Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLÍMEROS NA FORMULAÇÃO DE TINTAS LUIZ ANTONIO PEREIRA MARTINHO Setembro 2010 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PREMISSAS DESTA APRESENTAÇÃO NÃO EXISTE A VERDADE ABSOLUTA Erro de interpretação – química não é uma teoria absoluta. Teoria versus experiência – caso da glicerina. ENFATIZAR A IMPORTÂNCIA DO POLÍMERO NA TINTA Quatro pilares básicos de uma tinta Se faz uma tinta sem solvente. Se faz uma tinta sem aditivo. Se faz uma tintas sem pigmento. Não se faz uma tinta sem polímero. ANÁLISE MENTAL Pensar quimicamente e não alquimisticamente. Apresentação pensando na estrutura química e não em formulas e processos. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AGENDA - PARTE 1 POLÍMEROS Considerações teóricas. Cronograma de desenvolvimento. Conclusões iniciais. Terminologias e definições. Funcionalidade Peso molecular POLIMERIZAÇÃO Polimerização por condensação. Polimerização por adição. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AGENDA - PARTE 1 ÓLEOS GLICÉRIDOS Fórmula química. Classificação. Composição. Grupos funcionais Modificação de óleos. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AGENDA – PARTE 1 RESINAS ALQUÍDICAS Surgimento Perfil das resinas alquídicas. Principais reações envolvidas. Resinas alquídicas: curta, média e longa em óleo. Alquídicas oil free Alquídicas modificadas; Alquídicas uretanizadas. Alquídicas acriladas. Alquídicas breu/fenol. Formulação de uma alquídica usando a Planilha de Cálculo. RESINAS FENÓLICAS Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AGENDA – PARTE 1 POLIÉSTERES SATURADOS Perfil das resinas poliésteres. Principais reações envolvidas. Formulação de um poliéster usando a Planilha de Cálculo. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AGENDA – PARTE 1 RESINAS DE CURA POR RADIAÇÃO Epoxi-acrilado. Poliéster acrilado. Poliéster insaturado. Monômeros acrilados. RESINAS ACRÍLICAS Termoplástica Termocurável RESINAS AMÍNICAS Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AGENDA – PARTE 1 RESINAS ACRÍLICAS EM EMULSÃO RESINAS POLIURETÂNICAS RESINAS EPOXI Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas BIBLIOGRAFIA Martinho, Luiz. DNA – O PROLONGAMENTO DA VIDA DE UMA ÁREA TÉCNICA Artigo publicado na Revista Paint Pintura Edição Setembro / Outubro 2008. Este tema teve como referências: Um artigo publicado em 21/5/2008, na Revista VEJA, edição 2061, página 18. O autor deste artigo é Stephen Kanitz. E a letra da música - Another Brick in the Wall – pt 2 (Roger Waters). The Wall – Columbia CBS Records – Pink Floyd. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas BIBLIOGRAFIA Martinho, Luiz. Filosofia de Formulação de Tintas de Cores Lisas por Computador Artigo Técnico publicado no Informativo CRQ IV Edição Janeiro / Fevereiro 2007. Xia Cao, M.S. – The Ohio State University, Integrated Analysis of Low Profile Unsaturated Polyester and Vinyl ester Resins cured at low temperatures February, 2002. Martinho, Luiz. Basecoat Automotivo Artigo Técnico publicado na Revista Paint Pintura Edição Novembro / Dezembro 2008. Martinho, Luiz. ENTENDENDO OS MECANISMOS DAS REAÇÕES DE ALCOÓLISE E ESTERIFICAÇÃO NA PREPARAÇÃO DE RESINAS ALQUÍDICAS. Artigo Técnico a ser publicado na Revista Paint Pintura Edição Março / Abril 2009. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas BIBLIOGRAFIA Companion, Audrey Ligação Química Editora Edgard & Blucher Ltda 1970 Stille, John Química Orgânica Industrial Editora Edgard & Blucher Ltda 1970 Stewart, Ross A Investigação de Reações Orgânicas Editora Edgard & Blucher Ltda 1969 Shreve, R. Norris Indústria de Processos Químicos Editora Guanabara 4° Edição – 1973 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas BIBLIOGRAFIA Payne, Henry Fleming Organic Coating Technology John Wiley & Sons,Inc 1° Edition - 1954 ABRAFATI Tintas e Vernizes – Ciência e Tecnologia 2° Edição – 2004 Mahan, Bruce Química – um Curso Universitário Editora Edgard & Blucher Ltda 2° Edição Revisada 1972 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas BIBLIOGRAFIA Martinho, Luiz. POLÍMEROS MODIFICADOS COM VT 2006 Martinho, Luiz. FORMULATION GUIDE OF UNSATURATED POLYESTER RESINS FOR USE IN FIBER REINFORCED POLYMERIC COMPOSITES 2008 Martinho, Luiz. AUTO SUFICIENCIA EM POLÍMEROS DE CURA POR RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA – GUIA PRÁTICO DE FORMULAÇÃO 2008 Martinho, Luiz. UNSATURATED POLYESTER AND VINYLESTER RESINS TO FORMULATE LOW COST UV COATINGS 2007 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas BIBLIOGRAFIA Martinho, Luiz. VINYL TOLUENE MODIFIED POLYMERS TO FORMULATE PAINTS LATIN COAT - 2007 Martinho, Luiz. UTILIZAÇÃO DE POLÍMEROS MODIFICADOS COM VINIL TOLUENO NA FORMULAÇÃO DE TINTAS EM GERAL FEITINTAS 2007 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas E S O O Ã R Ç E A M Z Í I L R O E P M I L O P Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS Substâncias Substâncias Químicas Químicas dede alto alto peso peso molecular molecular Unidades Unidades Estruturais Estruturais ligadas ligadas entre si si entre por Ligações por Ligações Covalentes. Covalentes. POLÍMEROS POLÍMEROS Macromolécula Macromolécula = = Repetição dede Repetição Unidades Unidades