UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO
EM ZOOTECNIA
Elaboração do Projeto:
Prof. Dr. Eduardo Henrique Bevitori Kling de Moraes
Coordenador do Curso de Zootecnia
Colaboradores:
Prof. Dr. Anderson Corassa
Prof. Dr. Cláudio Vieira de Araújo
Prof. Dr. Júlio Onésio Ferreira Melo
Discente Soraia Andressa Dall´ Agnol Marques
MARÇO DE 2009
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
ÍNDICE:
1. PERFIL INSTITUCIONAL ......................................................................................... 3
1.1 – HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ....................................................................... 3
Figura 1: Mapa Rodoviário do Estado de Mato Grosso, indicando vias e
municípios. ............................................................................................................... 4
1.2. INSERÇÃO REGIONAL ...................................................................................... 5
Figura 2: Localização de Sinop, que fica na 20ª, entre as micro-regiões matogrossenses. ................................................................................................................ 6
Quadro 1 - Alguns dados de Sinop, conforme IBGE. .............................................. 7
1.3. OBJETIVOS, METAS E MISSÃO ....................................................................... 8
2. JUSTIFICATIVA ....................................................................................................... 10
3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................... 12
3.1. Administração Acadêmica: ................................................................................. 12
a) Da Coordenação do Curso:................................................................................. 12
b) Funções da Coordenação de Curso: ................................................................... 12
3.2. Do Colegiado de Curso........................................................................................ 15
3.2.1. Composição: ................................................................................................. 15
3.2.2. Competências do Colegiado: ........................................................................ 15
I- Quanto ao curso .................................................................................................. 15
II- Quanto ao currículo ........................................................................................... 16
III- Quanto aos programas e planos de ensino ....................................................... 16
IV- Quanto ao Corpo Docente ................................................................................ 16
V- Quanto ao Corpo Discente ................................................................................ 16
VI- Quanto às Unidades ......................................................................................... 16
VII- Quanto à Universidade: .................................................................................. 16
3.3. CONCEPÇÃO DO CURSO ................................................................................ 16
3.3.1. Justificativa ................................................................................................... 16
3.3.2 – Competências e Objetivos .......................................................................... 19
3.3.3. Perfil Profissional do Egresso ...................................................................... 23
3.3.4. Área de Atuação ........................................................................................... 24
3.3.5. Estratégias Pedagógicas ................................................................................ 24
3.4. CURRÍCULO ...................................................................................................... 28
3.4.1. Estágio Supervisionado ................................................................................ 28
QUADRO SINTÉTICO DE CARGA HORÁRIA ......................................................... 30
DISCIPLINAS OPTATIVAS ........................................................................................ 31
MATRIZ CURRICULAR- PROPOSTA ....................................................................... 33
3.4.5. Ementário e Bibliografias das Disciplinas.................................................... 44
3.5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: SISTEMA DE AVALIAÇÃO.......... 78
3.5.1. Procedimentos de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem .......... 78
3.5.2. Processo de Auto-avaliação do Curso .......................................................... 78
3.6. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: PRÁTICA
PROFISSIONAL E/OU ESTÁGIO ........................................................................... 79
3.6.1. Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Zootecnia ................ 79
3.7. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO:
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC ............................................... 98
3.7.1 Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia da UFMT,
Campus Sinop. ........................................................................................................ 98
CAPÍTULO III ............................................................................................................... 99
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MODALIDADES ....................................................................................................... 99
CAPÍTULO IV ........................................................................................................... 99
CAPÍTULO III ......................................................................................................... 101
3.8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO:
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................... 112
3.8.1. Normas de Atividades Complementares do Curso de Zootecnia/UFMTCampus Sinop. ...................................................................................................... 112
PROJETO PARA AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ZOOTECNIA ............. 123
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO .................................................................... 128
Divulgação dos Resultados....................................................................................... 131
Cronograma da Auto-avaliação .................................................................................... 132
4. CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ....................................... 132
4.1. CORPO DOCENTE: PERFIL DOCENTE ....................................................... 132
4.2. CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS: ATUAÇÃO NO ÂMBITO DO
CURSO. .................................................................................................................... 134
Anexo I ..................................................................................................................... 135
DEMANDA DE PROFESSORES POR DEPARTAMENTO ENVOLVIDO .... 135
5. INSTALAÇÕES FÍSICAS ....................................................................................... 135
Figura 3 – Área da UFMT onde se implantou o CAIC. ....................................... 136
Figura 4 – Área destinada à implantação da UFMT / Campus de Sinop. ............ 137
Figura 5 – Foto aérea dos blocos da primeira etapa em construção do campus de
Sinop. .................................................................................................................... 138
Figura 6 – Foto de um dos blocos da primeira etapa de construção do campus de
Sinop. .................................................................................................................... 139
5.1. ESPECIFICAÇÕES DAS SALAS DE AULA ................................................. 140
5.2. ESPECIFICAÇÕES DA BIBLIOTECA ........................................................... 140
Figura 8: Foto da atual Biblioteca. A 1a etapa da nova biblioteca (600 m2) está em
fase de construção. ................................................................................................ 141
5.3. ACERVO BIBLIOGRÁFICO ........................................................................... 141
5.4 - ESPECIFICAÇÕES DOS LABORATÓRIOS ................................................ 142
5.5. RECURSOS DIDÁTICOS ................................................................................ 143
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA
1. PERFIL INSTITUCIONAL
1.1 – HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
Com o programa de Expansão das Instituições de Ensino Federais (IES) e o
Programa de Reforma Universitária (REUNI), objetivando eliminar as desigualdades
regionais, aliando-se as necessidades e vocações econômicas peculiares, ocasionou
o aumento de unidades por diferentes modalidades, novas universidades, por
expansão, por transformação e por desmembramento. Atualmente, são oito
Universidades Federais na região Norte, 14 no Nordeste, 5 no Centro-Oeste, 19 no
Sudeste e 7 no Sul, além de 1 Instituição Isolada Integrada no Sul e 4 Centros de
Ensino Tecnológicos no Nordeste e Sudeste1.
O estado de Mato Grosso, com área de 903.357,908 Km2 - é a terceira maior
unidade federativa do Brasil (33.112.897 ha), representando 56,23% da Região
Centro-Oeste e 10,61% de todo o território brasileiro. Quanto à sua formação como
federação da União, podemos considerar dois momentos: em 1750 foi incorporado ao
Brasil pelo Tratado de Madri e, em 1977, o antigo Mato Grosso foi dividido entre Mato
Grosso e Mato Grosso do Sul. Conta com uma população estimada, em 2005, em
2.803.2742 e, atualmente, 141 municípios havendo mais trinta e nove localidades, cuja
consulta plebiscitária já foi autorizada pela Assembléia Legislativa, em pleito à
emancipação. Suas principais cidades e vias de comunicação podem ser visualizadas
na Figura 1.
Atualmente, o estado do Mato Grosso é atendido por duas universidades
públicas – a Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT) e a Universidade
Federal de Mato Grosso (UFMT), instituição estadual e federal, respectivamente. A
UFMT, instituída sob a forma de Fundação, foi criada pela Lei no 5.647, de 10 de
dezembro de 1970, pela fusão do Instituto de Ciências e Letras de Cuiabá com a
Faculdade Federal de Direito de Cuiabá, atende a região Centro Sul, com os cursos da
sede, situada na capital Cuiabá.
1
Conforme dados do portal da Secretaria de Educação Superior, disponível em
http://portal.mec.gov.br/sesu/index.php?option=com_content&task=view&id=477&Itemid=300, acessado
em 10/12/2007.
2
Portal do IBGE, disponível em http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=mt, acessado em
10/12/2007.
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Atualmente além do campus sede, existem outros três campi no interior do
estado, sendo os mesmos, o Campus de Rondonópolis, que abrange a região sul do
estado; o Campus de Barra do Garça, atendendo a região leste do estado e o
Campus de Sinop, abrangendo região norte mato-grossense. Com a participação dos
governos federal, estadual e municipais, a UFMT busca interiorizar as ações de
ensino, pesquisa e extensão em todo o Estado, através de Turmas Especiais,
Licenciaturas Parceladas, cursos de formação continuada e Ensino a Distância,
atingindo mais de 80 dos cento e quarenta e um municípios, alguns distantes mais de
800 km de Cuiabá.
Figura 1: Mapa Rodoviário do Estado de Mato Grosso, indicando vias e municípios.
A UFMT desempenha funções sociais relevantes e, como tal, compromete-se,
por meio de inserção ativa na região, com a construção do devir da sociedade mato-
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grossense, ofertando cursos em diferentes áreas do saber. Neste sentido, projeta-se
como uma instituição que contribui para o desenvolvimento sócio-econômico regional,
preocupada com a preservação do ecossistema, com a cultura e com a formação
profissional, sendo referência em ensino, pesquisa e extensão na região.
Em nível de graduação, além dos cursos regulares, a universidade oferece
turmas especiais (em 52 municípios do estado) e cursos de educação à distância (a
partir de 1992). Em nível de pós-graduação, há constante oferta de diversos cursos de
Especialização (lato sensu) e 19 cursos em nível de Mestrado e 2 em Doutorado
(stricto sensu).
1.2. INSERÇÃO REGIONAL
Dentre os estados brasileiros, Mato Grosso destaca-se por sua exuberante
vegetação, realidade atestada no próprio nome Mato Grosso, "originário de uma
extensão de sete léguas de mato alto, espesso, quase impenetrável, localizado nas
margens do Rio Galera, percorrido pela primeira vez em 1734, pelos irmãos Paes de
Barros. Acostumados a andar (...) onde apenas havia algumas ilhas de arbustos
agrestes, (...) impressionados com a altura e o porte das árvores (...) com a
exuberância da floresta, a denominaram Mato Grosso” (Ferreira, 19973). Seu clima é
predominantemente seco, com ocorrência de duas “estações”: a seca (invernoprimavera) e a chuvosa (verão-outono).
Do ponto de vista da sua geomorfologia, o estado tem 11 tipos diferentes de
relevos, com ocorrência de planaltos, chapadas, serras residuais, depressões,
planícies e pantanais. A paisagem natural apresenta três biomas principais: A floresta
Amazônia, o cerrado e o pantanal. Sua hidrografia destaca-se por representar um
grande centro divisor de águas, onde nasce a maioria dos rios de três importantes
bacias hidrográficas brasileiras: a Amazônica, a Platina e a do Araguaia. Exuberância
da natureza comprovada, conforme os dados abaixo, colhidos no portal do IBGE,
2008.
A 551 Km da capital Cuiabá e localizada a 345 m de altitude, o município de
Sinop possui uma área de 3.194 Km2 e é o principal pólo econômico e universitário do
norte do estado, com população de 105.762, segundo dados do IBGE de 2007,
localizando-se às margens da rodovia Br-163.
3
FERREIRA, J. C. V. Mato Grosso e seus municípios. Cuiabá: Secretaria de Estado de Educação, 1997.
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A cidade foi fundada em 13/09/1974 e seu nome é a consiste na sigla da
Colonizadora - Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná – que:
“Atendendo ao chamamento do Governo Federal, que pretendia à
época, povoar a região amazônica, objetivando a sua integração ao
território nacional, a Colonizadora Sinop aceitou o desafio de
implantar um projeto de colonização particular em uma área
aproximada de seiscentos mil hectares, em plena selva amazônica,
sem qualquer ligação com outras regiões, a não ser por precárias
estradas e picadas abertas no meio da mata.”4
No mapa abaixo (Figura 2), sua localização pode ser visualizada na microregião no 20, denominada Mesorregião Norte Mato-Grossense, cuja área total é de
49.375,919 km² e população estimada em 2006, pelo IBGE, em 176.041 habitantes. É
dividida em nove municípios, incluindo Sinop.
Figura 2: Localização de Sinop, que fica na 20ª, entre as micro-regiões matogrossenses.
O Censo Agropecuário 2006 do município de Sinop, apresentado pelo IBGE,
confirma a vocação e o potencial regional, conforme se lê a seguir na seleção de
alguns dados ilustrativos5 (Quadro 1).
4
Portal Colonizadora Sinop, disponível em
http://www.sub100.com.br/empresas/imob/gruposinop/resp_social.php , acessado em 10/2/2008.
5
Portal IBGE/cidades, disponível em http://www.ibge.gov.br/cidadesat/, acessado em 25/2/2008.
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Também há grande potencial estudantil, como se constata pelo portal do IBGE,
baseado em dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
(INEP)/MEC, que registra 6.221 matrículas no Ensino Médio, em escolas estaduais e
privadas, somente na cidade de Sinop. Em nível de educação superior pública, além
da UFMT, há a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), que atua no
município desde 1992, oferece os cursos de Licenciatura em Letras, Matemática e
Pedagogia e Bacharelados em Administração, Ciências Contábeis, Economia e
Engenharia Civil.
Como se percebe, a região Norte do Estado de Mato Grosso, composta por 8
microrregiões, com uma população estimada em mais de 600 mil habitantes tem as
atividades econômicas assentadas na agropecuária, com as culturas de soja, algodão,
arroz, milho, exploração de madeira e pecuária de corte, possuindo alto potencial para
consolidação de um parque industrial, assim como expressiva demanda de futuros
acadêmicos. A consolidação das atividades das universidades – ensino, pesquisa e
extensão – que constituem o suporte necessário para desenvolvimento científico,
tecnológico e cultural do país, não será possível sem o fortalecimento das instituições
públicas.
Quadro 1 - Alguns dados de Sinop, conforme IBGE.
Alguns dados
No de estabelecimentos agropecuários
Área dos estabelecimentos agropecuários
No de estabelecimentos com área de lavouras
Área de lavouras
No de estabelecimentos com área de pastagens naturais
No de estabelecimentos com área de matas e florestas
Área de matas e florestas
No de cabeças de bovinos,
No de estabelecimentos com produção de leite de vaca
Produção de leite de vaca
No de estabelecimentos com produção de ovos de galinha
Quantidade
1401
271255 hectares
,978
114417
48296 hectares
840
99557
38034 cabeças
306
3218 mil litros
270
A primeira proposta de implantação do Campus de Sinop/ UFMT aconteceu no
ano de 1981, com a doação do terreno de 60 hectares feita pelo Colonizador Ênio
Pipino; mas, somente no ano de 1991, o Conselho Diretor da Universidade criou o
núcleo Pedagógico Norte Mato-Grossense e, no ano de 1992, deu-se a instalação
provisória da UFMT em Sinop. Nesse campus, em regime de turmas especiais, já
foram oferecidos 4 cursos: Direito, Engenharia Florestal, Ciências Contábeis e
Ciências Biológicas.
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A presença da UFMT na região norte do estado tem como perspectiva atender
as necessidades dos diversos segmentos da sociedade com base na educação
superior, extensão e pesquisa, em busca de constante viabilização de soluções para o
desenvolvimento sustentável do espaço rural, por meio da geração, adaptação e
transferência de conhecimentos e tecnologias. Em razão da vocação econômica e
sócio-cultural, o campus investirá na consolidação de graduações relacionadas à
agropecuária, à saúde e à formação de professores, em áreas bastante ausentes na
região. Atualmente, oferece dez cursos (Agronomia, Enfermagem, Engenharia
Florestal, Medicina Veterinária, Zootecnia, Licenciatura em Ciências da Natureza, com
ênfase em Física, Matemática e Química), com 100 vagas anuais cada e Engenharia
Agrícola e Ambiental e Farmácia com 80 vagas anuais. Quando plenamente
implantados, os novos cursos atenderão a 4.300 alunos.
Devido à sua proximidade com os biomas de Cerrado e Floresta Amazônica, o
campus da UFMT, instalado em Sinop em 1993, desenvolve atividades de pesquisa
em diversas áreas ligadas ao meio ambiente (como a climatologia, a geomorfologia e
as ciências biológicas). Sua consolidação, ampliando a produção de conhecimentos e
a formação de recursos humanos adequados à realidade da região, é essencial na
busca de desenvolvimento sustentável, com a preservação da biodiversidade e das
culturas locais.6
1.3. OBJETIVOS, METAS E MISSÃO
O Campus de Sinop comunga os mesmos objetivos, missão, metas, princípios e
estratégias da comunidade universitária da instituição em seu conjunto, verbalizados
em seu Planejamento Estratégico Participativo e Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI)7
No Planejamento Estratégico Participativo, a comunidade universitária da
instituição em geral formulou propostas de uma universidade autônoma com garantia
de financiamento público, qualidade e inclusão social, ampliação da pós-graduação e
incremento da pesquisa. Concluiu-se que os problemas fundamentais a serem
enfrentados para promover um desenvolvimento sustentável com eqüidade social em
6
Revista Expansão, disponível em
http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/expansao/revistaexpansao.pdf, acessado em 10/12/2007.
7
Portal da UFMT, disponível em http://www.ufmt.br/ , na versão eletrônica 2006_200706, em word,
página 45.
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Mato Grosso resumem-se em 6 grandes eixos: infra-estrutura de transportes, gestão
ambiental, infra-estrutura de saneamento, desigualdades sociais e regionais,
educação e formação profissional e complexo agro-industrial.
Conforme o PDI8 da UFMT para o período de 2005-2010, o processo decisório e
as ações político-administrativas da UFMT deverão se pautar de acordo com os
seguintes princípios: 1. Autonomia institucional com compromisso social; 2. Ética; 3.
Pluralidade; 4. Ensino público e gratuito; 5. Qualidade acadêmica; 6. Gestão
democrática e transparente; 7. Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; 8.
Articulação com a sociedade; 9. Ousadia.
Também estabelece como missão “produzir e socializar conhecimentos,
contribuindo com a formação de cidadãos e profissionais altamente qualificados,
atuando como vetor para o desenvolvimento regional socialmente referenciado”,
almejando “tornar-se referência nacional e internacional como instituição multicampi de
qualidade
acadêmica,
consolidando-se
como
marco
de
referência
para
o
desenvolvimento sustentável da região central da América do Sul, na confluência da
Amazônia, do cerrado e do pantanal” (página 46). A UFMT/Sinop, como um dos
campi, deve desempenhar suas atividades na região amazônica do estado.
Ficaram, assim, estabelecidos os seguintes objetivos, metas e estratégias
institucionais para o período 2005-2010:
“1) Ampliar a oferta e melhorar a qualidade do ensino de graduação e de pósgraduação;
2) Fortalecer o processo de inclusão social;
3) Ampliar a articulação com a sociedade e contribuir para o desenvolvimento
regional;
4) Fortalecer e ampliar a produção científica;
5) Promover a melhoria da ambiência universitária;
6) Ampliar, fortalecer e consolidar a universidade multicampi;
7) Modernizar a gestão”
O compromisso político da UFMT em contribuir para a democratização do
acesso ao ensino superior exige ações mais contundentes e arrojadas, como as acima
expressas.
8
Portal da UFMT, disponível em http://www.ufmt.br/, na versão eletrônica 2006_200706, em word,
página 45.
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2. JUSTIFICATIVA
As rápidas transformações, a velocidade de implementação de inovações
tecnológicas e os avanços científicos, que incidem sobre a sociedade, o mercado de
trabalho e as condições de exercício profissional, impõem, uma tendência à
necessidade de formar profissionais com base sólida, para oferecer melhores
condições de capacitação frente aos desafios e transformações que ocorrem no
campo da ciência e da tecnologia. Além disso, as questões saúde no Brasil, apesar
dos avanços nos últimos anos, ainda é foco de muitas discussões e estudos,
principalmente na área de assistência.
A UFMT- campus Sinop com as modificações ocorridas, principalmente, no
setor
da produção animal e agronegócio, vem observando que há carência de
profissionais qualificados, que possam atender a esta nova tendência de mercado.
Além disso, em seu plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) prevê o aumento de
cursos no Campus, visando atender as necessidades locais, bem como vem de
encontro com a política do governo federal de reestruturação das universidades
públicas, principalmente nas regiões do interior dos estados.
O profissional a ser formado pelo curso de Zootecnia deverá apresentar um
perfil encorajador, criativo e empreendedor, norteado pela ética, e inter-relacionado
com
as
ciências
sociais,
econômicas
e
ambientais,
buscando
sempre
a
sustentabilidade dos sistemas de produção.
Deverá, no âmbito profissional, usar a tríade: nutrição, genética e sanidade
para transpor qualquer obstáculo e alcançar o sucesso da atividade de criação animal,
qualquer que seja a espécie de interesse zootécnico. Utilizar-se-á dos recursos do
melhoramento genético para maximizar o desempenho dos animais sem destruir o
patrimônio genético da espécie, utilizar-se-á da nutrição para alcançar a maximização
preconizada pela genética e por fim, utilizar-se-á do conhecimento em sanidade para
suportar a qualidade do produto sem prejuízo econômico ao produtor.
Nas feiras, exposições agropecuárias e afins, onde há apresentação dos
produtos oriundos do trabalho Zootécnico, supervisiona o processo de aceitação dos
animais para as provas, sendo destas também juiz. Ficará também, encarregado dos
padrões raciais estabelecidos, avaliando e concebendo parecer técnico nos registros
genealógicos dos animais nas sociedades pertinentes. Ainda nessa mesma linha,
participará da estrutura organizacional e administrativa desses eventos.
Em processos administrativos, de crédito, de seguro e judicial, exercerá a
peritagem, fundamentando-se na capacidade técnica, e atuará sob os princípios da
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ética profissional. No planejamento da estrutura organizacional das empresas rurais,
quando de sua implantação, participará da elaboração e da execução dos projetos
agropecuários, inclusive os de construções rurais no que tange a produção animal.
Exercendo também o papel de administrador, extensionista e consultor, com
responsabilidade técnica, contribuirá para o aprimoramento do sistema produtivo,
respeitando o desenvolvimento regional. Diretamente inserido no processo produtivo,
atuará na implantação e no manejo das pastagens, aplicando tecnologias apropriadas
à conservação e estocagem dos alimentos, determinando o manejo dos animais a ser
adotado, condizente às possibilidades e pretensões da empresa rural.
Estabelecerá os sistemas de arraçoamento, de acordo com as exigências
nutricionais das espécies sob seus cuidados, considerando os custos e melhorando o
uso dos recursos naturais, com ênfase na sustentabilidade do ecossistema de
produção.
O Zootecnista atuará na avaliação, classificação e tipificação de carcaças,
representando um elo importante entre a produção animal e a tecnologia de alimentos.
Aplicando normas corretas de abate objetivando alcançar a melhoria do produto final,
além de se preocupar com os processos de conservação, embalagem e estocagem
dos produtos a serem comercializados.
No exercício da pesquisa, o Zootecnista contribuirá na construção do
conhecimento, fazendo desenvolver o senso crítico diante dos progressos científicos,
consubstanciando a formação de opinião de futuros profissionais. No exercício da
extensão se tornará um difusor de informações técnicas e um facilitador na
implantação e adequação do linguajar acadêmico numa simplicidade de atuação no
campo, levando ao pequeno produtor a subsistência e a sua sustentabilidade. Na
atuação profissional, também planeja e exerce a gestão do agronegócio, participando
das várias fases da atividade comercial. No uso de suas atribuições legais deverá
apresentar
postura
ética
diante
da
problemática
sócio-econômico-ambiental,
procurando minimizar problemas relacionados à implantação de novas tecnologias,
criando laços com a preservação ambiental, exercício da cidadania.
O exercício da profissão de Zootecnia foi regulamentada em quatro de
dezembro de 1968 pela lei federal 5.550. Em 12 de julho de 1969, através do Parecer
406, Resolução n° 6, foi estabelecido o currículo mínimo e a duração para o curso de
Zootecnia. Em 1984, foram elaborados novos currículos para os cursos de Zootecnia.
Em 1997 através do Edital 04/97 da Secretaria de Educação Superior do Ministério da
Educação e Cultura, os órgãos competentes novamente debatem a reforma dos
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currículos para os Cursos de Zootecnia, a luz das Leis de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional
O Curso de graduação em Zootecnia da Universidade Federal do Mato Grosso
no Campus de Sinop foi criado através da portaria CONSEPE/UFMT nº 07 de 16 de
janeiro de 2006 e autorizado seu funcionamento pela resolução do CONSEPE/UFMT
nº 31 de 23 de abril de 2007.
Por situa-se em uma região do Estado de Mato Grosso que se destaca pela
localização próxima a Bacia Amazônica. Esta região, mais especificamente do Norte
do Mato Grosso, onde se localiza a UFMT, campus Sinop, apresenta índices cada vez
maiores de demanda por conhecimento e capacitação na área de Zootecnia. É neste
contexto de acelerado dinamismo que o campus Sinop marca a sua presença regional,
proporcionando uma formação sólida de profissionais de nível superior e com
conhecimentos necessários para a consolidação do processo de desenvolvimento e
de produção marcado pelo envolvimento da população e pela busca de qualidade de
vida.
Além disso, tornará uma nova opção para toda população estudantil ativa que
quiser capacitar-se no exercício de uma profissão de grande utilidade para a nossa
sociedade sob os aspectos de prestação de serviços de saúde, pesquisa e extensão
universitária.
3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
3.1. Administração Acadêmica:
a) Da Coordenação do Curso:
A coordenação será estabelecida a partir da implantação do colegiado curso.
b) Funções da Coordenação de Curso:
Com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB, Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro 1996),
não mais se exigiu a existência de departamentos no âmbito das instituições de ensino
superior. A maioria das instituições extinguiu-os de suas estruturas organizacionais,
preferindo acolher a idéia de Coordenação de Curso e atribuindo ao novo setor a
responsabilidade pela direção e pelo sucesso dos cursos superiores. Em verdade,
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muitas instituições de ensino superior possuíam departamentos na descrição
organizacional.
Para a Coordenação do Curso, identificam-se estas características em suas
funções, atribuições, responsabilidades e em seus encargos. Afinal, a Coordenação de
Curso é o setor responsável pela gestão e pela qualidade intrínseca do curso, no mais
amplo sentido.
São definidas as funções, as responsabilidades, as atribuições e os encargos
do coordenador do curso, distribuindo-os em quatro áreas distintas, a saber:
Funções Políticas
Ser um líder reconhecido na área de conhecimento do Curso. No
exercício da liderança na sua área de conhecimento, o Coordenador
poderá realizar atividades complementares, mediante oferta de
seminários, encontros, jornadas, tríduos e palestras ministrados por
grandes luminares do saber, relacionados com a área de conhecimento
pertinente.
Ser um agente de estímulo aos professores e alunos. Sintetiza-se um
“animador”, pelas características pessoais do Coordenador, que deve
ser reconhecido no exercício de seu mister por sua atitude
estimuladora, proativa, congregativa, participativa, articuladora.
Ser o representante de seu curso. Quando assim se intitula, imagina-se
que, dirigindo o Curso, o Coordenador realmente o represente interno
corporis, na própria instituição e, externa corporis, fora dela. A
representatividade se faz conseqüente da liderança que o Coordenador
exerça em sua área de atuação profissional.
Ser o agente de promoção do marketing do curso. O Coordenador deve
dominar por inteiro as “diferenças” essenciais de seu curso, o diferencial
que
ele
procurará
sempre
ressaltar
em
relação
aos
cursos
concorrentes. O Coordenador deve ser um promotor permanente do
desenvolvimento e do conhecimento do curso no âmbito da IES e na
sociedade.
Ser responsável pela vinculação do Curso com os anseios e desejos
do mercado. O Coordenador de Curso deverá manter articulação com
empresas e organizações de toda natureza, públicas e particulares, que
possam
contribuir
para
o
desenvolvimento
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do
curso,
para o
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desenvolvimento da prática profissional dos alunos com os estágios,
para o desenvolvimento e enriquecimento do próprio currículo do curso.
Funções Gerenciais
São as funções gerenciais, por revelarem a competência do Coordenador na
gestão intrínseca do curso que dirige.
Ser o responsável pela supervisão das instalações físicas, laboratórios
e equipamentos do Curso.
Ser o responsável pela indicação da aquisição de livros, materiais
especiais e assinatura de periódicos necessários ao desenvolvimento
do Curso.
Conhecer o movimento da biblioteca quanto aos empréstimos e às
consultas, seja por parte dos professores, seja por parte dos
funcionários vinculados ao curso, seja enfim, relativamente aos alunos.
Ser responsável pelo estímulo e controle da freqüência docente.
Ser responsável pelo estímulo e controle da freqüência discente.
Ser responsável pela demanda da contratação de docentes.
Ser responsável pelo processo decisório de seu Curso. O Coordenador
de Curso deve tomar a si a responsabilidade do despacho célere dos
processos que lhe chegarem às mãos, discutindo com seu diretor de
centro ou de instituto, se for o caso, ou outro superior existente na
instituição de ensino, quanto às dúvidas que os pleitos apresentarem.
Funções Acadêmicas
As funções acadêmicas sempre estiveram mais próximas das atenções do
Coordenador de Curso. Todavia, as atribuições, os encargos e as responsabilidades
do Coordenador não se limitam a tais funções:
Ser o responsável pela elaboração e execução do Projeto Pedagógico
do Curso.
Ser
responsável
pelo
desenvolvimento
atrativo
das
atividades
escolares.
Ser responsável pela qualidade e pela regularidade das avaliações
desenvolvidas em seu Curso.
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O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo acompanhamento
das monitorias.
O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo engajamento de
professores e alunos em programas e projetos
de extensão
universitária.
O Coordenador de Curso deve ser responsável pelos estágios
supervisionados. A realização, o acompanhamento e o recrutamento de
novas oportunidades de estágio têm de ser objeto de séria preocupação
do Coordenador de Curso.
Funções Institucionais
Relacionam-se, algumas funções entendidas como de natureza institucional:
O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo sucesso dos
alunos de seu Curso no ENADE.
O Coordenador de Curso deve ter um acompanhamento dos alunos
egressos do Curso.
Coordenador de Curso deve ser responsável pelo reconhecimento de
seu Curso e pela renovação periódica desse processo por parte do
MEC.
3.2. Do Colegiado de Curso
3.2.1. Composição:
O colegiado do Curso de Zootecnia será nomeado através de Portaria, com
mandato de 2 anos para os docentes e 1 ano para os discentes a partir da
implantação do curso.
3.2.2. Competências do Colegiado:
A fim de dinamizar as condutas do Colegiado conforme reunião do próprio
Colegiado do Curso de
Zootecnia, estabeleceu-se competências, que são descritas a
seguir:
I- Quanto ao curso
•
Organizá-lo;
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•
Orientar, fiscalizar e coordenar sua realização;
II- Quanto ao currículo
•
Fixar as disciplinas complementares, definindo as de caráter optativo;
•
Estabelecer os pré-requisitos;
•
Propor modificações;
III- Quanto aos programas e planos de ensino
•
Traçar as diretrizes gerais para o Curso;
•
Integrar os programas e planos elaborados pelos professores;
•
Sugerir alterações quando apresentadas ou mesmo quando estiverem em
execução;
IV- Quanto ao Corpo Docente
•
Supervisionar suas atividades;
•
Propor intercâmbio de professores ou de auxiliares de ensino e pesquisa;
•
Propor a substituição ou treinamento de professores ou providências de outra
natureza necessárias à melhoria do ensino ministrado;
•
Representar os órgãos competentes em caso de infração disciplinar;
•
Apreciar recomendações do Instituto e requerimentos dos docentes sobre
assuntos de interesse do curso;
V- Quanto ao Corpo Discente
•
Opinar sobre trancamento de matrícula;
•
Opinar sobre transferências;
•
Conhecer recursos dos alunos sobre matéria do curso, inclusive trabalhos
escolares e promoção;
•
Representar ao órgão competente, no caso de infração disciplinar;
VI- Quanto às Unidades
•
Recomendar ao Diretor da Unidade as providências adequadas à melhor
utilização do espaço, bem como do pessoal e do material;
•
Colaborar com os Órgãos Colegiados das Unidades;
VII- Quanto à Universidade:
•
Colaborar com os Órgãos Colegiados da Universidade e com a Reitoria.
