M.·
ANO VI
140
REDACÇÃO EADMINISTRAÇÃO
MONTE ESTORIL
TELEFONE
282
~
CONDiÇÕES DE ASSINATURA
Composto e Impresso . nas
Por trimestre (12 nu-
OFICINAS FERNANDES
meros· ... " .. 7$00
Propriedade da Empreza de Publicidade Estoril Gráfica (em organisação)
III
o
,
uma hora de feliz inspiração, o «Diário de Noticias» agitou a idéia
do 1.0 Congresso Nacional de Turismo,estalldo já constituida uma comissão organisadora, à qual preside o Senhor Presidente da República.
O problema do Turismo em Portugal tomou ultimamente uma
tal acuIdade, que s6 numa assembléia da importância da 'que vai
realisar-se no pl'6ximo dia 15 de Setembro, êle pode ser posto e desenvolvido com a urgência que se impõe, sob pena de o País perder a
sua mais valiosa e prometedora indústria.
Tem-se protelado demasiadamente a elaboração de certas medidas, unicamente pela falta de coragenÍ e muitas vezes de competência
dos organismos a quem até agora cabia a função de coordenar os
elementos necessários para que o Poder Central tivesse encarado o
assunto com mais fineza e interêsse. Se não fôra a acção, energia e
espírito de saCl·ificio de algumas entidades particulares, as quais na
maioria das vezes são ainda tratadas C0m ingratidão e hostilidade,
nada . existia entre n6s que merecesse lisongeira referência.
Mas isto não pode protelar-se indefinidamente, e por isso estamos
certos de que do futuro congresso hão-de sair as bases para uma nova
lei de turismo equilibrada e conforme as circunst.âncias exigem.
Os trabalhos dessa magna Assembléia, onde a ret6rica tem de ceder o
lugar à, competência, vão ser tomados na devida consideração pelos
Poderes Públicos, até agora quási divorciados de tão magno e momentoso problema, especialmente pela falta de dados estatísticos que os
tivessem levado ao convencimento da sua formidável riqueza.
A Uomlssào organisadora tio Uongresso e as entHlades a quem
tem sido confiado o estudo das principais teses, dão-nos quási a consoladora certeza de que não será improfíquo o esfôrço que vai dispender-se. porque estão nisso o progresso e o prestígio da Nação.
E' urgente a execução de certos melhoramentos nas principais
zonas de turismo, não esquecendo que o estrangeiro já percol'l'e Portugal do norte ao sul, nem sempre encontrando o mfnimo de comodidades e confôrto nas instalações. A construção de hoteis e pensões vai
ser, decerto, um do objectos de mais cuidado estudo a que tem de
dedicar-se o Oongresso, porque sem isso não temos o direito de intensificar mais a propaganda.
O que aconteceu há dois anos no inverno e primavera com o
Estoril e a Praia da Rocha, onde faltaram alojamentos para os inúmeros estrangeiros que pretenderam vir passar essas épocas, e o que êste
ano observámos com os nossos visinhos espanhóis, esgotando a lotação
das principais estâncias balneárias, além das numerosas casas que
arrendaram~ dão justos motivos à nossa insistência sobre êste momentoso assunto, sôbre o qual temos procurado há muito tempo atrair
e fixar as atenções do Govêl'no.
Tomemos como ex.e,m'plo o que se vem passando na primeira
zona de turismo, onde, graças mormente à iniciativa particular, nos
dá ainda por vezes n. impressão de que s6 agora começámos a ensaiar
os primeiros passos na exploração da indtí.stria do turismo.
Embora todos os anos abram novas pensões e hoteis, constatamos que se está muito longe de prover às exigências de uma afluência regular, donde fàcilmente se conclue que o capital empregado e a
empl'egar em novos edifícios e desenvolvimento da urbanização em
certas zonas, tem compensações remuneradoras e de sólida garantia.
A-pesar-das campanhas tendenciosas e especulativas que apareceram na visinha Espanha, estão na Costa do Sol cêrca de dois mil
espanh6is, além de muitos milhares que se encontram disseminados
por outras estancias portuguesas, o que deve ser motivo bastante para
animar os Podel'es Públicos a integrarem-se com decisão no ingente
problema do turismo, tão flagrante de oportunidade e urgência.
Recebemos, pois, com júbilo a iniciativa da realização do 1.0 Congresso Nacional de Turismo, e aguardamos confiadamente os enormes
benefícios que o País há-de recolher dos seus trabalhos, os quais
vão ser necessáriamente orientados pelo maior fervor patri6tico.
Assim será.
I
nosso espírito de hospitalidade
leva-noe: . . praticar excessos de gentileza, de que cedo ou tarde vimos a
arrepender-nos.
A Sociedade Propaganda da Costa
do Sol e a Estoril Plage primaram
sem pre em bem rece ber visitantes e
convidados, e por issà não é de estranhar que às vezes sejam colhidas de
surpreza pela insólita atitude de certas
aves de arribação, admirando-nos de
que não tenham sido arranhadas com
mais freqüência.
O assalto premeditado que um tal
D. Eduardo ' Bermudez Reyna, aliás
descendente de famílias ilustres de
Espanha, tentou pôr em prática contra
a Estoril Plage, confirma plenamente
as nossas asserções.
Esse figurante apareceu no Estoril
em Setembro de 1932 em companhia
de alguns deputados espanhóis, como
presidente do Turing Club de Espanha,
que passado pouco tempo deu a alma
ao creador ...
