Edição
84
Mês: Abril
Ano: 2006
A UNIÃO F AZ A FORÇA
Cinco irmãos, na mesma faculdade e no primeiro ano, mas eles
não são pentagêmeos apenas decidiram estudar no mesmo momento e quase todos no mesmo curso.
Cláudia – “A vontade de fazer faculdade sempre foi grande, mas não sabia o que fazer.
Estou muito contente, mais
ainda por estar perto de minha família, pois um apóia o
outro.
Até falo que quando eu casar quero manter essa nossa
ligação”.
Parece até história de filme, mas
é a mais pura realidade e bem pertinho de nós, aqui na Toledo/PP.
Eles nasceram em Osasco – SP,
mas moram em Presidente Prudente há 18 anos. São filhos dos
aposentados, Jesuíno Pereira e
Neusa de Castro Pereira.
No primeiro ano de Administração estão Evandro de Castro Pereira, de 29 anos, Cláudia de Castro Pereira, de 24 anos e Virlene
de Castro Pereira, de 22 anos.
No de Ciências Contábeis estão
Leandro de Castro Pereira, de 28
anos e Sandro de Castro Pereira
de 26 anos.
Virlene – “Sempre quis voltar a estudar e para mim está
sendo maravilhoso, pois estou adorando o curso.
E fazer com meus irmãos
melhor ainda, o legal é que
temos a matéria de contabilidade e o Leandro e o Sandro
nos ajuda”.
Na verdade, eles não combinaram de entrar juntos na faculdade, mas é que quando saíram do
Ensino Médio, alguns trabalhavam e não tinha como conciliar
trabalho e estudo, já outros não
teriam como pagar o curso, e nenhum deles também sabia o que
queria fazer.
Este ano, no último dia de inscrição, os cinco, que há algum
tempo vinham pesquisando em qual
área atuar decidiram
prestar o Vestibular
da Toledo. “Sentimos que era hora de
voltar a estudar, mas
todos estávamos
com muito medo,
pois já fazia algum
tempo que havíamos parado, eu há
11 anos”, contou
Evandro.
“Mas queríamos ficar perto, somos
muito unidos e jamais pensamos em
fazer faculdade fora,
para não ficarmos
longe. Então decidimos prestar juntos e
só queríamos se fosse a Toledo, pois se
esperamos tanto queríamos a melhor”, explicou Cláudia.
Quando ficaram sabendo o resultado e que todos haviam passado, a alegria foi geral.
“Todos ficaram muito contentes, principalmente meus pais de
terem os filhos na faculdade, pois
já bagunçamos muito”, afirmou
Cláudia.
O dia-a-dia dos irmãos com certeza é diferente de qualquer outra
família.
Quatro deles, menos a caçula
Virlene que é auxiliar de dentista, trabalham juntos; eles prestam
serviço na área de informática e
vendem equipamentos e a Cláudia também leciona informática
para um grupo da Terceira Idade.
À noite vão juntos para a faculdade, onde permanecem sempre
perto e voltam juntos para a casa.
“No começo eu sentei longe das
meninas, mas agora já estou perto, somos muito unidos e gosto
de estar ao lado delas”, disse Evandro.
“Quando fazemos trabalhos em
grupo sempre estamos nós três,
daí depois que entram as outras
bom estarmos juntos, me sinto
muito mais seguro perto deles”,
contou Sandro.
“Até para sair estamos sempre
juntos. Nossa turma de amigos é
a mesma e quando um de nós faz
uma nova amizade, logo já apresentamos para os outros para que
falta de ter uma faculdade e estou
gostando muito”, afirmou Leandro.
Evandro – “O legal é que
mesmo com as diferenças de
idade a gente vive e busca
apoio como se isso nem existisse e todos tivessem a mesma idade. Nunca é tarde para
voltar a estudar, estou muito
satisfeito e entre nós cada
hora é um que ajuda e o outro que apóia”.
O que todos sentem falta no momento é de um estágio em sua área.
E mais uma vez estão lá sempre
juntos. Todos, menos Virlene, que
trabalha o dia todo, já fizeram suas
inscrições no Núcleo de Estágio
da Toledo – NET, para conseguir
uma oportunidade. Só falta agora
trabalharem juntos.
“Minha noção sobre a contabilidade ainda é vaga, por isso queria um estágio para estar mais por
dentro dessa área”, disse Leandro.
pessoas, mas nós não nos separamos. Claro que nos unimos com a
turma, já fomos em churrascos,
mas não nos desgrudamos, sempre fomos assim”, disse Virlene.
Leandro – “Achei muito
bom todos conseguirem entrar juntos, foi graças a Deus.
A sensação que tenho é de
segurança de saber que posso contar com um deles que
estão ali bem perto de mim
todos os dias em casa, na faculdade e nos outros lugares”.
“No caminho de volta da aula
sempre comentamos o que ocorreu, o que aprendemos. É muito
todos se enturmem”, falou Sandro.
Na hora de estudar, cada um vai
para seu canto, mas se surgir uma
dúvida.
“Ai é claro um ajuda o outro. A
Cláudia pega as informações mais
rápido, então é ela que mais nos
ajuda”, contou Evandro.
A alegria de estarem estudando
juntos pode ser vista nos olhos de
cada um e, nem mesmo as dificuldades os desanimam.
“Não é fácil pagar cinco mensalidades, mas um ajuda o outro e
nossos pais também ajudam um
pouco.
Nosso trabalho tem mês que
rende mais e outro menos, mas vamos levando, pois a gente não
pode parar e queremos formar os
cinco juntos.
Eu pelo menos sentia muito a
Sandro – “Engraçado
que eu sempre quis estudar com a Cláudia e agora
com o Leandro está sendo muito bom, pois sou
meio lento e ele me ajuda
muito. É muito bom estarmos assim na mesma faculdade, nossa criação foi
assim sempre unidos”.
“Até então eu não havia me encontrado e hoje nesse curso vejo
que tem tudo a ver com que eu
faço, mas pretendo aprofundar
com um estágio”, falou Evandro.
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Editorial
Dr. Raul: um cavalheiro se despede
Um cavalheiro. Melhor expressão não poderia existir para
nos referirmos ao Dr. Raul Roberto Soares de Mello (19392006).
Privilegiados aqueles a quem
foi permitido conviver com ele
na condição de funcionários,
colegas, amigos ou alunos.
A todos, Dr. Raul dedicava o
tratamento caloroso e educado
que lhe era peculiar, razão pela
qual, além de respeitado, se fez
tão querido.
Querido pela comunidade de
Presidente Bernardes, onde chegou em junho de 1977, na qualidade de juiz de direito. Paulistano, nascido e criado na maior
cidade do Brasil, era de se esperar que sua passagem numa comarca de então primeira entrância fosse passageira.
Ledo engano. Juntamente com
sua família, Dr. Raul criou raízes na pequena cidade que o acolheu e fez dela seu porto seguro.
Com a humildade da sabedoria,
percebeu que, para se fazer en-
tender, era preciso antes, compreender o estilo de vida e as
expressões próprias das pessoas do interior, mais precisamente da zona rural.
Essa postura concretizou,
com certeza, a acessibilidade
ao Poder Judiciário pela camada mais simples da população
e o efetivo cumprimento do
direito.
Querido por seus colegas e
colaboradores, pois se dirigia
a todos com igual atenção,
atendendo a quem o procurasse, sempre com um sorriso ou
uma expressão acolhedora,
por mais atarefado ou cansado que estivesse.
Querido por seus alunos,
centenas de jovens que colheram seus ensinamentos, transmitidos de forma clara e enxuta.
A caligrafia fina e aristocrática com que fazia as anotações
na lousa era sua marca registrada. Seus esquemas de aula
eram um norteador para o estudo dos principais institutos
de Direito Civil.
Sua maior lição, contudo, foi
ter feito de sua vida, um
exemplo de correção e de dignidade, com certeza, motivo
maior de orgulho para todos
os seus, em especial Da. Leny,
Raulzinho, Silvia e Beatriz.
Ao grande amigo e mestre,
nosso abraço de saudade!
ORIGEM
EXPEDIENTE
Mantenedores
Marlene de Toledo Pennacchi
Bruno Roberto Pereira de Toledo
Zely Maria Leite de Toledo
Diretor Geral
Milton Pennacchi
Redação e Fotos
Virgínia Zagnoli
Diagramação
Virgínia Zagnoli
Jornalista Responsável
Sérgio Tibiriçá Amaral - M.T.B. - 208-30
Webmaster
Eli Candido Junior
Colaboração
Empresa Júnior Toledo
Livraria M. Toledo
Impressão
Gráfica Impress
Conselho Editorial
Clarice Yoshioka
Ana Luzia Videira Parisotto
Maria Inês Pennacchi Amaral
Sérgio Tibiriçá Amaral
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL TOLEDO
Praça Raul Furquim, 9
Presidente Prudente - SP
CEP 19030-430
Fone: (18) 3901-4000
E-mail: [email protected]
“Toda a Escritura é inspirada
por Deus e útil para o ensino,
para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça,
a fim de que o homem de Deus
seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2
Timóteo 3:16 e 17).
Às vezes, alguém me pergunta
como consigo estudar “tantas
leis”. Além do aspecto vocacional, acredito que seja uma questão de hábito. A prática cria e
desenvolve a afinidade, fazendo
com que o aluno viva aquilo que
aprende. É o que acontece com
a leitura da Bíblia, por exemplo.
Você aprende muitas coisas novas, reafirma outras que já sabia,
altera conceitos e aplica tudo no
seu dia-a-dia. Vou apresentar alguns pensamentos e curiosidades bíblicos que provavelmente
você já conheça, mas que talvez
nem imagine que estejam escritos na Bíblia:
Quem dá ao pobre empresta a
Deus: “Quem se compadece do
pobre ao Senhor empresta, e este
lhe paga o seu benefício” (Provérbios 19:17).
Se Deus quiser: “Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor
quiser, não só viveremos, como
também faremos isto ou aquilo”
(Tiago 4:15).
