Por ocasião das comemorações dos 20 anos da Licenciatura em Engenharia Biológica da Universidade do Minho. APOIO DE: Conselho de Cursos de Engenharia PARALAB ENGENHARIA BIOLÓGICA 20 anos (1986-2006) Comissão Organizadora: Eugénio Ferreira (Coordenação), José Maria Oliveira, Regina Nogueira, João Peixoto, Maria Olívia Pereira, Joana Azeredo, Isabel Rocha, Fernando Dourado e Mariana Henriques. TÍTULO: Engenharia Biológica, 20 Anos (1986-2006) COORDENAÇÃO: Eugénio C. Ferreira EDIÇÃO: 1ª edição, Outubro de 2006 ISBN-10: 972-97810-2-8 ISBN-13: 978-972-97810-2-5 Depósito Legal: Tiragem: 300 PUBLICADO POR: Departamento de Engenharia Biológica, Universidade do Minho Campus de Gualtar, 4710-057 Braga, Portugal DESIGN: Helena Martins · Matriz Activa IMPRESSO: Candeias, Artes Gráficas · Braga · www.litografiaac.pt SÍTIO INTERNET: www.deb.uminho.pt/20anos © Universidade do Minho Índice PÁGINA 1 | Prefácio 4 2 | Programa da Sessão Comemorativa “20 anos da Licenciatura em Engenharia Biológica da Universidade do Minho” 6 3 | Resumos das Comunicações da Sessão Comemorativa 7 4 | Breves apontamentos da história do Departamento/Licenciatura de Engenharia Biológica 15 5 | Os Cursos 29 6 | Dados de Ingressos 60 7 | Avaliação Externa 61 8 | Testemunhos 65 9 | Publicidade 72 1. PREFÁCIO Duas décadas constituem uma excelente oportunidade para um balanço e uma antevisão das perspectivas futuras de desenvolvimento do ensino e investigação em Engenharia Biológica. A Universidade do Minho foi pioneira em Portugal no lançamento de uma licenciatura em Engenharia Biológica (LEB), tendo o 1º curso arrancado em Outubro de 1986. Decorridos 20 anos e num momento de reorganização do Ensino Superior por acção do Processo de Bolonha, julgamos importante comemorar a efeméride com uma sessão sobre “Passado, Presente e Futuro da Engenharia Biológica”. Simultaneamente, convidámos os diferentes actores desta história: antigos e actuais alunos, antigos e actuais docentes, antigos e actuais funcionários para um Convívio. Não tendo estado presente nos primeiros anos do curso, mas conhecedor das condições iniciais, pude participar, nestes meus quinze anos de ligação à UM, na enorme evolução do DEB e no pioneirismo de um curso da área da Biotecnologia e Bioengenharia. A tendência recente dos EUA de reformatar os seus cursos de Engenharia Química para Engenharia Química e Biológica e a recente explosão de cursos em Portugal nesta área (UP, UNL, UA, IPVC, ISEC, ISEL, …) mais do que confirmam a nossa aposta. O Processo de Bolonha conduziu recentemente à adequação da licenciatura em Engenharia Biológica para mestrado integrado. O DEB, enquanto departamento específico da LEB, viu reconhecida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a sua competência para assegurar o novo figurino de formação. A excelência da sua investigação contribuiu para a nossa integração em dois grandes projectos emergentes: a criação de um novo Laboratório Associado, o Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia e o novo Programa de Doutoramento e de Investigação em Bioengenharia em associação com o Massachuttets Institute of Technology (MIT). Prefácio Neste contexto comemorativo entendeu a Comissão Organizadora publicar o livro que se prefacia. Nele se incluem os resumos das comunicações da sessão comemorativa, breves apontamentos da história do Departamento/Licenciatura de Engenharia Biológica, uma galeria fotográfica com todos os cursos e indicação dos respectivos licenciados, dados estatísticos de ingresso, informação sobre a avaliação externa do curso e alguns testemunhos seleccionados de um inquérito aos antigos alunos. Gostaríamos de agradecer aos oradores convidados, em especial aos colaboradores externos à UM que aceitaram partilhar connosco este momento e que muito contribuíram para o sucesso do curso e do Departamento de Engenharia Biológica. São também devidas palavras de agradecimento a todos os docentes e funcionários do DEB, aos docentes/funcionários dos Departamentos contribuintes do curso (Produção e Sistemas, Informática, Electrónica Industrial, Biologia, Química, Matemática, Física e outros Departamentos responsáveis pela leccionação de opções culturais). Estendemos os agradecimentos aos antigos alunos que muito têm contribuído, com os seus testemunhos, para a divulgação do nome da Engenharia Biológica. Uma palavra final de agradecimento para as empresas e entidades que entenderam patrocinar este evento. Pela Comissão Organizadora das comemorações dos 20 anos da Licenciatura em Engenharia Biológica da Universidade do Minho Eugénio C. Ferreira Braga, 9 de Outubro de 2006 Prefácio 2. PROGRAMA DA SESSÃO COMEMORATIVA “20 anos da Licenciatura em Engenharia Biológica da Universidade do Minho” DATA: 20 de Outubro de 2006 | LOCAL: Campus de Gualtar, Anfiteatro A1 (CP1) 14h30 Sessão de Abertura Vice-Reitor da Universidade do Minho em substituição do Reitor, Vice-Presidente da Ordem dos Engenheiros em substituição do Bastonário da OE, Presidente da Escola de Engenharia, Presidente do Colégio de Engenharia Química da OE, Directora do DEB, Presidente do Conselho de Cursos de Engenharia, Directora de curso de Engenharia Biológica. 15h00 Sessão “Passado, Presente e Futuro da Engenharia Biológica” > Prof. Luís Soares (UM) a definir > Profª Maria Odete Maia (UM) “Como do nada nasceu e cresceu o curso de Engenharia Biológica” > Prof. Luís Melo (FEUP) “A vida em estado não estacionário” > Profª Rosário Oliveira (UM) “Engenharia Biológica - O percurso no tempo e no espaço” > Prof. Juan Lema (USC) “20 anos de Cooperación entre a Universidade do Miño e a Universidade de Santiago de Compostela… e o que ainda queda por facer!” > Prof. Manuel Mota (UM) “Novos Desafios da Engenharia Biológica” > Prof. Joaquim Sampaio Cabral (IST-UTL) “BIOENGENHARIA - Novos desafios interdisciplinares, interinstitucionais e internacionais” > Prof. Sebastião Feyo de Azevedo (FEUP) “A nova oferta de formações e as qualificações profissionais” Programa da Sessão Comemorativa RESUMOS DAS COMUNICAÇÕES DA SESSÃO COMEMORATIVA 3. Como, do nada, nasceu e cresceu o curso de Engenharia biológica Maria Odete Maia Departamento de Engenharia Biológica Universidade do Minho Faz-se uma análise dos recursos da Universidade do Minho disponíveis, à data do arranque do curso, nos três campos fundamentais: docentes, espaços e apoio financeiro. Relembra-se a preocupação de formação dos docentes mais jovens nos domínios de interesse para o curso e as condições de recrutamento de professores com formação específica, recorrendo-se a docentes convidados de outras Universidades. Recorda-se também a exiguidade de espaços disponíveis para a montagem das disciplinas laboratoriais e o modo como se ultrapassou o problema. Em relação ao apoio financeiro, entende-se que houve sempre boa vontade da parte dos órgãos de gestão da Universidade, considerando obviamente as restrições neste campo a que todos estão já demasiado habituados. A vida em estado não estacionário Luís F. Melo Departamento de Engenharia Química Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto O arranque de uma estrutura em ambiente regional, para ser compreendida a nível nacional e (re)conhecida internacionalmente. montar máquina o litle bang algumas nuvens fazer-se ouvir Programa da Sessão Comemorativa A Licenciatura em Engenharia Biológica Percurso no Tempo e no Espaço Rosário Oliveira Departamento de Engenharia Biológica Universidade do Minho Ao pensar em escrever umas breves palavras destinadas à comemoração dos 20 anos da formação em Engenharia Biológica conferida pela Universidade do Minho, a primeira frase que me ocorreu foi a conhecida expressão: le roi est mort. Vive le roi! De facto, terminou o ciclo da Licenciatura e inicia-se o ciclo do Mestrado Integrado em Engenharia Biológica. A oportunidade de comemorar os 20 anos fica, assim, duplamente justificada. Ao relembrar a génese e o percurso da Licenciatura em Engenharia Biológica da Universidade do Minho, assinalo alguns eventos que considero mais marcantes. Quanto à génese, tenho memórias difusas de algumas conversas com os Professores Luís Soares e João de Deus Pinheiro, que em 1984 me referiam a criação para breve de uma Licenciatura em Biotecnologia, porque esse era o futuro. Recordo-me de posteriormente o Professor João de Deus Pinheiro me dizer que, pelo facto de ter aberto a Escola de Biotecnologia da Universidade Católica no Porto, questões políticas ditavam que a licenciatura a lançar pela Universidade do Minho teria que ter uma designação diferente. É em Julho de 1985 (Portaria nº420/85) que fica expresso que “a Universidade do Minho passa a conferir o grau de licenciado e a ministrar em consequência o respectivo curso em Engenharia Biológica. Ramo – Tecnologia e Processos Químicos e Biológicos”. Despacho assinado pelo então Ministro da Educação João de Deus Pinheiro. No entanto, as condições para se iniciar o curso só vêm a estar criadas no ano lectivo seguinte, iniciando-se o 1º ano em Outubro de 1986. O Professor Luís Melo e a Doutora Odete Maia foram os grandes orquestradores de todo o processo de arranque. Por muito espantoso que possa parecer houve 21 alunos que se inscreveram! Estávamos, então, sediados nos pavilhões da rodovia (nome pelo qual eram conhecidos os pavilhões pré-fabricados junto à escola Calouste Gulbenkian) e os alunos tinham as aulas teóricas no edifício da rua D. Pedro V, que era o correspondente aos actuais complexos pedagógicos. Os cursos de Engenharia funcionavam até ao 2º ano no pólo de Braga e os três restantes em Guimarães no Palácio de Vila Flor. Em Janeiro de 1988, por decisão do Senado, a Licenciatura em Engenharia Biológica, juntamente com a Licenciatura em Sistemas e Informática, ficam integralmente localizadas em Braga, passando as restantes integralmente para Guimarães. Programa da Sessão Comemorativa Dada a exiguidade de docentes com formação adequada, fundamentalmente até ao ano lectivo de 1990/1991, houve a prestimosa colaboração de docentes de outras instituições, nomeadamente do Instituto Superior Técnico e das Universidades do Porto e de Coimbra, tendo algumas dessas colaborações perdurado até mais tarde. Houve, ainda, outro Outubro importante, o de 1991, data em que foi publicada em Diário da República (231/1991 de 8 de Outubro – II série) a criação do Ramo de Controlo da Poluição. Recordo