Edição 84 Mês: Abril Ano: 2006 A UNIÃO F AZ A FORÇA Cinco irmãos, na mesma faculdade e no primeiro ano, mas eles não são pentagêmeos apenas decidiram estudar no mesmo momento e quase todos no mesmo curso. Cláudia – “A vontade de fazer faculdade sempre foi grande, mas não sabia o que fazer. Estou muito contente, mais ainda por estar perto de minha família, pois um apóia o outro. Até falo que quando eu casar quero manter essa nossa ligação”. Parece até história de filme, mas é a mais pura realidade e bem pertinho de nós, aqui na Toledo/PP. Eles nasceram em Osasco – SP, mas moram em Presidente Prudente há 18 anos. São filhos dos aposentados, Jesuíno Pereira e Neusa de Castro Pereira. No primeiro ano de Administração estão Evandro de Castro Pereira, de 29 anos, Cláudia de Castro Pereira, de 24 anos e Virlene de Castro Pereira, de 22 anos. No de Ciências Contábeis estão Leandro de Castro Pereira, de 28 anos e Sandro de Castro Pereira de 26 anos. Virlene – “Sempre quis voltar a estudar e para mim está sendo maravilhoso, pois estou adorando o curso. E fazer com meus irmãos melhor ainda, o legal é que temos a matéria de contabilidade e o Leandro e o Sandro nos ajuda”. Na verdade, eles não combinaram de entrar juntos na faculdade, mas é que quando saíram do Ensino Médio, alguns trabalhavam e não tinha como conciliar trabalho e estudo, já outros não teriam como pagar o curso, e nenhum deles também sabia o que queria fazer. Este ano, no último dia de inscrição, os cinco, que há algum tempo vinham pesquisando em qual área atuar decidiram prestar o Vestibular da Toledo. “Sentimos que era hora de voltar a estudar, mas todos estávamos com muito medo, pois já fazia algum tempo que havíamos parado, eu há 11 anos”, contou Evandro. “Mas queríamos ficar perto, somos muito unidos e jamais pensamos em fazer faculdade fora, para não ficarmos longe. Então decidimos prestar juntos e só queríamos se fosse a Toledo, pois se esperamos tanto queríamos a melhor”, explicou Cláudia. Quando ficaram sabendo o resultado e que todos haviam passado, a alegria foi geral. “Todos ficaram muito contentes, principalmente meus pais de terem os filhos na faculdade, pois já bagunçamos muito”, afirmou Cláudia. O dia-a-dia dos irmãos com certeza é diferente de qualquer outra família. Quatro deles, menos a caçula Virlene que é auxiliar de dentista, trabalham juntos; eles prestam serviço na área de informática e vendem equipamentos e a Cláudia também leciona informática para um grupo da Terceira Idade. À noite vão juntos para a faculdade, onde permanecem sempre perto e voltam juntos para a casa. “No começo eu sentei longe das meninas, mas agora já estou perto, somos muito unidos e gosto de estar ao lado delas”, disse Evandro. “Quando fazemos trabalhos em grupo sempre estamos nós três, daí depois que entram as outras bom estarmos juntos, me sinto muito mais seguro perto deles”, contou Sandro. “Até para sair estamos sempre juntos. Nossa turma de amigos é a mesma e quando um de nós faz uma nova amizade, logo já apresentamos para os outros para que falta de ter uma faculdade e estou gostando muito”, afirmou Leandro. Evandro – “O legal é que mesmo com as diferenças de idade a gente vive e busca apoio como se isso nem existisse e todos tivessem a mesma idade. Nunca é tarde para voltar a estudar, estou muito satisfeito e entre nós cada hora é um que ajuda e o outro que apóia”. O que todos sentem falta no momento é de um estágio em sua área. E mais uma vez estão lá sempre juntos. Todos, menos Virlene, que trabalha o dia todo, já fizeram suas inscrições no Núcleo de Estágio da Toledo – NET, para conseguir uma oportunidade. Só falta agora trabalharem juntos. “Minha noção sobre a contabilidade ainda é vaga, por isso queria um estágio para estar mais por dentro dessa área”, disse Leandro. pessoas, mas nós não nos separamos. Claro que nos unimos com a turma, já fomos em churrascos, mas não nos desgrudamos, sempre fomos assim”, disse Virlene. Leandro – “Achei muito bom todos conseguirem entrar juntos, foi graças a Deus. A sensação que tenho é de segurança de saber que posso contar com um deles que estão ali bem perto de mim todos os dias em casa, na faculdade e nos outros lugares”. “No caminho de volta da aula sempre comentamos o que ocorreu, o que aprendemos. É muito todos se enturmem”, falou Sandro. Na hora de estudar, cada um vai para seu canto, mas se surgir uma dúvida. “Ai é claro um ajuda o outro. A Cláudia pega as informações mais rápido, então é ela que mais nos ajuda”, contou Evandro. A alegria de estarem estudando juntos pode ser vista nos olhos de cada um e, nem mesmo as dificuldades os desanimam. “Não é fácil pagar cinco mensalidades, mas um ajuda o outro e nossos pais também ajudam um pouco. Nosso trabalho tem mês que rende mais e outro menos, mas vamos levando, pois a gente não pode parar e queremos formar os cinco juntos. Eu pelo menos sentia muito a Sandro – “Engraçado que eu sempre quis estudar com a Cláudia e agora com o Leandro está sendo muito bom, pois sou meio lento e ele me ajuda muito. É muito bom estarmos assim na mesma faculdade, nossa criação foi assim sempre unidos”. “Até então eu não havia me encontrado e hoje nesse curso vejo que tem tudo a ver com que eu faço, mas pretendo aprofundar com um estágio”, falou Evandro. 22 10 Editorial Dr. Raul: um cavalheiro se despede Um cavalheiro. Melhor expressão não poderia existir para nos referirmos ao Dr. Raul Roberto Soares de Mello (19392006). Privilegiados aqueles a quem foi permitido conviver com ele na condição de funcionários, colegas, amigos ou alunos. A todos, Dr. Raul dedicava o tratamento caloroso e educado que lhe era peculiar, razão pela qual, além de respeitado, se fez tão querido. Querido pela comunidade de Presidente Bernardes, onde chegou em junho de 1977, na qualidade de juiz de direito. Paulistano, nascido e criado na maior cidade do Brasil, era de se esperar que sua passagem numa comarca de então primeira entrância fosse passageira. Ledo engano. Juntamente com sua família, Dr. Raul criou raízes na pequena cidade que o acolheu e fez dela seu porto seguro. Com a humildade da sabedoria, percebeu que, para se fazer en- tender, era preciso antes, compreender o estilo de vida e as expressões próprias das pessoas do interior, mais precisamente da zona rural. Essa postura concretizou, com certeza, a acessibilidade ao Poder Judiciário pela camada mais simples da população e o efetivo cumprimento do direito. Querido por seus colegas e colaboradores, pois se dirigia a todos com igual atenção, atendendo a quem o procurasse, sempre com um sorriso ou uma expressão acolhedora, por mais atarefado ou cansado que estivesse. Querido por seus alunos, centenas de jovens que colheram seus ensinamentos, transmitidos de forma clara e enxuta. A caligrafia fina e aristocrática com que fazia as anotações na lousa era sua marca registrada. Seus esquemas de aula eram um norteador para o estudo dos principais institutos de Direito Civil. Sua maior lição, contudo, foi ter feito de sua vida, um exemplo de correção e de dignidade, com certeza, motivo maior de orgulho para todos os seus, em especial Da. Leny, Raulzinho, Silvia e Beatriz. Ao grande amigo e mestre, nosso abraço de saudade! ORIGEM EXPEDIENTE Mantenedores Marlene de Toledo Pennacchi Bruno Roberto Pereira de Toledo Zely Maria Leite de Toledo Diretor Geral Milton Pennacchi Redação e Fotos Virgínia Zagnoli Diagramação Virgínia Zagnoli Jornalista Responsável Sérgio Tibiriçá Amaral - M.T.B. - 208-30 Webmaster Eli Candido Junior Colaboração Empresa Júnior Toledo Livraria M. Toledo Impressão Gráfica Impress Conselho Editorial Clarice Yoshioka Ana Luzia Videira Parisotto Maria Inês Pennacchi Amaral Sérgio Tibiriçá Amaral ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL TOLEDO Praça Raul Furquim, 9 Presidente Prudente - SP CEP 19030-430 Fone: (18) 3901-4000 E-mail: [email protected] “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16 e 17). Às vezes, alguém me pergunta como consigo estudar “tantas leis”. Além do aspecto vocacional, acredito que seja uma questão de hábito. A prática cria e desenvolve a afinidade, fazendo com que o aluno viva aquilo que aprende. É o que acontece com a leitura da Bíblia, por exemplo. Você aprende muitas coisas novas, reafirma outras que já sabia, altera conceitos e aplica tudo no seu dia-a-dia. Vou apresentar alguns pensamentos e curiosidades bíblicos que provavelmente você já conheça, mas que talvez nem imagine que estejam escritos na Bíblia: Quem dá ao pobre empresta a Deus: “Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício” (Provérbios 19:17). Se Deus quiser: “Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4:15). Brincadeirinha: “Como o louco que lança fogo, flechas e morte, assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira” (Provérbios 26:1819). A boca fala do que o coração está cheio: “... Porque a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12:34). As massas continentais eram unidas: “A Héber nasceram dois filhos: um teve por nome Pelegue, porquanto em seus dias se repartiu a