Política EDIÇÃO 56 - Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011 alhador Rural deve estar Câncer de Pele e o Trabalho Rural rta ao câncer de pele EDIÇÃO 100 ANO 4 - Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012 Aline Mara Jacoby, Camila Alessandra Anastácio, Eliane Sebastião, Marieli Cristina Ribeiro, Mayara Palma Goulart (1) Marta Kolhs & Grasiela Brusnello(2) O o INCAcâncer (Instituto cer de pele. Determinadas é Nacional ao sol nas atividades a doença. do Câncer), nos diárias, últimosnormalmente pintas, apesar de beniguma patoloComo somos uma gia causada sem uso de proteção. população de etnia cinco anos, tem aumenta- nas, são difíceis de serem por múltiplos fatores, São vários os tipos predominante alemã e do consideravelmente os distinguidas do melanoma, dentre eles, pode-se de câncer de pele: os italiana e nossas oricasos de câncer de pele, muitas destacar as alterações carcinomas necessitando são os gens são e/ou vezes contiprincipalmente, trabaremovê-las, produzindo cigenéticas, fatores am-nos mais comuns e com nuando sendo do meio bientais e dorurais. estilo de maior frequência, mas muitas rural, fatores estes lhadores catrizes vezes trauvida. Nesta doença, são menos graves; os que chama atenção Alguns Municípios da máticas. ocorre o crescimento melanomas, são me- dos serviços de saúde, nossa região através deoucândesordenado de oeste, cé- nos frequentes,Quais porém os poistipos estamos estide suas Secretarias cer de e como calulas que invadem os sãoMunimais graves por pele vemos muito se expostecidos órgãos, po-disponibicausa do risco de me- tos aos raios solares cipais ede Saúde racterizam? dendo até metastizar. tástases aumentado. - maior fator de risco lizam a população, Deste espe-modo,- dianO basocelular é o tipo Dividindo-se rapidaao câncer de pele. cialmente agricultores, mais freqüente e represenmente, tais dos células te das estações mais Uma das meo protetor solar, tam-ou ta casos. Torna-se tendem a ser muitocomo quentes sol 70% mais dos lhores formas de preagressivas e inconforte de primavera/ venir o câncer de pele bém os Profissionais de mais comum após os 40 troláveis, gerando até verão, é importante é proteger-se do sol, Saúde para orientação. anos em pessoas de pele mesmo a formação de compreender vários pois seus raios são exEm conversa um tra-que clara. Seutremamente surgimento está tumores malignos. com aspectos norteiam danosos balhador rural à expoVale destacar quede a Chapecó, essa doença. diretamente Isso pelo paraligado pele. Para atenupele, é o maior órgão fato anos de que a exposiar seus efeitos, não aposentado, com 60 sição solar acumulada du-é do corpo humano, ção excessiva ao sol é recomendável exporde idade, vítima do câncer rante a vida. composta por duas o principal fator de ris- se ao sol das 10h às de pele,a epiderme, doença que - O espinocelular é o secamadas: co dotem câncer de pele. 16h. É indispensável nos braços e parte da face, gundo na parte externa, e a Pessoas que vivem em tipo fazer mais o uso comum do filtro derme, na parte intertropicais como se solar diariamente. constatou-se que opaíses problee pode disseminar por na. Além de regular a o Brasil, estão con- Muitos municípios de ma é resultado de quase 40 meio de gânglios e provotemperatura do corpo, seqüentemente mais nossa região ofereanos dedetrabalho meio a esse car tipo metástase (multiplicaela serve proteção no expostas cem o protetor solar rural agentes sem ter adotado um emção rápida células rural, para contra exterde doença especial aodas trabalhador nos, como luz e na região devido alocais através da Unidade mínimo dedo sol cuidado, atéSuloutros do corpo). calor, contra agentes camada de ozônio que Básica de Saúde. mesmo por falta de infor- O melanoma é o tipo infecciosos e agentes filtra os raios solares O rosto deve ser a mações, que em décadas mais perigoso, com protegida, alto