Tôda a gente recebeu êsses senhores com a costumada fidalguia, tanto
mais que se diziam representantes oficiais do Turismo Espanhol, notando-se
desde logo uma certa atividade do senhor Reyna, o homem geralmente indicado para falar sô bre os fins da tal
embaixada, e de quem colhemos algumas impressões, na melhor boa fé e
int~nção.
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alguns jornais de Lisboa publicavam
telegramas de Espanha, pelos quais
constatavamos que essas viagens de
Reyna e. alguns deputados a Portugal
não ~tinham carácter oficial, não passando por' isso de mero pretexto para
umas passeatas, jantaradas e não sabemos que mais, à custa da Empreza
do Estoril e de outras entidades.
A seguir e por coincidência aparece-nos mais uma visita do sr. Reyna,
desta vez acompanhando um grupo de
«misses» apresentadas por Maur~ce De
Waleífe, impedindo-nos o muito amor
ao nosso torrão de desancarmos êsses
figurantes de opereta barata pela ousadia de nos impingirem como boa, uma
mercadoria quási tôda contratada nos
cabarets de Paris.
As figuras ridiculas que êsse comediante e mais alguns «chicos» fizeram
durante o tempo que aqui se conservaram, radicaram em nosso espírito a
certeza de que D. Eduardo Bermudez
Reyna não passava de um aventureiro.
O que se passou no Palácio de Monserrate quando as tais «misses» ali
foram de visita, e as grosserias para
com o proprietário daquela jóia nacional, serviram para em definitivo ajuizarmos do estôfo moral do sr. Reyna.
Nada nos espantou, por isso, a sua
atitude vara com a Sociedade Propaganda da Cost<l; do Sol e a Estoril-Plage,
e muito menos a campanha difamatória
contra a Costa do Sol, porque tais processos são os geralmente usados por
homens sem dignidade e sem escrúpulos, e êsses não podem prejudicar-nos,
como bem dizia há dias um espanhol
com quem conversámos sôbre o caso.
No se molesten ustedes, porque ese
hombre ya quiso vender la casa de su
madre .. .
Ora aí está a verdadeira auto-biografia do sr. Reyna, e o mais que nos vai
dizer a Justiça de Espanha.
ANUNCIOS
Não se devolvem os originais
Pnços convencionais
embora não sejam publicados
•
Um ano mais
de Caricaturas Arnaldo ~essano
Está á "enda na Tabacaria do Parque Estoril
e no Pavilhão-Foto· Estoril junto á Estação
do Caminho de Ferro.
Também se satisfazem quaisquer pedidos
na redacção do jornal «O Estoril> - Largo
das Palmeiras _. Monte Estoril.
III
Com êste número entra «o EstorIl»
no seu 6. 0 ano de luta. São 140 númer s onde se crmsumin muitR energia e se empregaram alguns sacrificios,
ninguem nos podendo atribuir outros
propósitos que não seja o interesse com
que sempre nos devotámos a defesa do
bem público, muito especialmente em
prol do progresso e engrandecimento
do concelho de Cascais, além da propaganda no país e no estrangeiro do
turismo portuguez.
Nomes ilustres nas letras e no jornalismo teem honrado as colunas de «O
Estori!», aos quais enviamos neste momento as nossas saudações, recordando
com bem sentida comoção os nomes
dos que já tombaram para sempre:
Raposo d'Oliveira, JOSé Boavida Portugal, JOSé Taínha, António Alves, filho,
e Dr. Feliciano Santos.
A todos os que agitam a sua pena
em defesa da humanidade sofredora,
aos trabalhadores da pequena e grande
imprensa que põem a sua inteligencia
ao serviço de nobres ideais, protestamos-lhes a nossa solidariedade.
Para os nossos anunciantes, assinantes, leitores e amigos, e tambem inimigos, enviamos os nossos melhores cumprimentos, com os votos de muitas
pros peridades.
Bem compreendemos que «O Estoril» não tem saído com a regularidade
que nós desejávamos manter, mas nem
sempre a nossa, vontade tem c0!lsegui.do
V\...UI.-l.,
\... e l
tét::.
Ulu \.. U.luauc::. c
II
ULJ~I.d.L.WV~
que se nos deparam.
Não tencionávamos que o nosso jornal reaparecesse tão Cêdo, mas tivémos
que ceder às instâncias de amigos devotados, que em «O Estoril» vêem sem-pre um extrénud defensor dos legítimos
interesses da Costa do Sol e dos seus
habitantes.
Fortalecidos, portanto, com estas provas de confiança, vamos prosseguir no
caminho que sempre trilhámos, ciosos
dos nossos direitos e clara noção dos
nossos deveres.
Sfos Ex.mos Veraneantes e .Y3anhistas da linha de eascais agradecemos quaisquer correspondências das praias e localidades onde
se lencontrem, fotografias e outra
colaboração de interêsse para o
jornal, incluindo notícias pessoais,
aniversários, etc.
o
nosso jornal
Sairá todos os domingos «O Estoril»,
que é distribuído gratuitamente nas
praias da Costa do Sol, vendendo-se
depois nos seguintes locais:
Estoril- Tabacaria do Parque, e no
Pavilhão Foto-Estoril, junto à estação
do Caminho de Ferro.
Em Cascais - no Quiosque à $aida da
Estação e na Tabacaria Esmeralda.