terra...” (Gênesis 10:25). Tempo das vacas magras: “As sete vacas magras e feias, que subiam após as primeiras, serão sete anos, bem como as sete espigas mirradas e crestadas do vento oriental serão sete anos de fome” (Gênesis 41:27). Tsunami: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas” (Lucas 21:25). Igualdade: “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos” (Colossenses 3:11). Usura: “O que aumenta os seus bens com juros e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre” (Provérbios 28:8). Relação de parentesco com a sogra: “Maldito aquele que se deitar com sua sogra. E todo o Orivaldo de Sousa Ginel Júnior * povo dirá: Amém!” (Deuteronô- lhos” (Gênesis 47:12). mio 27:23). Inviolabilidade de domicílio: Pessoalidade da pena: “A alma “Se emprestares alguma coisa ao que pecar, essa morrerá; o filho teu próximo, não entrarás em não levará a iniqüidade do pai, sua casa para lhe tirar o penhor. nem o pai, a iniqüidade do fi- Ficarás do lado de fora, e o holho; a justiça do justo ficará so- mem, a quem emprestaste, aí te bre ele, e a perversidade do per- trará o penhor” (Deuteronômio verso cairá sobre este” (Ezequi- 24:10 e 11). el 18:20). Registro de nascimento: “EsHomicídio culposo: “Serão de tes procuraram o seu registro refúgio estas seis cidades para os nos livros genealógicos, porém filhos de Israel, e para o estran- não o acharam; pelo que foram geiro, e para o que se hospedar tidos por imundos para o sacerno meio deles, para que, nelas, dócio” (Esdras 2:62). se acolha aquele que matar alImunidade tributária dos temguém involuntariamente” (Nú- plos: “Também vos fazemos sameros 35:15). ber, acerca de todos os sacerdoLegítima defesa: “Se um la- tes e levitas, cantores, porteiros, drão for achado arrombando de todos os que servem nesta uma casa e, sendo ferido, mor- Casa de Deus, que não será lícirer, quem o feriu não será culpa- to impor-lhes nem direitos, nem do do sangue” (Êxodo 22:2) impostos, nem pedágios” (EsDireito urbanístico: “Quando dras 7:24). edificares uma casa nova, farQuer ter “o conhecimento e a lhe-ás, no terraço, um parapei- inteligência em toda cultura e to, para que nela não ponhas sabedoria” (Daniel 1:17)? Leia a culpa de sangue, se alguém de Bíblia “todos os dias da sua vida” algum modo cair nela” (Deute- (Deuteronômio 17:19)! “Então, ronômio 22:8). entenderás justiça, juízo e eqüiTrês Poderes: “Porque o Se- dade, todas as boas veredas” nhor é o nosso juiz, o Senhor é (Provérbios 2:9). o nosso legislador, o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará” (Isaías 33:22). *O Autor é Adventista do Sétimo Direito a alimentos: “E José Dia, Acadêmico do 5° ano de Direisustentou de pão a seu pai, a seus to, Estagiário da Procuradoria do irmãos e a toda a casa de seu pai, Estado e Colunista do Jornal Oeste segundo o número de seus fi- Notícias. 3 Estágio para alunos da Pós-Graduação Criado em 2004, o projeto de vocacia bem como o contato Estágio Docente no Escritório acadêmico com os alunos do 3º de Aplicação de Asano de Direisuntos Jurídicos – to. Tal estágio EAAJ, para os alufaz com que o nos que cursam recém formaPós-Graduação na do, após seu área de Direito da término, sinToledo vem agrata-se bastante dando e muito os seguro para o estagiários com reexercício efesultados bem positivo da advotivos. “O estágio docacia, tendo cente simultâneo em vista o ao curso de Pósgrande númeGraduação é uma ro de causas Márcio Aurélio: “O estágio elogiável iniciativa cíveis que surdocente é uma elogiável iniciativa da Toledo” adotada pela Tolegem semanaldo, pois permite ao mente no profissional, já formado em di- EAAJ, e também, por vezes, a reito, vivenciar a rotina da ad- oportunidade de realizar audiên- cias reais. Do ponto de vista dos nandes De Cesare. graduandos, aos quais Já Andréa Silva Alves ainda é lecionamos,não poderia ser melhor. Os mesmos aprendem, em um primeiro momento, a selecionar clientes oriundos das camadas sociais menos favorecidas, conforme critérios pré-estabelcidos, o que propicia certo aprimoramento da formação humanística a toAndréa lecionando para as alunas dos os envolvidos. Os do 3º ano de Direito alunos acompanham e participam das entrevistas com os clientes e, assim, estagiária, ela faz Pós-Graduação aprendem o que e como o advo- em Direito Civil e Processo Cigado deve questionar”, discorreu vil – turma II. “Essa oportunio ex-aluno da Pós e também ex- dade está sendo muito inteestagiário, Márcio Aurélio Fer- ressante para mim, pois estou aprendendo a ensinar o que tenho estudado e também me auxilia no meu trabalho como advogada, no meu relacionamento com o público, atendimento dos clientes e comportamento em audiências”. Os estagiários têm que se dedicar 20 horas semanais ao EAAJ e recebem uma bolsa auxílio no valor de R$ 645,96. A duração do estágio é de seis meses podendo ser prorrogada por mais seis meses.De acordo com o coordenador do Núcleo de Prática Jurídica, Márcio Zago a próxima seleção para os novos estagiários deve ocorrer em outubro. Exemplo bem sucedido Paula Alves da Costa foi uma das estagiárias que fez parte do Estágio Docente no Escritório de Aplicação de Assuntos Jurídicos. Hoje ela é professora da União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo – Uniesp em Presidente Epitácio, na qual ministra a disciplina Família, Sucessões e Tópicos de Processo Civil e acredita ter sido a experiência de estágio docente a principal responsável por sua carreira hoje como professora. “Esse estágio realmente faz de você um mini professor, pois você tem contato com alunos e vai passando tudo aquilo que ele ainda não sabe. Tenho certeza de que foi ali que eu tive a certeza de que poderia investir na área docente e conseguir desenvolver um bom trabalho. Acredito também que o estágio colaborou e muito para eu ser convidada para dar aula”, afirmou. Ela tem 25 anos, nasceu e mora em Presidente Prudente. Formou-se em Direito na Toledo no ano de 2002 e em seguida foi para São Paulo para fazer o cursinho do Damásio, já que queria prestar concursos públicos. Em 2004, voltou para Prudente e começou a fazer Pós-Graduação na Toledo em Direito Civil e Processo Civil, agora ela está em fase de elaboração da monografia de conclusão do curso. Também, em 2004, a jovem começou a advogar junto com o professor da Toledo Marcelo Agamenon, no escritório Agamenon Advocacia e Assessoria. E foi durante sua pós que surgiu a oportunidade de fazer o está- gio docente. “Desde a faculdade os professores Mário Coimbra e Eduardo Gesse já me orientavam a seguir a carreira de docente, dizendo que eu tinha habilidade “jeito para a coisa”. Mas, a princípio, eu achava que não daria conta do recado, porém, quando fiquei sabendo do estágio, decidi tentar e acabei sendo selecionada. Hoje, digo que foi uma grande escola, pois foi lá que eu realmente percebi que eu poderia sim seguir essa carreira”, Toledo: 45 anos com você!!! Você, que está ou já passou pela Toledo/PP como aluno da Graduação, da Pós-Graduação, professor ou funcionário, venha nos ajudar a contar a nossa história!!! Este ano, a Toledo/PP comemora 45 anos e, por isso, quer resgatar momentos marcantes da vida de cada um de vocês aqui na faculdade. Estamos preparando uma exposição com fotografias desde 1961 e solicitamos que nos mandem suas fotos para nossa equipe. Pode ser por email [email protected], pelo correio ou pessoalmente na Praça Raul Furquim, 9, Vila Furquim. Contamos com vocês!!! contou ela que continua estudando, pois pretende prestar concursos públicos para atuar na área. 24 10 Responsabilidade social: o que a comunidade pensa sobre esses projetos Na edição do mês de março do Toledo News foi realizada uma matéria sobre os projetos sociais oferecidos pela Toledo/PP e os projetos dos quais ela é parceira por incorporar em sua gestão a Responsabilidade Social. Conforme foi dito, nesta edição trouxemos o depoimento da comunidade participante. E no decorrer do ano vocês também vão poder ler diversas matérias sobre esses projetos e outros que por ventura forem surgindo. Co-educação “É de total importância termos esse projeto aqui na escola, pois precisamos trabalhar com essas crianças, pois eles não têm noção de seus futuros, por isso temos que fazer esse trabalho preventivo para que possam respeitar o pessoal da Melhor Idade e chegar nessa idade pelo menos como eu cheguei”, explica a diretora da Escola Estadual Professora Marietta Ferraz de Almeida, Sônia Maria Woita Almeida. Essa é uma das quatro escolas que recebem o projeto. “Esse projeto tem muito a acrescentar, pois é disso que nós precisamos, de um contato com os professores e com os alunos. Não tem como ir até o aluno sem o contato com o professor”, explicou a coordenadora da escola Marietta, Célia Regina Gretter Frias. Projeto Co-educação Degraus Criança Degraus Criança – “Estou gostando muito de estar aqui, principalmente para aprender mais a escrever e a falar de Deus”, contou Letícia Spacino Reis, de 9 anos. “Aqui é muito legal, aprendo matemática e o melhor de tudo é que não fico na rua e nem em casa que não tem o que fazer”, afirmou