ECOLOGIA TEÓRICA E DE CAMPO Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Sim Área(s) de Concentração: Ciências Ambientais Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Métodos de amostragem de populações em Campo – CMR, populações abertas e fechadas, padrões de distribuição dos seres vivos; distribuição de Poisson e ponto quadrante central. Medidas de diversidade biológica. História de vida de organismos, Tabelas de vida e tabelas de vida e fertilidade. Análise Multivariada de populações e comunidades biológicas. Bibliografia: Begon, M., C. R. Townsend e J. L. Harper 2007. Ecologia de Indivíduos a Ecossistemas. 4ªed, Artmed, Porto Alegre. (2005, 4ª ed. Blackwell, Oxford ou 3a ed., 1996). Brower, J.E.; Zar, J.H.; von Ende, C.N. 1998. Field and Laboratory Methods for General Ecology, 4th ed. WCB/McGraw-Hill, 273pp. Página 10/96 - 13/09/2012 14:29:44 Krebs, C. J. 1994. Ecology. The experimental analysis of distribution and abundance. 4ª ed. Harper & Collins, New York. Krebs, J. R. e N.B. Davies. 1993. Introdução à ecologia comportamental. 3ª ed. Ateneu Editora, São Paulo. Ricklefs, R. E. 1990. Ecology. 3ª ed. W.H. Freeman. (ou 4ª ed., 1999, com Gary Miller). Ricklefs, R.E. 2003. A Economia da Natureza. 5ª ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. Townsend, C. R., M. Begon e J. L. Harper 2006. Fundamentos em Ecologia. 2ªed. Artmed, Porto Alegre. Zar, J. H. 1998 Biostatistical Analysis. 4ª ed. Prentice Hall. Artigos e revisões publicados em periódicos, tais como: Ecology, Annual Review of Ecology and Systematics, Ecological Monographs, Journal of Ecology, Journal of Animal Ecology, Biotropica, American Naturalist, Journal of Tropical Ecology, Oikos, Oecologia, entre outros. SEMINÁRIO DE PESQUISA Nível:Mestrado Profissional Obrigatória:Sim Área(s) de Concentração: Ciências Ambientais Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina Seminário de Pesquisa além do caráter de promover a interdisciplinariedade das especialidades dos docentes aos mestrandos também tem por objetivo apresentar as pesquisas desenvolvidas pelos diversos grupos que compõem o mestrado. Ao longo do semestre, diversas apresentações e discussões serão promovidas semanalmente visando conhecer e analisar as experiências dos diversos docentes (orientadores) e respectivos mestrandos sobre o desenvolvimento de suas pesquisas. , promovendo o estudo de técnicas adequadas ao desenvolvimento da dissertação do mestrado; a estruturação do protocolo de pesquisa e a apresentação de relatórios. Bibliografia: CARVALHO, Maria C. Maringoni de. Construindo o saber, metodologia científica: fundamentos e técnicas. 13. ed. Campinas: Papirus, 2002. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1983. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, PHILIPPI Jr, A.; Tucci, C.E.M.; Hogan, D.J.; Navegantes, R.. Interdisciplinariedade em Ciências Ambientais. Signus Editora, 2000. ROCHA, P.E.D. Trajetórias e perspectivas da Interdisciplinariedade Ambiental na PósGraduação Brasileira. Tese de Doutoramento, UFRRJ, 2001. SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. SOARES, Edvaldo. Metodologia científica :lógica ,epistemologia e normas. São Paulo: Atlas, 2003. TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 02.ed. São Paulo: Pioneira, 1999. 320 p. ISBN 85221-0070-5. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Sim Área(s) de Concentração: Ciências Ambientais Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina tem como objetivo apresentar ferramentas que conduzem uma pesquisa científica como é o caso da Estatística bem como os procedimentos necessários para construir a dissertação tais como a pesquisa bibliográfica, levantamento do estado da arte da temática escolhida, normas e técnicas da preparação da dissertação (referência bibliográfica, estrutura da dissertação, apresentação de gráficos e tabelas, etc.). A disciplina admite que a pesquisa científica deve ser orientada pelo uso do método hipotético-dedutivo e deixar bem clara quais são as hipóteses de trabalho testadas, os métodos de campo, de laboratório e estatísticos, projetos de pesquisa baseados nesse pressuposto e que levem em conta os conhecimentos pré-existentes, consistem em ferramentas de inegável utilidade quando empregados para a solução das questões ambientais. A disciplina consiste na exposição e na demonstração prática de metodologias e técnicas utilizadas predominantemente na pesquisa ecológica. Bibliografia: COSTA, MARCO ANTÔNIO & COSTA, MARIA DE FÁTIMA. Metodologia da Pesquisa: conceitos e técnicas. Rio de Janeiro- RJ: Edit. Interciência, 2001 FACHIN, ODÍLIA. Fundamentos de Metodologia. 4a edição- São Paulo – SP: Editora Saraiva, 2005. Página 12/96 - 13/09/2012 14:29:44 MAGURRAN, A. E. Measuring biological diversity. Malden: Blackwell, 256p, 2004. PINTO – COELHO, R.M. Fundamentos em Ecologia, Ed. Artmed, 2000. REY, L. Planejar e Redigir Trabalhos Científicos. São Paulo: Editora Edgar Blücher Ltda., 318 p. 1993. RODRIGUES, P. C. Bioestatística. Niterói: EDUFF, 1993. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Editora Campos, 1991. ZAR, Jerrold H. Biostatistical analysis. ISBN: 0-13-086398-X ORIGEM DA DIVERSIDADE BIOLÓGICA Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Conceito de biodiversidade e seus diferentes níveis de abrangência. Origem da biodiversidade e sua evolução. Princípios de Sistemática e Filogenética. Interações organísmicas e a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas. Valor e uso da biodiversidade. Consequências da alteração da biodiversidade. Estratégias de conservação. Caracterização dos biomas brasileiros, com ênfase na Mata Atlântica. Preservação dos recursos hídricos no contexto sobre as contaminações naturais e antrópicas e sua legislação. Uso e conservação dos solos. Caracterização dos fatores bióticos e abióticos que interferem na dinâmica, distribuição e evolução dos seres vivos. Bibliografia: Avise, J. C. and Hamrick, J. L. 1996. Conservation Genetics. Case Histories from Nature. Chapman & Hall, New York, NY. Balick, E. Elisabetsky, E. and Laird, S. A. 1996. Medicinal Resources of the Tropical Forest; Biodiversity and Its Importance toHuman Health. Columbia University Press. Begon, M., C. R. Townsend e J. L. Harper 2007. Ecologia de Indivíduos a Ecossistemas. 4ªed, Artmed, Porto Alegre. (2005, 4ª ed. Blackwell, Oxford ou 3a ed., 1996). Bowie, S. H. U. and Webb, J. S. 1980. Environmental Geochemistry and Health. D. Reidel Publishing Company. Fergusson, J.E. 1990. The Heavy Elements: Chemistry, Environmental Impact and Health Effects. Pergamon Press. Foster, H, D. 1992. Health, Disease and the Environment. CRC Presss, Boca Raton. Lewinsohn, T. e Padro, P. I. 2002. Biodiversidade Brasileira: Síntese do Estado Atual do Conhecimento. Contexto Acadêmica, São Paulo. Primack, R. B. e Rodrigues, E. 2001. Biologia da Conservação. Midiograf, Paraná. Ricklefs, R.E. 2003. A Economia da Natureza. 5ª ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. Townsend, C. R., M. Begon e J. L. Harper 2006. Fundamentos em Ecologia. 