poquímicos. ter sido diminuída parte mais passadas mais raras. produzir Diante doseram vários pela ação dotencial homem. depois estudos metáscomprotipos de Câncer, desVisando os riscos, vam que é onde ocorrese o Há cerca de três anos per- tase. Pode levar à morte taca-se que o câncer enfatiza-se que pes- maior número de casos. cebendo algo errado, pro- não houver diagnóstico e de pele é o de maior soas com história fa- É de extrema importâncurou ume médico, após tratamento É mais incidência os mais que miliar da doença, que cia precoce. dar atenção espeexames no confirmou tratarpelefreqüente em pessoas de comuns Brasil. se possuem e olhos cial aos lábios e orelhas Dos 25% dos tumores claros, cabelos loiros também. Deste modo, de câncer. As alterações pele clara e sensível. Normalignos diagnostica- ou ruivos, albinas, use chapéu quando a eram manchas e pequenas malmente, inicia-se com dos, a maior parte é que se expõem ao sol exposição ao sol for exferidas que pele uma pinta escura. causada pelo surgiam exces- e na a agentes químicos cessiva: ele ajuda a blodosde membros desprotegimaior chance so exposição aos freqüentementeOnde sem há quear a passagem dos raios ultravioleta do proteção, raios, protegendo a cados do sol. Passou por va- têmdemuitas desenvolver o câncer? sol, o que está muito manchas/pintas pelo beça e o rosto. rias etapas de tratamento - A maioria dos casos de relacionado ao traba- corpo, constituem a Procurar os profise atualmente segue a risca câncer de pele em lhador rural, devido a população de maior sionais deocorre saúde caso as orientações da equipe de desenvolver áreas do corpo expostas resua grande exposição risco para você observe manchas; saúde. petidamente ao sol. Estas áreas a cabeça, (1) Acadêmicas do curso de Enfermagem – Ênfase em Saúdeincluem Pública – CEO/UDESC (2) Algumas Enfermeiras e Docentes do curso de Enfermagem – Ênfase em Saúde Pública CEO/UDESC Dúvidas Sobre pescoço, face, terço – supeo Câncer de Pele: rior da orelha, mãos, antePor que devemos estar braço, ombros, dorso, tórax atentos com as pintas e do homem e dorso e pernas sinais? em mulheres. - O número de pintas Os principais sintomas existentes representa um da doença? fator de risco de desenvol- Existem várias apresenvimento do melanoma, um tações diferentes de mantipo preocupante de cân- chas na pele. A primeira Atenção: No verão aumentam os riscos de se contrair a doença. Cuidados básicos como usar protetor solar, chapéu de aba larga e camisa de manga longa ajudam a reduzir riscos novas lesões ou quando ticar precocemente, o uma lesão pigmentaforma agriuma lesãotem antigauma sofrer aparência que aumenta expõem a chance ao da. sol, Alémcomo das bordas elevada cultores, irregulares, velejadores, algum tipo e debrilhante, mudan- de transcura. podepeshaça. Esses profissionais O Câncer de pele ver coceira, descamalúcida, avermelhada, cas- cadores, jardineiros, trapodem ajudar a preve- pode surgir a partir ção, podendo até santanha, rósea ou multicolo- balhadores da construção nir, ou ainda diagnos- da pele normal ou de grar. rida. A segunda tem uma civil. pinta Destaca-se preta ou a castanha cânceraos de sintomas pele se maniimportância deOatentar queOs muda sua cor, textura, festa de forma mais característicos são: lesão pigmentada, imediata? aumento torna-se irregular nasalteração bor- coloração É uma doença acumudo tamanho da lesão, na e na forma da apresentando bordas irregulares. daslesão, e cresce de tamanho. lativa. As conseqüências de A terceira forma é de uma uma exposição excessiva mancha ou ferida que não ao sol aparecem depois de cicatriza. alguns anos. Dificilmente Quem pode ter câncer esse tipo de câncer acomede pele? terá as crianças, a maior - Pode atingir qualquer parte dos casos é constatapessoa, mas é comum em da em idosos. Nas crianças dois grupos: aquelas com ocorre em algumas doenpele muito clara e aque- ças ou síndromes genétilas que constantemente se cas e hereditárias. 