3.3. CONCEPÇÃO DO CURSO
3.3.1. Justificativa
A produção animal apresenta-se como um dos grandes pilares do agronegócio
nacional e, portanto com expressiva importância sócio-econômica. No estado do Mato
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Grosso, a produção animal é considerada, de fato, importante atividade, gerando
renda e empregos e tornando-se um dos pilares do agronegócio. Nesse sentido,
o curso de Zootecnia tem relevante papel na formação de recursos humanos
qualificados para atuarem nos sistemas de produção, nos diferentes biomas existentes
no estado
Outra atividade relevante que o zootecnista poderá exercer é a assistência
técnica nos diversos sistemas de produção animal, em propriedades particulares,
associações de produtores ou em agências públicas de extensão. Essa atividade
poderá ser exercida pela capacitação de recursos humanos, difundindo tecnologias e
proporcionando melhoria para os sistemas de produção, aumentando
assim, a
competitividade.
Portanto, o mercado de trabalho para este profissional apresenta-se
em
crescimento, destacando-se as áreas de gerenciamento da propriedade ou empresa
rural, criações, manejo, nutrição, alimentação, forragicultura, bem estar, sanidade,
reprodução e melhoramento de animais domésticos e silvestres, proporcionando o
desenvolvimento de sistemas de produção animal sustentável. Aliado a isso, o
profissional Zootecnista possui compromisso com a alimentação humana através da
produção de alimentos nutricionalmente adequados. No campo da Biotecnologia, o
Zootecnista poderá atuar na obtenção de novas linhagens animais, com maior
interesse ao ser humano, envolvendo desde a clonagem à transgenia, visando animais
ou produtos de origem animal de maior qualidade.
O Curso Zootecnia proposto deverá oferecer um profissional com conhecimentos,
capacitação técnica e domínios de habilidades para o pensamento crítico.
Assim, acredita-se que os anseios da sociedade moderna e as recentes
modificações provocadas pelos mesmos, redefinem o perfil dos Zootecnistas,
estabelecendo novas relações e situações de trabalho; com isto a noção de
competência adquiriu contornos diversos que passou a exigir aprofundamento no
conhecimento científico-tecnológico.
Entende-se por um profissional de Zootecnia competente, aquele com
capacidade de agir de forma reflexiva e eficazmente, em um determinado tipo de
situação, apoiado em um conjunto articulado e dinâmico de conhecimentos, saberes,
habilidades e posturas, tomando decisões e fazendo encaminhamentos adequados e
úteis para o enfrentamento desta situação. Conhecimentos e competências são
processos que se articulam, mas não se confundem; não se deve abrir mão de
transmitir
conhecimentos
ao
se
comprometer
com
o
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desenvolvimento
de
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competências. Assim, em um processo de construção de competências, há que se ter
clareza sobre a escolha que se faz dos conhecimentos necessários, dos seus motivos
e desdobramentos. Nem só o conhecimento teórico e nem o agir simplesmente são
suficientes para desenvolver a competência. A competência ultrapassa os saberes e
conhecimentos, mas não se constitui sem eles.
A competência do Zootecnista será construída na rotina diária do contexto de
sua formação, na identificação dos conhecimentos pertinentes e na mobilização dos
seus recursos, configurados em uma postura ativa eficaz diante dos desafios e
problemas.
A mobilização e utilização de conhecimentos, habilidades, saberes e outros
recursos; a capacidade de transformar informação em conhecimento, e a utilização de
competências individuais ou mais amplas, exige um aprendizado intencionalmente
planejado. Sistematizar e planejar esse aprendizado são as metas a serem buscadas
nesta proposta pedagógica do curso de Zootecnia.
As competências básicas do Zootecnista podem ser assim definidas:
Competência Técnica: É a habilidade de utilizar os conhecimentos das tecnologias
disponíveis na identificação e solução de problemas; Competência Científica: É a
habilidade do uso do método científico na pesquisa, envolvendo o levantamento de
bibliografia pertinente, a pesquisa de campo, a capacidade interpretativa das
informações obtidas, bem como o seu desenvolvimento intelectual; Competência
Ética, Política e Social: É o desenvolvimento da cidadania, da postura profissional, do
conhecimento dos deveres e direitos e da responsabilidade social.
A partir de uma visão geral destas competências, o Zootecnista, detentor de
conhecimentos dos temas que envolvem a sua profissão, poderá articulá-las com os
de outras áreas do conhecimento, de maneira crítica e reflexiva, transformando a
realidade no seu entorno.
Nesse contexto, acredita-se que a relevância da atuação de uma instituição de
ensino está na razão direta da qualidade e quantidade de alternativas e serviços
colocados ao alcance da comunidade, especialmente da acadêmica, com sugestivas
respostas à demanda e anseios emergentes da sociedade. Esta atuação assume um
maior destaque, se considerarmos que a instituição, encontra-se implantada em uma
região promissora marcada pela pluralidade de características e ocupando posição
estratégica no cenário nacional e internacional.
A UFMT campus Sinop percebe a história como processo onde o homem se
realiza e interfere, entendendo a educação não somente como um processo de
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formação, mas como interação social que conduz à participação plena, produtiva e
crítica das pessoas na sociedade: a conseqüência desse processo deve ser o
desenvolvimento econômico-social. Daí a preocupação desta instituição em propiciar e
incentivar a excelência das diferentes experiências de ensino que oferece.
Partindo de sua concepção de mundo e sociedade, o curso determina padrões
éticos à sua atuação. Para tanto, procura resgatar a perspectiva de unidade e
totalidade de conhecimentos fragmentados, atuando como consciência crítica da
sociedade e incentivando seus membros a encontrarem melhores condições de autorealização e de vivência.
Nesta perspectiva, a pesquisa científica apresenta-se como atividade
fundamental no processo educativo por produzir conhecimentos sobre a realidade
cada vez mais dinâmica e complexa, necessárias ao profissional do futuro.
Indissociada deste processo, a extensão permite um intercâmbio da instituição com a
comunidade na qual está inserida, através da difusão de conhecimentos e da
prestação de serviços. Nesta busca de colaboração e integração permanentes, o
Campus Sinop valoriza a pesquisa científica como um elo de ligação estreita com a
historicidade – é a experiência coletiva acumulada pelas gerações precedentes que
permite ao homem viver o seu presente com vista ao futuro.
Por outro lado, também entende que a produção atual de conhecimentos e a
incansável busca de solução de problemas tornam-se motores fundamentais do seu
avanço institucional, visto que há uma tendência à rápida desatualização dos
profissionais e, particularmente, ao envelhecimento precoce de conhecimentos
localizados e pontuais. Assim sendo, favorece a formação do profissional do futuro
com uma sólida base científica, indispensável à busca constante da libertação do
homem e do aprimoramento da sociedade: com capacidade e conhecimento para
trabalhar de modo inovador com formação multidisciplinar/interdisciplinar, buscando o
desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores éticos fundamentais, e melhoria
das condições da população.
A proposta de implantação do curso Zootecnia no campus Sinop encontra
respaldo na demanda por desenvolvimento sócio-econômico da região que reivindica
o aprimoramento e a qualificação dos serviços e geração de emprego e renda.
3.3.2 – Competências e Objetivos
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O processo educativo de formação dos futuros Profissionais em Zootecnia pelo
Instituto, considerada a realidade regional, possibilitará o desenvolvimento de
profissionais éticos, autônomos, criativos e competentes, técnica e politicamente, para:
atenção individual e coletiva em produção animal; bem como, a aplicação dos
conhecimentos em pesquisas científicas e de extensão.
3.3.2.1. Objetivo Geral
O profissional a ser formado pelo curso de Zootecnia deverá apresentar visão
generalista, humanista, crítica e reflexiva, apto a compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação às atividades
inerentes ao exercício profissional, no âmbito de seus campos específicos de atuação
em produção animal, norteado pela ética, e inter-relacionado com as ciências sociais,
econômicas e ambientais, buscando sempre a sustentabilidade dos sistemas de
produção.
Deverá, no âmbito profissional, utilizar de conhecimentos sobre bases
nutricionais, genéticas e sanitária, objetivando alcançar maior produtividade e sucesso
da atividade de criação animal, qualquer que seja a espécie de interesse zootécnico..
Ter conhecimento dos fatos sociais, culturais e políticos da economia e da
administração agropecuária e agroindustrial. Capacidade de raciocínio lógico, de
observação, de interpretação e de análise de dados e informações, bem como dos
conhecimentos essenciais de Zootecnia, para identificação e resolução de problemas.
3.3.2.3. Competências e habilidades gerais:
Promover a exploração da abordagem interdisciplinar, no contexto do uso da
terra, quanto à produção animal, inserindo a dimensão ambiental;
Destacar a complexidade dos problemas relacionados à produtividade
agropecuária na região Centro-Oeste, para o desenvolvimento de alternativas
necessárias à solução;
Incentivar a investigação científica visando a compreensão do ecossistema de
produção afim, com ênfase nas relações bióticas e abióticas, formulando teorias que
contemplem a qualidade de vida nos aspectos sociais, naturais, culturais e
econômicos;
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Promover a difusão dos conhecimentos técnico-científicos que constituem
patrimônio da humanidade, como incremento tecnológico para o setor primário,
regional e nacional, alicerçado no respeito à Natureza;
Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento na elaboração e na
execução de projetos que visem o uso sustentado dos recursos naturais regionais e
nacionais, com enfoque para o estado do Mato Grosso.
3.3.2.4. Competências e habilidades específicas:
O Curso de Graduação em Zootecnia deve assegurar, também, a formação de
profissional nas áreas específicas de sua atuação de acordo com o Art. 6º da
Resolução CNE/04 de 2006, coloca para o curso de graduação em Zootecnia, as
seguintes competências e habilidades:
•
Fomentar, planejar, coordenar e administrar programas
de
melhoramento
genético das diferentes espécies animais de interesse econômico e de
preservação, visando à maior produtividade, equilíbrio ambiental e respeitando
as biodiversidades no desenvolvimento de novas biotecnologias agropecuárias;
•
Atuar na área de nutrição, utilizando conhecimentos sobre o funcionamento do
organismo animal, visando ao aumento de sua produtividade e ao bem estar
animal, suprindo suas exigências, com equilíbrio fisiológico;
•
Responder pela formação, fabricação e controle de qualidade das dietas
e rações para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional
das fórmulas;
•
Planejar e executar projetos de construções rurais, de formação e/ou produção
de pastos e forrageiras e de controle ambiental;
•
Pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais
silvestres e exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia,
etologia, bioclimatologia, nutrição, reprodução e genética, tendo em vista seu
aproveitamento econômico ou sua preservação;
•
Administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais
ligados à produção, ao melhoramento e a tecnologias animais;
•
Avaliar e realizar peritagem em animais, identifi cando taras e vícios, com fins
administrativos, de crédito, de seguro e judiciais, bem como elaborar laudos
técnicos e científi cos no seu campo de atuação;
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•
Planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia, de
esporte, de lazer, buscando seu bem estar, equilíbrio nutricional e controle
genealógico;
•
Avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em
todos os seus estágios de produção;
•
Responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de
rodeios, exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento,
supervisionar e assessorar inscrição de animais em sociedade de registro
genealógico, exposições, provas e avaliações funcionais e zootécnicas;
•
Realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de
sistemas de produção de animais, adotando tecnologias adequadas ao
controle, ao aproveitamento e à reciclagem dos resíduos e dejetos;
•
Desenvolver pesquisas que melhorem as técnicas de criação, transporte,
manipulação e abate, visando ao bem-estar animal e ao desenvolvimento
de produtos de origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar
e economia;
•
Atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em
zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de
animal;
•
Assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade
animal, públicos e privados, visando à segurança alimentar humana;
•
Responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de
fomento à agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas e realizando
perícias e consultas;
•
Planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e
estabelecimentos agroindustriais, inseridos desde o contexto de mercados
regionais até grandes mercados internacionalizados, agregando valores e
otimizando a
utilização
dos
recursos
potencialmente
disponíveis
e
tecnologias sociais e economicamente adaptáveis;
•
Atender as demandas da sociedade quanto a excelência na qualidade e
segurança dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a
qualidade de vida e a saúde pública;
•
Viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de
seus produtos ou subprodutos, que respondam aos anseios específicos
de comunidades à margem da economia de escala;
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•
Pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos
recursos humanos e ambientais;
•
Trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual,
liderança e espírito investigativo para compreender e solucionar confl itos,
dentro
dos limites éticos impostos pela sua capacidade e consciência
profissional;
•
Desenvolver métodos de estudo, tecnologias, conhecimentos, diagnósticos de
sistemas
produtivos
de
animais
e
outras
ações
para
promover
o
desenvolvimento científico e tecnológico;
•
Promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando se dos meios de
comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em
interação com
outros profissionais;
•
Desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de
ensino, pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos
campos científicos que permitem a formação acadêmica do Zootecnista;
•
Conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na
gestão de políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação;
3.3.3. Perfil Profissional do Egresso
Considerando a importância do Profissional em Zootecnia no contexto sócioeconômico e político do país, como cidadão comprometido com os interesses e os
permanentes e renovados desafios que emanam da sociedade, o curso de Zootecnia
visa
capacitar
um
profissional
com
perfil
generalista;
desenvolvendo
sua
responsabilidade com as vocações regionais, atuando na área de produção animal
tendo conhecimento de toda a cadeia produtiva e do processamento de produtos
obtidos dela; com a preservação dos ecossistemas; de tal maneira que o
desenvolvimento da agropecuária se processe priorizando as bases da vida e sem
comprometer o futuro da humanidade considerando o grande compromisso com a
produção de alimentos, bem como na geração de riquezas e elevação da qualidade de
vida da população brasileira.
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3.3.4. Área de Atuação
A atuação do Zootecnista graduado na UFMT/SINOP se fará em ações
pertinentes à: Planejar, dirigir e realizar pesquisas que visem a informar e a orientar a
criação dos animais domésticos, em todos os seus ramos e aspectos; promover e
aplicar medidas de fomento à produção dos mesmos, instituindo ou adotando os
processos e regimes, genéticos e alimentares, que se revelarem mais indicados ao
aprimoramento das diversas espécies e raças, inclusive com o condicionamento de
sua melhor adaptação ao meio ambiente, com vistas aos objetivos de sua criação e ao
destino dos seus produtos; exercer a supervisão técnica das exposições oficiais e a
que eles concorrem, bem como a das estações experimentais destinadas à sua
criação; participar dos exames a que os mesmos hajam de ser submetidos, para o
efeito de sua inscrição nas Sociedades de Registro Genealógico, exercer. Planejar e
executar programas nutricionais às espécies animais
3.3.5. Estratégias Pedagógicas
O curso de Graduação em Zootecnia está sendo proposto de acordo com a
Resolução CNE/CES nº 4, de 02 de fevereiro de 2006 e segundo a Lei 9.394, de 20 de
dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação).
I. Interdependência Dinâmica Dos Conteúdos
Considerando
que
a
interdisciplinaridade
e
interdepartamentalização
constituem-se em instrumentos de grande importância na formação profissional o
curso de Zootecnia deverá estar integrado aos demais cursos da Instituição.
Para operacionalizar este princípio, todos os conteúdos selecionados deverão
estar inter-relacionados em termos de conhecimentos gerais e específicos da área da
Zootecnia. Para tanto, o planejamento deverá ser realizado de forma conjunta,
independente da área de atuação do professor.
II. Unidade Entre Teoria e Prática
A proposta de trabalho apresenta uma visão que busca fortalecer a articulação
da teoria com a prática em disciplinas ao longo do curso e no estágio supervisionado
no décimo semestre, possibilitando aos alunos atividades de aplicação de
conhecimentos. Esta modalidade possibilita que os alunos tenham, ao longo do curso,
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experiências teóricas, de execução e de aplicação dos conhecimentos e técnicas
trabalhadas pelos professores. Valorizar-se-á também a pesquisa individual e coletiva,
assim como a participação em projetos de pesquisa e extensão, modalidades estas
onde o dualismo teoria e prática, contribuem para a qualificação dos futuros
Profissionais em Zootecnia.
III. Indissociabilidade entre o Ensino, Pesquisa e Extensão
O princípio de indissociabilidade entre o ensino, pesquisa e extensão será
assegurado mediante o envolvimento dos professores e alunos em projetos como os
de Iniciação Científica, Programas de Monitoria e Atividades de Extensão. Além disso,
as atividades docentes deverão oportunizar aos alunos, constantemente, condições de
participação em projetos individuais ou de grupos de pesquisa.
IV. Atendimento à Diversidade Humana e às Desigualdades Sociais
Os conhecimentos veiculados e as relações interpessoais que deverão ocorrer
durante o curso levarão em conta as diferenças biológicas de natureza individual e as
desigualdades coletivas de natureza social. Para tanto, os docentes necessitam tratar
em todas as disciplinas com conhecimentos relativos a todo e qualquer sistema de
produção animal. No uso de suas atribuições legais deverá apresentar postura
ética diante da problemática sócio-econômico-ambiental, procurando minimizar
problemas relacionados à implantação de novas tecnologias, criando laços com
a preservação ambiental, exercício da cidadania.
V. Equilíbrio Dinâmico entre os Conhecimentos Específicos e os Gerais
A matriz curricular, bem como toda ênfase do curso, deverá buscar o equilíbrio
entre os conhecimentos específicos e gerais evitando que um prevaleça sobre o outro.
Historicamente, nos cursos em que predomina um ou outro tipo de conhecimento,
temos observado a condução da formação do profissional em Zootecnia por caminhos
equivocados. Isso se expressa, por exemplo, na discussão que se estabelece entre
grande parte dos coordenadores a respeito da questão: especialistas versus
generalistas. Essa polarização, especialista versus generalista, contribui para que os
profissionais sejam preparados superficialmente, em ambos os casos. O especialista
pela perda da generalidade e o generalista pela perda da especificidade.
Todavia, numa visão dinâmica e relacional, a Zootecnia deve ser entendida
como uma especificidade de uma generalidade, pois seus pressupostos educacionais,
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fisiológicos, políticos e econômicos não podem ser entendidos em si mesmos, eles
fazem parte de um todo maior que é a complexa realidade social em que vivemos
formadas por múltiplas relações e determinações.
VI. Procedimentos Metodológicos
Os procedimentos metodológicos que deverão ser priorizados nas disciplinas
do curso levarão em consideração, sobretudo, o princípio da unidade entre teoria e
prática e da interdependência dinâmica dos conteúdos. Nessa perspectiva os
conteúdos e as aulas possibilitarão aos alunos ampla vivência e contato com a
realidade brasileira e regional nas dimensões formais e não formais em que ocorrem à
produção animal. Também deverão ser estimuladas aulas expositivas com vários
professores simultâneos, estudos em grupo, seminários e investigações orientadas,
visando oportunizar aos alunos condições de amplo debate a partir da concreticidade
das relações sociais.
VII. Organização
O Curso de Graduação em Zootecnia funcionará na UFMT- Campus Sinop,
localizado na avenida Alexandre Ferronato – nº1200 reserva 35, setor Industrial
município de Sinop/MT. Em uma área total de 66 hectares. Organizado em 05 (cinco)
anos, o curso iniciar-se-á no segundo semestre letivo de 2006 dentro do Regime
Credito Semestral. Para receber o diploma de Graduado em Zootecnia, além dos
requisitos necessários como nota e freqüência, o aluno deverá participar de Atividades
Complementares, com o objetivo de ampliar seus horizontes, com um total de carga
horária de no mínimo 150 horas.
A estrutura do Campus Universitário de Sinop não é composta de
departamentos; há dez cursos reunidos em um mesmo Instituto. No momento, o
Campus conta com a estrutura administrativa constante abaixo, havendo a perspectiva
de novos institutos e faculdades que congregarão novos cursos com remanejamento
dos cursos atuais.9
9
Os institutos têm as atribuições de planejar, executar e avaliar as atividades de ensino, pesquisa e
extensão, dando ênfase ao campo das ciências básicas; e as faculdades, as atribuições de planejar,
executar e avaliar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, dando ênfase ao campo das ciências
aplicadas.
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Atualmente os cursos do Campus de Sinop são: Agronomia, Enfermagem,
Engenharia Florestal, Engenharia Agrícola e Ambiental, Medicina Veterinária,
Zootecnia, Farmácia e Licenciatura em Ciências Naturais e Matemática com
habilitação em Física, Química e Matemática.
A atuação de corpo técnico-administrativo, da Congregação Institucional
(formada pelo diretor e coordenadores), os Colegiados de Cursos e a Câmara de
Extensão possuem suas ações sancionadas pelos órgãos deliberativos, de
assessoramento superior e executivos do campus da sede, na dimensão abaixo
exposta (Quadro2)
Quadro 2 – Estrutura dos Órgãos Deliberativos, de Assessoramento Superior e
Executivos da UFMT.
•
•
•
•
•
Órgãos Deliberativos
Conselho Diretor - CD
Conselho Universitário - CONSUNI
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE
Órgãos de Assessoramento Superior
Auditoria Interna
Procuradoria Geral Federal (PGF)
Órgãos Executivos
ÓRGÃO
Reitoria
Vice-Reitoria
Pró-Reitoria Administrativa PROAD
Pró-Reitoria de Vivência
Acadêmica e Social PROVIVAS
Pró-Reitoria de Ensino de
Graduação –PROEG
COORDENAÇÃO
Gabinete
Cerimonial
Comunicação Social- (ASCOM)
Assistência e Benefícios ao Servidor - CABES
Cultura
Biblioteca Central
Editora Universitária
Hospital Universitário Júlio Müller - HUJM
Hospital Veterinário – HOVET
Gestão de Pessoas
Material
Prefeitura do Campus
Gráfica Universitária
Núcleo de Instrumentação
Financeira
Articulação com Estudantes de Graduação e PósGraduação
Espaço de Alimentação e Convivência - CEAC
Extensão
Exames Vestibulares
Administração Escolar - CAE
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
27
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Ensino de Graduação
Pró-Reitoria de Pesquisa PROPEq
Pró-Reitoria de Ensino de
Pós-Graduação – PROPG
Pró-Reitoria de
Planejamento - PROPLAN
Apoio à Pesquisa
Pós-Graduação
Processamento de Dados
Planejamento Físico
Programação e Planejamento Universitário CPPU
VIII. Organização Curricular e Funcionamento do Curso
O Curso proposto terá carga horária de 3.885 horas, em Regime de Crédito
Semestral, com 100 vagas anuais, sendo 50 vagas no 1º semestre e 50 vagas no 2º
semestre do ano letivo com turno de funcionamento integral, com período de
integralização de, no mínimo, 10 semestres e, no máximo, 16 semestres.
3.4. CURRÍCULO
3.4.1. Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado previsto para o 10o semestre e terá carga horária
total de 300 horas. O aluno do Curso de Zootecnia terá que realizar o estágio
curricular obrigatório no último período do curso, após ter concluído todas as
disciplinas do curso e completado suas atividades complementares, orientado por um
Docente da Instituição, apresentando ao final do mesmo, relatório de atividades
desenvolvidas e uma monografia (revisão bibliográfica) sobre assunto relevante de
seu estágio. Para tanto, convênios serão firmados com estas instituições visando
garantir a operacionalização com qualidade de todas as fases previstas nessa
modalidade de estágio.
Normas de estágio supervisionado estão descritas no item 3.6.
3.4.2.1. ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS
1. Escolher um tema, com auxílio do orientador, para levantamento bibliográfico.
2. Discutir com o orientador, em reuniões periódicas, a bibliografia lida.
3. Participar de projeto experimental, para familiarização com as técnicas mais
comuns de pesquisas.
4. Ao final do trabalho o aluno deverá apresentar e defender uma monografia.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
28
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
5. A avaliação da monografia deve ser feita pelo orientador e mais dois membros.
6. O trabalho de conclusão de curso será realizado em unidades da própria
Instituição e/ou conveniadas.
Normas do TCC estão descritos no item 3.7.
3.4.2.2. Atividades Complementares
Em consonância com o princípio de formação dos profissionais em Zootecnia,
o aluno terá que realizar atividades acadêmicas complementares de enriquecimento
curricular e obrigatórias na reestrutura curricular do curso de Zootecnia, tanto no
âmbito do conhecimento de diferentes áreas da Zootecnia, como na sua preparação
ética, política e humanística. Estas serão escolhidas e executadas pelo estudante, de
forma a perfazer um total mínimo de 150 horas com o objetivo de possibilitar aos
alunos novos espaços e tempos de aprendizagem.
Serão as seguintes as atividades complementares:
a) Participação em semana científica;
b) Programas de monitoria e iniciação científica;
c) Programas de institucionais de extensão;
d) Participação em eventos científicos externos à instituição.
Normas das Atividades Complementares estão descritos no item 3.8.
3.4.2.3. Número de Vagas e Forma de Ingresso
Serão oferecidas, 100 vagas anuais, sendo 50 (cinquenta) vagas para o
primeiro semestre e 50 (cinquenta) vagas para o segundo semestre. O ingresso do
aluno ao curso é feito de acordo com o Art. 1 do Capítulo I do Regulamento do Regime
Credito Semestral para Cursos de Graduação, adquirindo direito à vaga aqueles:
I- que tenham sido classificados em concurso vestibular e concluído o curso de ensino
médio antes da data da matrícula;
II - transferidos, mediante existência de vaga, ou compulsoriedade;
III - de outros países, através de convênios ou acordo cultural;
IV - portadores de diplomas de curso superior mediante a existência de vaga;
V - que tenham sido classificados em concurso vestibular especial, conforme projeto
de curso.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
29
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
QUADRO SINTÉTICO DE CARGA HORÁRIA
CH
I - Conhecimento Identificador da Área
1.1. Formação Geral
1.2. Formação Básica
1.3. Formação Profissional
Sub-total
1.4. Atividades Complementares
1.5. Optativas
1.6. Estágio Curricular supervisionado e TCC
INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
780
885
1575
3240
150
150
345
3885
%
24,07
27,31
48,61
3,86
3,86
8,88
100
QUADRO DISCIPLINAS
DIRETRIZES
CURRICULARES
DISCIPLINAS DO CURRÍCULO PLENO
Formação geral
Formação Básica
Formação Profissional
CH
Química geral
Ecologia geral
Matemática
Biologia Celular
Zoologia geral
Entomologia geral
Física
Histologia e Embriologia
Geologia e Pedologia
Desenho Técnico
Genética
Topografia básica
Microbiologia Geral
Estatística Geral
Sub-total
45
30
60
60
60
60
60
75
60
30
60
60
60
60
780
Anatomia Animal
Fisiologia Animal
Bioquímica
Fisiologia Vegetal
Morfologia e Anatomia vegetal
Manejo e Conservação do solo
Fertilidade do solo e nutrição de plantas
Estatística Aplicada
Agrometeorologia
Economia Rural
Construções Rurais e Ambiência
Extensão Rural
Administração Rural
Tecnologia de Produtos de Origem Animal
Sub-total
Introdução à Zootecnia
Fisiologia do sistema digestivo
Metodologia da pesquisa zootécnica
Máquinas de Interesse Zootécnico
Nutrição Animal
75
60
60
75
75
60
60
60
60
45
60
45
60
90
885
45
60
45
60
60
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
30
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Introdução à Forragicultura
Deontologia Zootécnica
Higiene e Profilaxia animal
Introdução ao Melhoramento animal
Nutrição e Alimentação de Ruminantes
Fisiologia e biotecnologia da reprodução
Forragicultura Aplicada
Bromatologia Zootécnica
Bioclimatologia animal
Produção e Nutrição de Caprinos
Produção e Nutrição de Bovinos de corte
Nutrição e Alimentação de Monogástricos
Melhoramento Animal Aplicado
Parasitologia zootécnica
Produção e Nutrição de Ovinos
Produção e Nutrição de Bovinos de Leite
Produção e Nutrição de Aves
Produção e Nutrição de Suínos
Produção e Nutrição de Peixes
Avaliação e Tipificação de Carcaça
Sub-total
75
30
60
60
60
75
75
75
60
60
75
60
60
60
60
75
75
75
75
60
1575
Estágio
Curricular Estágio Supervisionado
supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Trabalho de conclusão de
Sub-total
curso
Disciplinas optativas
Atividades complementares
Sub-total
TOTAL DE HORAS
300
45
345
150
150
300
3885
DISCIPLINAS OPTATIVAS
As disciplinas optativas serão ministradas a partir do 5º semestre do curso.
Disciplina
Introdução à Informática
Libras
Inglês instrumental
Taxonomia vegetal
Bioquímica Aplicada
Farmacologia aplicada à
zootecnia
Cooperativismo rural
Agronegócio
Sociologia rural
Manejo de dejetos
animais
Planejamento pecuário
Manejo de plantas
daninhas
Culturas de Interesse
Zootécnico
Carga horária
30
60
45
60
60
Teórica
2
4
3
2
4
Prática
0
0
0
2
0
Crédito
2(2-0)
4 (4-0)
3 (3-0)
3(2-1)
4 (4-0)
Pré-requisito
45
3
0
3 (3-0)
Bioquímica
45
45
45
3
3
3
0
0
0
3 (3-0)
3 (3-0)
3 (3-0)
Economia rural
60
2
2
3 (2-1)
60
4
0
4(4-0)
60
2
2
3(2-1)
Fisiologia vegetal
60
2
2
3(2-1)
Fisiologia vegetal
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
Bioquímica
31
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Etologia e bem estar
animal
Nutrição e Alimentação
de Cães e Gatos
Produção e Nutrição de
Animais Silvestres e
Exóticos
Produção e Nutrição de
Eqüinos
Produção e Nutrição de
Bubalinos
Apicultura
Tópicos Especiais em
Forragicultura
Tópicos Especiais em
Bovinos de Corte
Tópicos Especiais em
Bovinos de Leite
Tópicos Especiais em
Pequenos Ruminantes
Tópicos Especiais em
Aves
Tópicos Especiais em
Suínos
Tópicos Especiais em
Melhoramento Animal
Tópicos Especiais em
Peixes
Tecnologia de
Industrialização de
rações
Exterior, Ezoognósia e
Julgamento
Total de horas
45
3
0
3 (3-0)
60
4
0
4 (4-0)
Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
60
4
0
4(4-0)
Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
60
4
0
4(4-0)
60
4
0
4(4-0)
60
2
2
3 (2-1)
Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
Nutrição e Alimentação de
Ruminantes
Entomologia geral
45
3
0
3 (3-0)
Forragicultura aplicada
45
3
0
3 (3-0)
45
3
0
3 (3-0)
45
3
0
3 (3-0)
45
3
0
3 (3-0)
45
3
0
3 (3-0)
45
3
0
3 (3-0)
45
3
0
3 (3-0)
75
3
2
4 (3-1)
Máquinas de Interesse
Zootécnico e Nutrição
45
3
0
3 (3-0)
Melhoramento animal
aplicado
1.500
88
12
Nutrição e Alimentação de
Ruminantes
Nutrição e Alimentação de
Ruminantes
Nutrição e Alimentação de
Ruminantes
Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
Melhoramento animal
aplicado
Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
NÚMERO DE VAGA: 100 vagas, sendo 50 vagas para o 1º semestre e 50 vagas para
o 2º semestre do ano letivo.