2ªed. Artmed, Porto Alegre. Wilson, E.O. 1992. The Diversity of Life. The Belknap press of Harvard University Press, Cambridge, Massachusetts. Wilson, E. O. 1997. Biodiversidade. Nova Fronteira, Rio de Janeiro. Wilson, E. O. 2002. O Futuro da Vida. Campus, Rio de Janeiro. WORLD CONSERVATION MONITORING CENTRE. 2002. Global Biodiversity: Status of the Earth´s Living Resources. Chapman & Hall, London. Artigos e revisões publicados em periódicos, tais como: Ecology, Annual Review of Ecology and Systematics, Ecological Monographs, Journal of Ecology, Journal of Animal Ecology, Biotropica, American Naturalist, Journal of Tropical Ecology, Oikos, Oecologia, entre outros. MANEJO DE ECOSSISTEMAS NATURAIS E ANTROPIZADOS Nível:Mestrado Profissional Obrigatória:Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Conservação e manejo de recursos naturais (manejo de ecossistemas). Níveis de manejo de recursos naturais e desenvolvimento. Ameaças globais relacionadas ao uso inadequado de recursos naturais e perda da biodiversidade. Destruição de habitats. Taxas e causa de extinção. Conservação de recursos naturais. Zoneamento. Estratégias de manejo. Análise e planejamento ambiental, conceitos e técnicas. Reestruturação ecológica e recuperação ambiental. Unidades de conservação: conceitos, metas, situação mundial e nacional. Manejo conservacionista de ecossistemas e desenvolvimento. Bibliografia: ARAUJO, H.J.B.; OLIVEIRA, M.V.N.; CORREA, M.F.; SILVA, M.P. Manejo Florestal Sustentável na Pequena Propriedade. Rio Branco: Editora EMBRAPA ACRE, 2002. 32p. AURICCHIO, P. Primatas do Brasil. São Paulo: Terra Brasilis, 1995. 168 p. il. AYRES, J.M.; FONSECA, G.A. B; RYLANDS, A.B.; QUEIROZ, H.L.; PINTO, L.P.; MASTERSON, D.; CAVALCANTI, R.B. Os corredores ecológicos das florestas tropicais do Brasil, Belém, PA: Sociedade Civil Mamiraua, 2005. 256p. CULLEN JR., L.; RUDRAN, R.; VALLADARES-PADUA, C. (org.). Métodos de estudos em Biologia da Conservação e Manejo da Vida Silvestre. DAVIS, L. S.; JOHNSON, K. N. Forest management. 3a. ed. New York: McGraw-Hill Book Company, 1987. 790 p. DEUTSCH, L.A.; PUGLIA, L.R.R. Os animais silvestres: proteção, doenças e manejo. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 191p. il. FIGUEIREDO, E.O.; BRAZ, E.M.; OLIVEIRA, M.V.N. Manejo de Precisão em Florestas Tropicais: modelo digital de exploração florestal. 2a ed. Página 11/96 - 13/09/2012 14:29:44 Rio Branco: Editora Embrapa-ACRE, 2008. 183p. FONSECA, G.A.B. et al. (eds). Livro Vermelho dos mamíferos brasileiros ameaçados de extinção. Belo Horizonte: Fundação Biodiversitas, 1994. 479 p. il. HOSOKAWA, R.T.; MOURA, J.B.; CUNHA, U.S. Introdução ao Manejo e Economia de Florestas. Curitiba: UFPR, 1998. 164p. LEAO, R. M. A floresta e o homem. São Paulo, Ed. da Universidade de São Paulo: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, 2000. 434p. LEIGH, E.G. Tropical forest ecology: a view from Barro Colorado Island. Oxford University Press, USA, 1999. 264p. MONTAGNINI, F.; JORDAN, C.F. Tropical Forest Ecology: the basis for conservation and management. Berlin: Springer, 2005. 316p. NEWTON, A.C. Biodiversity Loss and conservation in fragmented forest landscapes: The Forests of Montane Mexico and Temperate South America. CABI, 2007. 416p. O’ BRIEN, M.J.P.; O’ BRIEN C. M. Ecologia e modelamento de florestas tropicais. Belém: FCAP, 1995. 400p. NEWTON, A.C. Forest Ecology and Conservation. Oxford University Press, 2007. 454p. OLIVEIRA, Tadeu Gomes de. Neotropical cats: ecology and conservation. São Luís: EDUFMA, 1994.220 p. PAIVA, M.P. Conservação da fauna brasileira. Rio de Janeiro: Interciência, 1999, 260 p. SCHNEIDER, P.R. Introdução ao Manejo Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC/UFSM, 1993. 348p. TARRÉS, R.R. (ed.). Manual de técnicas de gestión de vida silvestre. Maryland: Wildlife Society. 1987. 703 p. WALTER, H. Vegetação e zonas climáticas: tratado de ecologia global. E.P.U, 1986. 325p. ZANETTI, E. Certificação e Manejo de Florestas Nativas Brasileiras. Curitiba: Jurua Editora, 2007. 376p. MEIO AMBIENTE E BIODIVERSIDADE Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina aborda diferentes dimensões da temática ambiental contemporânea. Pretende discutir os vários enfoques das questões ambientais por meio do debate de situações concretas e da troca de experiências como alternativa de aproximar as várias áreas de conhecimento, reconhecendo a diversidade do pensamento social. Por fim, realçando a necessidade do diálogo e a interação entre as diversas áreas de formação dos mestrandos, ressaltando as interfaces entre as ciências, dentro de uma perspectiva interdisciplinar. Serão abordadas temáticas como os conflitos do uso e da ocupação do solo, a questão da superpopulação do planeta, o consumo humano, as dinâmicas de transformação da paisagem, a conservação ambiental, os princípios da ecologia e a sustentabilidade do planeta enfatizando-se a questão da biodiversidade dos recursos vivos. Bibliografia: RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. Editora Guanabara Koogan SA. 2003. CUNNINGHAM, W. P. ; CUNNINGHAM, M.A. Environmental Science: A Global Concern. McGraw-Hill International Edition. 2008 BOFF, L. Saber cuidar. Petrópolis, Vozes. 2000 CAPRA, Fritjof at al. Alfabetização Ecológica. Editora Cultrix. 2006 CAVALCANTI, Clovis (org.). Desenvolvimento e Natureza. São Paulo: Cortez, 1995 DIEGUES, Antonio Carlos S. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo Hucitec - Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras-USP, 2000. 161p. 1ex.98+2ex.2004 FLORIANI, Dimas. Conhecimento, meio ambiente & globalização. Curitiba, Juruá editora. 2004 HOGAN, D. et al. Interdisplinariedade em Ciências Ambientais. MCT- Signus, São Paulo. 2000 ODUM, Eugene P. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengang Leaning. 2008 CLIMATOLOGIA E MUDANÇAS CLIMÁTICAS Nível:Mestrado Profissional Obrigatória:Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina apresenta os fundamentos da climatologia dinâmica e os principais cenários climáticos que se apresentam no Brasil e na América do Sul. Procura relacionar as causas que provocam estes cenários climáticos e suas consequências nas atividades antrópicas em diversas regiões brasileiras principalmente o que sucede no Rio de Janeiro e estados circunvizinhos. Da mesma forma, discute os possíveis cenários climáticos futuros em função das mudanças climáticas que vem se intensificando nos últimos anos. Discorre sobre a relação entre as mudanças climáticas com a produção e o uso dos combustíveis fósseis e renováveis. A disciplina analisa o potencial de mitigação e de redução das emissões dos gases de efeito estufa no setor energético e demais setores da produção e do consumo. Bibliografia: MARSHALL, R. & PLUMB, A. Atmosphere, Ocean, and Climate Dynamics: An Introductory Text. Academic Press, 2008. 319p. PEIXOTO, J. P. & OORT, A. H. Physics of Climate. Springer, 1992. 520p. AHRENS, C. D. Meteorology Today: An Introduction to Weather, Climate and the Environment. Thomson Brooks/Cole, 2007. 537 p CAVALCANTI, I. F. A. et al. (Org.). Tempo e Clima no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. 