PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
DA FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
MANTENEDORA:
EMPRESA EDUCACIONAL DE VILA VELHA DE ENSINO, PESQUISA E
EXTENSÃO LTDA
VILA VELHA (ES)
2014
1
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
LISTA DE QUADROS
QUADRO 1 -
IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA.................................... 8
QUADRO 2 -
DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA........................ 8
QUADRO 3 -
ESPÉCIE SOCIETÁRIA............................................................
8
QUADRO 4 -
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA...........................................
8
QUADRO 5 -
IDENTIFICAÇÃO DA MANTIDA...............................................
9
QUADRO 6 -
DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTIDA...................................
9
QUADRO 7 -
ÍNDICE POPULACIONAL.........................................................
14
QUADRO 8 -
SITUAÇÃO EM RELAÇÃO À OFERTA DE VAGAS DOS
CURSOS
PRESENCIAIS
NO
MUNICÍPIO
DE
VILA
VELHA....................................................................................... 17
QUADRO 9 -
INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO..
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41
2
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
SUMÁRIO
CAPÍTULO I.......................................................................................................
7
1
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE................
8
1.1
MANTENEDORA.....................................................................................
8
2
INSERÇÃO DA FACULDADE INTEGRADA DE VILA
VELHA NO CONTEXTO ESTADUAL/REGIONAL................
10
2.1
PRINCIPAIS DISTÂNCIAS.....................................................................
14
2.2
CENÁRIO EDUCACIONAL.....................................................................
17
3
APRESENTAÇÃO DA FACULDADE INTEGRADA DE
VILA VELHA.......................................................................................
20
3.1
POLITICAS DE ATENDIMENTO AO ESTUDANTE...............................
22
3.1.1
APOIO A PARTICIPAÇÃO DE EVENTOS................................................................
26
3.1.2
APOIO PEDAGÓGICO...................................................................................
26
3.1.3
ACOMPANHAMENTO
PSICOLÓGICO ATRAVÉS DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO
PSICOLÓGICO............................................................................................
27
3.1.4
REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL...................................................................
27
3.1.5
PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM MATEMÁTICA............................................
27
3.1.6
PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM INFORMÁTICA...........................................
28
3.1.7
MONITORIA...............................................................................................
28
3.1.8
OUVIDORIA................................................................................................
29
3.1.9
APOIO FINANCEIRO AOS DISCENTES............................................................
29
3.2
INSTALAÇÕES FÍSICA..........................................................................
29
3.2.1
PRÉDIO 01................................................................................................
30
4
RECURSOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO.............................
32
4.1
PLANO
DE
CONTINGÊNCIA
PARA
SITUAÇÕES
NÃO
ESPERADAS..........................................................................................
32
4.2
SALAS DE AULAS .................................................................................
32
4.3
BIBLIOTECA ..........................................................................................
32
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3
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
4.4
PROJETO
DE
ACOMPANHAMENTO
E
AVALIAÇÃO
DO
DESEMPENHO INSTITUCIONAL..........................................................
4.4.1
DIRETRIZES
PARA
A
AVALIAÇÃO
DO
PROJETO
POLÍTICO
INSTITUCIONAL...........................................................................................
CAPITULO
II:
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
33
CURSO
35
DE
ADMINISTRAÇÃO...........................................................................................
38
1
INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
39
1.1
APRESENTAÇÃO...................................................................................
39
1.2
DIMENSÃO DAS TURMAS....................................................................
41
1.3
INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR........................................................
41
1.4
PROCESSO SELETIVO.........................................................................
41
1.5
TURNO DE FUNCIONAMENTO/HORÁRIOS.........................................
41
1.6
PROCESSO SELETIVO.........................................................................
42
2
O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO.................................................
43
2.1
MISSÃO DO CURSO..............................................................................
43
2.2
JUSTIFICATIVA.......................................................................................
43
2.3
OBJETIVOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO...................................
45
2.3.1
OBJETIVOS ESPECÍFICOS...........................................................................
46
2.4
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO EGRESSO DO CURSO................................
47
3
PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO INGRESSANTE E DO
EGRESSO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO........................
48
3.1
PERFIL DO INGRESSANTE...................................................................
48
3.2
PERFIL DESEJADO DO EGRESSO E COMPETÊNCIAS.....................
48
4
OPERACIONALIZAÇÃO
DO
PROJETO
POLÍTICO
PEDAGÓGICO PARA O ALCANCE DOS OBJETIVOS
PROPOSTOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO................
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52
4
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
5
ORGANIZAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
PARA ALCANCE DOS OBJETIVOS PROPOSTOS DO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO.....................................................
54
6
METODOLOGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM...............
55
6.1
AULA EXPOSITIVA DIALÓGICA............................................................
57
6.2
TÉCNICAS DE TRABALHO INDEPENDENTE.......................................
58
6.3
ESTUDO DIRIGIDO................................................................................
58
6.4
TRABALHO EM GRUPO.........................................................................
59
6.5
ESTUDO DO MEIO.................................................................................
60
6.6
TEMPESTADE DE IDÉIAS (BRAINSTORM)..........................................
61
6.7
SEMINÁRIO............................................................................................
61
6.8
ESTUDO DE CASO.................................................................................
62
6.9
AULAS PRÁTICAS..................................................................................
62
7
ESTRUTURA
CURRICULAR
DO
CURSO
DE
ADMINISTRAÇÃO............................................................................. 64
7.1
FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIEDADE.............
7.1.1
EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E
64
CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA....................................................
66
7.1.2
DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA...............................................................
67
7.1.3
POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL.........................................................
67
7.2
INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA.........................................
68
7.3
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO.................
69
8
EMENTÁRIO
DAS
DISCIPLINAS
DO
CURSO
DE
ADMINISTRAÇÃO............................................................................. 73
8.1
CONTEÚDOS CURRICULARES............................................................
73
8.1.1
1º PERIODO...............................................................................................
73
8.1.2
2º PERIODO...............................................................................................
78
8.1.3
3º PERIODO...............................................................................................
84
8.1.4
4º PERIODO...............................................................................................
89
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5
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
8.1.5
5º PERIODO...............................................................................................
95
8.1.6
6º PERIODO...............................................................................................
101
8.1.7
7º PERIODO...............................................................................................
107
8.1.8
8º PERIODO...............................................................................................
112
8.2
DISCIPLINAS OPTATIVAS.....................................................................
114
8.3
ATIVIDADES COMPLEMENTARES.......................................................
127
8.4
ESTÁGIO SUPERVISIONADO...............................................................
128
8.5
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO............................................
128
9
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO PARA O CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO............................................................................. 130
9.1
DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM.........................................
130
9.2
AVALIAÇÃO DO CURSO.........................................................................
136
9.2.1
SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO....................................................
137
9.2.2
AVALIAÇÃO DA COORDENAÇÃO...................................................................
138
10
INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.............
139
11
CORPO
DOCENTE
PARA
O
CURSO
DE
ADMINISTRAÇÃO............................................................................. 140
11.1
SELEÇÃO DO CORPO DOCENTE.........................................................
140
11.1.1
PERFIL DO CORPO DOCENTE.......................................................................
141
11.1.2
QUALIFICAÇÃO/TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE.........................................
141
12
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE(NDE)..........................
142
12.1
SELEÇÃO DOS DOCENTES PARA COMPOSIÇÃO DO NDE..............
142
12.2
PERFIL DO NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE.............................
142
13
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO........
144
13.1
REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO................
144
ANEXOS
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6
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
ANEXO A -
REGIMENTO
DE
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
DO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................
146
ANEXO B -
MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO.................................
152
ANEXO C -
REGIMENTO GERAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................
ANEXO D -
REGIMENTO
161
DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE –
NDE.................................................................................................. 179
GRÁFICO
GRÁFICO 1 -
CRESCIMENTO EM RELAÇÃO À ECONOMIA............................
10
TABELAS
TABELA 1 -
TABELA 2 -
ÁREA GEOGRÁFICA DE ATUAÇÃO DA INSTITUIÇÃO –
POPULAÇÃO E DISTÂNCIA...........................................................
16
HABITANTES MATRICULADOS NO ENSINO MÉDIO...................
16
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7
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CAPÍTULO I: DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE
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8
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE
1.1 MANTENEDORA
Nome:
Empresa Educacional de Vila Velha de Ensino, Pesquisa e Extensão LTDA
CNPJ:
19.679.013/0001-67
End.:
Rua Cabo Aylson Simões, andar 03, sala 01
Bairro:
Centro
Fone:
(27) 3335 5666
E-mail:
[email protected]
Cidade:
Vila Velha
Fax:
CEP:
29.100-320
nº:
1170
UF:
ES
nº:
301
UF:
ES
(27) 3335 5666
Quadro 1 - Identificação da Mantenedora
Nome:
Alexandre José Serafim
CPF:
096.305.547-04
End.:
Rua José Alves
Bairro:
Goiabeiras
Fone:
(27) 3335 5666
E-mail:
[email protected]
Cidade:
Vitória
CEP:
Fax:
29075-080
(27) 3335 5666
Quadro 2 - Dirigente Principal da Mantenedora
NÃO LUCRATIVA
Fundação
Associação
LUCRATIVA
Sociedade Civil
Civil Cia.Ltda
Com. Civil Ltda Comercial–S.A.
x
Quadro 3 - Espécie Societária
DOCUMENTO
NÚMERO
DATA EMISSÃO
VALIDADE
19.679/0001-67
11/09/2014
--
1EAA.1E61.95E3.EBB8
29/04/2015
26/10/2015
Inscrição estadual
2015182720
29/04/2015
28/07/2015
Inscrição municipal
0152163/2015
07/07/2015
06/08/2015
Certidão Negativa de Débito – INSS
1EAA.1E61.95E3.EBB8
29/04/2015
26/10/2015
Certidão Negativa de Débito – FGTS
2015062702562537431604
27/06/2015
26/07/2015
Cartão de Inscrição no CNPJ / CPF
Certidão de Dívida Ativa da União
Quadro 4 - Documentação Necessária
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
9
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Nome:
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CNPJ:
-
End.:
Rua Cabo Aylson Simoes, andar 03, sala 01
Bairro:
Centro
Fone:
(27) 3335 5666
E-mail:
[email protected]
nº:
Cidade: Vila Velha-ES
Fax:
(27) 3335 5666
Quadro 5 - Identificação da Mantida
Nome:
Tadeu Antônio de Oliveira Penina
CPF:
024.659.047-52
End.:
Avenida Dante Micheline
Bairro:
Mata da Praia
Cidade:
Vitória/ES
Fone:
(27) 3335 5666
E-mail:
[email protected]
1170
Fone:
(27) 3335 5666
Quadro 6 - Dirigentes Principais da Mantida
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
10
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
2 INSERÇÃO DA FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA NO
CONTEXTO ESTADUAL/REGIONAL
A Faculdade Integrada de Vila Velha está na Rua Cabo Aylson Simões, nº 1170 –
Centro, na cidade de Vila Velha, Estado do Espírito Santo.
O Estado do Espírito Santo, a partir da década de 70, passou a ocupar lugar de
destaque no cenário nacional, em decorrência da implantação de grandes projetos
industriais na região da Grande Vitória e no seu entorno, originando-se desse
processo de desenvolvimento uma maior contribuição do Estado ao PIB brasileiro.
Esta trajetória de crescimento permanece até o momento atual, como confirmado
pelos números do PIB (Produto Interno Bruto) dos últimos anos que evidenciam um
ritmo acelerado de crescimento em relação a Economia Brasileira, conforme pode
ser observado no gráfico, a seguir:
Gráfico 1 - Crescimento em relação a economia brasileira
Fonte: IJSN, Coordenação de Estudos Econômicos
Este crescimento vem sendo impulsionado pela indústria conforme comenta o Prof.
Orlando Caliman 1
O carro chefe do crescimento continua sendo o setor industrial. Esse setor
vem mostrando taxas de crescimento superiores às observadas nos demais
estados. No acumulado de doze meses findos em julho de 2008, a indústria
capixaba aumentou a sua produção em 15,8%. Contribuíram para esse bom
1Caliman,
Orlando. Espírito Santo: crescimento econômico e desenvolvimento recentes e
tendênciaS. Disponível em:
<www.futuranet.ws/.../Perspectiva%20da%20economia%20capixaba.pdf>
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
11
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
desempenho os segmentos de extração mineral - entenda-se
processamento de minério de ferro (pelotas de minério) -, metalurgia básica
e exploração de gás e petróleo.
Neste contexto, foi notável o investimento feito pelo Governo do Estado do Espírito
Santo, nos últimos anos na expansão do Ensino Fundamental e Médio pela
ampliação de vagas e regularização do fluxo escolar.
No que tange ao ensino superior, em 2006 o Governo do Estado criou o Programa
Nossa Bolsa que oferece bolsas de estudos em instituições de educação superior
privadas do Estado do Espírito Santo a estudantes brasileiros de baixa renda sem
diploma de nível superior.
Para o futuro, o Governo do Estado do Espírito Santo lançou o Plano de
Desenvolvimento do Espírito Santo 2025 (Plano 2025) que contempla um conjunto
de intenções estratégicas que buscam traduzir a visão de futuro até o ano de 2025
para o Estado. Ao analisar a história e três prospectivos cenários futuros para o
Estado são destacados no Plano 2025 algumas lições importantes para que a
economia do Estado continue crescendo. Destaque-se que na visão de futuro do
Estado o investimento em educação é considerado pilar para o desenvolvimento do
Estado, conforme pode ser observado nas duas lições, retiradas do Plano 2025, que
destacamos:
A primeira e mais importante lição vem dos cenários: é viável lançar o
Espírito Santo em um novo ciclo de desenvolvimento que produza
simultaneamente mais prosperidade e mais inclusão social. Existem
condições favoráveis externas e internas que, combinadas em tempo hábil,
podem fazer o melhor cenário acontecer. Nos dias de hoje, este futuro
depende predominantemente dos próprios atores políticos, econômicos e
sociais capixabas.
A segunda lição também tem origem nos cenários: o melhor futuro não está
garantido. Pelo contrário: a permanência de determinados gargalos,
especialmente os institucionais e educacionais poderá levar ao desperdício
das melhores oportunidades e condenar o estado a uma trajetória real muito
abaixo de suas possibilidades. Haverá crescimento, mas os problemas
sociais e ambientais, assim como as desigualdades entre pessoas e
regiões, permanecerão.
Nesta esteira a Secretaria de Planejamento do Estado do Espírito Santo em seu
planejamento estratégico prevê que até 2014 cerca de 62,2 milhões de reais serão
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12
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
investidos, principalmente, nas indústrias capixabas de transformação. Este é o
cenário estadual no qual a Faculdade Integrada de Vila Velha se insere.
Resta ainda que a Faculdade Integrada de Vila Velha está sediada no município de
Vila Velha, parte integrante e indissociável da Região Metropolitana de Vitória,
cidade que apresenta uma estrutura econômica e uma perspectiva de crescimento
bastante favoráveis comparativamente aos demais municípios capixabas. Há
predominância absoluta das atividades industriais, de comércio e serviços.
Estando localizada no município da Vila Velha, na região da Grande Vitória, a
Faculdade Integrada de Vila Velha recebe influências diretas de diversos municípios
(Vitória, Cariacica, Viana, Serra, Fundão e Guarapari) que compõem tal região
metropolitana, o que a beneficia pela posição geográfica estratégica para o acesso
de alunos, interação com o comércio e, principalmente com as indústrias locais em
especial a Cia Vale do Rio Doce, um dos maiores empregadores do Estado, além da
proximidade, por tratar-se de região metropolitana de uma capital de Estado, dos
centros dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário Estaduais.
O Produto Interno Bruto de Vila Velha é o 81º maior de todo o Brasil. De acordo com
dados do IBGE, relativos a 2010, o PIB do município era de R$ 6.978,690 mil, sendo
R$ 1.168,138 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços
correntes. O produto interno bruto per capita era de R$ 16.839,6 reais.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a cidade possuía, no
ano de 2010, 13.621 unidades locais e 13.198 empresas e estabelecimentos
comerciais atuantes. 111.610 trabalhadores eram classificados como pessoal
ocupado total e 94.617 categorizavam-se em pessoal ocupado assalariado.
Juntamente com outras remunerações somavam 1.403,035 mil reais e o salário
médio mensal de todo município era de 2,3 salários mínimos. A agricultura, que
serviu como sustento de Vila Velha por muito tempo, desde a época da fundação da
cidade, perdeu força no decorrer do século XX, dando lugar ao comércio, ao turismo
e à indústria.
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13
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
A prestação de serviços rende R$ 4.285,070 mil reais ao produto interno bruto
municipal, sendo que atualmente é a maior fonte geradora do produto interno bruto
vila-velhense, representando 72,44% do lucro anual médio da cidade. No setor
terciário os destaques são o comércio e o turismo. Grande parte dos
estabelecimentos comerciais de Vila Velha são micro e pequenas, sendo que elas
foram responsáveis por 73% das contratações de trabalho com carteira assinada em
agosto de 2012 na cidade. Até outubro de 2012, havia 11.850 empreendedores
individuais cadastrados no município. Alguns projetos realizados pela prefeitura, em
parceria com o estado ou com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas
Empresas (SEBRAE), visam incentivar e orientar o trabalho do micro e pequeno
empresário.
Os principais pontos comerciais são as diversas feiras livres de Vila Velha, presentes
em vários pontos da cidade; o chamado Polo de Moda da Glória, situado no bairro
Glória, reunindo mais de 900 lojas distribuídas em várias ruas e dezenas de galerias
onde encontram-se bijuterias, bolsas, cintos, moda praia, roupas em jeans, malhas e
tecidos; além do centro da cidade e ao longo da orla marítima. Nas avenidas
situadas na orla também se concentram a grande maioria das pousadas, hotéis e
restaurantes das mais variadas classes econômicas.
Os setores diretamente ligados à modernização tecnológica contribuíram para a
disseminação de novas exigências profissionais, sugeridas para um futuro não muito
distante e para uma completa transformação da qualificação para o trabalho, que
passa a incluir habilidades e competências essenciais para a inserção do
trabalhador
em
contextos
baseados
na
microeletrônica,
telecomunicações,
informática, biotecnologia e novos materiais.
Cientes de que parte do sucesso no desenvolvimento de uma região está
relacionada com a presença de Recursos Humanos bem qualificados que atuem de
forma competitiva, utilizando as informações atuais e que estejam atentos com a
realidade do momento, com as demandas sociais, econômicas, atuando no
ambiente de forma sustentável, torna-se assim, imperativo a formação de mão - deobra para dar sustentação a este crescimento verificado. Tendo em vista a forte
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14
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
demanda existente que se observa por profissionais especializados, e na busca de
um desenvolvimento sustentável na visão ecossistêmica, a Faculdade Integrada de
Vila Velha propõe-se a oferecer cursos de graduação cuja tendência de demanda
regional e local seja contínua ou crescente.
MUNICÍPIO
Vitória
Serra
Cariacica
Viana
Vila Velha
Fundão
Guarapari
Total
POPULAÇÃO
327.801
409.267
348.738
65.001
414.586
31.847
105.286
1.702.526
Quadro 7 – Índice populacional
Fonte: IBGE, 2010
2.1 PRINCIPAIS DISTÂNCIAS
O estado do Espírito Santo é constituído por 78 municípios, e de acordo com PDR
está divido em 03 macrorregiões de saúde: Macrorregião Norte, Macrorregião Centro
e Macrorregião Sul, essas por sua vez subdividas em 8 microrregiões. O município
de Vila Velha é uma das microrregiões, pertence a Macrorregião Centro (Afonso
Cláudio, Domingos Martins, Conceição do Castelo, Alfredo Chaves, Anchieta,
Piúma, Guarapari, Venda Nova do Imigrante, Brejetuba, Marechal Floriano), e está
localizada a distâncias considerável da capita do Estado - Vitória.
Os municípios próximos a Vila Velha, (Vitória, Serra, Cariacica, Viana, Fundão e
Guarapari), tem população mais aproximadamente um milhão e setecentos mil
habitantes.
A MULTIVIX Vila Velha localizada no município de Vila Velha está a
aproximadamente 05 Km da capital do Espírito Santo, encontra-se num local
estratégico para atender a população dos municípios das Macrorregião Centro. Tal
afirmação pode ser constatada no mapa abaixo.
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15
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Fonte: http://www.saude.es.gov.br/Download/plano_estadual_2008_2011.pdf
Com base em sua localização geográfica a Instituição poderá estar atendendo a
população dos municípios abaixo relacionados na tabela 1:
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16
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
TABELA 1 - ÁREA GEOGRÁFICA DE ATUAÇÃO DA INSTITUIÇÃO – POPULAÇÃO E DISTÂNCIA
Municípios
Distância
Homens
Mulheres
Total
24km
169.958
178.780
348.738
57km
8.489
8.536
17.025
49km
51.494
53.792
105.286
30km
201.145
207.852
408.997
28km
33.191
31.810
65.001
--
199.146
215.440
414.586
06km
153.948
173.853
327.801
Cariacica
Fundão
Guarapari
Serra
Viana
Vila Velha
Vitória
Fonte: IBGE (2010) e DER (2012)
Os municípios a serem atendidos pela Faculdade possuem ainda um grande
contingente populacional que não teve acesso ao ensino superior, conforme tabela
2:
TABELA 2 – HABITANTES MATRICULADOS NO ENSINO MÉDIO
Número de Alunos Matriculados
Município
Ensino Médio Regular
Ensino Médio EJA
Educação Profissional
Serra
13.740
4.564
2.177
Vitória
11.410
3.975
1.052
Vila Velha
14.870
5.412
2.430
Fundão
2.250
650
115
Cariacica
13.100
4.050
360
Guarapari
4.850
1.780
660
Total
60.220
20.431
5.844
Fonte: Secretaria Estadual da Educação, 2010
Dentre os cursos a serem ofertados pela Faculdade Integrada de Vila Velha até o
presente momento, tem-se a seguinte situação em relação à oferta de vagas na
região de Vila Velha e nos demais municípios da Grande Vitória (Vitória, Guarapari,
Cariacica, Serra, Fundão e Viana):
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Cursos
Administração
Ciências Contábeis
Educação Física (licenciatura)
Pedagogia
Serviço Social
Tecnólogo em Logística
Tecnólogo em Recursos Humanos
Tecnólogo em Análise de Sistemas
Nº de IES que ofertam o curso
em Vila Velha
04
01
01
01
00
02
01
02
Quadro 8 - Situação em relação à oferta de vagas dos cursos presenciais na região de Vila Velha e
nos demais municípios da Grande Vitória (Vitória, Guarapari, Cariacica, Serra, Viana e Fundão)
Fonte: MEC/e-MEC, 2014
2.2 CENÁRIO EDUCACIONAL
As mudanças ocorridas na Educação do Brasil nos últimos 10 anos, enquanto
processos de modernização da instituição educacional em geral, passam pela busca
do governo brasileiro em produzir um novo projeto político para o país, em cujo
centro encontra-se a inserção nacional na economia mundial.
As organizações de ensino superior sejam elas de natureza pública ou privada,
estão inseridas hoje, num ambiente em mutação. Este setor, na história do
desenvolvimento brasileiro, tem raízes marcantes e ainda relevantes, da entidade do
governo, por meio de suas universidades, institutos de pesquisas e faculdades,
tomando-se como base o significante aporte de investimentos de origem pública, ao
longo da história do ensino superior.
O novo estágio de desenvolvimento do capitalismo mundial e a inserção brasileira
neste contexto impuseram um novo espaço social e exigindo novos padrões e
hábitos de toda a população. Importa-se, pois, compreender a reforma da educação
superior como modernização de instituições sociais em geral e da instituição de
educação superior em particular.
O Censo da Educação Superior de 2008, realizado pelo Instituto de Nacional de
Pesquisas Educacionais (INEP), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC),
fornece indicadores que revelam uma nova dinâmica no desenvolvimento do sistema
brasileiro de educação superior, caracterizando-se principalmente pelo acelerado
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processo de expansão no número de vagas. Após um período de estagnação, o
sistema ingressou num novo ciclo de crescimento acelerado.
O Censo de 2009 registrou a participação de 2.314 IES, obtendo uma variação
positiva em relação ao de 2008.
O número de Instituições Privadas cresceu 2,6%, apresentando a mesma tendência
com as Públicas, 3,8%. Mesmo com o índice de participação, as IES Privadas
predominam, com índice de 89,4% do número total de IES.
Com relação ao número de matrículas por grau acadêmico (bacharelado,
licenciatura ou tecnológico), observou-se que os cursos tecnológicos tiveram um
aumento acentuado de 26,1%, de 2008 para 2009 (INEP, 2011).
Outra importante tendência apontada pela evolução dos indicadores dos últimos 10
anos foi o rápido processo de interiorização do ensino superior, revelando uma clara
tendência a melhor distribuição espacial de ofertas de vagas no ensino superior.
Verifica-se, portanto, que o domínio da técnica e da ciência, a ampliação dos
consumos, o papel da informação e da organização e o poder das finanças criaram
as necessidades destes novos saberes científicos, técnicos e informacionais no
território brasileiro como um todo, mas com marcante especialização nos lugares.
Em todos os períodos, a lógica do fenômeno educacional teve estreita relação com a
própria lógica do fenômeno de desenvolvimento econômico-social. As organizações
de ensino superior sejam elas de natureza pública ou privada, estão inseridas hoje,
em um ambiente em constante mutação. Este setor, na história do desenvolvimento
brasileiro, tem raízes marcantes e ainda relevantes, da entidade governo, por meio
de suas universidades, institutos de pesquisas e faculdades, tomando-se como base
o significante aporte de investimentos de origem pública, ao longo da história do
ensino superior.
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Os progressos brasileiro no campo da educação foram expressivos na última
década. É fato que existe, ainda, uma longa distância a ser percorrida. A Educação
de Ensino Superior constitui-se em temas emergentes, complexos, de constante
debate e importância para a sociedade brasileira. Inúmeros são os esforços no
sentido de aprimorar o sistema educacional, principalmente o Ensino Superior, e
democratizar o acesso a este nível de educação.
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3 APRESENTAÇÃO DA FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
A Faculdade Integrada de Vila Velha é uma Instituição de Ensino Superior do Grupo
MULTIVIX (Vitória, Nova Venécia, Serra, São Mateus, Castelo e Cachoeiro),
faculdades que estão em atividade desde o ano de 1999.
A
motivação
desse
empreendimento
surgiu
da
necessidade
de
oferecer
continuidade de estudos a uma população de mais de um milhão habitantes,
residente na região da Grande Vitória: Vitória, Vila Velha, Fundão, Guarapari, Serra,
Cariacica.
O município de Vitória tem a presença da Universidade Federal do Espírito Santo.
Com os resultados dos últimos vestibulares, percebe-se que a mesma atende a uma
demanda de alunos advindos de outros municípios, haja vista estes estarem melhor
preparados para o processo seletivo, ficando os alunos que cursam o ensino público
de 2º grau, sem maiores possibilidades de ingresso no ensino superior.
De modo sucinto sua gestão estará pautada na busca de:
• seguir as orientações emanadas do Ministério da Educação no sentido de ofertar
um ensino com qualidade;
• manter o interesse e a motivação dos alunos para os estudos;
• atrair novos alunos para a instituição;
• consolidar os cursos que oferecer aos egressos do Ensino Médio.
Esse posicionamento sinalizava para a criação de uma empresa:
• capacitada a oferecer projetos de educação superior de alta qualidade, sem
jamais desprezar os impactos sociais e ambientais de tal atividade;
• disposta a manter seu quadro docente com qualificados profissionais da
educação superior;
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21
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• disposta a arcar com os custos de implantação e manutenção de uma adequada
infraestrutura de apoio, no que diz respeito a biblioteca, laboratórios de ensino e
equipamentos.
Vale destacar que a Missão Institucional da Faculdade é:
“Formar profissionais para o mercado de trabalho, com elevado padrão de
qualidade, mantendo uma imagem de solidez, segurança e modernidade, visando a
satisfação dos clientes e colaboradores”.
Os princípios norteadores, para concretização da missão da Instituição são:
• A indissociabilidade do tripé ensino-pesquisa-extensão, tomando como base seus
programas de pós-graduação, seus núcleos temáticos e suas atividades acadêmicas
de iniciação científica. Para que ocorra essa interação, é fundamental a continuidade
de investigações na capacitação dos docentes, no desenvolvimento de programas
de extensão e ação comunitária.
• A qualidade do seu fazer educacional, que será possível através de um (re)
pensar no seu modo de agir, e um processo de avaliação institucional sistemática,
com a participação da comunidade interna e externa.
• A busca de uma comunicação permanente com a sociedade, a fim de atender
suas necessidades naquilo que lhe compete
A Visão de futuro da Instituição é ser reconhecida nacionalmente como referência,
em termos de qualidade educacional.
Diante da missão da Faculdade e, para que se alcance dos objetivos propostos, a
conduta dos profissionais que dele fazem parte, deverá estar centrada nos seguintes
valores: Respeito; Competência; Argumentação Sólida e Trabalho em Equipe.
