Aluno (a): Centro Educacional MENINO JESUS Data: / / Disciplina: Ed. Religiosa 7ª série / 8º ano: Professor (a): RECUPERAÇÃO ANUAL DE EDUCAÇÃO RELIGIOSA Caro aluno, aqui você encontra duas atividades que resumem um pouco do que estudamos neste ano. Você deve, depois de ler os textos, responder as perguntas elencadas. Além destas atividades você deverá fazer um trabalho sobre o Alcorão conforme as orientações listadas abaixo. Bom trabalho! Prof. Paulo Atividade 1 As palavras divinas em escritos humanos Marcelo Barros1 Em toda a humanidade, nas culturas mais diversas, o amor divino se revela. Aos indígenas caiapó, no CentroOeste brasileiro, quando viviam em meio às pedras do cerrado goiano, o Espírito-Mãe se comunicava através das pedras de formato misterioso da Serra Dourada. Ao povo mexica, comunicava-se pelas flores. Ao guarani, pelos cânticos inspirados. Aos povos da Amazônia, pelas histórias dos animais, cada qual com seu temperamento e seu jeito de ser. Também o povo de Israel recebeu de Deus a revelação, primeiramente através de cânticos e histórias orais, a maioria proclamada por mulheres. São profecias femininas, atribuídas a Débora e Ana, Míriam e a Sulamita. Depois, aos poemas e cânticos, acrescentaram-se relatos e discursos, escritos por profetas e escribas. Os primeiros livros sagrados são os Vedas, literatura da antiga Índia. Ocupam o primeiro lugar nas escrituras hindus, junto com os Bramanas, os Araniakas e Upanishad (doutrina secreta). Diversas crenças sickismo, jainismo, vishnuísmo, sivaísmo e outras – formam o hinduísmo e crêem que esta literatura é eterna. Têm origem sobrenatural e foi transmitida por espíritos santos (1500 A.C.) Existem quatro Vedas, dos quais os mais antigos são os Vedas dos cânticos (Rig-Veda). Destes, um ponto alto é o Bhagavad Gita (Sublime Canção). Como tradição oral, remonta a 5.000 anos. Foi codificado em livro, ao menos há 2.000 anos. O Mahatma Gandhi conta que este livro lhe deu forças para realizar a obra de libertação da Índia, através da não-violência ativa. O longo diálogo entre o príncipe Arjuna (que representa a humanidade ainda não remida da escravidão do ego, mas desejosa de redenção) e Krishna, (ser humano plenamente libertado) foi interpretado erroneamente como apologia da chamada “guerra justa”, mas na verdade, se trata da luta pelo auto-domínio espiritual. Também da Índia, a humanidade recebeu as escrituras budistas. O budismo que se espalhou pela Índia e Paquistão (Hinayana, ou “pequeno veículo”) tem como texto sagrado uma coleção de documentos: “a tríplice cesta”. O budismo que cresceu no Tibet, Mongólia, China e Coréia, (o Mahayana, ou grande veículo) tem muitos textos sagrados entre os quais o Sadd-harmapundarika (“o loto da boa religião”) que propõe a ética da compaixão para com todos os seres. Na China, os povos antigos conheceram a revelação de Deus através do sábio Confúcio (séc. VI A. C.) Ele escreveu ensinamentos morais baseados na sabedoria e bom senso. Seus ensinamentos foram reunidos em textos chamados Wu-ching: cinco livros canônicos. O mais conhecido é I Ching, o livro das mutações e dos oráculos que dirige o dia e a vida de muita gente. Enquanto o confucionismo se espalhou pelo norte da China, como caminho moral, no sul, a humanidade ganhou a intuição mística de Lao-tzé (século V a. C). Ele repartiu sua experiência de busca do 1 Marcelo Barros é monge beneditino. Vivendo em Goiás dedica sua vida aos estudos bíblico-teológicos. D:\2010\7ª série-8ºano\Avaliação\Religião\rec2010.docx Escola filiada ao PEA/UNESCO Sistema Montessori de Educação divino. Deixou o Tao-tê-ching, um dos escritos mais venerados do mundo. Tem 81 