464p. MENDONÇA, F. & DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. Oficina de Textos, 2007. 208p. Intergovernamental Panel on Climate Change. Fourth Assessment Report: IPCC, 2007. Disponível em: http://www.ipcc.ch. Intergovernamental Panel on Climate Change. Third Assessment Report: IPCC, 2001. Disponível em: http://www.ipcc.ch. SILVA DIAS, P. L. et al. (Org.). Public Policy, Mitigation and Adaptation to Climate Change in South America. São Paulo: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP), 2009. 280p. LEGISLAÇÃO E LICENCIAMENTO AMBIENTAL Nível:Mestrado Profissional Obrigatória:Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina aborda conceitos básicos do Direito Ambiental no atual contexto do Brasil. Promove-se uma retrospectiva da evolução da legislação ambiental a partir da Constituição de 1988, a Política Nacional do Meio Ambiente e o desenvolvimento da regulamentação no processo de Licenciamento Ambiental. Discorre sobre aspectos referentes ao princípio do poluidor-pagador e de responsabilidade nas esferas administrativas, cível e criminal. Da mesma forma percorre as etapas do Licenciamento Ambiental com destaque para análise das competências dos diversos órgãos licenciadores e seu inter-relacionamento. O Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental, EIA-RIMA, será estudado procurando identificar suas diversas etapas bem como destacar alguns estudos de casos com as soluções desenvolvidas em termos de medidas de contingência. Bibliografia: ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito Ambiental. Lumen Juris Editora: Rio de Janeiro, 2008. ARAÚJO, Lílian Alves de. Ação Civil Pública Ambiental. Rio de Janeiro: Editora Lúmen júris, 2001. ASSIS, Antonio Inagê. Licenciamento Ambiental. Lumen Juris Editora: Rio de Janeiro, 2006 BENJAMIN, Antonio Herman (Coordenador). Direito Ambiental das Áreas Protegidas. São Paulo: Editora Forense Universitária, 2001. Cartilha de licenciamento ambiental / Tribunal de Contas da União. Brasília : TCU, Secretaria de Fiscalização de Obras e Patrimônio da União, 2004. LEITE, José Rubens Morato. Dano Ambiental: do individual ao coletivo extrapatrimonial. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2000. MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. São Paulo: Editora Malheiros, 2007. MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. Editora Revista dos Tribunais: São Paulo, 2008. NOGUEIRA, Sandro D’Amato. Direito ambiental (perguntas e respostas). São Paulo: Editora Saraiva, 2007. REVERENDO, Fernando, AKAOUI, Vidal. Compromisso de Ajustamento de Conduta. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2003. ROCCO, Rogério. Estudo de Impacto de Vizinhança: instrumento de garantia do Direito às Cidades Sustentáveis. Rio de Janeiro: Editora Lúmen Júris, 2006. SILVA, Jose Afonso. Direito ambiental constitucional. São Paulo: Editora Malheiros, 2007. THOMAS, José Eduardo. Fundamentos de engenharia de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2001. TRENNEPOHL, Curt. Infrações contra o Meio Ambiente: multas e outras sanções administrativas – comentários ao Decreto 3.179/99. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2006. TRENNEPOHL. Curt. Licenciamento Ambiental, Niterói RJ: Impetus, 2007. Página 13/96 13/09/2012 14:29:44 FUNDAMENTOS DO MONITORAMENTO AMBIENTAL Nível:Mestrado Profissional Obrigatória:Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina tem como objetivo apresentar a ferramenta do Geoprocessamento Ambiental por meio do Sensoriamento Remoto de imagens orbitais em macro escala. Da mesma forma apresenta os fundamentos da descrição cartográfica de parâmetros ambientais promovendo no mestrando a habilidade de ler e representar as características ambientais de uma determinada região de estudo em forma de cartas temáticas. Apresenta-se também os objetivos e a relevância do monitoramento ambiental para a gestão dos recursos naturais e o estudo da biodiversidade. Será abordada a descrição de alguns instrumentos comumente utilizados para o monitoramento bem como pontuado os principais parâmetros físicos, químicos, bióticos e antrópicos utilizados para o diagnóstico ambiental. Alguns aspectos do planejamento, organização e execução de uma campanha de coleta de campo serão discutidos. Fundamentos de Sensoriamento Remoto; Noções de Cartografia; Instrumentos de Localização e Posicionamento (GPS), Fotografias Aéreas; Imagens de Satélites e de Radar; A Imagem e o Espectro Eletromagnético; Noções básicas de Processamento Digital de Imagens em Sensoriamento Remoto; Tratamento de Imagens; Métodos de Classificação e PósClassificação e Interpretação Visual de Imagens, Instrumentação e Acompanhamento das Condições Ambientais de uma Área. Bibliografia: Garcia, G.J.; Sensoriamento Remoto: Princípios e Interpretação de Imagens - Editora Nobel, 1982. Moreira, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. São José dos Campos, 2001. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). 208p. Novo, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. São Paulo. ed. : Edgard Blücher, 1989, 308p. Florenzano, T. Iniciação em Sensoriamento Remoto, 2007. Liu, W.T.H. Aplicações de Sensoriamento Remoto.ed. UNIDERP, 2007 NRC. Managing Troubled Waters: The Role for Marine Environmental Monitoring. National Academy Press, Washington - D. C., 1990. Bartram, J.; Rees, G. (editors). Monitoring Bathing Waters: A practical guide to the design and implementation of assessments and monitoring programmes. E&FN Spon, New York - NY, 2000. Cole. G. A. Textbook of Limnology. Waveland Press, Inc., lllinois, 1994. Gonçalves. F. B.; Souza, A. P. Disposição Oceânica de Esgotos Sanitários: História, Teoria e Prática. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997. Brooks, K. N.; Ffllliott, P. F.; Gregersen, H. M. ; Thames, J. L. Hydrology an the Management of Watersheds. Iowa University Press/AMES, 1993. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Noções Básicas de Cartografia. http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/indice.htm SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E SUPORTE A DECISÃO Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Página 14/96 - 13/09/2012 14:29:44 Ementa: Conceitos de Dados e Informação. Tomada de decisão e o valor da informação. Estratégias Organizacionais e Sistemas de Informação. O papel dos usuários de sistemas de informação. Controles dos sistemas de informação. Fundamentos de Sistemas de Informação. Caracterização dos Sistemas de Informação. Sistemas de Informações Gerenciais e de Apoio à Decisão. Sistemas de Informações Geográficas. Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados. OLAP e Mineração de Dados. Sistemas de informações, utilização em Ciências Ambientais. Estudos de casos aplicados à área de meio ambiente. Bibliografia: GRAEML, Alexandre Reis. 2003. Sistemas de Informação - O Alinhamento da Estratégia de TI com a Estratégia Corporativa - 2ª Ed. LAUDON, Jane P.; LAUDON, Kenneth C. 2007. Sistemas de Informação Gerenciais - 7ª Ed. Prentice Hall RAINER, R. Kelly; POTTER, Richard E.; TURBAN, Efraim. 