todo o esforço e empenho do Professor Luís Melo ao tentar mostrar a pertinência desta formação perante a resistência de alguns alunos. Talvez alguns dos mais cépticos tenham acabado por fazer carreira profissional nesse domínio. Em 1992 todas as aulas da Licenciatura passam a decorrer no Campus de Gualtar e a transferência integral dos laboratórios, apesar do trabalho que deu, foi feita com um mínimo de perturbação para as aulas, graças ao planeamento logístico e de transporte feito pela Doutora Odete Maia. Abro aqui um parêntesis para referir que na altura existia o Departamento de Ciências de Engenharia (DCE) que só passou a ser designado Departamento de Engenharia Biológica em Novembro de 1993. Isto para dizer que as aulas da responsabilidade do então DCE decorriam no à data edifício da Escola de Engenharia em Gualtar onde o Departamento estava sediado. O ano de 1995 tem três marcos importantes. Em 13 de Julho é promulgada a reestruturação do plano curricular da Licenciatura e o ramo de Tecnologia e Processos Químicos e Biológicos passa a designar-se Tecnologia Química e Alimentar (DR 160/1995 – II série). Neste processo, as disciplinas passaram quase todas a semestrais e algumas sofreram alterações na sua designação e pequenos ajustes do conteúdo programático. Aquando da preparação do processo de reestruturação houve algumas opiniões no sentido de se alterar o nome da licenciatura, uma vez que se mantinha o receio, que lhe vinha associado desde o início, de que por ser nova e a única com esta designação não fosse inteligível por parte das entidades empregadoras. A opinião dos já então licenciados teve muita força para que continuasse Engenharia Biológica. O segundo marco importante desse ano tem lugar em 25 de Setembro e corresponde à primeira acreditação do curso pela Ordem dos Engenheiros, tendo-lhe sido atribuído um reconhecimento válido por 6 anos, período máximo concedido pela Ordem. Foi também a primeira licenciatura em engenharia da Universidade do Minho a ser acreditada. Em 26 de Outubro (Outubro, novamente!) é oficialmente registado o Núcleo de Estudos de Engenharia Biológica – NEEB (DR 248/1995 – II série). Pretendia-se que fosse núcleo de estudantes, mas por um erro de registo ficou núcleo de estudos. Destaco o empenho da Martinha Pereira (então já aluna finalista) em todo o processo final da criação do NEEB. Em 1997 o Departamento de Engenharia Biológica transfere-se para o actual edifício próprio e, com ele, também, os laboratórios pedagógicos da respectiva responsabilidade. Programa da Sessão Comemorativa Em 1998 é feita a primeira avaliação externa da Licenciatura em Engenharia Biológica pela Fundação das Universidades Portuguesas, tendo recebido uma avaliação muito positiva e elogiosa. A segunda ronda de avaliação externa ocorreu em 2002, sendo a Licenciatura em Engenharia Biológica avaliada com uma classificação de A. A segunda acreditação pela Ordem dos Engenheiros tem lugar em 30 de Março de 2004. Por esta altura já se tinha começado a pensar na reestruturação da organização curricular para a adequar aos formatos decorrentes da Declaração de Bolonha. Face a todas as dúvidas e incertezas o processo arrasta-se por algum tempo. Em 14 de Junho de 2006 é despachado favoravelmente pelo Director Geral do Ensino Superior o pedido de criação do Mestrado Integrado em Engenharia Biológica a ser conferido pela Universidade do Minho, o qual arrancou em 11 de Setembro. Desde o início que muitos estavam convictos de que uma formação em Engenharia Biológica era um caminho de futuro, mas também havia os cépticos. As suas razões tinham por base, como atrás referi, o receio de que uma formação com um nome não tradicional não fosse entendida no mercado de trabalho. O facto de uma escola de engenharia de referência como o Instituto Superior Técnico ter criado em 1997 um curso de licenciatura com a mesma designação veio contribuir para um aumento de confiança dos mais cépticos. De facto, o reconhecimento da importância de uma formação que permita a integração da biologia com a engenharia e que concretize esse benefício através da aplicação de bioprocessos tornou-se incontornável. Em 2002 houve um encontro nos Estados Unidos da América que congregou representantes de várias escolas de engenharia química do país (24), de algumas empresas de renome e da National Science Foundation, do documento final então produzido retiro o seguinte excerto: “In the past 20 years, understanding of biological systems has developed to the point that biological systems can now be engineered. The result has been a transformation in problems that can be addressed and products that can be made. The revolution in understanding biological systems has occurred at the molecular level, i.e., where key processes involve physical processes and coupled reaction pathways that are subject to feedback and control. These integrated networks can be engineered to transform materials into useful products. Understanding of biological processes is of importance not only to those sectors involved with human health (e.g., the pharmaceutical and biotechnology industry) but increasingly in the traditional employers of chemical engineers (i.e., corporate sectors including the materials, chemicals, food, personal care, energy, fuels, and semiconductor industries).” Dois anos depois (2004), 21 universidades tinham alterado o nome dos Departamentos, como se mostra na tabela seguinte: 10 Programa da Sessão Comemorativa Universidade Departamento Alabama, University of Christian Brothers University Cleveland State University Colorado, University of Cornell University Georgia Institute of Technology Illinois, University of Iowa, University of Johns Hopkins University Missouri, University of Montana State University New York, State University of Northwestern University Notre Dame, University of Pennsylvania, University of Polytechnic University Rensselaer Polytechnic Institute Rutgers--The State University of New Jersey Tufts University Tulane University Wisconsin-Madison, University of Chemical and Biological Engineering Chemical and Biochemical Engineering Chemical and Biomedical Engineering Chemical and Biological Engineering Chemical and Biomolecular Engineering Chemical and Biomolecular Engineering Chemical and Biomolecular Engineering Chemical and Biochemical Engineering Chemical and Biomolecular Engineering Chemical and Biological Engineering Chemical and Biological Engineering Chemical and Biological Engineering Chemical and Biological Engineering Chemical and Biomolecular Engineering Chemical and Biomolecular Engineering Chemical and Biological Sciences and Engineering Chemical and Biological Engineering Chemical and Biochemical Engineering Chemical and Biological Engineering Chemical and Biomolecular Engineering Chemical and Biological Engineering As alterações não se limitaram à mudança do nome dos departamentos, traduziram-se, também, na inclusão nos programas curriculares de formação em ciências e processos biológicos. Curiosamente, a Universidade de Yale manteve inalterada a designação do seu departamento de engenharia química, mas na apresentação da respectiva actividade de investigação começa por dizer: “Our Department´s research focus is on biochemical engineering, catalysis,…”. O renomado MIT (Massachusetts Institute of Technology) oferece formação em Biological Engineering desde 1998. Outros países, nomeadamente, Canadá, Suécia, Suíça, Austrália, também já adoptaram a Engenharia Biológica como área curricular. Estes exemplos servem para dar mais ênfase ao extraordinário pioneirismo da Universidade do Minho. Vamos entrar agora numa nova etapa de formação em Engenharia Biológica, não só pela configuração curricular de um Mestrado Integrado, mas também pela criação de um Doutoramento em Bioengenharia, com um formato totalmente inovador e em colaboração com outras instituições – Instituto Superior Técnico, Universidade Nova de Lisboa e Massachusetts Institute of Technology. Neste regime transiente, haverá algumas incertezas e instabilidades, mas com o empenho habitual do corpo docente, dos funcionários e dos alunos (a nossa razão de ser) estou convicta que rapidamente atingiremos o estado estacionário. Continuaremos rumo ao futuro, sempre a inovar! Programa da Sessão Comemorativa 11 Vinte anos de Cooperación entre a Universidade do Miño e a Universidade de Santiago de Compostela… e o que ainda queda por facer! Juan M. Lema Catedratico de Enxeñaría Química Universidade de Santiago de Compostela Na presentación faise un repaso rápido dos inicios da colaboración entre os Departamentos de Engenharía Biológica (DEB-UMinho) e o Departamento de Enxeñaría Química (DEQ-USC) no campo da Enxeñaría Ambiental. A continuación vanse exponiendo como, no transcurso do tempo, os temas de interese van mudando e como a cooperación vaise extendendo dende ámbitos académicos a ámbitos de proxectos de investigación e de intercambio de estudiantes. Finalmente avalíanse as posibilidades de traballo futuro en común, na liña das novas orientacións internacionáis. Novos Desafios da Engenharia Biológica Manuel Mota Departamento de Engenharia Biológica Universidade do Minho Numa primeira parte serão apresentados os avanços mais recentes nas áreas básicas da engenharia biológica - microbiologia, engenharia, nanobiotecnologia, biologia sintética. Em seguida serão enumerados vários problemas/desafios nas áreas da Engenharia Alimentar, dos Estudos Ambientais e da Engenharia Biomédica, demonstrando como os diferentes avanços nas áreas de base poderão desembocar, a curto e médio prazo, em enormes saltos no conhecimento e nas aplicações práticas. 