Igor de Moura, de 9 anos, que está pelo segundo ano no Degraus. Escola da Família e Bolsa Comunidade Bolsa Comunidade “Minha mãe ficou sabendo do projeto por causa de uma amiga e eu estou gostando muito, principalmente por aprender informática e futebol. Se não fosse o projeto, eu estaria em casa sem fazer nada e o melhor de tudo é Degraus Criança que não fico na rua com estranhos”, disse Icaro Gonçalves, de 11 anos. “Sempre venho no projeto. Acho muito interessante pois nós que não temos condições de pagar cursos que podemos fazer aqui”, disse Willian Vinícius Felipe, de 13 anos. “Antes eu ficava em casa só assistindo televisão, já no projeto eu aprendi a pintar, fiz amizades e brinco também. Estou muito feliz de ter tudo isso para eu fazer”, contou Daiane Beatriz, de 11 anos. “Aqui eu me divirto, jogo bola, aprendo a mexer no computador, sendo que antes, nos finais de semana, eu ficava em casa sem ter muito o que fazer e principalmente sem essas oportunidades”, disse Wesley Henrique Soares, de 14 anos. “O Escola da Família é uma maravilha, pois posso trazer toda a minha família. Tem atividades para mim, como a pintura, o inglês; para os meus filhos, a informática, os jogos e até para minha mãe que vem aqui aprender a pintar tecidos”, explicou a dona de casa Ângela Nasturino, de 48 anos. Degraus Adolescente Arruda, de 18 anos. “Sentia que precisava de um curso e quando apareceu este, decidi fazer. Minha necessidade era mais na área de informática, mas sei que tudo o que estou aprendendo será muito bom e provavelmente vai me ajudar a ter melhores empregos”, contou o aluno do projeto, Samuel Samy Puglisi Freitas, de 15 anos. “Eu já tinha computador em casa, porém não sabia mexer e nem tinha condições de pagar um curso. O Degraus está me “Essa já é uma prepaDegraus Adolescente ração para o mercado de trabalho e sei que ajudando muito pois, além da principalmente sem a informática, estou aprendendo informática, não con- outras matérias que serão muito seguiria um emprego válidas para minha vida”, disse de bom nível. Achei Hellen Chrystina Viana dos muito interessante Santos, de 16 anos. essa atitude da Toledo, “Busquei participar do Depois ajuda as pessoas de baixa renda, como graus para depois conseguir um eu, que tem vontade de fazer cur- emprego melhor e está sendo sos, mas não têm condições”, uma oportunidade bem interesafirmou a aluna Elaine Simone sante”, falou Felipe Henrique dos Santos Souza, de 15 anos. “Fico feliz de ver esses jovens universitários abrirem mão de algumas horinhas de seus finais de semana para se dedicarem a projetos que ajudam a nós, a população mais carente, pois se não fosse assim não teríamos essas oportunidades. Todos os finais de semana vou a escola e levo minha família, pois essa é uma forma de valorizarmos o programa e conseqüentemente evitarmos que seja extinto”, afirmou a costureira Lizaete Gomes. Bolsa Escola da Família 5 Vida de estudante Um exemplo de mulher dos tempos modernos Mulher, dona de casa, universitária, empresária e presidente da comissão de formatura: é assim que podemos definir os diversos papéis desempenhados pela aluna do 4º ano A de Administração, Heloisa Helena Godoi Ferrron. Parece até que é brincadeira, mas não é, Heloísa, aos 40 anos de idade, consegue dividir seu tempo e realizar todas essas tarefas muito bem. A equipe do Toledo News e, acredito que vocês leitores, devem estar curiosos para saber como ela consegue assumir todas essas responsabilidades. Então a entrevistamos, mas antes de tudo vamos contar um pouco de sua história. Heloisa nasceu em Barretos, mas quando tinha 3 anos de idade se mudou para Presidente Prudente. Ao terminar o 3º ano do Ensino Médio, queria fazer faculdade de música, já que desde os 10 aos de idade fazia aula e com 14 começou a lecionar piano e órgão eletrônico. O curso só era oferecido em outra cidade e seu pai não a deixou ir. Aos 19 anos, ela se casou, e depois foi morar em Miranda – MS, onde abriu uma escola de música que deu bons frutos e então ela abriu mais duas escolas, uma em Aquidauana e a outra em Dourados. Depois de um tempo, em 1993, seu marido, Ricardo Ferron, foi transferido para Prudente, Heloisa vendeu as escolas e abriu um comércio, uma loja de venda e instalação de som automotivo. A loja foi até o ano de 1997, quando ela resolveu ir trabalhar com seu marido e os dois abriram uma fábrica de antenas para rádio de comunicação, a Antenas Presidente. Em 2001, ela e o marido decidiram participar da fábrica Novo Ar, pertencente aos sogros dela, onde estão até hoje e ainda continuam oferecendo, neste local, os serviços da Antenas Presidente. Então, atuando nesse ramo administrativo, Heloisa foi desenvolvendo o gosto pela área. TN – Bom Heloisa então como foi que você decidiu fazer faculdade de Administração? HF – Desde meu primeiro comércio, a loja de som, eu comecei a trabalhar com a parte administrativa e financeira e percebi que não conhecia esse meu lado que aos poucos foi se desenvolvendo até que comecei a fazer cursos no Sebrae, onde devo ter cerca de 300 horas de cursos e decidi prestar o vestibular. Eu me tornei gerente administrativa e financeira e precisava estar atualizada. TN – E como sua família reagiu, pois você tinha 36 anos, já ocupava um bom cargo e tinha uma casa para cuidar. HF – Na verdade eu escondi de todo mundo que iria prestar, pois estava com muito medo de não passar. Quando todos ficaram sabendo, no dia da prova, ficaram assustados. Meu marido mesmo disse “Nossa, você vai fazer faculdade agora com 30 e tantos anos, não tem nada a ver”. Mas sinto que ele não sabia o tamanho de minha vontade. Fiz a prova, achava que não iria passar, mas passei, comemorei muito, pois não acreditava; todos também ficaram muito felizes e, assim comecei o curso. TN – E como foi no começo, você teve algum receio de vir para a faculdade e encontrar somente pessoas mais jovens? HF – Nossa muita insegurança, tinha medo de ficar isolada e realmente no começo eu fiquei na, casa e emprego para cuidar. Mas não gosto de largar nada pelo caminho e segui em frente. Com o tempo todos em casa vibravam comigo, com minhas notas e conquistas e isso me aju- Heloisa no trabalho... e me senti um peixe fora dágua. No primeiro dia, quando olhei e vi que 98% da turma tinha entre 18 e 23 anos, fiquei preocupada, mas aos poucos fui me enturmando. Participei de todas as festas, churrascos e, hoje, estou muito feliz; sinto que sou bem aceita e que a turma gosta de mim. Outro problema é que sabia que enfrentaria uma situação nada fácil e tinha medo de não dar conta, pois tinha marido, filhos, o Ricardo Júnior e a Julia- dou bastante. Sei que meus filhos sentem minha falta, mas como não querem me atrapalhar eles nem reclamam e acham o máximo que a mãe esteja estudando. TN – E com todas essas obrigações você ainda se candidatou a presidente da comissão de formatura. Não é loucura? HF – Na verdade eu gosto de ser uma pessoa participativa, não consigo ficar de fora vendo tudo acontecer e não dar palpites. Foi quando me candidatei para ser membro e fui escolhida para presidente. Mas é muito gostoso e na hora que tenho uma folguinha no trabalho eu vou atrás das coisas da formatura. Pelos menos de 15 em 15 dias fazemos reuniões e sempre na minha casa. TN – Mas Heloisa como você divide seu dia? HF – Uma vez eu fiz um curso em que nos ensinaram a dividir melhor nosso dia para não perder tempo. Começamos assim: o dia tem 24 horas, você tira oito de sono, mais uma que se perde com a locomoção, bom sobraram 15 horas para realizar minhas tarefas. Não digo que todos os dias saem perfeitos, com certeza tem muita coisa que fica para depois, mas procuro priorizar o que é mais importante e não pode ser feito em outro momento. Eu acordo, de segunda a sextafeira, às 5h45, preparo o café e vou para a fábrica. Saio para almoçar a hora que dá e depois volto para a fábrica. Às 17h30 a fábrica fecha, vou para a casa me arrumar e vou para a faculdade, onde fico até às 22h40. Chego em casa e aí que converso um pouco com meus filhos e marido. Mas se você me perguntar quem cui- da da casa nesse tempo, digo-lhe que é minha empregada que está há 4 anos em casa e faz tudo para mim. O complicado é em épocas de prova, pois esqueço que tenho que dormir e estudo durante a madrugada. TN – E como são os seus finais de semana? HF – Nos sábados, eu reservo duas horas para me cuidar; depois vejo o que falta em casa, faço compras e escrevo o que a empregada terá que fazer na semana seguinte. Bom, e no domingo eu descanso um pouco e fico com minha família. Eles entendem, mas às vezes ficam carentes e é preciso parar um pouco e sair para bater papo. Estou sempre me justificando, pois tem dia que só vejo meus filhos dormindo, mas eles sabem como é minha vida. TN – Vale a pena tanto sacrifício e ter uma vida tão corrida como esta? HF – Eu tenho certeza de que serei recompensada e não quero parar de jeito nenhum, termino a faculdade este ano e já pretendo fazer uma Pós-Graduação em Controladoria e Gestão Financeira aqui na Toledo. O único problema é que sou muito perfeccionsita e