2007. Introdução a Sistemas de Informação - Uma Abordagem Gerencial. Editora Campus. TAN, P., STEINBACH, M., KUMAR, V. 2009. Introdução ao Data Mining – Mineração de Dados. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda. SILVA, J.X., ZAIDAN, R.T. 2004. Geoprocessamento e Análise Ambiental: Aplicações. Editora Bertrand Brasil. GEOMORFOLOGIA E GEOTECNIA AMBIENTAL Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina apresenta aspectos geológicos-geotécnicos inerentes aos problemas relacionados com a estabilidade de solos e o meio ambiente. Estuda a aplicação da Geomorfologia e Geologia a problemas ambientais. Riscos naturais associados a dinâmica interna e externa do planeta Terra: vulcanismo, terremotos, enchentes, erosão e escorregamentos. Serão abordados questões da disposição de resíduos, rejeitos e estéreis, erosão e assoreamento em áreas urbanas e rurais além da avaliação, monitoramento e recuperação de áreas degradadas. Também serão apresentadas noções de cartografia geotécnica e riscos de contaminação de aquíferos bem como apresentação de alguns estudos de casos. Instrumentação e acompanhamento de processos impactantes ao meio ambiente. Bibliografia: ABGE. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental. Geologia de Engenharia. 1998. Instrumentação e acompanhamento de processos impactantes ao meio ambiente e Estudos de casos. BOSCOV, M.E.G. Geotecnia ambiental. Oficina de Textos, 2008. BRASIL. Ministério das Cidades/ Instituto de Pesquisas Tecnológicas-IPT. Mapeamento de Riscos em encostas e margens de rios. 2007. DANIEL, D.E. Geotechnical practice for waste disposal. Chapman & Hall, 1993 FEITOSA, FERNANDO A.C. Hidrogeologia:Conceitos e Aplicações. CPRM, 2008 GUERRA, A. J. T. (Org.). Geomorfologia Urbana. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. v. 1. 277 p. GUERRA, A. J. T.; MARÇAL, M. S. Geomorfologia Ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand, 2006. v. 1. 192 p. KELLER, E. A. Environmental Geology. Pearson Education Inc. 9ª. Ed. 2011.596p. OLIVEIRA, A. M. S. e BRITO, S. N. A. (Orgs.). Geologia de Engenharia. ABGE. São Paulo. 7ª. Reimpressão. 2011. 587p. SANTOS, A. R. Geologia de Engenharia: conceitos, métodos e prática. ABGE. O nome da rosa. São Paulo. 2009. 205p. EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina apresenta um panorama desse campo que atualmente é compulsório tanto no Licenciamento Ambiental como nas condicionantes de Termos de Ajuste de Condutas (TAC's) ou para a certificação da Gestão Ambiental pela ISO14001. O caráter de exigência legal é novo tanto no plano governamental federal como no estado do Rio de Janeiro. O escopo técnico se baseia nas premissas do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA, 2004) e na promoção do envolvimento dos diversos atores envolvidos nos problemas ambientais. Bibliografia: DIAS, G. F. Educação Ambiental; Princípios e Práticas. 7 ed. São Paulo: Gaia, 1992,398 p. LAYRARGUES, P. P. A Cortina de Fumaça; o Discurso Empresarial Verde e a Ideologia da Racionalidade Econômica. São Paulo: Annablume, 1998, 236 p. PEDRINI, A. de G. (Org.) Educação Ambiental Empresarial no Brasil. São Carlos: RiMa, 2008, 280 p. PEDRINI, A. de G. (Org.) Metodologias em Educação Ambiental. Petrópolis: Vozes, 2007, 239 p. QUINTAS, J. S.; GOMES, P. M.; UEMA, E. E. Pensando e Praticando a Educação no Processo da Gestão Ambiental; uma construção Pedagógica e Metodológica para a Prática da Educação Ambiental no Licenciamento. Brasília: Ministério do Meio Ambiente/IBAMA, 2005, 46 p. MECANISMOS DE DESENVOLVIMENTO LIMPO Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina apresenta uma visão geral sobre as principais questões ambientais no Brasil e no mundo. Discorre sobre a relação entre as mudanças climáticas com a produção e o uso dos combustíveis fósseis e renováveis. Analisa o potencial de mitigação e de redução das emissões dos gases de efeito estufa no setor energético e demais setores da produção e do consumo. Avalia as possibilidades da participação do Brasil no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo preconizado pelo Protocolo de Quioto. Da mesma forma apresenta os principais mecanismos de desenvolvimento limpo. Bibliografia: ALA WEISMAN O Mundo sem nós.. Ed. Planeta. 2007. CAMPOS, CHRISTIANO PIRES DE ; MUYLAERT DE ARAUJO, M.S., ; ROSA, LUIZ PINGUELLI . Historical CO2 emission and concentrations due to land use change of croplands and pastures by country. Science of the Total Environment, v. 346, p. 149-155, 2005. CHELTENHAM, UK., LUIZ PINGUELLI ROSA AND MOHAN MUNASINGHE (Org.), Ethics, equity and International negotiations on Climate Change. Edward Elgar Ed., ISBN: 1843760487. 2002. DONELLA MEADOWS, JORGEN RANDERS, DENNIS MEADOWS Limits to growth - The 30 - year update.. Chelsea Green Publishing Company. White River Junction. Vermont . (www.chelseagreen.com). 2004. IPCC. Assessment Report 4. Intergovernmental Panel on Climate Change: Synthesis Report e Summary for Policy Makers. 2007. MARIA SILVIA MUYLAERT (coordenação). Consumo de Energia e Aquecimento do Planeta. ed. COPPE/UFRJ, v. 1. 257 pg, 2001. MUYLAERT DE ARAUJO, M.S. ; COHEN, CLAUDE ; ROSA, LUIZ PINGUELLI ; PEREIRA, ANDRÉ SANTOS . Equity, responsibility and climate changeClimate Research, Alemanha, v. 28, p. 8992, 2004. MUYLAERT DE ARAUJO, M.S. ; FREITAS, MARCO AURELIO VASCONCELOS DE. Acceptance of renewable energy innovation in Brazil - case study of wind energy. Renewable & Sustainable Energy Reviews, v. 12, p. 584-591, 2008. MUYLAERT DE ARAUJO, M.S., ; CAMPOS, CHRISTIANO PIRES DE ; ROSA, LUIZ PINGUELLI . Historical emissions, by country, of N2O from animal manure management and of CH4 from enteric fermentation in domestic livestock. Climate Research, v. 34, p. 253-258, 2007. MUYLAERT DE ARAÚJO, M.S.,; ROSA, LUIZ PINGUELLI; COHEN, CLAUDE. The Urban Population Growth in the case of the City of Rio de Janeiro. PLANEWS, The Journal of the Singapore Institute of Planners, Cingapura, v. 16, p. 77-84, 1998. ROSA, LUIZ PINGUELLI ; RIBEIRO, SUZANA KAHN ; MUYLAERT DE ARAUJO, M.S., ; CAMPOS, CHRISTIANO PIRES DE. Comments on the Brazilian Proposal and contributions to global temperature increase with different climate responses - CO2 emissions due to fossil fuels, CO2 emissions due to land use change.. Energy Policy, U.K., v. 32, n. 13, p. 1499-1510, 2004. CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E DOS RECURSOS NATURAIS Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina apresenta as características históricas e biogeográficas bem como as principais fontes de impacto (químicos, físicos e biológicos) e conservação da diversidade dos recursos naturais além do solo como recurso natural. Discute as principais teorias sobre conservação e manejo de recursos naturais assim como discorre sobre as técnicas de manejo aplicadas a populações e comunidades naturais submetidas a diferentes perturbações. Avalia os potenciais bioindicadores para qualificação das Unidades de Conservação (conceito, planejamento e gestão). Analisa o Ambiente Construído e os Recursos Naturais. Bibliografia: BRASIL. SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO –SNUC. Lei nº 9985, de 18 de julho de 2000; decreto nº4340, de 22 de agosto de 2002. Brasília: MMA, 2004.56p. COX, C. BARRY; MOORE, PETER D. (2009) Biogeografia - Uma Abordagem Ecológica e Evolucionária. Editora: Ltc CULLEN JR, L., RUDRAN, R. E VALLADARES-PÁDUA, C. (orgs) (2003). Métodos de estudos em Biologia da Conservação e Manejo da Vida Silvestre. Curitiba: UFPR; p.169-180. KAGEYAMA, P. Y., OLIVEIRA, R. E., MORAES, L. F. D., ENGEL, V. L., GANDARA, F. D. (orgs.) (2003). Restauração Ecológica de Ecossistemas Naturais. São Paulo: FEPAF, 340p. MARTINS, S. V. (2001). Recuperação de Áreas Degradadas. Aprenda Fácil Editora; 270p. Primack, R.B. e Rodrigues, E. (2001). Biologia da Conservação. Londrina: E. Rodrigues, 328p. RICKLEFS, R. (2010). A Economia da Natureza. Editora Guanabara Koogan, 6ª Edição; ROCHA, CFD; BERGALLO, HG; ALVES, MAS E SLUYS, M.V. (orgs) (2006). Biologia da Conservação: Essências. Rio de Janeiro: Rima; 582 p. TOWNSEND, C; BEGON, M.; HARPER, J.L. (2009). Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 592p. GERENCIAMENTO AMBIENTAL DA DA ZONA COSTEIRA Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina pretende capacitar o mestrando no desenvolvimento de práticas e soluções para o controle e manejo de ecossistemas costeiros impactados pelo uso antrópico. Aborda aspectos da dinâmica costeira, definindo os principais agentes naturais e antrópicos formadores do novo cenário litorâneo com influência urbana ou não. Define aspectos geomorfológicos da zona costeira bem como apresenta os principais ecossistemas costeiros. Serão discutidos os principais tipos de interferências sociais e suas consequências mais comuns. Aborda aspectos da legislação do zoneamento costeiro existente bem como a proposta brasileira para o zoneamento costeiro. Estudos de casos serão apresentados abordando aspectos de mortandade de peixes, balneabilidade das praias, derrame de óleo e erosão de praias. Realiza uma projeção futura dos principais cenários costeiros frente as mudanças climáticas visando a sua adaptação a esta nova realidade. Bibliografia: BEATLEY, T.; BROWER, D.J.; SCHWAB, A. K. An Introduction to Coastal Zone Management. Island Press, 2nd Edition. 329 p. ISBN 1.55963.915.6, 2002. CARTER, R.W.G. Coastal Environments: An Introduction to the Physical, Ecological and Cultural Systems of Coastlines. San Diego, Academic Press, 4th Edition. 617 p. ISBN 0.12.161856-0, 1988. JUNGSTEDT, L.O.C. Direito Ambiental: Legislação. Rio de Janeiro, THEX Editora, 808p. ISBN 85.85575.45-X, 1999. MORAES, A.C.R. Contribuições para a gestão da zona costeira do Brasil. Elementos para uma geografia do litoral brasileiro. EDUSP, HUCITEC, São Paulo. 1999. NYBAKKEN, J.W. Marine Biology: an ecological approach. 4a. ed., Harper Collins Coll. Publ.: New York, 481 p., 1997. MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A disciplina apresenta os principais conceitos e definições da Pedologia Aplicada. Estuda a Classificação Brasileira dos Solos visando reconhecer as principais características do território nacional. Avalia os processos de erosão e da degradação do solo. Apresenta itens relevantes da Legislação Ambiental Aplicada a Conservação do Solo. Discorre sobre as práticas conservacionistas de uso e manejo do solo agrícola e urbano. Bibliografia: BERTONI & LOMBARDI NETO, F. Conservação do Solo, Piracicaba. Livroceres. 1985. 32p. CURI, N.; LARACH, J. I. ; KAMPF, N.; MONIZ, C. & FONTES, L. E. F. Vocabulário de ciência do solo. Campinas, Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1993. 90p. EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos (Rio de Janeiro, RJ). Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. 2 Edição. Rio de Janeiro, 2006, 306p. FAO, 1988: Soil Map of the World: Revised Legend, Food and Agriculture Organization of the United Nations, Rome. 119 pp. www.http://faostat.fao.org. FONTES, L.E.F. & FONTES, M.P.F. Glossário de termos e expressões em ciência do solo. Viçosa, Imprensa Universitária, 1982. 97p. GUERRA, J.T.G & CUNHA, S.B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Editora Bertrand. 2006. 416 p. OLIVEIRA, J.B. Pedologia aplicada. Jaboticabal – SP, FUNEP, 2001. 414 p. BIODIVERSIDADE DOS ECOSSISTEMAS MARINHOS Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: O objetivo principal do curso é reconhecer as principais características dos ecossistemas marinhos e avaliar aspectos de suas dinâmicas. Nessa disciplina propõe-se estudar os principais ecossistemas marinhos quanto à sua origem, formação, estrutura biótica e abiótica, além de introduzir e discutir os processos físicos que influenciam a produção biológica nos ecossistemas marinhos. O curso enfatizará a interação entre processos físicos, químicos, geológicos, apresentando, também a forma como estes influenciam a biologia de organismos presentes no ambiente aquático. A interação destes processos, criando um ecossistema marinho dinâmico em diferentes escalas de espaço e tempo, é o tópico desta disciplina. Serão analisados os aspectos da dinâmica de estuários, manguezais, costões rochosos, praias arenosas, restingas e recifes de corais. Bibliografia: CARTER, R.W.G. Coastal Environments: An Introduction to the Physical, Ecological and Cultural Systems of Coastlines. San Diego, Academic Press, 4th Edition. 617 p. ISBN 0.12.161856-0, 1988. CRESPO, R.; SOARES-GOMES, A. Biologia Marinha. Editora Interciência: Rio de Janeiro, 2002. LEVINTON, J.S. Marine Biology: function, biodiversity and ecology. 420p., 1995. MORAES, A.C.R. Contribuições para a gestão da zona costeira do Brasil. Elementos para uma geografia do litoral brasileiro. EDUSP, HUCITEC, São Paulo. 1999. NYBAKKEN, J.W. Marine Biology: an ecological approach. 4a. ed., Harper Collins Coll. Publ.: New York, 481 p., 1997. EMPREENDEDORISMO E PLANEJAMENTO DE NEGÓCIO Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Página 17/96 - 13/09/2012 14:29:44 Creditos:3 Ementa: Definição dos principais conceitos do empreendedorismo, criatividade, comunicação e trabalho de equipe. Apresentação de Modelos Mentais e relevância do empreendedorismo. Necessidade da inovação. Vantagens e Desvantagens do empreendedorismo. Definição e características do plano de negócios. Identificação e aproveitamento das oportunidades. Princípios do marketing e organizações criativas. Plano de negócios para organizações criativas. Inovação tecnológica e gestão da inovação. Bibliografia: ALVAREZ, C. M. Atitudes Empreendedoras. ISBN:85-98513-09-1. Editora Charles M, 114 p, Rio de Janeiro, 2007. BERNARDI, Luiz A. Manual de Empreendedorismo e Gestão - Fundamentos, Estratégias e Dinâmicas. Rio de Janeiro: Atlas, 2003. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo. Rio de Janeiro: Saraiva, 2004. DOLABELA, Fernando. Empreendedorismo - A Viagem do Sonho - Fazendo Acontecer. Rio de Janeiro: Campus, 2000. DOLABELA, Fernando. Empreendedorismo - Uma Forma de Ser - Prazer em Conhecer. Harvard Business Review Book. Empreendedorismo e Estratégia. São Pulo: Campus, 2004. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. Editora cultura. Editores Associados: São Paulo, 1999 DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999. DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo - Transformando Idéias em Negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo Corporativo. Rio de Janeiro: Campus. 2005. FROES, César; MELO NETO, Francisco Paulo de. Empreendedorismo Social. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. GITMAN, Lawrence J. Princípios da Administração Financeira. Editora Harbra: São Paulo, 2002. HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2003. LODISH, Leonard. Empreendedorismo e Marketing. Rio de Janeiro: Campus, 2003. Mc DONALD, Malcolm. Plano de Marketing: como criar e implementar planos eficazes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MITZBERG, H.; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2000. MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2002. PELLMAN, Ron; PINCHOT, Gifford. Intra - Empreendedorismo na Prática - Um Guia de Inovação. Rio de Janeiro: Campus, 2002. SALIM, Cesar Simões e outros. Construindo Planos de Negócios, CAMPUS, Rio de Janeiro - 3ª Edição 2005. SHANE, Scott. Sobre Solo Fértil - Como Identificar Grandes Oportunidades para Empreendimentos em Alta Tecnologia. BOOKMAN, 2006. ÉTICA E RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL. Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Valores éticos na sociedade moderna. Envolvimento da sociedade civil e dos empresários com a questão sócio ambiental. Responsabilidade e função social da empresa. Visibilidade social da empresa. Responsabilidade social externa e interna. Empresa como uma construção social e Sistemas Sociais da Empresa. Valores da organização. Gestão e Caracterização dos conflitos de interesse. Empresa como agente permanente de mudança. Caracterização dos atores e estratégias na mudança. Bibliografia: BERNOUX, P.. A mudança nas empresas à prova da mundialização. Contemporaneidade e Educação, ano VI, no 9, 1o sem/2001. DUPAS, G.. Pobreza, desiguldad y trabajo en el capitalismo global, Nueva sociedade 215, Buenos Aires, mayo-junio 2008. HUNTER, J. C.. O monge e o executivo, Ed. Sextante, Rio de Janeiro.2004. KIRSCHNER, A. M.. La responsabilidade social de la empresa, Nueva sociedade 202, Buenos Aires, marzo-abril 2006. MULLER, L. H. A construção do social a partir da ótica empresarial. V Workshop Empresa, empresários e sociedade, PUC RS. 2006. NUNES C., ALICE, M.. Mudanças empresariais no Brasil contemporâneo, Tese de doutorado, UFRJ/IPUR, Rio de Janeiro. 2006. RODRIGUES, L. C. E M., REGINA, C.. Mecanismos de exclusão em duas empresas em processo de reestruturação, Revista Civitas, volume 3, número Porto Alegre Páginas 375-394, jul.-dez. 2003. SAINSAULIEU, R & KIRSCHNER, A. M.. Sociologia da empresa: organização, poder, cultura e desenvolvimento no Brasil, DP&A, Rio de Janeiro. Cap. 5. 2006. SAINSAULIEU, R.. A identidade no trabalho ontrem e hoje, Contemporaneidade e Educação, ano VI, no 9, 1o sem/2001. VELOSO, L. M.. Responsabilidade social e globalização: definindo o papel das empresas transnacionais no Brasil, Antropolítica no 18, Rio de Janeiro. 2005. BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Apresentar os aspectos da Ecologia, Comportamento e da Genética que constituem os fundamentos da Biologia da Conservação; discutir como estes aspectos das ciências são aplicados à atividade prática de conservação da natureza, incluindo subsídios teóricos e práticos para a criação, categorização, design e gestão de Unidades de Conservação. Ameaças à Diversidade Biológica: Extinção, Destruição e Fragmentação de Habitat, Degradação e Poluição Ambiental, Introdução de Espécies Exóticas, Dispersão de Doenças e Mudanças Climáticas Globais; Aplicação do conceito de População Mínima Viável para biólogos da conservação; Estratégias de conservação in situ e ex situ; Manejo Genético; Reintrodução; Translocação; Extinção; Espécies-Chaves e Unidades de Conservação. Relações Espécie-Área e a teoria de Biogeografia de Ilhas aplicada à gestão de Unidades de Conservação; Padrões Espaciais; Vulnerabilidade de Espécies à Extinção; Bibliografia: BENSUSAN, N., BARROS, A.C., BULHÕES B. e ARANTES A. Org. 2006. Biodiversidade: para comer, vestir ou passar no cabelo. Editora Peirópolis. CAPOBIANCO, J.P.R. Coord. Geral. 2001. Biodiversidade na Amazônia Brasileira. Estação Liberdade, Instituto Sócio-Ambiental. CULLEN, L. Jr., RUDRAN, R. & VALLADARES-PÁDUA, C. Org. 2003. Métodos e Estudos em Biologia da Conservação e Manejo da Vida Silvestre. Editora UFPR. GARAY, I. E DIAS, B. Org. 2001. Conservação da Biodiversidade em Ecossistemas Tropicais: Avanços conceituais e revisão de novas metodologias de avaliação e monitoramento. Editora Vozes. GROOM, M.J., MEFFE, G.K, CARROLL, C.R. and contributors. Principles of Conservation Biology. 3 rd edition. Sinauer Associates, Inc. Publishers. 2006. LEWINSOHN, T.M. & PRADO, P.I. 2002. Biodiversidade Brasileira: Síntese do Estado Atual do Conhecimento. Editora Contexto. • MORSELLO, C. 2001. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. Annablume Editora. PRIMACK, R. B. & RODRIGUES, E., 2001, Biologia da conservação. E. Rodrigues, Londrina, 328p REDFORD, K.H. & PADOCH, C. 1992. Conservation of Neotropical Forests: Working from Traditional Resource Use. Columbia University Press. New York. ROBINSON, J.G. & BENNETT, E.L. Ed. 2000. Hunting for Sustainability in Tropical Forests. Columbia University Press – New York VALLADARES-PADUA, C., BODMER, R.E. & CULLEN, L. Jr. Org. 1997. Manejo e Conservação de vida silvestre no Brasil. MCT-CNPq – Sociedade Civil Mamirauá. ZARIN, D. J., ALAVALAPATI, J.R.R., PUTZ, F.E. & SCHMINK, M. Org. 2005. As florestas produtivas nos neotrópicos: conservação por meio do manejo sustentável? Editora IEB – Instituto Internacional de Educação do Brasil. Artigos clássicos e recentes dos periódicos “Conservation Biology” e “Biological Conservation” MEIO AMBIENTE E SAÚDE PÚBLICA Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Fornecer as bases sobre a determinação sócio ambiental do processo saúde-doença de forma a favorecer o reconhecimento dos elementos da realidade que requerem a intervenção dos diversos atores conforme o nível de complexidade dos problemas que envolvem a saúde pública e o meio ambiente. Bibliografia: CAMPOS, G.W.S. et al.São Paulo/Rio de Janeiro Tratado de Saúde Coletiva Hucitec/Fiocruz. 2006 PERES, F. e MOREIRA, J.C.Rio de Janeiro. É veneno ou é remédio: agrotóxicos, saúde e ambiente. Fiocruz. 2003 FREITAS, C.M. Rio de Janeiro.Saúde, ambiente e sustentabilidade. Fiocruz. 2006 CARVALHO, Vilson Sérgio de. Educação ambiental e desenvolvimento comunitário. Rio de Janeiro, RJ: WAK, 2002. BARCELLOS Christovam; QUITÉRIO; DIAS, Luiz Antônio. Vigilância ambiental em saúde e sua implantação no Sistema Único de Saúde. Rev. Saúde Pública, 40(1):170-177, 2006. BARCELLOS, Christovam; RAMALHO, Walter Massa; GRACIE, Renata; MAGALHÃES, Mônica de Avelar F. M.; FONTES, Márcia Pereira; SKABA, Daniel. Georreferenciamento de dados de saúde na escala submunicipal: algumas experiências no Brasil Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, 17(1):59-70, 2008 BRASIL. Vigilância ambiental em saúde/Fundação Nacional de Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Brasília: FUNASA, 2002. BRASIL. Vigilância e controle da qualidade da água para consumo humano. Brasília. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (Série B. Textos Básicos de Saúde), 2006, 212 p. BRILHANTE, M.O; CALDAS, L.Q.A. Gestão e avaliação de risco em saúde ambiental. Rio de Janeiro. Fiocruz, 2003. RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Apresentar aspectos e noções sobre solos, suas propriedades e mecanismos de formação; Discutir os fatores de formação de: Erosão, Salinização, Desertificação e como estes afetam a recuperação de ecossistemas degradados; Apresentar técnicas de minimização de ações degradantes e de recuperação de áreas degradadas e práticas mecânicas e vegetativas para o controle da erosão; Apresentar princípios relacionados ao ciclo hidrológico, a conservação de água e sua interação com o solo e técnicas de aproveitamento de rejeitos para uso no ordenamento e dissipação do escoamento superficial; Apresentar práticas de conservação do solo, seus indicadores de sustentabilidade e custos; Realizar estudo da adsorção, retenção, mobilidade e biodisponibilidade de metais pesados no solo, avaliação de riscos de contaminações; Uso de resíduos orgânicos para a produção de mudas, adubação e para uso como cobertura morta; Sucessão ecológica; Seleção de espécies vegetais para revegetação de áreas degradadas; Conceito de bioengenharia, fitorremediação e novas técnicas; Planejamento para implantação de projetos de recuperação de áreas degradadas; Manutenção e monitoramento de projetos de controle de erosão e de recuperação de áreas degradadas. Bibliografia: ARAÚJO, G. H. DE S.; ALMEIDA, J. R. DE; GUERRA, A. J. T. Gestão Ambiental De Áreas Degradadas. Rio De Janeiro, Brasil. Bertrand. 2005. BERTONI, J. Conservação dos Solos. 5aed. São Paulo, Brasil. 2005.355p. EVANS, J. C. Hazardous Waste Management. 2aed. Boston. 2001. 1202p. GRAY, D. H.; LEISER, A.T. Biotechnical Slope Protection And Erosion Control. Florida, USA. Malabar Krieger Publishing Company. 1982. GUERRA, A. J. T. Erosão e Conservação dos Solos. Conceitos, temas e aplicações. 2aed. Rio de Janeiro, Brasil. 2005. 339p. LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos.São Paulo, Brasil. 2002. 178p. NAIDU, R. Waste Management. USA. 2004. 355p. NUNES, R. S. Aspectos Jurídicos Do Licenciamento Ambiental No Brasil. Solo e Subsolo. Rio de Janeiro, Brasil. 2004. 43p. SOUZA, C. M. Práticas Mecânicas De Conservação Do Solo E Da Água. Viçosa, Brasil. 2003. 176p. ATUALIDADES NAS CIÊNCIAS AMBIENTAIS Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Nessa disciplina, propõe-se abordar as diferentes dimensões da temática ambiental na atualidade. Pretende-se problematizar os variados enfoques das questões ambientais, por meio do debate de situações concretas e da troca de experiências como alternativa de aproximar as várias áreas de conhecimento, reconhecendo a diversidade de pensamento no grupo e a necessidade de diálogo e interação entre as áreas de formação dos pós-graduandos, ressaltando as interfaces entre as ciências, dentro de uma perspectiva interdisciplinar. Serão abordadas as relações entre processo de uso e ocupação do solo, as dinâmicas de transformação da paisagem e a questão da proteção ambiental, enfatizando a percepção ambiental como elemento fundamental para sensibilização e mudança de comportamento com relação à problemática ambiental. Temas a serem discutidos: Crescimento Demográfico x Consumo: dimensões e causas do problema; possíveis soluções. Noções de Ecologia e Ecossistemas: conceito, funcionamento, equilíbrio, adaptação, mudanças e extinção. Poluição e Contaminação: sedimentos, nutrientes e eutrofização; esgotos e tratamentos; lixo tóxico e contaminação do lençol freático. Poluição do ar e controle. Chuva ácida, efeito estufa e depleção da camada de ozônio. Pesticidas e manejo integrado de pragas. Biodiversidade. Lixo, aterro sanitário e reciclagem. Energia e Recursos Minerais: energia nuclear, solar, hidroelétrica e combustíveis fósseis. Urbanização e sustentabilidade. Bibliografia: BOFF, L Saber cuidar. Petrópolis, Vozes. 2000 CAPRA, Fritjof at al. Alfabetização Ecológica. Editora Cultrix. 2006 CAVALCANTI, Clovis (org). Desenvolvimento e Natureza. São Paulo: Cortez, 1995. DIEGUES, Antonio Carlos S. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo – Hucitec-Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras-USP, 2000. 161p. 1ex.98+2ex.. 2004 FLORIANI, Dimas. Conhecimento, meio ambiente & globalização. Curitiba, Juruá editora. 2004. HOGAN, D. et al. Interdisciplinariedade em Ciências Ambientais. MCT- Signus, São Paulo. 2000. ODUM, Eugene P. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengang Leaning. 2008. METAGENÔMICA APLICADA AO MONITORAMENTO AMBIENTAL Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Conceitos e avanços em Biologia Molecular aplicada a biotecnologia. Técnicas de biologia molecular na biotecnologia com enfoque a estudos ambientais. Genômica e metagenômica nas análises ambientais. Técnicas moleculares de avaliação da abundância e diversidade microbiana. Expressão de proteínas recombinantes para fins biotecnológicos. Modelos experimentais transgênicos em estudos ambientais. Bibliografia: WATSON, J.D.; BAKER, T.A.; BELL, S.P.; GANN, A.; LOSICK, R.; LEVINE, M. Biologia Molecular do Gene, Artmed 5ª Edição. 2006. p. 728. ALBERTS Bruce e colaboradores. Fundamentos da biologia celular - Uma introdução à biologia molecular da celula. Porto Alegre; Art Med, 2010. 1396p. MARCO, D. Metagenomics: Theory, Methods and Applications. Caister Academic Press, Norfolk UK: 2010, p209. GLAZER, A.N. & NIKAIDO, H. Microbial Biotechnology: Fundamentals of Applied Microbiology. W.H. Freeman and Company, New York: 1995, p.662. LI, R.W. Metagenomics and Its Applications in Agriculture, Biomedicine and Environmental Studies (Genetics-Research and Issues). Nova Science Publishers; 1 edition: 201, p. 458. ATLAS, RM & BARTHA, R. Microbial Ecology: Fundamentals and Applications (4th Edition). Benjamin Cummings; 4 edition: 1997, p.640. ATLAS, R.M. Principles of Microbiology 2a. Ed. Duduque, IA, W.C. Brown Publishing. 1997. .TORTORA, G.J., FUNKE,B.R & CASE,C.L. Microbiologia. Artmed Ed, 8ª. Ed. 2005, 894p. Bibliografia Complementar: .Brewer, R. Ecology of individual organisms: important abiotic factors and Community and ecosystem ecology: reactions and biogeochemistry. In: The Science of Ecology, 2nd ed., Saunders College Publishing. 1994. .Ghosh, B.K. & Ghosh, A. Microbial Degradation of Natural Products. Winkelmann, G. (ed) VCH. 1993. Goodfellow, M. & O’Donnell, A.G. Search and discovery of industrially-significant actinomycetes. In: Microbial products: new approaches, Baumberg, S.; Hunter, I.S. & Rhodes, P.M. (eds). Cambridge University Press, Cambridge. pp. 343-383. 