capítulos e nos ensina o equilíbrio pessoal como “caminho da virtude”. A Bíblia é o livro mais conhecido e difundido no mundo. Não é considerada em si, a própria palavra divina, mas a escritura desta palavra. Para o judaísmo, a Bíblia se organiza em livros da Lei, Profetas e Escritos. Os textos mais antigos foram escritos no século X. a.C. A maior parte foi escrita a partir do século V, quando as comunidades judaicas se reuniam mais nas sinagogas para escutar a Palavra do que no templo para fazer sacrifícios. O cristianismo depende dessa raiz. Chama a Bíblia judaica de “Primeiro Testamento”. É o tronco da fé cristã. As primeiras comunidades cristãs acrescentaram escritos, ligando a vida e a palavra de Jesus Cristo com a tradição bíblica. Estes 27 textos têm o nome de “Novo Testamento”. Os judeus e cristãos crêem que a Palavra de Deus nos vem através de palavras humanas. O texto inspirado tem raízes culturais e históricas. A revelação não é palavra diretamente dada por Deus, mas a interpretação que profetas dão à história, do ponto de vista de Deus. Há sempre a mediação de uma palavra humana (profética). A originalidade dos escritos bíblicos é insistir que Deus tem para o universo um projeto de vida e amor e chama a humanidade a viver a intimidade com seu Espírito, através da solidariedade e da justiça. A terceira religião ligada à Bíblia é o Islã, que significa “completo abandono em Deus”. O seu profeta é Maomé (século VII). Aos 40 anos, orando no monte Hira, na noite do poder divino, recebeu do anjo Gabriel a ordem: “Lê!” Suas revelações foram postas por escrito no Corão (Escritura). O Corão é subdividido em 114 capítulos (suratas). Cada surata começa pela frase: “Em nome de Alá, o compassivo e misericordioso”. O eixo principal do Corão é a obediência ao Deus Único e a realização de sua vontade. Até o século XIX, o mundo branco não conhecia nenhuma literatura indígena pré-colombiana. Todos os povos ameríndios têm cânticos e lendas. Muitas histórias contam revelações divinas, mas não foram postas por escrito. Hoje, começam a ter mais divulgação as narrações dos maias de Yucatan e os quichés e cakchiqueles de Guatemala, os sonhos xavantes e os cânticos guarani. Algumas destas histórias têm mais de mil anos. Um livro sagrado dos povos maia se chama Popol Vuh. Contava a história da criação e do povo maia. Este livro é muito antigo, mas nenhum branco teve acesso a ele. Poucos anos depois da conquista (1539), um missionário recolhe em língua quiché, em alfabeto castelhano, um relato maia de suas tradições e da conquista, olhada do ponto de vista ameríndio. Este livro se chama também Popol Vuh. Tem três partes: - descrição da criação e da origem da humanidade que, depois de várias tentativas fracassadas, foi feita de milho; - as aventuras dos jovens semi-deuses Hunahpu e Ixbalanqué e de seus pais, sacrificados pelos gênios do mal em seu reino sombrio de Xibalvay; - a terceira parte contém notícias relativas à origem dos povos indígenas de Guatemala, suas migrações, sua distribuição no território, suas guerras e o predomínio da nação quiché até pouco antes da conquista espanhola. No centro do continente, nos primeiros séculos da era cristã, os maia desenvolveram uma grande civilização. “Chilan” eram sacerdotes que interpretavam os livros e a vontade dos deuses. O termo significa “aquele que é boca”. O Chilan Balan (nome de família e significa “jaguar”) viveu pouco antes da conquista espanhola. Deixou com seu nome um livro que contém calendário e crenças dos maia. Na América do Norte, em 1823, Joseph Smith afirma ter tido uma revelação. Um anjo, Moroni, lhe anunciou: “Sobre mesas de ouro está um livro das