adriana sá http://adrianasa.planetaclix.pt http://www.myspace.com/adrianasa Nasceu em Lisboa, Novembro 1972; em '77 emigrou para a ex-RDA, onde viveu até 1983. 1978-83: Mendelsohn Hochshule fuer Musik. Leipzig, República Democrática da Alemanha 1987-91: Escola Antonio Arroio. Lisboa 1987-95: Atelier Livre (curso de artes experimentais). Lisboa 1991-97: Licenciatura pela FBA-UL (Pintura). Lisboa, 1998: Curso de Formação de Formadores de Desenho Gráfico para Sistemas Hipermedia, CNS, Lisboa Desenvolve carreira internacional desde 1998. Lecciona no Departamento de Design Gráfico e Multimedia da Escola Superior de Arte e Design do Instituto Politécnico de Leiria desde 2008 Adriana Sá é artista transdisciplinar, performer, compositora-improvisadora. O seu processo de criação inclui o próprio desenvolvimento dos diversos complexos instrumentais. O princípio filosófico de uma plasticidade musical associada à luz, arquitectura, movimento, meteorologia (e.o.), encontra expressividade com instrumentação digital e analógica; frequentemente à escala arquitectónica. O trabalho relaciona-se com contextos específicos. As partituras gráficas coreografam textura, densidade, dominância e sequenciação, mais do que temposrelógio ou arranjos de notas. Trabalhando o som de modo provocatório, A. Sá propõe situações imersivas enquanto joga com as transições entre estados psico-físicos. Seguindo, como desafio, a acumulação de variáveis múltiplas e a precisão dos tempos orgânicos, interessam-lhe especialmente os efeitos perceptivos de estímulos simultâneos e contrastantes. Locais de apresentação (selecção) PORTUGAL: CAM - Centro de Arte Moderna Calouste Gulbenkian * Casa Serralves * Mosteiro de Torres Vedras (Festival Realidades Invisíveis) * Casa Dias D’agua * A Moagem * Abril em Maio (Festival Granular) * Auditório Municipal de Barcelos (Festival Herz Extent) * Lugar Comum * ZDB * Centro Em Movimento * Maus Hábitos * Centro Coreográfico Rui Horta * Fundação Calouste Gulbenkian * Teatro Comuna * Sociedade Nacional de Belas Artes * Museu Regional de Évora * Litografia de Portugal * Cisterna Patriarcal * Museu do Chiado * Galeria Monumental (Festival Sonicscope) * Bomba Suicida * O Século * Fábrica da antiga seca do bacalhau (Festival Circular) * Largo do Correio-Mor (Bienal Luzboa) * Hospital Miguel Bombarda / Teatro Praga * Galeria Lisboa 20 * Lg. do Século (‘knock on woods’) * Galeria Monumental * Casa da Música * FEUP - Faculdade de Engenharia/ Universidade do Porto * Espaço Avenida (15 anos Bolsa Ernesto Sousa). EUA: EIF- Experimental Intermedia Foundation * O.R.T.- Organizing Resources Together * Wesleyan University * Joyce Soho Theatre * Fakeshop * PS1 – Museum for Contemporary Art / MoMa * Tonic * Subtonic * Unity Gain * Share * EyeBeam (NIME - New Interfaces for Musical Expression) ESPANHA: Arteleku (Electronikaldia Festival) * eGaleria * Caixa Forum (LEM Festival) * Auditório Ponte Vedra (IFI Festival). ALEMANHA: Dock11 Theater * Galerie Peripherie * T-U-B-E Centrum * Alte Feuerwache Koeln Theater * Cuba-Cultur * MeX showroom * Kampnagel Centrum * Mime Centrum * Voxxx Theater * Dresden Theater. BÉLGICA: Monty Theatre * Dommelhof Centre * Bottleraij Theatre * Dam Kortrijk Theatre . SUIÇA: Centre pour l’image contemporaine FINLÂNDIA: Finnlandia Hall * Aula showroom. REINO UNIDO: AA-Architectural Association * Regent Studios * Digital Research Unit Huddersfield * Ultrasound Festival * The Spitz (Atlantic Waves Festival) * ICA - Institute of Contemporary Arts (xxxxx Festival) IRLANDA: Sonic Arts Research Center / Queen University (Sonorities Festival) JAPÃO: Aomori Contemporary Art Center. SERVIA: Videomedija Festival. FRANÇA: Novellum Festival * Seconde Nature. HOLANDA: Dodorama (Worm) * Duende artist initiative * STEIM * This Neck Of The Woods. AUSTRIA: Kunstraum Goethestrasse. Projectos actuais: "EMOTIONAL OBJECT ", 08 - ? Instalação interactiva/ jogo multiuser; co-criação com John Klima, Sofia Oliveira e Jared Hakney. Os visitantes interagem com uma mecano-escultura e uma composição musical mediante um interface digital, enquanto especulam sobre que emoção resultará de uma determinada acção, e que efeito terão as suas escolhas individuais sobre o colectivo. Centre pour l'Image Contemporaine, Vesion Beta Festival, Geneve, Switzerland, ‘08 ZDB, Lisboa, ‘09 (Financiamento: DGA/ Ministério da Cultura, Version Beta