12 Programa da Sessão Comemorativa BIOENGENHARIA Novos Desafios Interdisciplinares, Interinstitucionais e internacionais Joaquim M.S. Cabral Centro de Engenharia Biológica e Química, Instituto Superior Técnico Na comemoração dos 20 anos da Engenharia Biológica da Universidade do Minho, o autor, que participou no arranque e leccionação desta Licenciatura nos primeiros anos, apresenta a sua visão como foi possível criar uma verdadeira rede nacional na área da Biotecnologia e Bioengenharia, envolvendo então os poucos recursos humanos especializados neste domínio. Vinte anos passados, os esforços desenvolvidos, numa colaboração profícua a nível de ensino, investigação, transferência de tecnologia e serviços à comunidade, conduziram, à criação de um novo Laboratório Associado, o Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia (IBB), em que participam as principais unidades de investigação nacionais, sediadas no Instituto Superior Técnico e nas Universidades do Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro e Algarve. Apresenta-se as principais áreas temáticas e científicas do IBB e a sua estratégia para responder aos novos desafios resultantes dos extraordinários desenvolvimentos científicos em Biologia Molecular, Genómica Funcional, Bioinformática, Biologia de Sistemas, Biologia Sintética, Nanobiotecnologia e Bioengenharia de Células Estaminais, com reflexos nas áreas industrial, da saúde, agrária e ambiental. Na vertente da internacionalização da Bioengenharia em Portugal, apresenta-se também o novo Programa de Doutoramento e de Investigação em Bioengenharia em associação com o Massachuttets Institute of Technology (MIT), em que participam as unidades de investigação do IBB, pertencentes ao Instituto Superior Técnico e à Universidade do Minho. Programa da Sessão Comemorativa 13 A nova oferta de formações e as qualificações profissionais Sebastião Feyo de Azevedo Departamento de Engenharia Química Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Introdução Está em curso uma remodelação profunda do sistema do ensino superior português, em particular da sua oferta de formações, no âmbito do Processo de Bolonha (PB). Em termos pragmáticos e simples a Sociedade está particularmente interessada em entender a relação entre essa nova oferta de formações e as competências profissionais que lhes estarão directa ou potencialmente associadas. É essa a problemática específica que abordo neste artigo, não só na perspectiva do colectivo, isto é das competências de que a Sociedade necessita e procura no mercado dos diplomados (detentores de graus formais ou de diplomas com significado profissional), como particularmente na perspectiva individual da(o) Jovem que merece uma oferta de formação adaptada aos tempos e que quer programar a sua formação inicial, pensando no mercado de trabalho europeu em que tem que encontrar o seu lugar. As questões fundamentais nesta análise são a da percepção do Processo de Bolonha em toda a sua dimensão política e académica, complementarmente com a da percepção do modelo de reconhecimento de qualificações profissionais aprovado a nível europeu. Unificando os conceitos, a questão fundamental é a da percepção e adopção do modelo de desenvolvimento sócio-económico que, lenta mas seguramente, apesar dos ruídos de fundo e do habitual atraso de alguns Países no entendimento desse desenvolvimento, se tem vindo a adoptar a nível Europeu. A comunicação está estruturada em três partes principais. Na primeira, revisito o Processo de Bolonha, em particular o Acordo de Bergen assinado em 19 de Maio de 2005 por 45 Ministros de Educação Europeus. Na segunda, comento a Directiva Europeia sobre Reconhecimento de Qualificações Profissionais, aprovada em sede de Conselho da Europa e de Parlamento Europeu em 7 de Setembro, no mesmo frutuoso ano de 2005, particularmente na sua relação com o Processo de Bolonha. Na terceira, analiso a legislação nacional, a situação da oferta de formações que se desenha em Portugal na área da engenharia e a sua relação com competências profissionais. No essencial, e de forma necessariamente breve, deixo a mensagem de que o PB se projecta de facto nas actividades profissionais e que há uma relação directa entre essa nova oferta de formações e o necessário reconhecimento das qualificações profissionais diferenciadas de que a Sociedade precisa, questão que é da maior relevância para as actividades de engenharia. 14 Programa da Sessão Comemorativa BREVES APONTAMENTOS DA HISTÓRIA DO DEPARTAMENTO/LICENCIATURA DE ENGENHARIA BIOLÓGICA 4. Breves apontamentos da história do Departamento/Licenciatura de Engenharia Biológica > 1976 > O estudo 2/76 da Unidade Pedagógica de Engenharia sobre “Tecnologia Alimentar” no âmbito da Engenharia de Produção conclui sobre a necessidade de criação de cursos no campo da Tecnologia Alimentar e no campo mais geral das Ciências Biológicas Aplicadas. > 1982 > Proposta de criação do ramo “Processos Químicos e Biológicos” no curso de Engenharia da Produção (C.G. de 3 de Maio), não adoptada internamente. > 1983 > Proposta de criação do ramo “Químico e Alimentar” no curso de Engenharia da Produção (da autoria de Luís Soares), não adoptada internamente. > 1984 > Setembro: Contratação de Manuel Santos como técnico. > 1985 > Publicação da Portaria nº 420/85 de 5 de Julho de criação do curso de Licenciatura em Engenharia Biológica (LEB) com o ramo “Tecnologia e Processos Químicos e Biológicos”. Breves Apontamentos da História do Departamento 15 > 1986 > Março: Elaboração por Luís Melo, por encomenda do Reitor da UM, de um estudo de viabilidade do arranque da LEB e planeamento de recursos humanos > Contratação de Luís Melo como Professor Auxiliar Convidado. > Outubro: arranque do 1º curso da LEB tendo Luís Melo como director de curso. > Dezembro: Proposta de contratação de Odete Maia como Profª Auxiliar Convidada a 20%. > A Engenharia Biológica está integrada na Área de Ciências de Engenharia (ACE) da Unidade Científico-Pedagógica de Engenharia (UCPEng). > Instalações nos Pavilhões da Rodovia e em D. Pedro V > 1987 > Janeiro: palestra de Manuel Mota (FEUP) sobre “Perspectivas de Biotecnologia”, dirigida aos alunos e docentes da LEB. > Setembro: contratação de Luís Melo e Odete Maia como Professores Auxiliares. > Montagem do Laboratório Pedagógico de Fluidos e Calor (para o 2º ano do curso). 16 Breves Apontamentos da História do Departamento > Dificuldade na contratação de assistentes estagiários: lançados 4 concursos, 2 dos quais sem concorrentes, tendo os concorrentes dos outros 2 concursos desistido. > Instalações nos Pavilhões da Rodovia e em D. Pedro V > 1988 > Coordenador da A.C.E.: Maria Odete Maia; Director da L.E.B.: Luís Melo. > A A.C.E. integrava 12 docentes em actividade dos quais 7 ligados à licenciatura em Engenharia Biológica: Luís Soares, Luís Melo, Odete Maia, Manuela Pinheiro, António Brito, Madalena Alves, Isabel Martins (estes 3 últimos docentes foram contratados neste ano como assistentes estagiários). Contava ainda com 2 docentes em equiparação a bolseiro (Rosário Oliveira e Teresa Tavares). > São definidas as grandes linhas de orientação para o desenvolvimento da Biotecnologia na Universidade do Minho pela “Comissão para a Biotecnologia da UM” criada pelo Senado em Janeiro. > Definidos os grupos disciplinares para efeitos de atribuição de lugares do quadro de professores. > Decidido em Senado (Janeiro) localizar integralmente a LEB em Braga. > Montagem do Laboratório Pedagógico de Biotecnologia (para o 4º ano do curso). Breves Apontamentos da História do Departamento 17 > Instalações nos Pavilhões da Rodovia e em D. Pedro V. Montagem do Laboratório Pedagógico de Tecnologia Química (para o 3º ano do curso). > 1989 > A Área de Ciências de Engenharia é transformada em Departamento de Ciências de Engenharia (DCE) integrando a Secção de Engenharia Biológica e a Secção de Engenharia Térmica e Fluidos. A UCPE é transformada em Escola de Engenharia. > O despacho RT-53/89 fixa o plano de estudos da LEB ramo Tecnologia e Processos Químicos e Biológicos. 18 Breves Apontamentos da História do Departamento > Director do DCE: Maria Odete Maia; Director da LEB: Luís Melo. > Contratada Ascensão Lopes como assistente estagiária. > Instalações nos Pavilhões da Rodovia e em D. Pedro V e anexos. > 1990 >Proposta de criação do ramo “Tecnologia de Ambiente” no âmbito da LEB (Luís Melo, Odete Maia, António Brito). > Contratada Isabel Belo como assistente estagiária. > Admitida Maria dos Anjos com técnica auxiliar para apoiar os laboratórios. Breves Apontamentos da História do Departamento 19 > Organização na Univ. do Minho do V Congresso Nacional de Biotecnologia > Instalações em D. Pedro V e anexos. > 1991 > Doutoramentos de Rosário Oliveira (12 de Janeiro) e Teresa Tavares (1 Fev.). Contratado Eugénio Ferreira como assistente convidado a partir de 1 de Março. Transferência para o DCE de Manuel Mota, Prof. Associado do DEQ da FEUP a partir de Outubro. Contratado José Maria Oliveira como Assistente Estagiário a partir de Outubro. > Formados os 6 primeiros Licenciados em Engenharia Biológica. Iniciaram o 1º curso 19 alunos. 20 Breves Apontamentos da História do Departamento > Aprovado o ramo “Controlo da Poluição” da LEB (Resolução SU-5/91). O Despacho RT-62/91 estabelece o respectivo plano de estudos e ainda o plano de estudos especial aplicável em 1991/92 aos alunos que se inscrevam no 5º do ano do curso. > Candidatura ao Programa CIÊNCIA na área de Biotecnologia e Química Fina. > Instalações em D. Pedro V e anexos. > 1992 > Director da LEB: Manuel Mota > Novas contratações: Francisco Miguel Gama (assistente), Maria João Vieira (assistente convidada). > Instalações no edifício da Escola de Engenharia em Gualtar Breves Apontamentos da História do Departamento 21 > 1993 > Criação do Mestrado em Tecnologia do Ambiente (Resolução do Senado SU-4/93 de 3 de Maio), com entrada em funcionamento em Outubro deste ano. > Novembro: criado o Departamento de Engenharia Biológica (DEB). > Transferência para o DCE de José Teixeira, Prof. Associado do DEQ da FEUP a partir de Dezembro. > Instalações no edifício da Escola de Engenharia em Gualtar. > Admitidas Isabel Soares (Janeiro) para apoio administrativo e Adelaide Francisco (Fevereiro) para apoio laboratorial e Glória Cruz como auxiliar técnica. > 1994 > Director do DEB: Manuel Mota. Director da LEB: Rosário Oliveira. > Contratados como assistentes estagiários João Monteiro Peixoto e Armando Albino Dias Venâncio. Maria Ascensão Lopes rescinde o seu contrato de assistente convidada. > 1995 > Julho: doutoramentos de Eugénio Ferreira e Maria João Vieira. > O ramo de “Tecnologia e Processos Químicos e Biológicos” passa a designar-se por ramo de “Tecnologia Química e Alimentar” (Resolução SU-10/95). > Reestruturação do plano curricular da LEB. > Setembro: A LEB é acreditada pela Ordem dos Engenheiros – Colégio de Engenharia Química, por um período de 6 anos. > Criação do NEEB - Núcleo de Estudos de Engenharia Biológica (DR nº 248/95 III Série de 26 de Outubro). 