STAKEHOLDERS DO EMPREENDEDORISMO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Juliana Raquel de Souza Luchesi, Rosimeri Machado, Eric Dorion e Pelayo Munhoz Olea Universidade de Caxias do Sul - UCS Resumo Este artigo tem como objetivo relacionar alguns dos Stakeholders do Empreendedorismo que atuam no Rio Grande do Sul. Com a função de agentes promotores de desenvolvimento organizacional, os Stakeholders do Empreendedorismo atuam fortemente na expansão de micro e pequenas empresas, proporcionando crédito, capacitação e acesso aos processos geradores de inovação; interagindo diretamente com as empresas e incentivando-as à inovação e geração ampla da capacidade empreendedora. Para elaboração do artigo, foram realizadas pesquisas via internet e telefone para obtenção de informações, classificando estas instituições conforme o modelo de Dorion (2002) e comparando com a busca realizada por Luchesi (2007). Palavras-chaves: Empreendedorismo, Stakeholders, Rio Grande do Sul, atores do Empreendedorismo. Abstract: This article aims connecting some of Entrepreneurship Stakeholders who work at Rio Grande do Sul’s State. With the task of agents that promote the organizational development, Entrepreneurship Stakeholders act strongly in the expansion of micro and small enterprises, providing credit, training and access to generating processes of innovation; interacting directly with companies and encouraging them to innovate and generate wide entrepreneurial capacity. To prepare this article, searches were made conducted by phone and internet for obtaining the informations, classifying such institutions as the Dorion’s (2002) model and comparing with the search conducted by Luchesi (2007). Key Words: Entrepeurneship, Stakeholders, Rio Grande do Sul, Entrepeurneship Stakeholders 1 1.Introdução A diferenciação, a competitividade e o uso racional e consciente dos recursos disponíveis são relevantes às organizações. É importante suscitar o papel do empreendedorismo na geração de processos inovadores, inteligentes e criativos que dão origem ao valor ofertado ao mercado. A competitividade global leva os empreendedores a configurarem seus negócios através da criação de novos produtos, processos, melhoria de práticas de produção, gestão e qualidade. Na maioria dos países este fortalecimento se dá através de centros, núcleos ou órgãos de inovação tecnológica de Universidades ou Centros de Pesquisas, onde estes atuam como fonte adicional de informações, idéias e inovação (Rodrigues, 2001). Entretanto, o Brasil, apesar de se caracterizar como país empreendedor, ainda não utiliza de forma apropriada o conhecimento desenvolvido e proposto pelos Stakeholders do Empreendedorismo. O cenário atual confirma que o empreendedorismo por necessidade prevalece sobre o empreendedorismo de oportunidade. O desconhecimento por parte dos empreendedores dos recursos essenciais para o seu crescimento e desenvolvimento dentro do mercado de atuação, resulta em empecilhos para o desenvolvimento local e o crescimento econômico da sociedade. O intuito deste estudo é o de identificar alguns dos novos Stakeholders do Empreendedorismo no Estado do Rio Grande do Sul, a partir da pesquisa realizada na internet a fim de classificar novas fontes de informações e de geração de conhecimento. 2. Perfil Sócio-Econômico do Estado do Rio Grande do Sul O Rio Grande do Sul é o Estado mais meridional do Brasil, faz fronteira com o Uruguai e com a Argentina, uma localização privilegiada entre os países que compõem o bloco econômico do Mercosul. Numa área de, aproximadamente, duzentos e oitenta e dois mil quilômetros quadrados vivem dez milhões e setecentas mil pessoas, descendentes de índios, portugueses, italianos, judeus, africanos, alemães e asiáticos. Estado de características européias, o Rio Grande do Sul, apresenta um bom Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Conforme os critérios da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o IDH gaúcho é de 0,869, reflexo da menor mortalidade infantil do Brasil, das altas taxas de alfabetização e excelentes condições de