Festival) "WINDOW MATTER", 07 - ? Projecto-série que inclui o desenvolvimento do software 'audiographics', com John Klima. O espectro sonoro produzido por instrumentos analógicos conduz o movimento de câmaras virtuais por um mundo de ‘pintura 3D’, produzindo rastos gráficos e accionando sons pré-gravados, simultaneamente espacializados. Solo-performance no Festival Y, Moagem - Cidade do Engenho e das Artes,, Fundão, ‘09 Duo com J. Klima no CAM/ Fundação Calouste Gulbenkian (Festival Numero), Lisboa, Portugal, ‘08 "Fora da esfera" residência e performance-instalação: A. Sa e J. Klima com Toshio Kajiwara, O.blaat, Sei Miguel, Cesar Burago, Fala Mariam, Andre Gonçalves, David Maranha e Manuel Mota no Regueirão dos Anjos, Lisboa, Portugal, ‘08 "Dentro do tempo" performance-instalação: : A. Sa e J. Klima com Toshio Kajiwara, O.blaat, Sei Miguel, Cesar Burago, Fala Mariam, Andre Gonçalves, David Maranha e Manuel Mota no Seculo, Lisboa, Portugal, ‘08 Duo com J. Klima no Festival Bang, FBA-UL, Lisboa, Portugal, ‘08 Duo com J. Klima no Musicbox, Lisboa, Portugal, ‘08 Duo com J. Klima em ’15 anos Bolsa Ernesto de Sousa’, Espaço Avenida, Lisboa, 08 Duo com J. Klima integrado em ‘Knock on Woods’ por Yvette Poorter, Lg do Século, Lisboa, Portugal, 07 Duo com J. Klima no Festival Outfest, Bomba Suicida, Lisboa, Portugal, 07 (Financiamento: DGA/ Ministério da Cultura, Ouvê & Espaço Regueirão dos Anjos (Port), Sonic Arts Research Center (Queens University UK) & Calouste Gulbenkian Foundation UK (UK)) Projectos – série: MOMENTO EM MOVIMENTO, '06 Vida Ouvida, 3 semanas residência e 2 performances. O instrumento de luz Sonora actua mediante projectores de luz. O instrumento sem corpo ramifica-se em duas partes. Acrescenta-se cítara, sensores de rotação, percussão lumínica e sintetizador modular. LixoLuxo Póetico colabora a nível musical com instrumentos portáteis que constrói a partir de lixo urbano. Armazém do Hospital Miguel Bombarda, Lisboa, Portugal, ‘06 Meta(local)morfose, integrada na bienal Luzboa. Instalação urbana em colaboração com Hugo Barbosa. Uma ilha de mar no meio da cidade. 6 sensores de luz em movimento através de 12 colunas de som. Performance no ultimo dia adiciona cítaras, electronica e percurssão lumínica em colaboração com David Maranha (dobro), Manuel Mota (guitarra), Pedro Lourenço (intensidade de luz), Sei Miguel (pocket trompet) e Fala Mariam (trombone). Lg do Correio-Mor, Lisboa, Portugal, ‘06 Meta(local), performance com cítaras, electronicas and e percurssão lumínica. Colaboração com David Maranha (dobro), Manuel Mota (guitarra), Edgar Massul (intensidade de luz), Sei Miguel (pocket trompet) e Fala Mariam (trombone). 6 sensores de luz para processamento audio. Espaço, Lisboa, Portugal, ‘06 Retorno Elástico, 5 semanas de residencia para desenvolver uma instalação/ performance site-specific numa fábrica desactivada de seca do bacalhau; 2 performances. Colaboração com Lixoluxopóetico. Instrumentos criados a partir de estruturas e materiais encontrados in-loco; instrumento sem corpo, sensors de rotação + instrumento de luz Sonora interagem com mais 3 instrumentos cordofónicos de grande escala. Festival Circular, Vila do Conde, Portugal, ‘06 3x(meta)local vs. wet behind the ears, 2 semanas de residencia para desenvolver uma instalação sitespecific no This neck of the Woods; colaboração com Yvette Poorter. Cabana de jardim transforma-se num instrumento de memorias sonoras; instrumento sem corpo, sensors de pressão e rotação + instrumento de luz sonora trabalha com a colecção de desastres da Yvette (projeccção de slides). Rotterdam, The Netherlands, ‘06 (Financiamento e apoios: This Neck of the Woods (NL), IA - Instituto das Artes/ MC, Fundação Calouste Gulbenkian, Bienal Luzboa, Bazar do Video, Espaço, Festival Circular, Camara Municipal de Lisboa, Teatro Praga, Lugar Comum, Casa Pia, Teatro Municipal de Almada, Luzeiro (Portugal) “PORTABLELLAX”, 05 Esta série envolve uma colaboração de raiz com Hugo Barbosa no ‘instrumento de (video)luz sonora’. Rectângulos de côr movem-se horizontalmente de modo a afectar 3 sensores de luz, que determinam o processamento independente das fontes sonoras. Os cabos destes sensores encontram-se dentro de tubos metálicos colocados à frente da superfície de projecção (produzindo sombras correspondentes). O ‘instrumento sem corpo’ cede lugar à cítara preparada com sensores