1989. INSETOS COMO INSTRUMENTO DO BIOMONITORAMENTO AMBIENTAL Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A partir da degradação acentuada dos ecossistemas naturais, torna-se necessário a criação de mecanismos adequados para avaliação do meio ambiente. A identificação e monitoramento de insetos bioindicadores objetiva o estudo de diversas maneiras de coleta destes organismos visando avaliar o impacto ambiental. Bibliografia: BEATY, B. J. & MARQUARDT, W. C. 1996. The Biology of disease Vectors. Ed. University press of Colorado, 632pp. Buzzi, Z. J.2002. Entomologia Didática. Editora UFPR. 4ª Ed. 384p. Chapman, R.F. 1998. The Insects: Structure and Function. 4ª edition. Ed. Cambridge University Press. UK. CIOCIOLA, A. I., SOUZA, B., MOINO JUNIOR, A. Controle biológico de insetos. Lavras: UFLA/ FAEPE, 2000. 37p. CONSOLI, R. A. G. B & Oliveira, R. L. 1994. Principais mosquitos de importância sanitária no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ, 228p. Cranston, P. S. e Gullan, P. J, 2008. Os Insetos, um resumo de Entomologia. Roca Editora, 3ª Ed. São Paulo, SP, 440p. EVANS H. E., 1985. Insect Biology. A text book of Entomology. London, Addison Wesley Publ. Co. FORATTINI O. P., 1973. Entomologia Médica. Vol. 4. Psychodidae. Phlebotominae. Leishmanioses. Bortonelose. E. BLUCHER, São Paulo. FORATTINI, O. P. 1924. Culicidologia Médica, vol. 1: São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 1996. 548p. GALLO, D., NAKANO, O., SILVEIRA NETO,S., PEREIRA, R. 1988. Entomologia Agrícola. Editora Agronômica Ceres, SP. 964 pp. IMENES, S. D. L. & IDE, S. 2002. Principais grupos de insetos praga em plantas de interesse econômico. Biológico. São Paulo, v. 64, n. 2, p. 235-238. MARCONDES, C. B. 2001. Entomologia médica e veterinária. São Paulo: Editora Atheneu, 432p. MENEZES, E. L. A. Controle Biológico: na busca pela sustentabilidade da agricultura brasileira. 2006, Disponível em: http://www.cnpab.embrapa.br/publicacoes/artigos/ artigo_controle_biologico.html. Acessado em 11 de abril de 2007. Panizzi, A. R. e Parra, J. R. P. 2009. Bioecologia e Nutrição de Insetos. Embrapa, Brasília, DF. 1163p. REY, L. 1991. Parasitologia. Ed. Guanabara Koogan, 2º ed., 695 pp. Ribeiro-Costa, C. S. e Rocha, R. M. da. 2006. Invertebrados Manual de Aulas Práticas. Holos Editora, 4ª Edição, Ribeirão Preto, SP, 271p. Triplehorn, C. A. e Johnson, N. F. 2005. Introduction to the Study of Insects. Thompson, Books/Cole, 7ª Edição, USA, 864p. GERENCIAMENTO DE RESÍDOS URBANOS E INDUSTRIAIS Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Não Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: Caracterização dos resíduos urbanos e industriais. Legislação referente à resíduos. Descrição das técnicas de tratamento. Disposição final. Compostagem. Incineração. Processamento do lixo. Segregação de materiais. Caracterização dos resíduos através de Manuais da cetesb, feema, e outros. Diretrizes e legislação referentes a resíduos Urbanos e industriais. Reciclagem de papel, plástico, vidro, metal, entulho, outros materiais. Resíduos dos serviços de saúde. Tratamento de efluentes líquidos de aterros sanitários. Noções de gerenciamento de resíduos urbanos e industriais em alguns países. Resíduos Sólidos, risco ambiental. Macroefeitos ambientais: sistema de destinação final. Tratamento e disposição final de resíduos. Bibliografia: Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10.004. 2° ed. São Paulo: ABNT,2004. LIMA, José Dantas. Gestão de resíduos solídos urbanos. São Paulo: ABES,2002. Macêdo, Jorge Antonio Barros de; Introdução a química ambiental. 2º ed. Minas Gerais: CRQ, 2006. Philippi, Arlindo Jr et al (editores), Curso de gestão ambiental. Brueri: Manole, 2004 (coleção ambiental, 1) Complementar: Severino, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23º ed. São Paulo: Cortez, 2007. VILHENA, A. (coord). Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. 2° ed. São Paulo: CEMPRE/IPT. 2000. CETESB - Curso básico para gerenciamento de sistemas de resíduos sólidos. Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB, São Paulo – SP LIMA, L.M. Tratamento de Lixo. Editora Hemus, São Paulo, SP. BIDONE, Francisco Ricardo Andrade; POVINELLI, Jurandyr. Conceitos básicos de resíduos sólidos. São Carlos: EESC-USP, 1999. 109p. CASTILHOS, Armando Borges Júnior et al. (org.). Resíduos sólidos urbanos: aterro sustentável para municípios de pequeno porte. São Carlos: Rima, 2003. 294p. DIAZ, Luiz et al. Composting and recycling municipal solid waste. Salem: CRC, 1993. 320 p. ISBN 0873715632. LUE-HING, Cecil; ZENZ, David R; KUCHENRITHER, Richard. Municipal Sewage Sludge Management Processing, Utilization and Disposal. Pennsylvania: Water quality management library, 1994. 659 p. ISBN 1-56676-621-4. QASIM, Syed R.; CHIANG, Walter. Sanitary landfill leachate: generation, control and treatment. Lancaster: Technomic, 1994. 339 p. ISBN 1-56676-129-8. SENIOR, Eric. Microbiology of landfill sites. Salem: CRC, 1995. 191 p. ISBN 0-7371-968-9. SPELLMANN, Frank R. Incenerating Biosolids. Lancaster: Technomic, 1997. 183 p. ISBN 156676-518-8. Elaboração de projeto básico de sistema para tratamento de resíduos sólidos urbanos ou industriais. CONTROLE DA POLUIÇÃO AMBIENTAL Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: Sim Área(s) de Concentração: Ciências Ambientais Carga Horária:45 Creditos:3 Ementa: A atmosfera, características e composição; principais poluentes atmosféricos; poluição do ar em diferentes escalas espaciais; meteorologia e dispersão de poluentes na atmosfera; modelagem matemática do transporte de poluentes; padrões de qualidade do ar; controle da poluição atmosférica; gestão do ar; a poluição do ar nas grandes cidades brasileiras; poluição sonora. Poluentes hídricos: classificação; tratamento químico, físico, biológico; processos preliminar, secundário, terciário; avaliação dos resíduos; análise dos resíduos e os parâmetros da FEEMA; impactos dos resíduos nos corpos d´água; prevenção e controle da poluição; reuso da água; legislação e políticas vigentes; gestão hídrica. Contaminação de solo e Remediação de áreas contaminadas; Controle e prevenção da poluição acidental; Tecnologias de controle e monitoramento ambiental; SLAP; Diagnóstico e auditorias ambientais; O SGA e a ISO 14000; Gerenciamento de riscos/administração de crise; Responsabilidades civil e criminal decorrentes de danos ambientais. Bibliografia: COOPER, C. D., ALLEY, F. C. Air Pollution Control: A Design Approach. 2 ed., Prospect Heights: Waveland Press Inc., 1994. BAIRD, C. Química Ambiental. 2 ed., Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. BIDONE, F. R. A., POVI NELLI , J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos: EESC-USP, 1999. BRANCO, S. M. O Meio Ambiente em Debate. 26 ed., rev. ampl. São Paulo: Moderna, 1997. LORA, E. E. S. Prevenção e controle da Poluição nos Setores Energético, Industrial e de Transporte. 2 ed., Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2002. MACHADO, E. E. W. et al. Manual de Saneamento. 3 ed., Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2003. MIHELCIC, J. R.Fundamentals of Environmental Engineering. New York: John Wiley and Sons Inc., 1999. MONTEIRO, J. H. P. et al. Manual de Gerenciamento I ntegrado de Resíduos Sólidos. Rio de Janeiro: IBAM, 2001. MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: ABES, 2000.