acabo sofrendo muito. Vire 26 10 . Quando tiro nota baixa por bobeira é a morte, então só na semana de prova que fico bem preocupada. Sou muito ativa, puxei meu pai e quero continuar assim, pois quem se acomoda fica mais doente e mais carente. Vale também porque a faculdade além de enobrecer a pessoa, ela ajuda e muito, ela abriu minha visão na organização da empresa, e muito do que eu sabia na parte administrativa e financeira era muito superficial. Heloisa com seu marido e filhos... TN – Alguma vez você já se desanimou e pensou em deixar a faculdade? HF – Desanimar de querer parar nunca, mas já senti um cansaço que me deu vontade de ficar uns três, quatro dias sem vir à aula. TN – E você faltou? HF – Não, pois a cabeça e a responsabilidade não deixam. E outra, o sábado que dedico para mim já compensa o resto da semana. E falo que durante as férias não gosto muito, chego a noite e fica tudo parado. Mas aproveito para ler, pois gosto muito e no dia-a-dia não dá tempo. TN – Você acha que fez a faculdade na idade certa ou preferia ter feito logo que saiu do Ensino Médio? HF – Com certeza fiz na hora certa, pois naquela época eu não teria aproveitado nem um 1% do que aproveito hoje. Se for pensar bem, naquela época eu queria fazer música e poderia ter me arrependido, pois era um rumo que não iria me levar a nada, já que vendi a escola e fui para o ramo administrativo. A Simpósio das FCEAPP vai tratar sobre Planejamento Estratégico Acontece na Toledo, desde o ano de 2002, o Simpósio Integrado das Faculdades de Ciências Econômicas e Administrativas de Presidente Prudente, voltado para alunos e profissionais da área de negócios. O evento é realizado em três dias sendo que, em cada dia, os palestrantes abordam temas, que vêm ao encontro das necessidades desse mercado tão competitivo, que exige atualização constante, Em 2006, a partir de uma pesquisa realizada com os alunos de Administração, Contábeis e Economia da Toledo, o V Simpósio terá como tema “Planejamento Estratégico”. Esta é uma excelente oportunidade que a Toledo oferece a seus alunos e a comunidade em geral, de terem contato com profissionais da mais alta qualidade na área de negócios, particularmente sobre um tema tão nevrálgico para toda e qualquer empresa. O V Simpósio ocorrerá entre os dias 8 e 10 de maio, das 19h às 22h30, no Salão Nobre da Associação Educacional Toledo. Márcio Sanches, que vai ministrar a palestra do dia 9 de maio Até o fechamento desta edição estavam confirmados os seguintes palestrantes: Dia 08 de maio: Cláudio Vaz – Presidente da CIESP - “Planejamento Estratégico na atual conjuntura Econômica”. Dia 09 de maio: Marcio Antonio Rodrigues Sanches _ Coordenador da Pós Graduação da Toledo – “O que é Planejamento?”. Dia 10 de maio: Mauricio Emboaba Moreira – Diretor de Planejamento / Gol Linhas Aéreas – “Estratégia na Prática Caso GOL”. faculdade veio no momento exato e é muito bom ter a sensação de que consigo aproveitar 100% da aula, pois tenho essa responsabilidade e sei que preciso desse aprendizado. TN – E agora, está ansiosa para acabar? HF – Muito, não vejo a hora, pois o 4º E Heloisa na faculdade ano está sendo o mais difícil. Mas estou muito contente, pois tudo o que perar para comemorar essa planejamos para a formatura conquista. está dando certo. Agora é só es- Melhor Idade: qualidade de vida para quem deseja O novo formato do Programa Toledo Aberta à Melhor Idade tem atraído cada vez mais pessoas, já que agora conta com o curso extra-curricular em que os interessados podem optar por disciplinas de seu interesse sem ter que cursar obrigatoriamente o curso regular. Outra novidade é que os homens também podem participar. Mário França Júnior é um dos novos alunos e está muito satisfeito com o programa. “As aulas estão atendendo muito bem às minhas expectativas, pois há cinco meses parei de trabalhar e estava muito ocioso. Além do que, os professores são fantásticos, por isso pretendo continuar e depois quem sabe até participar de outras disciplinas. Indico para todas as pessoas, pois para a qualidade de vida é muito bom”, contou Mário França Júnior que está participando das aulas de ginástica e informática. Já outra nova aluna, Júlia Setsuko Matsubara Funada, participa do curso regular e também está se sentindo realizada com a nova etapa de vida. “Estou achando excelente esse programa, pois estou me atualizando, me aprimorando, e também fazendo novas amizades. Sinto que, depois que entrei para esse programa da Toledo, estou com mais entusiasmo para viver e encarar meus problemas, pois lá todo mundo é tão alegre”. 7 Conquistas dos ex-alunos Mestrado A ex-aluna de Serviço Social da Toledo/PP, Mariane Delatin Rodrigues, formada pela turma de 2002, foi aprovada no mestrado em Políticas Sociais e Gestão na UEL. “Fiquei muito feliz, não tem nem como explicar o que senti, maravilhoso! Está sendo bem puxado, mas estou adorando”, afirmou. Durante o curso, a jovem que tem hoje 24 anos, fez estágio no Centro de Apoio à Família – CAF de Presidente Prudente e no Educandário São José em Santo Anastácio, sua cidade natal. Depois de formada, trabalhou na prefeitura de Santo Anastácio, como assistente social e fez uma especialização em Políticas Públicas e Gestão Social, também na UEL. Seu último emprego foi na prefeitura de Presidente Venceslau o qual ela teve que largar para fazer o mestrado. “Não deu para conciliar com o trabalho, já que minhas aulas são na segunda e na terça, mas tudo isso com certeza será recompensado, pois desde os tempos de graduação eu tinha vontade de atuar na carreira docente e de ser pesquisadora”, contou ela que afirma ter feito a escolha certa. “Fiz o curso por influência de minha mãe e já no segundo ano me apaixonei, não troco minha profissão por nada desse mundo”. Mestrado O ex-aluno de Direito, das Faculdades Integradas “Antônio Eufrásio de Toledo” de Presidente Prudente, formado na turma C de 2005, Vinícius Roberto Prioli de Souza foi aprovado no mestrado em Direito, seguindo a linha de pesquisa do Direito Empresarial, na Universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP. “Fiquei muito feliz em ter alcançado mais essa meta, pois há um longo tempo eu tinha esse objetivo e me preparava para tal; estudava bastante, escrevia artigos, publicava trabalhos, participava de congressos e da Iniciação Científica da Toledo. Desde o começo, fiz o curso na Tole- ENADE 2006: 4 cursos da Toledo participam Em 2006 os alunos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Direito da Toledo realizarão o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE, uma das avaliações que compõem os Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O exame será aplicado pela primeira vez nestes cursos e será realizado no dia 12 de novembro, para uma amostra representativa de todos os alunos dos primeiros e últimos anos da IES. Em 2005, dentre os cursos da Toledo, apenas o curso de Serviço Social foi avaliado e obteve nota 4 sendo a nota máxima 5, destacando-se como o curso melhor avaliado do estado de São Paulo. Segundo Zelly Pennacchi Machado, diretora acadêmica das Faculdades, o ENADE consiste em uma avaliação que agrega valor na formação dos alunos, bem como no desenvolvimento com qualidade da Instituição de ensino. “Com os resultados dos alunos no ENADE a Instituição tem a possibilidade de analisar e refletir sobre a formação de seus alunos, futuros profissionais no mercado de trabalho, podendo fazer uma análise quantitativa do curso em nível de região, Estado e Brasil. Vemos o ENADE como uma contribuição e complementação da avaliação Institucional que realizamos na faculdade há quase 20 anos. Incentivamos a participação dos alunos e torcemos pelo sucesso do exame, pois o exame uma avaliação importantíssima para a IES, uma vez que a avaliação externa é a que retrata a verdadeira realidade da qualidade ou não dos profissionais que a Instituição coloca no mercado de trabalho”, afirmou. O ENADE faz parte de um sistema maior que avalia o ensino superior no Brasil, que é o SINAES. Sua função é diagnóstica e pretende detectar os pontos fortes e fracos do processo educacional com vistas à superação da crise educacional que perdura há décadas. Yara Pires Gonçalves, coordenadora pedagógica, acrescentou que: Nesse sentido, o ENADE contribui para que políticas governamentais sejam adotadas objetivando a formação adequada do educando, dentro de um projeto sócio-político de nação, de um projeto de de- senvolvimento institucional e de um projeto pedagógico institucional e de curso, possibilitando redirecionamentos na formação do perfil do aluno desejado. Há muito a aperfeiçoar nessa direção, mas estamos no caminho da possibilidade de transformações sociais, rumo à superação das desigualdades e exclusão social, por meio da educação. Sérgio Tibiriçá Amaral, coordenador do curso de Direito - “O ensino jurídico no Brasil tem sido objeto de várias avaliações nos últimos anos, que colocam em evidência a qualidade da Faculdade de Direito de Presidente Prudente, única na região a conseguir o importante selo “OAB Recomenda” e ainda