saneamento básico e saúde. Através de consultas aos sites do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e Fundação de Economia e Estatística - FEE, verifica-se que o Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul, no ano de 2009, foi o quarto colocado no ranking do país, teve uma queda em relação ao ano anterior de -1,1%, segundo estimativas preliminares; atingindo o valor de R$ 202.955 milhões, o PIB per capita decresceu 1,6%, atingindo o valor de R$ 18.771,00. A participação do PIB Estadual no PIB Nacional é de 6,37% de acordo com os dados preliminares apresentados em pesquisa da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul em conjunto com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2009. Essa performance no PIB Estadual deve-se em grande parte a redução na indústria de transformação (-9,3%), que foi o setor mais atingido pela crise que se abateu no estado no final do ano de 2008. 2 Tabela 1: Taxa de crescimento da produção da indústria de transformação, por atividade, do Rio Grande do Sul – 2008-09 ATIVIDADES Alimentos Bebidas Borracha e plástico Calçados e artigos de couro Celulose, papel e produtos de papel Edição, impressão e reprodução de gravações Fumo Máquinas e equipamentos Metalurgia básica Mobiliário Produtos químicos Produtos de metal - exclusive máquinas e equipamentos Refino de petróleo e álcool Veículos automotores (%) 2009 (1) 2008 7.7 -7.8 1.6 -7.7 5.3 0.8 -7.6 22.1 2.3 4.7 -7.1 4.9 -6.4 12.1 -5.7 3.5 -19.4 -23.3 6.6 -10.4 -1.3 -31.8 -28.2 -3.4 -0.6 -19.6 15.9 -24.5 FONTE: IBGE. (1) Taxa acumulada até outubro. Essa performance negativa do parque fabril gaúcho explica-se, em grande parte, pelas características intrínsecas dessa atividade no Rio Grande do Sul. A indústria de transformação no Estado tem um vínculo estreito com o setor agrícola e com grande parte da produção direcionada para o mercado externo. A agropecuária, que, em 2008, representava 11,24% do Valor Adicionado Bruto (VAB) total, apresentou o maior crescimento setorial, com uma taxa de 1,2%. O setor serviços, com 61,23% do VAB total em 2008, apresentou um crescimento de 0,9%. Projeções do Banco Central apontam um crescimento de 0,2% do PIB nacional em 2009, ou seja, pelo segundo ano consecutivo, um desempenho superior ao do Estado, trazendo, com isso, uma redução da participação do PIB estadual no total do Brasil. É de se destacar a redução da participação da economia gaúcha na do País, a partir de 2003. No período 2003-08, o PIB estadual apresenta um crescimento acumulado de 16,2%, contra 26,5% no País, com a participação passando de 7,33% no início do período para 6,42% no final do período. Considerando os desempenhos verificados em 2009, estima-se uma redução nessa participação para 6,37%. Segundo o GEM (Global Entrepreneurship Monitor), apesar da crise, o Brasil em 2009 teve aumento em sua atividade empreendedora, concluindo desta forma que a atividade empreendedora é uma das causas para a geração de renda e elevação do PIB dos países. Uma vez que a crise afetou os empregos, este contingente significativo de crescimento pode estar relacionado as pessoas que buscaram na atividade empreendedora uma solução para a manutenção do padrão de consumo. Nas exportações, o Rio Grande do Sul, ocupa o terceiro lugar no ranking dos estados brasileiros, ficando atrás somente de São Paulo e Minas Gerais, como pode ser observado na tabela a seguir: 3 Tabela 2 – Exportações do Brasil e Principais Estados-2009 Estado Valor (US$ milhões) Participação (%) São Paulo 42.464 27,76% Minas Gerais 19.519 12,76% Fonte: MDIC – www.desenvolvimento.gov.br (consultado em julho/2010) Rio Grande do Sul 15.236 2.1- Empreendedorismo Rio de Janeiro 13.519 9,96% 8,84% O conceito de empreendedorismo tem sido muito difundido no Brasil, nos últimos anos, intensificando-se no final da última década do século XX. Existem vários fatores que talvez expliquem esse repentino interesse pelo assunto, já que, principalmente nos Estados Unidos, país onde o capitalismo tem sua principal caracterização, o termo entrepreneurship é conhecido e referenciado há muitos