2 Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012 Caderno Rural Bezerra, o Futuro da Produção Leiteira Jardel Rogeri(1), Lenilson da Fonseca Roza(2) , Carlos Eduardo Oltramari(3) Oltramari Editorial UDESC comemora a edição número 100 do Sul Brasil Rural É com muita satisfação que parabenizamos e comemoramos juntos com a equipe de editores, jornalistas, colaboradores acadêmicos e professores da UDESC dos cursos de Zootecnia, Enfermagem e Engenharia de Alimentos e a comunidade de leitores do encarte, a centésima edição do jornal Sul Brasil Rural. Uma parceria de sucesso entre o Jornal Sul Brasil, que possui grande circulação no Oeste Catarinense e o Campus Oeste (CEO) da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, que iniciou em dezembro de 2008, com o incentivo do professor Antônio Waldimir Leopoldino da Silva, na época o Diretor geral do CEO/UDESC e do professor Edir Oliveira da Fonseca, que era o coordenador do curso de Zootecnia. Durante esses anos de parceria e trabalho, tivemos em torno de 500 notícias e matérias de divulgação aos assuntos de interesse referentes à agricultura, pecuária, ao campo e ao espaço rural, sempre primando à sustentabilidade. Além de outros assuntos, como: previsão do tempo, receitas, agendas e indicadores econômicos. O CEO/UDESC se orgulha deste projeto e parceria, e cumprimenta o Jornal Sul Brasil pela oportunidade de contribuir com o conhecimento rural, através da publicação das atividades desenvolvidas por acadêmicos e professores, nas áreas do ensino, pesquisa e extensão. Firmamos nossa parceria e almejamos comemorar a milésima edição. Boa leitura a todos. Renata Mendonça Rodrigues Diretora Geral do CEO/UDESC Expediente Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Centro de Educação Superior do Oeste – CEO Endereço para contato: Rua Benjamin Constant, 84 E, Centro. CEP.:89.802-200 Organização: Prof.º: Paulo Ricardo Ficagna pr[email protected] Telefone: (49) 3311-9300 Jornalista responsável: Juliana Stela Schneider REG. SC 01955JP Impressão Jornal Sul Brasil As matérias são de responsabilidade dos autores Sul brasil Bezerreiro experimental da USP – Universidade de São Paulo. Piracidaba/SP P ara que haja sucesso na atividade leiteira devemos atentar para todas as fases de criação (bezerras, novilhas, vacas em lactação e vacas secas). No entanto, muitos produtores canalizam seus esforços apenas para as vacas em lactação, deixando as demais classes sem a atenção necessária. Nesse sentido, o objetivo desse artigo é dar informações práticas para melhoria do sistema de criação de bezerras leiteiras, visando aumentar a lucratividade do produtor. Para a obtenção de uma bezerra saudável e que apresente bom desempenho, os cuidados iniciam-se antes mesmo dela nascer. Ou seja, a vaca prenhe deve apresentar-se saudável e, especialmente, receber uma dieta balanceada para que o animal nascido seja vigoroso, estando preparado para enfrentar os desafios que o novo ambiente irá lhe impor. O manejo de bezerras inicia logo após o parto, começando pela cura do umbigo com iodo, visando prevenir problemas sanitários. A colostragem da bezerra também deve ser realizada logo após o nascimento da mesma. O colostro é rico em imunoglobulinas (células de defesa), as quais irão ajudar a defender a bezerra contra microrganismos que possam causar enfermidades. O colostro é secretado nas primeiras 48h de vida da vaca, sendo de suma importância que a bezerra ingira, no mínimo, 2 litros de colostro nas primeiras duas horas de vida. A partir daí deve-se, fornecer 2 litros de 12 em 12 horas (manhã e tarde), até o animal completar dois dias de vida. Outro fator que deve ser observado na administração do colostro é a qualidade do mesmo. Deve-se evitar o fornecimento de colostro oriundos de animais doentes ou com