22 Breves Apontamentos da História do Departamento > 1996 > Doutoramentos de Armando Albino Dias Venâncio e Francisco Miguel Portela da Gama. > 1997 > Director do DEB: Manuel Mota; Director da LEB: José Teixeira; > Fevereiro: visita ao IBQF/CEB de Sua Exa. Sr. Presidente da República Dr. Jorge Sampaio. > Avaliação externa da LEB pela Fundação das Universidades Portuguesas. > Doutoramento de António Brito passando à situação de Professor Auxiliar. Contratados os assistentes estagiários António Vicente e Joana Azeredo. > Mudança para o edifício próprio de Engenharia Biológica. Breves Apontamentos da História do Departamento 23 > 1998 > Director do DEB: Manuel Mota (em licença sabática desde Outubro de 1998); Director Adjunto: Luís de Melo (assume funções de Direcção em Outubro de 1998); Director da LEB: José Teixeira; > Doutoramentos concluídos: António Vicente (Março), Maria Madalena Alves (Julho), Joana Azeredo (Novembro). > Criado o Mestrado em Biotecnologia (DR-II série nº 211-2/09/1998). > 1999 > Director do DEB: Luís de Melo; Director da LEB: José Teixeira (até Outubro de 1999); Teresa Tavares, desde Outubro de 1999; > Aposentação de Maria Odete Lopes Silva Maia (desde 28 de Fevereiro). António Brito inicia comissão de serviço no Governo Regional dos Açores. > Contratação de Fátima Jacinto para apoio administrativo (Junho), contratação de Madalena Vieira como técnica superior (Julho) > 2000 > Director do DEB: José Teixeira (Luís Melo, até Julho de 2000). > Luís de Melo rescinde o contrato com a Universidade do Minho, passando em Setembro de 2000, a exercer as funções de Prof. Catedrático do DEQ/FEUP. > Doutoramento de Isabel Belo. Contratados Olívia Pereira e Lucília Domingues como assistentes convidados. > Dezembro: reforma-se Maria dos Anjos Cardoso, técnica de Laboratório desde Maio de 1990. > 2001 > Director do DEB: José Teixeira; Director da LEB: Maria Teresa Tavares até Setembro; Eugénio Ferreira desde Outubro. > Janeiro: José António Teixeira é promovido a Professor Catedrático. > Fevereiro: Eugénio Ferreira é promovido a Professor Associado. 24 Breves Apontamentos da História do Departamento > Aprovação pelo Ministério da Educação da Licenciatura em Engenharia Biomédica. > 2002 > Director do DEB: José Teixeira; Director da LEB: Eugénio Ferreira. > Nova avaliação externa da LEB, efectuada de 5 em 5 anos pela Fundação das Universidades Portuguesas. O estudo comparativo dos vários cursos avaliados pela Comissão de Avaliação Externa de “Química e Processos” permite inferir que as licenciaturas melhores classificadas são: a LEB da Universidade do Minho, Bioquímica e Química Alimentar da Universidade de Aveiro, Engenharia Química da Universidade do Porto e Engenharia Química da Universidade de Coimbra. > Arranque da Licenciatura em Engenharia Biomédica. > Dezembro: Completada a formação do corpo docente do DEB com todos os docentes de carreira doutorados. > Junho: Maria João Vieira é promovida a Professora Associada. > António Brito termina comissão de serviço no Governo Regional dos Açores. > Setembro: reforma-se Fátima Cordeiro, funcionária desde 1981. > 2003 > Director do DEB: José Teixeira; Director da LEB: Eugénio Ferreira (até Agosto), Maria João Vieira (desde Setembro). > Março: Rosário Oliveira promovida a Professora Catedrática. > Julho: Miguel Gama é promovido a Professor Associado. > Helena Madeira, funcionária do DEB desde Maio de 2000, reforma-se em Setembro. Breves Apontamentos da História do Departamento 25 > 2004 > Director do DEB: José Teixeira (até Outubro), Rosário Oliveira (desde Novembro); Director da LEB: Maria João Vieira. > 30 de Março: 2ª acreditação pela Ordem dos Engenheiros, pelo período de 6 anos. > A investigação realizada no âmbito do Centro de Engenharia Biológica foi considerada excelente pela FCT. > Atribuição dos Prémios CUF a A. Luís Amaral; Lettinga a Madalena Alves e “Estímulo à Excelência” da FCT a Manuel Mota. Julho: Agregação de Eugénio Ferreira. > Setembro: Contratados Isabel Rocha e Fernando Dourado como Assistentes Convidados. > Lançamento dos novos cursos de Mestrado e Especialização em Gestão Ambiental. > 2005 > Director do DEB: Rosário Oliveira; Director da LEB: Maria João Vieira (até Agosto), Madalena Alves (desde Setembro). > Madalena Alves é promovida a Professor Associado. > Prémio do Concurso Nacional de Inovação BES para uma equipa liderada por Madalena Alves. > Maio: Fátima Jacinto transfere-se do DEB para o Min. das Finanças. > Dezembro: Contratação de Zenaide Andrade como técnica de Laboratório. 26 Breves Apontamentos da História do Departamento > 2006 > Madalena Alves e colaboradores vencem Prémio Nacional de Inovação Ambiental 2006. > 19 de Junho: Visita ao DEB/CEB do Sua Exa. Sr. Presidente da República Prof. A. Cavaco Silva. > Setembro: No âmbito do “Processo de Bolonha” o curso de Licenciatura em Engenharia Biológica é adequado para Mestrado Integrado em Engenharia Biológica. > Setembro: Contratada Mariana Henriques como Assistente Convidada. > Outubro: DEB integra Programa MIT-Portugal na área de Bioengenharia. Breves Apontamentos da História do Departamento 27 28 5. OS CURSOS Curso Ano Licenciados 1 1990/1991 5 2 1991/1992 9 3 1992/1993 22 4 1993/1994 10 5 1994/1995 22 6 1995/1996 24 7 1996/1997 53 8 1997/1998 35 9 1998/1999 35 10 1999/2000 40 11 2000/2001 40 12 2001/2002 45 13 2002/2003 48 14 2003/2004 43 15 2004/2005 56 16 2005/2006 25 TOTAL 512 Os Cursos 29 1º Curso, 1986-1991 Identificação, da esquerda para a direita: Pilar Teixeira, Mário Peres, João José Silva, Ângela Silva, José Maria Oliveira, Pedro Campos e Florbela Carvalheiro Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1991: 1. Ângela Maria Antunes da Silva 4. Mário Henriques dos Santos Silva Peres 2. José Maria Marques Oliveira 5. Pedro Miguel Hipólito Reis Pedrosa Campos 3. Maria do Pilar de Araújo Teixeira 30 Os Cursos 2º Curso, 1987-1992 Na foto: De pé: Adelino Silva, Zélia Nunes, Cláudio Costa, Helena Beleza, Eduardo Costa, Ana Paula Castro, Vera Martins, Norberta Coelho, Maria Flores Vieira Em baixo: Sara Raposo, Isabel Santos, Elza Ferraz, “Tuxa”, Ricardo (filho da Ana Paula Castro) Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1992: 1. Ana Margarida Lopes Ferreira de Sousa 6. Florbela de Oliveira Carvalheiro 2. Carlos Cláudio Gonçalves da Costa 7. João José Soares Antunes da Silva 3. Eduardo José Lima Teixeira da Costa 8. Regina Maria de Oliveira Barros Nogueira 4. Elza Maria Rodrigues Durães Ferraz 9. Vera Cristina Aguieiras Triunfante Martins 5. Fernanda Isabel Teixeira Machado dos Santos Os Cursos 31 3º Curso, 1988-1993 Na foto: Da esquerda para a direita: Pedro Gonçalves, Olívia Pereira, Zé Salvador, Alexandra Röger, Rui Salgueiro, Raquel Pereira, Simone Pio, Jacinta Gonçalves, Maria João Coelho, Alexandrina Pires, Paula Brandão, Teresa Pinho, João Peixoto. 32 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1993: 1. Adelino Manuel Pinheiro Marques da Silva 2. Adriano José Pereira de Magalhães 13. Mário Ângelo dos Santos Azevedo Teixeira de Aguilar 3. Alexandra Susana Abreu de Faria Carvalho Röger 14. Nilza Vanda dos Santos Araújo 4. Alexandrina Maria da Cunha Pires 15. Norberta Rompante Coelho 5. Ana Paula Mascarenhas Sousa Pinto Castro 16. Paula Cristina Ferreira da Silva Brandão 6. Aurélio Manuel da Costa Oliveira 17. Pedro Miguel Catarino Fernandes 7. Isabel Maria Barbosa Branco Rodrigues Gonçalves 8. Jacinta de Fátima da Cunha Gonçalves 18. Raquel Maria Monteiro Álvares Pereira 9. João Monteiro Peixoto 19. Rui Miguel Salgueiro Ferreira 10. Maria das Flores Freitas de Oliveira Vieira 20. Sara Isabel Cacheira Raposo 11. Maria Helena Vidinha Beleza 21. Simone Ferreira Pio 12. Maria Olívia Baptista de Oliveira Pereira 22. Zélia Maria dos Santos Nunes Os Cursos 33 4º Curso, 1989-1994 Na foto, da esquerda para a direita e de cima para baixo: Cristina Coelho, Fernando Araújo, Joana Azeredo, Nuno Martins, Cláudia Sil, Alberta Araújo, Carla Taxa, Palmira Mendes, Rita Pinheiro, Cláudia Torres, Sandra Silva, José Manuel Oliveira, Celina Pinheiro. 34 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1994: 1. Carla Maria Taxa Viana Ramos 6. Maria Teresa da Silva Pinho 2. Cláudia Alexandra da Silva Reis Torres 7. Nuno Orlando de Barros Martins 3. Fernanda Maria da Silva Veloso dos Santos 8. Palmira Lindo dos Santos Mendes 4. Magda Maria Couto da Silva Graça 9. Rita Isabel Couto Pinheiro 5. Maria da Conceição de Azeredo Gomes 10. Sandra Manuela Fernandes da Silva Os Cursos 35 5º Curso, 1990-1995 Na foto, da esquerda para a direita e de cima para baixo: 1ª Linha: Alexandra, (Doutor António Brito), Luísa, Fernando Dourado, Teresa Costa, João Nuno Barreto, Filipe, Célia, António Pedro Gomes, ? 2ª Linha: Ilia, Rui Vilaverde, Isabel Osório, Nérie Jaqueline, Antonina Brandão, Ângela Osório, Alexandra, Filipa Lopes, Paulo Neto, Sandra 3ª Linha: Helena, Ana Cristina Rodrigues, Gorete, Cláudia Alves, Luísa Mourão, Alcina Alpoim, Patrícia Taborda Faltam na fotografia: José António Mota Vieira, José Luís, Fernando Rodrigues, Susana Gomes 36 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1995: 1. Alexandra Maria Ribeiro da Silva 13. Helena Paula de Sousa Sepúlveda Azevedo 2. Ana Carla Diogo Lopes 14. Henrique Miguel Tomás Dias de Assunção 3. Ângela Maria da Costa Osório 15. Ilia Rosa Afonso Ramos 4. Célia Angelina da Mota Tavares 16. Isabel Maria da Costa Osório 5. Celina Maria dos Santos Pinheiro 17. Joana Cecília Valente Rodrigues Azeredo 6. Cláudia da Rocha Valente Sil Monteiro 18. José Salvador Pereira Torres Ribeiro 7. Cláudia Teresa Fernandes Alves 19. Maria Alberta Pereira das Neves 8. Cristina Paula Vieira dos Santos Coelho da Fonseca Araújo 9. Fernando José dos Santos Rodrigues 20. Maria Alcina Alpoim de Sousa Pereira 10. Fernando Octávio de Queirós Dourado 21. Maria João Coelho de Magalhães 11. Filipa Alexandra da Mota Antunes Lopes 22. Teresa Paula de Jesus Costa 12. Helena Manuela Pala Dias de Sousa Os Cursos 37 6º Curso, 1991-1996 Na foto, da esquerda para a direita: Linha de cima: Pedro Bastos, Miguel Sousa, José Carlos Vieira ?, José Oliveira, Lúcia Gomes, Ana Cristina Cardoso, Nuno Cruz ?, Claudia Brito, Maria José Gonçalves, Filomena Peixoto, Alexandra Oscarina, ________ , ________ , __________ Linha do meio: Andrea Ferreira, Maria José Pires, Susana Barros, Zélia, Isabel