Em todos êstes estabelecimentos se
recebem assinaturas por 6 números
para o resto da época de verão, ou pelo
tempo que desejarem.
Ás 5 horas Chá
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LISBOA - Telel. 27784
Os artigos nâo assinados são da responsabilidade do director do jornal
Director e Editor - ANTONIO AlVES
Congresso 'Nacional de Turismo Aves raras ...
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Rua ' da Cruz dOI FOlai3. 103
TELEFON E
Avenida da República, 15
4 6340
--
LISBOA
Este número foi visado
pela Comissão de Censura
III
Pá g .
o
2
Estoril Palácio Hotel
Don Casimiro Gomez Cobas, Mr. & Mrs.
Sherriff, Mr. Henry Gerson, Don Manuel Pacheco, Viuva de Cej uelo, D. Margarida Lopez,
Mr. Paul Hammann, Sr. Magno Rodrigues, Mr.
& Mrs. Maurer, Dr. Humberto Fernandes, Madame de Souza Lara, Don Juan Barea, Don
Gabriel Ullastes, Don Dionisio Tejero, Madame
Judice Fialho, Duque de Seo e Urgel, Madame Celeste de Oliveira, Don J uan Paredes, Mr. Lutwak Henrich, Don Migue l Higuero,
Mrs. Louisa Huddart, Viuva de Taberné, Don
Fernan do Ledesma, Don Emilio Villanelo,
Dr. & Mr. Reuton, Don Eduardo Orti, Mr. Cripps & Miss Lambert, Mlle. Karo!ina Probstova,
Duque de Frias & Conde d'Haro, Don Rodriguez Acossa, Sr. Guilherme Cardim, Dona Berriz Acosta, Sr. Souza Lara, Dr. Ruy Gomez de
Carvalho, Mr. & Mrs. Hartland Swann, Mr. &
Mrs. Nithsdale, Mr. Frederic Jenny, Viuva de
Medrano, Mr. & Mrs. Felix Salomon, Dr. Cân. dido da ~Iotta, Don Frederico Amutio, Don
Mateo Moreno, Sr. António Torres, Don Fernandez A1cacilla, Don Arturo Damas, Dr. Sabino Pereira, Mr. Charles B lackb urne, Mr. W.
F. Smith, Mrs. Madeleide Maas, Dr. Leite Duarte, 11r. & Mrs. Goldschmido, ministro Mário
de Nascimento, Don Patricio Zammit, Don Rafael Gay, Conde Corbul, ~[r. Purcell Sullivan,
Dr. & ~1rs. O. Loughinn, Don JOSé Montes Razo, MI'. & Mrs. PowelI, Sr. JOSé Gudesde Souza,
Dona Maria Navarro, Mr. Marcel Grumiaux,
Sr. João Rocha Leão, Mr. & Mrs. Rosenzweig,
Viscondessa de Penha Parda, Marquês de RafaI,
Mlle. Adelaide Limé'. Cruz, Mr. & Mrs. Brewster, l\1IIe. Rutte de Moura, Dr. Jaime Saraiva
Lima, D. Irene de Vasconcelos, Mr. & Mrs.
Haslan, Don Vicente Alvarez, Sr. Tomas Alcaide, l\lr. & Mrs. J an Lasdins, Madame Ester
Seruya, Mr. Kolbe & Mr. Kuhn, 1\1r. & Mrs.
Harper, Mrs. & Miss Clau, 1\1r. & Mrs. Jean Garnier, l\lr. & 1\1rs. Norris, Mr. Charles Opponhein, l\Jrs. Igleton & Mrs. Stahops, Dona Maria Gonzal, 1I1t-. \V. '\'honther, Viuva deI Olmo,
Madame Abecassis, Dona Angela Huesca, Don
Eduardo Gamir, Conde de Rojas, Mlle. Mateus
dos Santos, Don JOSé Perez, Mr. & Mrs. Dieselhorst, Don Henrique Albala, Don Tomas Alfonso, Sr. JOSé de Menezes, Don Buenaventura S. Simon, Sr. JOSé Serrano, Don António
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Vicente Ortiz Angulo, Manuela Fernandez,
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Frederico Raposo de Oliveira e Esposa, Don
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Bernardo de La L.a tra Roja, Dr. Agapito Artigues Senhora, D. Maria Teresa Machado, Dr.
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Madame, Dr. ' Frederic Husson, Don Manuel
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Meuno Raso, Dr. J oão Garcia Nunes Mexia e
Esposa, Sr. Bernardino Félis de Mira, Esposa e
Filha, Sr. J osé Ferna ndes Soares!,. D. Mercedes
Santa Olalla Herraiz, Sei'íorita J osefina M. de
Aramb urn, Senorita Luisa de A'l'amburn, Sei'íorita Matilde Martinez Villassante, Don JOSé
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Torres, J osefa Zurita Lopez, Mr. Thomas N.
Lamb e esposa, Sr. J. Castelo Lopes e famllia,
Marquez Sales (A. Rosal Rico), D. Luisa Granda y Torres, Madame Lucie Chabay, D. Regino
Mui'íoz Garcia, D. Margarita G. Mondragon, D.
Maria Tereza Cano Gonzalez, D. German Puebla d'Oliveira, D. Feliza Agudo Gutierrez, D.
Julia Abril Ochoa, D. M." Tereza Vargas Machuca Arcos, Mr. Archibald Mc Kenna, Consul
JOSé Maria Marin, Miss Brandon, Sr. Mário
Parpagnoli, D. Josefa Rosich Jané, Eng.· D .