PERÍODOS DE FUNCIONAMENTO: Integral
Dias letivos: 6
Limite mínimo para integralização do curso: 10 semestres
Limite máximo para integralização do curso: 16 semestres
Carga horária total = 3885 h
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
32
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MATRIZ CURRICULAR- PROPOSTA
REESTRUTURAÇÃO MATRIZ CURRICULAR
1º Semestre
Disciplina
Introdução à Zootecnia
Química geral
Ecologia geral
Matemática
Biologia Celular
Zoologia geral
Anatomia Animal
Total
Carga horária
45
45
30
60
60
60
75
375
Teórica
3
3
2
4
2
2
1
17
Prática
0
0
0
0
2
2
4
8
Crédito
3 (3-0)
3 (3-0)
2 (2-0)
4 (4-0)
3 (2-1)
3 (2-1)
5 (1-2)
22
Pré-requisito
Carga horária
Teórica
Prática
Crédito
Pré-requisito
75
3
2
4 (3-1)
60
75
60
60
30
360
4
3
4
2
0
18
0
2
0
2
2
6
4 (4-0)
4 (3-1)
4 (4-0)
4 (2-1)
2 (0-1)
22
Carga horária
60
60
60
75
60
60
375
Teórica
4
2
2
3
2
2
15
Prática
0
2
2
2
2
2
10
Crédito
4 (4-0)
4 (2-1)
4 (2-1)
4 (3-1)
4 (2-1)
3 (2-1)
23
Pré-requisito
Biologia Celular
Desenho Técnico
Biologia Celular
Bioquímica
Anatomia Animal
Zoologia geral
Carga horária
Teórica
Prática
Crédito
Pré-requisito
60
4
0
4 (4-0)
Fisiologia Animal
45
3
0
3 (3-0)
60
2
2
4 (2-1)
Física
60
2
2
4 (2-1)
Geologia e Pedologia
60
2
2
4 (2-1)
Fisiologia vegetal
60
4
0
4 (4-0)
Administração rural
60
4
0
4(4-0)
Total
405
21
6
27
2º Semestre
Disciplina
Morfologia e Anatomia
vegetal
Física
Histologia e Embriologia
Geologia e Pedologia
Bioquímica
Desenho Técnico
Total
3º Semestre
Disciplina
Genética
Topografia básica
Microbiologia Geral
Fisiologia Vegetal
Fisiologia Animal
Entomologia geral
Total
4º Semestre
Disciplina
Fisiologia do sistema
digestivo
Metodologia da pesquisa
zootécnica
Máquinas de Interesse
Zootécnico
Manejo e Conservação
do solo
Fertilidade do solo e
nutrição de plantas
Estatística Geral
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
Biologia celular
Cursando o quatro
semestre
33
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CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
5º Semestre
Disciplina
Carga horária
Teórica
Prática
Crédito
Nutrição Animal
60
4
0
4 (4-0)
Estatística Aplicada
60
4
0
4 (4-0)
Introdução à
Forragicultura
75
3
2
4 (3-1)
Deontologia Zootécnica
30
2
0
2 (2-0)
60
3
2
4 (3-1)
Microbiologia Geral
60
45
390
3
3
22
2
0
6
4 (3-1)
3 (3-0)
25
Física
Administração rural
Carga horária
Teórica
Prática
Crédito
60
4
0
4 (4-0)
Pré-requisito
Genética e Estatística
Aplicada
60
4
0
4 (4-0)
Nutrição Animal
75
3
2
4 (3-1)
Fisiologia animal
Forragicultura Aplicada
75
3
2
4 (3-1)
Bromatologia Zootécnica
75
1
4
3 (1-2)
Bioclimatologia animal
Total
60
405
2
17
2
10
3 (2-1)
22
Carga horária
Teórica
Prática
Crédito
60
2
2
3 (2-1)
75
3
2
4 (3-1)
60
2
2
4 (2-1)
60
4
0
4 (4-0)
60
2
2
3 (2-1)
75
3
2
4 (3-1)
390
18
12
25
Higiene e Profilaxia
animal
Agrometeorologia
Economia Rural
Total
6º Semestre
Disciplina
Introdução ao
Melhoramento animal
Nutrição e Alimentação
de Ruminantes
Fisiologia e biotecnologia
da reprodução
7º Semestre
Disciplina
Produção e Nutrição de
Caprinos
Produção e Nutrição de
Bovinos de corte
Construções Rurais e
Ambiência
Nutrição e Alimentação
de Monogástricos
Melhoramento Animal
Aplicado
Produção e Nutrição de
Bovinos de Leite
Total
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
Pré-requisito
Bioquímica e Fisiologia
do sistema digestivo
Estatística Geral
Fisiologia vegetal e
Fertilidade do solo e
nutrição de plantas
Conclusão de todas as
disciplinas dos
semestres anteriores
Introdução à
Forragicultura
Química e Nutrição
Animal
Agrometeorologia
Pré-requisito
Nutrição e Alimentação
de Ruminantes
Nutrição e Alimentação
de Ruminantes
Desenho técnico e
Física
Nutrição Animal
Introdução ao
Melhoramento animal
Nutrição e Alimentação
de Ruminantes
34
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
8º Semestre
Disciplina
Parasitologia zootécnica
Produção e Nutrição de
Ovinos
Produção e Nutrição de
Aves
Produção e Nutrição de
Suínos
Produção e Nutrição de
Peixes
Total
9º Semestre
Disciplina
Avaliação e Tipificação
de Carcaça
Extensão Rural
Carga horária
60
Teórica
2
Prática
2
Crédito
3 (2-1)
60
2
2
3 (2-1)
75
3
2
4 (3-1)
75
3
2
4 (3-1)
75
3
2
4 (3-1)
345
13
10
18
Carga horária
Teórica
Prática
Crédito
60
2
2
3 (2-1)
45
3
0
3 (3-0)
Tecnologia de Produtos
de Origem Animal
Total
90
4
2
5 (4-1)
195
9
4
11
10º Semestre
Disciplina
Carga horária
Crédito
Estágio supervisionado
300
20
Trabalho conclusão
Total
45
345
3
23
Pré-requisito
Zoologia geral
Nutrição e Alimentação
de Ruminantes
Nutrição e Alimentação
de Monogástricos
Nutrição e Alimentação
de Monogástricos
Nutrição e Alimentação
de Monogástricos
Pré-requisito
Cursando o oitavo
semestre
Cursando o sexto
semestre
Microbiologia geral
Pré-requisito
Ter sido aprovado em todas as disciplinas
do curso
ALTERAÇÕES DA MATRIZ CURRICULAR
JUSTIFICATIVA
Devido a necessidade de adequação de ementas, cargas horárias, prérequisitos, distribuição de disciplinas nos semestres da matriz curricular antiga às
Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006), bem
como à demanda do egresso do curso de bacharelado em Zootecnia da UFMT-Sinop,
realizaram-se alterações na matriz curricular, as quais estão descritas abaixo
juntamente com o comparativo entre as matrizes e a equivalência de disciplinas.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
35
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
ALTERAÇÕES DAS DISCIPLINAS
Introdução à Zootecnia
A disciplina de Introdução à Zootecnia (30h) teve sua carga horária elevada
para 45h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos do curso de
zootecnia e visitas técnicas.
Matemática
As disciplinas de Cálculo I (60 h), Cálculo II (60 h) e Geometria analítica e
álgebra linear (60 h) foram concentradas em uma única disciplina denominada
Matemática (60 h) para atender a demanda do egresso e o ajustamento de ementas
de acordo com item III do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais.
Física
As disciplinas de Física I (60 h) e Física II (60 h) foram concentradas em uma
única disciplina denominada Física (60 h) para atender a demanda do egresso e o
ajustamento de ementas de acordo com item III do Art. 7º das Diretrizes Curriculares
Nacionais.
Geologia e Pedologia
A disciplina de Geologia e Pedologia (75 h) teve a carga horária reduzida para
60h de forma que parte de seu ementário passa ser abordado através da
interdisciplinaridade com as demais disciplinas das Ciências Agronômicas e Florestais.
Histologia e Embriologia
As disciplinas de Histologia (75 h) e Embriologia (60 h) foram fusionadas na
disciplina de Histologia e Embriologia (75h) em função do ajustamento da ementa e
carga horária à necessidade da formação do profissional.
Manejo e Conservação do solo
A disciplina de Uso, Manejo e Conservação do solo (60 h) teve a ementa
alterada sendo denominada de Manejo e Conservação do Solo (60 h) de forma que
parte de seu ementário passa ser abordado através da interdisciplinaridade com as
demais disciplinas das Ciências Agronômicas e Florestais.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
36
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Bioquímica
A disciplina de Bioquímica Geral (75 h) teve a ementa alterada sendo
denominada de Bioquímica (60 h) de forma que parte de seu ementário passa ser
abordado através da interdisciplinaridade com as demais disciplinas das Ciências
Agronômicas e Florestais.
Microbiologia Geral
A disciplina de Microbiologia e Imunologia Animal (75 h) foi substituída por
Microbiologia (60 h) sendo que o conteúdo de interesse da ementa referente a
Imunologia Animal passou a fazer parte da disciplina de Higiene e Profilaxia (60 h).
Topografia Básica
A disciplina de Topografia (90 h) foi substituída por Topografia Básica (60 h)
oferecendo ementa compatível à necessidade da formação do profissional.
Metodologia da Pesquisa
A disciplina de Metodologia da Pesquisa (45h) foi substituída pela disciplina
Metodologia de Pesquisa Zootécnica (45 h) para ajustamento da ementa necessária
para a formação do profissional.
Máquinas de Interesse Zootécnico
A disciplina Máquinas de Interesse Zootécnico (60 h) substituiu a disciplina
Máquinas e Mecanização Agrícola (60 h) oferecendo ementa compatível à
necessidade da formação do profissional.
Bromatologia e Nutrição Animal
A disciplina de Bromatologia e Nutrição Animal (90 h) foi dividida em duas
disciplinas, Bromatologia Zootécnica (75 h) e Nutrição Animal (60 h), aumentando-se a
carga horária total para melhorar e ampliar os conteúdos específicos e por serem
áreas de relevância para o curso e fortalecendo a complementaridade de disciplinas.
Introdução a Forragicultura
A disciplina de Introdução a Forragicultura (60 h) teve sua carga horária
elevada para 75 h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos na área de
relevância para o curso.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
37
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Higiene e Profilaxia
A disciplina de Higiene e Profilaxia (75 h) teve sua carga horária reduzida para
60 h oferecendo carga horária e abordagem compatível à necessidade da formação do
profissional de acordo com item II do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais.
Parasitologia zootécnica
A disciplina de Parasitologia zootécnica (75 h) teve sua carga horária reduzida
para 60 h oferecendo carga horária e abordagem compatível à necessidade da
formação do profissional de acordo com item II do Art. 7º das Diretrizes Curriculares
Nacionais.
Administração e Economia Rural
A disciplina de Administração e Economia Rural (60 h) foi dividida em duas
disciplinas, Administração (45 h) e Economia Rural (60 h), aumentando-se a carga
horária total para melhorar e ampliar os conteúdos específicos e por serem áreas de
relevância para o curso segundo item VI do Art. 7º das Diretrizes Curriculares
Nacionais.
Bioclimatologia animal
A disciplina de Bioclimatologia animal (45 h) teve sua carga horária elevada
para 60 h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos na área de
relevância para o curso.
Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução
A disciplina de Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução (90 h) teve sua carga
horária reduzida para 75 h oferecendo carga horária e abordagem compatível à
necessidade da formação e atuação do profissional.
Introdução ao Melhoramento Animal
A disciplina de Introdução ao Melhoramento Animal (45h) teve sua carga
horária elevada para 60h para melhorar pedagogicamente a fixação de conceitos do
curso de zootecnia.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
38
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Melhoramento Animal Aplicado
A disciplina Melhoramento Animal Aplicado (45 h) teve sua carga horária
aumentada para 60h visando fortalecer o desenvolvimento de habilidades nesta área
de forte atuação do profissional, melhorando pedagogicamente a abordagem da
ementa.
Nutrição e Alimentação de Ruminantes e Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
As disciplinas de Nutrição e Alimentação de Ruminantes (75 h) e Nutrição e
Alimentação de Não Ruminantes (75 h) tiveram suas carga horárias reduzidas para 60
h, uma vez que parte de seu ementário passou a ser abordado na disciplina de
Nutrição Animal (60 h) e suas particularidades em cada disciplina de produção das
espécies animais de interesse zootécnico melhorando a interdisciplinaridade. A
disciplina Nutrição e Alimentação de Não Ruminantes passou a se denominar Nutrição
e Alimentação de Monogástricos.
Produção e Nutrição de Aves, Bovinos de Corte, Bovinos de Leite, Suínos e
Peixes
As disciplinas de Avicultura (75 h), Bovinocultura de Corte (75 h), Bovinocultura
de Leite (75 h) e Suinocultura (75 h) passaram a se denominar Produção e Nutrição de
Aves, Produção e Nutrição de Bovinos de Corte, Produção e Nutrição de Bovinos de
Leite e Produção e Nutrição de Suínos, respectivamente, mantendo-se a carga horária
e permitindo maior interação com as disciplinas da área da nutrição.
Produção e Nutrição de Peixes
A disciplina de Piscicultura (60h) teve sua carga horária aumentada para 75 h e
passou a se denominar Produção e Nutrição de Peixes de forma a ajustar a ementa e
carga horária à necessidade da formação do profissional.
Produção e Nutrição de Ovinos e Produção e Nutrição de Caprinos
As disciplinas Caprinocultura (75 h) e Ovinocultura (75 h) tiveram suas cargas
horárias reduzidas para 60 h e foram substituídas por Produção e Nutrição de
Caprinos e Produção e Nutrição de Ovinos, respectivamente, para manter-se um
equilíbrio em relação à outras disciplinas de interesse.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
39
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Agrometeorologia
A disciplina de Agrometeorologia (60 h) foi implantada para permitir o melhor
conhecimento dos aspectos ambientais que interferem na produção animal servindo
de base para a disciplina de Bioclimatologia Zootécnica (60 h).
Avaliação e Tipificação de Carcaças
A disciplina Avaliação e Tipificação de Carcaças (60 h) foi implantada na matriz
curricular para adequação ao item IX do Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais.
Taxonomia Vegetal, Bioquímica Aplicada, Farmacologia aplicada à zootecnia,
Planejamento Pecuário, Sociologia rural, Tecnologia de Produtos de Origem
Animal.
Estas disciplinas passaram a ser ofertadas como disciplinas optativas.
COMPARATIVO DA MATRIZ CURRICULAR ATUAL E PROPOSTA
PROPOSTA
ATUAL
1º SEMESTRE
Carga
Disciplina
Carga horária
Introdução à Zootecnia
Zoologia geral
Química geral
Biologia celular
Matemática
Ecologia geral
Anatomia Animal
45
60
45
60
60
30
75
Total
2º Semestre
375
Disciplina
Introdução a Zootecnia
Zoologia geral
Química geral
Biologia Celular
Cálculo I
Física I
Morfologia e anatomia vegetal
Geometria analítica e álgebra
linear
Total
horária
30
60
45
60
60
60
75
60
450
Carga
Disciplina
Carga horária
Morfologia e Anatomia vegetal
Geologia e Pedologia
Histologia e Embriologia
Física
Bioquímica
Desenho Técnico
75
60
75
60
60
30
Total
360
Disciplina
Entomologia Geral
Geologia e Pedologia
Taxonomia vegetal
Física II
Química orgânica
Cálculo II
Anatomia Animal
Total
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
horária
60
75
60
60
60
60
75
450
40
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
3º Semestre
Carga
Disciplina
Genética
Microbiologia Geral
Fisiologia Vegetal
Fisiologia Animal
Entomologia geral
Topografia básica
Total
Carga horária
Disciplina
horária
60
60
75
60
60
60
Genética
Microbiologia e imunologia animal
Bioquímica geral
Histologia
Ecologia Geral
Estatística geral
Fertilidade do Solo e Nutrição
Mineral de Plantas
60
75
75
75
30
60
Embriologia
Total
60
495
375
60
4º Semestre
Carga
Disciplina
Carga horária
Fisiologia do sistema digestivo
Metodologia
da
pesquisa
zootécnica
Máquinas
de
Interesse
Zootécnico
60
Manejo e Conservação do solo
Fertilidade do solo e nutrição
mineral de plantas
Estatística Geral
Administração rural
Total
5º Semestre
60
Disciplina
45
60
60
60
60
405
Disciplina
Bioquímica aplicada
60
Fisiologia Vegetal
75
Maquinas e mecanização agrícola
Parasitologia zootécnica
Uso, Manejo e Conservação do
Solo.
60
75
Desenho técnico
Estatística aplicada
30
60
Total
420
Carga horária Disciplina
Nutrição Animal
Introdução à Forragicultura
Deontologia Zootécnica
Higiene e Profilaxia animal
60
75
30
60
Estatística Aplicada
60
Agrometeorologia
Economia Rural
Total
60
45
390
horária
Construções rurais e
ambiência
Fisiologia Animal
Introdução à forragicultura
Topografia
Metodologia da pesquisa
Introdução ao melhoramento
animal
Administração e economia
rural
Total
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
60
Carga horária
60
60
60
90
45
45
60
420
41
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
6º Semestre
Disciplina
Carga horária Disciplina
Forragicultura Aplicada
75
Bromatologia Zootécnica
Nutrição e Alimentação de
Ruminantes
Introdução ao Melhoramento
animal
Fisiologia e biotecnologia da
reprodução
Bioclimatologia animal
75
Total
60
60
75
60
405
Forragicultura aplicada
Bromatologia
e
nutrição
animal
Fisiologia do sistema digestivo
Melhoramento animal
aplicado
Farmacologia aplicada à
zootecnia
Deontologia zootécnica
Planejamento pecuário
Total
Carga horária
60
90
60
45
45
30
75
405
7º Semestre
Disciplina
Carga horária Disciplina
Produção e Nutrição de Caprinos
Produção e Nutrição de Bovinos
de corte
Construções Rurais e Ambiência
Nutrição e Alimentação de
Monogástricos
Melhoramento Animal Aplicado
Produção e Nutrição de Bovinos
de Leite
Total
8º Semestre
Disciplina
60
60
Nutrição e alimentação de não
ruminantes
Nutrição e alimentação de
ruminantes
Bioclimatologia animal
Fisiologia e biotecnologia da
reprodução
Higiene e profilaxia animal
75
390
Optativa (s)
Total
60
75
60
Carga horária Disciplina
Parasitologia zootécnica
Produção e Nutrição de Ovinos
Produção e Nutrição de Aves
Produção e Nutrição de Suínos
Produção e Nutrição de Peixes
60
60
75
75
75
Total
9º Semestre
345
Disciplina
Carga horária Disciplina
Avaliação e Tipificação
Carcaça
Extensão Rural
Tecnologia de Produtos
Origem Animal
Total
Ovinocultura
Bovinocultura de corte
Suinocultura
Piscicultura
Sociologia rural
Optativas
Total
de
de
60
45
90
195
Carga horária
90
90
45
90
75
390
Carga horária
75
75
75
60
45
330
Carga horária
Tecnologia de Produtos de
Origem Animal
Avicultura
90
75
Caprinocultura
Bovinocultura de leite
Extensão rural
75
75
45
Optativas
Total
360
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10º Semestre
Disciplina
Carga horária Disciplina
Estágio Curricular Supervisionado
300
Trabalho de conclusão de curso
Total
45
345
Carga horária
Estágio Curricular
Supervisionado
Trabalho de conclusão de
curso
Total
300
45
345
ADAPTAÇÃO À NOVA MATRIZ CURRICULAR
As disciplinas que não sofreram alteração de denominação ou carga horária
são consideradas equivalentes mesmo que cursadas em semestres distintos.
As disciplinas antigas que foram retiradas da Matriz Curricular e que foram
cursadas pelos discentes passam a ser contabilizadas como disciplinas optativas.
As disciplinas introduzidas à nova matriz Curricular que não possuem
equivalência deverão ser cursadas pelos discentes.
Os discentes que migrarem da atual para a nova matriz curricular deverão
solicitar formalmente a validação das disciplinas baseadas em sua equivalência, sendo
que para as disciplinas em que houve aumento de carga horária nesta mudança, os
discentes serão orientados a procurar o professor responsável pela disciplina para
complementação do conteúdo através de estudos dirigidos.
Quadro de equivalência de disciplinas da matriz curricular atual e da matriz curricular
proposta.*
Disciplina Proposta
Carga
Carga
horária Disciplina Antiga
horária
Matemática
60
Física
60
Geologia e Pedologia
60
Histologia e Embriologia
75
Microbiologia Geral
60
Bioquímica
60
Máquinas de Interesse Zootécnico
60
Topografia básica
60
Metodologia da pesquisa zootécnica
45
Nutrição Animal + Bromatologia
Zootécnica
60 + 75
Introdução à Forragicultura
75
Forragicultura Aplicada
75
Parasitologia zootécnica
60
Economia Rural + Administração Rural 45 + 60
Introdução à Zootecnia
45
Cálculo I + Cálculo II + Geometria
analítica e álgebra linear
Física I + Física II
Geologia e Pedologia
Histologia + Embriologia
Microbiologia e imunologia animal
Bioquímica geral
Maquinas e mecanização agrícola
Topografia
Metodologia da pesquisa
Bromatologia e nutrição animal
Introdução à forragicultura
Forragicultura aplicada
Parasitologia zootécnica
Administração e economia rural
Introdução à Zootecnia
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
60 + 60 +
60
60 + 60
75
75 + 60
75
75
60
90
45
90
60
60
75
60
30
43
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Introdução ao Melhoramento animal
Higiene e Profilaxia animal
Melhoramento Animal Aplicado
Bioclimatologia animal
Fisiologia
e
biotecnologia
da
reprodução
Nutrição e Alimentação de Ruminantes
Nutrição
e
Alimentação
de
Monogástricos
Produção e Nutrição de Ovinos
Produção e Nutrição de Caprinos
Produção e Nutrição de Bovinos de
corte
Produção e Nutrição de Bovinos de
Leite
Produção e Nutrição de Aves
Produção e Nutrição de Suínos
Produção e Nutrição de Peixes
60
60
60
60
Introdução ao melhoramento animal
45
75
45
45
60
60
60
Higiene e profilaxia animal
Melhoramento animal aplicado
Bioclimatologia animal
Fisiologia e biotecnologia da
reprodução
Nutrição e alimentação de ruminantes
Nutrição e alimentação de não
ruminantes
Ovinocultura
Caprinocultura
75
Bovinocultura de corte
75
75
75
75
75
Bovinocultura de leite
Avicultura
Suinocultura
Piscicultura
75
75
75
60
75
60
90
90
90
75
75
* Disciplinas na mesma linha do quadro são equivalentes.
3.4.5. Ementário e Bibliografias das Disciplinas
3.4.5.1. Disciplinas Obrigatórias
Ementário
PRIMEIRO SEMESTRE
Disciplina: Introdução à Zootecnia
EMENTA
Carga horária
45
Integração do aluno ao Curso; Expectativas do aluno em relação ao Curso;
Evolução Histórica da Zootecnia; Característica do Curso de Zootecnia do UFMT
Campus Sinop; Características profissionais do zootecnista; Mercado de Trabalho;
Associação de Classes.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERREIRA, W.M.; BARBOSA, S.B.P; CARRER, C.R.O. et al. Zootecnia
Brasileira: quarenta anos de história e reflexões. UFRPE, Imprensa
Universitária, 2006.
PEIXOTO, A. M. Bovinocultura de corte: fundamentos da exploração racional.
Ed. FEALQ, 3ª ed. 1993.
ANAIS DA ZOOTECNIA, Ed. Edusp, 1997 a 2001.
TORRES, A. D. P. Melhoramento dos rebanhos. 5 ed. Ed. Nobel, 1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PY, C. R. Pecuária de corte: projetos de desenvolvimento. Ed. Guaíba:
Agropecuária, 1995.
SAMPAIO, N. S. Curso intensivo de formação de juízes das raças zebuínas.
Ed. FADURPE/ UFRPE, 1989, 78p.
Disciplina: Química geral
EMENTA
Carga horária
45
Estrutura atômica, Tabela Periódica, ligações químicas. Reações de ácidos, bases,
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44
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
sais e óxidos. Estequiometria. Critérios cinéticos e termodinâmicos para ocorrência
de reações químicas. Colóides.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRADY, J E., HUMISTON, G. E., Química Geral, V.1, Editora: LTC, RJ, 1996.
BRADY, J E., HUMISTON, G. E., Química Geral, V.2, Editora: LTC, RJ, 1996
MAHAN M.M., MYERS, R.J., Química um Curso Universitário, tradução da 4ª
edição americana, Editora Edgard Blücher, SP, 2000.
Brown, Theodore L., LeMay Jr., H. Eugene, Bursten, Bruce E. Química a Ciência
Central, 9a Edição, Ed. Pearson Prentice Hall, SP, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
RUSSELL, JOHN B, Química Geral, V.1, 2ª edição, Editora: MAKRON, SP, 1994.
RUSSELL, JOHN B, Química Geral, V.2, 2ª edição, Editora: MAKRON, SP, 1994.
Disciplina: Ecologia Geral
EMENTA
Carga horária
30
Fatores ecológicos abióticos e bióticos. Biocenose e ecossistema. Fluxo de energia
através dos ecossistemas. Ciclagem de nutrientes. Ecofisiologia. Interações das
espécies. Indivíduos, populações e comunidades. Principais ecossistemas do
mundo e do Brasil. Sustentabilidade de atividades humanas.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PINTO COELHO, R.M. 2000. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed
Editora. 252 p.
RICKLEFS, R.E. 1996. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 470 p.
TOWNSEND, C.R., BEGON, M., HARPER, J.L.. 2006. Fundamentos em
ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora. 592 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KREBS, C.J. 1999. Ecological methodology. Nova York: Addison Wesley
Longman. 620 p.
LARCHER, W. 2000. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima Editora. 550 pp.
JANZEN, D.H. 1980. Ecologia vegetal nos trópicos. São Paulo: E.P.U. v. 7. 79 p.
Disciplina: Matemática
EMENTA
Carga horária
60
Funções de uma variável real. Limites. Continuidade. Derivadas. Integração
indefinida. Métodos de integração. Integral definida. Matrizes e sistemas lineares.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTON, H.A. Cálculo - Um Novo Horizonte. V. 1. Ed Bookman Companhia, 2000.
STEWART, J. Cálculo, V.1. Ed. Thomson Pioneira, 2005.
LARSON, R.; EDWARDS, B. Cálculo Com Aplicações. Ed. Ltc: 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRADLEY, G.L.; HOFFMANN, L. Cálculo - Um Curso Moderno E Suas Aplicações.
Ed. Ltc: 2002.
DOLCE, O.; IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos De Matemática Elementar:
Logaritmos. V. 2, Ed Atual: 2004.
HAZZAN, S; IEZZI, G. Fundamentos De Matemática Elementar: Conjuntos,
Funções. V. 1, Ed. Atual: 2004.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
45
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Disciplina: Biologia Celular
EMENTA
Carga horária
60
Métodos de estudo da célula. Tipos celulares (eucariontes e procariontes).
Morfofisiologia dos componentes celulares. Relações da ultra-estrutura com sua
fisiologia. Ciclo e divisão celulares. Mecanismo de duplicação, transcrição e
tradução.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DE ROBERTS, E.; HIB, J. Bases da biologia celular e molecular. 4ª ed., Ed
Guanabara Koogan, 2006.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 7ª ed., Ed
Guanabara Koogan, 2004.
COOPER, G.M. A célula: uma abordagem molecular, 2ª ed., Ed Artmed, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALBERTS, B. et al. Biologia Celular e Molecular da célula, 4ª ed., Ed Artes
Médicas, 2004.
CARVALHO E.H.F.; PIMENTEL, S.M.R. A célula. 1ª ed. Ed Manole, 2001.
KARP, G. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos, 3ª ed., Ed
Manole, 2005.
Disciplina: Zoologia Geral
EMENTA
Carga horária
60
Introdução à Zoologia; Classificação e nomenclatura zoológica; Noções sobre a
evolução dos Filos; Abordagens dos filos, Porifera; Cnidária; Platyhelminthes;
Nematoda; Molusca; Annelida; Onycophora; Arthropoda; Echinodermata;
Hemicordata; Chordata e sub-filos: Urochordata, Cephalochordata e Vertebrata.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ORR, R.T. Biologia dos Vertebrados. 5ª edição. Livraria Roca, 1986.
POUGH, F. H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos Vertebrados. 3ª edição.
Ed. Atheneu, 2003.
RUPPERT, E.E.; BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. 6ª edição. Ed.
Rocca. 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrates. Ed. Sunderland, 1990.
HILDEBRAND, M. Análise da Estrutura dos Vertebrados. Ed. Atheneu, 1995.
Disciplina: Anatomia Animal
EMENTA
Carga horária
75
Introdução ao estudo da anatomia e nomenclatura anatômica. . Aparelho
locomotor, porção passiva (osteologia e sindesmologia). Aparelho locomotor,
porção ativa (miologia). Angiologia. Noções anatômicas e comparativas entre os
animais de interesse zootécnico dos órgãos que compõem o organismo: digestório,
órgãos sexuais masculinos e femininos, urinário, circulatório, respiratório e
nervoso.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
POPESKO, PETER. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos.
São Paulo: Manole Ltda., 1997. Vols 1, 2 e 3.
GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5a ed. Rio de Janeiro:
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
46
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Guanabara Koogan, 1986. Vols. 1 e 2.
DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WESING, C.J.G. Tratado de Anatomia Veterinária. 2ª
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SEULLNER, G. Tratado de anatomia veterinária. Rio de Janeiro: Afiliada, 1997.
CLAYTON, H.M. Atlas de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo:
Manole, 1999.
SCHALLER, O. Nomenclatura anatômica. São Paulo: Manole, 1999.
SEGUNDO SEMESTRE
Disciplina: Morfologia e Anatomia Vegetal
EMENTA
Carga horária
75
Divisão dos vegetais. Introdução e caracterização dos Cormófitos. Célula vegetal.
Tecidos meristemáticos e permanentes. Morfologia e anatomia das Fanerógamas:
raiz, caule, folha, flor, inflorescência, fruto e semente. Noções de polinização,
fecundação e embriogênese. Estruturas secretoras.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
APEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S. M. Anatomia vegetal.
Editora da UFV. Viçosa, 2003.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. Ed. Edgard Blücher Ltda. São
Paulo. 1986.
FERRI, M.G.; MENEZES, N.L.; MONTEIRO-SCANAVACA, W.R. Glossário
Ilustrado de Botânica. São Paulo, Livraria Nobel S.A. 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DAMIÃO-FILHO, C.F.; MÔRO, F.V. Morfologia Vegetal. 2ª ed., Jaboticabal, Ed.