de pressão e rotação. Outras componentes instrumentais: vocals, ‘instrumento de percussão lumínica’, etc. PERFORMANCES: Portablellax # 2.5, performance no Festival Atlantic Waves, Londres, UK. A.S. + H.B. + Aki Onda (tapes e electronica) Portablellax # 1.9, performance na ZDB, Lisboa, Portugal. A.S. + H.B. Portablellax # 1.1, performance no Festival Herz Extend, Barcelos, Portugal. A.S. + H.B. (Financiamentos e apoio: Fundação Calouste Gulbenkian U.K., Associação Cultural ZOOM, ZDB) “METAPARALLAX”, 04 - 05 Relacionada com a performatividade do 'instrumento de luz sonora' na sua articulação com o ‘instrumento sem corpo’, esta série resulta e dá continuidade à anterior, “parallax”. Expansão implícita do complexo instrumental. PERFORMANCES–INSTALAÇÕES: Metaparallax # 6.2, residência, open studio, apresentação teórica e performance-instalação no ORT, NYC, EUA. Colaboração com Hugo Barbosa para capturas audio e video. 3 sensores de luz para video + 1 para luz natural,e 4 sensores de pressão programados para processamento de samples e geração/ modulação de frequências. Performance final começa com o pôr-do-sol (drones a desaparecer). Artistas convidados: H. Barbosa (videoluz sonora,, Port), Aki Onda (tapes e chaospad, Jap/ NY), Margarida Garcia (contrabaixo, Port), Barry Weisblat (prepared guitar eelectronics, NY), Aaron and Talibam (turntables e synth, NY). Metaparallax # 4.7, instalação-performance. Colaboração de raíz com Hugo Barbosa (video para instrumento de luz sonora). O Bairro Alto é condensado na sala de espectáculo: imagens de graffitties locais são projectadas sobre sensores, que afectam o processamento sonoro de soundscapes editadas a partir de captações in-loco. A performance final inclui ainda Toshio Kajiwara (lapsteel e electrónica, NYC), David Maranha (dobro e harmonio, Port), Manuel Mota (guitarra, Port), Ricardo Jacinto (baixo eléctrico, Port) e Nuno Torres (sax, Port). ZDB, Lisboa, Portugal Metaparallax # 3.9, instalação-performance em colaboração com Enrike Hurtado (guitarra e software). A guitarra de Enrike é processada mediante um software de interface gráfico cinético, por ele criado para o efeito. Os sensores de luz são afectados pela sua projecção, mas também pela sombra do meu corpo. Arteleku, S. Sebastian, Espanha Metaparallax # 3, performance em colaboração com Manuel Mota (guitarra), Ricardo Jacinto (baixo eléctrico) e Nuno Torres (sax), incuída no ciclo ‘música electrónica’, organizado pela ZDB. Orquestração semi-improvisada a partir de duos. ZDB, Lisboa, Portugal Metaparallax # 2.4, palavras (des)encarnadas, performance em colaboração com Margarida Mestre (voz), incuída no ciclo ‘palavras desencarnadas’, organizado pela Granular. Os samples associados aos sensores lumínicos resultam da fragmentação de alguns versos de Andrea Martha, lidos pela própria. Estes são processados e re-combinados de acordo com a incidência de sombras sobre os sensores, colocados por trás do ‘instrumento sem corpo’. O espectáculo corresponde a uma partitura que incorpora elementos de notação coreográfica, e decorre de uma adaptação do espectáculo anterior. Cem, Lisboa, Portugal Metaparallax # 2.2, pela sesta da condessa, performance em colaboração com Margarida Mestre (voz), incuída na festa de aniversário do Museu de Serralves. A voz é utilizada como um instrumento entre outros, fundindo-se com as sonoridades específicas da instrumentação parallax : instrumento de luz sonora, instrumento sem corpo, percussão lumínica, etc.. Casa de Srralves, Porto, Portugal Metaparallax # 1, instalação numa sala do Convento em Torres Vedras. Sensores colocados nas janelas determinam variações muito lentas na paisagem sonora. Uma teia de arames amplificados no espaço convida o público a tocar. Pode-se também jogar com as sombras mediante uma fonte de luz artificial, afectando a incidência lumínica sobre sensores colocados no interior, e portanto o corpotamento sonoro dos samples a eles associados. Performance final com Ricardo Jacinto. Festival Intermedia, Torres Vedras, Portugal. (Financiamento e apoios: IA – Instituto das Artes / MC, Festival Realidades Invisíveis, Museu de Serralves (Port), Arteleku (Espanha), O.R.T. (EUA), ZDB, Associação Granular, CEM (Port)) "DESVIO PARALLAX", '03 desafia as investigações parallax com o engajamento do conceito no âmbito de projectos colaborativos mais amplos, iniciados por