Estruturais. Estruturais. Obtidas Obtidas pela pela reação reação denominada denominada Polimerização Polimerização Onde Onde Compostos Químicos Compostos Químicos de baixo peso de baixo peso molecular molecular (Monômeros) (Monômeros) reagem entre si reagem entre si para formar uma para formar uma Macromolécula Macromolécula Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS CAROTHERS CAROTHERS EM EM 1929 1929 Condensação Condensação POLÍMEROS POLÍMEROS Classificação Classificação emem duas duas grandes grandes Categorias: Categorias: Adição Adição ouou Cadeia Cadeia Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO 1907 – RESINAS FENÓLICAS 1913 – FENÓLICAS MODIFICADAS COM BREU 1920 – LACAS NITRO 1923 – ALQUÍDICAS E MALEICAS 1934 – TINTAS EMULSIONADAS – ÓLEOS VEGETAIS 1936 – ACRÍLICOS TERMOCURÁVEIS 1937 – RESINAS POLIURETÂNICAS 1940 – MELAMINAS 1942 – ÓLEOS VEGETAIS ESTIRENADOS E ACRILADOS 1947 – RESINAS EPÓXI 1948 – EMULSÕES AQUOSAS (ACETATO DE POLIVINILA) 1950 – POLIÉSTERES INSATURADOS 1952 – EMULSÕES ACRÍLICAS AQUOSAS 1955 – SISTEMAS AQUOSOS TERMOCURÁVEIS 1956 – LACAS E ESMALTES ACRÍLICOS 1960 – TINTA EM PÓ – TERMOCURÁVEL 1961 – ELETRODEPOSIÇÃO ANÓDICA 1966 – SISTEMAS DE CURA POR UV E POR FEIXE ELETRÔNICO. 1970 – ELETRODEPOSIÇÃO CATÓDICA 1975 –OLIGÔMEROS (ACRÍLICOS,POLIÉSTERES, URETANOS) PARA ALTO SÓLIDOS 1975 – SISTEMAS DUPLA CAMADA Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas CONCLUSÕES INICIAIS TINTAS Uma das aplicações mais importantes dos polímeros MATERIAIS POLIMÉRICOS EMPREGADOS Alquídicas Poliésteres Acrílicas Vinilicas Epóxis Epóxi-acriladas Maleicas Melamínicas & Uréicas Poliuretânicas. SECAGEM Cura de uma tinta é também (na maioria das vezes) um PROCESSO DE POLIMERIZAÇÃO. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇ DEFINIÇÕES POLÍMERO Constituído pela repetição de pequenas unidades químicas, ligadas entre si, por ligações covalentes. MONÔMERO Pequena unidade química. POLIMERIZAÇÃO Reação química de transformação de monômeros em polímeros. DÍMEROS Moléculas formadas pela combinação de dois monômeros,idênticos ou não. Diciclopentadieno = duas moléculas de ciclopentadieno. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇ DEFINIÇÕES OLIGÔMERO Polímero constituído por um número pequeno de unidades repetitivas. Geralmente de 5 a 15 unidades. Sistemas alto-sólidos Sistemas de cura por irradiação. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas I AS G O OL N ES I Õ M Ç R I TE EFIN D E De De Estrutura Estrutura Tridimensional Tridimensional Outro Outro oligômero oligômero reticulante reticulante Processo Processo de de Cura Cura Oligômeros Oligômeros Através Através dede Grupos Grupos Funcionais Funcionais Resultando Resultando num num Sistema Sistema Polimérico Polimérico Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇ DEFINIÇÕES HOMOPOLÍMERO Polímero resultante de uma única espécie monomérica. Cadeia constituída por uma única unidade estrutural repetitiva. Exemplos: Polietileno Poli(cloreto de vinila) Poliestireno Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇ DEFINIÇÕES COPOLÍMERO Obtido pela polimerização de duas espécies monoméricas. Exemplos: Copolímero de estireno – acrilato de butila Copolímero de acetato de vinila – acrilato de etila. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇ DEFINIÇÕES COPOLIMERIZAÇÃO A e B = SEGUINTES TIPOS DE POLÍMEROS: - A – A – B – A – B – B - A – B – A – A – A – A – B – (a) Estrutura ao acaso – maioria dos copolímeros usados em tintas - A – B – A – B – A – B – A – B – A – B – A – B – A – B – (b) Estrutura alternada – Raro na indústria de tintas - A – A – A – A – B – B – B - B – A – A – A – A – B –B – B – B (c) Estrutura de blocos - polimerização aniônica - A – A – A – A – A – A – A – A – A – A – | | B B | | B B | | B B | | (d) Estrutura ramificada – polímero de enxerto Alquídicas Estirenadas: Epoxí - Acrilados Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES TERPOLÍMERO Resultante da polimerização de três espécies monoméricas. Exemplos: Terpolímero de metacrilato de metila- acrilato de butila – ácido acrílico. Terpolímero de acetato de vinila – etileno –ácido acrílico. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇ DEFINIÇÕES Geralmente Geralmente resultantes dada resultantes polimerização polimerização dede duas duas espécies espécies monoméricas monoméricas Responsável Responsável por uma por uma propriedade propriedade específica. específica. TERPOLÍMERO TERPOLÍMERO Responsáveis Responsáveis pelas pelas propriedades propriedades mais mais características características Terceiro Terceiro Monômero Monômero (em menor (em menor quantidade) quantidade) Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas TERMINOLOGIAS E DEFINIÇ DEFINIÇÕES MMA OU MMA OU ESTIRENO ESTIRENO RO E ÍM L O RP E T RESPONSÁVEL RESPONSÁVEL DUREZA DUREZA ACRÍLICO ACRÍLICO TERMOTERMOCURÁVEL CURÁVEL HPMA HPMA GRUPO GRUPO OH OH REATIVO REATIVO BABA MONÔMERO MONÔMERO PLASTIFICANTE PLASTIFICANTE Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas DE A D I L A ON I C FUN Monômeros Monômeros com com Grupos Grupos Funcionais Funcionais Distintos Distintos Monômeros Monômeros possuem possuem Grupos Grupos Funcionais Funcionais POLIMERIZAÇÃO POLIMERIZAÇÃO Através Através dos dos