Funep, 2005.
SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e
plântula. Ponta Grossa, Ed. UEPG. 2003.
VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica – Organografia (quadros sinóticos
ilustrados de Fanerógamos). 4ª ed., Viçosa, Editora UFV, 2005.
Disciplina: Física
EMENTA
Carga horária
60
Vetores. Grandezas físicas. Princípios de cinemática e dinâmica. Princípios de
estática e dinâmica dos fluidos. Princípios e Leis de termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.T.E.; KRANE, K.S. Física. V. 4, Ed Ltc 2004.
NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica. V. 4, Ed Edgard Blücher, 2002.
SERWAY, R.A.; JEWETT, J.W. Princípios de Física. V. 4, Ed Thomson Learning,
2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GREF (Grupo de reelaboração do ensino de física). Física. V. 4, Ed. EDUSP,
1991.
TIPLER, P.A. Física. V. 3, 4 Ed., Ed LTC: 2000.
Disciplina: Histologia e Embriologia
EMENTA
Carga horária
75
Introdução à Histologia e Embriologia. Tecidos epiteliais. Tecidos conjuntivos.
Tecidos cartilaginosos. Tecido ósseo. Tecido sangüíneo e hemocitopoese. Tecidos
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47
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
musculares. Tecido nervoso. Gametogênese. Reprodução sexual e
desenvolvimento embrionário. Clivagem. Blástula e implantação. Gastrulação e
Neurulação. Fechamento do embrião. Anexos embrionários.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GARCIA, S.M.L.; FERNANDEZ, C.G. Embriologia. 2ª edição, Ed. Artmed, 2003.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10ª ed., Ed. Guanabara
Koogan, 2004.
SOBOTTA, J; WELSCH, U. Atlas de Histologia - Citologia, Histologia e
Anatomia Microscópica. 6ª ed., Ed. Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HAM, A.W.; CORMACK, D.H. Histologia. 2ª ed.; Ed. Guanabara Koogan, 1995.
KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e Biologia Celular, 1ª ed., Ed. Elsevier, 2004.
WOLPERT. L. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. 1ª edição, Ed.
Artmed, 2000.
Disciplina: Geologia e Pedologia
EMENTA
Carga horária
60
Estudo da Terra: Origem, forma, composição e estrutura. Mineralogia: estudo dos
principais minerais, importância agrícola, propriedades e reconhecimento.
Petrologia: Rochas ígneas, sedimentares e metamórficas - importância agrícola,
propriedades e reconhecimento. Intemperismo e formação de minerais
secundários. Pedogênese: Fatores de formação do solo; Processos de formação
do solo; Composição do solo. Horizontes diagnósticos e perfil do solo. Principais
classes de solos do Brasil. Solos e Paisagem.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LEINZ, V. Geologia Geral. São Paulo, IBEP. 1998.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. (2000) Decifrando
a Terra. Ed. Oficina de Textos. São Paulo. 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRADY, N.C.; BUCKMAN, H.O. Natureza e propriedades dos Solos. 6º ed. Rio
de Janeiro, Freitas Bastos. 1983. 647p.
POPP, J.H. Geologia Geral, 5ª ed. Rio de Janeiro, LTC. 1998.
Disciplina: Bioquímica
EMENTA
Carga horária
60
Química de glicídeos. Química de lipídeos. Química de aminoácidos e proteínas.
Vitaminas. Enzimas. Química de nucleotídeos e ácidos nucléicos. Princípios da
bioenergética. Oxidações biológicas. Metabolismo de glicídeos. Metabolismo de
lipídeos. Metabolismo de proteínas. Metabolismo de nucleotídeos: Reações de
caracterização de Glicídeos; Reações de caracterização de Lipídeos; Reações de
caracterização de Aminoácidos e Proteínas; Reações de caracterização de
Enzimas; Isolamento do DNA.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LEHNINGER. A.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios da Bioquímica. 3 ed.
Editora Sarvier, 2002.
CHAMPE, P.C., HARVEY, R.A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada. 3 ed ,
Editora Artmed, 2006.
VOET, D.; VOET, J.G. Bioquímica. 3 ed , Editora Artmed, 2006.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
48
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 4 ed., Editora
Edgard Blücher Ltda, 2000.
CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3 ed, Editora Artmed, 2000.
NEPOMUCENO, M.F.; RUGGIERO, A.C. Manual de Bioquímica: Roteiros de
Análises Bioquímicas Qualitativas. Editora: Tecmedd, 2004.
Disciplina: Desenho técnico
EMENTA
Carga horária
30
Materiais usados em desenho - conhecimento e emprego. Normas da ABNT.
Formatos, dobras e cortes. Escalas. Representação gráfica. Esboços cotados.
Desenho de peças. Perspectiva. Plantas, elevações e cortes. Plantas topográficas.
Projetos arquitetônicos simples. Introdução a aplicativos CAD
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. Ed. Edgard Blücher Ltda, São
Paulo, 1978.
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. Ed. Globo S. A., 1969.
IZIDORO, N., PERES, M. P., RIBEIRO, A. C. Notas de aula de Desenho Técnico.
Escola de Engenharia de Lorena - USP, São Paulo, 2006. Disponível em:
http://www.faenquil.br/na_apostila/, em 28/08/2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LEGGITT, J. Desenho de arquitetura – técnicas e atalhos que usam
tecnologia. Porto Alegre: Bookman. 2004.
MACHADO, A. Desenho na Engenharia e Arquitetura. 3. ed. São Paulo: A.
Machado, 1980.
NAVEIRO, R.M.; OLIVEIRA, V.F. O projeto de engenharia, arquitetura e
desenho industrial. UFJF. 2001.
TERCEIRO SEMESTRE
Disciplina: Genética
EMENTA
Carga horária
60
Introdução à genética. Células e cromossomos. Mitose e meiose. Herança
monofatorial. Alelos múltiplos. Interação gênica. Probabilidade e teste de
proporções genéticas. Determinação e herança relacionada ao sexo. Ligação
gênica e mapas cromossômicos. Mutação e alterações cromossômicas. Herança
extracromossômica. Princípios de genética de populações.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GRIFFITHS, A. J. F. et al. Introdução à genética. 8ª ed., Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan, 2006.
BURNS, G.W.; BOTTINO, P.J. Genética. 6ª Ed Guanabara Koogan, 1991.
SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 2ª ed., Rio de
Janeiro, Guanabara Koogan, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FERREIRA, M. E.; GRATTAPAGLIA, D. Introdução ao uso de marcadores
RAPD e RFLD em análise genética. Brasília, Embrapa. 1995.
PASSARGE, E. Genética – textos e atlas. 2ª ed., Porto Alegre, Artmed, 2003
RAMALHO M. A. P.; SANTOS, J. B.; PINTO C. A. B. P. Genética na
agropecuária. São Paulo, Globo, 1995.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
49
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Disciplina: Topografia básica
EMENTA
Carga horária
60
Introdução à Topografia. Processos de medição de ângulos e distâncias.
Levantamentos topográficos. Operações topográficas de escritórios. Altimetria.
Sistema de posicionamento global (GPS): vantagens e limitações, GPS e a
altimetria, integração GPS e SIG.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COMASTRI, J.A.; GRIPP, J.J. Topografia aplicada; medição, divisão e
demarcação. Universidade Federal de Viçosa, editora UFV, 1998.
COMASTRI, J.A.; GRIPP J.J. Topografia: planimetria. 2ª ed., Universidade
Federal de Viçosa, imprensa universitária, 1992.
COMASTRI, J.A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. 3ª ed., Universidade
Federal de Viçosa, editora UFV, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SOUZA, J.O. Agrimensura. 3ª ed., livraria Nobel, 1985.
ANDERSON, P.S. Fundamentos para fotointerpretação, Sociedade Brasileira de
Cartografia, Rio de Janeiro, 1982.
ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Editora Globo, Porto Alegre, 1973.
Disciplina: Microbiologia geral
EMENTA
Carga horária
75
Boas práticas laboratoriais: noções de biossegurança, equipamentos, vidrarias.
Introdução ao estudo de bactérias, fungos e vírus. Sistemática e nomenclatura dos
microrganismos. Morfofisiologia, metabolismo e nutrição de microorganismos.
Necessidade cultural, aspectos reprodutivos e evolutivos de bactérias, fungos e
vírus. Esterilização e desinfecção..
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BIER, O. Microbiologia e Imunologia. Ed. Melhoramentos, 1994.
TRABULSI, L.R. Microbiologia. Liv. Atheneu, 1986.
TIZARD, I. Imunologia Veterinária: uma introdução. 6ª ed., Ed. Roca, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia, 6ª ed., Ed Manole, 2003.
PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e
aplicações. 2ª ed. v.1 e 2, Ed. Makron Books, 1997.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C. Microbiologia. 8ª ed., Ed Artmed, 2005.
Disciplina: Fisiologia Vegetal
EMENTA
Carga horária
75
Relações hídricas. Nutrição mineral. Transporte de solutos orgânicos.
Fotossíntese. Respiração. Substâncias reguladoras do crescimento. Luz e
temperatura. Germinação. Floração. Frutificação. Senescência.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Ferri, M.G. Fisiologia Vegetal. Volumes 1 e 2. E.P.U./EDUSP. São Paulo. 1979.
KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro,
2004.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 3ª ed., Editora Artmed, 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
50
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
AWAD, M.; CASTRO, P. R. C. Introdução à Fisiologia Vegetal. Livraria Nobel.
São Paulo, 1992.
FERRAZ, E. C.; LUCHESI, A. A.; Castro P. R. C. Guia Prático de Fisiologia
Vegetal. CALQ. Piracicaba, 2000.
Disciplina: Fisiologia Animal
EMENTA
Carga horária
60
Princípios fisiológicos. Neurofisiologia. Fisiologia muscular. Endocrinologia.
Fisiologia cardiovascular. Fisiologia respiratória. Regulação térmica. Fisiologia
renal. Fisiologia da lactação.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 2a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1999.
SWENSON, M.J. DUKES Fisiologia dos animais domésticos. 11a ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
REECE, W.O. Fisiologia de animais domésticos. São Paulo: Roca, 1996.
Disciplina: Entomologia Geral
EMENTA
Carga horária
60
Morfologia externa e divisões do corpo. Morfologia interna. Classificação e
nomenclatura. Identificação dos insetos. Interações insetos-homem. Insetos
peçonhentos. Coleta e conservação de insetos. Métodos de controle de pragas.
Epidemiologia.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BUZZI, Z.J. Entomologia Didática. 4.ed., Ed.Ufpr. 2002.
PARRA, J.R.P.; BOTELHO, P.S.M. CORRÊA-FERREIRA, B.S.; BENTO, J.M. S.
Controle biológico no Brasil. Editora Manole. 2002.
RUPPERT, E.E.; BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. 6ª edição. Ed.
Rocca,1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BORROR, D.J.; DELONG, D.M. Estudo dos Insetos. Ed Edgard Blücher, 1988.
RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R.M. Invertebrados. Manual de Aulas
Práticas. Ed Holos, 2002.
ALMEIDA, L.M.; RIBEIRO-COSTA, C.S.; MARINONI, L. Manual de coleta,
conservação, montagem e identificação de insetos. Ed Holos, 1998.
QUARTO SEMESTRE
Disciplina: Fisiologia do Sistema Digestivo
EMENTA
Carga horária
60
Aspectos gerais da fisiologia do aparelho digestivo. Ingestão, mastigação,
deglutição e esôfago. Fisiologia das glândulas salivares. Fisiologia do estômago.
Fisiologia do pâncreas exócrino. Fisiologia do fígado e sistema biliar. Fisiologia do
intestino delgado. Fisiologia do intestino grosso. Digestão em aves. Digestão em
eqüídeos. Trato gastrintestinal de ruminantes. Intestino delgado e grosso.
Secreções digestivas em ruminantes. Alterações fisiológicas do trato gastrintestinal
de monogástricos. Alterações fisiológicas do trato gastrintestinal de ruminantes.
Fisiologia do consumo de alimentos.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
51
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5a ed., V. 1 e 2, Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1986.
SWENSON, M.J.; REECE, W.O. Dukes /fisiologia dos animais domésticos. 11ª
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CLAYTON, H.M. Atlas de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo:
Manole, 1999.
POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos. Vols 1,
2 e 3., São Paulo: Manole Ltda., 1997.
SCHALLER, O. Nomenclatura anatômica. São Paulo: Manole, 1999
Disciplina: Metodologia da Pesquisa Zootécnica
EMENTA
Carga horária
45
O Filosofia da Ciência. Metodologia científica. O discurso técnico-científico.
Pesquisa bibliográfica. Estruturação de projetos de pesquisas zootécnicos.
Estruturação e elaboração de artigos técnicos-científicos. Estruturação e
elaboração de monografias. Citação bibliográfica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, L.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L.; DELUIZ, N. Manual para elaboração
de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. São
Paulo: Editora LTC, 2003.
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico:
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos, 5ª edição, São Paulo: Atlas, 2001.
MEDEIROS, J. B. Redação Cientifica: Á prática de fichamentos, resumos,
resenhas, 4 edição, São Paulo: Atlas, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico, 19ª edição, São Paulo:
Cortez Editora, 2002.
ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico, 4ª edição,
São Paulo: Atlas, 1999.
HUHNE, L. M. Metodologia Científica: caderno de textos e técnicas, 6ª edição,
Rio de Janeiro: Editora AGIR, 1995.
Disciplina: Máquinas de Interesse Zootécnico
EMENTA
Carga horária
60
Introdução à mecanização zootécnica. Mecânica básica. Noções de motores de
combustão interna e sistemas de transmissão. Motores estacionários. Tratores
agrícolas. Tipos de tração. Colheita mecânica. Estudo de máquinas e implementos
agrícolas para preparo do solo; aplicação de corretivos e fertilizantes; tratamento
fitossanitário; semeadura, plantio e transplantio; tratos culturais mecânicos.
Máquinas de interesse zootécnico. Custos em sistemas mecanizados. Introdução a
agricultura de precisão.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALASTREIRE, L.A. Máquinas Agrícolas. Ed. Manole, 1990, 307p.
SILVEIRA, G. M. Cuidados com o trator. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2001, 312p.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
52
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
SILVEIRA, G. M. Máquinas para a pecuária. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2001,
289p.
SILVEIRA, G. M. Máquinas para colheita e transporte. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa,
2001, 289p.
SILVEIRA, G. M. Máquinas para o plantio e condução das culturas. Ed. Aprenda
Fácil. Viçosa, 2001, 336p.
SILVEIRA, G. M. Preparo do solo: técnicas e implementos. Ed. Aprenda Fácil.
Viçosa, 2001, 292p.
REIS, A.V.; MACHADO, A.L.T.; TILMANN, C.A. Motores, tratores, combustíveis e
lubrificantes. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 315p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COAN, O. Ferramentas para manutenção de máquinas e implementos agrícolas.
Jaboticabal: FUNEP, 1997.
DIAS, G P; VIEIRA, L B.; NEWES, B. Manutenção de trator agrícola de pneu:
introdução. Viçosa: Editora UFV, 1996.
MACHADO, A.L.T.; REIS, A.V. Máquinas para o preparo do solo, semeadura,
adubação e tratamentos culturais. Pelotas, Ed. UFPel, 1996. 280p.
MORAES, M.L.B. & REIS, A.V. Máquina para colheita e processamento dos grãos.
Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 150p.
PORTELLA, J. A. Colheita de grãos mecanizada. Viçosa: Aprenda Fácil. 2000.
190p.
PORTELLA, J. A. Semeadoras para plantio direto. Viçosa: Aprenda Fácil. 2001.
252p.
Disciplina: Manejo e Conservação do Solo.
EMENTA
Carga horária
60
Levantamento e mapeamento de solos. Classificação e interpretação de
mapeamentos dos solos. Princípios e conceitos relacionados à conservação do
solo e da água. Erosão do solo; predição de perdas e práticas de controle. Aptidão
Agrícola e capacidade de uso das terras. Práticas conservacionistas e sistemas de
manejo e conservação de solos e da água. Adubação verde e Rotação de culturas.
Qualidade do solo e da água. Bacias hidrográficas como unidades de manejo.
Levantamento e planejamento conservacionista em microbacias hidrográficas.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 5. ed. Piracicaba;
Livroceres. 2005.
PRUSKI, F. F. Conservação do solo: práticas mecânicas para o controle da
erosão hídrica. Viçosa: UFV, 2006.
GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e conservação dos
solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRADY, N.C. Natureza e propriedades dos Solos, 7a ed. Rio de Janeiro, Editora
Freitas Bastos. 1983.
Disciplina: Fertilidade do Solo e Nutrição Mineral de Plantas
EMENTA
Carga horária
60
Conceitos e Leis da fertilidade do solo. Métodos de avaliação da fertilidade do solo.
Complexo coloidal do solo. Reação do solo. Elementos Nutrientes: macro e
micronutrientes. Principais corretivos e fertilizantes. Análise química do solo.
Matéria Orgânica e Adubação Orgânica. Absorção foliar e radicular, transporte e
redistribuição dos nutrientes. Critérios de essencialidade. Funções dos nutrientes.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
53
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CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Elementos úteis e elementos tóxicos. Identificação de sintomas de deficiência e
toxidez.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERNANDES, M. S. Nutrição Mineral de Plantas. 1ª. ed. Viçosa: Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo, 2006.
GONÇALVES, J. L.; BENEDETTI, V. Nutrição e Fertilização Florestal. 1ª ed.
Piracicaba, 2005.
VAN RAIJ, B. Fertilidade do Solo e Adubação. 1ª. ed. Piracicaba, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MALAVOLTA, E. VITTI, G.C. Avaliação do estado nutricional das plantas. 2. ed.
São Paulo, 1997.
EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Manual de métodos de
análise de solos. 2 ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 1997.
Disciplina: Estatística Geral
EMENTA
Carga horária
60
Introdução à estatística. Noções básicas. Variáveis. População e amostras.
Técnicas de amostragem. Apresentação de dados, tabelas e gráficos. Distribuição
de freqüência. Medidas descritivas de posição e variabilidade, assimetria e curtose.
Noções de Probabilidade. Distribuições: binomial, Poisson e normal. Inferência
estatística. Provas de hipótese paramétricas e não paramétricas para uma e duas
amostras. Uso de softwares e aplicativos no processamento de dados.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARNOT, C.A. Estatística fácil. 14ª ed., Ed Saraiva, 1996.
COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2ª ed., Editora Edgard Blucher Ltda, 2002.
MORETIN, P.A. Introdução à estatística para ciências exatas. 5ª ed., Ed
Saraiva, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COSTA, S.F. Introdução ilustrada à estatística. Ed HARBRA, 1992.
DOWNING D.; CLARK J. Estatística aplicada. 2ª ed., Ed. Saraiva, 2002.
GOMES, F.P. Curso de estatística experimental. Liv. Nobel S. A. 1976.
Disciplina: Administração Rural
EMENTA
Carga horária
60
Introdução. Análise econômico-financeira da empresa rural. Planejamento e
controle da empresa rural. Política agrícola. Sistemas de informações e registros
agrícolas. Elaboração e avaliação de um projeto agropecuário. Princípios de
Gestão pela Qualidade total. Espera que o estudante depois de cursado
administração rural esteja apto para gerir os negócios rurais, aplicando os avanços
da tecnologia e usando o conjunto de princípios, normas e funções que tem por fim
ordenar os fatores de produção agrícola e controlar a produtividade e eficiência
para se obter determinados resultados e obter maior lucratividade.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARBAGE, A.P. Economia Rural: Conceitos Básicos e Aplicações
Editora: Argos, 2003.
SANTOS, G.J. MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de Custos na
Agropecuária, 3ª ed., Editora: Atlas, 2002.
AIDAR, A.C.K. Administração rural. Editora: PAULICEIA, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
54
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
ENGEL, A.; ANTUNES, L.M. Manual de Administração Rural. Editora
AGROPECUÁRIA, 1998.
ARBAGE, A.P. Fundamentos de economia rural. Editora: ARGOS, 2006.
POLITANO, W.; LOPES, L.R.; AMARAL, C. O papel das estradas na economia
rural. Editora: NOBEL, 1989.
QUINTO SEMESTRE
Disciplina: Nutrição Animal
EMENTA
Carga horária
60
Princípios de nutrição. Classificação dos alimentos. Principais fontes protéicas e
energéticas de origem animal e vegetal. Minerais e vitaminas. Aditivos. Fatores
antinutricionais. Desordens nutricionais. Processamento e qualidade de alimentos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal - Mitos e realidades. 1ª ed. 2005.
SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos - Métodos Químicos e
Biológicos. 3a ed., ediatora UFV, 2002.
VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de
Alimentos para Bovinos, 2a ed. , Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERTECHINI, L. Nutrição de Monogástricos Editora: Editora UFLA, 2006.
NUNES, I.J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. FEP_MVZ Editora.
1998.
Disciplina: Estatística Aplicada
EMENTA
Carga horária
60
Introdução. Estatística Descritiva (medidas de tendência central e de variabilidade).
Probabilidade e Distribuição de Probabilidades (Discreta e contínua). Amostragem.
Teoria de Estimação. Teoria de Decisão. Regressão e Correlação. A importância
da experimentação. Variabilidade de dados. Princípios básicos da experimentação.
Hipóteses fundamentais da Análise de Variância. Delineamentos experimentais
(Inteiramente ao acaso, blocos casualizados e quadrados latinos). Comparações
Múltiplas. Transformação de dados. Regressão na análise de variância.
Experimentos fatoriais.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PIMENTEL-GOMES, F. Curso de Estatística Experimental. 14 ed. Piracicaba
ESALQ. 477p. 2000
MACHADO, I.B.S. Estatística Aplicada a Experimentação Animal, 2ª edição,
Belo Horizonte: Fundação de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinária e
Zootecnia, 2002.
CRESPO A. A. Estatística fácil. 14ª edição, São Paulo: Editora Saraiva, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
VIEIRA, S.; HOFFMANN, R. Estatística Experimental. São Paulo: Atlas, 1989.
ANDRADE, E.A. Alternativas para análise estatística de experimentos
envolvendo densidades de aves, programas e fonte de luz em matrizes de
frangos de corte. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Estatística e
Experimentação Agropecuária). Universidade Federal de Lavras. Lavras. 86p.
2002.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
55
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Disciplina: Introdução à Forragicultura
EMENTA
Carga horária
75
Histórico e Importâncias das pastagens. Conceitos atuais em forragicultura.
Morfologia e Fisiologia das plantas forrageiras. Sistemática das gramíneas.
Sistemática das leguminosas. Pastagens no Brasil - regiões fisiológicas. Produção
de sementes. Pragas e Plantas tóxicas em pastagens.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VILELA, H. Pastagem. 1a ed. Editora: Aprenda fácil, 2005
PEIXOTO, A.M.; MOURA, J.C.; Vidal, P. Pastagens: Fundamentos da
Exploração Racional. Editora: FEALQ - Edição: 1994
REIS, R.A.; RODRIGUES, L.R.A. Valor Nutritivo de Plantas Forrageiras. UNESP
– Jaboticabal, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JÚNIOR, A.; RODRIGUES, J. Produção de silagem. Viçosa: CPT, 1999.
JÚNIOR, A.; RODRIGUES, J. Produção de feno. Viçosa: CPT, 1998.
Disciplina: Deontologia Zootécnica
EMENTA
Carga horária
30
Introdução à Deontologia Zootécnica: ética social, código de ética, perfil e postura
profissional.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Código de Deontologia e de Ética Profissional: Médico Veterinário e Zootécnico,
CRMV - SP, São Paulo, 1992.
A Evolução da Profissão - Conselho Federal de Medicina Veterinária, Ano 5, n.
15, SBZ/JAN/FEV/1998/1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Código de Deontologia e de Ética Profissional Zootécnico – CFMV –
Resolução no143, de dezembro de 1982
Disciplina: Higiene e Profilaxia Animal
EMENTA
Carga horária
60
Processo saúde-doença. Indicadores epidemiológicos. Epidemiologia das doenças
transmissíveis. Noções de imunologia. Doenças infecciosas - conceituações e
medidas de controle. Fatores ambientais e sua influência na ocorrência de
doenças. Higiene das instalações zootécnicas. Desinfetantes e desinfecção.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
THRUSFIELD, M. Epidemiologia Veterinária. 2ª ed., Editora: Roca, 2004.
CORTES, J.A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais. LIVRARIA
VARELA, 1993.
BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos Editora: Roca, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças dos
Ruminantes e Eqüinos. 2ª ed., V. 1 e 2, Editora: Varela, 2001.
CORRÊA, W.M.; CORRÊA, C.N.M. Enfermidades Infecciosas dos Mamíferos
Domésticos. Editora Médica e Científica Ltda, 1992.
Disciplina: Agrometeorologia
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
56
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
EMENTA
Carga horária
60
Introdução. Astrometria. Radiação Solar. Temperatura do ar e do solo. Umidade do
ar. Pressão atmosférica. Vento. Condensação na atmosfera. Precipitação.
Evaporação
e
Evapotranspiração.
Balanço
Hídrico.
Classificação
Meteorológica/Climatológica. Planejamento Agrícola. Zoneamento Agroclimático.
Estrutura (Agro)meteorológica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AYOADE, J.O.O. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro:
Bertrand do Brasil, 1991.
PEREIRA, A.R.; ANGELOCCI, L.R.; SENTELHAS, P.C. Agrometeorologia:
Fundamentos e Aplicações Práticas. Piracicaba: Ed. Agropecuária Ltda. 2002.
VAREJÃO SILVA, M.A. Meteorologia e climatologia. INMET, Ministério da
Agricultura e Abastecimento. Brasília: Stilo, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F.J.L. Meteorologia Descritiva – Fundamentos e
Aplicações. São Paulo, Nobel, 1988. 374p.
VIANELLO, R.L. & ALVES, A.R. Meteorologia Básica e Aplicações. Universidade
Federal de Viçosa. 1992. 449p.
Disciplina: Economia Rural
EMENTA
Carga horária
45
Introdução e conceitos básicos de economia; classifi cação dos mercados; o
sistema econômico; funções e setores de um sistema econômico; leis de oferta e
da procura; equilíbrio de mercado; elasticidade; análise de preço dos produtos
agropecuários; conceitos básicos da teoria da produção; noções de
macroeconomia.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARBAGE, A.P. Economia rural: Conceitos básicos. Editora GRIFOS. 2000.
ARBAGE, A.P. Fundamentos da economia rural. Editora Argos. 2006. 272p.
ARAÚJO, M. Fundamentos de agronegócios. Editora Atlas, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
VIAN, A. Novos instrumentos de financiamento do agronegócio. Editora Febraban,
2005.
ZYLBERSZTAJN, D.B.; NEVES, M.F.; NEVES, E.M. Agronegócios do Brasil.
Editora Saraiva. 2006. 168p.
SEXTO SEMESTRE
Disciplina: Introdução ao Melhoramento Animal
EMENTA
Carga horária
60
A importância do melhoramento genético na produção animal. Princípios básicos
de estatística e de genética. Semelhança entre parentes. Endogamia. Herança e
meio ambiente. Seleção. Métodos de seleção. Exogâmia.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo
Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004.
BOWMAN, J. C. Introdução ao melhoramento genético animal. São Paulo,
EPU/USP, 1981.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
57
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São
Paulo: Nobel, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LOPES, P.S. Teoria do Melhoramento Animal, FEP MVZ Editora, 2006.
CRUZ, C. D.; REGAZZI, A. J. Modelos Biometricos Aplicados Ao
Melhoramento Genetico. 2ª ed. VICOSA-MG: EDITORA UFV, 1997.
SIQUEIRA, E.R. Raças e cruzamentos de ovinos. Viçosa: CPT, 2000.
Disciplina: Nutrição e Alimentação de Ruminantes
EMENTA
Carga horária
60
Anatomia e desenvolvimento do estômago de ruminantes, natureza do conteúdo
ruminal, processos digestivos no rúmen, utilização dos nutrientes pelos ruminantes.
Regulação do consumo de alimentos. Valor Nutritivo dos alimentos. Requerimentos
nutricionais dos ruminantes. Balanceamento de Rações.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes, 1a ed. Editora FUNEP, 2006.
VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de
Alimentos para Bovinos, 2a ed. , Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006
ARISTEU, M.; PEIXOTO, J.C.M.; VIDAL P. Nutrição de Bovinos: Conceitos
Básicos e Aplicados. 2ª ed., Editora: FEALQ - Edição: 1999.
VALADARES FILHO, S.C. PAULINO, P.V.R.; MAGALHÃES, K.A. Exigências
Nutricionais de Zebuínos e Tabelas de Composição de Alimentos / BR-Corte.
1ª ed. 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LANA, R.P. Sistema Viçosa de formulação de rações. 3ª ed. 2003.
Disciplina: Fisiologia e Biotecnologia da Reprodução
EMENTA
Carga horária
75
Introdução e revisão de anatomia e histologia do sistema genital feminino e
masculino. Aspectos aplicados de fisiologia ligados à reprodução. Eficiência
reprodutiva nos animais domésticos. Biotecnologia. Manejo reprodutivo e estação
de monta. Coleta, análise e congelamento do sêmen. Inseminação artificial e seus
protocolos. Sincronização e controle do ciclo estral.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas
Aplicadas à Reprodução Animal. Editora Varela, 2002.
B. HAFEZ, B.; HAFEZ, E.S.E. Reprodução Animal. 7ª edição, Editora Manole,
2003.
FONSECA, V. O., VALE FILHO, V.R., MIES FILHO, A., ABREU, J. J.
Procedimentos para exame andrológico e avaliação de sêmen animal. 1 e 2ª
edição, Ed. Colégio Brasileiro de Reprodução Animal.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NUNES, J., SUASSUNA, U., CIRIACO, L. Produção e reprodução de caprinos e
ovinos. 2ª ed., Gráfica LCR, Fortaleza, 1997.
ERGON, J.; GENTIL, V.M. Reprodução dos Animais Domésticos. Editora EBook, 2005.
Disciplina: Forragicultura Aplicada
EMENTA
Carga horária
75
Formação de pastagem. Degradação, recuperação e renovação de pastagem.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
58
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CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Valor nutritivo de plantas forrageiras. Manejo e adubação de pastagens. Irrigação
de pastagens. Controle de plantas daninhas. Conservação de forragens.
Integração lavoura pecuária. Sistema silvipastoril.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEIXOTO, A.M.; SILVA, J.C.M.; PED, C.G.S. Inovações tecnológicas no Manejo
de Pastagens. Editora: FEALQ, 2002.
PIRES, W. et al. Manual de Pastagem – Formação, Manejo e Recuperação. 1a
ed. Editora: Aprenda fácil, 2005
PEREIRA FILHO, I.A.; RODRIGUES, J.A.S.; Cruz, J.C. et al. Produção e
Utilização de Silagem de Milho e Sorgo. 1ª ed. 2004.
REIS, R.A. et al. (Org.). Volumosos na Produção de Ruminantes - Valor
Alimentício de Forragens. 2003.
VILELA, H. Pastagem. 1ª ed. Editora: Aprenda fácil, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PEIXOTO, A.M.; SILVA, J.C.M. Planejamento de Sistemas de Produção em
Pastagens. Editora: FEALQ, 2001.