outrém. Tende a questionar as fronteiras psico-físicas do 'instrumento de luz sonora'. RESIDÊNCIAS E PERFORMANCES: Capela cósmica - Parallax Deviation B, Capela do Covento da Saudação. Colaboração de raíz com Ricardo Jacinto (Port) no âmbito do 'Colina', uma residência com 21 artistas internacionais concebida por Rui Horta no sentido da criação de novas possibilidades de contaminação creativa. Uma instalação 'sagrada' combina a instrumentação da Adriana e os espelhos percurssivos do Ricardo – um espelho rectangular, gigante e pendular, e um espelho redondo, grande e suspenso horizontalmente. Há alguma fronteira conceptual relativamente aos modos de configuração visual do instrumento de luz sonora? Sete sensores funcionam com luz natural, luz artificial, movimento do corpo e manipulação directa. Um sensor adicional trabalha com uma video-projecção da lua. O arame amplificado, instrumento de corda esticado longitudinalmente pelo espaço, extende as suas qualidades em timbre, dinâmica e significado em diálogos diários com o baixo eléctrico do Ricardo. Performers convidados: Marija Stamenkovic (Esp/ Ser), Celine Bacque (Fra), Clara Andermat (Port). Monte-Mor-O-Novo, Portugal. Plano de Jogo - Parallax Deviation A, CAM – Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do "Capitals". Colaboração com Ricardo Jacinto, Beatriz Cantinho e Ligia Soares (iniciadora do projecto). Quatro trabalhos artísticos desconstroiem e reconstroiem as suas identidades individuais num todo. Até que ponto pode o instrumento de luz sonora ser desafiado na sua natureza omnipresente? Cinco sensores de luz para reagir à manipulação remota das fontes de luz, ao movimento corporal e à percurssão no espelho pendular do Ricardo. Calibração e colocação dos sensores com vista à contaminação recíproca, em termos de correspondência sensor/ fonte de luz operante. Lisboa, Portugal. (Organização e apoio: CAM- Centro de Arte Moderna / Gulbenkian, Centro Coreográfico Rui Horta) “PARALLAX”, 02 – 03 Relacionada com a performatividade do 'instrumento de luz sonora', esta série baseia-se na sua reformulação site-specific: condições arquitectónicas, movimento corporal e variações lumínicas são ingredientes na gama de possibilidades composicionais, que concebo como programa performativo. Este processo de trabalho enquadra também o nascimento e desenvolvimento do ‘instrumento sem corpo’, assim como a criação do ‘colar dinâmico’ (joalharia mecânico-instrumental) e do vestido de cena ‘inconsútil’. PERFORMANCES–INSTALAÇÕES (com residências de 2 – 12 semanas): Parallax # 3. 7, teatre musical duas performances consecutivas, uma a solo, a outra em colaboração. O ‘instrumento sem corpo’ inclui agora 3 pares de de arames amplificados esticados no espaço, e às ferramentas com que o toco foi acrescentado um arco de violino. De resto, o set-up permanece idêntico ao de ‘parallax #3’. Pierre Jodlowski e Pascal, co-organizadores do festival, juntam-se a mim com laptops na segunda performance. Festival Nouvellum, Toulouse, França Parallax # 3, Enlightening mills performance-instalação numa fábrica de texteis em pleno activo, desenvolvida com/ sobre materiais encontrados no local. Complexificação da relação entre as fontes de luz que afectam o som: contra-luz e refracção lumínica versus sombras em movimento. 2 sensores de luz estão colocados de modo a reagir aos meus movimentos enquanto toco o ‘instrumento sem corpo’; outros 2 sensores de luz correspondem à manipulação da intensidade lumínica de 2 projectores de luz. Sensores de toque e de rotação, ‘percurssão lumínica e vocals completam o set-up. A performance termina com um set colaborativo, com Olof Arnals (Iceland) ao violino. Kirkless Digital Research Unit + Ultrasound Festival, Huddersfield, Reino Unido Parallax # 2. 9, Elastic concert, performance e gravação DVD com sistema de espacialização sonora 6.1.. Extendendo o desenho de cabos suspensos, os arames amplificados esticados no espaço protagonizam o eixo coreográfico da performance ; toco-os com mãos, elásticos e cordas – o ‘instrumento sem corpo desenvolve-se na sua ligação técnica com o ‘colar dinâmico’ e o ‘vestido inconsútil’. Para controlar o processamento sonoro de samples pré-gravados, 2 sensores de luz (fontes de luz fixa), um de toque e um de rotação. Para beats, o ‘instrumento de percurssão luminica’. T-U-B-E, Muenchen, Alemanha Parallax # 2. 