escrituras, no qual se fala dos primeiros habitantes da América e da sua origem. Ali está contido tudo o que se refere à vida eterna, como anunciou o próprio Redentor aos antigos habitantes da América”. Essas escrituras estavam em uma caverna perto de Manchester no Estado de Nova York. O livro do Mórmon (é um personagem da revelação e significa “o mais bondoso”) é dirigido aos novos colonizadores da América. Há quem se pergunte se a origem dessa revelação seria uma tradução branca de lendas e tradições dos povos algonquino, dos D:\2010\7ª série-8ºano\Avaliação\Religião\rec2010.docx Escola filiada ao PEA/UNESCO Sistema Montessori de Educação lenape e dos delaware. Essa revelação deu origem à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, ou dos mórmons; uma religião independente do cristianismo. Deus é mistério. Dessa forma, vive se doando e se revela a cada povo de acordo com sua língua, educação e cultura. A esse convite de amor, cada grupo responde a partir de sua forma de ser. Isto é o fundamento da diversidade das religiões e caminhos espirituais. Todos são respostas ao amor de Deus. Nenhum o esgota, ou é completo. A revelação escrita contém uma amostra desta proposta divina. O Espírito continua se revelando em cada ato de amor e nos chamando a fazer do universo um poema de ternura para Deus e para todos os seres. Atividades (resolva-as em folha de fichário; não é necessário copiar as questões) 1. Organize as informações do texto fazendo um quadro como o do exemplo abaixo: Religião Livro(s) Sagrado(s) Informações do Livro Sagrado Hinduísmo Vedas São quatro livros, de origem eterna e sobrenatural... Budismo Hinayana Budismo Mahayana Confucionismo Taoísmo Judaismo Cristianismo Islamismo Povos Maia (I) Povos Maia (II) Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) 2. Como o amor divino revela-se nas culturas? Dê exemplos. 3. Qual o fundamento, defendido pelo Monge Marcelo Barros, para explicar a diversidade das religiões? 4. Qual o significado dado pelo autor para o diálogo encontrado nos Vedas entre Arjuna e Krishna? Como erroneamente foi interpretado? 5. Em que acreditam judeus e cristãos no que diz respeito a Palavra de Deus, a Bíblia? Atividade 2 A Bíblia e você 1. INTRODUÇÃO: aparentemente é um livro como os outros, mas, na verdade, é diferente de todos, a começar pelo tempo que levou para ser escrito; a Bíblia começou a ser escrita no tempo do Rei Salomão, pelo ano de 1000 a.C., e foi finalizada com a morte de São Pedro, pelo ano de 100 d.C. Isto levou aproximadamente 1150 anos. Foi escrita por partes em diversas etapas. As cópias mais antigas estão guardadas na Biblioteca do Vaticano e no Museu Britânico. 2. LÍNGUA: o Novo Testamento foi escrito em grego, com exceção do Evangelho de Mateus, escrito em aramaico, e que se perdeu. Existe, hoje, uma redação em grego. Quanto ao Antigo Testamento, ele foi escrito em três idiomas, sendo que a maior parte foi escrita em hebraico. Alguns capítulos dos Livros de Esdras, Daniel e Jeremias foram redigidos em aramaico – idioma falado na Palestina depois do exílio da Babilônia (séc. VI a.C.). Os livros Sabedoria, II Macabeus e trechos de Ester e Daniel foram escritos em grego. 