Grupos Grupos Funcionais Funcionais CH2 = CH – COOH ACIDO ACRÍLICO POLIMERIZA POR ADIÇÃO (RADICAIS LIVRES) ATRAVÉS DA DUPLA E POR CONDENSAÇÃO ATRAVÉS DO GRUPO OH FUNCIONALIDADE FUNCIONALIDADE GRUPOS GRUPOS FUNCIONAIS FUNCIONAIS mínimo mínimo igual 22 igual POLIMERIZAÇÃO POLIMERIZAÇÃO por por ADIÇÃO ADIÇÃO através através da insaturação da insaturação entre entre CARBONOS CARBONOS Conceito Conceito muito muito importante importante na na POLIMERIZAÇÃO POLIMERIZAÇÃO por por CONDENSAÇÃO CONDENSAÇÃO ACRILATO DE GLICIDILA POLIMERIZA POR ADIÇÃO ATRAVÉS DA DUPLA E POR CONDENSAÇÃO ATRAVÉS DO GRUPO GLICIDILA. H2C = CH – C – O – CH2 – HC – CH2 || \ / O O Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PESO MOLECULAR DE UM POLÍMERO MISTURA MISTURA DE DE MACROMACROMOLÉCULAS MOLÉCULAS Resultando Resultando pesos pesos moleculares moleculares diferentes diferentes PESO PESO MOLECULAR MOLECULAR DE DEUM UM POLÍMERO POLÍMERO Repetição Repetição dede Unidades Unidades Estruturais Estruturais Iguais Iguais Unidades Unidades Estruturais Estruturais Iguais Iguais mas emem mas quantidades quantidades diferentes. diferentes. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PESO MOLECULAR DE UM POLÍ POLÍMERO CONCEITO DE PESO MOLECULAR PARA OS COMPOSTOS QUÍMICOS CONVENCIONAIS Cada espécie química corresponde a um determinado PM. Uréia terá sempre o PM de 60,06. CONCEITO DE PESO MOLECULAR PARA OS POLÍMEROS Um polímero não tem um PM exato e definido. Poliestireno pode apresentar diferentes PMs. 5000, 80000, 500000 ou qualquer outro valor. Poliestireno PM MÉDIO = 180000 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PESO MOLECULAR DE UM POLÍ POLÍMERO PESO MOLECULAR MÉDIO NUMÉRICO – POLÍMEROS USADOS EM TINTAS POLÍMERO ALQUÍDICAS Mn 2.500 – 5.000 EPÓXI 350 – 4.000 ACRÍLICAS TERMOPLÁSTICAS EM SOLUÇÃO ACRÍLICAS TERMOPLÁSTICAS EM EMULSÃO AQUOSA ACRÍLICA TERMOCURÁVEL /OLIGÔMERO 25.000 – 350.000 500.000 – 2.000.000 1.000 – 2.000 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇÃO Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇ CONDENSAÇÃO POLÍMERO POLIÉSTERES URÉICAS REAÇÃO BÁSICA POLIÁCIDOS + POLIÁLCOOIS URÉIA + FORMOL MELAMINICAS MELAMINA + FORMOL POLIURETANOS POLIISOCIANATOS + POLIOIS EPOXI BISFENOL + EPICLORIDINA FENÓLICAS FENOL + FORMOL Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇ CONDENSAÇÃO Premissas Bá Básicas da Polimerizaç Polimerização por Condensaç Condensação (1) Ocorre em etapas (2) Reação de grupos funcionais diferentes. (10) Qualquer instante da polimerização: • Alta concentração de cadeias em crescimento. • Baixa concentração de monômeros. (3) Uma só reação é responsável pela polimerização. (9) Reação química com alta energia de ativação: • Reação feita em altas temperaturas (4)Todos os monômeros são convertidos rapidamente em: • Dímeros • Trímeros • Tetrâmeros • Oligômeros (7) Pesos moleculares moderados : • Inferiores a 20.000 (8) Cadeia polimérica forma-se vagarosamente: • Horas ou dias (5) Macromoléculas vão ser formando através da reação de: • Monômeros • Dímeros • Trímeros • Tetrâmeros • Oligômeros (6) Formação de produtos secundários: • Água • Retirada durante o processo Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇ CONDENSAÇÃO Reação Reação dede dois dois Monômeros Monômeros formando formando umum Dímero Dímero OOmesmo mesmoé é válido válido para parao o Trímero Trímero ESQUEMA ESQUEMA DA DA POLIMERIZAÇÃO POLIMERIZAÇÃO POR POR CONDENSAÇÃO CONDENSAÇÃO Tetrâmero Tetrâmero pode reagir pode reagir com qualquer com qualquer das espécies das espécies presentes presentes Dímero Dímero pode reagir pode reagir com outro com outro Dímero Dímero formando formando Tetrâmero Tetrâmero Dímero Dímero pode reagir pode reagir com umum com Monômero Monômero formando formando Trímero Trímero Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas EXEMPLOS DE POLÍ POLÍMEROS POR CONDENSAÇ CONDENSAÇÃO TIPO LIGAÇÃO QUÍMICA CARACTERÍSTICA REAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO HO – R – OH POLIÉSTER -C|| O + HOCO – R’ - COOH HO ( -R –OCO –R’ – COO)n H + H20 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas EXEMPLOS DE POLÍ POLÍMEROS POR CONDENSAÇ CONDENSAÇÃO TIPO LIGAÇÃO QUÍMICA CARACTERÍSTICA POLIURETANO -O–C–N– || | O H REAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO HO – R – OH + OCN – R’ – NCO -(O – R – OCO – NH – R’ – NH – CO )n- Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas EXEMPLOS DE POLÍ POLÍMEROS POR CONDENSAÇ CONDENSAÇÃO TIPO LIGAÇÃO QUÍMICA CARACTERÍSTICA REAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO H2N – CO – NH2 + URÉIA FORMOL H2C = O -NH – CH2 - ( HN – CO –NH – CH2 )-n + H20 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO OU POLIMERIZAÇÃO EM CADEIA Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE Polimerização por radical livre = veículos (sistemas) para: Indústria automotiva Repintura Tintas ao latex (produtos arquitetônicos). Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE Polimerização por radical livre é caracterizada pela: Adição de um monômero à uma espécie química ativada que pode ser: Um monômero ativado Uma cadeia polimérica em crescimento. Polimerização que necessita: Catalisador ou iniciador. Polimerização que envolve: Radicais livres n CH2 = CH | X - CH2 – CH – | X n (unidade repetitiva) e/ou (forma com radicais livres) Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas EXEMPLOS DE POLÍMEROS POR ADIÇÃO ENVOLVENDO RADICAIS LIVRES TIPO POLIETILENO POLI (ACETATO DE VINILA) MONÔMERO UNIDADE REPETITIVA CH2 = CH2 - CH2 - CH2 - CH2 = CH –OCOCH3 - CH2 - CH | OCOCH3 POLI (CLORETO DE VINILA) CH2 = CH -CL - CH2 - CH | CL POLIESTIRENO POLI (METACRILATO DE METILA) CH2 = CH2 | CH3 | CH2 = C | CO2CH3 - CH2 - CH2 – | CH3 | - CH2 - C | CO2CH3 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE A polimerização por radical livre ocorre através C = C localizada na extremidade do monômero. A velocidade da polimerização depende do tipo de substituinte em um dos carbonos ligados a dupla ligação. X / H2C = C \ Y Na maioria dos monômeros X ou Y é hidrogênio. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE A natureza dos substituintes em X e Y podem retardar ou inibir o tipo de polimerização. Os acrilatos polimerizam mais rapidamente que os metracrilatos porque no acrilato o substituinte é H enquanto no metacrilato o substituinte é –CH3. H2C = CH - CO – R || O H2C = C - CO – R | || CH3 O O estireno polimeriza mais rapidamente que o alfa-metil estireno. H2C = CH | H2C = C – CH3 | ( Grupo fenila) Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE GERAÇ GERAÇÃO DE RADICAIS LIVRES TIPO MÉTODO PROCESSO UTILIZAÇÃO DO PROCESSO AÇÃO DE CALOR Monômeros vinílicos e acrílicos aquecidos ocorre a formação de radicais livres. Na prática este processo não é usado industrialmente porquê é de difícil controle IRRADIAÇÃO COM ENERGIA RADIANTE (ULTRA-VIOLETA) Utilização de foto-iniciador BENZOFENONA DAROCUR 1173/IRGACURE 184 Usado nos processos de cura (formação de estrutura tridimensional) de acabamentos UV. DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DE COMPOSTOS ORGÂNICOS ADEQUADOS PROCESSO REDOX Utilização de iniciadores tipo peróxido. TRIGONOX B/ TRIGONOX C PBO (Peróxido Benzoila) +DIMETIL ANILINA Iniciadores tipo peróxido e azocomposto são os mais usados nos processos de geração de polimerização por radicais livres. Necessidade de formação de radicais livres em temperaturas baixas. POLIMERIZAÇÃO EM MEIO AQUOSO Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE INICIAÇÃO INICIAÇÃO INIBIÇÃO INIBIÇÃO OU OU RETARDAMENTO RETARDAMENTO FORMA FORMA SIMPLIFICADA SIMPLIFICADA DO DO MECANISMO DE MECANISMO DE POLIMERIZAÇÃO POLIMERIZAÇÃO POR RADICAIS POR RADICAIS LIVRES LIVRES PROPAGAÇÃO PROPAGAÇÃO TERMINAÇÃO TERMINAÇÃO •COMBINAÇÃO •COMBINAÇÃO •DESPROPORÇÃO •DESPROPORÇÃO Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas FORMA SIMPLIFICADA DO MECANISMO Iniciação: X | R- + H2C = C | Y X | R – H 2C – C | y ÃO RE Ç Z A LIV I ER AL M I DIC L PO RA R PO Propagação: X | R- H2C - C| Y X | + n H 2C – C | y X | R- H2C – C - H2C – | Y n X | C| Y Terminação por combinação e não por desproporcionamento: X X X | | | Polímero Polímero 2 - H2C – C-H2C – C – C – CH2 - Polímero | | | Y Y Y Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas FORMA SIMPLIFICADA DO MECANISMO Iniciação: X | R- + H2C = C | Y X | R – H 2C – C | y ÃO E Ç ZA LIVR I ER AL M LI DIC O P RA R PO Propagação: X | R- H2C - C| Y X | + n H 2C – C | y X | R- H2C – C - H2C – | Y n X | C| Y Terminação por desproporcionamento e não por combinação: X X X | | | Polímero Polímero Polímero 2 - H2C – C-H2C – CH + –CH = C | | | Y Y Y Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE TERMINAÇÃO & AGENTES DE TRANSFERÊNCIA DE CADEIA TERMINO CRESCIMENTO DE UMA CADEIA: Combinação moléculas saturadas Desproporcionamento dupla remanescente final da cadeia afeta a durabilidade do polímero. Meios de diminuir o desproporcionamento: Agentes de transferência de cadeia Uma forma de terminação do crescimento da cadeia Forma de regular o peso molecular polimérico. H H Polímero - C – C- + RSH H H H RS- + H2C = C X H H Polímero – C – C – H + RSH H H H RS – C – CH X RSH= Agente de transferência de cadeia = n-Butil Mercaptana Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR RADICAL LIVRE INIBIÇÃO E RETARDAMENTO DIMINUIÇÃO DA VELOCIDADE DE POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO: Pode ser diminuída drasticamente Através de inibidores Substâncias que reagem com os radicais iniciadores e propagadores. Tornando-os espécies inativas. Monômero . + Z -> O radical formado Z . Monômero + Z. - não tem capacidade de reagir com o monômero. Principais inibidores: BENZOQUINA NITROBENZENO HIDROQUINONA T- BUTIL CATECOL Casos classicos de inibição: Polimerização de poliésteres insaturados e estireno. Estocagem de monômeros Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PROCESSOS DE POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇ ADIÇÃO USADO EM TINTAS TIPO DE PROCESSO COMENTÁRIOS POLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃO RESINAS PARA TINTAS BASE SOLVENTE CONTROLE EFICIENTE DA POLIMERIZAÇÃO REPRODUTIBILIDADE PROCESSO RÁPIDO POLIMERIZAÇÃO EM EMULSÃO. EMULSÕES AQUOSAS. VEÍCULOS BÁSICOS PARA LATEX. PROCESSO RÁPIDO. PERMITE OBTENÇÃO DE POLÍMEROS DE ALTO PM CONTROLE EFICIENTE DA POLIMERIZAÇÃO Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas DIFERENÇ DIFERENÇAS ENTRE AS POLIMERIZAÇ POLIMERIZAÇÕES POR RADICAL LIVRE E CONDENSAÇ CONDENSAÇÃO Mecanismos totalmente distintos RADICAL LIVRE (CADEIA OU ADIÇÃO) 1. 