Barbosa, Maria Clara Veloso, Ana Cristina Veloso, Carla Joana Silva, Tony Morais, Isabel Soares, Maria do Rosário Arantes Linha da frente: Carmen Patrícia Vivas, Maria do Céu Gonçalves, João Miguel Rocha, Rui Cipreste, Cláudia Araújo, Maria Judite Mota, Patrícia Ramalho, Telmo Fonte 38 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1996: 1. Alexandra Maria Godinho Coelho 13. João Nuno Malaquias Abreu Barreto 2. Alexandra Oscarina Pereira Couto 14. Maria Fernanda Saraiva de Sousa 3. Ana Cristina Araújo Veloso 15. Maria Guadalupe Peixoto da 4. Ana Cristina Pontes de Barros Rodrigues Cunha Gonçalves 5. Antonina Carla de Sousa Brandão 16. Maria Isabel Barbosa e Silva Soares 6. António Luís Pereira do Amaral 17. Maria Luísa Arede Gaspar de 7. António Pedro de Barros Gomes Lemos Mourão 8. Cármen Josefa Valente Vilarinho de Oliveira Melo 18. Natália Maria de Bessa Pacheco Rego 9. Fernando Oliveira de Araújo 19. Patrícia Carla Neves Padilha Taborda 10. Filomena Maria Simões Pacheco 20. Rui Carlos Ferreira Vaz Cipreste Monteiro Peixoto 21. Rui Manuel Henriques Vilaverde 11. Idalina Paula Faria Ferreira da Costa 22. Sandra Cristina Azevedo Correia 12. João Miguel Ferreira da Rocha 23. Susana Ferreira Gomes 24. Telmo Nuno Miranda da Fonte Os Cursos 39 7º Curso, 1992-1997 Da esquerda para a direita 1ª Linha: Ana Isabel Oliveira, Ana Maria Fernandes, Bruno Loureiro, Carla Guerra, Celeste Domingues, Celeste Pereira, Cristiane Silva, Cristina Quintelas, Emília Morais, Elsa Gorgueira 2ª Linha: Isabel Lopes, Isabel Rocha, Isabel Caniço, Jorge Araújo, José Soares, Lígia Rodrigues, Luísa Oliveira, Luísa Silva, Margarida Carlos, Mª Amélia Costa 3ª Linha: Mª do Carmo Afonso, Mª da Conceição Freitas, Mª Elvira Silva, Mª de Fátima Fernandes, Mª João Martins, Mª José Paiva, Mª Manuel Dantas, Mª Norberta Grilo, Martinha Pereira, Nair Afonso. 4ª Linha: Nuno Ribeiro, Nuno Duarte, Olga Torres, Pedro Caldeira, Rui Lopes, Sandra Almeida, Sónia Barbosa, Teresa Vaz. 40 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1997: 1. Ana Cristina de Oliveira Cardoso 27. Luísa Margarida Vieira Pinto e Silva 2. Andrea Susana da Silva Pinho Ferreira 28. Manuel Filipe Braga Esteves de Araújo 3. Ângela Margarida dos Santos Leite de Campos 29. Maria Amélia Vieira da Costa 4. António Maria Almeida Lisboa 30. Maria Clara Caridade Veloso 5. Bruno Sérgio Saraiva Loureiro 31. Maria da Conceição Duarte Freitas 6. Carla Cristina Antunes Guerra 32. Maria de Fátima de Almeida Fernandes 7. Carla Joana dos Santos Marinho da Silva 33. Maria Eugénia Gonçalves Vieira 8. Cármen Patrícia de Sousa Vivas 34. Maria José Jorge Gonçalves 9. Cláudia Marina Cardoso de Brito 35. Maria José Sá Carneiro de Paiva 10. Cláudia Sofia Campos Araújo 36. Maria Judite Fernandes de Almeida 11. Cristina Susana Monteiro de Sousa Teixeira dos Santos Mota 12. Emília Elisabete Silva Morais 37. Maria Manuela Cordeiro Borges 13. Eva Paula Monteiro Ferreira 38. Maria Norberta de Abreu Ferreira Grilo 14. Isabel Alexandra Costa Pinho 39. Marta Sofia Catarino Fernandes 15. Isabel Cristina de Almeida Pereira da Rocha 16. Isabel Cristina Rodrigues Guimarães de Carvalho Soares Rodrigues Gonçalves 40. Martinha Susana Alves Pereira 41. Miguel Joaquim Gomes de Sousa 17. Jorge Manuel Barbosa Nadais 42. Nerie Jacqueline Ramalho Garcez da Silva 18. Jorge Manuel Marques Granja de Araújo 43. Nuno Filipe Mendes de Pinho da Cruz 19. Jorge Miguel Rodrigues Ramôa 44. Nuno Miguel de Oliveira Duarte 20. José António Magalhães Mota Vieira 45. Olga Sofia Carneiro Torres 21. José Carlos de Azevedo Flores 46. Paulo Miguel Ramos Neto da Costa Vieira 47. Pedro Miguel da Costa Bastos 22. José Carlos Viegas Guerreiro do Vale 48. Pedro Nuno Moreno Lima Caldeira 23. José Joaquim de Antas de Barros 49. Rui Filipe da Silva Duarte Lopes Carvalho de Oliveira 50. Sandra Manuela Rodrigues Correia 24. Lígia Raquel Marona Rodrigues 51. Sónia Leite da Silva Barbosa 25. Lúcia Palmira Gomes 52. Susana Alexandra Barros Marques da Silva 26. Luís Filipe dos Santos Mesquita 53. Tony Moutinho Morais Os Cursos 41 8º Curso, 1993-1998 Na foto, da esquerda para a direita e de cima para baixo: 1ª Linha: Helena, Carla, Carla Patrícia, Madalena, Eduardo, Raquel, Cristina, Júlio, Claudio 2ª Linha: Carla Saleiro, Carla Machado, Iolanda ?, Pedro 3ª Linha: Anabela, Lúcia, Mónica, Susana, Inês, Fernanda Raquel, Mauro, João Pedro, Joaquim 42 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1998: 1. Ana Maria Truta Fraga de Miranda Fernandes 19. Manuel Ara Gouveia Gomes de Oliveira 20. Maria do Rosário Torres Arantes 2. Carla Maria Lobo Machado 21. Maria João da Rocha Martins 3. Carla Maria Saleiro Maranhão de Abreu 22. Maria Elvira de Sousa Ferreira da Silva 4. Carla Paula da Silva Fernandes Lima 23. Maria José Martins Pires 5. Celeste Helena Fernandes Domingues 24. Maria Manuel Enes Morais Monteiro Dantas 6. Celeste Maria Loureiro Pereira 25. Mariana Contente Rangel Henriques 7. Cristiane de Jesus Ferreira Borges da Silva 26. Mauro Filipe Isidoro Martins 8. Cristina Maria Catalão Quintelas 27. Nuno José Machado da Silva Ribeiro 9. Cristina Maria da Silva Gonçalves 28. Patrícia Alexandra da Costa Ferreira Ramalho 10. Elsa Maria de Lima Gonçalves Gorgueira 29. Paulo Joaquim Fonseca da Silva 11. Iolanda Dionísia Fernandes Fonseca Farinha Rodrigues 12. Isabel Alexandra Teixeira Lopes 30. Pedro Arnaldo Ribeiro da Mota 13. João Pedro dos Santos Gonçalves da Silva 31. Raquel Luísa Cardoso Ribeiro 14. João Ricardo Cerqueira Pinto 32. Sandra Maria Alves Mendes 15. Joaquim Celestino Simões Ribeiro 33. Sandra Saúde Tavares Almeida 16. José Carlos Manta Bulhões Soares 34. Sofia Constança Vieira Machado 17. Luísa Maria Gomes de Oliveira 35. Teresa da Conceição de Lopes Vaz 18. Magda Lacerda de Sousa e Silva Os Cursos 43 9º Curso, 1994-1999 Na foto, da esquerda para a direita e de cima para baixo: 1ª fila: A. Miguel Costa, César Antunes, Salvador Teixeira, Miguel Campos, Bruno Santos, Daniel Pinto, Miguel F. Costa 2ª fila: . André Dias, Ana Oliveira, Carla Antunes, Dulce Gabriela Pereira, Dalila Vasconcelos, Pedro Catarino 3ª fila: Paula Susete, Cristina Silva, Inês de Castro, Raquel Pinho, Diana Cepa, Olga Pires 44 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 1999: 1. Ana Cristina Mestre Costa 19. Maria do Carmo Dias Afonso 2. Ana Manuela da Silva Oliveira 20. Maria João da Costa Carvalho Ferreira 3. António Manuel Vilaça Ferreira 21. Miguel Francisco Silva de Campos 4. Bruno Miguel Matos dos Santos 22. Mónica Sofia Marques de Magalhães Nogueira 5. Carla Alexandra de Carvalho Antunes 23. Olga Cristina Pereira Pires 6. Carla Cristina Costinha Gonçalves 24. Paula Manuela Barroso Martins Fragoso 7. Cláudio Agostinho de Matos Tavares 25. Paulo Jorge Martins Macedo 8. Cristina Maria Pereira da Silva 26. Pedro André Gonçalves Catarino 9. Dalila Maria Ribeiro de Vasconcelos 27. Raquel Pinho da Conceição 10. Daniel Bruno de Azevedo Pinto 28. Salvador José Pires Teixeira 11. Dulce Gabriela Vitória Pereira 29. Sandra Cristina Pires Lopes 12. Eduardo João da Silva Ferraz Peixoto 30. Sandra Maria Macedo do Vale 13. Fernanda Raquel Rodrigues da Silva Oliveira 31. Sérgia Alexandra Nobre Esteves Gomes 14. Inês Alexandra Casaca Lage de Castro 32. Sílvia Ferreira Gomes 15. Inês Susana Pinto da Silva Rajani 33. Sónia Alexandra Nunes de Lima 16. José Manuel Castelo Gonçalves 34. Susana Alexandra Faustino Rodrigues António 17. Luís Manuel Marinho Caseiro de Almeida 35. Susana Maria Cidade Catou 18. Margarida Isabel Pires Ochoa Carlos Os Cursos 45 10º Curso, 1995-2000 Na foto, da esquerda para a direita: Auxília, Anita, Cassilda, Sofia, Adelaide, Marina, Lucília, Susana e Salomé, Cláudia, Rui e Cláudia, Lisa, Lurdes, Nuno, Carla, Nádia, Filipa, Renata, Alexandra, Sandra, Isabel, Mifá, Ricardo, Sara, Célia, Cláudia. 46 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 2000: 1. Alexandra Maria Pinho de Assunção 21. José Júlio da Silva Cardoso Borges 2. Ana Filipa Gonçalves da Costa Carneiro 22. Lúcia da Conceição Diogo Chaves 3. Ana Gabriela Ferreira Ribeiro 23. Luciana José Ribeiro Pereira 4. Ana Isabel Macedo da Cunha Viana Oliveira 24. Lucília Goreti Ribeiro Pinto 5. Ana Isabel Marques Ribeiro 25. Maria de Fátima Mota Pereira de Sousa 6. Anabela Teixeira de Carvalho 26. Maria de Lurdes da Silva Santos 7. Aristides Alberto da Costa Rodrigues 27. Maria João da Conceição Marques Ferreira 8. Carla Alexandra Faria Loureiro 28. Maria Odete de Sousa Vieira 9. Carla Marina Martins Ferreira 29. Maria Salomé Gião Teixeira de Carvalho 10. Carla Patrícia Pereira Rodrigues 30. Nádia Pinto Marques 11. Carla Sofia Meneses Cerqueira 31. Odete Araújo Gonçalves 12. Célia Maria Oliveira de Almeida 32. Paula Suzete Guedes Ferreira 13. Cláudia Manuela da Cunha 33. Raquel Mariana Fernandes Perestrelo Ferreira Botelho 34. Renato Sérgio Verdadeiro Marques 14. Cláudia Maria Rodrigues dos Santos 35. Rui Filipe Dias de Faria 15. Diana Carina Fonseca de Abreu Cepa 36. Sandra Cristina Freitas de Oliveira 16 Helena Maria da Silva Bastos 37. Sandra Maria Gomes de Carvalho Duarte 17. Isabel Maria da Silva Caniço 38. Sanna Maria Sillankorva 18. Isabel Maria Martinho 39. Sofia Eugénia Fernandes de Castro Rodrigues 19. Jacinto João do Rosário da Silva 40. Sónia Cristina Teixeira da Silva 20. Jorge Manuel Mendes de Pinho da Cruz Os Cursos 47 11º Curso, 1996-2001 Na foto, da esquerda para a direita, de baixo para cima: 1ª fila: Carla Oliveira, Carla Teixeira, Ana Filipa Campelo, Manuela Damas, Robin Seixas, Agostinho Soares 2ª fila: Luísibel, Luísa Alves, Diana Sousa, Cidália Vitorino, Eduarda Fernandes, Renato Antunes 3ª fila: Nuno Reis, Joana Cunha, Carla Mendonça, Rómulo Gomes, Angelina de Sá, Nelson Oliveira, Armindo Lanção, André Varão 4ª fila: Manuela Manaia, Ana Santos, Sandra Martins, Rita Oliveira, Tânia Soares 48 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 2001: 1. Alessandra Poço Barge 21. Lisa Alexandra Borges da Costa Pereira Ramos 2. Ana Bela Ferraz Gonçalves 22. Lucília Mendes de Azevedo 3. Ana Cristina Sobral Monteiro 23. Manuel José Vieira Simões 4. Ana Isabel Gomes Marques Faia 24. Manuel Ricardo Mendes Pereira da Silva 5. Ana Maria Araújo dos Santos 25. Manuela Costa Damas 6. Benvinda do Céu Fernandes Ribeiro Macedo 26. Maria Auxília Ferreira Henriques 7. Carla Alexandra Oliveira dos Santos 27. Maria de Fátima Marques Vieira Gomes 8. Carla Cristina Marques de Oliveira 28. Maria João Moreira Pedrosa Simões 9. Carla Maria Oliveira Mendonça da Costa 29. Maria João Vieira Leitão 10. Carla Maria Pinto da Costa Campos 30. Maria Luísa Madureira Alves 11. Cassilda Maria Barbosa Oliveira 31. Noémia Isabel dos Santos Torres 12. César Lopes Parente Antunes 32. Nuno Filipe Ribeiro Pinto de Oliveira Azevedo 13. Cláudia Alexandra de Oliveira Casa Nova 33. Nuno Miguel Fernandes Reis 14. Cláudia Sofia Rocha Pereira 34. Patrícia de Sousa Lima Moreira 15. Diana Duarte Brás 35. Rita Emília Silva Oliveira 16. Diana Zita Machado de Sousa 36. Sandra Isabel Mestre Costa 17. Dulce de Jesus Lima Pereira Alves 37. Sandra Maria Ferreira Martins 18. Eduarda Manuela Antunes Fernandes 38. Susana Carla Valdrez Caseiro Rodrigues 19. Elisa Figueiredo Barbosa 39. Teresa Elsa Machado da Silva e Costa 20. Joana Maria Sousa da Cunha 40. Vasco Alexandre Lança Camilo Alves Os Cursos 49 12º Curso, 1997-2002 1. Da esquerda para a direita começando de cima: Ricardo Mota, António Barbot, Ricardo Quintas, Carlos Amorim, José Barros, Hélder Silva, José Neiva, Ana Catarina Pinheiro, Vânia Gomes, Bruno Rodrigues, José Carlos Costa, David Lages, Pedro Guimarães, Vitor Sousa, Jorge Penteado, Flávio Mota, Andreina Silva, Ana Luísa Horta, Sandra Cardoso, Clara Ribeiro, Ana Cristina Quintas, Carla Alexandra Barbosa, Ana Luísa Cordeiro, Susana Vieira, Anabela Fernandes, Sílvia Oliveira, Mafalda Trigueiro. 