3. MATERIAL USADO: a cerâmica é uma das artes mais antigas da humanidade. O barro não servia apenas para fazer vasos, mas também para fazer chapas nas quais se escrevia. A chapa de argila fazia a vez de nossa folha de papel. Por isso, muitos textos bíblicos foram escritos nestas chapas. Além da cerâmica, outro material utilizado na D:\2010\7ª série-8ºano\Avaliação\Religião\rec2010.docx Escola filiada ao PEA/UNESCO Sistema Montessori de Educação antiguidade para escrever a Bíblia, foi o papiro. O papiro é uma planta que tem sua origem no Egito e que cresce à margem do rio Nilo; ela chega a atingir 4 metros de altura. Esta planta tinha muitas utilidades e, entre elas, a confecção de folhas de papel. Conta-se que, três mil anos antes de Cristo, os egípcios já escreviam nos papiros, de um lado só, e depois os guardavam em rolos. É daí que vem a palavra Bíblia, porque esta película, ou folha retirada do caule do papiro, chamava-se “biblios”. Biblos é uma palavra grega que significa livro. Já na Antigüidade, o papiro enfrentou um forte concorrente para a escrita: o pergaminho. Mas o que é pergaminho? Conta-se que os egípcios, tendo ido visitar a cidade de Pérgamo, na Ásia Menor, ficaram impressionados pela importância da biblioteca da cidade; por causa disto, foi bloqueada a venda de papiro para esta cidade, o que fez com que o rei Êumenas II tivesse que recorrer a outras alternativas para escrever suas ordens. O rei mandou, então, curtir o couro de carneiro e prepará-lo para nele se escrever. Por isto, o pergaminho leva o nome da cidade, e é, na verdade, couro curtido e preparado. Assim como no papiro, escrevia-se nele apenas de um lado, sendo depois, guardado em rolos. Em recentes descobertas, encontraram-se diversos pergaminhos enrolados, contendo cópias de livros de Isaías, perto do Mar Morto, na caverna de Qumrân, 1947. Segundo os especialistas no assunto, estes escritos, estas cópias, são do primeiro século de nossa era. Hoje podem ser vistos no Museu do Livro, em Jerusalém, onde se acham expostos. 4. COMO ESTÁ DIVIDIDA A BÍBLIA: A Bíblia está dividida em duas grandes partes: o Antigo e o Novo Testamento. O Antigo Testamento é a parte mais extensa, composta por 46 livros e que narra as origens do mundo, do homem, a história do Povo Escolhido, a promessa do Messias. Seu primeiro livro é o Gênesis e o último é o Macabeus (embora a ordem em que foram escritos não seja esta). Testamento significa “Aliança”; a aliança que Deus fez com o seu povo através de Moisés, no Monte Sinai, “Eu serei o seu Deus e vocês serão o meu povo”. (Ex 6, 7). O Antigo Testamento, pode-se dizer, é a história da fidelidade e da infidelidade do povo à aliança feita com seu Deus, uma história cheia de lutas e de esperanças. O Novo Testamento começa com a narração da chegada do Messias esperado no Antigo Testamento - Jesus. É a segunda parte da Bíblia, menos volumosa, pois contém só 27 livros que contam a vida e as obras de Jesus de Nazaré, a formação de seu grupo, a sua igreja. Pode-se dizer que o Antigo Testamento é a preparação para a chegada do Messias, e que o Novo Testamento é a realização da promessa. A aliança, agora, é feita por Jesus com o seu novo povo, através do seu sangue, sua morte. “Este cálice é a nova aliança em meu sangue que será derramado por vós” (Lc 22, 20). A Nova Aliança é tão superior à Antiga, quando Cristo é superior a todos os profetas que o anunciaram. Jesus não apenas anunciou a Salvação, mas Ele “é” a Salvação: “Eu sou o caminho, a verdade e a Vida” (Jo 14, 6). “Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo...” (Jo 10, 9) “Ninguém vai ao Pai senão por mim” (At 4, 12). Por razões práticas, desde os primeiros séculos, cada livro foi dividido em seções segundo sistemas da época. Para eliminar os inconvenientes dessas antigas divisões e facilitar o estudo uniforme, no início do século XIII, o professor Estevão Langton, da Universidade de Paris, dividiu-a em capítulos de extensão mediana. Ainda com a finalidade didática, o professor Sante Pagnini, da mesma Universidade, juntamente com seus alunos, dividiu os capítulos do Antigo Testamento em versículos numerados, isto em 1528. Em 1533, o professor Roberto Estevão versiculou o Novo Testamento. Estas divisões são apenas de valor didático, prático, não científico. O elenco oficial de livros sagrados chama-se cânon, no sentido de normas. O cânon católico, constituído de 73 livros, foi formado já no século IV e sancionado pelos Concílios de Florença, 1441, e de Trento, 1546, e confirmado pelo Vaticano I, em 1870. 