anos. No caso brasileiro, a preocupação com a criação de pequenas empresas duradouras e a necessidade da diminuição das altas taxas de mortalidade desses empreendimentos são, sem dúvida, motivos para a popularidade do termo empreendedorismo, que tem recebido especial atenção por parte do governo e de entidades de classe. A teoria, a partir dos estudos de Robert D. Hisrich, afirma que a palavra que dá origem ao termo empreendedorismo tem origem francesa: entrepreneur e, literalmente traduzida, significa “aquele que entre” ou “intermediário”. Já para a pessoa do empreendedor, quer dizer aquele que assume riscos e começa algo novo. Richard Cantillon, notável economista e escritor nos anos 1700, desenvolveu uma das primeiras teorias do empreendedor e é considerado por alguns o criador do termo. Ele viu o empreendedor como alguém que corria riscos, observando por que os comerciantes, fazendeiros, artesãos e proprietários individuais compravam a um preço certo e vendiam a um preço incerto, portanto operavam com riscos. Schumpeter (1961), na visão de economistas, o empreendedor é visto como um motor do sistema econômico, percebendo a essência do empreendedorismo no aproveitamento de novas oportunidades de negócios, associando esse conceito à inovação. Tal visão leva a uma tendência dirigida para o crescimento econômico e o sistema de valores que lhe é peculiar, criando um ambiente voltado para o consumo de produtos, o lucro, a competitividade, a organização, que nem sempre visam o homem. Segundo Souza (2005), o empreendedorismo, portanto, é um conceito dinâmico, e o empreendedor destaca-se ou mesmo surge quando novas situações aparecem, novas decisões são tomadas, novos rumos são escolhidos. Percebe-se, cada vez mais, que o empreendedorismo e o empreendedorismo corporativo podem desempenhar papéis fundamentais nessas transformações, pois eles têm um forte potencial para fomentar o crescimento econômico, gerar empregos e prosperidade para os cidadãos. Citando Hitt (2003), verifica-se que a partir da análise de um abrangente estudo em que a atividade empreendedora foi avaliada em dez países: Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos que a variação nas taxas de empreendedorismo pode ser responsável por até um terço da variação do crescimento econômico destes países. Mais do que criar empresas, o empreendedorismo significa fazer coisas novas ou desenvolver formas diferentes de fazer coisas antigas. Sob este prisma, o empreendedorismo é aplicável a qualquer atividade humana. Além do know-how, empreendedorismo envolve autoconsciência e principalmente a criatividade e a intuição. 4 “O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI mais do que a revolução industrial foi para o século XX” Dornelas, 2001, pg. 19. “O comportamento do indivíduo empreendedor é influenciado pelo seu contexto e momento histórico, pela sua conduta e sistema de valores, o que pode representar capacidade de se adaptar às mudanças em seu meio, despender esforço para conseguir soluções originais, ter sensibilidade para o mundo em sua volta, ir além do óbvio tendo idéias originais. Isso pode se traduzir por criatividade, busca de oportunidade, correr risco e, de um forma global, inovação. O empreendedor, assim, é um indivíduo especial, principalmente ao considerar essa característica da inovação e as dificuldades que envolvem tratar o fato novo como uma possibilidade real.” (Souza, 2005a). As pesquisas já realizadas sobre empreendedores bem sucedidos, no Brasil e no mundo, permitem aos empreendedores em potencial e aos empreendedores de fato identificarem as características que devem ser aperfeiçoadas para a obtenção de sucesso. Os autores afirmam que as diversas investigações sobre a personalidade e o comportamento empreendedor revelam alguns traços comuns sistematizados. Estes profissionais possuem perseverança e tenacidade, consideram o fracasso uma fonte de aprendizado e, normalmente, elegem uma pessoa cuja conduta possa servir de modelo e desenvolvem forte intuição como resultado de um profundo conhecimento do ramo em que atuam (Dolabela, 1999). Oliveira