1, Lightpeaksoundscape, performance-instalação a 21 de Junho, Solestício de verão. Concepção e composição em colaboração com Toshio Kajiwara (N.Y.). Instalação arquitectónica em colaboração com Babeth Coutant (Fra/ Port). Há uma partitura gráfica e mais três performers; David Mranha, Manuel Mota e Margarida Mestre (Port). O Sol é o primeiro músico: até a luz exterior se desvanecer, a paisagem sonora é controlada de modo dominante por dois sensores de luz, que transpoem sonicamente o decay do dia mais longo do ano. A música desloca-se então, fluidamente, por diálogos e raga. No interior, há mais quatro sensores colocados de modo a captar as variações lumínicas de projectores vermelhos controlados com dimmers. O corpo é uma fonte de jogo na manipulação tecnológica. Lugar Comum, Barcarena, Portugal. Parallax # 2.0.1, # 2.0.2, e #2.0.3, versões portáteis com partitura variável, performance-instalações que se baseiam em interpretações múltiplas de uma mesma partitura gráfica. Seis sensores determinam a paisagem sonora de acordo com a manipulação de fontes de luz artificial e o movimento do corpo. O material sonoro de base é produzido em estúdio, e depois importado e adaptado a cada situação específica. Margarida Mestre (Port) co-interpreta as duas primeiras performances. ZDB, Lisboa, Portugal, IFI Festival, Pontevedra, Espanha, Videomedija, Novi Sad, Servia. Parallax # 1, Lightlandsoundscape, espaço instrumental, instalação sonora-lumínica-espacialperformativa no ACAC – Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão. Oito sensores determinam a paisagem sonora de acordo com as variações da luz natural e a manipulação de luz artificial. A instalação convida para diferentes tipos de fruição, consoante as condições metereológicas e a altura do dia; à noite permite inter-acção musical. Também inclui um studio set-up para improvisações colaborativas, que implicam o uso de instrumentação adicional. Artistas convidados (oito performances públicas): Yvette Poorter (Can), Emiko Susuki (Jap), Shii Key (Jap), Soichi Fukushi (Jap), Miho Hirota (Jap), Niran Baibulat (Fin). (Financiamento e apoios: ACAC– Aomori Contemporary Art Center (Japão), Metronom – Electronic Arts Studio (Espanha); IAC – Instituto de Arte Contemporânea / MC, Fundação Oriente, IPAE – Instituto Português das Artes do Espectáculo/ MC, Lugar Comum, CNC- Centro Nacional de Cultura, ZDB (Port), The Kirkless Media Center Huddersfield (U.K.), T-U-B-E (Alemanha), S.A.M. – Structure d’Action Musicale (Fr)) "THIS IS JUST TO DO", '00 – '02 é um projecto intermedia concebido por Adriana e a dançarina/ coreógrafa Isabelle Schad. Foca-se nos processos criativos dos artistas participantes em cada circunstâncias site-specific. O projecto desenvolve-se em residências e performances internacionais e colectivas, que exploram os 'entre-territórios' do viver através de som, video e performance. Sob constelações diversas, os participantes são desafiados a atravessar 'fronteiras' disciplinares. NÚCLEO DURO: Toshio Kajiwara (US/Jap), Erin McGonigle (US), Ella Raidel (Aus/Ger), Ludger Lamers (Ger/Port), Alexandra Bachzetsis (Swz/Gre), Isabelle Schad (Ger) e Adriana Sa. CO-CREAÇÃO: David Linton (US), Benton Bainbridge (US), Jochen Roller (Ger), Melissa Lockwood (US) and Nuno Bizarro (Por). ARTISTAS CONVIDADOS: Claudia Soares (Ger/Port), Cristina Moura (Bra), Emidio Buchinho (Por), Hugo Barbosa (Port), Manuel Mota (Port), Marco Franco (Port), Margarida Garcia (Port), Matilde L. (Fr/Port), Nuno Guimarães (Port) and Sofia Gonçalves (Port). PERFORMANCES: Part 3 stage 3, c/ Alexandra Bachzetsis, Ella Raidel, Erin McGonigle, Ludger Lamers, Toshio Kajiwara. Bottleraij Theatre, Bruxelas, e Dam Kortrijk, Kortrijk, Belgica. Part 3 stage 2, c/ Emidio Buchinho, Hugo Barbosa, Marco Franco, Margarida Garcia, Manuel Mota, Matilde Lapochelle, Nuno Olim, Sofia Gonçalves. Galeria ZDB, Lisboa. Part 3 Stage 1, c/ Alexandra Bachzetsis, Ella Raidel, Ludger Lamers,Toshio Kajiwara. Fundação Calouste Gulbenkian e Lugar Comum – centro de experimentação artística, Lisboa. Part 2, c/ Alexandra Bachzetsis, Ella Raidel, Erin Mcgonigle,Toshio Kajiwara. Belgica: Dommelhof.