Brincadeirinha: “Como o louco que lança fogo, flechas e morte, assim é o homem que engana
a seu próximo e diz: Fiz isso por
brincadeira” (Provérbios 26:1819).
A boca fala do que o coração
está cheio: “... Porque a boca fala
do que está cheio o coração”
(Mateus 12:34).
As massas continentais eram
unidas: “A Héber nasceram dois
filhos: um teve por nome Pelegue, porquanto em seus dias se
repartiu a terra...” (Gênesis
10:25).
Tempo das vacas magras: “As
sete vacas magras e feias, que
subiam após as primeiras, serão
sete anos, bem como as sete espigas mirradas e crestadas do
vento oriental serão sete anos de
fome” (Gênesis 41:27).
Tsunami: “Haverá sinais no
sol, na lua e nas estrelas; sobre a
terra, angústia entre as nações
em perplexidade por causa do
bramido do mar e das ondas”
(Lucas 21:25).
Igualdade: “no qual não pode
haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém
Cristo é tudo em todos” (Colossenses 3:11).
Usura: “O que aumenta os seus
bens com juros e ganância ajunta-os para o que se compadece
do pobre” (Provérbios 28:8).
Relação de parentesco com a
sogra: “Maldito aquele que se
deitar com sua sogra. E todo o
Orivaldo de Sousa Ginel Júnior *
povo dirá: Amém!” (Deuteronô- lhos” (Gênesis 47:12).
mio 27:23).
Inviolabilidade de domicílio:
Pessoalidade da pena: “A alma “Se emprestares alguma coisa ao
que pecar, essa morrerá; o filho teu próximo, não entrarás em
não levará a iniqüidade do pai, sua casa para lhe tirar o penhor.
nem o pai, a iniqüidade do fi- Ficarás do lado de fora, e o holho; a justiça do justo ficará so- mem, a quem emprestaste, aí te
bre ele, e a perversidade do per- trará o penhor” (Deuteronômio
verso cairá sobre este” (Ezequi- 24:10 e 11).
el 18:20).
Registro de nascimento: “EsHomicídio culposo: “Serão de tes procuraram o seu registro
refúgio estas seis cidades para os nos livros genealógicos, porém
filhos de Israel, e para o estran- não o acharam; pelo que foram
geiro, e para o que se hospedar tidos por imundos para o sacerno meio deles, para que, nelas, dócio” (Esdras 2:62).
se acolha aquele que matar alImunidade tributária dos temguém involuntariamente” (Nú- plos: “Também vos fazemos sameros 35:15).
ber, acerca de todos os sacerdoLegítima defesa: “Se um la- tes e levitas, cantores, porteiros,
drão for achado arrombando de todos os que servem nesta
uma casa e, sendo ferido, mor- Casa de Deus, que não será lícirer, quem o feriu não será culpa- to impor-lhes nem direitos, nem
do do sangue” (Êxodo 22:2)
impostos, nem pedágios” (EsDireito urbanístico: “Quando dras 7:24).
edificares uma casa nova, farQuer ter “o conhecimento e a
lhe-ás, no terraço, um parapei- inteligência em toda cultura e
to, para que nela não ponhas sabedoria” (Daniel 1:17)? Leia a
culpa de sangue, se alguém de Bíblia “todos os dias da sua vida”
algum modo cair nela” (Deute- (Deuteronômio 17:19)! “Então,
ronômio 22:8).
entenderás justiça, juízo e eqüiTrês Poderes: “Porque o Se- dade, todas as boas veredas”
nhor é o nosso juiz, o Senhor é (Provérbios 2:9).
o nosso legislador, o Senhor é o
nosso Rei; ele nos salvará” (Isaías 33:22).
*O Autor é Adventista do Sétimo
Direito a alimentos: “E José Dia, Acadêmico do 5° ano de Direisustentou de pão a seu pai, a seus to, Estagiário da Procuradoria do
irmãos e a toda a casa de seu pai, Estado e Colunista do Jornal Oeste
segundo o número de seus fi- Notícias.
3
Estágio para alunos da Pós-Graduação
Criado em 2004, o projeto de vocacia bem como o contato
Estágio Docente no Escritório acadêmico com os alunos do 3º
de Aplicação de Asano de Direisuntos Jurídicos –
to. Tal estágio
EAAJ, para os alufaz com que o
nos que cursam
recém formaPós-Graduação na
do, após seu
área de Direito da
término, sinToledo vem agrata-se bastante
dando e muito os
seguro para o
estagiários com reexercício efesultados bem positivo da advotivos. “O estágio docacia, tendo
cente simultâneo
em vista o
ao curso de Pósgrande númeGraduação é uma
ro de causas
Márcio Aurélio: “O estágio
elogiável iniciativa
cíveis que surdocente é uma elogiável
iniciativa da Toledo”
adotada pela Tolegem semanaldo, pois permite ao
mente
no
profissional, já formado em di- EAAJ, e também, por vezes, a
reito, vivenciar a rotina da ad- oportunidade de realizar audiên-
cias reais. Do ponto de vista dos nandes De Cesare.
graduandos,
aos
quais
Já Andréa Silva Alves ainda é
lecionamos,não poderia
ser melhor. Os mesmos
aprendem, em um primeiro momento, a selecionar clientes oriundos
das camadas sociais menos favorecidas, conforme critérios pré-estabelcidos, o que propicia certo aprimoramento da formação humanística a toAndréa lecionando para as alunas
dos os envolvidos. Os
do 3º ano de Direito
alunos acompanham e
participam das entrevistas com os clientes e, assim, estagiária, ela faz Pós-Graduação
aprendem o que e como o advo- em Direito Civil e Processo Cigado deve questionar”, discorreu vil – turma II. “Essa oportunio ex-aluno da Pós e também ex- dade está sendo muito inteestagiário, Márcio Aurélio Fer-
ressante para mim, pois estou
aprendendo a ensinar o que tenho estudado e também me auxilia no meu trabalho como advogada, no meu relacionamento com o público, atendimento
dos clientes e comportamento
em audiências”.
Os estagiários têm que se dedicar 20 horas semanais ao EAAJ
e recebem uma bolsa auxílio no
valor de R$ 645,96. A duração do
estágio é de seis meses podendo
ser prorrogada por mais seis
meses.De acordo com o coordenador do Núcleo de Prática Jurídica, Márcio Zago a próxima
seleção para os novos estagiários deve ocorrer em outubro.
Exemplo bem sucedido
Paula Alves da Costa foi uma
das estagiárias que fez parte do
Estágio Docente no Escritório
de Aplicação de Assuntos Jurídicos. Hoje ela é professora da
União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo –
Uniesp em Presidente Epitácio,
na qual ministra a disciplina Família, Sucessões e Tópicos de
Processo Civil e acredita ter sido
a experiência de estágio docente
a principal responsável por sua
carreira hoje como professora.
“Esse estágio realmente faz de
você um mini professor, pois
você tem contato com alunos e
vai passando tudo aquilo que ele
ainda não sabe. Tenho certeza
de que foi ali que eu tive a certeza de que poderia investir na
área docente e conseguir desenvolver um bom trabalho. Acredito também que o estágio colaborou e muito para eu ser convidada para dar aula”, afirmou.
Ela tem 25 anos, nasceu e mora
em Presidente Prudente. Formou-se em Direito na Toledo no
ano de 2002 e em seguida foi para
São Paulo para fazer o cursinho
do Damásio, já que queria prestar concursos públicos. Em 2004,
voltou para Prudente e começou
a fazer Pós-Graduação na Toledo em Direito Civil e Processo
Civil, agora ela está em fase de
elaboração da monografia de
conclusão do curso.
Também, em 2004, a jovem começou a advogar junto com o
professor da Toledo Marcelo
Agamenon, no escritório Agamenon Advocacia e Assessoria.
E foi durante sua pós que surgiu
a oportunidade de fazer o está-
gio docente. “Desde a faculdade os professores Mário Coimbra e Eduardo Gesse já me
orientavam a seguir a carreira de docente, dizendo que eu
tinha habilidade “jeito para a
coisa”. Mas, a princípio, eu
achava que não daria conta
do recado, porém, quando fiquei sabendo do estágio, decidi tentar e acabei sendo selecionada. Hoje, digo que foi
uma grande escola, pois foi lá
que eu realmente percebi que eu
poderia sim seguir essa carreira”,
Toledo: 45 anos com você!!!
Você, que está ou já passou pela
Toledo/PP como aluno da Graduação, da Pós-Graduação, professor ou
funcionário, venha nos ajudar a contar a nossa história!!!
Este ano, a Toledo/PP comemora
45 anos e, por isso, quer resgatar
momentos marcantes da vida de cada
um de vocês aqui na faculdade.
Estamos preparando uma exposição com fotografias desde 1961 e solicitamos que nos mandem suas fotos para nossa equipe. Pode ser por email [email protected], pelo
correio ou pessoalmente na Praça
Raul Furquim, 9, Vila Furquim.
Contamos com vocês!!!
contou ela que continua estudando, pois pretende prestar
concursos públicos para atuar
na área.
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Responsabilidade social: o que a comunidade pensa
sobre esses projetos
Na edição do mês de março do Toledo News foi realizada uma matéria sobre os projetos sociais oferecidos pela Toledo/PP e os projetos dos
quais ela é parceira por incorporar em sua gestão a Responsabilidade Social. Conforme foi dito, nesta edição trouxemos o depoimento da
comunidade participante. E no decorrer do ano vocês também vão poder ler diversas matérias sobre esses projetos e outros que por ventura
forem surgindo.
Co-educação
“É de total importância termos esse projeto aqui na escola,
pois precisamos trabalhar com
essas crianças, pois eles não têm
noção de seus futuros, por isso
temos que fazer esse trabalho
preventivo para que possam respeitar o pessoal da Melhor Idade e chegar nessa idade pelo
menos como eu cheguei”, explica a diretora da Escola Estadual
Professora Marietta Ferraz de
Almeida, Sônia Maria Woita Almeida. Essa é uma das quatro
escolas que recebem o projeto.