2. 3. 4. REAÇÃO ENTRE O MONÔMERO E A ESPÉCIE EM CRESCIMENTO É ÚNICA. FORMAÇÃO QUASE QUE INSTANTÂNEA DA MACROMOLÉCULA CONDENSAÇÃO 1. 2. 3. O AUMENTO DO PM OCORRE DURANTE O CURSO DA REAÇÃO. O ALTO PM OCORRE NO FINAL. 4. TEMPO LONGO DE PROCESSO. CENTRO REATIVO FORMADO CRESCE RÁPIDAMENTE ATÉ ALTO PM. TEMPO CURTO DE PROCESSO. 5. 5. 6. POLIMERIZAÇÃO ENTRE MONÔMEROS, DÍMEROS, TRIMEROS,OLIGOMEROS. MACROMOLÉCULA COM CRESCIMENTO LENTO TRÊS ESTÁGIOS DE PROCESSO: INICIAÇÃO PROPAGAÇÃO TERMINAÇÃO BÁSICAMENTE UM SÓ ESTÁGIO DE PROCESSO: ESTERIFICAÇÃO. C = C SER TRANSFORMADA EM -C –CREAÇÃO EXOTÉRMICA . Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas S O E L Ó S O D I R É IC L G Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ÓLEOS GLICÉ GLICÉRIDOS Apesar do advento polímeros modernos. dos Óleos glicéridos ainda são muito importantes na Indústria de Tintas. Origem renovável Matéria prima usada na preparação de várias resinas para uso em tintas. Alquídicas Óleos modificados Ésteres de Epóxi Tintas Esmaltes Sintéticos secagem ao ar. Esmaltes Emulsionados Lacas Nitro Óleos Uretanizados Esmaltes Alquídico - Melamina Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 ÓLEOS GLICÉRIDOS polímeros na formulação de tintas FÓRMULA QUÍMICA DO ÓLEO GLICÉRIDO CH2 – O – C – R 1 || O CH - O - C – R2 || O CH2 - O – C – R3 || O ACIDO GRAXO =90% Onde R1, R2 e R3 são radicais graxos GLICERINA = 10% Cauda do ácido graxo com número variável de carbonos duplas ativas 8 C constantes Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ÓLEOS GLICÉ GLICÉRIDOS CLASSIFICAÇÃO Os óleos são classificados em três categorias principais: CLASSIFICAÇÃO Classificação em função do Índice Iodo: Secativos Semi-secativos Não-secativos. Maior 150 = secativos 100 – 150 = semi-secativo Abaixo 100 = não secativo CLASSIFICAÇÃO Classificação em função Tipo de ácido graxo predominante Secagem caracterizado pelo Índice Iodo Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 COMPOSIÇ ÓLEOS GLICÉ COMPOSIÇÃO GLICÉRIDOS polímeros naDOS formulação de tintas ÁCIDOS GRAXOS PREDOMINANTES ÓLEO TIPO % MÉDIA FÓRMULA QUÍMICA Linolênico DNC 51 C18H30O2 Oleico (DI) 22 C18H34O2 Linoleico DNC 17 C18H32O2 TUNGUE Eleosteárico DC 80 Oiticica Licânico (DC) LINHAÇA DCO SOJA GIRASSOL COCO MAMONA CRU SECATIVIDADE CLASSIFICAÇÃO ÍNDICE DE IODO Secativo 155-205 C18H30O2 Secativo 160-175 78 C18H28O3 Secativo 140-160 Dieno Conj 25 C18H32O2 Linoleico (DNC) 60 C18H32O2 Semi secativo 135-145 Linoleico (DNC) 54 C18H32O2 Semi secativo 120-141 Oleico (DI) 28 C18H34O2 Linoleico 59 C18H32O2 Oleico 33 C18H34O2 Semi secativo 125-136 Laurico 48 C12H24O2 Miristico 17 C14H28O2 Não secativo 7,5 - 10,5 Palmítico 9 C16H32O2 Ricinoleico 87 C18H34O3 Não secativo 81 -91 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 COMPOSIÇ ÓLEOS GLICÉ COMPOSIÇÃO GLICÉRIDOS polímeros naDOS formulação de tintas GLICÉRIDOS - COMPOSIÇÃO MÉDIA DOS PRINCIPAIS ÁCIDOS GRAXOS ACIDOS GRAXOS N° CARBONOS N° DUPLAS SOJA LINHAÇA TUNGUE DCO OITICICA CASTOR CRU BABASSÚ ARROZ OLIVA LAURICO 12 0 - - - - - - 45 - - MERÍSTICO 14 0 - - - - - - 16 0,4 - PALMÍTICO 16 0 11 - 4 - 7 1 9 18 14 ESTEÁRICO 18 0 4 4 1 - 5 3 3 3 2 OLEICO 18 1 25 15 8 8 6 6 12 50 64 RICINOLEICO (a) 18 1 - - - 3 - 86 - - - DIENO CONJ 18 2 - - - 25 - - - - - LINOLEICO -DNC 18 2 50 26 4 60 - 3 2 28 16 LINOLÊNICO DNC 18 3 9 66 3 - - - - - - LICÂNICO (b) -DC 18 3 - - - - 78 - - - ELEOSTEÁRICO DC 18 3 - - 80 - - - - - - OUTROS - - 1 1 - 1 3 1 11 0,6 4 ÍNDICE IODO - - 130 180 170 135 150 85 15 100 90 (a) é um hidroxi-acido (ácido 12 hidroxi-oleico) - (b) é um ácido com grupo cetônico Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MODIFICAÇ MODIFICAÇÃO DE ÓLEOS GLICÉ GLICÉRIDOS CH2 – O – C – R 1 || O HIDRÓLISE DO GLICÉRIDO CH - O - C – R2 || O CH2 –OH + 3 H2O CH – OH HO – C - R1 || O + HO – C – R2 || O CH2 - O – C – R3 CH2 – OH HO – C - R3 || || O O HIDRÓLISE DO GLICÉRIDO = REAÇÃO OPOSTA A ESTERIFICAÇÃO BASE PARA OBTENÇÃO ÁCIDOS GRAXOS E GLICERINA Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MODIFICAÇ MODIFICAÇÃO DE ÓLEOS GLICÉ GLICÉRIDOS DESIDRATAÇÃO DO ÓLEO DE MAMONA Grupo Funcional: Ácido 12 hidroxi-oleico 13 12 11 10 9 H3C – (CH2)4 – CH2 – CH – CH2 – CH = CH –(CH2)7 – COOR | OH 13 12 11 10 H+ 9 H3C – (CH2)4 – CH2 – CH = CH2 – CH = CH –(CH2)7 – COOR (Estrutura 1 =30%) 13 12 11 10 9 H3C – (CH2)4 – CH2 = CH – CH2 – CH = CH –(CH2)7 – COOR (Estrutura 2 = 70%) Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MALEINIZAÇÃO Glicéridos com duplas conjugadas ( adição de DIELS-ALDER) 1 2 3 4 5 6 R – CH2 – CH = CH – CH = CH - CH2 – R1 + HC – C = 0 \ O / HC – C = O 1 2 3 4 5 6 R – CH2 – CH - CH = CH – CH - CH2 – R1 | | HC CH | | O=C C=O O Ã AÇ S C FI EO DOS I D ÓL RI O M CÉ I GL O FORMA DE PREPARAR RESINAS SOLÚVEIS OU DILUÍVEIS EM ÁGUA (INCLUINDO ELETROFORESE ANÓDICA). Anidrido Maleico DE Ácido Fumárico Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MALEINIZAÇÃO Glicéridos com duplas não conjugadas 1 2 3 4 5 6 7 R – CH2 – CH = CH – CH2 - CH = CH – CH2 - R1 + HC – C = 0 \ O / HC – C = O 1 2 3 4 5 6 7 R – CH2 – CH = CH – CH - CH = CH – CH2 - R1 | HC – C = O \ O / H2C – C = O E D O Ã S Ç O A D C I I R F DI GLICÉ O M S O E ÓL FORMA DE PREPARAR RESINAS