2. Da esquerda para a direita começando de cima: Paulo Silva, Reinaldo Ramos, Rui Saleiro, Marco Sartei, Rui Abreu, Susana Guerreiro, Fernando Bruno Almeida, Joana Costa, Susana Cortez, Raquel Valente, Frederico Nande, Abel Ramos, Ângelo Caçoilo, Marco Barreiros, Isabel Martins, Mónica Alves, Diana Lopes, Paula Cerqueira, Vanda Ruão, Idalina Machado, Ana Margarida Rocha, Ariana Lopes, Cláudia Machado, Patrícia Machado, Maria José Silva, Fernanda Faria. 50 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 2002: 1. Adelaide Rosa Pinto Mutaca 24. Isabel Cristina Faria Miranda Pereira 2. Ana Catarina de Brás Pinheiro 25. José Carlos Gomes da Costa 3. Ana Isabel Monteiro de Melo Machado 26. José Eduardo Medina de Morais Barbot 4. Ana Luísa Fernandes Horta 27. Luciana Lourosa Santos 5. Ana Margarida Lobo da Rocha 28. Manuela Rosa Manaia 6. André Paião Belo Cardoso 29. Paula Sofia Macieira Cerqueira 7. Andreia Susana Ferreira da Cruz 30. Paulo André Neves Freitas 8. Angélica Patrícia da Silva Machado 31. Paulo José dos Santos Margarido 9. António Pedro Barbot Gonçalves da Silva 32. Pedro Miguel Reis Guimarães 10. Ariana Isabel de Brito Lopes 33. Raquel Freitas Pinto Valente 11. Bruno Filipe Fontes Rodrigues 34. Reinaldo Rodrigues Ramos 12. Carla Cristina Ribeiro de Barros 35. Renato José de Magalhães Antunes 13. Carla Maria Carvalho Teixeira 36. Rómulo Daniel Nogueira Gomes 14. Catarina Soares de Sousa Abelenda 37. Rosa Maria Ribeiro Azevedo 15. Cidália Manuela Martins Vitorino 38. Rui Adriano Gomes de Abreu 16. Clara Meira Castro Pinto Ribeiro 39. Sara do Paço Martins da Cruz 17. Cláudia Assunção Sampaio Maia 40. Sílvia Mendes de Oliveira 18. Cristina Rodrigues 41. Susana Cristina Domingues Guerreiro 19. Edite Natália Ferreira da Cruz 42. Susana Maria Ribeiro Cortez 20. Elvira Joana Ferreira Peralta 43. Susana Raquel da Rocha Vieira 21. Fernanda Maria dos Santos Faria 44. Tânia Sofia Ribeiro Soares 22. Flávio Miguel Castro da Mota 45. Vítor Daniel Sousa Alves 23. Hélder de Jesus Moreira da Silva Os Cursos 51 13º Curso, 1998-2003 Na foto, da esquerda para a direita: 1ª fila: Joana Rodrigues, Elisa Nogueira, Filipa Rodrigues, Rita Vieira, Luciana Santos, Cátia Lopes, Sílvia Lopes, Esperança Neto, Helena Moura, Liliana Silva, Catarina Duarte. 2ª fila: Duarte Martins, Clarisse Gonçalves, Daniel Poças, Diana Lopes, Fátima Patrocínio, Sílvia Martins, Marta Rosas, Rosa Carneiro, Eduardo Garcia, Ricardo Santos, Carlos Freitas, Pedro Sousa, Eliana Sá, Liliana Afonso, Aldora Pinheiro, Eduardo Silva, Neuza Meroiço, André Rosário, Pedro Vilas-Boas. 3ª fila: José Meleiro, Pedro Martins, Paulo Silva, Adriano Ferraz, Marta Gonçalves, Sónia Van Dorpe, Margarida Jordão, Carlos Ruivo, Ricardo Marques, José Dias, Mónica do Vale, Maria do Céu Fernandes, Bruno Vasconcelos, Rui Moça, Luís Filipe Lima, Sérgio Bruno Almeida, Ivo Ribeiro, Pedro Santos, Ricardo Nogueira. 52 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 2003: 1. Adriano de Azevedo Ferraz 25. Ivo Alexandre da Silva Ribeiro 2. Agostinho Antunes Alves Soares 26. Joana Figueiredo de Sá dos Santos Costa 3. Aldora Angélica Barbosa Pinheiro 27. Jorge Miguel Penteado Neiva Sousa Lopes 4. Ana Cristina dos Santos Quintas 28. José Araújo Neiva 5. Ana Luísa Brites Cordeiro 29. José Miguel de Oliveira Barros 6. Anabela Franco Sousa Fernandes 30. Luís Filipe Torrinha Ferreira Lima 7. André Nuno Gandarão Dias 31. Marco Filipe Figueiredo Barreiros 8. André Nuno Sá Marques Varão 32. Maria de Fátima Ferreira Marques Ramalho 9. Armindo Fernandes Lanção 33. Maria Gorete Pereira Simões 10. Carla Alexandra Gonçalves Barbosa 34. Maria José Lopes e Silva 11. Carlos Vítor Oliveira de Sousa Amorim 35. Maria Vânia Alves Gomes 12. Clarisse Salomé Nobre Gonçalves 36. Marta Catarina Martins Ramos Gonçalves 13. Claúdia Maria Ramos Novo Brito Machado 37. Marta Isabel Rodrigues de Lima Gomes 14. Cristiana Raquel da Costa Machado 38. Narciso Fernando Braga Fernandes 15. David Jorge Lopes Lages 39. Paula Mónica Teixeira Alves 16. Diana Martins Ferreira Lopes 40. Pedro Ricardo Vieira Direito dos Santos 17. Diana Patrícia Rebelo Pereira Lopes 41. Renata Sofia de Almeida Santos 18. Eduardo Manuel Resende da Silva 42. Rosa Maria Rodrigues Carneiro 19. Eliana Fernandes Sá 43. Rui Miguel Saleiro Maranhão de Abreu 20. Fernando Bruno Pires de Almeida 44. Sandra Carla Macedo Alves 21. Frederico Pereira Nande 45. Sandra Maria Antunes Cardoso 22. Helena Sofia Godinho Moura 46. Sérgio Bruno da Silva Almeida 23. Idalina Goreti Maia Machado 47. Sónia Emília Van Dorpe da Cunha 24. Isabel Rute Barbosa Proença Ventura 48. Vanda Cristina Teixeira Ruão Baptista Dias de Assunção Os Cursos 53 14º Curso, 1999-2004 Na foto, da esquerda para a direita, de baixo para cima: 1ª fila: Oscar Dias, Paula Teixeira, Rosa Sofia Teixeira, Elsa Bastos, Daniela Mesquita, Emiliana Silva, Catarina Oliveira, Maria Helena Nunes, Paula Sousa 2º fila: João Rafael Matos, José Miguel Leal, José Miguel Brandão, Maria Florbela Sousa, Francisco Silva, Luciana Coutinho, Joana Machado, Isabel Macedo, Helena Nunes 3º fila: Helder France, Joni Barroso, Rafael Costa, Ana Catarina Costa, Ana Sofia Rodrigues, Miguel Alves, Sara Formoso, Carlos Daniel Gonçalves 4º fila: André Rodrigues, Rita Araújo, Xavier Coelho, Pedro Martins, Susana Neto, Carina Afonso, Orlando Rocha, Luís Garcia 5º fila: Cláudia Ferreira, Ana Catarina Miranda, Albina Sequeira, Ana Luísa Matos, João Soares, Belinda Fontinha, Artur Agostinho, Luís Flávio Machado. 54 Os Cursos Lista de alunos que concluíram a licenciatura em 2004: 1. Abel Pedro Gomes de Sousa Ramos 22. Liliana Gomes Afonso 2. Ana Filipa Pereira Campelo 23. Liliana Raquel Braga Teixeira 3. Ana Luísa Dominguez de Matos Novais Silva 4. Ana Rita Lopes Pinto Vieira 24. Luciana Marina Pires dos Santos 5. André Emanuel Moreira do Rosário 25. Luís Flávio do Rosário Machado 6. Andreina Maria Tavares da Silva 26. Luísibel Ferreira Oliveira 7. Angelina Maria Nogueira de Sá 27. Mafalda Gertrudes Leones Trigueiro 8. António Henrique Anacleto 28. Marco Alexandre Pires Lamas Proença de Oliveira 29. Marco Sartei de Barros Teixeira 9. Carlos Filipe Durães Ruivo 30. Marisa Alexandra de Oliveira Couto Leal 10. Catarina Isabel Correia Duarte 31. Orlando Ricardo Nunes Rocha 11. Catarina Silva Simão de Oliveira 32. Paulo Jorge Soares do Espírito Santo 12. Cátia Sofia Martins Lopes 33. Pedro dos Santos Vilas-Boas Ribeiro 13. Daniela Alexandra Sotomaior 34. Pedro Nuno Lobo de Sousa Coutinho Marques 35. Rafael Sousa Costa 14. Daniela Patrícia Bernardino Mesquita 36. Ricardo Daniel Amorim Marques 15. Elisa Sofia Pereira Nogueira 37. Ricardo Jorge Carvalho Nogueira 16. Esperança Maria de Oliveira Neto 38. Ricardo Martins Quintas 17. Filipa Joana Ferreira Rodrigues 39. Rita Maria Marques de Almeida 18. Francisco José Monteiro 40. Robin Andros Wiggins Seixas Gonçalves da Silva 41. Sílvia Cristina Martins Lopes 19. Jaime Augusto da Rocha Martins 42. Sónia Cristina Araújo Fraga 20. Joana do Carmo Azevedo Rodrigues 43. Xavier da Rocha Coelho 21. José António Pinto Peixoto Os Cursos 55 15º Curso, 2000-2005 Na foto, da esquerda para a direita, de baixo para cima: 1ª fila: Sara Martins; Cristina Abreu; João Portela; Ana Filipa Cortez; David Ribeiro; Daniel Afonso; Rui Gonçalves; Daniel Ribeiro; 2ª fila: Eugenia Oliveira; Mariana Rebelo; Eva Rei; Gilberto Martins; Frederico Pinto; Carlos Rodrigues; Joel Oliveira; Joana Gama; Raquel Cerqueira; 3ª fila: Catarina Silva; Carla Araújo; Liliana Salgado; Ana Linda Ferreira; Andreia Guerreiro; Liliana Azevedo; Eliana Ferreira; Daniela Carneiro; 4ª fila: Andreia Silva; Joana Machado; Andreia Vaz Silva; Tânia Araújo; Miguel Cerqueira; Graciela Afonso; Nilza Pereira; 5ª fila: Filipa Marques; Ana Filipa Barros; Filomena Sá; Carina Plasencia; Marta Faria; 6ª fila: António Oliveira; Cristiana Conde; Iva Barbosa; Nuno Ferreira; Inês Mota; Marisa Cunha; Daniel Alves; 56 Os Cursos Lista de alunos (56) que concluíram a licenciatura em 2005: 1. Ana Carina de Sousa Plasencia 31. João Rafael Pimenta de Matos 2. Ana Catarina Borges de Azevedo Costa 32. Joel Alexandre Ramos Mesquita de Oliveira 3. Ana Filipa da Costa Cortez 33. Joni Renato Afonso Alves 4. Ana Filipa Ribeiro de Barros Magalhães Barroso 5. Ana Paula Couto de Sousa 34. José Luís Teixeira Pereira Barroso 6. Ana Paula Salvador de Oliveira 35. José Miguel Batista Brandão 7. António José Pereira de Oliveira 36. Liliana Filipa da Costa Salgado 8. António Miguel Freitas da Costa 37. Luciana Maria Marques Coutinho 9. Belinda Oliveira Fontinha 38. Maria Florbela Vieira de Sousa 10. Bruno Neto Vasconcelos 39. Maria Helena Borralho Nunes 11. Carla Sofia Rebelo de Araújo 40. Maria Inês Ferreira da Mota 12. Carlos Alberto da Silva Rodrigues 41. Marta Daniela Correia Salgado Faria 13. Carlos Eduardo Gonçalves Freitas 42. Miguel Alegria Machado Alves 14. Daniel Augusto Serra Afonso 