Andres Ponte e famllia, D. Manuel Perez Duran
Diaz, D. Pilar Mendez L laca, D. Tatiana de
Mendonça, D. Maria Gisbery e Sr. António
Rolin Fuschini e esposa.
Dr. Francisco Gião e esposa, Mme. Echegoyen ,
e fam Ilia , Mme . Tereza de la Cierva e fam!lia,
Juan R. Rodr iguez, Tomás Benito - Arcaunz e
esposa, Angel Fresno Arajona e famrIia, António Garcia Romero, J usto Fernandez Ruiz,
Ricardo Segura e esposa, Don Pablo Per ez de
Vera e fam!lia, A lbano Leite e familía, J ose
Zayas Caro e esposa, Mme. Gar cia Vidal e
famí lia. J orge Garcia Inés e famrIia, Viuda de
Inglezias e ' filha, Ant6nio Cuéllar e famllia,
J uan P. S. Merino e esposa, Gumersino Puertas
Ru bio e família, Viuda de Ribera, Cônsul da
ltalia e famrIia, Mariano Sancho Bertran, Man uel Gavira ArcaI e esposa, Pablo Benavides,
Co ncepción Benavides e irmã e J osé Ferreira.
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Miss M. A. Nickers, Mrs. H. Murphy, Mr. R.
I. Dero uth e Madame e ,Filho, Mrs. E. S. Katinakis, Dr. Edgar E tel e MadamE', Doi'ía Antónia M. P. de Ruano, Sei'íorita Carmen Ruano
Mufíoz, Sei'íorita Rosario Ruano Mui'íoz, Seiiorita Dolores Ruano MW10z, Senorito Afonso
Ruano Mui'íboz, Senorito Jesu ' Rllano Muiioz,
Cipriano Mardomingo Didz e Senhora, Se110rita Olvido Mardomingo de La VilIa, Don
JOSé Barcala y Moreno y Senhora, Sei'íorita
Fuensanha Murcia Sierra, Sel'íhorita Esperanza
Ruiz Crespo G. de Ruano, Don Enrique Frias
Figueras, Senhoras e Filhos, Mrs. Julien Dreyfus e Madame, Dreyfus Hcnri e Madame, Hurmann Eve, Sr. JOSé Machado Barros e Esposa,
Coronel Fernando da Motta Marques e Esposa,
Don Ricardo Goiz ueta Dias y Senhora, Senorita Rosalia Goizlleta dei Saso, Senhorita Pilar
Goizl1eta dei Saso, Capitão A lfonso Gomez
Pineda y Senhora, D r. Cordeiro Ferreira e
Esposa e Filhas, Dr. Mário Garcia da Costa,
Dr. Jorge de 1acedo Oliveira Simões, Sr. Armando Chaves de Ol iveira e Esposa, Madame
·E lfrede M. Pereira e Filho, Madame Misquita
Gimarais e Filha, D. Abel M. Chappuis, Senorita Sofia Valverde, Don Manuel Cano C. Valverde, Florêncio Ruiz Sanchez, Don Juan Val verde Ruiz, Mr. Mrs. F. O. Iofield, Don JOSé
Maria Pinar y Pickman y Senhora, Don Juan
Marten de Savedra y Senhora, Sr. Luiz de Bivar e Esposa, Sr. J OSé Maria F. Delgado e Esposa, Sr. João de Lilas Contrciras, Sr. Manuel
D. Paulo Pereira e Esposa, Don Fulgencia Vidai y Sauro y Senhora, Senorita Maria Hervas
de Aldecoa, Sel'iorita Lui a Hervas de Alc1ecoa, Sei'íorita Carolina Lopez de IIervas, Sei'íorita Maria dei Carmen Ml1i'íoz de Baena, Don
Baldomero Rodriguez Fernandez y Senhora,
Don J uan Luis Montero de Ochoa, :Miss M. A.
Sr. & Sra. António Villalon, Sr. & Sra. JOSé
Sr. & Sra. Chauney Marsh Goodrich, Sra. Margaret Ellen Goodrich, Sr. Cônsul Fr. Hollberg, Sr. Dr. G. d~ Quillinan da
Silva 1Iachado, Sra. :Maria Tereza de Oya, Sra.
Maria Jesus Marchesi, Sr. & Sra. António Morales Perrua, Sra. Mathilde Morales Camacho,
Sr. & Sra. Leonardo Gavino, Sr . & Sra. Alvaro
Castro Teixeira, Sr. & Sra. Almirante G. Ivens
Ferraz, Sr. Major E. Pryce-lnnocent e esposa,
Sra. B. Loew, Sra. L. Loew, Sr. JOSé Mui'íoz
de Vargas e esposa, Sr. P. P. de Guzmán y Ursaiz e esposa, Sr. U. E. Bakker e esposa, Sra.
A. Bakker, Srs. J. Gonzalo Garrido e esposa,
J. Gonzalo P. de Gusmán, F . Munoz de Varga , J. Fraser Bawtree e esposa, Commander
11. F. B. Handley e esposa, G. D. Ross- Watt e
esposa, Dr. A. stern e esposa, Prof. F. Feichtinger, Sra. A. G. Velan, A. G. Pinto Machado,
:vr. H. G. Pinto Machado, M. L. ç. Pinto Machado, H. Krauss e Srs. A. Rubio Calmarino e família, H. Leonhardt Tappenbeck.