SOLÚVEIS OU DILUÍVEIS EM ÁGUA (INCLUINDO ELETROFORESE ANÓDICA). Anidrido Maleico Ácido Fumárico Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MODIFICAÇ MODIFICAÇÃO DE ÓLEOS GLICÉ GLICÉRIDOS PROCESSO DE INCORPORAÇÃO DE VINIL TOLUENO EM ALQUÍDICAS E ÓLEOS MODIFICADOS. • Copolimeriza através das duplas ligações existentes na estrutura das resinas alquídicas ou do óleo a ser copolimerizado e provenientes dos ácidos graxos insaturados. • A modificação através das insaturações ocorre de forma diferente, dependendo do tipo de duplas ligações: Duplas conjugadas – Processo de radicais livres: Incorporação de VT: Horas: 3 + 1 +1 4% TB sobre VT Adição recipientes separados Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MODIFICAÇ MODIFICAÇÃO DE ÓLEOS GLICÉ GLICÉRIDOS PROCESSO DE INCORPORAÇÃO DE VINIL TOLUENO EM ALQUÍDICAS E ÓLEOS MODIFICADOS. Duplas ligações não conjugadas: Uso de um iniciador com capacidade de abstração de hidrogênio a uma substância que tenha hidrogênios lábeis na sua estrutura permite iniciar uma cadeia polimérica nessa substância Incorporação de VT: Horas: 3 + 1 +1 4% TB sobre VT Adição recipientes separados Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MODIFICAÇÃO DE ÓLEOS GLICÉRIDOS CH2– O - C – R || O CH - O – C –R || O CH2 - O – C –R || O Tri-glicérido ÓLEO URETANIZADO Alcoólise: monoglicérido (grupo reativo -OH) Enxerto de TDI: Tolueno di-isocianato Enxerto de H12MDI: Ciclo-alifático di-isocianato CH2 - OH + Mono-glicérido -OH 2 CH - OH Mono-glicérido -OH CH2 - OH Glicerina + OCN – R – NCO + HO- Mono-glicérido Mono-glicérido - O – C - N – R – N – C - O – Mono-glicérido || | | || O H H O Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas MODIFICAÇ MODIFICAÇÃO DE ÓLEOS GLICÉ GLICÉRIDOS Óleo Uretanizado Composição Soja % em peso 46,4502% Glicerina 6,6479% Neocat Lítio 0,0328% TDI 80/20 18,1467% Aguarrás 28,7224% Total 100,00% ESPECIFICAÇÃO VALORES Solidos 71,27% Viscosidade Z6 Excesso OH 2,8 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas S A IC D Í U S Q L E R A E & T S S É A I C L I O D P Í U S& Q L DA A S ICA A N IF I S OD E R M Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS Melhorar Melhorar propriedades propriedades físicoquímicas físicoquímicas dos óleos dos óleos TermoTermoplasticidade plasticidade (amolecimento (amolecimento com oo com calor) calor) Secagem Secagem lenta lenta SURGIMENTO SURGIMENTO Amarelecimento. Amarelecimento. 1923 1923 Baixo Baixo resistência resistência intempéries intempéries Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PERFIL DE RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS PALAVRA ALQUÍDICA = INGLÊS ALKYD (Alcohol and Acid) e se refere: Poliésteres que são modificados por óleos e/ou ácidos graxos. Alquídicas são poliésteres modificados por ácidos graxos. POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇÃO ALQUÍDICA ISENTA DE ÓLEO refere-se aos poliésteres saturados sem ácidos graxos na sua composição. Puras: resultado da polimerização de uma composição que contém: poliácidos: polialcoois; monoácidos e, eventualmente,monoálcoois. CLASSIFICADAS EM DOIS GRUPOS Modificadas: Além dos constituintes da alquídica pura: Resinas fenólicas Resinatos de breu Poliuretanos Poliacrilicas Poliestirênicas Introdução na estrutura das alquídicas de outras resinas ou monômeros. Introdução de natureza química – modificadores incorporados quimicamente na cadeia polimérica. Alquídicas com melhores propriedades Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PERFIL DE RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS 1 - COMPRIMENTO DE ÓLEO 25-35 Curta Esmaltes e Vernizes PU Esmaltes Estufa Fundos e Acabamentos PU 36-45 Curta Nitro e Esmaltes Estufa Primers Estufa 46-60 Média Esmaltes secagem ao ar Acima de 60 Longa Esmaltes secagem ao ar Tintas serigraficas e flexográficas 2-TIPOS DE ÓLEO COCO Acabamentos PU, cores claras Esmaltes Estufa, cores claras SOJA DCO Geral Mistura com soja para esmaltes ao ar, longo em óleo. Alguns primers e esmaltes estufa. MAMONA Primers e esmaltes estufa. Acabamentos PU. Nitro Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas PERFIL DAS RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS TIPO ÓLEO COMPRIMENTO DE ÓLEO ÓLEO PROPRIEDADES Secativo ou semi 60 ou mais Linhaça, soja Solúvel em solventes alifáticos. Películas são flexíveis com brilho e durabilidade razoável Secativo ou semi 45 a 60 Linhaça, soja, girassol Solúvel em solventes alifáticos ou alifáticos- aromáticos. Boa secagem, durabilidade e brilho. Coco, mamona cru Solúvel em solventes alifáticos- aromáticos. Geralmente utilizado como plastificante para polímeros termoplásticos. Coco, mamona cru Solúvel em solventes aromáticos. Utilizado em vários sistemas em estufa combinada com melaminas. Não secativo Não secativo 40 a 60 40 ou menos Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AS N I RES ICAS ÍD U Q AL CH2– O - C – R || O CH - O – C –R || O CH2 - O – C –R || O Tri-glicérido ETAPAS DE PREPARAÇÃO Alcoólise: monoglicérido (grupo reativo -OH) CH2 - OH + 2 CH - OH CH2 - OH Glicerina HO - CH2 – CH - CH2 - OH | O | C=O | R Mono-glicérido Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AS N I S RE CAS I D Í ALQU ETAPAS DE PREPARAÇÃO Esterificação: polimerização