- Center for artistic residencies and performances, Neerpelt, e Monty Theatre, Antuérpia; Alemanha: Dock11, Berlim, e Voxxx Theatre, Chemnitz. Part 1 Stage 4, c/ Alexandra Bachzetsis, Benton Bainbridge, David Linton, Erin Mcgonigle, Ludger Lamers, Melissa Lockwood,Toshio Kajiwara. O.R.T. – Organizing the Reallocation of Technology, NYC, EUA. Part 1 Stage 3, c/ Ella Raidel e Jochen Roller. Mime Centrum, Berlin, Alemanha. This Is Just To Make / 1, apenas Isabelle + Adriana. Kleine Scene, Dresden, Alemanha. This Is Just To Make / 2, c/ Alexandra Bachzetsis e Rastermusik. VOXXX Theatre, Chemnitz, Alemanha. Part 1 Stage 2, c/ Alexandra Bachzetsis, Cristina Moura, Nuno Bizarro, Toshio Kajiwara. Kampnagel – Center for performing arts, Hamburg, Alemanha. Part 1 Stage 1, c/ Erin Macgonigle, Ella Raidel, Alexandra Bachzetsis. Lugar Comum, Barcarena. RESIDÊNCIAS COLECTIVAS: (2 semanas-3 meses) 5 a 12 artistas, sob constelações diversas: Alemanha: Kampnagel, '00, Mime Centrum, '00 EUA: O.R.T.- Organizing the Re-allocation of Technology, '00 e '01 Belgica:: CC Dommelhof, '01, Monty Theatre, '01, Dam Kortrijk, '02 Portugal: Lugar Comum, '00, CAM-Fundação Calouste Gulbenkian, '01, ZDB, '01 (Co-produções e apoios financeiros: European CoDaCo Fund (Comunidade Europeia); Produtora Ultima Vez, Teatro Monty, CC Dommelhof, Festival Dans Kotrijk, Teatro Bottleraij (Belgica); Lugar Comum, CAM – Centro de Arte Moderna/ Gulbenkian, IPAE – Instituto Português das Artes do Espectáculo/ MC, FLADFundação Luso-Americana (Port); Mime Centrum, Kampnagel, Dock 11, Kulturamt Prenzlauerberg, VOXXX Theatre, TANZherbst Dresden (Alemanha); ORT (EUA)) "INTERCHANGE FORMATS", '99 é uma série de eventos intermedia desenvolvidos a partir do convite a artistas internacionais e locais, que trabalham em som, video, movimento, etc. Os artistas reunem-se sob diversas constelações de grupo para improvisar nas condições muito específicas do lugar do evento. PERFORMANCES-INSTALAÇÕES: "Interchange Format_sound testings", 10 dias a viver/ performar num laboratório / galeria de arte, no âmbito do projecto "don't say maybe". Colaboração com Heimo Lattner, Erin Macgonigle e Ella Reidel, entre outros. Kunstraum Goethestrasse, Linz, Austria. "Interchange Format 3, 16...", no estúdio de adriana's no Duende – Artist Intitiative. Colaboração com Roel Meelkop, Gert Rietveld e Babak Afrassiabi, Rotterdão, Holanda. "Interchange Format 3", na Agencia 117. Colaboração com Erin Macgonigle, Manuel Mota, Margarida Garcia, Ludger Lamers e Isabelle Schad, Lisboa. "Interchange Format 2", no W.I.P. - Work in Progress Colaboração com Susie Jean Jae, Ludger Lamers, Isabelle Schad e Hugo Barbosa, Lisboa. "Interchange Format 1", na ZDB. Colaboração com Heimo Lattner, David Maranha e Nuno Olim, Lisboa. Apoios financeiros: IAC-Instituto de Arte Contemporânea/ MC (Port), CBK-Fine Arts Center Rotterdam (The Netherlands) "LABORATÓRIOS DE SENSAÇÕES/ SENSATIONS LABORATORIES", '98-‘99. é uma série de performances solo, em ambientes de imersão sonora e lumínica. Condensação, saturação de estímulos e jogos psico-físicos. PERFORMANCES + ...: "Sensations Laboratory 3", performance-instalação na EIF - Experimental Intermedia Foundation NY, incluida no Ninth Annual Festival With No Fancy Name, Part Two, N.Y.C, EUA "Sensations Laboratory 2a", performance-conferência na Weslayan University, Weslayan, EUA. "Laboratório de Sensações 2", performance sobre a competição entre estímulos sensoriais e intelectuais na Galeria ZDB, Lisboa. "Laboratório de Sensações 1", primeiro trabalho a envolver processamento de som, estroboscópio e performance. FBA – UL, Lisboa Financiamento e apoios: Fundação Calouste Gulbenkian, FLAD- Fundação Luso-Americana, Insituto Camões, IAC-Instituto de Arte Contemporânea/ MC, ZDB (Portugal), Experimental Intermedia Fundation NY (USA) Listagem de performances e instalações com apresentação única (selecção) • • • • • • • • • • • performance com Behrard Gal and Carlos Santos no Século, Lisboa, 08 performance no Festival Rescaldo Lisboa, 08 "Tela", co-criação de performance apresentada na Culturgest, Festival 'Temp d'Images" Lisboa, 08 solo-performance em O Século, Lisboa, Portugal, 07 performance com Nuno Rebelo no Creative Sources Festival, Galeria Monumental, Lisboa, 07 "THRESHOLDS", instalação no NIME – New interfaces for musical expression, Eyebeam, NYC, USA, 07 "i'll be dickson dee and me", solo-performance na ZDB , Lisboa, Portugal, 07 performance com Jez Riley, André Gonçalves, Ernesto Rodrigues, Nuno Leão, Peter Bastian, Ricardo Jacinto, Nuno Torres, e.u., Bomba Suicida, Lisboa, Portugal '07 performances