Disciplina: Bromatologia Zootécnica
EMENTA
Carga horária
75
Conceitos em análise de alimentos. Coleta e processamento de amostras. Présecagem e secagem definitiva. Avaliação do teor protéico dos alimentos. Avaliação
da gordura bruta. Avaliação de componentes fibrosos em alimentos. Avaliação dos
componentes minerais dos alimentos. Avaliação enérgica dos alimentos. Sistemas
in vitro de avaliação de alimentos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de
Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de
Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV.
SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos (métodos químicos e biológicos)
Imprensa Universitária UFV. 2002. Viçosa, MG. 235p.
VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de
Alimentos para Bovinos, 2a ed., Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes, 1a ed. Editora FUNEP, 2006.
BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos, UFLA, Lavras, 2006.
Disciplina: Bioclimatologia Animal
EMENTA
Carga horária
60
Introdução ao Estudo de Bioclimatologia; Climas; Mecanismos de Regulação
Térmica dos animais; Efeitos do Ambiente sobre o Animal; Proteção dos Animais
no Meio Ambiente. Estresse térmico. Instalações climatizadas.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, J.C.C. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à produção
animal. belo Horizonte, FEP MVZ Editora. 2005.
FERREIRA, R.A. Maior Produção com Melhor Ambiente. 1ª ed. 2005.
SILVA, R.G. Introdução à Bioclimatologia Animal Editora: Livraria Nobel;2000.
SWENSON, M.J.; REECE, W.O. Dukes /fisiologia dos animais domésticos. 11a
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
59
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
SÉTIMO SEMESTRE
Disciplina: Produção e Nutrição de Caprinos
EMENTA
Carga horária
60
Caprinocultura no Brasil e no mundo. Produtos caprinos. Raças caprinas. Exterior e
julgamento de caprinos. Nutrição de caprinos. Reprodução de caprinos. Instalações
para caprinos. Controle zoosanitário do rebanho caprino. Manejo de caprinos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura – criação racional de caprinos, editora Nobel,
2003.
MOURA, S.; MARIA, G. DAS. Produção de caprinos, editora UFLA, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SANTOS, R. A criação da cabra & da ovelha no Brasil. Uberaba, MG:
Agropecuária Tropical, 2004.
Disciplina: Produção e Nutrição de Bovinos de corte
EMENTA
Carga horária
75
Pecuária de corte no Brasil. Características das principais raças de corte. Manejo
reprodutivo. Nutrição de bovinos em pastejo e em confinamento. Manejo dos
bezerros do nascimento à desmama. Manejo de machos da desmama ao abate.
Manejo de fêmeas da desmama ao primeiro acasalamento. Etologia e
comportamento de bovinos de corte. Instalações.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - III
SIMCORTE. 2002.
FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - IV
SIMCORTE. 2004.
FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - V
SIMCORTE. 2005.
MARQUES, D.C. Criação de bovinos. Editora CVP, 7ª ed., 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARISTEU, M.; PEIXOTO, J.C.M.; VIDAL P. Nutrição de Bovinos: Conceitos
Básicos e Aplicados. 2ª ed., Editora: FEALQ - Edição: 1999.
Disciplina: Construções Rurais e Ambiência
EMENTA
Carga horária
60
Resistência dos Materiais. Materiais de Construção. Ambiência em Edificações
Rurais. Conforto Animal. Custos de Construções. Sistemas de Ventilação Forçada
para Abrigos de Animais. Instalações para Suínos. Instalações para Aves.
Instalações para Cavalos. Instalações para Gado de Leite. Instalações para
Armazenamento de Pesticidas e Fertilizantes. Energia Solar. Energia Eólica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAÊTA, F.C.; SOUZA, C.F. Ambiência em Edificações Rurais – Conforto
Animal. Editora UFV, Viçosa, MG. 1997.
FABICHAK, I. Pequenas Construções Rurais. Editora Nobel, 2000.
LAZZARINI NETO, S. Instalações e Benfeitorias. 1a ed. Editora Aprenda Fácil,
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
60
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
2000
TEIXEIRA, V.H. Construções e ambiência – Instalações para suínos e aves.
Gráfica Universitária FAEPE/UFLA, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARAÚJO, R.C.L.; RODRIGUES, E.H.V.R.; FREITAS; E.G.A. Materiais de
Construção. Coleção Construções Rurais I. Editora Universidade Rural,
Seropédica, RJ. 2000.
CHAVES, R. Manual do Construtor. Ediouro Publicações S.A, Rio de Janeiro, RJ.
2001.
Disciplina: Nutrição e Alimentação de Monogástricos
EMENTA
Carga horária
60
Aspectos anatômicos e fisiológicos do aparelho digestivo dos monogástricos.
Consumo voluntário e processos digestivos dos nutrientes nas principais espécies
de monogástricos. Classificação e composição dos alimentos. Utilização de
proteínas, carboidratos, lipídeos, água, vitaminas e minerais pelos monogástricos.
Metabolismo e exigências nutricionais dos monogástricos. Métodos de expressar o
valor nutritivo de alimentos para monogástricos. Valor nutricional de alimentos para
monogástricos. Formulação e avaliação de rações para monogástricos. Aditivos na
Alimentação de Monogástricos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos. Lavras, Editora UFLA, 2006.
p.301.
INSTITUT NATIONAL DE LA RECHERCHE AGRONOMIQUE – INRA. Alimentação
dos animais monogástricos. Suínos, coelhos e aves.2ª ed.1999. 245p.
NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora. Belo Horizonte, MG.
1998. 387p.
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de
Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de
Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV.
SILVA, D. J., QUEIROZ, A. C. Análise de alimentos. Métodos químicos e
biológicos. Viçosa. 2006, 235 p. 3ª ed.
SWENSON, M.J.; REECE, W.O. DUKES. Fisiologia dos animais domésticos.
11ª Edição.Rio de Janeiro. Guanabara Koogan S.A. 1996. 856p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LANA, R.P.L. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades). UFV. 2005.
344p.
LEESON, S. & SUMMERS, J. D. Nutrition of the Chicken, University books, 2001,
591p.
McDOWELL, L. R. Minerals in animal and human nutrition, Academic Press,
1992, 524p.
NELSON, D. L., LEHNINGER, A. L., Cox, M. N. Lehninger princípios de
bioquímica; coordenação da tradução: Arnaldo Antonio Simões, Wilson Roberto
Navega Lodi. São Paulo: Sarvier, 2002. 3 ª ed. 975 p.
NUNES, I.J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. Editora FEP-MVZ,
1998.
Disciplina: Melhoramento Animal Aplicado
EMENTA
Carga horária
60
Avaliação genética de rebanhos. Métodos estimação de componentes de (co)
variância e predição de valores genéticos. Melhoramento de bovinos de corte e
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
61
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leiteiros. Melhoramento de suínos. Melhoramento de aves. Melhoramento de
caprinos. Melhoramento de ovinos. Uso da genética molecular na avaliação
genética animal.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo
Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004.
TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São
Paulo: Nobel, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
EMBRAPA – CNPGL Melhoramento genético de bovinos leiteiros, 2001. 256p.
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GENÉTIC E MELHORAMENTO ANIMAL, UFV.
Viçosa, 1999.
Disciplina: Produção e Nutrição de Bovinos de leite
EMENTA
Carga horária
75
Bovinocultura de leite no Brasil. Características das principais raças de leite.
Avaliação das opções genéticas para exploração de bovinos leiteiros em regiões
tropicais. Manejo reprodutivo. Crescimento de bovinos leiteiros. Manejo e Nutrição
dos bovinos leiteiros nas diferentes fases. Planejamento do rebanho leiteiro.
Instalações.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, J. C. Vacas Leiteiras:Aspectos Práticos da Alimentação. 1. ed.
Viçosa: Aprenda Fácil, 2000. v. 1. 196 p.
BORGES, Iran et al. (Org.). Anais do III Simpósio Mineiro de Nutrição de Gado
de Leite. 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MADALENA; F.E.; MATOS, L.L.; HOLANDA JR. E.V. Produção de Leite e
Sociedade: Uma Análise Crítica da Cadeia do Leite no Brasil, FEP MVZ
Editora, 2001.
OITAVO SEMESTRE
Disciplina: Parasitologia Zootécnica
EMENTA
Carga horária
60
Parasitos e parasitismo. Conceitos empregados em parasitologia. Relação
parasito-hospedeiro. Estudo da helmintologia, entomologia e protozoologia de
importância na produção animal. Morfologia, patogenia, epidemiologia e medidas
gerais de controle dos parasitos dos animais domésticos aplicada a zootecnia.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FORTES, E. Parasitologia Veterinária. 4ª ed., Editora: Ícone, 2004.
BOWMAN, D.D.; LYNN, R.C.; EBERHARD, M.L.; ALCARAZ, A. Parasitologia
Veterinária de Georgi. Editora Manole, 2006.
FOREYT, W.J. Parasitologia Veterinária – Manual de Referência. 5ª ed., Editora:
Roca, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GUIMARÃES, J.H.; TUCCI, E.C.; MORAES, D. Ectoparasitos de Importância
Veterinária. Editora: Plêiade, 2001.
BRISOLA, M.C. Entomologia Medica e Veterinária Editora Atheneu, 2001.
URQUHART, G.M.; ARMOUR, J.; DUNCAN, J.L. Parasitologia Veterinária. 2ª ed.,
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
62
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Editora: Guanabara Koogan, 1999.
Disciplina: Produção e Nutrição de Ovinos
EMENTA
Carga horária
60
Introdução ao estudo da ovinocultura. Raças Ovinas. A ovinocultura e a produção
de lã. A ovinocultura e a produção de carne. Nutrição de ovinos. Reprodução de
ovinos. Instalações para ovinos. Profilaxia das principais doenças.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PÉREZ, J.R. et al. (editores) ENCONTRO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 1.
Anais. Lavras: UFLA, 2000. 177p.
PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 2. Anais.
Lavras: UFLA, 2002. 218p.
PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA – Cadeia
Produtiva, 3. Anais. Lavras: UFLA, 2003. 344p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
RESENDE, M.D.V. de; ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de
ovinos. Curitiba; UFPR, 2002. 185p.
PÉREZ, J.R. Ovinocultura: aspectos produtivos. Lavras: GAO, 2002. 178p.
Disciplina: Produção e Nutrição de Aves
EMENTA
Carga horária
75
A cadeia produtiva avícola no Brasil e no mundo. Material genético empregado na
avicultura de corte e postura. Sistemas de produção. Instalações e equipamentos.
Ambiência e bem estar animal. Manejo de frangos de corte e poedeiras. Programas
de luz. Aspectos básicos e controle de síndromes metabólicas. Biosseguridade e
controle sanitário em avicultura. Manejo de matrizes. Manejo de incubação e
produção de pintos de corte. Elaboração e análise de índices zootécnicos.
Planejamento da produção de frangos de corte e postura. Planos nutricionais e
alimentares para frangos de corte e postura. Produção de outras aves de
importância zootécnica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COTTA, T. Frangos de corte: criação, abate e comercialização. Viçosa,
Aprenda Fácil, 2003. 238p.
COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002. 280p.
COTTA, T. Produção de pintinhos: manual prático. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002.
191p.
MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático. São Paulo, Nobel, 1999. 156p.
MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo, Nobel, 1982.
163p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALBINO, L.F.T., VARGAS JÚNIOR, J.G., SILVA, J.H.V. Criação de frango e
galinha caipira – avicultura alternativa. Viçosa. Ed. Aprenda Fácil, 2001. 124p.
BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos, UFLA, Lavras, 2006.
INRA, Alimentação dos Animais Monogástricos - Suínos, Coelhos e Aves, 2
ed., Ed. Roca, 1999.
MACARI, M.; MENDES. Manejo de Matrizes de Corte. 2005. 421p. FACTA.
MACARI, M.;GONZALES, E.. Manejo da Incubação. 2003. 537p. FACTA.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
63
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
MAZZUCO, H.; ROSA, P.S.; PAIVA, D.P.; JAENISCH, F.; MOY, J. Manejo e
produção de poedeiras comerciais. Concórdia, Embrapa-CNPSA, 1997. 67p.
(Embrapa-CNPSA. Documentos, 44).
MENDES, NAAS, I.A.; MACARI, M. Produção de Frangos de Corte. 2004. 356p.
FACTA
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de
alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de
Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV.
Disciplina: Produção e Nutrição de Suínos
EMENTA
Carga horária
75
A cadeia produtiva suinícola no Brasil e no mundo. Material genético empregado na
suinocultura. Sistemas de produção. Instalações e equipamentos. Manejo produtivo
nas unidades de reprodutores, gestação, maternidade, creche, crescimento e
terminação. Biosseguridade e controle sanitário em suinocultura. Manejo de
dejetos de suínos. Elaboração e análise de índices zootécnicos. Planejamento da
produção de suínos. Planos nutricionais e alimentares para suínos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e
tipificação de carcaças. Viçosa, UFV, 2006. 370p.
MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS.
2006. 272p. Vol. 1.
MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS.
2006. 302p. Vol. 2.
SOBESTIANSKI, J., WENTS, I.; SILVEIRA, P.R.S., SESTI, L.A.C. Suinocultura
intensiva: produção manejo e saúde do rebanho. Brasília: Embrapa SPI:
Concórdia. 1998. 388p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
INRA, Alimentação dos Animais Monogástricos - Suínos, Coelhos e Aves, 2
ed., Ed. Roca, 1999.
OLIVEIRA, P.A.V. Tecnologia para o manejo de resíduos na produção de
suínos: manual de boas práticas. Concórdia: EMBRAPA/CNPSA, 2004. 109p.
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de
Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de
Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV.
UPNMOOR, I. Produção de suínos: a matriz. Guaíba: Agropecuária. 2000.
UPNMOOR, I. Produção de suínos: da concepção ao desmame. Guaiba.
Agropecuária. 2000.
UPNMOOR, I. Produção de Suínos: Período Creche. Guaíba Agropecuária.2000.
Disciplina: Produção e Nutrição de Peixes
EMENTA
Carga horária
75
Importância da piscicultura. Anatomia e fisiologia dos peixes ênfase ao digestivo e
reprodutor. Instalações de uma piscigranja. Propriedades físico-químicas da água.
Espécies indicadas para a piscicultura. Exigências nutricionais. Alimentação de
peixes, formulação de ração e manejo alimentar. Piscicultura integrada. Transporte,
comercialização e conservação do peixe. Limnologia.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
64
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. Editora
Tecart, 2004.
OSTRENSKY, A.; BOEGER, W. Piscicultura - Fundamentos e Técnicas de
Manejo. Editora Agropecuária. 1998.
ONO, E.A.; KUBITZA, F. Cultivo de peixes em tanques-rede. Funep –
Jaboticabal, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARDINI, L.B.L.F.; MARDINI, C.V. Cultivo de peixes e seus segredos. Editora:
ULBRA 2000.
LOGATO, P.V.R. Nutrição e Alimentação de Peixes de Água Doce. Editora:
Aprenda Fácil, 2000.
NONO SEMESTRE
Disciplina: Avaliação e Tipificação de Carcaça
EMENTA
Carga horária
60
Introdução ao estudo de avaliação e tipificação de carcaça, Principais conceitos.
Instalações e equipamentos necessários ao estudo e avaliação e tipificação.
Elementos e métodos utilizados na avaliação e tipificação. Tipificação e
composição físicas das carcaças das diferentes espécies. Avaliação da carne dos
diversos grupos genéticos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Curso qualidade da
carne e dos produtos cárneos. Bagé: EMBRAPA CPPSul. (Documentos, 24),
2000. 174 p.
GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e tipificação
de carcaças. Viçosa: UFV, 2006. 370p
LUCHIARI FILHO, Albino. Pecuária da carne bovina. 1ª ed. São Paulo: LinBife,
2000. 134p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARROS, G.C.de; VIANNI, M.da C.E. Tecnologia aplicada às carnes bovina,
suína e de aves, da produção ao consumo.Seropédica: UFRRJ/DTA, 1979.
116p.
BOGGS, D.L.; MERKEL, R.A.; DOUMIT, E.M. Livestock and carcasses. An
integrated approach to evaluation, grading, and selection, 5th ed. London:
Kendall/Hunt, 1998. 589p.
Disciplina: Extensão Rural
EMENTA
Carga horária
45
Origem da extensão rural; origem, princípios e a implantação da extensão rural no
Brasil; extensão rural no estado do Mato Grosso; modernização da agricultura
brasileira; o processo geral de adoção de tecnologia pelos produtores rurais;
planejamento participativo – fundamentos teóricos; noções de crédito rural; a
municipalização da agricultura; organização rural; comunicação rural; metodologia
de extensão rural; desenvolvimento agropecuário.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FONSECA, M.T.L. A extensão rural no Brasil, Editora: LOYOLA, 1ª Edição
BROSE, M. Participação na extensão rural, Editora: TOMO EDITORIAL
1ª Edição – 2004
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
65
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
BROSE, M.; BARTH, J. Participação e desenvolvimento local, Editora: SULINA,
1ª Edição – 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MASSELLI, Maria Cecília. Extensão rural entre os sem-terra. Piracicaba/SP,
Unimep, 1998.
ANDRADE, I.R. Difusão de inovações e extensão rural, Editora: LIVROS
HORIZONTE, 1ª Edição – 1987
BROSE, M. Metodologia participativa - uma introdução. Editora: TOMO
EDITORIAL 1ª Edição - 2001
Disciplina: Tecnologia de Produtos de Origem Animal
EMENTA
Carga horária
90
Composição bioquímica, principais componentes e características organolépticas
do leite, carne, pescado, ovos e mel. Normas e padrões para funcionamento de
indústrias de produtos de origem animal (RIISPOA e outros). Processos gerais de
conservação e elaboração de derivados e subprodutos de origem animal. Abate de
animais, preparo de carcaças, cortes e subprodutos de carne. Higiene e
sanitização de indústrias de produtos de origem animal.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Fellows. Tecnologia do Processamento de Alimentos - Principios e Prática
Editora: Artmed - Edição: 2006 - 2º Edição BEHMER, M L Tecnologia do Leite
Editora: Nobel - Edição: 1996.
Contreras - Coordenadora da Edição. Qualidade da Carne Editora: Varela Editora
- Edição: 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PARDI, M.C.; SANTOS, I.F.; SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência, Higiene e
Tecnologia da Carne; Ciência e Higiene da Carne. Goiânia, CEGRAF-UFG, v.
1,1993. 586p.
CAMARGO, R. Tecnologia dos produtos agropecuários – alimentos. 1 ª ed.
São Paulo, Ed. Nobel, 1984.
EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 1994.
OGAWA, M. & MAIA, E. L. Manual da pesca: Ciência e tecnologia do pescado.
São Paulo: Varela, 1992
SBCTA. Manual de boas práticas de fabricação para a indústria de alimentos. São
Paulo: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos,. 1990.
OPTATIVAS
Disciplina: Introdução à Informática
EMENTA
Carga horária
45
Introdução à Informática; Algoritmos; Introdução a Sistemas Operacionais; Uso de
processadores de texto; Uso de planilhas eletrônicas. Sistemas de Informação.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Brookshear, J. G., Ciência da Computação - Uma Visão Abrangente. Porto Alegre:
Bookman, 2000.
Divério, T. A., Menezes, P. B. Teoria da Computação: Máquinas Universais e
Computabilidade. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1999.
Forbellone, A. L. V., Eberspächer, H. F. Lógica de Programação – A Construção de
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
66
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Algoritmos e Estrutura de Dados. São Paulo: Makron Books, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Menezes, P. B. Linguagens Formais e Autômatos. Porto Alegre: Sagra Luzzato,
1998.
Papadimitriou, C. H., Lewis, H. R. Elementos da Teoria da Computação. Califórnia:
Bookman. 1999.
DISCIPLINA: Inglês
Instrumental
EMENTA
Carga horária
45
Nível básico de uso da língua Inglesa. Comunicação oral em sala de aula, leitura
de livros e periódicos especializados, elaboração escrita de resumos. Estudo de
itens gramaticais e de vocabulário.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SOUZA, A.G.F. Leitura em língua inglesa, editora: Bantim, 2005.
TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o Inglês Descomplicado, 8ª
edição, editora Saraiva, 2000.
VELLOSO, M.C. Inglês Instrumental para Concursos, 10ª edição, editora Vestcon,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PEREIRA, C.A. Inglês Para O Vestibular, Editora Elsevier, 2006.
STEINBERG, M. Inglês norte americano pronuncia e morfologia, editora Nova
Alexandria, 2006.
TURCHICK, A.M.; TURCHICK, M.R. Língua Inglesa Ensino Médio, editora Brasil,
2005.
Disciplina: Libras
EMENTA
Carga horária
60
Características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de
sintaxe com apoio de recursos audio-visuais; Noções de variação. Praticar Libras:
desenvolver a expressão visual-espacial.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRITO, L. F. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro. Tempo
Brasileiro Nº Edição: Ano: 1995.
COUTINHO, D. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e diferenças. João
Pessoa. Arpoador.2000.
FELIPE, T. A. Libras em contexto. Brasília Editor: MEC/SEESP. Ed. 7. 2007.
Disciplina: Taxonomia vegetal
EMENTA
Carga horária
60
Introdução à taxonomia. Nomenclatura botânica. Sistemas de classificação.
Métodos de coleta. Herbário. Sistemática de fanerógamas. Polinização e
reprodução em fanerógamas. Caracterização e identificação das principais famílias
de interesse econômico das fanerógamas.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARROSO, G.M.; GUIMARÃES, E.F.; ICHASO, C.L.F.; COSTA, C.G. & PEIXOTO,
A.L. 1991. Sistemática de Angiospermas do Brasil – vol. 1, 2 e 3. Viçosa, Ed. UFV.
2ª ed. 309 pp.
JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELLOGG, E.A. & P.F. STEVENS. 2001. Plant
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
67
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Systematics – a phylogenetic approach. Sinauer Associates Inc. 464 pp.
SOUZA, V.C. & LORENZI, H. 2005. Botânica Sistemática – guia ilustrado para
identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG II.
Ed. Plantarum. 640 pp.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDREATTA, R.H.P. & TRAVASSOS, O.P. Chaves para determinar as famílias de
Pteridophyta, Gymnospermae e Angiospermae. Rio de Janeiro, Ed. Universitária
Santa Úrsula., 1994.
BEZERRA, P. & FERNANDES, A. Fundamentos de Taxonomia Vegetal. Fortaleza,
Ed. UFC. 114 pp, 1984.
ARANHA, C.; LEITÃO, H.F. & YAHN, C.A. Sistemática de Plantas Invasoras. Vol. I,
II e III. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. Campinas, SP. 906 pp. 1987.
Disciplina: Bioquímica Aplicada
EMENTA
Carga horária
60
Princípios da bioenergética. Oxidações biológicas. Metabolismo de glicídeos.
Metabolismo de lipídeos. Metabolismo de proteínas. Metabolismo de nucleotídeos.
Integração e regulação metabólica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BACILA, M. Bioquímica Veterinária, editora Robe, 2003.
DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas, 4a edição, Edgard
Blücher Ltda, 2000.
LEHNINGER. A.; NELSON, D.L.; COX, M. M. Princípios da Bioquímica, 3a edição,
editora Sarvier, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAMPBELL, MARY K. Bioquímica, 3a edição, Edição Universitária, Porto Alegre:
Artmed, 2000.
CHAMPE, P. C., HARVEY, R. A., FERRIER, D. R. Bioquímica Ilustrada, 3a edição,
Porto Alegre: Artmed, 2006.
KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos ruminantes, 1a edição, Santa Maria: UFSM,
2002.
NEPOMUCENO, M. F.; RUGGIERO, A.C. Manual de Bioquímica: Roteiros de
Análises Bioquímicas Qualitativas, 1a edição, Tecmed, 2004.
VOET, D., VOET, J.G. Bioquímica, 3a edição, Porto Alegre: Artmed, 2006.
VOET, D.; VOET, J.G.; Pratt, C.W. Fundamentos de Bioquímica, Porto Alegre:
Artmed, 2002
Disciplina: Farmacologia Aplicada à Zootecnia
EMENTA
Carga horária
45
Introdução ao estudo da farmacologia. Mecanismos de ação de fármacos e relação
dose resposta. Aplicação de medicamentos e vacinas. Absorção. Distribuição.
Biotransformação. Eliminação. Fatores que influenciam as ações e efeitos dos
medicamentos. Estudo dos principais agentes antimicrobianos. Estudo dos
principais agentes anti-parasitários. Anabolizantes.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOOTH, N.H.; McDONALD, L.E. Farmacologia e Terapeutica em Veterinaria. 8ª
edição. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2003.
KATZUNG, B.G. Farmacologia Básica e Clínica. 8ª edição. Guanabara Koogan,
Rio de Janeiro, 2002.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
68
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
CRAIG, C.R.; STITZEL, R.E. Farmacologia Moderna. 6ª edição. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HARVEY, R.A.; CHAMPE, P.C. Farmacologia Ilustrada. 2ª edição. Editora Artes
Médicas, Porto Alegre, 1998.
RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M.; MOORE, P.K. Farmacologia. 5ª edição.
Artmed, Porto Alegre, 2004.
SPINOSA, H.S.; GÓRNIAK, S.L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia Aplicada À
Medicina Veterinária. 4ª edição. Guanabara koogan – Rio de Janeiro, 2006.
Disciplina: Cooperativismo
EMENTA
Carga horária
45
A organização cooperativa. A organização formal das cooperativas. O sistema
cooperativista. Problemas e perspectivas do cooperativismo brasileiro.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALVES, F.A.; MILANI, I.A. Sociedades Cooperativas. 2ª edição, Editora: Juarez
De Oliveira, p. 224, 2002.
OLIVEIRA, D.P.R. Manual de gestão das cooperativas: Uma Abordagem
Prática, 3ª Edição (2006) Editora Atlas
POLONIO, W.A. Manual das sociedades cooperativas. 4ª Edição (2004 Editora
Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NEVES, M.F. CÔNSOLI, M.A. Estratégias para o leite no Brasil 1ª Edição (2006)
Editora Atlas
ANCELES, P.E.S. Manual de tributos da atividade rural 2ª Edição (2002) - Editora
Atlas
PELEGRINO, A. Trabalho rural. 8ª Edição (1999) – Editora Atlas
Disciplina: Agronegócio
EMENTA
Carga horária
45
A evolução do setor agrícola brasileiro. A modernização da agricultura. O
crescimento do agronegócio. A produção de alimentos e fibras. A produção
florestal. A agroindustrialização.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO, M.J. Fundamentos de Agronegócio. 2ª edição, editora Atlas, p. 152,
2005.
ZYLBERSZTAJN, D.; NEVES, M.F.; NEVES, E.M. Agronegócio do Brasil. Editora
Saraiva p. 152, 2005
CALLADO, A.A.C. Agronegócio. Editora atlas, p. 146, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARION, J.C. Contabilidade da pecuária. 7ª edição, editora atlas, p. 192, 2004.
SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na
agropecuária. 3ª edição, editora atlas, p. 168, 2002.
CAIXETA-FILHO, J.V.; GAMEIRO, A.H. Transporte e Logística em Sistemas
Agroindustriais. Editora atlas, p. 222, 2001.
Disciplina: Sociologia Rural
EMENTA
Carga horária
45
Conceitos de sociologia e as principais divisões. Sociedade, natureza e cultura. A
comunidade urbana e a comunidade agrária. Planejamento comunitário.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
69
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRAGA, G. M.; KUNSCH, M. M. K. Comunicação rural: discurso e prática,
Viçosa/MG, Imprensa Universitária, 1993.
CAVALCANTI, J. E. A.; AGUIAR, D. R. D. Política agrícola e desenvolvimento
rural, Viçosa/MG, Universidade Federal de Viçosa, 1996.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia Geral, 7a edição,
editora Atlas, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHARON, J. M. Sociologia, editora Saraiva,1999.
SILVA, J.G. O novo rural brasileiro, Campinas: Unicamp, 1999.
ABRAMOVAY, R.O. Futuro das Regiões Rurais, Porto Alegre: UFRGS,.2003.
Disciplina: Manejo de Dejetos dos Animais
EMENTA
Carga horária
60
Origem e composição dos dejetos animais. Formas de tratamento e utilização dos
dejetos produzidos na criação de animais. Estudos das inter-relações entre o
ambiente, o animal e a eficiência econômica dos sistemas de produção. Educação
ambiental. Legislação ambiental. Estudo e avaliação de impacto ambiental.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LINDNER, E. A. Legislação Ambiental vigente. Ed. EPAGRI/EMBRAPA-CNPSA,
106 p. 1995.
VON SPERLING, M. Lagoas de estabilização: princípios do tratamento
biológico de águas residuárias. DESA-UFMG, 1996, 134p.
OLIVEIRA, P.A.V. Manual de manejo e utilização dos dejetos de suínos.
Concórdia: EMBRAPA - CNPSA. Documentos, 27, 88p 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JORDÃO, E. P.; PESSÔA, C. A. Tratamento de Esgotos Domésticos. 3a Ed.
ABES, Rio de Janeiro, RJ. 720p, 1995.
SOBESTIANSKY, J., WENTZ, I., SILVEIRA, PRS., SESTI, LAC. Suinocultura
Intensiva. Brasília: EMBRAPA, 1998. 387 p.
Disciplina: Planejamento Pecuário
EMENTA
Carga horária
60
Conceitos de planejamento e de sistema. Fatores que interferem no processo de
planejamento. Institucionalização do processo de planejamento. Projetos e planos
de ação. Orçamentação. Análise de investimentos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DE ALMEIDA, M. I. R. Manual de Planejamento Estratégico, 2ª edição, editora
Atlas, 2003.
DE OLIVEIRA, D.P. R. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia e
Práticas, 22ª edição, editora Atlas, 2005.
WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos: Planejamento, Elaboração e Análise, 1ª
edição, editora Atlas, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DOS SANTOS, G. J.; MARION, J. C.; SEGATTI, S. Administração de custos na
agropecuária, 3ª edição, editora Atlas, 2002.
LEONE, G. S. G. Custos: planejamento, implantação e controle, 3ª edição, editora
Atlas, 2000.
PELEGRINO, A. Trabalho rural, 8ª edição, editora Atlas, 1999.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
70
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
SILVA, C.A.B.; FERNANDES, A.R. Projetos de empreendimentos agroindustriais,
vol 1, editora UFV, 2003.
TUBINO, D. F. Manual de planejamento e controle da produção, 2ª edição, Editora
Atlas, 2000
Disciplina: Manejo de Plantas Daninhas
EMENTA
Carga horária
60
Classificação das plantas daninhas. Mecanismos de reprodução e dispersão.
Dinâmica de populacional das plantas daninhas em agroecossistemas. Banco de
sementes de plantas daninhas em áreas agrícolas. Identificação e sistemática das
plantas daninhas. Métodos de análise da vegetação daninha Interferência entre
plantas daninhas e cultivadas. Medidas preventivas de controle. Controle biológico.
Medidas mecânicas de controle. Medidas químicas de controle das plantas
daninhas. Resistência de plantas daninhas aos herbicidas. Ecotoxicologia dos
defensivos agrícolas. Culturas geneticamente modificadas resistentes aos
herbicidas.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA ARQUITETURA E AGRONOMIA.
Controle Integrado de Plantas Daninhas. 2ª Edição , CREA, São Paulo, 1985.
