................................... 31
Prática Profissional ................................................................................................................................... 31
Estágio Supervisionado............................................................................................................................ 31
Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores ................................... 33
Critérios e Procedimentos de Avaliação ................................................................................................ 34
Recuperação ........................................................................................................................................ 35
BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ........................................................................... 36
PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ............................................................................. 39
CERTIFICAÇÃO ................................................................................................................................... 41
REFERÊNCIAS ......................................................................................................................................... 42
Anexos ........................................................................................................................................................ 43
5
APRESENTAÇÃO
A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foi criada pela Lei Estadual 1.366, de 02
de dezembro de 1955 e instalada sob o nome de Universidade da Paraíba, como resultado
da junção de algumas escolas superiores.
Posteriormente, com a sua federalização – aprovada e promulgada pela Lei nº.
3.835 de 13 de dezembro de 1960 – foi transformada em Universidade Federal da Paraíba,
incorporando as estruturas universitárias existentes nas cidades de João Pessoa e
Campina Grande.
A partir de sua federalização, a UFPB desenvolveu uma crescente estrutura
multicampi, distinguindo-se, nesse aspecto, das demais universidades federais do sistema
de ensino superior do país que, em geral, têm suas atividades concentradas num só
espaço urbano. Essa singularidade expressou-se por sua atuação em sete campi
implantados nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos,
Sousa e Cajazeiras.
No início de 2002, a UFPB passou pelo desmembramento de quatro, dos seus sete
campi. A Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002 criou, por desmembramento da UFPB, a
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com sede em Campina Grande. A
partir de então, a UFPB ficou composta legalmente pelos campi de João Pessoa (capital),
Areia e Bananeiras, passando os demais campi (Campina Grande, Cajazeiras, Patos e
Sousa) a serem incorporados pela UFCG.
Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior,
denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFPB criou em 2005
mais um campus, no Litoral Norte do Estado, abrangendo os municípios de Mamanguape
e Rio Tinto,
Atualmente a UFPB está estruturada da seguinte forma: Campus I, na cidade de
João Pessoa, compreendendo os seguintes Centros: Centro de Ciências Exatas e da
Natureza (CCEN); Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA); Centro de
Ciências Médicas (CCM); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Ciências Sociais
Aplicadas (CCSA); Centro de Educação (CE); Centro de Tecnologia (CT); Centro de
Ciências Jurídicas (CCJ) e Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR);
Campus II, na cidade de Areia, compreendendo o Centro de Ciências Agrárias (CCA); o
Campus III, na cidade de Bananeiras, abrangendo o Centro de Ciências Humanas, Sociais
e Agrárias (CCHSA) e o Campus IV, nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, com o
6
Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE). Dois novos centros foram criados em
2011 pelo Conselho Universitário (Consuni). São eles: o Centro de Informática e o Centro
de Energias Alternativas Renováveis.
Nos últimos cinco anos, com a adesão ao novo Plano de Reestruturação e
Expansão das Universidades (REUNI), do Governo Federal, a UFPB conseguiu dobrar de
tamanho e, hoje, já é a instituição de ensino superior do Norte e Nordeste do país a
oferecer o maior número de vagas no seu processo seletivo. Em 2005, a UFPB oferecia
cerca de 3.700 vagas por ano. Para 2012, são 8.020 vagas distribuídas pelo Processo
Seletivo Seriado (PSS) e pelo ENEM/SISU.
Desde sua criação e ao longo de toda sua história, a UFPB vem cumprindo papel
fundamental na promoção do ensino superior e técnico profissionalizante, além da
pesquisa e extensão.
A Escola Técnica de Saúde (outrora denominada Escola de Auxiliar de
Enfermagem) foi criada através do Decreto Lei 875 de 24/01/1953, passando a ser
denominada Escola Técnica de Saúde da UFPB através da Resolução do Consuni
05/2000 em 28/06/2000. Inicialmente oferecia apenas o curso técnico em Enfermagem.
Posteriormente, instalou o curso Técnico em Prótese Dentária, tendo sido aprovado em
29/06/2003 através da Resolução da Consepe 40/2003 e por fim o Curso Técnico em
Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, através da resolução 16/2007 de 09 de abril de
2007. Por indicação do Ministério da Educação e Cultura, o Curso Técnico em
Biodiagnóstico Histologia e Microscopia, implantado inicialmente como curso experimental,
precisou convergir para o Curso Técnico em Análises Clínicas, uma vez que este curso já
constava no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação e Cultura e
se assemelhava ao Curso Técnico em Biodiagnóstico em muitos aspectos.
A Escola Técnica de Saúde (ETS) tem como finalidade formar e qualificar
profissionais para atuar em diferentes campos de trabalho na área da saúde, oferecendo
mecanismos para a educação permanente, através do ensino técnico profissionalizante.
Considerando as demandas do Estado da Paraíba, este novo curso- o Curso Técnico em
Análises Clínicas – beneficiará a região, promovendo por meio da educação profissional,
melhoria da qualidade de vida, atenção à saúde, preservação e utilização da natureza e
desenvolvimento e inovação em aparato tecnológico.
7
Figura 1: Mapa do Estado da Paraíba.
Os serviços da área de saúde que se dedicam às atividades de Laboratórios de
Análises Clínicas são encontrados em diferentes instituições, sejam elas públicas,
privadas, hospitalares e não hospitalares. Na responsabilidade que recai sobre os
vários tipos de profissionais na área da saúde, justifica-se a preocupação com o
aprimoramento e atualização dos recursos humanos, de modo que profissionais de
serviços laboratoriais possam acompanhar os avanços científicos e tecnológicos para
atender às atuais exigências e preparar-se para o futuro.
Nesse contexto e para atender às novas exigências do setor de saúde, e em
atenção ao ofício nº 1344/2013 DPEPT/SETEC/MEC de 30 de agosto de 2013 e à
resolução CNE/CEB nº 4, de 06 de junho de 2012, a ETS/UFPB propõe a adequação do
atual curso técnico em Biodiagnóstico Histologia e Microscopia para um novo curso, o
Técnico em Análises Clínicas, objetivando um perfil profissional de conclusão mais amplo,
que propicie aos educandos melhores oportunidades no mercado de trabalho.
O corpo docente, em sua maioria professores especialistas e doutores em regime
de dedicação exclusiva, com ampla experiência na área de Análises Clínicas, estabelecem
novas metodologias de ensino, tornando o curso diferenciado. Com carga horária
equivalente a 1500 horas, distribuídas em dois anos, sendo ofertadas 20 vagas
semestralmente, o Curso Técnico em Análises Clínicas representa uma grande
8
oportunidade para a maioria dos concluintes do ensino médio das escolas públicas e
privadas, que não conseguem, por questões socioeconômicas, ter acesso às
universidades. Constitui também qualificação permanente para os profissionais que
desejam uma nova oportunidade de atuação no mercado de trabalho.
9
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
LOCALIZAÇÃO
ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE – UFPB – CAMPUS I
CNPJ 24098477000110
ENDEREÇO: CIDADE UNIVERSITÁRIA S/N CEP 58051-900
FONE(S): ):(83) 3216.7400
E-MAIL(S): coordenaçã[email protected]
DIRETOR GERAL: Ismênia Soares Mangueira
DADOS DO CURSO
EIXO TECNOLÓGICO: Ambiente, saúde e Segurança
NOME DO CURSO: Técnico em Análises Clínicas
NÍVEL:
Fundamental.
X
Médio.
MODALIDADE:
XEducação Profissional.
Educação Básica.
X
Educação a Distância.
Educação de Jovens e Adultos.
Superior.
Educação Superior.
Educação Especial.
Educação Prisional.
Educação Indígena.
Educação Quilombola.
Forma de articulação Educação Básica com a Educação Profissional:
Integrada.
X
Subsequent
Concomitant
na mesma instituição de ensino; e/ou
e.
e:
em instituições de ensino distintas; e/ou
em instituições de ensino distintas
mediante
convênio intercomplementaridade.
OFERTA:
X
Presencial.
À distância.
CARGA HORÁRIA DO CURSO:
TOTAL
1.500 HORAS*
*com o estágio curricular
Conteúdos curriculares teóricos e práticos:
Estágio: 180 horas
DURAÇÃO DO CURSO: 2 anos
TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO: Tempo Mínimo: 2 anos*
Tempo Médio: 2 anos
Tempo Máximo: 4 anos
QUANTIDADE DE VAGAS OFERTADAS/ANO: 40
REGIME DE MATRÍCULA: Semestral*
NÚMERO DE VAGAS OFERECIDAS/ANO: 40
TURNO: será determinado em edital, podendo ser:
XMatutino
XVespertino
X Noturno
x
X
X
Integral
Não se aplica
*Tempo de integralização será adequado ao módulo ingressante.
10
JUSTIFICATIVA
O diagnóstico, o tratamento de patologias e o monitoramento da saúde incluem,
dentre outros, os dados e informações obtidos por análises realizadas em amostras
biológicas. A importância desses procedimentos no processo dos cuidados de saúde
justifica a emergente preocupação com o aprimoramento da formação técnica profissional
na área de serviço de apoio e diagnóstico.
A formação de nível técnico em saúde, dentre elas o técnico em análises clínicas,
requer algumas peculiaridades necessárias para que o profissional se adapte às mudanças
na organização e no processo de trabalho em saúde, com a introdução de inovações
tecnológicas e novas formas de conceber o processo saúde- doença.
Educar em saúde significa formar o novo profissional para além do simples
treinamento, formar para que possa adquirir uma legitimação profissional no que se refere
ao alcance das novas tecnologias e conquistas científicas para uso em nossa sociedade,
na perspectiva das necessidades do mundo do trabalho.
Com a implementação do Sistema Único de Saúde (SUS), emergente na
Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1988), a área da saúde necessita de pessoal
formado nos diversos níveis e nas diversas áreas dentro de um novo paradigma da saúde:
o paradigma da integralidade e das diretrizes do SUS.
Formar profissionais para o exercício de atividades técnicas em saúde, mesmo em
áreas bem analíticas como é o caso das análises clínicas, vai além de uma formação
técnica de qualidade, que objetiva preparar os indivíduos para o mundo do trabalho, como
também formar cidadãos conscientes de sua responsabilidade técnica e social, cientes de
seus direitos e deveres na construção de uma sociedade mais solidária e menos desigual.
Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pelo Ministério da
Educação em 2008, “o técnico em análises clínicas auxilia e executa atividades
padronizadas de laboratório necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia,
microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise.
Colabora na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às
análises clínicas. Em sua atuação é requerida a supervisão profissional pertinente, bem
como a observância à impossibilidade de divulgação direta de resultados”.
Com a instituição da Resolução CNE/CEB nº. 04/99 que promoveu reformas na
educação profissional de nível técnico, onde os currículos deixaram de centrar-se em
conteúdos e grades de disciplinas e se transformaram em competências, o Curso Técnico
11
em Análises Clínicas, será proposto nestes moldes e condições. No entanto, com o intuito
de atualizar a educação técnica às condições de mercado atual, primamos por atualizar a
matriz curricular visando uma melhor preparação do educando para o mercado de trabalho
e o exercício da profissão. A Habilitação Profissional do Técnico em Análises Clínicas Área Profissional de Saúde, é um curso de educação profissional de nível técnico, que
atende ao disposto na LDB Nº 9394/96, no Decreto Nº. 5154, de 23 de julho de 2004 e
Decreto 8268 de 18 de julho de 2014, nos Referenciais Curriculares para a Educação
Profissional de Nível Técnico – Área Profissional de Saúde - Subárea Análises Clínicas. O
cenário de profissionais técnicos de suporte ao diagnóstico, que insere o técnico em
análises clínicas, é constituído por muitas pessoas cujas formações abrangem apenas o
ensino médio e básico, sem formação específica, orientados e treinados. Sendo assim, há
necessidade de uma formação que atenda às exigências do mundo do trabalho, de modo a
acompanhar os avanços científicos, tecnológicos e mecatrônicos da área no contexto da
globalização.
Visando responder às demandas por profissionais que atendam à necessidade de
mercado emergente no Estado e contribuindo efetivamente para a qualidade dos serviços
de saúde oferecidos na região, ETS – Campus I- UFPB, propõe-se a oferecer o Curso
Técnico em Análises Clínicas.
De acordo suas características tecnológicas e científicas, este curso integra o eixo
tecnológico “Ambiente, Saúde e Segurança”, o qual está embasado legalmente, conforme
os princípios educacionais constantes da Lei n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da
Educação), bem como das demais legislações, decretos, pareceres e Catálogo Nacional
de Cursos Técnicos que normatizam a Educação Profissional no Brasil.
12
OBJETIVOS
Geral
O Curso Técnico em Análises Clínicas tem por objetivo formar profissionais
habilitados para responder pela organização do processo de trabalho em Análises Clínicas,
com ações voltadas para o apoio ao diagnóstico, coleta e manipulação de amostras
biológicas,
execução
supervisionada
de
exames
laboratoriais
e
operação
de
equipamentos, atendendo as normas de Biossegurança. O profissional formado poderá
atuar em equipes multidisciplinares, operando e zelando pelo bom funcionamento do
aparato tecnológico laboratorial e contribuindo diretamente com questões ligadas à
educação para saúde e para o auto-cuidado, proteção, prevenção, promoção da saúde e
segurança no trabalho.
Específicos

Fornecer o conhecimento necessário para o futuro profissional orientar o
cliente/paciente, receber, preparar, processar amostras biológicas;

Assistir ao bioquímico, ao biomédico ou médico patologista, na execução das
análises clínicas;

Levar o futuro profissional a colocar em suas ações a ciência, a tecnologia e a
ética a serviço da vida;

Integrar o futuro Técnico em Análises Clínicas com o mercado de trabalho através
da convivência com o meio profissional;

Atender a demanda dos serviços dos Técnicos em Análises Clínicas na área de
saúde da Região Nordeste;

Contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços na área de saúde da
população da Região Nordeste do Estado do Paraíba.
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REQUISITOS DE ACESSO
O ingresso no Curso de Técnico em Análises Clínicas dar-se-á por três meios:
1 – Processo Seletivo, para alunos que tenham concluído o Ensino Médio e que
tenham completado a idade de 18 (dezoito) anos até a data da realização do Estágio
Supervisionado. Havendo interesse e disponibilidade de vagas, a nota do Exame Nacional
do Ensino Médio também poderá ser utilizada.
2 – Processo Seletivo de transferência facultativa (voluntária) de vagas remanescentes
e ociosas nos módulos que houver desistência, abandono e evasão de alunos de turmas
regulares.
3 – Processo seletivo de vagas destinadas a complementação curricular de formação
de Técnicos de Análises Clínicas para os portadores de certificados de cursos equivalentes
ou assemelhados, tais como os portadores de diplomas do antigo curso Técnico em
Biodiagnóstico Histologia e Microscopia ou portadores de diploma de Auxiliar ou Assistente
em Análises Clínicas.
De acordo com o Decreto 7.824/2012 que regulamenta a Lei 12.711 de 29 de agosto
de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas instituições federais por meio de cotas, os
processos seletivos obedecerão o percentual mínimo estabelecidos na lei e decreto
supracitados. O processo seletivo será divulgado através de edital publicado na Imprensa
Oficial, com indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo, além do
número de vagas oferecidas.
As competências e as habilidades exigidas serão aquelas previstas para o Ensino
Médio, nas três áreas do conhecimento:
a) Códigos, Linguagens e suas Tecnologias.
b) Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
c) Ciências Humanas e suas Tecnologias.
A Coordenação do curso em Análises Clínicas organizará a oferta dos módulos,
propiciando o acesso dos candidatos aprovados aos módulos integrantes dos blocos
14
iniciais previstos no fluxograma do curso. O acesso aos demais módulos dar-se-á através
de processo de matrícula, em observância à oferta
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A organização curricular tem por características:

Atendimento às demandas dos cidadãos, do mercado e da sociedade;

Conciliação das demandas identificadas com a vocação, a capacidade institucional
e os objetivos da Escola Técnica de Saúde- Universidade Federal da Paraíba;

Estrutura curricular que evidencie as competências gerais da área profissional e
específicas de cada habilitação;

Articulação modular das competências;

Carga horária total de 1.500, consistindo em 1.320 horas de aulas teóricas e
práticas, 180 horas de estágio supervisionado obrigatório. O curso está programado
em 4 módulos, de forma a otimizar o período total para a execução do curso,
respeitando a carga horária mínima de cada área, de acordo com a legislação
vigente;

Prática Profissional (Estágio Curricular Supervisionado) de 180 horas. Os estágios
apresentam características interdisciplinares, sendo constituídos de estágios em
recepção, coleta, setores laboratoriais e apoio ao diagnóstico. Serão realizadas as
práticas laboratoriais em vários laboratórios clínicos e de pesquisa sejam eles:
públicos, privados ou terceirizados;