mastite. Após a fase de colostragem, inicia-se o fornecimento de leite. O fornecimento de 4 litros de leite por dia divididos em duas refeições (manhã e tarde) é suficiente para a o animal sobreviver. Porém, sobra pouca energia para o ganho de peso. Nesse sentido, fornecer uma maior quantidade de leite e/ou estimular o consumo de alimentos sólidos (concentrados e volumosos) são práticas que resultam em maior desempenho dos animais. Além do leite, sugere-se o fornecimento de alimentos concentrados desde os primeiros dias de vida do animal para que o mesmo desenvolva seu rúmen e deixe de depender do leite como dieta, diminuindo assim os custos de produção. Animais da raça Holandês devem ingerir cerca de 800g/ dia de concentrado durante três dias consecutivos para estarem aptos a serem desaleitados. Para animais da raça Jersey, sugere-se um consumo mínimo de 500g/ dia. Alimentos volumosos (pasto e feno, por exemplo) disponibilizados às bezerras em aleitamento devem ser de alta qualidade, para que promovam adequado desenvolvimento físico do rúmen sem limitar a ingestão de concentrados. Ao realizar as práticas de manejo citadas, aumentam as chances de melhorar desempenho nessa fase, além de reduzir a idade ao primeiro parto e elevar a produção de leite desse animal, refletindo em maior lucratividade do sistema de produção de leite. (1) Acadêmico do Curso de Zootecnia da UDESC/CEO e bolsista do programa de Extensão e Difusão de Conhecimento na Zona Rural do Estado de Santa Catarina. (2) Acadêmico do Curso de Zootecnia da UDESC/CEO e bolsista do Programa de Educação Tutorial – PET. (3) Professor de Bovinocultura Leiteira do curso de Zootecnia UDESC/CEO. www.jornalsulbrasil.com.br 16 Anos Caderno Rural 3 Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012 O ConectaZOO caracteriza-se por ser um ciclo de debates contínuo com o objetivo de suprir demandas específicas do setor agropecuário. Comunidades, cooperativas, produtores e demais interessados poderão informar estas demandas para que se organizem palestras específicas a respeito dos temas propostos. Desta forma, espera-se aumentar a capacitação no meio rural, possibilitando melhorias na qualidade de vida e permanência dos produtores rurais no campo. Participantes do segundo ciclo de debates, durante a Mercoláctea A Equipe de Organização do II ConectaZOO (CEO/UDESC; Mercoláctea 2012), agradece a todos os participantes do segundo ciclo de debates realizado no “pavilhão das oficinas” durante a Mercoláctea 2012. As palestras estão transcritas de forma resumida nesta edição do Sul Brasil Rural: Alternativas de Controle Inseminação Artificial: Como Aumentar Sua Eficiência em Parasitológico em Rebanhos Leiteiros? Bovinos e Ovinos Helen Krystine da Silva(1) & Rogério Ferreira(2) A Aleksandro Schafer da Silva(1) i n s e m i n a ç ã o médio de inseminações tempo fixo – IATF (sem s parasitoses dem ser usados. Os de verminose utilizanartificial (IA) é necessários para tornar a necessidade detecção causam gran- tratamentos com anti- do um fungo conheciuma técnica, uma vaca prenhe. de estro). des prejuízos Dentre os parâmetros Embora a IA seja 9:00 -parasitários Recepção químicos do como Duddingtonia simples de baixo custo econômicos aos produ- são a principal forma flagrans fornecido aos que tem uma alta efici- que merecem atenção, uma técnica bem estores brasileiros, devi9:15 -atualmente Abertura de controle animais na ração dia- ência na espécie bovi- a eficiência na detec- tabelecida na espécie do à perda de peso dos de parasitos, no entan- riamente. Este trata- na. Em virtude destas ção do estro é apontada bovina, vários parâmeanimais, redução na to o uso de alternativas mento teve a finalidade vantagens, a grande di- como um dos gargalos tros merecem atenção 9:30 às h naturais de reduzir a contami- fusão na utilização da responsáveis pela baixa para se alcançar bons produção de