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Don Ramon de Ussia e família, Olga Ivanoff
Yiovotova, Luis Faria, Fernando Averly e
esposa, Jacinta G' Gutierez e filha, Freddy A.
C. Torré, Francisco Serrano N. Bani lla e espo a,
Mme. Alonso Quesado e famllia, Ramon Pardinas e esposa, Francisco Labrador Calonge
Luiz Hernandes y Francés e família, Dr. Rau i
Gomes da Costa, António Nieto Lanzos, Mr. E.
' Volff, Adoración Alvarez, Sra; de Neira e
filha, Mr. Phillipin e fam[\ia, Helene V. Baca,
Vi uva de Ceva llos e filha, Don Artiles e esposa,
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Pensão Astória
Maria Fernandes Braga do Couto, MartIla
Fernande Braga do Couto, Julieta Fernandes
Braga do Couto, Manuel Corazon Garcia, Manuel
Corazon Molina, Rosa Molina Belmonte, Rosa
Corazon Molina, Francisco CorazonMolina, João
Carlos Tavares, Maria Violante Leitão Tavares,
Maria JOSé de Melo Lobo da Silveira Leitão,
Ermelinda Abel d'Oliveira, Maria Abel d'Oliveira, Salvador Sabater Vidal, Angela Esteban
Diez Moreno, BIanca Maria Sabater Esteban
Diez, Maria dei Carmen Sabater, Salvador Sabater, Jo é Serran y Ruiz de la Puente, AveIina Garcia Vacas, Manuel Xavier Ramalho
Rosa, Carlota Barreto Ramalho Rosa, Augusto
Manuel Barreto Ramalho Rosa, Coronel Louis
André Jouart, M.·· L. A. Jouart, Herbert George Nicholls, Hatty Louise Nicholls, Peter Douglas Nicholls, Maria Fons de Monsalves, Carmen Fons de Monsalves, Francisco Morales
Martinez Fortim, Maria Ostos Martin, Francisco Morales Ostos e Maria Morales Ostos.
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Pensão Zenith
Coronel Espanhol Villasante, Esposa e Filhas, Dona Isabel Garcia Franco, Dona Cristina
dei Valle Benito, Senhorita Dolores Lopez
Raugil, Sefíorita Cristina Lopes Raugil, Senorita Ana Maria Lopez Raugil, Engenheiro João
Contreiras Querio l e Esposa, Dr. Antóni Nunes
Bomfim e Esposa, Don Angel Puma rega e
Esposa, Don Pedro Peruga LLusa e E posa,
Dona Maria Huerta Sanchez, D. Maria Adelaide
Maia Pinto, Mr. Karl Luckvig Fohanes Põrscke,
Esposa e Filha, Miss llilda Dorothy Alice
Good, Don Pedro Ripoll arasola, Doi'ia Calalina Ripoll Sarasola, D, Olga dos Santos Vieira,
Engenheiro João Caldeira de Bourbon, D. Maria Coelho Balmer, Dr." Elsa Adler, Don JOSé
Maria Gonzalez Valdes Rodriguez e Esposa,
Dr. António Ferreira Monteiro, Ex."'o Sr. Ferreira Marques, Esposa e Filhos e Ex.mo Sr.
Costa Santos, Esposa e Filhos.
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consentir os animais sem o atestado de
vacinação, a-fim-de pôr toda a gente a
coberto de quaisquer desagrada,'eis
precalços.
O nú integral e os cães á solta não
devem ser permitidos nas praias, por
que são dois perigos para a integridade
moral e fisica do cidadão ...
E' necessário que todos tenhamos ao
menos um minimo de consideração
pelos outros, o que, infelismente, nem
sempre se verifica.
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Iniciamos húje um Concurso de caricaturas cujo programa será publicado no próximo número, adivinhando os leitores de ambos os sexos n quem
pertencem as caricaturas que hoje publicamos e dignando-fe enviar o seu
resultado, com a assinatura ou pseudónimo e morada do remetente, à redacção do jornal «O Estoriln, Largo das Palmeiras, "Mollte E!:-toril.
As caricaturas devem ser numeradas e com os nomes correEpondentes.
Avertigem das velocidades
, Belgica Martir
Ao ent.rarem as ultimas paginas
na maquina, tivemos a noticia da
morte, por desastre, da Rainha Astrid, da Belgica, parecendo que o
destino se compraz em descarregar
sobre o estoicismo da nobre «Nação
"Martirn, golpes profundo.s de constante fatalidade.
Participamos da emo«ão que neste
momento domina o povo belga pela
perda da sua joven Rainha.
Graham's
~J:~::S:::O
DO
PORTO
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Continua a loucura das corridas sem
o menor rêspeito pela vida do semelhante. Há certos condutores que só êles
se julgam no direito de trànsito, parecendo apostados em aumentar o número
de doentes do coração, quando não é
a guia de marcha para o outro mqndo,
tal é o susto que provocam à sua passagem.
·1
Fazem pista das ruas de maior oncorrência, sôbretuào quando se consIderam fóra das vistas da polícia.
O Automóvel Club recomendava há
dias aos seus cinco mil sócios o maior
cuidado, mas é necessário ir mais long ,
eliminando da agremiação todos aqueles
que infrinjam os respectivos regulamentos de trânsito.