Trabalho de Conclusão de Curso, que envolva as bases tecnológicas específicas
às suas competências por meio do Relatório das atividades realizadas durante o
Estágio Supervisionado apresentado ao final do último módulo do curso.
15
MATRIZ CURRICULAR
O Curso Técnico em Análises Clínicas será desenvolvido em quadro módulos, no
turno diurno, vespertino ou noturno, sendo o acesso feito inicialmente pelo módulo I ou
básico.
O trabalho de ensino-aprendizagem é desenvolvido sob orientação dos professores
e dos técnicos por meio de projetos com a participação dos estudantes. O enriquecimento
de conhecimentos se dá, também, através de visitas técnicas, sendo escolhidas
instituições hospitalares ou órgãos públicos de saúde, feiras, congressos e outros eventos
relacionados à área, bem como palestras, monitorias dentro e fora da instituição e estágio
de conclusão de curso. As aulas práticas serão desenvolvidas em laboratórios da Unidade
de Ensino. Com o desenvolvimento e defesa de projetos e atividades de monitoria,
complementa-se a junção da teoria com a prática que, aliados à Prática Profissional do
estágio obrigatório, garantirá ao estudante uma formação segura e generalista.
A combinação entre teoria e prática é considerada como forma para
desenvolvimento das competências necessárias à formação técnica.
Ao final do Curso, o aluno deverá apresentar um Trabalho de Conclusão de Curso
que poderá ser um Relatório de Conclusão de Estágio, envolvendo conteúdos específicos,
objetivando desenvolver e articular as competências e habilidades trabalhadas durante o
curso.
A dinâmica do curso contempla o desenvolvimento da capacidade teórico, técnico e
metodológico aos profissionais em Análises Clínicas, agregando a ética profissional no
trabalho com a utilização da metodologia do trabalho em equipe.
Os componentes curriculares do Curso Técnico em Análises Clínicas encontram-se
discriminados no quadro abaixo e o anexo I apresenta as ementas das unidades
curriculares, distribuído assim um conteúdo atualizado e dinâmico e uma relação entre as
diversas unidades que compõem o curso, objetivando e garantindo, dessa forma, a
interdisciplinaridade e uma formação holística.
16
CARGA HORARIA
MÓDULOS
MÓDULO I –
Básico
COMPONENTES CURRICULARES
1º
CH
SEM
2º
SEM
CH
4º
SEM
CH
TOTAL CH
PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE
MEIO AMBIENTE E SAÚDE
BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL
52
28
32
52
28
32
PRIMEIROS SOCORROS
28
28
40
40
40
20
40
64
40
40
40
20
40
64
INFORMÁTICA E EMPREENDEDORISMO
PARASITOLOGIA I
ÉTICA EM SAÚDE
METODOLOGIA CIENTÍFICA
MICROBIOLOGIA I
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA
X
TÉCNICAS DE COLETA DE AMOSTRAS
BIOLÓGICAS
MICROBIOLOGIA II
MÓDULO II –
Fundamentos em
Análises Clínicas
CH
3º
SEM
BIOQUIMICA I
PARASITOLOGIA II
QUÍMICA GERAL E PREPARO DE
SOLUÇÕES
EDUCAÇÃO EM SAÚDE
BIOLOGIA CELULAR
HEMATOLOGIA I
URINÁLISE I
CITOLOGIA E LÍQUIDOS CAVITÁRIOS
X
20
20
40
40
40
40
40
40
40
40
60
32
40
40
40
60
32
40
40
40
CARGA
CARGA
HORÁRIA
HORÁRIA
POR
TOTAL
MÓDULO
384
776
392
MÓDULOS
COMPONENTES CURRICULARES
CARGA HORARIA
1º
SEM
MÓDULO III –
Profissional I
CH
2º
SEM
CH
3º
SEM
CH
4º
SEM
CH
TOTAL CH
HEMATOLOGIA II
40
40
BIOQUÍMICA II
40
40
URINÁLISE II
40
40
40
40
32
32
IMUNOLOGIA I
40
40
HISTOLOGIA E PROC. TECIDOS I
44
44
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM
LABORATÓRIO I
80
80
BIOLOGIA MOLECULAR I
X
HORMONIOLOGIA I
CARGA
HORÁRIA/
MÓDULO
276
544
MÓDULO IV –
Profissional II
HISTOLOGIA E PROC. TECIDOS II
CONTROLE DE QUALIDADE
LABORATORIAL
44
44
40
40
IMUNOLOGIA II
40
40
32
32
NOÇÕES DE PATOLOGIA GERAL
32
32
ETICA PROFISSIONAL E
LEGISLAÇÃO
40
40
BIOLOGIA MOLECULAR II
40
40
100
100
HORMONIOLOGIA II
268
X
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM
LABORATORIO II
SUB-TOTAL
TOTAL DE CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIOS
384
392
276
268
1320
180
18
TOTAL DE CARGA HORÁRIA
1500
19
MÓDULO I – BÁSICO
O MÓDULO I OU BÁSICO tem como objetivo fornecer subsídios primários para
alcançar o módulo intermediário, centralizando uma introdução para o curso técnico. Nele
estão compreendidas disciplinas introdutórias de cursos técnicos na área da saúde.
MÓDULO II – FUNDAMENTOS EM ANÁLISES CLÍNICAS
O Módulo II tem como objetivo dar subsídios para a aplicação prática a ser efetuada nos
módulos III e IV, apresentando algumas disciplinas laboratoriais inerentes ao técnico em
análises clínicas.
MÓDULO PROFFISIONAL III – PROFISSIONAL I
No Módulo III serão oferecidas disciplinas para a aquisição do perfil intermediário,
culminando com o estágio obrigatório, o que propiciará o desenvolvimento de habilidades e
práticas laboratoriais relativas à aplicação dos conhecimentos científicos adquiridos ao
longo do processo de aprendizagem. Após a conclusão deste módulo, o aluno terá a
formação intermediária em Auxiliar em Análises Clínicas.
MÓDULO IV – PROFFISIONAL II
As bases teóricas e práticas para o aluno do Curso Técnico em Análises Clínicas no
módulo IV representam um componente essencial na sua formação, pois é por meio dos
conhecimentos adquiridos neste que o mesmo ganhará experiência necessária para se
formar e exercer suas atividades como Técnico em Análises Clínicas. Este módulo irá
proporcionar uma visão do real trabalho, apresentando oportunidades para o aluno aplicar
todo o conhecimento acumulado ao longo dos períodos precedentes, para que o mesmo
pratique e estabeleça uma relação entre o trabalho e a escola. Aliado às unidades
curriculares específicas e estágio com foco na coleta de amostras biológicas e apoio ao
diagnóstico, serão trabalhadas unidades curriculares de caráter social que envolvem
legislação e condutas éticas em ambiente profissional.
O aluno terá unidades curriculares com o objetivo de consolidar a formação teórica
com a prática, propiciando o desenvolvimento de habilidades e destrezas relativas à
aplicação dos conhecimentos científicos trabalhados ao longo do processo de
aprendizagem.
Após a conclusão do módulo IV, o aluno terá concluído todas as disciplinas
necessárias para a formação de Técnico em Análises Clínicas.
21
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O técnico em Análises clínicas é o profissional que auxilia e executa atividades
padronizadas de laboratório - automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao
diagnóstico,
nas
áreas
de
parasitologia,
microbiologia
médica,
imunologia,
hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Colabora, compondo equipes
multidisciplinares, na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas
relacionadas às análises clínicas. Opera e zela pelo bom funcionamento do aparato
tecnológico de laboratório de saúde. Em sua atuação é requerida a supervisão
profissional pertinente, bem como a observância à impossibilidade de divulgação
direta de resultados.
O Técnico em Análises Clínicas é o profissional com visão sistêmica do
meio ambiente, saúde e segurança, que atua de forma independente e inovadora,
acompanhando a evolução da profissão. Aplica e respeita as normas de proteção e
preservação do meio ambiente, saúde e segurança no trabalho. Tem habilidades de
comunicação e de trabalho em equipe multidisciplinar e age com ética profissional,
sustentabilidade, flexibilidade, responsabilidade social e domínio do saber-fazer, do
saber-ser, do saber-saber e do saber-conviver.
O Técnico em Análises Clínicas facilita o acesso e a disseminação dos
saberes na área da saúde pública e conhece a dinâmica do Sistema Único de Saúde
(SUS). É um profissional que busca a prevenção da doença, a promoção da saúde e
preserva a integridade e a individualidade do ser humano, por meio da humanização
da assistência e da valorização da autonomia das pessoas na recuperação da saúde.
Executa com presteza e correção as ações necessárias e relacionadas à rotina de
trabalho em laboratório de análises clínicas, desde a recepção do cliente até o auxílio
ao profissional de nível superior na execução de exames laboratoriais nas diversas
amostras biológicas, nas atividades de auxílio diagnóstico e terapêutico, colaborando
com o desenvolvimento da saúde da população.
O técnico atuará sob a supervisão do Biomédico, Bioquímico ou médico
patologista clínico, desenvolvendo ações em Laboratórios de Análises Clínicas
referenciadas nas necessidades de saúde individuais e coletivas. Os profissionais
deverão apresentar bom relacionamento interpessoal, senso crítico-reflexivo e
autocrítica, iniciativa, flexibilidade, senso de observação acurado, capacidade de auto_______________________________________________________________________________________
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gestão, abstração e raciocínio lógico. O profissional deve ser capaz de compreender
seus limites, tendo plena consciência de suas ações. Aliada a essas características, o
profissional deve ser pró-ativo e conhecedor das normas e determinações do
laboratório em que atuar. Estes profissionais desenvolverão suas atividades em
instituições públicas ou privadas.
No campo profissional, poderá existir um inter-relacionamento com outros
técnicos da área de saúde, tais como: biomédicos, bioquímicos, médicos, enfermeiros,
entre outros. O Técnico em Análises Clínicas deverá articular suas atividades
profissionais com as ações dos demais agentes da equipe multiprofissional, assim
como com os conhecimentos oriundos de várias disciplinas ou ciências, destacando o
caráter interdisciplinar da prática.
_______________________________________________________________________________________
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COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O profissional de Análises Clínicas deverá ser tecnicamente competente, sendo
capaz de decidir e agir em situações imprevistas. Ele deve apresentar uma postura
ético-política, compromissada com os interesses dos excluídos e uma postura ética
profissional direcionada ao desempenho de suas funções, exigindo cada vez mais
maior capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa
própria e espírito empreendedor, bem como capacidade de visualização e resolução
de problemas. A polivalência de funções é uma exigência desse profissional. O
trabalho coletivo e compartilhado deverá ser também uma prática do perfil desse
profissional, bem como respeito ao bem comum, a solidariedade e a responsabilidade.
O desempenho profissional esperado pelos alunos concluintes deverá
consubstanciar a identidade do curso através das competências gerais dos
profissionais de nível técnico da área de saúde e as competências da habilitação do
Técnico em Análises Clínicas, atendendo à legislação em vigor.
Entende-se por competência profissional a capacidade de mobilizar,
articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o
desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho (art.
6º da Resolução CNE/CEB Nº 04/99).
Competências gerais dos profissionais de nível técnico da área de saúde

Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde/doença;

Identificar a estrutura e organização do sistema de saúde vigente;

Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho;

Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de
qualidade;

Realizar trabalho em equipe, correlacionando conhecimentos de várias
disciplinas ou ciências, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área;

Aplicar normas de biossegurança;

Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental;

Interpretar e aplicar a legislação referente aos direitos do usuário;

Identificar e aplicar princípios e normas de conservação de recursos não
renováveis e de preservação de meio ambiente;

Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho;

Avaliar riscos de iatrogenias, ao executar procedimentos técnicos;
_______________________________________________________________________________________
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
Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que
regem a conduta do profissional de saúde;

Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;

Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua
manutenção;

Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com as exigências do
campo de atuação;

Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros
profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados;

Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde.

Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação;

Utilizar recursos e ferramentas de informática específicos da área;

Realizar primeiros socorros em situação de emergência;
Competências do Técnico em Análises Clínicas

Possuir experiência e conhecimentos teóricos sobre os conteúdos que envolvem
as técnicas realizadas em todos os setores de um laboratório, com sólida
formação teórico-prática multidisciplinar e não restrita apenas a determinada área;

Possuir maior flexibilidade, agilidade, atenção e capacidade em superar as
dificuldades encontradas no desempenho da função;

Possuir
conhecimento básico
sobre
o
funcionamento
das
máquinas
e
equipamentos existentes e cuidados para sua conservação;

Saber atuar em equipe e agir com ética no trabalho;

Cumprir as normas de biossegurança;

Ter interesse em aprender e desenvolver seu trabalho;

Saber ler, interpretar e executar a técnica com eficiência, preparando material e
executando exames, sendo-lhe vedado o exercício da profissão de forma
autônoma, estando suas atividades subordinadas a supervisão do profissional
responsável pelo laboratório de Análises Clínicas;

Possuir conhecimentos teóricos e práticos que possibilitem o cruzamento de
dados entre os setores existentes no laboratório;

Ter responsabilidade, interesse e pontualidade;

Realizar qualquer tipo de coleta de material, com exceção de aspirados como
biópsia, líquor e líquido ascítico;
_______________________________________________________________________________________
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
Realizar exames de rotina, assim como: espermograma, parasitológicos, sangue
oculto, pH, urinálise, hormônio, testes de gravidez, hematológicos, microbiológicos
e bioquímicos;

Realizar centrifugação, separação e triagem;

Buscar aperfeiçoamento constante com dinamismo e predisposição para
aprender;

Possuir conhecimentos sobre as principais técnicas de esterilização;

Realizar atividades com segurança evitando-se erros;

Saber como limpar uma bancada e como desprezar materiais contaminados;

Possuir conhecimentos na área de citopatologia e anatomia patológica;

Manter e promover os padrões de excelência no exercício da profissão, assim
como desenvolver a arte e a ciência da mesma;

Salvaguardar a dignidade e a privacidade dos pacientes, de modo que o resultado
de qualquer exame executado por ele ou por outras pessoas não caia em domínio
público;

Realizar coleta de materiais biológicos com a maior precisão possível, pois a
exatidão e a confiabilidade de um resultado dependem de como foi feita a coleta
do material em questão;

Saber orientar os pacientes sobre os fatores externos (dieta, uso de medicamento,
esforço físico) que podem alterar o resultado do exame;

Ser profissional ao receber o paciente, pois, muitas vezes seu estado emocional
encontra-se fragilizado devido ao estresse da coleta;

Ser responsável ao fazer a identificação do material que acabou de ser coletado,
pois a troca pode causar erros irreparáveis;

Saber manusear, conhecer, calibrar e principalmente conservar toda a
aparelhagem necessária à rotina de seu laboratório;

Estar sempre atento à data de validade e temperatura de armazenamento de
reagentes imprescindíveis para a realização de exames;

Documentar as análises realizadas, registrar e arquivar as cópias dos documentos
e resultados de exames;

Orientar a comunidade quanto aos determinantes e condicionantes do processo
saúde-doença (aspectos: sociais, econômicos, políticos, culturais, biológicos,
ecológicos e psicológicos), aplicando princípios e normas de biossegurança,
higiene, saúde pessoal e ambiental, contribuindo para a melhoria de sua
qualidade de vida;

Conhecer a história das políticas de saúde no país e o Sistema de Saúde vigente;
_______________________________________________________________________________________
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
Saber atuar em equipe com flexibilidade, reconhecendo suas funções e dos
demais membros, assim como, respeitando a hierarquia existente na mesma área,
para maior desempenho e qualidade nas relações de trabalho;

Saber interpretar e aplicar normas e princípios éticos;

Correlacionar conhecimentos de várias ciências buscando constantemente
atualizar-se em relação às exigências do mercado, para melhor desenvolvimento
e qualidade de seu trabalho;

Operar equipamentos, zelando por sua manutenção, identificando e avaliando
suas instalações, assim como, executar procedimentos técnicos avaliando riscos
de iatrogenia;

Atuar como profissional de saúde em situações de emergência, realizando
atendimento de primeiros socorros;

Orientar quanto à importância da conservação e preservação do meio ambiente
no exercício do trabalho em saúde.
Habilidades

Expressa idéias de forma clara empregando técnicas de comunicação apropriadas
a cada situação;

Aplica à variante linguística adequada a cada contexto de situação real de
comunicação oral e escrita;

Faz uso apropriado das normas gramaticais da variante em determinado contexto
de comunicação;

Realiza a coleta de amostras biológicas de acordo com as normas de
biossegurança, higiene e saúde pessoal;

Age segundo a perspectiva do atendimento integral e de qualidade à saúde;

Executa ações em acordo as normas de higiene e saúde pessoal e ambiental;

Realiza o descarte de material biológico em acordo com as normas de
biossegurança e preservação ambiental;

Executa ações próprias ao exercício profissional segundo os princípios éticos que
regem a conduta do profissional da saúde;

Promove os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença;

Realiza os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos com total
controle de qualidade;
_______________________________________________________________________________________
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
Age com total segurança no descarte de amostras já analisadas e o correto
armazenamento de amostras, sem causar danos ao meio ambiente nem à saúde
dos envolvidos;

Informa ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais
sobre serviços que tenham sido prestados, respeitando o direito individual do
sigilo;

Executa ações na administração de rotinas, protocolos de trabalho, instalações e
equipamentos;
Prepara soluções, reagentes e vidrarias para a realização dos exames;

Opera equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua
manutenção;

Auxilia na realização e análise dos exames em cada setor do laboratório clínico,
como Parasitologia, Bioquímica, Hematologia, Microbiologia, Imunologia e
Urinálise;

Administra as ocorrências e serviços prestados, de acordo com as exigências do
campo de atuação;

Executa lavagem, secagem, esterilização e acondicionamento de materiais e
amostras biológicas;