conceitos “A” no antigo Provão do MEC. Partindo do pressuposto de queremos escolas de direito capazes de formar juristas cidadão, aptos a intervir para realizar Justiça, estamos todos, professores e alunos, convocados para participar e empreender uma nova reflexão sobre o ensino jurídico com a participação no ENADE”. do pensando em ser advogado e professor e digo que a faculdade é espetacular”, contou ele que, por conta do mestrado, teve que trancar a matrícula em dois cursos de PósGraduação Latu Sensu nos quais havia sido aprovado: o de Direito Civil e Processo Civil na UEL e o de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho na Universidade católica Dom Bosco – UCDB, em Campo Grande. Quanto à advocacia, Vinícius diz que agora não é o melhor momento para se dedicar a mais essa profissão. “Pretendo pres- Everson José Juarez, coordenador do curso de Contábeis - “O ENADE, é um momento muito importante dentro do ciclo educacional que vai apontar para nós, gestores da educação, se estamos no caminho certo ou se devemos corrigir alguns pontos, rever posições para ir em busca dos objetivos traçados. Dentro desta filosofia, todos estarão envolvidos, desde o aluno, passando pelos professores, coordenação e direção. Traçamos um plano de trabalho para o ano de 2006 e já comunicamos aos alunos ingressantes e concluintes da importância deste processo e das responsabilidades de cada um (discente e instituição). Não vamos mudar a maneira de trabalhar visando o ENADE, porque os conteúdos já estão contemplados nas disciplinas mas é preciso discutir com o alunado que este momento “coroa” não só a Instituição, mas o seu desempenho como pessoa e profissional.” Walter Dallari, coordenador do curso de Economia – “Neste ano, o Curso de Economia participará pela primeira vez do ENADE, uma nova forma de avaliação de curso realizada pelo MEC. É mais uma oportunidade para que os alunos tar a OAB e advogar, mas ainda não é o momento. Agora quero mesmo é me dedicar ao mestrado e, depois, quem sabe, a um doutorado. Outro sonho que tenho é o de dar aulas inclusive na Toledo”. Vinícius é natural de Palmital – SP, tem 22 nos e é filho dos aposentados, Antônio Roberto de Souza e Vera Lúcia Prioli de Souza. demonstrem o conhecimento adquirido pois, do curso de Economia, apenas o 4º ano realizará a prova, não existindo a participação do primeiro ano. O exame será realizado no dia 12 de novembro, ou seja, os alunos já passaram por todo o conteúdo do curso e assim possuem excelentes condições de apresentarem um bom desempenho no exame, mantendo a tradição da Faculdade de obter bons resultados nas avaliações externas. Estamos incentivando os alunos a participarem do ENADE, pois com certeza a obtenção de boas notas será um diferencial para suas carreiras futuras”. Ronaldo Mancini, coordenador do curso de Administração – “O curso de Administração pretende formar algumas comissões de alunos dos 1ºs e 4ºs anos justamente para que possamos planejar algumas estratégias, no que tange ao ENADE. Contemplando palestras, aulas, no intuito de revisar conteúdos importantes que foram desenvolvidos ao longo do curso. O ENADE é uma avaliação de fundamental importância com cujos resultados será possível traçar um panorama da qualidade dos cursos e instituições de avaliação superior no país”. 82 10 Grupo da Unimed busca conhecimento em MBA em Gestão Empresarial Para melhor exercerem suas funções como gestores, um grupo de seis médicos e três colaboradores da Unimed – Presidente Prudente decidiram cursar o MBA em Gestão Empresarial na Toledo. Eles iniciaram o curso em fevereiro de 2005 e terminam em dezembro de 2006. Atualmente é o curso de Pós-Graduação da Toledo que possui o perfil mais heterogêneo de todos os demais, nele estão matriculados médicos, psicólogos, assistentes sociais, dentistas, administradores, advogados, contadores, economistas, entre outros. “O interessante é que este curso tem como objetivo capacitar os profissionais das diversas áreas em gestão, ensinando-lhes conteúdos e ferramentas próprias para seus negócios ou futuros negócios. O curso relaciona, a cada módulo ministrado, a teoria e a prática para que, ao final do curso, como condição obrigatória, elaborem um plano de negócios, tendo a oportunidade de utilizar os conteúdos aprendidos nas áreas de estratégia e finanças. Antecedendo o plano de negócios, os alunos participam do business game, um jogo entre as equipes que os fazem vivenciar as rotinas de uma empresa, onde as adversidades do mercado, governo e concorrência são seus principais desafios. Ou seja, um curso prático que possibilita a capacitação dos profissionais diferenciados no mercado de trabalho, nas diversas áreas do conhecimento”, explicou a diretora geral do centro de Pós-Graduação da Toledo, Zelly Machado. “Num primeiro momento foi decidido que alguns médicos fariam este curso. Mas eu e as duas assistentes sociais da Unimed procuramos a diretoria dessa cooperativa para ver se havia possibilidade de fazermos também. Deu tudo certo e estou muito satisfeito. O curso que está me ajudando bastante no dia-a-dia do meu trabalho, já que minha formação é em Direito, mas sempre atuei na área administrativa. Muita coisa que vejo aqui consigo aplicar lá, sinto que precisava me embasar mais nessa área, por isso fiz a escolha certa”, contou o assessor de gerência da Unimed, Leandro Richard Justino. “Sou formada em Serviço Social mas, para melhorar ainda mais o meu desempenho profissional, queria fazer este curso que está me ajudando bastante, principalmente na parte de recursos humanos”, contou a assistente social da Unimed, Altamira Pereira da Silva que faz atendimento domiciliar, o Home Car. A outra assistente social que faz o curso é Regiane Alves Domingues. Os médicos que cursam o MBA são: Osvaldo Heitor Nallin Júnior – ortopedista e cooperado da Unimed, Lino Boin Júnior – anestesiologista, cooperado e médico auditor da Unimed, Walter Góes – ortopedista e membro do Conselho Fiscal da Unimed, Antônio Cláudio Bongiovani – cardiologista e superintendente da Unimed, Lorival de Matos Rodrigues – urologista e cooperado da Unimed e José Roberto Noma Boigues – ortopedista e conselheiro administrativo da Unimed. José Roberto – “Na verdade, o interesse por fazer este curso surgiu depois que a direção da Unimed de Bauru fez e nos incentivou. Hoje, vejo que os resultados estão mesmo acontecendo, pois muito do que se fala ali vemos no nosso dia-a-dia na Unimed, assuntos como RH, marketing, vendas, entre outros. O mais interessante é que alguns trabalhos que fazemos na Toledo podem ser direcionados para a Unimed e isso com certeza está enriquecendo nosso trabalho”, afirmou. Outro ponto que o médico destaca é que, devido à profissão, eles vivem 24 horas por dia para a medicina e esse contato com uma nova área é muito enriquecedor. “Quando vamos para a aula tratar de um assunto diferente, voltar a ter o convívio com uma faculdade e com novas pessoas de diferentes áreas nos sentimos muito bem e até damos uma arejada na nossa cabeça. O interessante também é que descobrimos assuntos que nem ima- do e por isso está sendo de muita valia para minha vida, principalmente porque faço parte do conselho da administração da Medcred e preciso dessa visão de gerenciamento”. Grupo da Unimed formado por médicos e colaboradores ginávamos existir. E por isso, hoje na Unimed, já existem muitas áreas nas quais podemos palpitar, pois o curso nos propiciou essa noção que antes não tínhamos. O curso é super organizado, está valendo muito a pena. Quem tem empresa deve fazê-lo, pois ali você aprende com pessoas que passaram pelas mais diversas experiências ”. Lorival de Matos Rodrigues – “No meu caso, tive interesse em fazer esse curso pois, há muitos anos, desde que me formei em 1976, sou ligado apenas na medicina e comecei a sentir algumas dificuldades no gerenciamento de pessoas, de saber tratar de questões financeiras. Percebi que precisava de algo diferente, que me desse um ponto de vista econômico e financeiro, já que fui treinado apenas para atender pacientes, fazer diagnósticos e tratá-los”, contou ele que diz ter tomado a decisão certa. “O curso está me orientado muito bem, eu nunca tinha visto nada do que estou ven- “Quando recebemos o representante da Unimed, Dr. Ênio Perrone, interessado pela capacitação de seus médicos e colaboradores, surgiu a necessidade de formalizarmos as parcerias e os convênios do Centro de Pós-Graduação da Toledo com as empresas de Presidente Prudente e região, dando-lhes benefícios como a concessão de descontos sobre as mensalidades quando há indicação, de no mínimo, cinco funcionários daquela empresa. As parcerias e os convênios têm como objetivo principal aproximar os profissionais, das diversas áreas, da vida acadêmica profissional, proporcionando-lhes a educação continuada. Além da Unimed, a Toledo mantém parcerias com a Cauiá, Vitapelli e com a Flashline. Recentemente, assinamos o convênio com a FUSESP, Associação dos Funcionários do SEBRAE, que se estende a todos seus dependentes. Os interessados devem procurar a secretaria