et al. (2003) acrescentam, ainda, que os empreendedores são capazes de identificar o que devem aprender, preocupam-se em aprender a aprender e orientam suas ações para a obtenção de resultados em longo prazo. Procuram criar situações em que possam obter feedback sobre seu comportamento, utilizando estas informações para o seu aprimoramento. São capazes de assumir riscos, entretanto, fazem o possível para minimizalos. Aceitam o dinheiro como uma das medidas de seu desempenho. São inovadores e criativos, cultivam a imaginação e aprendem a definir visões. São competentes em buscar, utilizar e controlar recursos. São dotados de iniciativa, autonomia, autoconfiança e otimismo. Exercitam sua liderança desenvolvendo, muitas vezes, um sistema próprio e as utilizam como suporte para o alcance de seus objetivos. Os empreendedores podem ser considerados produtos da época e do lugar onde vivem. Se a constituição de um negócio é considerada algo positivo em seu ambiente (família, amigos, instituição de formação, etc), maior será a probabilidade de que este indivíduo empreenda. (Oliveira et al., 2003a). Em outras palavras, os autores defendem que aspectos culturais e contingenciais de tempo e lugar são variáveis que impactam diretamente nas iniciativas empreendedoras e dos sujeitos. O empresário inovador é um componente fundamental do processo de desenvolvimento econômico de acordo com a visão Schumpeteriana. Juntamente com o crédito bancário e as inovações tecnológicas, o empreendedor é um importante agente na criação de novos negócios e, conseqüentemente, no desenvolvimento econômico. Um problema das empresas nascentes é que uma grande parte delas, especialmente nos países menos desenvolvidos, entram em falência nos primeiros anos de existência (Lima, 2007). Sob a ótica de diversas pesquisas científicas, o empreendedorismo tem uma ligação estreita com o desenvolvimento econômico local e regional, bem como com os índices de inovação que podem ser mensurados através da variável registro de patentes ou de propriedades intelectuais. Dorion (2002) refere-se ao empreendedorismo e desenvolvimento local como conceitos inseparáveis, uma vez que o desejo empreendedor pressupõe uma ação concreta, ou 5 seja, os resultados do desenvolvimento da comunidade, por isso da ênfase aos objetivos traçados pelos chamados Stakeholders do Empreendedorismo. 2.2 – Stakeholders A expressão Stakeholder – sustentador, sustentáculo – é uma extensão, uma generalização do conceito clássico do Shareholder – acionista, o proprietário, o dono do negócio (Costa, 2005). Além dos acionistas existem vários outros tipos de instituições, empresas, associações e grupos de pessoas que também têm interesses que devem ser considerados no planejamento de uma organização. Ainda conforme o pensamento do mesmo autor, um Stakeholder ou parte interessada pode ser definido como qualquer instituição, pessoa, grupo de pessoas, formal ou informal que tenha algum tipo de interesse que pode afetar ou ser afetado pelo funcionamento, operação, comercialização, desempenho, resultados presentes ou futuros da organização em questão. Em ordem alfabética, podem ser citados alguns Stakeholders: cedentes de tecnologia, marcas e patentes; clientes; comunidade na qual a empresa opera; comunidade vizinha; empresas ou entidades reguladoras das atividades do setor; associações de classes; fornecedores; franqueadores ou os franqueados; funcionários da organização, sindicatos ou organizações de trabalhadores; mídia; ministério público; opinião pública em geral; organizações não-governamentais (ONG’s) envolvidas com as atividades da empresa; parceiros; poderes públicos: municipal, estadual e federal; representantes ou distribuidores dos produtos ou serviços da organização. 