Executa ações de controle e armazenamento de materiais próprios à análise
clínica.
_______________________________________________________________________________________
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Por fim as instituições escolares são obrigadas a atender por força de lei alguns temas
transversais, devido ao que preconizam as leis, decretos, pareceres e resoluções do
Conselho Nacional de Educação – CNE em suas Câmaras de Educação Básica – CEB e
Plena - CP, bem como princípios pedagógicos/andragógicos que norteiam a Educação
brasileira.
Assim, para atendimento às temáticas que tratam da inclusão social, proteção e
respeito ao meio ambiente, o itinerário formativo dos estudantes perpassará pelos
seguintes pontos:
Item
01
02
03
04
05
06
Temática
Dispositivo Legal
Culturas
afroLeis nº 9394/1996,
brasileira
e 10.639/2003,
indígena
11.645/2008 e a Res.
CNE/CP nº 1, de
17/06/2004.
Estatuto do Idoso
Lei
nº
10.741/2003
Inclusão
(necessidades
específicas
diversidade)
Educação
Ambiental
Lei nº 9394/1996
e
Lei nº 9.795/1999
Educação para o
Lei nº9.503/1997
Trânsito
-Educação
Lei
nº
Alimentar
11.947/2009
07
Direitos
Humanos
08
Estatuto
Criança
e
Adolescente
Decreto
7.037/2009
da
do
Lei 8069/90
nº
Unidades curriculares
- Psicologia Aplicada
- Ética em Saúde
- Ética e Legislação Profissional
- Educação em Saúde
- Psicologia Aplicada
- Ética em Saúde
- Ética e Legislação Profissional
- Educação em Saúde
- Psicologia Aplicada
- Ética em Saúde
- Ética e Legislação Profissional
- Educação em Saúde
-Meio Ambiente e Saúde
- Educação em Saúde
- Biossegurança Laboratorial
- Primeiros Socorros
- Biologia Celular
- Bioquímica I e II
- Educação em Saúde
- Psicologia Aplicada
- Ética em Saúde
- Ética profissional e legislação
- Educação em Saúde
- Psicologia Aplicada
- Ética em Saúde
- Ética e Legislação Profissional
- Educação em Saúde
_______________________________________________________________________________________
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METODOLOGIA
Propõe-se uma metodologia que propicie no aluno desenvolvimento da capacidade de
raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria, capacidade de
visualização e resolução de problemas. Para isso, serão aplicados:
 Exercícios;
 Visitas aos laboratórios;
 Visitas técnicas aos órgãos de saúde;
 Interpretação e discussão de textos técnicos;
 Apresentação de vídeos técnicos;
 Apresentação de seminários;
 Trabalhos de pesquisa;
 Trabalhos em equipe;
 Relatórios de ensaios e atividades desenvolvidas em aula ou atividade extraaula;
 Estudo de Caso;
 Execução e apresentação de projetos;
 Realização de Trabalho de Conclusão de Curso ao final do último módulo, com
objetivo de desenvolver e articular as competências e habilidades trabalhadas
durante o curso.
A Coordenação Pedagógica acompanhará e motivará os docentes, avaliando e
dinamizando a prática pedagógica.
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Relatório de Conclusão de Estágio de Curso
O relatório de Conclusão de Estágio de Curso é uma atividade obrigatória e
consistirá no Relatório das Atividades Realizadas durante o Estágio Supervisionado do
último módulo (Módulo IV), descrevendo a realidade social e profissional em Laboratório
Clínico, tendo a orientação de um docente da área específica.
Caberá ao aluno organizar seu Relatório segundo as normas da ABNT, seguindo as
orientações do professor da unidade curricular do estágio. O trabalho será entregue no
final do curso ao docente da unidade curricular de estágio, que analisará o trabalho,
julgando o aluno em APROVADO OU REPROVADO, conforme critérios de avaliação.
Prática Profissional
A Prática Profissional será desenvolvida em órgãos que compõe os elos do
Sistema de Saúde do Estado da Paraíba e do Nordeste e nos laboratórios da Unidade
Escolar.
A Prática Profissional será incluída na carga horária da Habilitação Profissional e
não está desvinculada da teoria: ela constitui e organiza o currículo. Será desenvolvida ao
longo do curso por meio de Estágio Curricular
Supervisionado e Atividades
Complementares.
Estágio Supervisionado
De acordo com a Lei nº11788/2008, o estágio é o ato educativo escolar
supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa ao aprendizado de
competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular,
objetivando o desenvolvimento do educando para o trabalho e sociedade.
Na Habilitação Profissional de Técnico em Análises Clínicas, o estágio
supervisionado é obrigatório e totaliza 180 horas, estando incluídas nas 1.500 horas
previstas para a totalização do curso.
O estágio supervisionado obrigatório será desenvolvido módulos III e IV, com
práticas voltadas para auxiliar e executar atividades padronizadas de laboratório _______________________________________________________________________________________
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automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico, nas áreas de
parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia
molecular e urinálise. O estágio deverá ser global, envolvendo prática em atendimento,
prática laboratorial e apoio ao diagnóstico.
O estágio em laboratório clínico deverá ser realizado em Instituição Pública ou
Privada, após preenchimento no Termo de Convênio e Termo de Compromisso de
Estágio, firmado entre a Instituição de Saúde (concedente), o estagiário e o interveniente,
Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I. No início do estágio, o aluno deverá
contar com o Seguro de Acidentes pessoais, a ser fornecido pela Escola Técnica de
Saúde.
O estagiário terá o acompanhamento do Supervisor biomédico, bioquímico, biólogo
ou médico patologista que também ficará na Unidade de Saúde, e será o elo entre a
Escola e a Instituição de Saúde, orientando e acompanhando os trabalhos de estágio. O
professor deverá preencher diariamente a ficha de acompanhamento do aluno. O Art. 3º,
§2º da Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004 estabelece que os estagiários
com deficiência terão o direito a serviços de apoio de profissionais da educação especial e
de profissionais da área objeto do estágio.
O docente supervisor de estágio deverá ser indicado pelo colegiado do curso, que
deverá possuir formação e experiência profissional na área de Análises Clínicas, com a
finalidade de orientar e supervisionar o estagiário.
A avaliação do processo do estágio supervisionado terá como parâmetros as
competências e as habilidades definidas para cada unidade de integração interdisciplinar
dos módulos, além de considerar a assiduidade, pontualidade, desempenho e
profissionalismo do aluno durante o estágio supervisionado, além da entrega do relatório
de conclusão de estágio.
Os estágios ocorrerão durante os horários disponíveis dos laboratórios em parceria
com a Universidade Federal da Paraíba- Escola Técnica de Saúde, em João PessoaParaíba, podendo acontecer em qualquer horário e dias letivos, inclusive aos sábados.
Conforme a Lei 11.788/2008 no Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte
concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário
portador de deficiência.
O aluno estagiário deverá desenvolver atividades, tais como:
- Recepção do cliente/paciente e cadastro;
- Coleta de material biológico utilizados na realização de exames laboratoriais;
- Triagem do material biológico;
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- Transporte, conservação, armazenamento de amostras biológicas e reagentes
utilizados nas técnicas laboratoriais;
- Realização de exames nos diversos setores das Análises Clínicas: Parasitologia,
Bioquímica, Fluidos Corporais, Hematologia, Microbiologia, Imunologia, utilizando as
técnicas empregadas em cada setor e familiarizando-se com a automação em
Laboratórios de Análises Clínicas;
- Lavagem e esterilização de materiais utilizados nos exames laboratoriais;
-Participação em projetos de ensino, pesquisa e extensão;
Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores
As
competências
anteriormente
desenvolvidas
pelos
alunos,
que
estão
relacionadas com o perfil de conclusão do curso Técnico em Análises Clínicas poderão ser
avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente.
Assim, poderão ser aproveitados no curso os conhecimentos e experiências
desenvolvidos:
a) Em disciplinas cursadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende
realizar o aproveitamento;
b) Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos
de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou
por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do aluno
através do colegiado do curso;
A avaliação para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, com
indicação de eventuais complementações ou dispensas, será de responsabilidade da
coordenação de curso, que deverá nomear um relator para analisar o pedido de
aproveitamento
de
conhecimentos
e
competências
indicando
a
documentação
comprobatória desses conhecimentos e habilidades desenvolvidos anteriormente e as
estratégias adotadas para avaliação e dos resultados obtidos pelo aluno.
O aproveitamento de estudos por componente curricular será efetuado quando este
tenha sido cursado, com aprovação, em curso do mesmo nível de ensino, observando
compatibilidade de, pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga
horária do componente curricular que o aluno deveria cumprir na Escola Técnica de
Saúde.
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No caso de aproveitamento de estudos relacionados à qualificações profissionais
anteriores ou processos formais de certificação profissional, deverá ser apresentada toda
a documentação comprobatória, de acordo com os mesmos critérios estabelecidos para o
aproveitamento de componente curricular, além da
aplicação de procedimentos que
possam avaliar se o aluno, de fato, já detém determinados saberes requeridos pelo perfil
profissional do curso, estando em condições de ser dispensado de certos conteúdos
curriculares. Para avaliação destes casos, será constituída uma comissão composta pela
Coordenação
de
Curso
e
por
professores
dos
componentes
curriculares.
O
aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a
integralização do currículo do curso, sendo que o aluno é obrigado a cursar, na ETS,
no mínimo 50% (cinquenta por cento) da carga horária prevista para a integralização
do respectivo curso.
Todo aproveitamento deve ser pedido antes do início do módulo o qual o solicitante
deveria ingressar.
Critérios e Procedimentos de Avaliação
A avaliação, parte integrante do processo de aprendizagem, tem como objetivo o
acompanhamento e a verificação de construção de competências trabalhadas pela escola.
Constitui-se um processo permanente e contínuo, utilizando-se de instrumentos
diversificados de análise do desempenho do aluno, nas diferentes situações de
aprendizagem, consideradas as competências propostas para cada uma delas.
A avaliação em cada módulo será resultante de diversos instrumentos que
permitam o diagnóstico e a verificação do rendimento escolar e deverão estar previstos no
plano de ensino de cada componente curricular, definida (a avaliação) no planejamento
estabelecido nas reuniões do Conselho de Análise de cada módulo.
A aprovação do aluno dar-se-á por:
 Verificação de frequência;
 Avaliação do aproveitamento acadêmico;
Conforme a Lei n° 9.394/96, Lei Darcy Ribeiro Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, art. 24, inciso VI, “o controle de frequência fica a cargo da escola, conforme o
disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a
frequência mínima de setenta e cinco por cento do total de horas letivas para aprovação”.
Terá direito a seguir o itinerário programado no projeto de curso, o aluno que tenha
concluído com êxito o(s) módulo(s) previsto(s) no período letivo no qual esteja matriculado.
_______________________________________________________________________________________
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A avaliação da aprendizagem tem por finalidade promover a melhoria da realidade
educacional do estudante, priorizando o processo de ensino-aprendizagem, tanto
individual quanto coletivamente.
A avaliação deverá ser contínua e processual assumindo a função diagnóstica,
com vistas a proporcionar melhorias no processo de ensino- aprendizagem. Terão
preponderância os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
A avaliação dos aspectos qualitativos compreende, além da acumulação de
conhecimentos, o diagnóstico, a orientação e reorientação do processo de ensinoaprendizagem, visando ao aprofundamento dos conhecimentos e ao desenvolvimento de
habilidades e atitudes dos estudantes.
A avaliação do desempenho escolar é feita por componentes, considerando
aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à frequência às
aulas teóricas, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e atividades práticas.
O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do estudante
e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas.
Os instrumentos avaliativos deverão estar previstos no plano de ensino de cada
componente curricular e deverá ser explicado aos estudantes quando de seu ingresso no
Campus, observando as normas contidas nesta Organização Curricular e na Organização
Didática Pedagógica.
Recuperação
A recuperação tem por finalidade oportunizar o acompanhamento das dificuldades
encontradas no decorrer do componente curricular, proporcionando condições de
aprendizado, minimizando as dificuldades, sendo realizada de forma contínua e especial,
acompanhada por parte do docente.
A recuperação processar-se-á continuamente em sala de aula, na qual o docente
criará novas situações de aprendizagem e dará atendimento aos discentes que dele
necessitarem, mediante atividades diversificadas, ou em período extraclasse, mediante
elaboração, pelo docente, de um cronograma de trabalho.
Segundo o Regimento da Escola Técnica de Saúde, em cada disciplina será aprovado
o aluno que obtiver média ponderada igual o superior a 5,0 (cinco), atribuindo-se o peso 6
(seis) a média dos exercícios escolares e peso 4 (quatro) a nota dos exercícios
programados para a recuperação, ressalvado o disposto no Art. 54, alínea c, do
Regimento Geral, ou seja, aqueles que passarem regularmente com média 7,0.
_______________________________________________________________________________________
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BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
O Curso Técnico em Análises Clínicas utilizará as salas de aulas disponíveis na Escola
Técnica de Saúde, a biblioteca própria e os laboratórios equipados já existentes, que eram
utilizados pelo Curso Técnico em Biodiagnóstico. Atualmente o Curso possui dois
laboratórios totalmente equipados e em funcionamento (Lapab – Laboratório de Amostras
Biológicas e o Lacet – Laboratório de Cultivo e Análise Celular). Há cerca de um ano, um
novo prédio foi construído e nele estão disponíveis oito novos laboratórios. Alguns
equipamentos já foram comprados e outros estão em processo de licitação e/ ou
importação.
ACERVO BIBLIOGRÁFICO
A Escola Técnica de Saúde faz parte da Universidade Federal da Paraíba, possui
biblioteca com acervo bibliográfico de vários cursos, que dará suporte ao Curso Técnico
em Análises Clínicas. Além disso, o antigo Curso Técnico em Biodiagnóstico possui um
acervo próprio de títulos específicos. Abaixo segue a lista do acervo próprio do curso.
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA
TÍTULO
CRUZ, Isabel Cristina Fonseca da (Trad.). Anatomia &
Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. (Série
Incrivelmente Fácil)
DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo.
Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo:
Atheneu, 2007.
GOLDBERG, Stephen. Descomplicando… anatomia
clínica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
GOLDBERG, Stephen. Descomplicando… fisiologia.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
GUYTON, Arthur C. ; HALL, John E. Fisiologia humana e
mecanismos das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.
MICHALANY, Jorge; MICHALANY, Nílceo S. Anatomia e
histologia da pele. São Paulo: Lemos Editorial, 2002.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2003.
OLIVEIRA, Norival Santolin de. Anatomia e fisiologia
humana. Goiânia: AB, 2002. (Coleção Curso de Enfermagem)
PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard (Ed.). Sobotta Atlas de
anatomia humana. 22. ed. rev. atual. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006. 2v.
QUANTIDADE
6
2
1
1
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7
4
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5
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
36