propriamente dita HO - CH2– CH - CH2 – OH + 2 - OOC – - CO | O | C=O | R Mono-glicérido Anidrido Ftálico C6H4(CO)2O – OOC – - CO - O - CH2 – CH - CH2 – OOC – | O | C=O | R - CO - + H2O n Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas AS N I S E R C AS I D Í U ALQ ETAPAS DE PREPARAÇÃO Alcoólise: monoglicérido (grupo reativo -OH) CH2– O - C – R CH2 – OH || O CH - O – C –R + HO -H2C – C – CH2 - OH || O 2 CH - O – C –R CH2 - OH || O Tri-glicérido Penta CH2 – O – C - R || CH2OH O | CH – OH + R – C –OH2C – C – CH2O – C - R || | || O CH2OH O 2 CH - OH Mono-glicérido Di -glicérido Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍDICAS ETAPAS DE PREPARAÇÃO PENTA VERSUS GLICERINA Maior viscosidade Secagem mais rápida Maior dureza Brilho inicial mais alto e superior retenção do mesmo Melhor resistência química Menor tendência ao amarelamento Maior resistência ao intemperismo Alquídicas com maior comprimento de óleo – maior evidência de uso Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS MATÉRIAS PRIMAS Glicéridos: Já visto anteriormente. Polióis mais usados: Glicerina – Alquídica partindo de glicéridos. Penta – Alquídica partindo de glicéridos. TMP/ TME– Alquídicas especiais curadas com melamina NPG/TMPD (Trimetilpentanodiol) – Tinta em pó termocurável e acabamentos automotivos (original e repintura). Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍDICAS MATÉRIAS PRIMAS Poliácidos mais usados: AF – Alquídicas partindo de glicéridos Ácidos isoftálicos e tereftálicos - poliésteres para tinta em pó. Ácido isoftálico – maior comprimento de óleo na mesma viscosidade e sólidos. Ácido isoftálico – baixa solubilidade na poliesterificação – maior tempo de processo. Anidrido maleico e ácido fumárico – casos especiais – pequenas quantidades. Reagem com as insaturações dos óleos. Anidrido trimelítico – funcionalidade 3; alquídicas e poliésteres diluíveis em água. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS MATÉRIAS PRIMAS Solventes mais usados: Aromáticos – Toluol, Xilol, Solvesso 100 Alifáticos – (N –PARAFINAS) AGUARRÁS e NAFTA ALIFÁTICA. Iniciadores de reação mais usados: Octoato de lítio – catalisador Soda caustica – catalisador Ácido fosfórico – catalisador Trifenil fosfito Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍDICAS TESTES MAIS COMUNS Compatibilidade Não voláteis Acidez Viscosidade Gardner Cor Gardner Índice de OH Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas FORMULAS DE ALQUÍDICAS Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS TRADICIONAIS COMPOSIÇÃO CURTA MÉDIA LONGA Soja 22,204 37,686 41,520 Glicerina 13,246 11,520 11,952 (*) POLICATIO LITIO 0,004 0,008 0,008 Anidrido Ftálico 24,003 22,131 17,588 1,458 1,344 1,068 39,085 - - - 27,311 27,864 TOTAL 100,000 100,000 100,000 Viscosidade Z4 – Z6 Z6+ Z2 - Z3 60+-2 70+-2 70+-2 Óleo 39% 55% 60% PM 3727 2520 2654 % OH em solução 1,9% 1,3% 2,0% REFLUXO Xileno Aguarrás Sólidos Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS ALQUÍ ALQUÍDICAS TRADICIONAIS Processo de Produção de Resinas Alquídicas (1) Carregar Óleo + Glicerina + Iniciador (8) Descarregar (2) Aquecimento 250°C (7) Resfriar para 115 – 120°C e iniciar diluição (3)Manter até atingir alcoólise (6) Manter até atingir viscosidade e acidez desejadas (4) Após Mono, abaixar para 180°C e carregar AF + solvente refluxo ((5) Aquecer para 250°C sob refluxo e N2 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍ ALQUÍDICAS MODIFICADAS ALQUÍDICAS URETANIZADAS Polimerização em dois estágios: Resina alquídica com excesso de hidroxilas - (grupo reativo -OH) Enxerto de TDI: Tolueno di-isocianato Enxerto de H12MDI: Ciclo-alifático di-isocianato Resina Alquídica -OH + OCN – R – NCO + HO- Resina Alquídica Resina Alquídica - O – C - N – R – N – C - O – Resina Alquídica || | | || O H H O Enxerto do TDI = 2 horas a 80°C – reação de alta exotermia. Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 ALQUÍDICAS MODIFICADAS polímeros na formulação de tintas PROCESSO DE INCORPORAÇÃO DE VINIL TOLUENO EM ALQUÍDICAS MODIFICADOS. Duplas ligações não conjugadas: Uso de um iniciador com capacidade de abstração de hidrogênio a uma substância que tenha hidrogênios lábeis na sua estrutura permite iniciar uma cadeia polimérica nessa substância Incorporação de VT: Horas: 3 + 1 +1 4% TB sobre VT Adição recipientes separados Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍ ALQUÍDICAS E ÓLEOS MODIFICADOS Alquí Alquídica vinilizada– vinilizada– processo pó pós – vinilizaç vinilização de uma resina pronta Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍ ALQUÍDICAS MODIFICADAS COMPOSIÇÃO % EM PESO ALQUÍ ALQUÍDICA VT – PROCESSO PÓ PÓS Soja 21,9666 Glicerina 12,3774 LIOH 0,0060 % Sólidos Anidrido Ftálico 21,4975 Peso Específico Xileno 2,0325 Comprimento de Óleo (%) 35,4 Xileno 35,1296 Conteúdo de Vinil Tolueno (%) 15 Vinil Tolueno 8,9857 Volátil Xileno Trigonox B (*) 0,3453 Viscosidade Z – Z1 Xileno 0,8124 Índice de Acidez Máximo 10 Perda 3,1530 Cor Máximo 8 Total 100,000 ESPECIFICAÇÃO (*) DI-TERT-BUTYL PEROXIDE Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal VALORES 62 0,96+-0,02 Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍDICAS MODIFICADAS MODIFICAÇÕES COM BREU E COM RESINAS MALEICAS MODIFICAÇÕES COM BREU: O breu