3. STAKEHOLDERS DO EMPREENDEDORISMO Os Stakeholders do empreendedorismo podem ser considerados fontes do desenvolvimento da cultura empreendedora, evidenciando o desenvolvimento local a partir de suas efetivas atuações. A partir da relevância do papel exercido pelos grupos de interesse, no incremento do empreendedorismo e do desenvolvimento local, este trabalho propõe-se a destacar uma amostra de Stakeholders do Empreendedorismo que atuam, efetivamente, no Estado do Rio Grande do Sul, através de projetos, promoções, incentivos, linhas de crédito, divulgação de informações, disseminação de conhecimento, entre tantas outras fundamentais funções destes no contexto econômico gaúcho. Dorion (2002a) apresenta o modelo dos atores (Stakeholders) do empreendedorismo como sistema fechado. Ilustração 1 – Os Stakeholders do Empreendedorismo como sistema fechado 6 Redes de empreendedores Mídias Instituições de desenvolvimento econômico e de financiamento Grupos de promoção e de apoio de empreendedorismo Organizações estudantis Incubadoras e Assessora Stakeholders de empreendedorismo como sistema fechado Câmaras de Comércio Catedrático (Chaire) Organizações profissionais Meios tradicionais de aprendizagem Centros de pesquisa Organizações comunitárias Fundações privadas Publicações científicas e práticas Agências internacionais Governos Fonte: Dorion, 2002. 3.1. – STAKEHOLDERS NACIONAIS QUE ATUAM NO RS A presença de instituições, de âmbito nacional, no Estado do Rio Grande do Sul, fortalece o conceito de que o êxito do empreendedorismo é fruto de ações conjuntas de diversos agentes, como os grupos de interesses e da disseminação do conhecimento. A atuação de organizações que possuem know-how tecnológico e ampla abrangência territorial facilita as articulações entre os empreendimentos, por intermédio de seus empreendedores, e seus respectivos stakeholders. A seguir, seguem relacionados alguns dos stakeholders nacionais do empreendedorismo que atuam no Estado do Rio Grande do Sul: 3.1.1. – SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – www.sebrae.com.br, SEBRAE-RS – www.sebrae-rs.com.br; 3.1.1.1. – Arranjos Produtivos Locais – APL’s; 3.1.1.2 – Centro Gestor de Inovação – CGI 3.1.1.3 - Programa Próprio; 3.1.1.4 - Bússola Sebrae; 7 3.1.1.5 - Desafio Sebrae; 3.1.1.6 - Aprender a Empreender; 3.1.1.7 – Empretec; 3.1.1.8 - Empreendedor Individual (EI); 3.1.1.9 - Negócio a Negócio; 3.1.2. – SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – www.senac.br, SENAC/RS – www.senacrs.com.br; 3.1.3. – IEL - Instituto Euvaldo Lodi – www.ielrs.org.br; 3.1.4. – SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - www.senai.br, SENAI-RS www.rs.senai.br; 3.1.5. – CNI - Confederação Nacional da Indústria - www.cni.org.br; 3.1.5.1 – PROCOMPI - Programa de apoio à competitividade das micro e pequenas indústrias; 3.1.6 – ENDEAVOR - www.endeavor.org.br; 3.1.7. – SENAR - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - www.senar.org.br - SENAR-RS - www.senarrs.com.br; 3.1.8. – CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – www.capes.gov.br; 3.1.9. – Programa Brasil Empreendedor - www.desenvolvimento.gov.br; 3.1.10. – APEX – Brasil - Agência de Promoção de Exportações e Investimentos www.apex.org.br; 3.1.11. – Aprendendo a Exportar - www.aprendendoaexportar.gov.br; 3.1.12.- RENAI - Rede Nacional de www.investimentos.desenvolvimento.gov.br; Informações sobre o Investimento - 3.1.13. – ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial - www.abdi.com.br; 3.1.14.- CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico www.cnpq.br; 3.1.15. – BrazilTradeNet – www.braziltradenet.gov.br; 3.1.16. – Câmaras de Comércio – www.braziltradenet.gov.br/camarascomercio; 8 3.1.17. – FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos - www.finep.gov.br; 3.1.17.1. – Portal Venture Capital – FINEP - www.venturecapital.gov.br; 3.1.18 – ANPEI – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de empresas Inovadoras – www.anpei.org.br; 3.1.19. – Brasil Júnior – Empresas Juniores - www.brasiljunior.org.br; 3.1.20. – PEIEx - Projeto Extensão Industrial Exportadora - www.desenvolvimento.gov.br; 3.1.21 – Redeagentes - www.redeagentes.gov.br; 3.1.22 – Programa Brasileiro de Design - www.designbrasil.org.br; 3.1.23 - Ex – tarifário – www.desenvolvimento.gov.br; 3.1.24 - Encontros de Comércio Exterior (ENCOMEX) - www.encomex.mdic.gov.br; 3.1.25 - Programa de Apoio às Exportações do Banco