leite, morcom10:20 produtos Biotecnologias reprodução de bovinos e ovinos talidade, assim como tem aumentado devido naçãoreprodutivas ambiental peloaplicadas técnica deaIA tem um eficiência supracitada. resultados. Dentre os gastos com antipara- um crescente número Ferreira parasito, pois o fungrande reflexo no -meA justificativa por esta principais problemas Dr. Rogério – Professor de Reprodução Animal UDESC / CEO sitários frequentemen- de propriedades com go cresce nas fezes do lhoramento genético de menor eficiência de de- identificados, que vêm te. Entre os parasitos orgânica (lei- ovino na pastagem, e bovinos. No entanto, a tecção do estro está re- contribuindo para di10:20produção às 10:30 h - Intervalo mais comuns estão os te e carne), assim como captura e mata as lar- descrição da técnica de lacionada com a inten- minuição da eficiência carrapatos e as moscas a ocorrência de resis- vas dos helmintos. No IA propriamente dita e sificação do manejo nas desta biotécnica, estão às 11:00 h em bovinos, piolhos10:30 em tência parasitária as estudo mencionado os suas vantagens não fa- propriedades, fazendo as falhas na detecção Observatório Tecnológico doo Setor de Agricultura Agronegócio ovinos, tristeza parasi- drogas convencionais. ovinos tratados com zem parte do escopo do Familiar com cada evez menos do estro, descuido com Joaquim de Lima – UDESC / CEPLAN presente artigo técnico. tempo seja despendi- a qualidade do sêmen, tária bovina, e as verO programa de confungo não necessitaminoses que acomete trole parasitário em ram de tratamento com O objetivo do presen- do para a observação falhas no manejo da tanto bovinos como 11:00 ovi- uma propriedade pode drogas comerciais por te artigo é descrever e do comportamento dos IA, retardo na involuàs 11:50 h nos. Entre as vermino- ser baseado no uso de um período de 1 ano, discutir alguns pontos animais, item indispen- ção uterina e o período Alternativas de controle parasitológico em bovinossável e ovinos ses tem-se a hemonco- apenas um antipara- diferente do que aconcríticos relacionados para correta iden- de balanço energético Dr. Aleksandro Schafer da Silva – Professor de Parasitologia Animal - UDESC / CEO se, a doença que causa sitário, ou fazendo a teceu no grupo que não à eficiência da técnica tificação do animal em negativo no pós-parto maior mortalidade em rotação de fármacos. recebeu o fungo, e as- de IA, especialmente cio. Outro aspecto, este que acaba atrasando 11:50Pesquisas às 12:00 h mostram - Debate sim precisou ser trata- em rebanho leiteiros. inerente aos próprios o retorno à ciclicidade. ovinos. Não existe uma receita padrão para que a rotação de fár- do durante 4 vezes no Atualmente, a seleção animais, diz respeito a Portanto, embora a baium Programa de Con- macos é uma forma mesmo período, isso por parâmetros relacio- diminuição, nos últi- xa eficiência da IA em trole Parasitológico >em de aumentar a eficácia porque a contaminação nados uma mos 70 anos, do perírebanhos leiteiros seja Durante a tarde haverá leilão da Agropecuária Rialex e a 1acom Etapa domaior Campeonato Catarinense do Cavalo Quarto todas as propriedades do tratamento, assim ambiental por larvas de produção leiteira à luz odo em que os animais o reflexo de anos de de Milha rurais, pois o técnico como retardar a resis- helmintos reduziu mui- de um esquecimento permanecem em cio seleção para a produresponsável pelo proparasitária. Uma to no lote de ovinos fertilidade dos reba(em [email protected] média de 20 para ção ou leiteira, esta pode Favortência confirmar com antecedência a participação noque eventoda até dia 08/11/12 pelo e-mail no grama deve considerar alternativa de controle recebeu o fungo comnhos vem contribuindo 10 horas). Algumas esser contornada com telefone (49) 3322-4202 ou 9993-3014. os fatores ambientais, biológico de carrapa- parado ao outro lote. para uma gradativa