161p.
RODRIGUES, B. N.; ALMEIDA, F. S. Guia dos herbicidas. 4.ed. Londrina: 1998.
648 p.VIDAL, R. A.; MEROTTO, A. Herbicidologia. Porto Alegre: 2001. 152 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MATIELLO, R. R.; RONZELLI,P.; PURÍSSIMO, C. Mecanismos de resistência:
fatores biológicos, agronômicos e genéticos. In: Curso de Manejo da Resistência
de Plantas aos Herbicidas, 1999. p. 27-40.
SANTOS, F. J. et al. Controle químico de plantas daninhas na cultura do arroz
irrigado no Estado do Ceará. Planta Daninha, v. 18, n. 1, p. 29-37, 2000.
Disciplina: Culturas de Interesse Zootécnico
EMENTA
Carga horária
60
Cana-de-açúcar. Mandioca. Milho. Soja. Sorgo. Milheto. Importância econômica.
Botânica. Variedades ou híbridos. Solos e adubação. Plantio. Rotação e consórcio.
Controle de plantas daninhas. Pragas e doenças. Colheita. Armazenamento.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MIRANDA, G.V.; SANTOS, I.C.; GALVÃO, J.C.C. et al. Guia Técnico para
Produção de Milho. 1ª ed. 2005.
GALVÃO, J.C.C.; MIRANDA, G.V. et al. Tecnologias de Produção de Milho. 1ª
ed. 2004.
PEREIRA FILHO, I.A.; RODRIGUES, J.A.S.; Cruz, J.C. et al. Produção e
Utilização de Silagem de Milho e Sorgo. 1ª ed. 2004.
OTSUBO, A.A.; MARTINS, C.S.; MERCANTE, F.M. Aspectos do cultivo da
mandioca em Mato Grosso do Sul. Editora: Uniderp. 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PORTELLA, J.A. Colheita de Grãos Mecanizada. Editora Aprenda Fácil, 2000
Disciplina: Etologia e Bem Estar Animal
EMENTA
Carga horária
60
Noções básicas de comportamento animal, fatores ambientais que alteram o
comportamento dos animais domésticos, comportamento social, instinto e
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
71
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
aprendizagem. Motivação, estímulos e comunicação. Hormônios e o
desenvolvimento do comportamento. O bem estar dos animais de produção e
companhia. Manejo e ambiência para o bem estar. Questões científicas, éticas e
morais da utilização dos animais.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
JENSEN, P. The Ethology of domestic animals: an introductory text, CABI
Publishing, Oxford, Reino Unido, 2002.
LORENZ, K. Os fundamentos da Etologia, editora UNESP, 1995.
PRADA, I. A alma dos animais, editora Mantiqueira, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HUAHY, R. O Extermínio dos Animais, editora Zit, 2006.
COSTA, P.; CROMBERG, V.U. Comportamento Materno em Mamíferos. Bases
teóricas e aplicações aos ruminantes domésticos, editora Mateus J.R, 1998.
DEHASSE, J.; BUYSER, C. Comportamento e Educação do Cão, editora Varela,
1995.
DAWKINS, M.S. Explicando o Comportamento Animal, São Paulo: Manole, 1989.
LANDSBERG, G.; HUNTHAUSEN, W.; ACKERMAN, L. Problemas
comportamentais do cão e do gato, editora Roca.
MILLS, D.S.; NANKERVIS, K.J. Comportamento eqüino – Princípios e prática,
editora Roca.
SINGER, P. Libertação Animal, Editora Lugano, 2004
Disciplina: Nutrição e Alimentação de Cães e Gatos
EMENTA
Carga horária
60
Mercado de alimentos para animais de estimação. Introdução à nutrição de cães e
gatos. Fisiologia da digestão e da absorção. Necessidades nutricionais de cães e
gatos. Alimentos para cães e gatos. Manejo produtivo e alimentar de cães e gatos
nas diferentes categorias. Processamento de alimentos para cães e gatos. Noções
de experimentação e avaliação de alimentos para cães e gatos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORGES, F. M. O., NUNES, I. J. Nutrição e Manejo Alimentar de Cães na
Saúde e na Doença. Cadernos Técnicos da Escola de Veterinária da UFMG, EVUFMG, Belo Horizonte N.1 1998, 103p.
CBNA. VII Simpósio sobre Nutrição de Animais de Estimação. Colégio
Brasileiro de Nutrição Animal. Campinas, Anais..., Campinas, 2008. 129p.
NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora. Belo Horizonte, MG.
1998. 387p.
SWENSON, M.J.; REECE, W.O. DUKES. Fisiologia dos animais domésticos.
11ª Edição.Rio de Janeiro. Guanabara Koogan S.A. 1996. 856p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASE, L.P.; CAREY, D.P.; HIRAKAWA, D.A. Nutrição canina e felina – Manual
para profissionais. Madri: Harcourt Brace de España, 1998. 424p.
EDNEY, A.T.B. Nutrição do cão e do gato – Um manual para estudantes,
veterinários, criadores e proprietários. São Paulo: Malone, 1987. 146p.
NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient requirements of cats,
National Academy of Sciences, Washington DC, National Academy Press 1986.
NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient requirements of dogs.
National Academy of Sciences, Washington DC, National Academy Press, 1985.
ROYAL CANIN, Principios Generales de la Nutrition Felina. Cap. Las Proteinas.
Royal Canin. Pag. 22 a 23, 1994.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
72
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Disciplina: Produção e Nutrição de Animais Silvestres e Exóticos
EMENTA
Carga horária
60
Espécies de interesse comercial. Viabilidade econômica, produtos e mercados.
Criações de interesse zootécnico: comportamento, aptidões, instalações, manejo
reprodutivo, nutricional e sanitário das diversas espécies. Portarias e instruções
normativas do IBAMA que regulamentam projetos comerciais da fauna.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Emas. Editora Aprenda Fácil, 2003.
HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Capivaras. Editora Aprenda Fácil,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEEMING, D.C. Incubação de Ovos de Avestruz, Ema, Emu e Casuar, 2006.
Disciplina: Produção e Nutrição de Eqüinos
EMENTA
Carga horária
60
Introdução à criação de eqüídeos. Raças. Seleção e uso. Localização e
instalações. Manejo sanitário, nutricional e reprodutivo. Doma racional. Podologia.
Primeiros socorros. Preparação de animais para exposição, leilões e/ou
competição. Equitação. Uso de computadores no gerenciamento do haras.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MEYER, H. Alimentação de Cavalos. Livraria Varela, p. 303, 1995.
MILLS, D.; NANKERVIS, K. Comportamento Eqüino – Princípios e Prática.
Editora Roca, p. 224,
Torres, A.P.; Jardim, W.R. Criação de cavalos e de outros eqüinos, Editora :
Nobel, 3ª edição
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JONES, W.E. Genética e criação de cavalos. Editora Roca, p. 666, 1987.
Disciplina: Produção e Nutrição de Bubalinos
EMENTA
Carga horária
60
Origem dos búfalos. Importância econômica dos búfalos. Estudo do exterior dos
bubalinos. Manejo produtivo e reprodutivo. Nutrição e Alimentação. Seleção e
melhoramento. Sistemas de criação e seus componentes. Ambiência e manejo das
instalações e equipamentos. Índices zootécnicos
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NASCIMENTO, C.; CARVALHO, L.O.M. Criação de búfalos: alimentação,
manejo, melhoramento e instalações. Brasília: EMBRAPA-SPI, p. 403,1993.
BARNABE, V.H.;TONHATI, H.; Pietro Sampaio BARUSELLI, P.S. Anais do 1º
Simpósio Paulista de Bubalinocultura. Editora Funep, p. 202, 1999.
ASSUMPÇÃO, J.C. Bufalando Sério. Editora: Agropecuária, p. 131, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SAMARA, S.I.; DUTRA, I.S.; FRANCESCHINI, P.H.; FILHO, J.R.M.; CHACUR,
M.G.M. Sanidade e Produtividade em Búfalos. Editora Funep, p. 202, 1993.
LAU, H.D. Doenças em Búfalos no Brasil. Editora: Embrapa, p. 202, 1999.
BARUSELLI, P.S. Manual de Inseminação Artificial em Búfalos. Editora:
Associação Brasileira de Criadores de Búfalos, ABCB, p. 33, 2002.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
73
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Disciplina: Apicultura
EMENTA
Carga horária
60
Introdução ao estudo da apicultura. Morfologia e biologia das abelhas melíferas.
Povoamento de apiários. Instalações e equipamentos em apicultura. Manejo,
classificação, produtos elaborados e polinização pelas abelhas. Higiene e profilaxia
em apicultura. Alimentos e alimentação das abelhas.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRANDÃO, A.L.S.; BOARETTO, M.A.C. Apicultura Atual - Diversificação de
Produtos, editora UESB, 1990.
WIESE, H. Novo manual de Apicultura, Livraria editora Agropecuária, 1995.
WINSTON, M.L. Biologia da abelha, editora Magister, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COUTO, R.H.N.; COUTO, L.A. Apicultura: manejo e Produtos, 3ª edição, Editora
FUNEP, 2006.
FILHO, R.P. Apicultura, editora SEBRAE/MT, 1997.
WIESE, H. Apicultura: Novos Tempos, 2a edição, editora Agro Livros, 2005.
Disciplina: Tópicos Especiais em Forragicultura
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em forragicultura
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALCÂNTARA, P.B. & BUFARAH, G. Plantas Forrageiras - Gramíneas e
Leguminosas. São Paulo: Nobel, 1988. 162p.
CARVALHO, M.M. de; CRUZ FILHO, A.B. da. Estabelecimento de pastagens.
Coronel Pacheco: EMBRAPA - CNPGL, 1985. 46p. (EMBRAPA-CNPGL. Circular
Técnica, 26).
CROWDER, L.V.; CHEDA, H.R. Tropical grassland husbandry. New York:
Longman, 1982. 562p.
GARDNER, A.L.; ALVIN, M.J. Manejo de pastagens. Coronel Pacheco: EMBRAPA
- CNPGL, 1985. 54p. (EMBRAPA - CNPGL. Documentos, 19).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MATTOS, H.B.; ed., et al. Calagem e adubação de pastagens. Piracicaba:
Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato, 1986. 476p.
MITIDIERI, J. Manual de gramíneas e leguminosas para pastos tropicais. São
Paulo: Nobel, 1982. 198p.
MORAES, Y.J.B. de. Forrageiras - conceitos, formação e manejo. Guaíba-RS:
Guaíba Agropecuária, 1995. 215p.
Disciplina: Tópicos Especiais em Bovino de Corte
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em produção de bovinos de corte.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - III
SIMCORTE. 2002.
FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - IV
SIMCORTE. 2004.
FIGUEIREDO, F.C. et al. (Org.). Simpósio de Produção de gado de Corte - V
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
74
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
SIMCORTE. 2005.
MARQUES, D.C. Criação de bovinos. Editora CVP, 7ª ed., 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARISTEU, M.; PEIXOTO, J.C.M.; VIDAL P. Nutrição de Bovinos: Conceitos
Básicos e Aplicados. 2ª ed., Editora: FEALQ - Edição: 1999.
Disciplina: Tópicos Especiais em Bovino de Leite
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em produção de bovinos de leite.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, J. C. Vacas Leiteiras:Aspectos Práticos da Alimentação. 1. ed.
Viçosa: Aprenda Fácil, 2000. v. 1. 196 p.
BORGES, Iran et al. (Org.). Anais do III Simpósio Mineiro de Nutrição de Gado
de Leite. 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MADALENA; F.E.; MATOS, L.L.; HOLANDA JR. E.V. Produção de Leite e
Sociedade: Uma Análise Crítica da Cadeia do Leite no Brasil, FEP MVZ
Editora, 2001.
Disciplina: Tópicos Especiais em Pequenos Ruminantes
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em produção de ovinos e caprinos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOURA, S.; MARIA, G. DAS. Produção de caprinos, editora UFLA, 2003
PÉREZ, J.R. et al. (editores) ENCONTRO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 1.
Anais. Lavras: UFLA, 2000. 177p.
PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 2. Anais.
Lavras: UFLA, 2002. 218p.
PÉREZ, J.R. et al. (editores) SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA – Cadeia
Produtiva, 3. Anais. Lavras: UFLA, 2003. 344p.
RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura – criação racional de caprinos, editora Nobel,
2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PÉREZ, J.R. Ovinocultura: aspectos produtivos. Lavras: GAO, 2002. 178p.
RESENDE, M.D.V. de; ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de
ovinos. Curitiba; UFPR, 2002. 185p.
SANTOS, R. A criação da cabra & da ovelha no Brasil. Uberaba, MG:
Agropecuária Tropical, 2004.
Disciplina: Tópicos Especiais em Aves
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em produção de aves de postura e de corte
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COTTA, T. Frangos de corte: criação, abate e comercialização. Viçosa,
Aprenda Fácil, 2003. 238p.
COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002. 280p.
COTTA, T. Produção de pintinhos: manual prático. Viçosa, Aprenda Fácil, 2002.
191p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
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75
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático. São Paulo, Nobel, 1999. 156p.
MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo, Nobel, 1982.
Disciplina: Tópicos Especiais em Suínos
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em produção de suínos
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e
tipificação de carcaças. Viçosa, UFV, 2006. 370p.
MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS.
2006. 272p. Vol. 1.
MAFESSONI, E.L. Manual prático de suinocultura. Ed. UPF, Passo Fundo,RS.
2006. 302p. Vol. 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SOBESTIANSKI, J., WENTS, I.; SILVEIRA, P.R.S., SESTI, L.A.C. Suinocultura
intensiva: produção manejo e saúde do rebanho. Brasília: Embrapa SPI:
Concórdia. 1998. 388p.
Disciplina: Tópicos Especiais em Melhoramento Animal
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em melhoramento animal
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo
Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004.
TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São
Paulo: Nobel, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
EMBRAPA – CNPGL Melhoramento genético de bovinos leiteiros, 2001. 256p.
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GENÉTIC E MELHORAMENTO ANIMAL, UFV.
Viçosa, 1999.
Disciplina: Tópicos Especiais em Peixes
EMENTA
Carga horária
45
Estudo de temas atuais de interesse em produção de peixes
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo
Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004.
TORRES, A. P. Melhoramento dos rebanhos: Noções fundamentais. 5ª.ed. São
Paulo: Nobel, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N.
Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. Editora
Tecart, 2004.
OSTRENSKY, A.; BOEGER, W. Piscicultura - Fundamentos e Técnicas de
Manejo. Editora Agropecuária. 1998.
ONO, E.A.; KUBITZA, F. Cultivo de peixes em tanques-rede. Funep –
Jaboticabal, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARDINI, L.B.L.F.; MARDINI, C.V. Cultivo de peixes e seus segredos. Editora:
ULBRA 2000.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
76
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
LOGATO, P.V.R. Nutrição e Alimentação de Peixes de Água Doce. Editora:
Aprenda Fácil, 2000.
Disciplina: Tecnologia de Industrialização de Rações
EMENTA
Carga horária
75
Legislação, política e mercado na indústria de rações e suplementos. Noções sobre
projetos de fábricas de rações. Formulação, confecção e análise de pré-misturas e
suplementos. Processos e operações básicas. Controle de qualidade de matérias
primas. Principais máquinas e equipamentos. Fases do processo de elaboração de
rações. Boas práticas de fabricação de rações.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANFAR. Métodos Analíticos de Controle de Alimentos para Uso Animal.
ANFAR, São Paulo, 1992.
CBNA. Seminário sobre Tecnologia da Produção de Rações, 4. Colégio
Brasileiro de Nutrição Animal. Campinas, Anais..., Campinas, 1994.
CBNA. Simpósio sobre Nutrição Animal e Tecnologia da Produção de Rações.
Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. Campinas, Anais..., Campinas, 1998. 234 p.
COMPÊNDIO
brasileiro
de
alimentação
animal.
São
Paulo:
SINDIRAÇÕES/ANFAR; Campinas: CBNA; Brasília: MA/SDR, 2005. 204 p.
NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora. Belo Horizonte, MG.
1998. 387p.
Nunes, I. J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. Belo Horizonte:FEPMVZ
editora, 1998. 185p
SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL. Manual:
Programa Feed & Food. São Paulo: SINDIRAÇÕES:ANFAL: ASBRAM, 2006.
34p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes, 1a ed. Editora FUNEP, 2006.
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de
Alimentos e exigências nutricionais. 2ª Ed. Viçosa, MG: Universidade Federal
de Viçosa, 2005. 186p. Editora UFV.
SOUZA, M.D. Como Produzir Ração na Fazenda. Viçosa: CPT, 2000.
VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de
Alimentos para Bovinos, 2a ed., Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006.
Disciplina: Julgamento e Ezognósia de Animais Domésticos
EMENTA
Carga horária
45
Introdução ao estudo da zootecnia. As espécies domésticas e sua origem. Estudo
do exterior dos animais domésticos. As raças e os demais grupos zootécnicos. Os
caracteres raciais e os caracteres econômicos. Estudo do exterior e principais
raças de bovinos, ovinos, caprinos, suínos, aves, eqüinos e coelhos. Zoometria,
mensurações, barimetria, índices e apreciação zootécnica. Determinação da idade
em bovinos, eqüinos, ovinos e caprinos. Apreciação sanitária dos animais.
Identificação e resenha. Classificação. Relação exterior e função produtiva.
Julgamento de animais. Importância do julgamento, documentos, procedimentos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORGES, I.; SILVA, A. G. M.; ORZZI, R. Caprinovinocultura:Organização da
Cadeia Produtiva IN: Encontro de Caprino-Ovinocultores de Corte da Bahia, 3,
Salvador, 2003: Anais. - Salvador: Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos
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77
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CAMPUS SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
da Bahia, 2003
CAMARGO, M. X. & CHIEFFI, EZOOGNOSIA ED. INST. ZOOT. 1971
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo
Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
RESENDE, M. D. V.; ROSA-PEREZ, J. R. H. Genética e melhoramento de ovinos,
Curitiba, Ed. UFPR, 2002, 185 p.
TORRES, A. P. & JARDIM. W. R. SAO PAULO MANUAL DE ZOOTECNIA ED.
CERES 1975.
3.5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: SISTEMA DE AVALIAÇÃO
3.5.1. Procedimentos de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem
O sistema de ensino e aprendizagem é regido em toda UFMT pela Resolução
14 de Fevereiro de 1999. Este permite certa flexibilidade e adaptação nos mecanismos
avaliativos, desde que previstas no programa de disciplinas. Assim, cada disciplina
pode ter sua forma de avaliação ajustada às diretrizes e objetivos da disciplina, em
particular, e do curso como um todo sem, contudo, desrespeitar as normas vigentes do
Conselho de Ensino e Pesquisa da UFMT (CONSEPE).
O processo de avaliação da aprendizagem dos alunos do curso de Zootecnia
bem como de outros cursos da UFMT, é regulamentado pela Resolução nº.
27/CONSEPE, de 1/02/1999 elaborada em 13 artigos ela entende a avaliação como
integrante do processo de ensino aprendizagem e deve ser favorecedora do
crescimento do aluno em termos de desenvolver o pensamento crítico e a habilidade
de análise e reflexão sobre a ação desenvolvida. Outras resoluções para situações
específicas são Cursos Credito Semestral/CONSEPE 27/99, CONSEPE 59/98
(Turmas Especiais) e Decisões Específicas - Colegiado de Curso Referentes a
Estágios e Trabalhos de Graduação.
3.5.2. Processo de Auto-avaliação do Curso
A avaliação do Projeto Político Pedagógico dar-se-á a partir de reuniões
ampliadas do Colegiado de Curso, semestralmente, com pauta específica para
avaliação do processo de ensino aprendizagem e da eficácia das metodologias e
estratégias utilizadas. Tal procedimento possibilitará a criação de um locus de
discussão onde os objetivos do curso poderão ser debatidos e redimensionados
quando evidenciados indicadores que justifique tal procedimento.
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3.6. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: PRÁTICA
PROFISSIONAL E/OU ESTÁGIO
3.6.1. Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Zootecnia
A formação do zootecnista deve garantir o desenvolvimento de estágios
curriculares, sob supervisão docente.
O estágio curricular poderá ser realizado na Instituição de Ensino Superior e/ou
fora dela, em instituição/empresa credenciada, com orientação docente e supervisão
local, devendo apresentar programação previamente definida em razão do processo
de formação.
O Estágio Curricular Supervisionado estabelece um forte vínculo entre o
Campus Sinop, suas Unidades e outras Instituições que permitam o desenvolvimento
das habilidades e competências do educando, contribuindo para que o egresso do
Curso de Zootecnia seja um profissional com formação generalista, humanista, crítica
e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à produção animal, com base no
rigor científico e intelectual, desenvolvendo sua responsabilidade com as vocações
regionais, principalmente voltado para produção animal de ruminantes e não
ruminantes, tendo conhecimento de toda a cadeia produtiva e do processamento de
produtos obtidos dela; com a preservação dos ecossistemas; de tal maneira que o
desenvolvimento da agropecuária se processe priorizando as bases da vida e sem
comprometer o futuro da humanidade considerando o grande compromisso com a
produção de alimentos com responsabilidade social. Para o cumprimento do perfil
caracterizado, o Estágio Curricular Supervisionado permite ao aluno desenvolver
várias competências e habilidades, entre outras, podemos citar:
a)
Caracterizar as necessidades dos animais em suas dimensões de sobrevivência
e transcendência;
b)
Interagir com os demais profissionais de zootecnia e ciências agrárias visando
desenvolver ações de cuidados, no âmbito da assistência, da educação e,
ainda, da gerência e desenvolvimento da pesquisa;
c)
Gerenciar o processo de trabalho do Zootecnista em todos os âmbitos de sua
atuação;
d)
Administrar e avaliar programas de educação e centralizar suas ações no
enfoque da promoção da saúde humana e animal, individual e coletiva.
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79
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FINALIDADE DO ESTÁGIO
Art. 1º - Entende-se por Estágio Curricular Supervisionado, o período destinado a
proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem dos alunos do Curso de
Zootecnia do Campus Sinop, desenvolvido através de atividades teórico-práticas,
visando o aperfeiçoamento no conhecimento, no desenvolvimento científico e no
relacionamento humano.
Parágrafo Único – O Estágio Curricular Supervisionado no curso de Zootecnia é uma
atividade obrigatória e é realizado após o discente ter sido aprovado em todas as
disciplinas do curso.
DOS OBJETIVOS
Art. 2º - Constituem objetivos do Estágio Supervisionado do Curso de Zootecnia:
I.
proporcionar experiências acadêmico-profissionais através de vivências em
campos de prática;
II.
criar oportunidades para que o aluno possa refletir e estabelecer as relações
entre a teoria e a prática profissional;
III. fortalecer o processo de integração do aluno e do próprio Curso com a realidade
social e profissional, visando adequar o ensino às necessidades do mercado de
trabalho;
IV. aperfeiçoar competências e habilidades técnico-científicas requeridas para o
exercício do futuro profissional;
V.
possibilitar a reflexão sobre aspectos éticos e legais inerentes ao exercício
profissional.
Art. 3º - Para o cumprimento dos objetivos do Estágio Curricular Supervisionado do
Curso de Zootecnia, podem ser firmados convênios com Entidades Públicas ou
Privadas, nacionais ou estrangeiras vinculadas à área obedecidos os seguintes
requisitos:
I.
Existência de infra-estrutura compatível com os objetivos do Estágio;
II. Possibilitar aos alunos do Curso de Graduação em Zootecnia aprofundamento dos
conhecimentos teóricos e práticos, contribuindo para o crescimento profissional.
DA SUPERVISÃO DO ESTÁGIO
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Art. 4º - Entende-se por Supervisão de Estágio a atividade destinada a acompanhar e
orientar o aluno, de forma a garantir a consecução dos objetivos estabelecidos no
Projeto Pedagógico.
Art. 5º - A Supervisão será exercida por docente, lotado no Curso de Graduação em
Zootecnia. Sua escolha deve respeitar, a área de formação e a experiência
profissional, assim como, o campo de trabalho em que se realiza o Estágio.
Art. 6º - A Supervisão do Estágio pode ser exercida de acordo com as seguintes
modalidades:
a) Acompanhamento e Orientação por meio de visitas sistemáticas aos campos
de Estágios pelo Professor-Supervisor.
b) Acompanhamento e orientação contínua das atividades desenvolvidas nos
campos de Estágios pelo professor-Supervisor.
c) Acompanhamento e orientação contínua das atividades, pelo Zootecnista do
campo de prática/Unidade/Instituição;
Obs: em nenhum momento o aluno estagiário, durante o período em que o mesmo
estiver no Estágio, estará sem a supervisão do professor-supervisor e/ou Zootecnista
responsável da respectiva instituição/unidade.
CARGA-HORÁRIA, DURAÇÃO DA JORNADA DO ESTÁGIO
O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Zootecnia tem carga horária
de atividades práticas, distribuídas em Estágio Curricular Supervisionado relacionados
à competência da profissão. Suas atividades são desenvolvidas em unidades
conveniadas na cidade e em cidades próximas ou de outros estados.
Art. 7º - A carga horária total é de 300 hora, distribuídas conforme matriz curricular.
Art. 8º - Somente poderá matricular-se no Estágio Curricular Supervisionado o aluno
que tiver obtido aprovação nas disciplinas respectivas, nos períodos anteriores;
Art. 9º - A jornada de atividades em Estágio, a ser cumprida pelo aluno-estagiário,
deverá compatibilizar-se com o horário da Instituição e do professor-supervisor.
Art. 10 - O aluno-estagiário deverá cumprir integralmente as horas destinadas às
atividades de Estágio.
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Art.11- O registro das horas e das atividades desenvolvidas será feito em impresso
próprio (modelo anexo).
DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
Art. 11 - A avaliação é parte integrante do Processo Pedagógico, devendo a mesma
ser efetivada em dois níveis:
I – Avaliação dos Estagiários;
II – Avaliação do Estágio.
& 1º - A Avaliação dos Estágios têm por finalidade prover o Curso de Graduação em
Zootecnia de informações e dados, visando subsidiá-la nos processos de
aprimoramento curricular e de melhoria da qualidade de ensino.
& 2º - A avaliação dos estagiários incidirá sobre a freqüência e o aproveitamento.
Art. 12 - É obrigatória (conforme a LDB de 9.394, de 20 de dezembro de 1996) 75% de
freqüência em todas as atividades programadas para o Estágio Curricular
Supervisionado, não sendo permitida, sob hipótese nenhuma, o abono de faltas.
§ 1º Observada a disponibilidade dos campos de Estágio e de horário do professorsupervisor, será permitido, mediante desenvolvimento das atividades programadas,
até o término do período letivo vigente, que o estagiário falte nas situações previstas
por lei, e tenha a reposição das horas perdidas.
Art. 13 - A avaliação do aproveitamento será realizada pelo professor-supervisor, de
forma sistemática e contínua, com base na análise dos seguintes aspectos:
I – domínio do conhecimento científico;
II – habilidade técnica;
III – postura profissional e ética;
IV – elaboração de relatórios;
V – Conforme modelo de impresso anexo.
§ 2º Durante o processo de avaliação de aproveitamento, a aceitação, o envolvimento
e a colaboração dos zootecnistas envolvidos nos campos de Estágios torna-se
imprescindível.
Art.14 - Somente poderá ser considerado aprovado o aluno que obtiver média global
sete e carga horária proposta integralmente cumprida.
DOS PROGRAMAS
Art.15 - Os Programas de Estágio serão elaborados pelos Professores-Supervisores,
levando-se em conta o conteúdo programático das disciplinas anteriormente cursadas.
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DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art.16 - São deveres do estagiário:
I – cumprir os horários do Estágio e as atribuições da programação;
II – dedicar-se, integralmente, às atividades estabelecidas em cada campo de Estágio;
III – freqüentar, obrigatoriamente, reuniões, quando for convocado pelo ProfessorSupervisor;
IV – cumprir as disposições deste Regulamento, bem como as demais pertinentes
contidas no Regimento da Instituição e na legislação educacional.
Art.17 - Observadas as diretrizes curriculares e as disposições normativas
estabelecidas pelo presente Regulamento, bem como as demais pertinentes contidas
na legislação educacional, no Regimento e no Regulamento da Instituição, compete ao
Colegiado, baixar instruções complementares, de caráter normativo e procedimental,
visando a plena e efetiva consecução dos objetivos do Estágio Supervisionado do
Curso de Zootecnia.
Art.21 - Os casos omissos serão analisados e decididos pelo Colegiado do Curso de
Graduação em Zootecnia.
DO TERMO DE COOPERAÇÃO / CONVÊNIO E COMPROMISSO
Art. 22. Conforme determina a Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, a realização
do Estágio CURRICULAR SUPERVISIONADO está acondicionada à assinatura de um
Termo de Cooperação/Convênio e/ou Compromisso, firmado entre o aluno, a
instituição concedente de Estágio e a Instituição de Ensino.
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AnexoI
TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO –TCES.
CONVÊNIO N.º ................../FUFMT/2008.
CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM A
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE
MATO GROSSO E ..........................................
PARA CONCESSÃO DE ESTÁGIO DE
ESTUDANTES DE NÍVEL SUPERIOR.
PROCESSO N.º
A FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, inscrita no
CNPJ nº 33.004.540/0001-00, aqui designada FUFMT, sendo representada neste
ato por seu Reitora MARIA LÚCIA CAVALLI NEDER, portador do RG nº
11827165-SJ/MT, E CPF nº 604.355.938-20, residente e domiciliado nesta Capital,
e
de
outro
lado
a
.....................................................................
doravante
denominada CONCEDENTE com sede na .................................., (cidade), inscrita
no
CNPJ
nº
.........................,
neste
ato
representada
por.......................................................... portador da Carteira de Identidade nº
......................................
e CPF nº .............................., firmam o presente
Convênio, tendo em vista o disposto na Lei 11.788/08, e de acordo com as
cláusulas e condições seguintes:
CLÁUSULA PRIMEIRA
O presente convênio tem por objetivo proporcionar aos acadêmicos(as)
regularmente matriculados (as) nos cursos de graduação da FUFMT, a
oportunidade de realização de estágio curricular não obrigatório junto à
CONCEDENTE, como forma de complementação do ensino e da aprendizagem.
Parágrafo Único - O estágio deverá possibilitar ao acadêmico(a) adquirir
experiência e desenvolver atividades práticas relacionadas a sua área de
formação, proporcionando-lhe o aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e
interpessoal
CLÁUSULA SEGUNDA
O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza com a
CONCEDENTE e realizar-se-á nos termos da Lei 11.788/08 e das normas próprias
das FUFMT e a CONCEDENTE.
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§ 1º - O (a) estagiário (a) desenvolverá suas atividades nas instalações
............................. na cidade de .................. .
§ 2º - A indicação e a substituição de estagiários (as) serão feitas pela FUFMT,
através da Coordenação de Articulação com Estudantes de Graduação e Pós–
Graduação - CARE, mediante solicitação da CONCEDENTE.
CLÁUSULA TERCEIRA
O estágio dar-se-á em diversas áreas do conhecimento, cujas atividades tenham
estreito relacionamento com a formação curricular, sob a supervisão de
profissional habilitado na respectiva área.