43. Miguel Ângelo Parente 15. Daniel Cerqueira Ribeiro Ribeiro Cerqueira 16. Daniel José Marinho Alves 44. Mónica Vanessa Henriques do Vale 17. Eduardo Manuel Trindade Garcia 45. Neuza Lilliane Calvo Meroiço 18. Elsa de Fátima Soares da Silva Bastos 46. Óscar Manuel Lima Dias 19. Emiliana Sousa da Silva 47. Patrícia Alexandra Pereira de 20. Eva de Azevedo Machado Lourenço Rei 21. Fátima Marisa Nunes Patrocínio 22. Filomena da Conceição Gonçalves Lobão de Sá 23. Gilberto Jorge da Silva Martins Assunção Pinto 48. Paula Alexandra Pimentel Lopes Teixeira 49. Pedro Jorge Marques e Silva Nunes Martins 24. Graciela Domingues Afonso 50. Rita Pinto Marques 25. Helena Cristina Trindade Nunes 51. Rosa Sofia Rodrigues Teixeira 26. Isabel Alexandra Valentim 52. Sandra Orquídea Ortiga Brás Cardoso Martins 53. Sílvia Alexandra Moreira Ricardo 27. Isabel Cristina Caturna Teixeira Moita 54. Sílvia Lopes Ferreira Martins 28. Isabel Sofia Machado de Macedo 55. Susana Maria Pacheco de 29. Joana Sousa Melo 30. João Manuel Miranda Rocha Soares Freitas Neto 56. Vítor Manuel Bernardes Sousa Os Cursos 57 16º Curso, 2001-2006 Na foto, da esquerda para a direita, de baixo para cima: 1ª fila (sentadas): Cláudia Lemos, Gabriela Costa, Bruna Fonseca, Sandra Araújo 2ª fila: Celine Eschylle, Liliana Lopes, Jorge Fernandes, Bruna Silva, Gabriela Capela, Ana Lúcia Lopes, Elisiária Mota, Lia Alves, Márcia Abreu, Suse Azevedo, Diana Martins, Cristina Ferreira, Joana Moreira, Paula Ribeiro, Carla Portela, Paula Ferraz, Cristiana Gonçalves, Aline Cabral, Hugo Leite, André Mota 3ª fila: Ana Luísa Antunes, Georgina Martins, Helena Lopes, Filipe Lopes, Mário Pinto, Ricardo Baía, Ana Sofia Costa, Ana Luísa Silva, Ana Patrícia Neto, Liliana Silva, Ana Marta Pereira, Ana Margarida Marques, Andreia Simões, Laura Coutinho, Joana Pereira, Pedro Ferreira, Tânia Miranda, Rui Felgueiras, Carla Costa, Micael Ferreira 58 Os Cursos Lista provisória de alunos (25) que concluíram a licenciatura em 2006: 1. Albina Raquel Morais Sequeira 15. Liliana Marinela Lopes 2. Ana Sofia de Figueiredo Rodrigues 16. Maria Eugénia Marques Oliveira 3. Ana Sofia Macedo Costa 17. Maria Margarida Esquível Sequeira 4. Andreia Daniela Machado da Silva Braga Costa Jordão 5. Bruna Andreia Nogueira Airosa da Silva 18. Marta Raquel Alves Rosas 6. Bruna Catarina da Silva Fonseca 19. Nilza Alexandra Ferreira Pereira 7. Cristiana da Mota Martins Gonçalves 20. Nuno Miguel da Cunha Ferreira 8. Eliana Rosa de Oliveira Ferreira 21. Paula Alexandrina Correia Ferraz 9. Frederico da Silva Pinto 22. Paula Carina Gomes Ribeiro 10. Gabriela Nazaré Araújo Capela 23. Ricardo Jorge Gonçalves dos Santos 11. Helena Isabel Rebelo Lopes 24. Rita Rodrigues Araújo 12. Joana Cristina Norte da Silva Machado 25. Suse Paula da Silva Azevedo 13. Joana Maria da Costa Gama 14. Liliana Alexandra Faria Azevedo Os Cursos 59 6. DADOS DE INGRESSOS ESTATÍSTICAS DAS CANDIDATURAS DE ACESSO Nº DE VAGAS NOTA DO NOTA DO MÉDIA DE Nº DE Nº DE ÚLTIMO PRIMEIRO CANDIDATURA ANO CANDIDATOS CANDIDATOS COLOCADOS INGRESSOS COLOCADO COLOCADO EM 1ª ÉPOCA 1986/1987 15 n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 1987/1988 15 n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 1988/1989 18 n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 1989/1990 30 179 30 30 11,06 n.d. 12,56 1990/1991 30 502 30 30 13,24 n.d. 13,92 1991/1992 30 439 30 30 13,24 n.d. 14,22 1992/1993 30 364 30 30 13,64 n.d. 14,80 1993/1994 40 339 40 38 10,36 n.d. 11,34 1994/1995 40 339 40 39 9,00 n.d. 10,10 1995/1996 40 502 40 38 10,96 n.d. 11,88 1996/1997 50 448 50 44 11,82 18,00 12,81 1997/1998 55 500 55 46 13,90 18,00 14,95 1998/1999 55 355 55 47 14,30 17,50 14,94 1999/2000 55 267 55 42 12,95 18,00 14,32 2000/2001 55 495 55 42 13,13 15,58 14,21 2001/2002 55 169 55 55 12,44 18,80 14,31 2002/2003 55 232 55 45 13,34 16,14 14,27 2003/2004 55 191 55 45 12,22 18,22 13,79 2004/2005 55 270 55 55 13,34 17,96 14,60 2005/2006 55 175 55 47 13,02 16,74 n. d. 2006/2007 55 200 55 49 13,30 17,52 n. d. n.d. – não disponível 60 Dados de Ingressos AVALIAÇÃO EXTERNA 7. A avaliação externa da Licenciatura em Engenharia Biológica é efectuada de 5 em 5 anos pela Fundação das Universidades Portuguesas. Seguem-se os resultados da última avaliação (Julho de 2002): Alunos (Nível A**) A qualidade dos alunos é razoável a boa. A opinião dos recrutadores sobre os licenciados deste Curso é positiva, embora o número dos presentes não tenha sido representativo. A opinião dos ex-alunos sobre o Curso é globalmente boa, comparativamente com licenciados de outras Escolas. Organização institucional Existe uma estratégia, coerente e partilhada. Existe uma nítida preocupação com a qualidade, num processo gradual de estruturação. Existe igualmente uma preocupação com a imagem exterior do Curso. Há perfeita consciência da existência de deficiências e de algumas lacunas no apoio administrativo e na definição de competências. Organização da licenciatura e do processo pedagógico (Nível A) Existe claramente uma estratégia, com uma razoável imagem exterior. Existe uma cultura de qualidade, com uma prática de refluxo, potenciadora de uma melhoria continuada dessa qualidade. No que se refere à organização geral, apesar da existência de mecanismos diversos que contribuem para uma acção coordenadora, entende-se dever serem melhor especificados os objectivos da licenciatura e reforçado o real poder da coordenação do Curso. Currículo e métodos (Nível A) São visíveis as preocupações de harmonia global no elenco disciplinar. No entanto, o número de disciplinas e a carga semanal são excessivos. Há poucas oportunidades de uma flexibilização do Curso (por exemplo, por via de opcionais). Deverão ser encontradas soluções para a existência de aulas laboratoriais Avaliação Externa 61 em Física. Exceptuando algumas disciplinas dos primeiros anos, cujas turmas têm uma dimensão excessiva, os métodos de ensino são razoáveis. Sendo a avaliação essencialmente baseada no exame final, há contudo algumas situações de avaliação ao longo do semestre, facto que os alunos valorizam. A prática de Relatórios Finais de Estágio está implementada, julgando-se adequada. Corpo docente (Nível A) Na generalidade, o corpo docente tem uma boa formação científica e uma acentuada preocupação de ordem pedagógica, embora os docentes de nacionalidade estrangeira, em disciplinas introdutórias, dadas as naturais dificuldades de comunicação, apresentem um problema suplementar. Pessoal administrativo e técnico Nota-se a falta de apoio administrativo e de apoio técnico qualificado. Instalações e equipamentos (Nível B) Os laboratórios, salas de aula, oficinas, gabinetes e espaços complementares, bem como os diversos equipamentos disponíveis, designadamente científicos e tecnológicos, parecem adequados. A Biblioteca tem instalações satisfatórias, parece bem organizada e é bastante utilizada pelos estudantes. Recursos financeiros O Departamento de Engenharia Biológica gera avultados meios financeiros para a Universidade do Minho, não recebendo qualquer compensação em financiamento, situação que seria desejável modificar-se. Relações externas e internacionalização (Nível A) É bem visível um contínuo aumento das relações com o exterior, quer a nível interno quer a nível externo. Há uma nítida preocupação na utilização da mobilidade dos alunos. Ambiente académico e condições de trabalho (Nível A) O ambiente académico é positivo, com um fácil e até entusiástico relacionamento entre docentes e discentes. O apoio aos alunos não está ainda completamente estruturado, o que se sugere venha a acontecer num futuro próximo. 62 Avaliação Externa INSTITUIÇÃO / CURSO I II III IV V VI VII Universidade do Algarve Engenharia Biotecnológica A B A B B B A Universidade de Aveiro Química Ramo - Bioquímica e Química Alimentar A A A A A B A Universidade Católica Portuguesa Engenharia Alimentar B A A C A A A Universidade do Minho Engenharia Biológica A A A A A A A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Enologia C C C C C B C Universidade Técnica de Lisboa Engenharia Agro-Industrial B A A A B B B Universidade Lusófona Engenharia Biotecnológica C C C C C C C Universidade de Aveiro Química Ramo - Química Analítica A A B A A B A Universidade do Minho Química – Ramo Controlo de Qualidade de Materiais Têxteis B C C A B B C Universidade do Minho Química – Ramo Controlo de Qualidade de Materiais Plásticos B C C A B B C Universidade de Aveiro Química Ramo - Química Industrial e Gestão B C C B B B A Universidade da Beira Interior Química Industrial B C C C B C A Universidade de Lisboa Química Tecnológica B A A A B B B Universidade Nova de Lisboa Química Aplicada A A A A B A B Universidade de Coimbra Engenharia Química A A A A B A A Universidade do Porto Engenharia Química A A A A B A A I - Alunos II - Organização da Licenciatura e Processo Pedagógico III - Currículo e Métodos IV - Corpo Docente V - Instalações e Equipamento VI - Relações Externas e Internacionalização VII - Ambiente Académico e Condições de Trabalho Avaliação Externa 63 Avaliação das universidades - Minho, Porto, Aveiro e Coimbra Lideram Ensino da Química Na área da Química e Processos, as licenciaturas melhor classificadas são as das universidades do Minho, Porto, Aveiro e Coimbra. Esta é apenas uma das conclusões que se podem tirar a partir da leitura do relatório síntese elaborado pela comissão que, no âmbito do segundo ciclo de avaliação das universidades portuguesas, coordenado pelo Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior, apreciou as formações ligadas à Química. Os especialistas atribuíram uma classificação aos vários itens analisados em cada curso. Ao todo, foram visitadas pelos membros da comissão de Química e Processos 17 licenciaturas. Foram definidos três níveis de classificação - A, B e C - mas os redactores do relatório advertem que estes “resultam da comparação de todos os cursos avaliados, os quais darão indicação da menor ou maior necessidade de melhoria”. Quer isto dizer que um A não corresponde a uma situação de “excelência” nem um C pode ser lido como “medíocre”, prosseguem os avaliadores. As licenciaturas de Bioquímica e Química Alimentar da Universidade de Aveiro, Engenharia Biológica da Universidade do Minho, Engenharia Química da Universidade do Porto e Engenharia Química da Universidade de Coimbra destacam-se pela