di- tratégias podem ser uti- uma melhor identificacategoria animal, tipo tos é com fungos como Projetos de pesquisa minuição dos parâme- lizadas para melhor efi- ção do estro, avaliação de parasitos prevalen- Beauveria bassiana e e extensão que estão tros reprodutivos. Nos ciência na detecção do constante da qualidade tes no rebanho, manejo Metarhizium anisopliae em andamento no La- últimos 30 anos, os pa- estro, podendo-se citar do sêmen utilizado na da propriedade, entre que tem apresentado boratório de Parasito- râmetros de eficiência uma observação mais propriedade, emprego outros; antes de esta- bons resultados, porém logia Animal no CEO, reprodutiva vêm pio- cuidadosa dos animais, adequado da técnica de belecer um tratamento ainda não tem produ- e convidando os pro- rando drasticamente, utilização de rufiões ou IA e manejo adequado para o rebanho. ção comercial. dutores interessados podendo-se citar, um métodos eletrônicos de do período de transição Métodos de tratamenEm um experimento em participar em en- aumento do intervalo detecção de estro e em- (semanas que anteceto antiparasitário com realizado com ovinos trar em contato (e-mail parto-concepção e um prego de técnicas de in- dem e sucedem o parprodutos comerciais e no sul do Brasil basea- aleksandro_ss@yahoo. aumento do número seminação artificial em to). produtos naturais po- do no controle biológico com.br). A (1) Professor Departamento de Zootecnia, CEO, UDESC, Chapecó, SC, Brasil. (1) Graduanda em Zootecnia. UDESC/CEO. E-mail: [email protected] (2) Professor de Biotécnicas da Reprodução. UDESC/CEO. E-mail: [email protected] UDESC / CEO Departamento de Zootecnia Rua Beloni Trombeta Zanin, 68 E, Bairro Santo Antônio, CEP: 89815-630 - Chapecó, SC. Fone: (49) 3322-4202 Sul brasil www.jornalsulbrasil.com.br 16 Anos 4 Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012 Caderno Rural Agenda Indicadores Tempo Sol e Calor em SC Quinta-feira (22/11): Sol com aumento de nuvens e calor em SC. Sexta-feira (23/11): Sol com aumento de nuvens no decorrer do dia e pancadas isoladas de chuva entre a tarde e noite no Estado, especialmente no Oeste, Meio Oeste, Planalto Sul, Litoral Sul e Vale do Itajaí devido ao forte calor e aproximação de uma nova frente fria. Risco de temporal e granizo isolado. Sábado (24/11): A frente fria avança rapidamente por SC, mantendo o predomínio de nebulosidade e condições de pancadas de chuva na maioria das regiões na madrugada e manhã. Risco de temporal isolado na madrugada. No decorrer da tarde, o tempo melhora com aberturas de sol do Oeste ao Sul do Estado. A temperatura diminui. Domingo (25/11): Na madrugada, chuva isolada no Planalto Norte e no Litoral Norte. No decorrer do dia, predomínio de sol em todo o Estado devido a uma massa de ar seco. Temperatura mais amena. TENDÊNCIA de 26/11 a 06/12/2012 A previsão é que novembro termine e dezembro inicie com acumulados de chuva pouco significativos em SC, com ocorrência de pancadas de chuva mal distribuídas preferencialmente entre a tarde e noite, associadas ao aquecimento diurno típico da estação e a disponibilidade de umidade proveniente de sistemas meteorológicos. As frentes frias devem se deslocar mais pelo oceano neste período e as chuvas mais significativas estão previstas para o Sudeste e Centro Oeste do Brasil. Temperatura elevada em boa parte do período. PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL/SC NOV/DEZ DE 2012 E JAN DE 2013 Chuvas A previsão para os meses da Primavera é de chuva dentro da normalidade climática na maior parte do Estado podendo ficar acima da média no Oeste e Meio Oeste No início do Verão a tendência é de chuva próxima a média climática em todo o Estado. Ressalta-se que no trimestre persiste o risco de temporais com ventania e granizo em SC Em Dezembro a segunda quinzena é mais chuvosa em relação a primeira, e a chuva se concentra especialmente