do Brasil – www.bb.com.br; 3.1.26 Núcleo de Informações de Comércio Exterior Centro de Informações de Comércio Exterior – www.cicex.desenvolvimento.gov.br; CICEX 3.1.27 – Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios – www.cin.org.br; 3.1.28 - Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) – www.desenvolvimento.gov.br; 3.1.29 - Programa Fórum de Competitividade - MDIC – www.desenvolvimento.gov.br; 3.1.30 - Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (MODERAGRO) BNDES – www.bndes.gov.br; 3.1.31 - Programas de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico de Empresas www.mct.gov.br; 3.1.32 3.1.33 Incentivos - Subvenção Fiscais Econômica - para PD&I www.mct.gov.br; - www.mct.gov.br; 9 3.1.34 - PNI - Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos - www.mct.gov.br; 3.1.35 – Programa de Apoio www.desenvolvimento.gov.br; (PROGEX) Tecnológico à Exortação 3.1.36 - Programa Nacional de Software para - www.softex.br, SOFTSUL no RS – www.softsul.org.br; Exportação - – SOFTEX 3.1.37 – CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos – www.cgee.org.br. 3.1.38 – PROTEC – Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica – www.protec.org.br 3.2. – STAKEHOLDERS ESTADUAIS QUE ATUAM NO RS 3.2.1. – FIERGS - Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul www.fiergs.org.br; 3.2.1.1 – CIERGS - Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul; 3.2.2. – COREDES - Conselhos Regionais de Desenvolvimento – www.coredes.org.br; 3.2.3. – FAPERGS - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul www.fapergs.rs.gov.br; 3.2.4. – ANPROTEC - www.anprotec.org.br; 3.2.4.1.- Parques Tecnológicos - www.universia.com.br; 3.2.4.2. - Incubadoras Empresariais de Base Tecnológica - www.universia.com.br; 3.2.5. – BRDE - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul –www.brde.com.br; 3.2.6. – Condomínios Empresariais – www. protec.org.br; 3.2.7. – Parques Agroindustriais - www.anprotec.org.br; 3.2.8. – Hotel de Projetos - www.cdt.unb.br; 3.2.9. – Escolas de Empreendedores - www.anprotec.org.br; 3.2.10. – FETAG/RS - Frente Agrária Gaúcha - www.fetagrs.org.br; 3.2.11. – SEDAI - Secretaria do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais www.sedai.rs.gov.br; 3.2.11.1. – Programa EXPORTA-RS - www.bmf.com.br/caers; 10 3.2.11.2. – CAIXA RS - www.caixars.com.br; 3.2.11.4. – Programa de Cooperação Empresarial e Inovação – PCI; 3.2.11.4.1 - Programa Redes de Cooperação; 3.2.11.5. – Programa de Atração de Investimentos – PROAIN; 3.2.11.5.1 - FUNDOPEM/RS - www.sedai.rs.gov.br/fundopem.html; 3.2.11.5.2 - INTEGRAR/RS - www.sedai.rs.gov.br/fundopem.html; 3.2.11.6. - Programa Extensão Empresarial; 3.2.11.7 - Programa de Capacitação para a Competitividade Empresarial – PCCE; 3.2.11.8 - Programa de Integração e Cooperação Internacional – PIC; 3.2.11.9 - Programa Estadual de Acesso ao Crédito – PEAC; 3.2.12. - RS RURAL - www.agricultura.rs.gov.br; 3.2.13. – Empresas Juniores – FEJERS - Federação das Empresas Juniores do Estado do Rio Grande do Sul – www.fejepar.org.br; 3.2.14. – FEDERASUL - Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul - www.federasul.com.br. 4. Distribuição dos Stakeholders do Empreendedorismo - atuantes no Estado do Rio Grande do Sul – como Sistema Fechado Stakeholders Empreendedorismo Mídias do Entidade/Órgão/Instituição Identificada-2007 BRAZIL TRADE NET APRENDENDO A EXPORTAR Instituições de Desenvolvimento Econômico e Financeiro FINEP BRDE CAIXA RS COREDES FUNDOPEM/RS INTEGRAR/RS NURAD RS RURAL Grupos de Promoção e de Apoio ao SEBRAE Programa EXPORTA/RS Entidade/Órgão/Instituição Identificada-2010 BRAZIL TRADE NET APRENDENDO A EXPORTAR PROGRAMA BRASILEIRO DE DESIGN FINEP BRDE CAIXA RS COREDES PROAIN-FUNDOPEM/RS INTEGRAR/RS RS RURAL PEAC Subvenção Econômica para PD&I SEBRAE Programa EXPORTA/RS 11 Empreendedorismo ENDEAVOR ABDI Incubadoras e Assessorias ANPROTEC PÓLOS TECNOLÓGICOS INCUBADORAS TECNOLÓGICAS PARQUES TECNOLÓGICOS Programa EXTENSÃO EMPRESARIAL FIERGS CIERGS IEL CNI FEDERASUL FETAG/RS SENAI SENAI/RS SENAR SENAR/RS SENAC SENAC/RS APL’s – Arranjos Produtivos