positiva: conseguiram a nota A em seis dos sete itens analisados, que vão desde o currículo e métodos até ao corpo docente, passando pelas instalações e equipamentos. O curso de Engenharia Biotecnológica da Universidade Lusófona merece alguns reparos: tem C em todos os campos analisados. Os especialistas notam que “continua a haver cursos de Química e Processos que admitem alunos com classificações negativas e com formação de base inadequada” e que, embora o corpo docente tenha “qualificação bastante”, a sua média etária “começa a atingir valores preocupantemente elevados”. in Público 26-10-2002 64 Avaliação Externa TESTEMUNHOS 8. “Que tipo de modificações deveriam ser introduzidas na LEB?” “Reportando-me ao currículo do curso na altura de fim da minha licenciatura (1996) penso que o curso deveria ser mais practico e focado em aspectos de aplicação profissional mais específicos.Penso que na altura o curso era muito pouco conhecido tendo melhorado com a divulgação mais no Norte do país, mas continua ainda a ser um curso pouco divulgado o que pode ser um entrave em termos de saídas profissionais.” Alexandra Maria Godinho Coelho (1996) “Maior contacto com empresas; aulas práticas mais vocacionadas para as saídas profissionais; mais disciplinas vocacionadas para os 2 ramos, não só no 4º e 5º anos.” Ana Cristina de Oliveira Cardoso (1997) “Mais conhecimentos de gestão ambiental e temas mais actuais para aplicação às industrias, principal fonte de emprego.” António Manuel Vilaça Ferreira (1999) “Desenvolvimento da área de gestão ambiental, nomeadamente através do estudo das normas e legislação em vigor de forma aprofundada.” Bruno Sérgio Saraiva Loureiro (1997) “1º- mudar o nome do curso2º- disciplinas com mais exemplos práticos, ou seja, estudar os casos práticos da indústria portuguesa e não os que estão colocados nos livros...” Célia Maria Oliveira de Almeida (2000) “Aspectos mais práticos associados a HACCP, Gestão da Qualidade, gestão de recursos humanos, gestão produção.” Cláudia Alexandra da Silva Reis Torres (1994) Testemunhos 65 “Devido ao facto de a consultoria ser uma área na qual estão a trabalhar muitos dos licenciados, deveria ser introduzida na licenciatura o estudo das normas dos sistemas de gestão da qualidade, ambiente e higiene e segurança: ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001, respectivamente.” Fernanda Raquel Rodrigues da Silva Oliveira (1999) “Não conheço o currículum actual; relativamente ao do meu tempo, a principal lacuna, do meu ponto de vista, inseria-se na área da formação em sistemas da qualidade, e tinha também 2 ou 3 cadeiras “desajustadas” (p.ex. a electricidade e a electrónica).” João José Soares Antunes da Silva (1991) “Alteração da ordem dos programas de modo a se ter inicialmente uma visão global caminhando gradualmente para o específico, possibilitando uma compreensão lógica e com aplicações prácticas dos conteúdos programáticos.Procurar utilizar mais casos prácticos e ligação do estudante com a indústria ou com qualquer outra entidade durante a licenciatura.” João Nuno Malaquias Abreu Barreto (1996) “Penso que deveria haver uma maior adequação de algumas disciplinas ao mundo real de trabalho. Talvez adoptar um modelo semelhante a outras instituições de ensino superior em que os alunos realizam estágios não apenas no final da licenciatura mas no decorrer do curso” Lígia Raquel Marona Rodrigues (1997) “Mais aulas práticas” Luciana José Ribeiro Pereira (2000) “Deveria ser um curso mais prático” Lucília Goreti Ribeiro Pinto (2000) “Maior distanciamento da teoria livresca. Maior ligação directa com a indústria. Desenvolvimento de áreas de gestão global, gestão fabril e as novas áreas dos sistema de gestão da qualidade, ambiente e higiene e segurança. Desenvolvimento de áreas comportamentais (individuais e de grupo)Especializações das “opções culturais” em “opções pessoais”” Mário Henriques dos Santos Silva Peres (1991 “Sou da opinião, que as modificações deverão começar pelo nome da licenciatura , que tem sido prejudicial no marketing pessoal no mercado, pelo facto de não se enquadrar exactamente numa categoria, a nível de ordem dos engenheiros, a nível de concursos públicos.Devia haver maior interligação entre universidade- mercado de trabalho, a licenciatura actual está vocacionada para formar investigadores. Muitas matérias de disciplinas são incorrectamente leccionadas por docentes que não transmitem experiências práticas do mercado.” 66 Testemunhos Miguel Francisco Silva de Campos (1999) “Mais teoria, muita mais prática, mais projectos” Paulo Jorge Martins Macedo (1999) “Mais disciplinas de componente prática,Mais visitas de estudo a empresas da área,Mais seminarios ministrados por profissionais da área” Rui Carlos Ferreira Vaz Cipreste (1996) “Deveriam ser retiradas disciplinas como electricidade e magnetismo e electrónica.” Maria Salomé Gião Teixeira de Carvalho Marques (2000) “Sugestões, comentários?” “Maior publicitação do trabalho do DEB e intervenção activa e visível no debate das grandes questões do saneamento básico, ambiente a nível local, regional e nacional.” António Maria Almeida Lisboa (1997) “O departamento tem que divulgar mais o curso, pois ainda é desconhecido por muitas pessoas e empresas, potenciais empregadoras dos vossos licenciados.” Carla Maria Lobo Machado (1998) “Esta sugestão aplica-se a todo o sistema de ensino português:Definir o número de vagas em cada curso de acordo com as necessidades reais do mercado de trabalho. Tentar responsabilizar os diferentes cursos pela colocação dos seus licenciados no mercado de trabalho. Avaliar os cursos pelo sucesso dos seus licenciados.” João Nuno Malaquias Abreu Barreto (1996) “Penso que após a conclusão do curso os alunos são praticamente abandonados pela Universidade. De certo modo é compreensível, mas em minha opinião, deveria haver mais contactos com os licenciados, todos tinham algo a ganhar.” José Manuel Castelo Gonçalves (1999) “O DEB não pode só debruçar-se sobre assuntos de investigação, mas igualmente com as realidades do mercado actual e desenvolver mais protocolos com empresas para aplicação de soluções de engenharia” Miguel Francisco Silva de Campos (1999) “A denominação do curso não parece a mais adequada.” Pedro Miguel Hipólito Reis Pedrosa Campos (1991) Testemunhos 67 “Na sua opinião que tipo de iniciativas deveriam ser promovidas pelo Departamento de Engenharia Biológica para estreitar as relações com os Licenciados em Engenharia Biológica?” “As iniciativas que têm estado a promover já são muito boas. Poderiam também promover cursos de actualização para os Licenciados, com a finalidade de dar a conhecer novas técnicas/métodos de trabalho/análise que poderão ter surgido no mercado.” Carla Maria Taxa Viana Ramos (1994) “Marcação de um encontro anual.” Carla Sofia Meneses Cerqueira (2000) “Cursos de formação complementar na área da qualidade, na área de gestão ambiental integrada, na área de higiene e segurança no trabalho, bem como promover a actualização da formação dos alunos ao longo do tempo.” Carlos Cláudio Gonçalves da Costa (1992) “Jornadas técnicas (não científicas)” Cláudia Alexandra da Silva Reis Torres (1994) “Contactos com os antigos alunos, lançando uma “newsletter”, com diversas actualizações sobre os projectos a desenvolver e desenvolvidos, assim como “novas” tecnologias e contactos” Cristina Susana Monteiro de Sousa Teixeira (1997) “Deveriam informar as alterações que o curso vai tendo, e promover mais seminários.” Inês Susana Pinto da Silva Rajani (1999) “O exemplo das jornadas do NEEB é óptimo (acrescentaria uma visita guiada às novas instalações, que os antigos alunos não conhecem muito bem);- comunicação directa aos ex-alunos dos eventos (congressos, palestras,cursos de pós graduação, ...) a realizar” João José Soares Antunes da Silva (1991) “Reuniões periódicas com os antigos estudantes, no sentido de estes ajudarem os finalistas.” José Manuel Castelo Gonçalves (1999) “Dificilmente consigo tirar férias na altura das jornadas, provavelmente, devia haver mais encontros ao fim de semana.” Maria João da Costa Carvalho Ferreira (1999) 68 Testemunhos “Organização de eventos,como por exemplo jantares e outras actividades. Envio de informação acerca de cursos, conferências.” Maria Salomé Gião Teixeira de Carvalho Marques (2000) “Organização de eventos,como por exemplo jantares e outras actividades. Envio de informação acerca de cursos, conferências.” Maria Salomé Gião Teixeira de Carvalho Marques (2000) “Promover reuniões de antigos alunos, com alguma frequência, não só com caráter lúdico mas, sobretudo, para discussão de temas actuais no âmbito das áreas em que se insere a Engenharia Biológica, para troca de experiências e para acompanhamento dos trabalhos que o DEB tem desenvolvido.” Mónica Sofia Marques de Magalhães Nogueira (1999) “Promover cursos de Pós Graduação que permitam aos Licênciados um aumento de conhecimentos em àreas de trabalho associadas ao Curso: qualidade, Legislação Ambiental, Avaliação de impacto Ambiental, funcionamento de Etares, ETC” Palmira Lindo dos Santos Mendes (1994) “Encontros anuais de licenciados, para troca de experiências, por exemplo. Publicação de um periódico com as notícias do departamento.” Pedro Miguel Catarino Fernandes Rodrigues Gonçalves (1993) “Promover acções em que os licenciados possam caracterizar o estado real e as suas posições no mercado e avaliar as futuras necessidades de formação. Estes objectivos poderão ser conseguidos através de um encontro anual de antigos alunos de EB, por exemplo.” Rui Filipe Dias de Faria (2000) “Um encontro anual onde pudessem ser debatidos os problemas de ambas as partes a todos os níveis e ao mesmo tempo uma confratenização para matar saudades” Maria de Lurdes da Silva Santos (2000) “Encontros para discussão do curso de modo a mantê-lo actualizado e bem divulgado. Seminários onde licenciados que estejam a trabalhar falem das suas experiências aos actuais alunos.” Bruno Miguel Matos dos Santos (1999) “Cursos de actualização profissional sobre temas da actualidade(qualidade, ambiente, HST); Integração dos projectos com a realidade empresarial. Implementar um sistema de Gestão da Qualidade no DEB.” Salvador José Pires Teixeira (1999) Testemunhos 69 9. 72 Publicidade PUBLICIDADE Publicidade 73 Publicidade 75 Publicidade 77 Publicidade 79