5. ERROS NA BÍBLIA: a Bíblia é um livro estritamente religioso. Ela tem a finalidade única e exclusiva de apresentar a Mensagem de Deus que propõe a salvação do homem. Embora escrita em locais e tempos diferentes, e por muitas pessoas, ela apresenta uma perfeita unidade, desde o primeiro até o último livro. Esta unidade mostra a presença de Deus agindo na vida dos homens. É como um fio de ouro costurando a história do projeto de Deus para a humanidade, inicialmente com o povo de Israel e, depois, com todas as nações e povos. D:\2010\7ª série-8ºano\Avaliação\Religião\rec2010.docx Escola filiada ao PEA/UNESCO Sistema Montessori de Educação Mas, estamos, hoje, na era da eletrônica e da computação. Pode até acontecer que alguém, querendo confrontar alguns dados bíblicos com os dados da ciência, possa perceber contradição ou erro. Então se poderia perguntar sobre quem está com a verdade: a ciência ou a Bíblia? Não podemos confundir as coisas. A Bíblia pode fazer referência a dado científico, mas estes entram como algo secundário, pois o seu objetivo não é científico, mas religioso. Assim, um hagiógrafo (escritor sagrado, inspirado por Deus) pode cometer imprecisões de ordem religiosa, de fé ou de doutrina – conteúdo fundamental da mensagem de Deus. O autor principal da Bíblia é Deus e Ele vai inspirar ao profeta, ao hagiógrafo, o que Ele quer comunicar em termos de dados científicos, pois ele entra com sua cultura e redação. Se entendermos a Bíblia no seu sentido e finalidade estritamente religiosa e de seus contextos histórico e cultural, poderemos concluir que não existem propriamente erros. Nós é que podemos entendê-la erradamente, não sabendo interpretar aquilo que foi escrito por pessoas tão distantes de nós e de nossa cultura. Por exemplo, o Livro de Jó é um a parábola, pois este homem nunca existiu na realidade. É uma ficção. O autor da parábola põe Deus falando com o diabo, da mesma maneira como nós falamos. Mas, atrás deste estilo ou desta figura literária, existe a mensagem de Deus, uma eterna e maravilhosa que merece a nossa fé: “Sabei, antes de tudo, que nenhuma página da Escritura provém do universo particular, porque jamais foi produzida uma profecia por arbítrio humano, mas pelo Espírito Santo foram movidos (os hagiógrafos) a falar” (2 Pd 1, 20-21). 1. 2. 3. 4. 5. 6. EXERCÍCIOS Quanto tempo a Bíblia levou para ser escrita? Em quais línguas foi escrita a Bíblia (Antigo e Novo Testamento)? Lembre-se de citar as exceções. Quais foram os materiais usados pelos hagiógrafos para escreverem os livros que fazem parte da Bíblia? Quais curiosidades referentes ao papiro e pergaminho são citadas no texto? Como está dividida a Bíblia? Que informações o texto traz sobre o Antigo e o Novo Testamento? Como estão divididos os livros da Bíblia? Quem fez as divisões? Quando isto ocorreu? Há erros na Bíblia? Justifique sua resposta. Atividade 3 O Alcorão Neste trabalho você considerará: A origem, a estrutura (como está organizado) e os temas abrangidos pelo Alcorão. Não se esqueça que o trabalho deve estar organizado com, no mínimo, capa, introdução, desenvolvimento e conclusão. D:\2010\7ª série-8ºano\Avaliação\Religião\rec2010.docx Escola filiada ao PEA/UNESCO Sistema Montessori de Educação