Para atender a sua missão a Faculdade Integrada de Vila Velha tem como objetivos
específicos:
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•
estimular a criação cultural, o desenvolvimento da capacidade científica e do
pensamento crítico;
•
formar seus alunos nas diferentes áreas do conhecimento, sempre considerando
duas vertentes: uma para o exercício das profissões e outra para a produção e
socialização do conhecimento;
•
divulgar conhecimentos culturais, científicos e técnicos, num intercâmbio e
cooperação com instituições de ensino dos diversos níveis;
•
provocar o desejo de aperfeiçoamento cultural e profissional contínuo,
possibilitando esses conhecimentos numa estrutura sistêmica;
•
propiciar o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os
nacionais e regionais, através de serviços especializados à comunidade, numa
relação recíproca;
•
oferecer formas adequadas de extensão cultural, visando à melhoria profissional
dos cidadãos; e
•
participar do desenvolvimento socioeconômico do Estado do Espírito Santo e,
em particular, da região, com prestação de serviços e assessoramento à
comunidade em assuntos relativos aos campos do saber oferecidos pelos seus
cursos.
Para concessão de seus objetivos e na conformidade de seus princípios, a
Faculdade Integrada de Vila Velha constitui-se em uma comunidade acadêmica,
integrada por dirigentes, docentes, discentes, pessoal técnico-administrativo e de
apoio, a fim de servir à comunidade na qual se insere.
3.1 POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO ESTUDANTE
A Faculdade Integrada de Vila Velha adota três formas para o aluno ingressar na
Instituição de Ensino:
•
processo seletivo e classificatório, cujos procedimentos são publicados em edital;
•
processo de transferência oriunda de outras Instituições de Ensino Superior;
•
portadores de diplomas de curso superior.
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Após o ingresso, o aluno é identificado por um número de matrícula composto de 07
caracteres. Este número acompanhará o estudante por toda sua vida acadêmica,
pois
ele
o
identificará
em
todos
os
requerimentos
e/ou
documentos
solicitados/fornecidos pela Faculdade Integrada de Vila Velha.
A comunidade acadêmica tem acesso a todas as informações acadêmicas de seu
curso e da Faculdade no site institucional (www.multivix.edu.br) através de um
módulo de consulta on-line, com controle de senha, disponível TOTVS, denominado
Aluno Online para acesso dos discentes.
Através do Aluno Online, o discente tem acesso às seguintes informações:
a) Documentos Institucionais
- Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI;
- Projeto Pedagógico Institucional – PPI;
- Regimento da Faculdade Integrada de Vila Velha;
- Portarias e Ofícios;
- Manual de Normas Técnicas;
- Manual de Atividades Complementares da Faculdade Integrada de Vila Velha;
- Manual de Colação de Grau;
- Manual do Aluno;
- Calendário Acadêmico;
- Resultado das Avaliações Institucionais e seus respectivos Planos de Ação;
- Dentre outros.
b) Documentos do Curso
- Projeto Pedagógico do Curso
- Planos de Ensino;
- Grade Curricular;
- Manual de Atividades Complementares do curso;
- Manual de Laboratórios do curso;
- Calendário de Provas;
- Normas/Regimento de Trabalho de Conclusão de Curso;
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- Regimento de Estágio Supervisionado;
- Horário de Aulas
- Informações específicas do curso;
- Dentre outros
c) Consulta ao Desempenho Individual
- Boletim;
- Conteúdos Ministrados pelos professores;
- Publicações postadas pelos professores;
- Frequência e Notas;
- Boletos;
- Histórico Escolar
- Dentre outros.
d) Biblioteca
- Acervo da Biblioteca
- Reserva de livros
- Renovação de Empréstimo
- Dentre outros
Através do Docente Online, o docente tem acesso às seguintes informações:
a) Documentos Institucionais
- Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI;
- Projeto Pedagógico Institucional – PPI;
- Regimento da Faculdade Integrada de Vila Velha;
- Portarias e Ofícios;
- Manual de Normas Técnicas;
- Manual de Atividades Complementares da Faculdade Integrada de Vila Velha;
- Manual de Colação de Grau;
- Manual do Professor;
- Calendário Acadêmico;
- Resultado das Avaliações Institucionais e seus respectivos Planos de Ação;
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- Dentre outros.
b) Documentos do Curso
- Projeto Pedagógico do Curso;
- Grade Curricular;
- Manual de Atividades Complementares do curso;
- Manual de Laboratórios do curso;
- Calendário de Provas;
- Normas/Regimento de Trabalho de Conclusão de Curso;
- Regimento de Estágio Supervisionado;
- Horário de Aulas
- Informações específicas do curso;
- Dentre outros
c) Demais Documentos
- Diário Eletrônico;
- Conteúdos Ministrados;
- Publicações postadas pelos professores;
- Frequência e Notas;
- Ferramenta de enviar avisos e e-mails para os alunos matriculados nas disciplinas
ministradas;
- Plano Didático e Pedagógico
- Dentre outros.
d) Biblioteca
- Acervo da Biblioteca
- Reserva de livros
- Renovação de Empréstimo
- Dentre outros
Cada aluno receberá ao início do curso uma senha e login para acessar o Aluno
Online e o docente receberá esta senha e login no ato de sua contratação.
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Ao abrir a página da Faculdade Integrada de Vila Velha e digitar seus dados em
campo específico, o aluno e o docente terão acesso a todas as informações
exclusivas do mesmo, como também informações do curso e da Instituição.
Caso o aluno e o docente não tenham computador em casa, poderão utilizar o
Laboratório de Informática ou os computadores localizados na Biblioteca para fazer
a consulta. Caso o mesmo não tenha conhecimento de Informática, estará a
disposição no Laboratório de Informática, um instrutor para auxiliá-lo nesta atividade.
Além da disponibilidade de obtenção de informações por acesso online, o aluno
poderá obter estas informações presencialmente, através de:
1) Secretaria e Apoio de Curso - Caso o mesmo deseje informações acadêmicas,
o aluno terá a sua disposição a Secretaria e Apoio de Curso, que funcionarão de
segunda a sábado.
2) Coordenação de Curso, Estágio e Pós-Graduação – As coordenações de cada
curso estarão à disposição dos alunos todos os dias, de segunda a sexta-feira.
Como parte da política de atendimento aos estudantes, a Instituição desenvolverá os
seguintes programas acadêmico-pedagógicos descritos a seguir.
3.1.1 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
A Instituição participa tanto na realização de eventos científicos quanto no apoio à
participação dos alunos, através de convênios, parcerias e patrocínio, tendo como
contrapartida a inserção dos mesmos como estagiários ou outro tipo de participação.
3.1.2 APOIO PEDAGÓGICO
A Orientação acadêmica dada aos discentes é feita notadamente pela Coordenação
do Curso, por meio da Coordenação Pedagógica que, dispõe de um docente
capacitado, o orientador Pedagógico que, dentre outras funções, oferece aos alunos
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um atendimento direto, individual ou em grupo, com hora marcada ou não. A
instituição fornece ao aluno todo início de ano, o Manual do Aluno, onde ele
encontrará todas as informações pertinentes ao funcionamento da Instituição,
normas acadêmicas etc.
3.1.3 ACOMPANHAMENTO
PSICOLÓGICO
ATRAVÉS
DO
NÚCLEO
DE
ATENDIMENTO
PSICOLÓGICO
Para
tentar
auxiliar
o
discente,
a
Instituição
mantém
um
sistema
de
acompanhamento ao aluno, através de um psicólogo contratado para atendimento
com carga horária de 10 horas semanais.
O aluno ainda pode procurar o auxílio desse profissional de forma voluntária ou
através de encaminhamento do professor, que visualizando que o aluno está
disperso em sala de aula, faltando muito, com desequilíbrios emocionais, encaminha
a situação ao coordenador de curso. Esse conversará com o aluno e caso verificado
a necessidade, indicará que o mesmo procure a ajuda profissional.
3.1.4 REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
O Corpo Discente tem representação com direito a voz e a voto nos órgãos
decisórios da Instituição e em comissões instituídas para o estudo de assuntos de
interesse dos alunos, na forma do Regimento. A representação tem por objetivo
promover a cooperação da comunidade acadêmica e o aprimoramento da
instituição, vedadas as atividades de natureza político-partidária.
Na Instituição não há o Diretório Acadêmico, órgão da representação estudantil, com
total autonomia decisória.
3.1.5 PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM MATEMÁTICA
A Faculdade Integrada de Vila Velha desenvolverá o Programa de Nivelamento em
Matemática cujo objetivo principal contribuir para que os novos alunos ingressantes
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28
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estejam aptos a acompanhar as disciplinas de Matemática, constantes na grade
curricular dos cursos da Instituição. A iniciativa em implantar o programa deve-se à
constatação de que os alunos advindos do ensino médio da região possuem um
nível de conhecimento na disciplina aquém do necessário para um bom
aproveitamento escolar, sendo este problema originado principalmente, pelo fato da
pouca exigência em relação à disciplina nas escolas de 1º e 2º graus e pelo fato de
que muitos alunos já estavam há bastante tempo fora das salas de aulas,
necessitando de uma revisão dos conteúdos da disciplina.
3.1.6 PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM INFORMÁTICA
A Faculdade Integrada de Vila Velha desenvolverá o Programa de Nivelamento em
Informática cujo objetivo principal é contribuir para a inclusão digital dos alunos da
Instituição. A iniciativa em implantar o programa deve-se à constatação de que os
alunos advindos do ensino médio da região não possuem um nível de conhecimento
básico de informática e também a exigência do mercado de trabalho durante o
processo de seleção.
Neste programa os alunos aprendem conteúdos como: Word, Excel, Sistema
Operacional Windows, Power Point, Internet.
3.1.7 MONITORIA
O Programa de Monitoria da Faculdade Integrada de Vila Velha, visa, sobretudo, a
valorização e a participação do aluno-monitor em atividades teóricas e práticas
desenvolvidas junto aos estudantes para esclarecimentos quanto ao(s) conteúdo(s)
da(s) disciplina(s) e à resolução de problemas por essa(s) proposto (s).
A monitoria é ofertada todo início de semestre, através de Edital. Os alunos
interessados devem fazer a solicitação de monitoria na secretaria. As disciplinas
ofertadas são definidas pelos colegiados de curso e também através da demanda
espontânea da turma, quando pelo menos 5 (cinco) alunos matriculados na
disciplina fazem a solicitação de monitoria na secretaria.
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As aulas de monitoria funcionam em horários que não atrapalhem as aulas/demais
atividades do curso e são determinadas pelo coordenador de curso, juntamente com
o professor titular da disciplina.
3.1.8 OUVIDORIA
Visando melhoria de comunicação da comunidade acadêmica, agilidade no
atendimento e consequentemente, melhoria da qualidade da instituição como um
todo, será implantada a Ouvidoria (a partir do credenciamento), que funcionará em
sala própria, atendendo através de e-mail, telefone e pessoalmente, de segunda a
sexta-feira, de 14:00 as 22:00.
3.1.9 APOIO FINANCEIRO AOS DISCENTES
Além do apoio pedagógico e psicológico, a Instituição terá os seguintes programas
de apoio financeiro aos discentes que são:
• Programa Nossa Bolsa Municipal;
• PROUNI
• Programa Nossa Bolsa (será ofertado aos alunos a partir do reconhecimento dos
cursos superiores da IES)
• FIES
• Programa de Bolsas de Graduação
No PDI da Faculdade Integrada de Vila Velha possui o detalhamento das sobre os
programas de bolsas mencionados acima.
3.2 INSTALAÇÕES FÍSICAS
A Faculdade Integrada de Vila Velha é constituída por 01 prédio, cujas instalações
são descritas a seguir.
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30
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3.2.1 PRÉDIO 01
A Instituição de Ensino está implantada em instalações de contrato de locação,
constituída de 01 prédio, em terreno alugado com 3.650,14 m2, com área construída
de 5.734,59 m2 situado em localização privilegiada no município de Vila Velha. O
pavimento que atenderá a Instituição será o 3º, 2º andar e térreo.
Os edifícios estão projetados visando fornecer aos alunos uma estrutura física
confortável, atendendo aos requisitos de segurança e as exigências para
funcionamento de uma instituição de ensino superior.
Segue abaixo estrutura da Instituição para o início das atividades após
credenciamento da Faculdade e autorização dos cursos:
3º PAVIMENTO
309
TAMANHO M²
45,75
303
302
301
300
ADM
ADM
SETOR
Central de Atendimento (secretaria, financeiro,
RH e Ouvidoria)
Arquivo/depósito
Sala de aula
Sala de aula
Sala de aula
Sala de aula
Coordenação (Coord. Cursos, Pós-Graduação,
Pesquisa e Extensão, Sala de Reuniões e Apoio
de Curso)
Biblioteca
Laboratório de Pesquisa
Sanitário Masculino
Sanitário Feminino
Sala de professores
NDE/CPA
2º PAVIMENTO
210
208
207
206
204
203
202
201
200
SETOR
Laboratório de Informática
Sala de aula
Sala de aula
Sala de aula
Sala de aula
Sala de aula
Sala de aula
Sanitário Masculino
Sanitário Feminino
TAMANHO M²
75,75
75,75
75,75
75,75
75,75
75,75
75,75
24,16
31,86
309
308
307
306
305
304
30,00
75,75
75,75
75,75
75,75
92,63
208,80
30,00
24,16
31,86
37,20
16,80
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31
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
ADM
Sala de professores
37,20
1º PAVIMENTO
102
101
100
SETOR
Brinquedoteca
Sanitário Masculino
Sanitário Feminino
TAMANHO M²
84,32
24,16
31,86
TÉRREO
10
09
08
TAMANHO M²
13,12
133,00
1.674
07
SETOR
Sala da Direção
Auditório
Pátio Coberto / Área de Lazer /Quadra/
Convivência/ Praça de Alimentação
Cantina
ANEXO
03
01
SETOR
Sala dos Professores Integrais NAP/DAP
Sanitário Unissex
TAMANHO M²
40,42
2,55
34,47
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32
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
4 RECURSOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO
Os professores/alunos poderão utilizar programas de rádio, CD-ROM, filmes em
vídeo ou DVD, material impresso, videoconferência, retroprojetor, data show 2.
4.1 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA SITUAÇÕES NÃO ESPERADAS
Parada ou defeitos técnicos de equipamentos ou instrumentos: Utilizar-se-á
caso ocorra falha e/ou defeitos em equipamentos técnicos, rodas de discussões,
aulas em quadro branco e/ou negro e dinâmicas com intuito de troca de experiências
profissionais.
Falta de material de consumo utilizado pelos alunos: Na ausência de material de
consumo a ser utilizado pelos alunos, o material didático será disponibilizado no
sistema intranet- aluno e Xerox.
Atrasos não previsíveis na entrega dos certificados: Caso ocorram atrasos não
previsíveis na entrega dos certificados, a Faculdade Integrada de Vila Velha
assegurará aos discentes, declarações de conclusão de curso com a intenção de
que os mesmos não se sintam prejudicados.
4.2 SALAS DE AULA
As salas de aulas e laboratórios da Faculdade Integrada de Vila Velha possuem ar
condicionado, quadro, iluminação adequada e mural para divulgação de ofícios
acadêmicos e outros documentos.
4.3 BIBLIOTECA
A Faculdade Integrada de Vila Velha esclarece que a Biblioteca estará situada no
Bloco I no terceiro pavimento, onde ocupará 220,42 m² de áreas totais, destinadas
2
Todos os materiais deverão ser previamente agendados (48 horas de antecedência) secretaria
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33
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
ao acervo e aos usuários. Possuindo 05 (cinco) salas de estudos coletivos com
4,80m2 cada; área para acervo, cabines individuais, mesas de estudo e
computadores, totalizando 196,42m2; balcão de atendimento com 7,08 m2; 01 (uma)
sala para Bibliotecária com 8,12 m2;
A Biblioteca conta com um acervo que segue plenamente os padrões de qualidade
exigidos, composto por material atualizado tanto para o uso do corpo docente
quanto para o uso do corpo discente, ao mesmo tempo em que busca sempre a
melhor estruturação do espaço para a formação do estudante e de melhores
resultados para a satisfação de seus usuários.
A Instituição entende ser imprescindível a aquisição de livros e periódicos indicados
pelo corpo docente, a fim de cumprir o atendimento das ementas de cada disciplina,
sempre em consonância com as Diretrizes Curriculares do MEC, além de atender a
assuntos de interesse e complementação à formação dos estudantes.
4.4 PROJETO DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
INSTITUCIONAL
Com a globalização e a crise econômica brasileira, a educação e em particular a
educação superior foi alçada ao papel de redentora do desenvolvimento e da
garantia de empregabilidade.
Esse, porém, não é um desafio simples. Inicialmente porque qualidade é um termo
polissêmico e, portanto, demanda uma maior caracterização. Assim, indicar que a
qualidade deve ser referenciada socialmente, já aponta para uma perspectiva
ampla, interpessoal e contextualizada da qualidade. Mas, além disso, faz-se
necessário precisar os processos e caminhos através dos quais essas qualidades
podem ser perseguidas.
A tarefa de qualificar a educação diz respeito, também, à ação coordenada de
gestores, da comunidade acadêmica e da sociedade envolvida no processo
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34
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
educacional, por meio de instâncias que promovam a participação, a exemplo dos
Colegiados de Curso.
A implementação da Avaliação Institucional vislumbra a constituição deste espaço,
tendo como referência as dimensões da igualdade e da inclusão, nos marcos
concebidos para a Instituição como local privilegiado: de vivência democrática, de
produção e apropriação de conhecimentos, de convívio social, cultural e político, de
valorização e respeito às diferenças, de promoção de direitos individuais e de
grupos socialmente discriminados, de cultivo da ética, tendo como referência a
realidade das relações sociais e do trabalho.
Ao construir o Programa de Avaliação Institucional, incluindo as dimensões da
igualdade e da inclusão, aqui propostos, a Faculdade Integrada de Vila Velha
assume a tarefa de ampliar a qualidade da educação que desenvolve. Com essa
intencionalidade, projeta como metas a serem perseguidas: a ampliação do acesso
aos seus cursos, a permanência com sucesso dos alunos na Instituição e a efetiva
aprendizagem do alunado a ela vinculado.
Dessa forma, além de reforçar o seu conteúdo social, e incorporar as dimensões da
igualdade e da inclusão, ao conceito polissêmico de qualidade, é necessário
também apontar parâmetros que a balizem, no sentido de propiciar a construção e
avaliação de programas e projetos voltados para o seu desenvolvimento. Para isso,
entre vários outros aspectos a serem considerados, pode-se levantar os seguintes:
• Melhorar os resultados da aprendizagem;
• Reduzir o índice de abandono e/ou evasão dos alunos nos seus cursos;
• Sanar as desigualdades nas condições de acesso discente aos seus cursos;
• Reduzir a desigualdade quanto à qualidade do desempenho escolar no interior da
instituição;
• Viabilizar a integração efetiva da comunidade ao cotidiano escolar;
• Adotar uma cultura de avaliação permanente dos seus procedimentos para a
melhoria dos resultados;
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• Estabelecer indicadores para monitoramento interno da qualidade da educação
que realiza como instrumento de aprimoramento de suas ações;
• Adequar espaços e tempos escolares às necessidades dos portadores de
deficiência;
• Estabelecer uma agenda permanente de formação continuada para os
• Profissionais da instituição;
• Adotar alternativas metodológicas diversificadas para o trato das questões
pedagógicas;
• Constituir espaço de atuação dos discentes para que a Instituição seja, de fato,
local de exercício da cidadania;
• Implementar uma política de extensão indissociável ao ensino.
Todos os pontos mencionados apontam para o fato de que é necessário estruturar a
Faculdade para o cumprimento da tarefa de amenizar os efeitos da desigualdade
social, principal responsável pela exclusão educacional, que só pode ser combatida
por meio de medidas que garantam a permanência e o aprendizado dos estudantes
a esta Instituição vinculados.
4.4.1 DIRETRIZES PARA A AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO INSTITUCIONAL
Convivemos diariamente com a avaliação. Quando necessitamos tomar qualquer
decisão, avaliamos as implicações positivas e/ou negativas de nossa decisão. Ao
avaliarmos atribuímos valores aos processos, atos, coisas, pessoas, instituições ou
ao rendimento de um aluno. Temos formas diferentes de fazê-lo: utilizando o
diálogo e transformá-la em um ato propositivo e emancipatório ou transformá-la, ao
contrário, em um momento autoritário, repressivo e punitivo. Esta ou aquela opção
depende de nossa concepção de educação e dos objetivos que desejamos atingir.
Não há outra intenção na construção de Programa de Avaliação Institucional que
não seja garantir uma Instituição de Ensino de qualidade e que eduque
verdadeiramente a todos os que a ela tem/tiveram acesso. Neste sentido temos de
enfrentar o debate sobre a avaliação considerando que a avaliação da
aprendizagem não pode ser separada de uma necessária avaliação institucional.
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Percebemos que são de natureza diferente, enquanto uma diz respeito ao
rendimento do aluno a outra diz respeito à Instituição. Mas ao mesmo tempo são
inseparáveis, pois, a avaliação do rendimento dos alunos depende em muito das
condições da instituição (gestão, materiais, condições físicas, satisfação dos
professores, entre outros) e do projeto pedagógico, sua visão de mundo, de
homem/mulher, de educação, método, etc. No entanto em qualquer das situações,
avaliação do rendimento do aluno ou da Instituição, a emancipação ou a punição
são possibilidades que se apresentam.
Se optarmos por perceber a “educação como o referencial permanente de formação
geral que encerra como objetivo fundamental o desenvolvimento integral do ser
humano informado por valores éticos, sociais e políticos, de maneira a preservar a
sua dignidade e a desenvolver ações junto à sociedade com base nos mesmos
valores” buscaremos avaliar, não só no sentido de enfrentar os efeitos perversos
das retenções e evasões, mas avaliar, também, no sentido de garantir aos alunos o
acesso crítico aos conhecimentos e ao desenvolvimento da cidadania para que
possam enfrentar os desafios da sociedade contemporânea com perspectiva de
futuro e iniciativa para transformá-la qualitativamente.
A avaliação, tanto da aprendizagem como Institucional, precisam, então, de
referências definidas nos objetivos da própria Instituição, determinados e definidos
em seu projeto pedagógico. Neste sentido, estabelecemos como diretrizes para a
avaliação as dimensões crítica, entendida como a capacidade de conseguir
questionar e analisar as condições e complexidades de diferentes realidades de
forma fundamentada, permitindo, com isso, uma constante auto-avaliação racional
do envolvimento objetivo no plano individual e coletivo e emancipatória,
compreendida como o processo interminável de libertação do cidadão das
condições limitantes de suas capacidades racionais e críticas e com isso, também,
todo seu agir no contexto sócio-cultural. Nestas condições as ações avaliativas
devem ser sistemáticas e processuais descortinando elementos que possam
melhorar a qualidade do processo educativo. A utilização do diálogo como método
pressupõe o acompanhamento sistemático e a determinação de acompanhar, de
forma coletiva, a evolução e o desempenho Institucional.
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A avaliação, portanto,
Visa engajar os agentes da ação educativa (...) num processo de autocrítica
e de transformação, comprometendo-os com o delineamento e com a
execução de um projeto (...), onde a participação garante o envolvimento
daqueles que vivem o cotidiano da instituição, na sua construção e/ou
reconstrução (SAUL, 1990, p. 23).
Ao reconhecer que a Avaliação Institucional é um processo de construção de
conhecimento a respeito da realidade institucional, um pensar sobre a sua missão,
seus objetivos e sua função social e está imersa nos aspectos ideológicos, políticos,
econômicos, culturais, dentre outros, faz-se a opção por uma metodologia de
trabalho numa visão dialética que desenvolver os seguintes elementos, conforme
Vasconcellos (1993, p. 21):
• Partir da prática - ter a prática em que estamos inseridos como desafio
para transformação.
• Refletir sobre a prática - através da reflexão crítica e coletiva, buscar
subsídios, procurar conhecer como funciona a prática, quais são suas
contradições, sua estrutura, suas leis de movimento, captar sua
essência, para saber como atuar no sentido de sua transformação.
• Transformar a prática – atuar, coletiva e organizadamente, sobre a
prática, procurando transformá-la na direção desejada.
Todo o programa de Avaliação Institucional da Institucional encontra-se descrito no
PDI.
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CAPITULO II: PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO
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1 INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
1.1 APRESENTAÇÃO
Dentre as competências e habilidades do Administrador estão: lidar com modelos de
gestão inovadores; ordenar atividades e programas; decidir entre alternativas;
identificar e dimensionar riscos e selecionar estratégias adequadas de ação.
O papel do administrador é contribuir para que a empresa tenha um resultado
positivo, garantindo a sobrevivência e permanência no mercado. Dependendo do
porte da empresa, o administrador pode estar focado mais em uma ou em outra
área, mas a sua formação garante que ele consiga gerenciar todos os recursos.
Sendo a sociedade formada por organizações, o papel do administrador torna-se
relevante porque ao otimizar os resultados empresariais ele pode estar gerando
mais empregos e a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Através de
estratégias de gestão, o administrador pode promover a cidadania e seus valores.
Uma vez que os administradores também podem atuar em órgãos públicos, podem
contribuir decisivamente no gerenciamento do patrimônio público. O profissional da
administração pode tornar as empresas socialmente responsáveis, preocupadas em
dar respostas para a sociedade, contribuindo para o seu desenvolvimento.
O projeto político pedagógico do curso de Administração da Faculdade Integrada de
Vila Velha, assim como suas dimensões técnica e política, está fundamentado na
história deste curso e nas exigências da economia da região.
É notório que o mercado de trabalho tem demandado constantes transformações na
forma de agir e pensar do administrador, sendo, portanto, primordial buscar a
adaptação dos objetivos, do currículo e das práticas pedagógicas do curso a este
novo contexto de exigências.
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A ação pedagógica precisa estar orientada para o atendimento das demandas
sociais que atualmente se centram na busca de pessoas preparadas para o convívio
harmônico e cooperativo dentro das organizações. As exigências do processo
formativo extrapolam a dimensão técnica fazendo com que ocorra um processo de
reflexão sobre as metodologias e as práticas docentes no que diz respeito a sua
postura diante do aluno, a qual deve espelhar a proposta do curso, que além de
preparar para uma atuação profissional, deve preparar para o enfrentamento das
dificuldades colocadas pela experiência da vida em sociedade.
Os objetivos do Curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila Velha são
organizados de forma a proporcionar o direcionamento de suas ações futuras em
busca de uma formação adequada às exigências do contexto e da sociedade como
um todo, respeitando o princípio da ética e de uma atuação profissional voltada para
a cidadania.
Assim, o projeto político e pedagógico do Curso de Administração foi organizado
para permitir a formação de profissionais com responsabilidade pela sociedade e
ambiente onde se inserem as organizações, primando pelo crescimento das
mesmas num contexto de elevada competitividade.
Nesse contexto, o referido Projeto do curso de Administração da Faculdade
Integrada de Vila Velha tem a finalidade de explicitar as políticas e práticas
pedagógicas da graduação, dentre as quais destacam-se:
 apresentar o perfil e as competências esperadas para o egresso atrelando-os à
ética e à cidadania;
 definir o mercado de atuação do administrador a ser formado pelo Curso;
 estabelecer o currículo adequando às exigências legais, estatutárias e
pedagógicas;
 disciplinar
a
prática
docente
através
da
readequação
das
estratégias
metodológicas de sala de aula;
 explicitar as políticas pedagógicas de apoio ao processo ensino-aprendizagem
desenvolvidos no Curso;
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 orientar professores e alunos sobre às questões acadêmicas pertinentes ao
Curso.
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Administração
DENOMINAÇÃO DO CURSO:
-PORTARIA DE AUTORIZAÇÃO
Bacharel em Administração
TÍTULO:
Matutino e Noturno
TURNO DE FUNCIONAMENTO:
50 vagas por turno
Nº. DE VAGAS:
Seriado Semestral
REGIME DE MATRÍCULA:
TEMPO MÍNIMO
DURAÇÃO DO CURSO
Matutino
DURAÇÃO DO CURSO Matutino
08 semestres
14 meses
3.200 horas
CARGA HORÁRIA TOTAL
Quadro 9 – informações sobre o curso de Administração
ENDEREÇO DE OFERTA DO CURSO:
1.2 DIMENSÃO DAS TURMAS
Para as aulas teóricas, que serão ministradas em salas de aula convencionais, o
número de alunos será 50 (cinquenta). Já para as aulas práticas, o número de
alunos será de no máximo 25 (vinte e cinco).
1.3 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
O curso será integralizado no mínimo em 04 (quatro) anos ou 08 (oito) semestres e,
no máximo, em 07 (sete) anos ou 14 (catorze) semestres.
1.4 NÚMERO DE VAGAS
Serão ofertadas 100 vagas anualmente, distribuídas, por ordem crescente, com
apenas uma entrada anual, sendo os selecionados no Processo Seletivo Anual
ingressantes no primeiro semestre letivo.
1.5 TURNO DE FUNCIONAMENTO/HORÁRIOS
Matutino: 07:30 às 09:30 e de 09:50 às 11:50
Noturno: 18:30 às 20:30 e de 20:40 às 22:40
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1.6 PROCESSO SELETIVO
O Processo Seletivo da Faculdade Integrada de Vila Velha será oferecido no início
de cada período letivo/semestre e sua regulamentação está descrita no Regimento
Geral da Instituição.
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2 O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
2.1 MISSÃO DO CURSO
O Curso de Administração possuirá como missão formar profissionais com
habilidades gerenciais, visão holística e ao mesmo tempo com caráter de
especialista, capazes de provocar mudanças e solucionar problemas no contexto
empresarial.
2.2 JUSTIFICATIVA
A proposta de criação do curso de graduação em Administração da Faculdade
Integrada de Vila Velha baseia-se na análise do crescimento econômico do Espírito
Santo e mais especificamente na realidade da região do município de Vila Velha,
onde está localizada a instituição de Ensino Superior.