participa da poliesterificação. Constituinte do breu é o ácido abiético - C19H29COOH. Vantagens: Secagem mais rápida Maior dureza Desvantagens: Não pode ser usado em tintas brancas Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ETAPAS DE PREPARAÇÃO Alcoólise: monoglicérido (grupo reativo -OH) CH2– O - C – R || O CH - O – C –R || O CH2 - O – C –R || O CH2 - OH + 2 CH - OH Tri-glicérido CH2 - OH Glicerina HO - CH2 – CH - CH2 – OH + CH2 – CH - CH2 | l l l O O OH O | l l C=O C=O C=O | l l R R R Mono-glicérido Di-glicérido CA I ÍD ADA U Q C AL IFI EU D BR O M OM C Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas CH2 – O – C - R l || - CO - + HO - CH O l CH2 – O – C - R ll O C19H29COOH + HO - CH2– CH - CH2 –OH + - OOC – | O | C=O | R Ácido Abiético + Mono-glicérido + Anidrido Ftálico C6H4(CO)2O C19H29CO -O-CH2–CH-CH2 –OOC – l O | C=O l R O ll CH2 – O – C - R l - CO-O - CH l CH2 – O – C - R ll O + Di-glicérido CA A I D D Í U CA +2H 0 Q I U AL DIF BRE MO OM C n 2 ETAPAS DE PREPARAÇÃO Esterificação: introdução do breu Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍ ALQUÍDICA MODIFICADA COM BREU FENOL MODIFICAÇÕES COM RESINAS FENÓLICAS (ALQUÍDICA/ BREU/FENOL) PROPORCIONA: Revestimentos com superior resistência química. Melhor dureza DESVANTAGEM: Amarelecimento FORMA DE MODIFICAÇÃO Geralmente com tipo RESOL Fenol + formol (excesso) Obtidas a partir de fenóis alquilados em para: P-t-butil fenol P-t-amil fenol P-t-nonil fenol Modificação feita durante a esterificação Ainda não esclarecido se há algum tipo de ligação química nesta modificação . Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 ALQUÍDICA MODIFICADA COM BREU FENOL polímeros na formulação de tintas ETAPAS DE PREPARAÇ PREPARAÇÃO Esterificaç Esterificação: introduç introdução do BREU O ll CH2 – O – C - R l - CO - + HO - CH l CH2 – O – C - R ll O C19H29COOH + HO - CH2– CH - CH2 –OH + - OOC – | O | C=O | R Ácido Abiético + Mono-glicérido + Anidrido Ftálico C6H4(CO)2O C19H29CO -O-CH2–CH-CH2 –OOC – l O | C=O l R O ll – – CH2 O C - R l - CO-O - CH l CH2 – O – C - R ll O + Di-glicérido + 2 H 20 n Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍ ALQUÍDICA MODIFICADA COM BREU FENOL ETAPAS DE PREPARAÇ PREPARAÇÃO Introduç Introdução do RESOL: Interaç Interação com a insaturaç insaturação do BREU CH3 COOH CH2OH CH3 CH3 + HO C(CH3)3 CH CH3 BREU GRUPO METILOL EM ORTO DERIVADO DO PTBF CH3 COOH CH2 C(CH3)3 O CH3 CH3 CH CH3 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍDICA MODIFICADA COM BREU FENOL ETAPAS DE PREPARAÇ PREPARAÇÃO Introduç Introdução do RESOL: Interaç Interação com a insaturaç insaturação do ÓLEO OH CH2OH + CH3 – (CH2)7 – CH = CH – (CH2)7 – COOCH3 C(CH3)3 GRUPO METILOL EM ORTO DERIVADO DO PTBF INSATURAÇÃO DO ÓLEO O O CH – (CH2)7 – COOCH3 l CH – (CH2)7 – CH3 CH2 (CH3)3C CH – (CH2)7 – CH3 l CH – (CH2)7 – COOCH3 + CH2 (CH3)3C Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas ALQUÍ ALQUÍDICA MODIFICADA COM BREU FENOL COMPOSIÇÃO % EM PESO Soja (a) 20,022 BREU (a) 21,959 ESPECIFICAÇÃO % Sólidos VALORES 70+-2 POLICATIO LITIO (b) 0,161 PENTA (c) 8,773 Viscosidade Anidrido Ftálico (d) 9,634 Índice de Acidez Máximo 25 Anidrido Maleico (d) 1,292 Cor Máximo 10 XAROPE FENÓLICO (e) 3,714 1. 2. Toluol (f) 9,150 3. AGUARRAS (g) 8,934 Xileno (g) 16,361 Total Peso Específico 4. 5. 0,96+-0,02 Z3 – Z5 Carregar A e deixar fundir com mexedor parado. Ligar mexedor e adicionar B e C. Aquecer lentamente para 240°C. Manter até alcoólise. Alcoólise OK, adicionar D e E e com +- 180°C adicionar F. Subir para 240°C e fazer refluxo até especificações. Especificações OK, esfriar e diluir com G. 100,000 Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS FENÓLICAS RESOL E NOVOLAC Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS FENÓ FENÓLICAS Vantagens Vantagens em emrelação relação produtos produtos naturais naturais Indústria dede Indústria Tintas: Tintas: Resinas Resinas FENÓLICAS FENÓLICAS modificadas modificadas com BREU com BREU Produção Produção grande grande variedade variedade dede Resinas Resinas Isolantes Isolantes Elétricos Elétricos SURGIMENTO SURGIMENTO 1910 1910 BAEKELAND BAEKELAND BAKELITE BAKELITE Impregnação Impregnação dede Papel Papel Laminados Laminados Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS FENÓ FENÓLICAS Compostos Compostos Para Para Moldagem Moldagem Primeiros Primeiros Polímeros Polímeros Sintéticos Sintéticos com utilização com utilização Industrial Industrial Laminados Laminados PRINCIPAIS PRINCIPAIS USOS USOS Agente Agente Reticulação Reticulação para outros para outros Polímeros Polímeros (Epoxi) (Epoxi) Adesivos Adesivos Tintas: Tintas: Modificação Modificação dede outros outros Polímeros Polímeros (Alquídicas) (Alquídicas) Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas RESINAS FENÓLICAS REPRESENTAÇÃO SIMPLIFICADA DA POLIMERIZAÇÃO FORMOL (excesso) FENOL FENOL (excesso) pH alcalino RM = 1:2 FORMOL RM = 1,25 :1 RESOL Reativa pH ácido NOVOLAC Não reativa Calor e/ou catalisador ácido Calor + agente de cura RESINA RETICULADA Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal Minicursos CRQ-IV - 2010 polímeros na formulação de tintas O D A R U T A S R E T S É I L O P Conselho Regional de Química IV Região (SP) – Apoio: Caixa Econômica Federal