do Centro de Pós-Graduação”, conclui Zely. 9 EJT trabalha com Fundações Mirins de Prudente e Regente Feijó A Empresa Júnior Toledo tem levado até a Fundação Mirim de Presidente Prudente e de Regente Feijó cursos de capacitação na área de negócios. O convênio com a Fundação Mirim de Presidente Prudente teve início no dia 25 de outubro de 2003. Os primeiros cursos foram de Noções Contábeis, Escrita Fiscal e Departamento Pessoal. Em setembro de 2005, a Fun- de fevereiro de 2006, teve início o curso de Matemática Financeira cujo término ocorreu no dia 25 de março. Na seqüência, teve início o curso de Compras e Controle de Estoque. Esses cursos foram elaborados pelo aluno de Economia, Alexandre Machado dos Santos e aplicado por membros efetivos da EJT e estagiários dos terceiros anos de Administração e Ciências Contábeis, orientados pelos professores e colaboradores da Toledo. Fundação Mirim de Regente Feijó dação Mirim de Regente Feijó também firmou convênio com a EJT. Este convênio gerou uma parceria bem sucedida com programação de cursos até o final de 2006 e previsão para continuidade nos anos seguintes. No mês A equipe do Toledo News foi até Regente Feijó para saber a opinião dos menores aprendizes em relação aos cursos oferecidos pela EJT, em especial o de Matemática Financeira, do qual eles estavam tendo aula. Aproveitamos também para saber dos alunos da Toledo a importância dessa ex- Toledo perde um grande amigo Faleceu no dia 18 de março, aos 67 anos, o juiz de Direito de Presidente Prudente e ex-professor de Direito das Faculdades Integradas “Antônio Eufrásio de Toledo” de Presidente Prudente, Raul Roberto Soares de Mello. Ele era casado com Leny Emiko Iwaki e pai de Raul Roberto Iwaki Soares de Mello, Ana Beatriz Iwaki Soares de Mello e Sílvia Helena Iwaki Soares de Mello. Na Toledo/PP, ele lecionou por 20 anos e, dentre os seus ex-alunos, figuram profissionais de destaque na área jurídica e acadêmica. Sua despedida foi marcada pela emoção e saudade daqueles que compartilharam de diversos momentos de sua vida. “Dr. Raul - pessoa forte, humana, caridosa com quem tive orgulho de conviver e o privilégio de chamá-la de Pai. Felizes aqueles que como a mim tiveram a oportunidade de conhecê-lo”. (Raul Roberto Iwaki Soares de Mello - filho). “Verdadeiro guerreiro, minha fonte de inspiração, meu alicerce “. (Silvia Helena Iwaki Soares de Mello filha). “Carinhoso, amigo, protetor, forte, ou seja, um super pai”. (Ana Beatriz Iwaki Soares de Mello - filha). “Entre as pessoas que a gente aprendeu a querer bem, Dr. Raul é uma delas. Chegou a Presidente Bernardes em 1977 e, no ano seguinte, já era professor desta Casa, onde permaneceu por 20 anos, sempre respeitado e aplaudido com carinho por seus alunos. Igual respeito e admiração dedicaram-lhe seus pares e demais colaboradores da Toledo” (Milton Pennacchi - Diretor Geral da Toledo/PP) “Lembro-me, agora com muitas saudades, do que você me disse na última vez em que nos encontramos: “SE MEUS AMIGOS ESTÃO BEM, EU ESTOU FELIZ”. Foi a sua exclamação, diante de minha simples reposta: “estou bem”, após a sua inesquecível interpelação nos corredores acadêmicos e forenses: “PASSEI AQUI PARA DAR UM ABRAÇO EM MEUS AMIGOS. E VOCÊ, COM ESTÁ?”. Sem dúvidas, meu professor, meu paraninfo, meu colega e meu amigo, esta foi, dentre todas a mais importante lição de que recebi de periência de lecionar. Willian Matheus Osko, tem 15 anos, cura o 2º ano do Ensino Médio e é secretário de um escritório de advocacia. “Acho muito importante ter esse tipo de curso, no meu trabalho, por exemplo, todas as vezes que tenho que calcular despesas, hoje, com o que aprendi, é muito mais fácil”, contou. Fernanda Luzia Patrone Prado, tem 16 anos, cursa o 3º ano do Ensino Médio e é telefonista. “O que mais esta me ajudando com esse curso é na escola, principalmente nos exercícios de porcentagem. O interessante é que eu não gostava dessa área, que é bem complicada e agora estou achando legal aprender”. Isamara Peretti, tem 18 anos, faz curso técnico em Farmácia e é secretária do Centro de Saúde, de Regente Feijó. “Hoje foi a primeira aula que vim assistir, mas gostei muito, aprendi sobre juros que é bem complicado e você: a dignidade de lutar contra um infortúnio humanamente invencível, sem perder o brilho e o prazer de ensinar, cativar e cultuar eternas amizades, sempre em busca da felicidade. DR. RAUL, PROFESSOR RAUL, RAUL, RAULZINHO, para mim, você não padeceu de um mal. Não! Você foi promovido, por merecimento, ao mais alto dos céus, onde só os justos e dignos, como você, estarão” de seu eterno aluno Silvio Martins Barbatto) promotor de justiça e exaluno do Dr. Raul). pretendo aprender mais ainda, pois com certeza será muito vá- lido”. A satisfação é mútua, pois para os alunos essa também é uma experiência e tanto. “A qualificação profissional desses jovens começa agora, pois participando desses cursos com certeza terão melhores empregos com ganhos maiores. É interessante porque ao ensinarmos estamos aprendendo também”, afirmou o aluno do 4º ano de Economia, Adriano Machado Santos que é facilitador do curso. “Lecionar está estimulando o meu aprendizado e sei que para os jovens essa é uma excelente oportunidade”, disse Nilson Batista de Araújo Júnior, também do 4º ano de Economia e monitor do curso. “Estamos ampliando a visão dessas pessoas e isso é essencial, na medida em que estão sendo capacitados profissionalmente”, completou outro aluno do 4º ano de Economia, Guilherme Stabile que é outro facilitador. “É muito bom ter a oportunidade de passar aos jovens o que estou aprendendo na faculdade e para eles será um ganho a mais no currículo”, falou a monitora Liliane Bueno, do 3º ano de Administração. Além de Liliane e do Nilson, os outros dois monitores são Fernando Gouveia Canisares e Mariana Lemos Rocha. 2 10 Presidente do CIEE fala sobre a importância do estágio O presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, Luiz Gonzaga Bertelli, que também é presidente da Academia Paulista de História e Diretor Titular Adjunto da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP, durante a sua visita a Presidente Prudente veio conhecer as Faculdades Integradas “Antônio Eufrásio de Toledo” de Presidente Prudente. Bertelli pôde ver de perto como funciona o Núcleo de Estágio da Toledo – NET e as demais dependências da faculdade. O diretor geral da Toledo/PP, Milton Pennacchi, recepcionou o presidente que estava acompanhado da assessora de comunicação do CIEE, Márcia de Freitas, da supervisora da unidade do CIEE de Presidente Prudente, Maria Cristina Ribeiro e da supervisora do setor de relações públicas e eventos do CIEE, Daniella Meira Ferraz Zerbinatti. Aproveitando sua visita, a equipe do Toledo News entrevistou o presidente do CIEE sobre como anda o mercado de estágios, seus benefícios e principais dificuldades. TN – Qual a importância de um jovem fazer estágio? LB – As empresas hoje raramente contratam jovens sem que eles tenham a experiência conseguida exclusivamente por meio do estágio e do emprego. No estágio, o jovem tem a oportunidade de colocar na prática o que foi ministrado em seu curso. Outro ponto importante é que vivemos em tempos difíceis e em muitos estágios são dadas bolsa-auxílio que podem ajudá-los na compra de livros, no pagamento das mensalidades, etc. No passado bastava você ter feito um bom curso de graduação para se ter um lugar no mercado, já hoje há muitas outras exigências e o estágio é uma delas. TN – O senhor acha que existe alguma idade certa para uma pessoa procurar um estágio? LB – Digo que quem quer entrar no mercado de trabalho é aconselhável que procure um estágio o mais cedo possível. TN – Como presidente de um centro que coloca estudantes no mercado de trabalho, o senhor acredita que o jovem de hoje está interessado em fazer estágio? LB – Ah sim, há um grande interesse. Temos hoje, em nosso banco de dados, mais de 1 milhão de estudantes cadastrados, esperando uma oportunidade de estagiar. O que ocorre é que muitas empresas, na maioria pequenas e médias, não descobriram ainda a grande importância de se contratar estagiários. TN – Fale-nos a respeito desse problema da empresas? LB – O maior problema é que muitas empresas desconhecem os do são aqueles que fizeram estágio. rem jovens com capacidade de aglubenefícios fiscais, e não imaginam Essa mesma pesquisa mostrou que tinadores, que desenvolvam várias que esses estagiários reduzem os 64% dos jovens que fazem estágio atividades ao mesmo tempo e tegastos. As grandes empresas e as são contratados com carteira assinham o espírito de liderança. multinacionais já possuem uma nada. visão bem clara sobre isso e estão E as pequenas e médias empresempre contratando estagiários; já TN – Como o senhor avasas são os melhores lugares, na as menores não. Acham que essa lia a educação em nosso medida em que os estagiários têm contratação só diz respeito às granpaís? condições de tomar conhecimento des empresas. Uma de nossas meLB – Os países que hoje mais cresde todo o funcionamento dessa tas este ano é investir nas