Locais Condomínios Empresariais Parques Agroindustriais Hotel de Projetos Escola de Empreendedores Organizações Profissionais Meios Tradicionais Aprendizagem de Organizações Comunitárias Governos APEX – Brasil PEIEX Programa BRASIL EMPREENDEDOR Governo do Estado: Rio Grande do Sul SEDAI Prefeitura Municipal de Porto Alegre ENDEAVOR ABDI PCCE Programa Próprio Bússola Sebrae Desafio Sebrae Empreendedor Individual Negócio a Negócio Procompi ANPEI CGEE PROTEC ANPROTEC PÓLOS TECNOLÓGICOS INCUBADORAS TECNOLÓGICAS PARQUES TECNOLÓGICOS Programa EXTENSÃO EMPRESARIAL PNI FIERGS CIERGS IEL CNI FEDERASUL FETAG/RS SENAI SENAI/RS SENAR SENAR/RS SENAC SENAC/RS CGI APL’s – Arranjos Produtivos Locais Condomínios Empresariais Parques Agroindustriais Hotel de Projetos Escola de Empreendedores Aprender a Empreender APEX – Brasil PEIEX Programa BRASIL EMPREENDEDOR Governo do Estado: Rio Grande do Sul SEDAI Prefeitura Municipal de Porto Alegre Incentivos Fiscais PIC Ex-tarifário Encomex Programa de apoio às exportações do Banco do Brasil PAB CICEX Programa Fórum da Competitividade MODERAGRO SOFTEX PROGEX 12 GEM – Global Entrepreneurship Monitor Agências Internacionais Publicações Práticas Científicas Fundações Privadas Centros de Pesquisa Câmaras de Comércio e CAPES CNPq FAPERGS Portal CAPITAL BRASIL PUCRS UFRGS UNISINOS CIENTEC FEEVALE ULBRA UCS LA SALLE DE RISCO África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Austrália, Autoridade Nacional Palestina, Bareine. Bélgica, Bolívia, Canadá, Catar, Chile, China, Colômbia, Comores, Cuba, Dinamarca, Djibuti, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Equador, Espanha, Estados Unidos da América, França, Iêmen, Índia, Irã, Iraque, Israel, Itália, Japão, Jordânia, Kuaite, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Moçambique, Nigéria, Omã, Países Baixos, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Dominicana, Romênia, Rússia, Síria, Somália, Sudão, Suécia, Suíça, Taiwan, Trinidad e Tobago, Tunísia, Turquia, Uruguai. Programa de Apoio ao desenvolvimento tecnológico das empresas GEM – Global Entrepreneurship Monitor Empretec CAPES CNPq FAPERGS Portal VENTURE CAPITAL UNIVATES UNILASALLE FEEVALE UNIFRA IPA UNIRITTER EST FURG FUC PUC/RS UNIJUÍ URI UCPEL UCS UPF UNISC UNISINOS UFPEL UFSM UFRGS ULBRA UFCSPA UNIPAMPA África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Austrália, Autoridade Nacional Palestina, Bareine. Belarus, Bélgica, Benim, Bolívia, Botsuana, Burquina Fasso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, Canadá, Catar, Chade, Chile, China, Colômbia, Comores, República do Congo, Costa do Marfim, Cuba, Dinamarca, Djibuti, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Equador, Eritréia, Espanha, Estados Unidos da América, Etiópia, França, Gabão, Gâmbia, Gana, República da Guiné Equatorial, República da Guiné, Guiné-Bissau, Iêmen, Índia, Irã, Iraque, Israel, Itália, Japão, Jordânia, Kuaite, Lesoto, Líbano, Libéria, Líbia, Madagascar, Malawi, Mali, Marrocos, Maurício, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Nicarágua, Níger, Nigéria, Omã, Países Baixos, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, 13 Organizações Estudantis Redes de Empreendedores Empresas Juniores FEJERS RENAI Programa REDES COOPERAÇÃO DE Quênia, Reino Unido, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Rússia, São Tomé e Princípe, Seichelles, Senegal, Serra Leoa, Síria, Somália, Suazilândia, Sudão, Suécia, Suíça, Taiwan, Tanzânia, Togo, Trinidad e Tobago, Tunísia, Turquia, Uganda, Uruguai, Zâmbia e Zimbábue Brasil Júnior FEJERS RENAI PCI-Programa REDES DE COOPERAÇÃO Redeagentes REDE BRASILEIRA DE CENTROS INTERNACIONAIS DE NEGÓCIOS Fonte: elaborado pelas autoras com base no estudo de Dorion (2002). 