Aos conductores sôbre os quais recaíssem duas condenações por excesso
de velocidade e um desastre culposo, '
devia-lhe ser aposta no carro a seguinte
legenda bem visível: Louco perigoso!
Parece que o aumento do número de
desastres não faz moderar tais execssos
a certos cavalheiros, para quem todo o
rigor é pouco.
LINHA DOS ' t.STADOS UNIDOS DA AMERICA
--
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o ilustre professol' da F .. wlcZctde de I.e/I·as,
A Faculdade de Letras de Lisboa,
sob a direcção inteligente do ilustre catedrático sr. dr. João da Silva Correia,
com uma persistência digna dos maiores
louvores, conseguiu fazer tam bém êste
ano o «Curso de Férias» em Cascais,
q ue a maldade de uns, a ignorância e o
despeito injustificado de outros iam
inutilizando, mercê de um bairrismo
irritante e insuportável.
Apesar de ter aberto já tarde a inscrição e quási sen1 propaganda, o número de alunos é muíto importante, com
uma frequência bem digna de ser apreciada pelo Govêrno, a-fim-de que num
futuro próximo possa impôr-se á consideração de nacionais e estrangeiros.
Se o curso durante o \'erão justificou
plenamente os esforços da Faculdade
de Letras de Lisboa, parece-nos que
não seria menos interessante a criação
de um curso de inverno para estrangeiros, dada a sua enorme afluência a
NAS
NIVEA serve para defende .. a pele
dos estragos causados p e I a s
q~eimaduras doso I. Tambem
com ceu nublado deve usar NIVEA
porque só com o ar e luz sumbria
tambe!" a pele SE! queima.
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esta tão progressiva zona de turismo.
A falta de espaço impede-nos de fazermos mais larga referência a êste grande
melhoramento, do qual o futuro falará
em breve, tendo merecido desde a primeira hora a nossa dedicada colaboração, unicamente COm () yeem nte d sejo
de que êste concelho se engrandeça e
prospere, adquirindo o maior prestigio
moral, intelectual e mat ria I.
E assim prosseguiremos, aliados aos
homens de boa vontade e honestas
intenções.
As aulas, á semelhança do verão
passado, teem-se realizado no lindo e artístico Museu cio Conele de Castro Guim rães, consen'ando-se tam bém aberto
para o público até ú J9 hora, com a
sua biblioteca á disposição dos leitores
que a dese.iem frequentar, sendo-lhe
todos os esclarecimentos prestados pelo
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pestalludos, sedosos, um cnbdo deliciosamel/te doirado, u17la bora imel/samente
1'erlllel/J(1, 11111 li1ldo tom dc pele e um
Cl'rlo li/ldo modo de ser... que /lno são
dda.
Fala 1/I1/ito e ... 1Ino di" I/ada. Reside
/10 Mont' Estoril mas... lIâo exis/r. EsCl/smn dc proCl/rá-la.' Apesar dc 1Ião
e.,. . is/ir, e/lcontrava-a ji"eqiielltUl/l'nte, I/OS
comboios da S. E., 110 «Relldr'!;-l'OI/S» do
Parql/e, 110 Casino e I/a praia.
.Js prillleiras palavras que trorá/I/os,
seutímo-lIos confulldidos, 1/111 POI/CO elllbaraçados. Não porquc sc houvess(' dado
1/111 «coup dc fOl/dre» 011 porque SI' hOI/l'esse estabdecido, elltre II os, ullla corrCIIJe. dc mlÍtua silllPatia, al/tes, pelo COllfI'drio, por /t1lUl absolllta discordância
de opiniões: -,- as que ell til//7a (' as que
ela lião til/lta. Qudsi ri queillla rOllpa,
disparoll-me que estalla para rasar bre'('clJlel/te. Felicitei-a . Objectol/-l/1e que poderialll ser descabidas as 7/lillhas felicitações porqlle aSila resolução pertmeia
ao I/úlllero das lIIuitas tolices qllc tem
(eito fi das que, sc Deus quizesse, 'l,iria
·a fazer ainda.
Sorrill. E, dedilhaI/do lias cordas
dmna «raquete» ri laia de guit(Jrra,
acreSCl'1ltou: - ah, lião iJ/lagina! E terri7'el111elltc cill1l1ellto o lIIell 1Ioivo: - um
chato! Chegou já ao desplallte de 1111l
pedir qllc //(10 usassc «bato/J». Calcllle!
Um género de priJ/leira necessidade.' Com
() <</'ouge» iI/da trallsigc, pudera! Talllbém era o qlle faltava.' ...
Eseguill-se, elltre 1I0S, o seglliute didlogo:
-Eutno porque casa Vossa E.welêll-
Pág. 5
EST ORIL
:x
cia com é/e, se o rOI/sidera um chato
romo tão graciosalllmtc disse?'
- Vore perdôe a 1I1il1ha ji-al/quesa,
SOIl excessiva mel/te sincera, mas há-de
collcordar que é um /ladil/ha «gallche».
Hd dez minutos que fala comigo e illda
persiste em 1I/r dar e).xdência, Isso jd se
'Não usa, bem sabe.' Hoje é-se muito I/Iais
expontâlleo, milito mais uatural!
Porqlle caso com êlc, COII idera/ldo-o
um chato?! Digo-lho sillcl'rallll'1lte, porque selldo II1Il chato é, ao 1IIeSlllO tempo
UI/l «alllôr», 11111 amôr dc rapaz! Prillripalmelltr a ra·ualo ou de «gabardine»
, II
.?/ E IItao...