com a Variable Geometry Orchestra: Teatro D. Maria, Bomba Suicida, Trein Azul, ZDB, Outfest Festival, Casa da Música, e. o., Portugal '07 performance com Noid e O.blaat, ZDB, Lisboa, Portugal, ‘06 performance no SonicScope Festival, Phonoteca, Lisboa, Portugal, ‘06 performance com Vitor Rua no Cefalópede, Lisboa, Potugal , '06 “Der Gelbe Klang“. performance com Miguel Cabral, António Jorge e Jorge Serigado, Museu do Chiado, Lisboa, ‘06 solo- performance no Sonorities Festival, Sonic Arts Research Center (Queens University), Belfast, Irlanda, ’06 performance com Toshio Kajiwara no Festival xxxxx, ICA-Institute of Contemporary Arts, Londres, UK, ‘06 performances com “Sei Miguel Atmos Crew“, ZDB, e Left , Lisboa ‘06 "Retrato de um amigo enquanto falo - palavras desencarnadas II", performance com Ricardo Jacinto, Margarida Mestre e Nuno Torres na Abril em Maio, Lisboa '05 performance c/ Enrike Hurtado, Xabi, Matin e TV Pow na eGallery, Bilbao, Espanha, 04 "variações elásticas", performance com Ricardo Jacinto na Casa dos Dias d’Agua, Lisboa '04 "pulso elástico -elastic pulse", performance com Ricardo Jacinto na ZDB, Lisboa '04 "elasticinfinite", performance com Ricardo Jacinto, Andrea Martha’s, Lisboa '03 "Duosurprise" performance de abertura do Festival LEM, Caixa Forum, Barcelona, Espanha '02 performance com Margarida Mestre na ZDB, Lisboa '02 "vibraconcert", performance no Aula, Helsinki, Finlândia '02 performance nos Regent Studios, Londres, UK '01 "No Fado Tour ", tournée de premiados com da Bolsa Ernesto de Sousa organizada por Jens Brand, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e das organizações alemãs envolvidas: MeX , T-U-B-E , CubaCultur, Peripherie, Alte Feuerwache Muenchen. Alemanha '01 "Live @ subtonic ", série de improvisações colaborativas no SubTonic – phonomena audio arts and multiples, NYC, EUA '01 "Volume, Bed of Sound": participação na exposição sobre História da sound art curatoriada por Elliot Sharp, no PS1 – Contemporary Art Center, NYC, EUA '01 "The Living Sound System vs. The Planet of Vampires": performance com David Linton, Benton Bainbridge, Christina Wheeler e Erinn Macgonigle no Tonic, NYC, EUA '01 "Unity Gain", evento colectivo no Gallapagos, Williamsburg, EUA '01. "Cradle Rocking in Quicksand": composição sonora ao vivo para AMDaT, Joyce SoHo Theatre, NYC. EUA '01 "A vida continua": concerto-homenagem a Luis Sá, com David Maranha, Manuel Mota, Margarida Garcia e Ulrich Krieger, Galeria ZDB, apoio Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa '99 "Solo X Format": performance no Dodorama – Center for Experimental Music, Rotterdão, Holanda '99 "Onde está?", instalação espacial e sonora na SNBA- Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa '98 “Sate.lits obscenes”, performance com Marce.li Antunez Rocca, Festival Atlântico, Lisboa, ‘97 Programas de residência artística (além dos projectos-residência já mencionados) Reino Unido: Residência e performances no Media Centre em Huddersfield (3 meses), financiado pela instituição, '03 Japão: Residência, performances, conferências e workshops no Aomori Contemporary Art Center (10 semanas), em Aomori. Financiado pela instituição e pela cidade, com um apoio complementar da Fundação Oriente (Portugal). '02 Espanha: Residência no Metronom – electronic arts studio (2 semanas), em Barcelona, para a criação de um instrumento de luz-som (que envolve sensores, I-cube e Lisa software), com a assistência de Bert Bongers (director do estúdio). Apoio do IAC– Instituto de Arte Contemporânea (Portugal) e do Metronom. '02 Portugal vs. EUA: Residências contíguas e múltiplas performances inseridas no projecto "Prácticas de colaboração artística" (4 semanas em Port., 12 nos EUA), com apoios da Fundação Calouste Gulbenkian, FLAD-Fundação Luso-Americana, Instituto Camões, IAC – Instituto de Arte Contemporânea (Port), e O.R.T. – Organizing the Reallocation of Technology. (EUA), '00. EUA: "Bolsa Ernesto de Sousa" (8 semanas), co-financiada pela Fundação Calouste Gulbenkian, FLADFundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (Port). Residências e performances na EIFExperimental Intermedia Foundation NYC com Phill Niblock, na Wesleyan University com Ron Kuivila e no Rensslayer Polytechnic Institute com Curtis Bahn. '99 Holanda: Residência e performances-instalações na Duende Artist Initiative (12 semanas), em