pequenas cem investem e médias empreem EDUCAsas e tentar ÇÃO, CIÊNmostrar-lhes o CIA E TECvalor de se ter NOLOGIA. O um estagiário. Brasil dedica Outra reparti5% do PIB para ção em que vao setor da edumos investir é cação. Se for ver nas organizaé um percentuções públicas, al adequado, até na medida em mesmo superique a Lei de or a países como ResponsabiliAlemanha, Chidade Fiscal o le, Itália e proíbe de conJapão(ressalvando, tratar um funciclaro, que o onário sem que montante do ele tenha presPIB desses paítado um concurses é maior do Luiz Gonzaga Bertelli com o diretor geral da so público, mas que o nosso e a Toledo, Sr. Milton Pennacchi que o recepcionou o estagiário população a ser pode ser contraatendida é metado. O que nor). Além disempresa e ocupar futuramente diacontece é que a maioria das prefeiso, o mais grave no Brasil é que esversas funções. turas principalmente não sabe disses recursos são aplicados erroneaSe olharmos, nosso terceiro setor so e acaba não contratando esses jomente. hoje é de chorar. Falta o bom gevens. renciamento e o jovem estagiário, TN – Por que? TN – E qual, são na sua de diversas áreas, poderá colaboLB – Acontece que todo bom e rar. Precisamos criar oportunidaopinião, os principais pon- des para esses jovens, pois investir eficiente sistema de ensino deve dar tos positivos para uma em- na juventude é investir no amanhã. prioridade ao ensino fundamental, depois ao médio e, finalmente, ao presa quando se contrata TN – Qual seria o perfil superior. No Brasil, há décadas um estagiário? LB – Os benefícios são muitos, do estagiário exigido pelas constata-se uma inversão, pois o ensino superior público consome posso citar alguns: o jovem traz empresas? a maior parte dos recursos e, mesinovações científicas e tecnológicas LB – Olha, as empresas gostam mo assim, não consegue atender à que aprende enquanto estudante, muito daqueles que, durante o curdemanda, tanto que perto de 90% eles reorganizam a empresa e em so, se dedicam a projetos sociais, dos estudantes desse nível estão muitas hoje falta um bom gerencicomo voluntários; aos que se desmatriculados em faculdades e uniamento no que esse jovem poderá tacam no curso por fazerem parte versidades privadas. Como resulcolaborar. De acordo com a pesquidos Diretórios Acadêmicos – DAs tado, temos os índices vergonhosa feita pela InterScience* , hoje os de cursos e os que se dedicam à prásos detectados pela Pesquisa Nacimelhores profissionais do mercatica esportiva. Resumindo, elas queonal por Amostra de Domicílios (Pnad 2003), segundo a qual existem 14,6 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais, número que corresponde a 11,6% da população. Só nos centros urbanos, são 9,6 milhões de pessoas que não sabem ler ou escrever. A mais recente pesquisa sobre a dramática situação do jovem, divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – Ibases e pelo instituto Poli, revela que 27% da população entre 15 e 24 anos que vive nas oito principais regiões metropolitanas não trabalham nem estudam. Os jovens, portanto, vêem-se diante de uma situação complicada: deixam de estudar para procurar emprego mas, justamente porque abandonaram a escola, não encontram uma oportunidade de inclusão no mercado de trabalho. Outro número preocupante: apenas 10,4% dos brasileiros entre 18 e 24 anos se matricularam no ano de 2005 em instituições do Ensino Superior. Esses dados são alarmantes e a conseqüência disso tudo é o aumento da violência, da criminalidade e do tráfico de drogas. TN – O que o senhor acha que poderá ser feito para melhorar essa situação? LB – O governo, os empresários, os detentores do conhecimento e a sociedade em geral precisam se convencer que a educação é o fator primordial para o desenvolvimento social e econômico do país. E, também, que o ensino tem que estar mais contextualizado com a necessidade do mercado. O profissional do futuro tem que ser um eterno aprendiz e renovar-se constantemente, pois o mercado está cada vez mais seletivo. * InterScience – empresa fundada há 20 anos que efetua pesquisas para a revista Carta Capital; uma das maiores empresas do setor do Brasil. 11 Antes e Depois... José Roberto Sacatolon tem 25 anos e nasceu em Presidente Prudente. Filho do pecuarista Ivo Sacatolon e da dona de casa Lúcia Helena Fortunato Sacatolon, ele mora num sítio em Regente Feijó. José Roberto é analista de sistema da Monalisa Jóias e Presentes. Antes Depois J C oncluído o 3º ano do En sino Médio, José Roberto, que ajudava seu pai no sítio com a produção leiteira, fez um curso técnico em Processamento de Dados, depois decidiu largar o sítio e foi fazer um estágio em uma empresa de assessoria empresarial, a Star. Ficou lá por sete meses e voltou para o sítio. “Não compensava financeiramente ficar no estágio, então voltei para o sítio para ajudar meu pai”, contou. José Roberto gostava do trabalho no sítio, mas sentia que precisava crescer. Foi quando decidiu fazer a fa- culdade. “Eu sabia que se continuasse ali teria poucas opções de trabalho; tinha o conhecimento na área de informática, mas sabia que a faculdade de Ciências Contábeis me abriria mais portas”. osé Roberto começou a fazer a faculdade de Ciências Contábeis e, ao mesmo tempo, desenvolvia programas de computador em sua casa. “No 3º ano do curso passei a fazer parte da Empresa Júnior Toledo e, depois de dois meses lá, onde fiz diversas consultorias consegui esse emprego em que estou até hoje, como analista de sistema”. As mudanças ocorridas em sua vida são sentidas por ele em seu próprio dia-a-dia. “Quando eu tinha 15 anos, meu sonho era ser peão de rodeio ou jogador de futebol, hoje quero ser um consultor, ou passar em algum concurso público. Com o curso técnico e com a faculdade, já posso atuar em um leque de funções dentro de uma empresa. Penso que se eu ainda estivesse no sítio, seria apenas um trabalhador rural comum e dependente do meu pai. Hoje, desempenho uma função com alta responsabilidade dentro de uma grande empresa, pois tomo conta de todas as informações dela e não dependo de ninguém e às vezes até ajudo em casa. Mas não quero parar, por isso estou fazendo o MBA em Controladoria e Gestão Financeira na Toledo”. O jovem se sente realizado com suas conquistas e no tempo que tem também ajuda seu pai. “Sinto duas sensações: uma é a alegria de ter saído de onde eu saí e chegar aonde cheguei e a outra é que sou privilegiado de ainda morar em contato com a natureza. Mas sou um vencedor por ter feito uma graduação e estar terminando uma Pós-Graduação. Meu sonho é ser feliz, e já conquistei um pouco dessa felicidade, sempre com muito apoio de meus pais, pois nosso contato familiar é bem próximo. Identifico-me muito com meu trabalho que é o que projetei para mim. Vejo que sou privilegiado, pois dos meus amigos do tempo do primário, a maioria não fez faculdade e nossa vida hoje não tem comparação, apesar de a amizade ser a mesma”. Grupo de teatro começa a ensaiar a peça As aulas do grupo de teatro da Toledo/PP “Café Expressão” estão indo de ven- to em popa. A turma está cada vez mais entrosada e o próximo passo será a divisão dos personagens da peça Soltando o Verbo, de Zé Carlos de Andrade, a qual será encenada em agosto na Toledo. O texto trata de uma história do pensamento racional, poético e filosófico do Ocidente e do Brasil; com cenas de comédia e tragédia e com um cenário itinerante. “Já vamos distribuir os personagens para que cada um possa começar a estudar o seu e contracenar duran- te as aulas. Lembrando que neste ano, todos os 12 integrantes do grupo vão interpretar. O grupo está muito sensível, corajoso e dispos- to e isso é muito positivo; eles não têm medo de participar e também não têm nenhum objetivo de virarem estrela e sim, de observar o teatro no cotidiano”, afirmou o professor Luís Chagas. Essa satisfação também é sentida pelos alunos. “Estou adorando a aula, é encantadora, me fez sonhar e imaginar que estou em outro lugar. Espero aprender tudo o que puder e também passar o que sei, pois sempre sonhei em fazer teatro”, disse a aluna do 1º ano A de Direito, Daniela Fernanda Bratfisch. “Eu já tinha experiência no teatro, mas estou gostan- do muito desse grupo da Toledo. As aulas são bem dinâmicas e aprendo muito. Espero até seguir carreira no teatro”, contou Willian Henrique da Silva Santos, também do 1º ano A de Direito. 