Nesse contexto, devido ao forte crescimento econômico do município de Vila Velha e
região, pode-se observar que cada vez mais o mercado exigirá pessoas com maior
nível de escolaridade para atendimento das demandas de crescimento, havendo um
segmento bem promissor no que tange a oferta de cursos superiores, em particular o
de Administração, tendo em vista que o administrador é o profissional que atende às
setores de indústria, comércio e serviços, setores esses que possuem grande
relevância para a economia e desenvolvimento do município de Vila Velha.
Deve-se salientar que, parte do sucesso no desenvolvimento de uma região está
relacionado com a presença de Recursos Humanos bem qualificados que atuem de
forma competitiva, utilizando as informações atuais e que estejam atentos com a
realidade do momento, com as demandas sociais, econômicas, atuando no
ambiente de forma sustentável.
Isto posto, verifica-se que o forte crescimento econômico do município de Vila Velha
reforçam a necessidade crescente e urgente de investimentos na formação de
profissionais capacitados para a área de Administração. Assim, a oferta do curso de
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Administração pela Faculdade Integrada de Vila Velha torna-se mais relevante,
sobretudo quando se busca formar profissionais capacitados e aptos a atuarem
dentro do mercado de trabalho altamente promissor da região.
Acreditando-se
que
a
adoção
do
espírito
empreendedor
como
filosofia
organizacional é uma potente alternativa a ser lançada como ferramenta para a
obtenção de uma administração consciente das constantes mudanças que ocorrem
em todo o mundo, o curso de Administração está estruturado sob uma moderna
visão de mundo e de negócios.
Para tanto, o curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila Velha está
moldado com disciplinas que visam dar ao curso um caráter inovador de grande
valia para os dias de hoje, por tratar-se de conteúdo programático adequado ao
atual contexto comercial o qual tem se constituído acirradas concorrências de
mercado e intensas negociações comerciais nacionais e internacionais, bem como
do desenvolvimento tecnológico, e, consequentemente, tem manifestado uma
grande carência de profissionais preparados para tais ocorrências.
Pretende-se assim, com o curso de Administração formar profissionais com
capacidade de gerenciar organizações de qualquer porte e grau de complexidade,
através de uma formação generalista, a partir de uma consistente fundamentação
teórica.
O processo de mudança pelo qual o mundo está passando tem promovido
modificações consideráveis nos homens e nas suas organizações. A complexidade
atual do mundo dos negócios exige do profissional de administração que ele seja ao
mesmo tempo generalista e especialista. A crescente inter-funcionalidade das
empresas têm exigido, ainda, uma formação mais complexa, resultado de uma
consequente integração entre diferentes disciplinas e áreas de conhecimento.
Neste sentido, o sistema educacional precisa desenvolver ações que possibilitem
uma contribuição efetiva na formação de profissionais devidamente preparados para
atuarem conforme demanda a realidade social. Com base neste raciocínio, as
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Instituições de Ensino Superior devem repensar as suas práticas pedagógicas, bem
como a sua estrutura curricular de modo a promoverem uma formação profissional
flexível e completa, ao mesmo tempo generalista e especialista.
Assim, o curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila Velha foi concebido
dentro de novos valores, padrões de comportamento e de relações econômicas,
aliados ao rápido avanço da tecnologia, que determinam que sejam estabelecidos
novos mecanismos de adaptação das Instituições de Ensino a fim de absorverem
naturalmente essas inovações através das atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
2.3 OBJETIVOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
O curso objetiva formar BACHARÉIS EM ADMINISTRAÇÃO, ou seja: profissionais
capazes de atender às demandas da sociedade, capazes de ensinar seu ofício,
produzindo e difundindo seus conhecimentos; capazes de refletir criticamente sobre
o mundo que os cerca; e capazes de atuar modificando e aperfeiçoando essa
realidade.
O profissional a ser formado, deverá ter espírito crítico desenvolvido, sedimentado
na aquisição integrada de conhecimentos específicos, teóricos e práticos, permitindo
o exercício da profissão, não somente com competência, mas principalmente com
plena consciência de sua responsabilidade ética.
O curso pretende desenvolver uma capacitação profissional com formação
generalista, para que o Administrador possa atuar no cenário globalizado, de forma
competente, crítica, ética e transformadora, utilizando as diversas teorias
administrativas, de forma a articular o seu raciocínio para melhor entender e resolver
problemas que visem o bem estar da comunidade.
Para isso, o curso pretende:
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• Proporcionar ao aluno domínio dos conteúdos fundamentais de teoria e prática
administrativas, para uma visão crítica das organizações, da sociedade e da
profissão, diagnosticando situações/problemas e corrigindo distorções;
• Proporcionar ao aluno instrumentação intelectual, cultural e tecnológica para o
desempenho de funções e papéis nas empresas públicas e privadas e nas demais
organizações onde sua ação seja necessária;
• Preparar o aluno para atuar em pesquisas, estudos, análise, interpretação,
planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos da
Administração em organizações públicas e privadas.
• Desenvolver entre os alunos um relacionamento social de cunho cooperativo, de
respeito mútuo e de participação responsável e criadora, preparando-o para opções
conscientes em relação às realidades profissionais em que atuarão;
2.3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Como objetivos específicos destaca-se a formação de visão holística. Portanto,
pretende-se preparar o aluno para:
• compreender o funcionamento do todo administrativo;
• utilizar o raciocínio lógico, crítico e analítico, capacitando o futuro profissional a
operar com valores, avaliações, diagnósticos e criatividade frente aos diferentes
contextos organizacionais e sociais;
• internalizar valores de ética profissional e responsabilidade social;
• utilizar os meios e processos de comunicação e expressão corretos na
elaboração e interpretação de documentos técnicos da realidade das organizações;
• produzir, ordenar e selecionar atividades e programas, decidindo entre
alternativas;
• identificar, dimensionar riscos e empreender projetos;
• resolver situações com flexibilidade e adaptabilidade diante dos desafios
organizacionais;
• aplicar técnicas dos conhecimentos adquiridos a uma realidade organizacional na
busca de uma oportunidade e/ou solução do problema;
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• utilizar tecnologia de ponta para a solução de problemas, sem perder de vista o
contexto, de forma a fazer adaptação e uso de tecnologia convencionais, quando o
ambiente assim o exigir;
• estimular o acadêmico à prática da iniciação científica, sobretudo aquela aplicada
à administração; e,
• preparar o aluno, abrindo-lhe os horizontes para a pós-graduação.
2.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO DO EGRESSO DO CURSO
O perfil esperado de um acadêmico egresso do Curso de Administração é de um
profissional capaz de atuar nas atividades administrativas em pequenas, médias ou
grandes empresas, públicas e privadas, desenvolvendo atividades como:
a) Exercício das funções de gestão nas diversas áreas da administração,
abrangendo a elaboração de projetos, relatórios e planos, tanto em contextos de
atividades rotineiras como empreendedoras;
b) Prestação de serviços de assessoria e consultoria, exercício de cargos de
gestão e de direção superior;
c) Elaboração de estratégias, políticas, programas e métodos de trabalho,
planejando
e
utilizando
eficazmente
os
recursos
disponíveis,
incluindo
a
administração das informações e os processos de transformação de sua área de
competência, bem como o monitoramento constante dos resultados e correção dos
desvios;
d) Realização de planejamento, implantação, coordenação e controle de atividades
no campo administrativo, orientado por resultados de produtividade, rentabilidade e
qualidade, de acordo com os planos e metas estabelecidos pela empresa e/ou
organização;
e) Realização de pesquisas, análises, estudos e interpretações na área
empresarial;
f)
Análise e implementação de novos negócios.
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3 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO INGRESSANTE E DO EGRESSO
DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
3.1 PERFIL DO INGRESSANTE
O perfil do aluno que poderá ingressar no curso de Administração da Faculdade
Integrada de Vila Velha é o de profissional que já atua no mercado de trabalho,
dentro ou não da área de administração, que busca um desenvolvimento profissional
ou mesmo habilidades gerenciais específicas.
Há também, em menor quantidade, um ingressante jovem, recém egresso do ensino
médio, que tem assumido uma postura bastante comprometida com o processo de
aprendizagem e usufruindo de forma significativa da troca de experiências com os
colegas mais experientes.
3.2 PERFIL DESEJADO DO EGRESSO E COMPETÊNCIAS
O perfil do egresso do curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila Velha
se caracterizará pela formação de profissionais com capacidade de gerenciar
organizações de qualquer porte e grau de complexidade, através de uma formação
generalista. Também compõe a proposta da instituição a formação da cultura
empreendedora, dotando o profissional de visão de futuro da sua carreira.
Do ponto de vista legal, a carreira do administrador está amparada por legislação
pertinente, que, na prática, tem sido bastante desrespeitada; considera-se que a
melhor forma de manter o espaço de trabalho desse profissional é incrementando
sua formação, a partir de uma consistente fundamentação teórica, bem como um
aprofundamento nas áreas de raciocínio lógico e quantitativo e das relações
humanas, prioritariamente
Constituem competências desejadas do egresso:
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• Planejar, organizar, comandar, controlar e coordenar a eficiente e eficaz
consolidação e o funcionamento das organizações, com efetividade;
• Acompanhar e manter-se atualizado quanto às variações sócio-econômicas dos
mercados nacional e internacional;
• Levantar, identificar e analisar problemas, desempenho, projetos, processos e
outras situações organizacionais, através dos princípios da investigação científica;
• Desenvolver projetos de melhoria e de análise do desempenho organizacional,
recomendando soluções alternativas, criativas e inovadoras às organizações;
• Compreender e analisar mercados, a partir do comportamento do consumidor,
elaborando planos de marketing;
• Desenvolver e programar, alternativas para viabilizar a melhor solução para
estocagem e de gerenciamento de materiais e de patrimônio;
• Desenvolver, avaliar e implementar processos de organização e reorganização
administrativa;
• Acompanhar, atualizar e implantar projetos, programas e sistemas de informação
que possibilitem melhores resultados à gestão das organizações;
• Desenvolver e implementar programas e sistemas que permitam a incorporação
de conceitos à efetiva melhoria da qualidade de serviços e produtos;
• Avaliar, desenvolver e implementar programas de planejamento e controle da
produção;
• Implantar e projetar programas de organização, sistemas e métodos;
• Projetar, programar, implementar e desenvolver projetos no âmbito financeiro, que
possibilitem a inovação e a ação inovadora das organizações nos mercados em que
atuam;
• Reconhecer e incentivar a permanente e constante aprendizagem das e nas
organizações;
• Gerenciar e implementar negócios nacionais e internacionais;
• Compreender a tônica e a dinâmica das empresas de pequeno, médio e grande
porte;
• Avaliar e desenvolver projetos de integração sistêmica das organizações.
O perfil do egresso deverá, portanto, ser compatível com a realidade do mercado de
trabalho atual e as perspectivas para o futuro. Tanto em nível nacional quanto
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regional, a tendência do mercado de trabalho para o administrador tem se alterado,
reduzindo-se o emprego formal nas grandes empresas e tornando-se crescente o
trabalho por projetos, bem como o emprego formal em pequenas e médias
empresas. Outra área em expansão é o 3º setor, organizações privadas de utilidade
pública, sem fins lucrativos, que têm buscado a profissionalização; dentre essas
pode-se citar: associações, cooperativas, ONGs, fundações e outras.
A fim de cumprir a missão do curso e atuar com competência nas áreas aplicadas à
organização, o Curso de Administração buscará formar profissionais com uma
postura empreendedora, com capacidade de liderança, visão crítica, holística,
criativa, inovadora e com fortes valores éticos.
Ao final do curso, tendo obtido o título de Bacharel em Administração pela
Faculdade Integrada de Vila Velha espera-se que os concludentes tenham o
seguinte perfil:
a) Internalização de valores de cidadania, responsabilidade social, justiça e ética
profissional.
b) Formação humanística e visão global que o habilite a compreender o meio social,
político, econômico e cultural no qual está inserido e a tomar decisões em um
mundo diversificado e interdependente.
c) Formação técnica e científica para atuar na administração das organizações,
além de desenvolver atividades específicas da prática profissional em
consonância com as demandas mundiais, nacionais e regionais.
d) Competência para empreender e tomar decisões, analisando criticamente as
organizações, antecipando e promovendo suas transformações.
e) Capacidade de atuar em equipes multidisciplinares e multifuncionais.
f) Flexibilidade e proatividade diante das mudanças.
g) Orientação para resultados.
h) Capacidade interativa, integrativa e de coordenação.
i) Capacidade de compreensão da necessidade do contínuo aperfeiçoamento
profissional e do desenvolvimento da autoconfiança, demonstrando prédisposição para o aprendizado contínuo.
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Espera-se do egresso do curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila
Velha as seguintes habilidades:
a) Comunicação e expressão: estabelecer comunicação interpessoal, expressarse corretamente nos documentos técnicos específicos e interpretar a realidade
das organizações.
b) Raciocínio lógico, crítico e analítico: utilizar raciocínio lógico, crítico e analítico,
operando com valores e formulações matemáticas e estabelecendo relações
formais e causais entre fenômenos. Ser capaz também de interagir criativamente
diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais.
c) Visão sistêmica e estratégica: compreender o todo administrativo, de modo
integrado, sistêmico e estratégico, bem como suas relações com o ambiente
externo.
d) Criatividade e iniciativa: propor e implementar modelos de gestão, inovar e
demonstrar um espírito empreendedor.
e) Negociação: resolver situações com flexibilidade e adaptabilidade diante de
problemas e desafios organizacionais.
f) Tomada de decisão: ordenar atividades, processos e programas, decidir entre
alternativas e identificar e dimensionar riscos.
g) Orientação para resultados: agir em busca de resultados comprometidos com o
futuro da organização e com o seu compromisso social.
h) Liderança: selecionar estratégias adequadas de ação, visando a atender
interesses interpessoais e institucionais.
i) Trabalho em equipe: selecionar procedimentos que privilegiem formas de
atuação em prol de objetivos comuns. Agir com empatia, reconhecendo as
diferenças e buscando a sinergia da equipe com foco nos resultados
organizacionais.
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4 OPERACIONALIZAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
PARA O ALCANCE DOS OBJETIVOS PROPOSTOS DO CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO
A reconstrução de um projeto pedagógico é um processo, e com tal, ocorre de
formas variadas e em ritmos diferentes nos cursos da Faculdade Integrada de Vila
Velha. Mas, em comum, todos são trabalhados de forma participativa, coordenados
por comissões especialmente dedicadas à sua elaboração em cada curso.
Também em comum, todo o trabalho de elaboração do projeto pedagógico contará
com o apoio da Direção Geral que, através da Coordenação Acadêmica,
Coordenação de Graduação e da Coordenação de Curso, fornecerão subsídios a
todas as comissões. Esse apoio se dará, principalmente, por meio da promoção de
atividades especiais e da participação ativa de seus funcionários em ações como a
coleta de dados e montagem de processos, informação e análise sobre a legislação
pertinente e outras.
A estrutura das Unidades Acadêmicas da Faculdade irá prever a organização dos
cursos em “Colegiados de Cursos” e do “Núcleo Docente Estruturante” os quais
congregarão todos os professores do referido curso e também representantes dos
alunos.
Todas as atividades do curso – curriculares e extra-curriculares, alteração e
compatibilidade de conteúdos, atualização da bibliografia, etc, serão realizadas pelo
colegiado que ora atua com o grupo todo, ora em grupos organizados por períodos
letivos.
Ressalta-se que na Faculdade Integrada de Vila Velha, a viabilização do Projeto
Pedagógico irá ocorrer através de estudos de capacitação de seu corpo docente e
diretivo sobre o assunto, além de estudos sistemáticos sobre a realidade e o perfil
profissional a ser atingido.
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Ano a ano, serão discutidas as necessidades e deficiências dos alunos ingressantes,
além de suas expectativas, para se propor projetos de melhoria de ensino que serão
desenvolvidos pelos professores, de acordo com seus interesses e possibilidades.
Serão realizadas, também, avaliações para diagnosticar “onde estamos” e traçar
metas de superação dos problemas e realização do nosso potencial, de forma
coletiva.
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5 ORGANIZAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PARA
ALCANCE
DOS
OBJETIVOS
PROPOSTOS
DO
CURSO
DE
ADMINISTRAÇÃO
A visão que rege a presente proposta de implantação do curso superior em
Administração na Faculdade Integrada de Vila Velha está alicerçada em alguns
pontos considerados fundamentais, quais sejam:
a) Sólida formação básica e instrumental, possibilitando aos egressos a perfeita
utilização de ferramentas como a estatística, a informática, a matemática
financeira, bem como conhecimentos teóricos da economia, sociologia,
psicologia e outras, que permitam um bom desempenho na construção de
cenários, na análise, na crítica e na gestão de pessoas;
b) Sólida formação profissional, permitindo ao administrador, uma visão sistêmica
das organizações em seu ambiente;
c) Possibilidade de implementação de um processo ensino-aprendizagem baseado
na interdisciplinaridade, tanto do ponto de vista do planejamento, quanto da
execução e avaliação, requisito considerado fundamental para compreensão dos
complexos problemas organizacionais;
d) Preocupação constante na formação de indivíduos integrais, com visão holística,
baseada no desenvolvimento de habilidades e atitudes, que lhes dêem
possibilidade de atuação ética e profissional no ambiente social, particularmente
no trabalho e postura pró-ativa e empreendedora em sua própria carreira;
e) Desenvolvimento da habilidade de comunicação seja oral ou escrita, fundamental
para o gestor contemporâneo, seja no ambiente organizacional, seja nas
relações com a sociedade, estabelecendo comportamento cooperativo, com
vistas a parcerias;
f) Estreita relação da teoria com a prática, promovida através da disciplina
Atividade Complementar que promove a integração horizontal e vertical, e
através da oferta do Estágio Supervisionado, do 5º ao 8º período, dentro das
áreas profissionais já cursadas pelos alunos e acompanhado por professores
especialistas, que dará origem a relatórios técnicos relatando os casos
vivenciados.
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6 METODOLOGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
No desenvolvimento do trabalho didático o professor deverá dinamizar suas aulas e
desenvolver os conteúdos de seu programa de ensino, de maneira a despertar no
aluno o interesse pelo saber. Diversas são as técnicas didáticas utilizadas pelos
professores que buscam na diversidade um meio de assegurar a aprendizagem dos
conteúdos e também de interação entre os sujeitos da relação ensinoaprendizagem.
Os métodos e as técnicas de ensino a serem adotadas no Curso de Administração
objetivam garantir alguns princípios básicos do ensino como: caráter científico e
sistemático, ser compreensível e possível de ser assimilado, assegurar a relação
teoria/prática, assentar-se na unidade ensino-aprendizagem, garantir a solidez dos
conhecimentos, assegurar a aprendizagem dos conteúdos por meio da interação
entre sujeitos.
As estratégias de ensino aqui sugeridas deverão ser cuidadosamente selecionadas
e planejadas, de modo a propiciar situações que:
•
Viabilizem posicionamentos críticos;
•
Proponham problemas e questões, como ponto de partida para discussões;
•
Definam a relevância de um problema por sua capacidade de propiciar o saber
pensar, não se reduzindo, assim, à aplicação mecânica de fórmulas feitas;
•
Provoquem a necessidade de busca de informação;
•
Enfatizem a reelaboração do conhecimento, não apenas a sua aquisição;
•
Aperfeiçoem a argumentação e a contra-argumentação para a comprovação de
pontos de vista;
•
Tratem o conhecimento como um processo, tendo em vista que ele deve ser
retomado e transformado em novos conhecimentos.
A adoção desses critérios neutraliza a preocupação em repassar conhecimentos a
serem apenas copiados e reproduzidos, desafiando os alunos a fomentar sua
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capacidade de problematizar e buscar respostas próprias, calcadas em argumentos
convincentes.
Para implementar essa visão, os espaços das aulas expositivas devem ser
ampliados e/ou substituídos por estratégias diversificadas.
De maneira geral as técnicas de ensino variam de acordo com as disciplinas, com o
ritmo dos grupos, com os interesses revelados pelos estudantes, com as condições
estruturais do curso, com os conhecimentos prévios dos alunos, com o valor
atribuído pelo professor a cada aspecto de sua área de conhecimento.
Respeitando-se essas peculiaridades sugere-se a seguir algumas técnicas que ao
serem aplicadas contemplarão os objetivos relativos ao desenvolvimento das
competências esperadas e dos conteúdos a serem aprendidos pelos estudantes.
Entende-se que para o desenvolvimento de competências, seja necessária uma
prática educativa adequada, tanto no âmbito da sala de aula, quanto nas atividades
extracurriculares, como também nos espaços acadêmicos, que reúnam o
aprendizado de habilidades em conjunto com situações que favoreçam o
desenvolvimento da criatividade, da ousadia, da responsabilidade, da ética, do
compromisso, da autonomia. Acredita-se que as habilidades sejam aprendidas.
Aprende-se a identificar, correlacionar, analisar, avaliar manipular, realizar
pesquisas, organizar e outras. Para que tais habilidades sejam aprendidas se faz
necessário que durante as aulas, os estudantes realizem atividades e tarefas que
lhes proporcionem tais habilidades. É extremamente relevante que os planejamentos
dos professores contemplem tais objetivos e que sejam propostas atividades e
tarefas que contribuam para tal formação.
No âmbito de um ensino para a competência, no entanto, não basta que sejam
desenvolvidas as habilidades, mas que os alunos se tornem criativos, autônomos
para que de fato, se tornem cidadãos formando e profissionais competentes.
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As técnicas de ensino a seguir apresentadas têm por finalidade contribuir para que o
professor possa promover um ambiente em sala de aula em que a aprendizagem se
realize de diferentes formas.
6.1 AULA EXPOSITIVA DIALÓGICA
A aula expositiva é identificada como a mais tradicional das técnicas de ensino e
ainda é a mais utilizada nas salas de aula. Sabemos que as aulas não devem se
pautar apenas pela exposição de conteúdos, mas ressaltamos o valor da aula
expositiva em várias situações de aprendizagem. No entanto, a aula expositiva deve:
•
Ser dialógica;
•
Estimular o pensamento crítico do aluno através do diálogo, favorecendo o
intercâmbio de saberes e experiências.
•
Ser entendida como uma busca recíprova de conhecimento (FREIRE e SHOR,
1986).
De acordo com Freire, o ensino dialógico se contrapõe ao ensino autoritário. A aula
expositiva hoje não deve mais ser concebida tendo o professor como o centro do
processo de ensino e aprendizagem. Na aula expositiva dialógica, o professor toma
como ponto de partida a experiência do aluno com o tema a ser desenvolvido na
aula. Isso não significa que o professor ficará a mercê do que os alunos sabem ou
deixam de saber, mas apenas que considerará os conhecimentos prévios, para eles
fazer a sua atividade educativa, mais eficaz. O caráter da dialogicidade presente na
aula expositiva dialógica não significa que a diretividade do professor seja totalmente
eliminada na sala de aula, caindo-se numa permissividade. Pelo contrário, é
construída uma relação professor-aluno na qual a autoridade do professor é
construída e exercida no âmbito do diálogo e do respeito aos conhecimentos de
ambas as agentes educativas.
A aula expositiva constitui-se em uma ótica técnica para o trabalho com conteúdos
factuais,
conceituais.
Em
uma
aula
expositiva,
diversas
habilidades
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são
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desenvolvidas tais como: atenção, concentração, anotação, observação, dentre
outras.
6.2 TÉCNICAS DE TRABALHO INDEPENDENTE
Esta técnica traz como objetivo promover um ambiente em sala de aula favorável à
construção da autonomia por parte dos alunos. Consiste em tarefas dirigidas e
orientadas pelo professor para que os alunos as resolvam situações de modo
criativo e independente da intervenção do professor. Porém ser exercícios, tarefas,
elaboração de relatórios, etc, com um roteiro elaborado pelo professor que dê
condições ao aluno de realizá-los de forma mais autônoma. É o momento em que o
aluno se depara sozinho com o conhecimento já trabalhado para melhor elaborá-lo,
como também para se auto-avaliar. É fundamental que o aluno tenha esse momento
e não esteja todo o tempo apenas trocando com seus colegas e/ou professor. O
trabalho independente pode ser adotado em qualquer etapa do processo de ensino
e aprendizagem, podendo ser uma tarefa preparatória, uma tarefa assimilação ou de
elaboração pessoal.
Uma das tarefas mais comuns para pôr em prática o trabalho independente e auxiliar
o desenvolvimento intelectual dos alunos, é o estudo dirigido que será enfocado a
seguir, em um item em separado.
6.3 ESTUDO DIRIGIDO
O estudo dirigido de acordo com Libânio (1992) é uma atividade que procura:
•
Desenvolver habilidade e hábitos de trabalho independente e criativo;
•
sistematizar e consolidar conhecimentos, habilidades e hábitos;
•
possibilitar
a
cada
aluno,
individualmente,
resolver
problemas,
vencer
dificuldades e desenvolver métodos próprios de aprendizagem;
•
possibilitar aos alunos o desenvolvimento da capacidade de trabalhar, de forma
livre e criativa, com os conhecimentos adquiridos, aplicando-os a situações
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novas, referentes a problemas cotidianos de sua vivência e a problemas mais
amplos da vida social;
•
possibilitar ao professor a observação de cada aluno em suas dificuldades e
progressos, bem como a verificação da eficácia de seu próprio trabalho na
condução do ensino.
O estudo dirigido para ser realizado pelo aluno precisa que os conhecimentos já
tenham sido previamente sistematizados. Alguns requisitos devem ser observados:
clareza de objetivos por parte do professor e do aluno, transparência nos resultados
esperados, corresponder aos conteúdos trabalhados na disciplina, observar o tempo
disponível, ter os meios para o trabalho à mão (livros, dicionários, tabelas, mapas,
etc.), utilizar os resultados obtidos para cada aluno ou grupo para toda a classe.
O estudo dirigido deve sempre começar com uma orientação da tarefa (guia de
leitura, guia de estudo, passos de um roteiro a ser seguido, esquema de um texto,
resumos, etc.). Deve conter instruções claras e questões ou perguntas enunciadas
com clareza e precisão. A orientação do estudo deve ser escrita e quase nunca oral,
salvo quando o trabalho proposto for pequeno e de imediata resolução em classe.
6.4 TRABALHO EM GRUPO
Sabemos que os sujeitos aprendem não só individualmente, como também e
principalmente, na interação como outros sujeitos, pois o conhecimento é uma
construção social. A atuação do professor como mediador da aprendizagem, deve
favorecer que os alunos interajam de forma produtiva, instigando com questões que
necessitem de uma resposta refletida dialogada. Também mediando com situaçõesproblema, nas quais os alunos sejam desafiados e necessitam de uma troca de
conhecimentos e possibilidades de caminhos para que o problema seja resolvido.
O trabalho em grupo propicia o aprendizado de conteúdos não só conceituais e
factuais como também conteúdos atitudinais (respeito às opiniões distintas,
tolerância com o diferente, etc.). Cumpre a função de colaborar para o
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desenvolvimento de algumas habilidades: saber argumentar, saber ouvir, colocar
opiniões, defender pontos de vista, relatar conclusões, redigir conclusões, etc.
A formação dos grupos pode ser para uma aula apenas, para uma tarefa que pode
levar mais de uma aula ou pode ser mais fixa, como por exemplo, ao longo de um ou
dois meses, ou até mais tempo. O importante é que a formação dos grupos seja
pensada de acordo com os objetivos traçados pelo professor. Porém, nada impede
que em alguns momentos, os estudantes também se escolham livremente e dessa
forma o professor pode observar uma série de questões que podem lhe auxiliar em
seu trabalho. Para pensarmos em uma organização por parte do professor, os
objetivos devem estar claros, tanto para o professor quanto para os alunos. Como
pensar na formação dos grupos por objetivos? Digamos: um objetivo pode ser que
os alunos aprendam uns com os outros, um determinado conteúdo que já foi
trabalhado e o professor percebe que há ainda, alunos que não compreenderam.
Nesse caso, o grupo deve ser heterogêneo, no sentido de se misturar alunos com
facilidade com alunos que venham apresentando dificuldades na compreensão dos
conteúdos. Outra possibilidade de arrumação pode ser pensada a partir dos
interesses dos alunos por determinado tema. Outra forma seria privilegiar alunos
muito falantes com os pouco falantes para desenvolver em ambos, habilidades de
saber ouvir e de saber colocar opiniões, por exemplo. Pode ser pedido, nesse caso,
que aqueles que muitos falam sejam os redatores das conclusões do trabalho e que
os pouco falantes sejam os relatores dos resultados para a turma;
6.5 ESTUDO DO MEIO
O estudo do meio propicia uma forte ligação com o mundo do trabalho, com as
questões sociais, com a realidade que se quer conhecer. Alguns objetivos expressos
nas intenções educativas podem ser trabalhados com esta técnica como, por
exemplo, as intenções que se referem ao compromisso social, ao profissional
engajado no seu tempo, conhecedor da realidade que o cerca.
O estudo de meio não se restringe apenas às visitas técnicas, passeios, excursões,
mas se refere a todos os procedimentos que possibilitam o levantamento, a
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discussão e a compreensão de problemas concretos do cotidiano do estudante, das
famílias, do trabalho, da cidade. O estudo do meio deve sempre ser acompanhado
de um relatório.