“Esse projeto tem muito a
acrescentar, pois é disso que nós
precisamos, de um contato com
os professores e com os alunos.
Não tem como ir até o aluno sem
o contato com o professor”, explicou a coordenadora da escola
Marietta, Célia Regina Gretter
Frias.
Projeto Co-educação
Degraus Criança
Degraus Criança – “Estou gostando muito de estar aqui, principalmente para aprender mais
a escrever e a falar de Deus”,
contou Letícia Spacino Reis, de
9 anos.
“Aqui é muito legal, aprendo
matemática e o melhor de tudo
é que não fico na rua e nem em
casa que não tem o que fazer”,
afirmou Igor de Moura, de 9
anos, que está pelo segundo ano
no Degraus.
Escola da Família e Bolsa Comunidade
Bolsa
Comunidade
“Minha mãe ficou
sabendo do projeto
por causa de uma
amiga e eu estou gostando muito, principalmente por aprender informática e futebol. Se não fosse o
projeto, eu estaria em
casa sem fazer nada e
o melhor de tudo é
Degraus Criança
que não fico na rua com estranhos”, disse Icaro Gonçalves, de
11 anos.
“Sempre venho no projeto.
Acho muito interessante pois
nós que não temos condições de
pagar cursos que podemos fazer
aqui”, disse Willian Vinícius Felipe, de 13 anos.
“Antes eu ficava em casa só assistindo televisão, já no projeto eu
aprendi a pintar, fiz amizades e
brinco também. Estou muito feliz de ter tudo isso para eu fazer”,
contou Daiane Beatriz, de 11 anos.
“Aqui eu me divirto, jogo bola,
aprendo a mexer no computador, sendo que antes, nos finais
de semana, eu ficava em casa sem
ter muito o que fazer e principalmente sem essas oportunidades”, disse Wesley Henrique Soares, de 14 anos.
“O Escola da Família é uma
maravilha, pois posso trazer toda
a minha família. Tem atividades
para mim, como a pintura, o inglês; para os meus filhos, a informática, os jogos e até para
minha mãe que vem aqui aprender a pintar tecidos”, explicou a
dona de casa Ângela Nasturino,
de 48 anos.
Degraus Adolescente
Arruda, de 18 anos.
“Sentia que precisava de um
curso e quando apareceu este,
decidi fazer. Minha necessidade
era mais na área de informática,
mas sei que tudo o que
estou aprendendo
será muito bom e provavelmente vai me
ajudar a ter melhores
empregos”, contou o
aluno do projeto, Samuel Samy Puglisi
Freitas, de
15 anos.
“Eu já tinha computador em
casa, porém não sabia mexer e
nem tinha condições de pagar
um curso. O Degraus está me
“Essa já é
uma prepaDegraus Adolescente
ração para o
mercado de
trabalho e sei que ajudando muito pois, além da
principalmente sem a informática, estou aprendendo
informática, não con- outras matérias que serão muito
seguiria um emprego válidas para minha vida”, disse
de bom nível. Achei Hellen Chrystina Viana dos
muito interessante Santos, de 16 anos.
essa atitude da Toledo,
“Busquei participar do Depois ajuda as pessoas
de baixa renda, como graus para depois conseguir um
eu, que tem vontade de fazer cur- emprego melhor e está sendo
sos, mas não têm condições”, uma oportunidade bem interesafirmou a aluna Elaine Simone sante”, falou Felipe Henrique
dos Santos Souza, de 15 anos.
“Fico feliz de ver esses jovens universitários abrirem
mão de algumas horinhas
de seus finais de semana para
se dedicarem a projetos que
ajudam a nós, a população
mais carente, pois se não
fosse assim não teríamos essas oportunidades. Todos os
finais de semana vou a escola e levo minha família,
pois essa é uma forma de valorizarmos o programa e
conseqüentemente evitarmos que seja extinto”, afirmou a costureira Lizaete
Gomes.
Bolsa Escola da
Família
5
Vida de estudante
Um exemplo de mulher dos tempos modernos
Mulher, dona de casa, universitária, empresária e presidente da comissão de formatura: é assim que podemos definir os diversos papéis desempenhados pela aluna do 4º ano A de Administração, Heloisa Helena Godoi Ferrron. Parece até que é brincadeira, mas não é, Heloísa, aos 40 anos de
idade, consegue dividir seu tempo e realizar todas essas tarefas muito bem.
A equipe do Toledo News e, acredito que vocês leitores, devem estar curiosos para saber como ela consegue assumir todas essas responsabilidades.
Então a entrevistamos, mas antes de tudo vamos contar um pouco de sua história.
Heloisa nasceu em Barretos, mas quando tinha 3 anos de idade se mudou para Presidente Prudente. Ao terminar o 3º ano do Ensino Médio, queria
fazer faculdade de música, já que desde os 10 aos de idade fazia aula e com 14 começou a lecionar piano e órgão eletrônico. O curso só era oferecido
em outra cidade e seu pai não a deixou ir. Aos 19 anos, ela se casou, e depois foi morar em Miranda – MS, onde abriu uma escola de música que deu
bons frutos e então ela abriu mais duas escolas, uma em Aquidauana e a outra em Dourados. Depois de um tempo, em 1993, seu marido, Ricardo
Ferron, foi transferido para Prudente, Heloisa vendeu as escolas e abriu um comércio, uma loja de venda e instalação de som automotivo. A loja foi
até o ano de 1997, quando ela resolveu ir trabalhar com seu marido e os dois abriram uma fábrica de antenas para rádio de comunicação, a Antenas
Presidente. Em 2001, ela e o marido decidiram participar da fábrica Novo Ar, pertencente aos sogros dela, onde estão até hoje e ainda continuam
oferecendo, neste local, os serviços da Antenas Presidente. Então, atuando nesse ramo administrativo, Heloisa foi desenvolvendo o gosto pela área.
TN – Bom Heloisa então como
foi que você decidiu fazer faculdade de Administração?
HF – Desde meu primeiro comércio, a loja de som, eu comecei a trabalhar com a parte administrativa e financeira e percebi que não conhecia esse meu
lado que aos poucos foi se desenvolvendo até que comecei a fazer cursos no Sebrae, onde devo
ter cerca de 300 horas de cursos e
decidi prestar o vestibular. Eu
me tornei gerente administrativa e financeira e precisava estar
atualizada.
TN – E como sua família reagiu, pois você tinha 36 anos, já
ocupava um bom cargo e tinha
uma casa para cuidar.
HF – Na verdade eu escondi
de todo mundo que iria prestar,
pois estava com muito medo de
não passar. Quando todos ficaram sabendo, no dia da prova,
ficaram assustados. Meu marido
mesmo disse “Nossa, você vai
fazer faculdade agora com 30 e
tantos anos, não tem nada a ver”.
Mas sinto que ele não sabia o tamanho de minha vontade. Fiz a
prova, achava que não iria passar, mas passei, comemorei muito, pois não acreditava; todos
também ficaram muito felizes e,
assim comecei o curso.
TN – E como foi no começo,
você teve algum receio de vir
para a faculdade e encontrar somente pessoas mais jovens?
HF – Nossa muita insegurança, tinha medo de ficar isolada e
realmente no começo eu fiquei
na, casa e emprego para cuidar.
Mas não gosto de largar nada
pelo caminho e segui em frente.
Com o tempo todos em casa vibravam comigo, com minhas
notas e conquistas e isso me aju-
Heloisa no trabalho...
e me senti um peixe fora dágua.
No primeiro dia, quando olhei e
vi que 98% da turma tinha entre
18 e 23 anos, fiquei preocupada,
mas aos poucos fui me enturmando. Participei de todas as festas, churrascos e, hoje, estou
muito feliz; sinto que sou bem
aceita e que a turma gosta de
mim. Outro problema é que sabia que enfrentaria uma situação
nada fácil e tinha medo de não
dar conta, pois tinha marido, filhos, o Ricardo Júnior e a Julia-
dou bastante. Sei que meus filhos
sentem minha falta, mas como
não querem me atrapalhar eles
nem reclamam e acham o máximo que a mãe esteja estudando.
TN – E com todas essas obrigações você ainda se candidatou a
presidente da comissão de formatura. Não é loucura?
HF – Na verdade eu gosto de
ser uma pessoa participativa,
não consigo ficar de fora vendo
tudo acontecer e não dar palpites. Foi quando me candidatei
para ser membro e fui escolhida
para presidente. Mas é muito
gostoso e na hora que tenho uma
folguinha no trabalho eu vou
atrás das coisas da formatura.
Pelos menos de 15 em 15 dias fazemos reuniões e sempre na minha casa.
TN – Mas Heloisa como você
divide seu dia?
HF – Uma vez eu fiz um curso
em que nos ensinaram a dividir
melhor nosso dia para não perder tempo. Começamos assim: o
dia tem 24 horas, você tira oito
de sono, mais uma que se perde
com a locomoção, bom sobraram 15 horas para realizar minhas tarefas. Não digo que todos
os dias saem perfeitos, com certeza tem muita coisa que fica para
depois, mas procuro priorizar o
que é mais importante e não
pode ser feito em outro momento.
Eu acordo, de segunda a sextafeira, às 5h45, preparo o café e
vou para a fábrica. Saio para almoçar a hora que dá e depois
volto para a fábrica. Às 17h30 a
fábrica fecha, vou para a casa me
arrumar e vou para a faculdade,
onde fico até às 22h40. Chego em
casa e aí que converso um pouco
com meus filhos e marido. Mas
se você me perguntar quem cui-
da da casa nesse tempo, digo-lhe
que é minha empregada que está
há 4 anos em casa e faz tudo para
mim. O complicado é em épocas de prova, pois esqueço que
tenho que dormir e estudo durante a madrugada.
TN – E como são os seus finais
de semana?
HF – Nos sábados, eu reservo
duas horas para me cuidar; depois vejo o que falta em casa, faço
compras e escrevo o que a empregada terá que fazer na semana seguinte. Bom, e no domingo eu descanso um pouco e fico
com minha família. Eles entendem, mas às vezes ficam carentes e é preciso parar um pouco e
sair para bater papo. Estou sempre me justificando, pois tem dia
que só vejo meus filhos dormindo, mas eles sabem como é minha vida.