Rotterdam, com os apoios do CBK-Fine Arts Center (Netherlands) e do IAC- Instituto de Arte Contemporânea. '99. Holanda: Residência no S.T.E.I.M. (2 semanas) para orientação de projecto e familiarização com o software Lisa vs.2. Apoio do IAC- Instituto de Arte Contemporânea (Port). '99 Workshops administrados, conferências e júri (selecção): Palestra no âmbito do Projecto Terraz, como Programa de Cooperação Europeia, Seconde Nature, Aixen-Provence, França ‘09 Conferencia sobre "novos interfaces para performance" no Festival UM Lisboa, '08, Lisboa, Workshop "audiographics" (3 dias) com John Klima na ESAD – Escola Superior de Arte e Design, '08, Caldas da Rainha, Portugal Workshop "universo sonoro" (3 dias) FEUP – Faculdade de Engenharia do Porto '07, Porto, Portugal Conferencia sobre o projecto “limiar” para a plataforma Upgrade! Galeria Lisboa 20, Lisboa, ‘07 Palestra no xxxxx Festival, Londres, Uk, ‘06 Conferencia + workshop na Universidade Lusíada, ‘06 Workshop "sonoridades" (3 dias) para projecto teatral ‘Olhares Femeninos ‘, '05, Lisboa, Portugal Workshop "beyond itself" (3 dias), colaboração c/ TV Pow, Artelecu, '04, S. Sebastian, Espanha “O instrumento de luz Sonora”, palestra no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto, ‘07 júri Prémio MAPA, Festival Digital Media, FEUP – Faculdade de Engenharia do Porto '07, Porto, Portugal júri “Visiting Arts U.K./ China Exchange Residency Program”, Londres, UK, ‘03 júri “Bolsa Ernesto de Sousa”, Portugal/ USA ‘05 júri “Jovens Criadores”, secção New Media, Portugal, ´06 Workshop "lightpeaksoundscape" (3 dias), Lugar Comum, '03, Barcarena, Lisboa. Conferências e workshops "inside-outside-inside", no ACAC-Aomori Contemporary Art Center, '02, Aomori, Japão Conferência "Reconciling Extremes", do-group meeting, '02, Helsinki, Finlândia Workshop "In-between poles" (15 dias), no CEM – Centro em Movimento, '02, Lisboa Workshop "The immaterial space of desire: Threshold" (3 sem.) integrado no curso de pós-graduação "Emergent Technologies" na AA – Architectural Association, '01, London, R.U. Conferência no âmbito do seminário "d-fusion: fusion and diffusion in contemporary urban fabric", '01, Finalandia Hall, Helsinki, Finlândia Conferência "Life-work fluidity" na AA - Architectural Association, '01, London, R.U. Workshop "Borderless Territories" (15 dias), '00, Galeria ZDB, Lisboa. Organização de encontros e festivais internacionais (selecção): Concepção e programação dos "Intermedia Meetings", Lugar Comum, '01, Barcarena. Concepção e programação e produção dos "Encontros sobre educação e formação artística", uma iniciativa do CPAI na Fundação Calouste Gulbenkian, '99, Lisboa. Produção Executiva no "Festival Atlantico 97 – Corpo, Arte e Tecnologia", com a ZDB, '97, Lisboa. Publicações relevantes e TV "Adriana Sá: a electrónica no femenino", documentário no programa Atmosferas, Sic Radical, ‘04 "To build meanings upon Differences", ensaio inserido no livro “The Space of Extremes / do-group”, Fevereiro '02, ed. Birger Sevaldson & Michael Hensel, AHO – Oslo School of Architecture "Rec: Adriana Sa (1)", in SóMusica, Março '00, Portugal "Rec: Adriana Sa (2)", no livro Phonomaton – As Novas músicas do Século XXI”, de Rui Eduardo Paes, Huggin Editores, Lisboa, ‘01 Edições audio (selecção): na compilação de gravações ao vivo ‘variable geometry orchestra’, Creative Sources Recordings, Lisboa, Portugal, 07 numa compilação DVD (5.2) com 7 artistas que tocaram no T-U-B-E, Muenchen, Alemanha na compilação “Atlantic Waves”, Calouste Gulbenkian, UK, ‘05 na compilação produzida por Elliot Sharp: “State of the Union”, EMF, '00 na compilação produzida por Elliot Sharp: “Volume: Bed of Sound”, PS1, MoMa, USA, '01 Rádio e netlabels: MusaLusa (UK), Rádio WNE (Fr), Má Fama (Port), Rádio FSK (Alem), Enough Records (Port), etc etc Selecção de CD-R's: “Sensations Laboratories”, solo, ‘98. "POD", solo, '99. "audiomemories", compilação a partir de improvisações colaborativas pela Europa e em NYC, '99. “homenagem a Luis Sa”, edição de uma improvisação colaborativa como homenagem ao meu pai., ’00. "TIJTD", edições a partir de gravações no âmbito das residências "This Is Just To Do", '01 - '02. "hyphen", edits a solo, '01. "elastic variations", edits de performances ao vivo, '04. "butterfly effect heroes do not fear the hope", faixas a solo e em colaboração, '05. “windowmatter”, solo, ‘09