6.6 TEMPESTADE DE IDÉIAS (BRAINSTORM)
Esta técnica, muito conhecida, propicia que os alunos se soltem sobre determinado
conteúdo. Serve como disparador do tema. Ou, muitas vezes, serve para ser o início
da organização de algo ainda muito novo e pouco conhecido. Também serve como
uma avaliação diagnóstica, ao início de um novo tema ou unidade temática, ou ao
início do ano quando se vai apresentar a disciplina.
Dado o tema, os alunos deverão dizer aquilo que lhes vêm à cabeça, sem
preocupação de censura de idéias. Estas são anotadas e em seguida, pode-se fazer
uma categorização dos pontos surgidos, separando os relevantes dos irrelevantes,
por exemplo.
6.7 SEMINÁRIO
Esta técnica é frequentemente utilizada pelos professores e estudantes. Necessita
da formação de grupos mais fixos, que trabalharão juntos durante um tempo maior.
Colabora na construção da habilidade de saber planejar, pesquisar, elaborar
materiais para comunicação das conclusões ou considerações ou resultados.
A utilização de seminários, uma atividade essencialmente acadêmica, requer uma
série de aprendizados que o aluno ao chegar à graduação, nem sempre domina.
Para realizar um seminário é necessário que os estudantes conheçam os
procedimentos de como realizar uma pesquisa. Devem saber realizar um
planejamento das etapas que serão necessárias até o resultado final que culminará
no seminário: discutir os objetivos, dividir as tarefas, discutir o conteúdo, escrever o
trabalho segundo as normas mínimas de um trabalho acadêmico (notas, citações,
bibliografia, etc.).
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A forma de apresentação é fundamental para o sucesso do trabalho. O
planejamento os recursos que serão empregados é de suma importância
(transparências, slides, data-show, cartazes, etc.) Outro ponto a ser considerado e
estipulado pelo professor é o tempo que será dedicado ao seminário no todo de seu
planejamento e depois ao longo das aulas. Um curso todo montado em cima de
seminários não é produtivo do ponto de vista pedagógico, uma vez que seminário é
uma das técnicas possíveis.
6.8 ESTUDO DE CASO
O estudo de caso deve ter um lugar de destaque. O estudo de caso propicia que os
alunos resolvam situações-problema, que estabeleçam pontos de relação com a
realidade, que percebam o conteúdo contextualizado e possam fazer a aplicação
daquilo que aprenderam. Os estudos de caso podem ser realizados individualmente
ou em grupo. Individualmente, a resolução do caso vai proporcionar ao aluno um
maior desenvolvimento de sua autonomia e responsabilidade, na medida em que a
resolução terá sido tomada sozinha. A resolução em grupo favorece a formação do
sentimento de equipe. Todos os alunos estarão empenhados em resolver um caso e
a resolução do mesmo dependerá das várias possibilidades apontadas por todos.
Isso faz com que a decisões também sejam compartilhadas e os riscos e os
sucessos serão de todos, igualmente.
Os estudos de caso devem ser sugeridos ao longo das aulas, como também ao final
do curso. O objetivo do professor e a qualidade do conteúdo do caso influenciarão
na escolha.
6.9 AULAS PRÁTICAS
As aulas práticas podem ajudar no desenvolvimento de conceitos científicos, além
de permitir que os estudantes aprendam como abordar objetivamente o seu mundo
e como desenvolver soluções para problemas complexos (LUNETTA, 1991). Esse
tipo de aula pode despertar curiosidade e, consequentemente, o interesse do aluno,
visto que a estrutura do mesmo pode facilitar, entre outros fatores, a observação de
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fenômenos estudados em aulas teóricas. O uso deste ambiente também é positivo
quando as experiências em laboratório estão situadas em um contexto históricotecnológico, relacionadas com o aprendizado do conteúdo de forma que o
conhecimento empírico seja testado e argumentado, para enfim acontecer a
construção de ideias. Além disso, nessas aulas, os alunos têm a oportunidade de
interagir com as montagens de instrumentos específicos que normalmente eles não
têm contato em um ambiente com um caráter mais informal do que o ambiente da
sala de aula.
Na aula prática “o importante não é a manipulação de objetos e artefatos concretos,
e sim o envolvimento comprometido com respostas/soluções bem articuladas para
as questões colocadas, em atividades que podem ser puramente de pensamento”.
(BORGES, 2002).
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7 ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
O currículo proposto foi elaborado de acordo com as diretrizes curriculares
estabelecidas pela legislação vigente; porém, isso não implica uma rigidez estrutural.
A flexibilidade curricular é um dos princípios que norteia a Proposta para Elaboração
das Diretrizes Curriculares para o Curso de Administração. Esse princípio sugere
constantes adaptações para o currículo devido às novas demandas sociais e às
necessidades dos alunos. E como afirmou David Nunan (1991), o currículo centrado
no aluno deve ter, entre outras características, um perfil utilitário, incluindo
habilidades e conhecimentos que não são simplesmente parte das disciplinas
acadêmicas.
7.1 FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDICIPLINARIDADE
A estrutura curricular do Curso de Graduação em Administração foi elaborada de
forma a valorizar a interdisciplinaridade, permitindo a formação de um profissional
capaz de estabelecer conexões entre os saberes. A matriz curricular foi organizada
considerando-se as afinidades entre as disciplinas ofertadas a cada período, de
maneira que o conhecimento seja adquirido pelo aluno, de forma gradual e
integrada.
As ementas das disciplinas que compõem a matriz curricular do Curso de
Graduação em Administração foram elaboradas de forma a permitir a integração
horizontal e vertical dos conteúdos.
A interdisciplinaridade horizontal, ou seja, a integração entre os conteúdos
lecionados nas disciplinas do mesmo semestre, e a integração vertical, isto é, a
interdisciplinaridade dos conteúdos dos períodos seguintes, demonstra ao aluno a
integração entre as diversas áreas, e o caráter de continuidade dos estudos,
enfatizando assim o caráter interdisciplinar das ações didático-pedagógicas
estruturadas.
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A Matriz Curricular do curso está distribuída em três Eixos Temáticos que servem
como instrumentos de disciplinas de Formação Básica, Profissional e Teórico Prática.
Eixo 1 – Conteúdos de Formação Básica: Matemática, Métodos Quantitativos
Aplicados,
Matemática
Financeira,
Comunicação
Empresarial,
Economia,
Contabilidade Básica, Instituição de Direito Público e Privado, Direito Comercial,
Direito Trabalhista e Legislação Social, Filosofia da Ciência, Metodologia do
Trabalho Científico, Sociologia Organizacional, Psicologia Organizacional, Sistema
de Informação Gerencial, Gestão Ambiental e Responsabilidade Ambiental.
Eixo 2 – Conteúdos de Formação Profissional: Evolução do Pensamento
Administrativo,
Princípios
da
Administração,
Administração
de
Materiais
e
Patrimoniais, Organização Métodos Informação e Sistemas, Cultura e Poder nas
Organizações, Gestão de Custos, Finanças Empresariais I, Finanças Empresariais
II, Administração da Produção I, Administração da Produção II, Administração
Mercadológico I, Administração Mercadológica II, Administração de Recursos
Humanos I, Administração de Recursos Humanos II, Apuração e Análise de Custos,
Estratégia de Mercado, Empreendedorismo, Análise de Projetos e Orçamento
Empresarial, Análise Financeira e Gerencial, Logística Empresarial, e duas
Optativas.
Eixo 3 – Conteúdos de Formação Teórico-Prática: Estágio Supervisionado,
Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares.
Conteúdo de disciplinas Optativas: Análise das Demonstrações Contábeis e
Financeiras, Análise de Decisão, Desenvolvimento de Novos Negócios, Qualidade e
Produtividade, Direito Tributário, Administração e Integração Econômica, Direitos
Humanos e Cidadania, Língua Brasileira De Sinais - LIBRAS, Relações ÉtnicoRaciais Afro-Brasileira, Comércio Exterior.
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Todas as disciplinas foram distribuídas ao longo dos semestres possibilitando ao
discente a percepção do grau de relevância do curso por meio de um aprendizado
lógico, humanístico e científico para o desempenho da profissão contábil.
7.1.1 EDUCAÇÃO
DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E
CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA
O presente curso de Administração apresenta em sua estrutura curricular apresenta
conteúdos relativos as relações étnico-raciais e o ensino da cultura afro-brasileira e
africana, atendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das
Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e
Africana (Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004).
Para tanto, os conteúdos são desenvolvidos nas disciplinas de Filosofia e Atividades
Complementares, além de disciplinas optativas. Na primeira disciplina citada, os
alunos estão sujeitos a este tema em aproximadamente 15 horas/aula. Segundo a
ementa, os assuntos desenvolvidos abrangem:
I.
Tendências da sociedade brasileira contemporânea, sendo:
•
O impacto da globalização e as transformações do trabalho no Brasil;
•
As Desigualdades sociais no Brasil;
•
A Desigualdade e cidadania;
•
As Relações étnico-raciais, cidadania e inclusão social.
Na disciplina Atividades Complementares os alunos participam de eventos e
palestras relacionados aos temas das relações étnico-raciais e o ensino da cultura
afro-brasileira e africana. Para isso, são convidados especialistas que desenvolvem
esses assuntos com um nível maior de conhecimento.
Além desses conteúdos, ainda se pode citar algumas disciplinas que contemplam
conceitos relativos as relações étnico-raciais e o ensino da cultura afro-brasileira e
africana, a seguir apresentadas:
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•
Direito Trabalhista e Legislação Social (Disciplina obrigatória);
•
Direitos Humanos e Cidadania (Disciplina optativa).
•
Relações Étnico Raciais e Cultura Afro Brasileira (Disciplina optativa);
•
Psicologia Organizacional (Disciplina obrigatória);
7.1.2 DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA
O presente curso de Administração apresenta em sua estrutura curricular conteúdos
relativos Direitos Humanos e Cidadania, conforme o disposto no Parecer CNE/CP nº
8/2012. Parecer CPCNE nº 8 de 06/03/2012, que originou a Resolução CP/CNE nº
01 de 30/05/2012.
Para tanto, os conteúdos são desenvolvidos nas disciplinas de Noções de Direito
(obrigatória), Direitos Humanos e Cidadania (optativa).
7.1.3 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
O curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila Velha, busca integrar em
seu currículo questões relativas a educação ambiental e sustentabilidade, atendendo
a Lei nº 9.795/1999 e o Decreto nº 4.281/2002.
Neste contexto, o curso tem o objetivo de conscientizar os alunos quanto a
importância do meio ambiente e a realização sustentável de suas atividades, seja
ambientalmente, economicamente ou socialmente.
Pode-se elencar as disciplinas que permeiam a discussão acerca da educação
ambiental:
•
Planejamento Estratégico e Empreendedorismo (Disciplina obrigatória);
•
Economia (Disciplina obrigatória);
•
Noções de Direito (Disciplina obrigatória);
•
Contabilidade Ambiental e Responsabilidade Social (Disciplina obrigatória);
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•
Educação e Gestão Ambiental (Disciplina optativa).
É importante salientar ainda que, na Faculdade Integrada de Vila Velha existirá o
Núcleo de Sustentabilidade Ambiental (NUSA), criado pela própria Instituição, que
atenderá a todos os cursos da Faculdade.
7.2 INTEGRAÇÃO ENTE TEORIA E PRÁTICA
A forma de organização curricular proposta no curso permitirá a integração entre a
teoria e prática, contribuído para que o aluno entenda a importância dos
conhecimentos teóricos e perceba a sua aplicação prática. Para tanto em suas aulas
devem os docentes, sempre que possível, utilizarem-se de exemplos práticos do
cotidiano das empresas, estudos de casos verdadeiros ou fictícios, pesquisas e
resultados de pesquisas como meio de contextualização da teoria.
Esses meios práticos contribuem para que se possa ultrapassar a visão reducionista,
a partir da qual os conteúdos não se comunicam e se mostram desconectados da
realidade.
O projeto do curso propõe diversas metodologias de ensino que deverão ser
praticadas no desenvolvimento dos conteúdos das disciplinas, as quais privilegiem a
integração entre teoria e prática. Pode-se destacar: a realização de seminários
(elaborados pelos alunos nas disciplinas), ciclo de palestras (com professores
convidados, profissionais da área e/ou de áreas afins, entre outros), estudos de caso
(situação real ou fictícia para sua discussão no grupo), dramatizações, e outras.
Outro meio a ser considerado como instrumento de integração entre a teoria e a
prática é o Estágio Supervisionado que, por sua vez, constitui-se num lócus
privilegiado, em que a aproximação entre teoria e prática produzirá um
aprofundamento, tanto vertical quanto horizontal.
A realização das Atividades Complementares, que também se constitui uma forma
de conexão entre a teoria e a prática, está prevista neste projeto e será estimulada
junto aos alunos.
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7.3 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Ao final do Curso de Administração, o concluinte terá cursado 3.200 horas, previstos
na programação acadêmica, cujo modelo segue abaixo:
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
1º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Princípios da Administração
Comunicação Empresarial
Contabilidade Introdutória
Noções de Direito
Filosofia
CH
80
60
80
60
60
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 340
2º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Matemática
Evolução do Pensamento Administrativo
Metodologia da Pesquisa
Direito Trabalhista e Legislação Social
Sociologia Organizacional
CH
80
80
60
60
60
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 340
3º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Matemática Financeira
Economia
Administração de Materiais e Patrimoniais
Organização, Sistemas e Métodos
Psicologia Organizacional
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 340
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CH
80
60
80
60
60
70
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4º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Finanças Empresariais I
Métodos Quantitativos Aplicados
Administração da Produção I
Administração de Recursos Humanos I
Cultura e Poder nas Organizações
CH
60
80
80
60
60
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 340
5º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Finanças Empresariais II
Administração Mercadológica I
Administração de Recursos Humanos II
Administração da Produção II
Planejamento Estratégico e Empreendedorismo
Estágio Supervisionado I
CH
60
60
60
80
80
80
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 420
6º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Direito Empresarial
Administração Mercadológica II
Logística Empresarial
Gestão de Custos
Sistema de Informação Gerencial
Estágio Supervisionado II
CH
60
60
80
80
60
80
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 420
7º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Apuração e Análise de Custos
Estratégias de Mercado
Gestão de Micro e Pequenas Empresas
Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Estágio Supervisionado III
Trabalho de Conclusão de Curso I
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 400
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CH
80
60
60
60
80
60
71
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
8º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Análise de Projetos e Orçamento Empresarial
Análise Financeira e Gerencial
Optativa I
Optativa II
Tópicos Contemporâneos em Administração
Trabalho de Conclusão de Curso II
CH
80
80
60
60
60
60
TOTAL DA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 400
COMPONENTES CURRICULARES
Trabalho de Conclusão de Curso
120 horas
Estágio Supervisionado Obrigatório
240 horas
Atividades Complementares
200 horas
Total da Carga Horária do Curso
3.200 horas
DISCIPLINAS OPTATIVAS A SEREM OFERTADAS
Administração e Integração Econômica
Análise das Demonstrações Contábeis e Financeiras
Análise de Decisão
Comércio Exterior
Desenvolvimento de Novos Negócios
Direito Tributário
Direitos Humanos e Cidadania
Educação e Gestão Ambiental
Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS
Qualidade e Produtividade
Relações Étnico Raciais e Cultura Afro Brasileira
a) O semestre letivo do curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila
Velha possui 20 semanas.
b) Para integralização da organização curricular os alunos podem ter a 4ª aula,
assim como aulas aos sábados e as orientações de Trabalho de Conclusão de
Curso e Estágio Supervisionado podem ocorrer também aos sábados e fora do
horário de aula.
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72
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
c) As orientações das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso I e II do
curso de Administração, ocorrerão em turno diferente daquele em o aluno estiver
matriculado, incluindo o dia de sábado pelos seguintes fatores:
• Como a orientação é individual, a disponibilização de docentes orientadores,
assim como horários de encontros, torna-se mais viável;
• Uma vez que a disciplina exige que uma parte dela seja desenvolvida em campo
e outra através de pesquisa bibliográfica, a realização das orientações em horários
diferentes das aulas, torna o processo de desenvolvimento da disciplina mais
produtivo;
• O aluno tem um encontro semanal por semana com o professor orientador,
equivalente à uma hora aula durante o semestre letivo (tanto para Trabalho de
Conclusão de Curso I e Trabalho de Conclusão de Curso II).
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
8 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
8.1 CONTEUDOS CURRICULARES
8.1.1 1º PERÍODO
DISCIPLINA: PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Conceitos básicos sobre a organização. Processos Administrativo. Funções:
Organização, Direção, Planejamento e Controle. Modelos de Gestão. Tomada de
Decisão. Novas Abordagens Organizacionais para o século XXI.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. São
Paulo: Manole, 2014.
KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à Administração. 6.ed. Rio de Janeiro:
Atlas, 2004.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução a administração. 8. ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria geral da administração: abordagens prescritivas e
normativas da administração. 7. ed. São Paulo: Manole, 2014. v.1.
HITT, Michael A., IRELAND, R. Duane, HOSKISSON, Robert E. Administração
estratégica. 10.ed. São Paulo: Pioneira Thomson,2014.
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74
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
McGUIGAN, James R. MOYER, R. Charles. HARRIS, Frederick H. de B. Economia
de empresas: aplicações, estratégia e táticas 2ed. São Paulo: Pioneira Thomson,
2010.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução
urbana à revolução digital. 5.6.ed. São Paulo: Atlas, 2005,2007.
PAULA, Ana Paula Paes de. Teoria crítica nas organizações. São Paulo:
CENGAGE LEARNIN. 2008
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Compreensão e produção de texto como alternativa à transmissão da terminologia
da sintaxe e morfologia, sistematizada pela gramática. A tipologia textual: prática e
análise de textos produzidos pelos alunos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABREU, Antônio Suárez. Curso de redação. 12. ed. São Paulo: Ática,2004.
FARACO, Carlos Alberto, TEREZZA, Cristovão. Prática de texto: para estudantes
Universitários. 22.ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
MARTINS, Dileta Silveira. Português instrumental. 20 ed. Porto Alegre: Sagra
Luzzatto, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Bechara, Ivanildo. Moderna gramática portuguesa: atualizada pelo novo acordo
ortográfico. 37. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009
BERNARDO, Gustavo. Redação inquieta. Rio de Janeiro: Rocco, 2010.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade,
economia e administração. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2014.
TERRA, Ernani. NICOLA, José de. Praticas de linguagem: conforme o acordo
ortográfico 2.ed. São Paulo: Scipione, 2008.
VIGOTSKII, Lev Semenovich,LEONTIEV, Alexis Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2014.
DISCIPLINA: CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Noções preliminares; Estática patrimonial; Procedimentos contábeis; Variáveis
patrimoniais;
Operações
contábeis;
Balanço
patrimonial;
Demonstração
de
resultados; Aspectos legais societários; Problemas contábeis; Ativo imobilizado e
amortizações; Fluxo de caixa; Princípios contábeis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AUTRAN, Margarida; COELHO, Claudio Ulysses Ferreira. Básico de contabilidade
+ financas. São Paulo: SENAC, 2013.
IUDICIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica.10 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IUDICIBUS, sérgio de. Introdução à teoria da contabilidade para o nível de
graduação. 5.ed. São paulo: atlas, 2009.
FERREIRA, ricardo josé. Contabilidade básica: teoria e mais de 1.500 questões
comentadas 11 ed. Rio de janeiro 2014.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
IUDÍCIBUS, Sérgio de., GELBCKE, Ernesto Rubens, MARTINS, Eliseu - FIPECAFI.
Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável também às demais
sociedades. 4. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1995, 2003.
PEREZ JÚNIOR, José Hernandez; BEGALLI, Glaucos Antonio. Elaboração e
análise das demonstrações contábeis. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SILVA, Alexandre Alcantara da. Estrutura, análise e interpretação das
demonstrações contábeis. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2014.
DISCIPLINA: NOÇÕES DE DIREITO
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Noções Gerais de Direito. Direito Constitucional. Direito Trabalhista. Direitos
Humanos. Direito Internacional. Direito Administrativo. Direito Ambiental. Direito do
Consumidor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MENDES, Gilmar Ferreira, BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de direito
constitucional. 9.ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
NUNES JUNIOR, Vidal Serrano ARAUJO, Luiz Alberto David. Curso de direito
constitucional. 17.ed. São Paulo: Verbatim, 2014.
SCALQUETTE Rodrigo Arnoni Scalquette.Lições Sistematizadas de História do
Direito. São Paulo: Atlas, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTRO, Alexandre Barros. Noções de Direito Tributário. 1. ed. São Paulo:
Saraiva, 2008.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 26. ed. São Paulo: Atlas,
2014.
DOWE, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito publico e privadi. 14.ed.. São
Paulo: Saraiva, 2014
SCHWARTZ, Norberto. Noções de Direito. 1.ed.Revista e Atualizada. Paraná:
Juruá, Curitiba 2000.
SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 37.ed. São
Paulo: Malheiros, 2014.
DISCIPLINA: FILOSOFIA
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Introdução ao estudo da filosofia e da lógica. As grandes questões da humanidade.
A formação da consciência crítica. A evolução do pensamento filosófico: correntes e
tendências.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. MARTINS; Maria Helena Pires. Filosofando:
introdução à filosofia .4 ed. São Paulo: Moderna, 2014
CHAUÍ, Marilena. Convite a Filosofia. 14. ed. São Paulo: Ática, 2012.
PHILIBERT Secretan. Introdução ao Pensamento de Xavier ZubiriI: 1898 1983
Por uma filosofia de realidade. 1.ed. Realizacoes, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 17.ed. São
Paulo: Saraiva, 2013.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
78
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
HESSEN, Johannes. Teoria do conhecimento.3.ed.São Paulo: Martins Fontes,
2012.
JAPIASSU, Hilton . Como nasceu a ciência moderna: e as razões da filosofia. Rio
de Janeiro: Imago, 2007.
STEIN, Ernildo. Uma breve introdução à filosofia. 2.ed. Ijuí : Unijui 2005
NIETZSCHE, Friederich Whilheim Além do bem e do mal: prelúdio de uma
filosofia do futuro. 2 ed. São Paulo: Vozes, Petrópolis, 2014.
8.1.2 2º PERÍODO
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Conjunto
dos
Números
Reais
e
Propriedades.
Proporções
e
Grandezas
Proporcionais. Regra de Três Simples e Composta. Porcentagens. Funções. Noções
de limite.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC Livros técnicos e científicos, 2013.v.1.
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC Livros técnicos e científicos, 2013.v. 2.
FLEMMING, Diva Marília, GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação e integração. 6.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
WEIR, Maurice D.. GIORDANO, Frank R. THOMAS, George B. HASS,Joel. Cálculo
1. 12.ed. São Paulo: Addison Wesley, 2012.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEITE, Angela; FUITA, Hiroco. Aplicações da matemática: administração,
economia e ciências contábeis São Paulo,2012.
GOLDSTEIN,
Larry
J..
Matemática
aplicada:
economia,
administração
e
contabilidade. 12 ed. Porto Alegre:Bookman, 2012.
IEZZI, Gelson. Matemática: volume único. 5 ed. São Paulo: Atual, 2011.
MACHADO, Nílson José. IEZZI, Gelson. MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de
matemática elementar: limites, derivadas e noções de integral. 7 ed v8 São Paulo:
Atual, 2013
SILVA, Sebastião Medeiros. SILVA, Elio Medeiros da. SILVA, Ermes Medeiros da
da. Matemática para os cursos de economia, administração, ciências
contábeis. 1ed. São Paulo: Atlas, 2010.v.1.
DISCIPLINA: EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
A evolução da formação do pensamento administrativo, desenvolvendo o
conhecimento a partir do estudo das abordagens e teorias correspondentes as
diferentes concepções. As teorias e escolas da administração sob o enfoque
histórico e doutrinário. Conceitos e universalidade da administração. Antecedentes
históricos do pensamento administrativo. Administração Científica Clássica. Teoria
Clássica.
Abordagem
O movimento de Relações Humanas. Abordagem Estruturalista.
Neoclássica.
Behaviorismo.
Abordagem
Sistêmica.
Abordagem
Contingencial. Estratégias modernas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
80
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. São
Paulo: Manole, 2014.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria Geral da administração: da revolução
urbana a revolucao digital. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2012
STONER, James A. F.. Administração. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVIS, Keith. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem psicológica .
São Paulo: Pioneira, 2004. v.1.
FERREIRA, Ademir Antônio et al. Gestão empresarial de Taylor aos nossos dias:
evolução e tendências da moderna administração. 1 ed. São Paulo: Pioneira, 1997.
MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes. 2. ed. São Paulo: Altas,
2014.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização.2.ed. São Paulo: Atlas, 2013. 421p.
MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do talento humano. 15. ed.
Rio de Janeiro: José Olympio, 2012.
DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
A natureza do conhecimento científico: seus níveis e caracterização. Outros tipos de
conhecimento. A lógica e os métodos científicos e suas aplicações. Métodos e
estratégias de estudo na construção do trabalho científico. A pesquisa científica:
classificação quanto aos objetivos e quanto aos “designs”. O projeto de pesquisa:
seus elementos e seu planejamento. Avaliação de um projeto de pesquisa: cenários
econômicos e científicos.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antônio Carlos.Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico:
elaboração de trabalhos na graduação. 10 ed. São Paulo: Atlas, ,2010.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEVEDO, Celicina Borges. Metodologia científica ao alcance de todos. 3.ed.
São Paulo: Manole, 2013.
BARROS,
Aidil Jesus
Paes de. LEHFELD,
Neide
Aparecida
de
Souza.
Fundamentos de metodologia científica.3.ed. São Paulo: Makron Books, 2007.
DEMO, Pedro.Metodologia do conhecimento científico. São Paulo:Cortez, 2013.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São
Paulo: Cortez, 2007,
BASTOS, Cleverson Leite. KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 27.ed. Petropólis: Vozes, 2014
DISCIPLINA: DIREITO TRABALHISTA E LEGISLAÇÃO SOCIAL
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Direito Trabalho. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos.
Consolidação das Leis do Trabalho – Empregador e Empregado.
Relações do
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Direito do Trabalho. Responsabilidade da Empresa. Contratos do Trabalho,
obrigações do empregado, direitos do trabalhador, no tocante aos interesses dos
administradores e empresário/empresa, seus direitos e deveres. Legislação
Previdenciária, sistema de Seguridade Social, Benefícios, Acidentes de Trabalho,
aposentadoria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do trabalho. 13.ed. São Paulo: LTr,
2014.
MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 18.ed. São Paulo: Atlas, 2014.
MARTINS, Sergio Pinto . Direito do Trabalho. 30.ed. São Paulo: Método, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho: história e teoria
geral do direito do trabalho,relações individuais e coletivas do trabalho. 24.ed. São
Paulo: Saraiva, 2009.
SARLET, Ingo Wolfgang. A Eficácia dos direitos fundamentais: uma teoria geral
dos direitos fundamentais na perspectiva constitucional. 11ª Ed. Porto Alegre:
Livraria do Advogado,2012.
SARAIVA Renato. Direito do Trabalho – séries concursos públicos. 16.ed. São
Paulo: Método, 2014.
NUNES JUNIOR, Vidal Serrano. ARAUJO, Luiz Alberto David. Curso de direito
constitucional. 18.ed. São Paulo: Verbatim, 2014
SANTOS, Marisa Ferreira dos Santos. Direito Previdenciário Esquematizado. 4.
ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA ORGANIZACIONAL
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
O surgimento e a consolidação da sociologia como ciência. Conceitos fundamentais
da sociologia clássica: sociedade, trabalho, divisão do trabalho, racionalidade e
burocracia, poder e dominação. Sociologia, sociedade e cultura. O paradigma
Taylor-fordista e a questão da subjetividade. O indivíduo na sociedade.
Comportamento, motivação e satisfação no trabalho. Processos de organização do
trabalho e novos modelos de racionalização produtiva. O movimento da qualidade
total. O stress como doença social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERGER, Peter. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. 32.ed
Petrópolis, Vozes, 2012.
MARCELLINO, Nelson Carvalho(org.). Introdução às ciências sociais. 15. ed.
Campinas: Papirus, 2012
MEKSENAS, Paulo. Sociologia. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARON, Raymond. As Etapas do pensamento sociológico. 6. ed. São Paulo:
Fontes, 2008.
DIAS, Reinaldo. Introdução à sociologia. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2013.
FERREIRA, Delson. Manual de Sociologia. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MAMCUSSI, Ana Cristina. Insegurança Pública: reflexões Sobre a Criminalidade e
a violência Urbana. São Paulo: Nova Alexandria, 2002.
TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à sociologia. 2. ed. São Paulo: Atual, 2000.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
8.1.3 3º PERÍODO
DISCIPLINA: MATEMÁTICA FINANCEIRA
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Porcentagem. Progressão. Juros simples. Juros compostos. Descontos. Taxas.
Capitalização. Fluxo e equivalência de caixa. Sistemas de amortização. Inflação e
Deflação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 12. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
HAZZAN, Samuel, IEZZI, Gelson, DEGENSZAJN, David Mauro. Fundamentos de
matemática elementar: matemática comercial, matemática financeira e estatística
descritiva, 2.ed. São Paulo: Atual, 2013
HOJI, Masakazu. Administração financeira na prática: guia para educação
financeira corporativa e gestão financeira pessoal. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JUER, Milton.
Praticando e aplicando: matematica financeira. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2003.
LAPPONI, J. C. Matemática Financeira. 2.ed. São Paulo: Lapponi Treinamento,
2014.