BIOÉTICA
TÍTULO
ENGELHARDT JR., H. Tristram. Fundamentos da bioética.
2. ed. Rio de Janeiro: Loyola, 2004.
FEIJÓ, Anamaria Gonçalves dos Santos; BRAGA, Luisa
Maria Gomes de Macedo; PITREZ, Paulo Márcio Condessa
(Org.). Animais na pesquisa e no ensino: aspectos éticos e
técnicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010.
SCHRAMM, Fermin Roland et al. (Org.) Bioética: riscos e
proteção. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; FIOCRUZ, 2005.
SINGER, Peter. Ética prática. 3. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2002.
QUANTIDADE
4
1
2
2
BIOSSEGURANÇA
TÍTULO
HIRATA, Mario Hiroyuki; MANCINI FILHO, Jorge. Manual de
biossegurança. São Paulo: Manole, 2008.
SALERNO, Reynolds M.; GAUDIOSO, Jennifer. Laboratory
biosecurity handbook. Boca Raton, FL: CRC Press, 2007.
QUANTIDADE
1
1
HISTOLOGIA
TÍTULO
CORMACK, David H. Fundamentos de Histologia . 2. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de Histologia. 7. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
GARTNER, Leslie P.; Hiat, James L. Tratado de histologia
em cores. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
HADLER, Walter A.; SILVEIRA, Sineli R. Histofisiologia dos
Epitélios: correlação entre a morfologia e a função nos epitélios.
Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1993.
JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia Básica.
10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia Básica.
11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
LEBOFFE, Michael J. Atlas Fotográfico de Histologia. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
WELSCH, Ulrich (ed.). Sobotta: atlas de histologia, citologia,
histologia e anatomia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
YOUN, Barbara et al.. Wheater Histologia Funcional: texto
e atlas em cores. 4. ed. Rio de Janeiro-RJ: Guanabara Koogan,
2001.
IMUNOLOGIA
BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à
medicina e à higiene. 14. ed. São Paulo: Edições Melhoramentos,
1970.
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à
QUANTIDADE
6
4
2
4
3
7
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
37
medicina e à higiene. 22. Ed. São Paulo: Melhoramentos, 1982.
ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogn, 2011.
ROITT, Ivan M. Fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Human Molecular Genetics.
4. ed. New York: Garland Science, 2011.
MICROBIOLOGIA
BARBOSA, Heloiza Ramos; TORRES, Bayardo Baptista.
Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2005.
CIMERMAN, Benjamim; FRANCO, Marco Antonio. Atlas de
parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São Paulo:
Atheneu, 2005.
LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e
imunologia. 7. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
LUZ NETO, Leonardo Severo; VOLPI, Roseli; REIS, Pedro Aguiar
dos. Microbiologia e parasitologia. Goiânia: AB, 2003. (Coleção
Curso de Enfermagem)
MACIEL, Juceli Maria. Microbiologia e parasitologia. 3. ed.
Canoas: ULBRA, 2003.
MADIGAN, Michael T. et al. Microbiologia de Brock. 12. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2010.
MIMS, Cedric et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2005.
MURRAY, Patrick R.; ROSENTAL, Ken S.; PFALLER, Michael A.
Microbiologia Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista.
Atlas didático de parasitologia. São Paulo: Atheneu, 2006.
OKURA, Mônica Hitomi; RENDE, José Carlos. Microbiologia:
roteiro de aulas práticas. Ribeirão Preto, SP: Tecmedd, 2008.
PELCZAR JÚNIOR, Michael J. et al. Microbiologia: conceitos e
aplicações. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1997.
SANTOS FILHO, Lauro. Manual de microbiologia clínica. 3. ed.
João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2003.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. 8.
ed. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. (Edit.)
Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. (Edit.)
Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
MICROSCOPIA ÓPTICA
BRADBURY, Savile; BRACEGIRDLE, Brian. Introduction to
Light Microscopy. London: Bios Scientific, 1998.
FALK, David S.; BRILL, Dieter R.; STORK, David G. Seeing the
Light : optics in nature, photography, color, vision, and holography.
New York: John Wiley & Sons, 1986.
GOLDSTEIN, Dennis H. Polarized Light. 2. ed. rev. ampl. New
3
1
2
4
6
8
7
2
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Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
38
York: Marcel Dekker, 2003.
GONZALEZ, Rafael C.; WOODS, Richard E. Processamento de
Imagens Digitais. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.
INOUÉ, Shinya; SPRING, Kenneth R. Video microscopy: the
fundamentals. 2.ed. New York: Plenum, 1997.
LEAL, Luiz Henrique Monteiro. Fundamentos de Microscopia.
Rio de Janeiro: EduERJ, 2000.
MURPHY, DOUGLAS B. Fundamentals of Light Microscopy
and Electronic Imaging. New York: Wiley-Liss, 2001.
OLSZEWER, Efraim. Microscopia óptica como método de
medida de radicais livres: (análise celular “in vivo” – HLB). 2. ed.
São Paulo: Ícone, 2001.
SLAYTER, Elizabeth M.; SLAYTER, Henry S. Light and Electron
Microscopy. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
PATOLOGIA GERAL
FARIA, José Lopes de et al. Patologia Geral: fundamentos das
doenças, com aplicações clínicas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
PROCESSAMENTO DE TECIDOS
BEÇAK, Willy; PAULETE, Jorge. Técnicas de Citologia e
Histologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.
A., 1976. v. 1
BEÇAK, Willy; PAULETE, Jorge. Técnicas de Citologia e
Histologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.
A., 1976. v. 2
BRUICE, Paula Yurkanis. Organic Chemistry. 6. ed. Estados
Unidos da América: Prentice Hall, 2011.
HACKER, Gerhard W.; GU, Jiang. Gold and silver staining:
techniques in molecular morphology. Boca Raton, FL: CRC Press,
2002.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; JUNQUEIRA, Luiza Maria M.
Salles. Técnicas básicas de citologia e histologia. São Paulo:
Santos, 1983.
MICHALANY, Jorge. Técnica Histológica em Anatomia
Patológica: com instruções para o cirurgião, enfermeira e citotécnico.
2. ed. São Paulo: Michalany S/A, 1990.
2
3
4
3
4
3
4
6
5
1
2
4
11
PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
A contratação dos docentes e técnicos-administrativos, que atuam na Universidade
Federal da Paraíba –Escola Técnica de Saúde da UFPB- Campus I, foi realizada por meio
de Concurso Público, como determinam as normas próprias das Instituições Federais de
ensino básico, técnico e tecnológico.
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Quadro Demonstrativo dos Docentes do Curso Técnico em Análises Clínicas:
NOME
GRADUAÇÃO
Andrea Fernanda
Ramos de Paula
Ciências Biológicas
Claudenice Rodrigues
do Nascimento
Gildeci Alves de Lira
Ismênia Mangueira
Nilsamira da Silva
Oliveira
Lúcio Roberto Cançado
Castellano
Renata Coelho Freire
Batista Queiroz
Ronaldo Rodrigues
Sarmento
Zilda Montenegro
Coelho
Ciências Biológicas
Ciências Biológicas
Ciências da
Computação
TITULAÇÃO
Em
qualificaçãomestranda
Especialização
em Análises
Clínicas e em
qualificação mestranda
Doutorado
Doutorado
Letras
Doutorado
Biomedicina
Doutorado
Odontologia e
Ciências Biológicas
Doutorado
Biomedicina
Doutorado
Psicologia
Doutorado
REGIME DE
TRABALHO
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
Quadro Demonstrativo de Apoio Técnico-Administrativo:
NOME
Carmen Gabriella Gomes Silva
Aline Grams Land
Aremita M. Gonçalves
Christine Dantas Benício
Maria Oselandia Rodrigues Leite
Leojoan Moura Cavalcante
Luciane Alves Coutinho Sarmento
Maria do Rosário Carvalho
Mércia Ferreira de Assis
Robson Lima Palmeira
Rosa Virgínia de Oliveira
GRADUAÇÃO
Biomedicina
Administração
Nível Médio
Biblioteconomia
Psicologia
Informática
Pedagogia
Pedagogia
Pedagogia
Nível Médio
Serviço Social
TITULAÇÃO
Mestrado
Mestrado
Especialização
Especialização
Especialização
Especialização
Especialização
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CERTIFICAÇÃO
Será conferido Certificado de Auxiliar em Análises Clínicas ao aluno matriculado
regularmente na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I, após a conclusão do Módulo III
constante na Estrutura Curricular do Curso Técnico em Análises Clínicas, incluindo o Estágio
Supervisionado I, mediante avaliação adotada pela Instituição de Ensino. No certificado constarão
ainda as qualificações e disposições a serem exercidas pelo formando na área de trabalho, que
são as habilidades em informática, atendimento ao cliente, recepção e coleta, transporte e
conservação de amostras biológicas.
Será conferido Diploma de Técnico em Análises Clínicas ao aluno matriculado regularmente
na Escola Técnica de Saúde da UFPB – Campus I, após a conclusão de todos os módulos
constantes na Estrutura Curricular do Curso Técnico em Análises Clínicas, incluindo os Estágios
Supervisionados I e II, com a entrega do Trabalho de Conclusão de Curso, mediante avaliação
adotada pela Instituição de ensino. No diploma constarão ainda as qualificações e disposições a
serem exercidas pelo formando na área de trabalho, conforme Catálogo Nacional de Cursos
Técnicos.
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41
REFERÊNCIAS
BRASIL, Decreto Nº 6.095, de 24 de abril de 2007. Estabelece diretrizes para fins de
constituição dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia – IF, no âmbito da Rede
Federal de Educação Tecnológica. Brasília: 2007.
________, Lei Nº 11.892/08, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de
Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e
Tecnologia, e dá outras providências.
_______, Lei Nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB).
________, Ministério da Educação. Educação Profissional e Tecnológica: Projetos e Ações.
Brasília: 2010.
_________. Plano de Desenvolvimento da Educação: Um novo modelo de educação
profissional e tecnológica. Brasília: 2000.
_________. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível
Técnico. Brasília: 2000.
_________, PARECER CNE/CEB nº 17/97. Estabelece as diretrizes operacionais para a
educação profissional em nível nacional. Brasília, 03 de dezembro de 1997.
________,Parecer CNE/CEB 16/99 do Conselho Nacional de Educação.
________,Parecer n. 40/2004 do Conselho Nacional de Educação.
________, Lei no 11.892 de 28 de dezembro de 2008.
________,Portaria Interministerial n° 1.082 de 20 de novembro de 2009.
________ Parecer n. 6/2012 do Conselho Nacional de Educação.
CNI. Confederação Nacional das Indústrias. Estatística. Disponivel em www.cni.org.br.
Acesso em 03.10.2012
DOLABELA, F. O Segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios: como
nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
FAZENDA, I.C.A. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 1991.
FRIGOTTO, G. Estrutura e sujeito e os fundamentos da relação trabalho e educação. In:
LOMBARDI, J. C, SAVIANI, D. e SANFELICE, J. (Org.). Capitalismo, trabalho e educação. 2 ed.
Campinas SP: Autores Associados, 2004.
IFTO, Instituto Federal do Tocantins. Instruções Normativas nº 04/2010 e 09/2011.
IBGE. Dados estatísticos: cidades. Disponível em www.ibge.gov.br , acesso em 17/10/2012.
MARTINS, H.T. Gestão de carreiras na era do conhecimento: abordagem conceitual e
resultados de pesquisa. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de
outubro de 1988. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Poder Executivo, Brasília, DF, 06
out. 1988. n° 191 A.
______. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília: MEC/SET, 2008.
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ANEXOS
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Planos de Ensino do Módulo I
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Psicologia aplicada à saúde.
CARGA HORÁRIA: 52 h
Ementa
Conceitos básicos de psicologia. O ser humano na perspectiva sócio-histórica. Desenvolvimento humano.
Personalidade. Identidade. Relações humanas. Comunicação. Postura profissional.
Objetivos
 Geral:
- Construir conhecimentos sobre o ser humano, sob os princípios da psicologia científica, que possibilitem
o autoconhecimento e permitam a análise das situações vivenciadas no ambiente de trabalho que
favoreça o estabelecimento de relacionamentos produtivos em ambiente profissional. j
 Específicos:
- Refletir sobre a importância dos conhecimentos da psicologia científica no atendimento em saúde e nas
relações de trabalho;
- Reconhecer situações geradoras de ansiedade e os mecanismos de defesa;
- Identificar situações-problemas relativas às relações profissionais e buscar soluções para o trabalho em
equipe.
- Construir atitudes favoráveis a uma boa comunicação com equipe de trabalho e usuários do serviço.
- Desenvolver postura profissional de forma a promover a humanização do atendimento em saúde.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Introdução à psicologia (conceitos, objetivos, relações com outras ciências);
-O ser humano numa visão sócio-histórica.
- O desenvolvimento humano ao longo da vida (crianças, adolescentes, adultos, idosos)
- Estudo da personalidade (conceitos, traços da personalidade, ajustamento da personalidade,
mecanismos de defesa, aspectos básicos da personalidade humana);
- Identidade. Estigma. Preconceito. Diversidade. Inclusão.
- Assédio Moral; Assédio Sexual; Bullying;
-Comunicação (formas e componentes)
- Relações humanas (considerações gerais; conceitos; grupos e relações humanas; postura e condições
pessoais e o êxito; preparo das pessoas para viverem em grupos; relação homem-trabalho; valorização
humana e capacidade profissional; trabalho, lazer, recreação; auto-realização humana).
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e
individual, estudos de caso e seminários em equipes.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos.
Bibliografia Sugerida
BOCK, Ana M.B.; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo da
psicologia. 13. Ed. São Paulo – SP: Saraiva, 1999.
TELES, Maria L.S. O que é Psicologia. São Paulo – SP: Brasiliense.
MILITÃO, Albigenor & Rose. Jogos, Dinâmicas e vivências grupais: como desenvolver sua melhor técnica em
atividades grupais. Rio de Janeiro – RJ: qualitymark, 2000
MILITÃO, Albigenor & Rose.S.O.S. Dinâmicas de grupo. Rio de Janeiro – RJ: qualitymark, 1999.
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PLANO DE ENSINO
COMPONENTE CURRICULAR: MEIO AMBIENTE E SAÚDE
CARGA HORÁRIA: 28 h
Ementa
Esta disciplina visa propiciar ao aluno a capacidade de compreender e correlacionar as questões inerentes
entre a saúde e o meio ambiente.
Objetivos
 Geral:
Compreender e correlacionar as questões inerentes à saúde e o meio ambiente.
 Específicos:
- Adquirir noções de saúde pública e doenças relacionadas ao ambiente;
- Entender a importância da preservação ambiental como forma indispensável para assegurar melhor
condição de vida para as futuras gerações;
- Conhecer as formas adequadas de gerenciamento dos resíduos sólidos, líquidos e químicos;
- Compreender o processo básico de análise microbiológica da água.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Geração de resíduos sólidos;
- Classificação dos resíduos sólidos;
- Origem das emissões atmosféricas;
- Caracterização e classificação;
- Principais impactos causados pelo lançamento de resíduos líquidos nos cursos d’água;
- Responsabilidade por danos ambiental;
- Noções de Saúde Pública;
- Efeitos nocivos da ausência de saneamento;
- Análise microbiológica da água;
- Saúde pública e doenças relacionadas ao meio ambiente.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e
individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários
em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
produção de textos.
Bibliografia Sugerida
SOARES, J.L. Programas de Saúde, São Paulo: Scipione.
FAJARDO, E. Se Cada Um Fizer a Sua Parte, São Paulo: Senac, 1998.
ALVES, A. C. Saneamento Básico. 1ªed. Bauru: Edipro, 1998.
FUND. NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. 3ºed. Brasília: 2004.
GRANT, W. D.; LONG, P. E. Microbiologia Ambiental. Zaragoza: Acribia, 1989. 222p.
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PLANO DE ENSINO
COMPONENTE CURRICULAR: Biossegurança Laboratorial
CARGA HORÁRIA: 32
EMENTA
A disciplina proporcionará a compreensão dos aspectos da biossegurança desde a organização do local de
trabalho até a identificação e minimização dos riscos em laboratórios da área de saúde. Discutirá a
importância do conhecimento e uso dos equipamentos de proteção individuais e coletivos, bem como a
utilização de técnicas adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluídos e resíduos, assim
como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos de acordo com legislação.
OBJETIVOS


