UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA Elaboração do Projeto: Prof. Dr. Eduardo Henrique Bevitori Kling de Moraes Coordenador do Curso de Zootecnia Colaboradores: Prof. Dr. Anderson Corassa Prof. Dr. Cláudio Vieira de Araújo Prof. Dr. Júlio Onésio Ferreira Melo Discente Soraia Andressa Dall´ Agnol Marques MARÇO DE 2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ÍNDICE: 1. PERFIL INSTITUCIONAL ......................................................................................... 3 1.1 – HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ....................................................................... 3 Figura 1: Mapa Rodoviário do Estado de Mato Grosso, indicando vias e municípios. ............................................................................................................... 4 1.2. INSERÇÃO REGIONAL ...................................................................................... 5 Figura 2: Localização de Sinop, que fica na 20ª, entre as micro-regiões matogrossenses. ................................................................................................................ 6 Quadro 1 - Alguns dados de Sinop, conforme IBGE. .............................................. 7 1.3. OBJETIVOS, METAS E MISSÃO ....................................................................... 8 2. JUSTIFICATIVA ....................................................................................................... 10 3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................... 12 3.1. Administração Acadêmica: ................................................................................. 12 a) Da Coordenação do Curso:................................................................................. 12 b) Funções da Coordenação de Curso: ................................................................... 12 3.2. Do Colegiado de Curso........................................................................................ 15 3.2.1. Composição: ................................................................................................. 15 3.2.2. Competências do Colegiado: ........................................................................ 15 I- Quanto ao curso .................................................................................................. 15 II- Quanto ao currículo ........................................................................................... 16 III- Quanto aos programas e planos de ensino ....................................................... 16 IV- Quanto ao Corpo Docente ................................................................................ 16 V- Quanto ao Corpo Discente ................................................................................ 16 VI- Quanto às Unidades ......................................................................................... 16 VII- Quanto à Universidade: .................................................................................. 16 3.3. CONCEPÇÃO DO CURSO ................................................................................ 16 3.3.1. Justificativa ................................................................................................... 16 3.3.2 – Competências e Objetivos .......................................................................... 19 3.3.3. Perfil Profissional do Egresso ...................................................................... 23 3.3.4. Área de Atuação ........................................................................................... 24 3.3.5. Estratégias Pedagógicas ................................................................................ 24 3.4. CURRÍCULO ...................................................................................................... 28 3.4.1. Estágio Supervisionado ................................................................................ 28 QUADRO SINTÉTICO DE CARGA HORÁRIA ......................................................... 30 DISCIPLINAS OPTATIVAS ........................................................................................ 31 MATRIZ CURRICULAR- PROPOSTA ....................................................................... 33 3.4.5. Ementário e Bibliografias das Disciplinas.................................................... 44 3.5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: SISTEMA DE AVALIAÇÃO.......... 78 3.5.1. Procedimentos de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem .......... 78 3.5.2. Processo de Auto-avaliação do Curso .......................................................... 78 3.6. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: PRÁTICA PROFISSIONAL E/OU ESTÁGIO ........................................................................... 79 3.6.1. Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Zootecnia ................ 79 3.7. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC ............................................... 98 3.7.1 Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia da UFMT, Campus Sinop. ........................................................................................................ 98 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 99 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS MODALIDADES ....................................................................................................... 99 CAPÍTULO IV ........................................................................................................... 99 CAPÍTULO III ......................................................................................................... 101 3.8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................... 112 3.8.1. Normas de Atividades Complementares do Curso de Zootecnia/UFMTCampus Sinop. ...................................................................................................... 112 PROJETO PARA AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ZOOTECNIA ............. 123 INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO .................................................................... 128 Divulgação dos Resultados....................................................................................... 131 Cronograma da Auto-avaliação .................................................................................... 132 4. CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ....................................... 132 4.1. CORPO DOCENTE: PERFIL DOCENTE ....................................................... 132 4.2. CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS: ATUAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO. .................................................................................................................... 134 Anexo I ..................................................................................................................... 135 DEMANDA DE PROFESSORES POR DEPARTAMENTO ENVOLVIDO .... 135 5. INSTALAÇÕES FÍSICAS ....................................................................................... 135 Figura 3 – Área da UFMT onde se implantou o CAIC. ....................................... 136 Figura 4 – Área destinada à implantação da UFMT / Campus de Sinop. ............ 137 Figura 5 – Foto aérea dos blocos da primeira etapa em construção do campus de Sinop. .................................................................................................................... 138 Figura 6 – Foto de um dos blocos da primeira etapa de construção do campus de Sinop. .................................................................................................................... 139 5.1. ESPECIFICAÇÕES DAS SALAS DE AULA ................................................. 140 5.2. ESPECIFICAÇÕES DA BIBLIOTECA ........................................................... 140 Figura 8: Foto da atual Biblioteca. A 1a etapa da nova biblioteca (600 m2) está em fase de construção. ................................................................................................ 141 5.3. ACERVO BIBLIOGRÁFICO ........................................................................... 141 5.4 - ESPECIFICAÇÕES DOS LABORATÓRIOS ................................................ 142 5.5. RECURSOS DIDÁTICOS ................................................................................ 143 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA 1. PERFIL INSTITUCIONAL 1.1 – HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO Com o programa de Expansão das Instituições de Ensino Federais (IES) e o Programa de Reforma Universitária (REUNI), objetivando eliminar as desigualdades regionais, aliando-se as necessidades e vocações econômicas peculiares, ocasionou o aumento de unidades por diferentes modalidades, novas universidades, por expansão, por transformação e por desmembramento. Atualmente, são oito Universidades Federais na região Norte, 14 no Nordeste, 5 no Centro-Oeste, 19 no Sudeste e 7 no Sul, além de 1 Instituição Isolada Integrada no Sul e 4 Centros de Ensino Tecnológicos no Nordeste e Sudeste1. O estado de Mato Grosso, com área de 903.357,908 Km2 - é a terceira maior unidade federativa do Brasil (33.112.897 ha), representando 56,23% da Região Centro-Oeste e 10,61% de todo o território brasileiro. Quanto à sua formação como federação da União, podemos considerar dois momentos: em 1750 foi incorporado ao Brasil pelo Tratado de Madri e, em 1977, o antigo Mato Grosso foi dividido entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Conta com uma população estimada, em 2005, em 2.803.2742 e, atualmente, 141 municípios havendo mais trinta e nove localidades, cuja consulta plebiscitária já foi autorizada pela Assembléia Legislativa, em pleito à emancipação. Suas principais cidades e vias de comunicação podem ser visualizadas na Figura 1. Atualmente, o estado do Mato Grosso é atendido por duas universidades públicas – a Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), instituição estadual e federal, respectivamente. A UFMT, instituída sob a forma de Fundação, foi criada pela Lei no 5.647, de 10 de dezembro de 1970, pela fusão do Instituto de Ciências e Letras de Cuiabá com a Faculdade Federal de Direito de Cuiabá, atende a região Centro Sul, com os cursos da sede, situada na capital Cuiabá. 1 Conforme dados do portal da Secretaria de Educação Superior, disponível em http://portal.mec.gov.br/sesu/index.php?option=com_content&task=view&id=477&Itemid=300, acessado em 10/12/2007. 2 Portal do IBGE, disponível em http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=mt, acessado em 10/12/2007. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Atualmente além do campus sede, existem outros três campi no interior do estado, sendo os mesmos, o Campus de Rondonópolis, que abrange a região sul do estado; o Campus de Barra do Garça, atendendo a região leste do estado e o Campus de Sinop, abrangendo região norte mato-grossense. Com a participação dos governos federal, estadual e municipais, a UFMT busca interiorizar as ações de ensino, pesquisa e extensão em todo o Estado, através de Turmas Especiais, Licenciaturas Parceladas, cursos de formação continuada e Ensino a Distância, atingindo mais de 80 dos cento e quarenta e um municípios, alguns distantes mais de 800 km de Cuiabá. Figura 1: Mapa Rodoviário do Estado de Mato Grosso, indicando vias e municípios. A UFMT desempenha funções sociais relevantes e, como tal, compromete-se, por meio de inserção ativa na região, com a construção do devir da sociedade mato- PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS grossense, ofertando cursos em diferentes áreas do saber. Neste sentido, projeta-se como uma instituição que contribui para o desenvolvimento sócio-econômico regional, preocupada com a preservação do ecossistema, com a cultura e com a formação profissional, sendo referência em ensino, pesquisa e extensão na região. Em nível de graduação, além dos cursos regulares, a universidade oferece turmas especiais (em 52 municípios do estado) e cursos de educação à distância (a partir de 1992). Em nível de pós-graduação, há constante oferta de diversos cursos de Especialização (lato sensu) e 19 cursos em nível de Mestrado e 2 em Doutorado (stricto sensu). 1.2. INSERÇÃO REGIONAL Dentre os estados brasileiros, Mato Grosso destaca-se por sua exuberante vegetação, realidade atestada no próprio nome Mato Grosso, "originário de uma extensão de sete léguas de mato alto, espesso, quase impenetrável, localizado nas margens do Rio Galera, percorrido pela primeira vez em 1734, pelos irmãos Paes de Barros. Acostumados a andar (...) onde apenas havia algumas ilhas de arbustos agrestes, (...) impressionados com a altura e o porte das árvores (...) com a exuberância da floresta, a denominaram Mato Grosso” (Ferreira, 19973). Seu clima é predominantemente seco, com ocorrência de duas “estações”: a seca (invernoprimavera) e a chuvosa (verão-outono). Do ponto de vista da sua geomorfologia, o estado tem 11 tipos diferentes de relevos, com ocorrência de planaltos, chapadas, serras residuais, depressões, planícies e pantanais. A paisagem natural apresenta três biomas principais: A floresta Amazônia, o cerrado e o pantanal. Sua hidrografia destaca-se por representar um grande centro divisor de águas, onde nasce a maioria dos rios de três importantes bacias hidrográficas brasileiras: a Amazônica, a Platina e a do Araguaia. Exuberância da natureza comprovada, conforme os dados abaixo, colhidos no portal do IBGE, 2008. A 551 Km da capital Cuiabá e localizada a 345 m de altitude, o município de Sinop possui uma área de 3.194 Km2 e é o principal pólo econômico e universitário do norte do estado, com população de 105.762, segundo dados do IBGE de 2007, localizando-se às margens da rodovia Br-163. 3 FERREIRA, J. C. V. Mato Grosso e seus municípios. Cuiabá: Secretaria de Estado de Educação, 1997. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 5 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS A cidade foi fundada em 13/09/1974 e seu nome é a consiste na sigla da Colonizadora - Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná – que: “Atendendo ao chamamento do Governo Federal, que pretendia à época, povoar a região amazônica, objetivando a sua integração ao território nacional, a Colonizadora Sinop aceitou o desafio de implantar um projeto de colonização particular em uma área aproximada de seiscentos mil hectares, em plena selva amazônica, sem qualquer ligação com outras regiões, a não ser por precárias estradas e picadas abertas no meio da mata.”4 No mapa abaixo (Figura 2), sua localização pode ser visualizada na microregião no 20, denominada Mesorregião Norte Mato-Grossense, cuja área total é de 49.375,919 km² e população estimada em 2006, pelo IBGE, em 176.041 habitantes. É dividida em nove municípios, incluindo Sinop. Figura 2: Localização de Sinop, que fica na 20ª, entre as micro-regiões matogrossenses. O Censo Agropecuário 2006 do município de Sinop, apresentado pelo IBGE, confirma a vocação e o potencial regional, conforme se lê a seguir na seleção de alguns dados ilustrativos5 (Quadro 1). 4 Portal Colonizadora Sinop, disponível em http://www.sub100.com.br/empresas/imob/gruposinop/resp_social.php , acessado em 10/2/2008. 5 Portal IBGE/cidades, disponível em http://www.ibge.gov.br/cidadesat/, acessado em 25/2/2008. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 6 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Também há grande potencial estudantil, como se constata pelo portal do IBGE, baseado em dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP)/MEC, que registra 6.221 matrículas no Ensino Médio, em escolas estaduais e privadas, somente na cidade de Sinop. Em nível de educação superior pública, além da UFMT, há a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), que atua no município desde 1992, oferece os cursos de Licenciatura em Letras, Matemática e Pedagogia e Bacharelados em Administração, Ciências Contábeis, Economia e Engenharia Civil. Como se percebe, a região Norte do Estado de Mato Grosso, composta por 8 microrregiões, com uma população estimada em mais de 600 mil habitantes tem as atividades econômicas assentadas na agropecuária, com as culturas de soja, algodão, arroz, milho, exploração de madeira e pecuária de corte, possuindo alto potencial para consolidação de um parque industrial, assim como expressiva demanda de futuros acadêmicos. A consolidação das atividades das universidades – ensino, pesquisa e extensão – que constituem o suporte necessário para desenvolvimento científico, tecnológico e cultural do país, não será possível sem o fortalecimento das instituições públicas. Quadro 1 - Alguns dados de Sinop, conforme IBGE. Alguns dados No de estabelecimentos agropecuários Área dos estabelecimentos agropecuários No de estabelecimentos com área de lavouras Área de lavouras No de estabelecimentos com área de pastagens naturais No de estabelecimentos com área de matas e florestas Área de matas e florestas No de cabeças de bovinos, No de estabelecimentos com produção de leite de vaca Produção de leite de vaca No de estabelecimentos com produção de ovos de galinha Quantidade 1401 271255 hectares ,978 114417 48296 hectares 840 99557 38034 cabeças 306 3218 mil litros 270 A primeira proposta de implantação do Campus de Sinop/ UFMT aconteceu no ano de 1981, com a doação do terreno de 60 hectares feita pelo Colonizador Ênio Pipino; mas, somente no ano de 1991, o Conselho Diretor da Universidade criou o núcleo Pedagógico Norte Mato-Grossense e, no ano de 1992, deu-se a instalação provisória da UFMT em Sinop. Nesse campus, em regime de turmas especiais, já foram oferecidos 4 cursos: Direito, Engenharia Florestal, Ciências Contábeis e Ciências Biológicas. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 7 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS A presença da UFMT na região norte do estado tem como perspectiva atender as necessidades dos diversos segmentos da sociedade com base na educação superior, extensão e pesquisa, em busca de constante viabilização de soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço rural, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias. Em razão da vocação econômica e sócio-cultural, o campus investirá na consolidação de graduações relacionadas à agropecuária, à saúde e à formação de professores, em áreas bastante ausentes na região. Atualmente, oferece dez cursos (Agronomia, Enfermagem, Engenharia Florestal, Medicina Veterinária, Zootecnia, Licenciatura em Ciências da Natureza, com ênfase em Física, Matemática e Química), com 100 vagas anuais cada e Engenharia Agrícola e Ambiental e Farmácia com 80 vagas anuais. Quando plenamente implantados, os novos cursos atenderão a 4.300 alunos. Devido à sua proximidade com os biomas de Cerrado e Floresta Amazônica, o campus da UFMT, instalado em Sinop em 1993, desenvolve atividades de pesquisa em diversas áreas ligadas ao meio ambiente (como a climatologia, a geomorfologia e as ciências biológicas). Sua consolidação, ampliando a produção de conhecimentos e a formação de recursos humanos adequados à realidade da região, é essencial na busca de desenvolvimento sustentável, com a preservação da biodiversidade e das culturas locais.6 1.3. OBJETIVOS, METAS E MISSÃO O Campus de Sinop comunga os mesmos objetivos, missão, metas, princípios e estratégias da comunidade universitária da instituição em seu conjunto, verbalizados em seu Planejamento Estratégico Participativo e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)7 No Planejamento Estratégico Participativo, a comunidade universitária da instituição em geral formulou propostas de uma universidade autônoma com garantia de financiamento público, qualidade e inclusão social, ampliação da pós-graduação e incremento da pesquisa. Concluiu-se que os problemas fundamentais a serem enfrentados para promover um desenvolvimento sustentável com eqüidade social em 6 Revista Expansão, disponível em http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/expansao/revistaexpansao.pdf, acessado em 10/12/2007. 7 Portal da UFMT, disponível em http://www.ufmt.br/ , na versão eletrônica 2006_200706, em word, página 45. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 8 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Mato Grosso resumem-se em 6 grandes eixos: infra-estrutura de transportes, gestão ambiental, infra-estrutura de saneamento, desigualdades sociais e regionais, educação e formação profissional e complexo agro-industrial. Conforme o PDI8 da UFMT para o período de 2005-2010, o processo decisório e as ações político-administrativas da UFMT deverão se pautar de acordo com os seguintes princípios: 1. Autonomia institucional com compromisso social; 2. Ética; 3. Pluralidade; 4. Ensino público e gratuito; 5. Qualidade acadêmica; 6. Gestão democrática e transparente; 7. Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; 8. Articulação com a sociedade; 9. Ousadia. Também estabelece como missão “produzir e socializar conhecimentos, contribuindo com a formação de cidadãos e profissionais altamente qualificados, atuando como vetor para o desenvolvimento regional socialmente referenciado”, almejando “tornar-se referência nacional e internacional como instituição multicampi de qualidade acadêmica, consolidando-se como marco de referência para o desenvolvimento sustentável da região central da América do Sul, na confluência da Amazônia, do cerrado e do pantanal” (página 46). A UFMT/Sinop, como um dos campi, deve desempenhar suas atividades na região amazônica do estado. Ficaram, assim, estabelecidos os seguintes objetivos, metas e estratégias institucionais para o período 2005-2010: “1) Ampliar a oferta e melhorar a qualidade do ensino de graduação e de pósgraduação; 2) Fortalecer o processo de inclusão social; 3) Ampliar a articulação com a sociedade e contribuir para o desenvolvimento regional; 4) Fortalecer e ampliar a produção científica; 5) Promover a melhoria da ambiência universitária; 6) Ampliar, fortalecer e consolidar a universidade multicampi; 7) Modernizar a gestão” O compromisso político da UFMT em contribuir para a democratização do acesso ao ensino superior exige ações mais contundentes e arrojadas, como as acima expressas. 8 Portal da UFMT, disponível em http://www.ufmt.br/, na versão eletrônica 2006_200706, em word, página 45. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 9 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 2. JUSTIFICATIVA As rápidas transformações, a velocidade de implementação de inovações tecnológicas e os avanços científicos, que incidem sobre a sociedade, o mercado de trabalho e as condições de exercício profissional, impõem, uma tendência à necessidade de formar profissionais com base sólida, para oferecer melhores condições de capacitação frente aos desafios e transformações que ocorrem no campo da ciência e da tecnologia. Além disso, as questões saúde no Brasil, apesar dos avanços nos últimos anos, ainda é foco de muitas discussões e estudos, principalmente na área de assistência. A UFMT- campus Sinop com as modificações ocorridas, principalmente, no setor da produção animal e agronegócio, vem observando que há carência de profissionais qualificados, que possam atender a esta nova tendência de mercado. Além disso, em seu plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) prevê o aumento de cursos no Campus, visando atender as necessidades locais, bem como vem de encontro com a política do governo federal de reestruturação das universidades públicas, principalmente nas regiões do interior dos estados. O profissional a ser formado pelo curso de Zootecnia deverá apresentar um perfil encorajador, criativo e empreendedor, norteado pela ética, e inter-relacionado com as ciências sociais, econômicas e ambientais, buscando sempre a sustentabilidade dos sistemas de produção. Deverá, no âmbito profissional, usar a tríade: nutrição, genética e sanidade para transpor qualquer obstáculo e alcançar o sucesso da atividade de criação animal, qualquer que seja a espécie de interesse zootécnico. Utilizar-se-á dos recursos do melhoramento genético para maximizar o desempenho dos animais sem destruir o patrimônio genético da espécie, utilizar-se-á da nutrição para alcançar a maximização preconizada pela genética e por fim, utilizar-se-á do conhecimento em sanidade para suportar a qualidade do produto sem prejuízo econômico ao produtor. Nas feiras, exposições agropecuárias e afins, onde há apresentação dos produtos oriundos do trabalho Zootécnico, supervisiona o processo de aceitação dos animais para as provas, sendo destas também juiz. Ficará também, encarregado dos padrões raciais estabelecidos, avaliando e concebendo parecer técnico nos registros genealógicos dos animais nas sociedades pertinentes. Ainda nessa mesma linha, participará da estrutura organizacional e administrativa desses eventos. Em processos administrativos, de crédito, de seguro e judicial, exercerá a peritagem, fundamentando-se na capacidade técnica, e atuará sob os princípios da PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 10 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ética profissional. No planejamento da estrutura organizacional das empresas rurais, quando de sua implantação, participará da elaboração e da execução dos projetos agropecuários, inclusive os de construções rurais no que tange a produção animal. Exercendo também o papel de administrador, extensionista e consultor, com responsabilidade técnica, contribuirá para o aprimoramento do sistema produtivo, respeitando o desenvolvimento regional. Diretamente inserido no processo produtivo, atuará na implantação e no manejo das pastagens, aplicando tecnologias apropriadas à conservação e estocagem dos alimentos, determinando o manejo dos animais a ser adotado, condizente às possibilidades e pretensões da empresa rural. Estabelecerá os sistemas de arraçoamento, de acordo com as exigências nutricionais das espécies sob seus cuidados, considerando os custos e melhorando o uso dos recursos naturais, com ênfase na sustentabilidade do ecossistema de produção. O Zootecnista atuará na avaliação, classificação e tipificação de carcaças, representando um elo importante entre a produção animal e a tecnologia de alimentos. Aplicando normas corretas de abate objetivando alcançar a melhoria do produto final, além de se preocupar com os processos de conservação, embalagem e estocagem dos produtos a serem comercializados. No exercício da pesquisa, o Zootecnista contribuirá na construção do conhecimento, fazendo desenvolver o senso crítico diante dos progressos científicos, consubstanciando a formação de opinião de futuros profissionais. No exercício da extensão se tornará um difusor de informações técnicas e um facilitador na implantação e adequação do linguajar acadêmico numa simplicidade de atuação no campo, levando ao pequeno produtor a subsistência e a sua sustentabilidade. Na atuação profissional, também planeja e exerce a gestão do agronegócio, participando das várias fases da atividade comercial. No uso de suas atribuições legais deverá apresentar postura ética diante da problemática sócio-econômico-ambiental, procurando minimizar problemas relacionados à implantação de novas tecnologias, criando laços com a preservação ambiental, exercício da cidadania. O exercício da profissão de Zootecnia foi regulamentada em quatro de dezembro de 1968 pela lei federal 5.550. Em 12 de julho de 1969, através do Parecer 406, Resolução n° 6, foi estabelecido o currículo mínimo e a duração para o curso de Zootecnia. Em 1984, foram elaborados novos currículos para os cursos de Zootecnia. Em 1997 através do Edital 04/97 da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação e Cultura, os órgãos competentes novamente debatem a reforma dos PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 11 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS currículos para os Cursos de Zootecnia, a luz das Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional O Curso de graduação em Zootecnia da Universidade Federal do Mato Grosso no Campus de Sinop foi criado através da portaria CONSEPE/UFMT nº 07 de 16 de janeiro de 2006 e autorizado seu funcionamento pela resolução do CONSEPE/UFMT nº 31 de 23 de abril de 2007. Por situa-se em uma região do Estado de Mato Grosso que se destaca pela localização próxima a Bacia Amazônica. Esta região, mais especificamente do Norte do Mato Grosso, onde se localiza a UFMT, campus Sinop, apresenta índices cada vez maiores de demanda por conhecimento e capacitação na área de Zootecnia. É neste contexto de acelerado dinamismo que o campus Sinop marca a sua presença regional, proporcionando uma formação sólida de profissionais de nível superior e com conhecimentos necessários para a consolidação do processo de desenvolvimento e de produção marcado pelo envolvimento da população e pela busca de qualidade de vida. Além disso, tornará uma nova opção para toda população estudantil ativa que quiser capacitar-se no exercício de uma profissão de grande utilidade para a nossa sociedade sob os aspectos de prestação de serviços de saúde, pesquisa e extensão universitária. 3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 3.1. Administração Acadêmica: a) Da Coordenação do Curso: A coordenação será estabelecida a partir da implantação do colegiado curso. b) Funções da Coordenação de Curso: Com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB, Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro 1996), não mais se exigiu a existência de departamentos no âmbito das instituições de ensino superior. A maioria das instituições extinguiu-os de suas estruturas organizacionais, preferindo acolher a idéia de Coordenação de Curso e atribuindo ao novo setor a responsabilidade pela direção e pelo sucesso dos cursos superiores. Em verdade, PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 12 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS muitas instituições de ensino superior possuíam departamentos na descrição organizacional. Para a Coordenação do Curso, identificam-se estas características em suas funções, atribuições, responsabilidades e em seus encargos. Afinal, a Coordenação de Curso é o setor responsável pela gestão e pela qualidade intrínseca do curso, no mais amplo sentido. São definidas as funções, as responsabilidades, as atribuições e os encargos do coordenador do curso, distribuindo-os em quatro áreas distintas, a saber: Funções Políticas Ser um líder reconhecido na área de conhecimento do Curso. No exercício da liderança na sua área de conhecimento, o Coordenador poderá realizar atividades complementares, mediante oferta de seminários, encontros, jornadas, tríduos e palestras ministrados por grandes luminares do saber, relacionados com a área de conhecimento pertinente. Ser um agente de estímulo aos professores e alunos. Sintetiza-se um “animador”, pelas características pessoais do Coordenador, que deve ser reconhecido no exercício de seu mister por sua atitude estimuladora, proativa, congregativa, participativa, articuladora. Ser o representante de seu curso. Quando assim se intitula, imagina-se que, dirigindo o Curso, o Coordenador realmente o represente interno corporis, na própria instituição e, externa corporis, fora dela. A representatividade se faz conseqüente da liderança que o Coordenador exerça em sua área de atuação profissional. Ser o agente de promoção do marketing do curso. O Coordenador deve dominar por inteiro as “diferenças” essenciais de seu curso, o diferencial que ele procurará sempre ressaltar em relação aos cursos concorrentes. O Coordenador deve ser um promotor permanente do desenvolvimento e do conhecimento do curso no âmbito da IES e na sociedade. Ser responsável pela vinculação do Curso com os anseios e desejos do mercado. O Coordenador de Curso deverá manter articulação com empresas e organizações de toda natureza, públicas e particulares, que possam contribuir para o desenvolvimento PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA do curso, para o 13 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS desenvolvimento da prática profissional dos alunos com os estágios, para o desenvolvimento e enriquecimento do próprio currículo do curso. Funções Gerenciais São as funções gerenciais, por revelarem a competência do Coordenador na gestão intrínseca do curso que dirige. Ser o responsável pela supervisão das instalações físicas, laboratórios e equipamentos do Curso. Ser o responsável pela indicação da aquisição de livros, materiais especiais e assinatura de periódicos necessários ao desenvolvimento do Curso. Conhecer o movimento da biblioteca quanto aos empréstimos e às consultas, seja por parte dos professores, seja por parte dos funcionários vinculados ao curso, seja enfim, relativamente aos alunos. Ser responsável pelo estímulo e controle da freqüência docente. Ser responsável pelo estímulo e controle da freqüência discente. Ser responsável pela demanda da contratação de docentes. Ser responsável pelo processo decisório de seu Curso. O Coordenador de Curso deve tomar a si a responsabilidade do despacho célere dos processos que lhe chegarem às mãos, discutindo com seu diretor de centro ou de instituto, se for o caso, ou outro superior existente na instituição de ensino, quanto às dúvidas que os pleitos apresentarem. Funções Acadêmicas As funções acadêmicas sempre estiveram mais próximas das atenções do Coordenador de Curso. Todavia, as atribuições, os encargos e as responsabilidades do Coordenador não se limitam a tais funções: Ser o responsável pela elaboração e execução do Projeto Pedagógico do Curso. Ser responsável pelo desenvolvimento atrativo das atividades escolares. Ser responsável pela qualidade e pela regularidade das avaliações desenvolvidas em seu Curso. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 14 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo acompanhamento das monitorias. O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo engajamento de professores e alunos em programas e projetos de extensão universitária. O Coordenador de Curso deve ser responsável pelos estágios supervisionados. A realização, o acompanhamento e o recrutamento de novas oportunidades de estágio têm de ser objeto de séria preocupação do Coordenador de Curso. Funções Institucionais Relacionam-se, algumas funções entendidas como de natureza institucional: O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo sucesso dos alunos de seu Curso no ENADE. O Coordenador de Curso deve ter um acompanhamento dos alunos egressos do Curso. Coordenador de Curso deve ser responsável pelo reconhecimento de seu Curso e pela renovação periódica desse processo por parte do MEC. 3.2. Do Colegiado de Curso 3.2.1. Composição: O colegiado do Curso de Zootecnia será nomeado através de Portaria, com mandato de 2 anos para os docentes e 1 ano para os discentes a partir da implantação do curso. 3.2.2. Competências do Colegiado: A fim de dinamizar as condutas do Colegiado conforme reunião do próprio Colegiado do Curso de Zootecnia, estabeleceu-se competências, que são descritas a seguir: I- Quanto ao curso • Organizá-lo; PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 15 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS • Orientar, fiscalizar e coordenar sua realização; II- Quanto ao currículo • Fixar as disciplinas complementares, definindo as de caráter optativo; • Estabelecer os pré-requisitos; • Propor modificações; III- Quanto aos programas e planos de ensino • Traçar as diretrizes gerais para o Curso; • Integrar os programas e planos elaborados pelos professores; • Sugerir alterações quando apresentadas ou mesmo quando estiverem em execução; IV- Quanto ao Corpo Docente • Supervisionar suas atividades; • Propor intercâmbio de professores ou de auxiliares de ensino e pesquisa; • Propor a substituição ou treinamento de professores ou providências de outra natureza necessárias à melhoria do ensino ministrado; • Representar os órgãos competentes em caso de infração disciplinar; • Apreciar recomendações do Instituto e requerimentos dos docentes sobre assuntos de interesse do curso; V- Quanto ao Corpo Discente • Opinar sobre trancamento de matrícula; • Opinar sobre transferências; • Conhecer recursos dos alunos sobre matéria do curso, inclusive trabalhos escolares e promoção; • Representar ao órgão competente, no caso de infração disciplinar; VI- Quanto às Unidades • Recomendar ao Diretor da Unidade as providências adequadas à melhor utilização do espaço, bem como do pessoal e do material; • Colaborar com os Órgãos Colegiados das Unidades; VII- Quanto à Universidade: • Colaborar com os Órgãos Colegiados da Universidade e com a Reitoria. 3.3. CONCEPÇÃO DO CURSO 3.3.1. Justificativa A produção animal apresenta-se como um dos grandes pilares do agronegócio nacional e, portanto com expressiva importância sócio-econômica. No estado do Mato PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 16 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Grosso, a produção animal é considerada, de fato, importante atividade, gerando renda e empregos e tornando-se um dos pilares do agronegócio. Nesse sentido, o curso de Zootecnia tem relevante papel na formação de recursos humanos qualificados para atuarem nos sistemas de produção, nos diferentes biomas existentes no estado Outra atividade relevante que o zootecnista poderá exercer é a assistência técnica nos diversos sistemas de produção animal, em propriedades particulares, associações de produtores ou em agências públicas de extensão. Essa atividade poderá ser exercida pela capacitação de recursos humanos, difundindo tecnologias e proporcionando melhoria para os sistemas de produção, aumentando assim, a competitividade. Portanto, o mercado de trabalho para este profissional apresenta-se em crescimento, destacando-se as áreas de gerenciamento da propriedade ou empresa rural, criações, manejo, nutrição, alimentação, forragicultura, bem estar, sanidade, reprodução e melhoramento de animais domésticos e silvestres, proporcionando o desenvolvimento de sistemas de produção animal sustentável. Aliado a isso, o profissional Zootecnista possui compromisso com a alimentação humana através da produção de alimentos nutricionalmente adequados. No campo da Biotecnologia, o Zootecnista poderá atuar na obtenção de novas linhagens animais, com maior interesse ao ser humano, envolvendo desde a clonagem à transgenia, visando animais ou produtos de origem animal de maior qualidade. O Curso Zootecnia proposto deverá oferecer um profissional com conhecimentos, capacitação técnica e domínios de habilidades para o pensamento crítico. Assim, acredita-se que os anseios da sociedade moderna e as recentes modificações provocadas pelos mesmos, redefinem o perfil dos Zootecnistas, estabelecendo novas relações e situações de trabalho; com isto a noção de competência adquiriu contornos diversos que passou a exigir aprofundamento no conhecimento científico-tecnológico. Entende-se por um profissional de Zootecnia competente, aquele com capacidade de agir de forma reflexiva e eficazmente, em um determinado tipo de situação, apoiado em um conjunto articulado e dinâmico de conhecimentos, saberes, habilidades e posturas, tomando decisões e fazendo encaminhamentos adequados e úteis para o enfrentamento desta situação. Conhecimentos e competências são processos que se articulam, mas não se confundem; não se deve abrir mão de transmitir conhecimentos ao se comprometer com o PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA desenvolvimento de 17 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS competências. Assim, em um processo de construção de competências, há que se ter clareza sobre a escolha que se faz dos conhecimentos necessários, dos seus motivos e desdobramentos. Nem só o conhecimento teórico e nem o agir simplesmente são suficientes para desenvolver a competência. A competência ultrapassa os saberes e conhecimentos, mas não se constitui sem eles. A competência do Zootecnista será construída na rotina diária do contexto de sua formação, na identificação dos conhecimentos pertinentes e na mobilização dos seus recursos, configurados em uma postura ativa eficaz diante dos desafios e problemas. A mobilização e utilização de conhecimentos, habilidades, saberes e outros recursos; a capacidade de transformar informação em conhecimento, e a utilização de competências individuais ou mais amplas, exige um aprendizado intencionalmente planejado. Sistematizar e planejar esse aprendizado são as metas a serem buscadas nesta proposta pedagógica do curso de Zootecnia. As competências básicas do Zootecnista podem ser assim definidas: Competência Técnica: É a habilidade de utilizar os conhecimentos das tecnologias disponíveis na identificação e solução de problemas; Competência Científica: É a habilidade do uso do método científico na pesquisa, envolvendo o levantamento de bibliografia pertinente, a pesquisa de campo, a capacidade interpretativa das informações obtidas, bem como o seu desenvolvimento intelectual; Competência Ética, Política e Social: É o desenvolvimento da cidadania, da postura profissional, do conhecimento dos deveres e direitos e da responsabilidade social. A partir de uma visão geral destas competências, o Zootecnista, detentor de conhecimentos dos temas que envolvem a sua profissão, poderá articulá-las com os de outras áreas do conhecimento, de maneira crítica e reflexiva, transformando a realidade no seu entorno. Nesse contexto, acredita-se que a relevância da atuação de uma instituição de ensino está na razão direta da qualidade e quantidade de alternativas e serviços colocados ao alcance da comunidade, especialmente da acadêmica, com sugestivas respostas à demanda e anseios emergentes da sociedade. Esta atuação assume um maior destaque, se considerarmos que a instituição, encontra-se implantada em uma região promissora marcada pela pluralidade de características e ocupando posição estratégica no cenário nacional e internacional. A UFMT campus Sinop percebe a história como processo onde o homem se realiza e interfere, entendendo a educação não somente como um processo de PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 18 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS formação, mas como interação social que conduz à participação plena, produtiva e crítica das pessoas na sociedade: a conseqüência desse processo deve ser o desenvolvimento econômico-social. Daí a preocupação desta instituição em propiciar e incentivar a excelência das diferentes experiências de ensino que oferece. Partindo de sua concepção de mundo e sociedade, o curso determina padrões éticos à sua atuação. Para tanto, procura resgatar a perspectiva de unidade e totalidade de conhecimentos fragmentados, atuando como consciência crítica da sociedade e incentivando seus membros a encontrarem melhores condições de autorealização e de vivência. Nesta perspectiva, a pesquisa científica apresenta-se como atividade fundamental no processo educativo por produzir conhecimentos sobre a realidade cada vez mais dinâmica e complexa, necessárias ao profissional do futuro. Indissociada deste processo, a extensão permite um intercâmbio da instituição com a comunidade na qual está inserida, através da difusão de conhecimentos e da prestação de serviços. Nesta busca de colaboração e integração permanentes, o Campus Sinop valoriza a pesquisa científica como um elo de ligação estreita com a historicidade – é a experiência coletiva acumulada pelas gerações precedentes que permite ao homem viver o seu presente com vista ao futuro. Por outro lado, também entende que a produção atual de conhecimentos e a incansável busca de solução de problemas tornam-se motores fundamentais do seu avanço institucional, visto que há uma tendência à rápida desatualização dos profissionais e, particularmente, ao envelhecimento precoce de conhecimentos localizados e pontuais. Assim sendo, favorece a formação do profissional do futuro com uma sólida base científica, indispensável à busca constante da libertação do homem e do aprimoramento da sociedade: com capacidade e conhecimento para trabalhar de modo inovador com formação multidisciplinar/interdisciplinar, buscando o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores éticos fundamentais, e melhoria das condições da população. A proposta de implantação do curso Zootecnia no campus Sinop encontra respaldo na demanda por desenvolvimento sócio-econômico da região que reivindica o aprimoramento e a qualificação dos serviços e geração de emprego e renda. 3.3.2 – Competências e Objetivos PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 19 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS O processo educativo de formação dos futuros Profissionais em Zootecnia pelo Instituto, considerada a realidade regional, possibilitará o desenvolvimento de profissionais éticos, autônomos, criativos e competentes, técnica e politicamente, para: atenção individual e coletiva em produção animal; bem como, a aplicação dos conhecimentos em pesquisas científicas e de extensão. 3.3.2.1. Objetivo Geral O profissional a ser formado pelo curso de Zootecnia deverá apresentar visão generalista, humanista, crítica e reflexiva, apto a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação às atividades inerentes ao exercício profissional, no âmbito de seus campos específicos de atuação em produção animal, norteado pela ética, e inter-relacionado com as ciências sociais, econômicas e ambientais, buscando sempre a sustentabilidade dos sistemas de produção. Deverá, no âmbito profissional, utilizar de conhecimentos sobre bases nutricionais, genéticas e sanitária, objetivando alcançar maior produtividade e sucesso da atividade de criação animal, qualquer que seja a espécie de interesse zootécnico.. Ter conhecimento dos fatos sociais, culturais e políticos da economia e da administração agropecuária e agroindustrial. Capacidade de raciocínio lógico, de observação, de interpretação e de análise de dados e informações, bem como dos conhecimentos essenciais de Zootecnia, para identificação e resolução de problemas. 3.3.2.3. Competências e habilidades gerais: Promover a exploração da abordagem interdisciplinar, no contexto do uso da terra, quanto à produção animal, inserindo a dimensão ambiental; Destacar a complexidade dos problemas relacionados à produtividade agropecuária na região Centro-Oeste, para o desenvolvimento de alternativas necessárias à solução; Incentivar a investigação científica visando a compreensão do ecossistema de produção afim, com ênfase nas relações bióticas e abióticas, formulando teorias que contemplem a qualidade de vida nos aspectos sociais, naturais, culturais e econômicos; PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 20 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Promover a difusão dos conhecimentos técnico-científicos que constituem patrimônio da humanidade, como incremento tecnológico para o setor primário, regional e nacional, alicerçado no respeito à Natureza; Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento na elaboração e na execução de projetos que visem o uso sustentado dos recursos naturais regionais e nacionais, com enfoque para o estado do Mato Grosso. 3.3.2.4. Competências e habilidades específicas: O Curso de Graduação em Zootecnia deve assegurar, também, a formação de profissional nas áreas específicas de sua atuação de acordo com o Art. 6º da Resolução CNE/04 de 2006, coloca para o curso de graduação em Zootecnia, as seguintes competências e habilidades: • Fomentar, planejar, coordenar e administrar programas de melhoramento genético das diferentes espécies animais de interesse econômico e de preservação, visando à maior produtividade, equilíbrio ambiental e respeitando as biodiversidades no desenvolvimento de novas biotecnologias agropecuárias; • Atuar na área de nutrição, utilizando conhecimentos sobre o funcionamento do organismo animal, visando ao aumento de sua produtividade e ao bem estar animal, suprindo suas exigências, com equilíbrio fisiológico; • Responder pela formação, fabricação e controle de qualidade das dietas e rações para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional das fórmulas; • Planejar e executar projetos de construções rurais, de formação e/ou produção de pastos e forrageiras e de controle ambiental; • Pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais silvestres e exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia, etologia, bioclimatologia, nutrição, reprodução e genética, tendo em vista seu aproveitamento econômico ou sua preservação; • Administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais ligados à produção, ao melhoramento e a tecnologias animais; • Avaliar e realizar peritagem em animais, identifi cando taras e vícios, com fins administrativos, de crédito, de seguro e judiciais, bem como elaborar laudos técnicos e científi cos no seu campo de atuação; PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 21 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS • Planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia, de esporte, de lazer, buscando seu bem estar, equilíbrio nutricional e controle genealógico; • Avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em todos os seus estágios de produção; • Responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de rodeios, exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento, supervisionar e assessorar inscrição de animais em sociedade de registro genealógico, exposições, provas e avaliações funcionais e zootécnicas; • Realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de sistemas de produção de animais, adotando tecnologias adequadas ao controle, ao aproveitamento e à reciclagem dos resíduos e dejetos; • Desenvolver pesquisas que melhorem as técnicas de criação, transporte, manipulação e abate, visando ao bem-estar animal e ao desenvolvimento de produtos de origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar e economia; • Atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de animal; • Assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade animal, públicos e privados, visando à segurança alimentar humana; • Responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de fomento à agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas e realizando perícias e consultas; • Planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e estabelecimentos agroindustriais, inseridos desde o contexto de mercados regionais até grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a utilização dos recursos potencialmente disponíveis e tecnologias sociais e economicamente adaptáveis; • Atender as demandas da sociedade quanto a excelência na qualidade e segurança dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde pública; • Viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de seus produtos ou subprodutos, que respondam aos anseios específicos de comunidades à margem da economia de escala; PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 22 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS • Pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos recursos humanos e ambientais; • Trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual, liderança e espírito investigativo para compreender e solucionar confl itos, dentro dos limites éticos impostos pela sua capacidade e consciência profissional; • Desenvolver métodos de estudo, tecnologias, conhecimentos, diagnósticos de sistemas produtivos de animais e outras ações para promover o desenvolvimento científico e tecnológico; • Promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando se dos meios de comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em interação com outros profissionais; • Desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos campos científicos que permitem a formação acadêmica do Zootecnista; • Conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão de políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação; 3.3.3. Perfil Profissional do Egresso Considerando a importância do Profissional em Zootecnia no contexto sócioeconômico e político do país, como cidadão comprometido com os interesses e os permanentes e renovados desafios que emanam da sociedade, o curso de Zootecnia visa capacitar um profissional com perfil generalista; desenvolvendo sua responsabilidade com as vocações regionais, atuando na área de produção animal tendo conhecimento de toda a cadeia produtiva e do processamento de produtos obtidos dela; com a preservação dos ecossistemas; de tal maneira que o desenvolvimento da agropecuária se processe priorizando as bases da vida e sem comprometer o futuro da humanidade considerando o grande compromisso com a produção de alimentos, bem como na geração de riquezas e elevação da qualidade de vida da população brasileira. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 23 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 3.3.4. Área de Atuação A atuação do Zootecnista graduado na UFMT/SINOP se fará em ações pertinentes à: Planejar, dirigir e realizar pesquisas que visem a informar e a orientar a criação dos animais domésticos, em todos os seus ramos e aspectos; promover e aplicar medidas de fomento à produção dos mesmos, instituindo ou adotando os processos e regimes, genéticos e alimentares, que se revelarem mais indicados ao aprimoramento das diversas espécies e raças, inclusive com o condicionamento de sua melhor adaptação ao meio ambiente, com vistas aos objetivos de sua criação e ao destino dos seus produtos; exercer a supervisão técnica das exposições oficiais e a que eles concorrem, bem como a das estações experimentais destinadas à sua criação; participar dos exames a que os mesmos hajam de ser submetidos, para o efeito de sua inscrição nas Sociedades de Registro Genealógico, exercer. Planejar e executar programas nutricionais às espécies animais 3.3.5. Estratégias Pedagógicas O curso de Graduação em Zootecnia está sendo proposto de acordo com a Resolução CNE/CES nº 4, de 02 de fevereiro de 2006 e segundo a Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). I. Interdependência Dinâmica Dos Conteúdos Considerando que a interdisciplinaridade e interdepartamentalização constituem-se em instrumentos de grande importância na formação profissional o curso de Zootecnia deverá estar integrado aos demais cursos da Instituição. Para operacionalizar este princípio, todos os conteúdos selecionados deverão estar inter-relacionados em termos de conhecimentos gerais e específicos da área da Zootecnia. Para tanto, o planejamento deverá ser realizado de forma conjunta, independente da área de atuação do professor. II. Unidade Entre Teoria e Prática A proposta de trabalho apresenta uma visão que busca fortalecer a articulação da teoria com a prática em disciplinas ao longo do curso e no estágio supervisionado no décimo semestre, possibilitando aos alunos atividades de aplicação de conhecimentos. Esta modalidade possibilita que os alunos tenham, ao longo do curso, PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 24 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS experiências teóricas, de execução e de aplicação dos conhecimentos e técnicas trabalhadas pelos professores. Valorizar-se-á também a pesquisa individual e coletiva, assim como a participação em projetos de pesquisa e extensão, modalidades estas onde o dualismo teoria e prática, contribuem para a qualificação dos futuros Profissionais em Zootecnia. III. Indissociabilidade entre o Ensino, Pesquisa e Extensão O princípio de indissociabilidade entre o ensino, pesquisa e extensão será assegurado mediante o envolvimento dos professores e alunos em projetos como os de Iniciação Científica, Programas de Monitoria e Atividades de Extensão. Além disso, as atividades docentes deverão oportunizar aos alunos, constantemente, condições de participação em projetos individuais ou de grupos de pesquisa. IV. Atendimento à Diversidade Humana e às Desigualdades Sociais Os conhecimentos veiculados e as relações interpessoais que deverão ocorrer durante o curso levarão em conta as diferenças biológicas de natureza individual e as desigualdades coletivas de natureza social. Para tanto, os docentes necessitam tratar em todas as disciplinas com conhecimentos relativos a todo e qualquer sistema de produção animal. No uso de suas atribuições legais deverá apresentar postura ética diante da problemática sócio-econômico-ambiental, procurando minimizar problemas relacionados à implantação de novas tecnologias, criando laços com a preservação ambiental, exercício da cidadania. V. Equilíbrio Dinâmico entre os Conhecimentos Específicos e os Gerais A matriz curricular, bem como toda ênfase do curso, deverá buscar o equilíbrio entre os conhecimentos específicos e gerais evitando que um prevaleça sobre o outro. Historicamente, nos cursos em que predomina um ou outro tipo de conhecimento, temos observado a condução da formação do profissional em Zootecnia por caminhos equivocados. Isso se expressa, por exemplo, na discussão que se estabelece entre grande parte dos coordenadores a respeito da questão: especialistas versus generalistas. Essa polarização, especialista versus generalista, contribui para que os profissionais sejam preparados superficialmente, em ambos os casos. O especialista pela perda da generalidade e o generalista pela perda da especificidade. Todavia, numa visão dinâmica e relacional, a Zootecnia deve ser entendida como uma especificidade de uma generalidade, pois seus pressupostos educacionais, PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 25 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS fisiológicos, políticos e econômicos não podem ser entendidos em si mesmos, eles fazem parte de um todo maior que é a complexa realidade social em que vivemos formadas por múltiplas relações e determinações. VI. Procedimentos Metodológicos Os procedimentos metodológicos que deverão ser priorizados nas disciplinas do curso levarão em consideração, sobretudo, o princípio da unidade entre teoria e prática e da interdependência dinâmica dos conteúdos. Nessa perspectiva os conteúdos e as aulas possibilitarão aos alunos ampla vivência e contato com a realidade brasileira e regional nas dimensões formais e não formais em que ocorrem à produção animal. Também deverão ser estimuladas aulas expositivas com vários professores simultâneos, estudos em grupo, seminários e investigações orientadas, visando oportunizar aos alunos condições de amplo debate a partir da concreticidade das relações sociais. VII. Organização O Curso de Graduação em Zootecnia funcionará na UFMT- Campus Sinop, localizado na avenida Alexandre Ferronato – nº1200 reserva 35, setor Industrial município de Sinop/MT. Em uma área total de 66 hectares. Organizado em 05 (cinco) anos, o curso iniciar-se-á no segundo semestre letivo de 2006 dentro do Regime Credito Semestral. Para receber o diploma de Graduado em Zootecnia, além dos requisitos necessários como nota e freqüência, o aluno deverá participar de Atividades Complementares, com o objetivo de ampliar seus horizontes, com um total de carga horária de no mínimo 150 horas. A estrutura do Campus Universitário de Sinop não é composta de departamentos; há dez cursos reunidos em um mesmo Instituto. No momento, o Campus conta com a estrutura administrativa constante abaixo, havendo a perspectiva de novos institutos e faculdades que congregarão novos cursos com remanejamento dos cursos atuais.9 9 Os institutos têm as atribuições de planejar, executar e avaliar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, dando ênfase ao campo das ciências básicas; e as faculdades, as atribuições de planejar, executar e avaliar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, dando ênfase ao campo das ciências aplicadas. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 26 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Atualmente os cursos do Campus de Sinop são: Agronomia, Enfermagem, Engenharia Florestal, Engenharia Agrícola e Ambiental, Medicina Veterinária, Zootecnia, Farmácia e Licenciatura em Ciências Naturais e Matemática com habilitação em Física, Química e Matemática. A atuação de corpo técnico-administrativo, da Congregação Institucional (formada pelo diretor e coordenadores), os Colegiados de Cursos e a Câmara de Extensão possuem suas ações sancionadas pelos órgãos deliberativos, de assessoramento superior e executivos do campus da sede, na dimensão abaixo exposta (Quadro2) Quadro 2 – Estrutura dos Órgãos Deliberativos, de Assessoramento Superior e Executivos da UFMT. • • • • • Órgãos Deliberativos Conselho Diretor - CD Conselho Universitário - CONSUNI Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE Órgãos de Assessoramento Superior Auditoria Interna Procuradoria Geral Federal (PGF) Órgãos Executivos ÓRGÃO Reitoria Vice-Reitoria Pró-Reitoria Administrativa PROAD Pró-Reitoria de Vivência Acadêmica e Social PROVIVAS Pró-Reitoria de Ensino de Graduação –PROEG COORDENAÇÃO Gabinete Cerimonial Comunicação Social- (ASCOM) Assistência e Benefícios ao Servidor - CABES Cultura Biblioteca Central Editora Universitária Hospital Universitário Júlio Müller - HUJM Hospital Veterinário – HOVET Gestão de Pessoas Material Prefeitura do Campus Gráfica Universitária Núcleo de Instrumentação Financeira Articulação com Estudantes de Graduação e PósGraduação Espaço de Alimentação e Convivência - CEAC Extensão Exames Vestibulares Administração Escolar - CAE PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 27 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Ensino de Graduação Pró-Reitoria de Pesquisa PROPEq Pró-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação – PROPG Pró-Reitoria de Planejamento - PROPLAN Apoio à Pesquisa Pós-Graduação Processamento de Dados Planejamento Físico Programação e Planejamento Universitário CPPU VIII. Organização Curricular e Funcionamento do Curso O Curso proposto terá carga horária de 3.885 horas, em Regime de Crédito Semestral, com 100 vagas anuais, sendo 50 vagas no 1º semestre e 50 vagas no 2º semestre do ano letivo com turno de funcionamento integral, com período de integralização de, no mínimo, 10 semestres e, no máximo, 16 semestres. 3.4. CURRÍCULO 3.4.1. Estágio Supervisionado O Estágio Supervisionado previsto para o 10o semestre e terá carga horária total de 300 horas. O aluno do Curso de Zootecnia terá que realizar o estágio curricular obrigatório no último período do curso, após ter concluído todas as disciplinas do curso e completado suas atividades complementares, orientado por um Docente da Instituição, apresentando ao final do mesmo, relatório de atividades desenvolvidas e uma monografia (revisão bibliográfica) sobre assunto relevante de seu estágio. Para tanto, convênios serão firmados com estas instituições visando garantir a operacionalização com qualidade de todas as fases previstas nessa modalidade de estágio. Normas de estágio supervisionado estão descritas no item 3.6. 3.4.2.1. ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS 1. Escolher um tema, com auxílio do orientador, para levantamento bibliográfico. 2. Discutir com o orientador, em reuniões periódicas, a bibliografia lida. 3. Participar de projeto experimental, para familiarização com as técnicas mais comuns de pesquisas. 4. Ao final do trabalho o aluno deverá apresentar e defender uma monografia. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 28 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 5. A avaliação da monografia deve ser feita pelo orientador e mais dois membros. 6. O trabalho de conclusão de curso será realizado em unidades da própria Instituição e/ou conveniadas. Normas do TCC estão descritos no item 3.7. 3.4.2.2. Atividades Complementares Em consonância com o princípio de formação dos profissionais em Zootecnia, o aluno terá que realizar atividades acadêmicas complementares de enriquecimento curricular e obrigatórias na reestrutura curricular do curso de Zootecnia, tanto no âmbito do conhecimento de diferentes áreas da Zootecnia, como na sua preparação ética, política e humanística. Estas serão escolhidas e executadas pelo estudante, de forma a perfazer um total mínimo de 150 horas com o objetivo de possibilitar aos alunos novos espaços e tempos de aprendizagem. Serão as seguintes as atividades complementares: a) Participação em semana científica; b) Programas de monitoria e iniciação científica; c) Programas de institucionais de extensão; d) Participação em eventos científicos externos à instituição. Normas das Atividades Complementares estão descritos no item 3.8. 3.4.2.3. Número de Vagas e Forma de Ingresso Serão oferecidas, 100 vagas anuais, sendo 50 (cinquenta) vagas para o primeiro semestre e 50 (cinquenta) vagas para o segundo semestre. O ingresso do aluno ao curso é feito de acordo com o Art. 1 do Capítulo I do Regulamento do Regime Credito Semestral para Cursos de Graduação, adquirindo direito à vaga aqueles: I- que tenham sido classificados em concurso vestibular e concluído o curso de ensino médio antes da data da matrícula; II - transferidos, mediante existência de vaga, ou compulsoriedade; III - de outros países, através de convênios ou acordo cultural; IV - portadores de diplomas de curso superior mediante a existência de vaga; V - que tenham sido classificados em concurso vestibular especial, conforme projeto de curso. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 29 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS QUADRO SINTÉTICO DE CARGA HORÁRIA CH I - Conhecimento Identificador da Área 1.1. Formação Geral 1.2. Formação Básica 1.3. Formação Profissional Sub-total 1.4. Atividades Complementares 1.5. Optativas 1.6. Estágio Curricular supervisionado e TCC INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR 780 885 1575 3240 150 150 345 3885 % 24,07 27,31 48,61 3,86 3,86 8,88 100 QUADRO DISCIPLINAS DIRETRIZES CURRICULARES DISCIPLINAS DO CURRÍCULO PLENO Formação geral Formação Básica Formação Profissional CH Química geral Ecologia geral Matemática Biologia Celular Zoologia geral Entomologia geral Física Histologia e Embriologia Geologia e Pedologia Desenho Técnico Genética Topografia básica Microbiologia Geral Estatística Geral Sub-total 45 30 60 60 60 60 60 75 60 30 60 60 60 60 780 Anatomia Animal Fisiologia Animal Bioquímica Fisiologia Vegetal Morfologia e Anatomia vegetal Manejo e Conservação do solo Fertilidade do solo e nutrição de plantas Estatística Aplicada Agrometeorologia Economia Rural Construções Rurais e Ambiência Extensão Rural Administração Rural Tecnologia de Produtos de Origem Animal Sub-total Introdução à Zootecnia Fisiologia do sistema digestivo Metodologia da pesquisa zootécnica Máquinas de Interesse Zootécnico Nutrição Animal 75 60 60 75 75 60 60 60 60 45 60 45 60 90 885 45 60 45 60 60 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 30 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Introdução à Forragicultura Deontologia Zootécnica Higiene e Profilaxia animal Introdução ao Melhoramento animal Nutrição e Alimentação de Ruminantes Fisiologia e biotecnologia da reprodução Forragicultura Aplicada Bromatologia Zootécnica Bioclimatologia animal Produção e Nutrição de Caprinos Produção e Nutrição de Bovinos de corte Nutrição e Alimentação de Monogástricos Melhoramento Animal Aplicado Parasitologia zootécnica Produção e Nutrição de Ovinos Produção e Nutrição de Bovinos de Leite Produção e Nutrição de Aves Produção e Nutrição de Suínos Produção e Nutrição de Peixes Avaliação e Tipificação de Carcaça Sub-total 75 30 60 60 60 75 75 75 60 60 75 60 60 60 60 75 75 75 75 60 1575 Estágio Curricular Estágio Supervisionado supervisionado Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Trabalho de conclusão de Sub-total curso Disciplinas optativas Atividades complementares Sub-total TOTAL DE HORAS 300 45 345 150 150 300 3885 DISCIPLINAS OPTATIVAS As disciplinas optativas serão ministradas a partir do 5º semestre do curso. Disciplina Introdução à Informática Libras Inglês instrumental Taxonomia vegetal Bioquímica Aplicada Farmacologia aplicada à zootecnia Cooperativismo rural Agronegócio Sociologia rural Manejo de dejetos animais Planejamento pecuário Manejo de plantas daninhas Culturas de Interesse Zootécnico Carga horária 30 60 45 60 60 Teórica 2 4 3 2 4 Prática 0 0 0 2 0 Crédito 2(2-0) 4 (4-0) 3 (3-0) 3(2-1) 4 (4-0) Pré-requisito 45 3 0 3 (3-0) Bioquímica 45 45 45 3 3 3 0 0 0 3 (3-0) 3 (3-0) 3 (3-0) Economia rural 60 2 2 3 (2-1) 60 4 0 4(4-0) 60 2 2 3(2-1) Fisiologia vegetal 60 2 2 3(2-1) Fisiologia vegetal PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA Bioquímica 31 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Etologia e bem estar animal Nutrição e Alimentação de Cães e Gatos Produção e Nutrição de Animais Silvestres e Exóticos Produção e Nutrição de Eqüinos Produção e Nutrição de Bubalinos Apicultura Tópicos Especiais em Forragicultura Tópicos Especiais em Bovinos de Corte Tópicos Especiais em Bovinos de Leite Tópicos Especiais em Pequenos Ruminantes Tópicos Especiais em Aves Tópicos Especiais em Suínos Tópicos Especiais em Melhoramento Animal Tópicos Especiais em Peixes Tecnologia de Industrialização de rações Exterior, Ezoognósia e Julgamento Total de horas 45 3 0 3 (3-0) 60 4 0 4 (4-0) Nutrição e Alimentação de Monogástricos 60 4 0 4(4-0) Nutrição e Alimentação de Monogástricos 60 4 0 4(4-0) 60 4 0 4(4-0) 60 2 2 3 (2-1) Nutrição e Alimentação de Monogástricos Nutrição e Alimentação de Ruminantes Entomologia geral 45 3 0 3 (3-0) Forragicultura aplicada 45 3 0 3 (3-0) 45 3 0 3 (3-0) 45 3 0 3 (3-0) 45 3 0 3 (3-0) 45 3 0 3 (3-0) 45 3 0 3 (3-0) 45 3 0 3 (3-0) 75 3 2 4 (3-1) Máquinas de Interesse Zootécnico e Nutrição 45 3 0 3 (3-0) Melhoramento animal aplicado 1.500 88 12 Nutrição e Alimentação de Ruminantes Nutrição e Alimentação de Ruminantes Nutrição e Alimentação de Ruminantes Nutrição e Alimentação de Monogástricos Nutrição e Alimentação de Monogástricos Melhoramento animal aplicado Nutrição e Alimentação de Monogástricos NÚMERO DE VAGA: 100 vagas, sendo 50 vagas para o 1º semestre e 50 vagas para o 2º semestre do ano letivo. PERÍODOS DE FUNCIONAMENTO: Integral Dias letivos: 6 Limite mínimo para integralização do curso: 10 semestres Limite máximo para integralização do curso: 16 semestres Carga horária total = 3885 h PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 32 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS MATRIZ CURRICULAR- PROPOSTA REESTRUTURAÇÃO MATRIZ CURRICULAR 1º Semestre Disciplina Introdução à Zootecnia Química geral Ecologia geral Matemática Biologia Celular Zoologia geral Anatomia Animal Total Carga horária 45 45 30 60 60 60 75 375 Teórica 3 3 2 4 2 2 1 17 Prática 0 0 0 0 2 2 4 8 Crédito 3 (3-0) 3 (3-0) 2 (2-0) 4 (4-0) 3 (2-1) 3 (2-1) 5 (1-2) 22 Pré-requisito Carga horária Teórica Prática Crédito Pré-requisito 75 3 2 4 (3-1) 60 75 60 60 30 360 4 3 4 2 0 18 0 2 0 2 2 6 4 (4-0) 4 (3-1) 4 (4-0) 4 (2-1) 2 (0-1) 22 Carga horária 60 60 60 75 60 60 375 Teórica 4 2 2 3 2 2 15 Prática 0 2 2 2 2 2 10 Crédito 4 (4-0) 4 (2-1) 4 (2-1) 4 (3-1) 4 (2-1) 3 (2-1) 23 Pré-requisito Biologia Celular Desenho Técnico Biologia Celular Bioquímica Anatomia Animal Zoologia geral Carga horária Teórica Prática Crédito Pré-requisito 60 4 0 4 (4-0) Fisiologia Animal 45 3 0 3 (3-0) 60 2 2 4 (2-1) Física 60 2 2 4 (2-1) Geologia e Pedologia 60 2 2 4 (2-1) Fisiologia vegetal 60 4 0 4 (4-0) Administração rural 60 4 0 4(4-0) Total 405 21 6 27 2º Semestre Disciplina Morfologia e Anatomia vegetal Física Histologia e Embriologia Geologia e Pedologia Bioquímica Desenho Técnico Total 3º Semestre Disciplina Genética Topografia básica Microbiologia Geral Fisiologia Vegetal Fisiologia Animal Entomologia geral Total 4º Semestre Disciplina Fisiologia do sistema digestivo Metodologia da pesquisa zootécnica Máquinas de Interesse Zootécnico Manejo e Conservação do solo Fertilidade do solo e nutrição de plantas Estatística Geral PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA Biologia celular Cursando o quatro semestre 33 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 5º Semestre Disciplina Carga horária Teórica Prática Crédito Nutrição Animal 60 4 0 4 (4-0) Estatística Aplicada 60 4 0 4 (4-0) Introdução à Forragicultura 75 3 2 4 (3-1) Deontologia Zootécnica 30 2 0 2 (2-0) 60 3 2 4 (3-1) Microbiologia Geral 60 45 390 3 3 22 2 0 6 4 (3-1) 3 (3-0) 25 Física Administração rural Carga horária Teórica Prática Crédito 60 4 0 4 (4-0) Pré-requisito Genética e Estatística Aplicada 60 4 0 4 (4-0) Nutrição Animal 75 3 2 4 (3-1) Fisiologia animal Forragicultura Aplicada 75 3 2 4 (3-1) Bromatologia Zootécnica 75 1 4 3 (1-2) Bioclimatologia animal Total 60 405 2 17 2 10 3 (2-1) 22 Carga horária Teórica Prática Crédito 60 2 2 3 (2-1) 75 3 2 4 (3-1) 60 2 2 4 (2-1) 60 4 0 4 (4-0) 60 2 2 3 (2-1) 75 3 2 4 (3-1) 390 18 12 25 Higiene e Profilaxia animal Agrometeorologia Economia Rural Total 6º Semestre Disciplina Introdução ao Melhoramento animal Nutrição e Alimentação de Ruminantes Fisiologia e biotecnologia da reprodução 7º Semestre Disciplina Produção e Nutrição de Caprinos Produção e Nutrição de Bovinos de corte Construções Rurais e Ambiência Nutrição e Alimentação de Monogástricos Melhoramento Animal Aplicado Produção e Nutrição de Bovinos de Leite Total PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA Pré-requisito Bioquímica e Fisiologia do sistema digestivo Estatística Geral Fisiologia vegetal e Fertilidade do solo e nutrição de plantas Conclusão de todas as disciplinas dos semestres anteriores Introdução à Forragicultura Química e Nutrição Animal Agrometeorologia Pré-requisito Nutrição e Alimentação de Ruminantes Nutrição e Alimentação de Ruminantes Desenho técnico e Física Nutrição Animal Introdução ao Melhoramento animal Nutrição e Alimentação de Ruminantes 34 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 8º Semestre Disciplina Parasitologia zootécnica Produção e Nutrição de Ovinos Produção e Nutrição de Aves Produção e Nutrição de Suínos Produção e Nutrição de Peixes Total 9º Semestre Disciplina Avaliação e Tipificação de Carcaça Extensão Rural Carga horária 60 Teórica 2 Prática 2 Crédito 3 (2-1) 60 2 2 3 (2-1) 75 3 2 4 (3-1) 75 3 2 4 (3-1) 75 3 2 4 (3-1) 345 13 10 18 Carga horária Teórica Prática Crédito 60 2 2 3 (2-1) 45 3 0 3 (3-0) Tecnologia de Produtos de Origem Animal Total 90 4 2 5 (4-1) 195 9 4 11 10º Semestre Disciplina Carga horária Crédito Estágio supervisionado 300 20 Trabalho conclusão Total 45 345 3 23 Pré-requisito Zoologia geral Nutrição e Alimentação de Ruminantes Nutrição e Alimentação de Monogástricos Nutrição e Alimentação de Monogástricos Nutrição e Alimentação de Monogástricos Pré-requisito Cursando o oitavo semestre Cursando o sexto semestre Microbiologia geral Pré-requisito Ter sido aprovado em todas as disciplinas do curso ALTERAÇÕES DA MATRIZ CURRICULAR JUSTIFICATIVA Devido a necessidade de adequação de ementas, cargas horárias, prérequisitos, distribuição de disciplinas nos semestres da matriz curricular antiga às Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006), bem como à demanda do egresso do curso de bacharelado em Zootecnia da UFMT-Sinop, realizaram-se alterações na matriz curricular, as quais estão descritas abaixo juntamente com o comparativo entre as matrizes e a equivalência de disciplinas. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 35 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ALTERAÇÕES DAS DISCIPLINAS Introdução à Zootecnia A disciplina de Introdução à Zootecnia (30h) teve sua carga horária elevada para 45h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos do curso de zootecnia e visitas técnicas. Matemática As disciplinas de Cálculo I (60 h), Cálculo II (60 h) e Geometria analítica e álgebra linear (60 h) foram concentradas em uma única disciplina denominada Matemática (60 h) para atender a demanda do egresso e o ajustamento de ementas de acordo com item III do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais. Física As disciplinas de Física I (60 h) e Física II (60 h) foram concentradas em uma única disciplina denominada Física (60 h) para atender a demanda do egresso e o ajustamento de ementas de acordo com item III do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais. Geologia e Pedologia A disciplina de Geologia e Pedologia (75 h) teve a carga horária reduzida para 60h de forma que parte de seu ementário passa ser abordado através da interdisciplinaridade com as demais disciplinas das Ciências Agronômicas e Florestais. Histologia e Embriologia As disciplinas de Histologia (75 h) e Embriologia (60 h) foram fusionadas na disciplina de Histologia e Embriologia (75h) em função do ajustamento da ementa e carga horária à necessidade da formação do profissional. Manejo e Conservação do solo A disciplina de Uso, Manejo e Conservação do solo (60 h) teve a ementa alterada sendo denominada de Manejo e Conservação do Solo (60 h) de forma que parte de seu ementário passa ser abordado através da interdisciplinaridade com as demais disciplinas das Ciências Agronômicas e Florestais. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 36 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Bioquímica A disciplina de Bioquímica Geral (75 h) teve a ementa alterada sendo denominada de Bioquímica (60 h) de forma que parte de seu ementário passa ser abordado através da interdisciplinaridade com as demais disciplinas das Ciências Agronômicas e Florestais. Microbiologia Geral A disciplina de Microbiologia e Imunologia Animal (75 h) foi substituída por Microbiologia (60 h) sendo que o conteúdo de interesse da ementa referente a Imunologia Animal passou a fazer parte da disciplina de Higiene e Profilaxia (60 h). Topografia Básica A disciplina de Topografia (90 h) foi substituída por Topografia Básica (60 h) oferecendo ementa compatível à necessidade da formação do profissional. Metodologia da Pesquisa A disciplina de Metodologia da Pesquisa (45h) foi substituída pela disciplina Metodologia de Pesquisa Zootécnica (45 h) para ajustamento da ementa necessária para a formação do profissional. Máquinas de Interesse Zootécnico A disciplina Máquinas de Interesse Zootécnico (60 h) substituiu a disciplina Máquinas e Mecanização Agrícola (60 h) oferecendo ementa compatível à necessidade da formação do profissional. Bromatologia e Nutrição Animal A disciplina de Bromatologia e Nutrição Animal (90 h) foi dividida em duas disciplinas, Bromatologia Zootécnica (75 h) e Nutrição Animal (60 h), aumentando-se a carga horária total para melhorar e ampliar os conteúdos específicos e por serem áreas de relevância para o curso e fortalecendo a complementaridade de disciplinas. Introdução a Forragicultura A disciplina de Introdução a Forragicultura (60 h) teve sua carga horária elevada para 75 h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos na área de relevância para o curso. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 37 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Higiene e Profilaxia A disciplina de Higiene e Profilaxia (75 h) teve sua carga horária reduzida para 60 h oferecendo carga horária e abordagem compatível à necessidade da formação do profissional de acordo com item II do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais. Parasitologia zootécnica A disciplina de Parasitologia zootécnica (75 h) teve sua carga horária reduzida para 60 h oferecendo carga horária e abordagem compatível à necessidade da formação do profissional de acordo com item II do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais. Administração e Economia Rural A disciplina de Administração e Economia Rural (60 h) foi dividida em duas disciplinas, Administração (45 h) e Economia Rural (60 h), aumentando-se a carga horária total para melhorar e ampliar os conteúdos específicos e por serem áreas de relevância para o curso segundo item VI do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais. Bioclimatologia animal A disciplina de Bioclimatologia animal (45 h) teve sua carga horária elevada para 60 h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos na área de relevância para o curso. Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução A disciplina de Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução (90 h) teve sua carga horária reduzida para 75 h oferecendo carga horária e abordagem compatível à necessidade da formação e atuação do profissional. Introdução ao Melhoramento Animal A disciplina de Introdução ao Melhoramento Animal (45h) teve sua carga horária elevada para 60h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos do curso de zootecnia. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 38 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Melhoramento Animal Aplicado A disciplina Melhoramento Animal Aplicado (45 h) teve sua carga horária aumentada para 60h visando fortalecer o desenvolvimento de habilidades nesta área de forte atuação do profissional, melhorando pedagogicamente a abordagem da ementa. Nutrição e Alimentação de Ruminantes e Nutrição e Alimentação de Monogástricos As disciplinas de Nutrição e Alimentação de Ruminantes (75 h) e Nutrição e Alimentação de Não Ruminantes (75 h) tiveram suas carga horárias reduzidas para 60 h, uma vez que parte de seu ementário passou a ser abordado na disciplina de Nutrição Animal (60 h) e suas particularidades em cada disciplina de produção das espécies animais de interesse zootécnico melhorando a interdisciplinaridade. A disciplina Nutrição e Alimentação de Não Ruminantes passou a se denominar Nutrição e Alimentação de Monogástricos. Produção e Nutrição de Aves, Bovinos de Corte, Bovinos de Leite, Suínos e Peixes As disciplinas de Avicultura (75 h), Bovinocultura de Corte (75 h), Bovinocultura de Leite (75 h) e Suinocultura (75 h) passaram a se denominar Produção e Nutrição de Aves, Produção e Nutrição de Bovinos de Corte, Produção e Nutrição de Bovinos de Leite e Produção e Nutrição de Suínos, respectivamente, mantendo-se a carga horária e permitindo maior interação com as disciplinas da área da nutrição. Produção e Nutrição de Peixes A disciplina de Piscicultura (60h) teve sua carga horária aumentada para 75 h e passou a se denominar Produção e Nutrição de Peixes de forma a ajustar a ementa e carga horária à necessidade da formação do profissional. Produção e Nutrição de Ovinos e Produção e Nutrição de Caprinos As disciplinas Caprinocultura (75 h) e Ovinocultura (75 h) tiveram suas cargas horárias reduzidas para 60 h e foram substituídas por Produção e Nutrição de Caprinos e Produção e Nutrição de Ovinos, respectivamente, para manter-se um equilíbrio em relação à outras disciplinas de interesse. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 39 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Agrometeorologia A disciplina de Agrometeorologia (60 h) foi implantada para permitir o melhor conhecimento dos aspectos ambientais que interferem na produção animal servindo de base para a disciplina de Bioclimatologia Zootécnica (60 h). Avaliação e Tipificação de Carcaças A disciplina Avaliação e Tipificação de Carcaças (60 h) foi implantada na matriz curricular para adequação ao item IX do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais. Taxonomia Vegetal, Bioquímica Aplicada, Farmacologia aplicada à zootecnia, Planejamento Pecuário, Sociologia rural, Tecnologia de Produtos de Origem Animal. Estas disciplinas passaram a ser ofertadas como disciplinas optativas. COMPARATIVO DA MATRIZ CURRICULAR ATUAL E PROPOSTA PROPOSTA ATUAL 1º SEMESTRE Carga Disciplina Carga horária Introdução à Zootecnia Zoologia geral Química geral Biologia celular Matemática Ecologia geral Anatomia Animal 45 60 45 60 60 30 75 Total 2º Semestre 375 Disciplina Introdução a Zootecnia Zoologia geral Química geral Biologia Celular Cálculo I Física I Morfologia e anatomia vegetal Geometria analítica e álgebra linear Total horária 30 60 45 60 60 60 75 60 450 Carga Disciplina Carga horária Morfologia e Anatomia vegetal Geologia e Pedologia Histologia e Embriologia Física Bioquímica Desenho Técnico 75 60 75 60 60 30 Total 360 Disciplina Entomologia Geral Geologia e Pedologia Taxonomia vegetal Física II Química orgânica Cálculo II Anatomia Animal Total PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA horária 60 75 60 60 60 60 75 450 40 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 3º Semestre Carga Disciplina Genética Microbiologia Geral Fisiologia Vegetal Fisiologia Animal Entomologia geral Topografia básica Total Carga horária Disciplina horária 60 60 75 60 60 60 Genética Microbiologia e imunologia animal Bioquímica geral Histologia Ecologia Geral Estatística geral Fertilidade do Solo e Nutrição Mineral de Plantas 60 75 75 75 30 60 Embriologia Total 60 495 375 60 4º Semestre Carga Disciplina Carga horária Fisiologia do sistema digestivo Metodologia da pesquisa zootécnica Máquinas de Interesse Zootécnico 60 Manejo e Conservação do solo Fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas Estatística Geral Administração rural Total 5º Semestre 60 Disciplina 45 60 60 60 60 405 Disciplina Bioquímica aplicada 60 Fisiologia Vegetal 75 Maquinas e mecanização agrícola Parasitologia zootécnica Uso, Manejo e Conservação do Solo. 60 75 Desenho técnico Estatística aplicada 30 60 Total 420 Carga horária Disciplina Nutrição Animal Introdução à Forragicultura Deontologia Zootécnica Higiene e Profilaxia animal 60 75 30 60 Estatística Aplicada 60 Agrometeorologia Economia Rural Total 60 45 390 horária Construções rurais e ambiência Fisiologia Animal Introdução à forragicultura Topografia Metodologia da pesquisa Introdução ao melhoramento animal Administração e economia rural Total PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 60 Carga horária 60 60 60 90 45 45 60 420 41 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 6º Semestre Disciplina Carga horária Disciplina Forragicultura Aplicada 75 Bromatologia Zootécnica Nutrição e Alimentação de Ruminantes Introdução ao Melhoramento animal Fisiologia e biotecnologia da reprodução Bioclimatologia animal 75 Total 60 60 75 60 405 Forragicultura aplicada Bromatologia e nutrição animal Fisiologia do sistema digestivo Melhoramento animal aplicado Farmacologia aplicada à zootecnia Deontologia zootécnica Planejamento pecuário Total Carga horária 60 90 60 45 45 30 75 405 7º Semestre Disciplina Carga horária Disciplina Produção e Nutrição de Caprinos Produção e Nutrição de Bovinos de corte Construções Rurais e Ambiência Nutrição e Alimentação de Monogástricos Melhoramento Animal Aplicado Produção e Nutrição de Bovinos de Leite Total 8º Semestre Disciplina 60 60 Nutrição e alimentação de não ruminantes Nutrição e alimentação de ruminantes Bioclimatologia animal Fisiologia e biotecnologia da reprodução Higiene e profilaxia animal 75 390 Optativa (s) Total 60 75 60 Carga horária Disciplina Parasitologia zootécnica Produção e Nutrição de Ovinos Produção e Nutrição de Aves Produção e Nutrição de Suínos Produção e Nutrição de Peixes 60 60 75 75 75 Total 9º Semestre 345 Disciplina Carga horária Disciplina Avaliação e Tipificação Carcaça Extensão Rural Tecnologia de Produtos Origem Animal Total Ovinocultura Bovinocultura de corte Suinocultura Piscicultura Sociologia rural Optativas Total de de 60 45 90 195 Carga horária 90 90 45 90 75 390 Carga horária 75 75 75 60 45 330 Carga horária Tecnologia de Produtos de Origem Animal Avicultura 90 75 Caprinocultura Bovinocultura de leite Extensão rural 75 75 45 Optativas Total 360 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 42 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 10º Semestre Disciplina Carga horária Disciplina Estágio Curricular Supervisionado 300 Trabalho de conclusão de curso Total 45 345 Carga horária Estágio Curricular Supervisionado Trabalho de conclusão de curso Total 300 45 345 ADAPTAÇÃO À NOVA MATRIZ CURRICULAR As disciplinas que não sofreram alteração de denominação ou carga horária são consideradas equivalentes mesmo que cursadas em semestres distintos. As disciplinas antigas que foram retiradas da Matriz Curricular e que foram cursadas pelos discentes passam a ser contabilizadas como disciplinas optativas. As disciplinas introduzidas à nova matriz Curricular que não possuem equivalência deverão ser cursadas pelos discentes. Os discentes que migrarem da atual para a nova matriz curricular deverão solicitar formalmente a validação das disciplinas baseadas em sua equivalência, sendo que para as disciplinas em que houve aumento de carga horária nesta mudança, os discentes serão orientados a procurar o professor responsável pela disciplina para complementação do conteúdo através de estudos dirigidos. Quadro de equivalência de disciplinas da matriz curricular atual e da matriz curricular proposta.* Disciplina Proposta Carga Carga horária Disciplina Antiga horária Matemática 60 Física 60 Geologia e Pedologia 60 Histologia e Embriologia 75 Microbiologia Geral 60 Bioquímica 60 Máquinas de Interesse Zootécnico 60 Topografia básica 60 Metodologia da pesquisa zootécnica 45 Nutrição Animal + Bromatologia Zootécnica 60 + 75 Introdução à Forragicultura 75 Forragicultura Aplicada 75 Parasitologia zootécnica 60 Economia Rural + Administração Rural 45 + 60 Introdução à Zootecnia 45 Cálculo I + Cálculo II + Geometria analítica e álgebra linear Física I + Física II Geologia e Pedologia Histologia + Embriologia Microbiologia e imunologia animal Bioquímica geral Maquinas e mecanização agrícola Topografia Metodologia da pesquisa Bromatologia e nutrição animal Introdução à forragicultura Forragicultura aplicada Parasitologia zootécnica Administração e economia rural Introdução à Zootecnia PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 60 + 60 + 60 60 + 60 75 75 + 60 75 75 60 90 45 90 60 60 75 60 30 43 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Introdução ao Melhoramento animal Higiene e Profilaxia animal Melhoramento Animal Aplicado Bioclimatologia animal Fisiologia e biotecnologia da reprodução Nutrição e Alimentação de Ruminantes Nutrição e Alimentação de Monogástricos Produção e Nutrição de Ovinos Produção e Nutrição de Caprinos Produção e Nutrição de Bovinos de corte Produção e Nutrição de Bovinos de Leite Produção e Nutrição de Aves Produção e Nutrição de Suínos Produção e Nutrição de Peixes 60 60 60 60 Introdução ao melhoramento animal 45 75 45 45 60 60 60 Higiene e profilaxia animal Melhoramento animal aplicado Bioclimatologia animal Fisiologia e biotecnologia da reprodução Nutrição e alimentação de ruminantes Nutrição e alimentação de não ruminantes Ovinocultura Caprinocultura 75 Bovinocultura de corte 75 75 75 75 75 Bovinocultura de leite Avicultura Suinocultura Piscicultura 75 75 75 60 75 60 90 90 90 75 75 * Disciplinas na mesma linha do quadro são equivalentes. 3.4.5. Ementário e Bibliografias das Disciplinas 3.4.5.1. Disciplinas Obrigatórias Ementário PRIMEIRO SEMESTRE Disciplina: Introdução à Zootecnia EMENTA Carga horária 45 Integração do aluno ao Curso; Expectativas do aluno em relação ao Curso; Evolução Histórica da Zootecnia; Característica do Curso de Zootecnia do UFMT Campus Sinop; Características profissionais do zootecnista; Mercado de Trabalho; Associação de Classes. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FERREIRA, W.M.; BARBOSA, S.B.P; CARRER, C.R.O. et al. Zootecnia Brasileira: quarenta anos de história e reflexões. UFRPE, Imprensa Universitária, 2006. PEIXOTO, A. M. Bovinocultura de corte: fundamentos da exploração racional. Ed. FEALQ, 3ª ed. 1993. ANAIS DA ZOOTECNIA, Ed. Edusp, 1997 a 2001. TORRES, A. D. P. Melhoramento dos rebanhos. 5 ed. Ed. Nobel, 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PY, C. R. Pecuária de corte: projetos de desenvolvimento. Ed. Guaíba: Agropecuária, 1995. SAMPAIO, N. S. Curso intensivo de formação de juízes das raças zebuínas. Ed. FADURPE/ UFRPE, 1989, 78p. Disciplina: Química geral EMENTA Carga horária 45 Estrutura atômica, Tabela Periódica, ligações químicas. Reações de ácidos, bases, PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 44 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS sais e óxidos. Estequiometria. Critérios cinéticos e termodinâmicos para ocorrência de reações químicas. Colóides. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRADY, J E., HUMISTON, G. E., Química Geral, V.1, Editora: LTC, RJ, 1996. BRADY, J E., HUMISTON, G. E., Química Geral, V.2, Editora: LTC, RJ, 1996 MAHAN M.M., MYERS, R.J., Química um Curso Universitário, tradução da 4ª edição americana, Editora Edgard Blücher, SP, 2000. Brown, Theodore L., LeMay Jr., H. Eugene, Bursten, Bruce E. Química a Ciência Central, 9a Edição, Ed. Pearson Prentice Hall, SP, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RUSSELL, JOHN B, Química Geral, V.1, 2ª edição, Editora: MAKRON, SP, 1994. RUSSELL, JOHN B, Química Geral, V.2, 2ª edição, Editora: MAKRON, SP, 1994. Disciplina: Ecologia Geral EMENTA Carga horária 30 Fatores ecológicos abióticos e bióticos. Biocenose e ecossistema. Fluxo de energia através dos ecossistemas. Ciclagem de nutrientes. Ecofisiologia. Interações das espécies. Indivíduos, populações e comunidades. Principais ecossistemas do mundo e do Brasil. Sustentabilidade de atividades humanas. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PINTO COELHO, R.M. 2000. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora. 252 p. RICKLEFS, R.E. 1996. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 470 p. TOWNSEND, C.R., BEGON, M., HARPER, J.L.. 2006. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora. 592 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KREBS, C.J. 1999. Ecological methodology. Nova York: Addison Wesley Longman. 620 p. LARCHER, W. 2000. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima Editora. 550 pp. JANZEN, D.H. 1980. Ecologia vegetal nos trópicos. São Paulo: E.P.U. v. 7. 79 p. Disciplina: Matemática EMENTA Carga horária 60 Funções de uma variável real. Limites. Continuidade. Derivadas. Integração indefinida. Métodos de integração. Integral definida. Matrizes e sistemas lineares. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, H.A. Cálculo - Um Novo Horizonte. V. 1. Ed Bookman Companhia, 2000. STEWART, J. Cálculo, V.1. Ed. Thomson Pioneira, 2005. LARSON, R.; EDWARDS, B. Cálculo Com Aplicações. Ed. Ltc: 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRADLEY, G.L.; HOFFMANN, L. Cálculo - Um Curso Moderno E Suas Aplicações. Ed. Ltc: 2002. DOLCE, O.; IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos De Matemática Elementar: Logaritmos. V. 2, Ed Atual: 2004. HAZZAN, S; IEZZI, G. Fundamentos De Matemática Elementar: Conjuntos, Funções. V. 1, Ed. Atual: 2004. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 45 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Disciplina: Biologia Celular EMENTA Carga horária 60 Métodos de estudo da célula. Tipos celulares (eucariontes e procariontes). Morfofisiologia dos componentes celulares. Relações da ultra-estrutura com sua fisiologia. Ciclo e divisão celulares. Mecanismo de duplicação, transcrição e tradução. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DE ROBERTS, E.; HIB, J. Bases da biologia celular e molecular. 4ª ed., Ed Guanabara Koogan, 2006. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 7ª ed., Ed Guanabara Koogan, 2004. COOPER, G.M. A célula: uma abordagem molecular, 2ª ed., Ed Artmed, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALBERTS, B. et al. Biologia Celular e Molecular da célula, 4ª ed., Ed Artes Médicas, 2004. CARVALHO E.H.F.; PIMENTEL, S.M.R. A célula. 1ª ed. Ed Manole, 2001. KARP, G. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos, 3ª ed., Ed Manole, 2005. Disciplina: Zoologia Geral EMENTA Carga horária 60 Introdução à Zoologia; Classificação e nomenclatura zoológica; Noções sobre a evolução dos Filos; Abordagens dos filos, Porifera; Cnidária; Platyhelminthes; Nematoda; Molusca; Annelida; Onycophora; Arthropoda; Echinodermata; Hemicordata; Chordata e sub-filos: Urochordata, Cephalochordata e Vertebrata. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ORR, R.T. Biologia dos Vertebrados. 5ª edição. Livraria Roca, 1986. POUGH, F. H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos Vertebrados. 3ª edição. Ed. Atheneu, 2003. RUPPERT, E.E.; BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. 6ª edição. Ed. Rocca. 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrates. Ed. Sunderland, 1990. HILDEBRAND, M. Análise da Estrutura dos Vertebrados. Ed. Atheneu, 1995. Disciplina: Anatomia Animal EMENTA Carga horária 75 Introdução ao estudo da anatomia e nomenclatura anatômica. . Aparelho locomotor, porção passiva (osteologia e sindesmologia). Aparelho locomotor, porção ativa (miologia). Angiologia. Noções anatômicas e comparativas entre os animais de interesse zootécnico dos órgãos que compõem o organismo: digestório, órgãos sexuais masculinos e femininos, urinário, circulatório, respiratório e nervoso. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: POPESKO, PETER. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos. São Paulo: Manole Ltda., 1997. Vols 1, 2 e 3. GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5a ed. Rio de Janeiro: PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 46 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Guanabara Koogan, 1986. Vols. 1 e 2. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WESING, C.J.G. Tratado de Anatomia Veterinária. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEULLNER, G. Tratado de anatomia veterinária. Rio de Janeiro: Afiliada, 1997. CLAYTON, H.M. Atlas de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1999. SCHALLER, O. Nomenclatura anatômica. São Paulo: Manole, 1999. SEGUNDO SEMESTRE Disciplina: Morfologia e Anatomia Vegetal EMENTA Carga horária 75 Divisão dos vegetais. Introdução e caracterização dos Cormófitos. Célula vegetal. Tecidos meristemáticos e permanentes. Morfologia e anatomia das Fanerógamas: raiz, caule, folha, flor, inflorescência, fruto e semente. Noções de polinização, fecundação e embriogênese. Estruturas secretoras. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: APEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S. M. Anatomia vegetal. Editora da UFV. Viçosa, 2003. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. Ed. Edgard Blücher Ltda. São Paulo. 1986. FERRI, M.G.; MENEZES, N.L.; MONTEIRO-SCANAVACA, W.R. Glossário Ilustrado de Botânica. São Paulo, Livraria Nobel S.A. 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DAMIÃO-FILHO, C.F.; MÔRO, F.V. Morfologia Vegetal. 2ª ed., Jaboticabal, Ed. Funep, 2005. SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa, Ed. UEPG. 2003. VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica – Organografia (quadros sinóticos ilustrados de Fanerógamos). 4ª ed., Viçosa, Editora UFV, 2005. Disciplina: Física EMENTA Carga horária 60 Vetores. Grandezas físicas. Princípios de cinemática e dinâmica. Princípios de estática e dinâmica dos fluidos. Princípios e Leis de termodinâmica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D.; RESNICK, R.T.E.; KRANE, K.S. Física. V. 4, Ed Ltc 2004. NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica. V. 4, Ed Edgard Blücher, 2002. SERWAY, R.A.; JEWETT, J.W. Princípios de Física. V. 4, Ed Thomson Learning, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GREF (Grupo de reelaboração do ensino de física). Física. V. 4, Ed. EDUSP, 1991. TIPLER, P.A. Física. V. 3, 4 Ed., Ed LTC: 2000. Disciplina: Histologia e Embriologia EMENTA Carga horária 75 Introdução à Histologia e Embriologia. Tecidos epiteliais. Tecidos conjuntivos. Tecidos cartilaginosos. Tecido ósseo. Tecido sangüíneo e hemocitopoese. Tecidos PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 47 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS musculares. Tecido nervoso. Gametogênese. Reprodução sexual e desenvolvimento embrionário. Clivagem. Blástula e implantação. Gastrulação e Neurulação. Fechamento do embrião. Anexos embrionários. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCIA, S.M.L.; FERNANDEZ, C.G. Embriologia. 2ª edição, Ed. Artmed, 2003. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10ª ed., Ed. Guanabara Koogan, 2004. SOBOTTA, J; WELSCH, U. Atlas de Histologia - Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica. 6ª ed., Ed. Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HAM, A.W.; CORMACK, D.H. Histologia. 2ª ed.; Ed. Guanabara Koogan, 1995. KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e Biologia Celular, 1ª ed., Ed. Elsevier, 2004. WOLPERT. L. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. 1ª edição, Ed. Artmed, 2000. Disciplina: Geologia e Pedologia EMENTA Carga horária 60 Estudo da Terra: Origem, forma, composição e estrutura. Mineralogia: estudo dos principais minerais, importância agrícola, propriedades e reconhecimento. Petrologia: Rochas ígneas, sedimentares e metamórficas - importância agrícola, propriedades e reconhecimento. Intemperismo e formação de minerais secundários. Pedogênese: Fatores de formação do solo; Processos de formação do solo; Composição do solo. Horizontes diagnósticos e perfil do solo. Principais classes de solos do Brasil. Solos e Paisagem. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ, V. Geologia Geral. São Paulo, IBEP. 1998. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. (2000) Decifrando a Terra. Ed. Oficina de Textos. São Paulo. 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRADY, N.C.; BUCKMAN, H.O. Natureza e propriedades dos Solos. 6º ed. Rio de Janeiro, Freitas Bastos. 1983. 647p. POPP, J.H. Geologia Geral, 5ª ed. Rio de Janeiro, LTC. 1998. Disciplina: Bioquímica EMENTA Carga horária 60 Química de glicídeos. Química de lipídeos. Química de aminoácidos e proteínas. Vitaminas. Enzimas. Química de nucleotídeos e ácidos nucléicos. Princípios da bioenergética. Oxidações biológicas. Metabolismo de glicídeos. Metabolismo de lipídeos. Metabolismo de proteínas. Metabolismo de nucleotídeos: Reações de caracterização de Glicídeos; Reações de caracterização de Lipídeos; Reações de caracterização de Aminoácidos e Proteínas; Reações de caracterização de Enzimas; Isolamento do DNA. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEHNINGER. A.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios da Bioquímica. 3 ed. Editora Sarvier, 2002. CHAMPE, P.C., HARVEY, R.A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada. 3 ed , Editora Artmed, 2006. VOET, D.; VOET, J.G. Bioquímica. 3 ed , Editora Artmed, 2006. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 48 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 4 ed., Editora Edgard Blücher Ltda, 2000. CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3 ed, Editora Artmed, 2000. NEPOMUCENO, M.F.; RUGGIERO, A.C. Manual de Bioquímica: Roteiros de Análises Bioquímicas Qualitativas. Editora: Tecmedd, 2004. Disciplina: Desenho técnico EMENTA Carga horária 30 Materiais usados em desenho - conhecimento e emprego. Normas da ABNT. Formatos, dobras e cortes. Escalas. Representação gráfica. Esboços cotados. Desenho de peças. Perspectiva. Plantas, elevações e cortes. Plantas topográficas. Projetos arquitetônicos simples. Introdução a aplicativos CAD BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. Ed. Edgard Blücher Ltda, São Paulo, 1978. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. Ed. Globo S. A., 1969. IZIDORO, N., PERES, M. P., RIBEIRO, A. C. Notas de aula de Desenho Técnico. Escola de Engenharia de Lorena - USP, São Paulo, 2006. Disponível em: http://www.faenquil.br/na_apostila/, em 28/08/2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LEGGITT, J. Desenho de arquitetura – técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman. 2004. MACHADO, A. Desenho na Engenharia e Arquitetura. 3. ed. São Paulo: A. Machado, 1980. NAVEIRO, R.M.; OLIVEIRA, V.F. O projeto de engenharia, arquitetura e desenho industrial. UFJF. 2001. TERCEIRO SEMESTRE Disciplina: Genética EMENTA Carga horária 60 Introdução à genética. Células e cromossomos. Mitose e meiose. Herança monofatorial. Alelos múltiplos. Interação gênica. Probabilidade e teste de proporções genéticas. Determinação e herança relacionada ao sexo. Ligação gênica e mapas cromossômicos. Mutação e alterações cromossômicas. Herança extracromossômica. Princípios de genética de populações. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GRIFFITHS, A. J. F. et al. Introdução à genética. 8ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2006. BURNS, G.W.; BOTTINO, P.J. Genética. 6ª Ed Guanabara Koogan, 1991. SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 2ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERREIRA, M. E.; GRATTAPAGLIA, D. Introdução ao uso de marcadores RAPD e RFLD em análise genética. Brasília, Embrapa. 1995. PASSARGE, E. Genética – textos e atlas. 2ª ed., Porto Alegre, Artmed, 2003 RAMALHO M. A. P.; SANTOS, J. B.; PINTO C. A. B. P. Genética na agropecuária. São Paulo, Globo, 1995. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 49 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Disciplina: Topografia básica EMENTA Carga horária 60 Introdução à Topografia. Processos de medição de ângulos e distâncias. Levantamentos topográficos. Operações topográficas de escritórios. Altimetria. Sistema de posicionamento global (GPS): vantagens e limitações, GPS e a altimetria, integração GPS e SIG. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COMASTRI, J.A.; GRIPP, J.J. Topografia aplicada; medição, divisão e demarcação. Universidade Federal de Viçosa, editora UFV, 1998. COMASTRI, J.A.; GRIPP J.J. Topografia: planimetria. 2ª ed., Universidade Federal de Viçosa, imprensa universitária, 1992. COMASTRI, J.A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. 3ª ed., Universidade Federal de Viçosa, editora UFV, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SOUZA, J.O. Agrimensura. 3ª ed., livraria Nobel, 1985. ANDERSON, P.S. Fundamentos para fotointerpretação, Sociedade Brasileira de Cartografia, Rio de Janeiro, 1982. ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Editora Globo, Porto Alegre, 1973. Disciplina: Microbiologia geral EMENTA Carga horária 75 Boas práticas laboratoriais: noções de biossegurança, equipamentos, vidrarias. Introdução ao estudo de bactérias, fungos e vírus. Sistemática e nomenclatura dos microrganismos. Morfofisiologia, metabolismo e nutrição de microorganismos. Necessidade cultural, aspectos reprodutivos e evolutivos de bactérias, fungos e vírus. Esterilização e desinfecção.. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BIER, O. Microbiologia e Imunologia. Ed. Melhoramentos, 1994. TRABULSI, L.R. Microbiologia. Liv. Atheneu, 1986. TIZARD, I. Imunologia Veterinária: uma introdução. 6ª ed., Ed. Roca, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia, 6ª ed., Ed Manole, 2003. PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e aplicações. 2ª ed. v.1 e 2, Ed. Makron Books, 1997. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C. Microbiologia. 8ª ed., Ed Artmed, 2005. Disciplina: Fisiologia Vegetal EMENTA Carga horária 75 Relações hídricas. Nutrição mineral. Transporte de solutos orgânicos. Fotossíntese. Respiração. Substâncias reguladoras do crescimento. Luz e temperatura. Germinação. Floração. Frutificação. Senescência. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Ferri, M.G. Fisiologia Vegetal. Volumes 1 e 2. E.P.U./EDUSP. São Paulo. 1979. KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2004. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 3ª ed., Editora Artmed, 2003 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 50 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS AWAD, M.; CASTRO, P. R. C. Introdução à Fisiologia Vegetal. Livraria Nobel. São Paulo, 1992. FERRAZ, E. C.; LUCHESI, A. A.; Castro P. R. C. Guia Prático de Fisiologia Vegetal. CALQ. Piracicaba, 2000. Disciplina: Fisiologia Animal EMENTA Carga horária 60 Princípios fisiológicos. Neurofisiologia. Fisiologia muscular. Endocrinologia. Fisiologia cardiovascular. Fisiologia respiratória. Regulação térmica. Fisiologia renal. Fisiologia da lactação. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. SWENSON, M.J. DUKES Fisiologia dos animais domésticos. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: REECE, W.O. Fisiologia de animais domésticos. São Paulo: Roca, 1996. Disciplina: Entomologia Geral EMENTA Carga horária 60 Morfologia externa e divisões do corpo. Morfologia interna. Classificação e nomenclatura. Identificação dos insetos. Interações insetos-homem. Insetos peçonhentos. Coleta e conservação de insetos. Métodos de controle de pragas. Epidemiologia. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BUZZI, Z.J. Entomologia Didática. 4.ed., Ed.Ufpr. 2002. PARRA, J.R.P.; BOTELHO, P.S.M. CORRÊA-FERREIRA, B.S.; BENTO, J.M. S. Controle biológico no Brasil. Editora Manole. 2002. RUPPERT, E.E.; BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. 6ª edição. Ed. Rocca,1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BORROR, D.J.; DELONG, D.M. Estudo dos Insetos. Ed Edgard Blücher, 1988. RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R.M. Invertebrados. Manual de Aulas Práticas. Ed Holos, 2002. ALMEIDA, L.M.; RIBEIRO-COSTA, C.S.; MARINONI, L. Manual de coleta, conservação, montagem e identificação de insetos. Ed Holos, 1998. QUARTO SEMESTRE Disciplina: Fisiologia do Sistema Digestivo EMENTA Carga horária 60 Aspectos gerais da fisiologia do aparelho digestivo. Ingestão, mastigação, deglutição e esôfago. Fisiologia das glândulas salivares. Fisiologia do estômago. Fisiologia do pâncreas exócrino. Fisiologia do fígado e sistema biliar. Fisiologia do intestino delgado. Fisiologia do intestino grosso. Digestão em aves. Digestão em eqüídeos. Trato gastrintestinal de ruminantes. Intestino delgado e grosso. Secreções digestivas em ruminantes. Alterações fisiológicas do trato gastrintestinal de monogástricos. Alterações fisiológicas do trato gastrintestinal de ruminantes. Fisiologia do consumo de alimentos. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 51 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5a ed., V. 1 e 2, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. SWENSON, M.J.; REECE, W.O. Dukes /fisiologia dos animais domésticos. 11ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CLAYTON, H.M. Atlas de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1999. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos. Vols 1, 2 e 3., São Paulo: Manole Ltda., 1997. SCHALLER, O. Nomenclatura anatômica. São Paulo: Manole, 1999 Disciplina: Metodologia da Pesquisa Zootécnica EMENTA Carga horária 45 O Filosofia da Ciência. Metodologia científica. O discurso técnico-científico. Pesquisa bibliográfica. Estruturação de projetos de pesquisas zootécnicos. Estruturação e elaboração de artigos técnicos-científicos. Estruturação e elaboração de monografias. Citação bibliográfica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BASTOS, L.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L.; DELUIZ, N. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. São Paulo: Editora LTC, 2003. LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos, 5ª edição, São Paulo: Atlas, 2001. MEDEIROS, J. B. Redação Cientifica: Á prática de fichamentos, resumos, resenhas, 4 edição, São Paulo: Atlas, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico, 19ª edição, São Paulo: Cortez Editora, 2002. ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico, 4ª edição, São Paulo: Atlas, 1999. HUHNE, L. M. Metodologia Científica: caderno de textos e técnicas, 6ª edição, Rio de Janeiro: Editora AGIR, 1995. Disciplina: Máquinas de Interesse Zootécnico EMENTA Carga horária 60 Introdução à mecanização zootécnica. Mecânica básica. Noções de motores de combustão interna e sistemas de transmissão. Motores estacionários. Tratores agrícolas. Tipos de tração. Colheita mecânica. Estudo de máquinas e implementos agrícolas para preparo do solo; aplicação de corretivos e fertilizantes; tratamento fitossanitário; semeadura, plantio e transplantio; tratos culturais mecânicos. Máquinas de interesse zootécnico. Custos em sistemas mecanizados. Introdução a agricultura de precisão. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BALASTREIRE, L.A. Máquinas Agrícolas. Ed. Manole, 1990, 307p. SILVEIRA, G. M. Cuidados com o trator. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2001, 312p. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 52 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS SILVEIRA, G. M. Máquinas para a pecuária. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2001, 289p. SILVEIRA, G. M. Máquinas para colheita e transporte. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2001, 289p. SILVEIRA, G. M. Máquinas para o plantio e condução das culturas. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2001, 336p. SILVEIRA, G. M. Preparo do solo: técnicas e implementos. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2001, 292p. REIS, A.V.; MACHADO, A.L.T.; TILMANN, C.A. Motores, tratores, combustíveis e lubrificantes. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 315p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COAN, O. Ferramentas para manutenção de máquinas e implementos agrícolas. Jaboticabal: FUNEP, 1997. DIAS, G P; VIEIRA, L B.; NEWES, B. Manutenção de trator agrícola de pneu: introdução. Viçosa: Editora UFV, 1996. MACHADO, A.L.T.; REIS, A.V. Máquinas para o preparo do solo, semeadura, adubação e tratamentos culturais. Pelotas, Ed. UFPel, 1996. 280p. MORAES, M.L.B. & REIS, A.V. Máquina para colheita e processamento dos grãos. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 150p. PORTELLA, J. A. Colheita de grãos mecanizada. Viçosa: Aprenda Fácil. 2000. 190p. PORTELLA, J. A. Semeadoras para plantio direto. Viçosa: Aprenda Fácil. 2001. 252p. Disciplina: Manejo e Conservação do Solo. EMENTA Carga horária 60 Levantamento e mapeamento de solos. Classificação e interpretação de mapeamentos dos solos. Princípios e conceitos relacionados à conservação do solo e da água. Erosão do solo; predição de perdas e práticas de controle. Aptidão Agrícola e capacidade de uso das terras. Práticas conservacionistas e sistemas de manejo e conservação de solos e da água. Adubação verde e Rotação de culturas. Qualidade do solo e da água. Bacias hidrográficas como unidades de manejo. Levantamento e planejamento conservacionista em microbacias hidrográficas. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 5. ed. Piracicaba; Livroceres. 2005. PRUSKI, F. F. Conservação do solo: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. Viçosa: UFV, 2006. GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRADY, N.C. Natureza e propriedades dos Solos, 7a ed. Rio de Janeiro, Editora Freitas Bastos. 1983. Disciplina: Fertilidade do Solo e Nutrição Mineral de Plantas EMENTA Carga horária 60 Conceitos e Leis da fertilidade do solo. Métodos de avaliação da fertilidade do solo. Complexo coloidal do solo. Reação do solo. Elementos Nutrientes: macro e micronutrientes. Principais corretivos e fertilizantes. Análise química do solo. Matéria Orgânica e Adubação Orgânica. Absorção foliar e radicular, transporte e redistribuição dos nutrientes. Critérios de essencialidade. Funções dos nutrientes. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 53 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Elementos úteis e elementos tóxicos. Identificação de sintomas de deficiência e toxidez. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FERNANDES, M. S. Nutrição Mineral de Plantas. 1ª. ed. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2006. GONÇALVES, J. L.; BENEDETTI, V. Nutrição e Fertilização Florestal. 1ª ed. Piracicaba, 2005. VAN RAIJ, B. Fertilidade do Solo e Adubação. 1ª. ed. Piracicaba, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MALAVOLTA, E. VITTI, G.C. Avaliação do estado nutricional das plantas. 2. ed. São Paulo, 1997. EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Manual de métodos de análise de solos. 2 ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 1997. Disciplina: Estatística Geral EMENTA Carga horária 60 Introdução à estatística. Noções básicas. Variáveis. População e amostras. Técnicas de amostragem. Apresentação de dados, tabelas e gráficos. Distribuição de freqüência. Medidas descritivas de posição e variabilidade, assimetria e curtose. Noções de Probabilidade. Distribuições: binomial, Poisson e normal. Inferência estatística. Provas de hipótese paramétricas e não paramétricas para uma e duas amostras. Uso de softwares e aplicativos no processamento de dados. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARNOT, C.A. Estatística fácil. 14ª ed., Ed Saraiva, 1996. COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2ª ed., Editora Edgard Blucher Ltda, 2002. MORETIN, P.A. Introdução à estatística para ciências exatas. 5ª ed., Ed Saraiva, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA, S.F. Introdução ilustrada à estatística. Ed HARBRA, 1992. DOWNING D.; CLARK J. Estatística aplicada. 2ª ed., Ed. Saraiva, 2002. GOMES, F.P. Curso de estatística experimental. Liv. Nobel S. A. 1976. Disciplina: Administração Rural EMENTA Carga horária 60 Introdução. Análise econômico-financeira da empresa rural. Planejamento e controle da empresa rural. Política agrícola. Sistemas de informações e registros agrícolas. Elaboração e avaliação de um projeto agropecuário. Princípios de Gestão pela Qualidade total. Espera que o estudante depois de cursado administração rural esteja apto para gerir os negócios rurais, aplicando os avanços da tecnologia e usando o conjunto de princípios, normas e funções que tem por fim ordenar os fatores de produção agrícola e controlar a produtividade e eficiência para se obter determinados resultados e obter maior lucratividade. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARBAGE, A.P. Economia Rural: Conceitos Básicos e Aplicações Editora: Argos, 2003. SANTOS, G.J. MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de Custos na Agropecuária, 3ª ed., Editora: Atlas, 2002. AIDAR, A.C.K. Administração rural. Editora: PAULICEIA, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 54 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ENGEL, A.; ANTUNES, L.M. Manual de Administração Rural. Editora AGROPECUÁRIA, 1998. ARBAGE, A.P. Fundamentos de economia rural. Editora: ARGOS, 2006. POLITANO, W.; LOPES, L.R.; AMARAL, C. O papel das estradas na economia rural. Editora: NOBEL, 1989. QUINTO SEMESTRE Disciplina: Nutrição Animal EMENTA Carga horária 60 Princípios de nutrição. Classificação dos alimentos. Principais fontes protéicas e energéticas de origem animal e vegetal. Minerais e vitaminas. Aditivos. Fatores antinutricionais. Desordens nutricionais. Processamento e qualidade de alimentos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal - Mitos e realidades. 1ª ed. 2005. SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos - Métodos Químicos e Biológicos. 3a ed., ediatora UFV, 2002. VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para Bovinos, 2a ed. , Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERTECHINI, L. Nutrição de Monogástricos Editora: Editora UFLA, 2006. NUNES, I.J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. FEP_MVZ Editora. 1998. Disciplina: Estatística Aplicada EMENTA Carga horária 60 Introdução. Estatística Descritiva (medidas de tendência central e de variabilidade). Probabilidade e Distribuição de Probabilidades (Discreta e contínua). Amostragem. Teoria de Estimação. Teoria de Decisão. Regressão e Correlação. A importância da experimentação. Variabilidade de dados. Princípios básicos da experimentação. Hipóteses fundamentais da Análise de Variância. Delineamentos experimentais (Inteiramente ao acaso, blocos casualizados e quadrados latinos). Comparações Múltiplas. Transformação de dados. Regressão na análise de variância. Experimentos fatoriais. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIMENTEL-GOMES, F. Curso de Estatística Experimental. 14 ed. Piracicaba ESALQ. 477p. 2000 MACHADO, I.B.S. Estatística Aplicada a Experimentação Animal, 2ª edição, Belo Horizonte: Fundação de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia, 2002. CRESPO A. A. Estatística fácil. 14ª edição, São Paulo: Editora Saraiva, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: VIEIRA, S.; HOFFMANN, R. Estatística Experimental. São Paulo: Atlas, 1989. ANDRADE, E.A. Alternativas para análise estatística de experimentos envolvendo densidades de aves, programas e fonte de luz em matrizes de frangos de corte. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Estatística e Experimentação Agropecuária). Universidade Federal de Lavras. Lavras. 86p. 2002. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 55 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Disciplina: Introdução à Forragicultura EMENTA Carga horária 75 Histórico e Importâncias das pastagens. Conceitos atuais em forragicultura. Morfologia e Fisiologia das plantas forrageiras. Sistemática das gramíneas. Sistemática das leguminosas. Pastagens no Brasil - regiões fisiológicas. Produção de sementes. Pragas e Plantas tóxicas em pastagens. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: VILELA, H. Pastagem. 1a ed. Editora: Aprenda fácil, 2005 PEIXOTO, A.M.; MOURA, J.C.; Vidal, P. Pastagens: Fundamentos da Exploração Racional. Editora: FEALQ - Edição: 1994 REIS, R.A.; RODRIGUES, L.R.A. Valor Nutritivo de Plantas Forrageiras. UNESP – Jaboticabal, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JÚNIOR, A.; RODRIGUES, J. Produção de silagem. Viçosa: CPT, 1999. JÚNIOR, A.; RODRIGUES, J. Produção de feno. Viçosa: CPT, 1998. Disciplina: Deontologia Zootécnica EMENTA Carga horária 30 Introdução à Deontologia Zootécnica: ética social, código de ética, perfil e postura profissional. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Código de Deontologia e de Ética Profissional: Médico Veterinário e Zootécnico, CRMV - SP, São Paulo, 1992. A Evolução da Profissão - Conselho Federal de Medicina Veterinária, Ano 5, n. 15, SBZ/JAN/FEV/1998/1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Código de Deontologia e de Ética Profissional Zootécnico – CFMV – Resolução no143, de dezembro de 1982 Disciplina: Higiene e Profilaxia Animal EMENTA Carga horária 60 Processo saúde-doença. Indicadores epidemiológicos. Epidemiologia das doenças transmissíveis. Noções de imunologia. Doenças infecciosas - conceituações e medidas de controle. Fatores ambientais e sua influência na ocorrência de doenças. Higiene das instalações zootécnicas. Desinfetantes e desinfecção. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THRUSFIELD, M. Epidemiologia Veterinária. 2ª ed., Editora: Roca, 2004. CORTES, J.A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais. LIVRARIA VARELA, 1993. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos Editora: Roca, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças dos Ruminantes e Eqüinos. 2ª ed., V. 1 e 2, Editora: Varela, 2001. CORRÊA, W.M.; CORRÊA, C.N.M. Enfermidades Infecciosas dos Mamíferos Domésticos. Editora Médica e Científica Ltda, 1992. Disciplina: Agrometeorologia PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 56 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS EMENTA Carga horária 60 Introdução. Astrometria. Radiação Solar. Temperatura do ar e do solo. Umidade do ar. Pressão atmosférica. Vento. Condensação na atmosfera. Precipitação. Evaporação e Evapotranspiração. Balanço Hídrico. Classificação Meteorológica/Climatológica. Planejamento Agrícola. Zoneamento Agroclimático. Estrutura (Agro)meteorológica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYOADE, J.O.O. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1991. PEREIRA, A.R.; ANGELOCCI, L.R.; SENTELHAS, P.C. Agrometeorologia: Fundamentos e Aplicações Práticas. Piracicaba: Ed. Agropecuária Ltda. 2002. VAREJÃO SILVA, M.A. Meteorologia e climatologia. INMET, Ministério da Agricultura e Abastecimento. Brasília: Stilo, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F.J.L. Meteorologia Descritiva – Fundamentos e Aplicações. São Paulo, Nobel, 1988. 374p. VIANELLO, R.L. & ALVES, A.R. Meteorologia Básica e Aplicações. Universidade Federal de Viçosa. 1992. 449p. Disciplina: Economia Rural EMENTA Carga horária 45 Introdução e conceitos básicos de economia; classifi cação dos mercados; o sistema econômico; funções e setores de um sistema econômico; leis de oferta e da procura; equilíbrio de mercado; elasticidade; análise de preço dos produtos agropecuários; conceitos básicos da teoria da produção; noções de macroeconomia. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARBAGE, A.P. Economia rural: Conceitos básicos. Editora GRIFOS. 2000. ARBAGE, A.P. Fundamentos da economia rural. Editora Argos. 2006. 272p. ARAÚJO, M. Fundamentos de agronegócios. Editora Atlas, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: VIAN, A. Novos instrumentos de financiamento do agronegócio. Editora Febraban, 2005. ZYLBERSZTAJN, D.B.; NEVES, M.F.; NEVES, E.M. Agronegócios do Brasil. Editora Saraiva. 2006. 168p. SEXTO SEMESTRE Disciplina: Introdução ao Melhoramento Animal EMENTA Carga horária 60 A importância do melhoramento genético na produção animal. Princípios básicos de estatística e de genética. Semelhança entre parentes. Endogamia. Herança e meio ambiente. Seleção. Métodos de seleção. Exogâmia. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004. BOWMAN, J. C. Introdução ao melhoramento genético animal. São Paulo, EPU/USP, 1981. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 57 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São Paulo: Nobel, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LOPES, P.S. Teoria do Melhoramento Animal, FEP MVZ Editora, 2006. CRUZ, C. D.; REGAZZI, A. J. Modelos Biometricos Aplicados Ao Melhoramento Genetico. 2ª ed. VICOSA-MG: EDITORA UFV, 1997. SIQUEIRA, E.R. Raças e cruzamentos de ovinos. Viçosa: CPT, 2000. Disciplina: Nutrição e Alimentação de Ruminantes EMENTA Carga horária 60 Anatomia e desenvolvimento do estômago de ruminantes, natureza do conteúdo ruminal, processos digestivos no rúmen, utilização dos nutrientes pelos ruminantes. Regulação do consumo de alimentos. Valor Nutritivo dos alimentos. Requerimentos nutricionais dos ruminantes. Balanceamento de Rações. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes, 1a ed. Editora FUNEP, 2006. VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para Bovinos, 2a ed. , Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006 ARISTEU, M.; PEIXOTO, J.C.M.; VIDAL P. Nutrição de Bovinos: Conceitos Básicos e Aplicados. 2ª ed., Editora: FEALQ - Edição: 1999. VALADARES FILHO, S.C. PAULINO, P.V.R.; MAGALHÃES, K.A. Exigências Nutricionais de Zebuínos e Tabelas de Composição de Alimentos / BR-Corte. 1ª ed. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LANA, R.P. Sistema Viçosa de formulação de rações. 3ª ed. 2003. Disciplina: Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução EMENTA Carga horária 75 Introdução e revisão de anatomia e histologia do sistema genital feminino e masculino. Aspectos aplicados de fisiologia ligados à reprodução. Eficiência reprodutiva nos animais domésticos. Biotecnologia. Manejo reprodutivo e estação de monta. Coleta, análise e congelamento do sêmen. Inseminação artificial e seus protocolos. Sincronização e controle do ciclo estral. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas Aplicadas à Reprodução Animal. Editora Varela, 2002. B. HAFEZ, B.; HAFEZ, E.S.E. Reprodução Animal. 7ª edição, Editora Manole, 2003. FONSECA, V. O., VALE FILHO, V.R., MIES FILHO, A., ABREU, J. J. Procedimentos para exame andrológico e avaliação de sêmen animal. 1 e 2ª edição, Ed. Colégio Brasileiro de Reprodução Animal. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NUNES, J., SUASSUNA, U., CIRIACO, L. Produção e reprodução de caprinos e ovinos. 2ª ed., Gráfica LCR, Fortaleza, 1997. ERGON, J.; GENTIL, V.M. Reprodução dos Animais Domésticos. Editora EBook, 2005. Disciplina: Forragicultura Aplicada EMENTA Carga horária 75 Formação de pastagem. Degradação, recuperação e renovação de pastagem. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 58 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Valor nutritivo de plantas forrageiras. Manejo e adubação de pastagens. Irrigação de pastagens. Controle de plantas daninhas. Conservação de forragens. Integração lavoura pecuária. Sistema silvipastoril. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEIXOTO, A.M.; SILVA, J.C.M.; PED, C.G.S. Inovações tecnológicas no Manejo de Pastagens. Editora: FEALQ, 2002. PIRES, W. et al. Manual de Pastagem – Formação, Manejo e Recuperação. 1a ed. Editora: Aprenda fácil, 2005 PEREIRA FILHO, I.A.; RODRIGUES, J.A.S.; Cruz, J.C. et al. Produção e Utilização de Silagem de Milho e Sorgo. 1ª ed. 2004. REIS, R.A. et al. (Org.). Volumosos na Produção de Ruminantes - Valor Alimentício de Forragens. 2003. VILELA, H. Pastagem. 1ª ed. Editora: Aprenda fácil, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PEIXOTO, A.M.; SILVA, J.C.M. Planejamento de Sistemas de Produção em Pastagens. Editora: FEALQ, 2001. Disciplina: Bromatologia Zootécnica EMENTA Carga horária 75 Conceitos em análise de alimentos. Coleta e processamento de amostras. Présecagem e secagem definitiva. Avaliação do teor protéico dos alimentos. Avaliação da gordura bruta. Avaliação de componentes fibrosos em alimentos. Avaliação dos componentes minerais dos alimentos. Avaliação enérgica dos alimentos. Sistemas in vitro de avaliação de alimentos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV. SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos (métodos químicos e biológicos) Imprensa Universitária UFV. 2002. Viçosa, MG. 235p. VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para Bovinos, 2a ed., Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes, 1a ed. Editora FUNEP, 2006. BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos, UFLA, Lavras, 2006. Disciplina: Bioclimatologia Animal EMENTA Carga horária 60 Introdução ao Estudo de Bioclimatologia; Climas; Mecanismos de Regulação Térmica dos animais; Efeitos do Ambiente sobre o Animal; Proteção dos Animais no Meio Ambiente. Estresse térmico. Instalações climatizadas. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA, J.C.C. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à produção animal. belo Horizonte, FEP MVZ Editora. 2005. FERREIRA, R.A. Maior Produção com Melhor Ambiente. 1ª ed. 2005. SILVA, R.G. Introdução à Bioclimatologia Animal Editora: Livraria Nobel;2000. SWENSON, M.J.; REECE, W.O. Dukes /fisiologia dos animais domésticos. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 59 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. SÉTIMO SEMESTRE Disciplina: Produção e Nutrição de Caprinos EMENTA Carga horária 60 Caprinocultura no Brasil e no mundo. Produtos caprinos. Raças caprinas. Exterior e julgamento de caprinos. Nutrição de caprinos. Reprodução de caprinos. Instalações para caprinos. Controle zoosanitário do rebanho caprino. Manejo de caprinos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura – criação racional de caprinos, editora Nobel, 2003. MOURA, S.; MARIA, G. DAS. Produção de caprinos, editora UFLA, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SANTOS, R. A criação da cabra & da ovelha no Brasil. Uberaba, MG: Agropecuária Tropical, 2004. Disciplina: Produção e Nutrição de Bovinos de corte EMENTA Carga horária 75 Pecuária de corte no Brasil. Características das principais raças de corte. Manejo reprodutivo. Nutrição de bovinos em pastejo e em confinamento. Manejo dos bezerros do nascimento à desmama. Manejo de machos da desmama ao abate. Manejo de fêmeas da desmama ao primeiro acasalamento. Etologia e comportamento de bovinos de corte. Instalações. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - III SIMCORTE. 2002. FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - IV SIMCORTE. 2004. FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - V SIMCORTE. 2005. MARQUES, D.C. Criação de bovinos. Editora CVP, 7ª ed., 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARISTEU, M.; PEIXOTO, J.C.M.; VIDAL P. Nutrição de Bovinos: Conceitos Básicos e Aplicados. 2ª ed., Editora: FEALQ - Edição: 1999. Disciplina: Construções Rurais e Ambiência EMENTA Carga horária 60 Resistência dos Materiais. Materiais de Construção. Ambiência em Edificações Rurais. Conforto Animal. Custos de Construções. Sistemas de Ventilação Forçada para Abrigos de Animais. Instalações para Suínos. Instalações para Aves. Instalações para Cavalos. Instalações para Gado de Leite. Instalações para Armazenamento de Pesticidas e Fertilizantes. Energia Solar. Energia Eólica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAÊTA, F.C.; SOUZA, C.F. Ambiência em Edificações Rurais – Conforto Animal. Editora UFV, Viçosa, MG. 1997. FABICHAK, I. Pequenas Construções Rurais. Editora Nobel, 2000. LAZZARINI NETO, S. Instalações e Benfeitorias. 1a ed. Editora Aprenda Fácil, PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 60 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 2000 TEIXEIRA, V.H. Construções e ambiência – Instalações para suínos e aves. Gráfica Universitária FAEPE/UFLA, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARAÚJO, R.C.L.; RODRIGUES, E.H.V.R.; FREITAS; E.G.A. Materiais de Construção. Coleção Construções Rurais I. Editora Universidade Rural, Seropédica, RJ. 2000. CHAVES, R. Manual do Construtor. Ediouro Publicações S.A, Rio de Janeiro, RJ. 2001. Disciplina: Nutrição e Alimentação de Monogástricos EMENTA Carga horária 60 Aspectos anatômicos e fisiológicos do aparelho digestivo dos monogástricos. Consumo voluntário e processos digestivos dos nutrientes nas principais espécies de monogástricos. Classificação e composição dos alimentos. Utilização de proteínas, carboidratos, lipídeos, água, vitaminas e minerais pelos monogástricos. Metabolismo e exigências nutricionais dos monogástricos. Métodos de expressar o valor nutritivo de alimentos para monogástricos. Valor nutricional de alimentos para monogástricos. Formulação e avaliação de rações para monogástricos. Aditivos na Alimentação de Monogástricos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos. Lavras, Editora UFLA, 2006. p.301. INSTITUT NATIONAL DE LA RECHERCHE AGRONOMIQUE – INRA. Alimentação dos animais monogástricos. Suínos, coelhos e aves.2ª ed.1999. 245p. NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora. Belo Horizonte, MG. 1998. 387p. ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV. SILVA, D. J., QUEIROZ, A. C. Análise de alimentos. Métodos químicos e biológicos. Viçosa. 2006, 235 p. 3ª ed. SWENSON, M.J.; REECE, W.O. DUKES. Fisiologia dos animais domésticos. 11ª Edição.Rio de Janeiro. Guanabara Koogan S.A. 1996. 856p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LANA, R.P.L. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades). UFV. 2005. 344p. LEESON, S. & SUMMERS, J. D. Nutrition of the Chicken, University books, 2001, 591p. McDOWELL, L. R. Minerals in animal and human nutrition, Academic Press, 1992, 524p. NELSON, D. L., LEHNINGER, A. L., Cox, M. N. Lehninger princípios de bioquímica; coordenação da tradução: Arnaldo Antonio Simões, Wilson Roberto Navega Lodi. São Paulo: Sarvier, 2002. 3 ª ed. 975 p. NUNES, I.J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. Editora FEP-MVZ, 1998. Disciplina: Melhoramento Animal Aplicado EMENTA Carga horária 60 Avaliação genética de rebanhos. Métodos estimação de componentes de (co) variância e predição de valores genéticos. Melhoramento de bovinos de corte e PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 61 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS leiteiros. Melhoramento de suínos. Melhoramento de aves. Melhoramento de caprinos. Melhoramento de ovinos. Uso da genética molecular na avaliação genética animal. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004. TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São Paulo: Nobel, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: EMBRAPA – CNPGL Melhoramento genético de bovinos leiteiros, 2001. 256p. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GENÉTIC E MELHORAMENTO ANIMAL, UFV. Viçosa, 1999. Disciplina: Produção e Nutrição de Bovinos de leite EMENTA Carga horária 75 Bovinocultura de leite no Brasil. Características das principais raças de leite. Avaliação das opções genéticas para exploração de bovinos leiteiros em regiões tropicais. Manejo reprodutivo. Crescimento de bovinos leiteiros. Manejo e Nutrição dos bovinos leiteiros nas diferentes fases. Planejamento do rebanho leiteiro. Instalações. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA, J. C. Vacas Leiteiras:Aspectos Práticos da Alimentação. 1. ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000. v. 1. 196 p. BORGES, Iran et al. (Org.). Anais do III Simpósio Mineiro de Nutrição de Gado de Leite. 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MADALENA; F.E.; MATOS, L.L.; HOLANDA JR. E.V. Produção de Leite e Sociedade: Uma Análise Crítica da Cadeia do Leite no Brasil, FEP MVZ Editora, 2001. OITAVO SEMESTRE Disciplina: Parasitologia Zootécnica EMENTA Carga horária 60 Parasitos e parasitismo. Conceitos empregados em parasitologia. Relação parasito-hospedeiro. Estudo da helmintologia, entomologia e protozoologia de importância na produção animal. Morfologia, patogenia, epidemiologia e medidas gerais de controle dos parasitos dos animais domésticos aplicada a zootecnia. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FORTES, E. Parasitologia Veterinária. 4ª ed., Editora: Ícone, 2004. BOWMAN, D.D.; LYNN, R.C.; EBERHARD, M.L.; ALCARAZ, A. Parasitologia Veterinária de Georgi. Editora Manole, 2006. FOREYT, W.J. Parasitologia Veterinária – Manual de Referência. 5ª ed., Editora: Roca, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUIMARÃES, J.H.; TUCCI, E.C.; MORAES, D. Ectoparasitos de Importância Veterinária. Editora: Plêiade, 2001. BRISOLA, M.C. Entomologia Medica e Veterinária Editora Atheneu, 2001. URQUHART, G.M.; ARMOUR, J.; DUNCAN, J.L. Parasitologia Veterinária. 2ª ed., PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 62 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Editora: Guanabara Koogan, 1999. Disciplina: Produção e Nutrição de Ovinos EMENTA Carga horária 60 Introdução ao estudo da ovinocultura. Raças Ovinas. A ovinocultura e a produção de lã. A ovinocultura e a produção de carne. Nutrição de ovinos. Reprodução de ovinos. Instalações para ovinos. Profilaxia das principais doenças. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PÉREZ, J.R. et al. (editores) ENCONTRO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 1. Anais. Lavras: UFLA, 2000. 177p. PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 2. Anais. Lavras: UFLA, 2002. 218p. PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA – Cadeia Produtiva, 3. Anais. Lavras: UFLA, 2003. 344p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESENDE, M.D.V. de; ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba; UFPR, 2002. 185p. PÉREZ, J.R. Ovinocultura: aspectos produtivos. Lavras: GAO, 2002. 178p. Disciplina: Produção e Nutrição de Aves EMENTA Carga horária 75 A cadeia produtiva avícola no Brasil e no mundo. Material genético empregado na avicultura de corte e postura. Sistemas de produção. Instalações e equipamentos. Ambiência e bem estar animal. Manejo de frangos de corte e poedeiras. Programas de luz. Aspectos básicos e controle de síndromes metabólicas. Biosseguridade e controle sanitário em avicultura. Manejo de matrizes. Manejo de incubação e produção de pintos de corte. Elaboração e análise de índices zootécnicos. Planejamento da produção de frangos de corte e postura. Planos nutricionais e alimentares para frangos de corte e postura. Produção de outras aves de importância zootécnica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTTA, T. Frangos de corte: criação, abate e comercialização. Viçosa, Aprenda Fácil, 2003. 238p. COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002. 280p. COTTA, T. Produção de pintinhos: manual prático. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002. 191p. MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático. São Paulo, Nobel, 1999. 156p. MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo, Nobel, 1982. 163p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALBINO, L.F.T., VARGAS JÚNIOR, J.G., SILVA, J.H.V. Criação de frango e galinha caipira – avicultura alternativa. Viçosa. Ed. Aprenda Fácil, 2001. 124p. BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos, UFLA, Lavras, 2006. INRA, Alimentação dos Animais Monogástricos - Suínos, Coelhos e Aves, 2 ed., Ed. Roca, 1999. MACARI, M.; MENDES. Manejo de Matrizes de Corte. 2005. 421p. FACTA. MACARI, M.;GONZALES, E.. Manejo da Incubação. 2003. 537p. FACTA. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 63 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS MAZZUCO, H.; ROSA, P.S.; PAIVA, D.P.; JAENISCH, F.; MOY, J. Manejo e produção de poedeiras comerciais. Concórdia, Embrapa-CNPSA, 1997. 67p. (Embrapa-CNPSA. Documentos, 44). MENDES, NAAS, I.A.; MACARI, M. Produção de Frangos de Corte. 2004. 356p. FACTA ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV. Disciplina: Produção e Nutrição de Suínos EMENTA Carga horária 75 A cadeia produtiva suinícola no Brasil e no mundo. Material genético empregado na suinocultura. Sistemas de produção. Instalações e equipamentos. Manejo produtivo nas unidades de reprodutores, gestação, maternidade, creche, crescimento e terminação. Biosseguridade e controle sanitário em suinocultura. Manejo de dejetos de suínos. Elaboração e análise de índices zootécnicos. Planejamento da produção de suínos. Planos nutricionais e alimentares para suínos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e tipificação de carcaças. Viçosa, UFV, 2006. 370p. MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS. 2006. 272p. Vol. 1. MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS. 2006. 302p. Vol. 2. SOBESTIANSKI, J., WENTS, I.; SILVEIRA, P.R.S., SESTI, L.A.C. Suinocultura intensiva: produção manejo e saúde do rebanho. Brasília: Embrapa SPI: Concórdia. 1998. 388p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: INRA, Alimentação dos Animais Monogástricos - Suínos, Coelhos e Aves, 2 ed., Ed. Roca, 1999. OLIVEIRA, P.A.V. Tecnologia para o manejo de resíduos na produção de suínos: manual de boas práticas. Concórdia: EMBRAPA/CNPSA, 2004. 109p. ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV. UPNMOOR, I. Produção de suínos: a matriz. Guaíba: Agropecuária. 2000. UPNMOOR, I. Produção de suínos: da concepção ao desmame. Guaiba. Agropecuária. 2000. UPNMOOR, I. Produção de Suínos: Período Creche. Guaíba Agropecuária.2000. Disciplina: Produção e Nutrição de Peixes EMENTA Carga horária 75 Importância da piscicultura. Anatomia e fisiologia dos peixes ênfase ao digestivo e reprodutor. Instalações de uma piscigranja. Propriedades físico-químicas da água. Espécies indicadas para a piscicultura. Exigências nutricionais. Alimentação de peixes, formulação de ração e manejo alimentar. Piscicultura integrada. Transporte, comercialização e conservação do peixe. Limnologia. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 64 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. Editora Tecart, 2004. OSTRENSKY, A.; BOEGER, W. Piscicultura - Fundamentos e Técnicas de Manejo. Editora Agropecuária. 1998. ONO, E.A.; KUBITZA, F. Cultivo de peixes em tanques-rede. Funep – Jaboticabal, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MARDINI, L.B.L.F.; MARDINI, C.V. Cultivo de peixes e seus segredos. Editora: ULBRA 2000. LOGATO, P.V.R. Nutrição e Alimentação de Peixes de Água Doce. Editora: Aprenda Fácil, 2000. NONO SEMESTRE Disciplina: Avaliação e Tipificação de Carcaça EMENTA Carga horária 60 Introdução ao estudo de avaliação e tipificação de carcaça, Principais conceitos. Instalações e equipamentos necessários ao estudo e avaliação e tipificação. Elementos e métodos utilizados na avaliação e tipificação. Tipificação e composição físicas das carcaças das diferentes espécies. Avaliação da carne dos diversos grupos genéticos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Curso qualidade da carne e dos produtos cárneos. Bagé: EMBRAPA CPPSul. (Documentos, 24), 2000. 174 p. GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e tipificação de carcaças. Viçosa: UFV, 2006. 370p LUCHIARI FILHO, Albino. Pecuária da carne bovina. 1ª ed. São Paulo: LinBife, 2000. 134p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARROS, G.C.de; VIANNI, M.da C.E. Tecnologia aplicada às carnes bovina, suína e de aves, da produção ao consumo.Seropédica: UFRRJ/DTA, 1979. 116p. BOGGS, D.L.; MERKEL, R.A.; DOUMIT, E.M. Livestock and carcasses. An integrated approach to evaluation, grading, and selection, 5th ed. London: Kendall/Hunt, 1998. 589p. Disciplina: Extensão Rural EMENTA Carga horária 45 Origem da extensão rural; origem, princípios e a implantação da extensão rural no Brasil; extensão rural no estado do Mato Grosso; modernização da agricultura brasileira; o processo geral de adoção de tecnologia pelos produtores rurais; planejamento participativo – fundamentos teóricos; noções de crédito rural; a municipalização da agricultura; organização rural; comunicação rural; metodologia de extensão rural; desenvolvimento agropecuário. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, M.T.L. A extensão rural no Brasil, Editora: LOYOLA, 1ª Edição BROSE, M. Participação na extensão rural, Editora: TOMO EDITORIAL 1ª Edição – 2004 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 65 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS BROSE, M.; BARTH, J. Participação e desenvolvimento local, Editora: SULINA, 1ª Edição – 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MASSELLI, Maria Cecília. Extensão rural entre os sem-terra. Piracicaba/SP, Unimep, 1998. ANDRADE, I.R. Difusão de inovações e extensão rural, Editora: LIVROS HORIZONTE, 1ª Edição – 1987 BROSE, M. Metodologia participativa - uma introdução. Editora: TOMO EDITORIAL 1ª Edição - 2001 Disciplina: Tecnologia de Produtos de Origem Animal EMENTA Carga horária 90 Composição bioquímica, principais componentes e características organolépticas do leite, carne, pescado, ovos e mel. Normas e padrões para funcionamento de indústrias de produtos de origem animal (RIISPOA e outros). Processos gerais de conservação e elaboração de derivados e subprodutos de origem animal. Abate de animais, preparo de carcaças, cortes e subprodutos de carne. Higiene e sanitização de indústrias de produtos de origem animal. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Fellows. Tecnologia do Processamento de Alimentos - Principios e Prática Editora: Artmed - Edição: 2006 - 2º Edição BEHMER, M L Tecnologia do Leite Editora: Nobel - Edição: 1996. Contreras - Coordenadora da Edição. Qualidade da Carne Editora: Varela Editora - Edição: 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PARDI, M.C.; SANTOS, I.F.; SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência, Higiene e Tecnologia da Carne; Ciência e Higiene da Carne. Goiânia, CEGRAF-UFG, v. 1,1993. 586p. CAMARGO, R. Tecnologia dos produtos agropecuários – alimentos. 1 ª ed. São Paulo, Ed. Nobel, 1984. EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 1994. OGAWA, M. & MAIA, E. L. Manual da pesca: Ciência e tecnologia do pescado. São Paulo: Varela, 1992 SBCTA. Manual de boas práticas de fabricação para a indústria de alimentos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos,. 1990. OPTATIVAS Disciplina: Introdução à Informática EMENTA Carga horária 45 Introdução à Informática; Algoritmos; Introdução a Sistemas Operacionais; Uso de processadores de texto; Uso de planilhas eletrônicas. Sistemas de Informação. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Brookshear, J. G., Ciência da Computação - Uma Visão Abrangente. Porto Alegre: Bookman, 2000. Divério, T. A., Menezes, P. B. Teoria da Computação: Máquinas Universais e Computabilidade. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1999. Forbellone, A. L. V., Eberspächer, H. F. Lógica de Programação – A Construção de PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 66 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Algoritmos e Estrutura de Dados. São Paulo: Makron Books, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Menezes, P. B. Linguagens Formais e Autômatos. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1998. Papadimitriou, C. H., Lewis, H. R. Elementos da Teoria da Computação. Califórnia: Bookman. 1999. DISCIPLINA: Inglês Instrumental EMENTA Carga horária 45 Nível básico de uso da língua Inglesa. Comunicação oral em sala de aula, leitura de livros e periódicos especializados, elaboração escrita de resumos. Estudo de itens gramaticais e de vocabulário. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SOUZA, A.G.F. Leitura em língua inglesa, editora: Bantim, 2005. TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o Inglês Descomplicado, 8ª edição, editora Saraiva, 2000. VELLOSO, M.C. Inglês Instrumental para Concursos, 10ª edição, editora Vestcon, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PEREIRA, C.A. Inglês Para O Vestibular, Editora Elsevier, 2006. STEINBERG, M. Inglês norte americano pronuncia e morfologia, editora Nova Alexandria, 2006. TURCHICK, A.M.; TURCHICK, M.R. Língua Inglesa Ensino Médio, editora Brasil, 2005. Disciplina: Libras EMENTA Carga horária 60 Características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audio-visuais; Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO, L. F. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro. Tempo Brasileiro Nº Edição: Ano: 1995. COUTINHO, D. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e diferenças. João Pessoa. Arpoador.2000. FELIPE, T. A. Libras em contexto. Brasília Editor: MEC/SEESP. Ed. 7. 2007. Disciplina: Taxonomia vegetal EMENTA Carga horária 60 Introdução à taxonomia. Nomenclatura botânica. Sistemas de classificação. Métodos de coleta. Herbário. Sistemática de fanerógamas. Polinização e reprodução em fanerógamas. Caracterização e identificação das principais famílias de interesse econômico das fanerógamas. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO, G.M.; GUIMARÃES, E.F.; ICHASO, C.L.F.; COSTA, C.G. & PEIXOTO, A.L. 1991. Sistemática de Angiospermas do Brasil – vol. 1, 2 e 3. Viçosa, Ed. UFV. 2ª ed. 309 pp. JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELLOGG, E.A. & P.F. STEVENS. 2001. Plant PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 67 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Systematics – a phylogenetic approach. Sinauer Associates Inc. 464 pp. SOUZA, V.C. & LORENZI, H. 2005. Botânica Sistemática – guia ilustrado para identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG II. Ed. Plantarum. 640 pp. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDREATTA, R.H.P. & TRAVASSOS, O.P. Chaves para determinar as famílias de Pteridophyta, Gymnospermae e Angiospermae. Rio de Janeiro, Ed. Universitária Santa Úrsula., 1994. BEZERRA, P. & FERNANDES, A. Fundamentos de Taxonomia Vegetal. Fortaleza, Ed. UFC. 114 pp, 1984. ARANHA, C.; LEITÃO, H.F. & YAHN, C.A. Sistemática de Plantas Invasoras. Vol. I, II e III. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. Campinas, SP. 906 pp. 1987. Disciplina: Bioquímica Aplicada EMENTA Carga horária 60 Princípios da bioenergética. Oxidações biológicas. Metabolismo de glicídeos. Metabolismo de lipídeos. Metabolismo de proteínas. Metabolismo de nucleotídeos. Integração e regulação metabólica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BACILA, M. Bioquímica Veterinária, editora Robe, 2003. DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas, 4a edição, Edgard Blücher Ltda, 2000. LEHNINGER. A.; NELSON, D.L.; COX, M. M. Princípios da Bioquímica, 3a edição, editora Sarvier, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPBELL, MARY K. Bioquímica, 3a edição, Edição Universitária, Porto Alegre: Artmed, 2000. CHAMPE, P. C., HARVEY, R. A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada, 3a edição, Porto Alegre: Artmed, 2006. KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos ruminantes, 1a edição, Santa Maria: UFSM, 2002. NEPOMUCENO, M. F.; RUGGIERO, A.C. Manual de Bioquímica: Roteiros de Análises Bioquímicas Qualitativas, 1a edição, Tecmed, 2004. VOET, D., VOET, J.G. Bioquímica, 3a edição, Porto Alegre: Artmed, 2006. VOET, D.; VOET, J.G.; Pratt, C.W. Fundamentos de Bioquímica, Porto Alegre: Artmed, 2002 Disciplina: Farmacologia Aplicada à Zootecnia EMENTA Carga horária 45 Introdução ao estudo da farmacologia. Mecanismos de ação de fármacos e relação dose resposta. Aplicação de medicamentos e vacinas. Absorção. Distribuição. Biotransformação. Eliminação. Fatores que influenciam as ações e efeitos dos medicamentos. Estudo dos principais agentes antimicrobianos. Estudo dos principais agentes anti-parasitários. Anabolizantes. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOOTH, N.H.; McDONALD, L.E. Farmacologia e Terapeutica em Veterinaria. 8ª edição. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2003. KATZUNG, B.G. Farmacologia Básica e Clínica. 8ª edição. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2002. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 68 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CRAIG, C.R.; STITZEL, R.E. Farmacologia Moderna. 6ª edição. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HARVEY, R.A.; CHAMPE, P.C. Farmacologia Ilustrada. 2ª edição. Editora Artes Médicas, Porto Alegre, 1998. RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M.; MOORE, P.K. Farmacologia. 5ª edição. Artmed, Porto Alegre, 2004. SPINOSA, H.S.; GÓRNIAK, S.L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia Aplicada À Medicina Veterinária. 4ª edição. Guanabara koogan – Rio de Janeiro, 2006. Disciplina: Cooperativismo EMENTA Carga horária 45 A organização cooperativa. A organização formal das cooperativas. O sistema cooperativista. Problemas e perspectivas do cooperativismo brasileiro. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES, F.A.; MILANI, I.A. Sociedades Cooperativas. 2ª edição, Editora: Juarez De Oliveira, p. 224, 2002. OLIVEIRA, D.P.R. Manual de gestão das cooperativas: Uma Abordagem Prática, 3ª Edição (2006) Editora Atlas POLONIO, W.A. Manual das sociedades cooperativas. 4ª Edição (2004 Editora Atlas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NEVES, M.F. CÔNSOLI, M.A. Estratégias para o leite no Brasil 1ª Edição (2006) Editora Atlas ANCELES, P.E.S. Manual de tributos da atividade rural 2ª Edição (2002) - Editora Atlas PELEGRINO, A. Trabalho rural. 8ª Edição (1999) – Editora Atlas Disciplina: Agronegócio EMENTA Carga horária 45 A evolução do setor agrícola brasileiro. A modernização da agricultura. O crescimento do agronegócio. A produção de alimentos e fibras. A produção florestal. A agroindustrialização. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAÚJO, M.J. Fundamentos de Agronegócio. 2ª edição, editora Atlas, p. 152, 2005. ZYLBERSZTAJN, D.; NEVES, M.F.; NEVES, E.M. Agronegócio do Brasil. Editora Saraiva p. 152, 2005 CALLADO, A.A.C. Agronegócio. Editora atlas, p. 146, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MARION, J.C. Contabilidade da pecuária. 7ª edição, editora atlas, p. 192, 2004. SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na agropecuária. 3ª edição, editora atlas, p. 168, 2002. CAIXETA-FILHO, J.V.; GAMEIRO, A.H. Transporte e Logística em Sistemas Agroindustriais. Editora atlas, p. 222, 2001. Disciplina: Sociologia Rural EMENTA Carga horária 45 Conceitos de sociologia e as principais divisões. Sociedade, natureza e cultura. A comunidade urbana e a comunidade agrária. Planejamento comunitário. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 69 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA, G. M.; KUNSCH, M. M. K. Comunicação rural: discurso e prática, Viçosa/MG, Imprensa Universitária, 1993. CAVALCANTI, J. E. A.; AGUIAR, D. R. D. Política agrícola e desenvolvimento rural, Viçosa/MG, Universidade Federal de Viçosa, 1996. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia Geral, 7a edição, editora Atlas, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHARON, J. M. Sociologia, editora Saraiva,1999. SILVA, J.G. O novo rural brasileiro, Campinas: Unicamp, 1999. ABRAMOVAY, R.O. Futuro das Regiões Rurais, Porto Alegre: UFRGS,.2003. Disciplina: Manejo de Dejetos dos Animais EMENTA Carga horária 60 Origem e composição dos dejetos animais. Formas de tratamento e utilização dos dejetos produzidos na criação de animais. Estudos das inter-relações entre o ambiente, o animal e a eficiência econômica dos sistemas de produção. Educação ambiental. Legislação ambiental. Estudo e avaliação de impacto ambiental. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LINDNER, E. A. Legislação Ambiental vigente. Ed. EPAGRI/EMBRAPA-CNPSA, 106 p. 1995. VON SPERLING, M. Lagoas de estabilização: princípios do tratamento biológico de águas residuárias. DESA-UFMG, 1996, 134p. OLIVEIRA, P.A.V. Manual de manejo e utilização dos dejetos de suínos. Concórdia: EMBRAPA - CNPSA. Documentos, 27, 88p 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JORDÃO, E. P.; PESSÔA, C. A. Tratamento de Esgotos Domésticos. 3a Ed. ABES, Rio de Janeiro, RJ. 720p, 1995. SOBESTIANSKY, J., WENTZ, I., SILVEIRA, PRS., SESTI, LAC. Suinocultura Intensiva. Brasília: EMBRAPA, 1998. 387 p. Disciplina: Planejamento Pecuário EMENTA Carga horária 60 Conceitos de planejamento e de sistema. Fatores que interferem no processo de planejamento. Institucionalização do processo de planejamento. Projetos e planos de ação. Orçamentação. Análise de investimentos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DE ALMEIDA, M. I. R. Manual de Planejamento Estratégico, 2ª edição, editora Atlas, 2003. DE OLIVEIRA, D.P. R. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia e Práticas, 22ª edição, editora Atlas, 2005. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos: Planejamento, Elaboração e Análise, 1ª edição, editora Atlas, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOS SANTOS, G. J.; MARION, J. C.; SEGATTI, S. Administração de custos na agropecuária, 3ª edição, editora Atlas, 2002. LEONE, G. S. G. Custos: planejamento, implantação e controle, 3ª edição, editora Atlas, 2000. PELEGRINO, A. Trabalho rural, 8ª edição, editora Atlas, 1999. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 70 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS SILVA, C.A.B.; FERNANDES, A.R. Projetos de empreendimentos agroindustriais, vol 1, editora UFV, 2003. TUBINO, D. F. Manual de planejamento e controle da produção, 2ª edição, Editora Atlas, 2000 Disciplina: Manejo de Plantas Daninhas EMENTA Carga horária 60 Classificação das plantas daninhas. Mecanismos de reprodução e dispersão. Dinâmica de populacional das plantas daninhas em agroecossistemas. Banco de sementes de plantas daninhas em áreas agrícolas. Identificação e sistemática das plantas daninhas. Métodos de análise da vegetação daninha Interferência entre plantas daninhas e cultivadas. Medidas preventivas de controle. Controle biológico. Medidas mecânicas de controle. Medidas químicas de controle das plantas daninhas. Resistência de plantas daninhas aos herbicidas. Ecotoxicologia dos defensivos agrícolas. Culturas geneticamente modificadas resistentes aos herbicidas. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA ARQUITETURA E AGRONOMIA. Controle Integrado de Plantas Daninhas. 2ª Edição , CREA, São Paulo, 1985. 161p. RODRIGUES, B. N.; ALMEIDA, F. S. Guia dos herbicidas. 4.ed. Londrina: 1998. 648 p.VIDAL, R. A.; MEROTTO, A. Herbicidologia. Porto Alegre: 2001. 152 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MATIELLO, R. R.; RONZELLI,P.; PURÍSSIMO, C. Mecanismos de resistência: fatores biológicos, agronômicos e genéticos. In: Curso de Manejo da Resistência de Plantas aos Herbicidas, 1999. p. 27-40. SANTOS, F. J. et al. Controle químico de plantas daninhas na cultura do arroz irrigado no Estado do Ceará. Planta Daninha, v. 18, n. 1, p. 29-37, 2000. Disciplina: Culturas de Interesse Zootécnico EMENTA Carga horária 60 Cana-de-açúcar. Mandioca. Milho. Soja. Sorgo. Milheto. Importância econômica. Botânica. Variedades ou híbridos. Solos e adubação. Plantio. Rotação e consórcio. Controle de plantas daninhas. Pragas e doenças. Colheita. Armazenamento. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MIRANDA, G.V.; SANTOS, I.C.; GALVÃO, J.C.C. et al. Guia Técnico para Produção de Milho. 1ª ed. 2005. GALVÃO, J.C.C.; MIRANDA, G.V. et al. Tecnologias de Produção de Milho. 1ª ed. 2004. PEREIRA FILHO, I.A.; RODRIGUES, J.A.S.; Cruz, J.C. et al. Produção e Utilização de Silagem de Milho e Sorgo. 1ª ed. 2004. OTSUBO, A.A.; MARTINS, C.S.; MERCANTE, F.M. Aspectos do cultivo da mandioca em Mato Grosso do Sul. Editora: Uniderp. 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PORTELLA, J.A. Colheita de Grãos Mecanizada. Editora Aprenda Fácil, 2000 Disciplina: Etologia e Bem Estar Animal EMENTA Carga horária 60 Noções básicas de comportamento animal, fatores ambientais que alteram o comportamento dos animais domésticos, comportamento social, instinto e PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 71 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS aprendizagem. Motivação, estímulos e comunicação. Hormônios e o desenvolvimento do comportamento. O bem estar dos animais de produção e companhia. Manejo e ambiência para o bem estar. Questões científicas, éticas e morais da utilização dos animais. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: JENSEN, P. The Ethology of domestic animals: an introductory text, CABI Publishing, Oxford, Reino Unido, 2002. LORENZ, K. Os fundamentos da Etologia, editora UNESP, 1995. PRADA, I. A alma dos animais, editora Mantiqueira, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HUAHY, R. O Extermínio dos Animais, editora Zit, 2006. COSTA, P.; CROMBERG, V.U. Comportamento Materno em Mamíferos. Bases teóricas e aplicações aos ruminantes domésticos, editora Mateus J.R, 1998. DEHASSE, J.; BUYSER, C. Comportamento e Educação do Cão, editora Varela, 1995. DAWKINS, M.S. Explicando o Comportamento Animal, São Paulo: Manole, 1989. LANDSBERG, G.; HUNTHAUSEN, W.; ACKERMAN, L. Problemas comportamentais do cão e do gato, editora Roca. MILLS, D.S.; NANKERVIS, K.J. Comportamento eqüino – Princípios e prática, editora Roca. SINGER, P. Libertação Animal, Editora Lugano, 2004 Disciplina: Nutrição e Alimentação de Cães e Gatos EMENTA Carga horária 60 Mercado de alimentos para animais de estimação. Introdução à nutrição de cães e gatos. Fisiologia da digestão e da absorção. Necessidades nutricionais de cães e gatos. Alimentos para cães e gatos. Manejo produtivo e alimentar de cães e gatos nas diferentes categorias. Processamento de alimentos para cães e gatos. Noções de experimentação e avaliação de alimentos para cães e gatos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, F. M. O., NUNES, I. J. Nutrição e Manejo Alimentar de Cães na Saúde e na Doença. Cadernos Técnicos da Escola de Veterinária da UFMG, EVUFMG, Belo Horizonte N.1 1998, 103p. CBNA. VII Simpósio sobre Nutrição de Animais de Estimação. Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. Campinas, Anais..., Campinas, 2008. 129p. NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora. Belo Horizonte, MG. 1998. 387p. SWENSON, M.J.; REECE, W.O. DUKES. Fisiologia dos animais domésticos. 11ª Edição.Rio de Janeiro. Guanabara Koogan S.A. 1996. 856p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CASE, L.P.; CAREY, D.P.; HIRAKAWA, D.A. Nutrição canina e felina – Manual para profissionais. Madri: Harcourt Brace de España, 1998. 424p. EDNEY, A.T.B. Nutrição do cão e do gato – Um manual para estudantes, veterinários, criadores e proprietários. São Paulo: Malone, 1987. 146p. NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient requirements of cats, National Academy of Sciences, Washington DC, National Academy Press 1986. NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient requirements of dogs. National Academy of Sciences, Washington DC, National Academy Press, 1985. ROYAL CANIN, Principios Generales de la Nutrition Felina. Cap. Las Proteinas. Royal Canin. Pag. 22 a 23, 1994. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 72 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Disciplina: Produção e Nutrição de Animais Silvestres e Exóticos EMENTA Carga horária 60 Espécies de interesse comercial. Viabilidade econômica, produtos e mercados. Criações de interesse zootécnico: comportamento, aptidões, instalações, manejo reprodutivo, nutricional e sanitário das diversas espécies. Portarias e instruções normativas do IBAMA que regulamentam projetos comerciais da fauna. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Emas. Editora Aprenda Fácil, 2003. HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Capivaras. Editora Aprenda Fácil, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEEMING, D.C. Incubação de Ovos de Avestruz, Ema, Emu e Casuar, 2006. Disciplina: Produção e Nutrição de Eqüinos EMENTA Carga horária 60 Introdução à criação de eqüídeos. Raças. Seleção e uso. Localização e instalações. Manejo sanitário, nutricional e reprodutivo. Doma racional. Podologia. Primeiros socorros. Preparação de animais para exposição, leilões e/ou competição. Equitação. Uso de computadores no gerenciamento do haras. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEYER, H. Alimentação de Cavalos. Livraria Varela, p. 303, 1995. MILLS, D.; NANKERVIS, K. Comportamento Eqüino – Princípios e Prática. Editora Roca, p. 224, Torres, A.P.; Jardim, W.R. Criação de cavalos e de outros eqüinos, Editora : Nobel, 3ª edição BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JONES, W.E. Genética e criação de cavalos. Editora Roca, p. 666, 1987. Disciplina: Produção e Nutrição de Bubalinos EMENTA Carga horária 60 Origem dos búfalos. Importância econômica dos búfalos. Estudo do exterior dos bubalinos. Manejo produtivo e reprodutivo. Nutrição e Alimentação. Seleção e melhoramento. Sistemas de criação e seus componentes. Ambiência e manejo das instalações e equipamentos. Índices zootécnicos BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: NASCIMENTO, C.; CARVALHO, L.O.M. Criação de búfalos: alimentação, manejo, melhoramento e instalações. Brasília: EMBRAPA-SPI, p. 403,1993. BARNABE, V.H.;TONHATI, H.; Pietro Sampaio BARUSELLI, P.S. Anais do 1º Simpósio Paulista de Bubalinocultura. Editora Funep, p. 202, 1999. ASSUMPÇÃO, J.C. Bufalando Sério. Editora: Agropecuária, p. 131, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMARA, S.I.; DUTRA, I.S.; FRANCESCHINI, P.H.; FILHO, J.R.M.; CHACUR, M.G.M. Sanidade e Produtividade em Búfalos. Editora Funep, p. 202, 1993. LAU, H.D. Doenças em Búfalos no Brasil. Editora: Embrapa, p. 202, 1999. BARUSELLI, P.S. Manual de Inseminação Artificial em Búfalos. Editora: Associação Brasileira de Criadores de Búfalos, ABCB, p. 33, 2002. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 73 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Disciplina: Apicultura EMENTA Carga horária 60 Introdução ao estudo da apicultura. Morfologia e biologia das abelhas melíferas. Povoamento de apiários. Instalações e equipamentos em apicultura. Manejo, classificação, produtos elaborados e polinização pelas abelhas. Higiene e profilaxia em apicultura. Alimentos e alimentação das abelhas. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRANDÃO, A.L.S.; BOARETTO, M.A.C. Apicultura Atual - Diversificação de Produtos, editora UESB, 1990. WIESE, H. Novo manual de Apicultura, Livraria editora Agropecuária, 1995. WINSTON, M.L. Biologia da abelha, editora Magister, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COUTO, R.H.N.; COUTO, L.A. Apicultura: manejo e Produtos, 3ª edição, Editora FUNEP, 2006. FILHO, R.P. Apicultura, editora SEBRAE/MT, 1997. WIESE, H. Apicultura: Novos Tempos, 2a edição, editora Agro Livros, 2005. Disciplina: Tópicos Especiais em Forragicultura EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em forragicultura BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALCÂNTARA, P.B. & BUFARAH, G. Plantas Forrageiras - Gramíneas e Leguminosas. São Paulo: Nobel, 1988. 162p. CARVALHO, M.M. de; CRUZ FILHO, A.B. da. Estabelecimento de pastagens. Coronel Pacheco: EMBRAPA - CNPGL, 1985. 46p. (EMBRAPA-CNPGL. Circular Técnica, 26). CROWDER, L.V.; CHEDA, H.R. Tropical grassland husbandry. New York: Longman, 1982. 562p. GARDNER, A.L.; ALVIN, M.J. Manejo de pastagens. Coronel Pacheco: EMBRAPA - CNPGL, 1985. 54p. (EMBRAPA - CNPGL. Documentos, 19). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MATTOS, H.B.; ed., et al. Calagem e adubação de pastagens. Piracicaba: Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato, 1986. 476p. MITIDIERI, J. Manual de gramíneas e leguminosas para pastos tropicais. São Paulo: Nobel, 1982. 198p. MORAES, Y.J.B. de. Forrageiras - conceitos, formação e manejo. Guaíba-RS: Guaíba Agropecuária, 1995. 215p. Disciplina: Tópicos Especiais em Bovino de Corte EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em produção de bovinos de corte. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - III SIMCORTE. 2002. FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - IV SIMCORTE. 2004. FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - V PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 74 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS SIMCORTE. 2005. MARQUES, D.C. Criação de bovinos. Editora CVP, 7ª ed., 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARISTEU, M.; PEIXOTO, J.C.M.; VIDAL P. Nutrição de Bovinos: Conceitos Básicos e Aplicados. 2ª ed., Editora: FEALQ - Edição: 1999. Disciplina: Tópicos Especiais em Bovino de Leite EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em produção de bovinos de leite. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA, J. C. Vacas Leiteiras:Aspectos Práticos da Alimentação. 1. ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000. v. 1. 196 p. BORGES, Iran et al. (Org.). Anais do III Simpósio Mineiro de Nutrição de Gado de Leite. 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MADALENA; F.E.; MATOS, L.L.; HOLANDA JR. E.V. Produção de Leite e Sociedade: Uma Análise Crítica da Cadeia do Leite no Brasil, FEP MVZ Editora, 2001. Disciplina: Tópicos Especiais em Pequenos Ruminantes EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em produção de ovinos e caprinos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MOURA, S.; MARIA, G. DAS. Produção de caprinos, editora UFLA, 2003 PÉREZ, J.R. et al. (editores) ENCONTRO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 1. Anais. Lavras: UFLA, 2000. 177p. PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 2. Anais. Lavras: UFLA, 2002. 218p. PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA – Cadeia Produtiva, 3. Anais. Lavras: UFLA, 2003. 344p. RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura – criação racional de caprinos, editora Nobel, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PÉREZ, J.R. Ovinocultura: aspectos produtivos. Lavras: GAO, 2002. 178p. RESENDE, M.D.V. de; ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba; UFPR, 2002. 185p. SANTOS, R. A criação da cabra & da ovelha no Brasil. Uberaba, MG: Agropecuária Tropical, 2004. Disciplina: Tópicos Especiais em Aves EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em produção de aves de postura e de corte BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTTA, T. Frangos de corte: criação, abate e comercialização. Viçosa, Aprenda Fácil, 2003. 238p. COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002. 280p. COTTA, T. Produção de pintinhos: manual prático. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002. 191p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 75 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático. São Paulo, Nobel, 1999. 156p. MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo, Nobel, 1982. Disciplina: Tópicos Especiais em Suínos EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em produção de suínos BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e tipificação de carcaças. Viçosa, UFV, 2006. 370p. MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS. 2006. 272p. Vol. 1. MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS. 2006. 302p. Vol. 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SOBESTIANSKI, J., WENTS, I.; SILVEIRA, P.R.S., SESTI, L.A.C. Suinocultura intensiva: produção manejo e saúde do rebanho. Brasília: Embrapa SPI: Concórdia. 1998. 388p. Disciplina: Tópicos Especiais em Melhoramento Animal EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em melhoramento animal BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004. TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São Paulo: Nobel, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: EMBRAPA – CNPGL Melhoramento genético de bovinos leiteiros, 2001. 256p. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GENÉTIC E MELHORAMENTO ANIMAL, UFV. Viçosa, 1999. Disciplina: Tópicos Especiais em Peixes EMENTA Carga horária 45 Estudo de temas atuais de interesse em produção de peixes BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004. TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São Paulo: Nobel, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. Editora Tecart, 2004. OSTRENSKY, A.; BOEGER, W. Piscicultura - Fundamentos e Técnicas de Manejo. Editora Agropecuária. 1998. ONO, E.A.; KUBITZA, F. Cultivo de peixes em tanques-rede. Funep – Jaboticabal, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MARDINI, L.B.L.F.; MARDINI, C.V. Cultivo de peixes e seus segredos. Editora: ULBRA 2000. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 76 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS LOGATO, P.V.R. Nutrição e Alimentação de Peixes de Água Doce. Editora: Aprenda Fácil, 2000. Disciplina: Tecnologia de Industrialização de Rações EMENTA Carga horária 75 Legislação, política e mercado na indústria de rações e suplementos. Noções sobre projetos de fábricas de rações. Formulação, confecção e análise de pré-misturas e suplementos. Processos e operações básicas. Controle de qualidade de matérias primas. Principais máquinas e equipamentos. Fases do processo de elaboração de rações. Boas práticas de fabricação de rações. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANFAR. Métodos Analíticos de Controle de Alimentos para Uso Animal. ANFAR, São Paulo, 1992. CBNA. Seminário sobre Tecnologia da Produção de Rações, 4. Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. Campinas, Anais..., Campinas, 1994. CBNA. Simpósio sobre Nutrição Animal e Tecnologia da Produção de Rações. Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. Campinas, Anais..., Campinas, 1998. 234 p. COMPÊNDIO brasileiro de alimentação animal. São Paulo: SINDIRAÇÕES/ANFAR; Campinas: CBNA; Brasília: MA/SDR, 2005. 204 p. NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora. Belo Horizonte, MG. 1998. 387p. Nunes, I. J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. Belo Horizonte:FEPMVZ editora, 1998. 185p SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL. Manual: Programa Feed & Food. São Paulo: SINDIRAÇÕES:ANFAL: ASBRAM, 2006. 34p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes, 1a ed. Editora FUNEP, 2006. ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV. SOUZA, M.D. Como Produzir Ração na Fazenda. Viçosa: CPT, 2000. VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para Bovinos, 2a ed., Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006. Disciplina: Julgamento e Ezognósia de Animais Domésticos EMENTA Carga horária 45 Introdução ao estudo da zootecnia. As espécies domésticas e sua origem. Estudo do exterior dos animais domésticos. As raças e os demais grupos zootécnicos. Os caracteres raciais e os caracteres econômicos. Estudo do exterior e principais raças de bovinos, ovinos, caprinos, suínos, aves, eqüinos e coelhos. Zoometria, mensurações, barimetria, índices e apreciação zootécnica. Determinação da idade em bovinos, eqüinos, ovinos e caprinos. Apreciação sanitária dos animais. Identificação e resenha. Classificação. Relação exterior e função produtiva. Julgamento de animais. Importância do julgamento, documentos, procedimentos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, I.; SILVA, A. G. M.; ORZZI, R. Caprinovinocultura:Organização da Cadeia Produtiva IN: Encontro de Caprino-Ovinocultores de Corte da Bahia, 3, Salvador, 2003: Anais. - Salvador: Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 77 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS da Bahia, 2003 CAMARGO, M. X. & CHIEFFI, EZOOGNOSIA ED. INST. ZOOT. 1971 PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESENDE, M. D. V.; ROSA-PEREZ, J. R. H. Genética e melhoramento de ovinos, Curitiba, Ed. UFPR, 2002, 185 p. TORRES, A. P. & JARDIM. W. R. SAO PAULO MANUAL DE ZOOTECNIA ED. CERES 1975. 3.5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: SISTEMA DE AVALIAÇÃO 3.5.1. Procedimentos de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem O sistema de ensino e aprendizagem é regido em toda UFMT pela Resolução 14 de Fevereiro de 1999. Este permite certa flexibilidade e adaptação nos mecanismos avaliativos, desde que previstas no programa de disciplinas. Assim, cada disciplina pode ter sua forma de avaliação ajustada às diretrizes e objetivos da disciplina, em particular, e do curso como um todo sem, contudo, desrespeitar as normas vigentes do Conselho de Ensino e Pesquisa da UFMT (CONSEPE). O processo de avaliação da aprendizagem dos alunos do curso de Zootecnia bem como de outros cursos da UFMT, é regulamentado pela Resolução nº. 27/CONSEPE, de 1/02/1999 elaborada em 13 artigos ela entende a avaliação como integrante do processo de ensino aprendizagem e deve ser favorecedora do crescimento do aluno em termos de desenvolver o pensamento crítico e a habilidade de análise e reflexão sobre a ação desenvolvida. Outras resoluções para situações específicas são Cursos Credito Semestral/CONSEPE 27/99, CONSEPE 59/98 (Turmas Especiais) e Decisões Específicas - Colegiado de Curso Referentes a Estágios e Trabalhos de Graduação. 3.5.2. Processo de Auto-avaliação do Curso A avaliação do Projeto Político Pedagógico dar-se-á a partir de reuniões ampliadas do Colegiado de Curso, semestralmente, com pauta específica para avaliação do processo de ensino aprendizagem e da eficácia das metodologias e estratégias utilizadas. Tal procedimento possibilitará a criação de um locus de discussão onde os objetivos do curso poderão ser debatidos e redimensionados quando evidenciados indicadores que justifique tal procedimento. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 78 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 3.6. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: PRÁTICA PROFISSIONAL E/OU ESTÁGIO 3.6.1. Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Zootecnia A formação do zootecnista deve garantir o desenvolvimento de estágios curriculares, sob supervisão docente. O estágio curricular poderá ser realizado na Instituição de Ensino Superior e/ou fora dela, em instituição/empresa credenciada, com orientação docente e supervisão local, devendo apresentar programação previamente definida em razão do processo de formação. O Estágio Curricular Supervisionado estabelece um forte vínculo entre o Campus Sinop, suas Unidades e outras Instituições que permitam o desenvolvimento das habilidades e competências do educando, contribuindo para que o egresso do Curso de Zootecnia seja um profissional com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à produção animal, com base no rigor científico e intelectual, desenvolvendo sua responsabilidade com as vocações regionais, principalmente voltado para produção animal de ruminantes e não ruminantes, tendo conhecimento de toda a cadeia produtiva e do processamento de produtos obtidos dela; com a preservação dos ecossistemas; de tal maneira que o desenvolvimento da agropecuária se processe priorizando as bases da vida e sem comprometer o futuro da humanidade considerando o grande compromisso com a produção de alimentos com responsabilidade social. Para o cumprimento do perfil caracterizado, o Estágio Curricular Supervisionado permite ao aluno desenvolver várias competências e habilidades, entre outras, podemos citar: a) Caracterizar as necessidades dos animais em suas dimensões de sobrevivência e transcendência; b) Interagir com os demais profissionais de zootecnia e ciências agrárias visando desenvolver ações de cuidados, no âmbito da assistência, da educação e, ainda, da gerência e desenvolvimento da pesquisa; c) Gerenciar o processo de trabalho do Zootecnista em todos os âmbitos de sua atuação; d) Administrar e avaliar programas de educação e centralizar suas ações no enfoque da promoção da saúde humana e animal, individual e coletiva. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 79 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS FINALIDADE DO ESTÁGIO Art. 1º - Entende-se por Estágio Curricular Supervisionado, o período destinado a proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem dos alunos do Curso de Zootecnia do Campus Sinop, desenvolvido através de atividades teórico-práticas, visando o aperfeiçoamento no conhecimento, no desenvolvimento científico e no relacionamento humano. Parágrafo Único – O Estágio Curricular Supervisionado no curso de Zootecnia é uma atividade obrigatória e é realizado após o discente ter sido aprovado em todas as disciplinas do curso. DOS OBJETIVOS Art. 2º - Constituem objetivos do Estágio Supervisionado do Curso de Zootecnia: I. proporcionar experiências acadêmico-profissionais através de vivências em campos de prática; II. criar oportunidades para que o aluno possa refletir e estabelecer as relações entre a teoria e a prática profissional; III. fortalecer o processo de integração do aluno e do próprio Curso com a realidade social e profissional, visando adequar o ensino às necessidades do mercado de trabalho; IV. aperfeiçoar competências e habilidades técnico-científicas requeridas para o exercício do futuro profissional; V. possibilitar a reflexão sobre aspectos éticos e legais inerentes ao exercício profissional. Art. 3º - Para o cumprimento dos objetivos do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Zootecnia, podem ser firmados convênios com Entidades Públicas ou Privadas, nacionais ou estrangeiras vinculadas à área obedecidos os seguintes requisitos: I. Existência de infra-estrutura compatível com os objetivos do Estágio; II. Possibilitar aos alunos do Curso de Graduação em Zootecnia aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos, contribuindo para o crescimento profissional. DA SUPERVISÃO DO ESTÁGIO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 80 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Art. 4º - Entende-se por Supervisão de Estágio a atividade destinada a acompanhar e orientar o aluno, de forma a garantir a consecução dos objetivos estabelecidos no Projeto Pedagógico. Art. 5º - A Supervisão será exercida por docente, lotado no Curso de Graduação em Zootecnia. Sua escolha deve respeitar, a área de formação e a experiência profissional, assim como, o campo de trabalho em que se realiza o Estágio. Art. 6º - A Supervisão do Estágio pode ser exercida de acordo com as seguintes modalidades: a) Acompanhamento e Orientação por meio de visitas sistemáticas aos campos de Estágios pelo Professor-Supervisor. b) Acompanhamento e orientação contínua das atividades desenvolvidas nos campos de Estágios pelo professor-Supervisor. c) Acompanhamento e orientação contínua das atividades, pelo Zootecnista do campo de prática/Unidade/Instituição; Obs: em nenhum momento o aluno estagiário, durante o período em que o mesmo estiver no Estágio, estará sem a supervisão do professor-supervisor e/ou Zootecnista responsável da respectiva instituição/unidade. CARGA-HORÁRIA, DURAÇÃO DA JORNADA DO ESTÁGIO O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Zootecnia tem carga horária de atividades práticas, distribuídas em Estágio Curricular Supervisionado relacionados à competência da profissão. Suas atividades são desenvolvidas em unidades conveniadas na cidade e em cidades próximas ou de outros estados. Art. 7º - A carga horária total é de 300 hora, distribuídas conforme matriz curricular. Art. 8º - Somente poderá matricular-se no Estágio Curricular Supervisionado o aluno que tiver obtido aprovação nas disciplinas respectivas, nos períodos anteriores; Art. 9º - A jornada de atividades em Estágio, a ser cumprida pelo aluno-estagiário, deverá compatibilizar-se com o horário da Instituição e do professor-supervisor. Art. 10 - O aluno-estagiário deverá cumprir integralmente as horas destinadas às atividades de Estágio. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 81 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Art.11- O registro das horas e das atividades desenvolvidas será feito em impresso próprio (modelo anexo). DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO Art. 11 - A avaliação é parte integrante do Processo Pedagógico, devendo a mesma ser efetivada em dois níveis: I – Avaliação dos Estagiários; II – Avaliação do Estágio. & 1º - A Avaliação dos Estágios têm por finalidade prover o Curso de Graduação em Zootecnia de informações e dados, visando subsidiá-la nos processos de aprimoramento curricular e de melhoria da qualidade de ensino. & 2º - A avaliação dos estagiários incidirá sobre a freqüência e o aproveitamento. Art. 12 - É obrigatória (conforme a LDB de 9.394, de 20 de dezembro de 1996) 75% de freqüência em todas as atividades programadas para o Estágio Curricular Supervisionado, não sendo permitida, sob hipótese nenhuma, o abono de faltas. § 1º Observada a disponibilidade dos campos de Estágio e de horário do professorsupervisor, será permitido, mediante desenvolvimento das atividades programadas, até o término do período letivo vigente, que o estagiário falte nas situações previstas por lei, e tenha a reposição das horas perdidas. Art. 13 - A avaliação do aproveitamento será realizada pelo professor-supervisor, de forma sistemática e contínua, com base na análise dos seguintes aspectos: I – domínio do conhecimento científico; II – habilidade técnica; III – postura profissional e ética; IV – elaboração de relatórios; V – Conforme modelo de impresso anexo. § 2º Durante o processo de avaliação de aproveitamento, a aceitação, o envolvimento e a colaboração dos zootecnistas envolvidos nos campos de Estágios torna-se imprescindível. Art.14 - Somente poderá ser considerado aprovado o aluno que obtiver média global sete e carga horária proposta integralmente cumprida. DOS PROGRAMAS Art.15 - Os Programas de Estágio serão elaborados pelos Professores-Supervisores, levando-se em conta o conteúdo programático das disciplinas anteriormente cursadas. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 82 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.16 - São deveres do estagiário: I – cumprir os horários do Estágio e as atribuições da programação; II – dedicar-se, integralmente, às atividades estabelecidas em cada campo de Estágio; III – freqüentar, obrigatoriamente, reuniões, quando for convocado pelo ProfessorSupervisor; IV – cumprir as disposições deste Regulamento, bem como as demais pertinentes contidas no Regimento da Instituição e na legislação educacional. Art.17 - Observadas as diretrizes curriculares e as disposições normativas estabelecidas pelo presente Regulamento, bem como as demais pertinentes contidas na legislação educacional, no Regimento e no Regulamento da Instituição, compete ao Colegiado, baixar instruções complementares, de caráter normativo e procedimental, visando a plena e efetiva consecução dos objetivos do Estágio Supervisionado do Curso de Zootecnia. Art.21 - Os casos omissos serão analisados e decididos pelo Colegiado do Curso de Graduação em Zootecnia. DO TERMO DE COOPERAÇÃO / CONVÊNIO E COMPROMISSO Art. 22. Conforme determina a Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, a realização do Estágio CURRICULAR SUPERVISIONADO está acondicionada à assinatura de um Termo de Cooperação/Convênio e/ou Compromisso, firmado entre o aluno, a instituição concedente de Estágio e a Instituição de Ensino. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 83 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS AnexoI TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO –TCES. CONVÊNIO N.º ................../FUFMT/2008. CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM A FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO E .......................................... PARA CONCESSÃO DE ESTÁGIO DE ESTUDANTES DE NÍVEL SUPERIOR. PROCESSO N.º A FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, inscrita no CNPJ nº 33.004.540/0001-00, aqui designada FUFMT, sendo representada neste ato por seu Reitora MARIA LÚCIA CAVALLI NEDER, portador do RG nº 11827165-SJ/MT, E CPF nº 604.355.938-20, residente e domiciliado nesta Capital, e de outro lado a ..................................................................... doravante denominada CONCEDENTE com sede na .................................., (cidade), inscrita no CNPJ nº ........................., neste ato representada por.......................................................... portador da Carteira de Identidade nº ...................................... e CPF nº .............................., firmam o presente Convênio, tendo em vista o disposto na Lei 11.788/08, e de acordo com as cláusulas e condições seguintes: CLÁUSULA PRIMEIRA O presente convênio tem por objetivo proporcionar aos acadêmicos(as) regularmente matriculados (as) nos cursos de graduação da FUFMT, a oportunidade de realização de estágio curricular não obrigatório junto à CONCEDENTE, como forma de complementação do ensino e da aprendizagem. Parágrafo Único - O estágio deverá possibilitar ao acadêmico(a) adquirir experiência e desenvolver atividades práticas relacionadas a sua área de formação, proporcionando-lhe o aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e interpessoal CLÁUSULA SEGUNDA O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza com a CONCEDENTE e realizar-se-á nos termos da Lei 11.788/08 e das normas próprias das FUFMT e a CONCEDENTE. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 84 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS § 1º - O (a) estagiário (a) desenvolverá suas atividades nas instalações ............................. na cidade de .................. . § 2º - A indicação e a substituição de estagiários (as) serão feitas pela FUFMT, através da Coordenação de Articulação com Estudantes de Graduação e Pós– Graduação - CARE, mediante solicitação da CONCEDENTE. CLÁUSULA TERCEIRA O estágio dar-se-á em diversas áreas do conhecimento, cujas atividades tenham estreito relacionamento com a formação curricular, sob a supervisão de profissional habilitado na respectiva área. CLÁUSULA QUARTA A concessão do estágio se tornará efetiva após a seleção do (a) estudante e a assinatura do Termo de Compromisso celebrado entre a CONCEDENTE e o (a) estagiário (a), com a interveniência da FUFMT, através da Coordenação do Curso. § ÚNICO - O Termo de Compromisso vinculado a este Convênio, deverá mencionar as condições gerais e as obrigações das partes em relação ao estágio. CLÁUSULA QUINTA A FUFMT, por meio da COORDENAÇÃO DE ARTICULAÇÃO ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO E PÓS- GRADUAÇÃO COMPETE: COM a- Encaminhar, mediante solicitação da CONCEDENTE, os (as) estudantes matriculados e habilitados para participarem de processo seletivo para preenchimento das vagas de estágio, munidos de cópias dos comprovantes de matrícula e do histórico escolar. b- Comunicar, por escrito, no prazo de dez dias à CONCEDENTE, o término ou eventual interrupção do curso ou o desligamento do (a) aluno (a) estagiário (a), para fins de cancelamento do estágio. c- Acompanhar o desenvolvimento das atividades e analisar os resultados do estágio vivencial. CLÁUSULA SEXTA À CONCEDENTE COMPETE: a- Solicitar a FUFMT/CARE o encaminhamento de candidatos ao estágio nos cursos de seu interesse; b- Proceder à seleção final dos (as) estagiários (as), obedecendo a seus critérios internos de aproveitamento; c- Consignar um (a) supervisor (a) técnico (a) para atuar de forma integrada com a Coordenação do Curso; d- Apresentar Plano de Estágio elaborado pelo (a) supervisor (a) conjuntamente com o (a) aluno (a); PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 85 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS e- Acompanhar o desenvolvimento das atividades e avaliar os resultados do estágio, supervisionando-o; f- Propiciar aos (as) estagiários (as) condições de vivenciar o aprendizado e adquirir experiência prática, mediante participação em situações reais de trabalho; g- Efetuar controle de assiduidade e pontualidade dos (as) estagiários (as), enviando a FUFMT/Coordenação do Curso, relatório circunstanciado do aproveitamento do (a) aluno (a) no respectivo estágio; h- Firmar com a instituição de ensino e o(a) estagiário(a) o Termo de Compromisso, mencionado na cláusula quarta com a interveniência da FUFMT/Coordenação do Curso. CLÁUSULA SÉTIMA O estágio será extinto nos casos e formas seguintes: IAutomaticamente, ao término do Termo de Compromisso, caso não seja celebrado novo Termo; IIAbandono, caracterizado por ausência não justificada de três dias consecutivos ou oito dias interpolados no período de um mês; IIIConclusão ou interrupção do curso; IVA pedido do (a) estagiário (a); VAnte o descumprimento pelo (a) estagiário (a) do respectivo Termo de Compromisso; VIComportamento estudantil e social do (a) estagiário (a) incompatível com o exigido pelas normas legais pertinentes e pelo regulamento interno da CONCEDENTE; VIINo caso da INTERVENIENTE avaliar que o estágio não está de acordo com a área de formação do(a) aluno(a). VIII - No interesse e por conveniência da CONCEDENTE, inclusive se comprovado rendimento insatisfatório após decorrida a metade do período previsto para o estágio; § 1º - Na ocorrência de qualquer das hipóteses previstas nos itens II, VI e VII, a CONCEDENTE comunicará a FUFMT/CARE num prazo de 15 (quinze) dias. § 2º - Nas hipóteses das alíneas IV e V a outra parte deve ser comunicada com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. CLÁUSULA OITAVA O (a) estagiário(a) poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório. § 1º - As despesas da concessão da Bolsa de Estágio ou outra forma de contraprestação e do seguro de acidentes pessoais do(a) estagiário(a), correrão às expensas da CONCEDENTE. § 2º - A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 86 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CLAUSULA NONA O (a) estudante fará uma jornada de até trinta horas semanais, em horário a ser estabelecido pela CONCEDENTE, compatível com as suas atividades discentes. CLAUSULA DECIMA Será responsável pela organização, supervisão, relatório e critérios de avaliação, o CONCEDENTE em conjunto a FUFMT/Coordenação do Curso, de acordo com os termos deste convênio. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA A CONCEDENTE compromete-se a expedir certificados, declarações, fichas e boletins de freqüência, bem como a fornecer a cada estagiário (a), certificado de estágio, mencionado o período, carga horária e as principais atividades desenvolvidas, quando o (a) estagiário (a) obtiver aproveitamento satisfatório. CLAUSULA DÉCIMA- SEGUNDA O (a) estagiário (a) obrigar-se-á, mediante assinatura do Termo de Compromisso, a cumprir as condições estabelecidas para o estágio, bem como as normas de trabalho pertinentes aos serviços da CONCEDENTE, especialmente as que resguardem a manutenção de sigilo e a veiculação de informações a que tiver acesso em decorrência do estágio. CLAUSULA DÉCIMA- TERCEIRA A CONCEDENTE compromete-se a fazer seguro de acidente pessoal em a favor de cada estagiário(a) que venha a desempenhar as atividades de estágio conforme o art. 9º inciso IV da Lei 11788/08. CLAUSULA DÉCIMA- QUARTA O presente convênio vigorará pelo prazo de até cinco anos a partir da data de sua assinatura, podendo ser prorrogado e/ou alterado mediante Termo Aditivo, respeitadas as disposições legais e regulamentares ou regimentais em vigor, ou rescindido unilateralmente, desde que qualquer das partes notifique a outra, com antecedência mínima de noventa dias. § ÚNICO - O encerramento antecipado deste Convênio não prejudicará os estágios em curso. CLAUSULA DÉCIMA - QUINTA As partes convenentes praticarão, reciprocamente, os atos necessários à efetiva execução das presentes disposições, por intermédio dos seus representantes ou pessoas indicadas. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 87 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CLAUSULA DÉCIMA - SEXTA O presente Termo de Convênio não implicará em obrigações financeiras entre a CONCEDENTE e a FUFMT. CLÁUSULA DÉCIMA - SÉTIMA Os casos omissos serão resolvidos conjuntamente pelas partes convenentes. CLÁUSULA DÉCIMA - OITAVA Fica eleito o Foro da Justiça Federal da cidade de Cuiabá –MT, como competente para dirimir quaisquer questões provenientes deste Convênio, eventualmente não resolvidas no âmbito administrativo. E, por estarem em pleno acordo, firmam o presente instrumento, em duas vias, de igual teor e forma, na presença das testemunhas abaixo, que também subscrevem. Cuiabá-MT, de 2008. ___________________________ MARIA LÚCIA CAVALLI NEDER Reitora/UFMT _____________________________ (EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE) Carimbo e assinatura Testemunhas: 1- _____________________ RG nº CPF nº 2º _____________________ RG nº CPF nº PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 88 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO –TCE. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO REITORIA TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO (INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008) Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes a seguir nomeadas: EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE Razão Social: __________________________________________________________________ Endereço:__________________________ Bairro: ___________________________ Cidade: _______________ UF:_____ CEP: _________ CNPJ: ______________ Representada por: _______________________ Cargo: ____________________ Supervisor(a) do Estágio: _______________________________ Cargo: ______________________ INSTITUIÇÃO DE ENSINO Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Neste ato representada por: Profª Maria Lúcia Cavalli Neder CNPJ: 33.004.540/0001-00 Endereço:Av. Fernando Corrêa da Costa s/nº. Cidade Universitária “Gabriel Novis Neves” Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900 Coord. Estágios/Responsável: ________________________________ ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO Nome: ____________________________________________________________________ Endereço: ___________________________________ Bairro: __________________________________ Cidade: ___________ UF: _____ CEP: ________________ Fone: ____________________________ Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso: ______________________________________ Semestre/ano do Curso: ________________________ RGA/Matrícula: _____________ CPF: _________ RG: _________ Data Nascimento: _______________ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 89 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as cláusulas seguintes: CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia. CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular.............. (ESPECIFICAR se é obrigatório ou não-obrigatório) dos acadêmicos, atende ao Projeto político Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788. CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a realização do estágio: a) Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________; b) Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as ____:____; c) Carga Horária semanal: ________; d) Bolsa-Auxílio: R$_______, Mensal/Por hora/Não Remunerado e) O PLANO DE ATIVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em caráter subsidiário e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao qual o curso refere são: ____________________________________________________________ _________________ ____________________________________________________________ _________________ ____________________________________________________________ _________________ ____________________________________________________________ _________________ f) Coordenador(a) de Ensino co Curso: __________________________ CLÁUSULA 4ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO: A COORDENAÇÃO DO CURSO: a) Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso; b) Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário; c) Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando; d) Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular; e) Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início do seu período letivo; f) Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno. CLÁUSULA 5ª - Cabe à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE: a) Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis com o respectivo curso de formação; PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 90 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) Garantir ao ESTAGIÁRIO cobertura do Seguro Contra Acidentes Pessoais, na vigência do presente Termo, pela APÓLICE nº ............. – (nome da empresa de seguro); Concessão de auxílio transporte e recesso remunerado, nos termos dos artigos 12 e 13 da Lei 11.788/2008; Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom desempenho do estudante; Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio, com vista obrigatória do estagiário; Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho; Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à (instituição de ensino) para as devidas providências; Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de estágio; Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas; Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio; Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade escolar, condição determinante para a realização do estágio. CLÁUSULA 6ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO: a) Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO; b) Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE; c) Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais, sem a prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE; d) Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar, sempre que solicitado pelas partes; e) Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE e ao AGENTE DE INTEGRAÇÃO; f) Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais; g) Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE, uma via do presente termo assinado por todas as partes; h) Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis meses ou quando solicitado; CLÁUSULA 7ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão alterados ou prorrogados através de TERMOS ADITIVOS; CLÁUSULA 8ª – (nome do agente de integração) fora eleita pelos signatários deste instrumento, EMPRESA CONCEDENTE, INSTITUIÇÃO DE ENSINO e ESTAGIÁRIO, de comum acordo e para efeitos da Lei 11.788/08, como seu AGENTE DE INTEGRAÇÃO, a quem deverão comunicar a interrupção ou alterações do presente termo; PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 91 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do TERMO DE CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO e do PLANO DE ATIVIDADES as partes assinam em 4 (quatro) vias de igual teor. EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE INSTITUIÇÃO DE ENSINO (carimbo e assinatura) ESTAGIÁRIO (carimbo e assinatura) REPRESENTANTE LEGAL RG: (estudante menor) PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 92 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS FREQUÊNCIA MENSAL Mês Aluno(a): Orientador(a): Data: Ano 20 ___ Área de Concentração: Curso: Atividade Desenvolvida Entrada Saída Assinatur a Sinop, ________de ____________________ de 20 _____ _______________________________ Assinatura do Orientador Supervisor ____________________________ Assinatura do Coordenador PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 93 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO DE GRADUAÇÃO EM _______________________ FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Aluno (a): Local: DATA HORÁRIO ENTRADA HORÁRIO SAÍDA TOTAL HORAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ASSINATURA E CARIMBO DO SUPERVISOR Total Horas PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 94 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CARTA DE APRESENTAÇÃO DE ESTAGIÁRIO Sinop, ____de_________ de 20___ Da: Coordenação de Estágios Ao: Diretor da Unidade Assunto: Apresentação de Estagiário Temos a satisfação _____________________, que _____________________nesse de apresentar realizará o o(a) Estágio conceituado universitário(a) Supervisionado Estabelecimento de de Ensino/Pesquisa/Empresa ou Profissional. A valiosa colaboração de V. Sª, no sentido de recebê-lo, sem dúvida vem demonstrar sua contribuição a esta atividade que constitui complemento indispensável ao programa que os alunos vêm desenvolvendo neste Campus Universitário. Respeitosamente, agradecemos e aproveitamos a oportunidade de demonstrar a nossa estima e consideração. Atenciosamente, ____________________________________ Coordenador de Estágio PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 95 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS DECLARAÇÃO DE ESTÁGIO Declaro que ___________________________________, aluno(a) do Curso de ____________________, da UFMT, Campus Sinop, realizou, neste Estabelecimento de Ensino/Pesquisa/Empresa, o estágio de _____________________ num total de ________horas, tendo sido supervisionado pelo(a) professor(a), que também assina esta declaração. ____________________________________ Local e data ____________________________________ Professor(a) Supervisor ____________________________________ Diretor(a) Estabelecimento PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 96 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Nome Aluno(a): Local: DATA HORÁRIO ENTRADA HORÁRIO SAÍDA TOTAL HORAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ASSINATURA DO SUPERVISOR Total horas PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 97 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 3.7. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC 3.7.1 Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia da UFMT, Campus Sinop. CAPÍTULO I NATUREZA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO BACHARELADO EM ZOOTECNIA Art.1º O Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia, será um trabalho individual do aluno formando e apresentado sob a forma de monografia. § 1° O Trabalho de Conclusão de Curso, de que trata o caput, resultará de um estudo sob a orientação de um professor do Curso de Zootecnia nas áreas de Nutrição, produção, melhoramento genético, de ruminantes e não ruminantes, bem como exploração e manejo sustentável de espécies silvestres. § 2° O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser orientado por docente não pertencente ao Curso de Zootecnia, desde que esta orientação seja aprovada pelo Colegiado do Curso. CAPÍTULO II OBJETIVOS Art.2º- O Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia atende os seguintes objetivos: I- capacitar o aluno para a elaboração de estudos; II- levar o aluno a correlacionar e aprofundar os conhecimentos teóricopráticos adquiridos no curso; III- propiciar ao aluno o contato com o processo de investigação; PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 98 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS IV- contribuir para o enriquecimento das diferentes linhas de estudo de Zootecnia, estimulando a pesquisa científica articulada às necessidades da comunidade local, nacional e internacional. CAPÍTULO III MODALIDADES Art.3º A monografia pode se enquadrar em uma das seguintes modalidades: I- trabalho de revisão crítica de literatura sobre determinado tema; II- trabalho de análise de determinado tema apontando ou propondo novos conceitos que melhor o elucidem; III- trabalho original de pesquisa. CAPÍTULO IV NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA Art.4º A monografia deve ter estrutura e corpo de acordo com as normas estabelecidas pelo Colegiado do Curso de Zootecnia. Art.5º O prazo para elaboração e apresentação da monografia é de 1 (um) período letivo de acordo com o currículo vigente do curso de Zootecnia, não podendo ultrapassar os prazos previstos no Calendário das Atividades de Graduação. TÍTULO II ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICA CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Art.6° O Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso deve ser eleito em Reunião do Colegiado do Curso de Zootecnia, conforme legislação vigente, com titulação mínima de mestre. § 1° O Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso dispõe de 2 (duas) horas semanais para cumprir sua função. Art.7° O orientador deverá ser membro da carreira docente da universidade, com titulação mínima de mestre. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 99 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CAPÍTULO II ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ZOOTECNIA Art.8º Compete ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso: I- articular-se com o Colegiado do curso de Zootecnia para compatibilizar diretrizes, organização e desenvolvimento dos trabalhos; II- divulgar as linhas de estudo dos docentes orientadores e o número de vagas oferecido por cada docente; III- orientar os alunos na escolha de professores orientadores; IV- analisar os projetos do Trabalho de Conclusão do Curso quanto ao enquadramento nas normas do presente regulamento; V- solicitar ao orientador, quando for o caso, modificações nos projetos; VI- encaminhar para a Comissão Executiva do Colegiado do Curso os casos omissos e os projetos com orientação por docente não pertencente ao curso de Zootecnia; VII- enviar para coordenação do curso, no prazo de 10 (dez) dias antes do encerramento de cada semestre letivo, uma lista contendo nomes dos alunos orientandos e seus respectivos orientadores para o semestre letivo seguinte; VIII- convocar, sempre que necessário, os orientadores para discutir questões relativas à organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação do Trabalho de Conclusão do Curso; IX- coordenar, quando for o caso, o processo de substituição de orientadores, ouvida o Colegiado do Curso; X- coordenar o processo de constituição das bancas examinadoras e definir o cronograma de avaliação dos trabalhos a cada ano letivo; XI- comparecer às reuniões do Colegiado do Curso de Zootecnia. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 100 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CAPÍTULO III ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR Art.9º Compete ao orientador de monografia: I- orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as suas fases; II- estabelecer um projeto da monografia em conjunto com o orientando, e encaminhar o mesmo 20 (vinte) dias antes do final do semestre letivo ao Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso; III- reapresentar em 24 (vinte quatro) horas o projeto da monografia com as devidas alterações, quando solicitado pelo Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso; IV- encaminhar ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso o planejamento e o cronograma das atividades da monografia na data prevista no calendário escolar para a entrega dos programas das disciplinas; V- informar o orientando sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação respectivos; VI- presidir a banca examinadora do trabalho por ele orientado; VII- comparecer às reuniões, convocadas pelo Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso, para discutir questões relativas à organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação do Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia. VIII- comunicar ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso quando ocorrerem problemas, dificuldades e dúvidas relativas ao processo de orientação, para que o mesmo tome as devidas providências; IX- encaminhar a composição da banca examinadora 30 (trinta) dias antes do final do semestre letivo para o Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 10. Cada docente poderá orientar até cinco monografias por semestre. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 101 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CAPÍTULO IV ATRIBUIÇÕES DO ORIENTANDO Art. 11. São direitos do orientando: I- ter um professor orientador e definir com o mesmo a temática da monografia; II- solicitar orientação diretamente ao professor escolhido ou através do Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso; III- ser informado sobre as normas e regulamentação do Trabalho de Conclusão do Curso. Art. 12. São deveres do orientando: I- definir o orientador e o tema de sua Monografia até 30 (trinta) dias antes do encerramento do ano letivo anterior ao do cumprimento do Trabalho de Conclusão do Curso; II- participar do planejamento e estabelecimento do cronograma do Trabalho de Conclusão do Curso; III- cumprir as normas e regulamentação própria do Trabalho de Conclusão do Curso; IV- cumprir o plano e o cronograma estabelecidos em conjunto com seu orientador; V- entregar versão preliminar para o orientador 90 (noventa) dias antes do final do período letivo, que a disponibilizará ao Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso, se solicitado; VI- apresentar a monografia à banca examinadora somente após a autorização do orientador. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 102 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS CAPÍTULO V PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES Art. 13. O projeto da monografia do Trabalho de Conclusão do Curso deverá constar de tema, objetivos gerais e específicos. Art.14. O planejamento das atividades para elaboração da monografia deve estar de acordo com o currículo de Zootecnia e os prazos definidos no Calendário das Atividades de Graduação. Art. 15. A monografia deve ser apresentada aos membros da banca 30 (trinta) dias antes do final do período letivo, respeitando-se o Calendário das Atividades de Graduação, § 1°O aluno deve entregar 3 (três) vias da monografia, sendo uma para cada um dos membros da banca examinadora. § 2°Após a apresentação oral da monografia, a banca examinadora devolverá as vias da mesma ao aluno para que as alterações sugeridas sejam processadas. § 3°Caso aprovado, o aluno deverá apresentar 4 (quatro) vias da monografia à Coordenação do Trabalho de Conclusão do Curso com as possíveis correções sugeridas, sendo distribuídas: 3 (três) vias para a banca examinadora e uma para o Colegiado. § 4°O prazo para a apresentação das 4 (quatro) vias é o último dia do período letivo do Calendário das Atividades de Graduação. § 5°O não cumprimento do prazo do parágrafo anterior implica que o aluno estará de exame final. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 103 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS TÍTULO III CRITÉRIOS E METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO CAPÍTULO I CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Art.16. A monografia é avaliada segundo os critérios previstos no Sistema de Avaliação Discente nos Cursos de Graduação da Universidade, de conformidade com as normas estatutárias e regimentais vigentes. CAPÍTULO II METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO Art. 17. O aluno será avaliado em duas modalidades: 1. Avaliação da apresentação oral e; 2. Análise da monografia. Art. 18. A monografia e a apresentação oral do aluno será avaliada por uma banca examinadora composta por três docentes, que atribuirão, individualmente, nota ao trabalho. § 1°A nota dada refere-se ao trabalho escrito com peso 7 (sete) e a apresentação oral com peso 3 (três). § 2°No trabalho escrito, cada membro deve avaliar a organização seqüencial, a argumentação, a profundidade do tema, a correção gramatical e a correlação do conteúdo matemático. § 3°Na apresentação oral, cada membro deve avaliar domínio do conteúdo, organização da apresentação, capacidade de comunicar bem as idéias e capacidade de argumentação. Art.19. A apresentação oral deverá ocorrer duas semanas antes do término do período letivo em dias a serem marcados pelo Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso. Parágrafo único. A apresentação oral terá duração máxima de 30 (trinta) minutos e deve preceder a 15 (quinze) minutos de argüição pelos membros da banca examinadora com tolerância máxima de 5 (cinco) minutos. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 104 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Art. 20. A nota final da monografia será a média aritmética das 3 (três) notas atribuídas ao trabalho pelos membros da banca examinadora. § 1ºA avaliação será documentada em ata elaborada pelo presidente da banca, onde devem constar as notas que cada examinador atribuiu ao aluno e anexada à mesma, a ficha de avaliação correspondente. § 2º A nota final do aluno só será divulgada mediante a entrega das 4 (quatro) vias da monografia. § 3° O aluno com nota final igual ou superior a 7,0 (sete) na monografia é considerado aprovado no Trabalho de Conclusão do Curso. § 4º O aluno com média parcial igual ou superior a 3,0 (três) e inferior a 7,0 (sete) tem o período que antecede a realização do exame final, conforme Calendário das Atividades de Graduação, para fazer as alterações necessárias na monografia e reapresentá-la à banca examinadora, na data e horário determinados pela mesma. Art.21. No exame final, a monografia e a apresentação oral devem ser novamente avaliadas pela banca examinadora, recebendo a nota correspondente. § 1° A média final do aluno é a resultante da média aritmética entre a média parcial e a obtida no exame final. § 2° É considerado aprovado no Trabalho de Conclusão do Curso, o aluno com média final igual ou superior a 5,0 (cinco). CAPÍTULO III COMPOSIÇÃO DA BANCA EXAMINADORA Art.22. A Banca Examinadora será constituída pelo Orientador e por dois docentes do Curso de Zootecnia. § 1º O Colegiado de Curso indica os nomes dos membros da banca examinadora ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso. § 2º Excepcionalmente e a critério do Colegiado do Curso, pode integrar a banca examinadora docentes de outros cursos, outra instituição ou profissional considerado autoridade na temática da monografia a ser avaliada. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 105 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS § 3º A participação de docente ou profissional de outra Instituição deve ser aprovada pelo Colegiado. TÍTULO IV DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 23. Os custos da elaboração da monografia ficam a cargo do aluno. Art. 24. Os casos omissos do presente regulamento serão resolvidos pelo Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso, em conjunto com a Comissão Executiva Colegiado de Curso de Zootecnia. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 106 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ANEXO I 1. Estrutura da Monografia A Estrutura da Monografia é formada por preliminares, corpo principal e elementos de complementação. 1.1. Preliminares 1.1.1. Capa 1.1.2. Folha de rosto 1.1.3. Dedicatória (opcional) 1.1.4. Agradecimentos (opcional) 1.1.5. Resumo 1.1.6. Sumário 1.1.7. Índice de figuras (opcional) 1.1.8. Índice de tabelas (opcional) 1.1.9. lista de símbolos e nomenclatura (opcional) 1.2. Corpo principal - núcleo do trabalho da monografia composto por quatro partes, a saber: a) Introdução b) Revisão da literatura existente sobre o assunto c) Objetivos d) Metodologia e) Resultados f) Discussão g) Conclusões 1.3. Elementos complementares 1.3.1. Referências Bibliográficas segundo as normas da estabelecidas pela ABNT. 1.3.2. Anexos 1.3.3. Índice alfabético remissivo (opcional) PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 107 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ANEXO II Declaração da entrega da versão preliminar da monografia Declaro que o(a) aluno(a)_____________________________________________ ______________________________________________________________entregou a versão preliminar da monografia de Trabalho de Conclusão de Curso no dia ____________(conforme previsto no regulamento) na seguinte situação: ( ) concluído (redigido e digitado) ( ) em fase de conclusão (indicar o que esta faltando)* _____________________________________________________ _____________________________________________________ _____________________________________________________ _____________________________________________________ ( ) em fase de elaboração (indicar o Prática de Campo em que se encontra)* _____________________________________________________ _____________________________________________________ _____________________________________________________ _____________________________________________________ (* caso necessite de mais espaço escrever no verso) ________________________________________ Nome e assinatura do(a) orientador(a) Sinop, _________ de ___________________________ de_______. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 108 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ANEXO III MODELO DE ATA ATA DA SESSÃO PÚBLICA DE APRESENTAÇÃO E DEFESA DA MONOGRAFIA DO CURSO DE __________________________ ALUNO(A): Aos _____ dias do mês de _________ do ano de _________, às ____ horas, na sala ________, do campus da UFMT na cidade de Sinop, foi realizada a sessão pública de apresentação e defesa da Monografia de conclusão de Curso do(a) acadêmico(a) ______________. A banca foi composta pelos seguintes professores: Prof.(a) (orientador(a)) __________________, Prof (a). ___________ e Prof (a). ____________ sob a presidência do (a) primeiro (a). A monografia tem como título _____________________________________________________________________. Após explanação o(a) aluno(a) foi arguído pelos componentes da banca. Terminada a etapa, os membros, de forma confidencial avaliaram o(a) aluno(a) e conferiram o(a) mesmo(a) o seguinte resultado _____________, proclamado pelo presidente da sessão. Dados por encerrados os trabalhos, lavrou-se a presente Ata, que será assinada pela banca e pelo(a) aluno(a). Os requisitos a serem observados estão registrados em folha anexa. Sinop, ____ de _______ de 20____. ASSINATURAS: Aluno(a): ________________________________________________ Banca: _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 109 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ANEXO IV FICHAS DE AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA AVALIAÇÃO DA DEFESA (ORAL) DA MONOGRAFIA Aluno(a): NOTA: Orientador(a): Curso: Tema de Monografia: CRITÉRIOS Nº. DE PONTOS Máximo Obtido DESENVOLVIMENTO DA AULA Desenvolvimento da aula e clareza dos objetivos 1,0 Linguagem clara, correta e adequada ao conteúdo. 1,0 Abordagem das idéias fundamentais do conteúdo 1,0 Seqüência lógica do conteúdo dissertado 1,0 Articulação entre as idéias apresentadas, permitindo a 1,0 configuração do seu todo Conteúdo com informações corretas 1,0 Adequação do conteúdo em função do tempo estipulado para a 1,0 defesa Estrutura da aula, evidenciando introdução, desenvolvimento e 1,0 conclusão. Apresentação do aluno: dicção e variação de estímulos 1,0 Uso adequado do material didático 1,0 TOTAL 10,0 Sinop, em ____ de ________ de 20______ EXAMINADOR(A): Prof(a). _______________________________________ ASSINATURA DO(A) EXAMINADOR(A) PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 110 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS ANEXO V AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO Aluno(a) NOTA: Orientador(a): Curso: Tema da Monografia: ITENS A CONSIDERAR Nº. DE PONTOS MÁXIMO 01 Apresentação 0,5 02 Introdução, desenvolvimento e conclusão 1,0 03 Organização das idéias (coerência e coesão) 1,5 04 Domínio dos conteúdos 1,5 05 Poder de síntese 1,0 06 Objetividade 1,0 07 Consistência argumentativa 1,5 08 Seqüência lógica do raciocínio 1,0 09 Correção e propriedade da linguagem 1,0 TOTAL OBTIDO 10,0 Sinop, em____de __________ de 20______ EXAMINADOR(A): Prof.(a). __________________________________________ Nome do(a) Examinador(a) ASSINATURA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 111 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 3.8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES 3.8.1. Normas de Atividades Complementares do Curso de Zootecnia/UFMTCampus Sinop. A regulamentação de atividades complementares propicia ao profissional a oportunidade de desenvolver a capacidade crítica e reflexiva a fim de que possa propor soluções para as questões surgidas no mundo do trabalho e numa sociedade em processo constante de mudanças. Assim o Curso de Zootecnia estabelece as normas específicas de regulamentação das referidas atividades. Constituem-se Atividades Complementares disciplinas optativas, programas/projetos/cursos de extensão, monitorias, monografia, programas de iniciação científica, participação em eventos científicos, oficinas e cursos relacionados a área de formação, ou áreas afins, na instituição ou fora dela, atividades de representação acadêmica em órgãos colegiados e participação em programas institucionais de iniciação científica. As Atividades Complementares deverão totalizar, para efeito de integralização do curso, o mínimo de horas exigidas de acordo com as diretrizes curriculares especificas, e os projetos pedagógicos dos cursos. As atividades Complementares deverão ser desenvolvidas ao longo do curso de graduação, iniciando-se a partir do primeiro período. Os alunos poderão optar por cursar determinadas disciplinas, desde que respeitando os pré-requisitos quando necessários, entre o elenco de disciplinas optativas e/ou matrícula em disciplinas isoladas as quais serão validadas até o limite máximo de 60 horas. A carga horária destinada aos programas/projetos/cursos de extensão terá limite máximo de 30 horas e sua execução obedecerá às normas estabelecidas pela Coordenação de Extensão. As monitorias realizadas e comprovadas em conformidade com as normas estabelecidas pelo Colegiado de Curso serão validadas pelo próprio colegiado de curso, com carga horária de 30 horas por semestre não podendo ultrapassar dois semestres. A monografia é uma atividade obrigatória no Curso, podendo ser computados com no máximo 20 horas em atividades complementares. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 112 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Os programas institucionais de bolsa de iniciação científica serão validados pelo Colegiado de curso com carga horária de 45 horas por semestre, por no máximo dois semestres. A participação em eventos científicos, desde que devidamente comprovada, será validada pelo Colegiado de Curso obedecendo à seguinte distribuição: Eventos Científicos Área do Curso Áreas afins Palestras/ 2 horas, máximo 10 1hora, máximo 5 participações Conferências/Seminários participações Mesa Redonda 2 horas, máximo 5 participações 1hora, máximo 5 participações Oficina 2 horas, máximo 5 participações 1hora, máximo 5 participações Fórum/Jornada/Simpósio 8 horas, máximo 8 participações 4 horas, máximo 4 máximo 2 máximo 4 máximo 4 participações Semana Congresso Regional 20 horas, máximo 4 10 participações participações 10 horas, máximo 4 5 participações participações Congresso Nacional/Internacional 15 horas, máximo 4 participações Cursos de até 8 horas de 2 horas, máximo 10 cursos 7 horas, horas, horas, participações 1hora, máximo 5 cursos duração Cursos acima de 8 horas de 5 horas, máximo 10 cursos 3 horas, máximo 5 cursos duração As visitas técnicas deverão ser realizadas em locais pertinentes a área de conhecimento específico de cada curso. O acadêmico deverá apresentar o relatório de visita técnica e comprovação de sua realização, através de declaração emitida pelo responsável, e serão computadas 3 horas por visita técnica, com máximo de 5 participações. No caso de viagem de estudo o mínimo de horas validadas ficará a cargo do colegiado de curso. As atividades de pesquisa poderão ser validadas para pesquisa concluída como autor, o máximo de 30 horas e para co-autor, 15 horas. O mérito do trabalho para efeito de horas computadas, ficará a cargo do Colegiado de Curso. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 113 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Para a publicação de resumos serão validadas 10 horas por resumos/resenhas, como autor e 5 horas para co-autor. Para a publicação de trabalhos na íntegra serão validadas 20 horas como autor e 10 horas como co-autor. As atividades de representação acadêmica em órgãos colegiados, comprovadas por presença em 85% das reuniões, serão validadas pelo Colegiado com carga horária de 10 horas por semestre por representação. Os limites mínimos estabelecidos não impedem o aluno de desenvolver as atividades além do máximo permitido. Os alunos deverão apresentar ao Colegiado do Curso os relatórios e comprovantes das Atividades Complementares, até 30 dias após o término da atividade. Os colegiados dos Cursos deverão, ao final de cada semestre letivo, avaliar os comprovantes e relatórios das atividades Complementares apresentadas e enviar à Secretaria Acadêmica a carga horária cumprida pelo aluno, em cada atividade. O não cumprimento de no mínimo horas correspondentes as atividades complementares estabelecidas na estrutura curricular do curso acarreta o impedimento da conclusão do Curso. Outras atividades específicas e previstas pelos cursos poderão ser aceitas e aprovadas no Colegiado de Curso, com limites máximos estabelecidos de 20 horas. Para comprovação das participações nas atividades acima descritas, o aluno deverá apresentar à Coordenação do Curso documento comprobatório de sua participação com a respectiva carga horária. Em se tratando de palestras isoladas ou eventos cuja documentação não conste a duração, poderá ser creditado ao aluno no máximo 2 (duas) horas, a critério do Colegiado do Curso. De posse do documento comprobatório, o Coordenador do Curso deverá preencher e assinar o(s) formulário(s) concernente(s) a participação do aluno no evento e/ou atividade. Toda documentação dos alunos deverá estar arquivada em pastas individuais na Secretaria da Coordenação de Curso. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 114 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS REGISTRO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES INSTITUTO CURSO: ALUNO:__________________________________________PERÍODO:___________ EVENTOS CIENTÍFICOS EXTERNOS (SEMINÁRIOS, SIMPÓSIOS, CONGRESSOS, FORUNS) Nome do Evento:__________________________________________________ Data: ____/____/20__ a ____/____/20__ Carga Horária: ______________________________________________________ Entidade Promotora: __________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso INSTITUTO: CURSO: ALUNO:______________________________________________PERÍODO:_______ PARTICIPAÇÃO EM SEMANAS E/OU JORNADAS CIENTÍFICAS E/OU CULTURAIS Data: ____/____/20__ a ____/____/20__ Carga Horária: ________________________________________________________ Entidade Promotora: ___________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso Data: ____/____/20__ a ____/____/20__ Carga Horária: ____________________________________________________ Entidade Promotora: ______________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 115 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS INSTITUTO: CURSO: ALUNO:_______________________________________PERÍODO:______________ PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMAS DE EXTENSÃO Projeto: ___________________________________________________________ Período: ____/____/20__ a ____/____/20__ Prof. Responsável_________________________________________________________ Carga Horária: _______________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso INSTITUTO: CURSO: ALUNO:_____________________________________________PERÍODO:______ PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMA DE MONITORIA Disciplina:____________________________________________________________ Período: ____/____/20__ a ____/____/20__ Prof. Responsável: ________________________________________ Carga Horária: ________________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 116 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS INSTITUTO: CURSO: ALUNO: PERÍODO: PARTICIPAÇÃO EM ESPECÍFICOS, NACIONAIS, INTERNACIONAIS DO CURSO Nome do Evento:_________________________________________________ Data: ____/____/20__ a ____/____/20__ Local:________________________________________________________________ Entidade Promotora:__ ________________________________________________ Tipo de Participação: __________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso INSTITUTO: CURSO: ALUNO:________________________ __________PERÍODO:________________ PARTICIPAÇÃO EM CURSOS NA ÁREA Nome do Curso:_______________________________________________________ Data: ____/____/20__ a ____/____/20__ Prof. Ministrante:_____________________________________________________ Carga Horária: _______________________________________________________ Entidade Promotora: __________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 117 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS INSTITUTO: CURSO: ALUNO:________________________ __________PERÍODO:________________ PARTICIPAÇÃO EM CURSOS DE ÁREA AFIM Nome do Curso:_______________________________________________________________ Data: ____/____/200__ a ____/____/20__ Prof. Ministrante:___________________________________________________________ Carga Horária: _______________________________________________________ Entidade Promotora: __________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Curso INSTITUTO: CURSO: ALUNO:________________________________________PERÍODO:____________ ELABORAÇÃO EM MONOGRAFIA Projeto: ______________________________________________________________ Período: ____/____/20__ a ____/____/20__ Prof. Orientador:__________________________________________________________ Carga Horária: ____________________________________________________ Assinatura do Coordenador do Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 118 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS INSTITUTO: CURSO: ALUNO:________________________________________PERÍODO:____________ PARTICIPAÇÃO EM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Projeto: ____________________________________________________________ Período: ____/____/20__ a ____/____/20__ Prof. Orientador:______________________________________________________ Carga Horária: ________________________________________________________ Assinatura do Coordenador do Curso INSTITUTO: CURSO: ALUNO:__________________________________________PERÍODO:___________ PARTICIPAÇÃO EM PRÁTICA DE CAMPOS EXTRA-CURRICULARES NA ÁREA Área:________________________________________________________________ Período: ____/____/20__ a ____/____/20__ Prof. Supervisor:_____________________________________________________ Carga Horária: ________________________________________________________ Assinatura do Coordenador do Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 119 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS INSTITUTO: CURSO: ALUNO:__________________________________________PERÍDO:____________ PARTICIPAÇÃO EM PALESTRAS E/OU CONFERÊNCIAS Título da Palestra/Conferência:__________________________________________________ Data: ____/____/20__ a ____/____/20__ Palestrante:__________________________________________________________ Carga Horária: ______________________________________________________ Entidade Promotora: __________________________________________________ Assinatura do Coordenador do Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 120 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS DECLARAÇÃO DE CONCLUSÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Declaro para efeitos de Conclusão do Curso ________________, que o aluno _____________________________________________________________________ ____ cumpriu___________ horas de ATIVIDADES COMPLEMENTARES, conforme determina a Resolução no ________ e o projeto pedagógico do Curso. Sinop,_________de___________________20___ _________________________ Assinatura Coordenador do Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 121 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS FICHA DE COMPROVAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Curso:_____________________________ Carga Horária das Atividades Complementares do período em curso:______________ Aluno:___________________________________Período:________Ano:20_______ Natureza da Atividade Dia ou Período de Complementar Realização Carga Horária Total:______________________ Nº de horas computadas Data:____/_____/20______ Assinatura Coordenador de Curso:______________________________________ Data da Aprovação do Colegiado:_____/_____/______ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 122 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS PROJETO PARA AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ZOOTECNIA Introdução: Historicamente a auto-avaliação tem sido reconhecida como um instrumento necessário para o planejamento e melhoria institucional. Embora a UFMT apresente um processo de auto-avaliação, o curso de Zootecnia em atenção a portaria MEC nº 563, de 21 de fevereiro de 2006 que Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, onde incluem-se a auto-avaliação do curso, propõe aqui um projeto de autoavaliação do curso. Atendendo aos preceitos definidos pelo CONAES e considerando a avaliação do curso de Zootecnia como o componente central que confere estrutura e coerência ao processo avaliativo que se desenvolve na Instituição, integrando todos os demais componentes da avaliação do curso, pretende-se buscar uma visão global da perspectivas do conjunto de dimensões, estruturas, relações, atividades, funções e finalidades do curso, centrados nas atividades de ensino, pesquisa e extensão/assistência. A proposta de auto-avaliação está baseada no princípio de globalidade, impessoalidade, não punição, não premiação, respeito a identidade institucional, credibilidade, confiabilidade e compromisso de continuidade e regularidade e disposição para mudanças que se fizerem necessárias, em consonância com estabelecido no âmbito do SINAIS. Objetivos: - identificar os pontos fortes e fracos do curso, a fim de orientar as correções de rumos e o redimensionamento das direções; - produzir um sistema qualitativo e quantitativo de informações para o acompanhamento da trajetória e desenvolvimento do curso; - desencadear um processo pedagógico de aprendizagem de saber fazer acadêmico pelo confronto da auto-avaliação e avaliação a nível institucional e relacionamento dialético entre a avaliação e o planejamento institucional. A prática de auto-avaliação como processo permanente será um instrumento de construção de uma cultura de avaliação no curso, com a qual docentes, discentes e PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 123 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS técnico-administrativos se identifiquem e se comprometam. O seu caráter formativo deve permitir o aperfeiçoamento tanto pessoal como institucional, pelo fato de colocar todos os atores em um processo de reflexão e auto-consciência. Constituição, composição e atividades: Para elaboração e desenvolvimento da auto-avaliação será constituída uma Comissão Própria de Avaliação (CPA) composta por docente e discentes do curso, que se responsabilizará pelo planejamento, organização das atividades, pela manutenção do interesse pela avaliação, sensibilização da comunidade e pelo fornecimento de informações sobre a coleta de dados para realização das análises e de relatórios parciais. Abordagem Metodológica: O objetivo principal da promoção da auto-avaliação do curso é gerar a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Será utilizado como procedimento, com vistas à avaliação global do curso, a conjugação da apreciação da análise dos dados, com resultados dos aspectos acadêmicos e administrativos do curso. Tendo em vista a flexibilidade e a liberdade preconizada pela Lei Federal no 9394/96 e pela Lei 10.861/04, que institui SINAES, não serão estabelecidos critérios e normas rígidas para a avaliação, reconhecendo que cada curso tem uma realidade no momento em que é avaliado o papel que representa para a sociedade. A abordagem metodológica da auto-avaliação a ser implantada no curso de Zootecnia, conjuga os benefícios quantitativos e qualitativos, por meio da consulta direta aos envolvidos no processo. Serão utilizados no levantamento das informações, e na conseqüente produção dos relatórios, documentos e informações que possam corroborar, ou permitem comparar e/ou ampliar as conclusões/inferências obtidas na abordagem qualitativa. Os aspectos metodológicos relativos aos trabalhos de auto-avaliação serão divididos em três seções. A primeira trata dos procedimentos gerais dos trabalhos, é onde se tem a visão geral do que será realizado. A segunda seção apresenta as principais formas previstas de sistematização, interpretação e análise dos dados. A terceira e última seção apresenta a estrutura prevista para o relatório final da autoavaliação. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 124 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Procedimentos Gerais Segundo o enfoque processual de avaliação, é preciso que haja sensibilização e mobilização da comunidade, tanto para que se favoreça a coleta de dados, quanto para que se instigue um processo de avaliação continuada. Ainda, os momentos de participação são importantes para que se aumente a consciência pedagógica e a capacidade profissional do corpo docente e técnico administrativo, além de fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais. De forma concreta, estes momentos devem gerar discussões sobre os instrumentos da avaliação e sobre as adaptações que devem ser feitas em cada um para atender às especificidades de cada centro, curso, ou unidade administrativa. A avaliação a ser realizada deve proceder no sentido de buscar atualizar os dados sobre os diversos indicadores de qualidade, do curso em particular. A avaliação que se pretende deve permitir uma análise em séries temporais, promover o aperfeiçoamento dos instrumentos utilizados. Neste processo será muito importante a consulta das diretrizes orientadoras dos avaliadores da SESU/MEC, no que se refere à questão da qualidade dos cursos. Serão utilizados três instrumentos. O primeiro instrumento constituirá na análise de documentos do curso e a coleta de dados disponíveis, coordenação e biblioteca. O segundo instrumento será a aplicação de questionário (formulário) junto a alunos, professores. O terceiro será a realização de entrevistas com professores, alunos e funcionários técnico-administrativos, por meio das quais espera-se obter informações para que se possa aprofundar alguma questão indefinida pela análise dos formulários ou para que se possa auditar as informações fornecidas. Este último instrumento tem o objetivo de garantir a confiabilidade dos dados e detectar problemas não descobertos na análise numérica dos dados. O objetivo não é punitivo ou destrutivo, mas construtivo, no sentido de se ter uma visão real da situação do curso. As dimensões referidas serão avaliadas através da utilização de instrumentos, os quais deverão ser adequados para o tipo de informação a ser capturada e dependendo da fonte de informação a ser pesquisada, de acordo com os procedimentos próprios à avaliação processual. Todas as informações obtidas para cada classe serão sistematizadas e validadas, sendo que o resultado deverá ser apresentado e discutido em fórum permanente. Da discussão deverão resultar soluções de médio e longo prazo para os problemas detectados na avaliação. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 125 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS A auto-avaliação estará norteada, ainda, por questões avaliativas formuladas com bases nos indicadores quantitativos, seguindo o Roteiro de Auto-avaliação Institucional/INEP/MEC, em suas várias discussões com a comunidade acadêmica, tais como: nível de compromisso e participação e colaboração, parcerias, comunicação, clima organizacional, dentre outros. Em síntese o processo da auto-avaliação do curso pretende responder as seguintes questões: - O que é; - O que desejar ser; - O que de fato realiza; - Como Organiza, Administra e Age. Sistematização, Interpretação e Análise dos Dados Os dados, indicadores, serão sistematizados de forma comparativa, para que se realize uma análise da realidade do curso. Para garantir a análise processual pretendida, inúmeras contraposições de indicadores podem ser realizadas, visando a entender a performance boa ou má destes indicadores. Visando garantir a permanência do processo de avaliação e, particularmente, a auto-avaliação construtiva das condições de ensino-aprendizagem no curso, os resultados da avaliação interna serão sempre discutidos. O curso elaborará um plano de ação para superar as dificuldades identificadas pelo processo de avaliação. Assim, os procedimentos de análise e tratamentos dos dados serão os seguintes: - análise do conteúdo; - Análise estatística; - análise e categorização das falas e sugestões dos colaboradores; - confecções de textos, quadros e figuras sintetizados. Parametrização dos dados: A análise dos dados constituirá uma das etapas de maior atenção, pois onde será realizado a interpretação dos dados e a codificação em linguagem objetiva, clara e mais próxima da realidade. Será realizado análise dos seguintes instrumentos em forma de questionário questões fechadas: auto-avaliação do professor; auto avaliação do aluno; desempenho da turma; desempenho do professor e avaliação do curso. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 126 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Os resultados serão agrupados em categorias: ótimo (O) + muito bom (MB) e regular (R) + Fraco (F). A resposta bom (B) não será levado em conta, por se tratar de um resultado intermediário entre as categorias O+MB e R+F. Assim a categorização do desempenho das disciplinas/docente será definida a partir dos seguintes indicadores: a) “Disciplina com desempenho destaque”: a média dos índices do resultado global (%) dos conceitos O+MB do curso adicionando-se ao somatório 10 percentuais. b) “Disciplina com desempenho bom”: intervalo entre valor menor da categoria disciplina com desempenho destaque e valor maior da categoria disciplina com desempenho inferior a média. c) “Disciplina com desempenho inferior a média”: a média dos índices do resultado global (%) dos conceitos R+F do curso adicionando-se ao somatório 10 percentuais. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 127 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Questionário de auto–avaliação PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 128 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 129 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 130 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Questionário de avaliação de seu curso Divulgação dos Resultados A divulgação dos resultados da auto-avaliação deve se dar não só no meio acadêmico interno do curso, mas também para a sociedade como um todo. Para divulgação deve-se produzir um relatório sucinto, que contenha os seguintes itens. 1. Apresentação 2. Diagnóstico 3. Perspectivas para mudanças 4. Restrições e Estratégias 5. Resumo das Recomendações Gerais 6. Plano de Ação para melhoria do Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 131 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Cronograma da Auto-avaliação As Etapas da Avaliação são as que se apresentam a seguir 1. Implementação dos Formulários 2. Aplicação dos Formulários 3. Análises dos Resultados 4. Confecção do relatório 5. Divulgação dos Resultados 4. CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO O projeto Pedagógico de Zootecnia visa à formação do profissional com uma visão multidisciplinar e com espírito científico, sempre dentro dos princípios éticos que envolvem a profissão, tornando-os capazes de competirem no mercado atual. Para a implantação do curso serão relacionados professores que atuam no Instituto com formação compatível às disciplinas a serem ofertadas. 4.1. CORPO DOCENTE: PERFIL DOCENTE Tabela 4.1.1. Perfil Docente do Curso de Zootecnia DOCENTE ÁREA DE FORMAÇÃO Anderson Corassa Zootecnia Cláudio Vieira de Araújo Zootecnia Eduardo Henrique Bevitori Kling de Moraes Zootecnia Fábio Renato Borges Júlio Roquete Cardoso Biologia Medicina veterinária Luciana Fagundes Christofari Medicina veterinária Paulo Sérgio Andrade Moreira Medicina veterinária Rafael Gianella Mandadori Medicina veterinária Teresinha Inês de Assumpção Medicina veterinária Engenharia agrônomica Engenharia agrônomica Carlos Vinicio Vieira Sayonara Andrade do Couto Moreno Arantes PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA DISCIPLINAS MINISTRADAS Suinocultura e Nutrição de Alimentação de Monogástricos Introdução ao Melhoramento animal e Melhoramento Aplicado Introdução à Zootecnia, Deontologia Zootécnica e Produção de Nutrição de Bovinos de Corte. Ecologia Anatomia animal Administração rural e Economia rural Avaliação e Tipificação de Carcaça Fisiologia e biotecnologia da reprodução Histologia e Embriologia Biologia Celular Geologia e Pedologia 132 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Engenharia agrônomica Engenharia agrônomica Engenharia agrônomica Engenharia agrônomica Onã da Silva Freddy Carlos Cesar Breda Virindiana Colet Bortolotto Kelte Resende Arantes Solenir Ruffato Engenharia Agrícola Claudia dos Reis Biologia Lucélia Nobre Carvalho Biologia Fertilidade do Solo e Nutrição Mineral de Plantas Manejo e Conservação do Solo Topografia e Desenho Técnico Construções Rurais e Ambiência Máquinas e Mecanização Agrícola Morfologia e anatomia vegetal Zoologia Geral e Entomologia Geral Licenciatura em Ciências Agrárias Engenharia agrônomica Engenharia agrônomica Farmácia Matemática Física Hyrandir Cabral de Melo Simone Inoe Araújo Marcia Matsuoka Virginia Claudia da Silva Reinaldo de Marchi Yuri Alexandrovish Barbosa Fisiologia Vegetal Genética Microbiologia geral Química Matemática Física Tabela 4.1.2. Características Profissionais do Docente do Curso de Medicina Veterinária DOCENTE Anderson Corassa Cláudio Vieira de Araújo Eduardo Henrique Bevitori Kling de Moraes Fábio Renato Borges Júlio Roquete Cardoso Luciana Fagundes Christofari Paulo Sérgio Andrade Moreira Rafael Gianella Mandadori Carlos Vinicio Vieira Sayonara Andrade do Couto Moreno Arantes Onã da Silva Freddy Carlos César Breda Virindiana Colet Bortolotto REGIME DE TRABALHO NÍVEL TEMPO DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DE DE DE Adjunto – Nível I Adjunto – Nível IV Adjunto – Nível II 3 anos 6 anos 2 anos DE Assistente – Nível I Adjunto – Nível I Adjunto – Nível I Adjunto – Nível II Adjunto – Nível I Adjunto– Nível I Adjunto – Nível I 3 anos DE DE DE DE DE DE DE DE DE Adjunto – Nível II Adjunto – Nível I Assistente – Nível I PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 6 anos 1 ano 3 anos 10 anos 1 ano 1 ano 2 anos 1 ano 1 ano 133 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS DE DE DE Kelte Resende Arantes Solenir Ruffato Claudia dos Reis Adjunto – Nível II Adjunto – Nível I Assistente – Nível I Adjunto – Nível I Adjunto – Nível I Adjunto – Nível I Adjunto – Nível II Adjunto – Nível I Assistente – Nível II Adjunto – Nível II DE DE DE DE DE DE Lucélia Nobre Carvalho Hyrandir Cabral de Melo Simone Inoe Araújo Marcia Matsuoka Virginia Claudia da Silva Reinaldo de Marchi DE Yuri Alexandrovish Barbosa 4 anos 6 anos 3 anos 1 ano 4 anos 3 anos 3 anos 1 ano 3 anos 1 ano Tabela 4.1.3. QUADRO SINTÉTICO DE TITULAÇÃO DOCENTE Titulação Docente Número Porcentagem Mestre 4 17,39 % Doutor 19 82,21 % Total 23 100 % 4.2. CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS: ATUAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO. Os técnico-administrativos atuam ativamente no processo ensino- aprendizagem do curso de Zootecnia. Desde atendimentos para resolução de problemas com documentação, entre outros, bem como em atividades de ensino, pesquisa e extensão. 4.2.1 Números de servidores técnico-administrativos em exercício. O corpo técnico administrativo é composto por diversos profissionais, de diferentes áreas, de acordo com sua lotação e exercício de função específica, a saber: - técnicos de laboratório – (10); - técnicos administrativos – secretaria geral, coordenação acadêmica, coordenação de curso, coordenação de extensão e estágios, coordenação de campus, etc (8); PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 134 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS - técnicos de nível superior – bibliotecários(as) (2) 4.3.2. Cronograma de contratação de pessoal para o curso de Zootecnia– UFMT/ Sinop Anexo I DEMANDA DE PROFESSORES ATENDIDADAS POR DEPARTAMENTO ENVOLVIDO Ano de funcionamento do curso Número de docentes Número de técnicos (nível médio) Número de técnicos (nível superior) 2006 a 2008 20 1 0 3º ano 2009 14 5 2 34 docentes 6 técnicos 2 técnicos TOTAL Comentários adicionais: Relação aluno/professor: 500 alunos/34 professores = 14,71 5. INSTALAÇÕES FÍSICAS Campus da UFMT, localizado a 500 km de Cuiabá, na região norte do Estado de Mato Grosso, sendo implantado em Sinop-MT em 1992 com o objetivo de oferecer à região a formação de profissionais voltados para a pesquisa e o magistério, a integração dos conhecimentos de excelência no interior do Estado e a colaboração no desenvolvimento da região. A UFMT/ Sinop, até janeiro de 1997, funcionava em prédio alugado pela Prefeitura Municipal de Sinop. Atualmente, está localizado em terreno próprio, doado à UFMT pelo Colonizador Ênio Pipino, no prédio CAIC (construção feita pelo MEC) – Centro de Atendimento Integrado à Criança – sendo que a utilização de suas dependências é resultado de parcerias com o próprio MEC, entre a UFMT e a Prefeitura Municipal, segundo se apresenta na Figura 3. O terreno destinado à implantação do campus está representado na imagem da Figura 4, demonstrando as suas dimensões, que perfazem uma área de 60 ha. É imprescindível o uso racional da área de implantação de modo a possibilitar futuras expansões, devendo, neste projeto inicial, realizar um estudo de Plano Diretor, visando à ocupação e ampliação do campus de forma ordenada e coerente. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 135 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Sendo assim, deverá incluir ainda o traçado das vias urbanas a serem executadas tanto neste primeiro momento quanto à longo prazo e a elaboração de um projeto paisagístico que priorize plantas nativas. Em resumo as áreas a serem construídas no campus são apresentadas no Quadro 7. Maiores detalhes de toda infra-estrutura do Campus de Sinop é apresentado no ANEXO VI. Figura 3 – Área da UFMT onde se implantou o CAIC. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 136 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Figura 4 – Área destinada à implantação da UFMT / Campus de Sinop. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 137 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Figura 5 – Foto aérea dos blocos da primeira etapa em construção do campus de Sinop. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 138 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Figura 6 – Foto de um dos blocos da primeira etapa de construção do campus de Sinop. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 139 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Quadro 7 - Resumo de áreas a serem construídas – UFMT / Campus Sinop. Espaço Físico Área Área Área Área Construída Construída Construída Construída (m²) (m²) (m²) (m²) 1ºEtapa-2006 2ºEtapa-2007 3ºEtapa-2008 TOTAL Salas de Aula 2.100,00 1.620,00 1.620,00 5.340,00 Laboratórios 2.916,00 1.129,00 - 4.045,00 Administração 1.305,00 - - 1.305,00 - - 3.388,00 3.388,00 Biblioteca 600,00 - - 600,00 Guarita 15,00 - - 15,00 *Sanitários 300,00 - - 300,00 Área Total 7.486,00 2.749,00 5.008,00 15.153,00 HOVET 5.1. ESPECIFICAÇÕES DAS SALAS DE AULA As salas de aula previstas para construção, no Projeto de Expansão, serão para atendimento dos seis cursos atualmente implantados no Instituto, e tendo as seguintes área e características. 1ª Etapa (Ano 2006), 2100 m². 02 (duas) salas de aula para 100 alunos, 300 m². 16 (dezesseis) salas de aula para 60 alunos, 1440 m². 06 (seis) salas de aula para 40 alunos, 360 m². 2ª Etapa (Ano 2007), 1620 m². 18 (dezoito) salas de aula para 60 alunos, 1620 m². 3ª Etapa (Ano 2008), 1620 m². 18 (dezoito) salas de aula para 60 alunos, 1620 m². 5.2. ESPECIFICAÇÕES DA BIBLIOTECA A biblioteca da UFMT / Campus Sinop foi organizada, inicialmente, em uma sala cedida pelo CAIC, em que além de abrigar os diversos volumes adquiridos pela Instituição, também dispunha de área para realização de estudos individuais e em grupo, e ainda, uma divisão com três computadores para consulta. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 140 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Posteriormente, será transferida para instalações especialmente construídas para abrigar a Biblioteca Central da UFMT / Campus Sinop, com uma área total de 600 m2. Figura 8: Foto da atual Biblioteca. A 1a etapa da nova biblioteca (600 m2) está em fase de construção. 5.3. ACERVO BIBLIOGRÁFICO O acervo bibliográfico da UFMT/ Sinop consta de diversas publicações (livros em especial) das áreas das Ciências Agrárias, Ciências Médicas e Ciências Exatas. Este acervo está se tornando um referencial na região Norte do Mato Grosso, pois quase que sua totalidade tem sido adquirida recentemente (últimos dois anos), além de seu pedido ter sido elaborado buscando as publicações mais recentes de cada área. Soma-se a isso que o quantitativo adquirido, da bibliografia básica, tem engendrado esforço para aquisição de um número em torno de 20% dos alunos de cada período. Conta-se também com a base de dados (periódicos) da CAPES, etc. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 141 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS Todavia, nem toda a bibliografia que será utilizada no curso ainda foi adquirida, pois a aplicação de recursos prevê a compra de livros de forma gradual, ou seja, de acordo com a efetivação dos períodos. 5.4 - ESPECIFICAÇÕES DOS LABORATÓRIOS Nos Quadros abaixo estão relacionadas as descrições dos laboratórios e suas respectivas metragens utilizados no curso, estes são compartilhados com outros cursos do campus formando parte do projeto de implantação do Campus de Sinop. Quadro 8 - 1ª Etapa de Laboratórios (em 16 de agosto de 2007). Laboratórios Metragem Total (m2) Biologia Vegetal 130 Ensino de Informática I 70 Física 100 Fitopatologia Vegetal, Microbiologia e Biotecnologia. 100 Entomologia 45 Informática Geral I – uso geral 90 Desenho Técnico 130 Microscopia Geral I 140 Química Geral e Analítica 140 Química Orgânica e Bioquímica 100 Solos e Nutrição de Plantas 245 Ensino de Informática II 70 Informática Geral II – uso geral 90 Microscopia Geral II 100 Sementes 197 Nutrição Animal e Bromatologia 265 Forragicultura 40 Herbário 500 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 142 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS 5.5. RECURSOS DIDÁTICOS • Vídeos; • Televisores; • Retro projetores; • Projetores de slides; • Microscópio com microcâmera e monitor; • Computadores com acesso à internet. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA 143