TN – Vale a pena tanto sacrifício e ter uma vida tão corrida
como esta?
HF – Eu tenho certeza de que
serei recompensada e não quero
parar de jeito nenhum, termino
a faculdade este ano e já pretendo fazer uma Pós-Graduação em
Controladoria e Gestão Financeira aqui na Toledo. O único
problema é que sou muito perfeccionsita e acabo sofrendo
muito.
Vire
26
10
.
Quando tiro nota baixa por
bobeira é a morte, então só na
semana de prova que fico bem
preocupada. Sou muito ativa,
puxei meu pai e quero continuar assim, pois quem se acomoda
fica mais doente e mais carente.
Vale também porque a faculdade além de enobrecer a pessoa, ela ajuda e muito, ela abriu
minha visão na organização da
empresa, e muito do que eu sabia na parte administrativa e financeira era muito superficial.
Heloisa com seu marido e
filhos...
TN – Alguma vez você
já se desanimou e pensou em deixar a faculdade?
HF – Desanimar de
querer parar
nunca, mas
já senti um
cansaço que
me deu vontade de ficar
uns três,
quatro dias
sem vir à
aula.
TN – E você faltou?
HF – Não, pois a cabeça e a
responsabilidade não deixam.
E outra, o sábado que dedico
para mim já compensa o resto
da semana. E falo que durante
as férias não gosto muito, chego a noite e fica tudo parado.
Mas aproveito para ler, pois
gosto muito e no dia-a-dia não
dá tempo.
TN – Você acha que fez a faculdade na idade certa ou preferia ter feito logo que saiu do
Ensino Médio?
HF – Com certeza fiz na hora
certa, pois naquela época eu não
teria aproveitado nem um 1% do
que aproveito hoje. Se for pensar bem, naquela época eu queria fazer música e poderia ter
me arrependido, pois era um
rumo que não iria me levar a
nada, já que vendi a escola e fui
para o ramo administrativo. A
Simpósio das FCEAPP vai tratar sobre
Planejamento Estratégico
Acontece na Toledo, desde o
ano de 2002, o Simpósio Integrado das Faculdades de Ciências
Econômicas e Administrativas
de Presidente Prudente, voltado
para alunos e profissionais da
área de negócios.
O evento é realizado em três
dias sendo que, em cada dia, os
palestrantes abordam temas, que
vêm ao encontro das necessidades desse mercado tão competitivo, que exige atualização constante,
Em 2006, a partir de
uma pesquisa realizada
com os alunos de Administração, Contábeis e
Economia da Toledo, o
V Simpósio terá como
tema “Planejamento
Estratégico”.
Esta é uma excelente
oportunidade que a Toledo oferece a seus alunos e a comunidade em geral, de
terem contato com profissionais
da mais alta qualidade na área
de negócios, particularmente sobre um tema tão nevrálgico
para toda e qualquer empresa.
O V Simpósio ocorrerá entre os dias 8 e 10 de maio, das
19h às 22h30, no Salão Nobre
da Associação Educacional Toledo.
Márcio Sanches, que vai
ministrar a palestra do dia 9 de
maio
Até o fechamento desta edição estavam confirmados os
seguintes palestrantes:
Dia 08 de maio: Cláudio Vaz
– Presidente da CIESP - “Planejamento Estratégico na atual
conjuntura Econômica”.
Dia 09 de maio: Marcio Antonio Rodrigues Sanches _ Coordenador da Pós Graduação da
Toledo – “O que é Planejamento?”.
Dia 10 de maio: Mauricio
Emboaba Moreira – Diretor de
Planejamento / Gol Linhas Aéreas – “Estratégia na Prática Caso GOL”.
faculdade veio
no momento
exato e é muito
bom ter a sensação de que
consigo aproveitar 100% da
aula, pois tenho essa responsabilidade
e sei que preciso desse aprendizado.
TN – E agora,
está ansiosa
para acabar?
HF – Muito,
não vejo a
hora, pois o 4º
E Heloisa na faculdade
ano está sendo
o mais difícil.
Mas estou muito contente, pois tudo o que perar para comemorar essa
planejamos para a formatura conquista.
está dando certo. Agora é só es-
Melhor Idade: qualidade de
vida para quem deseja
O novo formato do Programa
Toledo Aberta à Melhor Idade
tem atraído cada vez mais pessoas, já que agora conta com o
curso extra-curricular em que
os interessados podem optar
por disciplinas de seu interesse
sem ter que cursar obrigatoriamente o curso regular. Outra novidade é que os homens também
podem
participar.
Mário
França Júnior é um
dos novos
alunos e
está muito
satisfeito
com o programa. “As
aulas estão atendendo muito bem
às minhas expectativas, pois há
cinco meses parei de trabalhar e
estava muito ocioso.
Além do que, os professores são
fantásticos, por isso pretendo continuar e depois quem sabe até participar de outras disciplinas. Indico para todas as pessoas, pois para
a qualidade de vida é muito bom”,
contou Mário França Júnior que está
participando das aulas de ginástica e informática.
Já outra nova aluna, Júlia Setsuko
Matsubara Funada,
participa do curso regular e também está
se sentindo realizada
com a nova etapa de vida.
“Estou achando excelente esse
programa, pois estou me atualizando, me aprimorando, e também fazendo novas amizades. Sinto que,
depois que entrei para esse programa da Toledo, estou com mais entusiasmo para viver e encarar meus
problemas, pois lá todo mundo é
tão alegre”.
7
Conquistas dos ex-alunos
Mestrado
A ex-aluna de Serviço Social da
Toledo/PP, Mariane Delatin Rodrigues, formada pela turma de 2002,
foi aprovada no mestrado em Políticas Sociais e Gestão na UEL. “Fiquei muito feliz, não tem nem como
explicar o que senti, maravilhoso!
Está sendo bem puxado, mas estou
adorando”, afirmou.
Durante o curso, a jovem que tem
hoje 24 anos, fez estágio no Centro
de Apoio à Família – CAF de Presidente Prudente e no Educandário São José em Santo Anastácio,
sua cidade natal. Depois de formada, trabalhou na prefeitura de
Santo Anastácio, como
assistente social e fez
uma especialização em
Políticas Públicas e
Gestão Social, também
na UEL.
Seu último emprego
foi na prefeitura de Presidente Venceslau o
qual ela teve que largar
para fazer o mestrado.
“Não deu para conciliar com o
trabalho, já que minhas aulas são
na segunda e na terça, mas tudo isso
com certeza será recompensado,
pois desde os tempos de graduação
eu tinha vontade de atuar na carreira docente e de ser pesquisadora”, contou ela que afirma ter feito
a escolha certa. “Fiz o curso por
influência de minha mãe e já no segundo ano me apaixonei, não troco
minha profissão por nada desse
mundo”.
Mestrado
O
ex-aluno de Direito, das
Faculdades Integradas
“Antônio Eufrásio de Toledo” de
Presidente Prudente, formado
na turma C de 2005, Vinícius
Roberto Prioli de Souza foi aprovado no mestrado em Direito,
seguindo a linha de pesquisa do
Direito Empresarial, na Universidade Metodista de Piracicaba
– UNIMEP.
“Fiquei muito feliz em ter alcançado mais essa meta, pois há
um longo tempo eu tinha esse
objetivo e me preparava para tal;
estudava bastante, escrevia artigos, publicava trabalhos, participava de congressos e da Iniciação Científica da Toledo. Desde o começo, fiz o curso na Tole-
ENADE 2006: 4 cursos da Toledo
participam
Em 2006 os alunos dos cursos de
Administração, Ciências Contábeis,
Ciências Econômicas e Direito da Toledo realizarão o Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes - ENADE, uma das avaliações que compõem
os Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior - SINAES. O exame será aplicado pela primeira vez nestes cursos e será realizado no dia 12 de
novembro, para uma amostra representativa de todos os alunos dos primeiros e últimos anos da IES. Em 2005,
dentre os cursos da Toledo, apenas o
curso de Serviço Social foi avaliado e
obteve nota 4 sendo a nota máxima 5,
destacando-se como o curso melhor
avaliado do estado de São Paulo.
Segundo Zelly Pennacchi Machado, diretora acadêmica das Faculdades, o ENADE consiste em uma avaliação que agrega valor na formação dos
alunos, bem como no desenvolvimento com qualidade da Instituição de ensino. “Com os resultados dos alunos
no ENADE a Instituição tem a possibilidade de analisar e refletir sobre a
formação de seus alunos, futuros profissionais no mercado de trabalho, podendo fazer uma análise quantitativa
do curso em nível de região, Estado e Brasil. Vemos o ENADE como
uma contribuição e complementação da avaliação Institucional que
realizamos na faculdade há quase
20 anos. Incentivamos a participação dos alunos e torcemos pelo sucesso do exame, pois o exame uma
avaliação importantíssima para a
IES, uma vez que a avaliação externa é a que retrata a verdadeira realidade da qualidade ou não dos profissionais que a Instituição coloca
no mercado de trabalho”, afirmou.
O ENADE faz parte de um sistema maior que avalia o ensino superior no Brasil, que é o SINAES.
Sua função é diagnóstica e pretende detectar os pontos fortes e fracos do processo educacional com
vistas à superação da crise educacional que perdura há décadas.
Yara Pires Gonçalves, coordenadora pedagógica, acrescentou que:
Nesse sentido, o ENADE contribui para que políticas governamentais sejam adotadas objetivando a
formação adequada do educando,
dentro de um projeto sócio-político de nação, de um projeto de de-
senvolvimento institucional e de
um projeto pedagógico institucional e de curso, possibilitando redirecionamentos na formação do perfil do aluno desejado. Há muito a
aperfeiçoar nessa direção, mas estamos no caminho da possibilidade
de transformações sociais, rumo à
superação das desigualdades e exclusão social, por meio da educação.