Geral:
Compreender os diferentes tipos de riscos à saúde existente em laboratórios clínicos e de pesquisa,
discutindo medidas de controle e equipamentos de biossegurança capazes de proporcionar
proteção para a equipe de saúde, usuários dos serviços e ao ambiente.
Específicos:
- Discutir a biossegurança através do conceito, histórico e legislação;
- Reconhecer, selecionar e utilizar, adequadamente, equipamentos de proteção individual e coletivo,
para o controle de riscos em laboratórios da área de saúde;
- Prevenir, controlar e avaliar a contaminação através da utilização de técnicas adequadas de
transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos, assim como de limpeza e/ou
desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de proteger o cliente contra os riscos
biológicos;
- Identificar as fontes de contaminação radioativa de forma a realizar ações eficazes de prevenção e
controle de danos provocados pelas radiações ionizantes;
- Planejar e orientar atividades laboratoriais de forma segura.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (O que se pretende ensinar?)
- Introdução à biossegurança, histórico e legislação;
- Riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes em laboratórios da área de saúde;
- Mapa de Risco (níveis de biossegurança e sinalização de segurança);
- Barreiras de contenção: EPIs e EPCs;
- Métodos e técnicas de limpeza, desinfecção terminal e concorrente;
- Conceitos de assepsia, anti-sepsia, desinfecção, descontaminação e esterilização;
- Contaminação radioativa – fontes, prevenção e controle;
- Gerenciamento do descarte de resíduos, fluídos, agentes biológicos, físicos, químicos e radioativos.
METODOLOGIA DE ENSINO (Como se pretende ensinar?)
As aulas terão a participação ativa dos alunos na construção do conhecimento e serão adotadas as
seguintes
metodologias:
- Aulas teóricas expositivas com utilização de recursos audiovisuais; discussões, debates e
questionamentos dos conteúdos relacionados à biossegurança, através de textos e assuntos do cotidiano.
- Desenvolvimento de aulas práticas no laboratório de ensino.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
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O processo de avaliação será contínuo e ocorrerá através da participação dos alunos nas atividades
desenvolvidas na sala de aula e laboratório, e também avaliação do conteúdo teórico, com questões
objetivas e dissertativas.
Bibliografia Sugerida
HIRATA, M., H. & MANCINI FILHO, J. Manual de Biossegurança, São Paulo, Manole, 2002.
MASTROENI, F. M. Biossegurança Aplicada a Laboratórios e Serviços de Saúde. São Paulo: Atheneu,
2005.
TEIXEIRA, P. & VALE, S. (org.). Biossegurança - Uma Abordagem Multidisciplinar. Rio Janeiro,
FIOCRUZ, 1996.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Primeiros Socorros
CARGA HORÁRIA: 28 h
Ementa
Esta disciplina visa ensinar as medidas iniciais e imediatas aplicadas à vítima fora do ambiente
hospitalar, executada por qualquer pessoa, para garantir a vida e evitar o agravamento das lesões
existentes.
Objetivos
 Geral:
- Conhecer as ações inicias a serem realizadas em vítimas de acidentes, de diversas naturezas, a
fim de evitar o agravamento de lesões existentes.
 Específicos
-- Conhecer os princípios gerais de primeiros socorros;
- Conhecer os materiais de primeiros socorros;
- Identificar os sinais vitais e a avaliar o acidentado;
- Procedimentos a serem feitos em caso de: mal súbito, corpos estranhos no nariz, ouvido e
garganta, infarto, afogamento, estado de choque, hemorragias, ferimentos, luxações, distensões e
entorses, fraturas, choque elétrico, insolação e queimaduras, intoxicações e picadas de animais
peçonhentos;
- Executar e identificar maneiras adequadas de mobilização e transporte de acidentados;
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
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- Princípios gerais de primeiros socorros
- Material de primeiros socorros
- Sinais vitais e a prática de sua verificação.
- Avaliação geral do acidentado
- Males súbitos
- Corpos estranhos no nariz, ouvido e garganta.
- Reanimação cárdio-respiratória
- Afogamento
- Estado de choque
- Hemorragias
- Ferimentos
- Luxações, distensões e entorses.
- Fraturas
- Choque elétrico
- Insolação
- Queimaduras
- Intoxicações
- Picadas de animais peçonhentos
- Mobilização e transporte de acidentados
- Humanização em primeiros socorros
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em
grupo e individual, aulas práticas em laboratório e seminários em equipes.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos.
Bibliografia Sugerida
Sousa, Lucila Medeiros Minichello. Noções de Primeiros Socorros. Editora Iátria. 2010. 176p.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Informática e Empreendedorismo
CARGA HORÁRIA: 40
Ementa
Esta disciplina visa dar suporte à utilização de computadores e softwares no âmbito da área da
saúde, além de fornecer conhecimentos básicos de empreendedorismo, essencial para a
empregabilidade.
Objetivos
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










Geral
- Adquirir noções gerais do funcionamento de microcomputadores e de softwares
importantes nos serviços básicos de saúde. Compreender noções de
empreendedorismo e sua aplicabilidade na vida profissional.
Específicos
- Conhecer a operacionalização básica de um microcomputador;
- Conhecer o funcionamento do sistema Windows;
- Conhecer o funcionamento do software Word para Windows;
- Preparar e editar textos no Word;
- Conhecer um software de navegação;
- Buscar informações na Internet e trocar correspondência eletrônica;
- Construir um Curriculum Vitae;
- Adquirir conhecimentos básicos sobre empreendedorismo e gestão da vida
profissional;
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
Noções sobre o funcionamento de um computador;
Introdução ao Windows;
Trabalhando com o Windows;
Introdução ao Microsoft Word;
Apresentação e introdução a Internet;
Trabalhando com pesquisas na Internet paralelamente ao Microsoft Word;
Criando e enviando e-mail;
Construção de Curriculum Vitae;
Criatividade e inovação – trabalhando a visão empreendedora;
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas expositivas dialogadas em sala de aula utilizando Datashow;
Aulas práticas em laboratório de informática;
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Avaliação da participação em sala de aula e assiduidade;
Estudos dirigidos, trabalhos individuais/grupo e produção de textos usando o computador;
Bibliografia Sugerida
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao Espírito empreendedor.
São Paulo: Saraiva, 2004.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios.
2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
HASHIMOTO, Marcos. Intraempreendedores: o motor de inovação das organizações.
2012. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira.
MOURA,
Juliana
G.
A.
Entrevista
de
Emprego.
2013.
Disponível
em
http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/entrevista-de-emprego/69927/.
STEPHEN, Robbins, P. Comportamento Organizacional. 11. Ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005.
NORTON, PETER, Introdução à Informática, Editora Makron Books, 1997.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Parasitologia I
CARGA HORÁRIA: 40
Ementa
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
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Conceitos básicos sobre a biologia do PARASITO, como: Aspectos biológicos, moleculares e
imunológicos do parasito; habitat nos hospedeiros vertebrados e invertebrado, ciclo evolutivo
(biológico) e mecanismos de transmissão; relação parasito-hospedeiro e sua associação com a
doença humana (patogenia e sintomatologia), os métodos de diagnósticos, a epidemiologia
(distribuição, prevalência e fatores ambientais), as medidas profiláticas e de controle, assim como
seus principais vetores.
Objetivos
 Geral
Capacitar os alunos, ao executarem técnicas comuns de diagnóstico em Parasitologia Médica,
fornecendo-lhes subsídios para conhecerem a sensibilidade e especiosidade deste método laboratorial
rotineiramente empregados na prática.
 Específicos
Oferecer uma visão geral sobre Parasitologia humana;
Desenvolver o espírito crítico-científico; Definir a terminologia geral usada em Parasitologia;
Conhecer a distribuição geográfica geral e a incidência relativa de cada parasita de importância médica;
Efetuar a identificação genérica de infecções parasitárias;
Conhecer e identificar vetores e hospedeiros envolvidos na transmissão de doenças parasitárias;
Identificar e desenvolver métodos potencialmente promissores de diagnóstico e controle
epidemiológicos do parasitismo e ter conscientização dos problemas das zoonoses no Brasil.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Noções básicas e gerais na realização de métodos parasitológicos tais como:
a)Metologia de(HPJ) Hoffmann ou sedimentação espontânea, onde pesquisa a presença de ovos de
helmintos.
- Identificação de todos os parasitos intestinais, sanguíneos e de alguns animais;
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
1- Aulas Práticas expositivas das enteroparasitoses
2- Utilização do data show
3- Utilização do atlas de enteroparasitoses
4- Discussões e apresentações
5- Utilização do Retroprojetor
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos
parasitários.
-Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos
de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética,
conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida
CIMERMAN, cimerman e . Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. 2 ed. São Paulo: Atheneu,
2002.
Brener Z, Andrade Z. Trypanosoma cruzy e Doença de Chagas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1979.
Ferreira, W. A., Ávila,S. L. M. – Diagnóstico Laboratorial. 2ª edição. Rio de Janeiro, Editora Koogan, 2001.
Mahmoud AAF. Schistosomiasis. In: Cecil Textbook of Medicine. 18 ed. WB. Saunders Company; 1988.
Neves PD, Melo AL, Linardi PM. Parasitologia humana. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1995.
Neves, D. P. – Parasitologia Dinâmica. 11ª edição. São Paulo, Editora Atheneu, 2003.
Ravel, R. – Laboratório Clínico, Aplicações Clínicas dos Dados Laboratoriais. 6ª edição. Rio de Janeiro,
Editora Koogan, 1997.
REY, L. – Bases da Parasitologia. 2a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2002 [380 páginas].
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
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REY, L. – Parasitologia. 3a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2001 [856 páginas].
Schechter M, Marangoni DV. Doenças infecciosas e conduta diagnóstica e terapêutica. 2ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 1998.
Veronesi R, Focaccia R. Tratado de infectologia. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1997.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Ética em Saúde
CARGA HORÁRIA: 40
Ementa
Esta disciplina visa a apresentar aos alunos os princípios fundamentais da ética e sua aplicação na vida
quotidiana, além de promover reflexões sobre questões éticas importantes no âmbito profissional.
Objetivos