CLÁUSULA QUARTA
A concessão do estágio se tornará efetiva após a seleção do (a) estudante e a
assinatura do Termo de Compromisso celebrado entre a CONCEDENTE e o (a)
estagiário (a), com a interveniência da FUFMT, através da Coordenação do Curso.
§ ÚNICO - O Termo de Compromisso vinculado a este Convênio, deverá
mencionar as condições gerais e as obrigações das partes em relação ao estágio.
CLÁUSULA QUINTA
A FUFMT, por meio da COORDENAÇÃO DE ARTICULAÇÃO
ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO E PÓS- GRADUAÇÃO COMPETE:
COM
a- Encaminhar, mediante solicitação da CONCEDENTE, os (as) estudantes
matriculados e habilitados para participarem de processo seletivo para
preenchimento das vagas de estágio, munidos de cópias dos comprovantes de
matrícula e do histórico escolar.
b- Comunicar, por escrito, no prazo de dez dias à CONCEDENTE, o término ou
eventual interrupção do curso ou o desligamento do (a) aluno (a) estagiário (a),
para fins de cancelamento do estágio.
c- Acompanhar o desenvolvimento das atividades e analisar os resultados do
estágio vivencial.
CLÁUSULA SEXTA
À CONCEDENTE COMPETE:
a- Solicitar a FUFMT/CARE o encaminhamento de candidatos ao estágio nos
cursos de seu interesse;
b- Proceder à seleção final dos (as) estagiários (as), obedecendo a seus
critérios internos de aproveitamento;
c- Consignar um (a) supervisor (a) técnico (a) para atuar de forma integrada
com a Coordenação do Curso;
d- Apresentar Plano de Estágio elaborado pelo (a) supervisor (a) conjuntamente
com o (a) aluno (a);
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e- Acompanhar o desenvolvimento das atividades e avaliar os resultados do
estágio, supervisionando-o;
f- Propiciar aos (as) estagiários (as) condições de vivenciar o aprendizado e
adquirir experiência prática, mediante participação em situações reais de
trabalho;
g- Efetuar controle de assiduidade e pontualidade dos (as) estagiários (as),
enviando a FUFMT/Coordenação do Curso, relatório circunstanciado do
aproveitamento do (a) aluno (a) no respectivo estágio;
h- Firmar com a instituição de ensino e o(a) estagiário(a) o Termo de
Compromisso, mencionado na cláusula quarta com a interveniência da
FUFMT/Coordenação do Curso.
CLÁUSULA SÉTIMA
O estágio será extinto nos casos e formas seguintes:
IAutomaticamente, ao término do Termo de Compromisso, caso não seja
celebrado novo Termo;
IIAbandono, caracterizado por ausência não justificada de três dias
consecutivos ou oito dias interpolados no período de um mês;
IIIConclusão ou interrupção do curso;
IVA pedido do (a) estagiário (a);
VAnte o descumprimento pelo (a) estagiário (a) do respectivo Termo de
Compromisso;
VIComportamento estudantil e social do (a) estagiário (a) incompatível com o
exigido pelas normas legais pertinentes e pelo regulamento interno da
CONCEDENTE;
VIINo caso da INTERVENIENTE avaliar que o estágio não está de acordo
com a área de formação do(a) aluno(a).
VIII - No interesse e por conveniência da CONCEDENTE, inclusive se comprovado
rendimento insatisfatório após decorrida a metade do período previsto para o
estágio;
§ 1º - Na ocorrência de qualquer das hipóteses previstas nos itens II, VI e VII, a
CONCEDENTE comunicará a FUFMT/CARE num prazo de 15 (quinze) dias.
§ 2º - Nas hipóteses das alíneas IV e V a outra parte deve ser comunicada com
antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
CLÁUSULA OITAVA
O (a) estagiário(a) poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que
venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do
auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório.
§ 1º - As despesas da concessão da Bolsa de Estágio ou outra forma de
contraprestação e do seguro de acidentes pessoais do(a) estagiário(a), correrão às
expensas da CONCEDENTE.
§ 2º - A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2
(dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.
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CLAUSULA NONA
O (a) estudante fará uma jornada de até trinta horas semanais, em horário a ser
estabelecido pela CONCEDENTE, compatível com as suas atividades discentes.
CLAUSULA DECIMA
Será responsável pela organização, supervisão, relatório e critérios de avaliação, o
CONCEDENTE em conjunto a FUFMT/Coordenação do Curso, de acordo com os
termos deste convênio.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA
A CONCEDENTE compromete-se a expedir certificados, declarações, fichas e
boletins de freqüência, bem como a fornecer a cada estagiário (a), certificado de
estágio, mencionado o período, carga horária e as principais atividades
desenvolvidas, quando o (a) estagiário (a) obtiver aproveitamento satisfatório.
CLAUSULA DÉCIMA- SEGUNDA
O (a) estagiário (a) obrigar-se-á, mediante assinatura do Termo de Compromisso,
a cumprir as condições estabelecidas para o estágio, bem como as normas de
trabalho pertinentes aos serviços da CONCEDENTE, especialmente as que
resguardem a manutenção de sigilo e a veiculação de informações a que tiver
acesso em decorrência do estágio.
CLAUSULA DÉCIMA- TERCEIRA
A CONCEDENTE compromete-se a fazer seguro de acidente pessoal em a favor
de cada estagiário(a) que venha a desempenhar as atividades de estágio
conforme o art. 9º inciso IV da Lei 11788/08.
CLAUSULA DÉCIMA- QUARTA
O presente convênio vigorará pelo prazo de até cinco anos a partir da data de sua
assinatura, podendo ser prorrogado e/ou alterado mediante Termo Aditivo,
respeitadas as disposições legais e regulamentares ou regimentais em vigor, ou
rescindido unilateralmente, desde que qualquer das partes notifique a outra, com
antecedência mínima de noventa dias.
§ ÚNICO - O encerramento antecipado deste Convênio não prejudicará os
estágios em curso.
CLAUSULA DÉCIMA - QUINTA
As partes convenentes praticarão, reciprocamente, os atos necessários à efetiva
execução das presentes disposições, por intermédio dos seus representantes ou
pessoas indicadas.
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CLAUSULA DÉCIMA - SEXTA
O presente Termo de Convênio não implicará em obrigações financeiras entre a
CONCEDENTE e a FUFMT.
CLÁUSULA DÉCIMA - SÉTIMA
Os casos omissos serão resolvidos conjuntamente pelas partes convenentes.
CLÁUSULA DÉCIMA - OITAVA
Fica eleito o Foro da Justiça Federal da cidade de Cuiabá –MT, como competente
para dirimir quaisquer questões provenientes deste Convênio, eventualmente não
resolvidas no âmbito administrativo.
E, por estarem em pleno acordo, firmam o presente instrumento, em duas vias, de
igual teor e forma, na presença das testemunhas abaixo, que também subscrevem.
Cuiabá-MT,
de
2008.
___________________________
MARIA LÚCIA CAVALLI NEDER
Reitora/UFMT
_____________________________
(EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE)
Carimbo e assinatura
Testemunhas:
1- _____________________
RG nº
CPF nº
2º _____________________
RG nº
CPF nº
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TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO –TCE.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
REITORIA
TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO
(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE
2008)
Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes
a seguir nomeadas:
EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
Razão
Social:
__________________________________________________________________
Endereço:__________________________ Bairro: ___________________________
Cidade: _______________ UF:_____ CEP: _________
CNPJ: ______________
Representada por: _______________________ Cargo: ____________________
Supervisor(a)
do
Estágio:
_______________________________
Cargo:
______________________
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso
Neste ato representada por: Profª Maria Lúcia Cavalli Neder
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço:Av. Fernando Corrêa da Costa s/nº. Cidade Universitária “Gabriel Novis
Neves”
Cidade: Cuiabá
UF: MT
CEP: 78060-900
Coord. Estágios/Responsável: ________________________________
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
____________________________________________________________________
Endereço:
___________________________________
Bairro:
__________________________________
Cidade:
___________
UF:
_____
CEP:
________________
Fone:
____________________________
Regularmente
Matriculado:
sim(
)
não(
)
Curso:
______________________________________
Semestre/ano do Curso: ________________________
RGA/Matrícula: _____________ CPF: _________ RG: _________ Data Nascimento:
_______________
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Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando
as cláusulas seguintes:
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação
jurídica especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO
CONCEDENTE e INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação
empregatícia.
CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular.............. (ESPECIFICAR se é obrigatório ou
não-obrigatório) dos acadêmicos, atende ao Projeto político Pedagógico do curso,
conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788.
CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições
básicas para a realização do estágio:
a) Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________;
b) Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as
____:____;
c) Carga Horária semanal: ________;
d) Bolsa-Auxílio: R$_______, Mensal/Por hora/Não Remunerado
e) O PLANO DE ATIVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em
caráter subsidiário e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao
qual o curso refere são:
____________________________________________________________
_________________
____________________________________________________________
_________________
____________________________________________________________
_________________
____________________________________________________________
_________________
f) Coordenador(a) de Ensino co Curso: __________________________
CLÁUSULA 4ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO:
A COORDENAÇÃO DO CURSO:
a) Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do
ensino e da aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
b) Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como
responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
c) Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à
formação cultural e profissional do educando;
d) Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da
atividade profissional e à contextualização curricular;
e) Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas,
no início do seu período letivo;
f) Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno.
CLÁUSULA 5ª - Cabe à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:
a)
Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de
proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social, profissional,
cultural e compatíveis com o respectivo curso de formação;
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b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
Garantir ao ESTAGIÁRIO cobertura do Seguro Contra Acidentes Pessoais,
na vigência do presente Termo, pela APÓLICE nº ............. – (nome da
empresa de seguro);
Concessão de auxílio transporte e recesso remunerado, nos termos dos
artigos 12 e 13 da Lei 11.788/2008;
Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo
ESTAGIÁRIO ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio
para garantir o bom desempenho do estudante;
Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis)
meses, relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo
Supervisor de estágio, com vista obrigatória do estagiário;
Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com
indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da
avaliação de desempenho;
Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à
(instituição de ensino) para as devidas providências;
Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a
relação de estágio;
Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração
deste termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário,
para orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de
estágio;
Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a
regularidade escolar, condição determinante para a realização do estágio.
CLÁUSULA 6ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:
a) Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
b) Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
c) Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações
Confidenciais,
sem
a
prévia
autorização
por
escrito
da
EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
d) Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação
escolar, sempre que solicitado pelas partes;
e) Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE e ao AGENTE
DE INTEGRAÇÃO;
f) Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a
transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais
gerais;
g) Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO
CONCEDENTE, uma via do presente termo assinado por todas as partes;
h) Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade
mínima de seis meses ou quando solicitado;
CLÁUSULA 7ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão
alterados ou prorrogados através de TERMOS ADITIVOS;
CLÁUSULA 8ª – (nome do agente de integração) fora eleita pelos signatários deste
instrumento, EMPRESA CONCEDENTE, INSTITUIÇÃO DE ENSINO e ESTAGIÁRIO,
de comum acordo e para efeitos da Lei 11.788/08, como seu AGENTE DE
INTEGRAÇÃO, a quem deverão comunicar a interrupção ou alterações do presente
termo;
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E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do
TERMO DE CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO
e do PLANO DE ATIVIDADES as partes assinam em 4 (quatro) vias de igual teor.
EMPRESA/INSTITUIÇÃO
CONCEDENTE
INSTITUIÇÃO DE
ENSINO
(carimbo e assinatura)
ESTAGIÁRIO
(carimbo e assinatura)
REPRESENTANTE LEGAL
RG:
(estudante menor)
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FREQUÊNCIA MENSAL
Mês
Aluno(a):
Orientador(a):
Data:
Ano
20 ___
Área de Concentração:
Curso:
Atividade Desenvolvida
Entrada
Saída
Assinatur
a
Sinop, ________de ____________________ de 20 _____
_______________________________
Assinatura do Orientador Supervisor
____________________________
Assinatura do Coordenador
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RELATÓRIO DE ESTÁGIO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM _______________________
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Aluno (a):
Local:
DATA
HORÁRIO
ENTRADA
HORÁRIO
SAÍDA
TOTAL
HORAS
ATIVIDADES
DESENVOLVIDAS
ASSINATURA E
CARIMBO DO
SUPERVISOR
Total
Horas
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CARTA DE APRESENTAÇÃO DE ESTAGIÁRIO
Sinop, ____de_________ de 20___
Da: Coordenação de Estágios
Ao: Diretor da Unidade
Assunto: Apresentação de Estagiário
Temos
a
satisfação
_____________________,
que
_____________________nesse
de
apresentar
realizará
o
o(a)
Estágio
conceituado
universitário(a)
Supervisionado
Estabelecimento
de
de
Ensino/Pesquisa/Empresa ou Profissional.
A valiosa colaboração de V. Sª, no sentido de recebê-lo, sem dúvida
vem demonstrar sua contribuição a esta atividade que constitui complemento
indispensável ao programa que os alunos vêm desenvolvendo neste Campus
Universitário.
Respeitosamente, agradecemos e aproveitamos a oportunidade de
demonstrar a nossa estima e consideração.
Atenciosamente,
____________________________________
Coordenador de Estágio
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DECLARAÇÃO DE ESTÁGIO
Declaro que ___________________________________,
aluno(a) do Curso de ____________________, da UFMT, Campus Sinop,
realizou, neste Estabelecimento de Ensino/Pesquisa/Empresa, o estágio de
_____________________
num
total
de
________horas,
tendo
sido
supervisionado pelo(a) professor(a), que também assina esta declaração.
____________________________________
Local e data
____________________________________
Professor(a) Supervisor
____________________________________
Diretor(a) Estabelecimento
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FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Nome Aluno(a):
Local:
DATA
HORÁRIO
ENTRADA
HORÁRIO
SAÍDA
TOTAL
HORAS
ATIVIDADES
DESENVOLVIDAS
ASSINATURA
DO
SUPERVISOR
Total
horas
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3.7. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
3.7.1 Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia da UFMT,
Campus Sinop.
CAPÍTULO I
NATUREZA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO BACHARELADO EM
ZOOTECNIA
Art.1º
O Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia, será um trabalho individual
do aluno formando e apresentado sob a forma de monografia.
§ 1°
O Trabalho de Conclusão de Curso, de que trata o caput, resultará de um
estudo sob a orientação de um professor do Curso de Zootecnia nas áreas de
Nutrição, produção, melhoramento genético, de ruminantes e não ruminantes, bem
como exploração e manejo sustentável de espécies silvestres.
§ 2°
O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser orientado por docente não
pertencente ao Curso de Zootecnia, desde que esta orientação seja aprovada
pelo Colegiado do Curso.
CAPÍTULO II
OBJETIVOS
Art.2º-
O Trabalho de Conclusão do Curso de Zootecnia atende os seguintes
objetivos:
I-
capacitar o aluno para a elaboração de estudos;
II-
levar o aluno a correlacionar e aprofundar os conhecimentos teóricopráticos adquiridos no curso;
III-
propiciar ao aluno o contato com o processo de investigação;
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IV-
contribuir para o enriquecimento das diferentes linhas de estudo de
Zootecnia, estimulando a pesquisa científica articulada às necessidades
da comunidade local, nacional e internacional.
CAPÍTULO III
MODALIDADES
Art.3º
A monografia pode se enquadrar em uma das seguintes modalidades:
I-
trabalho de revisão crítica de literatura sobre determinado tema;
II-
trabalho de análise de determinado tema apontando ou propondo novos
conceitos que melhor o elucidem;
III-
trabalho original de pesquisa.
CAPÍTULO IV
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA
Art.4º
A monografia deve ter estrutura e corpo de acordo com as normas
estabelecidas pelo Colegiado do Curso de Zootecnia.
Art.5º
O prazo para elaboração e apresentação da monografia é de 1 (um) período
letivo de acordo com o currículo vigente do curso de Zootecnia, não podendo
ultrapassar os prazos previstos no Calendário das Atividades de Graduação.
TÍTULO II
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICA
CAPÍTULO I
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
Art.6°
O Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso deve ser eleito em
Reunião do Colegiado do Curso de Zootecnia, conforme legislação vigente,
com titulação mínima de mestre.
§ 1°
O Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso dispõe de 2 (duas) horas
semanais para cumprir sua função.
Art.7°
O orientador deverá ser membro da carreira docente da universidade, com
titulação mínima de mestre.
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CAPÍTULO II
ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO
CURSO DE ZOOTECNIA
Art.8º
Compete ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso:
I-
articular-se com o Colegiado do curso de Zootecnia para compatibilizar
diretrizes, organização e desenvolvimento dos trabalhos;
II-
divulgar as linhas de estudo dos docentes orientadores e o número de
vagas oferecido por cada docente;
III-
orientar os alunos na escolha de professores orientadores;
IV-
analisar os projetos do Trabalho de Conclusão do Curso quanto ao
enquadramento nas normas do presente regulamento;
V-
solicitar ao orientador, quando for o caso, modificações nos projetos;
VI-
encaminhar para a Comissão Executiva do Colegiado do Curso os
casos omissos e os projetos com orientação por docente não
pertencente ao curso de Zootecnia;
VII-
enviar para coordenação do curso, no prazo de 10 (dez) dias antes do
encerramento de cada semestre letivo, uma lista contendo nomes dos
alunos orientandos e seus respectivos orientadores para o semestre
letivo seguinte;
VIII- convocar, sempre que necessário, os orientadores para discutir
questões relativas à organização, planejamento, desenvolvimento e
avaliação do Trabalho de Conclusão do Curso;
IX-
coordenar, quando for o caso, o processo de substituição de
orientadores, ouvida o Colegiado do Curso;
X-
coordenar o processo de constituição das bancas examinadoras e
definir o cronograma de avaliação dos trabalhos a cada ano letivo;
XI-
comparecer às reuniões do Colegiado do Curso de Zootecnia.
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CAPÍTULO III
ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR
Art.9º
Compete ao orientador de monografia:
I-
orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas
as suas fases;
II-
estabelecer um projeto da monografia em conjunto com o orientando, e
encaminhar o mesmo 20 (vinte) dias antes do final do semestre letivo ao
Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso;
III-
reapresentar em 24 (vinte quatro) horas o projeto da monografia com as
devidas alterações, quando solicitado pelo Coordenador do Trabalho de
Conclusão do Curso;
IV-
encaminhar ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso o
planejamento e o cronograma das atividades da monografia na data
prevista no calendário escolar para a entrega dos programas das
disciplinas;
V-
informar o orientando sobre as normas, procedimentos e critérios de
avaliação respectivos;
VI-
presidir a banca examinadora do trabalho por ele orientado;
VII- comparecer às reuniões, convocadas pelo Coordenador do Trabalho de
Conclusão do Curso, para discutir questões relativas à organização,
planejamento, desenvolvimento e avaliação do Trabalho de Conclusão
do Curso de Zootecnia.
VIII- comunicar ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso quando
ocorrerem problemas, dificuldades e dúvidas relativas ao processo de
orientação, para que o mesmo tome as devidas providências;
IX-
encaminhar a composição da banca examinadora 30 (trinta) dias antes
do final do semestre letivo para o Coordenador do Trabalho de
Conclusão de Curso.
Art. 10. Cada docente poderá orientar até cinco monografias por semestre.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA
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CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DO ORIENTANDO
Art. 11. São direitos do orientando:
I-
ter um professor orientador e definir com o mesmo a temática da
monografia;
II-
solicitar orientação diretamente ao professor escolhido ou através do
Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso;
III-
ser informado sobre as normas e regulamentação do Trabalho de
Conclusão do Curso.
Art. 12. São deveres do orientando:
I-
definir o orientador e o tema de sua Monografia até 30 (trinta) dias antes do
encerramento do ano letivo anterior ao do cumprimento do Trabalho de
Conclusão do Curso;
II-
participar do planejamento e estabelecimento do cronograma do Trabalho de
Conclusão do Curso;
III-
cumprir as normas e regulamentação própria do Trabalho de Conclusão do
Curso;
IV-
cumprir o plano e o cronograma estabelecidos em conjunto com seu
orientador;
V-
entregar versão preliminar para o orientador 90 (noventa) dias antes do final
do período letivo, que a disponibilizará ao Coordenador do Trabalho de
Conclusão de Curso, se solicitado;
VI-
apresentar a monografia à banca examinadora somente após a autorização
do orientador.
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CAPÍTULO V
PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES
Art. 13.
O projeto da monografia do Trabalho de Conclusão do Curso deverá
constar de tema, objetivos gerais e específicos.
Art.14.
O planejamento das atividades para elaboração da monografia deve
estar de acordo com o currículo de Zootecnia e os prazos definidos no Calendário das
Atividades de Graduação.
Art. 15.
A monografia deve ser apresentada aos membros da banca 30 (trinta)
dias antes do final do período letivo, respeitando-se o Calendário das Atividades de
Graduação,
§ 1°O aluno deve entregar 3 (três) vias da monografia, sendo uma para cada um
dos membros da banca examinadora.
§ 2°Após a apresentação oral da monografia, a banca examinadora devolverá as
vias da mesma ao aluno para que as alterações sugeridas sejam processadas.
§ 3°Caso aprovado, o aluno deverá apresentar 4 (quatro) vias da monografia à
Coordenação do Trabalho de Conclusão do Curso com as possíveis correções
sugeridas, sendo distribuídas: 3 (três) vias para a banca examinadora e uma para o
Colegiado.
§ 4°O prazo para a apresentação das 4 (quatro) vias é o último dia do período
letivo do Calendário das Atividades de Graduação.
§ 5°O não cumprimento do prazo do parágrafo anterior implica que o aluno estará
de exame final.
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TÍTULO III
CRITÉRIOS E METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
CAPÍTULO I
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Art.16. A monografia é avaliada segundo os critérios previstos no Sistema de
Avaliação Discente nos Cursos de Graduação da Universidade, de
conformidade com as normas estatutárias e regimentais vigentes.
CAPÍTULO II
METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Art. 17.
O aluno será avaliado em duas modalidades:
1.
Avaliação da apresentação oral e;
2.
Análise da monografia.
Art. 18.
A monografia e a apresentação oral do aluno será avaliada por uma
banca examinadora composta por três docentes, que atribuirão, individualmente,
nota ao trabalho.
§ 1°A nota dada refere-se ao trabalho escrito com peso 7 (sete) e a apresentação
oral com peso 3 (três).
§ 2°No trabalho escrito, cada membro deve avaliar a organização seqüencial, a
argumentação, a profundidade do tema, a correção gramatical e a correlação do
conteúdo matemático.
§ 3°Na apresentação oral, cada membro deve avaliar domínio do conteúdo,
organização da apresentação, capacidade de comunicar bem as idéias e
capacidade de argumentação.
Art.19.
A apresentação oral deverá ocorrer duas semanas antes do término do
período letivo em dias a serem marcados pelo Coordenador do Trabalho de
Conclusão de Curso.
Parágrafo único. A apresentação oral terá duração máxima de 30 (trinta) minutos e
deve preceder a 15 (quinze) minutos de argüição pelos membros da banca
examinadora com tolerância máxima de 5 (cinco) minutos.
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Art. 20.
A nota final da monografia será a média aritmética das 3 (três) notas
atribuídas ao trabalho pelos membros da banca examinadora.
§ 1ºA avaliação será documentada em ata elaborada pelo presidente da banca, onde
devem constar as notas que cada examinador atribuiu ao aluno e anexada à mesma,
a ficha de avaliação correspondente.
§ 2º A nota final do aluno só será divulgada mediante a entrega das 4 (quatro) vias
da monografia.
§ 3° O aluno com nota final igual ou superior a 7,0 (sete) na monografia é
considerado aprovado no Trabalho de Conclusão do Curso.
§ 4º O aluno com média parcial igual ou superior a 3,0 (três) e inferior a 7,0 (sete)
tem o período que antecede a realização do exame final, conforme Calendário das
Atividades de Graduação, para fazer as alterações necessárias na monografia e
reapresentá-la à banca examinadora, na data e horário determinados pela mesma.
Art.21.
No exame final, a monografia e a apresentação oral devem ser
novamente avaliadas pela banca examinadora, recebendo a nota correspondente.
§ 1° A média final do aluno é a resultante da média aritmética entre a média parcial
e a obtida no exame final.
§ 2° É considerado aprovado no Trabalho de Conclusão do Curso, o aluno com
média final igual ou superior a 5,0 (cinco).
CAPÍTULO III
COMPOSIÇÃO DA BANCA EXAMINADORA
Art.22. A Banca Examinadora será constituída pelo Orientador e por dois docentes
do Curso de Zootecnia.
§ 1º O Colegiado de Curso indica os nomes dos membros da banca examinadora
ao Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso.
§ 2º Excepcionalmente e a critério do Colegiado do Curso, pode integrar a banca
examinadora docentes de outros cursos, outra instituição ou profissional
considerado autoridade na temática da monografia a ser avaliada.
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§ 3º A participação de docente ou profissional de outra Instituição deve ser
aprovada pelo Colegiado.
TÍTULO IV
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 23.
Os custos da elaboração da monografia ficam a cargo do aluno.
Art. 24.
Os casos omissos do presente regulamento serão resolvidos pelo
Coordenador do Trabalho de Conclusão do Curso, em conjunto com a Comissão
Executiva Colegiado de Curso de Zootecnia.
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ANEXO I
1. Estrutura da Monografia
A Estrutura da Monografia é formada por preliminares, corpo principal e elementos
de complementação.
1.1. Preliminares
1.1.1. Capa
1.1.2. Folha de rosto
1.1.3. Dedicatória (opcional)
1.1.4. Agradecimentos (opcional)
1.1.5. Resumo
1.1.6. Sumário
1.1.7. Índice de figuras (opcional)
1.1.8. Índice de tabelas (opcional)
1.1.9. lista de símbolos e nomenclatura (opcional)
1.2. Corpo principal - núcleo do trabalho da monografia composto por quatro partes,
a saber:
a) Introdução
b) Revisão da literatura existente sobre o assunto
c) Objetivos
d) Metodologia
e) Resultados
f) Discussão
g) Conclusões
1.3. Elementos complementares
1.3.1. Referências Bibliográficas segundo as normas da estabelecidas pela ABNT.
1.3.2. Anexos
1.3.3. Índice alfabético remissivo (opcional)
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ANEXO II
Declaração da entrega da versão preliminar da monografia
Declaro
que
o(a)
aluno(a)_____________________________________________
______________________________________________________________entregou
a versão preliminar da monografia de Trabalho de Conclusão de Curso no dia
____________(conforme previsto no regulamento) na seguinte situação:
(
) concluído (redigido e digitado)
(
) em fase de conclusão (indicar o que esta faltando)*
_____________________________________________________
_____________________________________________________
_____________________________________________________
_____________________________________________________
(
) em fase de elaboração (indicar o Prática de Campo em que se encontra)*
_____________________________________________________
_____________________________________________________
_____________________________________________________
_____________________________________________________
(* caso necessite de mais espaço escrever no verso)
________________________________________
Nome e assinatura do(a) orientador(a)
Sinop, _________ de ___________________________ de_______.
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ANEXO III
MODELO DE ATA
ATA DA SESSÃO PÚBLICA DE APRESENTAÇÃO E DEFESA DA MONOGRAFIA
DO CURSO DE __________________________
ALUNO(A):
Aos _____ dias do mês de _________ do ano de _________, às ____ horas,
na sala ________, do campus da UFMT na cidade de Sinop, foi realizada a sessão
pública de apresentação e defesa da Monografia de conclusão de Curso do(a)
acadêmico(a) ______________. A banca foi composta pelos seguintes professores:
Prof.(a) (orientador(a)) __________________, Prof (a). ___________ e Prof (a).
____________ sob a presidência do (a) primeiro (a). A monografia tem como título
_____________________________________________________________________.
Após explanação o(a) aluno(a) foi arguído pelos componentes da banca. Terminada a
etapa, os membros, de forma confidencial avaliaram o(a) aluno(a) e conferiram o(a)
mesmo(a) o
seguinte resultado _____________, proclamado pelo presidente da
sessão. Dados por encerrados os trabalhos, lavrou-se a presente Ata, que será
assinada pela banca e pelo(a) aluno(a). Os requisitos a serem observados estão
registrados em folha anexa.
Sinop, ____ de _______ de 20____.
ASSINATURAS:
Aluno(a): ________________________________________________
Banca: _______________________________________________
_______________________________________________
_______________________________________________
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ANEXO IV
FICHAS DE AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA
AVALIAÇÃO DA DEFESA (ORAL) DA MONOGRAFIA
Aluno(a):
NOTA:
Orientador(a):
Curso:
Tema de Monografia:
CRITÉRIOS
Nº. DE PONTOS
Máximo
Obtido
DESENVOLVIMENTO DA AULA
Desenvolvimento da aula e clareza dos objetivos
1,0
Linguagem clara, correta e adequada ao conteúdo.
1,0
Abordagem das idéias fundamentais do conteúdo
1,0
Seqüência lógica do conteúdo dissertado
1,0
Articulação entre as idéias apresentadas, permitindo a
1,0
configuração do seu todo
Conteúdo com informações corretas
1,0
Adequação do conteúdo em função do tempo estipulado para a
1,0
defesa
Estrutura da aula, evidenciando introdução, desenvolvimento e
1,0
conclusão.
Apresentação do aluno: dicção e variação de estímulos
1,0
Uso adequado do material didático
1,0
TOTAL
10,0
Sinop, em ____ de ________ de 20______
EXAMINADOR(A): Prof(a).
_______________________________________
ASSINATURA DO(A) EXAMINADOR(A)
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ANEXO V
AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO
Aluno(a)
NOTA:
Orientador(a):
Curso:
Tema da Monografia:
ITENS A CONSIDERAR
Nº. DE PONTOS
MÁXIMO
01
Apresentação
0,5
02
Introdução, desenvolvimento e conclusão
1,0
03
Organização das idéias (coerência e coesão)
1,5
04
Domínio dos conteúdos
1,5
05
Poder de síntese
1,0
06
Objetividade
1,0
07
Consistência argumentativa
1,5
08
Seqüência lógica do raciocínio
1,0
09
Correção e propriedade da linguagem
1,0
TOTAL
OBTIDO
10,0
Sinop, em____de __________ de 20______
EXAMINADOR(A): Prof.(a).
__________________________________________
Nome do(a) Examinador(a)
ASSINATURA
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3.8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
3.8.1. Normas de Atividades Complementares do Curso de Zootecnia/UFMTCampus Sinop.
A regulamentação de atividades complementares propicia ao profissional a
oportunidade de desenvolver a capacidade crítica e reflexiva a fim de que possa
propor soluções para as questões surgidas no mundo do trabalho e numa sociedade
em processo constante de mudanças. Assim o Curso de Zootecnia estabelece as
normas específicas de regulamentação das referidas atividades.
Constituem-se
Atividades
Complementares
disciplinas
optativas,
programas/projetos/cursos de extensão, monitorias, monografia, programas de
iniciação científica, participação em eventos científicos, oficinas e cursos relacionados
a área de formação, ou áreas afins, na instituição ou fora dela, atividades de
representação acadêmica em órgãos colegiados e participação em programas
institucionais de iniciação científica.
As Atividades Complementares deverão totalizar, para efeito de integralização
do curso, o mínimo de horas exigidas de acordo com as diretrizes curriculares
especificas, e os projetos pedagógicos dos cursos.
As atividades Complementares deverão ser desenvolvidas ao longo do curso
de graduação, iniciando-se a partir do primeiro período.