Sérgio Tibiriçá Amaral, coordenador do curso de Direito - “O
ensino jurídico no Brasil tem sido
objeto de várias avaliações nos últimos anos, que colocam em evidência a qualidade da Faculdade de
Direito de Presidente Prudente,
única na região a conseguir o importante selo “OAB Recomenda” e
ainda conceitos “A” no antigo Provão do MEC. Partindo do pressuposto de queremos escolas de direito capazes de formar juristas cidadão, aptos a intervir para realizar Justiça, estamos todos, professores e alunos, convocados para
participar e empreender uma nova
reflexão sobre o ensino jurídico
com a participação no ENADE”.
do pensando em
ser advogado e
professor e digo
que a faculdade
é espetacular”,
contou ele que,
por conta do
mestrado, teve que trancar a
matrícula em dois cursos de PósGraduação Latu Sensu nos quais
havia sido aprovado: o de Direito Civil e Processo Civil na
UEL e o de Direito do Trabalho
e Processo do Trabalho na Universidade católica Dom Bosco
– UCDB, em Campo Grande.
Quanto à advocacia, Vinícius
diz que agora não é o melhor
momento para se dedicar a mais
essa profissão. “Pretendo pres-
Everson José Juarez, coordenador do curso de Contábeis - “O
ENADE, é um momento muito importante dentro do ciclo educacional que vai apontar para nós, gestores da educação, se estamos no caminho certo ou se devemos corrigir alguns pontos, rever posições
para ir em busca dos objetivos traçados. Dentro desta filosofia, todos
estarão envolvidos, desde o aluno,
passando pelos professores, coordenação e direção. Traçamos um
plano de trabalho para o ano de 2006
e já comunicamos aos alunos ingressantes e concluintes da importância deste processo e das responsabilidades de cada um (discente e
instituição). Não vamos mudar a
maneira de trabalhar visando o
ENADE, porque os conteúdos já
estão contemplados nas disciplinas
mas é preciso discutir com o alunado que este momento “coroa” não
só a Instituição, mas o seu desempenho como pessoa e profissional.”
Walter Dallari, coordenador do
curso de Economia – “Neste ano,
o Curso de Economia participará
pela primeira vez do ENADE, uma
nova forma de avaliação de curso
realizada pelo MEC. É mais uma
oportunidade para que os alunos
tar a OAB e advogar, mas ainda
não é o momento. Agora quero
mesmo é me dedicar ao mestrado e, depois, quem sabe, a um
doutorado. Outro sonho que tenho é o de dar aulas inclusive
na Toledo”.
Vinícius é natural de Palmital
– SP, tem 22 nos e é filho dos aposentados, Antônio Roberto de
Souza e Vera Lúcia Prioli de
Souza.
demonstrem o conhecimento adquirido pois, do curso de Economia, apenas o 4º ano realizará a prova, não existindo a participação do
primeiro ano. O exame será realizado no dia 12 de novembro, ou
seja, os alunos já passaram por todo
o conteúdo do curso e assim possuem excelentes condições de apresentarem um bom desempenho no
exame, mantendo a tradição da Faculdade de obter bons resultados
nas avaliações externas. Estamos incentivando os alunos a participarem do ENADE, pois com certeza
a obtenção de boas notas será um
diferencial para suas carreiras futuras”.
Ronaldo Mancini, coordenador
do curso de Administração – “O
curso de Administração pretende
formar algumas comissões de alunos dos 1ºs e 4ºs anos justamente
para que possamos planejar algumas
estratégias, no que tange ao ENADE. Contemplando palestras, aulas,
no intuito de revisar conteúdos importantes que foram desenvolvidos
ao longo do curso. O ENADE é uma
avaliação de fundamental importância com cujos resultados será
possível traçar um panorama da
qualidade dos cursos e instituições
de avaliação superior no país”.
82
10
Grupo da Unimed busca conhecimento em
MBA em Gestão Empresarial
Para melhor exercerem suas
funções como gestores, um grupo
de seis médicos e três colaboradores da Unimed – Presidente Prudente decidiram cursar o MBA em
Gestão Empresarial na Toledo.
Eles iniciaram o curso em fevereiro de 2005 e terminam em dezembro de 2006.
Atualmente é o curso de Pós-Graduação da Toledo que possui o perfil mais heterogêneo de todos os
demais, nele estão matriculados
médicos, psicólogos, assistentes sociais, dentistas, administradores,
advogados, contadores, economistas, entre outros.
“O interessante é que este curso
tem como objetivo capacitar os
profissionais das diversas áreas em
gestão, ensinando-lhes conteúdos
e ferramentas próprias para seus
negócios ou futuros negócios. O
curso relaciona, a cada módulo
ministrado, a teoria e a prática para
que, ao final do curso, como condição obrigatória, elaborem um
plano de negócios, tendo a oportunidade de utilizar os conteúdos
aprendidos nas áreas de estratégia e finanças. Antecedendo o
plano de negócios, os alunos
participam do business game, um
jogo entre as equipes que os fazem vivenciar as rotinas de uma
empresa, onde as adversidades
do mercado, governo e concorrência são seus principais desafios. Ou seja, um curso prático que
possibilita a capacitação dos profissionais diferenciados no mercado de trabalho, nas diversas áreas
do conhecimento”, explicou a diretora geral do centro de Pós-Graduação da Toledo, Zelly Machado.
“Num primeiro momento foi
decidido que alguns médicos fariam este curso. Mas eu e as duas
assistentes sociais da Unimed procuramos a diretoria dessa cooperativa para ver se havia possibilidade de fazermos também. Deu
tudo certo e estou muito satisfeito. O curso que está me ajudando
bastante no dia-a-dia do meu trabalho, já que minha formação é
em Direito, mas sempre atuei na
área administrativa. Muita coisa
que vejo aqui consigo aplicar lá,
sinto que precisava me embasar
mais nessa área, por isso fiz a escolha certa”, contou o assessor de
gerência da Unimed, Leandro Richard Justino.
“Sou formada em Serviço Social mas, para melhorar ainda mais
o meu desempenho profissional,
queria fazer este curso que está me
ajudando bastante, principalmente na parte de recursos humanos”,
contou a assistente social da Unimed, Altamira Pereira da Silva que
faz atendimento domiciliar, o
Home Car. A outra assistente social que faz o curso é Regiane Alves Domingues.
Os médicos que cursam o
MBA são: Osvaldo Heitor Nallin Júnior – ortopedista e cooperado da Unimed, Lino Boin Júnior – anestesiologista, cooperado e
médico auditor da Unimed, Walter Góes – ortopedista e membro
do Conselho Fiscal da Unimed,
Antônio Cláudio Bongiovani –
cardiologista e superintendente da
Unimed, Lorival de Matos Rodrigues – urologista e cooperado da
Unimed e José Roberto Noma
Boigues – ortopedista e conselheiro administrativo da Unimed.
José Roberto – “Na verdade, o
interesse por fazer este curso surgiu depois que a direção da Unimed de Bauru fez e nos incentivou. Hoje, vejo que os resultados
estão mesmo acontecendo, pois
muito do que se fala ali vemos no
nosso dia-a-dia na Unimed, assuntos como RH, marketing, vendas,
entre outros. O mais interessante
é que alguns trabalhos que fazemos
na Toledo podem ser direcionados
para a Unimed e isso com certeza
está enriquecendo nosso trabalho”,
afirmou. Outro ponto que o médico destaca é que, devido à profissão, eles vivem 24 horas por dia
para a medicina e esse contato com
uma nova área é muito enriquecedor. “Quando vamos para a
aula tratar de um assunto diferente, voltar a ter o convívio com
uma faculdade e com novas pessoas de diferentes áreas nos sentimos muito bem e até damos
uma arejada na nossa cabeça. O
interessante também é que descobrimos assuntos que nem ima-
do e por isso está sendo de muita
valia para minha vida, principalmente porque faço parte do conselho da administração da Medcred e preciso dessa visão de gerenciamento”.
Grupo da Unimed formado por médicos e
colaboradores
ginávamos existir. E por isso,
hoje na Unimed, já existem
muitas áreas nas quais podemos
palpitar, pois o curso nos propiciou essa noção que antes não
tínhamos. O curso é super organizado, está valendo muito a
pena. Quem tem empresa deve
fazê-lo, pois ali você aprende com
pessoas que passaram pelas mais
diversas experiências ”.
Lorival de Matos Rodrigues
– “No meu caso, tive interesse em
fazer esse curso pois, há muitos
anos, desde que me formei em
1976, sou ligado apenas na medicina e comecei a sentir algumas
dificuldades no gerenciamento de
pessoas, de saber tratar de questões financeiras. Percebi que precisava de algo diferente, que me
desse um ponto de vista econômico e financeiro, já que fui treinado apenas para atender pacientes, fazer diagnósticos e tratá-los”,
contou ele que diz ter tomado a
decisão certa. “O curso está me
orientado muito bem, eu nunca
tinha visto nada do que estou ven-
“Quando recebemos o representante da Unimed, Dr. Ênio Perrone, interessado pela capacitação de
seus médicos e colaboradores, surgiu a necessidade de formalizarmos
as parcerias e os convênios do Centro de Pós-Graduação da Toledo
com as empresas de Presidente
Prudente e região, dando-lhes benefícios como a concessão de descontos sobre as mensalidades
quando há indicação, de no mínimo, cinco funcionários daquela
empresa. As parcerias e os convênios têm como objetivo principal
aproximar os profissionais, das diversas áreas, da vida acadêmica
profissional, proporcionando-lhes
a educação continuada.
Além da Unimed, a Toledo mantém parcerias com a Cauiá, Vitapelli e com a Flashline.
Recentemente, assinamos o
convênio com a FUSESP, Associação dos Funcionários do SEBRAE, que se estende a todos seus
dependentes. Os interessados devem procurar a secretaria do Centro de Pós-Graduação”, conclui
Zely.