( respol/ d·1,
a pr., - .hll,
SlJ/l..
parvalllente.)
- O pior é o se/t «(erru1lcho», 1111/
«ferrlll/clzo» estllpido, improprio d1lm
rapaz lIIoderno, COIIIO ele.se presa de ser.
Qlle //lal tem
«bâto1'l»? O 1I0SS0 primeiro de·v er, sellão mesmo o úlIico, é c1lidar da 1lossa beleza. Você 11ão acha?
- Oh, «sacho».' (respondi já influellciado Pelo pitoresco «cachct» das suas
e:\pressões.
-Vou ter com êle, agora. Aguarda-1IIe
para lII/la partida de «te/l1l1s» Mixeddoubles. Você 1Ião joga o <<femlÍs»?"
-Não, minha senhora, lião sei.
-Oh, 1'I'/(1S, e"tão, COIIIO passa Você o
seu tempo?'
- Leio, escrf·lIO, trabalho, 71fJO os
olltros jogar(,I/l, etc.
-Que pachorra!
E, IlWII ar POllCO polido, de qlle1l1 dera
por mal empregado o tempo que gastara
comigo, este1ldeu-me dois dedo~ de unhas
ime1lsamente polidas, saíndo da carruagem em que eu seguia para Lisboa (' ela
para CarCf1velos, o/lde, fi"aI1llel/te, cltegara.'
'
AUGUSTO DE SANTA RITA
•
°
Urna noite d e Carnaval no Ri o
o
novo .Hotel de Inglaterra»
Pela parte de traz do Estoril-Palácio e do
Estabelecimento Termal abre hoje um
novo Hotel, a que O seu proprietário sr. José
Travassos deu o nome de "Hotel de Inglaterra.).
É um edificio que foi bem aproveitado e adaptado para tal indústria, e que as suas confortáveis instalações e situaçãa colocam entre os
melhores no género.
O seu proprietário e gerente não é um novo
no ramo hoteleiro, porque há alguns anos mantém, com muita competencia a "Pensão Ze-
nite" do ~Iohte Estoril, depois de uma longa
prática como empregado, auxiliado por sua
familia com a melhor colaboração, e conquistando merecidamente o lugar que actualmente
ocupa no desenvolvimento do turismo desta'
zona.
Ao sr. José Travassos e sua familia dese.iamos-lhes as maiores prosperidades e que o seu
esfOrço seja devidamente compensado e bem
compreendido pelo público, são os nossos
votos.
o mês passado abriu um novo café-restaurante no Estoril, junto ao Parque, propriedade
dos srs: Pereira, Lopes e Costa, os dois primeiros fundadores da "Garrett dos Estorisu,
onde grangearam a estima e consideração dos
habitantes desta estância.
A sua iniciativa é digna dos maiores elogios,
porque veio preencher uma importante lacuna,
cuja falta há muito se fazia sentir.
A inauguração da filial da "Garrett dos Estoris», foi bem recebida por toda a gente, o que
tem sido demonstrado pela enorme afluência,
especialmente aos seus jantares e ceias, que
se pro longam até de manhã.
ManiEestando aos seus gerentes e proprietários a nossa admiração pelo seu esfOrço, augu-
ramos-lhes constantes progressos porque, do ~
tados de muita persistencia e iniciativa, são
capazes de acompanhar as exigências do progresso no futuro. _ __
T~RT~NDO
Viva la Oracla
Quando ela na praia passa
. Chei.a de graça
Sente-se vontade até,
o "Vê-la alegre e louçã
Com a irmã.,
De gritar-lhe olé! olé!
Sangue luso e o de Espanha
Lhe dão a estranha
Graça que d'ela se evola !
rrem do pai a altivez
De português,
Da. mài belesa espanhola .
A festa realizada ultimamente no Casino Estoril sob a direcção do ilústre actor
Erico Braga, constituiu um verdadeiro sucesso de elegância e selecta assistência.
I
!,'
J
Abastecimento de águas
o concelho de Cascais há muitos anos que
durante o verão tem falta de água, mais ou
meno , conforme as reservas que o outono e
o in\"erno fornecem. E tambem todas as Camaras teem procurado remediar êsse grave inconveniente para o turismo da zona, comprometendo nos ultimos anos uma parte muito
importante das receitas municipais e dando-nos
por vezes a impressão de que, quantas mais
nascentes captam e outras obras são levadas a
efeito, como a importante barragem do Rio da
l\1ula, maior é o déficit de ano para ano.
I to parece um paradoxo, mas é assim mes. mo, porque a urbanização, construção de jardins e o numero de veraneantes aumentam
considera\'elmente. Basta reportarmo-nos há
16 anos até agora, e facilmente se verifica a
impossibilidade de lhe dar pronto remédio, porque as nascentes mais importantes do concelho estão captadas e no máximo da sua produção.
Não estraphamos que as pessoas que para
aqui veem passar alguns dias se inquietem e
blasfemem contra aqueles a quem atribuem
a responsabilidade de todo · os maleficios, inclusive o da falta de chuvas ...
Mas o que não podemos tolerar, é a verrina
malévola de certos figurantes, os quais, conhecendo de sobra a razões dessa falta, persistem em envenenar o ambiente, contribuindo
poderosamente para agraYar o mal. Sim, porque não é gritando que o conseguimos debelar, ifiàs colaborando todos lealmente, evitando
•
que a um mal se junte um mal ainda maior,o descrédito.