MATHIAS, W. F.; GOMES, J.. Matemática Financeira com + de 600 exercícios
resolvidos e propostos. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
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85
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
MARIANO, Fabrício. Matemática financeira para concursos: teoria e questões. 3.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira objetiva e aplicada. 9.ed. São
Paulo: Saraiva, 2011.
DISCIPLINA: ECONOMIA
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Evolução da ciência econômica. Demanda do consumidor. Oferta de forma. Mercado
de
produtos.
Mercados
de
fatores
de
produção.
Contabilidade
social.
Macroeconomia de curto prazo. Economia monetária. Economia internacional.
Crescimento
econômico.
Desenvolvimento
econômico.
Economia
regional.
Economia urbana. Economia do meio ambiente e dos recursos naturais. Metodologia
econômica e econometria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REGO, José Márcio (org.) MARQUES, Rosa Maria (org.) SERRA, Rodrigo Antonio
Moreno (colab.) Economia brasileira. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia.20.ed. São Paulo: Atlas, 2014.
SINGER, Paul. Aprender economia. 25.ed. São Paulo: Contexto, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Fernando J. Cardim de. et al. Economia monetária e financeira:
teoria e política 2.ed. São Paulo: Campus, 2007.
BRUM, Argemiro J. O desenvolvimento econômico brasileiro. 30. ed. Petrópolis:
Vozes, 2013.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
FURTADO, Milton Braga. Síntese da economia brasileira.7.ed.Riode Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2000.
GREMAUD, Amaury Patrick. TONETO JÚNIOR, Rudinei. VASCONCELLOS, Marco
Antônio Sandoval de. Economia brasileira contemporânea. 7.ed. São Paulo: Atlas,
2014.
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: micro e macro: teoria e
exercícios, glossário com os 300 principais conceitos econômicos. 2.3.ed.São Paulo:
Atlas.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Importância, evolução, conceitos e funções básicas de administração de materiais.
Gestão de compras. Dimensionamento e controle de estoque. Rupturas de estoque
e estoque mínimo. Lote econômico e decisões de compra. Organizações alternativas
para compras. Fabricar ou comprar. Sistema PERTH.Previsão e demanda.
Administração de depósitos. Distribuição física.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução 20.ed . São
Paulo: Atlas, 2014.
BALLOU, Ronald H.. Logística empresarial: transportes, administração de
materiais e distribuição física. SãoPaulo: Atlas, 1993.
DIAS, Marcos Aurélio Pereira. Administração de materiais: princípios, conceitos e
gestão. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2012.345p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
87
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CAMPOS, Paulo Renato; MARTINS, Petronio Garcia. Administração de materiais
e recursos patrimoniais. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
CHING, Hong Yu. Gestão de Estoques na Cadeia de Logística Integrada: Supply
Chain. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
DIAS, Marcos Aurélio Pereira. Administração de materiais: uma abordagem
logística. 5.ed.São Paulo: Atlas, 2010. 528p.
POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: Uma
Abordagem Logística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SLACK, Nigel et al. Administração da produção.2.ed.São Paulo: Saraiva, 2009.
DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
As estratégias de atuação na gestão e análises organizacionais. Os instrumentos de
levantamento de informações. O estudo de layout. Análises de processos por meio
de fluxogramas. Análise de distribuição de trabalho. Análise de desenho de
formulários. Elaboração, estrutura e uso de manuais. Formulação e análise de
estruturas com uso de organogramas. Mudanças estruturais nas organizações.
Sistemas de informações organizacionais. Arquitetura organizacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURY, Antônio. Organização e métodos: uma visão holística.8.ed São Paulo:
Atlas, 2013.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização & métodos: estudo integrado das novas
tecnologias de informação Introdução à gerência sdo conteúdo e do conhecimento.
4.ed.São Paulo: Atlas, 2013.
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88
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organizações e métodos:
uma abordagem gerencial. 21.ed.São Paulo: Atlas, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAUJO, Luis César G. de; GARCIA, Adriana Amadeu; MARTINES, Simone.
Gestão de Processos: Melhores Resultados e Excelência Organizacional. São
Paulo: Atlas, 2011.
ASCENÇÃO, Luiz Carlos M. D. Organização, Sistemas e Métodos: Análise,
Redesenho e Informatização de Processos Administrativos. São Paulo: Atlas, 2014.
BALLESTERO-ALVAREZ,Maria Esmeralda. Manual de organização, sistemas e
método: abordagem teórica e prática da engenharia da informação. 5 .ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 9.ed. São
Paulo: Manole, 2014.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução
urbana à revolução digital. 5.6.ed. São Paulo: Atlas, 2005, 2007
DISCIPLINA: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Introdução à Psicologia com enfoque para a análise do comportamento e a
psicologia social. Teoria das representações sociais e sua importância para a
compreensão do comportamento humano. Aplicações dos conhecimentos da
Psicologia na administração. Princípios de Seleção, Recrutamento e Treinamento.
Processo grupal. Dinâmicas de grupo. As organizações e a Psicologia. Saúde
mental e relações de trabalho. Ética
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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89
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BOCK, Ana M. B. FURTADO, Odair. TEIXEIRA, Maria de Lourdes T. Psicologias:
uma introdução ao estudo de psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva: 2008.
LANE, Silvia T. Maurer. GODO, Wanderley. Psicologia social: o homem em
movimento. 14 ed. São Paulo: Brasiliense, 2012.
GOULART, Iris Barbosa. SAMPAIO, Jader dos Reis. Psicologia do trabalho e
gestão de recursos humanos: estudos contemporâneos 2.ed.SãoPaulo: Casa do
Psicólogo, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOWDITCH, L. James. BUONO, Anthony F. Elementos de comportamento
organizacional. São Paulo: Pioneira, 2014.
CARUSO,
David.
Liderança
com
Inteligência
Emocional:
Liderando
e
Administrando com competência e Eficácia, 1 ed: MBOOKS 2007.
DAVIDOFF, Linda L.. Introdução à psicologia. 3.ed. São Paulo: Pearson Makron
Books, 2014.
LIMONGI - FRANÇA, Ana Cristina. Psicologia do trabalho: psicossomática, valores
e práticas organizacionais. São Paulo: Saraiva, 2012.
SPECTOR, P. E. Psicologia nas Organizações .4. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
8.1.4 4º PERÍODO
DISCIPLINA: FINANÇAS EMPRESARIAIS I
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Capitalização simples e composta. Fatores de formação de capital. Valor presente e
valor futuro. Séries de pagamento. Sistemas de Amortização com carência.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Introdução aos problemas de decisão e gestão financeira das empresas. Ambiente
operacional externo a empresa: mercado financeiro, mercado monetário e de capital.
Análise de risco e retorno. Avaliação de títulos e ações. Técnicas de estruturação do
fluxo de caixa, de análise do orçamento de capital e tomada de decisão (valor
presente líquido, taxa interno de retorno e payback). Decisões de financiamento:
ações ordinárias e política de dividendo, ações preferenciais, leasing, títulos
conversíveis, warrants e opções.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOJI, Masakazu. Administração financeira na prática: guia para educação
financeira corporativa e gestão financeira pessoal. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2014.
GITMAN, Lawrence J..Princípios de administração financeira. 12.ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2010
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços: abordagem
gerencial. 7ed. SãoPaulo: Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAYO, Herbert B. Finanças básicas. São Paulo: Cengage Learning, 2008
MENDES, Sérgio. Administração financeira e orcamentaria: teoria e questões.
5.ed. São Paulo: Metodo,2015
MORALES, Mércia. Análise e controle da administração financeira: fundamentos.
São Paulo: Textonovo, 2003.
ROSS, Stephen A. Administração financeira. 10.ed. São Paulo: MCGRAW-HILL
BRASIL , 2015.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Introdução à administração financeira. 2.ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2011
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91
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
DISCIPLINA: MÉTODOS QUANTITATIVOS APLICADOS
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Campos de aplicação da estatística. Variáveis. As variáveis contínuas e discretas.
Estatística indutiva e descritiva. Distribuição de freqüência. Medidas de tendência
central. Medidas de dispersão. Teoria da probabilidade. Teoria da amostragem. A
estatística de estimação. Teoria da decisão estatística, testes de hipóteses e
significância. Teoria das pequenas amostras. Variância. Teoria da correlação.
Aplicação da estatística em administração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CRESPO, A. A. Estatística fácil. 19. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
FONSECA, J. S. da; MARTINS, G. de A.. Curso de estatística. 6.ed. São Paulo:
Atlas, 2013.
MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de probabilidade e estatística. 7. ed.
São Paulo: EDUSP, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D. J.; Willians, T. A. Estatística aplicada à
administração e economia.6.ed. São Paulo: Pioneira Thompsom, 2014.
DOWNING, Douglas. CLARK, Jeffrey. Estatística Geral e aplicada. 3.ed. São
Paulo: Saraiva, 2011.
LEVINE, David M. Estatística: teoria e aplicações: usando Microsoft Excel em
português 6 ed Rio de Janeiro: LTC, . 2014.
MARTINS, Gilberto de Andrade, DOMINGUES, Osmar.
Estatística: geral e
aplicada. 5.ed. São Paulo: Pioneira Thomson, 2014.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
TOLEDO, Geraldo Luciano Estatística básica.2.ed.São Paulo: Atlas, 2014
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO I
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Introdução à administração da produção e operações. Estratégicas de produção.
Localização e layout de instalações. Planejamento e controle da capacidade. Projeto
do produto e do processo. Gerenciamento de projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: controle da qualidade total. Belo Horizonte:
INDG Tecnologia e Serviço, 2014.
CORREA, Henrique Luiz. Planejamento, programação e controle da produção. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 2014
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2.ed. São
Paulo: Cengage Learning,2014
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo:
Atlas, 2014. 505p.
CHOPRA, Sunil; MEINDL, Peter. Gestão da cadeia de suprimentos.4.ed.São
Paulo: Person Prentice Hall, 2011.
DIAS, Marcos Aurélio Pereira. Administração de materiais: princípios, conceitos e
gestão. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2012.
HELDMAN Kim. Gerência de Projetos: Guia Para o Exame Oficial do PMI.1.ed.
CAMPUS - GRUPO ELSEVIER 2014
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
MARTINS, Petrônio Garcia; ALT, Paulo Renato Campos. Administração de
materiais e recursos patrimoniais. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Histórico da administração de recursos humanos. Administração estratégica de
recursos humanos. As transformações nas estratégias organizacionais e a
integração com as estratégias de recursos humanos. Desafios do processo de
gestão de seres humanos nas organizações. Planejamento de recursos humanos e
planejamento organizacional. Políticas e práticas de recursos humanos. Ingresso e
colocação (recolocação) de recursos humanos. Desenvolvimento e treinamento.
Motivação e liderança, fatores de integração e produtividade. Higiene, segurança e
medicina do trabalho. Consultoria de recursos humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações.
9.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: do operacional ao
estratégico.14. ed. São Paulo: Futura, 2011.
MILKOVICH, George T.. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos.2.ed. São
Paulo: Pioneira, 2013. v.1.
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal:
como agregar talentos à empresa. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
DUTRA, Joel Souza. Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de
Pessoas na Empresa Moderna. São Paulo: Atlas, 2014.
NEWSTROM, John W.
Comportamento organizacional: o comportamento
humano no trabalho. São Paulo/;MCGRAW-HILL BRASIL, 2008.
MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do talento humano. 15. ed.
Rio de Janeiro: José Olympio, 2012.
DISCIPLINA: CULTURA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
A conduta humana. Personalidade e caráter. Aspectos antropológicos na formação
da conduta social. Formação da cultura nacional. A ética e a constituição do país.
Legislação profissional. Conceituação básica de cultura. Elementos que compõem a
cultura das organizações. Politização do conceito de cultura organizacional. Métodos
de identificação da cultura organizacional. Possibilidades de gerenciamento da
cultura organizacional. Mudança organizacional na perspectiva cultural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLEURY, Maria Teresa Leme; FISCHER Rosa Maria. Cultura e poder nas
organizações. São Paulo: Atlas, 2013.
MOTTA Fernando C. Prestes, Cultura Organizacional e Cultura Brasileira. 1.ed.
São Paulo: Atlas, 1997.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização.2.ed.São Paulo: Atlas, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARSANO, Paulo Roberto Ética profissional. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2014.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CHANLAT, Jean-François (coord). O indivíduo na organização: dimensões
esquecidas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2013.
CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2006.
GALLO, Sílvio. Ética e cidadania: caminhos da filosofia: elementos para o ensino
de filosofia 20.ed Campinas: Papirus, 2012.
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5 ed. São Paulo:
Brasiliense, 2012.
8.1.5 5º PERÍODO
FINANÇAS EMPRESARIAIS II
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Planejamento financeiro (de caixa e de lucro). Capital circulante líquido – CCL – e
financiamento de curto prazo (estratégias de administração, financiamento do CCL e
capital de firo). Caixas e títulos negociáveis. Geral. Valor e Orçamento de Capital,
Risco e Retorno. Duplicatas a receber e gestão de estoque. Gerência de operações
passivas: operações com recursos próprios e de terceiros. Estrutura e custo de
capital. Alavancagem operacional e financeira. Fusões, incorporações, aquisições,
alienações de investimentos e falência. Administração financeira internacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIPECAFI. Retorno de investimento: abordagem matemática e contábil do lucro
empresarial. São Paulo: Atlas, 2000.
GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira. 12.ed.São Paulo:
Pearson Educadion do Brasil,2011. 775p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
96
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
PUCCINI, Aberlado de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 7 ed. São
Paulo: Saraiva, 2007.
ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance.2. ed. São Paulo:
Atlas, 2007.776p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira, São
Paulo: Atlas, 1995.408p.
BRIGHAM,
Eugene
F.;
HOUSTON,
Joel
F.
Fundamentos
da
moderna
administração financeira. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 713p.
HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática: matemática
financeira aplicada, estratégias financeira, análise, planejamento e controle
financeiro. São Paulo: Atlas, 2001.
MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e
gerencial. 6.ed. São Paulo: Atlas,2008.459p.
ROSS, Sthephen A. Princípios da administração financeira.2.ed. São Paulo:
Atlas, 2010.525p.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA I
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
O ambiente de Marketing. Conquistando mercados através do planejamento
estratégico orientado para o mercado. Análise dos mercados. Análise de setores
industriais e de concorrentes. Identificação de segmentos de mercados e seleção de
mercado-alvo.
Diferenciação
e
posicionamento
da
oferta
de
mercado.
Desenvolvimento de novos produtos. Administração das estratégias do ciclo de vida
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
do produto. Estratégias de Marketing para líderes, desafiantes, seguidores e
ocupantes de nichos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COBRA, Marcos. Administração de marketing. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2004.806p.
KOTLER,
Philip.
Administração
de
marketing:
análise,
planejamento,
implementação e controle. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MATTAR, Fauzen. Pesquisa de marketing. 4.ed.São Paulo: Atlas, 2008.311p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOONE, Lois E. Marketing contemporâneo.12.ed. São Paulo: Cengage Learning,
2009. 776p.
CASAS,
Alexandre
Luzzi
Las.
Administração
de
Marketing:
Conceitos,
Planejamento e Aplicações à Realidade Brasileira. São Paulo: Atlas, 2006.
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar
mercados.Rio de Janeiro: Ediouro, 2009.303p. temos
______. Princípios de marketing. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson Prentice Hall,
2007. 660p.
PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e
da concorrência. 2.ed.Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.409p.
ZENONE, Luiz Claudio. Marketing de Relacionamento: Tecnologia, Processos e
Pessoas. São Paulo: Atlas, 2010.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
EMENTA
Projeto de cargos e arranjos de trabalho, desenho, descrição e análise de cargos.
Sistema de banco de talento. Avaliação de desempenho. O subsistema de
manutenção – recompensa salarial e simbólica. Novos paradigmas de cargos e
salários, plano de benefícios sociais. Incentivos e remuneração variável. Relações
trabalhistas. Planejamento e desenvolvimento de carreira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações.
9.ed. São Paulo: Atlas, 2009.515p
MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: do operacional ao
estratégico.12. ed. São Paulo: Futura, 2007.332p.
MILKOVICH, George T.. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas,
2006. 534p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos. São Paulo:
Pioneira, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal:
como agregar talentos à empresa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1999.
DAVIS, Keith. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem psicológica.
São Paulo: Pioneira, 1998.207p.
DUTRA, Joel Souza. Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de
Pessoas na Empresa Moderna. São Paulo: Atlas, 2004.
MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do talento humano. 11. ed.
Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.240p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
99
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Planejamento agregado da produção. Plano mestre de produção (MPS). Sistema
MRP (demanda dependente). Sistemas Just-In-Time. Gestão da qualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS,
Vicente
Falconi.TQC:
controle
da
qualidade
total
no
estilo
japonês.8.ed.Belo Horizonte:INDG Tecnologia e Serviço, 2004. 256.
CORREA, Henrique Luiz. Planejamento, programação e controle da produção.
53. ed. São Paulo: Atlas, 2009.434p
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações.2.ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2009. 624p.
SLACK, Nigel et al. Administração da produção.2.ed.São Paulo: Saraiva,
2005.561p.
TUBINO, Dálvio Ferreira. Manual de planejamento e controle da produção. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 2009.190p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo:
Atlas, 2009. 505p.
CHOPRA, Sunil;MEINDL, Peter. Gerenciamento da cadeia de suprimentos:
estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Person Prentice Hall, 2010.465p.
DIAS, Marcos Aurélio Pereira. Administração de materiais: princípios, conceitos e
gestão. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2009.345p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
100
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: fundamentos: um guia prático para quem
quer certificação em gerência de projetos. Rio de Janeiro; Elsevier, 2005.
MARTINS, Petrônio G.. Administração de materiais e recursos patrimoniais.
3.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 44p.
TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e Controle da Produção: Teoria e Prática.
2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPREENDEDORISMO
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Origem. Terminologia e Noções Básicas de Planejamento. Relações de Poder.
Descrição do Processo Estratégico. Motivação empreendedora para geração de
trabalho e renda. A busca de novos mercados. O sucesso das ideias críticas. A
superação dos obstáculos do dia-a-dia empresarial. O perfil empreendedor. A
utilização dos conhecimentos em comércio exterior como poderosa ferramenta de
análise para o desenvolvimento de novos negócios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de. Manual de planejamento estratégico:
desenvolvimento de um plano estratégico com a utilização de planilhas excel.3.ed.
São Paulo: Atlas, 2001.158p.
OLIVEIRA, Dijalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos,
metodologia e práticas. 27.ed.São Paulo: Atlas, 2010.
PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e
da concorrência. 2.ed.Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.409p.
MINTZBERG, Henry et al.. O processo da estratégia. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006.496p.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. Estratégias para a Pequena E Média Empresa.
São Paulo: Atlas, 2009.
CERTO, Samuel C.. Administração estratégica: planejamento e implantação da
estratégia. 3.ed.São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. 321p.
MINTZERG, Henry. Criando organizações eficazes. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças de. Administração Estratégica na Prática:
A Competitividade para Administrar o Futuro das Empresas. 7. Ed. São Paulo: Atlas,
2011.
TACHIZAWA, Takeshy. Estratégia empresarial: tendências e desafios: um enfoque
na realidade brasileira. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. 321p.
TZU, Sun. A arte da guerra. 42.ed.Rio de Janeiro: Record, 2010.125p.
8.1.6 6º PERÍODO
DISCIPLINA: DIREITO EMPRESARIAL
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Definições gerais. Teoria da Empresa, estabelecimento comercial. Empresário:
individual e sociedade empresária. Contratos mercantis. Títulos de Crédito:
Classificação e Características. Falência e recuperação de empresas Direitos de
garantia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERRAZ JUNIOR, Tercio Sampaio. Introdução ao estudo do direito. 4 ed. Rio de
Janeiro: Forense Universitária 2006. 385p.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial: direito da empresa.11.ed. São
Paulo: Saraiva,2008.1 v.516p.
COELHO, Fábio Ulhoa, Curso de Direito Comercial: direito da empresa. 15.ed. São
Paulo: Saraiva,2008.2 v.548p.
REQUIÃO, Rubens.Curso de Direito Comercial. 30. ed. São Paulo:Saraiva,2011.
1 v.602p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito .20.ed. São Paulo: Saraiva,2008.497p.
FÜHRER, Maxmilianus Cláudio Américo, Resumo de direito comercial. 40.ed. São
Paulo: Malheiros,2010.127p.
MARTINS, Fran, Curso de direito comercial. 34.ed., Rio de Janeiro: Forense
Universitária,410p.
NEGRÃO, Ricardo.Manual de direito comercial de empresa: recuperação de
empresas e falência.6.ed.São Paulo: Saraiva.727p.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. 30. ed. São Paulo:Saraiva,2011.
2 v.839p.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Diferenciação e posicionamento da oferta de mercado. Conquistando mercados
através do planejamento estratégico orientado para o mercado. Análise de setores
industriais e de concorrentes. Desenvolvimento de novos produtos. Comunicação
integrada de marketing, criação de gerenciamento de marca.
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103
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COBRA, Marcos. Administração de marketing. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2004.806p.
KOTLER,
Philip.
Administração
de
marketing:
análise,
planejamento,
implementação e controle. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MATTAR, Fauzen. Pesquisa de marketing. 4.ed.São Paulo: Atlas, 2008.311p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOONE, Lois E. Marketing contemporâneo.12.ed. São Paulo: Cengage Learning,
2009. 776p.
CASAS,
Alexandre
Luzzi
Las.
Administração
de
Marketing:
Conceitos,
Planejamento e Aplicações à Realidade Brasileira. São Paulo: Atlas, 2006.
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar
mercados.Rio de Janeiro: Ediouro, 2009.303p.
______. Princípios de marketing. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson Prentice Hall,
2007. 660p.
PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e
da concorrência. 2.ed.Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.409p.
ZENONE, Luiz Claudio. Marketing de Relacionamento: Tecnologia, Processos e
Pessoas. São Paulo: Atlas, 2010.
DISCIPLINA: LOGÍSTICA EMPRESARIAL
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Introdução de novos conceitos da logística empresarial como diferencial competitivo;
Gestão do Relacionamento com o Cliente – CRM; Gestão do Relacionamento com
os Fornecedores – SRM. Transportes e Distribuição Física: Fundamentos de
Transportes, Armazenagem/Movimentação de Materiais; Roteirizarão de Veículos;
Localização de Instalações; Sistemas de Informações Geográficas para Transportes
e Logística; Planejamento das necessidades de distribuição – DRP. Logística
Reversa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BALLOU, Ronald H.. Logística empresarial: transportes, administração de
materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 2010.388p.
BOWERSOX, Donald J.. Logística empresarial: o processo de integração da
cadeia se suprimento. São Paulo: Atlas, 2011.594p.
FLEURY, Paulo Fernando. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São
Paulo: Atlas, 2009.372p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHOPRA,
Sunil.
Gerenciamento
da
cadeia
de
suprimentos:
estratégia,
planejamento e operação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. 465p.
CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos.
4.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.332p
MARTINS, Petrônio G.. Administração de materiais e recursos patrimoniais.
3.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 44p.
NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição:
estratégia, operação e avaliação. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Campus,
2007.400p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
105
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
SIMCHI-LEVI, David; SIMCHI-LEVI, Edith; KAMINSKY, Philip . Cadeia de
suprimentos: projeto e gestão. Porto Alegre: Bookman, 2010.
DISCIPLINA: GESTÃO DE CUSTOS
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
A contabilidade de custos, a financeira e a gerencial. Terminologia e implantação de
sistemas. Classificações e nomenclaturas. Esquema básico e departamentalização.
Critérios e rateio. Sistema e método de custeio. Sistema de custeio e custeio
baseado em atividades (ABC) aplicado aos setores comercial e de serviço. Receitas
e custos relevantes e o processo decisório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; DATAR, Srikant M. Contabilidade de
Custos. 11ed. São Paulo: Prentice Hall,2004.1 v.526p.
HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; DATAR, Srikant M. Contabilidade de
Custos. 11ed. São Paulo: Prentice Hall,2004.2 v.310p.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
NAKAGAWA, Masayuki. ABC: Custeio Baseado em Atividades. 2. Ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORNIA, Antonio Cezar. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas
modernas . 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HORNGREN, Charles T. Contabilidade gerencial. São Paulo: Prentice Hall do
Brasil, 2004. 560p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
106
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
LEONE, George S.G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de
custos. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Curso básico gerencial de custos. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2003.
WARREN,
Carl
S.;
REEVE,
James
M.;FESS,
Philip
E.
Contabilidade
Gerencial.2.ed. São Paulo: Thomson Learning, 2001.587p.
DISCIPLINA: SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Fundamentos técnicos e organizacionais dos sistemas de informação, abordagens
para construir sistemas de informação, sistemas de suporte ao gerenciamento e
gestão de sistemas de informação contemporâneos. Sistemas inteligentes.
Mudanças tecnológicas nas organizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais. 7
ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.459p.
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Sistemas de informação: um enfoque gerencial
inserido no contexto empresarial e tecnológico. 3 ed. São Paulo: Érica, 2000.
REZENDE, Denis Alcides. Planejamento de Sistemas de Informação e
Informática: Guia Prático para Planejar a Tecnologia da Informação Integrada ao
Planejamento Estratégico das Organizações. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTIN, Luiz Albert. Comércio eletrônico: modelos, aspectos e contribuições de
sua aplicação. São Paulo: Atlas, 2000.306p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
107
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BEAL, Adriana. Gestão Estratégica da Informação: Como Transformar a
Informação e a Tecnologia da Informação em Fatores de Crescimento e de Alto
Desempenho nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2004.
KLEIN, David A. A gestão estratégia do capital intelectual: recursos para a
economia baseada em conhecimento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.360p.
MCGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da informação.
11 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline Franca de. Tecnologia da Informação
Aplicada a Sistemas de Informação Empresariais. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
8.1.7 7º PERÍODO
DISCIPLINA: APURAÇÃO E ANÁLISE DE CUSTOS
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Análise das variações de custos. Custeio por ordem. Custeio por processo. Comprar
X Fabricar produtos. Substituir equipamentos. Aceitar contratos adicionais por
preços especiais. Incluir e excluir linhas de produtos. Grau de alavancagem
operacional. Sistema de Custeio e Custeio Baseado em Atividades (ABC) aplicado
aos setores comercial e de Serviços.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; DATAR, Srikant M. Contabilidade de
Custos. 11ed. São Paulo: Prentice Hall,2004.1 v.526p.
HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; DATAR, Srikant M. Contabilidade de
Custos. 11ed. São Paulo: Prentice Hall,2004.2 v.310p.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
108
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
NAKAGAWA, Masayuki. ABC: Custeio Baseado em Atividades. 2. Ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORNIA, Antonio Cezar. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas
modernas . 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HORNGREN, Charles T. Contabilidade gerencial. São Paulo: Prentice Hall do
Brasil, 2004. 560p.
LEONE, George S.G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de
custos. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de
informação contábil. 7.ed.São Paulo: Atlas,2010.641p
______. Curso básico gerencial de custos. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2003.
WARREN,
Carl
S.;
REEVE,
James
M.;FESS,
Philip
E.
Contabilidade
Gerencial.2.ed.SãoPaulo: Thomson Learning, 2001.587p.
DISCIPLINA: ESTRATÉGIAS DE MERCADO
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Revisão de teorias gerais da administração. Cenários como base da estratégia do
futuro. Evolução do pensamento estratégico. Análise estrutural da indústria e
posicionamento estratégico. Análise dos ambientes. Estabelecimento do escopo
organizacional. Funções do processo administrativo. Armas competitivas (conceitos
básicos). Estratégia do crescimento. Modelo de gestão estratégica. Características
do administrador estratégico.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
109
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de. Manual de planejamento estratégico:
desenvolvimento de um plano estratégico com a utilização de planilhas excel.3.ed.
São Paulo: Atlas, 2001.158p.
MINTZBERG, Henry et al.. O processo da estratégia. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006.496p.
PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e
da concorrência. 2.ed.Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.409p.
OLIVEIRA, Dijalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos,
metodologia e práticas. 27.ed.São Paulo: Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. Estratégias para a Pequena E Média Empresa.
São Paulo: Atlas, 2009.
CERTO, Samuel C.. Administração estratégica: planejamento e implantação da
estratégia. 3.ed.São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. 321p.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7.ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.632p.
KOTLER,
Philip.
Administração
de
marketing:
análise,
planejamento,
implementação e controle. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1998.
OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças de. Administração Estratégica na Prática:
A Competitividade para Administrar o Futuro das Empresas. 7. Ed. São Paulo: Atlas,
2011.
PORTER, Michael E.. Competição. 11.ed. Rio de Janeiro:Campus, 2009.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
110
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
TZU, Sun. A arte da guerra. 42.ed.Rio de Janeiro: Record, 2010.125p.
DISCIPLINA: GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Criação de novos negócios, legislação, empresa familiar, consórcios, fontes de
financiamento; recursos de administração para às MPE’S; gestão de recursos
humanos nas MPE’S; marketing; informatização e qualidade nas MPE’s.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TACHIZAWA, Takesthy. Criação de novos negócios: criação de micros e
pequenas empresas. Rio de Janeiro: 2 ed., FGV, 2004.
BATEMAN, T. S.; SNELL, S. A. Administração: construindo vantagem
competitiva. São Paulo: Atlas, 1998.
DRUCKER, Peter F. Administrando para obter resultado. São Paulo: Pioneira
Thomson, 2002.