9
EJT trabalha com Fundações Mirins de Prudente e Regente Feijó
A Empresa Júnior Toledo tem
levado até a Fundação Mirim de
Presidente Prudente e de Regente Feijó cursos de capacitação na
área de negócios. O convênio
com a Fundação Mirim de Presidente Prudente teve início no
dia 25 de outubro de 2003. Os primeiros cursos foram de Noções
Contábeis, Escrita Fiscal e Departamento Pessoal.
Em setembro de 2005, a Fun-
de fevereiro de 2006, teve início
o curso de Matemática Financeira cujo término ocorreu no
dia 25 de março. Na seqüência,
teve início o curso de Compras
e Controle de Estoque.
Esses cursos foram elaborados
pelo aluno de Economia, Alexandre Machado dos Santos e
aplicado por membros efetivos
da EJT e estagiários dos terceiros anos de Administração e Ciências Contábeis, orientados pelos professores e colaboradores da Toledo.
Fundação
Mirim de
Regente Feijó
dação Mirim de Regente Feijó
também firmou convênio com a
EJT. Este convênio gerou uma
parceria bem sucedida com programação de cursos até o final
de 2006 e previsão para continuidade nos anos seguintes. No mês
A equipe do Toledo
News foi até Regente Feijó para saber a opinião dos
menores aprendizes em relação
aos cursos oferecidos pela EJT,
em especial o de Matemática Financeira, do qual eles estavam
tendo aula. Aproveitamos também para saber dos alunos da
Toledo a importância dessa ex-
Toledo perde um grande amigo
Faleceu no dia 18 de março, aos
67 anos, o juiz de Direito de Presidente Prudente e ex-professor de
Direito das Faculdades Integradas
“Antônio Eufrásio de Toledo” de
Presidente Prudente, Raul Roberto Soares de Mello. Ele era casado
com Leny Emiko Iwaki e pai de
Raul Roberto Iwaki Soares de Mello, Ana Beatriz Iwaki Soares de
Mello e Sílvia Helena Iwaki Soares
de Mello.
Na Toledo/PP, ele lecionou por 20
anos e, dentre os seus ex-alunos,
figuram profissionais de destaque
na área jurídica e acadêmica. Sua
despedida foi marcada pela emoção
e saudade daqueles que compartilharam de diversos momentos de
sua vida.
“Dr. Raul - pessoa forte, humana,
caridosa com quem tive orgulho de
conviver e o privilégio de chamá-la
de Pai. Felizes aqueles que como a
mim tiveram a oportunidade de conhecê-lo”. (Raul Roberto Iwaki Soares de Mello - filho).
“Verdadeiro guerreiro, minha fonte de inspiração, meu alicerce “. (Silvia Helena Iwaki Soares de Mello filha).
“Carinhoso, amigo, protetor, forte,
ou seja, um super pai”. (Ana Beatriz
Iwaki Soares de Mello - filha).
“Entre as pessoas que a gente
aprendeu a querer bem, Dr. Raul é
uma delas. Chegou a Presidente Bernardes em 1977 e, no ano seguinte, já
era professor desta Casa, onde permaneceu por 20 anos, sempre respeitado e aplaudido com carinho por
seus alunos. Igual respeito e admiração dedicaram-lhe seus pares e demais colaboradores da Toledo” (Milton Pennacchi - Diretor Geral da
Toledo/PP)
“Lembro-me, agora com muitas
saudades, do que você me disse na
última vez em que nos encontramos:
“SE MEUS AMIGOS ESTÃO
BEM, EU ESTOU FELIZ”.
Foi a sua exclamação, diante de
minha simples reposta: “estou
bem”, após a sua inesquecível interpelação nos corredores acadêmicos e forenses: “PASSEI AQUI
PARA DAR UM ABRAÇO EM
MEUS AMIGOS. E VOCÊ, COM
ESTÁ?”. Sem dúvidas, meu professor, meu paraninfo, meu colega e meu
amigo, esta foi, dentre todas a mais
importante lição de que recebi de
periência de lecionar.
Willian
Matheus
Osko, tem 15 anos, cura o
2º ano do Ensino Médio
e é secretário de um escritório de advocacia. “Acho
muito importante ter esse
tipo de curso, no meu trabalho, por exemplo, todas
as vezes que tenho que
calcular despesas, hoje,
com o que aprendi, é muito mais fácil”, contou.
Fernanda Luzia Patrone Prado, tem 16 anos, cursa o
3º ano do Ensino Médio e é telefonista. “O que mais esta me ajudando com esse curso é na escola, principalmente nos exercícios de porcentagem. O interessante é que eu não gostava dessa
área, que é bem complicada e
agora estou achando legal aprender”.
Isamara Peretti, tem 18 anos,
faz curso técnico em Farmácia e
é secretária do Centro de Saúde,
de Regente Feijó. “Hoje foi a
primeira aula que vim assistir,
mas gostei muito, aprendi sobre
juros que é bem complicado e
você: a dignidade de lutar contra
um infortúnio humanamente invencível, sem perder o brilho e o
prazer de ensinar, cativar e cultuar eternas amizades, sempre em
busca da felicidade. DR. RAUL,
PROFESSOR RAUL, RAUL,
RAULZINHO, para mim, você não
padeceu de um mal. Não! Você foi
promovido, por merecimento, ao
mais alto dos céus, onde só os justos
e dignos, como você, estarão” de
seu eterno aluno Silvio Martins
Barbatto) promotor de justiça e exaluno do Dr. Raul).
pretendo aprender mais ainda,
pois com certeza será muito vá-
lido”.
A satisfação é mútua, pois para
os alunos essa também é uma experiência e tanto. “A qualificação profissional desses jovens
começa agora, pois participando
desses cursos com certeza terão
melhores empregos com
ganhos maiores. É interessante porque ao ensinarmos estamos aprendendo também”, afirmou
o aluno do 4º ano de Economia, Adriano Machado Santos que é facilitador do curso. “Lecionar
está estimulando o meu
aprendizado e sei que
para os jovens essa é uma
excelente oportunidade”, disse
Nilson Batista de Araújo Júnior,
também do 4º ano de Economia
e monitor do curso. “Estamos
ampliando a visão dessas pessoas e isso é essencial, na medida
em que estão sendo capacitados
profissionalmente”, completou
outro aluno do 4º ano de Economia, Guilherme Stabile que é
outro facilitador. “É muito bom
ter a oportunidade de passar aos
jovens o que estou aprendendo
na faculdade e para eles será um
ganho a mais no currículo”, falou a monitora Liliane Bueno,
do 3º ano de Administração.
Além de Liliane e do Nilson, os
outros dois monitores são Fernando Gouveia Canisares e Mariana Lemos Rocha.
2
10
Presidente do CIEE fala sobre a importância do estágio
O presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, Luiz Gonzaga Bertelli, que também é presidente da Academia Paulista
de História e Diretor Titular Adjunto da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP, durante a sua visita a Presidente Prudente veio
conhecer as Faculdades Integradas “Antônio Eufrásio de Toledo” de Presidente Prudente. Bertelli pôde ver de perto como funciona o Núcleo de
Estágio da Toledo – NET e as demais dependências da faculdade. O diretor geral da Toledo/PP, Milton Pennacchi, recepcionou o presidente que
estava acompanhado da assessora de comunicação do CIEE, Márcia de Freitas, da supervisora da unidade do CIEE de Presidente Prudente, Maria
Cristina Ribeiro e da supervisora do setor de relações públicas e eventos do CIEE, Daniella Meira Ferraz Zerbinatti.
Aproveitando sua visita, a equipe do Toledo News entrevistou o presidente do CIEE sobre como anda o mercado de estágios, seus benefícios e
principais dificuldades.
TN – Qual a importância
de um jovem fazer estágio?
LB – As empresas hoje raramente contratam jovens sem que eles
tenham a experiência conseguida
exclusivamente por meio do estágio e do emprego. No estágio, o jovem tem a oportunidade de colocar
na prática o que foi ministrado em
seu curso. Outro ponto importante é que vivemos em tempos difíceis e em muitos estágios são dadas
bolsa-auxílio que podem ajudá-los
na compra de livros, no pagamento
das mensalidades, etc. No passado
bastava você ter feito um bom curso de graduação para se ter um lugar no mercado, já hoje há muitas
outras exigências e o estágio é uma
delas.
TN – O senhor acha que
existe alguma idade certa
para uma pessoa procurar
um estágio?
LB – Digo que quem quer entrar
no mercado de trabalho é aconselhável que procure um estágio o
mais cedo possível.
TN – Como presidente de
um centro que coloca estudantes no mercado de trabalho, o senhor acredita que o
jovem de hoje está interessado em fazer estágio?
LB – Ah sim, há um grande interesse. Temos hoje, em nosso banco
de dados, mais de 1 milhão de estudantes cadastrados, esperando
uma oportunidade de estagiar. O
que ocorre é que muitas empresas,
na maioria pequenas e médias, não
descobriram ainda a grande importância de se contratar estagiários.
TN – Fale-nos a respeito
desse problema da empresas?
LB – O maior problema é que
muitas empresas desconhecem os
do são aqueles que fizeram estágio.
rem jovens com capacidade de aglubenefícios fiscais, e não imaginam
Essa mesma pesquisa mostrou que
tinadores, que desenvolvam várias
que esses estagiários reduzem os
64% dos jovens que fazem estágio
atividades ao mesmo tempo e tegastos. As grandes empresas e as
são contratados com carteira assinham o espírito de liderança.
multinacionais já possuem uma
nada.
visão bem clara sobre isso e estão
E as pequenas e médias empresempre contratando estagiários; já
TN – Como o senhor avasas são os melhores lugares, na
as menores não. Acham que essa
lia a educação em nosso
medida em que os estagiários têm
contratação só diz respeito às granpaís?
condições de tomar conhecimento
des empresas. Uma de nossas meLB – Os países que hoje mais cresde todo o funcionamento dessa
tas este ano é investir nas pequenas
cem investem
e médias empreem EDUCAsas e tentar
ÇÃO, CIÊNmostrar-lhes o
CIA E TECvalor de se ter
NOLOGIA. O
um estagiário.