~Iuita gente se insurge contra a determinação municipal para que os jardins deixem de
ser regados, como se isso fõsse inédito e de
espantar. Ninguem tem mais respeito do que
nós por tudo quanto se faça para alindar o
concelho, e hemos de confessar que são, de
facto, os jardins a melhor decoração e um dos
motivos de maior beleza; mas o ditado é velho:
Salus pOp1//i supre/lla lex.
Quando o ano passado quasi toda a lnglaterra foi atingida por uma estiagem apavorante,
ocasionando a falta de água para o consumo
público, a Rainha determinou que deixassem
de ser regados os jardins dos seus palácios.
E ninguem protestou, seguindo-lhe logo os
seus subditos o exemplo mais respeitoso.
Mas é bom que certos defensores cá do
burgo vão pensando em novos pretextos para
descarregar a sua bilis, porque no próximo
ano o déficit será quási nulo, não só pelas possibilidades municipais, corno pelos recursos à
água de Lisboa, que nesta data está abastecendo já uma parte de Parede e Carcavelos.
A-pesar-de tudo, a caravana vai passando ...
R qnando da Espanha a história
Vem-lhe :l memória
E dos monarcas a grei,
Só um lhe faz sensação
No coração:
E' B'il-ipe êsse seu rei.
Nas veias sangue espanhol,
Mais do que o sol,
Lhe dá vida e animação . .
rrem sa,le?'o e tem belesa,
E com certeza
Já tem prêso o coração .
Da pomba tem a candura
Celeste e pura,
Que é da bondade t roféu,
E no olhar i.ncandescent~
Existe ardente
A luz brilhante do céu!
Lá do Estoril no Monte
Vi lhe na fronte,
Um dia, vago tormento,
E abismado notei que ela
Se rindo é bela,
Também triste é um portent o!
_Pintar-lhe o retrato quiz
E não O fiz
Foi por falta de arte e côres
Que dessem idéia breve,
Mesmo de leve,
De todos os seull primores!
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Caminho de Ferro, que há dias abriu as suas
portas, foi construída na hora própria, pois
estabelecendo preços rozoáveis nos seus artigos conseguiu em pouco tempo uma clientela
numerosa, que dia a dia irá aumentando, especialmente se fOr permitida a venda de licores
e vinhos do Porto, não se compreendendo
bem a sua exclusão num momento em que é
patriótico dar expansão e consumo a um dos
melhores produtos nacionais.
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Regressou de França, com sua esposa, o nosso querido amigo sr. Manoel
Farinhas, que ha tempo vinha exercendo a sua profissão naquele paiz,
onde tirou o seu curso de engenheiro,
com bom aproveitamento.
Apresentamos-lhes as boas vindas e
desejos de felicidades.
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presado amigo sr. Carlos Veiga e cunhado do também nosso bom amigo sr.
Alexandrino Tavares, importantes lavradores da Golegã.
O seu funeral constituiu uma grande
manifestação de pesar, apresentando à ·
família enlutada e especialmente aos
nossos amigos e assinantes, a expressão
do nosso sentimento.
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leps-
o
E.~.mo
o
Senhor Dr. Caeiro da Mata
Ex. mo Senhor Dr. Ramada Curto
:R.ecebemos um exemplar do luxuoso album de caricaturas do ex. mo 3r. fJ)r. 9frnaldo :Jlessano garcia, ilustre lente
da gaculdade de eiências.
(5 sucesso da exposição de caricaturas feita por 9lrnaldo :Jlessano em :J({aio último~
em 2isboa, teve uma retambância enorme no nosso meio artistico e inlelectual, e mesmo estrangeiro.
Se para
alguns foi uma revelação, para muitos dos seus amigos e admiradores não foi mais do que uma consagração e confirmação pelo grande público de um talento inegualável neste tão difícil género.
9lrnaldo :Jlessano, como caricaturista vinca, realça, disseca os seus modelos com a sua observação penetrante e extraordinária.
Um a um, neste
album passaram ante os nossos olhos os seus admiráveis desenhos e mais uma vez nos encantaram, o que prova
:Na psico - análise o caricaturista
que a verdadeira arte é aquela que ganha sempre em novamente ser vista.
mostra quanto a inteligência encaminha o seu lápis notabilíssimo, de traço
tão vigoroso e vibrante, projectando o profundo estudo dos seus modêlos.
este livro que reune a maior parte das caricaturas que 2isboa tanto
admirou, torna uma 'estante valiosa e a nossa declara-se reconhecida ao
autor pela oferta que nos
foi feita.
9llguem nos
i nf o r m a que 9l.rnaldo
:Jlessano foi convidado [a
visitar ~a 9 n g Ia t e r r a e
:J({adrid, centros onde êste
g é 11 e r o artistico tantos
apreciadores tem. 2á terá
mais !}aslo campo para a
expansão do seu talento,
mas esperamos que não
nos prive por muito tempo
do seu U crayon" mágico,
autêntica glória das nossas artes. :J({uito espontaneamente colocamos em
lugar de destaque as merecidas referências a êste
o Ex.
mo
Senhor Dr. Afonso Costa
interessante trabalho.
'a, .... k1,.~~\~
. - , '1;) f"
o
Ex. mo Senhor Dr. Júlio Dantas
Download

Ano VI, nº140 - Câmara Municipal de Cascais