DRUCKER, P. F. Administração de organizações sem fins lucrativos: princípios
e práticas. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COBRA, Marcos. Administração de Marketing no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009.
DRUCKER, Peter F. Melhor de Peter Drucker: o homem, a administração, a
sociedade. São Paulo: Nobel, 2002.
KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e
controle. São Paulo: Atlas, 1998.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
111
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
PORTER, M. E.
Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da
concorrência. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
EMENTA
Políticas e legislação ambiental. Indicadores econômicos e meio ambiente.
Desenvolvimento tecnológicoe postura social. Planejamento e gestão ambiental.
Tendências tecnológicas. Tendências ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2009.176p.
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (Dez) caminhos do meio ambiente. 14 ed.
São Paulo: Contexto, 2008.
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 10. ed. São Paulo: Senac,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA,
Benedito.
Introdução
à
engenharia
ambiental:
o
desafio
do
desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 318p.
KAHN, Mauro. Sumário do Direito Ambiental na Indústria do Petróleo. E-papers
Editora, 2001.
SHIGUNOV NETO, Alexandre; CAMPOS, Lucila Maria De Souza; SHIGUNOV,
Tatiana. Fundamentos da gestão ambiental.Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2009.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
112
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
ROBLES JUNIOR, Antonio;BONELLI, Valério Vitor. Gestão da qualidade e do meio
ambiente:
enfoque
econômico,
financeiro
e
patrimonial.São
Paulo:
Atlas,
2008.112p.
8.1.8 8º PERÍODO
DISCIPLINA: ANÁLISE DE PROJETOS E ORÇAMENTO EMPRESARIAL
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
O financiamento do projeto. Avaliação micro e macroeconômica de projetos. O
estudo de mercado e análise qualitativa da viabilidade do projeto. A engenharia do
projeto. Orçamento de Vendas; Orçamento de Produção; Orçamento de Despesas
Operacionais; Análise de Projetos Empresariais. Os investimentos. O orçamento dos
custos e receitas. Tópicos especiais em análise de projetos. Análise de sensibilidade
e viabilidade financeira quantitativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUARQUE, Cristovam. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação
didática. Rio de Janeiro: Campus, 1994.266p.
GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira. 12.ed.São Paulo:
Pearson Educadion do Brasil,2011. 775p.
WOILER, Sansão et al. Projeto:planejamento, elaboração e análise.São Paulo:
Atlas,1996.294p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 2009. 225p.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar
idéiasem resultados. 4.ed.São Paulo: Atlas, 2010. 396p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
113
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
PORTER, Michael E. Estratégias Competitivas: técnicas para análise de indústrias
e da concorrência. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.409p.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BORNIA, Antonio Cezar. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas
modernas. São Paulo: Atlas, 2010.
ROSS, Sthephen A. Princípios da administração financeira. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2010.525p.
DISCIPLINA: ANÁLISE FINANCEIRA E GERENCIAL
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA
Conceitos; Ajustes das Demonstrações Contábeis para fins de Análise; Análise
Vertical e Horizontal para o desenvolvimento de raciocínio lógico, os quais
contribuirão para a formação e a emissão de juízos críticos sobre a situação
econômica e financeira das empresas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMITE DOS PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. Pronunciamento Técnico
CPC 13. Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória no 449/08.
Disponível em:< http://www.cpc.org.br/pdf/CPC_13.pdf.>. Acesso em: 04 abr.2010.
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços : abordagem básica
e gerencial. 6. ed. SãoPaulo: Atlas, 2008.459p.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEREZ JÚNIOR, José Hernandez. Elaboração das demonstrações contábeis. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
114
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque
econômico brasileiro. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1998.
FRANCO, Hilário. Estrutura, análise e interpretação de balanços. 15.ed.São
Paulo: Atlas, 2010.342p.
IUDÍCIBUS, Sérgio de et al. Manual de contabilidade societária. São Paulo: Atlas,
2010. 794p.
GARRISON, Ray H. Contabilidade gerencial. 11.ed.Rio de Janeiro: LTC,
2011.693p.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de
informação contábil. 7.ed.São Paulo: Atlas,2010.641p.
8.2 DISCIPLINAS OPTATIVAS
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO E INTEGRAÇÃO ECONÔMICA
EMENTA
Política monetária e medidas econômicas; Política fiscal e reforma do estado;
Sistema tributário; Política cambial e de comércio exterior e suas repercussões no
ambiente dos negócios; Risco setorial do mercado de ações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LACERDA, Antônio Corrêa de. Economia brasileira. 4.5.ed. São Paulo: Saraiva,
2013.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia 18,19, 20. ed. São Paulo;
Atlas: 2000,2002,2009.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
115
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
SINGER, Paul. Aprender economia.21.25.ed.São Paulo: Contexto, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Fernando J. Cardim de. et al.Economia monetária e financeira: teoria
e política. São Paulo: Campus, 2000
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: micro e macro: teoria e
exercícios, glossário com os 260 principais conceitos econômicos. 2.3.ed.São Paulo:
Atlas.
BRUM, Argemiro J. O desenvolvimento econômico brasileiro. 30.ed. Petrópolis:
Vozes, 2013.
FURTADO, Milton Braga. Síntese da economia brasileira.7.ed.Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos,2012.
GREMAUD, Amaury Patrick. TONETO JÚNIOR, Rudinei. VASCONCELLOS, Marco
Antônio Sandoval de. Economia brasileira contemporânea. 7.ed. São Paulo: Atlas,
2011.
DISCIPLINA: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS AFRO-BRASILEIRA
EMENTA
Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia, mestiçagem,
racismo e racialismo, preconceito e discriminação. Configurações dos conceitos de
raça, etnia e cor no Brasil: entre as abordagens acadêmicas e sociais. Cultura afrobrasileira e indígena. Políticas de Ações Afirmativas e Discriminação Positiva – a
questão das cotas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RIBEIRO, Darcy. O processo civilizatório: estudos de antropologia da civilização.
São Paulo: Campanhia das letras, 1998. 320p.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
116
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
DAMATTA, Roberto. “O que faz o brasil, Brasil? A questão da identidade”. Rio
de Janeiro: Rocco, p. 9-20, 2001.
SHWARCSZ, Lilia Moritz. “Introdução: o espetáculo da miscigenação”. In: O
espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil (1870 –
1930). Companhia das Letras, p. 11-22, 1993
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Diretrizes curriculares nacionais para o ensino das relações étnicos- raciais afrobrasileira.
ROSEMBERG, Fúlvia; e ANDRADE, Leandro Feitosa. “Ação afirmativa no ensino
superior brasileiro: a tensão entre raça/etnia e gênero”. Cadernos Pagu (31), julhodezembro de 2008.
SANTOS, Jocélio Teles dos. “Apresentação”. In: QUEIROZ, Delcele M. (cood.). O
negro na universidade. Programa A cor da Bahia/PPGCS/UFBA. Salvador: Novos
Toques, 2002.
RIBEIRO, Darcy. “Introdução”. In: O povo brasileiro: a formação e o sentido do
Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 17-23, 2006
ROCHA, Everardo P. Guimarães. O que é etnocentrismo. 22. ed. São Paulo:
Brasiliense, 2007. v.124, 95p.
DISCIPLINA: LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)
EMENTA
O ensino e o uso da LIBRAS – aspectos teóricos e práticos. Conhecimento acerca
da singularidade linguística manifestada pelos alunos surdos. O ensino e o uso da
LIBRAS para a pessoa surda que, por ter perda auditiva, compreende e interage
com o mundo por meio de experiências visuais. Teoria de tradução e interpretação;
classificadores de LIBRAS; técnicas de tradução da libras/português; técnicas de
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117
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
tradução de português/libras. Conteúdos básicos de libras; expressão corporal e
facial; alfabeto manual; gramática de libras; sinais de nomes próprios; soletração de
nomes; localização de nomes; percepção visual; profissões; funções e cargos;
ambiente de trabalho; meios de comunicação; família; árvore genealógica; vestuário;
alimentação; objetos; valores monetários; compras; vendas; medidas, meios de
transporte, estados do Brasil e suas culturas; diálogos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GESSER, Andrei. Libras?que língua é essa?:crenças e preconceitos em torno de
sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. 88p.
REIS, Benedicta A. Costa dos; SEGALA, Sueli Ramalho. ABC em libras. São
Paulo:Panda Books. 2009. 32p
SILVA, Ivani Rodrigues. Cidadania, surdez e linguagem: desafios e realidades.
3.ed.São Paulo:Plexus. 2003. 247p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOJIMA, Catarina Kitugi; SEGALA, Ramalho Sueli. Dicionário de libras: Imagem
do pensamento. Escola: São Paulo. 2000;
CASTRO, Alberto Rainha de; CARVALHO,Ilza Silva. Comunicação por língua
brasileira de sinais: livro básico .Brasília: Df,2005.
OLIVER Sacks. Uma viagem ao mundo do surdos. São Paulo, companhia das
letras, 1998.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais
brasileira: estudos lingüísticos. São Paulo: Artemed, 2004.
SÁ, Nidia Regina Limeira . Educação se surdos :a caminho do bilinguismo.
Niteroi:EdUFF,1999
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118
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
DISCIPLINA: DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA
EMENTA
Conceituação e contextualização dos direitos humanos. Discussão da realização da
cidadania nos diversos modelos de organização sociopolítica do mundo ocidental
em geral, a partir do século XIX: da concepção dos direitos naturais as declarações
universais dos direitos humanos. Analise de algumas tipologias clássicas de direitos
humanos. Discussão da construção social dos direitos humanos. Direitos humanos e
cidadania no Brasil: impedimentos estruturais; cidadania e religião. Acesso a esfera
publica; cidadania e desigualdade social. Vetores contemporâneos para a discussão
da cidadania: etnia, gênero e novas clivagens de identidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONAVIDES. P. Ciência Política. Rio de Janeiro:10 ed. Forense, 1999
BOBBIO, N. Estado, governo, sociedade: para uma teoria geral da política. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 2012
SILVEIRA, Rogério Zanon da. Tributo, educação e cidadania: a questão tributária
no ensino fundamental como fator de desenvolvimento da cidadania participativa no
Brasil. 2. ed. Vitória: Instituto Histórico Geográfico do E.S.,2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAMATTA, Roberto. “O que faz o brasil, Brasil? A questão da identidade”. Rio de
Janeiro: Rocco, p. 9-20, 2001
RIBEIRO, Darcy. processo civilizatório: etapas da evolução sociocultural, OSão
Paulo: Campanhia das letras, 1998. 320p.
GOMES, Angela de Castro. Cidadania e direitos do trabalho: Rio de Janeiro:
Jorge Zahar,2002
PINSKY, Jaime. Prática de cidadania: São Paulo: Contexto, 2004.
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119
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
SARLET, Ingo Wolfgang A. Eficácia dos direitos fundamentais: uma teoria geral
dos direitos fundamentais na perspectiva. 11.ed.Constitucional, 2012.
DISCIPLINA: ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EMENTA
Análise vertical e horizontal. Índices de Liquidez. Índices de Endividamento. Índices
de rentabilidade. Prazos médios de renovação de estoques, recebimento de vendas
e pagamento de compras. Ciclo operacional e financeiro. Análise do capital de giro
Conceitos, para o desenvolvimento de raciocínio lógico, os quais contribuirão para a
formação e a emissão de juízos críticos sobre a situação econômica e financeira das
empresas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque
econômico-financeiro: comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e
múltiplos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2012
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços : abordagem
gerencial. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010
PEREZ JÚNIOR, José Hernandez; BEGALLI, Glaucos Antonio. Elaboração e
análise das demonstrações contábeis. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Ribeiro, Osni Moura Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômicofinanceiro.8.ed. São Paulo: Saraiva 2009.
FIPECAFI.Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações: Aplicáveis às
Demais Sociedades, Rumo às Normas Internacionais.2 ed.São Paulo: Atlas, 2009.
IUDICIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. 10 ed. 2013.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
120
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
PADOVEZE Clovis Luis Manual de Contabilidade Basica – Contabilidade
Introdutoria e Intermediaria 7 ed. 2009
PEREZ JÚNIOR, José Hernandez; BEGALLI, Glaucos Antonio Elaboração e
análise das demonstrações contábeis. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009
DISCIPLINA: QUALIDADE E PRODUTIVIDADE
EMENTA
Produtividade: conceitos e implicações. Medida de Produtividade - Medidas Físicas
- Medidas Monetárias. Fatores influentes na Produtividade. Qualidade: conceitos e
implicações. Indicadores de Qualidade. Certificação de Qualidade: a ISO 9000.
Qualidade e Produtividade em Serviços.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABNT. Sistemas de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário. Rio de
Janeiro: ABNT, p. 29, 2000.
CAMPOS, Vicente F. TQC: Controle da qualidade total (no estilo japonês). Belo
Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, UFMG, 1992.
DEMING, W. E. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro:
Marques Saraiva, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAIÃO, A. L.; VALADARES, J. L.; CLAUDINO, L. P. A Importância dos Atributos
na Qualidade Percebida em Serviços: Um Estudo Comparativo entre os Métodos
da Importância Declarada e Derivada in: Encontro Nacional da Associação Nacional
de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, ENANPAD, 35, Rio de Janeiro,
Anais. Rio de Janeiro, ANPAD, 2011.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
121
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CENTRO SEBRAE DE SUSTENTABILIDADE. Certificações e Sustentabilidade.
Cuiabá: SEBRAE, p. 24, 2012.
LOPES, E. L.; HERNANDEZ, J. M. da C.; NOHARA, J. J. Escalas concorrentes
para mensuração da qualidade percebida de serviços: uma comparação entre a
SERVQUAL e a RSQ in: Encontro Nacional da Associação Nacional de PósGraduação e Pesquisa em Administração, ENANPAD, 32, Rio de Janeiro, Anais...
Rio de Janeiro, ANPAD, 2008.
MONDO, T. S.; GON, G.; FIATES, S. Os Modelos de Qualidade em Serviços:
Mapeamento da Produção Científica de Alto Impacto para a Área de Administração
no Brasil Até 2012, motivo de preocupação para os pesquisadores de Marketing? in:
Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em
Administração, ENANPAD, 37, Rio de Janeiro, Anais... Rio de Janeiro, ANPAD,
2013.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Operations Management, 5th ed.
Harlow: Prentice Hall, 2007.
VEIGA, R. T.; GONÇALVES, C. A.; MOURA, A. I. de; Um Exame Empírico do
Modelo de Conseqüências Comportamentais da Qualidade de Serviços. In:
Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em
Administração, ENANPAD, 26, Salvador, Anais... Salvador, ANPAD, 2002.
DISCIPLINA: ANÁLISE DE DECISÃO
EMENTA
Decisões sob incerteza. Decisões sob risco. Técnicas de resolução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOTLER, Philip. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Prentice Hall,
2006.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
122
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
PINHO, D. B.; VASCONCELLOS, M. A. S. de. Manual de Economia. Equipe de
Professores da USP. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 19. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COBRA, Marcos. Administração de Marketing no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009.
KOTLER,
Philip.
Administração
de
marketing:
análise,
planejamento,
implementação e controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
STEVENS, Robert E. Planejamento de marketing: guia de processos e aplicações.
São Paulo: Makron Books, 2001.
PASSOS, C. R. M.; NOGAMI, O. Princípios de Economia. São Paulo: Pioneira
Thomson, 2002.
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de Pires; COREDIRO, Marcos; SANTOS, Sérgio Antonio
dos. Economia para Administradores. São Paulo: Saraiva, 2006.
DISCIPLINA: COMÉRCIO EXTERIOR
EMENTA
Política do Comércio Exterior Brasileiro. Composição do Comércio Exterior.
INCOTERMS, TEC, NCM, SECEX, Procedimentos Administrativos na Importação e
Exportação. Tributação no Comércio Exterior. Transporte Internacional. OMC,
Acordos, Salva-guardas. Organização da Alfandega no Brasil. Organização Mundial
Aduaneira. Território Aduaneiro. Zona Primária e Zona Secundária. Alfandegamento
de recintos. Trânsito Aduaneiro. Habilitação às exportações e as importações.
Infrações, Multas e Penalidades aplicadas na Importação e Exportação. Habilitação
e Acesso ao SISCOMEX.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
123
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CIGNACCO, B R. Fundamentos de Comércio Internacional. São Paulo: Saraiva,
2008.
DIAS, R; RODRIGUES, W. Comércio Exterior: Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas,
2008.
KEEDI, Samir. ABC do Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRESSER, Luiz Carlos Pereira. Desenvolvimento, progresso e crescimento
econômico.
Rio
de
Janeiro:
FGV,
2014.
Disponível
em
<http://hdl.handle.net/10438/11842>. Acesso em: Julho de 2014.
GALA, Paulo. Política cambial e macroeconomia do desenvolvimento. São
Paulo: FGV - Escola de Administração de Empresa de São Paulo, 2006. Disponível
em <http://hdl.handle.net/10438/1782>. Acesso em: Julho de 2014.
SIMONSEN, Mario Henrique; CYSNE, Rubens Penha. Macroeconomia - Capítulo II
- o Balanço de Pagamentos. Rio de Janeiro: FGV: EPGE - Ensaios Econômicos,
1985. Disponível em <http://hdl.handle.net/10438/927>. Acesso em: Julho de 2014.
LIMA, Luiz Antônio De Oliveira. A Integração Micro Macroeconomia Modelos e
Justificativas. São Paulo: FGV - Escola de Administração de Empresa de São
Paulo, 2005. Disponível em <http://hdl.handle.net/10438/2947>. Acesso em: Julho
de 2014.
VAZQUEZ, José Lopes. Comércio Exterior Brasileiro. São Paulo: Atlas, 2007
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL
EMENTA
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
124
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Fundamentos da Educação Ambiental como área do conhecimento teórico,
científico-metodológico e aplicado às ciências educacionais e ambientais. Histórico e
Perspectivas. Diferentes tipos de abordagens e metodologias em educação
ambiental. Educação formal. A função da educação ambiental nos currículos de
licenciatura. Conteúdos afetos a uma educação ambiental. O tratamento dos
conteúdos programáticos de Ciências para o ensino fundamental, através da
educação ambiental. Educação ambiental e interdisciplinaridade. Educação
ambiental e educação informal. Imposições do desenvolvimento ecologicamente
sustentado à educação ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COIMBRA, José de Ávila Aguiar. O outro lado do meio ambiente. Campinas:
Millennium, 2002. 560p.
PENTEADO, Heloísa. Meio ambiente e formação de professores. 3 ed. São
Paulo: Cortez, 2000, v. 38, 120p.
TRISTÃO, Martha. A educação ambiental na formação de professores: redes de
saberes. São Paulo: Annablume, 2004. 239p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo, Gaia, 1992.
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009
SANCHEZ,
Luiz
Enrique.Avaliação
do
impacto
ambiental:
conceitos
e
métodos.São Paulo: Oficina de Textos, 2008.495p
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (Dez) caminhos do meio ambiente. 14 ed.
São Paulo: Contexto, 2008
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 10. ed. São Paulo: Senac,
2002. 207p
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125
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO DE NOVOS NEGÓCIOS
EMENTA
Inovação e geração de riqueza .Identificação de Oportunidades de Investimentos.
Análise de Mercado: Conceitos Básicos .Técnicas Quantitativas de Projeção de
Demandas. Técnicas qualitativas de previsão. Teoria da Localização e Escala do
Empreendimento. Quadros financeiros do Projeto de Investimento. Análise de
Sensibilidade e Simulação .Elaboração de apresentação de um "Business Plan"
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de. Manual de planejamento estratégico:
desenvolvimento de um plano estratégico com a utilização de planilhas excel. 3.ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
MORITZ, Gilberto de Oliveira. Planejamento por cenários prospectivos:
referencial metodológico baseado em casos para a aplicação prática nas
organizações. São Paulo: Atlas, 2012.
CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. Estratégias para a Pequena E Média Empresa.
São Paulo: Atlas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAURY, Thiago Pinheiro; CARVALHO, Marly Monteiro de. Corporate venture
capital: geração e acompanhamento de oportunidades de investimento em
empresas inovadoras. Prod., São Paulo , v. 23, n. 4, dez. 2013 .
Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010365132013000400006&
lng=pt&nrm=iso>. acessos em 28 jul. 2014.
VACCARO, Guilherme Luís Roehe et al . Novas economias: uma proposta de
significação. Prod.,
São Paulo ,
v. 22, n. 3, ago.
2012 .
Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010365132012000300010&
lng=pt&nrm=iso>. acessos em 28 jul. 2014.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
126
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CAVALCANTI, Marcos; GOMES, Elisabeth. Inteligência empresarial: um novo
modelo de gestão para a nova economia. Prod., São Paulo , v. 10, n. 2, dez. 2000.
Disponível
em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-
65132000000200005&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 28 jul. 2014.
VALE, Gláucia Maria Vasconcellos. Empreendedorismo, marginalidade e
estratificação social. Rev. adm. empres., São Paulo , v. 54, n. 3, jun. 2014 .
Disponível
em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
75902014000300006&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 28 jul. 2014.
MELO FILHO, Leonel Del Rey de; CHENG, Lin Chih. QFD na garantia da
qualidade do produto durante seu desenvolvimento: caso em uma empresa de
materiais. Prod.,
São Paulo ,
v. 17, n. 3, dez.
2007 .
Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010365132007000300015&
lng=pt&nrm=iso>. acessos em 28 jul. 2014.
DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTÁRIO
EMENTA
Noções Gerais: Conceito. Conteúdo. Política fiscal. Despesas Públicas. Receitas
Públicas. Orçamento Público. Direito Tributário: conceito, classificação, fontes,
vigência, aplicação, interpretação e integração. Limitações Constitucionais ao poder
de tributar. Obrigação Tributária. Crédito Tributário. Administração Tributária.
Normas gerais de Direito Tributário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. 20.ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
BALEEIRO, Aliomar. Direito tributário brasileiro.12.ed. Rio de Janeiro: Forense,
2013.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. 35.ed. Malheiros, 2014.
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
127
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Código tributário nacional. 8 ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
BRASIL. Leis, decretos etc. Tributário: códigos 3 em 1: tributário, processo civil,
constituição federal. São Paulo: Saraiva, 2014.
FALCÃO, Amílcar. Fato gerador da obrigação tributária. 13 ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 2013.
HIGUCHI, Hirom. Imposto de renda das empresas: interpretação e prática. 39.ed.
IR Publicações 2014.
MARTINS, Ives Gandra da Silva. Curso de direito tributário. 14 ed. São Paulo:
Saraiva, 2013.
8.3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Carga Horária: 200 horas.
As Atividades Complementares são práticas acadêmicas obrigatórias para os alunos
do curso de Administração, não sendo permitida a sua dispensa. O aluno deverá
cumprir do 1º ao 8º período de curso 200 horas de atividades complementares que
possuem os seguintes objetivos:
•
Complementar e sintonizar o currículo pedagógico vigente;
•
Ampliar os horizontes do conhecimento bem como de sua prática para além da
sala de aula;
•
Favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças
sociais;
•
Favorecer a tomada de iniciativa nos alunos.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
No anexo desse projeto, encontra-se o Manual/Regimento de Atividades
Complementares para o curso de Administração.
8.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Carga Horária: 240 horas
O Estágio Supervisionado do Curso deverá ser realizado entre o 5º ao 7º semestre
do curso, aliando atividades simuladas e práticas. A Carga Horária prevista está de
acordo com a legislação vigente e compreende 240 horas.
O Estágio Curricular Supervisionado é de fundamental importância para o
graduando, onde as informações teóricas recebidas ao longo do curso devem ser
complementadas com o exercício prático. Nesse sentido, verifica-se a importância
da aprendizagem prático-profissional devidamente interligada com as dimensões
teóricas.
No anexo desse projeto, encontra-se o regimento e o manual de Estágio
Supervisionado para o curso de Administração.
8.5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Carga Horária: 120 horas
A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, objetiva:
a) Oportunizar um momento de revisão, aprofundamento, sistematização e
integração de conteúdos, com a finalidade de levar o formando do Curso de
Administração a definir e aprimorar os conhecimentos adquiridos no decorrer do
curso;
b) Oportunizar um espaço para que, ao final do curso, possa produzir um relato
técnico-cientifico decorrente de estudos e/ou pesquisa realizadas durante o
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129
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
curso, utilizando a bibliografia especializada e propiciando observações e
análises de temas contemplados pela prática e pela teoria que contribuam para
direcionar o acadêmico à pesquisa cientifica, bem como a traçar um perfil do
futuro profissional.
Durante o 7º e o 8º período, o aluno deverá desenvolver o Trabalho de Conclusão
de Curso, na forma definida no regulamento de Elaboração de Trabalho de
Conclusão de Curso para o curso. O tema é de livre escolha do aluno, sendo
orientado quanto à forma, pelos professores de metodologia da pesquisa e, quanto
ao conteúdo, por qualquer professor do curso, preferencialmente, por aqueles
especialistas na área escolhida.
O Trabalho de Conclusão de Curso é obrigatório e deverá ser defendido frente à
banca examinadora, constituída de dois professores.
No anexo desse projeto, encontra-se o regimento e o manual do Trabalho de
Conclusão de Curso para Administração.
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130
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
9
CRITÉRIOS
PARA
AVALIAÇÃO
PARA
O
CURSO
DE
ADMINISTRAÇÃO
9.1 DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
A avaliação vem assumindo importância crescente em todos os domínios, incluindo
os da Educação e, ao mesmo tempo, apresenta-se como um desafio ao tentar
romper modelos tradicionais tecnicista, que utilizam a avaliação única e
exclusivamente para obter medição, em termos de rendimento.
A tendência é a de que a avaliação amplie seus domínios para além do seu âmbito
tradicional, ou seja, da avaliação da aprendizagem, estendendo-se agora, de modo
cada vez mais consciente, sistemático e fundamentado, cientificamente, nas
políticas educacionais, nas reformas e inovações do sistema educacional, dos
projetos pedagógicos, dos currículos e dos programas.
Na Faculdade Integrada de Vila Velha, a avaliação é entendida como uma ação
eminentemente social, porque não é uma atividade de um sujeito isolado e nem
mera atividade técnica, mas um produto social de certo tipo de sociedade e de uma
época, onde o avaliador deve situar suas atividades dentro de contexto mais amplo,
tornando claras as relações entre a ideologia e prática educacional.
A Instituição possui como um de seus pilares a ideia de que avaliação é um
processo e não um momento estanque; que ela é aprendizado e que seus
resultados servem muito mais para correção de rumo do que para “louros” ou
punição.
Dentro dessa vertente, a avaliação será um instrumento facilitador de integração
entre disciplinas que trabalham temas comuns. A possibilidade de elaboração de
avaliações
interdisciplinares
faz-se
não
apenas
por
uma
avaliação
de
questionamentos variados e justapostos, mas também, através de questões que
envolvam as várias áreas de conhecimento administrativo, combinadas de forma que
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131
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
possam do melhor modo possível, traduzir a complexidade empresarial.
Assim, a avaliação do processo ensino-aprendizagem do curso de Administração
ocorrerá da seguinte forma:
•
Primeira – através de provas, trabalhos e outras atividades avaliativas, realizadas
pelo professor em sua disciplina. É importante frisar, que há uma recomendação
institucional de que as provas/testes sejam realizadas individualmente pelo aluno;
•
Segunda – através de provas, trabalhos e outras atividades avaliativas,
realizadas em conjunto por professores de duas ou mais disciplinas da mesma
série;
•
Terceira - através de provas com questões objetivas e discursivas, elaboradas
buscando a integração dos conteúdos de várias matérias/disciplinas,com o intuito
de identificar deficiências, específicas ou de articulação de conteúdos, no
processo ensino-aprendizagem e proceder à recuperação de tais defasagens ao
longo do processo de formação profissional.
A avaliação da aprendizagem ainda é uma área de baixo desenvolvimento como
prática e como área de produção de conhecimento. No entanto, ela é um terreno
estratégico de transformação dentro de uma proposta de mudança das relações e
dos papéis desempenhados por professores e estudantes no processo de ensinoaprendizagem.
A avaliação tem pelo menos 5 propósitos:
• coletar informações sobre o desempenho dos alunos para aperfeiçoar o processo
de ensino-aprendizagem;
• identificar os interesses de cada estudante para orientação vocacional;
• julgar quais experiências educacionais são mais úteis para diversos grupos de
estudantes;
• verificar se os programas educacionais estão provocando reais mudanças;
• proporcionar elementos para que o professor possa planejar o nível e o tipo de
atividade educacional adequados.
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132
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
A avaliação pode ser feita antes (diagnóstica), durante (formativa) e ao final
(somativa) de um determinado momento de ensino-aprendizagem. De acordo com
os objetivos educacionais pode estar voltada para avaliação de conhecimentos
(cognitiva).
É também importante que existam diversas fontes de informação para evitar os
vieses técnicos e pessoais. Entre essas fontes estão: o próprio estudante (autoavaliação), os colegas (avaliação interpares), os profissionais dos serviços e a
própria comunidade. Existe uma série de instrumentos e formatos avaliativos,
quantitativos e qualitativos, mais adequados uns ou outros, dependendo dos
objetivos da avaliação.