Brasil dedica
Outra reparti5% do PIB para
ção em que vao setor da edumos investir é
cação. Se for ver
nas organizaé um percentuções públicas,
al adequado, até
na medida em
mesmo superique a Lei de
or a países como
ResponsabiliAlemanha, Chidade Fiscal o
le, Itália e
proíbe de conJapão(ressalvando,
tratar um funciclaro, que o
onário sem que
montante do
ele tenha presPIB desses paítado um concurses é maior do
Luiz Gonzaga Bertelli com o diretor geral da
so público, mas
que o nosso e a
Toledo, Sr. Milton Pennacchi que o recepcionou
o estagiário
população a ser
pode ser contraatendida é metado. O que
nor). Além disempresa e ocupar futuramente diacontece é que a maioria das prefeiso, o mais grave no Brasil é que esversas
funções.
turas principalmente não sabe disses recursos são aplicados erroneaSe olharmos, nosso terceiro setor
so e acaba não contratando esses jomente.
hoje é de chorar. Falta o bom gevens.
renciamento e o jovem estagiário,
TN – Por que?
TN – E qual, são na sua de diversas áreas, poderá colaboLB – Acontece que todo bom e
rar. Precisamos criar oportunidaopinião, os principais pon- des para esses jovens, pois investir eficiente sistema de ensino deve dar
tos positivos para uma em- na juventude é investir no amanhã. prioridade ao ensino fundamental,
depois ao médio e, finalmente, ao
presa quando se contrata
TN – Qual seria o perfil superior. No Brasil, há décadas
um estagiário?
LB – Os benefícios são muitos,
do estagiário exigido pelas constata-se uma inversão, pois o
ensino superior público consome
posso citar alguns: o jovem traz
empresas?
a maior parte dos recursos e, mesinovações científicas e tecnológicas
LB – Olha, as empresas gostam
mo assim, não consegue atender à
que aprende enquanto estudante,
muito daqueles que, durante o curdemanda, tanto que perto de 90%
eles reorganizam a empresa e em
so, se dedicam a projetos sociais,
dos estudantes desse nível estão
muitas hoje falta um bom gerencicomo voluntários; aos que se desmatriculados em faculdades e uniamento no que esse jovem poderá
tacam no curso por fazerem parte
versidades privadas. Como resulcolaborar. De acordo com a pesquidos Diretórios Acadêmicos – DAs
tado, temos os índices vergonhosa feita pela InterScience* , hoje os
de cursos e os que se dedicam à prásos detectados pela Pesquisa Nacimelhores profissionais do mercatica esportiva. Resumindo, elas queonal por Amostra de Domicílios
(Pnad 2003), segundo a qual existem 14,6 milhões de brasileiros
com 15 anos ou mais, número que
corresponde a 11,6% da população.
Só nos centros urbanos, são 9,6 milhões de pessoas que não sabem ler
ou escrever.
A mais recente pesquisa sobre a
dramática situação do jovem, divulgada recentemente pelo Instituto
Brasileiro de Análises Sociais e
Econômicas – Ibases e pelo instituto Poli, revela que 27% da população entre 15 e 24 anos que vive
nas oito principais regiões metropolitanas não trabalham nem estudam. Os jovens, portanto, vêem-se
diante de uma situação complicada: deixam de estudar para procurar emprego mas, justamente porque abandonaram a escola, não encontram uma oportunidade de inclusão no mercado de trabalho.
Outro número preocupante: apenas 10,4% dos brasileiros entre 18
e 24 anos se matricularam no ano
de 2005 em instituições do Ensino
Superior. Esses dados são alarmantes e a conseqüência disso tudo é o
aumento da violência, da criminalidade e do tráfico de drogas.
TN – O que o senhor acha
que poderá ser feito para
melhorar essa situação?
LB – O governo, os empresários,
os detentores do conhecimento e a
sociedade em geral precisam se convencer que a educação é o fator primordial para o desenvolvimento
social e econômico do país. E, também, que o ensino tem que estar
mais contextualizado com a necessidade do mercado. O profissional
do futuro tem que ser um eterno
aprendiz e renovar-se constantemente, pois o mercado está cada vez
mais seletivo.
* InterScience – empresa fundada há 20 anos que efetua pesquisas para a revista Carta Capital; uma
das maiores empresas do setor do
Brasil.
11
Antes e Depois...
José Roberto Sacatolon tem 25 anos e nasceu em Presidente Prudente. Filho do pecuarista Ivo Sacatolon e da dona de casa Lúcia Helena
Fortunato Sacatolon, ele mora num sítio em Regente Feijó. José Roberto é analista de sistema da Monalisa Jóias e Presentes.
Antes
Depois
J
C
oncluído o 3º ano do En
sino Médio, José Roberto, que ajudava seu pai no sítio
com a produção leiteira, fez um
curso técnico em Processamento de Dados, depois decidiu largar o sítio e foi fazer um estágio
em uma empresa de assessoria
empresarial, a Star.
Ficou lá por sete meses e voltou para o sítio. “Não compensava financeiramente ficar no
estágio, então voltei para o sítio
para ajudar meu pai”, contou.
José Roberto gostava do trabalho no sítio, mas sentia que precisava crescer.
Foi quando decidiu fazer a fa-
culdade.
“Eu sabia que se continuasse
ali teria poucas opções de trabalho; tinha o conhecimento na
área de informática, mas sabia
que a faculdade de Ciências
Contábeis me abriria mais portas”.
osé
Roberto começou a
fazer a faculdade
de Ciências Contábeis e,
ao mesmo tempo, desenvolvia programas de computador em sua casa. “No 3º ano do
curso passei a fazer parte da Empresa Júnior Toledo e, depois de
dois meses lá, onde fiz diversas
consultorias consegui esse emprego em que estou até hoje,
como analista de sistema”.
As mudanças ocorridas em sua
vida são sentidas por ele em seu
próprio dia-a-dia. “Quando eu
tinha 15 anos, meu sonho era ser
peão de rodeio ou jogador de futebol, hoje quero ser um consultor, ou passar em algum concurso público. Com o curso técnico
e com a faculdade, já posso atuar
em um leque de funções dentro
de uma empresa. Penso que se
eu ainda estivesse no sítio, seria
apenas um trabalhador rural comum e dependente do meu pai.
Hoje, desempenho uma função
com alta responsabilidade dentro de uma grande empresa, pois
tomo conta de todas as informações dela e não dependo de ninguém e às vezes até ajudo em
casa. Mas não quero parar, por
isso estou fazendo o MBA em
Controladoria e Gestão Financeira na Toledo”.
O jovem se sente realizado com
suas conquistas e no tempo que
tem também ajuda seu pai. “Sinto
duas sensações: uma é a alegria de
ter saído de onde eu saí e chegar
aonde cheguei e a outra é que sou
privilegiado de ainda morar em
contato com a natureza. Mas sou
um vencedor por ter feito uma
graduação e estar terminando
uma Pós-Graduação. Meu sonho é ser feliz, e já conquistei
um pouco dessa felicidade, sempre com muito apoio de meus
pais, pois nosso contato familiar é bem próximo. Identifico-me
muito com meu trabalho que é o
que projetei para mim. Vejo que
sou privilegiado, pois dos meus
amigos do tempo do primário, a
maioria não fez faculdade e nossa
vida hoje não tem comparação,
apesar de a amizade ser a mesma”.
Grupo de teatro começa a ensaiar a peça
As aulas do grupo de teatro da Toledo/PP “Café Expressão” estão indo de ven-
to em popa. A turma está
cada vez mais entrosada e
o próximo passo será a divisão dos personagens da
peça Soltando o Verbo, de
Zé Carlos de Andrade, a
qual será encenada em
agosto na Toledo. O texto trata de uma história do pensamento racional, poético e
filosófico do
Ocidente e do
Brasil; com cenas de comédia
e tragédia e
com um cenário itinerante.
“Já vamos distribuir os
personagens para que cada
um possa começar a estudar
o seu e contracenar duran-
te as aulas. Lembrando que
neste ano, todos os 12 integrantes do grupo vão interpretar. O grupo está muito
sensível, corajoso e dispos-
to e isso é muito positivo;
eles não têm medo de participar e também não têm
nenhum objetivo de virarem estrela e sim, de
observar o teatro no
cotidiano”, afirmou o
professor Luís Chagas.
Essa
satisfação
também é sentida
pelos alunos. “Estou
adorando a aula, é
encantadora, me fez
sonhar e imaginar
que estou em outro
lugar. Espero aprender tudo o que puder
e também passar o que
sei, pois sempre sonhei
em fazer teatro”, disse a
aluna do 1º ano A de Direito, Daniela Fernanda
Bratfisch.
“Eu já tinha experiência
no teatro, mas estou gostan-
do muito desse grupo da Toledo. As aulas são bem dinâmicas e aprendo muito.
Espero até seguir carreira
no teatro”, contou Willian
Henrique da Silva Santos,
também do 1º ano A de Direito.
2
12
10
Professor Evandro Gussi lança obra com alunos e professores da USP
O professor de Direito Administrativo da Toledo Evandro Hererra Bertone Gussi,
com outros alunos do mestrado e do doutorado e professores da USP, lançaram no dia 28
de março, na Fnac Paulista em
São Paulo, a obra Direito da
Integração.
A editora responsável é a
Quartier Latin do Brasil.
Os coordenadores do livro
são Paulo Borba Casella e
Vera Lúcia Viegas Liquidato e
os autores: Paulo Borba
Casella, Vera Lúcia Viegas Liquidato, Rodrigo
Octávio Broglia Mendes, Evandro Herrera
Bertone Gussi, Maria
Cláudia Bucchianeri Pinheiro, Rodrigo Luís
Pupo, Luís
Fernando Nigro Corrêa,
Miguel Marques Vieira,
Jeanlise Velloso Couto,
Fabrício
Motta, Raul
Miguel Freitas de Oliveira, Victorio Oxilia,
José Cretella
Neto, Daniel
Gruenbaum
e
German
Alejandro
San Martín .