Os alunos poderão optar por cursar determinadas disciplinas, desde que
respeitando os pré-requisitos quando necessários, entre o elenco de disciplinas
optativas e/ou matrícula em disciplinas isoladas as quais serão validadas até o limite
máximo de 60 horas.
A carga horária destinada aos programas/projetos/cursos de extensão terá
limite máximo de 30 horas e sua execução obedecerá às normas estabelecidas pela
Coordenação de Extensão.
As monitorias realizadas e comprovadas em conformidade com as normas
estabelecidas pelo Colegiado de Curso serão validadas pelo próprio colegiado de
curso, com carga horária de 30 horas por semestre não podendo ultrapassar dois
semestres.
A monografia é uma atividade obrigatória no Curso, podendo ser computados
com no máximo 20 horas em atividades complementares.
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Os programas institucionais de bolsa de iniciação científica serão validados
pelo Colegiado de curso com carga horária de 45 horas por semestre, por no máximo
dois semestres.
A participação em eventos científicos, desde que devidamente comprovada,
será validada pelo Colegiado de Curso obedecendo à seguinte distribuição:
Eventos Científicos
Área do Curso
Áreas afins
Palestras/
2 horas, máximo 10
1hora, máximo 5 participações
Conferências/Seminários
participações
Mesa Redonda
2 horas, máximo 5 participações 1hora, máximo 5 participações
Oficina
2 horas, máximo 5 participações 1hora, máximo 5 participações
Fórum/Jornada/Simpósio
8 horas, máximo 8 participações 4
horas,
máximo
4
máximo
2
máximo
4
máximo
4
participações
Semana
Congresso Regional
20 horas, máximo 4
10
participações
participações
10 horas, máximo 4
5
participações
participações
Congresso Nacional/Internacional 15 horas, máximo 4
participações
Cursos
de
até
8
horas
de 2 horas, máximo 10 cursos
7
horas,
horas,
horas,
participações
1hora, máximo 5 cursos
duração
Cursos acima de 8 horas de 5 horas, máximo 10 cursos
3 horas, máximo 5 cursos
duração
As visitas técnicas deverão ser realizadas em locais pertinentes a área de
conhecimento específico de cada curso. O acadêmico deverá apresentar o relatório de
visita técnica e comprovação de sua realização, através de declaração emitida pelo
responsável, e serão computadas 3 horas por visita técnica, com máximo de 5
participações. No caso de viagem de estudo o mínimo de horas validadas ficará a
cargo do colegiado de curso.
As atividades de pesquisa poderão ser validadas para pesquisa concluída
como autor, o máximo de 30 horas e para co-autor, 15 horas. O mérito do trabalho
para efeito de horas computadas, ficará a cargo do Colegiado de Curso.
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Para
a
publicação
de
resumos
serão
validadas
10
horas
por
resumos/resenhas, como autor e 5 horas para co-autor. Para a publicação de
trabalhos na íntegra serão validadas 20 horas como autor e 10 horas como co-autor.
As
atividades
de
representação
acadêmica
em
órgãos
colegiados,
comprovadas por presença em 85% das reuniões, serão validadas pelo Colegiado
com carga horária de 10 horas por semestre por representação.
Os limites mínimos estabelecidos não impedem o aluno de desenvolver as
atividades além do máximo permitido.
Os alunos deverão apresentar ao Colegiado do Curso os relatórios e
comprovantes das Atividades Complementares, até 30 dias após o término da
atividade.
Os colegiados dos Cursos deverão, ao final de cada semestre letivo, avaliar os
comprovantes e relatórios das atividades Complementares apresentadas e enviar à
Secretaria Acadêmica a carga horária cumprida pelo aluno, em cada atividade.
O não cumprimento de no mínimo horas correspondentes as atividades
complementares
estabelecidas
na
estrutura
curricular
do
curso
acarreta
o
impedimento da conclusão do Curso.
Outras atividades específicas e previstas pelos cursos poderão ser aceitas e
aprovadas no Colegiado de Curso, com limites máximos estabelecidos de 20 horas.
Para comprovação das participações nas atividades acima descritas, o aluno
deverá apresentar à Coordenação do Curso documento comprobatório de sua
participação com a respectiva carga horária. Em se tratando de palestras isoladas ou
eventos cuja documentação não conste a duração, poderá ser creditado ao aluno no
máximo 2 (duas) horas, a critério do Colegiado do Curso.
De posse do documento comprobatório, o Coordenador do Curso deverá
preencher e assinar o(s) formulário(s) concernente(s) a participação do aluno no
evento e/ou atividade.
Toda documentação dos alunos deverá estar arquivada em pastas individuais
na Secretaria da Coordenação de Curso.
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REGISTRO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
INSTITUTO
CURSO:
ALUNO:__________________________________________PERÍODO:___________
EVENTOS CIENTÍFICOS EXTERNOS (SEMINÁRIOS, SIMPÓSIOS, CONGRESSOS,
FORUNS)
Nome do Evento:__________________________________________________
Data: ____/____/20__
a
____/____/20__
Carga Horária: ______________________________________________________
Entidade Promotora: __________________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:______________________________________________PERÍODO:_______
PARTICIPAÇÃO EM SEMANAS E/OU JORNADAS CIENTÍFICAS E/OU CULTURAIS
Data: ____/____/20__
a
____/____/20__
Carga Horária: ________________________________________________________
Entidade Promotora: ___________________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
Data: ____/____/20__
a
____/____/20__
Carga Horária: ____________________________________________________
Entidade Promotora: ______________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
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INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:_______________________________________PERÍODO:______________
PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMAS DE EXTENSÃO
Projeto: ___________________________________________________________
Período: ____/____/20__
a
____/____/20__
Prof.
Responsável_________________________________________________________
Carga Horária: _______________________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:_____________________________________________PERÍODO:______
PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMA DE MONITORIA
Disciplina:____________________________________________________________
Período: ____/____/20__
a
____/____/20__
Prof. Responsável: ________________________________________
Carga Horária: ________________________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
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INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:
PERÍODO:
PARTICIPAÇÃO EM ESPECÍFICOS, NACIONAIS, INTERNACIONAIS DO CURSO
Nome do Evento:_________________________________________________
Data: ____/____/20__
a
____/____/20__
Local:________________________________________________________________
Entidade Promotora:__ ________________________________________________
Tipo de Participação: __________________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:________________________ __________PERÍODO:________________
PARTICIPAÇÃO EM CURSOS NA ÁREA
Nome do Curso:_______________________________________________________
Data: ____/____/20__
a
____/____/20__
Prof. Ministrante:_____________________________________________________
Carga Horária: _______________________________________________________
Entidade Promotora: __________________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
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INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:________________________ __________PERÍODO:________________
PARTICIPAÇÃO EM CURSOS DE ÁREA AFIM
Nome do
Curso:_______________________________________________________________
Data: ____/____/200__
a
____/____/20__
Prof.
Ministrante:___________________________________________________________
Carga Horária: _______________________________________________________
Entidade Promotora: __________________________________________________
Assinatura do Coordenador de Curso
INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:________________________________________PERÍODO:____________
ELABORAÇÃO EM MONOGRAFIA
Projeto: ______________________________________________________________
Período: ____/____/20__
a
____/____/20__
Prof.
Orientador:__________________________________________________________
Carga Horária: ____________________________________________________
Assinatura do Coordenador do Curso
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INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:________________________________________PERÍODO:____________
PARTICIPAÇÃO EM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Projeto: ____________________________________________________________
Período: ____/____/20__
a
____/____/20__
Prof. Orientador:______________________________________________________
Carga Horária: ________________________________________________________
Assinatura do Coordenador do Curso
INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:__________________________________________PERÍODO:___________
PARTICIPAÇÃO EM PRÁTICA DE CAMPOS EXTRA-CURRICULARES NA ÁREA
Área:________________________________________________________________
Período: ____/____/20__
a
____/____/20__
Prof. Supervisor:_____________________________________________________
Carga Horária: ________________________________________________________
Assinatura do Coordenador do Curso
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INSTITUTO:
CURSO:
ALUNO:__________________________________________PERÍDO:____________
PARTICIPAÇÃO EM PALESTRAS E/OU CONFERÊNCIAS
Título da
Palestra/Conferência:__________________________________________________
Data: ____/____/20__
a
____/____/20__
Palestrante:__________________________________________________________
Carga Horária: ______________________________________________________
Entidade Promotora: __________________________________________________
Assinatura do Coordenador do Curso
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DECLARAÇÃO DE CONCLUSÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Declaro para efeitos de Conclusão do Curso ________________, que o aluno
_____________________________________________________________________
____ cumpriu___________ horas de ATIVIDADES COMPLEMENTARES, conforme
determina a Resolução no ________
e o projeto pedagógico do Curso.
Sinop,_________de___________________20___
_________________________
Assinatura Coordenador do Curso
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FICHA DE COMPROVAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Curso:_____________________________
Carga Horária das Atividades Complementares do período em curso:______________
Aluno:___________________________________Período:________Ano:20_______
Natureza da Atividade
Dia ou Período de
Complementar
Realização
Carga Horária Total:______________________
Nº de horas computadas
Data:____/_____/20______
Assinatura Coordenador de Curso:______________________________________
Data da Aprovação do Colegiado:_____/_____/______
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PROJETO PARA AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ZOOTECNIA
Introdução:
Historicamente a auto-avaliação tem sido reconhecida como um instrumento
necessário para o planejamento e melhoria institucional. Embora a UFMT apresente
um processo de auto-avaliação, o curso de Zootecnia em atenção a portaria MEC nº
563, de 21 de fevereiro de 2006 que Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação
de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
SINAES, onde incluem-se a auto-avaliação do curso, propõe aqui um projeto de autoavaliação do curso.
Atendendo aos preceitos definidos pelo CONAES e considerando a avaliação
do curso de Zootecnia como o componente central que confere estrutura e coerência
ao processo avaliativo que se desenvolve na Instituição, integrando todos os demais
componentes da avaliação do curso, pretende-se buscar uma visão global da
perspectivas do conjunto de dimensões, estruturas, relações, atividades, funções e
finalidades
do
curso,
centrados
nas
atividades
de
ensino,
pesquisa
e
extensão/assistência.
A proposta de auto-avaliação está baseada no princípio de globalidade,
impessoalidade, não punição, não premiação, respeito a identidade institucional,
credibilidade, confiabilidade e compromisso de continuidade e regularidade e
disposição para mudanças que se fizerem necessárias, em consonância com
estabelecido no âmbito do SINAIS.
Objetivos:
- identificar os pontos fortes e fracos do curso, a fim de orientar as correções de
rumos e o redimensionamento das direções;
-
produzir
um
sistema
qualitativo
e
quantitativo
de
informações
para
o
acompanhamento da trajetória e desenvolvimento do curso;
- desencadear um processo pedagógico de aprendizagem de saber fazer acadêmico
pelo confronto da auto-avaliação e avaliação a nível institucional e relacionamento
dialético entre a avaliação e o planejamento institucional.
A prática de auto-avaliação como processo permanente será um instrumento
de construção de uma cultura de avaliação no curso, com a qual docentes, discentes e
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técnico-administrativos se identifiquem e se comprometam. O seu caráter formativo
deve permitir o aperfeiçoamento tanto pessoal como institucional, pelo fato de colocar
todos os atores em um processo de reflexão e auto-consciência.
Constituição, composição e atividades:
Para elaboração e desenvolvimento da auto-avaliação será constituída uma
Comissão Própria de Avaliação (CPA) composta por docente e discentes do curso,
que se responsabilizará pelo planejamento, organização das atividades, pela
manutenção do interesse pela avaliação, sensibilização da comunidade e pelo
fornecimento de informações sobre a coleta de dados para realização das análises e
de relatórios parciais.
Abordagem Metodológica:
O objetivo principal da promoção da auto-avaliação do curso é gerar a melhoria
da qualidade do ensino e da aprendizagem. Será utilizado como procedimento, com
vistas à avaliação global do curso, a conjugação da apreciação da análise dos dados,
com resultados dos aspectos acadêmicos e administrativos do curso.
Tendo em vista a flexibilidade e a liberdade preconizada pela Lei Federal no
9394/96 e pela Lei 10.861/04, que institui SINAES, não serão estabelecidos critérios e
normas rígidas para a avaliação, reconhecendo que cada curso tem uma realidade no
momento em que é avaliado o papel que representa para a sociedade.
A abordagem metodológica da auto-avaliação a ser implantada no curso de
Zootecnia, conjuga os benefícios quantitativos e qualitativos, por meio da consulta
direta aos envolvidos no processo. Serão utilizados no levantamento das informações,
e na conseqüente produção dos relatórios, documentos e informações que possam
corroborar, ou permitem comparar e/ou ampliar as conclusões/inferências obtidas na
abordagem qualitativa.
Os aspectos metodológicos relativos aos trabalhos de auto-avaliação serão
divididos em três seções. A primeira trata dos procedimentos gerais dos trabalhos, é
onde se tem a visão geral do que será realizado. A segunda seção apresenta as
principais formas previstas de sistematização, interpretação e análise dos dados. A
terceira e última seção apresenta a estrutura prevista para o relatório final da autoavaliação.
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124
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Procedimentos Gerais
Segundo o enfoque processual de avaliação, é preciso que haja sensibilização
e mobilização da comunidade, tanto para que se favoreça a coleta de dados, quanto
para que se instigue um processo de avaliação continuada. Ainda, os momentos de
participação são importantes para que se aumente a consciência pedagógica e a
capacidade profissional do corpo docente e técnico administrativo, além de fortalecer
as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais. De forma concreta,
estes momentos devem gerar discussões sobre os instrumentos da avaliação e sobre
as adaptações que devem ser feitas em cada um para atender às especificidades de
cada centro, curso, ou unidade administrativa.
A avaliação a ser realizada deve proceder no sentido de buscar atualizar os
dados sobre os diversos indicadores de qualidade, do curso em particular. A avaliação
que se pretende deve permitir uma análise em séries temporais, promover o
aperfeiçoamento dos instrumentos utilizados. Neste processo será muito importante a
consulta das diretrizes orientadoras dos avaliadores da SESU/MEC, no que se refere à
questão da qualidade dos cursos.
Serão utilizados três instrumentos. O primeiro instrumento constituirá na
análise de documentos do curso e a coleta de dados disponíveis, coordenação e
biblioteca.
O segundo instrumento será a aplicação de questionário (formulário) junto a
alunos, professores. O terceiro será a realização de entrevistas com professores,
alunos e funcionários técnico-administrativos, por meio das quais espera-se obter
informações para que se possa aprofundar alguma questão indefinida pela análise dos
formulários ou para que se possa auditar as informações fornecidas.
Este último instrumento tem o objetivo de garantir a confiabilidade dos dados e
detectar problemas não descobertos na análise numérica dos dados. O objetivo não é
punitivo ou destrutivo, mas construtivo, no sentido de se ter uma visão real da situação
do curso.
As dimensões referidas serão avaliadas através da utilização de instrumentos,
os quais deverão ser adequados para o tipo de informação a ser capturada e
dependendo da fonte de informação a ser pesquisada, de acordo com os
procedimentos próprios à avaliação processual. Todas as informações obtidas para
cada classe serão sistematizadas e validadas, sendo que o resultado deverá ser
apresentado e discutido em fórum permanente. Da discussão deverão resultar
soluções de médio e longo prazo para os problemas detectados na avaliação.
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A auto-avaliação estará norteada, ainda, por questões avaliativas formuladas
com bases nos indicadores quantitativos, seguindo o Roteiro de Auto-avaliação
Institucional/INEP/MEC, em suas várias discussões com a comunidade acadêmica,
tais como: nível de compromisso e participação e colaboração, parcerias,
comunicação, clima organizacional, dentre outros.
Em síntese o processo da auto-avaliação do curso pretende responder as
seguintes questões:
- O que é;
- O que desejar ser;
- O que de fato realiza;
- Como Organiza, Administra e Age.
Sistematização, Interpretação e Análise dos Dados
Os dados, indicadores, serão sistematizados de forma comparativa, para que
se realize uma análise da realidade do curso.
Para garantir a análise processual pretendida, inúmeras contraposições de
indicadores podem ser realizadas, visando a entender a performance boa ou má
destes indicadores.
Visando garantir a permanência do processo de avaliação e, particularmente, a
auto-avaliação construtiva das condições de ensino-aprendizagem no curso, os
resultados da avaliação interna serão sempre discutidos. O curso elaborará um plano
de ação para superar as dificuldades identificadas pelo processo de avaliação.
Assim, os procedimentos de análise e tratamentos dos dados serão os
seguintes:
- análise do conteúdo;
- Análise estatística;
- análise e categorização das falas e sugestões dos colaboradores;
- confecções de textos, quadros e figuras sintetizados.
Parametrização dos dados:
A análise dos dados constituirá uma das etapas de maior atenção, pois onde
será realizado a interpretação dos dados e a codificação em linguagem objetiva, clara
e mais próxima da realidade.
Será realizado análise dos seguintes instrumentos em forma de questionário
questões
fechadas:
auto-avaliação
do
professor;
auto
avaliação
do
aluno;
desempenho da turma; desempenho do professor e avaliação do curso.
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Os resultados serão agrupados em categorias: ótimo (O) + muito bom (MB) e
regular (R) + Fraco (F). A resposta bom (B) não será levado em conta, por se tratar de
um resultado intermediário entre as categorias O+MB e R+F.
Assim a categorização do desempenho das disciplinas/docente será definida a
partir dos seguintes indicadores:
a) “Disciplina com desempenho destaque”: a média dos índices do
resultado global (%) dos conceitos O+MB do curso adicionando-se ao
somatório 10 percentuais.
b) “Disciplina com desempenho bom”: intervalo entre valor menor da
categoria disciplina com desempenho destaque e valor maior da
categoria disciplina com desempenho inferior a média.
c) “Disciplina com desempenho inferior a média”: a média dos índices do
resultado global (%) dos conceitos R+F do curso adicionando-se ao
somatório 10 percentuais.
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INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
Questionário de auto–avaliação
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Questionário de avaliação de seu curso
Divulgação dos Resultados
A divulgação dos resultados da auto-avaliação deve se dar não só no meio
acadêmico interno do curso, mas também para a sociedade como um todo. Para
divulgação deve-se produzir um relatório sucinto, que contenha os seguintes itens.
1. Apresentação
2. Diagnóstico
3. Perspectivas para mudanças
4. Restrições e Estratégias
5. Resumo das Recomendações Gerais
6. Plano de Ação para melhoria do Curso
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Cronograma da Auto-avaliação
As Etapas da Avaliação são as que se apresentam a seguir
1.
Implementação dos Formulários
2.
Aplicação dos Formulários
3.
Análises dos Resultados
4.
Confecção do relatório
5.
Divulgação dos Resultados
4. CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
O projeto Pedagógico de Zootecnia visa à formação do profissional com uma
visão multidisciplinar e com espírito científico, sempre dentro dos princípios éticos que
envolvem a profissão, tornando-os capazes de competirem no mercado atual.
Para a implantação do curso serão relacionados professores que atuam no
Instituto com formação compatível às disciplinas a serem ofertadas.
4.1. CORPO DOCENTE: PERFIL DOCENTE
Tabela 4.1.1. Perfil Docente do Curso de Zootecnia
DOCENTE
ÁREA DE
FORMAÇÃO
Anderson Corassa
Zootecnia
Cláudio Vieira de Araújo
Zootecnia
Eduardo Henrique Bevitori Kling de
Moraes
Zootecnia
Fábio Renato Borges
Júlio Roquete Cardoso
Biologia
Medicina veterinária
Luciana Fagundes Christofari
Medicina veterinária
Paulo Sérgio Andrade Moreira
Medicina veterinária
Rafael Gianella Mandadori
Medicina veterinária
Teresinha Inês de Assumpção
Medicina veterinária
Engenharia
agrônomica
Engenharia
agrônomica
Carlos Vinicio Vieira
Sayonara Andrade do Couto Moreno
Arantes
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DISCIPLINAS
MINISTRADAS
Suinocultura e Nutrição de
Alimentação de Monogástricos
Introdução ao Melhoramento
animal e Melhoramento
Aplicado
Introdução à Zootecnia,
Deontologia Zootécnica e
Produção de Nutrição de
Bovinos de Corte.
Ecologia
Anatomia animal
Administração rural e Economia
rural
Avaliação e Tipificação de
Carcaça
Fisiologia e biotecnologia da
reprodução
Histologia e Embriologia
Biologia Celular
Geologia e Pedologia
132
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Engenharia
agrônomica
Engenharia
agrônomica
Engenharia
agrônomica
Engenharia
agrônomica
Onã da Silva Freddy
Carlos Cesar Breda
Virindiana Colet Bortolotto
Kelte Resende Arantes
Solenir Ruffato
Engenharia Agrícola
Claudia dos Reis
Biologia
Lucélia Nobre Carvalho
Biologia
Fertilidade do Solo e
Nutrição Mineral de Plantas
Manejo e Conservação do
Solo
Topografia e Desenho
Técnico
Construções Rurais e
Ambiência
Máquinas e Mecanização
Agrícola
Morfologia e anatomia
vegetal
Zoologia Geral e
Entomologia Geral
Licenciatura em
Ciências Agrárias
Engenharia
agrônomica
Engenharia
agrônomica
Farmácia
Matemática
Física
Hyrandir Cabral de Melo
Simone Inoe Araújo
Marcia Matsuoka
Virginia Claudia da Silva
Reinaldo de Marchi
Yuri Alexandrovish Barbosa
Fisiologia Vegetal
Genética
Microbiologia geral
Química
Matemática
Física
Tabela 4.1.2. Características Profissionais do Docente do Curso de Medicina
Veterinária
DOCENTE
Anderson Corassa
Cláudio Vieira de Araújo
Eduardo Henrique Bevitori Kling de
Moraes
Fábio Renato Borges
Júlio Roquete Cardoso
Luciana Fagundes Christofari
Paulo Sérgio Andrade Moreira
Rafael Gianella Mandadori
Carlos Vinicio Vieira
Sayonara Andrade do Couto Moreno
Arantes
Onã da Silva Freddy
Carlos César Breda
Virindiana Colet Bortolotto
REGIME
DE
TRABALHO
NÍVEL
TEMPO DE
MAGISTÉRIO
SUPERIOR
DE
DE
DE
Adjunto – Nível I
Adjunto – Nível IV
Adjunto – Nível II
3 anos
6 anos
2 anos
DE
Assistente – Nível
I
Adjunto – Nível I
Adjunto – Nível I
Adjunto – Nível II
Adjunto – Nível I
Adjunto– Nível I
Adjunto – Nível I
3 anos
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
Adjunto – Nível II
Adjunto – Nível I
Assistente – Nível
I
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6 anos
1 ano
3 anos
10 anos
1 ano
1 ano
2 anos
1 ano
1 ano
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DE
DE
DE
Kelte Resende Arantes
Solenir Ruffato
Claudia dos Reis
Adjunto – Nível II
Adjunto – Nível I
Assistente – Nível
I
Adjunto – Nível I
Adjunto – Nível I
Adjunto – Nível I
Adjunto – Nível II
Adjunto – Nível I
Assistente – Nível
II
Adjunto – Nível II
DE
DE
DE
DE
DE
DE
Lucélia Nobre Carvalho
Hyrandir Cabral de Melo
Simone Inoe Araújo
Marcia Matsuoka
Virginia Claudia da Silva
Reinaldo de Marchi
DE
Yuri Alexandrovish Barbosa
4 anos
6 anos
3 anos
1 ano
4 anos
3 anos
3 anos
1 ano
3 anos
1 ano
Tabela 4.1.3. QUADRO SINTÉTICO DE TITULAÇÃO DOCENTE
Titulação Docente
Número
Porcentagem
Mestre
4
17,39 %
Doutor
19
82,21 %
Total
23
100 %
4.2. CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS: ATUAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO.
Os
técnico-administrativos
atuam
ativamente
no
processo
ensino-
aprendizagem do curso de Zootecnia. Desde atendimentos para resolução de
problemas com documentação, entre outros, bem como em atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
4.2.1 Números de servidores técnico-administrativos em exercício.
O corpo técnico administrativo é composto por diversos profissionais, de
diferentes áreas, de acordo com sua lotação e exercício de função específica, a saber:
-
técnicos de laboratório – (10);
-
técnicos
administrativos
–
secretaria
geral,
coordenação
acadêmica,
coordenação de curso, coordenação de extensão e estágios, coordenação de campus,
etc (8);
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-
técnicos de nível superior – bibliotecários(as) (2)
4.3.2. Cronograma de contratação de pessoal para o curso de Zootecnia– UFMT/
Sinop
Anexo I
DEMANDA DE PROFESSORES ATENDIDADAS POR DEPARTAMENTO ENVOLVIDO
Ano de funcionamento
do curso
Número de docentes
Número de técnicos
(nível médio)
Número de técnicos
(nível superior)
2006 a 2008
20
1
0
3º ano 2009
14
5
2
34 docentes
6 técnicos
2 técnicos
TOTAL
Comentários adicionais:
Relação aluno/professor: 500 alunos/34 professores = 14,71
5. INSTALAÇÕES FÍSICAS
Campus da UFMT, localizado a 500 km de Cuiabá, na região norte do Estado
de Mato Grosso, sendo implantado em Sinop-MT em 1992 com o objetivo de oferecer
à região a formação de profissionais voltados para a pesquisa e o magistério, a
integração dos conhecimentos de excelência no interior do Estado e a colaboração no
desenvolvimento da região.
A UFMT/ Sinop, até janeiro de 1997, funcionava em prédio alugado pela
Prefeitura Municipal de Sinop. Atualmente, está localizado em terreno próprio, doado à
UFMT pelo Colonizador Ênio Pipino, no prédio CAIC (construção feita pelo MEC) –
Centro de Atendimento Integrado à Criança – sendo que a utilização de suas
dependências é resultado de parcerias com o próprio MEC, entre a UFMT e a
Prefeitura Municipal, segundo se apresenta na Figura 3.
O terreno destinado à implantação do campus está representado na imagem
da Figura 4, demonstrando as suas dimensões, que perfazem uma área de 60 ha.
É imprescindível o uso racional da área de implantação de modo a possibilitar
futuras expansões, devendo, neste projeto inicial, realizar um estudo de Plano Diretor,
visando à ocupação e ampliação do campus de forma ordenada e coerente.
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Sendo assim, deverá incluir ainda o traçado das vias urbanas a serem
executadas tanto neste primeiro momento quanto à longo prazo e a elaboração de um
projeto paisagístico que priorize plantas nativas. Em resumo as áreas a serem
construídas no campus são apresentadas no Quadro 7.
Maiores detalhes de toda infra-estrutura do Campus de Sinop é apresentado no
ANEXO VI.
Figura 3 – Área da UFMT onde se implantou o CAIC.
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Figura 4 – Área destinada à implantação da UFMT / Campus de Sinop.
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Figura 5 – Foto aérea dos blocos da primeira etapa em construção do campus de
Sinop.
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Figura 6 – Foto de um dos blocos da primeira etapa de construção do campus de
Sinop.
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Quadro 7 - Resumo de áreas a serem construídas – UFMT / Campus Sinop.
Espaço Físico
Área
Área
Área
Área
Construída
Construída
Construída
Construída
(m²)
(m²)
(m²)
(m²)
1ºEtapa-2006
2ºEtapa-2007
3ºEtapa-2008
TOTAL
Salas de Aula
2.100,00
1.620,00
1.620,00
5.340,00
Laboratórios
2.916,00
1.129,00
-
4.045,00
Administração
1.305,00
-
-
1.305,00
-
-
3.388,00
3.388,00
Biblioteca
600,00
-
-
600,00
Guarita
15,00
-
-
15,00
*Sanitários
300,00
-
-
300,00
Área Total
7.486,00
2.749,00
5.008,00
15.153,00
HOVET
5.1. ESPECIFICAÇÕES DAS SALAS DE AULA
As salas de aula previstas para construção, no Projeto de Expansão, serão
para atendimento dos seis cursos atualmente implantados no Instituto, e tendo as
seguintes área e características.
1ª Etapa (Ano 2006), 2100 m².
02 (duas) salas de aula para 100 alunos, 300 m².
16 (dezesseis) salas de aula para 60 alunos, 1440 m².
06 (seis) salas de aula para 40 alunos, 360 m².
2ª Etapa (Ano 2007), 1620 m².
18 (dezoito) salas de aula para 60 alunos, 1620 m².
3ª Etapa (Ano 2008), 1620 m².
18 (dezoito) salas de aula para 60 alunos, 1620 m².
5.2. ESPECIFICAÇÕES DA BIBLIOTECA
A biblioteca da UFMT / Campus Sinop foi organizada, inicialmente, em uma
sala cedida pelo CAIC, em que além de abrigar os diversos volumes adquiridos pela
Instituição, também dispunha de área para realização de estudos individuais e em
grupo, e ainda, uma divisão com três computadores para consulta.
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Posteriormente, será transferida para instalações especialmente construídas
para abrigar a Biblioteca Central da UFMT / Campus Sinop, com uma área total de 600
m2.
Figura 8: Foto da atual Biblioteca. A 1a etapa da nova biblioteca (600 m2) está em
fase de construção.
5.3. ACERVO BIBLIOGRÁFICO
O acervo bibliográfico da UFMT/ Sinop consta de diversas publicações (livros
em especial) das áreas das Ciências Agrárias, Ciências Médicas e Ciências Exatas.
Este acervo está se tornando um referencial na região Norte do Mato Grosso,
pois quase que sua totalidade tem sido adquirida recentemente (últimos dois anos),
além de seu pedido ter sido elaborado buscando as publicações mais recentes de
cada área.
Soma-se a isso que o quantitativo adquirido, da bibliografia básica, tem
engendrado esforço para aquisição de um número em torno de 20% dos alunos de
cada período. Conta-se também com a base de dados (periódicos) da CAPES, etc.
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Todavia, nem toda a bibliografia que será utilizada no curso ainda foi
adquirida, pois a aplicação de recursos prevê a compra de livros de forma gradual, ou
seja, de acordo com a efetivação dos períodos.
5.4 - ESPECIFICAÇÕES DOS LABORATÓRIOS
Nos Quadros abaixo estão relacionadas as descrições dos laboratórios e
suas respectivas metragens utilizados no curso, estes são compartilhados com outros
cursos do campus formando parte do projeto de implantação do Campus de Sinop.
Quadro 8 - 1ª Etapa de Laboratórios (em 16 de agosto de 2007).
Laboratórios
Metragem Total (m2)
Biologia Vegetal
130
Ensino de Informática I
70
Física
100
Fitopatologia Vegetal, Microbiologia e Biotecnologia.
100
Entomologia
45
Informática Geral I – uso geral
90
Desenho Técnico
130
Microscopia Geral I
140
Química Geral e Analítica
140
Química Orgânica e Bioquímica
100
Solos e Nutrição de Plantas
245
Ensino de Informática II
70
Informática Geral II – uso geral
90
Microscopia Geral II
100
Sementes
197
Nutrição Animal e Bromatologia
265
Forragicultura
40
Herbário
500
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5.5. RECURSOS DIDÁTICOS
•
Vídeos;
•
Televisores;
•
Retro projetores;
•
Projetores de slides;
•
Microscópio com microcâmera e monitor;
•
Computadores com acesso à internet.
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