A avaliação feita ao longo do processo de aprendizagem (formativa) é uma
ferramenta muito útil para professores e estudantes, para identificar problemas e
possibilitar correções de rumo. Especialmente numa proposta de organização da
atividade prática (interessando os objetivos em que se executam atos e se lida com
a motricidade, trabalhados nos seguintes níveis de aprendizagem: movimentos de
reflexo; movimentos básicos fundamentais; aptidões perceptuais; habilidades físicas;
movimentos hábeis e comunicação não-discursiva), que coloca o estudante como
sujeito, esse tipo de retroalimentação é essencial. É importante procurar de fato
avaliar todas as dimensões da aprendizagem e garantir que o conteúdo da avaliação
seja coerente com os objetivos educacionais delineados.
Os procedimentos para avaliação cognitiva são em geral mais fáceis de
operacionalizar que os destinados a avaliar habilidades. Na avaliação cognitiva, é
importante buscar explorar outros aspectos que não somente os de retenção da
informação, avançando para aplicação e análise.
A avaliação, para atingir sua finalidade educativa, deve ser coerente com os
princípios psicopedagógicos e sociais do processo de ensino-aprendizagem
adotados.
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133
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Considerando:
• A importância da avaliação em qualquer modelo pedagógico;
• A necessidade do aluno estar plenamente consciente do modo como será
avaliado e entender o processo como um todo;
• A necessidade de que a participação do aluno em todo o processo seja efetiva,
para que a proposta não fique só no papel;
• Que o curso de graduação almeja a formação integral do aluno, com o mesmo
grau de interesse tanto para a aquisição de conhecimentos como para atitudes e
habilidades.
Como são múltiplas as áreas abrangidas pela matriz curricular do curso de
Administração, múltiplas e diversificadas são, também, as formas de avaliação,
sejam elas práticas ou escritas, individuais ou coletivas. O professor tem autonomia
para escolher a(s) metodologia(s) e os critérios de avaliação que melhor se apliquem
à disciplina ou atividade que ele ministra. Entretanto, todos os aspectos envolvidos
no processo serão discutidos em reuniões periódicas e deverão estar contidos no
plano de curso de cada disciplina. É mister, também, que o docente apresente aos
alunos esses critérios e dialogue com eles, para que todos tenham ciência dos
objetivos e das metas pretendidas. Isso não invalida, evidentemente, a prerrogativa
do professor em aplicar testes ou arguições, como forma de “checar” o
acompanhamento da disciplina.
Os instrumentos de avaliação estarão sujeitos também ao crivo da coordenação do
curso, da Coordenação Pedagógica, da Coordenação de Graduação, da
Coordenação Acadêmica e da Comissão de Avaliação da instituição (CPA). O
acompanhamento periódico dessas provas serve não só para que esses
instrumentos sejam analisados e avaliados quanto à sua coerência em relação aos
aspectos propostos nos programas de disciplinas, mas também como diagnose de
possíveis falhas, o que possibilitará que os setores competentes auxiliem o professor
na busca de soluções e melhorias na qualidade de seu trabalho.
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134
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Será recomendada mais de uma avaliação por bimestre, com utilização de diferentes
técnicas e instrumentos de avaliação, desde que seja respeitada a resolução da
Instituição, contida em seu regimento, que determina que oitenta por cento, no
mínimo, do valor total de cada nota bimestral seja obtida por meio de prova
individual e escrita, exceto nas disciplinas com características peculiares.
Uma avaliação bem elaborada e bem aplicada apresenta resultados que servem
para retroalimentar o sistema educacional como um todo, o qual, por sua vez, não
pode ser dissociado da vida real e deve ter sempre um caráter de contextualização e
interdisciplinaridade.
As formas de avaliação, assim como a sua periodicidade, irão variar de acordo com
as especificidades e objetivos de cada matéria. Como o regime é semestral e cada
semestre possuirá dois bimestres, o aluno terá uma avaliação que totalize 10,0 (dez)
pontos para cada bimestre. Atingindo média sete (7) ou superior, o aluno será
aprovado.
A instituição oferecerá, sistematicamente, oficinas, cursos e treinamentos que
servem de subsídios para o aperfeiçoamento das avaliações. Esses workshops são
muito importantes, pois irão conscientizar o professor da necessidade de atualização
constante, até porque a variedade de estímulos é um fator muito produtivo, tanto nas
aulas propriamente ditas quanto nos instrumentos de avaliação. De qualquer forma,
o perfil e as peculiaridades da cada disciplina é que irão nortear a opção pelo tipo de
avaliação a ser aplicada em cada situação: prova discursiva, objetiva ou mista.
Quando o professor se conscientiza de que, a qualquer avaliação proposta do aluno,
ele próprio, professor, está sendo igualmente avaliado, todo o processo é
beneficiado. A elaboração consciente, crítica e reflexiva dos instrumentos de
avaliação contribuem para a melhoria dos resultados e agrega valor a todo o
processo.
A prova não se restringirá a medir resultados, ela deverá servir como instrumento de
aprendizado; não devendo requerer a mera repetição de conhecimentos
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135
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
previamente memorizados e acumulados. Do ponto de vista pedagógico, ela deverá
ser diversificada, contextualizada e conter questões que valorizem também o senso
crítico, o raciocínio lógico e a capacidade de expressão e argumentação. A
formulação dos enunciados das questões deverá possuir uma atenção especial, de
modo a evitar ambiguidade ou má interpretação. A orientação será de que cada
questão tenha um propósito bem definido. A pontuação atribuída a cada questão ou
item deverá estar expressa, assim como o valor total da avaliação.
A resolução das provas em aula, após a correção das mesmas, terá válidade para
dirimir dúvidas e verificar os pontos fortes e fracos da turma e do próprio docente. É
um momento importante de auto-avaliação.
Embora as avaliações se traduzam em valores numéricos, o recurso da avaliação
qualitativa é bastante proveitoso e os alunos têm-se mostrado receptivos a isso.
Assiduidade, interesse, participação, realização de tarefas e cumprimento de prazos
são valores que também merecem atenção e não devem ser desprezados no
processo de avaliação do aprendizado. Alguns docentes atribuem um ponto
qualitativo como forma de incentivo ao estudo e ao cumprimento de tarefas e
atividades.
As recomendações regimentais são:
• As médias bimestrais devem ser expressas na escala de zero a dez pontos,
sendo admitida uma única casa decimal.
• São atividades passíveis de avaliação: provas escritas, orais e práticas,
pesquisas, atividades de extensão, trabalhos práticos, seminários, relatórios, e
estágios.
• Disciplinas eminentemente práticas podem ser avaliadas por meio de cadernos,
relatórios, ou acompanhamento da atuação do aluno.
• O aluno estará aprovado se tiver cumprido uma carga horária de freqüência igual
ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária exigida e
desde que tenha alcançado média igual ou superior a 7,0 (sete pontos).
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136
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
• Freqüência inferior a 75% implica reprovação por falta, média inferior a 1,5 (um
virgula cinco pontos) implica reprovação por nota e o aluno não terá direito à
prova de recuperação. Nos dois casos, o aluno deverá cursar a dependência no
período seguinte.
• O aluno que não alcançar média 7,0 e não estiver reprovado por falta terá direito
à prova de recuperação. Esta tem valor de 10 pontos, e a média obtida será
somada à média anterior e dividida por dois, extraindo-se daí a média final. Ele
estará aprovado se esta média for igual ou superior a 6,0 (seis).
• O abono de faltas é vedado. Alunos impossibilitados de freqüentar as aulas, caso
estejam amparados pela legislação vigente, farão exercícios domiciliares, com
acompanhamento docente.
• O regime de dependência, a critério da instituição, é presencial. O Colegiado de
Curso, desde que obtenha a aprovação do Conselho Superior, poderá
estabelecer critérios próprios de freqüência e apuração de resultados, planejar
oferta de dependência, instituir programas de recuperação paralela etc.
O regulamento de avaliação de ensino aprendizagem do curso normaliza todos os
procedimentos de registro dos resultados, bem como, os critérios quantitativos e
qualitativos de formação que deverão ser considerados para efeito de aprovação,
reprovação e/ou dependência nas disciplinas.
9.2 AVALIAÇÃO DO CURSO
Para que o modelo pedagógico em vigor seja constantemente aperfeiçoado, o
sistema de monitoramento do curso deverá ser amplo, participativo, contínuo e todo
informatizado, com respostas rápidas. Essas informações serão obtidas das
avaliações realizadas pelos alunos, e docentes nos seguintes quesitos:
•
Avaliação do docente - pelo aluno, ao final de cada período;
•
Avaliação do período - pelo aluno, ao final de cada período, contendo variáveis
como:
1. Organização do período;
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137
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
2. Conteúdo do período;
3. Sistema de avaliação;
4. Recursos materiais (bibliotecas e laboratórios);
5. Recursos humanos;
9.2.1 SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
A avaliação sistemática do curso permitirá a retro-alimentação do processo
pedagógico e um efetivo controle dos resultados obtidos. A auto-avaliação será uma
ferramenta utilizada com ênfase na Faculdade Integrada de Vila Velha.
Será feita através de um sistema de monitoramento contínuo de dados coletados a
partir de questionários específicos fornecidos aos alunos e professores a respeito do
currículo, dos recursos disponíveis para o ensino (biblioteca, laboratórios,
equipamentos de multimídia etc.) e dos eventuais problemas detectados, na
implementação do modelo curricular.
Por meio deste processo de auto-conhecimento, as informações obtidas serão
analisadas e o curso terá fundamentadas algumas ações para as devidas correções
e melhorias das condições do processo ensino aprendizagem.
Serão feitas reuniões periódicas com os professores de áreas afins para se discutir o
rendimento das turmas, dos alunos individualmente e o processo pedagógico. Para
esse fim, além do registro acadêmico normal, o professor fornecerá bimestralmente
à coordenação um relatório simplificado onde levantará índices acadêmicos de cada
turma e apontará alunos com problemas de aprendizado que deverão ser
acompanhados pela coordenação pedagógica.
Para avaliação do docente, além do trabalho contínuo de acompanhamento, será
utilizado um instrumento em que os alunos avaliam o trabalho do professor. A
princípio, polêmico, este trabalho é uma importante ferramenta de conhecimento e
confirmação das opiniões e impressões que os alunos possuem do professor e do
processo pedagógico.
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9.2.2 AVALIAÇÃO DA COORDENAÇÃO
A coordenação do curso será avaliada formalmente dentro do Programa de
Avaliação Institucional, quando o coordenador preenche um questionário de autoavaliação e os professores e alunos também respondem o instrumento. Os relatórios
das avaliações estarão à disposição na coordenação do curso.
Além disto, a Coordenação do curso criará oportunidades e dará abertura para que
seu trabalho seja avaliado de maneira sistemática e contínua por seus professores e
alunos no decorrer do período.
No PDI da Instituição encontra-se a auto-avaliação institucional.
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10 INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A preocupação com a integração do tripé ensino, pesquisa e extensão, pertinentes
às Instituições, é permanente e constitutivo do projeto pedagógico do curso, na
medida em que prevê, além das atividades obrigatórias, outras atividades extracurriculares como: palestras, seminários e visitas técnicas.
Os seminários promovidos pelo curso, individualmente ou em parceria com outro
curso, serão realizados semestralmente, tendo uma temática central que direciona o
desenvolvimento das atividades.
Há também várias palestras que serão realizadas ao longo do semestre sendo
organizadas pelos professores da disciplina que tem interesse que a palestra
enriqueça o desenvolvimento do conteúdo, juntamente com o Coordenador do
curso.
As visitas técnicas serão realizadas por iniciativa de um ou mais professores de
determinado período, geralmente em relação à(s) área(s) que ministrara(m), sendo,
no entanto, aproveitada para promover uma integração dessa (s) disciplina (s) com a
prática profissional. As visitas técnicas serão de adesão facultativa, visto que nem
todos os alunos têm disponibilidade para participarem por compromissos
profissionais, pois já se encontram inseridos no mercado de trabalho.
Além das atividades de extensão acima descritas, oferecer-se-á cursos de pequena
duração para desenvolvimento de habilidades específicas, tendo como público alvo
preferencialmente os alunos da Instituição, mas disponibilizando-se para a
comunidade as vagas remanescentes.
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11 CORPO DOCENTE PARA O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
A organização do corpo docente do curso procurará comprometer cada professor
das áreas profissionais com um eixo de formação, sendo, portanto, responsável por
todas as competências a serem desenvolvidas no aluno dentro daquela área
profissional. Colocam-se pelo menos duas vantagens com essa postura: a primeira é
a garantia de que o aluno terá uma visão articulada e o mais completa possível
daquela área; a segunda diz respeito ao envolvimento do professor com a instituição
e com o curso, visto que sua maior permanência possibilita uma melhor inserção na
problemática pertinente ao curso.
11.1 SELEÇÃO DO CORPO DOCENTE
A Faculdade Integrada de Vila Velha, na qualidade de instituição disseminadora do
saber através da educação, sempre buscará atrair profissionais de grande
competência e qualificação para todos os seus cursos.
Durante o processo de seleção do corpo docente, os candidatos serão amplamente
informados a respeito das diretrizes e da estrutura do curso e dos princípios
filosóficos que o orientam. Dessa forma, além da avaliação que a instituição fará
sobre requisitos necessários ao docente, o próprio professor pode avaliar em que
medida está pré-disposto a assimilar as diretrizes e a filosofia que se pretende
imprimir ao curso.
Assim, espera-se que cada professor:
•
tenha afinidade com a proposta do curso e esteja disposto a defendê-la,
disseminá-la e colocá-la em prática;
•
participe de atividades de pesquisa e extensão, além de se envolver em
atividades de ensino;
•
procure integrar- se com todas as pessoas envolvidas no curso-instituição,
direção, corpo docente, funcionários, alunos, comunidade, formando um todo
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coeso na tentativa de alcançar os objetivos propostos no currículo e exercitandose para o trabalho em equipe e multiprofissional;
•
esteja
aberto
ao
trabalho
integrado
e
interdisciplinar,
evitando
atuar
isoladamente, preocupando-se apenas com sua disciplina;
•
realize um trabalho de qualidade, utilizando-se de forma produtiva das horas
destinadas
ao
planejamento,
não
se
restringindo
apenas
a
cumprir
mecanicamente a tarefa de “dar aulas”;
•
esteja aberto à inovação e predisposto a aperfeiçoar-se constantemente,
valendo-se dos recursos que a instituição oferece como horário de planejamento,
acompanhamento pedagógico, avaliação continuada, incentivo à participação em
cursos e eventos científicos, etc.;
•
tenha iniciativa e criatividade, manifestando seus posicionamentos como pessoa
e como profissional;
•
esteja preocupado com a formação geral e humanística para os conteúdos
técnicos e educacionais.
11.1.1 PERFIL DO CORPO DOCENTE
De acordo com a política de recursos humanos da Instituição, o corpo docente do
Curso de Administração será composto por especialistas, mestres e doutores
profissionais qualificados e experientes não só na área do ensino, como também na
área profissional, a fim de desenvolver um trabalho vinculando teoria e prática.
11.1.2 QUALIFICAÇÃO/TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE
Será dada uma especial atenção à questão da titulação do corpo docente do curso.
A Instituição estará sempre comprometida com os padrões de qualidade
dimensionados para o ensino superior.
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12 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
A organização do Núcleo Docente Estruturante é responsável pela concepção do
Projeto Pedagógico e pelo bom desenvolvimento do Curso Superior de
Administração da Faculdade Integrada de Vila Velha.
12.1 SELEÇÃO DOS DOCENTES PARA COMPOSIÇÃO DO NDE
O Núcleo Docente Estruturante será constituído do Coordenador do Curso, quem irá
presidir e pelo menos 20% (vinte por cento) do corpo docente.
A indicação dos representantes docentes será feita pelo Colegiado de Curso para
um mandato de 2 (dois) anos, com possibilidade de recondução
Logo, espera-se que o Núcleo Docente Estruturante desenvolva as seguintes
atividades:
a) elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos;
b) estabelecer o perfil profissional do egresso do curso;
c) atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso;
d) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado
de Curso, sempre que necessário;
e) supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo
Colegiado;
f) analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares;
g) promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo projeto pedagógico;
h) acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de
Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário.
12.2 PERFIL DO NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
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Conforme o regimento, os docentes que compõem o NDE sugere-se que obtenha
titulação acadêmica em programas de pós-graduação (lato sensu) e que pelo menos
10% (dez por cento) sejam compostos por Mestre e Doutor.
No anexo desse projeto encontra-se o Regimento do Núcleo Docente Estruturante.
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13 COORDENAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
De acordo com o Regimento da Instituição, as atividades de cada curso serão
planejadas no âmbito do Colegiado e o seu desenvolvimento administrado pelo
Coordenador de Curso, com acompanhamento da Coordenação Acadêmica.
As principais atividades dos coordenadores de curso estão previstas no Regimento
da Faculdade Integrada de Vila Velha que se traduzem, essencialmente, nos
seguintes desempenhos:
•
Articulação permanente com as diversas áreas que compõem o currículo do
curso;
•
Alterações do currículo do curso, quando sentir necessidade, bem como dos
planos de ensino e programas das disciplinas;
•
Acompanhamento dos trabalhos desenvolvidos pelos docentes e de todas as
atividades inerentes ao funcionamento do Curso;
•
Elaboração do horário de aulas;
•
Otimização de recursos humanos e materiais para garantir resultados
satisfatórios;
•
Avaliação sistemática e contínua do processo ensino-aprendizagem;
•
Providências junto à Direção Geral para garantir o plano de capacitação
contínua do quadro docente do curso.
13.1 REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO
O regime de trabalho do Coordenador do Curso de Administração será de 40 horas
semanais, devendo estar presente no horário de funcionamento do curso.
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ANEXOS
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ANEXO A - REGIMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO
REGIMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO
Artigo 1º: As Atividades Complementares compõem, obrigatoriamente, a estrutura
curricular do Curso de Administração da Faculdade Integrada de Vila Velha, e
objetivam o enriquecimento da formação profissional por meio da participação do
aluno em eventos/atividades diversificadas que se vinculem com o curso que faz,
oferecidas por instituições educacionais, profissionais e outras. Objetivam ainda,
estimular a prática de estudos independentes, a efetiva participação do estudante
em eventos relacionados com a formação profissional em andamento, propiciando
convívio em diversos eventos do mundo acadêmico e profissional.
Artigo 2º: No decorrer do Curso, o aluno deverá desenvolver, no mínimo, quatro
tipos de Atividades Complementares, totalizando 200 (duzentas) horas, observado o
limite máximo por atividade, conforme tabela que constitui parte integrante deste
documento.
Artigo 3º: O aluno desenvolverá Atividades Complementares desde o primeiro
período do curso e deverá completar a carga horária estabelecida até o oitavo
período, antes de sua colação de grau.
Parágrafo 1º: A carga horária realizada pelo aluno será atualizada semanalmente e
disponibilizada no site do Curso de Administração. Para efeito de lançamento em
histórico, o registro será semestral.
Parágrafo 2º: Só serão computadas as atividades realizadas durante os períodos em
que o aluno estiver regularmente matriculado no curso e frequentando. Excetuam-se
da condição de frequência somente os casos de Regime Domiciliar.
Artigo 4º: Serão adotados os seguintes procedimentos para controles e registros:
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I. O aluno, na medida em que desenvolve as Atividades Complementares,
organiza cópias dos documentos comprobatórios, elabora os relatórios,
conforme orientações recebidas, em documento padronizado, conforme
anexo I. O aluno entrega os documentos na Coordenação do curso, nos
prazos estipulados, para avaliação e validação, se for o caso.
II. A Coordenação do curso avalia/valida os documentos e encaminha para o
pertinente registro, disponibilizando no site do Curso, a informação atualizada.
III. As cópias dos documentos comprobatórios e os relatórios devem ser
entregues, pelo aluno, na Coordenação do curso, nos prazos máximo de até
trinta dias após a participação em cada evento, não podendo ultrapassar o
último dia estabelecido no calendário acadêmico para as avaliações finais.
Artigo 5º: Caracteriza-se a relação entre atividades complementares, estágio
supervisionado e monografia.
I. As Atividades Complementares se orientam a estimular a prática de
participação dos alunos em eventos da área de formação profissional, de
estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, e de
estágios não obrigatórios que promovam a permanente e contextualizada
atualização profissional específica, sobretudo nas relações com o mundo do
trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente integrando-as às
diversas peculiaridades regionais e culturais.
II. O Estágio Curricular Supervisionado, de caráter obrigatório, objetiva o contato
direto do aluno com ambientes e práticas da profissão. Exige do aluno alguns
conhecimentos prévios não podendo ser desenvolvido logo no início do curso.
III. A monografia ou trabalho de conclusão de curso objetiva o aprofundamento
de estudos num determinado tema da formação profissional.
Artigo 6º: O esquema abaixo ilustra a distribuição dessas atividades na estrutura
curricular do curso de Administração:
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Artigo 7º: As atividades complementares devem atender às modalidades
especificadas na tabela constante do anexo I.
Artigo 8º: Não são consideradas complementares as atividades desenvolvidas pelos
discentes antes do ingresso no Curso de Administração. De igual forma, é defeso o
aproveitamento de atividades desenvolvidas no Curso de atividades profissionais.
Artigo 9º: Os casos omissos serão decididos pela Coordenação do Curso de
Administração e pela Coordenação de Atividades Complementares.
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APÊNDICES
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APÊNDICE A - ATIVIDADE COMPLEMENTAR – CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
ATIVIDADE COMPLEMENTAR – CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
TIPO
NOME DA ATIVIDADE
CARGA HORÁRIA
A.
Monitoria
50 horas por Semestre. Limite: 100 horas
B.
Estágio
extracurricular
em
entidade
Até 50 horas por entidade, e 100 horas no
conveniada
total.
C.
Pesquisa/Grupos de Estudos
100 horas.
D.
Projetos de Extensão
100 horas
E.
Seminários de Desenvolvimento de tópicos
Até 50 horas por evento.
avançados de conhecimentos específicos do
curso
F.
Disciplinas de outros cursos que tenham
Carga horária da disciplina, com limite de
proveito para o curso de Administração.
50% desde que cursadas após a matrícula
do aluno no Curso de Administração, com
aprovação do aluno.
G.
Representação estudantil
30 horas por semestre, limitado ao total de
20horas
H.
Trabalho social (incluindo estágio voluntário
50h/ano com limite total de 100 horas
em entidade conveniada)
I.
Participação
em
eventos:
Seminários,
Congressos, Conferências, Encontros, Cursos
de
Atualização,
Jornadas,
50 horas por e vento, com limite total de
150horas
Palestras,
Simpósios, Mesas Redondas
J.
Apresentação de Trabalhos em Seminários,
10 horas por evento.
congressos externos
K.
Visitas Técnicas
L.
Publicação
de
20 horas no total.
artigos
em
revistas
Até 30h por artigos publicados em revistas
científicas
científicas, em um total de 90horas
M.
Trabalho como mesário voluntário
100% das horas prestadas
N.
Publicação de artigos em jornais
Até 10 horas por artigo, num total de 30
horas
O.
Comparecimento
a
defesas
de
1 hora por defesa, num total de 15 horas
Monografias
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APÊNDICE B - MODELO DE RELATÓRIO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Modelo de Relatório
RELATÓRIO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
(No caso de atividade com mais de uma palestra, preencher um relatório para cada
palestra)
Aluno: _____________________________________________________________
Turma: ___________
Tipo de Atividade:____________________________________________________
Assunto: ___________________________________________________________
Palestrantes:________________________________________________________
Debatedores:________________________________________________________
___________________________________________________________________
Relatório sobre a atividade desenvolvida, abrangendo:
a) Conteúdo abordado:
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
b)críticas/sugestões
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
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ANEXO B - MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Chamamos de Sistema de Estágio Supervisionado a etapa da graduação na qual o
aluno exercita os conhecimentos acumulados através da observação, exame,
análise e diagnóstico de situações organizacionais reais.
O Regulamento e Manual que se seguem são instrumentos de apresentação e de
orientação quanto à estrutura, as diretrizes e as normas relativas ao Sistema de
Estágio Supervisionado. Não dirão sobre qual a melhor opção quanto à área de
estudo. Nem determinarão onde buscar o assunto ou a empresa que eventualmente
poderá ser estudada.
O Regulamento, conforme seu título, regulamenta os princípios, as regras do que
pode e não pode ser feito. Leia-o com muita atenção juntamente com seu professor
orientador. O manual normatiza o que foi regulamentado detalhando cada processo.
Isto significa que, quanto mais profissional se torne este processo, outros formatos e
contornos poderão ser instituídos.
1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
1.1 NATUREZA
É uma atividade integrada entre alunos e professores, com a duração de dois anos
que tem por objetivos o aprimoramento da aprendizagem profissional, social e
cultural do aluno, através da aplicação da teoria aprendida ao longo do curso em
situações práticas relacionadas às áreas de gestão. Com o estágio, o aluno tem a
oportunidade da iniciação profissional, em uma e/ou mais áreas do campo de
especialização na área em que esteja inserido.
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O estágio supervisionado, porém, não é simplesmente uma experiência prática
vivida pelo aluno, mas uma oportunidade para refletir, sistematizar e testar
conhecimentos teóricos e instrumentos discutidos durante o curso de graduação
[ROESCH: 1996;21]
Em geral, o aluno chega ao final do curso com reduzida capacidade diagnóstica
quanto à conexão entre aspectos teóricos e práticos. Além de estimulá-lo e orientá-lo
a se aprofundar na área de seu maior interesse escolar/profissional, é preciso que
ele desenvolva aqui atitudes mais profissionais, uma vez que o mercado de trabalho
não suporta o paternalismo e a passividade, típicas do relacionamento professoraluno em sala de aula.
Alterar a relação tradicional entre professor e o aluno horizontalizando-a,
transformando o professor em um orientador e o aluno em um pesquisador: tal a
essência pedagógica do Sistema de Estágio Supervisionado da Faculdade Integrada
de Vila Velha.
O Decreto Nº 87.497, de 18 de agosto de 1982, regulamenta a Lei Nº 6.494, de 07
de dezembro de 1977, e estabelece basicamente:
Art. 2º - Considera-se estágio curricular, para efeitos deste Decreto, as
atividades de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionadas ao
estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu
meio, sendo realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas
jurídicas de direito publico ou privado, sob responsabilidade e coordenação
da instituição de ensino.
Art. 3º - O estágio curricular, como procedimento didático-pedagógico, é
atividade de competência da instituição de ensino a quem cabe a decisão
sobre a matéria, e dele participam pessoas jurídicas de direito público e
privado, oferecendo oportunidade e campos de estágio, outras formas de
ajuda, e colaborando com o processo educativo.
Art. 4º - As instituições de ensino regularão a matéria contida neste decreto
e disporão sobre:
a)
Inserção do estágio curricular na programação didático-pedagógica;
b)
Carga-horária, duração e jornada e estágio curricular, que não poderá
ser inferior a um semestre letivo;
c)
Condições imprescindíveis, para caracterização, orientação,
supervisão e avaliação de estágio curricular.
d)
Sistemática de organização, orientação, supervisão e avaliação de
estágio curricular.
Art. 5º - Para caracterização e definição do estágio curricular é necessário,
entre a instituição de ensino e pessoas jurídicas de direito público e privado,
a existência de instrumento jurídico, periodicamente reexaminado, onde
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
estarão acordadas todas as condições de realização daquele estágio,
inclusive transferência de recursos à instituição de ensino, quando for o
caso.
1.2 OBJETIVOS
Considerando a importância do estágio para a complementação curricular, quando
se conciliam os conhecimentos teóricos, obtidos em sala de aula, com a realidade do
mercado de trabalho, a Faculdade Integrada de Vila Velha implementa o Programa
de Estágio Supervisionado no curso de Administração, baseado no tripé escolaempresa-aluno.
A Faculdade Integrada de Vila Velha, no processo de preparação de novos
profissionais para o mercado, estimula seus alunos à obtenção de oportunidades de
estágio através da implantação em sua infraestrutura de mecanismos de suporte,
que venham a reforçar a importância das atividades práticas, sejam elas
remuneradas ou não. Dentre as atividades motivadoras e indutoras encontram-se
seminários, palestras e mini-cursos, desenvolvidos por profissionais e especialistas
convidados e pelo seu corpo docente. A agenda dos eventos faz parte de calendário
próprio.
As mudanças socioeconômicas ocorridas nos últimos anos influem nas relações de
trabalho, na produção do conhecimento e na vida social. Novos valores, novas
referências e novas dinâmicas são exigidas dos cidadãos, tendo que desenvolver
complexas e novas competências, dada a transitoriedade dos conhecimentos e sua
relação com o trabalho.
Objetivando contribuir para a formação desse novo cidadão, cujo perfil é demandado
de maneira crescente por uma sociedade multidisciplinar, o estágio curricular na
Faculdade Integrada de Vila Velha, realizado ao longo do curso de graduação,
deverá consolidar, de modo geral, os seguintes objetivos:
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•
Complementar o processo ensino-aprendizagem, através da conscientização
das realidades individuais e incentivar a busca do aprimoramento pessoal e
profissional;
•
Incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando o
surgimento de novas gerações de profissionais empreendedores, capazes de
adotar novos modelos de gestão, métodos e processos inovadores, tecnologias
e metodologias alternativas;
•
Proporcionar ao estudante oportunidades de desenvolver suas habilidades,
analisar situações e propor mudanças no ambiente organizacional e societário;
•
Estimular a inserção do tripé escola-empresa-aluno na comunidade em geral;
•
Implementar um processo de acompanhamento inovativo e eficiente durante o
período no qual o aluno está desenvolvendo atividades de caráter prático.