2 12 10 Professor Evandro Gussi lança obra com alunos e professores da USP O professor de Direito Administrativo da Toledo Evandro Hererra Bertone Gussi, com outros alunos do mestrado e do doutorado e professores da USP, lançaram no dia 28 de março, na Fnac Paulista em São Paulo, a obra Direito da Integração. A editora responsável é a Quartier Latin do Brasil. Os coordenadores do livro são Paulo Borba Casella e Vera Lúcia Viegas Liquidato e os autores: Paulo Borba Casella, Vera Lúcia Viegas Liquidato, Rodrigo Octávio Broglia Mendes, Evandro Herrera Bertone Gussi, Maria Cláudia Bucchianeri Pinheiro, Rodrigo Luís Pupo, Luís Fernando Nigro Corrêa, Miguel Marques Vieira, Jeanlise Velloso Couto, Fabrício Motta, Raul Miguel Freitas de Oliveira, Victorio Oxilia, José Cretella Neto, Daniel Gruenbaum e German Alejandro San Martín . “A conclusão dessa obra durou cerca de 1 ano e meio e surgiu depois que fizemos, na USP um trabalho de conclusão da disciplina Teoria Geral do Direito da Inte- gração Econômica e os que foram selecionados como melhores foram reunidos e transformados em um livro coletivo. Para mim é uma grande satisfação ver o resultado de minha pesquisa sendo publicada. Mesmo sendo uma obra coletiva, sinto uma relação de paternidade. Outro ponto que me deixa muito realizado é que o grupo esteve sempre muito coeso, com pessoas muito inteligentes, nos tornamos um grupo de amigos”, contou o professor da Toledo, que cursa o doutorado na USP. Evandro ainda deve publicar outra obra este ano sobre a Segurança na Constituição e já está escrevendo outro trabalho sobre Direito Constitucional. Na obra coletiva, seu artigo trata sobre a Soberania e Supranacionalidade. “É para entender sob o ponto de vista da teoria do Estado, como fica o fenômeno da soberania nos blocos de integração político-econômica”, explicou. Professor Evandro com os coordenadores da obra, Vera Lúcia Liquidato e Paulo Borba Casella Coordenadores: Vera Lúcia Viegas Liquidato e Paulo Borba Casella “Pela natureza intrínseca do fenômeno, justamente será na junção de enfoques jurídico e econômico que se poderá melhor situar a confluência de interesses acadêmicos e profissionais, relacionados ao direito da integração: o desenvolvimento deste ramo jurídico transcende as mais recentes discussões na academia, para abranger as perspectivas profissionais. O direito da integração exige essa dupla vertente para encontrar a sua dimensão e alcance, como neste trabalho se procura situar, em algumas das facetas deste manancial vasto de inspiração. O direito da integração vem se firmando como área nova do direito internacional, com objeto e método próprios, todavia incipientemente estudados sob o ponto de vista jurídico. Qualquer trabalho na área deverá procurar equilibrar discussões teóricas, embasadas em critérios acadêmicos, com as inevitáveis considerações práticas de relevantes assuntos da atual realidade integrativa”. Aluna do 4º ano de Direito é agente da Polícia federal desde 2004 A jovem de 20 anos, Mar cela Pícoli, desde a 8ª sé- rie do Ensino Fundamental já tinha decidido que iria cursar Direito e, hoje, no 4º ano A, ela tem a certeza de que fez a escolha certa, pois está gostando muito de trabalhar na área. “Meus pais fizeram Direito, além disso, sempre gostei dessa área, adorava ver filmes que tinham julgamentos”, con- tou ela que, desde novembro de 2004, foi aprovada em um concurso público e se tornou agente administrativa da Polícia Federal de Presidente Prudente. “Fiquei muito feliz com esse emprego, pois o concurso dá uma estabilidade financeira e profissional muito boa. Eu queria ter meu próprio dinheiro e, ao mesmo, tempo trabalhar em uma área em que en- trasse em contato com o Direito, para praticar o que aprendo em sala de aula. E estou tendo essa oportunidade, pois na Polícia acompanho inquéritos policiais, às vezes mexo com passaportes, estou vendo muito do que aprendo em Direito Constitucional”, explicou ela que pretende continuar prestando concursos públicos até atin- gir seu maior sonho que é o de ser Procuradora da República.” Enquanto isso estou aprendendo muito no meu emprego que agradeço ter conquistado em primeiro lugar a Deus que tem me abençoado bastante, a meus pais que me incentivaram a estudar e a Toledo que me deu toda a base”. 13 Livros mais retirados: NETwork atrai alunos de diversos cursos QUANDO NIETZSCHE CHOROU O ZAHIR IRVIM D. YALOM PAULO COELHO EDITORA EDIOURO EDITORA ROCCO “O autor mistura ficção e realidade ao unir, na Viena do século XIX, o médico Josef Breuer, um dos pais da psicanálise, e o filósofo alemão Friedrich Nietzsche. No livro Nietzsche se vê atormentado por uma doença misteriosa e por um amor mal resolvido. Sua doença o leva à Breuer que, também atormentado por uma paixão, descobre que somente encarando seus próprios conflitos poderá ajudar seu paciente. Os medos, as incertezas de cada um deles, que são também os nossos, são discutidos à luz da filosofia e da psicologia”. Juliana Pereira Matos Barrios Analista de Marketing da Toledo “Neste romance, Paulo Coelho, fala sobre Esther, esposa do narrador a mais de 10 anos que desaparece sem deixar vestígios. Nem mesmo a polícia chega a uma conclusão sobre o fato; o único que sabe a verdade é o marido. Mas ela simplesmente o abandonara e ele se questiona sobre o ocorrido e embarca em uma viagem em busca da esposa e de si mesmo”. Andréia Aparecida Auxiliar Administrativa da Toledo Entre os dias 6 e 11 de março, foi realizada na Toledo a 3ª edição do NETwork: Diálogos Acadêmicos sobre Estágio e Mercado de Trabalho, com o objetivo de envolver alunos e professores em temas vinculados ao estágio e ao mercado de trabalho. Participaram alunos de todos os cursos da Graduação e também alunos da Pós-Gradução. “A 3ª edição do NETwork superou os objetivos pretendidos, oferecendo dicas sobre o processo seletivo e sobre as habilidades, as competências e as p o s t u r a s desejadas no ambiente de estágio e trabalho. N e s s a edição todas as vagas foram preenchidas no segundo dia das inscrições, isso demonstra o interesse dos alunos em ampliar seus conhecimentos e, ao mesmo tempo, que o Núcleo de Estágio da Toledo vem cumprindo sua função de agente de integração entre o espaço acadêmico e o mercado de trabalho. Os alunos que não conseguiram participar do NETwork terãoumanovaoportunidade nosegundosemestre,quandoseráoferecido mais um ciclo de diálogos, com os mesmos temas”,afirmaramosgestoresdeestágio da Toledo, Paula Pontalti Marcondes Moreira,SôniaReginaNozabiellieFábio Ibanhez Bertuchi. Os diálogos apresentados nesse NETwork foram: Etiqueta Corporativa, Redação Empresarial, Dicas de Entrevista, Empreendedorismo e Construção de Currículo. Cada um valeu como uma hora de atividade complementar. Para os alunos, o evento também foi muito válido. “Infelizmente só deu para eu participar de um módulo, pois não sabia do evento. Mas gostei muito e pretendo ano que vem participar de todos, pois é uma oportunidade de termos uma visão mais específica de cada assunto, sendo que no dia-a-dia da faculdade é mais geral”, afirmou Paula Carrieri Pretti, aluna do 3º A de Administração. “Para mim foi bom tanto na parte profissional como também na pessoal. Biblioteca “Visconde de São Leopoldo” 1º - A cura de Shopenhauer – YALOM, Irvin Editora Ediouro 2º - Ramsés: o filho da luz JACQ, Christian Editora Bertrand Brasil 3º - O monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança HUNTER, James Editora Sextante Participei de três módulos e digo que mesmo os temas sendo básicos eles são extremamente úteis e os ministrantes, explicaram de uma maneira fácil e nos fez refletir sobre algo em que nunca tínhamos parado para pensar”, disse a aluna do 1º ano A de Direito, Allana Prado de Oliveira dos Santos. “Tive vontade de participar pois achei os temas bem interessantes e que poderiam melhorar meu aprendizado. Participei de todos os módulos e achei muito bom e diversificado. Esse tipo de atividade nos ajuda a melhorar profissionalmente”, disse a aluna da turma III do MBA em Controladoria e Gestão Financeira, Mariana Fernanda Ferreira dos Santos. “Nos próximos dias será enviada uma avaliação a todos os alunos participantes do último NETwork. Essa avaliação, nos trará elementos para planejar o formato do NETwork/2007. Estamos contando também 4º - Jesus, o maior psicólogo que já existiu: como os ensinamentos de Cristo podem nos ajudar a resolver os problemas do cotidiano e aumentar nossa saúde emocionalBAKER, Mark W. Editora Sextante - 5º - O caçador de pipas HOUSSEINI, Khaled Editora Nova Fronteira apoio com a colaboração e sugestões de alunos, professores e profissionais”, completam os gestores. 14 10 1º ano C: Turma reunida no 1º Xuras de Administração Alegria foi o que não faltou no 1º Xuras de Administração A aluna de Direito da Toledo Renata Lemos e sua amiga Marcela Peixoto com a banda Inimigos da HP Em dia de aula, as alunas do 4º ano de Administração: Juliana Denise Baumgarten, Vanessa Miotto de Paiva, Cláudia Rodrigues; atrás Evelyn Pires de Carvalho e Fabiana Pires Inimigos da HP durante a gravação do programa Conexão Livre A alegria das alunas da Toledo de participarem do programa que teve a presença dos Inimigos da HP Toledo e Inimigos da HP Cerca de 50 alunos da Toledo participaram no dia 1º de abril, da gravação do programa Conexão Livre do SBT. A atração do dia foi a banda de pagode Inimigos da HP. Alunos da Toledo e convidados foram curtir a gravação e o som do Inimigos da HP Cadê minha turma??? Meu nome é Elaine Aparecida Ribeiro, fui aluna de Direito da Toledo/PP, entrei em 1990 e sai 1993. Gostaria muito de reencontrar meus colegas de turma ! IMPRESSO ESPECIAL 1.74.18.0033-9 - DR/SPI ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL TOLEDO ..CORREIOS... IMPRESSO FECHADO PODE SER ABERTO PELA ECT