“A conclusão
dessa obra durou cerca de 1
ano e meio e surgiu depois que
fizemos, na USP um trabalho
de conclusão da disciplina Teoria Geral do Direito da Inte-
gração Econômica e os que foram selecionados como melhores foram reunidos e transformados em um livro coletivo.
Para mim é uma grande satisfação ver o resultado de minha pesquisa sendo publicada.
Mesmo sendo uma obra coletiva, sinto uma relação de paternidade.
Outro ponto que me deixa
muito realizado é que o grupo
esteve sempre muito coeso,
com pessoas muito inteligentes, nos tornamos um grupo de
amigos”, contou o professor da
Toledo, que cursa o doutorado
na USP.
Evandro ainda deve publicar
outra obra este ano sobre a Segurança na Constituição e já
está escrevendo outro trabalho sobre Direito Constitucional.
Na obra coletiva, seu artigo
trata sobre a Soberania e Supranacionalidade.
“É para entender sob o ponto de vista da teoria do Estado, como fica o fenômeno da
soberania nos blocos de integração político-econômica”,
explicou.
Professor Evandro com os coordenadores da obra,
Vera Lúcia Liquidato e Paulo Borba Casella
Coordenadores: Vera Lúcia Viegas Liquidato e
Paulo Borba Casella
“Pela natureza intrínseca
do fenômeno, justamente
será na junção de enfoques
jurídico e econômico que se
poderá melhor situar a confluência de interesses acadêmicos e profissionais, relacionados ao direito da integração: o desenvolvimento deste ramo jurídico transcende
as mais recentes discussões
na academia, para abranger
as perspectivas profissionais.
O direito da integração exige essa dupla vertente para
encontrar a sua dimensão e
alcance, como neste trabalho
se procura situar, em algumas
das facetas deste manancial
vasto de inspiração.
O direito da integração
vem se firmando como área
nova do direito internacional, com objeto e método próprios, todavia incipientemente estudados sob o ponto
de vista jurídico.
Qualquer trabalho na área
deverá procurar equilibrar
discussões teóricas, embasadas em critérios acadêmicos,
com as inevitáveis considerações práticas de relevantes
assuntos da atual realidade
integrativa”.
Aluna do 4º ano de Direito é agente da Polícia federal desde 2004
A
jovem de 20 anos, Mar
cela Pícoli, desde a 8ª sé-
rie do Ensino Fundamental já tinha decidido que iria cursar Direito e, hoje, no 4º ano A,
ela tem a certeza de que
fez a escolha certa, pois
está gostando muito de
trabalhar na área.
“Meus pais fizeram
Direito, além disso, sempre gostei dessa área, adorava ver filmes
que tinham julgamentos”, con-
tou ela que, desde novembro de
2004, foi aprovada em um concurso público e se tornou agente
administrativa da Polícia Federal de Presidente Prudente.
“Fiquei muito feliz com esse
emprego, pois o concurso dá uma
estabilidade financeira e profissional muito boa.
Eu queria ter meu próprio dinheiro e, ao mesmo, tempo trabalhar em uma área em que en-
trasse em contato com o Direito, para praticar o que aprendo
em sala de aula.
E estou tendo essa oportunidade, pois na Polícia acompanho inquéritos policiais, às
vezes mexo com passaportes,
estou vendo muito do que
aprendo em Direito Constitucional”, explicou ela que pretende continuar prestando
concursos públicos até atin-
gir seu maior sonho que é o
de ser Procuradora da República.”
Enquanto isso estou
aprendendo muito no meu
emprego que agradeço ter
conquistado em primeiro
lugar a Deus que tem me
abençoado bastante, a meus
pais que me incentivaram a
estudar e a Toledo que me
deu toda a base”.
13
Livros mais
retirados:
NETwork atrai alunos de
diversos cursos
QUANDO NIETZSCHE
CHOROU
O ZAHIR
IRVIM D. YALOM
PAULO COELHO
EDITORA EDIOURO
EDITORA
ROCCO
“O autor mistura ficção e realidade ao unir, na Viena do século XIX, o médico Josef Breuer, um dos pais da psicanálise,
e o filósofo alemão Friedrich
Nietzsche.
No livro Nietzsche se vê atormentado por uma doença misteriosa e por um amor mal resolvido. Sua doença o leva à
Breuer que, também atormentado por uma paixão, descobre
que somente encarando seus
próprios conflitos poderá ajudar seu paciente.
Os medos, as incertezas de
cada um deles, que são também
os nossos, são discutidos à luz
da filosofia e da psicologia”.
Juliana Pereira Matos
Barrios
Analista de Marketing
da Toledo
“Neste romance, Paulo
Coelho, fala sobre Esther,
esposa do narrador a mais
de 10 anos que desaparece
sem deixar vestígios.
Nem mesmo a polícia chega a uma conclusão sobre o
fato; o único que sabe a verdade é o marido.
Mas ela simplesmente o
abandonara e ele se questiona sobre o ocorrido e embarca em uma viagem em
busca da esposa e de si mesmo”.
Andréia Aparecida
Auxiliar
Administrativa da
Toledo
Entre os dias 6 e 11 de março,
foi realizada na Toledo a 3ª edição do NETwork: Diálogos Acadêmicos sobre Estágio e Mercado de Trabalho, com o objetivo
de envolver alunos e professores em temas vinculados ao estágio e ao mercado de trabalho.
Participaram alunos de todos os
cursos da Graduação e também
alunos da Pós-Gradução.
“A 3ª edição do NETwork superou os objetivos
pretendidos, oferecendo dicas sobre o processo seletivo e sobre as
habilidades, as
competências e as
p o s t u r a s
desejadas no ambiente de estágio e trabalho.
N e s s a
edição todas as
vagas foram preenchidas no segundo dia das inscrições, isso
demonstra o interesse dos
alunos em ampliar seus conhecimentos e, ao mesmo
tempo, que o Núcleo de Estágio
da Toledo vem cumprindo sua
função de agente de integração
entre o espaço acadêmico e o
mercado de trabalho.
Os
alunos que
não
conseguiram participar do NETwork
terãoumanovaoportunidade nosegundosemestre,quandoseráoferecido mais
um ciclo de diálogos, com os mesmos
temas”,afirmaramosgestoresdeestágio
da Toledo, Paula Pontalti Marcondes
Moreira,SôniaReginaNozabiellieFábio Ibanhez Bertuchi.
Os diálogos apresentados nesse NETwork foram: Etiqueta
Corporativa, Redação Empresarial, Dicas de Entrevista, Empreendedorismo e Construção de
Currículo.
Cada um valeu como uma hora
de atividade complementar. Para
os alunos, o evento também foi
muito válido. “Infelizmente só
deu para eu participar de um
módulo, pois não sabia do evento.
Mas gostei muito e pretendo
ano que vem participar de todos,
pois é uma oportunidade de termos uma visão mais específica
de cada assunto, sendo que no
dia-a-dia da faculdade é mais geral”, afirmou Paula Carrieri Pretti, aluna do 3º A de Administração.
“Para mim foi bom tanto na
parte profissional como também
na pessoal.
Biblioteca
“Visconde de
São Leopoldo”
1º - A cura de Shopenhauer –
YALOM, Irvin
Editora Ediouro
2º - Ramsés: o filho da
luz JACQ, Christian
Editora Bertrand Brasil
3º - O monge e o executivo: uma história sobre a
essência da liderança HUNTER, James
Editora Sextante
Participei de três módulos e
digo que mesmo os temas sendo
básicos eles são extremamente
úteis e os ministrantes, explicaram de uma maneira fácil e nos
fez refletir sobre algo em que
nunca tínhamos parado para
pensar”, disse a aluna do 1º ano
A de Direito, Allana Prado de
Oliveira dos Santos.
“Tive vontade de participar
pois achei os temas bem interessantes e que poderiam melhorar
meu aprendizado.
Participei de todos os módulos e achei muito bom e diversificado. Esse tipo de atividade nos
ajuda a melhorar profissionalmente”, disse a aluna da turma
III do MBA em Controladoria e
Gestão Financeira, Mariana
Fernanda Ferreira dos Santos.
“Nos próximos dias será
enviada uma avaliação a todos
os alunos participantes do último NETwork.
Essa avaliação, nos trará elementos para planejar o formato
do
NETwork/2007.
Estamos contando também
4º - Jesus, o maior psicólogo que já existiu:
como os ensinamentos de
Cristo podem nos ajudar
a resolver os problemas
do cotidiano e aumentar
nossa saúde emocionalBAKER, Mark W.
Editora Sextante
-
5º - O caçador de pipas
HOUSSEINI, Khaled
Editora Nova Fronteira
apoio
com a colaboração e sugestões
de alunos, professores e profissionais”, completam os gestores.
14
10
1º ano C: Turma reunida no 1º Xuras de
Administração
Alegria foi o que não faltou no 1º
Xuras de Administração
A aluna de Direito da Toledo Renata
Lemos e sua amiga Marcela Peixoto com
a banda Inimigos da HP
Em dia de aula, as alunas do 4º ano de Administração: Juliana
Denise Baumgarten, Vanessa Miotto de Paiva, Cláudia Rodrigues; atrás Evelyn Pires de Carvalho e Fabiana Pires
Inimigos da HP durante a gravação do programa Conexão Livre
A alegria das
alunas da Toledo
de participarem
do programa que
teve a presença dos
Inimigos da HP
Toledo e Inimigos
da HP
Cerca de 50 alunos da Toledo
participaram no dia 1º de abril,
da gravação do programa Conexão Livre do SBT.
A atração do dia foi a banda de
pagode Inimigos da HP.
Alunos da Toledo e convidados foram curtir a
gravação e o som do Inimigos da HP
Cadê minha turma???
Meu nome é Elaine Aparecida Ribeiro, fui aluna
de Direito da Toledo/PP, entrei em 1990 e sai 1993.
Gostaria muito de reencontrar meus colegas de
turma !
IMPRESSO ESPECIAL
1.74.18.0033-9 - DR/SPI
ASSOCIAÇÃO
EDUCACIONAL TOLEDO
..CORREIOS...
IMPRESSO FECHADO
PODE SER ABERTO PELA ECT
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