A concretização desses objetivos se dará através da realização do estágio
supervisionado e outras atividades de extensão, conforme as peculiaridades de cada
curso de graduação da Faculdade Integrada de Vila Velha, observando as condições
e critérios a seguir.
1.3 CAMPOS DE ESTÁGIO
Os campos profissionais estão assim definidos:
•
Administração da Produção e Operações
•
Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais
•
Administração Mercadológica
•
Administração Geral
•
Administração de Recursos Humanos
•
Administração Financeira
•
Sistemas de Informações Gerenciais
•
Organização, Sistemas e Métodos
•
Outras (a critério dos docentes do Colegiado de Curso que lecionam as
disciplinas profissionalizantes)
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Apesar dos trabalhos em geral estarem direcionados a uma específica área
profissional, é comum a ocorrência de análises que entrecruzam assuntos de outros
campos do conhecimento. Este é um procedimento estimulante porque traz, para a
discussão acadêmica, a multidisciplinariedade natural presente às situações reais
organizacionais, além de abrir espaço para a introdução de novas abordagens
teóricas.
1.4 REQUISITOS PARA ESTAGIAR
O programa de estágio supervisionado no curso de Administração é obrigatório e
compreende três fases, perfazendo um total de 240 horas, ou três semestres letivos,
assim distribuídas:
•
Estágio supervisionado I - 80 horas
•
Estágio supervisionado II - 80 horas
•
Estágio supervisionado III - 80 horas
O aluno deverá durante os 3 (três) períodos do curso de Administração desenvolver
atividades relacionadas aos campos da administração.
Vale mencionar que as atividades desenvolvidas em uma determinada empresa
devem totalizar as 240 horas de estágio, não importando em qual período o mesmo
o fará.
1.5 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS À COMPROVAÇÃO DAS HORAS EXIGIDAS
NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Para aluno com vínculo empregatício
 Declaração do proprietário/gerente da empresa constando os dados pessoais
do funcionário, a função, atividades desenvolvidas na empresa e a carga
horária de trabalho semanal ou mensal. Este material deverá ser entregue em
uma via, com assinatura do proprietário reconhecida firma e carimbo de
identificação em papel timbrado da empresa.
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 Cópia do CPF, Carteira de Identidade e Carteira de trabalho (parte com o
número/foto e parte contratual) autenticados.
 Preenchimento do formulário da Faculdade Integrada de Vila Velha
mensalmente até completar as 240 horas de estágio.
Para aluno-sócio da empresa
 Cópia do contrato social da empresa autenticado.
 Cópia do CPF, Carteira de Identidade e Carteira de Trabalho (parte com o
número e a foto) autenticados.
 Declaração do Contador da empresa constando os dados pessoais do
proprietário, a função, atividades desenvolvidas na empresa e a carga horária
de trabalho semanal ou mensal. Este material deverá ser entregue em uma via,
com assinatura do contador reconhecida firma e carimbo de identificação em
papel timbrado da empresa.
 Preenchimento do formulário da Faculdade Integrada de Vila Velha
mensalmente até completar as 240 horas de estágio.
1.6 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS DESENVOLVIDAS – ESTAGIÁRIO
1 – DADOS PESSOAIS
Nome:
Fone/e-mail:
Curso:
Período:
Área de Concentração:
Prof. Supervisor:
2 – DADOS DO ESTÁGIO
Empresa:
Fone:
Data de início do estágio:
Data do término do estágio:
Setor/área de estágio:
Supervisor estágio na empresa:
3 – DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS DESENVOLVIDAS
Descreva as atividades que você desenvolveu com maior frequência no último mês
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
na empresa. É importante que as frases sejam objetivas e claras e expressem o
que você realmente fez na empresa.
Data: __________________
Assinatura do aluno: ___________________________________________________
Assinatura do chefe imediato da empresa: _________________________________
Assinatura do professor supervisor: _______________________________________
1.7
RELATÓRIO
DAS
ATIVIDADES
PRÁTICAS
DESENVOLVIDAS
EMPREGADO/EMPREGADOR
1 – DADOS PESSOAIS
Nome:
Fone/e-mail:
Curso:
Período:
Rua Cabo Aylson Simões, n. 1170 – Centro – Vila Velha – ES – CEP: 29.100-320
–
159
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Área de Concentração:
Prof. Supervisor:
2 – DADOS DO EMPREGO
Empresa:
Fone:
Data de início do estágio:
Data do término do estágio:
Setor/área de estágio:
Supervisor estágio na empresa:
3 – DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS DESENVOLVIDAS
Descreva as atividades que você desenvolveu com maior frequência no último mês
na empresa. É importante que as frases sejam objetivas e claras e expressem o
que você realmente fez na empresa.
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160
FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Data: __________________
Assinatura do aluno: ___________________________________________________
Assinatura do chefe imediato da empresa: _________________________________
Assinatura do professor supervisor: _______________________________________
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161
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ANEXO C - REGIMENTO GERAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO
DE ADMINISTRAÇÃO
REGIMENTO GERAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO
DE ADMINISTRAÇÃO
1 DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
Este regimento regulamenta, no âmbito do Curso de Administração da Faculdade
Integrada de Vila Velha, o projeto de graduação e sua execução, requisito parcial
para a obtenção do título de Bacharel em Administração.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um trabalho acadêmico, versando sobre
qualquer tema relacionado à Administração, de cunho teórico-prático considerado
relevante, e que seja passível de ser desenvolvido por um aluno, dentro da carga
horária estabelecida para sua elaboração.
2 DA CARGA HORÁRIA
A carga horária destinada à execução do TCC é de 120 (cento e vinte) horas, assim
distribuídas:
•
Sessenta horas destinadas à elaboração do projeto de graduação, que
corresponde à disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I.
•
Sessenta horas destinadas ao desenvolvimento e elaboração do relatório final
do projeto de graduação, que corresponde à disciplina Trabalho de conclusão
de curso II.
3 DA DISCIPLINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Nesta etapa, é o momento de iniciação dos alunos na proposta de trabalho a ser
desenvolvida ao longo de um ano, por isso, é um momento muito especial. Permite
acessar o ferramental para se aprender a fazer pesquisa. Dela poderão nascer
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162
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novas perspectivas quanto ao entendimento da natureza e complexidade do trabalho
em uma empresa.
A supervisão, a partir de agora denominada orientação, dá-se na figura de um
professor, e segue em termos, a estrutura didática tradicional de sala de aula. Como
resultado final, deverá ser produzido pelo aluno, um projeto de aproximadamente 30
laudas, e que contenha em sua estrutura, a escolha do tema, a definição de sua
linha de pesquisa, além das questões principais que servirão de suporte à
continuidade de seu trabalho. O trabalho deverá ser entregue em 01 (uma) via
encadernadas, na data aprazada, ao seu professor orientador.
3.1 PRÉ-REQUISITOS
•
Ter cursado todas as disciplinas profissionalizantes constantes na matriz
curricular do curso, anteriores ao 7º período;
•
Aprovação na disciplina - Metodologia da Pesquisa.
3.2 MATRICULA
A matrícula nessa disciplina será efetuada na mesma época das demais disciplinas
do curso, conforme o estabelecido pelo calendário acadêmico da Faculdade
Integrada de Vila Velha.
O aluno deverá entregar à Coordenação de Curso, ou a algum professor designado
por ela, na primeira semana letiva do semestre, uma proposta de trabalho, contendo
o tema que pretende abordar e o nome do professor orientador, indicado pela
Coordenação.
3.3 OBJETIVO DA DISCIPLINA
A disciplina terá como objetivo a elaboração do projeto de pesquisa que deverá
conter os seguintes pontos (ANEXO A):
a) Título do trabalho;
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163
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b) Problema ou objeto de estudo;
c) Justificativa;
d) Objetivos;
e) Hipóteses de trabalho, quando cabíveis;
f) Metas;
g) Referencial teórico ou revisão bibliográfica
h) Metodologia;
i) Plano ou cronograma de execução do projeto;
j) Referência bibliográfica
k) Orçamento e fontes de financiamento se for o caso.
3.4 AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA
O projeto elaborado pelo aluno será avaliado no final do período letivo, pelo
professor orientador e pelo coordenador do curso ou professor por ele designado,
utilizando ficha de avaliação própria.
Será considerado aprovado o projeto, cuja média aritmética das notas atribuídas, for
igual ou superior a 7,0 (sete).
O aluno só será considerado aprovado se além da média estabelecida no item
anterior, tiver comparecido a pelo menos 75% dos encontros agendados com o
professor orientador.
4 DA DISCIPLINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
4.1 PRÉ-REQUISITO
O aluno para matricular-se nesta disciplina deverá estar com o seu projeto de
pesquisa aprovado, o que equivale à aprovação na disciplina Trabalho de
Conclusão de Curso I.
4.2 MATRÍCULA
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A matrícula nessa disciplina será efetuada na mesma época das demais disciplinas
do curso, conforme o estabelecido pelo calendário acadêmico da Faculdade
Integrada de Vila Velha.
4.3 OBJETIVO DA DISCIPLINA
Orientar os alunos no desenvolvimento das atividades previstas no projeto aprovado
(disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I) e na redação do relatório final do
projeto. A versão final do relatório deverá observar as normas adotadas pelas
Normas Técnicas Acadêmicas da Instituição, no que forem aplicáveis.
4.4 AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL
A avaliação consistirá da média aritmética ponderada das notas atribuídas na versão
definitiva escrita e a sua apresentação oral, de acordo com os pesos estabelecidos
abaixo, utilizando ficha de avaliação própria (ANEXO C):
a) Versão definitiva escrita: peso 7,0 (seis);
b) Apresentação oral: peso 3,0 (quatro).
As avaliações da versão definitiva escrita do relatório final, bem como da sua
apresentação oral, serão feitas por meio da média aritmética ponderada das notas
atribuídas individualmente pelos membros da Banca Examinadora.
Cada membro da Banca Examinadora atribuirá ao aluno, uma nota de 0 (zero) a l0
(dez), relativa à avaliação do relatório final do trabalho de conclusão de curso.
O aluno que não entregar a versão definitiva escrita e/ou não comparecer para a
apresentação oral, será reprovado por nota (conceito RN).
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165
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A apresentação oral do relatório final do projeto será realizada em sessão aberta ao
público, em data e local estabelecidos pela coordenação do curso, contando com 20
minutos para apresentação e 30 minutos para perguntas.
Será considerado aprovado o aluno cuja avaliação final, em seu conjunto,
apresentar nota igual ou superior a 7,00 (sete) e que tiver comparecido a pelo
menos 75% dos encontros agendados com o professor orientador.
O resultado a ser emitido pela Banca Examinadora em ata, será originado da análise
do relatório final escrito e da apresentação e defesa, desenvolvidos pelo aluno e ser
expresso das seguintes formas:
a) aprovado com louvor;
b) aprovado;
c) aceito com ressalvas;
d) reprovado.
Se os avaliadores considerarem necessário, poderá ser concedido ao aluno um
prazo de até 10 (dez) dias corridos, contados a partir da data de apresentação e que
não comprometa o calendário acadêmico da Faculdade Integrada de Vila Velha,
para retificação/correção do relatório final do Trabalho de Conclusão de Curso, não
sendo
necessária nova defesa.
A Banca Examinadora poderá recomendar os trabalhos aprovados para publicação
como artigo em periódicos especializados.
5 DO ALUNO
5.1 CABE AO ALUNO
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166
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•
Entregar à Coordenação de Curso, na primeira semana letiva do semestre,
proposta de trabalho contendo o tema que pretende abordar e o nome do
Professor Orientador, dentre os indicados pela Coordenação do curso;
•
Elaborar o projeto de pesquisa e encaminhá-lo, através do Professor
Orientador, à Coordenação de Curso, ao final do período letivo em que estiver
matriculado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I;
•
Apresentar-se ao Professor Orientador, segundo o calendário de reuniões
definido no primeiro dia de aula do semestre letivo, para orientar-se e expor o
andamento do trabalho. Ao aluno que não comparecer à reunião agendada,
ser-lhe-á atribuído falta no período compreendido entre a última reunião e a
atual, salvo os casos previstos em lei;
•
Comparecer a no mínimo 75% das reuniões programadas para o semestre
letivo;
•
Desenvolver as atividades previstas no projeto aprovado (disciplina Trabalho
de Conclusão de Curso I), redigir o relatório final e encaminhá-lo à
coordenação do curso obedecendo a prazos previamente definidos. O
relatório deverá observar as normas adotadas pelas Normas Técnicas
Acadêmicas da Instituição;
•
Apresentar-se, em data e local marcados pela Coordenação de Curso,
perante a Banca Examinadora, a fim de efetuar a apresentação oral do
relatório final do Trabalho de Conclusão de Curso;
Após a apresentação oral, realizar as correções sugeridas, quando for o caso, e
encaminhar a versão final do relatório à Supervisão de Trabalho de conclusão de
curso. O prazo para entrega da versão final é de dez dias, contados a partir da data
da apresentação oral.
6 DO ORIENTADOR DO PROJETO DE GRADUAÇÃO
A orientação será efetuada por um professor do Curso de Administração da
Faculdade Integrada de Vila Velha:
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167
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Ao Professor Orientador será atribuída uma carga horária de duas horas/aula
semanais para orientação de até seis diferentes trabalhos, para orientações na
elaboração do projeto - disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I. Para a
disciplina Projeto de Graduação II será atribuída uma carga horária de duas
horas/aula semanais para orientação de até seis diferentes trabalhos, destinadas ao
desenvolvimento e redação do relatório final.
6.1 CABE AO PROFESSOR ORIENTADOR
•
Avaliar a relevância e a exequibilidade do problema ou objeto de estudo
proposto pelo aluno;
•
Orientar o aluno na elaboração do projeto, ajudando-o a delimitar
corretamente o problema a ser desenvolvido e indicando, se necessário,
fontes bibliográficas e/ou de dados estatísticos preliminares;
•
Avaliar, em conjunto com a Coordenação de Curso, o Projeto de Graduação;
•
Receber o aluno nos dias agendados, conforme calendário de reuniões
definido na primeira semana de aula de cada período, para orientação e
avaliação do andamento do trabalho, de modo a garantir o amadurecimento
gradual das ideias e evitar o acúmulo de tarefas no final do período. Os
atendimentos com as atividades recomendadas serão registradas em
formulários próprios e assinadas pelo(s) aluno(s) e pelo professor orientador
(ANEXO D e E);
•
Sugerir à Coordenação do Curso de Administração, juntamente com aluno, os
membros da Banca Examinadora;
•
Participar, como presidente, da Banca Examinadora na avaliação final e
enviar o resultado à Coordenação do Curso;
•
Poderá o Professor Orientador desistir de orientar o Trabalho de Conclusão
de Curso de algum aluno, comunicando o motivo, ou motivos, por escrito, à
Coordenação de Curso após expor ao aluno, a decisão tomada.
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168
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7 DA BANCA EXAMINADORA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO
A
Banca
Examinadora
será
designada
pela
Coordenação
do
Curso
de
Administração e será constituída por 3 (três) membros, um deles o orientador, que a
presidirá, e os demais profissionais, que poderão ser:
a) pertencentes ao quadro de professores da Faculdade Integrada de Vila
Velha :professores de outras instituições de ensino superior;
b) profissionais de notório saber na área do trabalho, comprovado através de
curriculum vitae.
7.1 CABE À BANCA EXAMINADORA
•
Proceder à avaliação da versão definitiva escrita do relatório final do Trabalho
de Conclusão de Curso e da sua apresentação oral;
•
Encaminhar à Coordenação de Curso, através de seu presidente, o resultado
da avaliação final procedida com base nos critérios deste regimento.
8 DA SUPERVISÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Cabe à Coordenação do curso de Administração assumir a supervisão das
disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II.
Atribuições da Supervisão das disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II:
•
Designar um professor, do colegiado do curso de Administração da Faculdade
Integrada de Vila Velha, para acompanhar as atividades referentes ao
Trabalho de Conclusão de Curso, atribuindo-lhe uma carga horária semanal
de 4 (quatro) horas/aula;
•
Acompanhar as atividades do Trabalho de Conclusão de Curso visando
promover a integração dos alunos e respectivos orientadores;
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169
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•
Estabelecer a sistemática de funcionamento, o que implica definir:
a) Prazos para a entrega do projeto e do relatório final do Trabalho de
Conclusão de Curso;
b) Critérios para aprovação do objeto de estudo;
c) Critérios para avaliação dos Projetos;
d) Normas a serem observadas pelo aluno, quando da elaboração do Projeto,
sobretudo aqueles referentes ao aspecto físico, tais como paginação,
notas de rodapé, referências bibliográficas, capítulos, títulos, anexos,
tabelas, quadros, etc.
•
Programar as atividades dos orientadores, procurando compatibilizar a
preferência dos alunos com a disponibilidade e/ou interesse dos professores,
levando-se em conta as seguintes prioridades: orientação para os alunos que
irão cursar pela primeira vez as disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I
e II em relação aos demais;
•
Avaliar o Trabalho de Conclusão de Curso em conjunto com o Professor
Orientador;
•
Sugerir, em conjunto com o Professor Orientador, a Banca Examinadora;
•
Marcar a data e local para apresentação oral e expedir convites aos
participantes da Banca Examinadora e ao aluno;
•
Homologar a avaliação final efetuada pela Banca Examinadora, e enviá-la a
Secretaria Acadêmica para fins de registro acadêmico.
9 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Os casos omissos serão decididos pela Coordenação do Curso de Administração.
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APÊNDICES
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APÊNDICE A – ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE UM TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO
CAPA
FOLHA DE ROSTO
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
1.1 JUSTIFICATIVA DO TEMA
1.2 DELIMITAÇÃO DO TEMA
1.3 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA
1.4 OBJETIVOS
1.4.1 OBJETIVO GERAL
1.4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1.5 HIPÓTESE
1.6 META
1.7 METODOLOGIA
1.7.1 CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA
1.7.2 TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS
1.7.3 FONTES PARA COLETA DE DADOS
1.7.4 CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA PESQUISADA
1.7.5 INSTRUMENTO PARA A COLETA DE DADOS
1.7.6 POSSIBILIDADE DE TRATAMENTO E ANÁLISE DOS DADOS
2 REFERENCIAL TEÓRICO
3 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO
4
REFERÊNCIAS
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APÊNDICE B – ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
CAPA
FOLHA DE ROSTO
TERMO DE APROVAÇÃO
EPÍGRAFE E/OU DEDICATORIA (opcional)
AGRADECIMENTOS (opcional)
LISTA DE figuras, tabelas, gráficos, abreviaturas, siglas e/ou símbolos.
RESUMO: síntese do projeto final de curso, com no máximo 250 palavras, redigida
apenas em um parágrafo. Deve conter os aspectos mais importantes, objetivos,
metodologia e as conclusões.
SUMARIO: apresentação das partes do trabalho - capítulos e sessões - na mesma
ordem em que se sucedeu no corpo do texto, seguidas das respectivas paginações.
1 INTRODUÇÃO
1.1 JUSTIFICATIVA DO TEMA
1.2 DELIMITAÇÃO DO TEMA
1.3 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA
1.4 OBJETIVOS
1.4.1 OBJETIVO GERAL
1.4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1.5 HIPÓTESE
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1.6 META
1.7 METODOLOGIA
1.7.1 CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA
1.7.2 TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS
1.7.3 FONTES PARA COLETA DE DADOS
1.7.4 CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA PESQUISADA
1.7.5 INSTRUMENTO PARA A COLETA DE DADOS
1.7.6 POSSIBILIDADE DE TRATAMENTO E ANÁLISE DOS DADOS
1.8 APRESENTAÇÃO DO CONTEÚDO DAS PARTES
2 REFERENCIAL TEÓRICO
3 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS / ESTUDO DE CASO
3.1 MUNICÍPIO/EMPRESA OBJETO DE ESTUDO DA PESQUISA
3.2 APRESENTAÇÃO DOS DADOS
3.3 ANÁLISE DOS DADOS
4 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÃO
4.1 CONCLUSÃO
4.2 RECOMENDAÇÕES
5 REFERÊNCIAS
APÊNDICE/ANEXOS.
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APÊNDICE C – FICHA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO
FICHA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Aluno(s): ____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
Professor Orientador: __________________________________________________
Banca: _____________________________________________________________
___________________________________________________________________
Coordenador de Curso: ________________________________________________
Data: _______________________________________________________________
Aspectos da Apresentação Escrita
1) Coerência entre a definição do Tema e o desenvolvimento do trabalho
2) Elaboração dos Objetivos
3) Descrição da Metodologia
4) Aspectos inovadores no estudo realizado
5) Relevância Científica (Referencial Teórico e bibliografia)
6) Apresentação dos dados coletados
7) Análise dos dados (correlação entre variáveis e teoria)
8) Apresentação de conclusão
9) Apresentação de recomendações
10) Correção da linguagem escrita / linguagem acadêmica
11) Adequação às Normas da ABNT (Normas técnicas Acadêmicas)
12) Comprometimento durante a elaboração do trabalho (deverá ser levado
em consideração durante a definição da pontuação)
Média (Peso 7,0):
:
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Aspectos da Apresentação Oral
Notas
1) Clareza no uso da linguagem científica
2) Utilização adequada do tempo previsto
3) Clareza na apresentação da metodologia do trabalho
4) Interpretação de tabelas e gráficos
5) Capacidade de síntese e conclusão
6) Clareza na exposição dos questionamentos e desafios suscitados pelo
estudo
7) Domínio horizontal e vertical do tema estudado
Média (Peso 3,0):
Média Global: _______________________
Curso: ______________________________________________________________
Nome do Aluno: ______________________________________________________
Período: ____________________________________________________________
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APÊNDICE D – FICHA GRUPAL PARA AGENDAMENTO E CONTROLE DE
FREQUÊNCIA ÀS SESSÕES DE ORIENTAÇÃO
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Orientando(s): _______________________________________________________
Tema: ______________________________________________________________
___________________________________________________________________
Orientador:__________________________________________________________
Data
Atividades realizadas
Atividades
a
serem
desenvolvidas
Assinatura(s)
Encontros programados para o semestre: Total de Presenças:
_________________________________ Total de Ausências:
Assinatura do Professor(a) Orientador(a): _________________________________
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APÊNDICE E - FICHA INDIVIDUAL PARA AGENDAMENTO E CONTROLE DE
FREQUÊNCIA ÀS SESSÕES DE ORIENTAÇÃO
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Orientando:__________________________________________________________
Tema:______________________________________________________________
Orientador:__________________________________________________________
Data
Atividades realizadas
Atividades
a
serem
desenvolvidas
Assinatura(s)
Encontros programados para o semestre: Total de Presenças:
_________________________________ Total de Ausências:
Assinatura do Professor(a) Orientador(a): _________________________________
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APÊNDICE F – ATA DE APRESENTAÇÃO E DEFESA DO RELATÓRIO FINAL DO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
ATA DE APRESENTAÇÃO E DEFESA DO RELATÓRIO FINAL DO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Aos_________
dias
do
mês
de___________________
de
_________às
__________horas, na sala número______ da Faculdade Integrada de Vila Velha: na
presença
da
Banca
Examinadora
presidida
pelo(a)
professor(a)
__________________________________________________________________ e
composta
pelos
demais
membros,
nomeados
a
seguir:
1)
___________________________________________________________________
e 2)________________________________________________________________
o aluno(a)___________________________________________________________,
do ___º período do curso de Administração matriculado(a) na turma ____º ADM
apresentou e defendeu o Trabalho de Conclusão de Curso, como elemento
curricular
indispensável
à
colação
de
grau,
tendo
como
título________________________________________________________________
___________________________________________________________________
__________________________________________. A Banca Examinadora, reunida
em
sessão
reservada,
deliberou
e
decidiu
pelo
resultado
___________________________________________________________________*
ora formalmente divulgado ao aluno e aos demais participantes. Eu Professor
___________________________________________________________________
na qualidade de Presidente da Banca lavrei apresente Ata que será assinada por
mim, pelos demais membros e pelo(s) aluno(s) apresentador(es) do trabalho.
Assinaturas:
1. Presidente da Banca Examinadora_____________________________________
2. Membro da Banca___________________________________________________
Membro da Banca_____________________________________________________
3. Aluno____________________________________________________________
*.Aprovado com louvor; aprovado; aceito com ressalvas; reprovado.
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ANEXO D - REGIMENTO DONÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
REGIMENTO DONÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
CAPÍTULO I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Art.1º. O presente Regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do
Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos Cursos de Graduação da Faculdade
Integrada de Vila Velha.
Art.2º. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo responsável pela
concepção, implantação e acompanhamento do Projeto Pedagógico dos cursos da
Faculdade.
Parágrafo 1 - O Núcleo Docente Estruturante para implantação do curso será
definido pelo Colegiado de Curso, subordinado à Coordenação de Curso e
designado pela Direção da Instituição através de Portaria, sendo composto por
número mínimo de 05 (cinco) docentes incluindo a Coordenação de Curso, que irão
atuar nos 02 (dois) primeiros anos de curso, sendo que sua composição tem
validade por dois anos, podendo ter a designação renovação pelo prazo de mais 02
(dois) anos, desde que aprovado pelo Colegiado de Curso.
Parágrafo 2 – Para os cursos que serão implantados, o Núcleo Docente Estruturante
será definido pelo Colegiado de Curso, estando subordinado a Coordenação de
Curso e designado pela Direção da Instituição, devendo ter número mínimo de 05
(cinco) docentes incluindo a Coordenação de Curso, sendo que sua composição tem
validade por dois anos, podendo ter a designação renovação pelo prazo de mais 02
(dois) anos, desde que aprovado pelo Colegiado de Curso.
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
Parágrafo 3 – A cada 02 (dois) anos haverá eleição do Núcleo Docente Estruturante
a ser feita pelo Colegiado de Cursos, podendo os membros ser reeleitos por igual
período de tempo.
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Art.3º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
I.
analisar e propor providências a respeito dos resultados das avaliações, do
curso, dos docentes e dos discentes e medidas para a solução dos
problemas apontados;
II.
assessorar a Coordenação de Curso no cumprimento de suas competências
acadêmicas e na aferição do cumprimento dos objetivos gerais do Curso;
III.
apreciar e emitir parecer ao Coordenador do Curso sobre os processos e
recursos de alunos e professores do curso, encaminhados ao Núcleo, e que
estejam especificamente dentro de suas atribuições; caso contrário,
encaminhá-los ao Diretor Acadêmico;
IV.
discutir as diretrizes gerais dos programas das disciplinas ou módulos do
respectivo Curso;
V.
integrar os planos elaborados pelos professores, relativos ao ensino das
várias disciplinas ou módulos, para fim de organização do conteúdo
programático do Curso;
VI.
acompanhar a execução do Projeto Pedagógico do Curso, propondo ao
Conselho Acadêmico, as alterações necessárias a serem enviadas à
Direção Executiva para sua atualização e posterior encaminhamento aos
órgãos competentes;
VII. propor:
a) providências necessárias à melhoria da qualidade do curso;
b) mecanismos para a prática da interdisciplinaridade no curso;
c) alteração de pré-requisitos e requisitos paralelos na matriz curricular;
d) às instâncias superiores, por iniciativa própria ou a convite, projetos
de ensino, de pesquisa e de extensão;
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
e) reformulações curriculares a serem submetidas à apreciação da
Direção Acadêmica, para posterior encaminhamento aos órgãos
competentes.
VIII. colaborar com os demais órgãos da Faculdade Integrada de Vila Velha;
IX.
exercer outras funções e atribuições, na área de sua competência; e
X.
zelar pela execução das atividades relativas às disciplinas que integram o
curso.
CAPÍTULO III
DA CONSTITUIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Art. 4º. O Núcleo Docente Estruturante será constituído de:
a) o Coordenador do Curso, como seu presidente;
b) pelo menos 05 (cinco) membros do corpo docente que compõem o Colegiado de
Cursos, incluindo nesse percentual o Coordenador de Curso;
c) ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de pós-graduação stricto sensu;
d) ter todos os membros em regime de trabalho parcial ou integral, sendo pelo
menos 20% em tempo integral.
Art. 5º. A indicação dos representantes docentes será feita pelo Colegiado de Curso
para um mandato de 2 (dois) anos, com possibilidade de recondução.
CAPÍTULO IV
DA TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DOS DOCENTES DO NÚCLEO
Art. 6º. Os docentes que compõem o NDE possuem titulação acadêmica obtida
em programas de pós-graduação lato senso ou stricto sensu.
Art. 7º. O percentual de docentes que compõem o NDE com formação acadêmica
na área do curso deverá ser, de pelo menos, 20% (vinte por cento).
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FACULDADE INTEGRADA DE VILA VELHA
CAPÍTULO V
DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NÚCLEO DOCENTE
ESTRUTURANTE
Art.8º. Compete ao Presidente do Núcleo:
a) convocar e presidir as reuniões;
b) representar o NDE junto aos órgãos da instituição;
c) encaminhar as deliberações do Núcleo;
d) designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo
Núcleo e um representante do corpo docente para secretariar e lavrar as atas;
e) coordenar a integração com os demais Colegiados e setores da instituição.
CAPÍTULO VI
DAS REUNIÕES
Art.9º. O Núcleo reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu
Presidente, 4 (quatro) vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que
convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares.
Art 10º. As decisões do Núcleo serão tomadas por maioria simples de votos, com
base no número de presentes.
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art 11º. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo ou órgão superior, de
acordo com a competência dos mesmos.
Art 12º. O presente Regulamento entra em vigor após aprovação pelo Colegiado do
Curso.
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Projeto Pedagógico do curso de Administração