Geral: Conhecer os fundamentos da ética, compreendendo a interação entre racionalidade,
espiritualidade e sociabilidade humanas com a ética;
 Específicos;
- Definir ética e seus objetivos;
- Identificar pontos em que a ética se relaciona com a razão, a espiritualidade e a questão social;
- Descrever os direitos e deveres do ser humano;
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)






Fundamentos da ética (conceitos, objetivos)
Ética (o homem, a vida, a saúde)
Homem-ser racional (a consciência, a inteligência, a liberdade, a responsabilidade).
Homem-ser espiritual (liberdade religiosa, crença).
Homem-ser social (socialização, liberdade em sociedade, legislação, organização social)
Direitos e deveres do homem (saúde da comunidade; saúde e cidadania; conselhos municipais;
participação e representatividade da comunidade nas questões de política em saúde; educação em
saúde);
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas dialogadas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual,
seminários em equipes.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Avaliação da participação em sala de aula e assiduidade;
Estudos dirigidos, trabalhos individuais/grupo e produção de textos;
Bibliografia Sugerida
COVRE, Maria de Lourdes Manzini. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1995.
DORNELLES, J. R. W. O que são direitos humanos. 2.ed. São Paula: Brasiliense, 1993.
VALLS, Álvaro. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986.
VÁSQUEZ, Adofo Sanches. Ética. Trad. João Dell’Anna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2003.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Metodologia Científica
CARGA HORÁRIA: 20
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
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Ementa
A disciplina abordará o estudo teórico, técnico e crítico que direcionam os trabalhos acadêmicos dos
estudantes, na perspectiva dos trabalhos didáticos e científicos. Refletirá a importância da articulação do
ensino, pesquisa e extensão no âmbito das universidades públicas brasileiras, como uma de suas maiores
virtudes e expressão de compromisso social.
Objetivos
Geral;
- Instrumentalizar o aluno de elementos teórico-práticos necessários para a adoção de atitude favorável
frente aos atos de estudar e pesquisar, na perspectiva de subsidiar a realização de trabalhos acadêmicos e
de educação continuada.
 Específicos;
- Identificar os elementos necessários para a construção dos trabalhos acadêmicos (didáticos e científicos);
- Aplicar as normas da ABNT na elaboração de trabalhos e atividades acadêmicas;
- Discutir a importância social das universidades públicas brasileiras na articulação do ensino, pesquisa e
extensão;
- Retratar as diversas fontes de estudos, suas implicações e efeitos na formação acadêmica.

Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1. Diretrizes do trabalho acadêmico:
1.1. Trabalhos didáticos (seminários, debates e relatórios);
- Seminários: estrutura e funcionamento; fontes; componentes; etapas; exemplos de procedimento e
roteiros em seminários;
- Debates: sequencia e organização;
- Procedimentos para elaboração de relatório de visita técnica e estágio supervisionado.
1.3 Trabalhos científicos (artigos científicos, monografias, projetos de pesquisa e extensão);
- As funções da Universidade: ensino, pesquisa e extensão;
- Cadastro de currículum vitae na Plataforma Lattes;
- Participações em eventos científicos.
1.3 Normas da ABNT para elaboração e confecção de trabalhos e atividades acadêmicas.
1.4 Discussões sobre fontes de estudo: biblioteca, internet, jornal, revistas etc.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas expositivas e dialogadas, através de debates, leitura de textos, trabalhos em grupos, apresentação de
seminários, onde serão utilizados recursos multimídia.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Avaliação contínua, somatória dos trabalhos desenvolvidos durante a disciplina.
Bibliografia recomendada:
Básica
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. 7.
reimpr. São Paulo: Atlas, 2009.
Complementar
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atualiz. São Paulo: Cortez,
2007.
ZAMBONI, Silvio. A pesquisa em arte: um paralelo entre arte e ciência. 3. ed. rev. Campinas, SP:Autores
Associados, 2006. 124 p. (Coleção polêmicas de nosso tempo, 59).
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Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR : Microbiologia I
CARGA HORÁRIA: 40 horas
Ementa
Conceitos básicos sobre a Microbiologia, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos dos microorganismos; habitat nos hospedeiros os métodos de diagnósticos. Interpretação e correlação dos aspectos
fisiopatogênicos e do diagnóstico laboratorial das principais doenças humanas. Estudo diagnóstico clínicolaboratorial das principais doenças microbianas do homem.
Objetivos
 Objetivos gerais
- Possibilitar ao aluno alcançar o perfil final, segundo a proposta pedagógica do curso para a disciplina de
Microbiologia, contemplando as seguintes habilidades e competências: atenção à saúde, tomada de
decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente.
 Objetivos específicos
- Realizar todas as práticas relativas à isolamento de bactérias e fungos, assim como identificação
bacteriana e fúngica, conhecimento das principais técnicas microbiológicas, meios de transporte, alças
calibradas, swabs de coleta.
- Interpretar os resultados das culturas, buscando correlacionar o resultado obtido com algumas síndromes
clínicas (doenças, infecções).
Demonstrar métodos de controle: qualidade de meios de cultura, microscópio, autoclave, estufas, etc.
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
Conteúdo programático
Normas de Biossegurança e controle de qualidade do setor em Microbiologia.
Urocultura
Coprocultura
Antibióticos e resistência bacteriana.
Hemocultura
Cultura do liquor cefalorraquidiano
Diagnóstico laboratorial das micoses
Estrutura e morfologia microscópica e macroscópica de fungos leveduriformes e filamentosos.
Coleta , transporte, processamento e armazenamento de amostras micológicas.
Exame direto, cultura e microcultivo
Identificação fúngica: provas biológicas (auxanograma e zimograma), nutricionais e bioquímicas
Laudo Laboratorial micológico e bacteriológico.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas Práticas expositivas dos micro-organismos; Utilização do data show; Utilização do atlas de
Microbiologia; Discussões e apresentações; Utilização do Retro-Projetor
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
-As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos
parasitários.
-Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de
um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como:
Postura,comportamento,Habilidades,ética,Conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Referência/Bibliografia Básica
ÁVILA, F. S .Guia prático para controle de infeção hospitalar. São Paulo, SP: USP-SP, 1990-1991.
BOOP, C. e cols. Escherichia, Shiguella and Salmonella In: MURRAY, P.R. Manual of clinical
Microbiology. 7. ed. 1999.
EDWARDS, P. R.; EWING .W. H. Identification of enterobacteriaceae. 3. ed., São Francisco, EUA:
Burgers, 1972.
Guia prático para controle de infecção hospitalar. São Paulo, SP. USP –SP , 1990-1991 ISBN 85-8523808-9.
JONH, P. H.; MARK, C. Controle de infecção hospitalar. 1. ed., 1996.
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JAWETZ, E. D. Microbiologia médica . Tradução de: Review of medical microbiology. 15. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1982.
KONEMAN, E. W. et al. Color atlas and textbook of diagnostic microbiology. 5. ed. Lippincott: Raven
Publishers, 1989.
PELEZAR, M. J.; CHAN, E.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceito e aplicações. Rio de Janeiro: Makron
Books, 1997. p. 1- 20.
ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: UNESP, 1994. p. 237.
TRABULSI, L. R. et al. Microbiologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
PLANO DE ENSINO
COMPONENTE CURRICULAR: ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA
CARGA HORÁRIA: 64h
Ementa
Estudo básico da organização estrutural (anatômica) do corpo humano abrangendo os níveis microscópico
e macroscópico, com ênfase no estudo da anatomia macroscópica. Agregado ao estudo da forma, será
estudada a fisiologia de cada órgão, sistema e aparelho estudado.
Objetivos
 Geral:
- Conhecer a organização estrutural dos vários sistemas e aparelhos que constituem o corpo humano,
compreendendo o funcionamento de cada órgão constituinte e estabelecendo correlação entre os
conhecimentos de anatomia e os conteúdos das disciplinas profissionalizantes.
 Específicos:
- Identificar os níveis de organização do corpo humano, planos de delimitação, planos de secção, eixos do
corpo humano, posição anatômica, normalidade, anomalia e variações anatômicas;
-Descrever as estruturas constituintes e a fisiologia dos principais órgãos do sistema esquelético,
cardiovascular, linfático, respiratório, digestório, urinário, reprodutor masculino e feminino, endócrino
nervoso e sensorial;
- Sumarizar as conexões entre os diferentes sistemas estudados;
- Desenvolver respeito pelo cadáver humano, enquanto peça chave para o aprendizado.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Níveis de organização do corpo humano, planos de delimitação, planos de secção, eixos do corpo humano,
posição anatômica, normalidade, anomalia e variações anatômicas;
- Sistema esquelético, com suas junturas ou articulações;
- Sistema cardiovascular;
- Sistema linfático;
- Sistema respiratório;
- Sistema digestório;
- Sistema urinário;
- Sistema reprodutor masculino e feminino;
- Sistema endócrino;
- Sistema nervoso;
- Sistema sensorial.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas expositivas teóricas com exercícios, utilizando o quadro branco e recursos audiovisuais;
- Atividades práticas utilizando modelos e cadáveres humanos;
- Trabalhos individuais em grupos ou equipes;
- Pesquisas na internet e em Bibliotecas;
- Problematização de situações práticas ligadas à área para estimular o aprendizado.
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Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Avaliação do conteúdo teórico, estudos dirigidos e trabalhos em grupo;
-Avaliação prática utilizando cadáveres humanos;
- Participação nas aulas e assiduidade.
Bibliografia Sugerida:
DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 2002. 200p.
TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Fundamentos de anatomia e fisiologia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed.
2006. 718p.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Anatomia e Fisiologia – Série Incrivelmente Fácil. Rio de Janeiro:
Guanabara. 2003. 292 p.
RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água – Tecnologia Atualizada. São Paulo: Edgard
Blucher, 1991.
OLIVEIRA, W. E. Técnica de Abastecimento e Tratamento de Água. CETESB, São Paulo, 1976.
SEWELL, G. H. Administração e Controle da Qualidade Ambiental. São Paulo: Editora Pedagógica e
Universitária LTDA., 1978.
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Planos de Ensino Módulo II
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Técnicas de Coleta de Amostras Biológicas
CARGA HORÁRIA: 20
Ementa
Conceitos básicos sobre coleta de amostras biológicas. Método de coleta e conservação dos materiais para
a realização de análises bioquímicas, biológicas, microbiológicas, micológicas, hematológicas, citológicas,
parasitológicas, imunológicas e toxicológicas.
Objetivos
 Geral : Esta disciplina visa desenvolver a visão de que o técnico em análises clínicas é um
profissional com responsabilidades no atendimento e coleta de amostras do paciente, necessitando
participar de todas as ações dentro do laboratório, englobando desde a atenção e atendimento ao
paciente com destaque no acompanhamento de todo o processo de coleta e conservação do
material biológico. Desenvolverá as habilidades necessárias à execução práticade várias coletas
biológicas e das etapas de vários e diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e
confirmação) bem como a capacidade de relacionar informações dos exames de acordo com sua
maneira de coletar enas tomada de decisões.
 Específicos
- Habilitar a realizar a coleta de todos os exames solicitados pela clínica médica;
- Desenvolver uma visão minuciosa quanto ao aspecto do material colhido e/ou recebido,
possibilitando demonstrar tanto para o paciente quanto para os funcionários, o seu domínio
referente a todas a ações que norteiam as boas práticas de um laboratório de análises clínicas.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Técnica de Coleta de amostra biológica:
-Teste pré-analítico - medicação/pedido de exame;
- Identificação do paciente- Protocolo do paciente;
- Preparo do paciente para coleta de amostras sangüíneas com relação a atividades físicas, jejum,
tabagismo, uso de drogas e atributos físicos;
- Procedimento Operacional Padrão para coleta de sangue;
- Uso de torniquete;
- Punção venosa com seringa;
- Punção venosa com tubo a vácuo;
- Anticoagulantes e conservadores para sangue;
- Coagulograma,
- Teste do pezinho;
- Punção arterial;
- Hemólise.
- Manipulação da amostra de sangue; a) Sangue Total; b) Soro;c) Plasma; d) Centrifugação; e) Separação e
Preservação.
- Coleta de urina; a) Coleta de urina para EAS; b) Coleta de urina para teste de gravidez; c) Coleta de urina
para cultura; d) Coleta de urina com prazo marcado (24) horas; e) Conservadores de urina;
- Coleta de fezes; a) Coleta de fezes para pesquisa de sangue oculto; b). Coleta de fezes para coprocultura;
c). Coleta de fezes com 3 amostras em líquido conservante; d)Coleta de fezes para pesquisa de rotavírus;
-Coleta de saliva; - Coleta de líquido seminal. -Coleta de escarro / Precauções no preparo do esfregaço; Coleta de linfa para pesquisa de Hanseníase;
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Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
1- Aulas Práticas expositivas de Técnicas de coletas de amostras biológicas.
2- Utilização do data show
3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários
4- Discussões e apresentações
5- Utilização do Retroprojetor
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas, apresentações e relatórios dos métodos de
diagnóstico em líquidos corporais.
Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de um
profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como: postura, comportamento, habilidades, ética, conteúdo
e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Recomendada:
BURTIS, Carl A. ; ASWOOD, Edward R. Tietz. Fundamentos de Química Clínica. 4. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 1998.
NAOUM, Paulo César; NAOUM, Flavio Augusto. Hematologia Laboratorial – Eritrócitos. 1. ed. São
José do Rio Preto: SP. Academia de Ciência e Tecnologia.2005.
LARGURA, Álvaro. Manual de exames 2005. Cascavel:PR. www.alvaro.com.br .2005.
CIRIADES, Pierre G. J. Patologia Clínica – Manual de Exames. 9. ed. São Paulo:SP.
PARDINI, Hermes. Manual de Exames 2004/2005. Belo Horizonte: MG.www.hermespardini.com.br.
FLEURY, Instituto. Manual de Exames. São Paulo:SP. www.institutofleury.org.br.
www.rhesus.com . Rhesus Medicina Auxiliar, 2002.
UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04.
PLANO DE ENSINO
COMPONENTE CURRICULAR: Microbiologia II
CARGA HORÁRIA: 40 horas
EMENTA
Conceitos básicos sobre a Microbiologia, como: Aspectos biológicos, moleculares e imunológicos dos microorganismos; habitat nos hospedeiros os métodos de diagnósticos. Interpretação e correlação dos aspectos
fisiopatogênicos e do diagnóstico laboratorial das principais doenças humanas. Estudo diagnóstico clínicolaboratorial das principais doenças microbianas do homem.
 Objetivos gerais
Possibilitar ao aluno alcançar o perfil final, segundo a proposta pedagógica do curso para a disciplina de
Microbiologia, contemplando as seguintes habilidades e competências: atenção à saúde, tomada de
decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente.
 Objetivos específicos
Realizar todas as práticas relativas à isolamento de bactérias e fungos, assim como identificação
bacteriana e fúngica, conhecimento das principais técnicas microbiológicas, meios de transporte, alças
calibradas, swabs de coleta.
Interpretar os resultados das culturas, buscando correlacionar o resultado obtido com algumas
síndromes clínicas (doenças, infecções).
Demonstrar métodos de controle: qualidade de meios de cultura, microscópio, autoclave, estufas, etc.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO(O que se pretende ensinar?)
_______________________________________________________________________________________
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Diagnóstico Laboratorial das Micoses
Estrutura e morfologia microscópica de fungo
Coleta ,Transporte e Armazenamento de amostras micológicas.
Exame direto: a fresco e com KOH a 20%.
Cultura: A-Meios de cultura,B –Inoculação
C-Incubação dos cultivos e D-Coloração com Lactofeno Azul Algodão).
Microcultivo
Representação Macroscópica do Fungo-Colônia
Provas Biológicas,Nutricionais e Bioquímicas
Identificação Fúngica
Avaliação teórico/prática
Hemocultura
Coprocultura
Urocultura
Antibiograma
METODOLOGIA DE ENSINO (Como se pretende ensinar?)
12345-
Aulas Práticas expositivas dos micro-organismos
Utilização do data show
Utilização do atlas de Microbiologia
Discussões e apresentações
Utilização do Retroprojetor
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
-As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos
parasitários.
-Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos
de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como:
Postura,comportamento,Habilidades,ética,Conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida:
ÁVILA, F. S .Guia prático para controle de infeção hospitalar. São Paulo, SP: USP-SP, 1990-1991.
BOOP, C. e cols. Escherichia, Shiguella and Salmonella In: MURRAY, P.R. Manual of clinical Microbiology. 7.
ed. 1999.
EDWARDS, P. R.; EWING .W. H. Identification of enterobacteriaceae. 3. ed., São Francisco, EUA: Burgers,
1972.
Guia prático para controle de infecção hospitalar. São Paulo, SP. USP –SP , 1990-1991 ISBN 85-85238-08-9.
JONH, P. H.; MARK, C. Controle de infecção hospitalar. 1. ed., 1996.
JAWETZ, E. D. Microbiologia médica . Tradução de: Review of medical microbiology. 15. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1982.
KONEMAN, E. W. et al. Color atlas and textbook of diagnostic microbiology. 5. ed. Lippincott: Raven
Publishers, 1989.
PELEZAR, M. J.; CHAN, E.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceito e aplicações. Rio de Janeiro: Makron Books,
1997. p. 1- 20.
ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: UNESP, 1994. p. 237.
TRABULSI, L. R. et al. Microbiologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica I
CARGA HORÁRIA: 40h
Ementa
Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Medida da luz dispersa,
Carboidratos, Diabete Mellitus, Proteínas, Marcadores Tumorais, Enzimologia Clínica, Provas de Função
Hepática, Icterícias, Provas de Função Renal, Lipídeos, Lipoproteínas e Dislipemias, Equilíbrio ÁcidoBásico, Marcadores Ósseos, Marcadores Cardíacos, Urianálise.
Objetivos
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
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O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a avaliar um estado patológico, através da
medição do grau de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais; identificando
dosagens químicas específicas utilizadas no curso da evolução de patologias, eficazes para o seu
diagnóstico e monitoramento.
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
Conceituação e objetivos da bioquímica clínica; Princípios gerais de técnicas para doseamento de uma
substância; Fotometria e Leis da Fotometria; Metabolismo e Diagnóstico Bioquímico de alterações em
Carboidratos; Hormônios do metabolismo glicídico; Marcadores auto-imunes; Proteínas; Vitaminas; Enzimas
e cofatores enzimáticos; Proteínas de fase aguda; Marcadores tumorais; Provas de função dos órgãos e
sistemas fisiológicos. Generalidades sobre o equilíbrio ácido-básico (Ionograma).
Aulas Práticas: Princípios Técnicos de laboratório e dosagens. Espectrofotometria. Dosagens sanguíneas.
Instalação, uso e conservação de equipamentos do setor de Bioquímica.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos.
Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas
práticas e data show.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para
obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo
com a estratégia definida pelos professores.
Bibliografia Recomendada
BAYNES, J. & DOMINICZAK, M. K. Bioquímica médica. 1 ed. São Paulo. Editora Manole. 2OOO.
BAVER, J. D. Clinical laboratory methods. 9 ed. Mosby: St Louis, 1982, 244-247p.
CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3 ed. Editora Artes Médicas Sul: Porto Alegre, 2000.
CHAMPE, P. C. & HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada. 2 ed. Editora Artes Médicas: Porto Alegre, 1996.
HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B. Sounders
company: Philadelphia, 1996.
HENRY, Richard J.; CANNON, Donald C. & WINKELMAN, J. W. Química Clinica. Princípios y técnicas. 2 ed.
Editorial Jims: Barcelona, 1982.
KAPLAN, Alex; JACK, Rhona; OPHEIM, Kente; TIOVOLA, Bert & LYON, Andrew W. Clinical Chemistry.
Interpretation and techniques, 4 ed. Williams & Wilkins: Baltimore, 1995.
KAPLAN, Laurence A. & PESCE, Amadeo. J. Clinical Chemistry. Theory, analysis, correlation. 3 ed. Mosby:
St. Louis, 1996.
LOPEZ, R. & ADOLFH, L. Diagnóstico enzimático das doenças do coração, fígado e pâncreas. Editora
Atheneu: São Paulo. 1981.
MARSHALL, William J. & BANGERT, Stephen K. Clinical biochemistry. Metabolic and clinical aspects.
Churchill Livingstone: New York. 1995.
MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990.
MONTEGOMERY, Rex; CONWAY, Thomas W. & SPECTOR, Arthur. A. Bioquímica. Uma abordagem dirigida
por casos. 5 ed. Editorial Artes Médicas Ltda. 1994.
TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia, 1995.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Parasitologia II
CARGA HORÁRIA: 40
Ementa
Conceitos básicos sobre a biologia do PARASITO, como: Aspectos biológicos, moleculares e
imunológicos do parasito; habitat nos hospedeiros vertebrados e invertebrado, ciclo evolutivo
(biológico) e mecanismos de transmissão; relação parasito-hospedeiro e sua associação com a
doença humana (patogenia e sintomatologia), os métodos de diagnósticos, a epidemiologia
(distribuição, prevalência e fatores ambientais), as medidas profiláticas e de controle, assim como
seus principais vetores.
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
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Objetivos
Geral: Capacitar os alunos, ao executarem técnicas comuns de diagnóstico em Parasitologia
Médica, fornecendo-lhes subsídios para conhecerem a sensibilidade e especiosidade deste método
laboratorial rotineiramente empregados na prática.
 Específicos; Oferecer uma visão geral sobre Parasitologia humana;
Desenvolver o espírito crítico-científico; Definir a terminologia geral usada em Parasitologia;
Conhecer a distribuição geográfica geral e a incidência relativa de cada parasita de importância médica;
Efetuar a identificação genérica de infecções parasitárias;
Conhecer e identificar vetores e hospedeiros envolvidos na transmissão de doenças parasitárias;
Identificar e desenvolver métodos potencialmente promissores de diagnóstico e controle
epidemiológicos do parasitismo e ter conscientização dos problemas das zoonoses no Brasil.

Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
1) Metologia de Kato-Kats, metodologia quantitativa de ovos de helmintos
2) Metologia de Faust, método de diagnóstico através de flutuação no
sulfato de zinco a 33% e densidade de 1.180.
3) Metodologia de Baermann moraes( método para diagnósticar presença de
larvas de helmintos entre outras demais técnicas.
4) Método para pesquisar sangue oculto nas fezes (exames bioquímicos).
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
1- Aulas Práticas expositivas das enteroparasitoses
2- Utilização do data show
3- Utilização do atlas de enteroparasitoses
4- Discussões e apresentações
5- Utilização do Retroprojetor
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos
parasitários.
-Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos
de um profissional Técnico em Análises Clínicas, tais como: postura, comportamento, habilidades, ética,
conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida
CIMERMAN, cimerman e . Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
Brener Z, Andrade Z. Trypanosoma cruzy e Doença de Chagas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1979.
Ferreira, W. A., Ávila,S. L. M. – Diagnóstico Laboratorial. 2ª edição. Rio de Janeiro, Editora Koogan, 2001.
Mahmoud AAF. Schistosomiasis. In: Cecil Textbook of Medicine. 18 ed. WB. Saunders Company; 1988.
Neves PD, Melo AL, Linardi PM. Parasitologia humana. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1995.
Neves, D. P. – Parasitologia Dinâmica. 11ª edição. São Paulo, Editora Atheneu, 2003.
Ravel, R. – Laboratório Clínico, Aplicações Clínicas dos Dados Laboratoriais. 6ª edição. Rio de Janeiro, Editora
Koogan, 1997.
REY, L. – Bases da Parasitologia. 2a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2002 [380 páginas].
REY, L. – Parasitologia. 3a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2001 [856 páginas].
Schechter M, Marangoni DV. Doenças infecciosas e conduta diagnóstica e terapêutica. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 1998.
Veronesi R, Focaccia R. Tratado de infectologia. 9ª ed. São Paulo: Ateneu; 1997.
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
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Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Química Geral e Preparo de Soluções
CARGA HORÁRIA: 40 h
Ementa
A disciplina abordará as noções básicas de segurança no laboratório, apresentando
equipamentos, substâncias químicas e vidrarias a serem utilizados durante a execução dos
experimentos propostos. Aplicação de conceitos fundamentais de química em experimentos
representativos, através das reações químicas, como também o preparo e padronização de
soluções, observando os tipos de soluções, seus componentes e diluição.
Objetivos
 Geral;
 Fomentar a vivência do estudante junto ao ambiente laboratorial e promover o
conhecimento prático envolvendo diferentes conceitos fundamentais da química.
 Específicos;
 Familiarizar os alunos as práticas e rotinas das atividades desenvolvidas no laboratório,
aplicando as normas de segurança laboratorial;
 Reconhecer e utilizar as principais substâncias químicas utilizadas na rotina laboratorial, bem como
os equipamentos básicos de laboratório e vidrarias;
 Identificar e realizar reações químicas básicas;

Preparar e padronizar soluções;

Observar e caracterizar soluções e seus componentes;
 Executar diluições;
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Segurança no laboratório; principais precauções a serem tomadas em um laboratório
químico;
- Seleção e manuseio de reagentes e produtos químicos;
- Equipamentos básicos de laboratório e vidrarias;
- Densidade de sólidos e líquidos;
- Reações químicas;
- Soluções;
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas discursivas e dialogadas partindo do conhecimento prévio do aluno. Serão
utilizados recursos audiovisuais para melhor ilustrar o conteúdo exposto;
- Exercícios teórico-práticos com o intuito de estimular a discussão dos assuntos estudados
entre os alunos.
- Aulas práticas no laboratório integrando o conteúdo teórico.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Avaliação do conteúdo teórico, questões discursivas e objetivas e relatório de aula
prática;
- Participação durante as aulas (debates e questionamentos) bem como assiduidade.
Bibliografia Sugerida:
MAIA, DALTAMIR JUSTINO; BIANCHI, J. C. DE A. Química Geral: Fundamentos. 1ª Edição.
Editora PEARSON (LIVROS UNIVERSITARIOS), 2007.
Neves, V.J.M. Como preparar soluções químicas em laboratório. Editora Tecmedd, 2004.
TRINDADE, Diamantino F.; BANUTH, Gilda S. L. Química Básica Experimental. 4. ed. São
Paulo/SP: Editora Ícone, 2010.
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Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Educação em Saúde
CARGA HORÁRIA: 60 h
Ementa
Esta disciplina visa fornecer subsídios para que os estudantes possam promover atividades educativas para
o auto-cuidado com a saúde, obtendo elementos para um educação em saúde individual e coletiva. Além
disto, objetiva a compreesão do funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro.
Objetivos
 Geral: Propiciar ao aluno a capacidade de conhecer como funciona o SUS e conhecer as medidas de
higiene pessoal e coletiva, agregando a este conhecimento tópicos de educação ambiental.
 Específicos:
- Conhecer a história do SUS;
- Compreender e vivenciar a saúde comunitária;
- Identificar medidas de higiene individual e coletiva (conceito de higiene, objetivos, histórico; higiene
individual; higiene mental; higiene sexual; higiene da alimentação; vigilância sanitária, higiene e segurança
do trabalho);
- Debater temas relacionados à educação ambiental.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- História do SUS
- Saúde comunitária
- Medidas de higiene individual e coletiva (conceito de higiene, objetivos, histórico; higiene individual;
higiene mental; higiene sexual; higiene da alimentação; vigilância sanitária, higiene e segurança do
trabalho)
- Educação ambiental.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas dialogadas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e individual,
confecção de relatórios de observação, seminários em equipes, visitas domiciliares em comunidades da
grande João Pessoa e atividades extra-classe na ETA (Estação de Tratamento de Água), ETE (Estação de
Tratamento de Esgoto) e Aterro Sanitário.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção de textos.
Bibliografia Sugerida:
BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. O trabalho do agente comunitário de saúde. Programa de agentes
comunitários de saúde. Brasília: 1994
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental e SUS. Os centros de atenção psicossocial. Brasília, 2004.
BRASIL. Ministério da Saúde. Reforma Psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Reforma Psiquiátrica
e política de Saúde Mental no Brasil
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1988.
CECCIM, Ricardo Burg. Saúde e doença: uma reflexão para a educação da saúde. In: MEYER, Dagmar E.
Estermann (Org.). Saúde e sexualidade na escola. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 2006. p. 37-50.
REDE DE EDUCAÇÃO POPULAR E SAÚDE. Carta: a Educação Popular em saúde e o governo popular e
democrático do Partido dos Trabalhadores. Nós da Rede - Boletim da Rede de Educação Popular e Saúde.
Recife, n. 3, p. 6-8, 2003.
VASCONCELOS, E. M. Educação popular, um jeito especial de conduzir o processo educativo no setor saúde.
[S.1:s.n.], 2003.
VASCONCELOS, E. M. Educação Popular nos serviços de saúde. São Paulo: Hucitec, 1997.
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VASCONCELOS, E. M. Redefinindo as práticas de saúde a partir de experiências de Educação popular nos
serviços de saúde.Interface: comunicação, saúde, educação, [S.l.], v. 8, p. 121-126, 2001.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR : Biologia Celular
CARGA HORÁRIA: 40
Ementa
A disciplina abordará a importância da relação entre as características estruturais, moleculares e funcionais
das células procariontes e eucariontes, envolvendo a utilização do microscópio óptico comum em aulas
práticas de biologia celular. Apresentará conceitos básicos sobre o dinamismo das estruturas celulares,
através do estudo das propriedades da membrana plasmática, estrutura e função das organelas celulares,
as características do núcleo e seus processos de divisão celular, bem como as aplicações da biologia
celular na área da saúde, suas contribuições e avanços.
Objetivos
 Geral:
- Compreender as características moleculares básicas e propriedades dos diferentes tipos celulares.
 Específicos:
- Caracterizar a célula em seus aspectos moleculares, estruturais e funcionais em procariotos e eucariotos,
para o entendimento desta como unidade geradora das respostas biológicas do organismo;
- Descrever os componentes mecânicos e ópticos do microscópio óptico comum, desenvolver habilidade no
manuseio e realizar prática de focalização;
- Identificar as estruturas dos componentes da membrana plasmática;
- Diferenciar os tipos de transportes através da membrana;
- Distinguir as organelas celulares e suas respectivas funções;
- Descrever sobre a estrutura do núcleo celular e os processos básicos de divisão celular, destacando a
importância e cada processo;
- Identificar as principais formas de utilização dos conhecimentos de biologia celular na área da saúde, no
seu estado atual e perspectivas futuras.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Organização geral: procariontes e eucariontes;
- Métodos de estudo da célula, a utilização do Microscópio Óptico Comum;
- Biomembranas; estrutura, permeabilidade e transporte celular;
- Estrutura e funções das organelas celulares;
- Núcleo (DNA e RNA, cromatina, nucleoplasma e envoltório nuclear) e Ciclo celular.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas teóricas expositivas e dialogadas, com discussão de textos e vídeos; trabalhos em grupos na forma
de seminários, com a utilização de recursos multimídia (data show), quadro branco e DVDs.
- Aulas teóricas – práticas de microscopia óptica comum, integrando a biologia celular, que serão
desenvolvidas no laboratório de ensino, onde serão utilizados microscópios e laminários.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Avaliação contínua da disciplina, através dos questionamentos, debates, discussões sobre os conteúdos
propostos, apresentação de seminários, assiduidade e pontualidade durante as aulas.
Avaliação teórica - prática (questões objetivas e dissertativas)
- Critérios: Demonstração de domínio de conteúdo, capacidade de sistematização das ideias, habilidades
no manuseio do microscópio, focalização e cuidados.
Bibliografia Sugerida
Bibliografia Básica
ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P.
2011. Fundamentos da Biologia Celular. 3ª Edição. Editora Artmed.
Bibliografia complementar
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COOPER G.M. & HAUSMAN R.E. A Célula: uma abordagem molecular. 3ª ed. Porto Alegre, Artmed, 2007.
JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9.ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2012.
NORMAN R.I., LODWICK D. Biologia Celular. Rio de Janeiro, Elsevier, 2007.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Hematologia I
CARGA HORÁRIA: 40 h
Ementa
Proporcionar ao aluno, conceitos básicos de Hematologia, conhecer as funções reguladoras da
Hematopoese em condições normais e anormais e elucidar os mecanismos que dão base á interpretação de
um Eritrograma, Leucograma, e Plaquetograma em condições normais e patológicas.
Objetivos
Proporcionar ao aluno, conceitos básicos e específicos de hematologia, aplicar, executar e interpretar as
técnicas laboratoriais que exploram a hematologia em condições normais e patológicas, tornando o aluno
apto ao mercado de trabalho.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Introdução a Hematologia, elementos constituintes do sangue;
- Aspectos morfológicos e quantitativos do sangue periférico e Medula Óssea; Hematopoese (Evolução,
Proliferação, Diferenciação, Maturação);
- Hemoglobina (Estrutura, Metabolismo, Degradação);
- Eritropoese (Eritrograma, Índices Hematimétricos);
- Hemograma: Série Vermelha – hemácias, hemoglobina, hematócrito, índices hematimétricos;
- Análise de Hemograma.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, , trabalho em grupo e
individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários
em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
 Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos;
produção de textos.
 Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas).
Bibliografia Sugerida
LORENZI, T.F. Atlas de Hematologia: Clínica Hematológica Ilustrada. 1.ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
HENRY, J.B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais, 18. ed., São Paulo, Ed. Manole,
1995.1678p.
OLIVEIRA, R.A.G. Hemograma: Como Fazer e Interpretar. 1.ed., São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2007.
RAPAPORT, S. Introdução a Hematologia. 2.ed., São Paulo: ROCCA 1990.450p.
VALLADA, E.P., Manual de Técnicas Hematológicas. 1.ed., Rio de Janeiro: Atheneu, 1997.423p.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR : Urinálise I
CARGA HORÁRIA: 40 horas
Ementa
Conceitos básicos sobre a biologia das doenças renais, como: Aspectos biológicos, moleculares e
imunológicos dos rins e dos órgãos onde existem líquidos cavitários; Estudo da composição bioquímica e
celular da urina. Análise clínica e laboratorial das características gerais e dos elementos anormais do
sedimento urinário e de líquidos corporais e citologia esfoliativa.
Objetivos
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Objetivos gerais:
A disciplina de Urianálise e Líquidos cavitários oferecerá ao aluno o conteúdo referente ao diagnóstico
clínico-laboratorial das principais doenças infecciosas, congênitas, metabólicas na população humana, em
especial aquelas que comprometem a saúde pública no Brasil. Desenvolverá as habilidades necessárias à
execução prática das etapas de vários e diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e
confirmação) bem como a capacidade de relacionar informações para resolução de casos clínicos e tomada
de decisões.
Objetivos específicos:
Identificar e compreender as alterações de líquidos corporais e/ou funcionamento dos rins, analisar os
líquidos cavitários e os diferentes processos patológicos tanto em nível local quanto sistêmico; Analisar os
analitos utilizados para diagnóstico clínico-laboratorial das principais patologias humanas;
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
Coleta e conservação das amostras de urina
Revisão da fisiologia renal
Exame físico na urinálise
Exame químico em urinálise: Glicose, Corpos cetônicos, Bilirrubina, Urobilinogênio, Hemoglobina, Proteínas,
Ácido ascórbico, Nitrito, pH.
Interferentes no exame químico;
Realização da rotina laboratorial.
Cuidados no manuseio da tira reativa.
Diferenciar Hemoglobinúria, Hematúria e Mioglobinúria.
Sedimentoscopia.
Descreva a formação dos cilindros nos túbulos renais;
Origem das células encontradas na urina.
Componentes microscópicos do sedimento urinário.
Contagem na câmara de Neubauer
Cristais de urina ácida, neutra e alcalina, e os cristais considerados anormais no sedimento urinário
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
1- Aulas Práticas expositivas dos líquidos cavitários e da urina.
2- Utilização do data show
3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários
4- Discussões e apresentações
5- Utilização do Retro-Projector
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
-As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos de
diagnóstico em líquidos corporais.
-Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de
um profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como:
Postura,comportamento,Habilidades,Ética,Conteúdo e Interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida
UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04.
SEGREDOS EM UROLOGIA. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
CECIL, Godman. Tratado de Medicina Interna. 21 ed. Guanabara Koogan, 2001.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Citologia e Líquidos Cavitários
CARGA HORÁRIA: 40 horas
Ementa
Conceitos básicos sobre a biologia das doenças renais, como: Aspectos biológicos, moleculares e
imunológicos dos rins e dos órgãos onde existem líquidos cavitários; Estudo da composição bioquímica e
celular da urina. Análise clínica e laboratorial das características gerais e dos elementos anormais do
sedimento urinário e de líquidos corporais e citologia esfoliativa.
Objetivos
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Objetivos gerais:
A disciplina de Líquidos cavitários e Citologia oncológica oferecerá ao aluno o conteúdo referente ao
diagnóstico clínico-laboratorial das principais doenças infecciosas, congênitas, metabólicas na população
humana, em especial aquelas que comprometem a saúde pública no Brasil, assim como diagnóstico de
câncer de colo uterino. Desenvolverá as habilidades necessárias à execução prática das etapas de vários e
diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e confirmação) bem como a capacidade de
relacionar informações para resolução de casos clínicos e tomada de decisões.
Objetivos específicos:
Identificar e compreender as alterações de líquidos corporais e/ou funcionamento dos líquidos, analisar os
líquidos cavitários e os diferentes processos patológicos tanto em nível local quanto sistêmico; Analisar os
analitos utilizados para diagnóstico clínico-laboratorial das principais patologias humanas;
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
Diagnóstico nos líquidos cavitários:
- Líquor;
- Líquido pleural;
- Líquido sinovial;
- Líquido pericárdico;
- Líquidos cavitários em geral.
Diagnóstico na Citologia oncológica:
- Diagnóstico de diversos tipos de câncer;
- Diversas colorações;
- Citologia de líquidos cavitários em geral.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
1- Aulas Práticas expositivas dos líquidos cavitários e da urina.
2- Utilização do data show
3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários
4- Discussões e apresentações
5- Utilização do Retroprojetor
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
-As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos de
diagnóstico em líquidos corporais.
-Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de
um profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como: postura, comportamento, habilidades, ética,
conteúdo e interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Recomendada
UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04.
CECIL, Godman. Tratado de Medicina Interna. 21 ed. Guanabara Koogan, 2001.
_______________________________________________________________________________________
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Planos de Ensino Módulo III
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Hematologia II
CARGA HORÁRIA: 40 h
Ementa
Proporcionar ao aluno, conceitos específicos em hematologia, classificação e estudo das Anemias
(Carenciais, Hemoglobinopatias, Enzimopatias, Membranopatias). Classificação e estudo das Leucemias e
Linfomas. Mielograma. Hemostasia e Coagulação. Diagnóstico Hematológico Diferencial.
Objetivos
Proporcionar ao aluno, conhecimentos específicos de hematologia, aplicar, executar e interpretar as
técnicas laboratoriais que exploram a hematologia em condições normais e patológicas, e fatores de
interferências nos resultados dos mesmos, tornando o aluno apto ao mercado de trabalho.
Conteúdo Programático
- Anemia Falciforme,Traço Falciforme;
- Anemias Hemolíticas;
- Coleta Sanguínea;
- Esfregaço, Coloração de lâminas;
- Trombopoese (Produção, Estrutura, Metabolismo);
- Hemostasia e Coagulação Sanguínea;
- Leucopoese / Aspectos Morfológicos dos Leucócitos;
- Leucopoese / Propriedades e Funções dos Leucócitos;
- Leucemias;
- Leucopoese;
- Linfomas de Hodgkin e não Hodgkin;
- Linfoma de Burkitt;
- Mononucleose Infecciosa;
- LES (Lúpus Eritematoso Sistêmico);
- Diagnóstico Hematológico;
- Fatores e Condições que podem interferir no Hemograma.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas expositivas com material áudio visual de apoio. Seminários. Estudo dirigido de casos clínicos. Aulas
Práticas com discussão e interpretação de resultados.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos;
produção de textos.
 Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas).
Bibliografia Sugerida
LORENZI, T.F. Atlas de Hematologia: Clínica Hematológica Ilustrada. 1.ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
HENRY, J.B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais, 18. ed., São Paulo, Ed. Manole,
1995.1678p.
OLIVEIRA, R.A.G. Hemograma: Como Fazer e Interpretar. 1.ed., São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2007.
RAPAPORT, S. Introdução a Hematologia. 2.ed., São Paulo: ROCCA 1990.450p.
VALLADA, E.P., Manual de Técnicas Hematológicas. 1.ed., Rio de Janeiro: Atheneu, 1997.423p.

Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica II
CARGA HORÁRIA: 40h
Ementa
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
67
Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Medida da luz dispersa,
Carboidratos, Diabete Mellitus, Proteínas, Marcadores Tumorais, Enzimologia Clínica, Provas de Função
Hepática, Icterícias, Provas de Função Renal, Lipídeos, Lipoproteínas e Dislipemias, Equilíbrio ÁcidoBásico, Marcadores Ósseos, Marcadores Cardíacos, Urianálise.
Objetivos
O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a avaliar um estado patológico, através da
medição do grau de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais; identificando
dosagens químicas específicas utilizadas no curso da evolução de patologias, eficazes para o seu
diagnóstico e monitoramento.
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
Enzimas e Diagnóstico de hepatopatias, pancreopatias, neoplasias; Perfil enzimático (quociente enzimático);
Marcadores ósseos; Metabolismo e Alterações em Lipídeos e Lipoproteínas; Perfil lipídico; Marcadores
Cardíacos, Urinálise.
Aulas Práticas: Dosagens sanguíneas.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos.
Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas
práticas e data show.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para
obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo
com a estratégia definida pelos professores.
Bibliografia Sugerida
BAYNES, J. & DOMINICZAK, M. K. Bioquímica médica. 1 ed. São Paulo. Editora Manole. 2OOO.
BAVER, J. D. Clinical laboratory methods. 9 ed. Mosby: St Louis, 1982, 244-247p.
CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3 ed. Editora Artes Médicas Sul: Porto Alegre, 2000.
CHAMPE, P. C. & HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada. 2 ed. Editora Artes Médicas: Porto Alegre, 1996.
HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B. Sounders
company: Philadelphia, 1996.
HENRY, Richard J.; CANNON, Donald C. & WINKELMAN, J. W. Química Clinica. Princípios y técnicas. 2 ed.
Editorial Jims: Barcelona, 1982.
KAPLAN, Alex; JACK, Rhona; OPHEIM, Kente; TIOVOLA, Bert & LYON, Andrew W. Clinical Chemistry.
Interpretation and techniques, 4 ed. Williams & Wilkins: Baltimore, 1995.
KAPLAN, Laurence A. & PESCE, Amadeo. J. Clinical Chemistry. Theory, analysis, correlation. 3 ed. Mosby:
St. Louis, 1996.
LOPEZ, R. & ADOLFH, L. Diagnóstico enzimático das doenças do coração, fígado e pâncreas. Editora
Atheneu: São Paulo. 1981.
MARSHALL, William J. & BANGERT, Stephen K. Clinical biochemistry. Metabolic and clinical aspects.
Churchill Livingstone: New York. 1995.
MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990.
MONTEGOMERY, Rex; CONWAY, Thomas W. & SPECTOR, Arthur. A. Bioquímica. Uma abordagem dirigida
por casos. 5 ed. Editorial Artes Médicas Ltda. 1994.
TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia, 1995.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR : Urinálise II
CARGA HORÁRIA: 40 horas
Ementa
Conceitos básicos sobre a biologia das doenças renais, como: Aspectos biológicos, moleculares e
imunológicos dos rins e dos órgãos onde existem líquidos cavitários; Estudo da composição bioquímica e
celular da urina. Análise clínica e laboratorial das características gerais e dos elementos anormais do
sedimento urinário e de líquidos corporais e citologia esfoliativa.
Objetivos
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
68
Objetivos gerais:
A disciplina de Urianálise e Líquidos cavitários oferecerá ao aluno o conteúdo referente ao diagnóstico
clínico-laboratorial das principais doenças infecciosas, congênitas, metabólicas na população humana, em
especial aquelas que comprometem a saúde pública no Brasil. Desenvolverá as habilidades necessárias à
execução prática das etapas de vários e diferentes métodos e de exames laboratoriais (triagem, rotina e
confirmação) bem como a capacidade de relacionar informações para resolução de casos clínicos e tomada
de decisões.
Objetivos específicos:
Identificar e compreender as alterações de líquidos corporais e/ou funcionamento dos rins, analisar os
líquidos cavitários e os diferentes processos patológicos tanto em nível local quanto sistêmico; Analisar os
analitos utilizados para diagnóstico clínico-laboratorial das principais patologias humanas;
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
Parasitas urinários.
Síndromes renais e infecção do trato urinário
Realização da rotina laboratorial
Laudos e identificação de urinas indicativas de ITU.
Síndrome nefrótica;
Glomerulonefrite;
Cistite;
Pielonefrite.
Realização da técnica de Proteinúria de 24 horas.
Proteína de Bence Jones: identificação da proteinúria de Bence Jones.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
1- Aulas Práticas expositivas dos líquidos cavitários e da urina.
2- Utilização do data show
3- Utilização do atlas de urinálise e líquidos cavitários
4- Discussões e apresentações
5- Utilização do Retro-Projetor
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
-As avaliações serão realizadas por provas teóricas, práticas , apresentações e relatórios dos métodos de
diagnóstico em líquidos corporais.
-Será realizada também uma avaliação contínua do aluno em sala de aula, com todos o pré requisitos de
um profissional Técnico em Análises Clínicas , tais como:
Postura,comportamento,Habilidades,Ética,Conteúdo e Interesse do aluno no aprendizado específico.
Bibliografia Sugerida
UROANÁLISE e fluídos biológicos. 3 ed. São Paulo: PREMIER, 2000. ISBN 85-86067-04.
SEGREDOS EM UROLOGIA. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
CECIL, Godman. Tratado de Medicina Interna. 21 ed. Guanabara Koogan, 2001.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR : Biologia Molecular I
CARGA HORÁRIA: 40 horas
Ementa
Conhecer a estrutura dos ácidos nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos,
compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em
laboratório de análises clínicas e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia molecular em
rotinas diagnósticas laboratoriais.
Objetivos
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
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O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a Conhecer a estrutura dos ácidos
nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos, compreender os princípios técnicos para
a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os
conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais.
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
Conceituação e objetivos da biologia molecular; Histórico do material genético; natureza química e
estrutural do material genético; dinâmica de atividade do dna; dinâmica de atividade do rna;
metilação em ribose; duplicação do dna e o conceito de cópias; genes e organização genômica;
mecanismos de transcrição gênica e síntese protéica Instalação, uso e conservação de
equipamentos do setor de Bioquímica.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de
estudos.
Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas
expositivas, aulas práticas e data show.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas
para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes
formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores.
Bibliografia Sugerida
ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; RAFF, Martin; ROBERTS, Keith;
WALTER, Peter. Molecular Biology of the Cell. 5 ed. Garland Science, 2007.
HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B.
Sounders company: Philadelphia, 1996.
MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de
Janeiro, 1990.
MURPHY, Kenneth.P. Methods in Molecular Biology. 1ª ed. Humana Press, 2001.
TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia,
1995.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR : Hormoniologia I
CARGA HORÁRIA: 32 horas
Ementa
Esta disciplina a visa estudar as substâncias químicas específicas fabricadas pelo sistema endócrino ou por
neurônios altamente especializados, com suas respectivas funções, além do conhecimento das técnicas
para a realização das dosagens realizadas em laboratório.
Objetivos
Objetivos gerais
- Compreender a fisiologia hormonal e as técnicas para as dosagens hormonais.
Objetivos específicos
- Conhecer os Procedimentos para dosagens hormonais;
- Realizar provas hormonais.
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
- Glândula pineal. Hipófise, Tiroide, Timo, Glândula suprarrenal, Pâncreas, Ovários, Testículos.
-Ritmos hormonais;
- Procedimentos em dosagens hormonais;
- Provas funcionais endócrinas;
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
70
- Aulas expositivas teóricas com exercícios, utilizando o quadro branco e recursos audiovisuais;
- Atividades práticas em laboratório;
- Trabalhos individuais em grupos ou equipes;
- Pesquisas na internet e em Bibliotecas;
- Problematização de situações práticas ligadas à área para estimular o aprendizado.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Avaliação do conteúdo teórico, estudos dirigidos e trabalhos em grupo;
-Avaliação prática em laboratório;
- Participação nas aulas e assiduidade.
Bibliografia Sugerida
DEVLIN, T. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas, 5º ed. Edgard Blucher Ltda, Vol 1,2002.
FAGUNDE, S. R.; MACHADO, S. H. Manual de Exames Laboratoriais na Prática do Nutricionista, Ed. Roca,
2011.
GUYTON, A. Tratado de Fisiologia Médica.
WALLACH, J. Interpretação de Exames Laboratoriais, 8º Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2009.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Imunologia I
CARGA HORÁRIA: 40h
Ementa
Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Preparo de reagentes e
amostras biológicas para Interação Antígeno – Anticorpo, Sorologia, Reações de precipitação, aglutinação,
fixação do complemento, ensaios enzimáticos ELISA, microscopia de luz comum, contagem de células e
taxa de viabilidade celular. Ensaios de biocompatibilidade.
Objetivos
A disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a avaliar um estado patológico, através da medição do grau
de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais; capacitando o aluno na execução de
ensaios de imunodiagnóstico, necessários para o diagnóstico e monitoramento de doenças em humanos e
outros animais.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
Aulas Teóricas e Práticas: Introdução ao estudo da imunologia, Células e tecidos do Sistema Imunológico,
Antígenos e Imunógenos, Anticorpos/Imunoglobulinas, Vacinas, Sistema Complemento, Resposta
Inflamatória, Imunohematologia e Tipagem sanguínea: Grupos Sanguíneos. Princípios Técnicos de
laboratório e dosagens. Espectrofotometria e Microscopia de Luz. Dosagens sanguíneas. Instalação, Uso e
Conservação de equipamentos básicos do setor de Imunologia. Preparo e uso de soluções reagentes,
corantes e tampões utilizados nas reações sorológicas. Identificação das amostras biológicas utilizados em
reações sorológicas, imunohematológicas e outras. Realização das técnicas e constituição de protocolo
operacional padrão usados na rotina do setor de imunologia (ELISA, ELISPOT, RIFI, hemaglutinação, entre
outras).
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos.
Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas
práticas e data show.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para
obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo
com a estratégia definida pelos professores.
Bibliografia Sugerida
BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 14. ed. São Paulo:
Edições Melhoramentos, 1970.
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
71
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 22. Ed. São Paulo:
Melhoramentos, 1982.
ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogn, 2011.
ROITT, Ivan M. Fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Human Molecular Genetics. 4. ed. New York: Garland Science, 2011.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Histologia e Processamento de Tecidos I
CARGA HORÁRIA: 44 h
Ementa
Esta disciplina visa a apresentar as características morfo-fisiológicas dos principais tecidos animais e a
realizar a manipulação e processamento destes tecidos para a confecção de preparados histológicos
permanentes.
Objetivos
 Geral:
- Propiciar ao aluno a capacidade de identificar morfologicamente os diversos tipos de tecidos biológicos e
utilizar adequadamente as normas técnicas de processamento de amostras biológicas destes tecidos.
 Específicos:
- Distinguir os tecidos biológicos encontrados nas amostras submetidas para processamento e observação
microscópica, tais como tecido epitelial, tecido conjuntivo propriamente dito, tecido cartilaginoso, tecido
ósseo, tecido sangüíneo, tecido adiposo;
- Aplicar as boas práticas de exames laboratoriais;
- Utilizar corretamente equipamentos de observação microscópica;
- Utilizar adequadamente substâncias conservantes;
- Identificar frascos de amostras coletadas;
- Aplicar os preceitos éticos durante a realização das atividades laboratoriais;
- Realizar adequadamente o processamento de amostras biológicas para observação ao microscópio óptico;
- Usar adequadamente os EPIs.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Tecido epitelial;
- Tecido conjuntivo propriamente dito;
- Tecido cartilaginoso;
- Tecido ósseo;
- Tecido sangüíneo;
- Tecido adiposo;
- Aspectos gerais da coleta e fixação de material biológico;
- Clivagem, infiltração e inclusão;
- Microtomia;
- Coloração de rotina (Hematoxilina-Eosina);
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e
individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários
em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção
de textos.
- Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas).
Bibliografia Sugerida
ª
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, L. Histologia Básica. 8 ed. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro –RJ.
1999.
ª
SOBOTTA. Histologia. Atlas colorido de Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica Humana. 5 ed. ED.
Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1999.
DI FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1991.
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
72
a
MICHALANY, J. Técnica Histológica em Anatomia Patológica. Gráfica – editora Michalany S/A. 2 . ed.
São Paulo-SP. 1990.
JUNQUEIRA, L.C. Técnicas básicas de citologia e histologia. Santos: São Paulo, 1983. 123p.
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
73
Planos de Ensino do Módulo IV
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Histologia e Processamento de Tecidos II
CARGA HORÁRIA: 44 h
Ementa
Esta disciplina visa a apresentar as características morfo-fisiológicas dos principais tecidos animais e a
realizar a manipulação e processamento destes tecidos para a confecção de preparados histológicos
permanentes.
Objetivos
 Geral:
- Propiciar ao aluno a capacidade de identificar morfologicamente os diversos tipos de tecidos biológicos e
utilizar adequadamente as normas técnicas de processamento de amostras biológicas destes tecidos.
 Específicos:
- Distinguir os tecidos biológicos encontrados nas amostras submetidas para processamento e observação
microscópica, tais como o tecido muscular e tecido nervoso;
- Aplicar as boas práticas de exames laboratoriais;
- Utilizar corretamente equipamentos de observação microscópica;
- Utilizar adequadamente substâncias conservantes;
- Identificar frascos de amostras coletadas;
- Aplicar os preceitos éticos durante a realização das atividades laboratoriais;
- Realizar adequadamente o processamento de amostras biológicas para observação ao microscópio óptico;
- Usar adequadamente os EPIs.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Tecido muscular;
- Tecido nervoso;
- Aspectos gerais da coleta e fixação de material biológico;
- Clivagem, infiltração e inclusão;
- Microtomia;
- Coloração de rotina (Hematoxilina-Eosina);
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas expositivas e interativas, pesquisa, debates informais, leitura interpretativa, trabalho em grupo e
individual, aula prática no laboratório, confecção de relatórios de observação, estudos de caso e seminários
em equipes, fórum virtual, trabalhos com exploração e estudo de texto em sala e extra sala.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Periódica: Provas dissertativas; seminários; estudos dirigidos; trabalhos individuais e em grupos; produção
de textos.
- Recuperação de notas ao final do período letivo (provas dissertativas).
Bibliografia Sugerida
ª
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, L. Histologia Básica. 8 ed. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro –RJ.
1999.
ª
SOBOTTA. Histologia. Atlas colorido de Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica Humana. 5 ed. ED.
Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1999.
DI FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro-RJ. 1991.
a
MICHALANY, J. Técnica Histológica em Anatomia Patológica. Gráfica – editora Michalany S/A. 2 . ed.
São Paulo-SP. 1990.
JUNQUEIRA, L.C. Técnicas básicas de citologia e histologia. Santos: São Paulo, 1983. 123p.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: CONTROLE DE QUALIDADE LABORATORIAL
CARGA HORÁRIA: 40 h
Ementa
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
74
Introdução ao controle de qualidade. Sistema da qualidade e gestão da qualidade. Padronização no
laboratório clínico. Erros na realização de exames. Controle interno e externo da qualidade. Programas de
acreditação ou credenciamento da qualidade. Padrões, calibradores e amostras controle.
Objetivos
 Geral:
- Conhecer a política, a filosofia e o sistema de qualidade praticado em laboratório de análises clínicas
 Específicos:
- Contribuir para diagnósticos, prevenção e prognósticos corretos por meio de análises e interpretação de
materiais humanos;
- Conhecer o sistema de controle de qualidade intralaboratorial e controle interlaboratorial;
- Avaliar as condições funcionais dos equipamentos e aparelhos do laboratório.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
- Conhecer os conceitos de garantia de qualidade e qualidade total;
- Aplicar regras técnicas básicas para a qualidade, a confiabilidade e a segurança de resultados de exames;
- Aplicar os procedimentos e cuidados de um sistema de controle de qualidade intra-laboratorial e conhecer
a importância do uso de um mecanismo de controle externo de qualidade (interlaboratorial);
- Conhecer as NBRs relacionadas à atividade laboratorial de análises clínicas;
- Conhecer as normas ISO relacionadas à atividade;
- Identificar os procedimentos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos de controle de qualidade em
laboratórios de análises clínicas;
- Aplicar controle de qualidade físico-químico e microbiológico;
- Conhecer as noções sobre o funcionamento de equipamentos e aparelhagem básica utilizada nos
laboratórios de análises clínicas;
- Conhecer as noções sobre calibração e controle das condições funcionais de equipamentos e aparelhos
do laboratório;
- Identificar as características mecatrônicas de equipamentos de diagnóstico automatizado;
- Empregar princípios da qualidade na prestação de serviços de saúde.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas expositivas teóricas com exercícios; - Atividades práticas; - Trabalhos individuais em grupos ou
equipes; - Pesquisas na internet e em Bibliotecas; -Desafios de situações práticas ligadas à área para
estimular o aprendizado.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Os alunos serão avaliados de forma contínua através dos trabalhos individuais e em grupos ou equipes,
realizados semanalmente ou mensalmente em sala de aula, além da avaliação do envolvimento e
participação nas atividades propostas nas aulas.
Bibliografia Sugerida
WESTGARD, J. O. Klee C.G. Quality management em Tietz textbook of clinical chemistry, Burts, Ashwood
ER eds, W. B. Saunders Co., Philadelphia, 1994.
LEVEY, S., JENNINGS, E. R. The use of control charts in the clinical laboratory. Am. J. Clin. Path., v. 20,
p.1059-1966, 1950.
PEREIRA, j. V., Bioquímica Clínica. Ed. Universitária/UFPB, 1998. 406p.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Imunologia II
CARGA HORÁRIA: 40h
Ementa
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
75
Serão abordados conceitos e práticas em Fotometria e Leis da Fotometria, Fluorescência e leis de
Fluorescência, Luminescência e Leis da Luminescência. Reação de hipersensibilidade, Testes cutâneos de
leitura tardia e Imunodeficiências. Preparo de reagentes e amostras biológicas para Interação Antígeno –
Anticorpo, Sorologia, Reações de precipitação, aglutinação, fixação do complemento, ensaios enzimáticos
ELISA e ELISPOT, microscopia de luz comum, microscopia de luz polarizada, microscopia de luz
epifluorescência, reações de imunoflorescência direta e indireta, imunohistoquímica, microscopia confocal a
laser, microscopia eletrônica de varredura e de transmissão, citometria de fluxo, reações de Western
Blotting, Dot blot, reações de Polimerase em cadeia.
Objetivos
 O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a avaliar um estado patológico,
através da medição do grau de modificação quantitativa dos componentes dos líquidos corporais;
capacitando o aluno na execução de ensaios de imunodiagnóstico, necessários para o diagnóstico e
monitoramento de doenças em humanos e outros animais.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
Aulas Teóricas e Práticas: Princípios Técnicos de laboratório e dosagens. Espectrofotometria e Microscopia
de imunofluorescência. Dosagens sanguíneas. Instalação, Uso e Conservação de equipamentos avançados
do setor de Imunologia. Preparo e uso de soluções reagentes, corantes e tampões utilizados nas reações
sorológicas. Identificação das amostras biológicas utilizados em reações sorológicas, imunohematológicas e
outras. Realização das técnicas e constituição de protocolo operacional padrão usados na rotina do setor de
imunologia (citometria de fluxo, reações de Western Blotting, Dot blot, reações de Polimerase em cadeia,
imunoprecipitação). Técnicas de cultivo e manutenção de linhagens de células humanas e animais para
estudos e diagnósticos avançados em imunologia de doenças. Conservação de amostras biológicas e
insumos imunobiológicos.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de estudos.
Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas expositivas, aulas
práticas e data show.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas para
obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes formatos, de acordo
com a estratégia definida pelos professores.
Bibliografia Sugerida
BENJAMINI, Eli et al. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 14. ed. São Paulo:
Edições Melhoramentos, 1970.
BIER, Otto. Bacteriologia e imunologia em suas aplicações à medicina e à higiene. 22. Ed. São Paulo:
Melhoramentos, 1982.
ROIT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogn, 2011.
ROITT, Ivan M. Fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
STITES, Daniel P.; TERR, Abba I. Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
STRACHAN, Tom; READ, Andrew. Human Molecular Genetics. 4. ed. New York: Garland Science, 2011.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR : Hormoniologia II
CARGA HORÁRIA: 32 horas
Ementa
Esta disciplina a visa fornecer o conhecimento das técnicas para a realização das dosagens realizadas em
laboratório, com enfoque nas alterações hormonais.
Objetivos
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
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Objetivos gerais
Compreender a fisiologia hormonal e as técnicas para as dosagens hormonais.
Objetivos específicos
- Conhecer os Procedimentos para dosagens hormonais;
- Realizar provas hormonais;
- Compreender a fisiopatologia das endocrinopatias.
Conteúdo Programático(O que se pretende ensinar?)
- Glândula pineal. Hipófise, Tiroide, Timo, Glândula suprarrenal, Pâncreas, Ovários, Testículos.
-Ritmos hormonais;
- Procedimentos em dosagens hormonais;
- Provas funcionais endócrinas;
- Endocrinopatias;
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
- Aulas expositivas teóricas com exercícios, utilizando o quadro branco e recursos audiovisuais;
- Atividades práticas em laboratório;
- Trabalhos individuais em grupos ou equipes;
- Pesquisas na internet e em Bibliotecas;
- Problematização de situações práticas ligadas à área para estimular o aprendizado.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Avaliação do conteúdo teórico, estudos dirigidos e trabalhos em grupo;
-Avaliação prática em laboratório;
- Participação nas aulas e assiduidade.
Bibliografia Sugerida
DEVLIN, T. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas, 5º ed. Edgard Blucher Ltda, Vol 1,2002.
FAGUNDE, S. R.; MACHADO, S. H. Manual de Exames Laboratoriais na Prática do Nutricionista, Ed. Roca,
2011.
GUYTON, A. Tratado de Fisiologia Médica.
WALLACH, J. Interpretação de Exames Laboratoriais, 8º Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2009.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: NOÇÕES DE PATOLOGIA GERAL
CARGA HORÁRIA: 32 h
Ementa
A disciplina envolverá o estudo geral dos mecanismos das doenças, discutindo os principais agentes
agressivos, alterações patológicas básicas gerais e a fisiopatologia envolvida nesses processos.
Objetivos
 Geral:
Compreender os principais mecanismos de agressão e defesa, reconhecer as alterações patológicas
básicas e discutir a fisiopatologia envolvida nesses processos.
 Específicos:
- Discutir os mecanismos de alterações celulares;
- Entender o funcionamento da célula e as alterações sofridas por esta devido à agressão;
- Enfatizar os processos de adaptação das células quando expostas a diferentes situações patológicas;
- Identificar as alterações reversíveis e irreversíveis e os mecanismos de morte celular;
- Caracterizar o processo fisiopatológico das patologias mais prevalentes;
- Identificar os mecanismos gerais de defesa do organismo ao sofrer agressão;
- Estabelecer evidências básicas de reparo, cicatrização tecidual e calcificação.
- Descrever as características gerais de neoplasias.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
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A célula normal: morfologia e metabolismo básicos.
Mecanismos de adesão e reconhecimento no contato célula-célula.
A célula como unidade adaptativa.
Degeneração tecidual: autólise.
Lesão celular reversível e irreversível: generalidades.
Morte celular e necrose tecidual: principais subtipos.
Calcificação tecidual: causas e aspectos morfológicos.
Inflamação aguda e crônica: conceitos gerais e principais componentes celulares.
Transtorno do crescimento e diferenciação celular: conceito de atrofia, hipertrofia, hiperplasia,
metaplasia e displasia.
 Introdução ao estudo das neoplasias: definição e nomenclatura, diferenças básicas entre lesões
benignas e malignas, conceito de metástase.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
As aulas serão desenvolvidas de forma expositivo-dialogadas, com o desenvolvimento de atividades
individuais e coletivas, através do uso do quadro branco, recursos audiovisuais e meios eletrônicos,
utilizando0se princípios problematizadores e a construção coletiva de conhecimento.
Serão realizados trabalhos em grupos e estudos dirigidos, trabalhos de análise e discussão de artigos
científicos de temas importantes em patologia.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Avaliação do conteúdo teórico, questões discursivas e objetivas, estudos dirigidos e trabalhos em grupo.
- Participação durante as aulas (debates e questionamentos) bem como assiduidade.
Bibliografia Sugerida
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo. Patologia Geral. 3 edição. Editora Guanabara Koogan S.A., Rio de
Janeiro, RJ, 2004.
MONTENEGRO, M.F.; FRANCO, M. Patologia processos gerais. São Paulo: Atheneu, 2004.
ROBBINS, S.L.; CONTRAN, R.S. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.
ABBAS, A., LITCHMAN, A. Imunologia Básica. Revinter. Rio de Janeiro, 2003.
FARIA, José Lopes. Patologia geral: fundamentos das doenças com aplicações clínicas. 4 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
CARGA HORÁRIA: 40 h
Ementa
Esta disciplina visa a apresentar os princípios gerais da ética aplicada às atividades na área da saúde e da
pesquisa, assim como levar à compreensão dos direitos e deveres legais do técnico em análises clínicas.
Objetivos
 Geral:
Aperfeiçoar e orientar o exercício profissional na área da saúde mediante o conhecimento e a reflexão das
diretrizes, códigos, leis, declarações e recomendações nacionais e internacionais, referentes à prática de
atividades na área da saúde.
 Específicos:
- Proporcionar ao aluno conhecimentos sobre os conceitos gerais de ética e bioética;
- Fornecer conhecimento sobre os direitos e deveres profissionais do técnico em Análises Clínicas (código
deontológico);
- Apresentar os princípios éticos e legais da pesquisa com animais e com seres humanos.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
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- História e evolução da bioética;
- Referenciais Teóricos da Bioética: Princípios.
- Ética Aplicada à Pesquisa em Saúde.
- Diretrizes e Normas em Pesquisa em Saúde.
- Tópicos de Bioética: pesquisa com seres humanos; utilização de animais para pesquisa e ensino;
- Legislação de regulamentação da profissão do Técnico em Análises Clínicas.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
Aulas expositivas dialogadas, seminários, estudos de caso, trabalhos individuais e em grupo.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
- Frequência mínima de 75%;
- Participação ativa nas aulas e seminários;
- Produção textual acerca de tópicos de bioética e legislação profissional do técnico em análises clínicas;
- Parecer sobre um caso selecionado.
Bibliografia Sugerida
GOLDIM JR. Pesquisa em Saúde: Leis, Normas e Diretrizes. 3a.ed. Porto Alegre: HCPA, 1997.
GOLDIM JR. Bioética e Complexidade. Revista HCPA 2006;26(2):86-92.
GOLDIM JR. Bioética complexa: uma abordagem abrangente para o processo de tomada de decisão. Revista
da AMRIGS, 2009;53(1):58-63.
VALLSA. Da Ética à Bioética. Petrópolis: Vozes. 2004.
www.cff.org.br .Resoluções do Conselho Federal de Farmácia 464/2007, 485/2008 e 517/2009.
______Brasil. Lei Nº 9605 de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas
derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.
______Brasil. Resolução 466 do Conselho Nacional de Saúde de 12 de dezembro de 2012.
Plano de Ensino
COMPONENTE CURRICULAR: Biologia Molecular II
CARGA HORÁRIA: 40 h
Ementa
Ampliar os conhecimento dos alunos quanto a conhecer e manipular a estrutura dos ácidos
nucléicos; compreender os princípios técnicos para a manipulação dos ácidos nucléicos e
derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os conceitos e as técnicas da biologia
molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais.
Objetivos
O estudo desta disciplina tem como objetivo, capacitar o aluno a Conhecer a estrutura dos ácidos
nucléicos e o seu papel na síntese dos produtos gênicos, compreender os princípios técnicos para
a manipulação dos ácidos nucléicos e derivados em laboratório de análises clínicas e aplicar os
conceitos e as técnicas da biologia molecular em rotinas diagnósticas laboratoriais.
Conteúdo Programático (O que se pretende ensinar?)
Controle da expressão e da recombinação gênica; mutações e mecanismos de reparação do DNA
com aplicação no diagnóstico do câncer; PCR (reação em cadeia da polimerase), PCR em tempo
real com variações metodológicas e sua aplicação laboratorial no diagnóstico; desenvolvimento e
aplicação de anticorpos monoclonais; microarrays de DNA; técnicas de extração e purificação de
ácidos nucléicos; sequenciamento genético; eletroforese uni e multi-dimensional;
fotodocumentação dos géis e densitometria de bandas. análise de perfil de bandas eletroforéticas
e sua aplicação em laboratório clínico; princípios e aplicações da bioinformática em biologia
molecular; conceitos e aplicações da biologia molecular em biotecnologia.
Metodologia de Ensino (Como se pretende ensinar?)
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UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
Cidade Universitária - João Pessoa - PB - Brasil - CEP: 58051-900 Fone: +55 (83) 3216-7400
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Estratégias de Ensino: O curso será ministrado através de aulas teóricas e práticas e grupos de
estudos.
Recursos Técnicos-Pedagógicos: Os recursos materiais a serem utilizados são: aulas
expositivas, aulas práticas e data show.
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Serão realizadas no mínimo duas avaliações durante cada unidade temática, que serão somadas
para obtenção da média por unidade temática. As avaliações serão aplicadas em diferentes
formatos, de acordo com a estratégia definida pelos professores.
Bibliografia Sugerida:
ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; RAFF, Martin; ROBERTS, Keith;
WALTER, Peter. Molecular Biology of the Cell. 5 ed. Garland Science, 2007.
HENRY, John Bernard, Clinical diagnosis and management by laboratory methods. 19 ed. W. B.
Sounders company: Philadelphia, 1996.
MARZOOCO, A. & Torres, B. B. Bioquímica Básica. 1ed. Editora Guanabara Koogan: Rio de
Janeiro, 1990.
MURPHY, Kenneth.P. Methods in Molecular Biology. 1ª ed. Humana Press, 2001.
TIETZ, Norbert. W. Clinical guide to laboratory tests. 3 ed. W. B. Saunders Company: Philadelphia,
1995.
_______________________________________________________________________________________
UFPB – CAMPUS I – ETS – CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
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resolução nº 13/2015 - Universidade Federal da Paraíba