no período da tarde e noite, em forma de pancadas passageiras, típicas de verão. Temperatura A previsão é de temperaturas em elevação no trimestre, ficando acima da média. Os episódios de frio serão muito raros e restritos ao Planalto Sul. Setor de Previsão de Tempo e Clima Epagri/Ciram (ciram.epagri.sc.gov.br) Espaço do Leitor Este é um espaço para você leitor (a).Tire suas dúvidas, critique, opine, envie textos para publicação e divulgue eventos, escrevendo para: SUL BRASIL RURAL A/C UDESC-CEO Rua Benjamin Constant, 84 E Centro. Chapecó-SC CEP.: 89.802-200 [email protected] Publicação quinzenal Próxima Edição – 06/12/2012 Sul brasil 22/11 - Cartola - música para os olhos - Semana da Consciência Negra Categoria: Cinema Sinopse: A história de Cartola, um dos compositores mais importantes da música brasileira e também um dos expoentes mais nobres do samba. Recomendação etária: 10 anos Horário: 20h Local: Teatro SESC Chapecó 22/11 Também somos irmãos - Semana da Consciência Negra Categoria: Cinema Considerado o primeiro filme brasileiro a abordar abertamente a questão do preconceito Recomendação etária: 12 anos Entrada Franca 22/11 - Palestra: Finanças para Casais Inteligentes PALESTRA GRATUITA Construa um futuro financeiro à dois. Horário: 19:30h Local: SALA DE CURSOS FUTURO INVESTIMENTOS End.: Av. Getulio Vargas,870N. Ed. Central Park, sala 53. Centro- Chapecó/SC NECESSÁRIO CONFIRMAR PRESENÇA! Informações: 49-3361-3400 22/11 - Curso de Culinária - Saladas Especiais para o Verão Horário: 15h00 Local: Gran Cozinha do Celeiro Itália Informações e Inscrições: (49) 3361 2600 Realização: Celeiro Supermercados 27/11: Sonora Brasil - “Sagrados Mistérios: Vozes do Brasil”, com Caixeiras do Divino (MA) Categoria: Musica Recomendação etária: Livre Horário: 20h Local: Universidade Federal da Fronteira Sul Entrada Franca Procura-se um lar Contatos: 84331631. Roberta Pasqualli Datas Comemorativas 22/11 - Dia do Músico 23/11 - Dia Internacional do Livro 24/11 - Dia do Rio 28/11 - Dia Mundial de Ação de Graças 30/11 - Dia do Estatuto da Terra 01/12 - Dia Internacional da Luta contra a AIDS 02/12 - Dia da Astronomia www.jornalsulbrasil.com.br Suíno vivo - Produtor independente - Produtor integrado R$ 2,75 kg 2,92 kg Frango de granja vivo Boi gordo - Chapecó - São Miguel do Oeste - Sul Catarinense Ovinos – Peso Vivo4 - Cordeiro (até dois dentes) - Ovelha e capão (adultos) Feijão preto (novo) Trigo superior ph 78 Milho amarelo Soja industrial Leite–posto na plataforma ind*. 4,50 kg 3,20 kg 110,00 sc 33,00 sc 30,00 sc 69,00 sc 0,83 lt Adubos NPK (9:33:12)1 (5:20:20)1 AlfaMilho c/micronutrintes 1 69,50 sc 60,00 sc 66,00 sc Fertilizante orgânico2 Farelado - saca 40 kg2 Granulado - saca 40 kg2 Granulado - granel2 Queijo colonial3 Salame colonial3 Torresmo3 Linguicinha Cortes de carne suína3 Frango colonial3 Pão Caseiro3 (600 gr) Queijo de Ovelha3 Ovos Banana prata do rio Uruguai3 Peixe limpo, fresco-congelado3 - filé de tilápia - carpa limpa com escama - peixe de couro limpo Mel3 Pólen de abelha3 (130 gr) Muda de flor – cxa com 15 uni Suco laranja3 (copo 300 ml) Suco natural de uva3 (300 ml) Caldo de cana3 (copo 300 ml) Cookies integrais Calcário - saca 50 kg1 unidade - saca 50 kg1 tonelada - granel – na propriedade 1,93 kg 96,00 ar 99,00 ar 101,50 ar 10,00 sc 14,00 sc 335,00 ton 11,00 – 13,00 kg 12,00 – 17,00 kg 7,50 – 17,00 kg 6,50 – 9,00 kg 5,50 – 14,00 kg 8,80 – 9,60 kg 3,00 uni 35,00 kg 3,00 dz 2,00 kg 18,00 kg 8,50 – 9,50 kg 11,00 kg 8,00 – 12,00 kg 13,40 10,00 – 12,00 cxa 1,00 uni 2,00 uni 1,50 uni 3,50 10,00 sc 6,10 sc 91,00 tn Dólar comercial Compra: 2,0944 Venda: 2,0952 Salário Mínimo Nacional Regional (SC) 622,00 700,00 – 800,00 Fontes: Instituto Cepa/DC – dia 21/11/2012 * Chapecó 1 Cooperativa Alfa/Chapecó 2 Ferticel/Coronel Freitas. 3 Feira Municipal de Chapecó (Preço médio) 4 Frigorífico Palmeira Ltda/Palmeira 16 Anos