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir do modelo gerado por Dorion (2002b), composto por dezesseis atores diferentes, foram identificados, por intermédio deste estudo, os órgãos/entidades/instituições que se enquadram em quinze das categorias dos Stakeholders do Empreendedorismo. A classe não identificada ou classificada, segundo o modelo, foi a de catedráticos. Esta categoria poderia ser foco de novas investigações ou pesquisas sobre o tema, tanto no âmbito nacional quanto estadual. As mídias citadas tratam-se de portais virtuais de informações. Não são mencionadas outras mídias, como por exemplo: escrita ou televisiva, o que não significa que não existam, mas que não foram identificadas nesta investigação, por isso, não constam no desenvolvimento deste estudo. Evidencia-se que o Estado do Rio Grande do Sul possui grande parte destes atores, atuando efetivamente junto às organizações, fomentando o desenvolvimento local e incentivando o crescimento econômico. Entretanto, é importante ressaltar que este trabalho não tem o intuito ou objetivo de detalhar, com precisão, a inserção de cada ator no mercado riograndense, nem busca definir a metodologia de trabalho individualmente, visto que esta seria uma indagação ou a base temática para futuras pesquisas. No caso específico das Instituições de Desenvolvimento Econômico e Financeiro, percebe-se que todas as entidades mencionadas trabalham com linhas de créditos ou outros produtos relacionados com acesso aos recursos financeiros, entretanto, não são conhecidas as suas práticas cotidianas de comprometimento para com o empreendedorismo. A mesma indagação se aplica aos diversos bancos de varejo, não mencionados no estudo, mas que atraem empreendedores ao sistema financeiro/creditício. É relevante mencionar que, apesar do Estado do Rio Grande do Sul, possuir inúmeras instituições atuantes como Stakeholders do Empreendedorismo, se o cenário atual for comparado com ambientes internacionais: países, estados, províncias ou outros territórios com a situação econômica-social-política e geográfica semelhantes, a estrutura gaúcha encontra-se em situação deficitária. Sugere-se que pesquisas futuras investiguem a metodologia de trabalho destes atores, seus objetivos institucionais, as metas alcançadas, os resultados obtidos em períodos de tempo 14 e sua atuação junto às organizações gaúchas, pois a presença destas entidades no Estado não garante o desenvolvimento da cultura empreendedora ou da economia local. Sua atuação efetiva é que se torna fator determinante para os resultados obtidos. Esta é uma pesquisa para conhecimento das entidades atuantes no empreendedorismo regional. Cabe salientar que outros inúmeros atores podem ser inseridos na estrutura anterior e identificados de acordo com a sua natureza de operação, missão e objetivos institucionais. CONCLUSÃO No transcorrer da pesquisa tornou-se claro o papel do Empreendedorismo no desenvolvimento local e no crescimento econômico do setor ou indústria em que está inserido. A partir do estudo de 2010, em comparação a 2007, fica evidente a ampliação do número de atores evidenciando assim, a relevância do tema e a necessidade de novas pesquisas mais aprofundadas. Os Stakeholders do Empreendedorismo se tornam incentivadores da inovação, agentes promotores de acesso ao crédito financeiro, órgãos responsáveis pela capacitação e desenvolvimento humano para a geração da cultura empreendedora do país. Percebe-se que quanto mais intensa, profunda e divulgada for a ação integradora destes atores, maiores serão os ganhos entregues às comunidades produtivas envolvidas no processo de desenvolvimento e incremento de competitividade. O Brasil, apesar de sua história social, econômica e política é um país empreendedor. Prova disso são os estudos científicos produzidos nacional e internacionalmente. O Rio Grande do Sul está identificado como um dos principais motores de inovação do país, o que falta é a divulgação das fontes de informações e de conhecimento sobre as novas possibilidades de trabalho e de incentivo ao empreendedor, ao empreendimento e ao empreendedorismo. Este artigo é o início de uma inquietação sobre o papel dos Stakeholders do Empreendedorismo no RS e a indicação de que o caminho é a inovação. 15 BIBLIOGAFIA A. HITT, Michael et al. Administração estratégica: competitividade e globalização. São Paulo : Pioneira Thomson Learning, 2003. 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